January 6, 2009

Denver manda pivô do Senegal Cheikh Samb para o Clippers em troca de escolha no draft

O Denver Nuggets, do pivô brasileiro Nenê, enviou o pivô senegalês Cheikh Samb para o Los Angeles Clippers, recebendo, na troca, uma escolha condicional na segunda rodada do draft de 2009.

Samb, que foi a 51ª escolha do draft de 2006, pelo Los Angeles Lakers, também jogou um breve período de tempo no Detroit Pistons e chegou ao Nuggets na troca que enviou Allen Iverson e Antonio McDyess para Detroit e Chauncey Billups para Denver.

O Clippers também cortou o ala Paul Davis e o armador Fred Jones.

December 10, 2008

Rodney Stuckey ganha posto de titular no Detroit Pistons e Antonio McDyess está de volta

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 11:13 am

O técnico Michael Curry anunciou, na última segunda-feira, que Rodney Stuckey passará ao posto de titular no Detroit Pistons. A decisão do treinador seguiu a derrota no último domingo para o New York Knicks por 104 a 92.

“Gosto do fato de Stuck estar na armação de modo que Iverson e Hamilton podem retornar a posições mais naturais a eles”, disse Curry.

“Eles terão alguém para criar jogadas. Stuck pode marcar, mas ele pode garantir que nossos pontuadores recebam a bola onde precisarem.”

Na noite desta terça-feira, na partida contra o Washington Wizards, Stuckey dividirá o piso com Allen Iverson, com Richard Hamilton e Tayshaun Prince nas alas, e Rasheed Wallace no garrafão.

Kwame Brown será puxado para o banco de reservas. A atual formação foi testada no ultimo domingo, no Madison Square Garden. Com Stuckey na linha de frente a partir da segunda metade do jogo, o Pistons conseguiu reagir, apesar de terminar

O ala-pivô Antonio McDyess deixou o Denver Nuggets e está de volta ao Detroit Pistons. O jogador retorna à franquia um mês depois de deixá-la, envolvido na troca que trouxe Allen Iverson à equipe.

Pela negociação, McDyess, Chauncey Billups e Cheikh Samb foram trocados por Iverson. O ala-pivô foi dispensado pelo time de Denver poucos dias depois e teve que esperar o período de um mês para poder assinar novamente com os Pistons.

Aos 34 anos, o veterano jogador retorna à franquia pela qual foi campeão da NBA em 2004. Nesta temporada, atuou em apenas dois jogos pelos Pistons e manteve média de sete pontos por partida.

(Playoff.com.br)

November 24, 2008

Agente garante que Antonio McDyess reassinará com Detroit Pistons

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , — João Guilherme @ 9:04 am

O ala-pivô Antonio McDyess está decidido a retornar para o Detroit Pistons. No início do mês, ele foi envolvido em uma troca que o levou para o Denver Nuggets junto com o armador Chauncey Billups, o Nuggets, por sua vez, deu o ala-armador Allen Iverson. Entretanto, McDyess não ficou satisfeito com o acordo e disse que não jogaria pela franquia de Denver. Dito e feito, o time do Colorado foi obrigado a abrir mão do veterano e o liberou. Agora, McDyess está livre para assinar com qualquer franquia, mas parece que ele está disposto a retornar mesmo para o Pistons.

Quem adiantou isso foi o agente do atleta, Andy Miller. Em entrevista dada para a ESPN, Miller afirmou que seu cliente irá mesmo reassinar com a franquia de Michigan: “Foi uma decisão muito difícil para ele. Ele recebeu algumas propostas que compensavam financeiramente, mas ele analisou todas as variavéis e optou pelo Pistons”, declarou Miller. “Ele começou o ano com o Pistons, treinou com eles, está adaptado ao estilo de jogo e sabe que terá espaço por lá e isso foi fundamental para que ele tomasse sua decisão”, concluiu.

O atleta de 34 anos só poderá firmar um novo acordo com o Pistons no dia 3 de dezembro, isso porque todo jogador negociado e que é dispensado posteriormente tem que esperar por 30 dias para assinar um novo acordo. O prazo de McDyess expira justamente no dia 3. O que está certo é que ele testará o mercado de agentes livres ao final da temporada.

De acordo com seu agente, McDyess despertou interesse de 18 times da liga. As propostas mais tentadoras, segundo Miller, vieram do Cleveland Cavaliers, Charlotte Bobcats, Boston Celtics e San Antonio Spurs. O Cavs, onde atua o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão, chegou a oferecer sua exceção de mid-level, o que daria cerca de $5 milhões de dólares para o ala-pivô.

Nesta temporada, o veterano McDyess atuou em duas partidas pelo Pistons e ostenta médias de 7.0 pontos e 4.0 rebotes por jogo.

November 19, 2008

Destino de McDyess ainda não está certo, Cavaliers de Varejão entra na briga pelo ala-pivô

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 11:59 am

 

O ala-pivô Antonio McDyess pode voltar para o Detroit Pistons, mas o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão, o San Antonio Spurs e o Boston Celtics podem ser a nova casa do jogador.

