December 1, 2008
O final de semana dos brasileiros e brasileiras que atuam na Europa foi agitado. Destaque para o duelo de brasileiras válido pela Liga Italiana Feminina. O Club Atlético Faenza, de Adrianinha, derrotou o Vomero Basket Napoli, de Cíntia Tuiú, por 72 a 56 (36 a 21 no intervalo), em Napoli. Adrianinha teve atuação mais destacda que a compatriota, conectando 11 pontos, pegando seis rebotes e dando quatro assistências. Cíntia Tuiú conseguiu quatro tentos e três rebotes. O time de Faenza ocupa a sétima colocação na tabela (cinco vitórias e três derrotas) enquanto que a equipe napolitana é a 10ª colocada (três triunfos e cinco reveses).
Ainda na Bota, a pivô brasileira Zaine David contribuiu com 10 pontos, seis rebotes e quatro assistências na vitória de seu time, o Cras Basket Taranto, sobre o Pallacanestro Ribera por 75 a 52 (38 a 20 no intervalo). Com o triunfo, o time de Zaine subiu para a quinta colocação no italiano (cinco vitórias e três derrotas).
Entre os homens, além das vitórias das equipes de Guilherme Giovanonni e Marcelinho Huertas, outro atleta que se deu bem na rodada do italiano foi o armador Fúlvio de Assis. Em jogo válido pela segunda divisão do italiano masculino, o Pallacanestro Roseto 1946, time do brasileiro, passou pelo Umana Venezia por 88 a 77 (48 a 28 no intervalo), em partidas disputada em Veneza. Fúlvio teve uma boa atuação com 15 tentos, quatro rebotes e duas passes para cesta.
Na Espanha, em jogo válido pelo campeonato feminino, outro confronto entre brasileiras foi realizado neste domingo. O Cadi La Seu D’Urgell, onde atuam Kelly Santos, Silvinha Luz e Cristina Carvalho, passou pelo Extrugasa, de Kátia Denise, por 58 a 53 (28 a 25 no intervalo). A pivô Kelly brilhou com 17 pontos, sete rebotes e 25 pontos de eficiência. As outras brasucas do Cadi La Seu D’Urgell tiveram atuações mais discretas. Silvinha fez 12 pontos e buscou cinco rebotes enquanto Cristina anotou quatro tentos e capturou quatro sobras. Pelo Extrugasa, Kátia Denise foi a cestinha da equipe com 14 pontos. A pivô ainda pegou nove rebotes. O Cadi La Seu manteve a oitava colocação com 14 pontos (quatro vitórias e seis derrotas). Mesmo com a derrota, o Extrugada subiu uma posição e é o 12º com 12 pontos (duas vitórias e oito derrotas).
Outra brasileira que esteve em quadra neste domingo foi a armadora Helen Luz. Porém, sua equipe foi derrotada. Mesmo com os 12 pontos, seis assistências e três recuperações de Helen, o Hondarribia-Irún foi superado pelo Club Baloncesto Feve San José por 82 a 79 (41 a 42 no intervalo). Com o resultado, o Hondarribia permanece em sexto lugar com 15 pontos (cinco vitórias e cinco derrotas).
A ala-pivô Franciele Nascimento também entrou em ação na rodada deste domingo. A jovem atleta jogou apenas quatro minutos, fez quatro pontos e recuperou uma bola na derrota de sua equipe, o Rivas Ecópolis, para o Perfumerias Avenida por 79 a 67 (41 a 33). Mesmo com o revés, o Rivas continua na ponta da tabela (nove vitórias e uma derrota), mas agora conta com a companhia do Ros Casares, da pivô brasileira Érika, que venceu o Mann Filter Zaragoza por 82 a 67 (37 a 39 no intervalo). Érika, lesionada, não jogou.
Na 11ª rodada da LEB Ouro (segunda divisão espanhola masculina), o Ford Burgos, onde atua o brasileiro Luis Felipe Gruber, passou pelo Union Baloncesto La Palma por 83 a 77 (42 a 40 no intervalo), fora de casa. O brasileiro jogou onze minutos e marcou seis pontos. O Burgos avançou para a quinta colocação com 18 pontos (sete vitórias e quatro derrotas).
Outro atleta tupiniquim que triunfou em quadras espanholas foi o pivô Caio Torres. O Club Melilla Baloncesto, clube do brasuca, derrotou o Tenerife Rural por 82 a 79 (37 a 41 no intervalo). O pivô atuou por 12 minutos, anotando quatro pontos e três rebotes. Com isso, o Melilla assumiu a liderança da competição com 20 pontos (nove vitórias e dois reveses).
No duelo dos brasileiros da rodada, Paulão Prestes e Vitor Faverani levaram a melhor sobre Rafael Hettsheimeir e Marcus Toledo. O Clínicas Rincón Axarquia venceu o Plus Pujol Lleida por 73 a 69 (30 a 40 no intervalo), em Lleida. O cestinha da partida foi Vitor com 21 pontos. O pivô ainda pegou sete rebotes. Seu companheiro Paulão anotou 15 pontos e capturou cinco sobras. O cestinha do Lleida e do jogo foi o pivô Rafael com 20 pontos, 12 rebotes, uma assistência e 29 pontos de eficiência. Marcus Toledo anotou oito pontos e quatro sobras. O resultado igualou as campanhas das equipes, ambos têm seis vitórias, cinco derrotas e 17 pontos. O Rincón leva vantagem no saldo de cestas e aparece em sétimo enquanto que o Lleida é o oitavo.
