September 30, 2008

Astro do ensino médio vai jogar com brasileiro Jonathan Tavernari nos Cougars de BYU

Filed under: Europa, Internacional — Tags: , , — Redação @ 9:25 pm

Tyker Tyler Haws, estrela da Escola de Ensino Médio Lone Peak, está comprometido verbalmente com a BYU, onde atua o brasileiro Jonathan Tavernari, informando sua decisão ao treinador Dave Rose na quarta-feira da semana passada. Ele recusou ofertas de Universidades como Davidson, Harvard, Stanford e Utah, a grande rival dos Courgars.

Ele é considerado o melhor jogador vindo do Ensino Médio no estado de Utah nos últimos tempos. Ele teve médias de 20.9 pontos no seu terceiro ano de segundo grau, tendo um excelente aproveitamento de 69% nos arremessos de três pontos durante os playoffs. Como é da classe de 2009, Haws jogará na equipe do brasileiro Jonathan Tavernari apenas na próxima temporada.

“Estou realmente contente sobre isso, realmente empolgado. Estou feliz em tirar esse peso das costas. Sinto que BYU é o lugar certo para mim, um lugar onde eu posso alcançar todo meu potencial. Havia três coisas que eram importantes para mim tomar essa decisão. Primeiro era estar confortável com os treinadores, segundo eram os acadêmicos e terceiro o estilo de jogo. BYU tinha todos eles”, comentou Tyler.

Quincy Lewis, treinador de Haws na Escola de Lone Peak, acha que o atleta se encaixará perfeitamente no estilo de jogo dos Cougars. “Acho Tyler um dos raros garotos que têm a chance de levar BYU a um próximo passo no nível nacional. Ele é excepcionalmente consistente como um jogador. Talvez isso seja sua maior força. Ele é o mesmo cara ontem, hoje e amanhã. Ele é simplesmente um tremendo arremessador que pode marcar pontos de várias formas”.

Após três semifinais seguidas no Nacional feminino, Sport Recife espera chegar mais longe

Filed under: Basquete Feminino, Campeonato Nacional, Nacional — Tags: , , — basketbrasil @ 8:47 pm

Pelo quarto ano consecutivo e em sua sexta participação no Campeonato Nacional feminino, o Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) treina forte para, mais uma vez, ficar entre os finalistas. O clube estreou na competição em 1999 e terminou em quarto lugar. Nas últimas três edições ficou entre os quatro primeiros. Este ano, uma parceria com a cidade de Presidente Prudente (SP) permitiu que a equipe realizasse um sonho antigo: participar do Campeonato Paulista. No cruzamento da semifinal, esbarrou em Catanduva (SP), time que se tornou campeão, mas não desanimou. Dez dias após o fim dos jogos em São Paulo, as jogadoras e o técnico Roberto Dornellas já estavam novamente em quadra, na capital pernambucana, se preparando para o Nacional.

“A equipe está indo muito bem. Mantivemos a base do Nacional do ano passado (2007) e trouxemos a Joyce Rodrigues (armadora), que esteve comigo na Seleção Brasileira Sub-21 no Mundial de Moscou (2007). Ainda estamos tentando contratar uma jogadora para a posição 3/4, mas considero a equipe pronta. Pela primeira vez, teremos um grupo treinado antes de começar a competição. Por isso, minha expectativa é muito boa. Esperamos chegar entre os finalistas, como tem acontecido”, disse o treinador.

Dornellas acredita que esta 11ª edição do Nacional será ainda mais disputada do que as anteriores, uma vez que os clubes trouxeram reforços importantes para suas equipes. Para se destacar, o técnico conta com uma forcinha extra que só o povo pernambucano pode oferecer: a torcida apaixonada, que lota o ginásio do Sport.

“Além de Catanduva (SP) e Ourinhos (SP), equipes muito fortes, temos São Bernardo (SP) e Santo André (SP), que sempre dão trabalho, e Americana (SP), que montou um grande time. Acredito que será um Campeonato muito disputado. Mas, aqui em Recife, contamos com o apoio de uma torcida fiel, que não deixa de comparecer ao ginásio. É o nosso diferencial.”

No clube há quatro anos, a ala Tayara Pesenti, de 26 anos, já conhece bem a vibração que vem das arquibancadas. Paulista de Caieiras, a jogadora está confiante que o Sport Recife fará uma grande campanha, que começa em casa, no dia 7 de outubro, contra o São Bernardo (SP).

“O público daqui já conhece o nosso grupo. Estamos juntas há algum tempo, bem entrosadas e por isso a expectativa para esse Campeonato é grande. Achamos que será positivo para a equipe e estamos treinando com foco em resultados. Recife já é a minha segunda casa. Todo ano eu desço para jogar o Paulista e subo para disputar o Nacional, já me acostumei. Fiz bons amigos aqui e estou muito satisfeita”, diz Tayara.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as equipes jogam entre si, em turno e returno. As quatro primeiras colocadas, na soma de pontos dos dois turnos, se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título. As fases semifinal e final serão disputadas em melhor de cinco jogos, sendo a primeira, segunda e quinta partidas na quadra da equipe de melhor campanha.

PROGRAMAÇÃO

PRIMEIRA SEMANA

Terça-feira (dia 7 de outubro)

18h – Mangueira/Petrobras (RJ) x Clube Doze/Floripa (SC) – Rio de Janeiro
19h30min – Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) x São Bernardo/Metodista/Associação (SP) – Recife
20h – Americana/Unimed/FAM/Goodyear (SP) x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed (SP) – Americana
20h – São Caetano (SP) x Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed (SP) – São Caetano do Sul

Quarta-feira (dia 8 de outubro)

20h – Santo André (SP) x Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed (SP) – Santo André

Quinta-feira (dia 9 de outubro)

18h – Mangueira/Petrobras (RJ) x São Bernardo/Associação/Metodista (SP) – Rio de Janeiro
19h30min – Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) x Clube Doze/Floripa (SC) – Recife
20h – São Caetano (SP) x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed (SP) – São Caetano do Sul

Sexta-feira (dia 10 de outubro)

20h – Americana/Unimed/FAM/Goodyear (SP) x Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed (SP) – Americana
20h – Santo André (SP) x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed (SP) – Santo André

OBS: Horários de Brasília.

Tiago Splitter: “Espero que Ivanovic nos faça conseguir outro título”

Filed under: Europa, Internacional — Tags: , — Redação @ 8:14 pm

O pivô Tiago Splitter sabe que a conquista do bicampeonato da ACB é uma tarefa dura, mas acredita no potencial do novo treinador Dusko Ivanovic. “Defender o título vai ser difícil. A Liga é muito dura e muitas equipes como o Real Madrid, Barcelona, Unicaja, e Joventut se reforçaram muito bem. Espero que Dusko Ivanovic nos faça jogar melhor e conseguir outro título”, comentou o pivô brasileiro.

Ivanovic começou sua carreira como treinador em 1993 no Sisley Fribourg da Suíça, onde acumulou os cargos de jogador e técnico. De 1997 a 2000, ele foi o treinador da seleção principal da Suíça, porém teve um grande sucesso quando assumiu o TAU no ano 2000, onde permaneceu até 2005. Nesse período, conquistou uma Liga ACB, duas Copas do Rei e chegou à final da Euroleague. Depois de cinco temporadas em Vitoria (ESP), ele partiu para o Barcelona onde ficou até fevereiro desse ano, voltando para a equipe de Splitter.

O pivô não participou da conquista do TAU na Supercopa da ACB nesse final de semana devido a uma lesão, mas já está quase recuperado. “Estou praticamente recuperado de minha lesão, ainda não estou 100%, mas estou melhorando e trabalhando com os médicos todo o dia para chegar a jogar em Menorca no domingo”, completou o catarinense, não querendo perder a estréia da equipe de vitória na ACB.

O TAU bateu o Bruesa nesta terça por 103 a 83, faturando o Troféu Diputación Foral de Alava. O norte-americano Will DcDonald voltou a ser destaque da equipe com seus 23 pontos. O escolta espanhol San Emérito adicionou 16 pontos. O ala Pete Mickael anotou 15 pontos. O argentino Pablo Prigioni, depois de ser eleito o MVP da Supercopa, contribuiu com 12 pontos. O sérvio Igor Rakocevic somou 10 pontos. Pelo Bruesa, que conseguiu a promoção à ACB na última temporada, Panko marcou 21 pontos. Hopkins marcou mais 11.

O TAU fecha a pré-temporada com sete vitórias e apenas uma derrota, justamente para uma equipe da Segunda Divisão espanhola: o Tenerife.