“Existem outras três opções (além do Pistons) que estamos discutindo”, falou Andy Miller, agente do atleta.

O time de Varejão quer McDyess por dois motivos: Machucar o rival de conferência, Pistons, e melhorar o time, para tentar evitar a saída de LeBron James em 2010.

McDyess desistiu de US$ 9 milhões para deixar o Denver Nuggets, após a troca que mandou Allen Iverson para o Pistons.

“Para aceitar uma oferta pelo salário mínimo escolhemos Detroit. Nenhuma outra oferta com o mínimo seria estudada. O conforto, familiaridade, são coisas que motivam a escolha de Detroit”, disse Miller.

Pelas regras da NBA o ala/pivô deve esperar 30 dias para re-assinar com o Pistons, mas as restrições não envolvem outros times. A demora para assinar com qualquer outra equipe talvez mostre a vontade de McDyess de voltar ao Pistons.

November 17, 2008

Cavs de Varejão encara Nets terça, rumores sobre Vince Carter e McDyess ganham força

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 1:29 pm

Líder da Divisão Central da NBA com sete vitórias consecutivas e oito em 10 partidas, o Cleveland Cavaliers volta a jogar nesta terça-feira às 22h30min (horário de Brasília) no ginásio do New Jersey Nets (4V-5D), o Izod Center em East Rutherford, em meio ao ressurgimento dos rumores na imprensa americana de que o Cavs estaria interessado em uma troca pelo ala-armador Vince Carter, principal jogador do time de Nova Jérsei. E novamente o nome do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão aparece na central de boatos, ele e o contrato expirando de US$ 13 milhões do ala-armador Wally Szczerbiak são especulados há muito tempo como as maiores moedas de troca do clube de Ohio.

“Mantenham este nome na mente: Vince Carter. Muitos observadores ao redor da liga acham que o Nets tornará o veterano ala-armador disponível antes do prazo final para trocas, e não fiquem surpresos se o Cavs fizer outra tentativa por ele. A questão em Cleveland é se Carter pode deixar seu ego de lado e jogar como segunda força com o Cavs. Ele deve ser capaz de fazer isso de maneira a ganhar um campeonato antes de se aposentar. Muitos observadores esperam que o Cavs use o contrato expirando de US$ 13 milhões do ala-armador Wally Szczerbiak no prazo final de trocas. Se eles não conseguirem contratar Antonio McDyess – uma possibilidade distante na melhor das hipóteses – eles podem querer ir atrás de um jogador alto de qualidade no estilo Joe Smith”, escreveu o colunista do jornal The News-Herald Bob Finnan.

O colunista do jornal New York Post Peter Vecsey informa que o Nets chegou a recusar uma oferta do Cavaliers no verão:

“Quanto a Carter, cujo duelo um-contra-um no último quarto com o extraterrestre Joe Johnson na partida contra o Atlanta Hawks quase apagou a frustração de ficar preso no trânsito do Túnel Lincoln às 22h30min (horário local), é fácil ver por que a diretoria do Nets rejeitou a oferta da offseason de uma troca por Anderson Varejão e Wally Szczerbiak. Um atirador de elite reconhecido, Vince está ainda mais letal agora que tem ao seu lado um parceiro matador de aluguel em Devin Harris”, escreveu Vecsey.

Especulações à parte, o fato é que o Coisa Selvagem brazuca tem uma cláusula contratual válida até dezembro determinando que ele não pode ser trocado sem dar seu consentimento expresso, uma situação que mudará quando ele completar um ano da renovação de seu vínculo com o Cleveland, ou seja, daqui a três semanas. Mas as boas atuações do capixaba nesta temporada o mantêm nos planos do Cavs para o longo prazo, apesar do receio da torcida de perdê-lo sem compensação alguma, já que em julho de 2009 Varejão terá a oportunidade de ganhar passe livre irrestrito para assinar contrato com qualquer franquia. No momento ele se concentra apenas no duelo contra o Nets.

“É um jogo difícil, New Jersey é um adversário ainda mais forte dentro do seu ginásio e busca a recuperação na competição. Estamos numa boa seqüência, jogando bem e evoluindo, conseguindo as vitórias e é pensando nisso que vamos encarar os Nets. O Cleveland está num momento muito bom, as coisas estão acontecendo e estamos gostando disso”, afirmou o ala-pivô da Seleção Brasileira.

Outra possibilidade mais animadora para o garrafão do Cleveland que trocar Varejão é o reforço do veterano ala-pivô Antonio McDyess. Muitos consideravam garantido o retorno dele para o Detroit Pistons assim que foi consumada a troca com o Denver Nuggets no dia 3 de novembro envolvendo Chauncey Billups e Allen Iverson, o ala-pivô não queria jogar no Colorado e bastou acertar os detalhes de sua dispensa. Mas agora o jogador campeão olímpico em 2000 está livre no mercado e vem recebendo telefonemas de vários times, inclusive fortes candidatos a lutar pelo título como o atual campeão Boston Celtics e o próprio Cavaliers. O ex-astro do Indiana Pacers e hoje comentarista do canal TNT Reggie Miller disse que Antonio deve manter a mente aberta antes de decidir para onde vai. O ala-pivô de 34 anos não pode assinar com o Detroit até o dia 7 de dezembro, devido ao período obrigatório de espera de 30 dias desde que a troca se tornou oficial.