Confira os desempenhos de outros(as) brasileiros(as) pelo continente europeu
Clermont-Ferrant 77 x 78 Tarbes (Liga Francesa Feminina)
Clermont: Claudinha (13 pontos)
Villeneuve D’Ascq 87 x 71 Mondeville (Liga Francesa Feminina)
Villeneuve: Iziane (19 pontos e duas recuperações)
Bourges Basket 72 x 35 Reims (Liga Francesa Feminina)
Bourges: Alessandra (8 pontos e 8 rebotes)
Le Mans 90 x 78 Lyon-Villeurbanne (Liga Francesa Masculina)
Le Mans: João Paulo Batista (19 pontos, três assistências e um rebote)
TTT Riga 102 x 65 Liepāja (Liga da Letônia Feminina)
TTT: Natália (7 pontos, 4 assistências e 3 rebotes)
MiZo Pécs 83 x 74 Szeviép Szeged (Liga Húngara Feminina)
MiZo: Graziane (3 pontos)
Rhône Hérens Basket 73 x 66 BBC Monthey (Liga Suíça Masculina)
Rhône: Hátila Passos (8 pontos e 5 rebotes)
November 17, 2008
(Itália)
O Faenza perdeu para o líder do campeonato, o Venezia, por 78 a 67 e caiu para a quinta colocação. Adrianinha foi a cestinha de sua equipe, com 17 pontos, três recuperações, dois rebotes e duas assistências.
No confronto entre as pivôs brasileiras, Zaine David levou a melhor sobre Cíntia Santos. O Cras Taranto derrotou o Vomero Basket Napoli por 70 a 38. Zaine jogou 19 minutos e marcou três pontos e pegou quatro rebotes. Cíntia anotou dois pontos e um rebote nos nove minutos que esteve em quadra. O Taranto é sétimo; o Napoli, nono.
(Hungria)
Na Hungria, a pivô Graziane Coelho saiu vitoriosa mais uma vez. O Mizo Pécs derrotou o Kanizsai Vadmacskák por 79 a 56 neste domingo.
(Portugal)
Em Portugal, o Vagos de Fernanda Beling ganhou do Povoa/Monte Adriano por 91 a 77 e o Boa Viagem de Sandra Leão superou o CAB Madeira por 68 a 57.
Leão teve seis pontos e sete rebotes na partida; seu time é líder invicto da competição (cinco vitórias).
O time de Fernanda Beling tem três jogos a menos e, com uma vitória e uma derrota, ocupa a décima posição.
(Polônia)
O lanterna Lódz enfrentou o poderoso Lotos (de Alana Beard, Monique Curie, Marchanka, etc) e perdeu por 89 a 60. Eldra jogou nove minutos e não pontuou.
(Segunda Divisão Espanhola)
Pela Segunda Divisão da Liga Espanhola, com dez pontos e seis rebotes da pivô Geisa de Oliveira, o Argon Uni Girona ganhou do Aguere por 88 a 67 neste domingo. O time segue líder do Grupo B.
O Adriá está em sexto, após massacrar o GDKO (85 a 29). Fernanda Bibiano teve seis pontos e cinco rebotes, em 20 minutos.
No Grupo A, o Ensíno perdeu do Ferrol (72 a 68) e está na décima quarta posição. Mariana Santos teve nove pontos e sete rebotes.
(Letônia)
Na Letônia, o TTT Riga ganhou do RTU-Merks DSN por 99 a 34 no sábado. A armadora Natália Burian anotou oito pontos, sete recuperações, seis assistências e dois rebotes.
O Riga é o único invicto na comperição (sete vitórias).
(NCAA)
A temporada foi aberta com o confronto de duas pivôs brasileiras. E o Arkansas Tech (do assistente Júlio Pacheco) bateu a Midwestern State, por 73 a 62.
Por Arkansas, Taíse Santana teve dois pontos e um rebote, em sete minutos.
Em Midwestern, Regianne Araújo teve impressionantes 23 pontos e 13 rebotes, em 33 minutos.
(Painel do Basquete Feminino)
http://pbf.blogspot.com/2008/11/o-fim-de-semana-das-brasileiras-pelo.html
November 15, 2008
Pela Liga Francesa, o Bourges segue líder invicto (ainda junto ao Tarbes), após ter vencido o Aix (75 a 47). Alessandra teve 12 pontos e seis rebotes.
Iziane foi a cestinha, com 19 pontos, da derrota do Villeneuve para o Challes (70 a 64). O time é décimo colocado.
Por fim, Claudinha teve 20 pontos, mas não impediu a derrota do Clermont para o Calais (87 a 75) e o time ficou com a décima primeira posição na Liga.
Ranking de Eficiência: Claudinha (13), Alessandra (7) e Iziane (3)
Na Liga Italiana, o Faenza bateu o Ribera (76 a 45) e assumiu a vice-liderança. Adrianinha foi o destaque, com 17 pontos, cinco rebotes e quatro assistências.
Recuperando-se do mau começo de temporada, o Taranto bateu o Priolo (72 a 60) e subiu para a sétima posição. Zaine teve nove pontos e três rebotes.
E vitória também do Napoli, que fez 70 a 61 no Parma e chegou à oitava posição. Cíntia Tuiú marcou 11 pontos e cinco rebotes.
Ranking de Eficiência: Adrianinha (27), Cíntia (13) e Zaine (4).
(Painel do Basquete Feminino) http://pbf.blogspot.com/2008/11/time-de-adrianinha-assume-vice-liderana.html
November 2, 2008
Na Liga Francesa Feminina, o Bourges Basket venceu o Union Hainaut por 70 a 54, com 10 pontos e seis rebotes da pivô Alessandra Oliveira. Já o Villeneuve D’Ascq da ala Iziane Marques perdeu para o Calais por 83 a 76. A brasileira anotou dez pontos, quatro assistências e um rebote. O Bourges ocupa a segunda posição, enquanto o Villeneuve está em nono lugar.
