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	<title>BasketBrasil &#187; CAPA</title>
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	<description>O melhor site de basquete do país!</description>
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		<title>Varejão fala do Cavs sem LeBron e da rivalidade Brasil x Argentina, para Oberto é preciso sacrifício</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando solicitado para comparar a rivalidade entre Brasil e Argentina, que se enfrentam nesta terça-feira às 15h (de Brasília) valendo vaga nas quartas-de-final do Mundial da Turquia, o ala-pivô brasuca do Cleveland Cavaliers Anderson Varejão só pôde pensar na rivalidade entre Los Angeles Lakers e Boston Celtics em termos de NBA. O descanso de quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando solicitado para comparar a rivalidade entre Brasil e Argentina, que se enfrentam nesta terça-feira às 15h (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>) valendo vaga nas quartas-de-final do Mundial da Turquia, o ala-pivô brasuca do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> só pôde pensar na rivalidade entre <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Los Angeles Lakers</a> e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/celtics" >Boston Celtics</a> em termos de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>. O descanso de quatro dias foi útil para recuperar o tornozelo machucado de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, mas também para os hermanos poderem contar com o retorno do veterano pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/wizards" >Washington Wizards</a> Fabricio Oberto, derrubado na semana passada por uma gastroenterite. Segundo Oberto, para vencer a Seleção Brasileira seu time precisa fazer sacrifício e ter cabeça dura.<span id="more-67705"></span></p>
<p>Para <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, só a rivalidade entre <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Lakers</a> e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/celtics" >Celtics</a> talvez pudesse ser comparada ao clima de um Brasil x Argentina. A rivalidade do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cavaliers</a> com o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/celtics" >Celtics</a> ou com o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/magic" >Orlando Magic</a> nem foi sugerida, embora Anderson jogue pelo Cleveland. E agora o Cavs não está à altura de ter grandes rivais depois que o astro LeBron James abandonou o time e se mandou para o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/heat" >Miami Heat</a> aproveitando o passe livre.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> está muito ocupado agora tentando ajudar o Brasil a manter o sonho de ganhar uma medalha no Mundial, precisando passar primeiro pela Argentina no jogaço de amanhã no ginásio Sinan Erdem Dome. Mas daqui a três semanas o ala-pivô se reapresentará nos EUA para encontrar uma pré-temporada muito diferente no <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cavaliers</a>. Ele que jogou as últimas seis temporadas em Cleveland ao lado de LeBron agora é o jogador mais antigo do elenco depois das partidas de James e do pivô lituano Zydrunas Ilgauskas, que também assinou com o Miami. Anderson e o ala-armador Daniel Gibson são os únicos remanescentes da equipe do Cavs que em 2007 avançou às finais da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> e parecia estar perto de conquistar com LeBron seu primeiro título na história.</p>
<p>“Nós perdemos um grande jogador, um dos melhores jogadores do mundo. Mas sabemos que não podemos ficar pensando nisso&#8230; Temos que pensar em quem está lá agora e tentar fazer um bom trabalho nesta próxima temporada”, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>.</p>
<p>Porém Anderson admite que vai ser um ano diferente. Não haverá mais ginásios lotados onde quer que o Cleveland jogue, ele não sabe que tipo de atmosfera espera encontrar na Quicken Loans Arena.</p>
<p>“Ainda não tenho certeza. Nós não sabemos como os fãs vão encarar (a saída de James). Eu sei que eles estão muito zangados agora. Vamos ver quando a temporada começar”, afirmou o jogador capixaba.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> tentou ser diplomático quando questionado se os torcedores estavam certos em ficar furiosos com James, que deixou Cleveland anunciando suas intenções de juntar-se ao <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/heat" >Heat</a> em um programa especial de TV chamado “A Decisão” e foi duramente criticado como um traidor pelo dono do Cavs, Dan Gilbert. Anderson teve um ótimo relacionamente com LeBron, mas também é leal à cidade onde vem jogando durante toda sua carreira na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>.</p>
<p>“Eu não sei se é justo ou não (sentirem raiva). LeBron fez muito por aquela cidade e, é claro, quando você perde um LeBron todo mundo vai sentir isso. Mas é o que é. Eu não sou o cara que vai dizer se é justo ou não ficar zangado com LeBron. Ele foi uma grande parte desse time. Eu não estou desapontado com ele. A decisão é dele. Ele escolheu ir para Miami. É a carreira dele e ele sabe o que é melhor para ele&#8230; O que ele acha que é melhor para ele, eu simplesmente desejo boa sorte para ele”, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, que não tem conversado com James depois da ida do astro para o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/heat" >Miami Heat</a>, mas tem falado com o gigante lituano Ilgauskas, que era o melhor amigo do brasileiro no <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cavaliers</a>.</p>
<p>“Eu só torço para que Z possa ter uma boa temporada, e nós vamos ter uma boa temporada”, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>.</p>
<p>Isso pode ser difícil. A contratação mais relevante do Cleveland neste verão foi o armador Ramon Sessions, que tem uma média de 10 pontos por jogo na carreira, quase um terço da média que James anotou em suas sete temporadas no Cavs. Agora, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> está mais preocupado com o Brasil no Mundial. Ele ficou fora dos três primeiros jogos do torneio devido a uma lesão no tornozelo direito, desfalcando a Seleção inclusive na derrota diante dos Estados Unidos por 70 a 68 na segunda-feira passada, mas voltou à quadra nas duas últimas partidas, contra Eslovênia e Croácia.  </p>
<p>“Ainda não estou 100%. Mas estou me sentindo muito bem”, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, que teve médias de 3 pontos e 8 rebotes em 23,5 minutos por jogo desde seu retorno da lesão sofrida no amistoso do dia 18 de agosto contra a Espanha.</p>
<p>O ala-pivô que pegou 12 rebotes na quinta-feira contra os croatas ficou satisfeito por ter quatro dias livres para tratamento antes do grande jogo contra a rival histórica Argentina. Adicionando mais emoção, o técnico do Brasil Rubén Magnano é argentino e comandou a seleção platina rumo à medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-2004.</p>
<p>“Antes de começarmos o jogo (contra a Croácia quinta-feira), ele estava assistindo ao jogo Sérvia x Argentina (na televisão). Foi meio estranho porque ele estava torcendo pela Argentina”, disse o ala-armador brasileiro do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa. </p>
<p>Mas Magnano estará solidamente apoiando o Brasil nesta terça-feira. “Agora que estou no Brasil, as coisas mudaram. Alguns meses atrás, eu não poderia imaginar que poderia jogar contra a Argentina neste torneio&#8230; Tenho tantos contatos próximos com as pessoas e com os tempos gloriosos”, lembrou Rubén, que assumiu o comando da Seleção Brasileira em janeiro. </p>
<p>Sem dúvida será um combate entre pesos pesados. As seleções de futebol dos dois maiores países sul-americanos combinam sete títulos nas últimas 14 Copas do Mundo, mas a rivalidade se estendeu para outros esportes e muitos aspectos da vida cotidiana.</p>
<p>“É uma grande disputa não importa o que seja. É uma grande rivalidade. Não importa o que você vai jogar, vai ser uma rivalidade”, concluiu <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>. </p>
<p>“Talvez como <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Lakers</a> x <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/celtics" >Celtics</a>. Definitivamente não mais como <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cavaliers</a> x <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/magic" >Magic</a> ou <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cavaliers</a> x Celtics”, escreveu o cronista Chris Tomasson no final de sua matéria no Fan House.</p>
<p>Fabricio Oberto, pivô da seleção argentina e do Washington, considerou o duelo de oitavas-de-final contra o Brasil como “um dos mais equilibrados que recordo nos Mundiais passados” e comentou em entrevista à agência de notícias EFE que para passar de fase é necessário “ter os pés no chão, colocar sacrifício e ter cabeça dura”.  </p>
<p>“Não vai ser uma tarefa fácil a partida contra o Brasil. Nenhum choque de oitavas-de-final de um Mundial é fácil, pelas lembranças que tenho de Mundiais anteriores, mas este é um dos mais equilibrados que há”, disse Oberto.</p>
<p>O pivô esteve ausente da equipe por causa de uma virose intestinal que o deixou fora de combate.</p>
<p>“Estou me recuperando dia a dia e aproveitando estes dias de descanso que vieram muito bem para mim. Vou tratar de voltar à quadra e dar tudo, o que faço sempre. É preciso ter os pés no chão, jogar, dar muito sacrifício para passar das oitavas e estar com a cabeça forte. Isso é o que posso trazer à equipe”, indicou. </p>
<p>Argentina x Brasil é sobretudo um clássico que traz um pouco mais de calor a uma partida mais do que interessante.</p>
<p>“Que o Brasil seja nosso rival dá um pontinho mais ao choque. Aqui já não importam os talentos e se trata de um clássico que tem outros fatores: a luta, a honra, querer ganhar. Tens todo um país por trás, seja pelo futebol, por toda a história ou o que for. Tem muita cor esta partida”, destacou Oberto.   </p>
<p>A Argentina parece que vai crescendo em seu jogo conforme avança o campeonato, o que sempre é um bom sinal para eles.</p>
<p>“Sempre nos vemos com gana de chegar o mais alto possível. É a ambição que teve este grupo nos últimos anos e torneios, e por mais que os anos passem todos temos essa fome por dentro. Mas enfrentamos uma equipe renovada que também tem muita fome e um grande treinador (o argentino Magnano). Será um grande teste para este grupo. Vamos passo a passo, como em todos os torneios vamos de menos a mais, e creio que esta é uma excelente prova para levantar nosso nível de jogo e já seguir subindo”, assegurou o jogador. </p>
<p>A curiosidade da primeira fase é que a melhor atuação da Argentina foi contra a Sérvia, justamente a única derrota dos hermanos na última rodada do grupo.</p>
<p>“Na primeira fase tivemos bastantes altos e baixos em nosso jogo. Contra a Sérvia tivemos um jogo compacto, apesar da derrota, e isso temos que manter. É um dado anedótico, mas é um bem para a equipe”, finalizou Oberto.</p>
<p>Em entrevista ao jornal argentino Olé, Magnano reconhece a dualidade do jogo de amanhã e conta que sua família está com o coração dividido. Da boca dele ontem só saíram três palavras em português durante a meia hora de conversa com a imprensa após o treino do Brasil: basquete, você e terça-feira. “Não falo mais até o dia da partida”, avisou.<br />
 <br />
“Gostaria que o cruzamento fosse outro. O tema é que não se pode escolher. O esporte te leva a situações curiosas”, repetiu o argentino Magnano sobre o desafio de enfrentar seu país.</p>
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		<title>Observadores da NBA estão de olho no Mundial e site americano cita três brasileiros, Scola elogia Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 18:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os principais olheiros da NBA e dos grandes clubes da Europa já estão em Istambul para acompanhar o mata-mata do Campeonato Mundial masculino de basquete e o duelo das oitavas-de-final que tem mais jogadores no radar é Brasil x Argentina. Um artigo assinado por Alex Raskin no site americano Hoopsworld intitulado “The Must Sign Guys” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais olheiros da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> e dos grandes clubes da Europa já estão em Istambul para acompanhar o mata-mata do Campeonato Mundial masculino de basquete e o duelo das oitavas-de-final que tem mais jogadores no radar é Brasil x Argentina. Um artigo assinado por Alex Raskin no site americano Hoopsworld intitulado “The Must Sign Guys” (os caras que precisam ser contratados) elogia o armador argentino Pablo Prigioni e três brasileiros: o armador Marcelinho Huertas, o ala Marquinhos e até o jovem armador reserva Raulzinho. Já o ala-pivô argentino do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Houston Rockets</a> Luis Scola, cestinha do Mundial, elogiou a Seleção antes do grande clássico sul-americano de terça-feira: “O Brasil está jogando bem e tem talento”.<span id="more-67557"></span></p>
<p>Raskin escreve o seguinte em seu artigo: “Os americanos agem chocados quando jogadores decentes de basquete se desenvolvem fora dos 50 estados (EUA). E ainda, toda vez que um torneio internacional ocorre, uma mão cheia de jogadores consegue se provar valiosos para as pessoas deste lado do Atlântico. Alguns dos seguintes jogadores já foram draftados por times da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>, enquanto outros simplesmente torcem para assinar seu primeiro contrato americano. De qualquer forma, estes 17 homens têm ajudado sua candidatura à <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> brilhando no Campeonato Mundial da Fiba”, postou na introdução, abaixo vêm os comentários dele sobre brasileiros e o argentino.</p>
<p>Armadores: Ricky Rubio (Espanha), Raul Neto e Marcelo Huertas (Brasil), Pablo Prigioni (Argentina), Vassilis Spanoulis (Grécia) e Kirk Penney (Nova Zelândia).</p>
<p>Raul Neto – Neto jogou oito minutos no torneio até agora, mas o armador de 18 anos está rumo à <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> apesar disso. Ele teve médias de 15,4 pontos e 5,2 assistências por jogo na Copa América sub-18, mas sofreu na final contra o recruta de Duke Kyle Irving. Ele (Raulzinho) tem o atleticismo e criatividade para fazer jogadas de encher os olhos. Neto ainda tem de provar que pode fazer a jogada inteligente.  </p>
<p>Marcelo Huertas – O armador brasileiro, que joga profissionalmente na Espanha, teve uma performance de abrir os olhos no jogo contra a Eslovênia. Huertas deu 10 assistências, só desperdiçou uma posse de bola e marcou oito pontos em 32 minutos de ação. Huertas não tem o potencial elétrico de Neto, mas é um armador de mãos seguras que pode dirigir um ataque. Sua defesa é a principal razão de ele não jogar na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>.</p>
<p>Pablo Prigioni – A América do Sul e a Europa estão muito familiarizadas com o criador de jogadas de 33 anos. Com certeza, se ele fosse entrar em um elenco da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>, já teria feito isso agora. Ainda assim, se algum time da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> sofrer de uma grande lesão de seu armador, quem melhor para preencher o papel que o ex-MVP da Copa Espanhola? Prigioni ainda não jogou em seu padrão usual (ele está com média de apenas 5,75 assistências por jogo no torneio), mas ainda joga uma sólida defesa e continua sendo um dos melhores passadores do mundo. Arvydas Sabonis tinha mais de 30 anos quando fez sua estréia na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>, então por que Prigioni não pode fazer o mesmo? O assunto pode estar mudo. Ele está contratado para jogar pelo Real Madrid e provavelmente não vai trocar um papel de estrela nesse time por um trabalho de reserva na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>.</p>
<p>Entre os alas, o nome do lateral do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pinheiros" >Pinheiros</a> Marquinhos é o primeiro citado por Raskin, depois aparecem Victor Claver (Espanha), Bostjan Nachbar (Eslovênia), Mickael Gélabale (França), Sergey Monya (Rússia) e Zaid Abbaas (Jordânia).</p>
<p>Marcus Vinícius (Brasil) – Um ex-ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/hornets" >New Orleans Hornets</a>, Vinícius acertou quatro em cinco bolas de três para terminar com 16 pontos numa derrota por dois tentos para os Estados Unidos. Ele jogava ultimamente pelo Sutor Basket Montegranaro da Liga A Italiana, mas tem experiência de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> e NBDL. Com 2,07m, ele joga como um Tayshaun Prince dos pobres, e pode ser uma bela adição para um time da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> se melhorar sua defesa e rebotes.</p>
<p>Na sua lista de pivôs observados, Raskin cita Fran Vázquez (Espanha), Jan Jagla (Alemanha), Sasha Kaun (Rússia), Ante Tomic (Croácia) e Mamadou Lamizana (Costa do Marfim).</p>
