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Da convocação inicial para o Pré-Olímpico, Moncho Monsalve perdeu três homens de garrafão: Anderson Varejão, Nenê e Paulão. Em vez de se lamentar, o técnico foi ao outro extremo: citou 14 pivôs brasileiros que considera de alto nível e afirmou que não há, em todo o planeta, um país com mais nomes de talento para jogar embaixo da cesta.
“Aqui temos muito talento. O Brasil é o melhor país do mundo em pivôs”, elogia Moncho.
O técnico citou os convocados do Pré-Olímpico (Tiago Splitter, Baby, JP Batista, Murilo e Ricardo Probst), os do Sul-Americano do Chile (Hatila Passos, Cipolini, Caio Torres e Coloneze) e os ausentes Nenê, Varejão, Paulão e Rafael Hettsheimeir. Ao fim, abriu um capítulo especial para o ala-pivô Guilherme Teichmann, que quase migrou para a seleção principal, mas acabou sendo preterido pelo armador Fúlvio.
“A escolha entre Fúlvio e Teichmann me rendeu uma noite muito difícil”, conta o treinador.
Após as folgas de sábado e domingo, Moncho dispensou Shilton e Felipe, que tinham sido cortados do grupo do Sul-Americano, mas vinham treinando com a equipe principal. Agora, o elenco tem apenas os 12 que viajarão a Atenas.
Em caso de lesão, eventuais peças de reposição devem sair do grupo que está disputando o torneio continental no Chile.
(Rodrigo Alves, do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro)
Equipe BasketBrasil
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