“Acho que ele deveria explorar todas as suas possibilidades e opções. Eu poderia vê-lo se encaixando bem em Cleveland com LeBron James e Anderson Varejão. Eu poderia também vê-lo jogando com Paul Pierce em Boston. Ele deve aproveitar seu tempo. Ele tem falado sobre voltar para Detroit. Ele deveria explorar suas opções”, comentou Reggie Miller citando o cabeludo brasileiro.

A rescisão contratual de McDyess foi finalizada pelo Denver na última sexta-feira. Ele recebeu cerca de US$ 6 milhões dos quase US$ 15 milhões que tinha garantidos, afinal seu contrato previa um salário anual de US$ 7,48 milhões por esta temporada e pela próxima. O empresário do ala-pivô, Andy Miller, disse que 19 times ligaram perguntando sobre ele, e os dois líderes da Conferência Leste Boston e Cleveland foram os times mais fortes a manifestar interesse por Dice.

O Cavaliers tem mais de US$ 5 milhões sobrando de sua exceção de meio-nível no teto salarial e poderia oferecer o valor completo a McDyess, mas isso representaria um custo de US$ 10 milhões à equipe por causa da taxa de luxo, afinal o elenco já está bem estourado acima do teto da liga devendo pagar um dólar por cada dólar gasto a mais. O técnico Mike Brown trabalhou com Antonio quando os dois estavam no Denver e os dois continuam bons amigos, Dice também tem uma amizade muito próxima com o ala-pivô Ben Wallace.

Com o dinheiro já garantido, o maior interesse de McDyess é ganhar um título da NBA, pois não tem muitos anos pela frente na carreira, então se esse é o critério decisivo faria muito sentido assinar com Cavs ou Celtics, que pode lhe oferecer pouco mais de US$ 2 milhões. Mas rola nos bastidores a história de que Dice tem um problema pessoal com o astro do Boston Kevin Garnett e isso poderia atrapalhar.

“Na frente dos microfones, Garnett fala muito bem de McDyess. Mas fontes de dentro dizem que McDyess não quer ter nada a ver com KG, uma rixa vinda desde que os dois tiveram uma briga em quadra no dia 19 de janeiro de 2007, quando Garnett estava jogando pelo Minnesota Timberwolves. Não houve socos desferidos, mas as coisas ficaram um pouco feios na quadra. Pode não ser o bastante para mudar a cabeça dele, mas nunca se sabe. Muitos realmente acreditam, porém, que McDyess poderia ser a peça final no quebra-cabeças do campeonato tanto para o Cavs quanto para o Celtics”, escreveu Bob Finnan no News-Herald de Ohio.

Trabalhando duro em quadra, Varejão só quer saber de ajudar o Cleveland a se manter no topo, seja marcando pontos ou pegando rebotes. A evolução ofensiva dele ficou clara neste início de temporada e o Cavs dá boas vindas a esse crescimento, afinal nos 49 jogos em que o brasileiro fez 10 pontos ou mais na carreira na NBA, seu time venceu 35 vezes, e nas 16 ocasiões em que ele alcançou o duplo-duplo (dois dígitos em pontos e rebotes), o Cavaliers saiu vitorioso 14 vezes.

“Uma coisa que Andy faz é ralar seu traseiro, ele tem trabalhado muito em seu jogo. Ele é habilidoso e tem mostrado a habilidade de conseguir pontuar no meio do tráfego às vezes”, destacou o técnico Brown falando ao Akron Beacon Journal.

Anderson passou um tempo extra treinando seu arremesso e novos movimentos com o companheiro pivô lituano Zydrunas Ilgauskas durante a pré-temporada e nas sessões de treinamento do Cavs.

“Isso está me ajudando muito. Estando na liga há 11 anos, ele (Ilgauskas) sabe o que fazer para evoluir, então eu trabalho com ele. Trabalho mais em meu jump shot, mas também trabalho mais em outros movimentos. Estou apenas tentando ser agressivo. Estou apenas tentando entender melhor nosso ataque, tentando estar pronto toda vez que pego na bola. Estou me sentindo realmente confortável jogando no pick-and-roll com LeBron agora, o que é realmente bom para nós”, afirmou Varejão, que vem sendo bastante utilizado no segundo tempo e no final dos jogos.

“Esse grupo quando adotamos uma formação mais baixa (com Varejão de pivô 5) tem jogado bem, então eu deixo ele em quadra. Não é necessariamente uma rotina, aconteceu nos últimos jogos. Farei isso com qualquer um, se eu acho que temos um grupo de jogadores em quadra que está jogando bem, então vou deixá-los lá por mais tempo. Contra o Utah foi diferente, eu quis manter Ben Wallace sempre que Carlos Boozer estivesse na quadra, pois precisávamos defender com mais força”, explicou Brown.