<p>Mas os elogios que devem interessar mais aos brasileiros no momento são os do ala-pivô argentino do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Houston Rockets</a> Luis Scola, ele comentou à agência EFE que o Brasil, seu rival da próxima terça nas oitavas de final do Mundial da Turquia, joga um bom basquete e tem talento.</p>
<p>“O Brasil está jogando muito bem o basquete, tem talento, nos conhecemos muito, porque estamos todos os anos enfrentando muitos jogadores na Europa e depois na seleção, nos conhecemos especialmente bem”, disse Scola.</p>
<p>O argentino Rubén Magnano é o treinador do Brasil, uma circunstância à qual o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Rockets</a> não deu maior transcendência.</p>
<p>“Não é uma vantagem para o rival que Rubén seja o treinador do Brasil. Ele nos conhece perfeitamente, mas nós também conhecemos o time deles. Não é preciso que nosso técnico tenha sido treinador deles para conhecê-los. Hoje em dia conhecer os rivais é uma obrigação”, explicou Luis.</p>
<p>Scola considerou que o balanço da seleção argentina na primeira fase foi positivo.</p>
<p>“Creio que fomos bem, ganhando quatro partidas e perdendo uma. Curiosamente, a partida que melhor jogamos foi a que perdemos (contra a Sérvia), e algumas que não jogamos tão bem ganhamos. Isto quer dizer que a igualdade entre as equipes é total. Angola ganhou da Alemanha, a França bateu a Espanha. No final você tem que alegrar-se com as vitórias e tratar de aprender com os erros das derrotas. Tem que respeitar todos os adversários. Agora mais do que nunca, não há argumentos para rebater a idéia de que o Mundial está muito aberto e há uma grande igualdade entre todas as seleções”, disse o jogador argentino.</p>
<p>O ala-pivô argentino voltará a medir forças com um grande amigo, o pivô brasileiro do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Tiago Splitter.</p>
<p>“Espero que ele não esteja muito inspirado, porque é um grande jogador. Ele se entende especialmente bem com Marcelinho Huertas e sua conexão seguramente nos criará muitos problemas. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> creio que todavia está buscando um lugar na Seleção Brasileira em que se encontre cômodo e quando o encontrar será muito perigoso”, observou Scola. </p>
<p>O maior pontuador da seleção argentina, tanto histórico como neste Mundial turco, preferiu não concentrar-se neste aspecto de sua média de pontos (29 por jogo).</p>
<p>“De alguma maneira esta circunstância é algo ruim para a equipe. Eu gostaria que a pontuação estivesse mais repartida entre todos, porque assim teríamos mais possibilidades de vitória, mas tampouco posso renegar a chance de fazer uma boa partida pessoal”, explicou Scola à EFE, descartando que o Brasil faça alguma marcação especial sobre ele.</p>
<p>“Se o Brasil se centrar em mim é o melhor que poderia nos acontecer, porque se abririam muitas outras opções e a Argentina tem muitos outros jogadores que podem pontuar com facilidade. O Brasil joga um bom basquete e será um grande rival”, afirmou.</p>
<p>Sobre se o jogo será um duelo tático, técnico ou passional com o Brasil, Scola disse: “O coração sempre influi, mas não será o mais importante. O vital será jogar em conjunto e tratar de cometer o menor número possível de erros. Espero que a Argentina ganhe, digo isso com o coração”, finalizou Scola.</p>
<p>A Seleção Brasileira adulta masculina, patrocinada pela Eletrobras, treinou neste sábado (4) na Arena Abdi Ipeckiv, em preparação para as oitavas de final do Mundial da Turquia. O time brasileiro enfrenta a Argentina (2º do grupo A), na terça-feira (dia 7). Na última rodada da fase de classificação, a equipe nacional ficou em terceiro lugar do grupo, atrás dos americanos e eslovenos. O pivô Murilo Becker analisa a participação do Brasil até agora na Competição.</p>
<p>&#8220;Terminamos a primeira fase com uma vitória que nos dará moral para o primeiro confronto nas oitavas. No grupo ficamos em terceiro, mas acredito que tínhamos grandes chances de ter ficado com a primeira colocação. Estamos melhorando a cada partida e é nisso que precisamos focar agora. Nosso próximo compromisso é contra a Argentina. Faremos o máximo para trazer essa grande conquista para o Brasil&#8221;, disse o pivô gaúcho.</p>
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		<title>Fãs do Spurs estão atentos ao duelo Splitter x Scola, Brasil x Argentina tem outras grandes atrações</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 16:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O site ProjectSpurs.com antecipa que os fãs do San Antonio Spurs estão ansiosos para ver como o pivô brasileiro Tiago Splitter vai se comportar no duelo decisivo contra o cestinha argentino do Houston Rockets Luis Scola no jogaço que fecha as oitavas-de-final do Mundial da Turquia na terça-feira às 15h, o melhor programa do feriado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site ProjectSpurs.com antecipa que os fãs do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> estão ansiosos para ver como o pivô brasileiro Tiago Splitter vai se comportar no duelo decisivo contra o cestinha argentino do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Houston Rockets</a> Luis Scola no jogaço que fecha as oitavas-de-final do Mundial da Turquia na terça-feira às 15h, o melhor programa do feriado da Independência no 7 de setembro. Este Brasil x Argentina tem outros duelos muito interessantes: entre os armadores líderes em assistências do Mundial Marcelinho Huertas (Caja Laboral) e Pablo Prigioni (Real Madrid) que se conhecem muito bem da Liga Espanhola, entre os pontuadores do perímetro nível <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> (<a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a>) e Carlos Delfino (Milwaukee), que deve receber uma marcação pressionada de Alex Garcia, o embate dos veteranos arremessadores reservas Marcelinho Machado e Leo Gutiérrez, a dúvida sobre a recuperação dos reboteiros <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> e Fabricio Oberto, mas fundamentalmente o reencontro do técnico argentino Rubén Magnano vestindo as cores do Brasil contra a seleção que ele treinou na conquista do ouro olímpico em Atenas-2004 e da prata no Mundial de 2002, última vez que os arquirrivais sul-americanos se encontraram em Mundiais e deu Argentina.<span id="more-67484"></span></p>
<p>“Grandes torneios, como Campeonatos Mundiais e Olimpíadas, podem ser muito cruéis às vezes”, disse Magnano.</p>
<p>O longo descanso na tabela dá ao ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> mais tempo para se recuperar. Ele se destacou pegando 12 rebotes na vitória de ontem sobre a Croácia apenas na sua segunda partida após ficar fora dos três primeiros jogos com uma lesão no tornozelo direito. O Coisa Selvagem terá de liderar o esforço defensivo contra Luis Scola, cestinha do Mundial com médias de 29 pontos e 8 rebotes por jogo. A Argentina também agradece a folga para recuperar o veterano pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/wizards" >Washington Wizards</a> Fabricio Oberto, que sofre de uma gastroenterite que o fez perder cinco quilos.</p>
<p>“Tentar parar o Scola não é fácil, nós sabemos disso. É por uma razão que ele é o maior pontuador do campeonato. Mas acreditamos que podemos fazer isso, que podemos fazer um bom trabalho contra ele”, afirmou <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>. </p>
<p>O site da Liga Espanhola ACB considera também que será um partidaço, descrito nas seguintes palavras:</p>
<p>“Argentina x Brasil: o grande duelo sul-americano, nada menos que nas oitavas-de-final do Mundial 2010. A Argentina parte a priori como favorito por seu recente retrospecto internacional, enquanto o Brasil não conseguiu classificar-se para as oitavas no Mundial 2006 e não se classificou para os Jogos Olímpicos de 2004 e 2008. Mas, apesar de tais referências, este Brasil é um time muito perigoso e inclusive superior a seu rival nos últimos torneios americanos. A Argentina baseia se jogo no tridente mágico, expresso em minutos e rendimento: Prigioni-Delfino-Scola, com o ala-pivô como jogador mais dominante do torneio até o momento. Em troca o Brasil é mais imprevisível, com uma ampla rotação e um eixo formado por Huertas na direção, Barbosa como explosivo pontuador, Splitter e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> como homens fortes na zona pintada. Tudo pode acontecer.”  </p>
<p>“Pegando fogo: * Luis Scola (Argentina). O máximo anotador do Mundial é impactante até o momento com 29 pontos de média e resultando absolutamente imparável. *Marcelinho Huertas (Brasil). É o máximo assistente do torneio com 6,6 passes decisivos por partida e se o Brasil joga bem é porque ele manda e impõe. Grande duelo com Prigioni (segundo em assistências com 6,3 de média)”, completou a ACB. </p>
<p>Já o site Project <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> diz o seguinte: “Argentina vs. Brasil. Oh, as suculentas histórias relacionadas ao <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> neste jogo. Primeiro, vamos falar sobre o cara que é facilmente o MVP (Jogador Mais Valioso) do torneio até agora, e um cara pelo qual os corações dos fãs do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> sempre batem um pouco mais forte de raiva sobre como sua situação foi conduzida: Luis Scola está com médias de 29 pontos e 8 rebotes por jogo no torneio, e tem se mostrado uma força imparável. Fab Oberto raramente tem visto algum tempo na quadra, e os argentinos parecem jogar com uma formação mais baixa geralmente com bons resultados na maior parte do tempo. Entra o homem cuja tarefa será segurar Scola, e deixar os fãs do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> pelo menos um pouco melhores sobre a situação de seus grandalhões sul-americanos: Tiago Splitter. Tiago tem sido o líder do time brasileiro neste verão, sem ser o maior pontuador. Seus pontos, rebotes e defesa têm contribuído grandemente para o sucesso brasileiro, e ajudou a ofuscar algumas coisas ruins feitas por um certo ex-<a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/suns" >Suns</a>. Falando disso, Huertas e Vinícius (Marquinhos) são grandes jogadores para o time, enquanto o aproveitamento de arremessos de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandro Barbosa</a> é horrível. É ruim demais que Barbosa faça tantos arremessos e tire posses de bola de seus companheiros, porque seu time poderia ter uma chance se não fosse o egoísmo dele. Vantagem: Argentina.”</p>
<p>O site do jornal argentino Olé, tradicional provocador do Brasil no campo esportivo, publica um comentário de Julián Mozo sobre os jogadores brasucas um a um, primeira parte, e é respeitoso com a Seleção verde-amarela:</p>
<p>M. Huertas: o substituto de Prigioni no Tau é o melhor do novo. Armador com ordem e lucidez para passar (primeiro em assistências com 6,4) e com penetração (lança voadinhas). Usa pouco o arremesso, mas tem 45% de acerto nos triplos.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>: seu goleador (15,4 pontos) é talvez o jogador mais rápido do mundo no contra-ataque. Letal na quadra aberta, mas controlável no jogo fixo. Usa demasiadamente um pouco confiável arremesso de três (24%).</p>
<p>Alex: ala pequenino, mas super intenso e agressivo que corre bem no contra-ataque (8,6 pontos) e às vezes é perigoso com seu chute pouco ortodoxo (31% de 3).</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>: jogou só duas partidas por causa da lesão no tornozelo. Falta-lhe ritmo (tem só 3 pontos de média), mas soma defesa e agressividade. O guerreiro: ontem 12 rebotes.</p>
<p>T. Splitter: a referência debaixo do aro. Ele que pode marcar a diferença. A nova peça do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> tem médias de 13,4 pontos e 5,2 rebotes. Conhece muito bem Scola e geralmente o controla bem. Poderá?</p>
<p>Marcelinho: o conhecido veterano de 35 anos é um temível arremessador. Traz 56% de aproveitamento de três. Sem espaços, não é um fator. Não passa nem reboteia.</p>
<p>Guilherme: um ala convertido em ala-pivô que arremessa muito bem de fora (40% de 3) e se raspa.</p>
<p>Nezinho: picante armador suplente. Veloz e arremessador.</p>
<p>Marquinhos: um 3 ou 4 que pontua mais que reboteia.</p>
<p>Como tem de haver uma provocação para ser Olé, o jornal argentino também tem seu polvo Paul parodiando o molusco alemão que previa os resultados da Copa do Mundo de futebol e ele puxou a sardinha para o lado dos hermanos apostando numa apertada vitória da Argentina por 74 a 71:</p>
<p>“A Argentina perdeu a invencibilidade, mas não o Polvo do Olé. Lamentavelmente, ele acertou a derrota Argentina contra a Sérvia e agora sim não se pode falhar. É o cruzamento, oitavas-de-final, e em frente estarão Brasil e Magnano. Leia e olha quem passa: Argentina por 74-71. Inexorável, o destino voltou a nos unir. Agora em lados distintos. Rubén Magnano estará com a camisa verde quando do outro lado se cantar o hino argentino. Fará um silêncio respeitoso (ou o cantará?) e algo forte percorrerá seu corpo. Mas quererá ganhar. Como sempre. Com sua exigência, capacidade e broncas habituais dirigirá o Brasil na partida mais importante de seu jovem ciclo. Sabe que, para começar a construir algo grande, precisa de uma vitória grande e qual melhor que terça-feira às 15h, ante a Argentina, sua ex-seleção e número 1 do ranking&#8230; Do outro lado estarão vários de seus ex-soldados. Não tantos (Scola, Delfino, Oberto e Leo), mas todos sentirão algo especial.</p>
<p>Isso mexerá com a cabeça de todos. Um superclássico, com este tempero, gera uma tensão e ansiedade especiais. O que controlar melhor o psicológico começará a partida com uma vantagem. Argentina, que faz dez anos joga este tipo de partidas, pode abrir diferenças. Terá que se ver se o Brasil, nos intangíveis, está à altura do desafio. A verde-amarela deu um passo adiante com Moncho Monsalve e outro com Magnano. “Joga mais europeizado”, admite o técnico Sergio “Oveja” Hernández. Progrediu na defesa, na agressividade, como exige Rubén. Permitem só 70,8 pontos por jogo e os americanos da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> só fizeram 70 neles. No ataque (76,6) recentemente melhoraram ante uma Croácia que lhe deu vantagens.</p>
<p>Em nível individual, Splitter (13,4 pontos e 5,2 rebotes) e Huertas (7 e 6,2 assistências) foram os melhores. Marcelinho continua fino de três (56%), mas não faz outra coisa. Alex e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> são os guerreiros e a intensidade personificada. Anderson jogou só duas partidas (pela lesão no tornozelo)  e não estará no ritmo ideal, mas ele confia chegar a 100% na terça-feira. Em que porcentagem chegar Oberto será outra chave. Fabri perdeu cinco quilos pela gastroenterite. É decisivo porque pode somar dez pontos e, ademais, é quem ajusta muito na defesa com sua inteligência e concentração. </p>
<p>Brasil é uma equipe veloz, que busca correr sempre, inclusive com os grandes (Tiago e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> são rápidos). Isso pode complicar a Argentina. Mas não tem a altura dos europeus, por isso sofreu nos rebotes, algo que iguala a seleção (Argentina). A rotação é de oito jogadores, como a da Argentina. Os potenciais são parecidos. Terá que ver quem ganha o duelo de armadores e dita o ritmo. Se Prigioni o fizer, a batalha estará ganha em 50%. No triangular de Logroño, quando foi vitória argentina por 77 a 73 (sem Splitter), Pablo fez muito mais que Huertas. Também será decisivo o duelo entre Tiago e Scola. Splitter sempre se supera para limitá-lo. Poderá contra o goleador e melhor jogador do Mundial? E poderá Magnano, que tem mais a ganhar que a perder, ir contra a Seleção que forjou? O Polvo diz que não&#8230; </p>
<p>FRENTE A FRENTE<br />
ARGENTINA X BRASIL<br />
Pontos a favor 82,6 x 79,6<br />
Pontos contra 75,8 x 70,8<br />
Rebotes 34,8 x 34<br />
Porcentagem em triplos 34,8% x 37,1%<br />
Assistências 16 x 16<br />
Roubos 8 x 8,2<br />
Bolas perdidas 10,6 x 12,6.</p>
<p>Logo na coletiva depois da vitória sobre os croatas, Magnano deu uma possível resposta à pergunta do Olé reproduzida no site da Fiba:</p>
<p>“Eu acho que o time jogou muito focado como nós tínhamos planejado. Cobrimos todas as áreas para dificultar as coisas para os arremessadores deles. Sofremos nos rebotes ofensivos, mas no geral fizemos um grande trabalho na defesa que nos permitiu jogar bem no ataque. Os maiores torneios, como Mundiais e Olimpíadas, podem ser muito cruéis às vezes. Eu terei de jogar um pouco contra meu país, mas tenho um compromisso esportivo e na minha cabeça o único pensamento é como o Brasil pode competir para passar à próxima fase. Eu simplesmente conheço os jogadores (da Argentina), eles são talentosos demais para eles acreditarem que eu farei uma análise especial deles. Eles têm muita crença em si mesmos. É muito difícil enganar a Argentina. Sem dúvida, vai ser um clássico de nosso continente e quem vencer vai continuar em frente e quem perder estará desejando não ter perdido”.</p>