Treinador do Barcelona analisa erros depois de duas derrotas

Filed under: Europa, Internacional — Tags: — Redação @ 8:06 pm

Depois de perder dois títulos na mesma semana, o treinador do Barcelona tentou explicar as derrotas para o DKV Joventut na final da Copa da Catalunha e para o TAU Cerámica na Semi-Final da Supercopa da ACB.

“No dia do Joventut tivemos um traço um pouco estranho, estando em um partida contra a Penya e tivemos um aproveitamento nos arremessos que não nos permitiu ficar na frente do marcador. Contra o Tau, tivemos um início ruim de partida, além de tomar decisões individuais que junto a algumas ações na defesa não muito boas lhes permitiu ter vantagem, mas logo fomos 25 minutos superiores. No último quarto, dispusemos de apensas 6 arremessos que não entraram, apesar de dominar a nível defensivo e ter momentos para vencer o encontro, o arremesso de 3 pontos de McDonald decidiu”, explicou Xavi Pascual.

Pascual passou o domingo vendo os vídeos das partidas, tentando identificar o erros cometidos. “Contra o Joventut já aprendemos uma primeira lição de como lutar contra um resultado adverso e como jogar uma partida contra uma equipe inspirada. E contra o TAU ser mais constante no nosso jogo, não tomar decisões individuais fora do contexto da equipe”.

Ele ainda comentou sobre o excesso de 3 armadores da equipe, o que faz com que o talentoso esloveno Jaka Lakovic seja pouco aproveitado, dizendo que o jogador também pode atuar como ala-armador. Em contra-partida, Parcual admitiu que desde a saída de Mario Kasun falta um pivô no elenco. De acordo com o diário Sport, o porto-riquenho Daniel Santiago chega nessa semana para resolver essa carência.

Maranhão perde para gaúchas e paranaenses, Santa Catarina e Rio de Janeiro vencem e estão nas semis do Brasileiro Sub-15

A seleção do Paraná venceu a do Maranhão por 107 a 28 (56 a 19 no intervalo), na segunda rodada do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 feminino de basquete da Divisão Especial, que está sendo disputado no Ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). As cestinhas foram as paranaenses Ana Jéssica Pinto e Bruna Werberich, com 28 e 24 pontos, respectivamente. A principal pontuadora maranhense foi a armadora Bianca Pereira com 10 pontos.

“Hoje, jogamos mais soltas, trabalhamos melhor a bola no ataque e tivemos tranqüilidade nas finalizações. A tendência é crescer ainda mais amanhã contra o Rio Grande do Sul. Vamos jogar com a mesma garra e responsabilidade para vencer e garantir a vaga na semifinal”, disse a ala Bruna Werberich, do Paraná.

“Não conseguimos levantar a cabeça depois da derrota de ontem para o Rio Grande do Sul. Não rendemos bem. Para o próximo jogo, vamos trabalhar melhor a postura do grupo e fazer uma boa partida, apesar do adversário ser São Paulo, equipe favorita ao título”, comentou o técnico Herberth Lima, do Maranhão.

PARANÁ 107 (36 + 20 + 25 + 26)
Caroline (5pts), Bruna (24), Ana Jéssica (28), Camila (6) e Kelly (12). Entraram depois: Mariana (7), Natassja (7), Betânia (3), Renata (0), Natália (10), Luana (3) e Jéssica (2). Técnico: Sílvio Zanini.

MARANHÃO 28 (9 + 10 + 2 + 7)
Bianca (10pts), Ana Beatriz (2), Maria Cláudia (3), Alyne Sá (2) e Cristine (6). Entraram depois: Maria Clara (0), Aline Nunes (0), Lycia (3), Raphaela (2), Raíssa (0), Laís (0) e Thaís (0). Técnico: Herberth Lima.

Encerrando a primeira rodada do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 feminino de basquete, na noite de segunda-feira, a seleção do Rio Grande do Sul venceu a do Maranhão por 78 a 75 (35 a 35 no intervalo), no Ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). As cestinhas da partida foram as maranhenses Bianca Pereira e Maria Claudia Teixeira, com 30 e 27 pontos, respectivamente. A principal pontuadora gaúcha foi Luana Gonçalves, com 25 pontos. A primeira rodada teve ainda: Rio de Janeiro 96 x 24 Mato Grosso do Sul, Santa Catarina 72 x 54 Rio Grande do Norte e São Paulo 72 x 47 Paraná.

“A gente esperava um jogo difícil, mas foi um sufoco. Fico feliz que no final tudo deu certo para nós. Temos que organizar melhor o ataque e marcar com mais firmeza para não ter tanta dificuldade nos próximos jogos”, disse a ala Luana Gonçalves, do Rio Grande do Sul.

“O time jogou bem, mas faltou maturidade para fechar o placar. O grupo é muito jovem, tenho algumas atletas abaixo de quatorze anos e isso fez a diferença. Mas a equipe mostrou potencial e garra, o que é mais importante”, comentou o técnico Herberth Lima, do Maranhão.

RIO GRANDE DO SUL 78 (16 + 19 + 14 + 29)
Thaís (11pts), Luana (25), Karine (6), Alana (12) e Larissa (15). Entraram depois: Aline (8), Carolina (0), Franciele (0), Natália (0) e Bruna Henriqson (1). Técnico: Ricardo Mancuso.

MARANHÃO 75 (15 + 20 + 21 + 19)
Bianca (30pts), Ana Beatriz (2), Laís (0), Maria Cláudia (27) e Cristine (6). Entraram depois: Alyne Sá (2), Aline Nunes (0), Maria Clara (2), Raissa (2) e Thaís (4). Técnico: Herberth Lima.

Na abertura da segunda rodada do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 feminino de basquete, a seleção de Santa Catarina ganhou do Mato Grosso do Sul por 103 a 37 (61 a 25 no intervalo), com 36 pontos, cinco rebotes, cinco roubos de bola e quatro assistências da cestinha Thuanny Pinto. A principal pontuadora do Mato Grosso do Sul foi a ala-pivô Nicolle Costa com oito pontos.

“Hoje estávamos mais calmas e o nosso entrosamento estava melhor do que na estréia. Conseguimos usar bem a velocidade, que é o ponto forte da nossa equipe. O rebote também funcionou e garantiu o nosso contra-ataque”, disse a ala Ana Paula Padilha, de Santa Catarina, que anotou 23 pontos e seis recuperações de bola.

“Acho que o time não digeriu a derrota na estréia contra o Rio de Janeiro e não conseguiu jogar bem de novo. O placar não reflete o potencial dessas meninas, que sentiram um pouco a responsabilidade de um grupo especial. Mas são muito jovens e vão crescer bastante daqui para frente”, comentou o técnico Carlos Montania, do Mato Grosso do Sul.

SANTA CATARINA 103 (34 + 27 + 19 + 23)

Thuanny Pinto (36pts), Ana Paula (23), Valéria (8), Bruna Moraes (0) e Danyelle (6). Entraram depois: Thuany Pocidônia (2), Barbara (13), Bruna Schneider (5), Dienefer (0), Karine (7), Fernanda (0) e Amanda (3). Técnica: Marli Müller.

MATO GROSSO DO SUL 37 (16 + 9 + 6 + 6)
Camila (6pts), Nathália (4), Brieni (5), Nicolle Costa (8) e Lysandra (6). Entraram depois: Bianca (1), Géssica (6), Nicolle Mendonça (0), Rosane (1), Adrielle (0), Ana Cláudia (0) e Isadora (0). Técnico: Carlos Montania.

As seleções do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, no Grupo B, já estão classificadas para a fase semifinal do 17º Campeonato Brasileiro Sub-15 feminino de basquete, que está sendo disputado no Ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). Pela segunda rodada, o Rio de Janeiro derrotou o Rio Grande do Norte por 76 a 36 (35 a 16 no intervalo), com 25 pontos e nove rebotes da cestinha Joice Coelho. A principal pontuadora da equipe potiguar foi Camille Silva, com 11 pontos. Na preliminar, Santa Catarina ganhou do Mato Grosso do Sul por 103 a 37 (61 a 25), e o Paraná venceu o Maranhão por 107 a 28 (56 a 19). A rodada terá ainda Rio Grande do Sul x São Paulo às 20h (de Brasília).

“Apesar da vitória, jogamos pior do que na estréia e precisamos crescer muito para o próximo jogo contra Santa Catarina, tanto no ataque quanto na defesa. No segundo tempo, jogamos melhor, mas temos que trabalhar bem todo o tempo para estar na final”, disse a ala Joice, do Rio de Janeiro.

