Publicado por Assessorias de Imprensa
A primeira edição do Novo Basquete Brasil (NBB) confirmou o que a Liga Nacional de Basquete (LNB) acreditava ao idealizar a competição: com um torneio organizado e de qualidade o interesse do público cresceu. Na reta final da disputa pelo título, os três jogos entre Universo/BRB/Financeira Brasília e Flamengo registraram média de 12.139 torcedores nos ginásios Nilson Nelson, do Distrito Federal e HSBC Arena, no Rio de Janeiro. No Campeonato Brasileiro de Futebol, segundo estatística divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a média até agora tem sido de 14.982 torcedores.
“Encaramos isto como algo natural pois comprova o que sempre acreditamos: o basquete está enraizado no espírito brasileiro, o público conhece basquete e reconhece um bom espetáculo”, diz o presidente da LNB, Kouros Monadjemi. “Desde o início tivemos a preocupação de contar com equipes equilibradas e não houve jogos fáceis na competição. Mesmo nas semifinais e final tem sido assim”, destaca.
Os números de público do basquete chamam atenção não apenas pelos valores absolutos, mas por sua característica. A torcida que vai ao ginásio é espontânea, ou seja, não ganha ingressos para acompanhar os jogos. “Não fizemos um esforço concentrado para levar este público ao ginásio, além de escolher boas datas, buscar espaços adequados e garantir uma boa competição”, completa o dirigente.
Na temporada, a LNB e os clubes trabalharam para cativar os torcedores com jogos de qualidade e atrações extra-quadra como shows, sorteios e concursos. A resposta da torcida foi imediata na fase classificatória: os jogos tiveram média de 2 mil torcedores por partida. Nas quartas-de-final, este número subiu para 3 mil pessoas e, nas semifinais, para 3.500.
No quarto e, se necessário, quinto jogos da fase final, Kouros acredita que a progressão do público será mantida. “As duas equipes da final foram as melhores do campeonato e a torcida sabe que assistirá a bons jogos”, lembra.
Na abertura da série melhor-de-cinco, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, 12 mil pessoas assitiram à vitória do Flamengo sobre o Universo. No final de semana seguinte, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, o primeiro jogo teve 11 mil torcedores na arquibancada, número que subiu para 13.417 pessoas no domingo.
“Esta torcida é maravilhosa”, destaca o ala/armador Marcelinho, lembrando a importância do público para a emoção dos jogos. “Ela empurra o time nos momentos de necessidade”, completa o cestinha da competição que passa vários minutos, após os jogos, dando autógrafos e fazendo fotos com torcedores.
E quem quiser acompanhar o quarto jogo da final pode comprar os ingressos a partir desta quinta-feira. A partida entre Universo e Flamengo será disputada neste domingo, às 12 horas, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF). Os ingressos estarão à venda na bilheteria 2 do ginásio, de quinta-feira a sábado, das 10 às 17 horas, e no domingo, das 8 às 12 horas.
Preços:
Arquibancada: Inteira R$ 20,00 e meia R$ 10,00
Cadeira Inferior: Inteira R$ 40,00 e meia R$ 20,00
Cadeira Especial: Inteira R$ 80,00 e meia R$ 40,00
Playoff final
Jogo 1 – Universo/BRB/Financeira Brasília 74 x 81 Flamengo
Jogo 2 – Flamengo 71 x 81 Universo/BRB/Financeira Brasília
Jogo 3 – Flamengo 99 x 78 Universo/BRB/Financeira Brasília
Mais informações no site oficial do campeonato: www.lnb.com.br
(LOCAL DA COMUNICAÇÃO)
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Comentário por marcel.qpereira — junho 18, 2009 @ 9:49 am
12 mil pessoas por jogo …
Convenhamos, só a torcida do Flamengo é capaz de fazer isso no Brasil.
E há quem acredite que o melhor para o basquete brasileiro seria a ausência de clubes de futebol nos torneios … ridículo!
Seria interessante, como reflexão, lembrar quantas pessoas por jogo a equipe do Telemar/Rio de Janeiro conseguia arrastar há quatro anos atrás.
Talvez se somar o público de todos os jogos desta equipe no biênio 2005-2006 não chegue sequer a 12 mil.
O problema com a torcida de futebol é lidar com as organizadas. Mas se a NBB quiser crescer e verdadeiramente resgatar o basquete brasileiro, vai ter que encarar este problema.
Eu estive na HSBC Arena no último domingo … tirando um problema de logística na chegada e saída dos carros ao estacionamento (facilmente corrigível) tudo muito organizado.
Agora, eu tenho certeza absoluta que ali, como está hoje, não comporta um Flamengo e Vasco, por exemplo … impossível!
Só se houvesse alguma forma de “domar” as torcidas organizadas … ou elas transformariam aquilo ali num inferno.
A propósito,´chama a atenção como o público que vai ver basquete é completamente diferenciado do público que vai ver futebol .. a porcentagem de presença familiar é infinitamente maior que nos estádios.
Mas as organizadas estão lá … são proporcionalmente minoria, mas estão.