Com o sucesso da dupla LeBron James/Mo Williams, o Cleveland está se dando melhor no ataque com uma média de 101,1 pontos por jogo que é a quinta melhor do campeonato, e continua a ser um time forte defensivamente, por isso vem jogando com a confiança de quem acredita ser uma das melhores equipes da liga.

“Não estou surpreso com isso porque temos um grande time e uma grande química também fora da quadra”, afirmou Williams.

Para o cestinha da liga LeBron James, o segredo do sucesso é a defesa. “Nossa mentalidade defensiva, especialmente nos momentos decisivos dos jogos, tem sido muito boa e temos de continuar com isso. Ofensivamente estou meio surpreso porque não achava que nós fôssemos chegar a este nível tão rapidamente. Tivemos algumas dificuldades na pré-temporada, mas parece que quando a temporada regular começou, estamos encaixando o ataque e isso tem sido ótimo”, comemorou o ala, que está com uma média de 29,8 pontos e 7,3 assistências por jogo, mas enfatiza a boa distribuição de pontos da equipe: Williams está com uma média de 15,9, Ilgauskas 15, Delonte West 10,2 e o trio de reservas Daniel Gibson/Szczerbiak/Varejão contribuindo em média com 23,6 pontos por partida.

“Essa é a melhor coisa sobre este time, nós temos tantas armas… e quando colocamos tudo isso junto com a defesa, somos um time difícil de vencer. Não há rusgas no time, estamos simplesmente nos divertindo e jogando juntos. Essa é a melhor maneira de jogar basquete. Estamos fazendo uma grande defesa e isso leva a um grande ataque”, comentou o armador reserva Daniel Gibson.

“Acho que as pessoas subestimam o quanto a química fora da quadra afeta o que acontece dentro da quadra. Estamos sempre por perto uns dos outros, especialmente fora da quadra, cuidamos uns dos outros. Queremos que cada um tenha sucesso, então tentamos colocar as pessoas em lugares onde conseguirão ter sucesso”, concluiu Mo Williams.

O Cleveland marcou 100 pontos ou mais em seis das suas últimas sete vitórias, a melhor seqüência ofensiva da franquia desde a temporada 2005-06, fica difícil querer mexer nesse núcleo agora, mas se for necessário para aumentar as chances de título em 2009, o gerente Danny Ferry já demonstrou em outras ocasiões que não teme puxar o gatilho nas trocas. E as matérias citando o interesse em Vince Carter e McDyess ganharam lugar até no site oficial do Cavs.

November 12, 2008

Antonio McDyess deve retornar ao Detroit Pistons após ser dispensado pelo Denver Nuggets

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 12:28 pm

O ala Antonio McDyess ficou apenas sete dias no Denver Nuggets, até ser dispensado pela equipe nesta terça-feira. O jogador foi envolvido em uma troca que levou o armador Chauncey Billups para o Nuggets, enquanto o também armador Allen Iverson foi para o Detroit Pistons.

Agora, o ala é disputado por equipes como Celtics, Lakers, Cavaliers, Hornets, Rockets e Suns. No entanto, de acordo com o armador Sam Cassel, um dos amigos mais próximo de McDyess, o atleta deve retornar ao Pistons, equipe em que atuava antes da troca com o Nuggets.

“Acho que ele vai para Detroit. Sei que ele se sente confortável lá. Tem onde ficar e tudo mais. O melhor para ele deve ser lá”, disse Cassel, de acordo com o Boston Globe. Antonio McDyess disputa a 12ª temporada de sua carreira na NBA. O ala mantém médias de 13,4 pontos, 7,7 rebotes e 1,2 tocos por jogo.
 
(Lancepress!)

November 11, 2008

Time de Nenê dispensa ala-pivô Antonio McDyess uma semana após troca

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 1:55 pm

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O ala-pivô Antonio McDyess não durou uma semana no Denver Nuggets. Sete dias após ser envolvido em uma troca com o Detroit Pistons, o jogador foi dispensado nesta segunda-feira pela direção da franquia do Colorado.

McDyess foi para Denver ao lado do armador Chauncey Billups e do pivô Cheikh Samb em troca de Allen Iverson, mas o veterano de 34 anos sequer atuou pela equipe, que conta com o brasileiro Nenê para a mesma posição.

O jogador já havia passado por Denver nas temporadas 1995-1996 e 1996-1997, quando iniciou sua trajetória na Liga, e retornou à equipe para atuar entre 1998 e 2002. Depois disso, ele passou por New York Knicks, Phoenix Suns e Detroit Pistons, onde participou da conquista do título de 2004.

Sem ele, os Nuggets demonstram sua confiança em Nenê, que mostrou estar totalmente recuperado do câncer que teve nos testículos e vem registrando boas performances na atual temporada. Além do brasileiro, o time conta com Kenyon Martin, Cheikh Samb, Chris Andersen e Steven Hunter para a posição, mas os dois últimos se recuperam de lesão.

Se o veterano ala-pivô não durou em Denver, a contratação de Billups vem agradando, já que o armador teve uma média de 15,5 pontos, 5 rebotes e 6,5 assistências por partida no novo clube. Até agora, ele disputou dois jogos pelos Nuggets.

