março 10, 2009
O calvário do Minnesota Timberwolves parece não ter fim. A equipe de Minneapolis perdeu o ala-pivô Al Jefferson, principal jogador do plantel, para o resto da temporada e não poderá contar com o jovem Randy Foye nos próximos dias. Ele torceu o tornozelo direito durante a partida contra o Washington Wizards.
O ala-armador Foye se machucou quando foi pegar um passe de Mike Miller. Durante a corrida, o atleta de 26 anos sentiu o estalo e acabou deixando a bola escapar, levando a mão imediatamente para o tornozelo direito.
Ele é o segundo cestinha do Minnesota Timberwolves na temporada, com média de 16.9 pontos por jogo. A franquia é a 11ª colocada da Conferência Oeste com 18 vitórias e 45 derrotas. O time vem de dez derrotas seguidas.
O New Orleans Hornets foi confiante até a Phillips Arena e acabou sendo superado pelo Atlanta Hawks na noite de segunda-feira. A equipe do estado da Georgia vem aproveitando a série de sete jogos consecutivos em casa e alcançou seu segundo triunfo consecutivo ao bater o Hornets por 89 a 79 (47 a 40 no intervalo).
O nome da noite foi o ala-armador Joe Johnson. O camisa 2 do Hawks acertou 11 de seus 21 arremessos para terminar com 30 pontos. A estrela do time da casa começou o jogo com tudo, marcou 11 tentos apenas no primeiro tempo e não deixou o oponente escapar no marcador.
No segundo período, Johnson assinalou apenas cinco tentos, mas viu seus companheiros renderem melhor e o Hawks tomar a ponta, indo para o intervalo com sete tentos de vantagem, 47 a 40. Entretanto, vale a pena ressaltar a péssima qualidade técnica do segundo quarto. O Hawks, que entrou perdendo por oito (28 a 20) viu um Hornets apático e que marcou apenas 12 tentos na segunda parcial.

“Flip” Murray tenta passar por dois marcadores do Hornets (AP Photo/John Amis)
O astro voltou a comandar sua equipe no terceiro período. Johnson acertou os arremessos que tentou e ajudou o Hawks a frear a reação do rival. Foram 10 pontos após a volta dos vestiários. Com isso, a equipe comandada por Mike Woodson terminou sete pontos a frente, 67 a 60.
Apesar da diferença ter se mantido entre sete e dez pontos, o New Orleans não conseguiu ameaçar a vitória do Atlanta. Um chute perfeito de 3 do armador Mike Bibby, a 1min41s do final, praticamente selou o triunfo do time da casa. “Flip” Murray e o mesmo Bibby lacraram o caixão do adversário com dois lances livres convertidos.
Murray e Bibby, inclusive, foram peças-chave no 36º triunfo do Hawks nesta temporada. Murray saiu do banco de reservas e foi o melhor suplente com 14 pontos conectados. O veterano Bibby contribuiu com 10 tentos, cinco rebotes e três assistências. Um desses passes foi para Josh Smith, responsável por 13 tentos e 13 rebotes.

Chris paul fez outro duplo-duplo, mas não evitou revés (AP Photo/John Amis)
Com este triunfo o Hawks conseguiu a “varrida” contra o Hornets nesta temporada, isso porque a equipe já havia vencido o rival no dia 5 de novembro de 2008 por 87 a 79, em jogo disputado em Nova Orleans. Na temporada regular as equipes não irão mais se enfrentar. O time de Atlanta ostenta o recorde de 11 vitórias e 11 derrotas contra franquias do Oeste.
Chris Paul liderou o Hornets mais uma vez, mas não pôde evitar que a seqüência de seis vitórias consecutivas fosse quebrada. “CP3” assinalou 24 pontos, distribuiu dez assistências, pegou quatro rebotes e recuperou três bolas. O ala-pivô David West também fez uma boa partida. O camisa 30 encestou 16 tentos e pegou 20 rebotes, mas seu companheiro de garrafão, o pivô Tyson Chandler, não fez um bom jogo. Ele errou cinco de seus arremessos e finalizou com apenas dois pontos e cinco sobras.
Ambas as equipes voltarão à quadra na noite desta quarta-feira. O New Orleans Hornets (39v-23d) irá até a capital norte-americana para encarar o Washignton Wizards. O Atlanta Hawks (36v-28d), por sua vez, receberá a visita do Utah Jazz.
O Portland Trail Blazers continua mostrando que, apesar da juventude, poderá dar trabalho aos principais favoritos. Na noite desta segunda-feira o time do Oregon recebeu a visita do líder Los Angeles Lakers e não tomou conhecimento do rival, vencendo por 111 a 94 (61 a 38 no intervalo). Este foi o oitavo triunfo do Blazers nos últimos onze jogos e, beneficiado por derrotas de New Orleans Hornets e Denver Nuggets, pulou do sexto para o quarto lugar.
Entretanto, o que mais chamou atenção no duelo foi a contusão do ala-armador Rudy Fernandez. O espanhol do Blazers sofreu lesões no pescoço e no quadril após sofrer uma falta flagrante de Trevor Ariza, ala do Lakers. O lance ocorreu no final do terceiro quarto, quando o Portland roubou a bola e iniciou o contra-ataque. Rudy corria para a enterrada e nem viu a chegada de Ariza. O lateral conseguiu o toco e viu o atleta do Blazers se desequilibrar e cair de mal jeito. Fernandez não conseguiu levantar, devido as dores no pescoço e na coluna e foi levado de maca para um hospital.
De acordo com os primeiros exames, não há nada de anormal com os movimentos do atleta espanhol. Ele teve um trauma no pescoço e no quadril e não se sabe quanto tempo ele ficará em recuperação.

Kobe Bryant e Brandon Roy disputam bola (AP Photo/Greg Wahl-Stephens)
Antes disso, porém, houve muita confusão. Revoltados com Ariza, os jogadores do Blazers partiram pra cima do camisa 3 do Lakers. Travis Outlaw e Brandon Roy eram os mais alterados. A discussão rendeu faltas técnicas a Travis Outlaw e LaMarcus Aldridge, já Trevor Ariza foi ejetado do jogo e substituído por Adam Morrison.
“Eu não quis fazer aquilo”, disse Ariza após o jogo. “De modo algum eu queria feri-lo não quis ser maldoso na jogada. Talvez eu tenha ido com muita força, mas eu só queria pegar a bola”, concluiu o ala do Lakers.
Com a bola quicando, o Blazers foi absoluto. Brandon Roy brilhou mais uma vez. Na noite desta segunda foram 27 pontos (oito arremessos certos em 18 tentados), seis rebotes e cinco assistências. Ele levou a melhor também no “duelo de astros” com Kobe Bryant. O ala-armador do Lakers conectou 26 tentos, agarrou três rebotes e deu três passes para cesta, mas errou 18 de suas 29 finalizações.
Um dado interessante sobre o Lakers é que em 10 das 13 derrotas do time californiano neste campeonato Kobe arremessou ao menos 24 bolas, o que mostra que a equipe comandada por Phil Jackson joga melhor quando o astro distribui o jogo. A franquia dourada de Los Angeles também ostenta uma marca nada agradável diante do Blazers. O Lakers perdeu nas suas sete últimas visitas ao Rose Garden. A última vitória foi em 23 de fevereiro de 2005.