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		<title>Brasil joga bem e vence a Croácia com Marcelinho cestinha, Magnano pega Argentina nas oitavas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Seleção Brasileira masculina de basquete teve sua melhor produção ofensiva no Mundial da Turquia e acabou com uma incômoda série de derrotas para rivais europeus ao vencer a irregular Croácia por 92 a 74 (48 a 35 no intervalo), garantindo a terceira posição do Grupo B e um descanso importante de quatro dias até o jogo das oitavas-de-final, o clássico sul-americano contra a Argentina, segunda colocada do Grupo A. O ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado foi o cestinha da partida em Istambul marcando 14 de seus 18 pontos no segundo quarto que foi decisivo para a vitória. O ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa foi outro destaque brasileiro com 17 pontos, e o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Alex Garcia mandou bem na defesa e no contra-ataque anotando 15 tentos. Agora o técnico argentino Rubén Magnano vai cruzar mais cedo do que esperava com a seleção de seu país e tem que descobrir um jeito de parar na terça-feira o cestinha da competição, o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Houston Rockets</a> Luis Scola.<span id="more-67411"></span></p>
<p>Se o Brasil teve sua melhor atuação defensiva no duelo contra os Estados Unidos limitando os americanos à menor pontuação de sua história desde que passaram a competir com os profissionais da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>, hoje a equipe teve sua melhor apresentação ofensiva jogando coletivamente com mais uma boa distribuição de jogo do armador campeão da Liga Espanhola Marcelinho Huertas, líder do Mundial em assistências ele fez seis passes para cesta e sete pontos nesta quinta. O ala Guilherme Giovannoni saiu bem do banco com 12 pontos e Marcelinho mostrou sua mão quente como no Fla acertando quatro em cinco bolas de três. Agora a Seleção volta a jogar no feriado da independência em 7 de setembro, e logo contra o maior rival, haja coração! Pelo menos esse descanso será muito útil para recuperar o tornozelo de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, maior reboteiro do jogo com 12 rebotes. A Croácia, liderada por 15 pontos do armador Marko Popovic, vai enfrentar a Sérvia nas oitavas-de-final no sábado.</p>
<p>Magnano escalou nesta quinta-feira sua terceira formação inicial diferente na competição, promovendo o retorno do ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> como titular do garrafão junto com Tiago Splitter, com Marcelinho Huertas, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> e Alex Garcia no perímetro. O Brasil começou bem na defesa e abriu o placar com uma bola de três do armador do Caja Laboral Huertas da zona morta esquerda, depois Alex converteu uma bandeja no contragolpe muito rápido e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> fez 7 a 0 acertando um gancho com assistência de Huertas. A Croácia acordou após alguns erros de marcação dos sul-americanos e foi buscar a virada no placar com uma cesta de três frontal de Bojan Bogdanovic, uma enterrada na infiltração de Andric e outro triplo frontal de Marko Tomas fazendo 9 a 8. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> recolocou o Brasil na frente conectando dois lances livres e uma bandeja na infiltração, depois Alex meteu uma bola de três da lateral esquerda e encestou dois lances livres abrindo 16 a 8, foi um breve momento de desconcentração e a Seleção já recuperou o domínio das ações.</p>
<p>O armador croata Roko Ukic descontou a diferença convertendo uma infiltração, o pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Splitter encestou dois lances livres do outro lado fazendo 18 a 10, mas o Brasil perdeu a chance de abrir dez pontos em dois lances livres desperdiçados por Alex e Kresimir Loncar respondeu acertando um chute de dois. Após dois lances livres encestados por Tiago, Loncar converteu uma bandeja, Splitter abriu 22 a 14 com uma enterrada com assistência de Huertas, Bogdanovic respondeu com uma cesta de três da zona morta esquerda e após dois rebotes no ataque a Croácia fechou a parcial em 22 a 19 com um chute de dois longo convertido por Banic da zona morta esquerda. Apesar de alguns erros, a Seleção Brasileira teve um início de jogo bem melhor que o de ontem.</p>
<p>O Brasil voltou com a mesma intensidade defensiva para o segundo período e não caiu de produção com a entrada dos reservas Marcelinho Machado, Guilherme Giovannoni e Nezinho, nada de repetir o apagão da véspera. Alex foi logo convertendo uma bola de três da lateral esquerda abrindo 25 a 19, mas após Splitter arriscar um desnecessário chute de três Banic fez uma cesta embaixo do aro. Marcelinho sofreu uma falta quando chutava de três e encestou os três lances livres fazendo 28 a 21, Marko Popovic respondeu com uma bola de três desmarcado, mas Marcelinho deu o troco na mesma moeda acertando um triplo da lateral esquerda e o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Guilherme abriu 33 a 24 com uma bandeja após assistência de Huertas, obrigando o técnico croata Josip Vrankovic a pedir tempo, afinal o time europeu não conseguia encaixar seu ataque.</p>
<p>Na volta da parada técnica, Marcelinho foi logo metendo outra bola de três diagonal esquerda, o ala ex-<a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> Zoran Planinic descontou convertendo uma bandeja e um em dois lances livres, mas Marcelinho aumentou a vantagem brasileira para 39 a 27 com uma cesta de três da lateral direita, estava com a mão quente como no último quarto no qual marcou 17 de seus 20 pontos contra a Eslovênia. Guilherme ampliou com uma cesta no contragolpe com um belo giro, Alex deu um tocaço em Bogdanovic mas forçou um chute de três do outro lado, e Marko Tomas descontou a diferença para 41 a 30 com um triplo frontal em falha defensiva de Giovannoni. Após Marcelinho conectar dois lances livres, Andric errou duas cobranças para a Croácia, Guilherme mostrou como se faz acertando dois do outro lado fazendo 45 a 30, mas Popovic respondeu com uma cesta de três diagonal esquerda diminuindo o déficit.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> converteu uma boa infiltração sofrendo a falta e aproveitou o lance livre de bonificação para abrir 48 a 33, e o gigante de 2,17m do Real Madrid Ante Tomic fechou a parcial acertando um chute de dois da lateral do garrafão que deixou a diferença em 13 pontos no intervalo. Marcelinho foi o cestinha do primeiro tempo com 14 pontos e Alex fez 10 contra oito de Bogdanovic, com <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> ajudando bastante no garrafão defensivo com seis rebotes. Não houve aquela grande diferença na tábua verificada em favor dos eslovenos.</p>
<p>O Brasil voltou embalado para a terceira etapa e a Croácia se perdeu completamente em quadra, não conseguia acertar nenhum arremesso. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> começou bem o quarto convertendo uma bela bandeja com assistência de Splitter, o gigante Ante Tomic levou uma técnica por reclamação e saiu eliminado com cinco faltas, daí <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> conectou dois lances livres abrindo 52 a 35. Após Alex encestar um em dois lances livres, Splitter fez uma cesta de tapinha no rebote ofensivo colocando 55 a 35, uma implacável vantagem de 20 pontos com os europeus ficando quase cinco minutos sem pontuar. Depois de Alex levar um toco de Tomas, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> fez uma cesta no contra-ataque com assistência de Huertas, Andric acabou com o jejum croata acertando um em dois lances livres e Ukic acertou um chute de dois pontos descontando a diferença para 57 a 39, mas estava tudo sob controle.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> errou uma bandeja de costas sozinho após passe esperto do pivô do <a href="/tags/sao-jose" >São José</a> Murilo Becker, Alex compensou com uma jogada de três pontos numa bandeja no contragolpe sofrendo a falta e aproveitando o lance livre de bonificação para abrir 60 a 39, Tomas descontou com uma bola de três da lateral esquerda, Huertas conectou dois lances livres e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> ampliou a vantagem para 64 a 42 com uma linda infiltração convertida em bandeja. Depois de Andric converter uma infiltração derrubando Murilo com uma peitada que a arbitragem não considerou falta de ataque, o pivô gaúcho respondeu fazendo 66 a 44 e ampliou com uma bola de três frontal. Após Banic fazer uma cesta na infiltração, Alex encestar um em dois lances livres e Davor Kus duas cobranças da linha de penalidade, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> converteu uma infiltração pelo fundo do garrafão fazendo 72 a 48 e Loncar terminou o período conectando dois lances livres para reduzir o prejuízo para 72 a 50.</p>
<p>O Brasil tratou de administrar a vantagem movimentando os reservas no último quarto, embora tenha deixado cair um pouco o ritmo. Loncar fez uma cesta no garrafão e Magnano pediu tempo cedo porque o time voltou à quadra meio desconcentrado. Bogdanovic diminuiu a diferença para 72 a 54 com dois lances livres certos, mas o pivô pernambucano do Le Mans (FRA) JP Batista respondeu com um bom giro convertendo um chute frontal, Loncar encestou mais dois lances livres, aí o armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub deu uma linda assistência passando a bola pelas costas para JP fazer a cesta embaixo do aro ampliando a vantagem brasuca para 76 a 56. Após dois lances livres encestados por Davor Kus, Murilo mostrou por que foi eleito o melhor jogador do Brasil na campanha do título sul-americano acertando um arremesso frontal de meia distância com auxílio da tabela, em seguida Batista executou outro bom giro para fazer a cesta que abriu 80 a 58 no marcador.</p>
<p>Andric descontou com uma cesta no contra-ataque sofrendo a falta e acertando o lance livre de bonificação, Loncar baixou a diferença para 80 a 63 com um giro convertido em gancho, mas Marcelinho Machado respondeu com sua última bola de três da lateral direita dando um banho de água fria nos croatas. Popovic converteu um chute longo de dois pontos, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pinheiros" >Pinheiros</a> Marquinhos fez 85 a 65 com uma cesta no garrafão, aí Popovic iniciou uma série pessoal de cinco pontos com uma infiltração, um lance livre certo em duas cobranças e um chute frontal reduzindo a diferença para 85 a 70. Depois de Marcelinho conectar um em dois lances livres e Andric encestar dois, Guilherme colocou a cereja no bolo da vitória brasileira acertando duas bolas de três seguidas no minuto final, uma da zona morta esquerda e outra em um tiro frontal abrindo 92 a 72, só restou tempo para Popovic fazer a derradeira cesta de honra no garrafão.</p>
<p>Murilo e JP Batista (convocado de última hora para substituir o lesionado <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nene" >Nenê</a>) entraram bem e mostraram que podiam ter sido utilizados por Magnano contra a Eslovênia, Nezinho fez duas assistências e não comprometeu, Marcelinho foi o cestinha, Giovannoni foi bem, então pode-se dizer que esta foi a melhor partida do banco brasileiro, pena que o jovem armador do <a href="/tags/minas" >Minas</a> Raulzinho mais uma vez não tenha entrado em quadra após fazer uma boa estreia contra o Irã, será que ele foi mesmo à Turquia só para passear e ganhar experiência em treinos? A Croácia jogou mal e ele poderia ter jogado alguns minutos, além de Popovic os únicos destaques foram Kresimir Loncar com 12 pontos e seis rebotes e Andric com 11 tentos. A defesa brasileira soube neutralizar os perigosos chutadores Tomas e Bogdanovic. </p>
<p>Nas estatísticas finais da partida, o Brasil teve ampla vantagem no aproveitamento ofensivo: foram 10 cestas de três em 19 chutes de longa distância (52,6%) contra 7 em 23 da Croácia (30,4%), acerto de 54,7% nas bolas de dois pontos (29/53) contra 40,9% dos vermelhos xadrez (18/44), precisão de 82,8% nos lances livres (24/29) contra 73,9% (17/23). Além disso a Seleção verde-amarela foi muito superior nos rebotes defensivos (32 x 16), nos tocos (5 x 1) e nas assistências (16 x 9), os croatas só foram melhores nos roubos de bola (7 x 3), nos rebotes ofensivos (12 x 7) e desperdiçaram menos posses de bola (7 x 12), mas felizmente o número de erros não forçados dos brasileiros diminuiu. Só Splitter foi meio discreto, tomara que ele tenha guardado seu melhor basquete para encarar Scola. </p>
<p>Nos outros confrontos da chave nesta última rodada da fase de classificação, os Estados Unidos derrotaram a Tunísia por 92 a 57 e a Eslovênia venceu o Irã por 65 a 60. Com oito pontos (três vitórias e duas derrotas), a equipe nacional encerrou a primeira fase em terceiro lugar do grupo, atrás de americanos e eslovenos.</p>
<p>&#8220;Jogar bem é sempre bom. Pensamos o tempo inteiro em ganhar e conseguimos uma vitória importante. Chegamos à fase de mata-mata com confiança e a equipe está de parabéns&#8221;, comentou Marcelinho Machado, cestinha do jogo com 18 pontos.</p>
<p>&#8220;Começamos bem, com uma postura diferente da partida contra a Eslovênia. Apertamos na marcação e minamos as principais armas deles. Agora é pensar na Argentina. Vamos ver o que o mestre Rubén Magnano prepara para vencermos os argentinos e o Scola, um dos pivôs mais decisivos do campeonato&#8221;, disse o armador Marcelinho Huertas.</p>
<p>&#8220;Iniciamos a partida muito concentrados, com uma defesa forte e jogo de transição rápido. É assim que temos que jogar, com uma defesa consistente e usando todos os jogadores no ataque&#8221;, declarou o ala Alex Garcia.</p>
<p>&#8220;Fizemos uma boa partida, mas ainda temos jogo para melhorar. O grupo tá crescendo e vamos para as oitavas confiantes contra a Argentina. Teremos quatro dias importantes para pensar na partida e principalmente, recuperar o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, que jogou bem hoje e é um jogador muito importante para o grupo&#8221;, concluiu <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa, que anotou 17 pontos.</p>
<p>FICHA TÉCNICA</p>
<p>BRASIL (22 + 26 + 24 + 20 = 92)</p>
<p>9. Marcelo Huertas (7pts e 6 assistências), 10. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> (17), 8. Alex (15), 11. Anderson (2 e 12 rebotes) e 15. Tiago Splitter (6). Entraram depois: 12. Guilherme (12), 5. Nezinho (0), 4. Marcelinho Machado (18) , 14. Marquinhos (2), 13. JP Batista (6) e 6. Murilo (7). Técnico: Rubén Magnano.</p>
<p>CROÁCIA (19 + 16 + 15 + 24 = 74)</p>
<p>4. Ukic (4), 9. Tomas (9), 7. Bogdanovic (10), 15. Andric (11) e 11. Tomic (2). Entraram depois: 10. Planinic (3), 13.Banic (4), 5. Kus (4), 6. Popovic (15) e 12. Loncar (12). Técnico: Josip Vrankovic.</p>
<p>TABELA DO GRUPO B</p>
<p>Brasil, Irã, Eslovênia, Tunísia, Croácia e Estados Unidos.</p>
<p>Arena Abdi Ipekci – Istambul – Turquia</p>
<p>— Sábado (28 de agosto)</p>
<p>Tunísia 56 x 80 Eslovênia, Estados Unidos 107 x 78 Croácia e Irã 65 x 81 Brasil</p>
<p>— Domingo (29 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos, Croácia 75 x 54 Irã e Brasil 80 x 65 Tunísia</p>
<p>— Segunda-feira (30 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 91 x 84 Croácia, Tunísia 58 x 71 Irã e Estados Unidos 70 x 68 Brasil</p>
<p>— Terça-feira (31 de agosto)</p>
<p>Folga</p>
<p>— Quarta-feira (1º de setembro)</p>
<p>Croácia 84 x 64 Tunísia, Irã 51 x 88 Estados Unidos e Eslovênia 80 x 77 Brasil</p>
<p>— Quinta-feira (2 de setembro)</p>
<p>Estados Unidos 92 x 57 Tunísia, Eslovênia 65 x 60 Irã e Brasil 92 x 74 Croácia</p>
<p>Classificação: 1º- Estados Unidos, 2º- Eslovênia, 3º- Brasil, 4º- Croácia, 5º- Tunísia, 6º- Irã.</p>
<p>04/09 – SÁBADO<br />
Sérvia (1º A) x Croácia (4º B)<br />
Espanha (2º D) x Grécia (3º C)</p>
<p>05/09 – DOMINGO<br />
Turquia (1º C) x França (4º D)<br />
Eslovênia (2º B) x Austrália (3º A)</p>
<p>06/09 – SEGUNDA-FEIRA<br />
Estados Unidos (1º B) x Angola (4º A)<br />
Russia (2º C) x Nova Zelândia (3º D)</p>
<p>07/09 – TERÇA-FEIRA<br />
Lituânia (1º D) x China (4º C)<br />
Brasil (3º B) x Argentina (2º A).</p>
<p>Confira a tabela completa no link: <a href="http://www.cbb.com.br/competicoes/mundialmasculino2010/tabela.asp" target="_BLANK">Tabela do Mundial Masculino</a></p>
<dd></dd>
<p>OBS: A CBB está enviando fotos do Mundial Masculino, que também estão disponíveis na galeria do site da CBB. <a href="http://www.cbb.com.br/fotos/fotos.asp?evento=375" target="_BLANK">Fotos do Mundial Masculino</a> Crédito: Gaspar Nóbrega/Divulgação CBB.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Magnano elogia toque europeu da dupla Huertas-Splitter no Brasil, é a chave para bater a Croácia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[CAPA]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelinho Huertas]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Ruben Magnano]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Splitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista ao site da Fiba, o técnico argentino Rubén Magnano elogiou a dupla Tiago Splitter/Marcelinho Huertas pela humildade e o toque europeu que eles dão ao basquete da Seleção Brasileira, que precisa superar sua sina de derrotas contra seleções européias em competições oficiais e vencer a Croácia nesta quinta-feira às 15h30min (de Brasília) na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista ao site da Fiba, o técnico argentino Rubén Magnano elogiou a dupla Tiago Splitter/Marcelinho Huertas pela humildade e o toque europeu que eles dão ao basquete da Seleção Brasileira, que precisa superar sua sina de derrotas contra seleções européias em competições oficiais e vencer a Croácia nesta quinta-feira às 15h30min (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>) na última rodada da fase de grupos do Mundial da Turquia para terminar na terceira posição do Grupo B. Com as dez assistências que fez ontem na derrota contra a Eslovênia, Huertas se tornou o melhor passador do Mundial com uma média de 6,8 passes para cesta por jogo, à frente do argentino Pablo Prigioni e do espanhol Ricky Rubio, empatados com 5,8 de média. Já o diretor da seleção norte-americana Jerry Colangelo disse que a dificuldade para bater o Brasil foi em parte pelo cansaço e para as Olimpíadas de Londres-2012 pretende mesclar metade da atual equipe com os astros que foram campeões olímpicos em Pequim-2008, trazendo de volta craques como Kobe Bryant, Dwyane Wade, LeBron James e Chris Paul.<span id="more-67370"></span></p>
