October 7, 2008
A Liga Nacional de Basquete, recentemente criada e com a chancela da CBB, é a grande esperança dos amantes do basquetebol para “salvar” a modalidade aqui no Brasil. E essa esperança não se resume apenas aos atuais jogadores, técnicos e especialistas, para os veteranos e ídolos do basquetebol nacional a criação de uma liga gerada pelos clubes é o caminho para o retorno do sucesso do basquete.
Um dos que compartilha dessa idéia é o ex-ala Marquinhos Abdalla Leite, ídolo nas décadas de 70 e 80: “Olha, tudo que é feito com o coração, tudo que é feito com o intuito de melhorar é bem-vindo. Este evento em homenagem ao Adilson retrata isso, há muito tempo não se via isso no basquete nacional, os ícones reunidos por uma causa, uma espécie de protesto para o que vem acontecendo. A Liga Nacional é muito bem-vinda e eu fico feliz em ver que alguma coisa está sendo feita para mudar a situação”, declarou.
Outro grande jogador da história do basquetebol brasileiro que falou com o BasketBrasil foi o ex-ala-pivô Pipoka. Assim como Marquinhos, Oscar e outros ídolos, Pipoka acredita que a nova liga, aliada a outras mudanças, pode impulsionar o crescimento do basquetebol brasileiro.
“O que nós queremos ver é mudança. Alguma coisa precisa mudar e a criação da Liga Nacional já é um começo. É muito importante que os campeonatos sejam geridos pelos clubes e que a CBB cuide apenas das seleções nacionais, ao que parece isso irá ser colocado em prática a partir de agora, então já é um início para mudar a situação”, disse Pipoka.
“Eu acredito na revitalização do basquetebol nacional, isso porque todos estão cansados dos fracassos e os protestos, de todos os lados, estão ficando mais fortes. Além disso, nós temos bons jogadores, um bom material humano, é só vermos nossos atletas se destacando nas principais ligas do planeta. Se tudo for colocado nos eixos, em breve, voltaremos a ter os resultados que tivemos com as gerações anteriores e o interesse da garotada no basquete irá crescer”, concluiu o ex-ala-pivô.
Já Adilson Nascimento, o homenagem do último sábado em Campinas, manteve um certo ceticismo quanto a Liga Nacional e prefere esperar para ver o que acontece: “Sinceramente, eu ainda prefiro não opinar sobre isso ou aquilo. A intenção é boa, mas nós já tivemos algumas frustrações anteriores por isso que prefiro esperar se a proposta é realmente séria. Eu torço para que seja”, encerrou o ex-jogador da seleção brasileira.
October 6, 2008
Conhecido por ter sido um dos maiores cestinhas da história do basquetebol mundial, Oscar Schmidt também é famoso por falar o que pensa e não titubear em suas opiniões. No último sábado, 4, ele esteve presente no evento “Bons Tempos em Quadra”, que homenageou o ex-jogador da seleção brasileira Adilson Nascimento e ainda serviu para reviver os bons momentos do basquete nacional.
Em entrevista concedida ao BasketBrasil, o “Mão-Santa” manteve sua opinião em relação aos jogadores que não atuaram no último Pré-Olímpico, alguns alegando lesões e outros problemas pessoais, e ainda deu sugestões sobre o que deve ser feito para revitalizar a modalidade que já foi bicampeã mundial com os homens e uma vez com as mulheres, além de ter cinco medalhas olímpicas.
Para Oscar, o evento realizado em Campinas neste sábado serviu como protesto a situação atual do basquetebol nacional: “Este evento significa um protesto. Nós queremos ver os bons tempos de volta, queremos ver o Brasil novamente forte e disputando as competições mais importantes de igual para igual com todos os times. Era isso que acontecia com a nossa geração, era um tempo em que o Brasil duelava com as seleções mais fortes e representava muito bem o país, era um tempo em que dificilmente nós ficávamos de fora das Olimpíadas e nós queremos ver isso de novo”, declarou o ex-camisa 14.