Rudy Fernandez (nº5) voa após choque com Trevor Ariza (AP Photo/Rick Bowmer)
A dupla de garrafão do Blazers foi essencial para o resultado. Mesmo sem contar com o novato Greg Oden, machucado, o time anfitrião superou o rival debaixo da cesta. LaMarcus Aldridge somou 16 pontos, agarrou 13 rebotes, deu quatro assistências e dois tocos. Já o pivô Joel Przybilla dominou a linha pintada com 12 tentos e 18 rebotes.
Pelo lakers, além dos 26 tentos de Bryant, o espanhol Pau Gasol se destacou. O ala-pivô foi o único jogador do lakers que conseguiu enfrentar os oponentes perto da cesta. Gasol marcou 18 tentos, pegou 13 rebotes e deu um toco. Já o armador Jordan Farmar saiu do banco de reservas para contribuir com 12 pontos e quatro passes perfeitos.
Ambas as equipes voltam a jogar na noite desta quarta-feira (11). O Los Angeles Lakers (50v-13d) viaja até o Texas para encarar o Houston Rockets. Já o Portland Trail Blazers (40v-23d) receberá a visita do Dallas Mavericks.
março 9, 2009
Se o clássico entre Palmeiras e Corinthians agitou o estado de São Paulo, os fãs da NBA de Nova Iorque ficaram ligados no duelo entre New Jersey Nets e New York Knicks. As duas franquias estão longe da ponta da tabela, mas o embate deste domingo foi encarado como “decisão” porque as equipes lutam por uma vaga nos playoffs pela Conferência Leste.
Como em todo dérbi, o jogo foi nervoso, equilibrado e decidido apenas nos últimos segundos. O Nets aproveitou o apoio maior da torcida, já que a partida foi disputada no seu IZOD Center, e venceu por 106 a 101 (53 a 57 no intervalo). Com o triunfo, o New Jersey abriu dois jogos e meio em relação ao rival e se firmou na décima colocação, deixando o Knicks com o 13º lugar.
O armador Devin Harris foi o principal jogador do Nets na partida. Ele marcou 18 de seus 35 pontos no segundo tempo e foi protagonista de lances importantíssimos no último quarto. O jovem mostrou frieza acertou os quatro lances livres que teve a disposição. Harris também converteu um arremesso e uma bandeja no período decisivo. Ele também distribuiu bem o jogo com 10 assistências.

Trenton Hassell dá toco em Al Harrington (AP Photo/Bill Kostroun)
O astro Vince Carter também teve uma atuação decisiva. O ala-armador conectou 25 pontos, 17 deles no primeiro tempo, pegou nove rebotes, deu quatro assistências e recuperou quatro bolas. Carter também deu um susto na torcida. A 4min do fim, ele sentiu uma lesão no joelho e ficou caído na quadra, mas retornou dois minutos depois.
“Foi apenas um choque. Fui muito forte na tentativa de bloquear o arremesso de Danilo [Gallinari] e acabei sentindo uma dor no joelho, mas não foi nada grave”, garantiu Carter.
A vitória não foi nada fácil. O Nets chegou a abrir nove pontos de vantagem, mas não conseguiu segurar a vantagem e viu o Knicks se aproximar ainda no terceiro quarto. O período derradeiro foi uma briga de gato e rato. O time visitante buscava o rival no placar enquanto que o Nets tentava escapar na ponta. Os torcedores do Knicks vibraram após o italiano Danilo Gallinari encestar um arremesso de 3 pontos, dando a liderança por 99 a 98. Só que nos dois minutos seguintes a equipe treinada por Mike D’Antoni não fez nenhum ponto e viu o rival conectar oito em seguida para retomar a ponta e liquidar com qualquer chance de reação.

Carter: “Essa é pra você, Kryptonate!”
O líder ofensivo do Knicks foi o ala-pivô David Lee. Ele fez 19 pontos e pegou 14 rebotes, registrando seu 25º duplo-duplo nos últimos 26 jogos. Os reservas Nate Robinson e Danilo Gallinari contribuíram com 17 e 15 tentos, respectivamente. O novato italiano, inclusive, vem mostrando evolução. Foram dois jogos com duplos dígitos na última semana.
O ala-pivô Al Harrington fez 14 tentos e pegou quatro rebotes e viu o lateral Wilson Chandler conectar 10 e agarrar oito sobras. O Knicks, porém, ainda tem um retrospecto negativo diante do rival nova-iorquino. Nos últimos dez clássicos o Nets venceu seis.
Ambas as equipes embarcam para uma série de viagens. O New York Knicks (25v-37d) vai até Wisconsin para encarar o Milwaukee Bucks na noite de terça-feira. Já o New Jersey Nets (28v-35d) atravessa os EUA para enfrentar o Golden State Warriors na Califórnia. O jogo será nesta quarta-feira (11).
O Orlando Magic conseguiu uma importante vitória e mostrou que ainda está na briga pela primeira posição da Conferência Leste. Na tarde deste domingo, a equipe da Flórida passou pelo Boston Celtics por 86 a 79 (51 a 33 no intervalo) em pleno TD Banknorth Garden, em Boston.
Com o triunfo, o Magic diminuiu a distância para dois jogos em relação ao Cleveland Cavaliers, líder da Conferência. Já a diferença para o Celtics, segundo colocado, é de apenas um jogo.
O jogo foi ruim tecnicamente. A equipe visitante acertou apenas 44% de seus arremessos e viu o Celtics conseguir um desempenho ainda pior, convertendo 39% de suas tentativas. Quem acabou fazendo a diferença a favor do Orlando foi o pivô Dwight Howard. Sem Kevin Garnett, que continua machucado, o gigante do Magic teve sua missão facilitada e dominou o garrafão.

Turkoglu (nº15) ameaça Pierce com gás mal-cheiroso (AP Photo/Winslow Townson)
“D-12” marcou 18 pontos, pegou 15 rebotes e deu cinco tocos. O pivô de 23 anos fez 11 pontos apenas no primeiro tempo e foi fundamental para a arrancada do Magic. O time visitante foi superior durante todo o primeiro tempo. No quarto inicial, a equipe treinada por Stan Van Gundy contou com seis pontos de Rashard Lewis e cinco de Hedo Turkoglu para fechar na frente por 22 a 15.
Contudo, foi no segundo quarto que a equipe da Flórida deu um sprint. Além de fazer o ataque funcionar, o Magic conseguiu neutralizar o Celtics. Sem o armador Rajon Rondo, com uma lesão no tornozelo, o Boston iniciou com o veterano Stephon Marbury como titular. O armador mostrou a falta de ritmo e teve dificuldade para distribuir as jogadas. Marbury finalizou o jogo com nenhuma assistência e três erros. Orlando não deu a mínima para isso, aproveitou os espaços criados nos contraataques e foi para o intervalo com dezoito pontos de vantagem, 51 a 33.
O Boston voltou para o segundo tempo decidido a conseguir a virada. A equipe verde aproveitou a tarde inspirada de Ray Allen e se apoiou no experiente atleta para diminuir a diferença. “Ray Ray” marcou 17 pontos apenas no último quarto e, diante do lapso ofensivo do Magic, recolocou o Celtics na partida. O ala-armador converteu dois lances livres no final e diminuiu a distância para apenas três tentos, 82 a 79, fazendo a torcida delirar.
O último minuto de jogo foi cheio de erros. Rafer Alston, armador do Magic, falhou na tentativa de 3 pontos e viu Ray Allen fazer a mesma coisa do outro lado no ataque seguinte. O Magic demonstrou frieza, gastou o tempo e viu Rashard Lewis sofrer falta. O ala-pivô acertou os dois lances livres e deu uma folga ao time visitante. O armador Eddie House ainda tentou dar uma esperança à torcida com um chute de 3, mas falhou. O pivô Dwight Howard pegou o rebote, sofreu falta, converteu os lances livres e liquidou a fatura.