Na Itália, Adrianinha foi a cestinha do jogo com 20 pontos na vitória do Faenza sobre o Phonica Pozzuoli por 84 a 62. A armadora ainda anotou seis assistências e quatro rebotes. A pivô Zaine David também saiu vitoriosa na rodada de domingo. O Taranto ganhou do Livorno por 53 a 45. A brasileira marcou cinco pontos e pegou sete rebotes. O Faenza é o quarto colocado. O Taranto está em décimo. No masculino, o Scavolini Spar Pesaro derrotou o La Fortezza Bologna de Guilherme Giovannoni por 99 a 65. O ala marcou oito pontos.
Na Espanha, no confronto entre as brasileiras, a ala-pivô Franciele Nascimento levou a melhor sobre a pivô Kátia Denise. O Rivas Ecópolis superou o Extrugasa por 63 a 61. Franciele marcou dois pontos, enquanto Kátia anotou seis pontos e 11 rebotes.
(CBB)
October 30, 2008
Pela Liga Francesa, o Bourges segue invicto (ao lado do Tarbes). Na rodada do fim de semana, o time bateu o Mondeville, por 73 a 45. A pivô Alessandra teve 10 pontos e quatro rebotes, em 17 minutos.
O Clermont, de Claudinha, perdeu para o Villeneuve (66 a 52), apesar dos 12 pontos e duas assistências de Claudinha em 32 minutos. O time está em sétimo.
Na Liga Húngara, o Pécs também segue invicto. Bateu o BEAC (100 a 51) e Graziane foi a cestinha, com 20 pontos.
Na Liga Italiana, o Faenza bateu o Livorno (68 a 48), com 13 pontos, seis rebotes, três recuperações e duas assistências de Adrianinha. O time é quinto colocado.
O Taranto, de Zaine, perdeu para o Bracco Geas Sesto (73 a 60), atual time da portuguesa Ticha Penicheiro (10 pontos e oito assistências). A brasileira registrou 12 pontos, quatro rebotes e duas recuperações.
Por fim, o Napoli, de Cíntia Tuiú, perdeu para o Comense (68 a 61). A pivô teve quatro pontos e sete rebotes, em 12 minutos. O time é nono colocado.
Na Eslovênia, o Hit bateu o Jezika (70 a 50), com três pontos e cinco assistências de Renata Oliveira, em 20 minutos.
(Painel do Basquete Feminino)
October 20, 2008
Na segunda rodada da Liga Italiana, o Faenza perdeu para o Como por 72 a 65. Adrianinha marcou 12 pontos, cinco rebotes e duas assistências. A cestinha do Como foi Vicky Hall, com 14 pontos.
Apesar do bom elenco, o Taranto perdeu a segunda, ao encontrar-se com o Parma (76 a 67). Zaine teve dois pontos e um rebote, em 19 minutos. Francesca Zara foi a cestinha do Parma, com 15 pontos.
A única vitória das brasileiras no dia veio do Vomero/Napoli, de Cíntia Tuiú, que bateu o Priolo, por 70 a 64. A pivô brasileira teve 10 pontos e dois rebotes, em 18 minutos.
(Painel do Basquete Feminino)
October 13, 2008
A Liga Italiana iniciou sua temporada, no fim de semana, com uma rodada inaugural comemorativa, toda em Roma, que contou com a premiação dos destaques da temporada passada.
A melhor estrangeira foi Rebekah Brunson, e o título nacional ficou com Eva Giauro.
O Faenza, de Adrianinha, estreou com vitória contra o Taranto, de Zaine. Deu Faenza: 58 a 55. A armadora brasileira foi a cestinha da partida, com 16 pontos, em 34 minutos. Do outro lado, Zaine teve seis pontos e seis rebotes, em 26 minutos, jogando ao lado de Suzy Batkovic, que somou sete. Brasileira naturalizada italiana, Flávia Prado jogou 11 minutos e teve quatro pontos, também no Taranto.
Já o Napoli, de Cíntia Tuiú, não começou bem. Perdeu para o Umbertide (71 a 48) e a pivô brasileira, titular, só resistiu a oito minutos de quadra.
(Painel do Basquete Feminino)
October 7, 2008
No último torneio (o Memorial Pallavicino-Corradini) antes da estréia na Liga Italiana, o Faenza ficou com a terceira posição.
Na semifinal, o time perdeu do Como por 87 a 77. Adrianinha teve 11 pontos. Broke Smith foi a cestinha do Como, com 23.
Nas finais, o Faenza bateu o Livorno por 75 a 57, com 10 pontos da armadora brasileira. Nessa partida, o time contou com três pontos de Thaís Mendes, nascida no Brasil, mas naturalizada italiana, e que volta ao clube nessa temporada.
(Painel do Basquete Feminino)
October 3, 2008
Na final do Torneio Memorial Paganelli-Badiali, o Parma bateu o Faenza, de Adrianinha, por 68 a 65. Adrianinha foi um dos destaques do Faenza, com 18 pontos. A cestinha do Parma foi a pivô sérvia Daliborka Vilipic, com 19.
Também em amistoso, as pivôs Zaine e Cíntia Tuiú se enfrentaram. Melhor para o Taranto, de Zaine, que investiu pesado na temporada, e venceu o Napoli, de Cíntia, por 61 a 55. Zaine teve 10 pontos, Cíntia oito.
O Ros Casares ficou com o primeiro título da temporada espanhola, ao bater o San Jose por 72 a 50, em partida que valia a decisão da SuperCopa.
A brasileira Érika foi o grande destaque no jogo, cestinha com 14 pontos (2pts 6/11; LL 2/6). Foi ainda a maior reboteira (10 rebotes) e a melhor em tocos (dois). Nos seus 23 minutos, ainda acumulou duas assistências e uma recuperação.
Mas os organizadores preferiram dar o título à insípida Laia Palau, com seus seis pontos e cinco assistências.
Amaya Valdemoro teve 11 pontos. E o trio Elena Tornikidou, Anna Montanana e Roneeka Hodges, 10 cada.
O maior destaque do San Jose foi Rosa Perez, com 13.