Cavs de Varejão enfrenta ex-time de Williams nesta terça e pensa em trazer McDyess

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Adriano Albuquerque @ 11:36 am

O Cleveland Cavaliers enfrenta um rival divisional em casa, na Quicken Loans Arena, nesta terça-feira, às 22h (horário de verão de Brasília): o Milwaukee Bucks, ex-time de seu grande reforço da temporada, o armador Maurice “Mo” Williams. Como a maioria dos jogadores que trocam de equipe, Williams garante não ter nenhum ressentimento em relação ao ex-time e que a motivação maior é manter a invencibilidade contra times da Divisão Central. Nos bastidores, porém, a conversa é sobre a possibilidade de o Cavs buscar o ala-pivô Antonio McDyess, recentemente dispensado pelo Denver Nuggets, para competir por tempo em quadra com o brasileiro Anderson Varejão.

McDyess foi enviado para Denver como parte da troca que levou Allen Iverson para o Detroit Pistons, mas não tinha a intenção de reforçar a rotação atrás do pivô brasileiro Nenê e do ala-pivô Kenyon Martin. Decepcionado com a direção da franquia após ser trocado em 2002, o ala-pivô negociou a rescisão de seu contrato, oficializada nesta segunda-feira. Até quarta-feira, qualquer time pode puxar seu contrato, que lhe pagava US$ 13,6 milhões pelos próximos dois anos e ainda teria acrescentado US$ 1,3 milhão por causa de uma cláusula que lhe dá aumento em caso de troca. O Memphis Grizzlies tem espaço na folha salarial para tanto, mas fontes na liga dizem que o clube não o fará.

Desta forma, McDyess, um ala-pivô importante na rotação de garrafão do Detroit nos últimos quatro anos, teria passe livre a partir de quinta. Fontes próximas ao jogador dizem que, com 34 anos de idade, ele não quer passar por mais uma mudança de cidade e pretende voltar ao time após 30 dias, limite para um jogador trocado retornar ao seu time original. Entretanto, se fizer isto, “Dice” só poderá assinar por, no máximo, US$ 1,9 milhão. Cleveland, por sua vez, ainda possui US$ 5,1 milhões de sua exceção de mid-level anual e poderia dedicar ao pivô.

“McDyess é um grande jogador. Sempre que você pode acrescentar um bom jogador ao seu time, você tenta fazê-lo. Mas em termos de onde estamos em relação a isto, vocês têm de perguntar ao (gerente geral) Danny Ferry”, disse o técnico do Cavs, Mike Brown. Ferry não quis comentar sobre o que fará.

Contratar McDyess reforçaria uma rotação de garrafão fraca, que conta apenas com os titulares Ben Wallace e Zydrunas Ilgauskas e o reserva Anderson Varejão. O calouro JJ Hickson é considerado ainda muito cru para ganhar mais tempo de jogo; outro calouro, Darnell Jackson, está se recuperando de uma contusão no pulso sofrida na pré-temporada. A deficiência tem resultado em uma maior utilização do ala LeBron James na posição 4. Menos mal que LeBron é um dos melhores jogadores em atividade, conquistando o prêmio de Jogador da Semana na Conferência Leste nesta segunda-feira: marcou 34,5 pontos e 9,8 rebotes nas quatro vitórias do Cavs na semana passada, recebendo o prêmio pela 14ª vez em sua carreira.

Varejão também vem compensando com boas atuações no ataque e uma melhora em vários índices estatísticos. “Estou me sentindo mais solto em quadra e conseguindo ajudar mais a equipe. Eu não tive férias esse ano, precisei me recuperar de duas contusões que me atrapalharam muito no fim da temporada passada e o trabalho da pré-temporada está aparecendo. Fico feliz de estar ajudando mais o time, podendo ser mais útil”, disse o capixaba.

Outro motivo para acrescentar McDyess também seria impedir que retornasse ao arquirival de divisão Pistons, ou mesmo ao Boston Celtics, que eliminou o Cavs nos playoffs no ano passado e, apesar de contar com vários pivôs de qualidade, teria interesse na sua contratação. Tirá-lo do Pistons é importante pelo mesmo motivo que vencer o Bucks nesta terça: o campeão divisional tem uma das quatro primeiras posições da Conferência Leste garantida. “Temos um jogo difícil contra o Bucks, mas estamos crescendo e temos que tirar proveito do mando de quadra, porque uma vitória nos deixa em situação muito boa na classificação”, disse Varejão.

O Bucks cedeu Mo Williams ao Cavaliers em troca que envolveu também o Oklahoma City, parte de uma reformulação comandada pelo gerente geral John Hammond. Apesar disso, Williams garante não ter nenhum ressentimento com o ex-clube, lembrando que foi Milwaukee que lhe deu um contrato de seis anos e US$ 51 milhões antes da última temporada. “É apenas mais um jogo para nós. Levamos um jogo de cada vez. Não tenho nenhum sentimento amargo contra Milwaukee. Todas minhas memórias de lá são ótimas. A organização não foi nada além de ótima comigo. Eu ainda tenho muitos amigos lá. Tenho muito respeito pela organização. Eles me deram meu contrato. Nunca morda a mão que o alimenta”, disse Williams.