Pierce infiltra e procura alguém para assistência (AP Photo/Winslow Townson)
Apesar da vitória, foi um jogador do Celtics que ficou com o “troféu” de jogador da partida. O ala-armador Ray Allen foi o único atleta da equipe anfitriã a fugir da mediocridade, contribuindo com 32 pontos e nove rebotes. O ala Paul Pierce somou 16 tentos, oito sobras e três assistências.
Pelo Orlando Magic (46v-16d), a dupla formada por Hedo Turkoglu e Rashard Lewis foi importante mais uma vez. Turkoglu acertou seis de suas 14 tentativas para terminar o jogo com 16 pontos. Lewis, por sua vez, colaborou com 15 tentos, três rebotes e dois tocos. O armador Rafer Alston fez 10 pontos e deu oito passes para cesta e o Magic encerrou sequência de três derrotas consecutivas para o rival de Massachusetts.
O time da Florida continua na estrada. Na noite desta segunda-feira a equipe azul viaja até Michigan para encarar o Detroit Pistons. Já o Boston Celtics (49v-15d) enfrentará o Miami Heat, fora de casa, na próxima quarta-feira.
Andres Nocioni fez sua melhor partida com a camisa do Sacramento Kings, Kevin Martin acertou cinco arremessos de 3 pontos e o time californiano conseguiu um surpreendente resultado na noite deste domingo. O último colocado da Conferência Oeste bateu o Denver Nuggets por 114 a 106 (61 a 49 no intervalo) na ARCO Arena, Sacramento, chegando a sua 10ª vitória em casa na temporada.
A derrota custou caro para o Denver. Além de ter sido o segundo revés consecutivo, o time do Colorado despencou na tabela. Antes do duelo, o Nuggets ocupava a terceira posição da Conferência Oeste, agora é apenas o sétimo colocado. A franquia foi ultrapassada por Houston Rockets, Utah Jazz, New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers.
Sem Kenyon Martin, que continua machucado, o técnico George Karl optou por colocar o brasileiro Nenê na posição 4 (ala-pivô) e o francês Johan Petro na 5 (pivô). Como de costume, Nenê fez uma boa partida. O atleta, natural de São Carlos (SP), acertou cinco de seus oito arremessos e quatro dos oito lances livres que teve a disposição, terminando a partida com 14 pontos. O pivô também pegou nove rebotes, deu duas assistências, recuperou uma bola e cometeu um desperdício em 38min35s de ação.

Mesmo com o arremesso esquisito, Martin fez cinco bolas de 3 no jogo (AP Photo/Steve Yeater)
O brazuca ainda viu a atuação inspirada de seu companheiro Carmelo Anthony. O ala do Nuggets deu uma de “fominha”, arremessando 29 bolas e acertando 13 delas. Melo foi o cestinha do jogo com 32 pontos, mas viu o ala-armador rival, Kevin Martin, ser mais decisivo. A jovem estrela do Kings conectou 26 pontos, deu oito assistências e pegou sete rebotes. Martin foi essencial no terceiro quarto, quando o Nuggets jogou melhor e ameaçou uma reação. Ela só não se concretizou graças a Martin, responsável por quatro chutes certeiros de trás do arco nesse período. Graças a pontaria afiada do camisa 23, o Sacramento se manteve na liderança.
A vantagem foi construída no primeiro tempo quando outro jogador da equipe anfitriã brilhou. O argentino Andres Nocioni, recém-trocado junto ao Chicago Bulls, finalmente deu as caras na Califórnia. O ala fez 16 de seus 23 pontos na primeira etapa e ajudou o Kings a abrir uma vantagem segura ainda antes do intervalo. A diferença chegou a ser de quinze pontos, 61 a 46, mas o Denver conseguiu reduzi-la com três pontos seguidos de Nenê, indo para o vestiário com desvantagem de doze tentos, 61 a 49.
Nos dois períodos finais, o Nuggets correu atrás do lucro. A equipe do Colorado perseguiu o Kings e ameaçou o rival em algumas oportunidades, mas não conseguiu tomar a ponta. O jogo ficou eletrizante a 3min do fim quando Nenê cravou com força e ainda sofreu a falta. Ele converteu o lance livre e cortou a distância para sete tentos, 103 a 96. Só que o Sacramento não deu chance para o azar e tratou de “matar” o jogo com chutes certeiros de Andres Nocioni, Francisco Garcia e Bobby Jackson.

Chauncey Billups (de azul) procura companheiro para passe (AP Photo/Steve Yeater)
Outros atletas da franquia californiana que se destacaram foram os titulares Spencer Hawes e Bobby Jackson. Hawes, jovem pivô, marcou 20 pontos e agarrou oito rebotes. Já o veterano Jackson encestou 10 tentos, pegou oito rebotes, deu cinco assistências e recuperou três bolas. O dominicano Francisco Garcia saiu do banco de reservas para contribuir com 19 tentos, sendo que 13 deles foram feitos no segundo tempo.
Pelo Nuggets, além de Carmelo Anthony e Nenê, a dupla de armação fez boa partida. O armador Chauncey Billups assinalou 22 pontos e distribuiu oito passes precisos enquanto que o ala-armador JR Smith fez 19 tentos e pegou quatro rebotes. Entretanto, eles não foram capazes de impedir a primeira derrota para o Sacramento nos últimos seis duelos entre as franquias.
A equipe do Colorado tentará a recuperação na noite desta segunda-feira. O Nuggets (40v-24d) terá um jogo decisivo diante do Houston Rockets. A partida será disputada no Pepsi Center. Já o Sacramento Kings (14v-49d) enfrentará o Oklahoma City Thunder nesta terça-feira.
março 7, 2009
Diante do lanterna da Conferência Leste e dono da pior campanha da temporada, o San Antonio Spurs não teve nenhuma dificuldade para sair vencedor. O time em questão é o washington Wizards, que foi até o AT&T Center na noite desta sexta-feira para ser surrado por 100 a 78 (46 a 34 no intervalo).
Tony Parker foi o personagem da noite. Ele acertou sete de seus nove arremessos para terminar com 19 pontos. O francês comandou a arrancada final do Spurs, que acabou com qualquer chance de reação do rival. Ele fez 15 tentos no terceiro quarto, apenas quatro a menos que todo o time do Washington na mesma parcial.
O jogo foi tão fácil que o técnico Gregg Popovich se deu ao luxo de poupar o astro Tim Duncan. O ala-pivô jogou apenas 18 minutos e, por causa do pouco tempo de quadra, produziu números abaixo da média. Foram cinco tentos, cinco rebotes, quatro faltas e dois tocos. Os jovens Ime Udoka, com 13 tentos, quatro rebotes e quatro assistências, e George Hill, 12 pontos e quatro passes certeiros, foram os outros destaques do alvinegro texano.
Pelo Washington Wizards, que não contou com o ala Caron Butler, o cestinha foi o ala-pivô Antawn Jamison, autor de 14 tentos. Ele ainda pegou cinco rebotes e recuperou três bolas. O pivô Darius Songaila encestou 11 pontos, assim como o reserva Nick Young.
O time da capital norte-americana continua sua “excursão” pelo Texas. O Wizards (14v-48d) enfrentará o Dallas Mavericks na noite deste sábado. O San Antonio Spurs (41v-20d), por sua vez, receberá a visita do Phoenix Suns no domingo.
O Los Angeles Lakers continua tranquilo na liderança da Conferência Oeste. Na noite desta sexta-feira, o time angelino recebeu a visita do Minnesota Timberwolves e não teve dificuldades para sair vencedor, 110 a 90 (47 a 36 no intervalo). O time californiano chegou a sua 50ª vitória na temporada, se tornando a primeira franquia a alcançar o feito no campeonato.
Mesmo sem seu principal jogador, o ala-pivô Al Jefferson, que não jogará mais nesta temporada por causa de uma lesão no joelho, o Minnesota complicou as coisas até o terceiro quarto. Embora estivesse sempre atrás no marcador, o Wolves não permitia que o rival abrisse grande vantagem.
Após terminar o primeiro tempo onze pontos atrás, o Minnesota voltou disposto a aprontar no Staples Center. A equipe visitante abriu o segundo tempo com uma série arrasadora de 9 a 2, diminuindo a diferença para apenas quatro tentos, 49 a 45. Contudo, isso foi o mais próximo que o Minnesota conseguiu chegar. O Lakers sentiu a ameaça e voltou a jogar com mais intensidade, tanto é que nos dez minutos restantes de parcial permitiu apenas 10 pontos do rival.