(Painel do Basquete Feminino)
September 29, 2008
Em preparação para a temporada italiana, o Faenza derrotou o Livorno, por 68 a 60, pela semifinal do Torneio Memorial Paganelli-Badiali.
Adrianinha foi o destaque do Faenza, com 16 pontos, ao lado da pivô norte-americana Katryna Renée Gaither.
Após a perda do título paulista para Catanduva, Paulo Bassul não é mais treinador de Ourinhos, que ainda não anunciou o nome do novo comandante. Um fato interessante é que o próximo Nacional, que começa em 7 de outubro, terá, no comando técnico, apenas um representante dos campeões dos anos anteriores: Laís Elena. Os outros vencedores (Maria Helena, Alexandre Cato e Antonio Carlos Vendramini) também estão fora do torneio.
A boa notícia é que agora Paulo Bassul poderá se dedicar exclusivamente ao comando da seleção brasileira. O blog de Fabio Balassiano tentou, mas não teve sucesso em localizar o treinador.
(Painel do Basquete Feminino/Blog Bala na Cesta)
August 30, 2008
A equipe do Zaragoza fechou com a pivô Latoya Turner, americana, cuja última equipe de relevância foi o Como (Itália), em 2006.
O Olesa troca sua pivô americana. Abandona Kasha Terry para ficar com Cristal Kelly, do Sacramento Monarchs.
O Rivas, de Franciele, acertou a pivô húngara Petra Ujhelyi.
A espanhola Begona Garcia (ex-WNBA e seleção) acertou com o Nadezha, da Rússia, que também já garantiu a letã Zane Tamane e a americana Shameka Christon.
Na França, o Clermont, de Claudinha, trouxe a australiana Emma Randall. Emma terá a companhia de outras australianas na Liga. O Aix fechou com Hollie Grima e Renae Camino. O Challes, com Carly Wilson. O Arras, com Jenna O’Hea.
O Arras traz ainda uma grande promessa russa: Natalia Vieru, de apenas 19 anos.
Ainda na França, o Valenciennes troca de nome. E abriga sobre o nome de Hainaut a croata Vedrana Grgin-Fonseca, a sueca Chioma Nmaka (do Atlanta Dream) e Kathy Wambé.
O Tarbes acertou a armadora Tanisha Wright, do Seattle.
Da Itália, vem a notícia que a americana Kedra Holland-Corn encerrou a carreira, marcada por dois títulos da WNBA com o Detroit (2003 e 2006).
Lá, o Faenza, de Adrianinha, acertou com a ala-pivô iugoslava Milka Bjelica, que estava no Ros Casares.
(Painel do Basquete Feminino)
August 17, 2008
A primeira fase do torneio olímpico de basquete feminino terminou no domingo e a Seleção Brasileira, infelizmente, já está eliminada da luta por medalhas em Pequim-2008. No quesito “bonitas fotos em ação”, entretanto, a equipe teve seus momentos e emplacou algumas imagens em nossa galeria de fotos. Confira algumas das melhores fotos da fase de grupos, divulgadas pela Fiba em seu site oficial. Se quiser ver ainda mais fotos, acesse o hotsite especial da Fiba, onde são postadas galerias diárias do evento.
August 15, 2008
A primeira já avisou ao técnico Paulo Bassul que não estará no próximo ciclo olímpico e a segunda quer dar espaço para novatas
André Amaral
Direto de Pequim
GLOBOESPORTE.COM
Paulo Bassul terá de fazer outra renovação na seleção brasileira de basquete para as Olimpíadas de Londres-2012. Duas das principais jogadoras do time atual avisam que não pretendem seguir no time. Claudinha, com 33 anos, descarta completamente seguir na seleção, enquanto Adrianinha, de 30 anos, fala em dar espaço para jogadoras mais novas.
“Não estou mais em idade de pensar em futuro na seleção. Tem que saber a hora de parar”, diz Claudinha, que já comunicou a decisão ao técnico Paulo Bassul.
Adrianinha ainda não bateu o martelo, mas fala que sua saída poderia ser boa para que novas jogadoras possam ganhar experiência no time.
“Eu fiquei muito tempo como reserva do time. Jogava, mas não tinha experiência de disputar jogos decisivos. Se eu ficar, não darei espaço para as mais novas”, diz.
Para ela, os maiores problemas da seleção foram o pouco tempo de preparação e a falta de amistosos contra equipes fortes.
“A equipe precisa estar treinando junta mais tempo, o que não acontece por causa dos clubes europeus e da WNBA. É preciso mais tempo de treinamento”, diz.
Na primeira rodada contra a Coréia do Sul, a vitória virou empate no final e a derrota veio na prorrogação. Contra a Letônia, o triunfo escapou nos segundos finais. Já nesta sexta-feira, contra a Rússia, o adversário só passou à frente no quarto final. Ou seja, em três das quatro derrotas nos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção brasileira não soube se comportar nos momentos decisivos.
Para as atletas, o fato de este grupo ter muitas jogadoras novas e sem grande experiência internacional está pesando no torneio na China. “Temos um bom time, mas perdemos os jogos nos minutos finais. Temos qualidade, mas não conseguimos segurar no final. Esse é o problema de ter jogadoras jovens”, avaliou a armadora Adrianinha, uma das mais experientes do time, com 29 anos.
Com 25 anos e estreando em Olimpíadas, a ala Fernanda Beling concorda. “Este time é novo. Perdemos um jogo na prorrogação e estivemos perto contra Letônia e Rússia. Estamos jogando juntas há um ano, tivemos uma boa preparação e fizemos bons amistosos. Apenas perdemos nossos jogos aqui, apesar de termos jogado em um bom nível”, acredita a atleta.
