January 7, 2009

Thunder consegue vencer uma! E a vítima do lanterna é o New York Knicks

 

Mesmo entregando uma liderança de 23 pontos no segundo tempo o Oklahoma City Thunder conseguiu uma rara vitória ao derrotar o New York Knicks por 107 a 99, em OKC. Kevin Durant, sempre ele, teve 27 ponto s e 12 rebotes para o Thunder. Jeff Green também fez 27 pontos e Russell Westbrook fez 22. Foi um alívio para a equipe que está sendo cogitado para perder 70 partidas na temporada.

“Mostramos caráter, eles voltaram, diminuíram a diferença para dois pontos mas continuamos trabalhando”, disse Durant.

Al Harrington fez 21 pontos para os visitantes, Chris Duhon teve 18 e David Lee fez 14 pontos e pegou 13 rebotes.

“Cavamos um buraco e tentamos sair, quase conseguimos”, analisou Harrington.

Desmond Mason, que teve 13 pontos para o Thunder, fez sete deles no primeiro quarto, quando o Thunder fez 22 a 4, terminando o período com a vantagem de 29 a 15.

No segundo período o Knicks encostou por duas vezes, mas OKC abriu uma vantagem de 63 a 50 no intervalo.

Kevin Durant consegue uma merecida vitória

Kevin Durant consegue uma merecida vitória

 

 

O inicio do segundo tempo não melhorou as coisas para o time da “Grande Maçã”. New York errou os primeiros oito arremessos e Oklahoma city aumentou a diferença para 79 a 56, a maior liderança da equipe na temporada. Após uma bandeja de Durant, Mike D’Antoni, treinador do Knicks, pediu um tempo.

Qualquer coisa que o treinador tenha falado no tempo funcionou. O Knicks fez 17 a 8, impulsionado por três cestas de três pontos de Harrington, e perdia por 91 79 no final do período.

Com 8min21s para o final, Wilson Chandler diminuiu a diferença para 93 a 91. Durant respondeu com dois lances-livres e uma bandeja. Joe Smith converteu um arremesso, com 6min03s para o fim, e o Thunder ficou na frente por 99 a 91.

Nate Robinson converteu dois lances-livres, mas Westbrook e Mason devolveram a vantagem “confortável” ao Thunder.

Nos últimos 29s o Knicks ainda errou três arremessos de três pontos, não aproveitando o erro de lance-livre de Westbrook.

“Se a gente continuar lutando, boas coisas vão acontecer”,  falou o treinador do Thunder, Scott Brooks.

Os melhores momentos da vitória do Thunder aqui.

January 5, 2009

Knicks surpreende Celtics, seqüência de derrotas segue atormentando o atual campeão da NBA

 

O Boston Celtics parece ter sentido a derrota para o Los Angeles Lakers e foi derrotado pelo New York Knicks, por 100 a 88. Wilson Chandler teve 31 pontos, Al Harrington adicionou 30 e David Lee fez 14 pontos e pegou 14 rebotes, para o time da “Grande Maçã”. Paul Pierce fez 31 pontos, Ray Allen,16, mas Kevin Garnett teve apenas seis pontos, convertendo um de seis arremessos.

“A gente esteve perto em muitas partidas. Achei que a gente jogou, mas não terminou muitos jogos. Hoje a gente terminou. Não quero pensar muito adiante. Foi uma boa vitória e a gente deve melhorar a defesa”, disse o treinador do Knicks, Mike D’Antoni.

Com três derrotas em quatro partidas na costa Oeste, e a recente derrota para o Knicks,  parece que Boston vai mesmo atrás de Stephon Marbury, armador exilado do time de Nova Iorque.

Noite quieta de KG prejudica Celtics

Noite quieta de KG prejudica Celtics

 

Especialmente após o “OK” de KG os jogadores do celtics parecem aceitar bem a adição de Starbury.

“Não podemos pensar nestas coisas. Temos que jogar com o que temos em mãos. Vocês devem falar com o gerente geral ou o treinador Rivers”, desconversou o armador titular, Rajon Rondo.

Na partida o Celtics parecia dominar. Liderando por 53 a 50, convertendo 54% dos arremessos, e com Garnett quieto, tudo parecia ir bem.

Então, veio o terceiro período. Chandler converteu uma cesta de três para virar a partida. Chandler converteu um arremesso e recebeu uma falta de KG, atrás da linha de três pontos, acertando os três arremessos e dando uma vantagem de 66 a 60 para o Knicks, com 6min39s no quarto.

Harrington comemora cesta durante o quarto período

Harrington comemora cesta durante o quarto período

 

Harrington acertou um arremesso de três pontos e o time do Knicks liderava por 78 a 68.

Boston tentou reagir no quarto período, mas Chandler, o nome do jogo, acabou com as esperanças dos C’s ao fazer uma jogada de três pontos com 2min11s para o final, deixando a vantagem do Knicks em 98 a 86.

melhores momentos, aqui.

December 27, 2008

Wolves arrasa Knicks e termina seqüência de 13 derrotas

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , — Rubens Borges @ 2:53 pm

 

Com uma vitória de 120 a 107 sobre o New York Knicks, o Minnesota Timberwolves acabou com uma seqüência de 13 derrotas. Rashad McCants fez 23 pontos, Al Jefferson adicionou 21 pontos e 15 rebotes. Sebastian Telfair contribuiu com 20 pontos e Randy Foye, 19.

Nate Robinson e Al Harrington fizeram 26 pontos, cada, para o Knicks. Wilson Chandler fez 19.

Esforço de Rashad McCants valeu a pena

Esforço de Rashad McCants valeu a pena

Jefferson liderou a vitória, quando o Wolves fez 11 a 1 durante o terceiro período, aumentando a vantagem para 82 a 64. Ao fazer a marcação dupla em Jefferson, New York liberou McCants, que deu uma liderança de 94 a 75, entrando no quarto período.

O Knicks retomou o controle, cortando a diferença para sete pontos, com 4min30s para o final. Ryan Gomes e Craig Smith acabaram com a festa do Knicks.

December 14, 2008

Harrington parece feliz em New York, Bucks tenta perder para o Pacers, mas não consegue

Mesmo perdendo uma vantagem de 21 pontos o Milwaukee Bucks segurou a vitória, fazendo os últimos 19 pontos da partida, por 121 a 103, sobre o Indiana Pacers.

“Um homem sábio me disse, ‘Você pode fazer isto contra times ruins, mas não contra times bons. Você nunca se prepara para vencer times ruins. Você tenta derrotar os times bons”, disse Richard Jefferson, ala do Bucks.

Michael Redd fez 27 pontos, Andrew Bogut teve 20 pontos e 20 rebotes. Charlie Villanueva adicionou 16 pontos, 24 no primeiro tempo. Jefferson fez 20 pontos, metade no período final.

T.J. Ford fez 27 pontos para o Pacers.

Milwaukee liderou por toda a partida, e tinha uma vantagem de 70 a 49 no início do terceiro quarto. O Pacers fez 50 a 27 durante o fim do terceiro e o inpicio do quarto período.