Disputa afável pelo rebote (AP Photo/Mark J. Terrill)
No último quarto a vaca já tinha ido pro brejo para a equipe de Minneapolis. O técnico Phil Jackson se deu ao luxo de colocar os reservas em quadra e a torcida vibrou com enterradas de DJ Mbenga, Josh Powell e Shanon Brown e o Lakers estendeu sua sequência de vitórias diante do Timberwolves para oito jogos.
O astro Kobe Bryant foi o cestinha com 23 pontos e ultrapassou Robert Parish, ex-pivô do Boston Celtics, na lista de maiores pontuadores da história da Liga. Kobe se tornou o 18º cestinha da NBA com 23.331 pontos na carreira. Kobe também conseguiu quatro assistências.
O pivô espanhol Pau Gasol contribuiu com 21 tentos e nove rebotes enquanto que Derek Fisher assinalou 12 pontos. Os reservas também se destacaram. O ala-pivô Josh Powell fez 14 pontos e pegou seis rebotes, o armador Jordan Farmar conectou 13 tentos enquanto que o pivô DJ Mbenga contribuiu com 10 pontos e quatro rebotes.

Kobe engana defesa do Wolves (AP Photo/Mark J. Terrill)
Pela 30ª vez em sua história a franquia californiana conseguiu atingir 50 vitórias ou mais em um campeonato. Desde a temporada 1995/96, foram dez vezes que o Lakers atingiu ao menos 50 triunfos.
Já o Minnesota Timberwolves continua seu calvário desde a contusão de Al Jefferson. Em onze jogos sem o ala-pivô, o Wolves perdeu dez. O líder da equipe nesta sexta foi o ala Ryan Gomes, autor de 20 pontos. O ala-pivô Kevin Love contribuiu com 18 tentos e 14 rebotes. Outro atleta do time visitante que registrou duplo-duplo foi o reserva Shelden Williams, responsável por 14 pontos e 11 sobras.
O Portland Trail Blazers será o próximo adversário de ambos os times. O Minnesota Timberwolves (18v-43d) vai até o Rose Garden na noite deste sábado. Na segunda-feira (9) é a vez do Los Angeles Lakers (50v-12d) ir até Oregon para encarar o Blazers.
O New Jersey Nets dificultou bastante a partida para o Orlando Magic e vendeu caro a derrota por 105 a 102 (60 a 59 no intervalo) na noite desta sexta-feira. Mesmo jogando na sua Anway Arena, o Magic teve de lutar para garantir seu 46º triunfo no campeonato e se manter perto dos líderes Boston Celtics e Cleveland Cavaliers. A vitória só foi garantida após o arremesso errado de Vince Carter no ultimo segundo.
O pivô Dwight Howard foi o astro da noite com seus 26 pontos e 15 rebotes. Ele foi fundamental para que o Magic conseguisse sua quarta vitória consecutiva diante do rival nova-iorquino. Este foi o 48º duplo-duplo do gigante nesta temporada, ele está apenas de David Lee, ala-pivô do New York Knicks, neste quesito.
Ele foi seguido do ala Rashard Lewis. O camisa 9 do Magic acertou três arremessos de longa distância, incluindo um crucial no último quarto, quando o Nets virou o jogo e ameaçou escapar na ponta. Quando a diferença já estava em sete pontos, Lewis mostrou sangue frio e acertou um belo chute trás do arco. Ele terminou a partida com 21 pontos.

Carter protege a bola da investida de Pietrus (AP Photo/John Raoux)
Entretanto, coube ao ala Hedo Turkoglu o papel de decidir a partida. Ele foi discreto nos três primeiros quartos, quando marcou apenas cinco pontos, e resolveu aparecer no período final. O turco marcou oito de seus 13 pontos na parcial decisiva e acertou dois arremessos fundamentais, que deram quatro tentos de vantagem ao Magic. O camisa 15 do Orlando ainda pegou oito rebotes.
O Nets, que luta pela oitava vaga da Conferência Leste, perdeu pela terceira vez nos últimos quatro jogos. O cestinha do time visitante foi o armador Devin Harris. Ele conectou 25 pontos e deu nove assistências. O ala-armador Vince Carter também se destacou ao assinalara 19 tentos. Completando a lista de destaques o chinês Yi Jianlian, autor de 12 pontos e seis rebotes.
Ambos os times voltarão à quadra neste domingo. O New Jersey Nets (27v-35d) fará um jogo decisivo contra o New York Knicks, que também sonha com playoff. Já o Orlando Magic (46v-15d) vai até Boston para encarar o Celtics.
Bobcats vence quinta seguida: Enquanto o Nets tropeça, o Bobcats avança. Na noite desta sexta-feira a equipe de Charlotte, comandada pelo veterano técnico Larry Brown, alcançou sua quinta vitória consecutiva e entrou de vez na briga por uma vaga nos playoffs. A vítima foi o Atlanta Hawks, que parece estar perdendo o fôlego. O time do estado da Georgia não foi páreo e perdeu por 98 a 91 (59 a 50 no intervalo).
O cestinha da franquia anfitriã foi o ala Gerald Wallace. O lateral marcou 21 pontos e ainda pegou sete rebotes para ajudar o Bobcats a alcançar a melhor seqüência de sua história. O francês Boris Diaw também foi fundamental, ele fez 13 tentos, deu 13 assistências, pegou cinco rebotes e deu um toco. O ala-armador Raja Bell registrou 11 pontos.