“Temos que manter a calma nos minutos finais. Estivemos à frente no placar, mas perdemos jogos nos últimos minutos. Nos outros times, há jogadoras com 30 ou 35 anos. Elas já disputaram outros Jogos Olímpicos e são mais experientes”, completou Fernanda.
Para o técnico Paulo Bassul, a falta de calma nos momentos decisivos foi o maior problema da equipe. “Estivemos perto de vencer em todos os nossos jogos, mas não conseguimos fechá-los dos jeito que queríamos”, lamentou.
Mais uma vez, a seleção brasileira feminina de basquete foi derrotada na primeira fase nas Olimpíadas de Pequim-2008. Mesmo depois de estar na frente do placar, a equipe verde e amarela foi batida na madrugada desta sexta-feira pela Rússia, por 74 a 64, de virada. Resultado que fez a pivô Êga fazer uma análise crítica da equipe.
“A equipe entrou em quadra muito confiante e determinada”, iniciou Êga, que na quarta-feira viu a seleção do Brasil perder por 79 a 78 para a Letônia, sofrendo uma cesta nos segundos finais da partida. “Passamos por cima da derrota para as letãs por um ponto e buscamos a vitória contra a Rússia com disposição e vontade”, emendou.
Mas a vontade do Brasil não foi suficiente. Um péssimo desempenho no garrafão (pegou apenas 28 rebotes, contra 47 das russas) e um apagão no último quarto (perdeu a última parcial por 20 a fizeram com que a equipe comandada pelo técnico Paulo Bassul amargasse a quarta derrota nos Jogos de Pequim e se mantivesse na última colocação do Grupo A, com 0% de aproveitamento.
“Esbarramos nos nossos próprios erros no último quarto”, reconheceu Êga. “Erramos bolas fáceis e não conseguimos segurar o ataque delas. O nosso time precisa de mais maturidade e experiência internacional, e isso só se adquire jogando contra seleções fortes”, finalizou.
A armadora Adrianinha corroborou para a tese da pivô. “O time é bom, mas precisa ter mais experiência principalmente para superar os momentos decisivos. São os detalhes como concentração e menos erros que fazem a diferença no final”, analisou.
Com quatro derrotas, o Brasil não tem mais chances de se classificar entre as quatro primeiras do grupo e avançar para as quartas-de-final. A última partida da equipe em Pequim-2008 acontecerá no domingo, às 5h45min contra a já classificada seleção da Bielorrússia.
(Gazeta Esportiva)
O Brasil foi derrotado pela Rússia por 74 a 64 (35 a 41 no primeiro tempo), na Arena Wukesong, pela quarta rodada dos Jogos Olímpicos de Pequim. A cestinha da partida foi a armadora brasileira Adrianinha com 21 pontos e a principal pontuadora russa foi a ala-pivô Tatiana Shchegoleva com 14 pontos. A rodada teve ainda República Tcheca 90 x 59 Nova Zelândia, Letônia 73 x 96 Austrália, China 69 x 48 Mali, Estados Unidos 93 x 55 Espanha e Coréia do Sul 53 x 63 Bielorrússia. A Seleção Brasileira volta à quadra neste domingo para enfrentar a Bielorrússia às 5h45min (de Brasília/16h45min de Pequim).
“Conseguimos jogar de igual para igual e liderar os três primeiros períodos. No último quarto os detalhes fizeram a diferença e acabamos sendo derrotadas pela atuação da vice-campeã mundial. A nossa equipe pecou pela falta de experiência, já que temos oito jogadoras que participam pela primeira vez de uma Olimpíada. Isso não é desculpa. Nós viemos aqui para fazer o melhor e representar bem o basquete brasileiro. Infelizmente não foi possível vencer os quatro primeiros jogos. Domingo contra a Bielorrússia vamos entrar com a mesma disposição e vontade de ganhar”, comentou a pivô Kelly.
“O nosso objetivo inicial era garantir a vaga nas quartas-de-final e depois brigar por uma medalha. Das quatro partidas que perdemos, três foram nos detalhes. É duro você treinar, abrir mão de muita coisa, inclusive da família, e saber que podia ganhar. O grupo é muito bom e unido. Mas precisa ter mais experiência, principalmente para superar os momentos decisivos. São os detalhes como concentração e menos erros que fazem a diferença no final”, explicou a armadora Adrianinha.
“A equipe entrou em quadra muito confiante e determinada. Passamos por cima da derrota para a Letônia por um ponto e buscamos a vitória contra a Rússia com disposição e vontade. Só que esbarramos nos nossos próprios erros no último quarto. Erramos bolas fáceis e não conseguimos segurar o ataque delas. O time precisa de mais maturidade e experiência internacional. Isso só se adquire jogando contra seleções fortes”, disse a ala-pivô Êga.
“Fizemos uma partida de alto nível durante três períodos e perdemos no final. É preciso que a equipe fique mais compacta para manter o mesmo ritmo durante 40 minutos. Posso assegurar que a seleção está bem montada, mas é impossível no basquete de hoje você manter a mesma jogadora durante muito tempo em quadra. E quando acontecem as trocas é natural que haja uma mudança de ritmo. A Rússia veio completa e sem problemas para a Olimpíada. O Brasil conviveu com as contusões da Micaela e da Érika (ficou de fora), a Kelly se juntou ao grupo em Pequim, a Adrianinha pegou uma pneumonia às vésperas da viagem para a Austrália. Vou voltar um pouco lá atrás. Logo depois do Mundial do Brasil, em 2006, três jogadoras experientes se despediram da seleção: Helen, Alessandra e Cíntia. Logo após o Pan do Rio de Janeiro, em 2007, foi a vez da Janeth. Somado a tudo isso, essa equipe começou a ser montada em agosto do ano passado, com a minha entrada no comando. Em menos de um ano nenhuma seleção consegue se formar e estamos pagando por isso agora. Mas volto a dizer, é um grupo muito bom, talentoso e que sabe do seu potencial. Mas precisa de mais um tempo para atingir um padrão internacional. As pessoas reclamam quando tiro uma jogadora do time. Mas elas não suportam o jogo inteiro. Algumas viram para mim no banco e dizem que estão mortas. Se eu não mexo, a equipe cai pelo desgaste. Se mexo, cai por falta de referência em quadra. Não é emocional. Depois do Campeonato Nacional, que termina em dezembro, vamos levar uma seleção com atletas de 16 a 26 anos para jogar na Europa. Isso já faz parte do planejamento do próximo ciclo olímpico. Esse trabalho é fundamental para mantermos o Brasil entre as quatro potências mundiais”, analisou o técnico Paulo Bassul.