Com 6min55s para o fim Jeff Foster empatou a partida em 95 e, pouco mais de um minuto depois, Ford virou o placar, para a primeira liderança do time. Mas, logo, o Bucks fez os últimos 19 pontos do jogo, garantindo a vitória.

Os melhores momentos estão neste link.

Al Harrington parece feliz agora que está na “Grande Maçã”. O ala/pivô fez 33 pontos na vitória de 114 a 90 do New York Knicks sobre o Sacramento Kings.

Nate Robinson contribuiu com 19 pontos, Tim Thomas fez 11 e Chris Duhon, 10.

John Salmons fez 14 pontos para o Kings. Beno Udrih teve 13 pontos e seis assistências e Francisco Garcia fez 12 pontos.

Liderados por Harrington o Knicks fez 43 pontos no primeiro quarto. O ala/pivô fez 16 pontos no terceiro quarto.

Melhores momentos.

December 11, 2008

Al Harrington faz a diferença e Knicks vence clássico nova-iorquino contra Nets

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 10:54 am

No jogo dos que sonham LeBron James em 2010, o New York Knicks derrotou o New Jersey Nets por 121 a 109 (57 a 63 no intervalo) na noite desta quarta-feira. Entretanto, o personagem principal da partida no Izod Center, casa do Nets, não foi LeBron e sim o ala-pivô do New York Knicks Al Harrington, que chegou ao time nova-iorquino no início do mês através de troca.

Harrington marcou 39 pontos, sua melhor marca na temporada, e ainda pegou treze rebotes para completar sua noite de gala. O camisa 7 do Knicks liderou a reação da equipe visitante no terceiro quarto, assinalando onze pontos e dando duas assistências apenas nessa parcial. Foi graças a noite inspirada do ala-pivô que o Knicks conseguiu desbancar o Nets, que até então liderava, e passou a pontear o marcador para não mais perder.

Outros dois jogadores da equipe do técnico Mike D’Antoni marcaram mais de 20 pontos e foram fundamentais para o triunfo da franquia nova-iorquina. O ala Tim Thomas saiu do banco de reservas e conectou 26 tentos, acertando oito de seus 12 arremessos, incluindo cinco dos oito chutes de 3 que tentou. O titular da posição, o jovem Wilson Chandler, conseguiu 24 pontos, nove rebotes e três passes para cesta.

Al Harrington faz cesta mesmo com a marcação de Vince Carter (AP Photo/Bill Kostroun)

Harrington brincou com o fato do Nets ser vizinho do Knicks e afirmou que ele e seus companheiros se sentiram em casa: “Nós estávamos em nossa casa, então nos sentimos confortáveis”, declarou o ala-pivô cestinha. “Eu sei que Tim (Thomas) jogou muitos jogos aqui, assim eu sei que ele se sentiria muito confortável”, concluiu Harrington, referindo-se a bela atuação de Tim Thomas.

Pelo New Jersey Nets, o destaque foi o armador Devin Harris, que anotou 32 pontos. O armador foi o jogador do time anfitrião que mais deu trabalho para a defesa do New York e foi o único que chegou realmente a ameaçar a vitória do rival de divisão. Harris, além de conectar 12 dos 21 arremessos que tentou, distribuiu sete passes para cesta. A maioria deles para Vince Carter, vice-cestinha do Nets com 16 tentos. “Vinsanity” também pegou sete rebotes e deu seis assistências.

O ala-pivô chinês Yi Jianlian conectou 13 tentos e capturou seis rebotes enquanto que o ala Bobby Simmons anotou 11 pontos em 36min na quadra. Seu reserva, Jarvis Hayes, contribuiu com 10 tentos e seis sobras em apenas 14min de ação. Entretanto, estes três jogadores não conseguiram parar a boa produção de passes do armador rival, Chris Duhon, que deu 10 assistências. O camisa 1 do Knicks ainda conseguiu 10 tentos.

Devin Harris bem que tentou, mas não impediu derrota do Nets (AP Photo/Bill Kostroun)

“Nós fomos bem no ataque e fizemos mais ou menos a média de pontos que temos por jogo, mas na defesa nós deixamos a desejar, não conseguimos defender bem e permitimos que eles fizessem 121, o que é muito”, analisou o armador Devin Harris. “No terceiro quarto nós estávamos um pouco lentos e eles (Knicks) concluíram muito bem suas jogadas”, concluiu.

O New Jersey Nets (11v-9d) entra em quadra novamente na noite desta sexta-feira. A equipe do técnico Lawrence Frank receberá a visita do Toronto Raptors. O New York Knicks (10v-12d), por sua vez, entra em quadra novamente no sábado, quando irá até a Califórnia para enfrentar o Sacramento Kings.

Veja o resumo da partida

December 8, 2008

Pistons segue com a “síndrome do domingo” e perde para o Knicks em Nova York

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 10:17 am

O Detroit Pistons segue decepcionando na temporada 2008/09. Após realizar uma troca com o Denver Nuggets, em que recebeu o astro Allen Iverson e deu o armador Chauncey Billups, o Pistons vem tendo mais resultados ruins do que bons. Com “A.I.” na quadra, o Pistons acumulou oito derrotas e sete triunfos, mas o que mais marca esse Pistons é a irregularidade. A equipe de Detroit conseguiu resultados muito bons, como as vitórias contra Los Angeles Lakers e San Antonio Spurs (ambas fora de casa) e, ao mesmo tempo, perdeu jogos em que era favorito, as derrotas para Philadelphia 76ers e Minnesota Timberwolves (as duas em casa).

Na tarde deste domingo, o time do técnico Michael Curry tropeçou mais uma vez. O Pistons foi até o Madison Square Garden e não foi páreo para a correria do New York Knicks, que venceu por 104 a 92 (65 a 43 no intervalo). Esta foi a segunda derrota consecutiva do Detroit, que mantém uma incômoda escrita: ainda não venceu jogando aos domingos. Até o momento, o Pistons jogou cinco vezes em domingos e foi superado em todas as partidas.

No Madison Square Garden, o Pistons pagou pelo péssimo primeiro tempo que teve. A equipe de Michigan errou os seus sete primeiros chutes e viu o Knicks abriu dez pontos de vantagem logo de cara. O time nova-iorquino dominou completamente o primeiro período, fechando a parcial em 29 a 12. No segundo quarto, a ofensiva do Pistons melhorou um pouco, mas a produtividade do rival não cessou. A equipe do técnico Mike D’Antoni continuou imbatível nas bolas de 3 pontos e abriu uma vantagem ainda maior, 65 a 43 ao final dos dois quartos iniciais. No primeiro tempo, o Knicks acertou oito dos 14 chutes de 3 que tentou.

Al Harrington comemora após acertar chute de 3 que freou reação do Pistons (AP Photo/Kathy Willens)

O terceiro quarto foi o mais equilibrado da partida. O time nova-iorquino não continuou com sua boa produção no ataque, mas também impediu que o Pistons encostasse. Ao final da terceira parcial a vantagem dos anfitriões era de dezoito tentos, 81 a 63. Foi aí que o Pistons começou a reagir. Em seu momento na partida, a franquia forasteira iniciou o período final com uma série de 11 a 1 e cortou a distância para oito tentos. A 6min do fim, o jovem Aaron Afflalo aproveitou um passe açucarado de Allen Iverson e conectou um belo chute de 3, diminuindo a diferença para sete tentos, 89 a 82. Logo após, Tayshaun Prince acertou uma bandeja e cortou a distância para cinco, 89 a 84.