Okafor arremessa mesmo com a marcação de Josh Smith (AP Photo/Nell Redmond)
Outros dois titulares conseguiram dígitos duplos, foram os jovens Raymond Felton e Emeka Okafor. Felton assinalou 17 pontos e distribuiu 10 passes perfeitos enquanto que Okafor fez os mesmos 17 tentos, mas pegou 11 rebotes e deu dois tocos. A vitória fez com que o Bobcats acabasse com uma escrita incômoda: a de três derrotas seguidas para o Hawks.
Pelo Hawks, que conheceu sua quarta derrota nos últimos seis jogos, o principal pontuador foi o ala-pivô Al Horford. O dominicano marcou 15 pontos e ainda pegou sete rebotes. O armador Mike Bibby contribuiu com 14 tentos e seis assistências enquanto que o ala Marvin Williams registrou 13 tentos e oito rebotes. O Hawks, entretanto, corre o risco de perder a quarta colocação da Conferência Leste, isso porque está apenas meio jogo a frente do Miami Heat.
Ambos os times voltam a jogar na noite deste sábado. O Hawks (34v-28d) receberá a visita do Detroit Pistons. Já o Bobcats (27v-35d) vai até o Madison Square Garden para encarar o New York Knicks.
O duelo entre Boston Celtics e Cleveland Cavaliers foi cheio de provocações e rivalidade. Quem prevaleceu foi o atual campeão Celtics, a equipe verde de Massachusetts aproveitou o apoio da torcida, que lotou o TD Banknorth Garden, e bateu o Cavs de LeBron James por 105 a 94 (45 a 43 no intervalo) na noite desta sexta-feira. O ala-pivô capixaba Anderson Varejão teve uma boa atuação. Ele começou como titular, encestou cinco de seus oito arremessos e converteu cinco dos nove lances livres que teve a disposição para terminar com 15 pontos. O camisa 17 do Cavs ainda pegou cinco rebotes, deu uma assistência, recuperou uma bola, fez três faltas e cometeu dois desperdícios em 30min39s de ação. (mais…)
março 6, 2009
O Pitágoras/Minas foi até Vila Velha, no Espírito Santo, e conseguiu sua sexta vitória consecutiva no Novo Basquete Brasil (NBB). A vítima da vez foi o lanterna Saldanha da Gama, vitória convincente por 87 a 76 (46 a 32 no intervalo) na noite desta sexta-feira. Com a vitória, o clube mineiro chegou a 16 pontos e continua na quarta colocação, já o Saldanha conheceu sua oitava derrota em dez jogos.
O cestinha da noite foi o pivô Murilo. O atleta liderou o Minas com 25 pontos (nove arremessos certos em onze tentados). O veterano ainda pegou sete rebotes, deu dois tocos e recuperou duas bolas em 27min na quadra.
Ele foi seguido do ala norte-americano Joseph Shipp. O camisa 4 do time mineiro mostrou pontaria afiada, acertando oito de suas nove finalizações e finalizando com 22 pontos. O armador Luiz Felipe entrou bem no jogo e contribuiu com 11 tentos em 26min de ação.
Pelo time capixaba o cestinha foi Eddy. Ele converteu três de seus quatro arremessos de longe e encerrou o duelo com 13 pontos. O pivô Roberto registrou um duplo-duplo, 12 tentos e 13 rebotes, e viu o ala Casé também conectar 12 pontos. Entretanto, eles não evitaram a sexta derrota seguida da equipe que é comandada por Enio Vecchi.
O jogo começou equilibrado e com muitos erros. O Pitágoras/Minas abriu os trabalhos com uma bandeja precisa do pivô Murilo, logo respondida com uma bola de 3 do time anfitrião. Na maior parte do primeiro quarto, Minas permaneceu a frente, mas não conseguiu abrir vantagem segura. O norte-americano Shipp fez uma bela jogada individual, com cesta e falta, colocando a vantagem em quatro tentos, 16 a 12. Só que o Saldanha encostou novamente e fechou o primeiro três pontos atrás, 26 a 23.
Só que a situação mudou completamente no segundo período. O time mineiro apertou um pouco a defesa e o Saldanha não conseguiu achar modo de furar o bloqueio. Além disso, quando achava espaço não conseguia aproveitar com cestas. Nos primeiros sete minutos de parcial, o Saldanha tinha feito apenas dois pontos. A equipe comandada por Flávio Davis aproveitou a “pane” do oponente e impôs seu ritmo de jogo, indo para o intervalo com catorze tentos de frente, 46 a 32.
No terceiro quarto o Saldanha melhorou, mas ainda assim foi inferior ao rival mineiro. Administrando bem o jogo, a equipe visitante não permitiu que o clube capixaba reduzisse a vantagem, apesar do apoio da torcida. Pelo contrário, o Minas foi para os 10 minutos finais de peleja com dezesseis pontos de vantagem, 66 a 50.
Com uma vantagem tão confortável, o Minas acabou relaxando nos minutos finais e viu o Saldanha ameaçar a vitória. A distância, entretanto, não foi menor do que cinco pontos em nenhum momento da partida. Mesmo acertando apenas 20% de seus arremessos de 3 pontos, o clube mineiro se manteve na ponta e garantiu sua sexta vitória seguida.
O Pitágoras/Minas voltará à quadra na noite da próxima quarta-feira (11/3), quando enfrentará o Universo/BRB/Brasília, em casa. Já o Saldanha da Gama receberá a visita do Winner/Limeira no mesmo dia.
No restante da rodada, alguns dos times mandantes confirmaram a vantagem de jogar em casa, como o Universo/BRB Financeira Brasília, Winner/Limeira e Vivo/Franca. Já o São José/Unimed/Vinac perdeu por apenas um ponto, em seu ginásio, para o Amigão/Andorinha/Unimed/Assis. O Ciser/Araldite/Univille/Joinville também ganhou fora de casa, mas foi uma vitória bem apertada, contra o Lupo/Araraquara, por apenas dois pontos.
11ª rodada do NBB
Sexta-feira (6/3), às 20 horas
Universo/BRB/Financeira Brasília 105 x 84 Paulistano/Amil
São José/Unimed/Vinac 68 x 69 Amigão/Andorinha/Unimed/Assis
Winner/Limeira 89 x 66 GRSA/Itabom/Bauru
Saldanha da Gama 76 x 87 Pitágoras/Minas
Lupo/Araraquara 76 x 78 Ciser/Araldite/Univille/Joinville
Vivo/Franca 97 x 65 Univates/Bira
A semana não foi boa para o Phoenix Suns. Na sua excursão pela Flórida, a equipe do Arizona acabou tomando duas surras, do Orlando Magic e Miami Heat. Como se não bastasse, o Suns viu seus principais rivais na luta por uma vaga nos playoffs triunfarem. O Utah Jazz vem de dez vitórias seguidas, o New Orleans Hornets ganhou as seis últimas, além de resultados positivos de Portland Trail Blazers, Houston Rockets e Dallas Mavericks.
O time comandado por Alvin Gentry tentará a reabilitação na noite desta sexta-feira, mas terá um desafio enorme pela frente. O Suns viajará até o Toyota Center para encarar o Houston Rockets e tentará acabar com a invencibilidade de dez partidas do oponente diante de sua torcida.
O Suns também pretende acabar com a escassez de vitórias na estrada. O último triunfo longe de seus domínios foi contra o Los Angeles Clippers, no dia 18 de fevereiro, quando a equipe ainda contava com o ala-pivô Amar’e Stoudemire no plantel. O cestinha da franquia, aliás, não jogará mais neste campeonato por causa da lesão que sofreu no olho direito.
De acordo com o Dr.Pravin Drugel, que fez a cirurgia no atleta, Stoudemire terá que ficar de fora por, no mínimo, mais dois meses. Isso, inclusive, o tira até dos playoffs, caso o Suns consiga sua vaga.
Por isso o jogo desta sexta se torna ainda mais importante para o Suns. A equipe do Arizona, nona colocada na Conferência Oeste, está quatro jogos e meio atrás do Houston, quinto colocado, o que já é uma distância perigosa, tendo em vista a competitividade da Conferência. O Dallas Mavericks, oitavo colocado e último que garantiria vaga nos playoffs, está dois jogos e meio a frente do Suns.
O retrospecto recente não favorece ao Suns. No único encontro entre as equipes no campeonato, o Rockets levou a melhor mesmo jogando na casa do adversário, 94 a 82 em pleno US Airways Center. O duelo de gigantes entre Yao Ming (Houston) e Shaquille O’Neal (Phoenix) foi interessante. Yao fez 17 pontos e pegou 15 rebotes enquanto que Shaq conectou 18 e agarrou 13 rebotes.
Shaq, inclusive, é uma das apostas da torcida para fazer a diferença a favor do Suns. Nos últimos quatro jogos o pivô tem tido as excelentes médias de 29.8 pontos e 9.3 rebotes por jogo. O canadense Steve Nash, que voltou recentemente de contusão, também anda inspirado. Nos últimos dois jogos o veterano ostentou médias de 24.5 pontos, 9.0 assistências e 6.0 rebotes.
Se o Phoenix tem seus trunfos, o Rockets também conta com suas estrelas. O ala Ron Artest cresceu de produção e vem conectando 23.3 pontos por noite, isso se levarmos em conta os últimos quatro jogos. No mesmo período, o veterano acertou em média 54% de suas tentativas.
A última vitória do Phoenix no Toyota Center foi no dia 17 de novembro de 2007, quando bateu o Rockets por 115 a 105. O time texano leva pequena vantagem nos últimos cinco confrontos, com três vitórias. O tapinha inicial para o duelo desta será dado às 21h30.
Em mais uma partida decisiva na luta por vaga nos playoffs, o New Orleans Hornets usou a genialidade de Chris Paul para bater o Dallas Mavericks por 104 a 88 (45 a 45 no intervalo) na noite desta quinta-feira. Com o triunfo diante de sua torcida e a derrota do Portland para o Denver, o Hornets assumiu a quarta colocação da Conferência Oeste.
Após um primeiro tempo equilibrado e difícil, o Hornets viu seu astro Chris Paul dar um show. O armador deixou para a segunda etapa nove de suas 15 assistências e 21 de seus 27 pontos e foi essencial principalmente no terceiro quarto, quando deu sete passes precisos e ajudou o time de New Orleans a vencer a parcial por 30 a 22.
O Dallas até que começou o terceiro quarto melhor. A equipe texana terminou o primeiro tempo empatado com o rival 45 pontos e, no início da segunda metade, abriu cinco tentos de vantagem, isso graças a pontaria certeira da estrela alemã Dirk Nowitzki. O ala-pivô fez cinco tentos consecutivos e viu seu Mavericks a frente por 51 a 46, com 9min48s para o término.