Em seguida, o maior cestinha do basquetebol brasileiro deu três sugestões para melhorar a situação: “Primeiro, nós devemos massificar o basquete através das federações estaduais, nós temos 27 federações, então tem que haver escolinhas da CBB em cada uma dessas federações para que as pessoas saibam da existência de escolhinhas de basquete. Depois, os campeonatos devem ser geridos pelos clubes, sem que a CBB se intrometa nisso. E, por último, deve ser resgastado o espírito de jogar pela seleção para que não haja deserções em massa como aconteceu no último Pré-Olimpíco”.
O ex-ala revelou que torce para que a recém-criada Liga Nacional de Basquete seja bem sucedida: “É o que eu espero. Depois de tanta briga, tanta discussão parece que, finalmente, nós teremos nossos desejos atendidos, isso é bom pois mostra uma pequena evolução. Eu ficarei muito feliz se a Liga Nacional emplacar senão o meu trabalho e de outros ídolos terá sido em vão”, analisou.
Ao ser perguntado se estava arrependido das declarações que deu em rede nacional logo após a eliminação do Pré-Olímpico contra a Alemanha, Oscar disse que não se arrepende de seu desabafo e voltou a “cutucar” alguns atletas, além de elogiar Tiago Splitter e Alex, dizendo que eles são exemplos a serem seguidos.
“É preciso que os exemplos do Tiago Splitter e Alex sejam seguidos. Eles são meninos de ouro e adoraria ter garotos como eles ao meu lado. Eles se doaram pela seleção, jogaram mesmo machucados, eles são os exemplos que os jovens jogadores devem seguir. Se outros jogadores não quiserem jogar tudo bem, nós não tivemos nenhum resultados com eles mesmo, podem ficar em casa”, disparou.
Por fim, Oscar se revelou contra a permanência do espanhol Moncho Monsalve no cargo de treinador da seleção brasileira masculina: “O Moncho foi importante naquele momento (Pré-Olímpico), mas não dá. Nós temos que nos preparar para Londres e é preciso um técnico brasileiro, coloquem o Moncho para dar clínicas aqui no Brasil para que ele ensine a garotada a jogar, aí ele seria muito útil. Mas eu não concordo com a permanência dele como técnico da seleção principal”, finalizou.
October 5, 2008
A situação do basquete brasileiro é tão crítica que até ídolos de outras modalidades pedem e torcem para que algo seja feito para resgatar o interesse pela modalidade no Brasil. Um desses ídolos que fez questão de cobrar melhorias no basquete é o ex-levantador da seleção brasileira de vôlei Maurício, campeão olímpico em 1992 e 2004, além de ter conquistado inúmeros títulos pela seleção.
Ele esteve presente no evento “Bons Tempos em Quadra”, realizado neste sábado no Tênis Clube de Campinas, e falou com o BasketBrasil sobre a deprimente fase que o basquetebol passa: “Administrativamente, o basquete está muito aquém do vôlei. O Brasil tem talento, mas a primeira coisa que se deve fazer é se organizar melhor, ter melhores administradores, só assim o basquete voltará a ter grandes resultados”, declarou Maurício.
O ex-levantador da seleção ainda disse que é triste ver o basquete nessa situação: “Eu adoro o esporte e é ruim ver um esporte tradicional como o basquete estar passando por uma fase dessa. Eu não estou acompanhando a fundo as mudanças, mas o que eu sei é que alguma coisa tem que ser feita, pois nós não queremos ver o basquete nessas condições”, finalizou.
Maurício também revelou ser um grande fã de Adilson Nascimento, homenageado no evento deste sábado: “O Adilson foi um dos meus ídolos. Eu o vi jogar e adorava o jogo dele. É muito bacana esta homenagem e justíssima, para mim é uma honra estar aqui e prestigiar este grande jogador, que fez muitas coisas pelo basquete, não só aqui no Brasil mas no mundo”.