O Knicks, porém, se manteve bravamente na liderança. Quem jogou a pá de cal na reação do Pistons foi o ala-pivô Al Harrington. O atleta de 28 anos acertou um arremesso de longe a 1min21s do fim, o que deu a liderança de nove pontos para o time nova-iorquino, 99 a 90. O Pistons sentiu o golpe e viu o adversários fazer mais cinco pontos para só então responder com uma cesta de Afflalo a 12seg do término, que fechou o jogo.

O grande mérito do Knicks foi ofensivo. Todos os titulares alcançaram dígitos duplos em algum fundamento. O cestinha foi o armador Chris Duhon, autor de 25 pontos. O camisa 1 do Knicks ainda deu nove assistências e pegou cinco rebotes. O ala-pivô David Lee dominou o garrafão com 12 tentos e 19 rebotes. O detalhe é que este foi o nono duplo-duplo seguido do atleta de 25 anos.

Quentin Richardson contribuiu com 23 tentos e cinco rebotes enquanto que Al Harrington encestou 18 e buscou seis sobras. O ala segundo-anista Wilson Chandler também teve uma boa aparição. Ele acertou dois arremessos de 3 e terminou a partida com 17 tentos, além de oito rebotes.

Allen Iverson procura colega livre (AP Photo/Kathy Willens)

Para o armador Chris Duhon, a vitória foi fundamental, já que o Knicks não vencia há três jogos: “Nós precisávamos de uma vitória, ainda mais diante de nossa torcida. Nós conseguimos jogar duro hoje e vimos como é difícil ficar sem conquistar vitórias, já estávamos sentindo falta disso”, brincou.

Pelo Pistons, o principal jogador foi o ala Tayshaun Prince. O camisa 22 do Detroit marcou 23 tentos, pegou dez rebotes e deu três tocos. Outros três jogadores fizeram mais de 10 pontos. O ala-armador Allen Iverson fez 17 tentos e ainda deu sete passes perfeitos enquanto que o reserva Aaron Afflalo conectou o mesmo número de pontos de Iverson. O ala-armador Richard Hamilton vinha fazendo um bom jogo. Em 29min na quadra, “Rip” fez 16 tentos, mas foi excluído no início do último quarto ao fazer sua segunda falta técnica. Hamilton não era excluído de uma partida desde 17 de março de 2006.

“A questão não é nem tanto o quão bem você joga e sim se você joga duro, se você tem amor. Nós ganhamos muito dinheiro para fazer isso aqui e não podemos decepcionar nossos fãs como fizemos aqui hoje. Tivemos um primeiro tempo horrível e não honramos a franquia, nem o salário que ganhamos, não há nenhuma desculpa para isso”, desabafou o astro Allen Iverson.

O Detroit Pistons (11v-8d) tentará a recuperação na noite desta terça-feira, quando irá até Washington para encarar o Wizards. O New York Knicks (9v-11d), por sua vez, inicia uma série de partidas na estrada. A primeira parada será também nesta terça, quando enfrentará o Chicago Bulls no United Center.

Confira o resumo do jogo no Madison Square Garden

December 6, 2008

Knicks perdem jogada faltando 34 segundos e dão vitória aos Hawks

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , — Luis Paulo Fraga @ 1:33 pm

Tensão e equilíbrio. Dois ingredientes que fazem de qualquer jogo de basquete um prato cheio para os fãs do esporte. E quem esteve ontem na Philips Arena, em Atlanta, saiu satisfeito.

Com o placar super apertado de 98 a 95, o Hawks conseguiu vencer um Knicks que abusou das cestas de três pontos. Foram 11 acertos em 34 tentativas. Mas não foi o suficiente: eles precisavam ter acertado 12 para pelo menos levar a partida para a prorrogação.

Veja os melhores lances do jogo!

Enquanto a pressão do Knicks vinha à distância, o Hawks mal conseguiu arriscar cestas de três. Foram apenas 5, de um time que tem a máxima de 26 em um só jogo este ano. Mesmo assim as águias de Atlanta conseguiram a vitória, e incrementaram ainda mais a estatística de melhor média de temporada (12 v, 6 d) desde 1997-98 (15 v, 3 d).

Apesar de ter perdido o jogo, o New York Knicks conseguiu manter um adversário abaixo dos 100 pontos pela primeira vez em 12 jogos.

A batalha dura que os visitantes lutaram rendeu um elogio meio a contra-gosto do técnico dos Hawks.

“Nós jogamos o jogo deles”, disse Mike Woodson, técnico do Atlanta.

Jogo foi disputado, mas Hawks levou a melhor

Jogo foi disputado, mas Hawks levou a melhor

O lance crítico da partida aconteceu quando faltavam 34 segundos para o término. Após um tempo técnico, Al Harrington, dos Knicks, recebeu a bola de Chris Duhon, que estava sendo marcado pelo Hawk Joe Johnson. Mas Harrington, que foi o cestinha da noite com 27 pontos, perdeu o tiro, e os Knicks o jogo.Duhon, que fez o passe para Harrington, lamentou a última jogada.

“Eu hesitei. Vi o adversário vindo na minha direção muito rápido. Por alguma razão, não arremessei a bola. Eu deveria tê-la arremessado. Era uma bela jogada”, disse.

Mesmo com as lamentações e sem o jogador Stephon Marbury, que foi afastado dos treinos e dos jogos pelo presidente Donnie Walsh na segunda-feira, o técnico dos Knicks parecia satisfeito com a atuação do time.

“Acho que tivemos muitas boas chances hoje. Estou me sentindo encorajado pelo nosso jogo de hoje e vamos seguir assim”, disse Mike D’Antoni.

Do lado do Hawks, Marvin Williams liderou o time, com 18 pontos marcados. Joe Johnson fez 17 e Josh Smith, 16.

PRÓXIMOS JOGOS:

O Atlanta Hawks joga hoje em Dallas, contra o Mavericks, depois viaja para Houston, para jogar contra os Rockets, na terça-feira.

Os Knicks recebem hoje o Detroit Pistons, e seguem à Chicago para tentar vencer os Bulls na terça.

November 27, 2008

Pistons passa pelo Knicks, Hawks abre diferença sobre Bucks nos últimos minutos

Allen Iverson terminou com 16 pontos na vitória de 110 a 96 do Detroit Pistons sobre o New York Knicks. Rodney Stuckey, que vem sofrendo com tonturas desde que encontrou uma parede chamada Shaquille O’Neal, fez 13 pontos e deu 11 assistências, melhor marca de assistências de sua carreira.

“Dez dias atrás trombei com o Shaq e ainda estou dolorido”, disse Stuckey.

Al Harringotn liderou o Knicks com 25 pontos, David Lee adicionou 15 pontos e 15 rebotes.

O Knicks permaneceu perto no placar durante os nove primeiros minutos, mas o Pistons fez 23 a 7 e abriu uma vantagem de 40 a 23. No intervalo a vantagem era de 59 a 43 para o Pistons.