<p>Depois de ver o amadurecimento de Huertas e Splitter na conquista do título espanhol de 2010 pelo Caja Laboral Baskonia e também da Copa América em Porto Rico no ano passado pela Seleção, Magnano virou fã da regularidade da dupla.</p>
<p>“A coisa que realmente me impactou sobre eles, além do fato de ter visto Tiago e Marcelinho jogarem pelo Caja Laboral na Espanha, é o grau de humildade que estes jogadores têm para continuarem aprendendo. O grau de humildade que eles têm para ouvir e ver e trazer algo mais para o time, seja tecnicamente ou taticamente. Os dois têm uma capacidade de ler o jogo como poucos e isso ajuda a melhorar o time. Se eu tivesse que definir de alguma maneira, eles trazem o toque europeu para este time nacional”, afirmou Magnano.</p>
<p>O Brasil já tinha demonstrado alguns conceitos europeus de jogo sob o comando do técnico espanhol Moncho Monsalve, antecessor de Magnano no cargo e campeão da Copa América de 2009 em San Juan.</p>
<p>“Eu não tenho dúvida em minha mente de que Moncho fez um trabalho muito bom. Ver o Brasil competindo em Porto Rico e ver essa seleção nacional trabalhando rumo à meta de mostrar o tipo de basquetebol que o Brasil pretende jogar foi bom. Pessoalmente, eu tenho essa ideia de basquete, uma que é tática, com ênfase em defesas fortes. A partir daí eu vi um caminho e nós esperamos poder continuar nessa estrada. Esperamos que cada um de nós possa contribuir para isso”, disse Magnano.</p>
<p>O treinador trabalhou no Pallacanestro Varese na Liga Italiana e no Cajasol na Liga Espanhola antes de voltar à Argentina e revelou que ficou surpreso quando lhe ofereceram o emprego no Brasil.</p>
<p>“A verdade é que fiquei surpreso quando me ofereceram na época o trabalho de guiar o novo projeto da Seleção Brasileira. Os executivos da Confederação Brasileira foram muito convincentes quando expressaram suas ideias sobre este projeto sem falarem em resultados imediatos.  Eles querem ver o basquete brasileiro manter seu nível no tempo. Eles falaram sobre tentar conseguir algo para o Brasil não apenas com a Seleção, mas em toda a estrutura do basquete brasileiro e eu realmente gostei disso. Foi atrativo e até vir para o Brasil me deixou muito orgulhoso. Foi até uma explosão de confiança para mim. Ter aceitado esta oferta é um grande desafio para mim”, completou o técnico.</p>
<p>É fácil ver por que o Brasil escolheu Magnano. Ele guiou a Argentina a uma medalha de prata no Mundial de Indianápolis-2002, nesse campeonato os hermanos se tornaram o primeiro time a derrotar os Estados Unidos com jogadores da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> numa competição oficial. A Argentina perdeu a final na prorrogação contra a ex-Iugoslávia. Magnano também comandou os argentinos na campanha do ouro olímpico em Atenas-2004.</p>
<p>“Aquela Argentina chegou aonde chegou por causa do alto nível de compromisso mostrado pelos jogadores e pela comissão técnica. Todo esse talento e o entendimento dos jogadores de que tinham de descer um passo do pedestal que eles tinham de onde vinham (dos clubes), onde eles eram mega-astros, para estarem a serviço do time. Essa foi a chave para a Argentina ser uma grande equipe até hoje e se manter assim desde 2001”, destacou Rubén.</p>
<p>Magnano não conseguiu ver um jogo sequer da Argentina no Mundial até agora, mas pode cruzar com seu país logo nas oitavas-de-final. A seleção alviceleste, que está sem o astro do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Manu Ginóbili, perdeu o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/sixers" >Philadelphia 76ers</a> Andrés Nocioni por causa de uma lesão às vésperas do torneio. Mesmo assim lidera o Grupo A e tem o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/rockets" >Houston Rockets</a> Luis Scola como cestinha da competição. </p>
<p>“A verdade é que eu não os vi jogar por causa dos treinos e jogos (do Brasil). Eu tenho visto as estatísticas deles. Eu dedico um pouco do tempo que tenho para observar os rivais que temos em nosso grupo. Eu vi os argentinos jogarem na Espanha antes do torneio. Acho que a Argentina também sofreu muitas adversidades e dia após dias as performances deles irão melhorar, não tenho dúvida disso”, comentou Magnano, cuja equipe também sofreu alguns contratempos antes do Mundial. A Seleção Brasileira perdeu o pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nuggets" >Denver Nuggets</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nene" >Nenê</a> com uma lesão muscular na perna e o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> ficou fora dos três primeiros jogos com um problema no tornozelo.</p>
<p>“O que eu gostaria para nós é rapidamente esquecermos todas as adversidades que tivemos com lesões. Eu gostaria que o time tivesse tido mais sinergia 15 dias atrás, quando tivemos de limpar barreiras, tendo de mudar jogadores de posição e não fomos capazes de avançar na nossa preparação com o grupo completo. Mas estas são coisas que acontecem e todo time tem de lidar com isso. Estamos aqui para competir, para mostrar qual é nossa ideia de basquete, qual é nosso grau de compromisso e olhar para a frente. Você não pode vir para este tipo de torneio com medo ou dúvidas”, declarou Magnano.</p>
<p>Quanto ao Mundial, o argentino ficou impressionado com alguns times, incluindo a anfitriã Turquia que segue invicta.</p>
<p>“Tem sido um campeonato de surpresas até agora. Eu vi a Turquia jogar contra a Grécia e eles foram impressionantes, um time que pareceu imparável. Esse era o mesmo conceito que eu tinha quando vi os EUA arrasarem seus adversários antes de nós fazermos um jogo parelho contra eles. Tem havido resultados surpreendentes, mas tudo muda de um dia para o outro. Eu acredito que o time dos EUA estará na final do Mundial. A Turquia está jogando muito bem e eles são empurrados pela torcida em casa. Eles têm uma força física e psicológica muito importante. A Espanha, desde que possa sobreviver a seu começo negativo, pode arranjar uma surpresa, eu penso que eles têm qualidade para isso. Eles têm talento e esses jogadores têm atuado juntos há algum tempo, então existe uma química no time para eles poderem aspirar ganhar o título de novo. A Argentina pode também ser uma candidata”, opinou, sem colocar o Brasil no rol dos favoritos.</p>
<p>Julgando pela boa atuação contra os Estados Unidos, o Brasil corre por fora. Magnano sabe o que é preciso para vencer grandes torneios e acredita que muitos fatores devem convergir para um time ser coroado campeão do mundo. </p>
<p>“Há muitas variáveis. Mas a coisa mais importante é ter talento acima de tudo e esse talento tem de estar a serviço do time. Nós sabemos perfeitamente que a soma de talentos não garante seu sucesso. Mas se esse talento tem alvos altos e for usado a serviço do time, a possibilidade de sucesso se abre muito mais. Isto não é alcançado de um dia para outro, mas com tempo”, disse Magnano.</p>
<p>Essa é a razão pela qual Magnano não ficou empolgado demais com a quase vitória sobre a sobre os EUA após dois triunfos por dígitos duplos em cima de Irã e Tunísia, a derrota contra a Eslovênia foi para colocar os pés no chão.   </p>
<p>“Logo que terminou o jogo contra os EUA, eu me concentrei em nosso próximo jogo contra a Eslovênia. Não vamos esquecer que perdemos para os EUA, e embora esse jogo tenha tido um valor especial, não ganhamos pontos nele e ter vitórias é o que importa nesses torneios”, disse Magnano antes do duelo com os eslovenos. </p>
<p>“O jogo contra os EUA foi um exemplo de confiança, de credibilidade nas coisas que podem ser alcançadas em um torneio tão desafiador como é o Campeonato Mundial. A credibilidade que existe no time é uma coisa boa para nós agora porque os jogadores deste time nacional, e eles sabem disso, são o espelho da estrutura do Brasil. Este tipo de performance é muito bom para o basquete brasileiro”, falou Magnano na abertura da entrevista.</p>
<p>Mas a matéria lembra bem que os brasileiros ainda têm algo a provar depois de terem perdido quatro em cinco jogos e sido eliminados na primeira fase do Mundial quatro anos atrás no Japão. Desde então, muitos jogadores da Seleção ganharam muita projeção em seus clubes e querem demonstrar esse crescimento com a camisa verde-amarela. A ordem é vencer a Croácia.</p>
<p>“O jogo contra a Croácia será duro, mas nós definitivamente devemos vencer. Estamos focados na vitória. Você deve esquecer as derrotas imediatamente neste tipo de torneio”, receitou o ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado, cestinha do jogo contra a Eslovênia com 20 pontos, 17 deles no último quarto. </p>
<p>A seleção croata veio para o Mundial com um novo treinador e vários jogadores novos. Josip Vrankovic substituiu Jasmin Repesa no comando, e tem muito poder de fogo na sua equipe jovem e perigosa, principalmente nas bolas de três. Eles fizeram um primeiro quarto equilibrado contra os americanos antes de levarem um baile na estréia e contra a Eslovênia estiveram em vantagem na maior parte do confronto. </p>
<p>“Nosso alvo é jogar duas partidas mais além da fase de grupos (chegando às quartas-de-final). O jogo contra o Brasil irá determinar nossa colocação no grupo”, declarou Vrankovic, que pode poupar o ala-pivô Luka Zoric pelo segundo jogo seguido por causa da lesão no pé sofrida na derrota diante dos eslovenos.</p>
<p>O diretor da seleção americana, Jerry Colangelo, espera que metade da equipe campeã olímpica nos Jogos de Pequim-2008 se junte à melhor metade do renovado time que está na Turquia para defender os EUA nas Olimpíadas de Londres-2012. Nenhum dos astros olímpicos foi ao Mundial, mas isso abriu espaço para novos membros da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> viajarem a Istambul, onde já venceram quatro jogos embora tenham sofrido contra o Brasil segunda-feira. </p>
<p>“Eu achei que teríamos alguns jogadores de Pequim de volta, mas as negociações com atletas de passe livre cobraram seu preço. Por exemplo, eu arriscaria dizer que nosso time a representar os EUA nas Olimpíadas provavelmente será formado por metade daqueles jogadores (de 2008) e metade destes jogadores (de 2010). A coisa importante é que nosso sistema está bastante cheio, temos muitos bons jogadores e eles todos parecem querer jogar em Londres”, disse Colangelo citando as ausências marcantes deste ano como LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh.</p>
<p>Um jogador que parece ter garantido seu lugar é o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/oklahoma" >Oklahoma City</a> Thunder Kevin Durant, que só completa 22 anos de idade no dia 29 de setembro e é o cestinha dos americanos na Turquia com 21 pontos por jogo.<span id="_marker"> </span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">Mas a matéria lembra bem que os brasileiros ainda têm algo a provar depois de terem perdido quatro em cinco jogos e sido eliminados na primeira fase do Mundial quatro anos atrás no Japão. Desde então, muitos jogadores da Seleção ganharam muita projeção em seus clubes e querem demonstrar esse crescimento com a camisa verde-amarela. A ordem é vencer a Croácia.</span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">“O jogo contra a Croácia será duro, mas nós definitivamente devemos vencer. Estamos focados na vitória. Você deve esquecer as derrotas imediatamente neste tipo de torneio”, receitou o ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado, cestinha do jogo contra a Eslovênia com 20 pontos, 17 deles no último quarto.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">A seleção croata veio para o Mundial com um novo treinador e vários jogadores novos. Josip Vrankovic substituiu Jasmin Repesa no comando, e tem muito poder de fogo na sua equipe jovem e perigosa, principalmente nas bolas de três. Eles fizeram um primeiro quarto equilibrado contra os americanos antes de levarem um baile na estréia e contra a Eslovênia estiveram em vantagem na maior parte do confronto.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">“Nosso alvo é jogar duas partidas mais além da fase de grupos (chegando às quartas-de-final). O jogo contra o Brasil irá determinar nossa colocação no grupo”, declarou Vrankovic, que pode poupar o ala-pivô Luka Zoric pelo segundo jogo seguido por causa da lesão no pé sofrida na derrota diante dos eslovenos. </span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">O diretor da seleção americana, Jerry Colangelo, espera que metade da equipe campeã olímpica nos Jogos de Pequim-2008 se junte à melhor metade do renovado time que está na Turquia para defender os EUA nas Olimpíadas de Londres-2012. Nenhum dos astros olímpicos foi ao Mundial, mas isso abriu espaço para novos membros da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> viajarem a Istambul, onde já venceram quatro jogos embora tenham sofrido contra o Brasil segunda-feira.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="ecxmsonormal" style="margin: 0cm 13.5pt 16.2pt 9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma;">“Eu achei que teríamos alguns jogadores de Pequim de volta, mas as negociações com atletas de passe livre cobraram seu preço. Por exemplo, eu arriscaria dizer que nosso time a representar os EUA nas Olimpíadas provavelmente será formado por metade daqueles jogadores (de 2008) e metade destes jogadores (de 2010). A coisa importante é que nosso sistema está bastante cheio, temos muitos bons jogadores e eles todos parecem querer jogar em Londres”, disse Colangelo citando as ausências marcantes deste ano como LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Um jogador que parece ter garantido seu lugar é o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/oklahoma" >Oklahoma City</a> Thunder Kevin Durant, que só completa 22 anos de idade no dia 29 de setembro e é o cestinha dos americanos na Turquia com 21 pontos por jogo. </span></p>
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		<title>Brasil reage bravamente graças a Marcelinho, mas perde 2º lugar do grupo para Eslovênia de Lakovic</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 20:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Seleção Brasileira masculina de basquete teve uma pane desastrosa na primeira metade do segundo período, conseguiu uma reação heróica contra a Eslovênia ganhando o último quarto por 26 a 13 graças à mão inspirada do ala do Flamengo Marcelinho Machado, mas sofreu sua segunda derrota no Mundial da Turquia: 80 a 77 (44 a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Seleção Brasileira masculina de basquete teve uma pane desastrosa na primeira metade do segundo período, conseguiu uma reação heróica contra a Eslovênia ganhando o último quarto por 26 a 13 graças à mão inspirada do ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado, mas sofreu sua segunda derrota no Mundial da Turquia: 80 a 77 (44 a 30 no intervalo) no jogo que decidiu a segunda posição do Grupo B do Mundial da Turquia. O veterano melhor jogador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nbb" >NBB</a> saiu do banco para igualar-se ao armador esloveno do Barcelona Jaka Lakovic como cestinhas da partida com 20 pontos, liderou uma grande recuperação que cortou a diferença de 17 para só dois pontinhos no quarto final (no qual o flamenguista fez 17 pontos), mas o Brasil voltou a errar em momentos cruciais e não conseguiu a virada. <span id="more-67282"></span></p>
<p>Outro fator de desequilíbrio para os eslovenos além das bolas de três de Lakovic foi o pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/bucks" >Milwaukee Bucks</a> Primoz Brezec, autor de 16 tentos (todos no primeiro tempo). Também se destacou no lado brasileiro o pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Tiago Splitter com 19 pontos e quatro rebotes. Agora a Seleção do técnico Rubén Magnano precisa vencer a Croácia nesta quinta-feira às 15h30min (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>) para terminar a fase de classificação no terceiro lugar da chave encabeçada pelos Estados Unidos.<!--more--></p>