O ex-atleta ressaltou que ainda continua ligado ao vôlei, embora não esteja mais jogando: “Ainda estou ligado ao vôlei, sim. Trabalho com um projeto em Curitiba e outro aqui em Campinas. Nós treinamos jovens jogadores, nosso investimento se resume nas categorias de base”, concluiu.
A noite deste sábado foi especial para o basquetebol brasileiro. Em um grande evento, organizado no Tênis Clube de Campinas e apoiado pela Prefeitura Municipal, várias estrelas da modalidade, de todas as épocas, foram prestigiar e dar um abraço em Adilson Nascimento, jogador que fez história pela seleção nas décadas de 70 e 80. Ídolos como Oscar, Marquinhos, Israel e Pipoka participaram de um jogo amistoso com o objetivo de arrecadar fundos para Adílson, que passa por problemas de saúde. No ginásio do Tênis Clube, o time verde, comandado por Oscar e suas sete bolas de 3 pontos, venceu a equipe amarela por 84 a 71.
Mas o resultado da partida pouco importou, o que valeu foi o encontro da “nata” do basquetebol brasileiro. Na platéia, Adilson Nascimento, o homenageado da noite, não conseguiu conter a emoção e chegou a chorar durante alguns momentos. Antes do início da partida principal, Adilson falou sobre seu sentimento ao BasketBrasil.
“Eu estou muito alegre, é muito bom ver essas pessoas maravilhosas que gostam de mim e da minha família. É um sentimento muito bom, é uma felicidade enorme, mas o que me deixa mais feliz é que esse evento servirá para a retomada do basquetebol brasileiro. É muito bom ser homenageado, mas o que me deixa mais feliz é o que este evento representará para a modalidade no país”, declarou o ex-ala.
 Bigú (de costas) abraça Adilson, na cadeira de rodas
“Eu tenho certeza de que esse encontro irá revitalizar o basquetebol brasileiro. Nós teremos uma nova fase a partir de agora e a retomada dos trunfos da modalidade no Brasil, esta noite vai ser histórica, podem escrever”, enfatizou o homenageado da noite.
O ídolo Oscar Schmidt, uma das pessoas mais “caçadas” pela imprensa no evento, falou ao BasketBrasil sobre o grande amigo Adilson: “Uma homenagem a um jogador de basquete é sempre bonita, quando o homenageado é uma pessoa como o Adilson ela fica ainda mais especial. Ele foi um jogador devastador, muito bom defensor e um dos caras mais atléticos que eu já vi. Se ele treinasse um pouco mais o seu arremesso seria um dos jogadores mais dominantes do basquetebol mundial”, declarou Oscar.
“Nós convivemos muito tempo juntos, pois jogávamos juntos na seleção. Era engraçado, pois era ele quem me marcava e ele era um excelente marcador. Ao mesmo tempo que eu achava isso chato, ficava orgulhoso, afinal o Adilson só era chamado para marcar os melhores jogadores do time adversário. Enfim, o Adilson é uma grande pessoa e um grande amigo e essa homenagem é mais do que justa”, finalizou o “Mão Santa”.
 A nata da Seleção Brasileira, reunida: Oscar (esq), Maury (centro) e Israel (dir)
O ex-ala-pivô Pipoka, que atuou na seleção brasileira durante vários anos e chegou a jogar na NBA, revelou que Adilson foi seu primeiro grande ídolo no basquete: “É uma homenagem justa, eu acho que até tardia. O Adilson foi meu primeiro grande ídolo no basquete, quando eu ainda morava em Brasília. Depois de alguns anos eu tive a honra de jogar com ele e foi uma grande emoção para mim. É um privilégio estar aqui”.