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam as semifinais valendo vaga na grande final.
BRASIL (26 + 15 + 15 + 8 = 64)
Adrianinha (21pts e 6 assistências), Claudinha (3), Micaela (4), Êga (9) e Kelly (10). Depois: Karen (5), Mamá (4), Fernanda (3), Karla (3) e Franciele (2). Técnico: Paulo Bassul.
RÚSSIA (21 + 14 + 19 + 20 = 74)
Rakhmatulina (7pts), Karpunina (11), Korstin (10), Stepanova (4) e Osipova (9). Depois: Hammon (11), Shchegoleva (14), Abrosimova (6) e Kuzina (2). Técnico: Igor Grudin.
TABELA DO TORNEIO FEMININO
Grupo A: Austrália, Bielorrússia, Brasil, Coréia do Sul, Letônia e Rússia
Grupo B: China, Estados Unidos, Espanha, Mali, Nova Zelândia e República Tcheca.
Primeira rodada (Sábado) – Dia 9 de agosto
Bielorrússia 64 x 83 Austrália, Mali 72 x 76 Nova Zelândia, Espanha 64 x 67 China, Brasil 62 x 68 Coréia, Estados Unidos 97 x 57 República Tcheca e Rússia 62 x 57 Letônia
Segunda rodada (Segunda-feira) – Dia 11 de agosto
Nova Zelândia 62 x 85 Espanha, República Tcheca 81 x 47 Mali, Coréia 72 x 77 Rússia, Letônia 57 x 79 Bielorrússia, China 63 x 78 Estados Unidos e Austrália 80 x 65 Brasil
Terceira rodada (Quarta-feira) – Dia 13 de agosto
Bielorrússia 65 x 71 Rússia, Espanha 74 x 55 República Tcheca, Brasil 78 x 79 Letônia, Nova Zelândia 63 x 80 China, Austrália 90 x 62 Coréia e Mali 47 x 91 Estados Unidos
Quarta rodada (Sexta-feira) – Dia 15 de agosto
República Tcheca 90 x 59 Nova Zelândia, Letônia 73 x 96 Austrália, Rússia 74 x 64 Brasil, China 69 x 48 Mali, Estados Unidos 93 x 55 Espanha e Coréia 53 x 63 Bielorrússia
Quinta rodada (Domingo) – Dia 17 de agosto
Espanha x Mali, Austrália x Rússia, Letônia x Coréia, Brasil x Bielorrússia, República Tcheca x China e Nova Zelândia x Estados Unidos
QUARTAS-DE-FINAL (Terça-feira) – Dia 19 de agosto
Jogo 61 – B2 x A3
Jogo 62 – A1 x B4
Jogo 63 – A2 x B3
Jogo 64 – B1 x A4
SEMIFINAL (Quinta-feira) – Dia 21 de agosto
Vencedor de 61 x Vencedor de 62
Vencedor de 62 x Vencedor de 64
Dia 23 de agosto (Sábado)
Disputa da medalha de bronze
Disputa da medalha de ouro.
Apesar de uma ótima atuação da armadora Adrianinha, cestinha da partida com 21 pontos e seis assistências, e de um bom primeiro tempo vencido por 41 a 35, a Seleção Brasileira feminina de basquete não teve fôlego para superar a defesa da vice-campeã mundial Rússia no último quarto e a parcial final de 20 a 8 foi decisiva para o time campeão europeu conseguir sua quarta vitória seguida “sem convencer” nas Olimpíadas de Pequim e impor a quarta derrota do Brasil na competição, fechando o placar em 74 a 64.
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August 13, 2008
Após a apertada derrota da Seleção Brasileira feminina de basquete para a Letônia por 79 a 78, a armadora Adrianinha, que teve a chance da vitória com uma bandeja no final, mas foi bastante contestada e errou, cedeu entrevista ao site oficial da Fiba. Uma das poucas “veteranas” da equipe que está nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, a armadora, que marcou 12 pontos, sete rebotes e quatro assistências, caiu em lágrimas após a partida, mas assegurou que a Seleção vai continuar lutando e disse que a evolução das jogadoras mais jovens durante o torneio é um bom sinal para o futuro da modalidade no Brasil, que nas últimas duas décadas tem sempre brigado por pódio nas grandes competições internacionais.
Fiba.com: Adrianinha, sabemos que foi uma derrota de partir o coração para você e suas companheiras. Diga-nos o que está pensando.
Adrianinha: É muito duro perder um jogo assim, porque jogamos duro e entregamos nossos corações em quadra. Nós sabíamos que a Letônia tinha boas arremessadoras e nosso objetivo era não deixá-las chutar. Mas elas acertaram bolas de três pontos no final, tivemos chances de fazer bandejas e erramos. A Letônia foi muito bem no final e venceu por um ponto.
O Brasil deu um tiro no pé no começo do torneio com a derrota para a Coréia antes de perderem para a campeã mundial Austrália. O quão danosa foi aquela derrota para a Coréia?
Nós começamos a competição mal. Aquela derrota para a Coréia nos afetou um pouco. Desde o primeiro jogo, estamos correndo atrás e os resultados não foram para o nosso lado. Nós tínhamos esperança de que nós conseguiríamos algumas vitórias, mas esta competição não está indo bem para nós.