<p>Na maior parte do tempo, o Brasil voltou a cometer pecados típicos que nos levam a uma longa e incômoda série de derrotas diante de equipes européias nas principais competições internacionais: apagão de concentração na volta para um quarto, defesa frouxa no perímetro, grande desvantagem nos rebotes (em parte por causa da diferença de estatura), arremessos precipitados, erros em lances livres e jogadores querendo decidir sozinhos. Quando se cai numa grande desvantagem no placar (17 pontos no início do terceiro quarto), fica difícil recuperar contra um time muito aplicado taticamente como o da Eslovênia, mas a Seleção mostrou um espírito de luta no último quarto tão promissor como foi a quase vitória sobre os norte-americanos, se repetir essa vibração tardia contra a Croácia irá vencer e se classificar para as oitavas-de-final em terceiro para enfrentar provavelmente o perdedor de Argentina x Sérvia, que duelam nesta quinta-feira na decisão do primeiro colocado do Grupo A.</p>
<p>Outro destaque brasileiro nesta quarta-feira foi o armador campeão espanhol pelo Caja Laboral Baskonia Marcelinho Huertas, com oito pontos e 10 assistências. O ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa fez 12 tentos, mas errou nove em 15 arremessos de quadra e cometeu erros letais que mataram as chances de virada do Brasil no quarto final. Brilhou mais o ala ex-<a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> Bostjan Nachbar, autor de 15 pontos e quatro rebotes. Desta vez o banco que vinha sendo criticado foi o propulsor da reação verde-amarela, com Marcelinho brilhando, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> lutando no sacrifício, Guilherme Giovannoni firme e até o armador Nezinho entrou bem no último período.</p>
<p>Apesar de o retorno do ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> ter sido autorizado pelo departamento médico, Magnano escalou para começar o jogo o mesmo quinteto inicial utilizado contra os Estados Unidos, com Marquinhos jogando de ala-pivô ao lado de Tiago Splitter, com Marcelinho Huertas, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> e Alex no perímetro. Mas a idéia não surtiu o mesmo bom efeito porque o garrafão brasileiro não ficou bem protegido contra os grandalhões eslovenos, principalmente o pivô de 2,13m Primoz Brezec. O Brasil abriu o placar com <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> roubando uma bola do seu ex-companheiro de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/suns" >Phoenix Suns</a> Goran Dragic e convertendo a bandeja no contra-ataque, Brezec virou o placar para 4 a 2 com uma cesta de tapinha no rebote ofensivo e uma enterrada, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Alex Garcia empatou numa bandeja com assistência de Huertas, mas Brezec fez 6 a 4 com outra cesta no rebote ofensivo. Splitter foi buscar a virada com um ponto de lance livre e uma bandeja após linda finta em Brezec, mas Brezec conseguiu outra enterrada livre no garrafão, só que <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> respondeu fazendo 9 a 8 acertando um chute frontal e Alex conseguiu tirar Brezec da quadra cavando a segunda falta do pivôzão da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>.</p>
<p>Goran Dragic virou o placar para 10 a 9 convertendo uma bandeja na infiltração, Splitter empatou conectando um em dois lances livres, o pivô substituto de Brezec Gasper Vidmar entrou bem e abriu 14 a 10 convertendo uma infiltração e depois uma enterrada, mas Splitter descontou com um bom giro convertido em gancho e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> empatou o jogo de novo com uma bandeja no contragolpe. Dragic respondeu com uma bela bandeja fazendo 16 a 14, do outro lado Huertas deixou tudo igual com uma infiltração mais bonita ainda convertida em bandeja, mas o ala Nachbar fez 18 a 16 convertendo uma infiltração e depois o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pinheiros" >Pinheiros</a> Marquinhos cometeu uma falta dura tirando Vidmar da quadra com o ombro machucado. Os eslovenos reclamaram pedindo falta antidesportiva, mas Nachbar acabou levando uma técnica, e após Brezec voltar à quadra encestando dois lances livres, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho conectou as duas cobranças da penalidade disciplinar encostando em 20 a 18. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> escorregou desperdiçando o último ataque do Brasil e no contragolpe Dragic fez a cesta de bandeja, mas o cronômetro estava zerado quando a bola saiu de suas mãos e o placar final do primeiro quarto ficou mesmo em 20 a 18. Foi um início de partida muito equilibrado com as duas equipes marcando forte e procurando o jogo interior no ataque, com destaque para os 10 pontos de Brezec no garrafão.</p>
<p>No retorno para o segundo período, o Brasil teve um daqueles antigos apagões com uma série abusiva de erros, descontrole emocional reclamando da arbitragem, ataques forçados e falhas defensivas. A Seleção ficou mais de cinco minutos sem pontuar e a Eslovênia aproveitou para deslanchar no marcador. De nada adiantou a entrada de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> para tentar equilibrar a briga pelos rebotes. Brezec manteve o ritmo fazendo uma cesta embaixo com assistência do deficiente auditivo Miha Zupan, Sani Becirovic ampliou a vantagem verde para 24 a 18 com um bom giro e chute de dois diagonal, Brezec fez outra cesta embaixo após bela assistência de Nachbar, Marcelinho Machado forçou um chute de três sem rebote e Nachbar converteu uma infiltração abrindo 30 a 18. Após Becirovic encestar dois lances livres, Brezec acertou um arremesso frontal ampliando a vantagem para 34 a 18, nem o tempo pedido por Magnano conseguiu ajeitar o time brasileiro nesse início de quarto desastroso.</p>
<p>Tiago Splitter então chamou para si a responsabilidade e acabou com o longo jejum brasuca acertando um gancho com bela assistência de Alex, depois converteu um chute frontal de média distância e diminuiu a diferença para 34 a 24 com uma bandeja após passe de Huertas completando uma sequência pessoal de seis pontos. O armador Jaka Lakovic deu a resposta acertando uma bola de três frontal, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> converteu um chute longo de dois do outro lado, Vidmar abriu 39 a 26 com uma enterrada com assistência de Nachbar, Splitter descontou convertendo um chute lateral com auxílio da tabela, mas Nachbar fez 41 a 28 com uma bandeja na infiltração. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> anotou sua primeira cesta no Mundial com uma infiltração pelo fundo do garrafão usando bem a tabela para descontar o prejuízo para 41 a 30, mas no último ataque da Eslovênia a defesa brasileira deixou Lakovic totalmente livre para matar uma longa bola de três frontal fechando a parcial em 44 a 30. Brezec foi o cestinha do primeiro tempo com 16 pontos contra 14 de Splitter e oito de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, outra grande diferença foi que os eslovenos dominaram a tábua de rebotes por 17 a 9.  </p>
<p>O Brasil voltou bem melhor para a terceira etapa, com mais combatividade na defesa e precisão no ataque. Depois de Lakovic abrir 47 a 30 com uma bola de três da zona morta direita, Huertas respondeu na mesma moeda com um triplo da lateral direita e o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a> Guilherme Giovannoni descontou a diferença para 47 a 36 com uma cesta de três da zona morta direita e Splitter cortou o déficit para nove pontos com uma enterrada no contra-ataque obrigando o técnico esloveno Memi Becirovic a pedir tempo. Na volta Lakovic converteu uma infiltração abrindo 49 a 38, Alex encestou dois lances livres, Uros Slokar respondeu acertando uma bandeja mesmo desequilibrado, Guilherme converteu uma bandeja com assistência de Alex diminuindo a diferença para 51 a 42, mas Nachbar deu o troco com uma bola de três da lateral esquerda esfriando a reação brasileira.</p>
<p>Depois de Huertas conectar um em dois lances livres e Dragic encestar duas cobranças, Alex fez uma cesta no garrafão com assistência de Huertas sofrendo a falta e aproveitando o lance livre de bonificação para cortar a diferença para 56 a 46, depois o raçudo “Brabo” do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a> converteu outra bandeja no contragolpe, Nachbar respondeu acertando um chute frontal longo após a arbitragem marcar uma andada inexistente de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, e após a quarta falta de Alex foi a vez de Magnano pedir tempo. No retorno da parada técnica, Dragic, Marcelinho e Nachbar conectaram um em dois lances livres cada, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> descontou o placar para 60 a 51 com uma cesta no garrafão com assistência de Marcelinho sofrendo a falta, mas desperdiçou o lance livre de bonificação. Pena que aí o Brasil estagnou de novo. Após Slokar conectar um em dois lances livres, Dragic ampliou a vantagem para 63 a 51 com uma bandeja na infiltração, Slokar e Sani Becirovic encestaram dois lances livres cada e a Eslovênia fechou o quarto em 67 a 51 após Splitter errar duas cobranças de falta, ele teve um péssimo aproveitamento nessa área.  </p>
<p>Imerso na adversidade, o time brasileiro voltou para o último quarto com um espírito de tudo ou nada, marcando mais em cima e atacando em velocidade. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> converteu um arremesso de dois longo da cabeça do garrafão, mas Lakovic respondeu com uma bola de três abrindo 70 a 53, o armador reserva do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Nezinho errou uma bandeja no contra-ataque, mas Marcelinho consertou tudo acertando duas bolas de três consecutivas da lateral direita diminuindo o prejuízo para 70 a 59 e obrigando o técnico esloveno a parar o jogo. Na volta <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> fez uma cesta no contragolpe e Marcelinho roubou uma bola para fazer outra cesta de contra-ataque descontando para 70 a 63, o inspirado cestinha do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> fez ainda outra cesta de três da zona morta direita cortando a diferença para 70 a 66, nessa hora o treinador Becirovic suou frio e pediu tempo novamente porque seu time parou e tomou 13 pontos consecutivos.</p>
<p>No retorno da parada, Splitter pegou um rebote ofensivo, executou um giro e converteu o gancho encostando de vez em 70 a 68, mas o matador Lakovic se vingou do vice-campeonato da ACB do Barça metendo uma bola de três da lateral esquerda. Depois de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> forçar um absurdo chute de três frontal que nem deu aro, Lakovic recebeu uma bola sem marcação na lateral direita e mostrou como se faz, outra cesta de três ampliando a vantagem para 76 a 68. Após Huertas encestar dois lances livres e Splitter acertar uma em duas cobranças, Nachbar matou as esperanças brasucas com uma bola de três da zona morta direita fazendo 79 a 71. Marcelinho respondeu na mesma moeda reduzindo a diferença para 79 a 74, Dragic conectou um em dois lances livres e faltando poucos segundos Marcelinho disparou mais uma bola de três sofrendo a falta, como o chute não entrou ele teve direito a três lances livres, encestou todos mas já não havia tempo para mais nada. </p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, recuperado da lesão no tornozelo, jogou 24 minutos usando uma proteção no local, mas ainda mostrou sinais de dores. O Brasil encerra a primeira fase da competição contra a Croácia, nesta quinta-feira (dia 2) novamente na Arena Abdi Ýpekçi, em Istambul, às 15h30min de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a> (21h30 horário local). SPORTV, SPORTV HD, TV Esporte Interativo, BandSports e ESPN Brasil transmitem ao vivo. Nos outros confrontos do dia pelo Grupo B, a Croácia venceu a Tunísia por 84 a 64 e os Estados Unidos derrotaram o Irã por 88 a 51.</p>
<p>&#8220;Eu me senti bem durante o jogo. Fiquei feliz em jogar e ajudar a seleção. O segundo quarto foi crucial para o resultado. Foi complicado. Voltamos bem melhor, chegamos a dois pontos de diferença, mas não deu. O Lakovic estava em um dia inspirado e não foi possível vencer&#8221;, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, recuperado de uma lesão do tornozelo que o tirou das três primeiras partidas.</p>
<p>&#8220;Não rendemos bem no segundo quarto e eles abriram uma boa vantagem (44 a 30). Agora é nos concentrar para vencer a Croácia e ficar em terceiro do grupo&#8221;, comentou Guilherme Giovannoni.</p>
<p>Como Argentina x Sérvia jogam mais cedo amanhã (às 13h de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>), o Brasil já entrará em quadra sabendo quem seria seu adversário nas oitavas em caso de vitória ou derrota. Do jeito que a Seleção vem sofrendo nos duelos contra times europeus, terminar em quarto lugar e pegar a desfalcada Argentina pode não ser um negócio tão ruim assim, mas quem pretende ir longe não pode ficar escolhendo adversário.</p>
<p>As estatísticas finais da partida desta quarta deixam claro que os brasileiros tiveram muitos problemas no ataque e no garrafão: a Eslovênia foi superior no aproveitamento de arremessos de dois pontos (21 cestas em 29 finalizações, notáveis 72% contra 50% do Brasil, que fez 22 cestas em 44 conclusões), nas bolas de três pontos (8 cestas em 22 tentativas = 36% contra 6 cestas em 17 tentativas brasucas = 35%) e deu um banho nos rebotes defensivos (28 x 16). O Brasil foi melhor nas assistências (17 x 11), nos roubos de bola (11 x 3) e no menor número de bolas desperdiçadas (7 x 16), houve igualdade entre as equipes nos rebotes ofensivos (7 x 7), mas a Seleção verde-amarela se desgastou mais correndo atrás no placar quase todo o tempo, só esteve à frente por dois pontos no quarto inicial. </p>
<p>FICHA TÉCNICA</p>
<p>ESLOVÊNIA (20 + 24 + 21 + 13 = 80)</p>
<p>Titulares: 5. Lakovic (20), 11. Dragic (10), 7. Becirovic (6), 4. Slokar (5) e 15. Brezec (16). Entraram depois: 10. Nachbar (15), 13.Zupan (2) e 14. Vidmar (6). Técnico: Mehmed Becirovic.</p>
<p>BRASIL (18 + 12 + 23 + 26 = 77)</p>
<p>Titulares: 9. Marcelinho Huertas (8pts e 10 assistências), 10. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> (12), 8. Alex (9), 14. Marquinhos (0) e 15. Tiago Splitter (19). Entraram depois: 11. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a> (4), 4. Marcelinho Machado (20), 12. Guilherme (5) e 5. Nezinho (0). Técnico: Rubén Magnano.</p>
<p>TABELA DO GRUPO B</p>
<p>Brasil, Irã, Eslovênia, Tunísia, Croácia e Estados Unidos.</p>
<p>Arena Abdi Ýpekçi – Istambul – Turquia</p>
<p>— Sábado (28 de agosto)</p>
<p>Tunísia 56 x 80 Eslovênia, Estados Unidos 107 x 78 Croácia e Irã 65 x 81 Brasil</p>
<p>— Domingo (29 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos, Croácia 75 x 54 Irã e Brasil 80 x 65 Tunísia</p>
<p>- Segunda-feira (30 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 91 x 84 Croácia, Tunísia 58 x 71 Irã e Estados Unidos 70 x 68 Brasil</p>
<p>— Terça-feira (31 de agosto)</p>
<p>Folga</p>
<p>— Quarta-feira (1º de setembro)</p>
<p>Croácia 84 x 64 Tunísia, Irã 51 x 88 Estados Unidos e Eslovênia 80 x 77 Brasil</p>
<p>— Quinta-feira (2 de setembro)</p>
<p>10h30 (16h30min hora local) – Estados Unidos x Tunísia</p>
<p>13h (19h hora local) – Eslovênia x Irã</p>
<p>15h30min (21h30min hora local) – Brasil x Croácia.</p>
<p>Confira a tabela completa no link: <a href="http://www.cbb.com.br/competicoes/mundialmasculino2010/tabela.asp" target="_BLANK">Tabela do Mundial Masculino</a></p>
<p>OBS: A CBB está enviando fotos do Mundial Masculino, que também estão disponíveis na galeria do site da CBB. <a href="http://www.cbb.com.br/fotos/fotos.asp?evento=375" target="_BLANK">Fotos do Mundial Masculino</a> Crédito: Gaspar Nóbrega/Divulgação CBB.</p>
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		<title>Marquinhos se inspira com tatuagens, ala do Pacers e dos EUA diz que europeus fedem</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 15:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Américas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O ala Marquinhos decidiu que vai colocar outra tatuagem na coleção da sua pele se o Brasil for até o final e realizar o milagre de ganhar o Campeonato Mundial da Turquia, um sonho que o site da Fiba destaca que pode simplesmente acontecer considerando a maneira como a Seleção Brasileira levou os Estados Unidos ao limite na derrota por 70 a 68 na segunda-feira. Nesta quarta-feira às 15h30min (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>), no dia do aniversário de 100 anos do seu time de coração, o Corinthians, o cestinha brasileiro <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa vai bater de frente com um rival alviverde como o <a href="/tags/palmeiras" >Palmeiras</a>, a Eslovênia do armador Goran Dragic, que tirou boa parte dos minutos do camisa 10 brasuca na rotação do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/suns" >Phoenix Suns</a> a ponto de ele ter pedido para ser trocado para o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a>. Na seleção americana, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pacers" >Indiana Pacers</a> Danny Granger causou polêmica no <a href="http://www.twitter.com/basketbrasil" >Twitter</a> ao postar uma mensagem dizendo que não pode esperar pelo fim do Mundial para ir embora da Europa porque os &#8220;europeus não usam desodorante e fedem como burros mortos&#8221;. Como deu a entender <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> em declaração à agência de notícias AP, falta experiência aos jovens reservas dos EUA.<span id="more-67237"></span></p>