Pipoka ainda fez questão de brincar com sua falta de ritmo: “Minha pontaria não é a mesma de antes. Eu falei com o Maury e com o Israel, que estão jogando nos veteranos, e eles parecem estar com muito mais fôlego que eu, então vai ser difícil”, declarou, com um sorriso no rosto.
O pivô Israel também fez questão de deixar sua mensagem em homenagem a Adilson: “Jogar com o Adilson foi um prazer. Ele é uma pessoa sensacional e na quadra não deixava por menos. Foi um grande jogador, um dos melhores defensores do basquetebol brasileiro, nós tivemos muito bons momentos na seleção brasileira e esta partida serve para fazer uma justa homenagem a esse grande atleta. Além disso, é um encontro histórico para a modalidade”, encerrou o ex-pivô da seleção.
Marquinhos Abdalla Leite, outro ídolo do basquetebol brasileiro, afirmou que Adilson foi um dos maiores jogadores que ele já viu: “O Adilson foi um dos melhores atletas que eu já vi jogar, ele era incrível, fazia as cinco funções dentro da quadra e defendia muito bem. Eu tenho orgulho de ser amigo, fui padrinho de casamento dele, e de ter jogado junto com ele, realmente é um privilégio”, finalizou o ex-ala.
Além da partida principal dos veteranos, o evento “Bons Tempos em Quadra” deste sábado teve um jogo de StreetBall (Basquete de Rua) e apresentação do grupo de Ginástica da UNICAMP, que representou “Movimentos Urbanos”.
October 3, 2008
Sábado, 4 de outubro de 2008, pelas 18 horas locais, realiza-se no Brasil, em Campinas um evento basquetebolístico denominado de “Bons Tempos em Campo”, com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas e do Ténis Clube de Campinas.
Aí estarão a recordar os “bons velhos tempos” as grandes vedetas do basquetebol brasileiro dos anos 70 e 80 que irão homenagear o grande atleta Adilson Nascimento, que juntamente com outro grande jogador brasileiro, Marcelo Vido, marcaram a época de 83 / 84 no basquetebol português, ao serviço da equipa do F.C.Barreirense onde pontificavam Mike Plowden, os irmãos Coelho, To Zé e Carlos, Saiote, João Moura, Jorge Ramos e Pedrinho.
Irão estar presentes entre muitos outros, atletas da Selecção Brasileira, como Oscar Schmidt “ Mão Santa” (que já nos concedeu uma entrevista), João José Viana “Pipoka”, Marquinhos no sector masculino e no sector feminino Hortência Marcari, a melhor jogadora brasileira de todos os tempos, e Magic Paula.
Equipa do Barreirense, 1984. Da esquerda para a direita. Em cima: Adilson Nascimento, Marcelo Vido, Pedrinho, Michael Plowden, João Moura, Jorge Ramos. Em Baixo: Eugénio Silva, José Carlos Coelho, António Coelho, Joaquim Saiote.
(Planeta Basket, de Portugal)
http://www.planetabasket.pt/dev/
Campinas (SP) - O interior paulista receberá neste sábado, 4 de outubro, a primeira edição do evento Bons Tempos em Quadra, organizado com o apoio da Prefeitura de Campinas. Realizado no Tênis Clube de Campinas, o evento reunirá famosos ex-jogadores de basquete e tem por objetivo incentivar as novas gerações do esporte.
Adilson Nascimento, Oscar Schmidt, Marquinhos, Fausto Giannecchini, Marcel de Souza, Nilo, Cadum, Emil Rached e Carioquinha estão entre os ex-atletas de famosas seleções nacionais de basquete que participarão do evento.
O dinheiro arrecadado no evento será destinado ao ex-atleta Adílson, que passa por problemas de saúde.
“Enfrentei o Adílson nos clubes, mas só jogamos juntos na seleção. Ele me marcava e era um chato. Marcava muito bem e se doava muito para a equipe”, rememora Oscar.
