Publicado por Rubens Borges
Apesar de parecerem iguais, os contratos de Chris Paul, do New Orleans Hornets, e Deron Williams, do Utah Jazz, são diferentes. Os dois optaram por um contrato de três anos, com uma opção para um quarto ano, recebendo o máximo possível sob as regras da NBA. A grande diferença são os incentivos, maiores no contrato de Paul.
Paul tem um bônus de 15% se for trocado, coisa que não acontece no contrato de Williams.
Outras maneiras de “adocicar” a assinatura de um contrato são os bônus por assinatura. O jogador pode receber até 20% do valor total do contrato no momento da assinatura e receber menos ao longo dos anos.
Paul pode receber até US$ 10 milhões “no ato”. O valor do contrato seria o mesmo do de Williams, mas na hora de assinar a extensão, Paul pode receber mais.
O jogador pode receber 70% de seu salário anual em um cheque, no começo da temporada. Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers, é o único jogador da NBA, hoje em dia, com esse tipo de cláusula. O ala já recebeu US$ 75 milhões de Jerry Buss, dono do Lakers.
Essas são algumas das maneiras que equipes da NBA podem convencer seus atletas, com contratos mais atraentes. Rumores indicam que a extensão do ala Lebron James, do Cleveland Cavaliers de Anderson Varejão, é o contrato com todas as cláusulas possíveis permitidas pela NBA.
Rubens Borges
Está no BasketBrasil desde 2007 e escreve sobre NBA.
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