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Técnico da Seleção Brasileira feminina de basquete e dono de três títulos do Nacional feminino, Paulo Bassul inicia a principal competição de clubes do País sem lugar no banco de nenhuma das equipes. O treinador deixou Ourinhos após a perda do Campeonato Paulista.
“Tenho minhas obrigações como técnico da Seleção, mas acredito que, para um treinador, a vivência diária no clube é importante”, lamentou Bassul, dispensado pela equipe do interior.
Ele tem excelente histórico no Nacional. Foi finalista em cinco das seis edições em que esteve à frente de um time.
Na Seleção, entretanto, Bassul enfrentou problemas. No Pré-Olímpico Mundial, em Madri, o Brasil conquistou, no sufoco, a última vaga para a Olimpíada, na qual amargou o penúltimo lugar.
A 11ª edição do Nacional feminino de basquete começa nesta terça-feira, com a participação de nove equipes, representando quatro estados. Do estado do Rio de Janeiro, o único representante será a Mangueira, que pela primeira vez montou um time adulto.
Fluminense, Botafogo e Teresópolis, que participaram do último campeonato, ficaram de fora este ano.
Os outros times são Catanduva (SP), Ourinhos (SP), Santo André (SP), São Bernardo (SP), São Caetano (SP), Americana (SP), Sport Recife (PE) e ADIEE Florianópolis (SC). A Mangueira estréia às 18h (de Brasília), contra o ADIEE, em casa, na quadra da Vila Olímpica.
(JB Online/Terra)
Equipe BasketBrasil
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