“Lutamos até o fim, com muita raça, mas infelizmente não deu. Elas jogaram bem e nós erramos muito, principalmente nos passes e nas finalizações. Vamos procurar melhorar nesses pontos para o confronto de amanhã, contra o Mato Grosso do Sul”, comentou a ala-pivô Camille, do Rio Grande do Norte.

RIO DE JANEIRO 76 (9 + 26 + 19 + 22)
Jaqueline (5pts), Stephany (1), Nathália (15), Camila (5) e Mariana (12). Entraram depois: Joice (25), Isabela (9), Laís (2), Fátima (0), Thamara (2), Lorraine (0) e Elizabeth (0). Técnico: Raphael Zaremba.

RIO GRANDE DO NORTE 36 (8 + 8 + 7 + 13)
Mariana (8pts), Maria Beatriz (2), Camille (11), Nicole (2) e Amanda (5). Entraram depois: Brenda (2), Adriana (0), Ana Beatriz (0), Cláudia (4) e Rayane (2). Técnica: Waléria Leiros.

O técnico da Seleção Brasileira Sub-15, Cesar Guidetti, está no Ginásio do Colégio Farroupilha, em Porto Alegre, acompanhando o 17º Campeonato Brasileiro Feminino. Ao final da competição, Guidetti irá convocar a equipe que iniciará os treinamentos para o 15º Campeonato Sul-Americano do Paraguai, no mês de novembro.

O presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, o vice-presidente Roberto Beck e o superintendente técnico Luiz Antonio Rodrigues estarão acompanhando a competição a partir desta quarta-feira. A partir das 10 horas, o coordenador de arbitragem da CBB e comissário FIBA, Geraldo Fontana, faz uma palestra no auditório do Colégio Farroupilha. Na quinta-feira às 10h, no mesmo local, será a vez do supervisor das seleções brasileiras de base, Antonio Carlos Barbosa.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a fase semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.

17º BRASILEIRO SUB-15 FEMININO – DIVISÃO ESPECIAL

Ginásio do Colégio Farroupilha (Porto Alegre/RS)

Grupo A: Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Grupo B: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

PROGRAMAÇÃO

Primeira rodada – Segunda-feira (29 de setembro)

Rio de Janeiro 96 x 24 Mato Grosso do Sul, Santa Catarina 72 x 54 Rio Grande do Norte, São Paulo 72 x 47 Paraná e Rio Grande do Sul 78 x 75 Maranhão

Segunda rodada – Terça-feira (30 de setembro)

Santa Catarina 103 x 37 Mato Grosso do Sul, Paraná 107 x 28 Maranhão, Rio de Janeiro 76 x 36 Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul x São Paulo (20h)

Terceira rodada – Quarta-feira (1º de outubro)

Rio Grande do Norte x Mato Grosso do Sul (14h), Rio Grande do Sul x Paraná (16h), São Paulo x Maranhão (18h) e Santa Catarina x Rio de Janeiro (20h)

Quinta-feira (2 de outubro)

Disputa de 5º a 8º lugares
3º A x 4º B (14h) e 4º A x 3º B (16h)

Fase semifinal
2º B x 1º A (18h) e 1º B x 2º A (20h)

Sexta-feira (3 de outubro)

9h – Disputa de 7º e 8º lugares
11h – Disputa de 5º e 6º lugares
14h – Disputa da medalha de bronze
16h – Disputa da medalha de ouro
18h – Cerimônia de encerramento

OBS: Horários de Brasília.

Isomodal fecha 1ª fase invicto e é favorito na Pré-Veterano, Paulistano se destaca entre os Masters

Filed under: Basquete masculino, Nacional — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 7:30 pm

Completando a fase de classificação do Campeonato de Veteranos da UVB, cinco jogos foram realizados nesta última semana (dois da categoria Master, um da Pré-Veterano, um da Super Senior e outro válido pela Super Master). Entre esses o destaque vai para o Isomodal/Campos de Jordão. A equipe derrotou o Tênis Clube por 41 a 37, fora de casa, e fechou a primeira fase com uma campanha brilhante na chave A da categoria Pré-Veterano.

O Isomodal desbancou todos os seus adversários no grupo e terminou com 14 vitórias e nenhuma derrota, finalizando a primeira fase como único invicto entre os 16 times que disputam a maior categoria do Campeonato de Veteranos da UVB.

Agora, o time irá enfrentar sete equipes na chave ouro/prata. Os rivais do Isomodal serão: Palestra Itália, Mercedes, Hebraica, Paulistano 1, Paulistano 2, Palmeiras e Circulo Militar. A próxima fase terá início nesta terça-feira com o jogo entre Mercedes e Hebraica.

Pela categoria Master, Paulistano e Chemgard venceram seus compromissos. O Paulistano bateu o Tênis Clube por 65 a 54, em casa, enquanto o Chemgard derrotou o Juventus, longe de seus domínios, por 88 a 72. Com os resultados, ambos os times se classificaram para a chave ouro da categoria.

O Paulistano vem como favorito, pois terminou a fase de classificação com a melhor campanha (10 vitórias e duas derrotas) enquanto que o Chemgard ficou com a terceira colocação ao vencer sete de seus doze compromissos. Além deles o outro concorrente ao título é o Hipica de Campinas. A segunda fase para esses times só começará no dia 7 de outubro, mas a chave prata, que inclui as cinco equipes que disputaram a primeira fase terá início na próxima quinta-feira.

Confira os outros resultados da primeira fase e suas respectivas categorias:

Sírio 70 x 58 Pinheiros II (Super Master)
Macabi 69 x 65 Chemgard (Super Senior)

Vitória no Paulista reflete abismo entre os clubes de Franca e do XV de Piracicaba

Filed under: Basquete masculino, Nacional — Tags: , , — basketbrasil @ 7:28 pm

As diferenças entre Vivo/Franca Basquete e XV de Piracicaba são enormes. O nível técnico, o reconhecimento do treinador e dos jogadores e os valores envolvendo a manutenção das equipes. Esse abismo de desigualdade só pode desembocar dentro de quadra. No jogo realizado entre os dois times, no domingo à noite, no Poliesportivo, pelo Paulista, a equipe francana venceu por 19 pontos de vantagem, 84 a 65 (43 a 34).

Nada anormal, como mencionou o treinador do XV, Lauriberto Brocco, o Broca. “A derrota foi normal, só acho que poderia ser de 14 pontos de diferença. Erramos duas cestas no final”, comentou ele em entrevista à Rádio Difusora, ao final do jogo. O Vivo/Franca Basquete chegou à quarta vitória seguida na competição. O próximo jogo é nesta quinta-feira, às 20 horas, contra o invicto Limeira, no Poliesportivo. O confronto será televisionado pela ESPN.

A partida contra o XV, recém-chegado à Série A-1, teve como cestinhas o pivô Willian Drudi e o ala-pivô Rogério, ambos com 20 pontos. O pivô Deivisson também teve destaque e foi aplaudido pela torcida. O jogador de 2,10m tenta mostrar seu potencial e domingo chegou a marca dos dez pontos, algo que não havia ocorrido nos jogos anteriores. Nos rebotes ele pegou apenas dois. O garoto André, por exemplo, pegou cinco.

Se o jogo for analisado por partes, o XV conseguiu equilibrar três quartos. O primeiro foi repleto de ataques eficazes e o ponto negativo acabou sendo a lesão de Maurílio, que tomou uma “paulistinha” e saiu de quadra. Resultado: 26 a 20 para Franca. No segundo quarto, os dois times passaram a errar no ataque. Franca jogou sem alguns de seus “medalhões” - na quadra ficaram Matheus, Guilherme, André, Felipe e Drudi - e o placar abaixou: 17 a 14 para a equipe francana.

Os jogadores do terceiro quarto foram Helinho, Rogério, Deivisson, Felipe e Guilherme. Esse grupo “detonou” o XV e fechou a parcial em 21 a 10. A marcação foi forte e o aproveitamento de arremessos muito bom.

Para fechar a partida, os visitantes se dedicaram e ganharam o último quarto por 21 a 20. “Nós trabalhamos com recursos mensais de R$ 30 mil - o Franca Basquete tem previsão de receita mensal de R$ 250 mil. Talvez o salário de um jogador de Franca já pague todo nosso time. Lutamos para ter um patrocinador e aos poucos a torcida vai acostumando. Ainda vamos ter grandes vitórias”, analisou o técnico do XV, Broca.

(Francanet.com.br)

Técnico Sergio Hernandez recebe opção de continuar à frente da seleção argentina

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , — basketbrasil @ 7:11 pm

Após a conquista da medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, Sergio ‘Pepu’ Hernandez poderá decidir se ficará ou não no cargo de técnico da seleção argentina. A federação de basquete do país já ofereceu a chance para que o treinador continue.