<p>Marcus Vinícius Vieira de Souza, o polêmico ala cortado da Seleção por indisciplina pelo técnico Lula Ferreira no Pré-Olímpico de 2007, voltou a cair nas graças da torcida e do treinador argentino Rubén Magnano com a bela atuação que teve no jogão contra os Estados Unidos. O atleta de 26 anos acertou todos os três chutes de três pontos que tentou no primeiro tempo vencido por 46 a 43 e terminou a partida como cestinha do Brasil com 16 tentos e um aproveitamento de quatro cestas de três em cinco tentativas de longa distância.</p>
<p>“Eu tenho várias tatuagens. Tatuei os nomes de minha mulher e das minhas filhas e depois meu nome nos meus braços”, disse o ala, que passou duas temporadas na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> como reserva do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/hornets" >New Orleans Hornets</a>, depois foi trocado para o <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/grizllies" >Memphis Grizzlies</a> e dispensado, voltou ao Brasil onde joga hoje pelo <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pinheiros" >Pinheiros</a> (SP) e não conseguiu uma vaga no <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/suns" >Phoenix Suns</a> via liga de verão no ano passado, talvez a boa fase no Mundial o ajude a conseguir lugar em um clube da Europa ou até uma nova chance na liga norte-americana.</p>
<p>Marquinhos é o nome tatuado em seu braço direito, é assim que os brasileiros o chamam. Há uma tatuagem em especial que prende o olhar de todo mundo, é um mago na batata da perna direita.</p>
<p>“Esta foi minha primeira tatuagem, o mágico. Eu mandei fazer quando tinha 15 ou 16 anos. Simplesmente vi o desenho numa revista e gostei, fiz algumas mudanças nele. Eu acho que me traz sorte às vezes”, afirmou o ala para a matéria principal do site da Fiba na manhã desta quarta-feira.</p>
<p>O jogo de hoje entre Estados Unidos e Irã está chamando a atenção por causa das relações políticas conturbadas entre os dois países, mas o confronto mais significativo do Grupo B para a competição em si será entre Brasil e Eslovênia, o vencedor dará um passo importante para garantir a segunda posição na chave pensando em um cruzamento menos complicado nas oitavas-de-final. Agora treinado pelo mestre argentino em termos táticos e psicológicos Rubén Magnano, o Brasil quase surpreendeu os EUA na segunda-feira, mas perdeu por 70 a 68, e os eslovenos vêm de uma vitória sobre a Croácia por 91 a 84. Esses resultados deixaram Brasil e Eslovênia empatados na segunda colocação com 2V-1D e os americanos liderando o grupo com três vitórias e nenhuma derrota.</p>
<p>A boa notícia para a Seleção Brasileira é o esperado retorno do ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>. Ele ficou fora dos três primeiros jogos com uma lesão no tornozelo direito e viveu a frustração de ficar sentado no banco por 40 minutos vendo seus companheiros batalharem contra as estrelas dos EUA. Magnano revelou depois do jogo que <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> podia ter jogado, mas a decisão final foi de descansá-lo por precaução. Sem jogos pelo Grupo B na terça-feira, Anderson ganhou um dia adicional de descanso para se recuperar.</p>
<p>A Eslovênia tem parecido um time formidável em Istambul, apesar de ter sofrido grandes mudanças desde a ótima campanha no Eurobasket da Polônia no ano passado, que terminou na quarta colocação. O ala Bostjan Nachbar estava no time de 2009 e seu papel se tornou ainda mais importante agora. Se a Eslovênia avançar para as fases finais do campeonato, seu nome deve ser considerado para a seleção dos melhores do torneio. Os eslovenos não encaixaram bem seu jogo no primeiro tempo contra a Croácia, mas empurrados por seus 3 mil torcedores que viajaram à Turquia, conseguiram a vitória por sete pontos. O Brasil pode ter perdido para os EUA, mas jogou tão bem que muitas pessoas estão apontando a equipe de Magnano como uma das candidatas a medalha.</p>
<p>O técnico esloveno Memi Becirovic, que assistiu à partida entre brasileiros e americanos, disse o seguinte: “O Brasil jogou muito bem, mas quarta-feira será um novo jogo”. </p>
<p>Depois da vitória sobre o Brasil, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pacers" >Indiana Pacers</a> Danny Granger, que não saiu do banco de reservas dos EUA, escreveu uma “pérola” em seu <a href="http://www.twitter.com/basketbrasil" >Twitter</a>: “Estou morrendo aqui&#8230; Como ninguém na Europa usa desodorante? Acho que eles não receberam o memorando. Estão cheirando como burros mortos… sem piada”, teclou DGranger 33 em posts reproduzidos pelo jornal Huffington Post.</p>
<p>Mesmo se a lenda for verdade, Granger teve muita falta de tato em fazer esse comentário e certamente levará um puxão de orelha do técnico Mike Krzyzewski. Os jogadores americanos são inexperientes em competições internacionais, com exceção de Chauncey Billups, Lamar Odom e Tyson Chandler. Os mais jovens ainda estão se ajustando às nuances do basquete da Fiba, como fica claro nas “andadas” que eles repetidamente cometem e a arbitragem apita. O time atual dos EUA tem menos rodagem internacional que o próprio Brasil, que tem o entrosamento de ter jogado juntos a Copa América no ano passado conquistando o título em Porto Rico com esta mesma base. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> mesmo admite essa fraqueza no time americano:</p>
<p>“É um time todo diferente, são muitos jogadores jovens, e acho que é a primeira vez que eles vêm para um Campeonato Mundial. Acho que isso causa um pequeno problema para eles, são jogos diferentes. Então nessa situação, temos uma pequena vantagem, então isso é bom para nós”, disse o ala-armador brasuca do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> em matéria da agência de notícias Associated Press, mencionando também as diferenças da bola e também das regras.</p>
<p>A última seleção americana campeã olímpica era tão cheia de estrelas que Dwyane Wade era apenas o sexto homem do time. Chris Paul e Chris Bosh também eram reservas, o banco era bom o bastante para derrotar qualquer quinteto titular do mundo. Mas quando Mike Krzyzewski olhou para o banco segunda-feira, com certeza não deve ter gostado do que viu. Os reservas capengaram tanto que o técnico dos EUA deixou os titulares desgastados em quadra por quase o segundo tempo inteiro para garantir a vitória por 70 a 68 que manteve os americanos invictos no Mundial. Coach K e seus jogadores disseram que aprenderam algo nesse primeiro teste real no torneio, mas uma das lições foi esta: todos esses jovens no elenco ianque não são muito confiáveis nos momentos mais difíceis.</p>
<p>“Eu não sei se eles estavam tensos, mas sinceramente não jogaram tanto como fizeram nos últimos jogos. Mas eles terão mais oportunidades e farão um trabalho melhor da próxima vez”, disse o veterano armador de 33 anos Chauncey Billups sobre os reservas dos EUA.</p>
<p>Depois do dia de folga do Grupo B terça-feira, os reservas devem jogar muitos minutos nos dois últimos jogos da primeira fase contra os adversários mais fracos da chave, Irã e Tunísia. As coisas ficarão mais difíceis com a chegada da fase eliminatória, isso significa que os titulares precisarão de mais ajuda. Krzyzewski acredita que agora seus pupilos vêem o que é preciso fazer.</p>
<p>“Nós apenas estamos juntos há algumas semanas. Você não sabe até estar nessas situações se vamos ter a personalidade para vencer quando você não consegue acertar um arremesso, quando alguém está jogando tão bem na defesa. Descobrimos isso hoje (contra o Brasil) e é uma coisa boa. Essa é uma coisa realmente boa para descobrir sobre nosso time”, disse o treinador.</p>
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		<title>Americanos admitem alívio pela vitória e Billups espera reencontrar o Brasil na luta por medalhas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O time dos Estados Unidos deve estar assustado até agora com o calor que levou da Seleção Brasileira na vitória apertada por 70 a 68 no Mundial da Turquia e os jogadores demonstram isso com suas mensagens no <a href="http://www.twitter.com/basketbrasil" >Twitter</a>. O armador do <a href="/tags/bulls" >Chicago Bulls</a> Derrick Rose escreveu sobre a bola de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa que quase entrou na cesta no último segundo: “Eu achei que estava dentro, mas graças a Deus a bola saiu”. O ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/sixers" >Philadelphia 76ers</a> Andre Iguodala também comentou o último arremesso: “Aquele lance de Barbosa foi irado, não foi? Respeito onde respeito é devido&#8230; Eu estava pensando “por favor erre o arremesso”, postou. Na saída da quadra, o armador Chauncey Billups deu um tapinha nas costas de Leandro e disse: “Vejo vocês na próxima semana”, acreditando que Brasil e EUA podem se encontrar novamente na disputa por medalhas. Mas primeiro a Seleção de Rubén Magnano vai ter que passar pela Eslovênia nesta quarta-feira às 15h30min (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>). O técnico campeão olímpico pelos EUA Mike Krzyzewski elogiou os Marcelinhos Huertas e Machado, Tiago Splitter e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>.<span id="more-67123"></span></p>
<p>Depois de levarem um susto no seu primeiro teste real no Mundial, os americanos dizem que não ficarão surpresos se tiverem de enfrentar de novo o Brasil na fase final.</p>
<p>“Eu acho que sim, realmente acho”, disse o experiente general do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nuggets" >Denver Nuggets</a> Billups acreditando nas chances do Brasil de avançar até as semifinais.</p>
<p>Os brasileiros certamente esperam que seja este o caso. E saíram de quadra ontem confiantes de que podem vencer os americanos, após quase conseguirem essa façanha sem contarem com o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, poupado do clássico de segunda-feira por causa de uma lesão no tornozelo. Nem mesmo os 27 pontos e 10 rebotes do cestinha da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> Kevin Durant foram suficientes para impedir os americanos de suarem frio até o final. Faltando 3,5 segundos e com dois pontos de vantagem, Durant fez falta no armador Marcelo Huertas, que foi à linha de lances livres com a chance de forçar a prorrogação. Huertas errou a primeira cobrança e bateu a segunda intencionalmente no aro, pegou seu próprio rebote e passou a bola para <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, daí o ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> viu sua última bandeja bater duas vezes no aro e sair no último segundo. </p>
<p>“Eu achei que a bola ia entrar. Eu estava numa boa situação, mas ela não entrou. Foi tudo bom, nós jogamos realmente bem, fiquei feliz pela maneira que jogamos”, disse Leandro.</p>
<p>Os americanos também saíram de quadra contentes, e não apenas pela vitória. Este é o tipo de jogo que a jovem equipe dos EUA sente que precisava ter para se fortalecer rumo à fase eliminatória e à disputa por medalhas, haverá outros jogos duros como este se eles esperam conquistar um título mundial pela primeira vez desde 1994.</p>
<p>“É particularmente bom ter um jogo assim, para saber que você não é invencível, que pode ser batido a qualquer hora. Este time do Brasil foi bom o bastante para nos derrotar e teve suas chances de fazer isso, mas nós saímos vitoriosos. É bom para os caras jovens simplesmente saberem como é fina a linha entre a vitória e a derrota”, disse Billups, o jogador mais velho dessa seleção com 33 anos.</p>
<p>Definitivamente o armador do Denver não é um dos caras jovens, mas pareceu um garoto no segundo tempo, no qual marcou oito de seus 15 pontos e foi agressivo batendo para dentro da cesta. A infiltração convertida por Billups faltando 51 segundos deu aos EUA uma vantagem de 70 a 66 e acabou sendo a cesta decisiva. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> converteu uma bandeja cortando o déficit para 70 a 68 a 33 segundos do fim, mas não conseguiu encestar a última bola no estouro do cronômetro. </p>
<p>“Todo mundo fala sobre como eu sou velho. Talvez eu não esteja no meu primor da forma, mas ainda estou aqui. Ainda jogo em alto nível e faço o que for preciso para vencer. Foi isso que eu disse ao técnico (Mike Krzyzewski): você não tem que monitorar meus minutos, não tenho 38 anos”, afirmou Billups, que foi utilizado durante 31 minutos ontem, oito a menos que Durant. <br />
Depois de usar Durant por uma média de apenas 22 minutos por jogo nas vitórias fáceis sobre Croácia e Eslovênia no início do Mundial, o Coach K quase se esqueceu que tinha um banco de reservas. Danny Granger e Stephen Curry não entraram em quadra, já Eric Gordon, Kevin Love e Tyson Chandler jogaram apenas cinco minutos cada. Krzyzewski sabia que não era jogo para se arriscar com os reservas. Com a vitória, os americanos praticamente garantiram o primeiro lugar do Grupo B, para fechar na liderança só precisam de uma vitória em dois jogos enfrentando os azarões Irã e Tunísia na quarta e na quinta-feira.</p>
<p>“Foi uma experiência de aprendizado. Para nós, este foi o jogo que precisávamos”, resumiu Durant sobre o duelo contra o Brasil.</p>
<p>Houve muitos momentos de adversidade para os americanos. A maior vantagem do Brasil foi de 30 a 22 no segundo quarto e no intervalo o placar mostrava 46 a 43, graças ao bom aproveitamento brasuca de sete cestas de três em 11 tentativas de longa distância. Mas o Brasil, que teve muito sucesso no pick-and-roll no primeiro tempo, acabou esfriando a mão depois do intervalo e terminou o jogo com um aproveitamento de 10 em 28 nas bolas de três pontos. O placar estava empatado em 62 a 62 antes de o ala-pivô Lamar Odom dar aos ianques o comando definitivo do placar com uma enterrada a 7min14s do final. Mas ninguém pôde relaxar até a campainha final.</p>
<p>“A adversidade torna uma família mais forte. Pode ser bom para nós ter um desafio desses e ser levados até o limite”, declarou o bicampeão pelo <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Los Angeles Lakers</a> Odom.</p>
<p>O resultado pode ter sido positivo também para os brasileiros. Embora tenham perdido, ganharam muita confiança por terem jogado tão bem contra os americanos apesar de o departamento médico ainda não ter liberado <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> para reforçar o garrafão. Anderson ainda não estreou neste Mundial após machucar o tornozelo no amistoso do último dia 17 contra a Espanha, mas seu retorno é esperado para o duelo de amanhã contra a Eslovênia, um jogo que provavelmente decidirá o segundo lugar do Grupo B.</p>
<p>“Com certeza, Anderson seria um grande reforço. Ele é um jogador que nos dá muita energia, pega rebotes e corre bem na quadra”, disse o pivô brasileiro do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Tiago Splitter, acreditando que o resultado poderia ser diferente se o Brasil tivesse mais um pivô para ajudá-lo no garrafão, além do problema com <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> a Seleção perdeu uma semana antes do Mundial o pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nuggets" >Denver Nuggets</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nene" >Nenê</a> com uma lesão na perna.<br />
 <br />
Apesar de não ter muita ajuda no poste baixo, Splitter foi dominante contra Odom, anotou um duplo-duplo com 13 pontos e 10 rebotes, apesar de ter jogado o último quarto pendurado com quatro faltas. O ala Marquinhos foi o cestinha do Brasil com 16 pontos após acertar quatro em cinco arremessos da linha de três. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> fez 14 tentos, mas terminou o jogo com um aproveitamento de apenas 3 cestas em 13 triplos tentados, após ter convertido duas em cinco bolas de três no primeiro tempo. O Brasil não bateu muito a bola para dentro do garrafão e acertou só quatro em oito lances livres, mas o último erro quase foi benéfico.</p>
<p>“Depois que eu errei o primeiro, disse a Leandro que iria fazer a bola chegar do lado esquerdo”, explicou Huertas sobre seu erro intencional, que o armador americano Rose chamou de um ótimo erro porque quase levou <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> à cesta do empate para a prorrogação. </p>
<p>Sem problema, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> não estava de mau humor quando saiu da arena ontem. Como Billups, ele tem toda a esperança de que os times se enfrentarão de novo na próxima semana.</p>
<p>“Este jogo bem aqui foi para abrir nossos olhos, para sabermos que os times realmente estão vindo para tentar vencer este torneio, e nós estamos aqui para fazer o mesmo”, declarou Derrick Rose.</p>
<p>“Nós estamos juntos por algumas semanas, e você não sabe até estar nessas situações se vamos ter a personalidade forte para vencer quando não conseguimos acertar um arremesso, quando alguém está jogando uma defesa tão boa contra você, e hoje à noite eu descobri isso. Então é uma boa coisa, uma coisa realmente boa para se descobrir sobre nosso time”, afirmou o técnico Krzyzewski.</p>
<p>“Nós simplesmente permanecemos focados, tudo estava legal. Nós relaxamos e deixamos a defesa ganhar o jogo para nós, e fizemos isso. Jogue com energia, jogue com esperteza, aproveite seu tempo e ficaremos tudo bem”, minimizou Odom.</p>