Parte da razão pela qual o armador não tem problemas com seu ex-time é que Milwaukee foi uma das piores equipes da NBA nos últimos anos. Ao enviá-lo para Cleveland, Hammond deu a Williams a chance de jogar ao lado de um superastro, LeBron James, e ter chances reais de conquistar um título. “Muitos jogadores são trocados e ficam amargos com o time porque eles vão para situações onde não é tão bom ou eles não queriam ir. Mas eu estou em uma ótima situação, tendo a maior diversão da minha vida. Toda noite eu me divirto, n treino eu me divirto, nos jogos eu me divirto, e fora de quadra. Tudo está ótimo para mim agora. E eu sei que é porque eles apertaram o gatilho e fizeram a troca. Foi triste sair, mas ao mesmo tempo, estou feliz onde estou”, explicou o armador.

Apesar disso, Williams ficou 30 minutos além do treino praticando arremessos para estar afiado no reencontro com seus velhos amigos, incluindo o armador Ramon Sessions, que está vivendo no seu apartamento em Milwaukee. Entre os Bucks, porém, provavelmente não estará o ala-armador Michael Redd, nascido em Ohio e também companheiro de LeBron na seleção americana medalha de ouro em Pequim. Redd torceu o tornozelo direito na primeira semana da temporada e perdeu os últimos três jogos por causa da lesão.

November 7, 2008

“Filho pródigo” Billups retorna ao Nuggets nesta sexta contra Dallas; McDyess quer sair

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , — Adriano Albuquerque @ 11:16 am

A madrugada deste sábado (8/11) é especial para o Denver Nuggets do pivô brasileiro Nenê: o confronto com o Dallas Mavericks, à 1h30min (horário de verão de Brasília), marca o retorno do armador Chauncey Billups ao time de sua cidade-natal, Denver, em pleno Pepsi Center. Após uma passagem conturbada pelo time no final da última década, Billups volta como herói local após mais de seis anos de sucesso com o Detroit Pistons e é a esperança da torcida para redirecionar o Nuggets a caminho de um título inédito.

Apesentado à imprensa e torcida em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, Billups, adquirido pelo Nuggets junto aos pivôs Antonio McDyess e Cheikh Samb em troca com Detroit por Allen Iverson, disse que deixar Detroit é “agridoce”, mas se mostrou alegre por estar no seu time de infância. “Aqueles caras não eram só meus amigos, sinto como se fossem meus irmãos, estivemos juntos por tantos anos e tantas guerras. Mas por outro lado, eu estou feliz, cara, estou vindo para casa. Vou jogar em frente ao meu pai, minha mãe, meus avós, meus amigos e família, e poderei jogar em um estágio diferente da minha vida e carreira. Isso me deixa extremamente feliz”, disse o armador, sorrindo.

Quem não está feliz é McDyess, ala-pivô de 34 anos que também tem experiência prévia com o Nuggets; passou pelo time entre 1995 e 97 e 2000 e 2002. De acordo com relatos nos principais jornais de Denver, o jogador ainda se ressente da forma como a direção do clube orquestrou sua troca para o New York Knicks em junho de 2002 - acordo que levou Nenê para o Nuggets. Apesar de quase toda a diretoria do clube ter sido reformulada desde então, o proprietário ainda é o mesmo, Stan Kroenke. O agente de McDyess, Andy Miller, disse ao jornal Denver Post que as chances de seu jogador ficar no time são “muito, muito baixas, próximas de zero”.

O técnico George Karl e o ala Carmelo Anthony se colocaram à disposição da franquia para tentar convencer o jogador a ficar em Denver, mas talvez seja melhor para o Nuggets acertar a rescisão contratual de “McNice”. O contrato do jogador inclui uma cláusula de aumento de 10% em caso de troca, o que coloca seu salário anual em US$ 7,48 milhões tanto nesta quanto na próxima temporada, e empurra a folha salarial da franquia para US$ 4,75 milhões acima do mínimo para pagamento de taxa de luxo da NBA, US$ 71,15 milhões.

Com ou sem McDyess, Billups vê um futuro promissor para sua nova/velha equipe. “Este time é talentoso. Acho que posso ter um ótimo efeito em todos os garotos”, disse o armador, que assistiu à derrota do Nuggets para o Golden State Warriors na quarta-feira, 110 a 101, quando Denver tinha 18 pontos de vantagem e cedeu a virada, e fez algumas observações. “Acho que muitas vezes, alguns dos jogadores não tiveram auto-disciplina, em termos de seleção ruim de arremessos, perder a bola. Acho que é uma linha muito fina quando você joga o run-and-gun. Você ainda tem que tentar tomar cuidado com a bola e tentar conseguir paradas (defensivas). É difícil”, disse o novo “general de quadra”.

Em seu primeiro treino com o Nuggets, Billups foi um dos últimos a deixar a quadra, arremessando algumas bolas e aprendendo algumas jogadas ofensivas e defensivas. “Acho que ele tem de se adaptar ao que nós fazemos bem, e nós também vamos tentar iniciar algumas estruturas que ele gosta, que ele talvez tenha tido em Detroit”, admitiu o técnico George Karl, que já havia dito que algumas de suas jogadas são as mesmas que o armador executava com o Pistons. Billups está empolgado com o desafio de jogar em um time mais veloz. “Pelos últimos cinco ou seis anos, eu joguei em um sistema devagar. Estou animado para mostrar que posso jogar em qualquer tipo de sistema”, disse.