“Sabíamos que seria uma competição complicada e achamos que ele (Sergio) fez um ótimo trabalho”, afirmou German Vaccaro, vice-presidente da entidade máxima do basquete argentino.

“Num mundo em que o que conta são os resultados, não há nada para discutir. É por isso que oferecemos a ele esta oportunidade de continuar à frente da nossa seleção”, concluiu o dirigente.

Nas Olimpíadas de Atenas, a Argentina conseguiu o ouro olímpico. Na edição de Pequim, entretanto, o time sofreu com a ausência de Emanuel Ginóbili nas semifinais contra os EUA e ainda de Andrés Nocioni na disputa do bronze contra a Lituânia.

(Playoff.com.br)

Flávia Luiza deixa São Bernardo e vai para a Espanha jogar pelo Canarias

Filed under: Europa, Internacional — Tags: , , , — basketbrasil @ 7:06 pm

O São Bernardo sofreu uma grande perda às vésperas da estréia no Nacional.

A pivô Flávia Luiza, cestinha da equipe no Paulista, assinou contrato com o Canarias, da Espanha.

(Painel do Basquete Feminino)

CBB divulga programação do ciclo olímpico das Seleções femininas até os Jogos de Londres-2012

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , — basketbrasil @ 6:49 pm

Depois da fraca campanha nos Jogos de Pequim, a comissão técnica da Seleção feminina e a diretoria da Confederação Brasileira de Basquete se reuniram nesta segunda-feira na sede da CBB, no Rio de Janeiro, para o planejamento do próximo ciclo olímpico 2009/2012. A programação começa com a Copa América Pré-Mundial de Cuiabá, no Brasil (2009), passando pelo 16º Campeonato Mundial da República Tcheca (2010), os Jogos Pan-Americanos do México e o Torneio Pré-Olímpico das Américas (2011), até os Jogos Olímpicos de Londres (2012). Também foi discutido o calendário das Seleções Brasileiras de base feminina.

Estiveram presentes a reunião o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, o vice-presidente, Roberto Beck; o superintendente técnico, Luiz Antonio Rodrigues; o gerente técnico, André Alves; o técnico Paulo Bassul; o assistente técnico Cesar Guidetti; e o preparador físico João Nunes.

ADULTO FEMININO

2009
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
Copa América Pré-Mundial (Cuiabá/Brasil)

2010
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
32º Campeonato Sul-Americano
16º Campeonato Mundial (República Tcheca)

2011
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
16º Jogos Pan-Americanos (México)
Torneio Pré-Olímpico das Américas

2012
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
Torneio Pré-Olímpico Mundial
Jogos Olímpicos de Londres (Inglaterra)

BASE FEMININA

2009
Campeonato Sul-Americano Sub-17
Copa América Pré-Mundial Sub-16 (Argentina)
7º Campeonato Mundial Sub-19 (Tailândia)
17º Campeonato Sul-Americano Sub-15.

Paulista masculino tem cinco jogos nesta quarta-feira, com destaque para Pinheiros x Ulbra/Rio Claro

Filed under: Basquete masculino, Nacional — Tags: , , , , , — Paulo Roberto @ 6:42 pm

O Campeonato Paulista masculino da Série A-1 2008 tem movimentação intensa nesta quarta-feira (1o de outubro), quando serão realizadas cinco partidas, válidas pelo turno da fase inicial.

O Internacional/Fupes (13o colocado) corre atrás da reabilitação enfrentando o Flextronics/Liga Sorocabana/PMS (terceiro colocado), às 18h, no Ginásio Municipal Antonio Guenaga (Rebouças), na cidade de Santos (SP). Na rodada passada, o time da Baixada Santista perdeu para o Winner/Limeira, enquanto o representante de Sorocaba venceu a Ulbra/Rio Claro.

A AD Guarujá/PMG (sexta colocada) também busca a recuperação encarando o Lupo/Araraquara (sexto colocado), às 20h, no Ginásio Municipal Marivaldo Fernandes (Guaibê), no Guarujá (SP). Em seu compromisso mais recente, o time da Baixada Santista perdeu para o São José Basketball/Unimed/Vinac, enquanto a equipe do interior passou pelo mesmo adversário.

Embalado por dois resultados positivos consecutivos, o São José Basketball/Unimed/Vinac (terceiro colocado) recebe a visita da Apaba/Santo André (15a colocada), às 20h, no Ginásio Lineu de Moura, na cidade de São José dos Campos (SP). Na jornada passada, a equipe do Vale do Paraíba passou pela AD Guarujá/PMG, e o representante do Grande ABC derrotou o ABI/Casa Branca.

O XV de Piracicaba/Cosan/Lupo/Selam (13o colocado) e o ABI/Casa Branca (sexto colocado) tentam se reencontrar com a vitória, em duelo que será jogado no Ginásio Municipal Waldemar Blatkauskas, na cidade de Piracicaba (SP), às 20h. No seu compromisso mais recente, o time piracicabano perdeu para o Vivo/Franca BC, enquanto o representante de Casa Branca foi superado pela Apaba/Santo André.

“Não podemos pensar em outro resultado que não seja a vitória, já que perdemos em casa na rodada passada e precisamos do resultado positivo para nos recuperar. Vamos enfrentar uma equipe forte e que também busca a reabilitação, por isso, temos que jogar com o máximo de atenção”, afirma Alexandre Pinheiro, armador do ABI/Casa Branca.

E complementando a jornada, às 20h30min, o líder EC Pinheiros recebe a visita da Ulbra/Rio Claro (terceira colocada), no Ginásio Poliesportivo do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo (SP). Na última vez que atuou, o clube da capital perdeu para o GRSA/Bauru, enquanto o representante do interior foi superado pelo Flextronics/Liga Sorocabana/PMS.

“Sofremos uma derrota jogando em Bauru e temos que buscar a recuperação, pois jogaremos em casa. Vamos enfrentar uma equipe forte, que vem bem na competição, mas a expectativa é vencer e manter o bom posicionamento na tabela de classificação”, analisa Guilherme Filipin, ala do EC Pinheiros.

“Vamos tentar a vitória, mesmo jogando fora de casa, e sabendo que será um compromisso difícil. Se conseguirmos o resultado positivo será importante, já que vencemos duas vezes fora de casa e depois teríamos uma seqüência em nosso ginásio. O time vem fazendo um bom trabalho até aqui, vencendo o Torneio Internacional do Chile e aparecendo bem na classificação do Estadual”, disse Carlos Romano, técnico da Ulbra/Rio Claro.

Batalha no quintal de casa com um guaxinim provocou lesão no ombro da técnica Pat Summitt

Filed under: Internacional, NCAA — Tags: , , — basketbrasil @ 6:25 pm

Pat Summitt é uma lenda do basquete universitário feminino nos Estados Unidos. A técnica mais vencedora da história da NCAA, aliás, teve uma foto publicada aqui em março, consolando a brasileira Mariana Camargo, quando Tennessee de Summitt e Candace Parker eliminou Oral Roberts no March Madness.

Mariana sabe que derrotar essa mulher é uma missão difícil. Quer dizer, é difícil para os humanos, porque para um guaxinim é mole. Não sabe o que é um guaxinim? Então aí vai mais uma foto:

Bichinho inocente, né? Pois foi um desses que mandou Summitt para a mesa de cirurgia na semana passada. Ela deslocou o ombro direito ao brigar com o animal, que tentava atacar sua cadela labradora. E isso aconteceu no início de março, ou seja, o ombro da técnica já estava capenga na época da foto ali acima.

A esta altura, já deve ter time na NCAA querendo contratar o mamífero abusado para impedir o tricampeonato de Tennessee…

(Rebote.org)

Anderson Varejão ainda está na bronca com Oscar, LeBron James diz que está cinco vezes melhor

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 5:32 pm

Na reapresentação oficial para o início do acampamento de treinos da pré-temporada do Cleveland Cavaliers, o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão ainda não se considera 100% recuperado da lesão no tornozelo sofrida nos playoffs semifinais da Conferência Leste contra o campeão Boston Celtics em maio, e mesmo após um verão inteiro de descanso e tratamento algum inchaço ainda persiste no local, embora ele já esteja numa condição física relativamente confortável para esta fase final de preparação para a temporada 2008-09 da NBA. O verão do ano passado foi muito complicado para o “Coisa Selvagem”, que esteve constantemente nas manchetes nos EUA por causa de uma acirrada disputa contratual com o Cavs resolvida apenas em dezembro, nessa altura do ano ele estava treinando no Brasil para manter a forma e sendo alvo de críticas na América do Norte pela demora em renovar contrato. No verão deste ano, o foco mudou completamente, ele foi criticado no Brasil por ter ficado em Cleveland treinando.