Adrianinha, você se juntou ao time mais tarde nas preparações, após perder o Pré-Olímpico Mundial feminino em Madri. Quão difícil foi se reintegrar à Seleção Brasileira?
Eu fiquei um pouco apreensiva com a forma como o time reagiria à minha presença, considerando que eu não tinha participado do Pré-Olímpico, mas as garotas e o técnico foram fantásticos. As jogadoras mais novas e as que eu já conhecia me receberam de braços abertos.
Não havia dúvidas que este torneio seria um desafio para seu time, tendo que encarar na fase de grupos a campeã mundial Austrália, a campeã européia Rússia e um time muito bom da Bielorrússia.
Não tivemos nenhum jogo fácil desde nossa derrota contra a Coréia e ainda temos dois jogos extremamente difíceis contra Rússia e Bielorrússia. Nós viemos aqui para competir e continuar jogando. Vamos seguir lutando até o final. Nós queremos fazer nosso melhor. É por isso que viemos aqui às Olimpíadas e é isso que faremos.
O Brasil está sem Iziane, uma jogadora que participou do Pré-Olímpico Mundial de Madri antes de ser cortada da equipe. Vocês estão sentindo a ausência dela?
Ela é uma boa jogadora, mas quando o elenco final foi feito, nos focamos nas jogadoras que estão aqui. Temos confiança em todas as jogadoras que estão no time.
Quais positivos o Brasil pode tirar até agora deste torneio?
Acho que estar aqui já é uma vitória para nós. Muitos times bons, como a França, não chegaram às Olimpíadas e mesmo assim estamos aqui. Nós vimos contra a Austrália e Letônia que as nossas garotas estão evoluindo e lutando em quadra, e este é um sinal positivo para o futuro da Seleção Brasileira.
Com três pontos e em sexto lugar no Grupo A, a Seleção Brasileira feminina de basquete enfrenta a Rússia nesta sexta-feira às 3h30min (de Brasília e 14h30min de Pequim) pela quarta rodada dos Jogos Olímpicos de Pequim, na Arena Wukesong. As russas dividem a liderança do grupo com a Austrália, ambas com seis pontos (três vitórias). A rodada terá ainda República Tcheca x Nova Zelândia, Letônia x Austrália, China x Mali, Estados Unidos x Espanha e Coréia x Bielorrússia.
Brasileiras e russas se enfrentaram quatro vezes em competições oficiais, todos os confrontos foram nos Jogos Olímpicos, e a série está empatada em 2 a 2. O Brasil ganhou em Atlanta/1996 por 82 a 68 e em Sydney/2000 por 68 a 67, nas quartas-de-final. Já a Rússia levou a melhor nas duas partidas de Atenas/2004: 77 a 67 e 71 a 62, na disputa da medalha de bronze.
“Agora só nos resta vencer ou vencer Rússia e Bielorrússia e torcer por duas derrotas da Coréia para ficarmos com a quarta vaga no grupo. A seleção russa é a atual vice-campeã mundial, uma das favoritas da competição e tem no conjunto seu ponto forte. Conta com uma grande quantidade de atletas de alto nível, permitindo revezamento constante sem queda no rendimento. Apesar das dificuldades, conseguiu superar seus três primeiros adversários na Olimpíada: Letônia 62 a 57, Coréia 77 a 72 e Bielorrússia 71 a 65″, explicou o técnico Paulo Bassul.
“O time russo é um dos fortes candidatos à medalha olímpica. Conta com ótimas jogadoras, como a Stepanova e a Korstine. Para vencer, precisamos jogar com bastante velocidade e tirar as pivôs do garrafão. É uma excelente equipe, mas não imbatível, e temos condições de ganhar. As três derrotas que sofremos fazem parte do passado e sabemos que só a vitória mantém nossas chances de classificação para a próxima fase”, disse a armadora Adrianinha.
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam as semifinais valendo vaga na grande final.
BRASIL
4. Adrianinha; 5. Karla; 6. Karen; 7. Micaela; 8. Fernanda Beling; 9. Claudinha; 10. Mamá; 11. Êga; 12. Chuca; 13. Franciele; 14. Graziane; 15. Kelly. Técnico: Paulo Bassul.
RÚSSIA
4. Kuzina; 5. Rakhmatulina; 6. Vodopyanova; 7. Hammon; 8. Karpunina; 9. Shchegoleva; 10. Korstin; 11. Stepanova; 12. Lisina; 13. Sokolovskaya; 14. Abrosimova; 15. Osipova. Técnico: Igor Grudin.
TABELA DO TORNEIO FEMININO
Grupo A: Austrália, Bielorrússia, Brasil, Coréia, Letônia e Rússa
Grupo B: China, Estados Unidos, Espanha, Mali, Nova Zelândia e República Tcheca.
Primeira rodada (Sábado) – Dia 9 de agosto
Bielorrússia 64 x 83 Austrália, Mali 72 x 76 Nova Zelândia, Espanha 64 x 67 China, Brasil 62 x 68 Coréia, Estados Unidos 97 x 57 República Tcheca e Rússia 62 x 57 Letônia
Segunda rodada (Segunda-feira) – Dia 11 de agosto
Nova Zelândia x Espanha, República Tcheca x Mali, Coréia 72 x 77 Rússia, Letônia x Bielorrússia, China x Estados Unidos e Austrália 85 x 60 Brasil
Terceira rodada (Quarta-feira) – Dia 13 de agosto
Bielorrússia 65 x 71 Rússia, Espanha 74 x 55 República Tcheca, Nova Zelândia 63 x 80 China, Austrália 90 x 62 Coréia e Mali 47 x 91 Estados Unidos.