Outra fonte de inspiração é apagar sua primeira passagem pelo Nuggets, quando jogou 58 partidas entre 1998 e 2000, com média de 12,7 pontos e aproveitamento de apenas 37,8% nos arremessos. Na época, Billups foi forçado a jogar na posição 2, já que o maior astro do clube, Nick Van Exel, era o armador titular. Após se lesionar com apenas 13 jogos disputados em 1999, ele foi incluído em uma troca com o Orlando Magic em fevereiro de 2000. “Aquela foi uma época decepcionante para mim. Meu primeiro ano aqui foi o ano do locaute. Aí, no ano seguinte, tínhamos contratado alguns bons jogadores, eu arrebentei meu ombro… Mas todas essas experiências me tornaram a pessoa e jogador que sou agora”, disse o armador.

Um dos motivos pelo qual Billups foi trocado na época era que ele se tornaria free agent ao final da temporada 1999-2000. Ele jamais entrou em quadra por Orlando, assinou com o Minnesota Timberwolves e começou sua volta por cima, com boas atuações nas duas temporadas seguintes, conquistando a posição de titular. Quando a direção se recusou a pagar o que ele queria na renovação de seu contrato, em 2002, Detroit o adquiriu e o tornou seu armador titular e capitão. Sua carreira decolou: em seu primeiro ano, levou o time às finais da Conferência Leste e recebeu o apelido de “Mr. Big Shot”, por cestas decisivas em jogos apertados e nos playoffs. Em 2004, foi campeão da NBA e recebeu o prêmio de MVP das Finais. No ano seguinte, seu time ficou a uma vitória do título, derrotado pelo San Antonio Spurs em sete jogos. Desde então, Detroit sempre foi eliminado nas finais de conferência, mas Billups foi All-Star por três anos consecutivos.

Por todo esse período, a imprensa e povo de Denver acompanharam sua trajetória, orgulhosos do menino que brilhou pela escola George Washington High School e pela universidade de Colorado. Embora Allen Iverson seja reconhecido como um dos maiores atrativos para vendas de ingressos na NBA, o retorno de Billups causou um aumento na procura por entradas para o jogo desta sexta. De acordo com o chefe de marketing do Nuggets, Kurt Schwartzkopf, as vendas de ingresso para o jogo de estréia do armador dobraram diariamente desde segunda-feira, quando a troca foi anunciada. Antes da partida, o telão exibirá um vídeo-montagem com uma retrospectiva dos melhores momentos da carreira do filho pródigo.

Billups aumentou ainda mais sua conexão com a cidade ao anunciar que usará a camisa 7, em referência ao ex-quarterback John Elway, maior ídolo do time mais querido da cidade, o Denver Broncos do futebol americano. Suas primeiras escolhas - 1, seu número em Detroit; 4, número que usou na sua primeira passagem pelo Nuggets, e 5 - já estavam tomados. Elway jogou em Denver por toda a sua carreira, que terminou com dois títulos consecutivos da NFL, liga profissional americana. “Pensei em como o John Elway terminou sua carreira e no legado de sua carreira, e isso me deu muita motivação e inspiração. Espero ter sorte e terminar do mesmo jeito”, concluiu o jogador.

November 5, 2008

Chauncey Billups volta ao Nuggets no jogo de sexta-feira contra o Dallas

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Rubens Borges @ 11:24 am
Billups em sua primeira passagem pelo Nuggets

Billups em sua primeira passagem pelo Nuggets

O novo companheiro de Nenê no Denver Nuggets, o armador Chauncey Billups, não deve estrear na quarta-feira, contra o Golden State Warriors, segundo o vice presidente Rex Chapman.

Billups, que jogou duas temporadas com o Nuggets em 1998-99 e 199-00, deve voltar ao time na sexta-feira, contra o Dallas Mavericks, em Denver. O armador nasceu em Denver e na Universidade de Colorado, ele vai usar o número sete desta vez, na primeira passagem pelo Nuggets usou o quatro.

Cheikh Samb, que também veio do Detroit Pistons, ainda não vai juntar-se ao time. O treinador George Karl afirmou que uma decisão sobre Samb ainda não foi tomada, mas ele deve ir para a NBDL.

Antonio McDyess, o terceiro membro da troca, deve ser cortado pelo Nuggets.

November 3, 2008

Garrafão do Denver ganha reforços, Pau Gasol diz que Nenê mal tocou na bola contra o Lakers

Com a troca fechada nesta segunda-feira que manda o armador-cestinha Allen Iverson para o Detroit Pistons, o Denver Nuggets recebe três jogadores (o armador All-Star Chauncey Billups, o ala-pivô Antonio McDyess e o jovem pivô reserva Cheikh Samb), ganhando mais estabilidade para o restante da temporada e o veterano “Dice” como uma boa opção para reforçar o garrafão que não tinha um reserva de primeira linha para a dupla titular Kenyon Martin/Nenê.