Numa tentativa de se recuperar completamente tratando a séria lesão no tornozelo que sofreu em janeiro e reagravou nos playoffs, além de ter machucado o quadríceps na série contra o Celtics, Varejão decidiu pedir dispensa da Seleção Brasileira antes do Torneio Pré-Olímpico Mundial de Atenas. Depois que o Brasil não se classificou para as Olimpíadas de Pequim após a derrota para a Alemanha nas quartas-de-final, o legendário ex-cestinha Oscar Schmidt soltou o verbo atacando Varejão e os demais jogadores ausentes como culpados pelo fracasso. Meses depois, aquilo ainda não foi totalmente digerido pelo jogador capixaba. O desabafo de Oscar em rede nacional (“Coloquem um band-aid e venham jogar” ) colocou no mesmo saco até o pivô Nenê, que passou por uma cirurgia de câncer no início do ano e se submeteu a sessões de quimioterapia até pouco tempo atrás.

“Foi realmente duro. Todo mundo quer jogar nas Olimpíadas e eu não sou diferente. A mídia no Brasil não sabia o que estava acontecendo e todo mundo começou a assumir que eu não queria jogar pela Seleção. Oscar Schmidt diz alguma coisa e todo mundo acredita no que ele diz. A coisa boa é que eu pude cuidar de meu tornozelo”, declarou Varejão ao jornal Akron Beacon Journal no “Media Day” (Dia da Mídia) do Cleveland ontem.

Na nova temporada do Cavs, time reforçado e com boas expectativas de ser um dos primeiros colocados da Conferência Leste, Varejão terá uma função-chave de ser o primeiro reserva da dupla de garrafão formada por dois veteranos, Ben Wallace aos 34 anos e Zydrunas Ilgauskas de 33. O gigante lituano que foi vetado pela franquia de defender seu país no torneio olímpico diz que conforme os anos vão passando, o período de férias da liga parece mais curto e as temporadas de jogos parecem mais longas. O Grande Z entra em sua 11ª temporada com o Cavaliers e está a 81 partidas de igualar o ex-ala (e atual gerente geral do Cleveland) Danny Ferry como o recordista de jogos disputados na história da franquia, mas ainda não está pensando em aposentadoria, longe disso.

“Por que eu não deveria continuar jogando? Eu vou ser capaz de não fazer nada pelo resto da minha vida, então eu posso muito bem fazer isto”, disse Ilgauskas sobre o prazer e riqueza milionária que é jogar na NBA. 
O pivô de 2,21m tem uma opção no seu contrato de ganhar passe livre no final da temporada em julho de 2009, então é um ano de capitalização para ele, o que normalmente seria um grande assunto de conversas em torno de um ex-convocado para o Jogo das Estrelas, especialmente para um jogador tão alto nessa época de carestia de grandes pivôs. Mas Ilgauskas diz que nem está considerando essa possibilidade de testar o mercado no momento e não pensa em jogar em outro lugar. Ele deve receber US$ 10,8 milhões nesta temporada e US$ 11,5 milhões na próxima se escolher abrir mão da opção e continuar no Cavs.

“Eu não me vejo indo para qualquer outro lugar. Para onde eu iria? Eu basicamente cresci aqui. Quero me aposentar como um Cavalier”, afirmou Z sobre sua longa fidelidade ao Cleveland.

O astro principal do time LeBron James aproveitou a reapresentação para rechaçar os comentários de que estaria pronto para sair do Cavs em 2010 quando terá a chance de ficar livre no mercado, algo que já está levando rivais como o New York Knicks e o New Jersey Nets a abrirem espaço na folha salarial e se prepararem desde já para fazer uma oferta tentadora ao Reizinho de Ohio. LeBron declarou ontem que está animado com as chances do Cavs na temporada e satisfeito com a equipe.

“Vão na Internet e procurem toda vez que eu fui perguntado se estava feliz em Cleveland e vejam minha resposta. Eu nunca dei nenhuma indicação de que estava saindo ou que não gostava de estar aqui. Toda vez que me perguntaram essa questão – eu disse: Adoro estar aqui, adoro jogar na frente destes torcedores, minha família está aqui, eu cresci a 30 milhas de distância (em Akron) – eu nunca dei nenhuma indicação de que não gosto de jogar pelo Cleveland Cavaliers”, discursou LeBron para os vários jornalistas reunidos na abertura da pré-temporada, insatisfeito por ter sua lealdade ao clube questionada só porque não torce fervorosamente pelos times de outros esportes da cidade, como o Cleveland Browns (futebol americano) e o Cleveland Indians (beisebol).

“Agora, eu direi a vocês que gosto do Yankees (New York, time mais popular do beisebol americano) e do Cowboys (Dallas, time de futebol americano), mas isso não tem nada a ver com o Cavaliers. Não é legal (ser questionado sobre isso). Não me é permitido ser um fã, um torcedor comum? Quando eu cresci assistindo aos diversos esportes, o Cowboys era um time para se amar, Michael Jordan era um jogador para ser amado (mesmo jogando no Chicago Bulls). Se eu disser que gosto de Michael Jordan, isso é um problema porque eu não disse Mark Price? (ídolo do Cavs nos anos 90). Isso é um problema? É? Esses são os caras que eu cresci assistindo. Esses são os times e as pessoas que me inspiraram. Agora eu exponho isso para vocês todos”, afirmou o campeão olímpico James dando uma resposta à altura para calar as críticas inúteis de uma ala mais radical da torcida e da imprensa esportiva de Cleveland, e até de alguns jogadores do Browns que se sentiram meio ofendidos pelas preferências do cestinha da NBA na modalidade da bola oval. E realmente torcer pelo Yankees não significa automaticamente se mudar para Nova York para jogar pelo bagunçado Knicks.

LeBron fez outros comentários interessantes na sua entrevista do Media Day:

Sobre seu papel de liderança na seleção dos EUA: “A maneira que eu vejo isso é que se você pode entrar em quadra e liderar caras que já estão bem estabelecidos e ganharam títulos da NBA e de maior pontuador do ano e MVPs e foram Novatos do Ano, não há nada mais que alguém possa dizer a você. Isso significa, se eu posso ir lá e liderar Kobe Bryant, então devo ser capaz de vir aqui e liderar Daniel Gibson. Eu vejo nosso potencial. Eu sei o quanto podemos ser bons”.

Sobre não ter tido muito tempo de descanso no verão: “Eu gostaria de ter tido mais descanso. Mas quando eu vejo pelo que troquei o descanso, eu aceito. Representar meu país e ganhar uma medalha de ouro, eu posso tirar algumas horas sem dormir para isso”. 

Se ele sentiu que o Cavs esteve próximo de um título depois da maneira como jogou com o campeão Boston Celtics (perdendo apenas no Jogo 7 da série) nos playoffs:
“Se nós não vencemos, eu não saio dizendo que nós demos ao Boston a melhor série dos playoffs. Eu nunca olhei dessa maneira. Eu sou o competidor definitivo. Não posso dizer que se nós não tivéssemos errado um arremesso nos últimos dois minutos, nós teríamos vencido (o Jogo 7). Eu não posso olhar desta forma. Nós perdemos como todos os demais perderam. Alguns caras podem olhar desse jeito (como consolo), mas eu não”.

Sobre o novo companheiro de time Mo Williams: “Ele pode me permitir jogar mais. Eu não tenho de conduzir tanto a bola. Você olha para mim no verão quando eu estou jogando com grandes armadores (na seleção com Jason Kidd, Chris Paul, Deron Williams) e posso simplesmente correr na quadra, fica fácil para mim. Agora com Mo e Delonte West aqui, eu posso fazer isso, é o que eu faço melhor” (definir as jogadas em vez de bancar o armador).

Sobre sua visão para esta temporada: “Este é o melhor time que nós temos desde que estou aqui, especialmente para um começo de temporada. Dá para ver o talento do primeiro ao 14º jogador do elenco, todos podem contribuir. Individualmente, eu sei que melhorei cinco vezes desde aquele Jogo 7 da série contra o Boston. Quando você jogaro verão inteiro com 11 dos melhores jogadores do mundo, você tem de melhorar”.
Sobre as negociações fechadas pela diretoria no verão: “Eles fizeram um grande trabalho de sair no mercado e conseguir jogadores que podem nos ajudar a ganhar o campeonato. Realmente não tem desculpa agora. Nós temos caras que podem ir lá e dominar um jogo”.