Nowitzki liderou Mavs nos três primeiros quartos, mas sumiu no último (AP Photo/Bill Haber)
Foi aí que o armador do Hornets passou a mostrar seu melhor basquete. Em menos de dois minutos, Paul chamou Tyson Chandler para a ponte aérea três vezes e o pivô converteu todas. Logo após, Paul passou a bola por trás das costas, enganou a defesa oponente e deixou James Posey numa boa para fazer a bandeja. O Mavs não teve resposta para a sequência do rival e ficou atrás por doze tentos, 73 a 61. Quem manteve o time visitante no jogo foi Dirk Nowitzki, que fez todos os seus 27 pontos nos três primeiros períodos.
Só que no período decisivo, Nowitzki sumiu. Ele foi anulado pela defesa do Hornets e não demorou muito para que a franquia anfitriã abrisse uma vantagem confortável no placar. Nos cinco primeiros minutos de parcial, o Dallas marcou apenas sete pontos enquanto que o Hornets no mesmo período de tempo fez 12, com isso a diferença aumentou para catorze tentos, 88 a 74.
Chris Paul ainda deixou de brinde para torcida o melhor lance do jogo. Após Jason Kidd errar um arremesso, Paul pegou o rebote e saiu em disparada para o ataque, Jason Terry tentou impedí-lo de progredir e acabou tomando um bola entre as pernas. Para finalizar a jogada em grande estilo o armador do Hornets achou Rasual Butler livre e o ala cravou com raiva, fazendo a torcida delirar. A partida ficou tão fácil que o técnico Byron Scott se deu ao luxo de colocar seus reservas em quadra a mais de 2min do fim.