O Knicks diminuiu a diferença para nove no terceiro período, mas não conseguiu parar o Pistons.

Melhores momentos aqui.

Al Horford fez 21 pontos, Joe Johnson teve 15 pontos e nove assistências, Marvin Williams e Mike Bibby fizeram 18 pontos, cada, e Flip Murray adicionou 16 na vitória do Atlanta Hawks sobre o Milwaukee Bucks por 102 a 96.

Charlie Villanueva fez 19 pontos em 22min em quadra. Richard Jefferson fez 25 e Ramon Sessions teve 21 pontos.

Com 1min48s para o final Atlanta liderava por apenas dois pontos, mas Horford converteu três pontos, aumentando a diferença para 94 a 89. Com 54s de jogo Murray converteu mais três pontos, 99 a 91 para Atlanta.

Após a cesta de Murray o Bucks fez faltas, esperando que alguém errasse um lance-livre.

Melhores momentos.

November 25, 2008

“Dérbi por LeBron” entre Cleveland e New York é o destaque da NBA nesta terça (vídeo)

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, Multimídia, NBA — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 1:57 pm

O Cleveland Cavaliers do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão enfrenta o New York Knicks fora de casa, no Madison Square Garden, na noite desta terça-feira (25/11). Insignificante como pode parecer um jogo entre dois times de divisões diferentes sendo disputado em novembro, o confronto terá atenção especial de todo o mundo por causa do ala LeBron James, astro do Cavs e “menina dos olhos” do Knicks. (more…)

November 21, 2008

Knicks obtém Al Harrington em troca com o Warriors por Jamal Crawford (vídeos)

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, Multimídia, NBA — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 4:24 pm

O New York Knicks concordou nesta sexta-feira (21/11) em enviar o armador Jamal Crawford para o Golden State Warriors, em troca do ala-pivô Al Harrington.

Harrington vinha exigindo uma troca desde o início da temporada e foi colocado no banco pelo técnico Don Nelson, que não o via como um jogador útil enquanto estivesse insatisfeito. O Knicks teve interesse imediato, já que Harrington se encaixaria bem no esquema veloz do novo técnico Mike D’Antoni - de fato, ele atuou bem entre 2006 e 08 atuando em um ritmo semelhante sob o comando de Nelson.

A negociação demorou um pouco para sair porque o Knicks tentou empurrar o armador Stephon Marbury, afastado do time até conseguir uma troca, o pivô Eddy Curry e o veterano ala-pivô Malik Rose. No final das contas, porém, New York teve de ceder Crawford, que vinha brilhando sob D’Antoni. Apesar de ele não ser um armador puro, o Warriors, segundo fontes da NBA, visualiza uma capacidade de comandar a armação do time enquanto o titular Monta Ellis se recupera de cirurgia no tornozelo e uma possível parceria de qualidade quando Ellis retornar.

Crawford vem com média de 19,6 pontos por jogo nesta temporada, após produzir um recorde pessoal de 20,6 pontos e 5 assistências em 2007-08. Se ele desistir de sua opção de deixar seu contrato em julho de 2009, seu contrato vai até 2010-11, e ele receberia US$ 8,6 milhões neste ano, US$ 9,4 milhões no próximo e US$ 10 milhões em 2010-11.

Harrington jogou apenas cinco vezes nesta temporada, com 12,4 pontos e 5,6 rebotes por jogo, mas ficou de fora dos últimos seis jogos com o pretexto de uma lesão nas costas. O ala-pivô tem uma longa história com o gerente geral do Knicks, Donnie Walsh, que o draftou direto da escola de ensino médio em 1998, quando ainda comandava o Indiana Pacers. Após deixar o time como free agent, Harrington voltou em 2006 após Walsh movimentar uma troca com o Atlanta Hawks. Sua segunda passagem foi curta, porém: no meio da temporada, em janeiro de 2007, ele foi enviado ao Warriors junto a Stephen Jackson e outros dois jogadores. Sua chegada ajudou o Warriors a voltar aos playoffs após 13 anos de ausência, Golden State foi a zebra do ano ao derrotar o primeiro colocado Dallas Mavericks na primeira rodada, mas foi eliminado pelo Utah Jazz nas semifinais da Conferência Oeste.

O interesse do Knicks em Harrington pode ser além de o que ele pode dar em quadra: o ala-pivô recebe US$ 9,2 milhões este ano e US$ 10 milhões na próxima temporada, e seu contrato termina após a temporada 2009-10, liberando espaço na folha salarial para o plano do Knicks de contratar o ala LeBron James, do Cleveland Cavaliers, quando este ganhar passe livre em 2010.

Melhores lances de Al Harrington na temporada 2006-07:

Melhores momentos de Jamal Crawford com a camisa do New York Knicks:

November 7, 2008

Knicks quer Harrington, Spurs quer Curry e um negócio entre três times pode sair

 

 

Harrington quer sair do Warriors...

Harrington quer sair do Warriors...

O presidente do New York Knicks, Donnie Walsh, quer contar com o ala/pivô do Golden State Warriors, Al Harrington. Harrington quer sair do Warriors. Mas os times podem precisar de mais uma franquia envolvida para fechar um acordo.

O contrato de Harrington é parecido o suficiente com o de Eddy Curry para efetuar a troca. O treinador do Knicks, Mike D’Antoni, não está utilizando Curry.

Assim, o time da Grande Maçã pretende livrar-se do pivô, mas o time californiano não o quer.

Aí entra o San Antonio Spurs. O time texano tem uma história de negócios com o Knicks e precisa de ajuda no ataque.

Existe um sentimento em San Antonio de que, jogando ao lado de Tim Duncan

... e Curry não está sendo uilizado em NY

... e Curry não está sendo uilizado em NY

 e Tony Parker e com o treinador Greg Popovich, Curry pode atingir seu potencial. O interesse do Spurs em Curry pode abrir caminho para um negócio entre as três equipes.

November 6, 2008

Nenê faz duplo-duplo, mas Nuggets não consegue sustentar ritmo e perde para Warriors (fotos)

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Foto do dia, Multimídia, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 9:02 am

O pivô brasileiro Nenê fez um duplo-duplo, o ala Carmelo Anthony voltou ao normal no ataque e o armador Anthony Carter fez o que pôde para mostrar que pode ser o armador titular, mas o Denver Nuggets não conseguiu segurar o Golden State Warriors nesta quarta-feira (5/11), e foi derrotado por 111 a 101 na Oracle Arena de Oakland. Em seu primeiro jogo sem Allen Iverson, mas ainda sem Chauncey Billups, o Nuggets cometeu muitos erros e mostrou que ainda tem melhoras a fazer na defesa.

Iverson, ala-armador titular e segundo cestinha da equipe nos últimos dois anos, foi trocado com o Detroit Pistons pelo armador Chauncey Billups e os pivôs Antonio McDyess e Cheikh Samb na segunda-feira. McDyess não deve jogar pelo Denver e a expectativa é que tenha seu contrato rescindido, mas Billups e Samb ainda não chegaram à cidade para fazer seus exames físicos, último obstáculo para a oficialização da troca e liberação de suas estréias. O técnico George Karl, que falou com Billups na terça-feira, está torcendo para que o MVP das Finais de 2004 seja o armador distribuidor que desejava para seu time.