Técnico George Karl quer 30 minutos por jogo e 70 partidas da dupla de garrafão Nenê-Martin

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 5:01 pm

O Denver Nuggets começou sua pré-temporada nesta segunda-feira, 29/9, com o Dia da Mídia, evento em que todos os times da NBA recebem jornalistas de diversos veículos de imprensa para entrevistas e fotos antes do início oficial dos treinos. Os principais assuntos do dia foram a defesa da equipe, a liderança de Carmelo Anthony e o destino de Allen Iverson, mas sobrou um espaço para falar do pivô brasileiro Nenê, que será titular pela primeira vez desde 2004, quando perdeu lugar para o ala-pivô Kenyon Martin.

A tarefa do gigante de São Carlos, porém, será mais complicada do que simplesmente começar jogos. O treinador George Karl declarou que pretende usar o brasileiro, desta vez na posição 5 ao lado de Martin, 30 minutos por jogo em média, e conta com ele em pelo menos 70 das 82 partidas da temporada regular. Será um desafio e tanto para um jogador que perdeu 165 jogos nas últimas três temporadas, incluindo 66 em 2007-08, sendo 37 por causa do drama de um câncer testicular já superado pelo paulista. Em seis anos de carreira americana, Nenê só passou de 70 jogos em seus dois primeiros anos na NBA, quando disputou 80 jogos como calouro e 77 como segundoanista. Desde então, sofreu com várias contusões através dos anos que limitaram sua disponibilidade.

Martin, que no ano passado retornou às quadras após quase um ano de fora por causa de sua segunda cirurgia de microfratura no joelho, foi um passo além das expectativas do treinador e disse que seu objetivo é ficar em quadra 35 minutos por jogo e passar dos 77 jogos na temporada, sua melhor marca na carreira. Tamanha participação seria muito bem-vinda por Karl, já que o elenco conta apenas com o ala-pivô Chris Andersen, recém-retornado de uma suspensão de dois anos por uso de drogas, e o pivô Steven Hunter como opções de reposição no garrafão, e os alas Carmelo Anthony, Linas Kleiza e Renaldo Balkman como possíveis improvisados para o caso de uma lesão ou formação mais baixa. O time perdeu seu pivô titular, Marcus Camby, em uma troca com o Los Angeles Clippers para cortar gastos.

O pivô segundoanista Nick Fazekas, porém, pode ser uma terceira opção nesta rotação de garrafão se vencer a briga por uma vaga no elenco fixo do Nuggets. Ele é um dos cinco jogadores de passe livre convidados para o campo de treinamento. Denver conta com 13 jogadores sob contrato e pode levar um máximo de 15 para a temporada. Portanto, Fazekas disputa uma de duas vagas com os armadores Smush Parker e Mateen Cleaves e com os alas James Mays e Ruben Patterson - este último um ex-Nugget enviado ao Milwaukee Bucks em uma troca em 2006, após desabafar com o técnico Karl por ficar no banco durante os playoffs daquele ano.

Fazekas e Parker - que já foi titular do Los Angeles Lakers por dois anos e passou por Miami Heat e Clippers na última temporada - são os favoritos para as vagas, já que há carência nas posições 5 e 1 - o armador titular Chucky Atkins passou por cirurgia em setembro e só deve voltar na segunda semana da temporada, em novembro. Mas a presença de Patterson, considerado um “especialista em defesa” e auto-entitulado “Kobe Stopper” por sua eficiente marcação sobre o atual MVP da liga, Kobe Bryant, demonstra a ênfase em defesa que o Nuggets pretende colocar na sua proteção à cesta. No ano passado, o time cedeu 107 pontos por jogo e foi apelidado de “Enver Nuggets”, significando que não tinha “D” de defesa. “Eu conversei com o técnico, e ele me quer de volta”, disse Patterson, que prometeu “ralar a bunda” e “ficar calado”.

“Temos de mudar nossa mentalidade para entrarmos pelo menos na metade de cima dos times defensivos do basquete”, disse Karl, que também disse que dará ênfase em uma melhor preparação para os playoffs, já que o time foi eliminado na primeira rodada nos últimos cinco anos.

A saída de Camby, ex-Melhor Defensor do Ano e um dos principais reboteiros e bloqueadores da NBA, deixou muitos torcedores e jornalistas céticos quanto à capacidade defensiva do Nuggets. “Muita gente está dizendo que nossa defesa foi embora quando Marcus Camby saiu, então acho que isso nos dá motivação para provar a todos que vamos entrar juntos e jogar defesa”, disse o ala Carmelo Anthony, que conquistou a medalha de ouro olímpica em Pequim neste ano com uma seleção americana bastante empenhada em defender.

Carmelo Anthony, o líder

A esperança dentro do clube é que Anthony use a experiência obtida na China para se tornar o líder da equipe, em sua sexta temporada na NBA. “Com jovens jogadores como o Melo, eles são tão bons quando entram na liga que as atuações em quadra são o que fala por eles. E eles entram em vestiários com companheiros de equipe que têm famílias e filhos, então pode ser difícil para este jogador jovem falar o que pensa. Mas (Anthony) está passando por esta evolução de se tornar um veterano, e agora quando ele entra no vestiário, o Marcus Camby não está mais lá. Então você olha ao redor e não é mais o garoto. Acho que Carmelo tem a habilidade de ser mais vocal, e nós esperamos que ele tome uma função maior de liderança, não só em quadra, mas também no vestiário e no avião”, disse o vice-presidente de pessoal do clube e ex-jogador, Rex Chapman.

Anthony, 24 anos de idade, já entrou na categoria dos jogadores que têm mulher e filho - sua noiva LaLa Vasquez deu à luz o jovem Kiyan em 2007. Durante os playoffs deste ano, ele também deu uma entrevista pós-jogo criticando seus companheiros e treinadores por “desistirem” da partida antes de seu final, a la Larry Bird nos anos 80. Ainda assim, o ala demonstra respeito pelo resto do time e diz que sua liderança é um pouco diferente do modelo de gritos e desafios públicos de seu mentor Michael Jordan. “Acho que não é da minha personalidade ser um cara que lidera ao gritar com alguém. Não sou eu. Se eu começar a gritar na cara de um veterano como Kenyon Martin, ele vai se perguntar de onde saiu isso. Mas não tenho de berrar para ser um líder. Acho que mostrei com o Team USA, junto a alguns dos melhores jogadores do mundo, que sei como estabelecer o que é preciso para um time vencer”, explicou Carmelo.

As questões sobre a liderança de Carmelo não são novidade. Esperava-se que o ala fosse o líder do time desde que foi draftado, na terceira posição da primeira rodada, em 2003. Apesar disso, ele jamais assumiu totalmente a função, dando espaço para Camby e Karl. Em 2006, quando Iverson chegou em troca com o Philadelphia 76ers, também assumiu um pouco da responsabilidade. Porém, Camby não está mais na equipe e Karl perdeu um pouco do comando da equipe no final da última temporada (”O técnico não pode entrar em quadra e pegar um rebote, ou marcar uma cesta, ou mergulhar atrás de uma bola perdida. Ele não pode fazer isso. Ele pode nos colocar em posição de sermos capazes de executar jogadas, mas não pode executá-las para nós”, disse Anthony em sua defesa). Iverson tem seu futuro com a equipe em dúvida.

O armador, um dos oito maiores cestinhas da NBA em cada uma das últimas 12 temporadas, está em seu último ano de contrato e o clube tentou trocá-lo durante a offseason. Iverson receberá mais uma chance de fazer a dupla com Anthony funcionar, mas caso o time esteja fora da briga por playoffs no meio do campeonato, ele pode ser trocado no prazo final de negociações da liga. “Eu estaria mentindo se dissesse que não ficaria decepcionado se não estivesse aqui ao final da temporada. Eu já me acostumei a estar aqui… Mas é um negócio, cara, eu entendo”, disse Iverson, que declarou que pretende encerrar a carreira em Denver, mas não negou que pode mudar de time ao final do ano mesmo se não for trocado antes.

García renova contrato com o Kings, que aplicará triângulo ofensivo este ano

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — Adriano Albuquerque @ 4:35 pm

O ala dominicano Francisco García renovou contrato com o Sacramento Kings nesta segunda-feira, 29/9. O time não revelou os termos do acordo, mas segundo fontes do jornal americano Sacramento Bee, García receberá US$ 29,8 milhões por cinco anos de extensão.

“É bom estar de volta. Estou muito empolgado por esta temporada. É claro, agora terei de tomar um papel maior”, disse o jogador, que disputou o Centrobasket deste ano pela seleção da República Dominicana, terceira colocada.

O ala tem médias de 8,1 pontos, 2,9 rebotes e 1,4 assistência em 225 jogos pelo Kings. Em 20 jogos como titular na última temporada, porém, García mostrou todo seu potencial, com médias de 16,4 pontos, 4,6 rebotes e 2,6 assistências. No total, foram 12,3 pontos, 3,3 rebotes e 1,6 assistências em 79 partidas da temporada 2007-08.