O evento terá a presença de estrelas do passado, como Paula e Hortência. Para Oscar, a reunião servirá para discutir a situação do basquete brasileiro.
“O fundo do poço é cada vez mais fundo”, diz ele, referindo-se à seleção masculina, ausente da Olimpíada desde Atlanta-96, e ao time feminino, penúltimo em Pequim-2008.
O evento foi proposto diante da má fase pela qual passa o basquete nacional. Com falta de incentivo e de patrocínio, a seleção brasileira masculina não conseguiu conquistar vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim neste ano, a despeito da medalha de ouro conquistada no Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007. O time era comandado pelo espanhol Moncho Monsalve.
Já o time feminino, prata no Pan, só pôde confirmar sua presença ao conquistar uma das últimas vagas, no Torneio Pré-Olímpico Mundial. Em Pequim, as meninas acabaram eliminadas na primeira fase.
(Gazetapress/UOL)
October 2, 2008
Com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas e do Tênis Clube de Campinas será realizado o evento Bons Tempos em Quadra neste próximo sábado, dia 4 de outubro, a partir das 18h, na ginásio do Tênis Clube, em Campinas. Além de reunir os principais nomes da história do basquetebol brasileiro, o evento será uma homenagem ao grande Adilson Nascimento, um dos ídolos da modalidade nos anos 70 e 80.
Justamente na época em que Adilson defendia a amarelinha, o Brasil tinha algumas das gerações mais marcantes para a história desse esporte no país. Nomes como Oscar Schmidt, Marquinhos, Fausto Giannecchini, Marcel de Souza, Nilo, Cadum, Emil Rached e Carioquinha, entre outros, representaram brilhantemente o nosso país em campeonatos mundiais, jogos panamericanos e Olimpíadas, além de fazer do basquete mais do que um esporte, um espetáculo a ser apreciado tamanho o talento e habilidade de tais atletas.
Para a tristeza dos próprios atletas e dos fãs do esporte, o nosso basquete enfrenta problemas. Talentos não faltam, mas falta a organização e a seriedade necessária para que nossa seleção volte a participar e ter bons resultados em torneios importantes, tenha patrocinadores de peso e crie ícones como os que tivemos no passado, sem que eles precisem sair do país para serem reconhecidos.
O intuito do evento Bons Tempos em Quadra, além de homenagear Adilson Nascimento, também servirá para propor um novo rumo ao basquetebol brasileiro e, para isso, nada melhor que reunir algumas das nossas grandes estrelas para um grande jogo que será o marco de um recomeço para o Basquete no Brasil. O evento contará com as presenças de Oscar Schmidt, Marquinhos, Fausto Giannecchini, Pipoka, Hortência e Paula.
Além disso, o evento será recheado com outras atrações, como um Jogo de Streetball e o Grupo Ginástico da UNICAMP, que fará uma apresentação a coreografia “Movimentos Urbanos”.
September 29, 2008
Com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas e do Tênis Clube de Campinas será realizado o evento Bons Tempos em Quadra no dia 4 de Outubro a partir das 18h.
O basquete brasileiro teve nas décadas de 70 e 80 algumas das seleções mais marcantes para a história desse esporte no país. Adilson Nascimento, Oscar Schmidt, Marquinhos, Fausto Giannecchini, Marcel de Souza, Nilo, Cadum, Emil Rached e Carioquinha entre outros, representaram brilhantemente o nosso país em Campeonatos Mundiais, Jogos Pan-Americanos e Olimpíadas, além de fazer do basquete mais do que um esporte, um espetáculo a ser apreciado tamanho o talento e habilidade de tais atletas.
Para a tristeza dos próprios atletas e dos fãs do esporte, o nosso basquete enfrenta problemas. Talentos não faltam, mas falta o incentivo necessário para que nossa Seleção volte a participar e ter bons resultados em torneios importantes, tenha patrocinadores de peso e crie ícones como os que tivemos no passado, sem que eles precisem sair do país para serem reconhecidos.