“Espero que ele seja a peça que faz tudo encaixar. Ele estará em Denver hoje (quarta) à noite. Ele fará um exame físico pela manhã e vai treinar alguma hora amanhã (quinta)”, disse Karl. O escolta Dahntay Jones, que tomou a posição de Iverson no time, está empolgado: “Chauncey vai ser uma grande parte do nosso time. A dinâmica deste time vai mudar com ele”.

A julgar pelos primeiros minutos do jogo de quarta, porém, o Nuggets parecia não precisar nem de Iverson, nem de Billups. O time do Colorado disparou em 17 a 4 e logo tinha 35 a 17 ainda no primeiro quarto. “Eles entraram bastante agressivos. Acho que eles tinham algo a provar, que podiam jogar sem A.I.”, disse Stephen Jackson, capitão do Warriors. O time da casa se recompôs e começou sua reação ainda no primeiro período, fazendo 11 pontos seguidos para reduzir a 35 a 28. Com o segundoanista Brandan Wright inspirado, fazendo 14 pontos no primeiro tempo, Golden State reduziu a desvantagem para um ponto, 59 a 58, no intervalo.

O técnico Don Nelson mexeu no time para o início do segundo tempo, botando os titulares Al Harrington, Andris Biedrins e DeMarcus Nelson no banco. As mudanças deram certo e o Warriors fez 26 a 21 no terceiro quarto, virando o placar para 84 a 80. Biedrins voltaria ao jogo pouco depois, enquanto o calouro Nelson e Harrington ficaram no banco. O treinador comprovou a especulação de que Harrington está no caminho de saída do clube. “Al quer ser trocado e todos sabem disto. Nós gostaríamos de ajudá-lo. Ele está jogando como se estivesse infeliz. Melhor começarmos a fazer esta mudança agora. Brandan está pronto para jogar mais. Ele será um membro deste time e Al não é”, disse Nelson, famoso por seus desentendimentos com seus jogadores.

Harrington, por sua vez, disse permanecer focado no time. “Esta é a desculpa dele para não me utilizar. Sobre o que o técnico disse, eu não me importo. Se ele quer me trocar, ele pode me trocar. Não sou um contrato que não pode ser trocado. Com quem eu estou mau-humorado? Se vocês perguntarem aos meus companheiros, eu não falo sobre ser trocado. Estou pensando no time”, disse o ala, que jogou apenas 15 minutos e fez 3 pontos e 4 faltas.

Do outro lado, Nenê fazia sua melhor partida pelo Nuggets na temporada. Ele acertou dois lances livres para iniciar o último quarto e reduzir a diferença para quatro pontos. Pouco depois, Linas Kleiza e JR Smith acertaram cestas de 3 em uma arrancada de 8 a 1 para virar o placar, 90 a 89, com 8min32s por jogar. Após tempo pedido por Nelson, o Warriors voltou a jogar melhor. Nenê fez o possível, bloqueando dois arremessos, de Jackson e do armador CJ Watson, mas a defesa do Denver não pegou os rebotes e o time da casa fez seis pontos seguidos, voltando à frente por 95 a 90. Alguns minutos depois, Nenê deu seu terceiro toco na noite em cima de Kelenna Azubuike, e após bandeja errada de Biedrins, buscou o rebote defensivo e enterrou do outro lado em passe de Carter, diminuindo para 99 a 96 com 3min59s por jogar.

Anthony tirou mais um pontinho com uma jogada de três pontos, mas Biedrins retomou o momento do jogo com uma enterrada de uma mão em cima de Nenê no lance seguinte, recebendo a falta. O Warriors marcou 10 pontos seguidos para selar a vitória, enquanto o Nuggets passou os três minutos finais sem acertar um arremesso, aparentemente cansados pelo ritmo intenso do jogo. O pivô paulista encerrou o jogo cobrando dois lances livres para colocar números finais no marcador.

“Nós provavelmente não tivemos energia o suficiente para sustentar este tipo de atuação pelo jogo inteiro. Acho que estamos um pouco cansados neste começo de temporada… Um corpo a mais teria nos ajudado”, lamentou Karl. “Nós relaxamos um pouco. Começamos a jogar difícil, fazendo o passe difícil em vez do passe simples”, admitiu Nenê, que marcou 19 pontos - com seis acertos em oito arremessos e um aproveitamento perfeito em sete lances livres - 15 rebotes (sete ofensivos), 1 assistência, 3 tocos e 1 roubo e 34 minutos de ação.

Seu companheiro Anthony ficou abaixo dos 44 pontos que prometeu, em homenagem à eleição de Barack Obama como 44º presidente americano, mas se saiu bem melhor do que no sábado, contra o L.A. Lakers, quando precisou de 11 pontos no último quarto para terminar com 13. Desta vez, o ala campeão olímpico marcou 28 pontos, acertando 13 de 30 arremessos, mas errou quatro chutes de 3 pontos e sofreu três bloqueios. Ele acrescentou 8 rebotes e 5 assistências. Dahntay Jones entrou bem no time e marcou 15 pontos, enquanto Carter teve 6 pontos, 11 assistências e 5 roubos e Kenyon Martin acrescentou 11 pontos e 7 rebotes.

O Nuggets como equipe, entretanto, foi descuidado demais com a bola. Foram 20 turnovers no total - quatro cada para Nenê, Carter e JR Smith - que levaram a 24 pontos do Warriors. Golden State só cometeu 10 desperdícios e arremessou um pouco melhor, convertendo 42 cestas contra 39 do Nuggets. Ambas as equipes foram péssimas nos chutes de longa distância, combinando para quatro acertos em 31 tentativas.

Jackson foi o cestinha, com 29 pontos e 7 assistências. O reserva Kelenna Azubuike marcou 22 pontos e 8 rebotes, Brandan Wright acrescentou 18 pontos, 13 rebotes e 3 tocos, CJ Watson contribuiu 14 pontos e Biedrins teve 12 pontos, 11 rebotes e 5 tocos.

Denver (1v-3d) fez três de seus quatro primeiros jogos fora de casa, mas volta ao Pepsi Center nesta sexta-feira (7/11) para a estréia de Billups, contra o Dallas Mavericks. O Warriors (2v-3d) recebe o Memphis Grizzlies no mesmo dia.

November 1, 2008

Raptors vence jogo emocionante contra Warriors e Harrington mostra insatisfação (vídeo)

Toronto Raptors (2v-0d) e Golden State (0v-2d) Warriors fizeram o melhor jogo da rodada desta sexta-feira da NBA, foi uma partida imprevísivel, com trocas na liderança, cestas decisivas e desfecho apenas na prorrogação. Jogando em casa, o Raptors confirmou seu favoritismo após mostrar uma basquetebol melhor nos cinco minutos de tempo-extra e venceu por 112 a 108 (96 a 96 no tempo normal).