Agora, García e o Kings terão um novo desafio: aprender o triângulo ofensivo, criado por Tex Winter e popularizado por Phil Jackson no Chicago Bulls dos anos 90. O time já usava elementos deste esquema no ano passado, começou a aplicar a nova filosofia nas ligas de verão em julho, e o técnico Reggie Theus pretende diminuir as jogadas de isolamento e confiar mais na liberdade criativa e atleticismo de seus jogadores.

“É correr mais com continuidade em vez de chamar jogadas. Só acho que ao permitir estes caras para serem atléticos como são, aprender a jogar juntos e crescer como time, você precisa dar liberdade a eles para fazer isto. O triângulo e todas as complexidades deste ataque são muito difíceis de aprender porque há 100 leituras possíveis. É sobre leituras, e vai levar algum tempo para ficar bom nisso. Mas aqueles que executam esse tipo de sistema vão te dizer que uma vez que você aprende, eles simplesmente jogam. E é aí que quero chegar, dar a eles uma chance de apenas jogar”, explicou Theus.

Acidente com carrinho de golfe pode devolver brasileiro Baby à NBA jogando pelo Minnesota Timberwolves

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 4:08 pm

Uma lesão bizarra pode valer o bilhete de volta para a NBA do brasileiro Rafael Araújo, o Baby. O pivô assinou na segunda-feira um contrato para disputar a pré-temporada pelo Minnesota Timberwolves. O clube tem problemas com seus pivôs, Al Jefferson e Jason Collins, que estão lesionados.

Dos dois, o que mais preocupa é Collins, que sofreu uma lesão séria ao capotar em um carrinho de golfe quando jogava com o irmão gêmeo Jarron Collins, pivô do Utah Jazz. O veículo acabou caindo sobre o jogador, que rompeu o tendão do ombro direito e teve de passar por uma operação. “Meu irmão estava dirigindo o carrinho, que pegou um buraco e capotou. Acho que estava no carrinho errado na hora errada”, lamentou.

A contusão de Jefferson é mais leve. Ele sofreu um estiramento do ligamento colateral medial do joelho enquanto treinava em Minnesota para a pré-temporada da equipe. Sem precisar de intervenção cirúrgica, ele pode voltar a jogar já na próxima semana, quando os Wolves enfrentam o Milwaukee Bucks, na segunda-feira.

“Quando ouvi o joelho fazendo um barulho, achei que poderia ser grave. Nunca tinha tido nenhuma lesão séria antes, só torção de tornozelo. Mas o joelho está bom. Foi só um contratempo pequeno”, garante o jogador, principal nome da equipe.

Apesar da oportunidade, Baby terá de trabalhar muito para voltar à NBA. O Minnesota abre a pré-temporada com outros cinco jogadores que podem ser usados na função: Jefferson, Collins, o veterano Calvin Booth, o novato Kevin Love e os alas de força que podem ser improvisados Mark Madson e Chris Richard.

O brasileiro não agradou em seus dois primeiros times, Toronto Raptors e Utah Jazz. Após ser dispensado pelo segundo, jogou na temporada passada no basquete russo. Sua volta aos EUA aconteceu graças a Rob Babcock, que trabalha nos Wolves, e foi o responsável pela escolha de Baby em oitavo lugar do draft de 2004.

Agora Baby brigará por uma das 15 vagas que cada equipe pode ter sob contrato na temporada - atualmente, o time conta com 17 atletas. O pivô passou a temporada 2007/2008 atuando pelo time russo do Spartak Saint Petersburg. Após ser selecionado pelo Toronto Raptors, porém, acabou não aproveitado pela franquia e foi para o Utah Jazz em 2006, onde novamente não conseguiu ir bem. Com 139 jogos na NBA, ele tem uma média de apenas 2,8 pontos e 2,8 rebotes por partida.

Enquanto Jefferson sofreu um estiramento de um ligamento do joelho durante um treino para a pré-temporada e pode voltar a jogar já na próxima semana, Collins rompeu o tendão do ombro direito ao capotar com um carrinho de golfe que usava com o irmão e teve que ser operado.

Varejão abre pré-temporada em recuperação de lesão que o tirou da seleção
Do UOL Esporte
Em São Paulo

A lesão que tirou Anderson Varejão do Pré-Olímpico de Atenas ainda incomoda o pivô brasileiro. Nesta semana, a NBA abriu os treinos da pré-temporada e o jogador se apresentou oficialmente ao Cleveland Cavaliers com o tornozelo direito ainda inchado.

Varejão ao lado de LeBron James, astro dos Cavs, na apresentação. Camiseta do pivô tem a mensagem “Estou com um estúpido”

Segundo o jornal local Cleveland Plain Dealer, o pivô disse que seu tornozelo está melhor do que em toda a temporada passada, mas ainda não está 100%. Varejão não defendeu a seleção no Pré-Olímpico Mundial, em julho, e aproveitou o tempo para treinar em Cleveland - um dos pontos mais trabalhado foi seu arremesso de longa distância.

“Foi um momento difícil para mim. Qualquer jogador queria disputar as Olimpíadas e eu não sou diferente. Mas pelo menos consegui tratar do meu tornozelo”, afirmou o jogador, que ainda comentou as críticas que recebeu no Brasil.

O ex-jogador Oscar, por exemplo, questionou a gravidade da lesão do pivô dos Cavs. “Ninguém sabia o que eu tinha e todos pensaram que eu não queria defender a seleção. O Oscar falou uma coisa e todos acreditaram”, reclamou Varejão.

O grande desafio do brasileiro em Cleveland é reconquistar a confiança da torcida. Até a temporada passada, ele era um dos principais jogadores da equipe. Mas uma tumultuada renovação de contrato, em que perdeu a pré-temporada e foi um dos últimos a se apresentar à equipe, acabou prejudicando o pivô.

A temporada 2008/2009 da NBA começa no final de outubro. O Cleveland tem oito jogos pela pré-temporada, o primeiro deles na próxima terça-feira, contra o Toronto Raptors.

Técnico dos Nuggets faz desafio de resistência ao agora titular Nenê

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O brasileiro Nenê deve ser confirmado com o pivô titular do Denver Nuggets nesta temporada. Mas, para agradar completamente o técnico George Karl, ele terá de realizar uma façanha que não consegue desde o seu segundo ano na NBA: jogar mais de 70 partidas em uma temporada.

Segundo Karl, ele espera pelo menos 70 jogos de sua nova dupla de pivôs titulares, Nenê e Kenyon Martin. Os dois têm a carreira marcada por sérias lesões e nos últimos anos não conseguem ficar em quadra por muito tempo.

Na última temporada, por exemplo, o brasileiro jogou apenas 16 vezes, na temporada marcada pela luta contra o câncer de testículo. Martin jogou 71 vezes, mas foi a primeira vez desde 2002/2003 que ele conseguiu atingir a marca estipulada pelo treinador.

Nenê, que vai para sua sétima temporada na liga norte-americana, tem a carreira marcada por lesões. Segundo levantamento do jornal local Denver Post, foram sete lesões desde 2003, a última em que o brasileiro foi titular do time em tempo integral.

Em 2004-05, o brasileiro sofreu lesão no ligamento colateral medial do joelho direito, uma contusão no quadril e um estiramento na perna, na estréia da temporada 2005-06 ele rompeu o ligamento cruzado do joelho, teve de ser operado e ficou fora dos 81 jogos seguintes, estaleiro por quase um ano completo. Na temporada passada, além da cirurgia para remoção de tumor no testículo, ele operou o dedão da mão esquerda e teve uma lesão muscular na virilha.

A vaga de pivô titular do Denver Nuggets está aberta desde que o antigo titular, Marcus Camby, foi para o Los Angeles Clippers. Para a posição, além de Nenê, o Denver tem Steven Hunter, que vem de operação no joelho direito, e Chris Andersen, que volta à NBA após suspensão por uso de drogas.

(UOL/Gazetapress)

Pivô do Suns Shaquille O’Neal afirma: “Não perco jogo de propósito”

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 4:04 pm

Após perder 86 partidas nas últimas três temporadas por causa de contusões, o pivô Shaquille O’Neal, famoso por suas declarações polêmicas, tranqüilizou os fãs do Phoenix Suns de que terão o pivô durante toda a temporada.

O pentacampeão da NBA ainda cutucou seu ex-time, o Miami Heat, que chegou a acusá-lo de fingir machucados para forçar sua saída. “Não perco jogo de propósito. As coisas acontecem. Em Miami, tinha treinadores que não eram acostumados com minha lesões, mas sei que aqui eles podem cuidar disso”, afirmou o pivô.