Julian Wright crava com estilo (AP Photo/Bill Haber)
O principal ajudante de Paul foi o ala-pivô David West. Ele conectou 19 pontos, pegou 10 rebotes e deu três tocos. Rasual Butler conectou 18 tentos e recuperou duas bolas enquanto que o pivô Tyson Chandler registrou 10 pontos e 11 rebotes. Vale a pena lembrar que desde que Chandler voltou à ativa, o Hornets ainda não perdeu, já são seis vitórias consecutivas.
Pelo Dallas Mavericks, que não vence fora de casa há cinco partidas, o outro destaque foi o armador Jason Kidd. O veterano conectou 13 pontos, pegou cinco rebotes, recuperou três bolas e deu duas assistências. O ala-armador Jason Terry fez 10 tentos e distribuiu quatro passes precisos, só que ele errou nove de seus 13 arremessos, incluindo as cinco tentativas que fez de trás do arco. O Mavs, aliás, acertou apenas 23% de seus arremessos de longa distância. A equipe também não foi bem na distribuição do jogo, dando 12 assistências no total, número menor do que o de passes precisos dados por Chris Paul.
Ambas as equipes voltarão a jogar na noite de sábado. O New Orleans Hornets (38v-22d) enfrentará o Oklahoma City Thunder, em casa. Já o Dallas Mavericks (37v-25d) receberá a visita do Washington Wizards.
março 5, 2009
O astro do Portland Trail Blazers vem se mostrando um dos melhores jogadores da Liga quando está sob pressão. Após decidir partidas contra New York Knicks e Houston Rockets no último segundo, mais uma vez o camisa 7 do Portland Trail Blazers apareceu para salvar sua equipe. Diante de um Rose Garden lotado, Roy conectou dois lances livres a 1.7seg do fim e ajudou o Blazers a bater o guerreiro Indiana Pacers por 109 a 107.
A vitória foi muito importante porque a equipe se beneficiou da derrota do Houston Rockets para o Utah Jazz e pulou para a quarta colocação da concorridíssima Conferência Oeste.
Além da frieza em conectar os lances decisivos, Roy foi a principal arma ofensiva do Blazers durante a partida. Em 42min12s na quadra, o ala-armador conectou 28 pontos, pegou seis rebotes e deu três assistências. Ele foi seguido do ala Travis Outlaw, autor de 21 tentos e seis rebotes.
Quem também somou 21 pontos para o time de Portland foi o ala-pivô LaMarcus Aldridge, que adicionou sete rebotes na conta. Seu companheiro debaixo da cesta, o pivô Joel Przybilla, fez um duplo-duplo. O “Homem Baunilha”, como o apelidou Shaquille O’Neal, conseguiu 10 pontos e 12 sobras.
Pelo Indiana Pacers, o cestinha foi o ala Marquis Daniels. O veterano acertou 11 de seus 19 arremessos e terminou o duelo com 28 pontos. Daniels pegou quatro rebotes e distribuiu quatro assistências. O armador TJ Ford marcou 24 tentos (nove deles no último quarto), pegou oito rebotes e distribuiu cinco passes perfeitos.
O armador Jarrett Jack, ex-Portland, tentou ser o “vilão” da torcida na última bola, mas errou o arremesso de 3. Mas no seu reencontro com os fãs, Jack jogou bem, foram 17 pontos, quatro passes decisivos e três sobras. O ala-pivô Troy Murphy fez 39º duplo-duplo da temporada, nesta quarta ele contribuiu com 11 tentos e 13 rebotes. Entretanto, Murphy não impediu que a série de nove vitórias consecutivas do Pacers diante do Blazers fosse interrompida.
O Indiana Pacers (27v-37d) tentará a recuperação na noite de sábado, quando viajará até a Califórnia para duelar com o Los Angeles Clippers. Já o Portland Trail Blazers (38v-22d) tem um jogo decisivo na noite desta quinta-feira. A equipe irá até o Pepsi Center para encarar o Denver Nuggets.
O Houston Rockets bem que tentou acabar com a sina de freguês do Utah Jazz, mas no fim prevaleceu a escrita. A equipe comandada pelo veterano Jerry Sloan contou com um show do armador Deron Williams para acabar com a série positiva de dois jogos do rival. Como se não bastasse, com o triunfo por 101 a 94 na noite desta quarta-feira, o Jazz alcançou a marca de 11 vitórias seguidas e se firmou como o time mais “quente” do momento.
O armador Deron Williams fez 26 pontos e deu 14 assistências. Ele também foi responsável pelo arremesso que acabou com a chance do Rockets na partida, quando partiu pra cima de Kyle Lowry e converteu uma bela cesta, para delírio da torcida que lotou a Energy Solutions Arena.
Mas outro atleta do Jazz chamou atenção. O ala-pivô Carlos Boozer, duas vezes convocado para o Jogo das Estrelas, fez sua melhor atuação na temporada, foram 20 pontos e 17 rebotes diante do forte garrafão do Houston. Para quem não sabe, Boozer perdeu 41 partidas por causa de uma lesão no joelho e retornou na última semana.
Até então, o camisa 5 do Utah não conseguira repetir as excelentes atuações passadas. Desde que havia retornado, Boozer vinha tendo discretas médias de 7.5 pontos e 5.8 rebotes, aquém do esperado para um jogador que ostentou médias de 21.1 pontos e 10.4 rebotes no último campeonato.
“Meu joelho melhora a cada dia”, disse o ala-pivô. “Eu tento incentiva-lo, fazendo movimentos mais arriscados e ele tem correspondido bem”, avaliou o atleta de 28 anos.
Além da dupla, os titulares Ronnie Brewer e Mehmet Okur também tiveram papéis importantes. Brewer converteu oito de suas 15 finalizações para terminar com 19 pontos enquanto que o turco Okur fez 16 tentos e pegou oito rebotes. Esta foi a 10ª vitória seguida do Jazz jogando diante de sua torcida.
Sem Tracy McGrady, ausente pelo resto da temporada, sobrou para o veterano Ron Artest a missão de comandar o time texano no perímetro. O ala correspondeu bem e terminou como cestinha, 25 pontos. Artest, inclusive, quase estragou a festa da torcida quando conectou um chute de 3 e diminuiu a diferença para 95 a 92 no minuto final. O lateral também pegou cinco rebotes e deu cinco assistências.
O pivô chinês Yao Ming teve uma boa apresentação. Yao conectou 19 pontos, pegou sete rebotes, distribuiu seis assistências e deu cinco tocos, mas seus companheiros não ajudaram. Apenas o armador Kyle Lowry, com 14 pontos, e o argentino Luis Scola, autor de outros 13, se destacaram.
Ambos os times voltarão à quadra na noite de sexta-feira. O Houston Rockets (39v-23d) receberá a visita do Phoenix Suns enquanto que o Utah Jazz (38v-23d) enfrentará o Denver Nuggets, em casa.
O New York Knicks deu um susto em sua torcida, mas conseguiu garantir a vitória sobre o Atlanta Hawks. Com o Madison Square Garden, em Nova Iorque, lotado, o Knicks se impôs e dominou a maior parte do jogo. Entretanto, o Hawks reagiu no último quarto e quase roubou a vitória, isso só não aconteceu graças ao desempenho da dupla Larry Hughes e Al Harrington, que apareceu nos momentos decisivos e sacramentou o triunfo por 109 a 105.
Hughes fez sua melhor partida como um Knick. Na noite desta quarta-feira foram 23 pontos, quatro rebotes e quatro assistências. Já Harrington registrou um duplo-duplo, 20 tentos e 10 rebotes. Só para se ter uma ideia, a dupla foi responsável por 15 dos 25 pontos feitos pelo time da casa no período decisivo.
Além de brilharem na hora certa, Hughes e Harrington ajudaram a franquia a manter o sonho de uma vaga nos playoffs. Com o triunfo, o Knicks voltou a briga por um lugarzinho na pós-temporada. O time comandado pelo técnico Mike D’Antoni é o 13º colocado na Conferência Leste, mas está apenas dois jogos atrás do oitavo colocado Milwaukee Bucks.
Outro atleta do Knicks que chamou atenção foi o italiano Danilo Gallinari. O novato saiu do banco de reservas e foi o sexto homem do New York na quadra. O ala mostrou frieza e encestou 17 pontos (quatro arremessos certos em cinco tentativas de trás do arco). O ala-pivô David Lee se firmou como o rei dos duplos-duplos, foram 13 tentos e 14 sobras contra o rival de Atlanta.
O segundanista Wilson Chandler fez 10 de seus 18 pontos no primeiro tempo e ajudou a sua equipe a frear o ímpeto do Hawks. Antes de ter a “pane” no segundo tempo e permitir que a franquia nova-iorquina abrisse uma grande vantagem, o Atlanta deu trabalho aos comandados de D’Antoni. O New York foi para o intervalo com apenas dois tentos de vantagem, 51 a 49.
O armador Chris Duhon também foi fundamental para o triunfo. O veterano marcou 14 pontos e distribuiu cinco assistências. O Knicks foi um dos times que participou da “Noche Latina” (Noite Latina). Em vez de jogar com o tradicional “New York” escrito na camisa, a equipe atuou com um “Nueva York” estampado no seu manto.
Pelo Hawks o cestinha foi o pivô dominicano Al Horford. O atleta de 22 anos registrou um duplo-duplo, 20 pontos e 13 rebotes, além de dois tocos.O astro Joe Johnson contribuiu com 18 tentos, sete rebotes e seis assistências e viu o ala Marvin Williams somar 17 pontos e agarrar oito sobras. O ala-pivô Josh Smith terminou o jogo com 16 tentos.
O time do estado da Geórgia irá tentar a recuperação na noite de sexta-feira. O Atlanta Hawks (34v-27d) viajará até a Carolina do norte para enfrentar o Charlotte Bobcats. O New York Knicks (25v-35d) também enfrentará o Charlotte Bobcats, mas o jogo será no sábado e no Madison Square Garden.
março 4, 2009
O Cleveland Cavaliers anunciou nesta terça-feira a contratação do veterano Joe Smith. O ala-pivô detinha o passe livre desde a última semana, pois tinha feito um acordo com sua ex-equipe, o Oklahoma City Thunder, que comprou seu contrato e o liberou. O valor do contrato não foi revelado, o que se sabe é que Smith ficará no Cavs por um ano.
De acordo com seu agente, Dan Fegan, o ala-pivô demorou a tomar a decisão, pois tinha uma série de propostas: “Ele pensou bastante [em todas as propostas que recebeu]”, disse. “Ele decidiu que Cleveland é o melhor lugar para ele e por isso optou pelo Cavs”, concluiu o agente.
Com a chegada de Smith, a rotação de garrafão fica mais “inchada”. O time de Ohio conta com os alas-pivô Anderson Varejão, JJ Hickson e Ben Wallace, além do pivô Zydrunas Ilgauskas. Mas como Wallace está com a perna quebrada, Smith deverá ter mais minutos na rotação.
Esta não é a primeira passagem do ala-pivô pela franquia de Ohio Ele defendeu o Cavs em 27 oportunidades na temporada 2007/08, tendo médias de 8.1 pontos e 5.0 rebotes por jogo.
Desde que foi cortado pelo Sacramento Kings, os rumores sobre o destino do ala-pivô Drew Gooden começaram a fervilhar. De início Cleveland Cavaliers e San Antonio Spurs estavam interessados na contratação do atleta de 27 anos. O Cavs, entretanto, parece ter desistido de Gooden e está atrás de Joe Smith, outro veterano que detém o passe livre.
Nesta terça-feira o jornalista Sam Amick, do Sacramento Bee, informou que Gooden já tem tudo acertado com o Spurs e só espera o prazo de 48 horas após a dispensa do Sacramento Kings para confirmar o acerto com o time texano.
A intenção do Spurs é reforçar o garrafão e dar um suporte para o astro Tim Duncan. Gooden, entretanto, ainda é uma incógnita, isso porque o ala-pivô enfrenta problemas de saúde e pode necessitar uma cirurgia. Segundo o departamento médico do Kings, o ala-pivô tem uma hérnia e esse foi o motivo do time californiano ter dispensado o veterano de seis temporadas.
O técnico do Los Angeles Clippers, Mike Dunleavy, fez uma breve análise sobre a possibilidade de Gooden se juntar ao Spurs: “Eles serão mais fortes nos rebotes, além disso terão um outro cara que sabe pontuar debaixo da cesta”, disse.
Nesta temporada, Gooden tem médias de 13.1 pontos, 8.7 rebotes e 1.4 assistências. O ala-pivô atuou em 31 jogos com a camisa do Chicago Bulls e em uma partida pelo Sacramento Kings.
O New Jersey Nets conseguiu um resultado importantíssimo para as suas pretensões na temporada. A equipe nova-iorquina foi até Wisconsin e bateu o Milwaukee Bucks por 98 a 94 (39 a 45 no intervalo) na noite desta terça-feira. Com o triunfo, o Nets se aproximou do adversário na luta pela última vaga da Conferência Leste para os playoffs, agora apenas meio jogo separa as equipes.
A vitória, entretanto, não foi nada fácil. O Nets ficou a maior parte do jogo atrás no placar e só conseguiu impor seu ritmo no último quarto. A 10min30s do fim a equipe visitante conseguiu sua primeira liderança na partida, quando o armador Devin Harris infiltrou com facilidade e concluiu com uma bandeja, 71 a 70.
O Bucks reagiu e, com o apoio da torcida, chegou a abrir oito tentos de vantagem, 84 a 76, a 4min do fim. Quem achou que o Nets estava morto se surpreendeu com a reação do jovem time. Após cestas seguidas de Vince Carter, Jarvis Hayes e Devin Harris, o armador reserva Keyon Dooling apareceu para encestar dois arremessos de 3 consecutivos e colocar a equipe forasteira quatro pontos a frente, 90 a 86.
Ramon Sessions e Charlie Villanueva responderam imediatamente para o Milwaukee e empataram a partida em 90 pontos, isso com apenas 31seg restando no relógio. Mas o pior estava para acontecer com a torcida do Bucks. O veterano Vince Carter achou Jarvis Hayes livre na zona morta, o ala do Nets não perdoou a falha defensiva do rival e conectou a bola de longe, dando três tentos de vantagem para o Nets, 93 a 90, a 18seg do término. O New Jersey acertou os lances livres que teve a disposição nos ataques seguintes e confirmou seu 14º triunfo na estrada neste campeonato.