O problema de Iverson é que ele começou a temporada lutando contra lesões e em três jogos sua média caiu de 18,9 arremessos por partida para 13,3 agora, sendo que ele tentou finalizar apenas oito vezes na derrota de sábado à noite para o vice-campeão Los Angeles Lakers. Frustrado, o armador saiu do ginásio Pepsi Center sem dizer uma palavra, não estava com vontade de discutir o assunto com a mídia depois do jogo.

Segundo matéria desta segunda-feira no jornal Denver Post, o Nuggets está pagando um preço alto por ter feito uma pré-temporada com treinamentos concentrados demais na defesa, o grande problema que o técnico George Karl pretendia resolver, só que por outro lado o ataque da equipe foi pouco trabalhado.

Agora o time que teve uma a segunda pontuação média mais alta da liga na temporada passada atacando em alta velocidade parece estar caminhando em areia movediça, sofrendo para conseguir bons arremessos, e isso tornou-se frustrante para jogadores que pontuam mais do que defendem, principalmente alguém como Iverson. O nativo de Denver Billups tem um pouco mais de equilíbrio nos dois setores e um bom arremesso de fora, é um armador que envolve mais os companheiros e tem boa experiência em jogos decisivos, como na conquista do prêmio de melhor jogador das finais pelo Pistons campeão da NBA em 2004.

O pivô brasileiro Nenê, segundo o Post a única ameaça do Nuggets debaixo da cesta, finalizou apenas cinco vezes contra o Lakers, uma noite depois de brilhar com 22 pontos acertando 10 em 15 arremessos de quadra fora de casa contra o Los Angeles Clippers. O gigante paulista de 2,11m teve só um arremesso no segundo tempo, e a falta de atividade dele no ataque não chamou a atenção apenas do Denver, o ala-pivô espanhol Pau Gasol não se sentiu pressionado para ter de marcar o brazuca.

“Nenê não teve muitos toques na bola. Acho que especialmente no segundo tempo esse cara não viu a bola”, disse o astro espanhol vice-campeão olímpico.

O ritmo ofensivo do Nuggets caiu bastante neste início de temporada com duas derrotas em três jogos. O time fez em média 78,6 arremessos por jogo, bem abaixo dos 85,8 chutes de média da temporada passada, sendo que tentou apenas 74 finalizações na sua estréia em casa contra o Lakers no sábado, quando pareceu claramente fora de sintonia no ataque, quase igualando seu recorde negativo de arremessos tentados numa partida do campeonato de 2007-08 (73 chutes). Embora o percentual de aproveitamento esteja quase idêntico (47% no ano passado e 45,8% nos três primeiros jogos), a média de pontos do Denver está 9,4 tentos abaixo do que costumava ser (de 110,7 pontos por jogo na temporada passada para 101,3 até agora). O próximo jogo na quarta-feira contra o Golden State Warriors é uma boa chance de tentar consertar isso.

“Nosso tempo virá, temos grandes pontuadores neste time, temos caras que podem fazer jogadas. O ataque está provavelmente atrás da defesa agora, mas esta foi a ênfase que nós colocamos todos os dias”, comentou o ala-pivô Kenyon Martin. 

O ala-armador J.R. Smith diz que a chave é fazer a bola chegar mais nas mãos dos dois grandes cestinhas da equipe.

“Temos de dar a A.I. e Melo mais toques na bola para que eles voltem a ser os mesmos de antigamente. Caras como eu têm de sair do banco e ser mais explosivos, começar a cortar mais, deixar de ficar parado assistindo todos os demais fazerem o que fazem, e simplesmente tentar ajudá-los tanto quando nós pudermos”, receitou Smith.

O ala campeão olímpico Carmelo Anthony fez contra o Lakers sua primeira partida oficial depois de cumprir suspensão nos dois primeiros jogos por ter sido preso dirigindo bêbado nas férias e disse não estar preocupado com a queda de rendimento do ataque do Denver neste início de campeonato.

“Não acho que estejamos tão longe do que éramos, mas penso que há algumas coisas que precisamos trabalhar em cima. Acho que nós esquecemos que somos um time de muitos pontos, um time de basquete corredor. No acampamento de pré-temporada colocamos muita ênfase na defesa, o que não é uma coisa ruim, mas meio que deixamos o ataque de lado. Então vai levar algum tempo no setor ofensivo para nós darmos um clique e voltar a estar acostumados a jogar uns com os outros”, concluiu Carmelo.

Denver manda Allen Iverson para Pistons em troca de Billups, McDyess e Samb (vídeos)

Filed under: CAPA, Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 4:14 pm

Os problemas do ataque do Denver Nuggets e a necessidade de uma “sacudida” no Detroit Pistons motivaram os dois times a executar a primeira grande troca da temporada 2008-09: nesta segunda-feira (3/11), as equipes acertaram uma troca que enviará o armador Allen Iverson para Detroit, e o armador Chauncey Billups, o ala-pivô Antonio McDyess e o pivô Cheikh Samb para Denver. (more…)

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