Quarta rodada (Sexta-feira) – Dia 15 de agosto
República Tcheca x Nova Zelândia, Letônia x Austrália, Rússia x Brasil, China x Mali, Estados Unidos x Espanha e Coréia x Bielorrússia
Quinta rodada (Domingo) – Dia 17 de agosto
Espanha x Mali, Austrália x Rússia, Letônia x Coréia, Brasil x Bielorrússia, República Tcheca x China e Nova Zelândia x Estados Unidos
QUARTAS-DE-FINAL (Terça-feira) – Dia 19 de agosto
Jogo 61 – B2 x A3
Jogo 62 – A1 x B4
Jogo 63 – A2 x B3
Jogo 64 – B1 x A4
SEMIFINAL (Quinta-feira) – Dia 21 de agosto
Vencedor de 61 x Vencedor de 62
Vencedor de 62 x Vencedor de 64
Dia 23 de agosto (Sábado)
Disputa da medalha de bronze
Disputa da medalha de ouro.
(CBB)
August 9, 2008
Renato Pazikas (direto de Pequim, para o Terra Esportes)
Após ter o jogo na mão, ir para a prorrogação e sair derrotada por 68 a 62 para a Coréia do Sul, a Seleção Brasileira feminina de basquete tentou encontrar uma explicação para o tropeço, mas de forma unânime, as meninas querem superar o revés para encontrar o caminho das vitórias.
“Temos que ser fortes o suficiente para esquecer essa derrota. E pensar no próximo adversário”, ressaltou a armadora Adrianinha, titular da equipe.
O problema é que o próximo adversário do Brasil é justamente a Austrália, nesta segunda-feira, uma das principais favoritas à medalha de ouro. Para o técnico Paulo Bassul, é necessário encarar as favoritas de frente.
“A chave tem duas favoritas, Austrália e Rússia, e acho que a gente pode beliscar uma das duas. Deixamos escapar um jogo que era nosso”, avaliou o comandante da Seleção.
Mesmo assim, a derrota para as sul-coreanas pesou. O time asiático era tido como o candidato a ser batido. “Sabíamos que esse era o time menos forte. Não ganhamos agora, mas não tem nenhuma equipe imbatível”, destacou a ala Micaela, mostrando otimismo em obter um resultado positivo diante das australianas.
A Seleção Brasileira feminina de basquete sofreu, teve a chance de vencer, mas acabou vacilando e caindo na prorrogação para a Coréia do Sul por 68 a 62, neste sábado, na estréia do torneio de basquete dos Jogos de Pequim, no Ginásio Olímpico da capital chinesa.
A equipe brasileira volta à quadra na próxima segunda-feira, quando terá pela frente a favorita Austrália, que estreou com vitória diante da Bielorrússia.
As jogadoras voltaram a apresentar um desempenho abaixo do esperado. O técnico Paulo Bassul já havia avisado após o amistoso contra a Nova Zelândia, na última quinta-feira, que o “sono” do time tinha que acabar.
Na ocasião, a equipe chegou a abrir 27 pontos de vantagem, mas permitiu a reação do adversário, que diante da fragilidade técnica, não teve como reagir diante dos erros brasileiros. Nervosa, a Seleção errou passes, bandejas e saídas de bola e deixou a time asiático, 13° colocado no último Mundial, jogar.
O primeiro tempo terminou com um apertado placar de 28 a 26 para as brasileiras. As conversas no vestiário não fizeram muito efeito e o panorama não mudou muito no terceiro quarto.
No último período, o jogo manteve o seu ritmo, mas as sul-coreanas chegaram a assustar, isso com o time sul-americano ostentando uma vantagem de seis pontos no placar. Faltando 21 segundos para acabar, as brasileiras poderiam ter decidido o jogo, mas erraram novamente no ataque e acabaram cedendo a posse bola às asiáticas, tendo que fazer falta na ala Choi para impedir um ataque de três pontos.
Com os dois lances convertidos pela Coréia, o jogo ficou empatado em 55 a 55. O Brasil ainda teve a posse de bola, mas Micaela errou um arremesso curto quando restavam cinco segundos e adiou a decisão da partida para a prorrogação.
No tempo extra, as equipes voltaram a se alternar no placar, mas, restando pouco tempo de jogo, as coreanas mostraram uma maior tranqüilidade e chegaram a abrir 64 a 57 no placar, uma vantagem de sete pontos no placar que a equipe de Bassul não teve como reverter.
Os arremessos de três pontos, que de certa forma mantiveram o Brasil em vantagem no placar durante o tempo regulamentar, secaram, sacramentando uma estréia negativa para a Seleção em Pequim.
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August 3, 2008
As 12 olímpicas: a mamãe Adrianinha
Adrianinha - Nascimento: 06/12/1978, Franca (SP)
Altura: 1,68m // Peso: 63kg // Posição: Armadora // Clube: Faenza (Itália)
Descrição: Adrianinha sempre se destacou pela inteligência em quadra. Desde que começou em Campinas apresentou crescimento acima da média, resultando na medalha olímpica em Sydney (2000) e em bons contratos no exterior.
Qualidades: É rápida, possui bom arremesso de longa distância e ótima análise da situação em quadra para chamar boas jogadas para suas companheiras. É uma das líderes da equipe.
Deficiências: Não participou do Sul-Americano, do Pré-Olímpico e chegou sem ritmo aos treinos (não atua desde maio). Ainda precisa de melhor forma física. Também não defende com correção.
Curiosidade: É a única mamãe do grupo. Sua filha, Aalyiah, de 2 anos, agora ficará com a vovó Zenaide, companheira inseparável desta armadora que começou tentando o vôlei, o handebol e a ginástica. Em seu último dia de treinamento no Rio, Adrianinha, de regime, não resistiu e atacou, de leve, uma feijoada. Enquanto comia, Aalyiah batia bola no meio do restaurante do hotel, para desespero da mãe.
(Blog Da Linha dos Três, Fabio Balassiano, Globo Online)
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