Livre, Hayes parte para chute decisivo, jogadores do Bucks apenas observam (AP Photo/Jim Prisching)
O principal trunfo do Nets foi a boa distribuição ofensiva. Seis jogadores utilizados por Lawrence Frank fizeram duplos-dígitos. O pivô Brook Lopez foi o líder da turma com 24 pontos, 12 rebotes e três tocos. Devin Harris contribuiu com 14 tentos, 11 assistências e quatro recuperações de bola. Vince Carter fez 15 tentos e viu os reservas Jarvis Hayes e Ryan Anderson contribuírem com 13 pontos cada. Anderson, inclusive, fez uma partida perfeita, acertando os três arremessos que tentou e os cinco lances livres que teve a disposição.
Pelo Bucks, que perdeu a chance de se distanciar na oitava colocação, o principal nome foi o ala-pivô Charlie Villanueva, autor de 24 tentos, 15 rebotes e dois tocos. O ex-Net Richard Jefferson conectou 20 pontos, distribuiu seis passes para cesta, pegou cinco rebotes e roubou uma bola. O armador Ramon Sessions colaborou com 19 tentos e oito sobras e viu seu reserva Luke Ridnour ajudar com 10 pontos, seis assistências e cinco rebotes.
Ambos os times voltam à quadra na noite desta quarta-feira. O New Jersey Nets (27v-33d) receberá a visita do Boston Celtics. Já o Milwaukee Bucks (29v-34d) viaja até Ohio para encarar o Cleveland Cavaliers.
O Houston Rockets se aproveitou da derrota do Denver Nuggets para o Detroit Pistons e assumiu a terceira colocação da Conferência Oeste com a vitória sobre o Toronto Raptors na noite desta terça-feira. A equipe canadense foi até o Toyota Center de Houston, lutou bastante, mas não conseguiu parar Yao Ming & cia, perdendo por 107 a 97 (57 a 49 no intervalo).
Com uma excelente apresentação do reserva Carl Landry, o Rockets atingiu sua 11ª vitória nos últimos 14 compromissos que fez. Landry acertou sete dos nove arremessos que tentou e os oito lances livres que teve a disposição para terminar o embate com 22 pontos (maior marca de sua carreira). O ala-pivô ainda pegou seis rebotes nos 31 minutos em que ficou na quadra.
A dupla de garrafão titular, formada por Luis Scola e Yao Ming, também foi fundamental para o resultado. Tanto o argentino Scola quanto o chinês Yao fizeram 20 pontos nesta terça. O ala-pivô portenho ainda pegou 16 rebotes enquanto que o gigante asiático agarrou 11 sobras.

Landry (de branco) escapa do toco de Chris Bosh (AP Photo/Pat Sullivan)
Outro titular que fez duplos dígitos foi o ala Ron Artest. O veterano somou 13 tentos, seis rebotes e cinco passes para cesta. O ala-armador reserva Von Wafer contribuiu com 14 pontos e três assistências. Esse poderio ofensivo foi essencial para a conquista da 10ª vitória seguida do Rockets atuando diante de sua torcida.
Pelo Toronto Raptors os destaques foram os alas-pivô Andrea Bargnani e Chris Bosh. A dupla foi responsável por 50 pontos do time visitante na partida, 25 para cada, mas não evitou a sétima derrota do Raptors nos últimos oito jogos. Bargnani e Bosh tiveram números parecidos diante do rival texano. Além dos 25 pontos, os dois “empataram” em rebotes, com sete para cada, e o italiano venceu a “disputa” nos tocos, três contra dois do americano.
O armador Jose Manuel Calderon mostrou mais uma vez sua técnica. Contra o Houston foram 16 assistências (melhor marca pessoal) e apenas um erro de ataque. O espanhol ainda contribuiu com 10 tentos (cinco arremessos certos em dez finalizações) e quatro rebotes.

Scola não consegue o mesmo e leva “pregada” de Bargnani (AP Photo/Pat Sullivan)
A maioria dos passes certeiros de Calderon foi dado no terceiro quarto, justamente o período em que o Raptors reagiu, chegando a virar a partida. A equipe canadense liderou boa parte do primeiro quarto, mas acabou cedendo a virada e foi para o intervalo com oito tentos de desvantagem. No início do segundo tempo, porém, o Toronto foi reduzindo a distância e passou a frente com um chute certeiro de Chris Bosh, 66 a 64. Só no terceiro quarto, Calderon deu sete assistências.
O Houston, entretanto, reagiu e retomou o controle da partida, indo para o último quarto com cinco pontos de frente, 77 a 72. Na parcial decisiva, o Raptors bem que tentou se manter na partida, mas não resistiu a melhor distribuição de jogo do rival. Uma seqüência arrasadora de 12 a 2 em menos de dois minutos foi o suficiente para que o Houston liquidasse a fatura.
O Toronto Raptors (23v-39d) tentará recuperação na noite desta sexta-feira. A equipe comandada por Jay Triano receberá a visita do Miami Heat. Já o Houston Rockets (39v-22d) terá uma partida decisiva contra o Utah Jazz na noite desta quarta-feira. O jogo será disputado Energy Solutions Arena, em Salt Lake City.
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