É chegado, então, o momento de aproveitar a amizade que existe entre os atletas do basquete brasileiro e o amor de todos eles pelo esporte, para celebrar os bons tempos e propôr um novo olhar para esse esporte. E para isso, nada melhor que reunir algumas das nossas grandes estrelas para um grande jogo que será o marco de um recomeço para o Basquete no Brasil!
 cartaz do evento
August 26, 2008
Ex-jogadores cariocas, amigos e fãs do basquetebol irão organizar um jantar para homenagear a figura carismática do ex-jogador Adílson de Freitas Nascimento, por tudo que ele fez em prol do basquetebol brasileiro. O jantar será realizado no dia 2 de setembro, a partir das 20h, na Churrascaria Oásis, localizada na Estrada do Joá, 136, São Conrado, Rio de Janeiro (RJ).
O convite individual, ao preço fixo de R$ 50, poderá ser adquirido na própria churrascaria na noite do evento. Mais informações nos telefones (21) 8777-6762 , (21) 2125-9112 ou (21) 3259-2544, com Beegu.
Adilson estreou na Seleção Brasileira em 1971 com o título sul-americano no Uruguai. Nos 13 anos que defendeu o Brasil participou de três Jogos Olímpicos, três Campeonatos Mundiais, quatro Jogos Pan-Americanos, quatro Campeonatos Sul-Americanos e um Torneio Pré-Olímpico. Marcou 841 pontos em 117 jogos oficiais. Nos seus mais de 25 anos de carreira, o ala-pivô jogou no Corinthians (SP), Palmeiras (SP), Francana (SP), Tênis Clube de Campinas (SP), Vila Nova (GO), Jóquei Clube (GO), Rio Claro (SP) e Pinheiros (SP), clube que encerrou a carreira em 1992.
PERFIL
Adilson de Freitas Nascimento
Posição: Ala-pivô
Data de nascimento: 3 de dezembro de 1951
Altura: 1,95m
Clube em que começou: SC Corinthians Paulista (SP)
Último clube: EC Pinheiros
Clubes em que jogou: Corinthians (SP), Palmeiras (SP), Francana (SP), Tênis Clube de Campinas (SP), Vila Nova (GO), Jóquei Clube (GO), Rio Claro (SP) e Pinheiros (SP).
Principais resultados:
Pela Seleção
- Jogos Olímpicos
. 7º lugar em Munique (Alemanha – 1972) - 96 pontos/9 jogos
. 5º lugar em Moscou (URSS – 1980) - 64 pontos/7 jogos
. 9º lugar em Los Angeles (EUA – 1984) - 19 pontos/7 jogos
- Torneio Pré-Olímpico
. campeão (Brasil – 1984)
- Campeonato Mundial
. 6º lugar (Porto Rico - 1974)
. 3º lugar (Filipinas – 1978) - 25 pontos/9 jogos
. 8º lugar (Colômbia - 1982) - 64 pontos/7 jogos
- Jogos Pan-Americanos
. medalha de ouro em Cali (Colômbia – 1971) - 41 pontos/8 jogos
. medalha de bronze na Cidade do México (México – 1975)
. medalha de bronze em San Juan (Porto Rico – 1979) - 44 pontos/9 jogos
. medalha de prata em Caracas (Venezuela – 1983)
- Campeonato Sul-Americano
. campeão (Uruguai – 1971) - 56 pontos
. campeão (Colômbia – 1973) - 65 pontos/7 jogos
. campeão (Chile – 1977) - 56 pontos/8 jogos
. vice-campeão (Uruguai – 1981) - 24 pontos/5 jogos
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Pelos clubes
- Campeonato Mundial
. 3º lugar (Vila Nova – 1974)
- Campeonato Sul-Americano
. campeão (Vila Nova – 1973)
- Taça Brasil
. campeão (Vila Nova – 1973).
(Databasket/CBB)
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