Porém, antes da tranquilidade ao garantir o êxito, o time canadense teve que suar muito. Primeiro foi no tempo normal, quando o Warriors insistia em dar uma de visitante indigesto e mantinha uma liderança de cinco pontos. Uma cesta de 3 de Stephen Jackson com 3min30s para o fim silenciou a torcida no Air Canada Centre, 93 a 88 para os californianos. Mas o Raptors não desistiu e continuou incomodando o rival, Calderon assinalou um arremesso de média distância e Bosh fez quatro pontos seguidos para consolidar a virada, 94 a 93, para enlouquecer os fãs. Porém, a resposta do Warriors veio rápido, Al Harrington conectou um arremesso de 3 e recolocou a equipe visitante na ponta, 96 a 94, com 22s para o fim. A franquia canadense só conseguiu evitar a derrota com dois lances livres conectados por Chris Bosh, mas ainda teve que “secar” o arremesso de Corey Maggete no estouro do cronômetro para ir à prorrogação.

 Bosh comemora cesta com Anthony Parker (AP Photo/The Canadian Press, Nathan Denette)

Motivado, o Raptors começou o tempo-extra com tudo e abriu uma série decisiva de 8 a 0. Os primeiros pontos dos californianos na prorrogação só foram feitos pelo ala-armador Kelenna Azubuike a 45seg do fim. Aí a vaca já tinha ido pro brejo, Al Harrington ainda conectou um arremesso do perímetro, mas isso não foi suficiente para evitar a segunda derrota da equipe de Don Nelson nesta temporada regular.

O líder da vitória foi o ala-pivô Chris Bosh. O astro do Raptors conseguiu 31 pontos (12 acertos em 24 arremessos) e pegou nove rebotes. Sua atuação estupenda e a liderança mostrada em quadra rendeu elogios até dos adversários, como o ala Stephen Jackson: “Nos momentos decisivos do jogo ele chamava responsabilidade para si”, disse Jackson. “Fez suas jogadas, converteu os lances livres que teve e nós não conseguimos pará-lo”, concluiu.

Além dele, outros três jogadores do Raptors tiveram papéis importantes. O ala-armador Anthony Parker fez 23 pontos, o armador espanhol Jose Calderon conectou 16 tentos e deu 13 assistências enquanto que o ala-pivô italiano Andrea Bargnani finalizou a partida com 19 pontos conectados. O pivô Jermaine O’Neal foi quase nulo no ataque, com apenas cinco pontos, mas foi importante na defesa com seus seis rebotes e três tocos.

 Dupla Bosh e O’Neal só tem motivos para sorrir até o momento (AP Photo/The Canadian Press, Nathan Denette)

Pelo Golden State Warriors, o cestinha foi o ala-pivô Al Harrington. O capitão insatisfeito, já que pediu para ser trocado, mostrou muita intensidade em quadra e terminou o duelo com 26 pontos (10 acertos em 21 tentativas), além de ter coletado 11 rebotes. Entretanto, Harrington não deixou de criticar a si mesmo e aos companheiros após o jogo. Para ele, a má preparação na pré-temporada está pesando agora.

“Na pré-temporada nós não jogávamos 40 minutos”, disse. “Agora nós temos que jogar e não há como não se cansar, as pernas pesam ao final das partidas e as estatísticas mostram nossa queda de rendimento nos momentos derradeiros do jogo. Nós teremos que treinar mais e recuperar nossa forma física da última temporada, do contrário as coisas ficarão difíceis para nós”, finalizou o camisa 3, aproveitando para alfinetar seu desafto, o técnico Don Nelson.

De fato, Harrington tem razão. No último quarto contra o Raptors a equipe de Oakland acertou apenas sete de seus 19 arremessos. O maior exemplo da exaustão precoce do Warriors é o ala-armador Stephen Jackson, que vem fazendo o papel de armador principal inúmeras vezes nesta temporada devido a lesão do armador Monta Ellis. Sem estar acostumado com a função, Jackson está tendo que aprender na marra e, ainda por cima, ficar mais tempo em quadra do que desejaria. Na estréia contra o New Orleans Hornets, na última quarta-feira, Jackson ficou em quadra durante todo o jogo e nesta sexta só saiu após ser excluído por faltas na prorrogação, até então havia atuado 44 minutos.

 Jogo foi intenso, como esse lance entre Corey Maggete e Jermaine O’Neal (AP Photo/The Canadian Press, Nathan Denette)

“É uma função totalmente nova, mas eu preciso acelerar minha aprendizagem”, declarou o camisa 1 do Warriors. “Eu não tenho 30 jogos para aprender, preciso melhorar a partir de agora. Eu tenho orgulho de ter essa função, de ter a confiança dos meus companheiros e de liderar esse time, por isso quero fazer meu melhor”, concluiu Jackson, que conseguiu 19 pontos, sete rebotes e cinco assistências contra o Raptors.

O pivô letão Andris Biedrins dominou o garrafão como de costume com seus 17 tentos e 13 rebotes e ainda viu os alas-armadores Kelenna Azubuike (reserva) e Corey Maggete (titular) fazerem 15 e 14 pontos, respectivamente. Para Maggete os erros no final acabaram com as chances dos visitantes: “Nós tivemos o jogo na mão, mas os erros no final acabaram com nossas chances”.

Confira o emocionante duelo entre Raptors e Warriors

October 29, 2008

Ala-pivô do Warriors Al Harrington não quer mais jogar para o técnico Don Nelson

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Rubens Borges @ 12:07 pm

 

Após perder o armador Baron Davis e o caso polêmico da lesão de Monta Ellis pilotando uma lambreta, o Golden State Warriors recebe outra pancada no começa da temporada 2008-09. Fontes indicam que o ala-pivô Al Harrington exigiu uma troca, o mais rápido possível.

Harrington não quer mais jogar para o técnico Don Nelson. Ele não indicou que abandonaria o time, caso não for trocado, mas o agente do ala-pivô, Dan Fegan, está trabalhando para tirá-lo de Oakland.

Nelson acabou de nomear Harrington o capitão do time. Mas, ao que tudo indica, a capitania veio após as exigências de sair do time.

Os representantes de Harrington consideraram a indicação como um movimento das relações públicas do time, ou para fazer o ala-pivô parecer ingrato, ou para persuadi-lo a ficar.

September 5, 2008

Pacers e Warriors estão preparando uma troca envolvendo jogadores importantes

O Indiana Pacers e o Golden State Warriors, segundo rumores, estão negociando uma troca envolvendo Jamaal Tinsley, Al Harrington, entre outros.

O Warriors também está atrás de Marquis Daniels, um ala que tem o estilo de jogo para adaptar-se ao treinador Don Nelson. Golden State já havia procurado os serviços de Daniels antes, mas nunca chegou tão perto de contratá-lo.

Nelson treinou Daniels nos dois anos que foi treinador do Dallas Mavericks.

June 26, 2008

Sem brazucas pela primeira vez desde 2002, draft é crucial para Varejão e Leandrinho

Desde que Nenê foi escolhido na sétima posição do draft de 2002, o Brasil sempre teve jogadores participando do draft da NBA, algo que não vai acontecer no “vestibular da liga” deste ano. Mas com tantos rumores de troca circulando na imprensa americana, como uma suposta negociação entre Cavs e Warriors envolvendo Anderson Varejão e Al Harrington (ambos na foto) e o Suns querendo subir no draft tendo Leandrinho e Boris Diaw como atrativos, o grande evento da noite desta quinta-feira em Nova York promete ser muito agitado nas conversas de bastidores.