<p>Coach K fez questão de elogiar a Seleção Brasileira. “Eles foram campeões sul-americanos, tiveram uma campanha de 9V-0D e ganharam o torneio das Américas em Porto Rico no ano passado com o mesmo time que trouxeram para este torneio, estão entrosados e acostumados a jogar juntos. Eu achei que nossa defesa decidiu, só permitimos 22 pontos no segundo tempo. E quando seu ataque não está indo muito bem, ainda jogar uma grande defesa mostra que você tem grande caráter. E eu disse a eles que mostraram personalidade para vencer, porque não foi fácil vencer hoje. Eles tiveram que fazer algumas coisas realmente difíceis”, comentou o treinador dos EUA.</p>
<p>“Eu quero parabenizar os EUA pela vitória. Em segundo lugar, parabenizar os jogadores do Brasil por acreditarem em si mesmo durante os 40 minutos do jogo. A única coisa que nos mobilizou para continuar no jogo foi essa crença. Nós estamos crescendo pelo aprendizado e essa é a chave do jogo. Você não pode dizer a uma pessoa ou a um time que eles podem apenas atingir certo nível, você tem sempre que apontar para o alto e é isso o que digo a meus jogadores. O Brasil joga como o Brasil. Essa é a ideia de ter uma identidade e olhar para o futuro com ela”, disse o técnico Rubén Magnano.</p>
<p>“Os pontos não vieram fáceis no segundo tempo e ambos os times mostraram seu caráter. O Brasil é tão bem treinado. Os jogadores veteranos deles têm um conceito bom demais. Nós fomos capazes de conseguir a vitória, mas precisávamos de mais energia para jogar contra este time do Brasil e acho que fomos jovens demais para isso. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandro Barbosa</a> é um dos melhores jogadores internacionais do mundo e Marcelo Machado foi um dos melhores arremessadores. Andre Iguodala é um de nossos melhores defensores, mesmo que ele não arremesse, foi por isso que o mantive em quadra. Eu achei que Splitter foi notável e Huertas jogou um magnífico primeiro tempo pela maneira como estava liderando seu time. Huertas estava tão focado que quando saiu do jogo (pendurado com quatro faltas) isso os atrapalhou. Eu sei que o técnico do Brasil teria jogado com ele por 40 minutos se pudesse, e talvez eles tivessem vencido. Nós simplesmente tivemos de tentar mudar o ritmo. Eles estavam nos matando no pick and roll. Temos treinado algumas formas diferentes de nos defender contra isso. Mas nossa defesa foi muito melhor no segundo tempo. Só estamos trabalhando juntos há poucas semanas. Não sei se podemos vencer o campeonato, mas descobri hoje que meu time pode jogar na defesa”, analisou o Coach K.    </p>
<p>“A atmosfera deste jogo foi ótima, o Brasil fez um grande trabalho, eles colocaram pressão em nós. Foi um aprendizado necessário. Chauncey Billups cresceu para nós no terceiro quarto. Ele é o líder deste time, fez um grande trabalho nos carregando no segundo tempo”, concluiu Kevin Durant.</p>
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		<title>Seleção Brasileira faz melhor partida no Mundial, mas perde para os americanos na última bola</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 20:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Seleção Brasileira masculina de basquete fez um primeiro quarto impecável abrindo 28 a 22, deu um show de garra contra os Estados Unidos numa partida memorável, teve o último ataque nas mãos para empatar ou vencer o jogo, mas perdeu apertado por 70 a 68 (43 a 46 no intervalo) na terceira rodada do Grupo B do Campeonato Mundial da Turquia. O time do técnico Rubén Magnano saiu aplaudido de pé pela torcida que vaiou intensamente os americanos no último quarto, e ganhou moral para os jogos decisivos da chave contra Eslovênia e Croácia, que foram atropeladas pelo time americano. O ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/oklahoma" >Oklahoma City</a> Thunder Kevin Durant foi o cestinha da partida com um duplo-duplo de 27 pontos e 10 rebotes, mas o Brasil quase o ofuscou com destaque para os 16 pontos do ala ex-<a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/hornets" >New Orleans Hornets</a> dispensado da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> Marquinhos, os 14 tentos do ala-armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> que quase fez a cesta do empate no último segundo, e o duplo-duplo de 13 pontos e 10 rebotes do novo pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >San Antonio Spurs</a> Tiago Splitter.   <span id="more-67043"></span></p>
<p>Apesar do erro no ataque final, o armador paulista campeão espanhol pelo Caja Laboral Baskonia Marcelinho Huertas foi outro destaque da Seleção com oito pontos e cinco assistências, fazendo um duelo de igual para igual com os bons armadores americanos All-Stars Derrick Rose e Chauncey Billups, autor de 15 tentos e três passes para cesta. Todos os jogadores que entraram em quadra fizeram além do possível para ajudar o Brasil, que teve um espírito bem diferente do apresentado nas partidas contra Irã e Tunísia, só o pivô JP Batista destoou um pouco nos erros. Nezinho e Raulzinho não foram utilizados, deixando claro que a Seleção não tem um armador reserva confiável, mas se jogar assim pode ir longe na competição.  </p>
<p>Ainda sem poder contar com o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/cavaliers" >Cleveland Cavaliers</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, poupado devido à lesão no tornozelo, Magnano escalou uma formação titular diferente com o ala de 2,07m Marquinhos encarregado de marcar o cestinha da temporada da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> Kevin Durant em um quinteto inicial brasileiro bastante veloz formado por Marcelinho Huertas, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, Alex Garcia e Tiago Splitter batendo de frente com a equipe americana sem um pivô de ofício. O Brasil abriu o placar com uma bandeja de Huertas com assistência de Splitter e fez 4 a 0 com outra boa infiltração do armador brasuca campeão espanhol pelo Caja Laboral Baskonia. O armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nuggets" >Denver Nuggets</a> Chauncey Billups respondeu convertendo uma infiltração e o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/sixers" >Philadelphia 76ers</a> Andre Iguodala empatou o jogo com dois lances livres certos, a virada americana veio com uma jogada de três pontos de Kevin Durant, mas o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Alex encostou com uma bandeja com assistência de Huertas. Durant abriu 10 a 6 com uma bola de três da lateral esquerda, Tiago respondeu com uma cesta na ponte aérea com lançamento de Huertas e Marquinhos empatou o jogo em 10 a 10 com uma cesta embaixo com finta, chamou muito a atenção o empenho de todos os brasileiros na marcação.</p>
<p>O ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pinheiros" >Pinheiros</a> Marquinhos virou o placar com uma bola de três da lateral direita, Durant deu o troco na mesma moeda com um triplo frontal certeiro, o ala-pivô bicampeão pelo <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Los Angeles Lakers</a> Lamar Odom recolocou os EUA na frente com uma bandeja no contragolpe, mas Splitter foi buscar o empate em 15 a 15 convertendo um gancho com assistência de Alex. Billups meteu uma bola de três da lateral esquerda, <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> respondeu com uma linda bandeja reversa, o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/grizllies" >Memphis Grizzlies</a> Rudy Gay deu um tocão em Splitter e conectou um em dois lances livres fazendo 19 a 17, aí começou um festival de bolas de três com os times se alternando à frente do placar com triplos da lateral esquerda encestados por Alex, Kevin Love e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, que depois ainda acertou um tiro de três frontal abrindo 26 a 22 para o Brasil. Splitter ampliou a vantagem verde-amarela com uma enterrada espetacular e garantiu o placar surpreendente de 28 a 22 no final da parcial com um tocaço de tabela em cima do armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/oklahoma" >Oklahoma City</a> Thunder Russell Westbrook. O primeiro quarto foi o melhor da Seleção Brasileira nos últimos anos, merecedor de uma nota 10 pela qualidade no ataque e na defesa.</p>
<p>O Brasil manteve a concentração defensiva no segundo período, embora o ritmo ofensivo tenha caído um pouco. O ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>/Uniceub Guilherme Giovannoni entrou bem e foi logo convertendo uma bandeja na infiltração fazendo 30 a 22, a maior vantagem brasileira na partida, Durant respondeu bem acertando um chute de dois da lateral do garrafão sofrendo a falta e conectando o lance livre de bonificação, Marquinhos meteu uma bola de três da zona morta esquerda abrindo 33 a 25, os americanos descontaram com uma cesta rápida do armador do <a href="/tags/bulls" >Chicago Bulls</a> Derrick Rose e uma cesta de Billups sozinho debaixo do aro, Rose encostou em 33 a 30 encestando um em dois lances livres, mas o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado roubou uma bola esperta no ataque e converteu a bandeja. Após Huertas e Westbrook conectarem dois lances livres cada, Durant fez uma enterrada no rebote ofensivo diminuindo a diferença para 37 a 34.</p>
<p>Os EUA encostaram de vez com uma linda infiltração convertida em bandeja jordanesca de Derrick Rose, mas Marquinhos abriu 39 a 36 com uma bola de três da lateral esquerda, Odom respondeu com uma bandeja no contragolpe após a arbitragem não apitar um toco claro em Marquinhos quando ele ia para uma enterrada, aí Guilherme deu o troco com uma cesta de três da lateral esquerda fazendo 43 a 38, Durant descontou na mesma moeda com um triplo frontal, e após Splitter acertar um em dois lances livres e Durant duas cobranças da linha de penalidade, Huertas e Splitter tramaram a jogada mais espetacular do primeiro tempo: um passe picado sem olhar do armador para Tiago finalizar com uma sonora cravada fechando o período em 46 a 43. Durant foi o cestinha do primeiro tempo com 19 pontos, mas o Brasil teve um notável desempenho coletivo com 11 pontos de Marquinhos, nove de Splitter e oito de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> garantindo a vantagem de três tentos no intervalo, a primeira vez no ano que os americanos terminaram uma metade de jogo perdendo.</p>
<p>As duas equipes voltaram para a terceira etapa cometendo erros provocados principalmente pela melhora dos EUA na defesa. Após Lamar Odom converter um chute de dois, Marquinhos fez 48 a 45 com uma enterrada no contra-ataque com assistência de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> após uma bola roubada, Billups descontou acertando dois lances livres, mas Splitter respondeu convertendo um chute com auxílio da tabela no melhor estilo Tim Duncan levando a vantagem brasuca para 50 a 47. Kevin Durant, sempre ele, foi buscar o empate com uma bola de três frontal após <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> forçar um chute de três da zona morta que nem deu aro, e a virada americana para 52 a 50 aconteceu com um arremesso de dois certeiro de Rose da lateral do garrafão, forçando o técnico Rubén Magnano a pedir tempo imediatamente para a seleção americana não desgarrar no marcador.</p>
<p>Na volta da parada técnica, Iguodala conectou um em dois lances livres e Billups abriu 55 a 50 com duas cobranças certas da linha de penalidade, aí o Brasil levou um susto quando Marcelinho Huertas cometeu sua quarta falta e foi substituído por estar pendurado. Magnano mostrou não ter confiança no armador reserva Nezinho, deixou a armação brasileira com <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> e às vezes Guilherme levando a bola para o ataque. Marcelinho Machado descontou com uma bola de três da lateral esquerda, Billups respondeu convertendo uma bandeja na infiltração fazendo 57 a 53, o flamenguista Marcelinho acertou um bom chute de dois da lateral fundo do garrafão, mas Durant fez uma cravada após bela assistência de Billups e depois converteu uma bandeja no contragolpe abrindo 61 a 55. Para piorar a situação brasileira, Tiago Splitter também saiu pendurado com quatro faltas sendo substituído pelo pivô do <a href="/tags/sao-jose" >São José</a> Murilo Becker, mas <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> manteve o Brasil vivo com uma bola de três da lateral esquerda descontando a diferença para 61 a 58 e depois conectou um em dois lances livres fechando a parcial em 61 a 59 a favor dos ianques.</p>
<p>No último quarto, atrasado em 10 minutos por conta de uma pane no placar eletrônico, a Seleção Brasileira continuou muito combativa na defesa, jogou com raça, chegou a empatar a partida com uma bola de três de Marquinhos, mas forçou alguns ataques principalmente em chutes de três desnecessários, cometeu alguns erros em momentos cruciais assim como os americanos também erraram dando oportunidades para o Brasil, que não aproveitou no final desse período muito nervoso e de placar muito baixo de 9 a 9. Após Durant encestar um em dois lances livres, Marquinhos igualou o placar em 62 a 62 com um triplo frontal no estouro dos 24 segundos de posse de bola, mas Odom colocou os EUA na frente com uma enterrada depois de Alex ter forçado uma infiltração, Rose ampliou a vantagem para 66 a 62 com uma bela bandeja reversa sofrendo a falta de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>, mas desperdiçou o lance livre de bonificação. Após um toco de Marquinhos em Durant, Splitter converteu um gancho no garrafão encostando em 66 a 64, Rose conectou dois lances livres do outro lado, mas o Brasil encostou de novo: Huertas fez uma bandeja na infiltração, Durant tirou a bola quando ela ainda estava em contato com o aro e a arbitragem validou os dois pontos.</p>
<p>Com o placar em 68 a 66, o experiente Billups chamou para si a responsabilidade e converteu uma infiltração com auxílio da tabela, mas <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> deu o troco na mesma moeda numa bela bandeja que cortou o déficit para 70 a 68. Os Estados Unidos desperdiçaram seus últimos ataques assim como a Seleção canarinho, mas a chance final de ataque foi do Brasil: Huertas primeiro tentou um chute flutuante na infiltração e sofreu a falta a 3 segundos do fim, errou o primeiro lance livre e teve de errar o segundo de propósito, o rebote ainda sobrou para <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> fazer o último arremesso, que chorou no aro e saiu, uma pena. Os americanos comemoraram muito a terceira vitória, aliviados de um susto daqueles, e os brasileiros saíram de quadra aplaudidos e de cabeça erguida. O técnico Mike Krzyzewski estava tão preocupado que utilizou pouco os reservas e nem colocou em quadra o armador novato do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/warriors" >Golden State Warriors</a> Stephen Curry nem o ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/pacers" >Indiana Pacers</a> Danny Granger, os titulares tiveram de suar mais minutos que de costume para não perderem o jogo. Estiveram nas arquibancadas torcendo pelo Brasil dois craques do futebol que jogam na Turquia, os meias Elano (do Galatasaray) e Alex (do Fenerbahçe), ambos devem ter gostado do que viram.  </p>
<p>A Seleção Brasileira folga nesta terça-feira (31) e volta à Arena Abdi Ypedçi nesta quarta (1º), para enfrentar a Eslovênia, às 15h30min de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a> (21h30min hora local) na decisão do segundo lugar do Grupo B. SPORTV, SPORTV HD, TV Esporte Interativo, BandSports e ESPN Brasil transmitem ao vivo. A equipe nacional encerra a fase de classificação na quinta–feira (2), contra a Croácia. Nos outros jogos do Grupo B hoje, a Eslovênia superou a Croácia por 91 a 84 e o Irã ganhou da Tunísia por 71 a 58.</p>
<p>“Conseguimos parar o contra-ataque deles, como era nosso objetivo, mas não tivemos sorte no final. Acontece. Às vezes a bola cai pra gente, outras pra eles. O importante é que jogamos bem e saímos de cabeça erguida. Todos sabem da qualidade do nosso time e hoje mostramos isso para os próximos adversários”, disse Tiago Splitter, que fez um duplo-duplo com 13 pontos e 10 rebotes.</p>
<p>“Fizemos um bom jogo, tanto ofensivo como defensivo. Tive a felicidade de acertar bolas importantes e ajudar o Brasil. Conseguimos anular alguns pontos fortes deles e levar o jogo equilibrado até o fim”, comentou Marquinhos, cestinha do Brasil com 16 pontos.</p>
<p>As estatísticas finais do jogo mostram o equilíbrio que foi a tônica deste Brasil x Estados Unidos: os americanos foram melhores nos rebotes defensivos (28 x 24), nos roubos de bola (15 x 11), nos bloqueios (3 x 2) e nos lances livres (18 convertidos em 23 cobrados = 78,3% contra apenas 4 em 8 dos brasucas, 50%); enquanto os brasileiros levaram a melhor nos arremessos de três pontos (10 cestas em 28 tentativas = 35,7% contra 6 triplos certos em 17 tentativas dos ianques, 35,3%), no aproveitamento de bolas de três pontos (17 cestas em 36 tentativas = 47,2% contra 17 cestas em 38 tentativas = 44,7%), no percentual de acerto geral nas finalizações (42,2% contra 41,8%), nos pontos do banco de reservas (12 x 6), nas assistências (15 x 8) e desperdiçaram menos posses de bola (20 contra 22 dos EUA, número alto das duas partes). Houve igualdade nos rebotes ofensivos (8 x 8) e os sul-americanos fizeram mais faltas (19 x 14).</p>