O’Neal perdeu 221 jogos ao longo de sua carreira de 16 anos por causa de lesões. Desde que aportou na Flórida para defender o Miami Heat, com o qual foi campeão em 2005/06, seus constantes machucados fizeram muitos desconfiarem de que o jogador estaria forçando sua saída do time, que apresentou brusca queda de rendimento após a conquista do título e chegou ao fundo do poço ao vencer apenas 15 partidas na última campanha.

Agora em Phoenix, o pivô espera contar com o apoio de sua equipe para se manter em quadra. “Estou bem, me sinto bem e estou preparado. Sempre tive em minha carreira contusões que são possíveis de se prevenir”, afirmou.

Em 28 jogos pelos Suns, Shaq manteve média de 12,9 pontos e 10,6 rebotes por jogo. O gerente geral da franquia do Arizona, Steve Kerr, está otimista em relação a um desempenho ainda melhor neste ano.

“Uma pré-temporada completa e a oportunidade de estar entrosado com todos os companheiros significa muito. O grupo também está pronto para atuar de uma forma que atenda a suas habilidades”, disse o dirigente.

O primeiro jogo da pré-temporada do Phoenix Suns será realizado no dia 8 de outubro, quando a equipe recebe o Atlanta Hawks.

(Lancepress)

Após prata olímpica, espanhol Pau Gasol retorna aos treinos no Los Angeles Lakers

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 4:03 pm

Depois da medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de Pequim, no mês passado, o ala-pivô espanhol Pau Gasol se reapresentou nesta segunda-feira ao Los Angeles Lakers para os trabalhos de pré-temporada para a NBA, liga norte-americana de basquete.

Gasol, que também chegou à decisão da liga profissional dos Estados Unidos com a franquia californiana, disse que está “entusiasmado” com os trabalhos de preparação para sua segunda temporada nos Lakers.

“Estou entusiasmado, a próxima temporada será, sem dúvidas, um grande desafio. Temos muito potencial e esperamos chegar muito longe na competição”, disse o espanhol.

Gasol também falou de seu reencontro com Kobe Bryant após a final olímpica em Pequim, em que os Estados Unidos venceram a Espanha na final. “Demos os parabéns um ao outro. Disse que estava muito orgulhoso de como ele ajudou sua equipe, e ele me disse o mesmo”, afirmou.

“Somos bons amigos, bons companheiros de equipe e jogaremos duro um contra o outro quando nos enfrentarmos novamente”, concluiu.

(Terra/EFE)

Toronto Raptors contrata ala-pivô Jamal Sampson, ex-Milwaukee Bucks

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 4:00 pm

O Toronto Raptors anunciou na noite da última segunda-feira a contratação do ala-pivô Jamal Sampson, ex-Milwaukee Bucks e, até então, livre para assinar com qualquer time da NBA.

Em cinco anos de liga profissional norte-americana, Sampson acumula passagens também por Denver Nuggets, Los Angeles Lakers, Sacramento Kings e Charlotte Bobcats.

Pelos Cats, ele fez sua melhor temporada, alcançando médias de 3,4 pontos e 5,3 rebotes, em 24 jogos no ano de 2004/05. O ala-pivô é primo de Ralph Sampson, que conseguiu maior sucesso, sendo a primeira escolha do draft de 1983.

Dirk Nowitzki critica o ex-treinador dos Mavericks

Os fracassos do Dallas Mavericks nas últimas temporadas ainda não foram superados pela franquia. Principal astro da equipe do Texas, o alemão Dirk Nowitzki detonou o ex-treinador do time Avery Johnson.

“Avery tinha realmente uma forte influência no que acontecia em quadra, e ele controlava muito o jogo. Eu acho que não havia muita movimentação acontecendo, simplesmente não conseguíamos pontuar o suficiente”, disse o ala.

Nowitzki também acusou o ex-treinador de centralizar em excesso as decisões da equipe. “Tive bons momentos com Avery, mas nós todos sabemos que ele comandava as coisas um pouco como uma ditadura aqui”, comentou o alemão.

Apesar das críticas sobre o desempenho do treinador nas últimas temporadas, Nowitzki considerou positiva a passagem de Avery pelos Mavs. “Não quero aproveitar esse ano para criticá-lo. Ele nos levou às finais, fez um trabalho fenomenal. Ele chegou e trouxe calor e entusiasmo à equipe”.

Após duas eliminações consecutivas na primeira rodada dos playoffs, o Dallas demitiu Johnson. O novo técnico da franquia é Rick Carlisle, ex-técnico do Indiana Pacers.

(Playoff.com.br)

Josh Howard pede desculpas por críticas ao hino e diz que estava brincando

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , — Adriano Albuquerque @ 2:20 pm

Como esperado, o ala Josh Howard foi o centro das atenções do Dia da Mídia do Dallas Mavericks, evento que precede a pré-temporada da NBA, nesta segunda-feira, 29/9. Após desrespeitar o hino nacional americano e receber muitas críticas, Howard se retratou publicamente durante sua coletiva de imprensa.

“Gostaria de dizer que estou verdadeiramente arrependido por tudo o que aconteceu nos últimos cinco meses. Esta não é a forma que eu quero me apresentar, não é como gostaria de ser retratado. Peço desculpas a todos que ofendi. Estou irritado comigo mesmo e com a forma que agi”, disse Howard em um discurso lido antes de responder às perguntas dos repórteres.

Um vídeo postado no site Youtube, em que o lateral xinga o hino nacional americano, foi bastante acessado no último mês e gerou enorme repercussão por todos os Estados Unidos. A ocasião era um jogo de futebol americano para caridade, organizado pelo armador Allen Iverson, do Denver Nuggets, e Josh Howard era um dos convidados. Enquanto o hino americano toca no fundo, o ala do Mavs fala a uma câmera de celular: “O ‘Star Spangled Banner’ está tocando agora. Eu não celebro essa (palavrão). Sou negro”. Quando o vídeo ganhou notoriedade nacional, Howard foi criticado por diversos veículos de imprensa e causou ira nos torcedores americanos, principalmente os brancos. O proprietário do Mavericks, Mark Cuban, chegou a publicar em seu blog diversos e-mails atacando o ala com conteúdo racista.

Howard, porém, disse que ama seu país e tentou tirar a importância de suas palavras no vídeo. “Eu estava brincando. Os caras estavam lá fazendo piada e eu decidi entrar na brincadeira. Não estava usando minha cabeça. Acho que a lição valiosa que aprendi é que palavras realmente podem ferir. Você é responsável pelo que diz. Isso (criticar a bandeira e o hino) não é do meu feitio. Estudei em escola militar. Tenho amigos que serviram ao Exército. Sei como é acordar e saudar a bandeira. Em todos os jogos, durante o hino nacional, ponho minha mão sobre meu coração”, disse o ala.

Ele também admitiu que deveria ter falado sobre a controvésia logo que o vídeo surgiu. “Não fiz nada para corrigí-lo, deixei muita coisa passar. Isso não é como eu sou. Estou tentando seguir adiante. Esta (coletiva de imprensa) é a oportunidade perfeita. Todo mundo está aqui. Não há nada a esconder. Cometi um erro. Estou pronto para seguir em frente”, disse.

O incidente do hino, porém, não foi o único do jogador neste ano. Em julho, Howard foi preso por ultrapassar o limite de velocidade em uma estrada de sua cidade-natal, Winston-Salem, na Carolina do Norte. Antes, ainda durante a série de playoffs contra o New Orleans Hornets, o lateral declarou ao vivo em uma estação de rádio que fuma maconha durante as férias, e irritou o então técnico Avery Johnson ao organizar uma festa de aniversário após uma derrota para o Hornets na mesma série.

Com esta série de acontecimentos polêmicos, Howard sabe que será bastante criticado e vaiado por torcedores por toda a NBA. “Vou tentar conquistá-los de volta. O que quer que custe para eu fazer isto, eu farei”, disse o lateral.

“Foi um verão (americano) duro para ele, mas acredito no coração dele, ele é um bom rapaz. Ele apenas tomou algumas decisões erradas”, disse o ala-pivô alemão Dirk Nowitzki, maior astro do Dallas.

O novo técnico da equipe, Rick Carlisle, visitou Howard em sua casa em Winston-Salem durante as férias e disse que espera uma temporada forte do lateral, que está em seu sexto ano na NBA, após médias de 19,9 pontos e 7 rebotes em 2007-08. “Eu sei que ele estará motivado tanto em quadra quanto em termos de como ele representa esta franquia”, garantiu o treinador.

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