Desfalcado Denver contrata pivô na falta de Nenê e perde para o Lakers em Los Angeles

Publicado em: Conferência Oeste

30/11/2007 | 7:41

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Com o ala-pivô brasileiro Nenê e o pivô reserva Steven Hunter fora de combate pelo menos até o final de dezembro, recuperando-se de lesões no polegar esquerdo e no joelho respectivamente, e a recente contusão no osso do joelho que está fazendo o ala-pivô Kenyon Martin atuar no sacrifício, o Denver Nuggets foi obrigado a dispensar o armador Mike Wilks e contratar uma peça de reposição para o garrafão, o pivô de 29 anos Jelani McCoy, que estava defendendo o Los Angeles D-Fenders na liga de desenvolvimento da NBA. O tapa-buraco estreou logo na partida contra o Los Angeles Lakers na noite de quinta-feira, quando o Nuggets sofreu sua terceira derrota consecutiva após uma série de sete vitórias em oito jogos, apanhou por 127 a 99 (55 a 57 no intervalo) no Staples Center de LA.

O cestinha Kobe Bryant marcou 24 pontos, sete assistências e seis rebotes em três quartos de jogo e pôde descansar no banco no último período, já que seu reserva direto, o ala-armador esloveno Sasha Vujacic, decidiu a fatura fazendo 19 de seus 22 pontos (recorde da carreira) nos 12 minutos finais. No lado do Denver, o ala da seleção americana Carmelo Anthony anotou 23 pontos, quatro rebotes e dois roubos de bola, e o armador-astro Allen Iverson adicionou 21 pontos mais seis passes para cesta.

A vitória do Lakers (9V-6D) sobre o Denver (9V-7D) com uma atuação marcante do banco de reservas angelino foi um presente a mais para o técnico Phil Jackson, que horas antes da partida assinou uma extensão contratual de dois anos no valor de aproximadamente US$ 24 milhões para permanecer no comando do clube californiano até p final da temporada 2009-10. Ao anunciar o acordo, o treinador mais vitorioso e mais bem pago da NBA, dono de nove títulos e de um contrato atual de US$ 30 milhões por três anos assinado em junho de 2005, não deu uma resposta direta quando questionado se este seria seu último contrato antes da aposentadoria, afinal já está sentindo o peso da idade (62 anos) e das duas cirurgias no quadril sofridas no ano passado.

"Eu estava na casa dos 50 anos na era passada (sua primeira passagem pelo Lakers, de 1999 a 2004, período no qual sagrou-se tricampeão de 2000 a 2002 comandando a dupla Kobe/Shaquille O´Neal, após conquistar seis títulos na década de 90 no comando do Chicago Bulls de Michael Jordan), estou com mais de 60 nesta era, e talvez possa chegar aos 70 anos trabalhando como treinador, mas não acho realmente que isso vá acontecer. Quer dizer, estou perdendo um degrau a cada dia que passa, mentalmente e fisicamente. Estar no meio de todos esses garotos não é uma tarefa fácil, mal consigo falar a linguagem deles, mas estou tentando. Mas não, não estou dizendo que é meu último contrato, ainda não sei", disse o Big Phil numa entrevista antes do jogo.

 


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