<p>Com os resultados da terceira rodada, os Estados Unidos lideram o Grupo B, com seis pontos (três vitórias). O Brasil vem em segundo, com cinco pontos, seguido por Eslovênia (cinco), Croácia (quatro), Irã (quatro) e Tunísia (três).</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong></p>
<p><strong>BRASIL (28 + 18 + 13 + 9 = 68) </strong></p>
<p>Titulares: 9. Marcelinho Huertas (8 pts e 5 assistências), 10. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> (14), 8. Alex (5 pts e 5 rebotes), 14. Marquinhos (16) e 15. Tiago Splitter (13 pts e 10 rebotes). Entraram depois: 12. Guilherme Giovannoni (5), 13. JP Batista (0), 4. Marcelinho Machado (7) e 6. Murilo (0). Técnico: Rubén Magnano.</p>
<p><strong>ESTADOS UNIDOS (22 + 21 + 18 + 9 = 70) </strong></p>
<p>Titulares: 4. Chauncey Billups (15), 6. Derrick Rose (11), 5. Kevin Durant (27), 9. Andre Iguodala (3) e 14. Lamar Odom (8). Entraram depois: 7. Russell Westbrook (2), 8. Rudy Gay (1), 13. Kevin Love (3), 12. Eric Gordon (0) e 15.Tyson Chandler (0). Técnico: Mike Krzyzewski.</p>
<p>TABELA DO GRUPO B</p>
<p>Brasil, Irã, Eslovênia, Tunísia, Croácia e Estados Unidos.</p>
<p>Arena Abdi Ýpekçi – Istambul – Turquia</p>
<p>— Sábado (28 de agosto)</p>
<p>Tunísia 56 x 80 Eslovênia, Estados Unidos 107 x 78 Croácia e Irã 65 x 81 Brasil</p>
<p>— Domingo (29 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos, Croácia 75 x 54 Irã e Brasil 80 x 65 Tunísia</p>
<p>— Segunda-feira (30 de agosto)</p>
<p>Eslovênia 91 x 84 Croácia, Tunísia 58 x 71 Irã e Estados Unidos 70 x 68 Brasil</p>
<p>— Terça-feira (31 de agosto)</p>
<p>Folga</p>
<p>— Quarta-feira (1º de setembro)</p>
<p>10h30min (16h30min hora local) – Croácia x Tunísia</p>
<p>13h (19h hora local) – Irã x Estados Unidos</p>
<p>15h30min (21h30min hora local) – Brasil x Eslovênia</p>
<p>— Quinta-feira (2 de setembro)</p>
<p>10h30min (16h30min hora local) – Estados Unidos x Tunísia</p>
<p>13h (19h hora local) – Eslovênia x Irã</p>
<p>15h30min (21h30min hora local) – Brasil x Croácia. </p>
<p>Confira a tabela completa no link: <a href="http://www.cbb.com.br/competicoes/mundialmasculino2010/tabela.asp" target="_BLANK">Tabela do Mundial Masculino</a></p>
<dd></dd>
<p>OBS: A CBB está enviando fotos do Mundial Masculino, que também estão disponíveis na galeria do site da CBB. <a href="http://www.cbb.com.br/fotos/fotos.asp?evento=375" target="_BLANK">Fotos do Mundial Masculino</a></p>
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		<title>New York Times elogia Brasil, ala do Sixers Iguodala destaca Leandrinho e Raulzinho admira Curry</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Américas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O jogo Brasil x Estados Unidos valendo a liderança do Grupo B do Mundial da Turquia nesta segunda-feira já dá o que falar, como cantou Jorge Ben-Jor, “deu no New York Times”. O site do principal jornal norte-americano destaca que o “jogo interior da seleção dos EUA terá seu primeiro teste real hoje, pois um descansado <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, o efetivo Tiago Splitter e o sólido J.P. Batista formam uma linha de frente robusta”, isso numa matéria sobre o time americano cujo título é “duas vitórias, cedo demais para ficar empolgado”. Já o ala da seleção ianque e do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/sixers" >Philadelphia 76ers</a> Andre Iguodala elogia o ala-armador brasileiro do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/raptors" >Toronto Raptors</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa como o homem a ser marcado. Numa entrevista ao site da Fiba, o caçula de 18 anos da Seleção Brasileira Raulzinho diz que admira muito o jovem armador do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/warriors" >Golden State Warriors</a> Stephen Curry e está ansioso por ter uma chance de enfrentá-lo.  <span id="more-67008"></span></p>
<p>Um artigo assinado pelo colunista Chris Tomasson no site americano Fan House com o título &#8220;EUA encara teste contra o baleado Brasil&#8221; concorda com o que escreveu Pete Thamel no NY Times, confira a tradução:</p>
<p>O time dos EUA encara seu primeiro teste real segunda-feira. Mas pode não ser tão grande como originalmente se pensava. Uma semana depois de perder o pivô da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nene" >Nenê</a> para o Mundial devido a uma lesão na perna, o Brasil ainda não sabe oficialmente se eles terão outro pivô da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> disponível em <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>, que sofreu uma lesão no tornozelo em um amistoso no dia 18 de agosto. Ele ficou fora dos dois primeiros jogos do Mundial.</p>
<p>“Eu não sei se vou jogar. Mas estou me sentindo melhor”, disse o ala-pivô <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> ao FanHouse neste domingo. </p>
<p>O homem grande do Cleveland pode ser crucial para as chances do Brasil de conseguir uma surpresa numa partida que quase certamente decidirá o Grupo B. Os times estão empatados em primeiro lugar com duas vitórias e zero derrota.</p>
<p>“É muito importante”, afirmou Tiago Splitter, recentemente contratado pelo San Antonio, sobre a possibilidade de ter <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> em quadra numa tentativa de vencer os americanos. “Eu acho que Anderson é um cara que os conhece muito bem. Ele é uma energia extra na quadra, e nós esperamos que ele esteja OK e possa jogar”, completou o novo pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a>.</p>
<p>Com certeza ajudaria Splitter ter <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> a seu lado. Mas com ou sem ele, Splitter negou que esteja sentindo alguma pressão extra por causa dos torcedores do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/spurs" >Spurs</a> que estão ansiosos para ver como ele jogará contra o time dos EUA.</p>
<p>“Eu sinto confiança em mim mesmo”, falou Splitter, informando que ainda precisa regularizar a situação de seu visto de trabalho nos EUA para viajar a San Antonio tão logo o Mundial termine no dia 12 de setembro, ele pretende chegar mais cedo para se apresentar em boa forma para o início do acampamento de pré-temporada da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> no dia 28 de setembro. “(Splitter) vai mostrar a todo mundo por que estou na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>&#8230; Vai ser um bom teste”, concluiu o pivô catarinense.  <br />
Os jogadores americanos acreditam que os brasileiros também serão adversários valorosos.</p>
<p>“Nós vemos da mesma maneira”, disse o ala-pivô do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/timberwolves" >Minnesota Timberwolves</a> e da seleção Kevin Love sobre o fato de este jogo quase certamente decidir o primeiro colocado do Grupo B. “Simplesmente queremos entrar lá e realmente executar nosso plano de jogo e não ter um lapso”, completou o bom reboteiro.</p>
<p>Os brasileiros tiveram lapsos no domingo como se estivessem talvez olhando à frente para seu encontro com os americanos. Eles sofreram antes de finalmente abrirem vantagem para derrotar a Tunísia por 80 a 65. O ala-armador do Toronto <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandro Barbosa</a> liderou o Brasil com 21 pontos.</p>
<p>“Vai ser um grande jogo”, declarou Barbosa sobre o duelo de segunda-feira. “Tomara que <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> possa voltar. Mas se ele não puder, nós temos que nos preparar para jogar com tudo que temos”.</p>
<p>Solicitado para fazer uma breve avaliação sobre os brasileiros, o assistente técnico dos EUA Jim Boeheim elogiou Barbosa e disse “os caras grandes deles são muito bons em torno da cesta”.</p>
<p>Mas se <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a> não puder jogar, o que inicialmente parecia ser um trio de pivôs de grandes realizações estará reduzido a apenas Splitter, concluiu Tomasson.</p>
<p>Segundo escreveu Thamel no Times: “Os americanos estancaram ficando quase sete minutos do segundo quarto sem converter um arremesso de quadra, dando à torcida altamente pró-Eslovênia uma dose de esperança, como uma versão cantante e verde daquela da Duke Cameron Indoor Stadium. No final, os Estados Unidos arrancaram e venceram seu segundo jogo da chave facilmente, 99 a 77, com 22 pontos de Kevin Durant. Não houve cadeiras arremessadas na Abdi Ipekçi Arena, mas Krzyzewski perguntou a um repórter turco: “Você conhece minha reputação?”</p>
<p>Muito como aqueles sete minutos imprestáveis, os dois jogos fortes dos Estados Unidos não podem ser vistos como um sinal das coisas que virão. Especialmente com os jogos eliminatórios pela frente na sua tentativa de ganhar o ouro no Mundial pela primeira vez desde 1994.</p>
<p>“Você não pode ficar louco demais com nada. Você tem que se manter calmo nestas situações, porque é um jogo apenas e se perder você está fora”, alertou Krzyzewski.  </p>
<p>Os Estados Unidos, que derrotaram a Croácia na estréia, encara um feroz Brasil na segunda-feira naquele que se projeta ser o único jogo difícil até o início da fase eliminatória, mais provavelmente no dia 6 de setembro para os americanos. Aqui está o que foi estabelecido por este time até agora: <br />
 <br />
Durant é o cavalo de força. As projeções estavam corretas. Este time irá tão longe quanto Durant o carregar, com Derrick Rose como um co-piloto capaz. Durant tem mostrado confiança no arremesso cedo, e brilhou contra a Eslovênia criando ataque a partir da defesa. Os americanos tiveram cinco enterradas no primeiro quarto, alguns graças às bolas roubadas e transição.</p>
<p>“Estou simplesmente sendo agressivo rumo ao ataque. Eu posso tentar alguns arremessos ruins, mas meus companheiros não se importam”, disse Durant.</p>
<p>Pela maneira como os EUA atropelaram Croácia e Eslovênia, é difícil imaginar uma vitória do Brasil nesta segunda-feira. Mas os americanos prometem não subestimar os adversários. O Brasil venceu seus jogos contra Irã e Tunísia, entrando no confronto de hoje querendo dar uma declaração de força.</p>
<p>“Eles têm alguns jogadores durões. Eles têm (Leandro) Barbosa, obviamente, e (Anderson) <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Varejão</a>, caras da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>. Barbosa é o cara que eles procuram no ataque. Nós vamos tentar concentrar um pouco a marcação sobre ele. Obviamente ele está na liga há oito anos então tem alguma experiência na <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a> e no jogo internacional. Tenho certeza que eles querem nos surpreender”, comentou o ala titular da seleção e do Philadelphia Andre Iguodala.</p>
<p>O site da Fiba destaca que o armador brasileiro Raul Togni Neto está vivendo um sonho. Jogador mais jovem da Seleção Brasileira, Raulzinho foi incluído no time sul-americano depois de um impressionante verão. O armador de 18 anos fez sua estreia no sábado contra o Irã e mostrou que tem um grande futuro na Seleção nacional. Raul falou ao Fiba.com sobre seu primeiro grande torneio com a equipe adulta.</p>
<p>FIBA: Parabéns Raul por ter entrado no time do Brasil. Considerando o talento de basquete em seu país, você deve sentir um grande orgulho por ter sido selecionado por Rubén Magnano. O quanto você está emocionado?</p>
<p>Raul: “No início do verão, eu fui incluído no time apenas para aprender e ganhar experiência. Eu joguei nos amistosos e fiz meu melhor nos treinos. Depois da lesão de nosso armador reserva, eu fui incluído no time. É uma experiência inacreditável e um sonho tornado realidade para mim. Eu tenho aprendido tanto no último mês e só quero ajudar o time de qualquer maneira que puder e tentar aprender o máximo possível”.   </p>
<p>FIBA: Você está seguindo as pegadas de seu pai, Raul Togni Filho, que representou o Brasil como jogador. O quanto ele influenciou sua carreira no basquete?</p>
<p>Raul: “Foi meu pai que me apresentou ao basquete e minha paixão pelo esporte cresceu. Ele jogou na minha posição e tem me dado muitos conselhos. Ele é treinador agora e eu tenho aprendido muito com ele”.</p>
<p>FIBA: Parece haver uma ótima atmosfera na equipe do Brasil. Tem sido fácil se adaptar ao time nacional?</p>
<p>Raul: “Desde o primeiro dia, fui recebido com os braços abertos porque os jogadores sabem como é ser novato no time, eles mesmos já passaram por isso. É ótimo treinar e jogar com caras como Tiago Splitter e <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/varejao" >Anderson Varejão</a>. Mas estou aprendendo muito jogando com Marcelinho Huertas, que é um grande professor. E quanto a nosso técnico Rubén Magnano, eu converso freqüentemente com ele e falamos sobre táticas, sobre o meu jogo. Ele é muito aproximável”. </p>
<p>FIBA: Você estará jogando com e contra grandes jogadores neste torneio. Há um jogador em particular que você está ansioso para encarar neste evento?</p>
<p>Raul: “Eu realmente gosto de Stephen Curry (armador dos EUA) porque ele joga na minha posição. Eu o vi jogar na universidade (em Davidson) e ele era ótimo de se assistir – a maneira como ele se movimenta na quadra assim como sua habilidade de arremesso. Então eu estou ansioso para jogar contra ele”.</p>
<p>A crônica do site da Fiba sobre a vitória do Brasil sobre a Tunísia destacou que só no último quarto “a Seleção de Magnano conseguiu respirar mais tranquilamente. O sólido jogo interior de João Paulo Batista, a hiper-atividade de Alex Garcia na defesa e os arremessos em boa hora de Marcelinho Machado ajudaram os brasileiros a abrir vantagem. <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandro Barbosa</a> terminou com 21 pontos e agora tentará fazer uma grande diferença na segunda-feira quando seu time pegar os EUA”. A Tunísia agora virará sua atenção para seu próximo oponente, o Irã.   </p>
<p>“Estamos numa boa posição, mas sabemos que vamos ter de começar a jogar melhor contra alguns times muito bons. Não nos classificamos ainda para a próxima fase, mas estamos mais perto. O alvo é sempre vencer em todo Campeonato Mundial que eu joguei. Ainda sinto que tenho algo a mais a dar. Rubén Magnano provavelmente nos tornou um time defensivo melhor, mas também antes Moncho Monsalve nos ajudou a jogar mais como uma equipe no ataque”, declarou o veterano ala do <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/flamengo" >Flamengo</a> Marcelinho Machado, maior pontuador do banco brasileiro.</p>
<p>“Vencer um jogo no Campeonato Mundial é importante. Nós precisamos bater o Irã amanhã”, disse ontem o ala-pivô tunisiano Hamdi Braa sobre o duelo islâmico desta segunda às 13h (de <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/brasilia" >Brasília</a>).</p>
<p>O ala-pivô americano bicampeão pelo <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/lakers" >Los Angeles Lakers</a> Lamar Odom não quer saber de descanso na folga do Grupo B nesta terça-feira após o jogo contra o Brasil, nem de ser poupado das partidas contra Irã e Tunísia.</p>
<p>“Nada de relaxar, nunca relaxe até que o torneio acabe. Depois temos duas ou três semanas livres até a pré-temporada da <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/nba" >NBA</a>, aí então nós descansaremos”, disse Odom.</p>
<p>O técnico Rubén Magnano fala da expectativa da disputa contra os norte-americanos.</p>
<p>&#8220;Poucas vezes vi uma equipe dos Estados Unidos tão comprometida como esta e isso é tão importante quanto a qualidade técnica do grupo. Eles são muito rápidos e teremos que jogar com inteligência&#8221;, comentou o técnico argentino campeão olímpico em 2004.</p>
<p><a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a> Barbosa, cestinha com 21 pontos no jogo contra a Tunísia, destaca o ponto forte dos Estados Unidos e o que os brasileiros terão que fazer para levar mais uma vitória.</p>
<p>&#8220;O ponto forte da equipe americana é o contra-ataque, que é muito veloz. Vamos ser inteligentes e não dar tantas oportunidades. Os americanos são muito atléticos. A gente sabe que tem que ser muito inteligente no ataque para não dar o contra-ataque para eles, que é o que eles têm de melhor até agora&#8221;, disse <a href="http://www.basketbrasil.com.br/tags/leandrinho" >Leandrinho</a>.</p>
<p>O pivô Tiago Splitter fala do próximo compromisso contra os EUA.</p>
<p>&#8220;É um jogo importante e a gente sabe da dificuldade do jogo. Vamos tentar fazer o melhor jogo possível e tentar fazer com que os americanos não joguem cômodos dentro da quadra. Vamos ter que tentar voltar rápido, parar esse contra-ataque e cadenciar a bola. O mais importante é ter paciência no ataque para não deixar que eles tenham muitas possibilidades de meter pontos&#8221;, analisou Tiago.</p>
<p>No domingo (29), o Brasil derrotou a Tunísia (80 a 65); os Estados Unidos bateram a Eslovênia (99 a 77) e os croatas venceram o Irã (75 a 54). No sábado (28), os Estados Unidos venceram os croatas (107 a 68) e a Eslovênia derrotou a Tunísia (80 a 56).</p>
<p>Brasil e Estados Unidos estão no Grupo B. Depois, os brasileiros enfrentam ainda pela fase de classificação Eslovênia (1º) e Croácia (2). Os quatro melhores se classificam para as oitavas-de-final do Mundial e cruzam com as equipes do Grupo A: Argentina, Sérvia, Alemanha, Angola, Austrália e Jordânia.</p>
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