(more…)

June 25, 2008

Após negociação com Carmelo fracassar, Pistons volta suas atenções para Baron Davis

O Detroit Pistons parece mesmo disposto a se livrar de Chauncey Billups. Após tentar, em vão, trocá-lo com o Denver Nuggets pelo ala Carmelo Anthony, a diretoria do time de Michigan já tem um novo alvo: o armador Baron Davis, do Golden State Warriors. Segundo fontes, Billups seria uma das “moedas de troca” para ter “B-Diddy” em Motown na próxima temporada.

Davis, de 29 anos, já afirmou que não testará o mercado nesta offseason. O contrato do camisa 5 do Warriors lhe garantia o direito de poder sair do seu atual acordo e conseguir um mais lucrativo com qualquer time da Liga. Entretanto, o armador garantiu que cumprirá seu último ano de vínculo com o time californiano, o que acaba com a possibilidade do Pistons tentar fazer uma oferta pelo jogador sem ter que envolver outros.

Fontes ligadas ao Pistons garantem que Joe Dumars (presidente da franquia) e companhia voltaram suas atenções para o armador, que recebe cerca de $17 milhões de dólares por temporada, após receberem um não do Denver Nuggets, que não quis negociar Carmelo Anthony. Na ocasião, o Pistons ofereceu Billups mais o ala Tayshaun Prince pelos serviços do astro de 24 anos.

Desta vez o plano de Dumars é fazer uma proposta de “dois-contra-dois”. Na possível negociação, o time de Detroit daria o armador Chauncey Billups e o ala-pivô Rasheed Wallace e receberia em troca Baron Davis mais o ala-pivô Al Harrington. Entretanto, as fontes disseram que não há chance da negociação se concretizar na noite do draft.

June 24, 2008

Boato de troca na ESPN: Maggette no Suns e Leandrinho no L.A. Clippers?

Neste Dia de São João, os rumores de trocas no draft da NBA estão pipocando mais do que fogos de artifício em festa junina. Se depender das “informações de bastidores” que circulam na imprensa americana, o “vestibular da liga” na noite desta quinta-feira vai ter mais trocas de casais que uma quadrilha. Mas onde tem tanta fumaça, não se deve esperar muito fogo na prática. A notícia destacada na abertura do site Hoopshype.com nesta terça-feira é a possibilidade de o ala-armador brasileiro Leandrinho ser trocado pelo Phoenix Suns com o Los Angeles Clippers pelo ala Corey Maggette, citando a informação divulgada pelo colunista Chad Ford no site ESPN.com. Já o colunista Peter Vecsey, do New York Post, dá a seguinte nota: “fontes dizem que o Golden State Warriors e o Cleveland Cavaliers estão discutindo uma troca de Al Harrington por Anderson Varejão”. Para o bem dos dois brazucas, não há nenhum indício realmente forte de que poderão jogar na Califórnia na próxima temporada.

Basta ver o que escreveu Ford para perceber que não dá para sentir muita firmeza nessa suposta negociação: “Um negócio potencial que poderia ter um impacto interessante para ambos os times? Parece que Suns e Clippers estão falando sobre um acordo que levaria a sétima escolha do draft e Corey Maggette para Phoenix em troca de Leandro Barbosa e da 15a escolha. Esse negócio só funciona se Maggette decidir não optar por rescindir seu contrato nesta semana. Se ele optar por sair, Maggette não poderia renovar contrato e ser trocado até meados de julho”.

Difícil encontrar um texto mais hipotético que esse, e a negociação ainda dependeria inteiramente do que Maggette resolver fazer, para sair um acordo na noite do draft ele teria de topar ir para o Arizona ganhando o mesmo salário e desta forma recusaria a oportunidade de testar o mercado atrás de um contrato melhor estando livre para negociar com qualquer time. Em meio a rumores ligando seu nome a New York Knicks, Portland Trail Blazers e New Jersey Nets, Leandrinho pediu aos dirigentes do Suns para não ser trocado, e seria uma tristeza para ele sair do clube que defende há cinco anos para um time fraco como o Clippers. Maggette é até um jogador interessante para o Phoenix, experiente, com o mesmo potencial ofensivo de Leandro e um pouco mais de qualidades defensivas, o Suns está procurando um bom lateral arremessador que divida minutos com o veterano pródigo em lesões Grant Hill, mas daí a abrir mão de seu atleta mais veloz e terceiro cestinha da equipe na temporada passada por Maggette e uma escolha mais alta no draft seria ir longe demais, um preço muito alto para contratar um bom armador novato que sirva como reserva do astro canadense Steve Nash. Para Leandrinho, o Clippers é uma idéia pior do que a suposta proposta do Blazers oferecendo o ala-armador Martell Webster e a 13a escolha no draft, pelo menos o time do Oregon tem um elenco jovem com grande potencial de ser uma das sensações da liga na próxima temporada e uma boa perspectiva de chegar aos playoffs com uma base formada pelo armador Brandon Roy, o pivô primeiro escolhido no draft de 2007 Greg Oden, o ascendente ala-pivô LaMarcus Aldridge e agora o ala-armador espanhol Rudy Fernandez.  

Na semana passada, a imprensa norte-americana já tinha publicado notícias ligando Leandrinho ao Portland e ao New York. O Blazers poderia oferecer o ala-armador Martell Webster, a escolha número 13 do draft e uma terceira peça, para equiparar os salários. Leandrinho tem um contrato de US$ 27,4 milhões para os próximos quatro anos.

Já o Knicks possui a sexta escolha no recrutamento de novatos deste ano e tem Mike D’Antoni como técnico - o ex-comandante do Suns não esconde de ninguém o apreço pelo brasileiro e também levou seu irmão Dan, o mentor de Leandro, para seu estafe em Nova York.

Já a tal negociação de Cavs e Warriors envolvendo o ala Al Harrington e o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão dependeria diretamente da aprovação do jogador capixaba, que na sua renovação contratual assinada no dia 5 de dezembro do ano passado ganhou o direito de vetar qualquer troca que não lhe interessar. Harrington é um jogador de maior capacidade de ataque que o brazuca, tem versatilidade para atuar nas laterais e também dentro do garrafão com potencial para ser o segundo cestinha do Cleveland depois de LeBron James, é um reforço que interessaria ao gerente geral Danny Ferry, mas tudo dependeria de Varejão aceitar jogar pelo Golden State do técnico Don Nelson, que privilegia o ataque em velocidade, não liga muito para a defesa e não é um dos favoritos a chegar aos playoffs de 2009 na concorrida Conferência Oeste.

Oakland e a área da Baía de San Francisco são lugares de praia mais ensolaradas que Cleveland, lá certamente Anderson teria a oportunidade de jogar mais minutos com maior liberdade para pontuar numa equipe veloz que é acostumada aos placares centenários, os rebotes são uma grande deficiência do Warriors e nesse departamento o brasileiro poderia ajudar bastante, individualmente as estatísticas dele teriam grande chance de melhorar se o pensamento principal for obter um contrato multimilionário no verão de 2009, mas sinceramente eu não vejo Varejão abrindo mão de jogar numa equipe vencedora ao lado do astro LeBron James para tentar a sorte no Golden State, já me pareceu absurdo o boato de Chad Ford na semana passada de que o Warriors mandaria o pouco conhecido ala Brandan Wright para Cleveland em troca de Anderson. Harrington é uma opção muito mais atrativa para o Cavaliers, mas o empresário do brazuca Dan Fegan vai querer uma garantia de renovação contratual polpuda no próximo ano antes de concordar em ceder o “Coisa Selvagem” para um clube menos tarimbado que o Cleveland.

De volta ao Arizona, vale a pena ler a matéria do cronista Jerry Brown publicada hoje pelo jornal do Arizona “East Valley Tribune” com o título “Draft deste ano é crítico para o Suns”, dá uma perspectiva mais próxima do que realmente está acontecendo em Phoenix:

O Suns não envelheceu por acidente. Esse era o plano. Uma vez que o time passou de 29 vitórias para 62 (em 2004-05) e se estabeleceu como um concorrente ao título, todo movimento feito pelas três pessoas encarregadas pelas decisões sobre o elenco foram direcionadas a dar o núcleo que o time precisava para chegar ao topo.

O Suns deixou passar uma chance de trazer Andre Iguodala ou Luol Deng em 2004. Eles deram ao Knicks uma escolha de primeira rodada no draft (Nate Robinson) em troca de Kurt Thomas em 2005, somente para dar ao Seattle duas escolhas de primeira rodada e tirar o salário de US$ 8 milhões fora de sua folha de pagamento apenas dois anos depois. Eles mandaram Rajon Rondo para Boston em 2006 – uma das duas escolhas de primeira rodada vendidas para pretendentes mais altos para equilibrar a folha salarial. Raja Bell se juntou a Thomas como uma aquisição de 2005-06. Marcus Banks, Jumaine Jones e Jalen Rose foram as novas caras no ano seguinte, seguidos de Grant Hill e Shaquille O´Neal neste último ano. Eles não custaram barato. E quando esses movimentos produziram muitas vitórias em temporada regular, mas não títulos, houve outra encruzilhada:

Como misturar um time velho com talento jovem e manter aberta uma curta janela de oportunidade de um título. Com uma formação titular que tem uma média de 32 anos de idade (com exceção de Amaré Stoudemire que tem 25 anos) e um banco curto em reservas confiáveis, o Suns vai levar uma atitude duplamente armada no draft de quinta-feira. Não apenas existe um sinal de “não está à venda” pendurado na 15a escolha do Phoenix, o Suns também está procurando: (1) adicionar uma outra escolha no que eles vêem como um profundo e bem-dotado quadro de talentos, (2) mover-se para cima obtendo uma escolha na loteria e (3) talvez adicionar algum talento jovem mas comprovado que possa entrar na rotação imediatamente. 

“Em algum ponto, sustentar nossa performance em quadra tem de ser combinado com a construção para o futuro. Precisamos de uma melhor mistura”, disse o gerente geral do Suns, Steve Kerr. 

Conseguir isso em qualquer grau mais elevado quase que certamente custará ao Phoenix ou Leandro Barbosa ou Boris Diaw. Em qualquer acordo desses, o Suns provavelmente estaria procurando um cenário de “dois por um”, trazendo alguma coisa que ajudaria agora e ajudaria mais tarde. Times como Portland e New Jersey teriam reportadamente um interesse em Barbosa, enquanto Toronto e Charlotte poderiam estar tentados em pegar o contrato de US$ 36 milhões pelos próximos três anos de Diaw. Toronto gostaria de trocar o armador T.J. Ford, que liderou o time do Milwaukee treinado por Terry Porter aos playoffs quatro anos atrás. Mas Ford, que não é o mais alto e de mentalidade defensiva reserva de Steve Nash que o Phoenix está procurando, tem três anos e US$ 25 milhões restando em seu contrato.
O Suns poderia estar mais interessado no pivô Rasho Nesterovic, que só tem um ano sobrando no seu contrato no valor de US$ 8,4 milhões, para ser um reserva de O´Neal. Isso significaria buscar um reserva para Nash em outro lugar.

Tanto Diaw como Barbosa são jogadores favoritos do ex-técnico do Suns Mike D´Antoni, então houve uma conversa natural sobre um deles ou ambos terminarem junto com ele em Nova York. Mas embora o Suns pudesse se interessar pela sexta escolha do Knicks, os outros componentes para um acordo não se encaixam. O Suns também tem uma exceção de US$ 8,1 milhões para troca obtida na negociação de Thomas, que pode ser utilizada até 22 de julho. Mas os times que estão abaixo do teto salarial e poderiam absorver esta exceção são poucos e distantes.

“Ainda nos sentimos confortáveis. Não é como se estivéssemos encurralados. Achamos que vamos ser um time muito bom, um time de playoffs no próximo ano mesmo se nós não fizermos nada a não ser ficar parados e pegar um jogador na 15a escolha que possa nos ajudar. Mas nós gostamos deste draft. Achamos que há muitos jogadores que são atrativos para nós. E se nós pudermos fazer um acordo que nos mantenha fortes hoje e nos ajude a ser mais fortes amanhã, vamos dar uma olhada na proposta”, disse Kerr.

O Suns está esperando que seus dois escolhidos no draft do ano passado, o ala Alando Tucker e o ala-armador D.J. Strawberry, farão progressos nesta temporada e se tornarão parte de uma rotação que provavelmente irá crescer de nove jogadores para talvez envolver até 12 atletas em certos momentos. Os vencedores de cada conferência neste ano – Boston e Los Angeles – tiveram bancos de profundidade e receberam produtividade desses jogadores reservas na sua caminhada para as finais da NBA.

“Terry tem falado em colocar oito ou nove caras para jogar, mas você precisa ser capaz de contar com 10, 11 e 12 produzindo quando lesões e outros problemas aparecerem durante a temporada. Se nós vamos diminuir os minutos de Grant Hill e Steve Nash, temos de dar ao técnico um jogador em que ele possa ter fé e confiar sempre”, afirmou Kerr.
 
Se o Suns trocar um dos jogadores do seu núcleo principal e obter uma segunda escolha no draft, até três de seus nove principais jogadores poderão ser novatos ou segundoanistas, uma mudança bastante significativa com relação aos anos passados, considerando que apenas três atletas foram draftados pela organização desde 2004. Mas não é apenas uma mudança na filosofia. Este draft não é apenas profundo, é forte em posições (homens de garrafão e armadores) que tem sido notoriamente escassas em anos recentes.

O vice-presidente de operações de basquete David Griffin está almejando a chance de sair do draft com dois ou mais jogadores que dêem ao time a necessária injeção de juventude. 

“Muitos caras que foram escolhidos na loteria (14 primeiras posições do draft) em recentes temporadas não seriam escolhas de loteria neste ano, pelo menos não aos nossos olhos”, finalizou Griffin. 

 

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