January 3, 2009
O argentino Carlos Eduardo Romano, de 51 anos, esteve trabalhando no Brasil na última temporada, quando comandou as equipes do Uberlândia e Ulbra/Rio Claro. Quando atleta, o treinador também esteve em território nacional, atuando pelas equipes de Limeira e São José dos Campos.
Direto da Argentina, o renomado treinador concedeu entrevista exclusiva ao Databasket, falando desta passagem pelos times brasileiros e muitos outros assuntos interessantes. Confira!
Com foto: http://www.databasket.com.br/descricao.asp?NOME=Notícia&IDMATERIA=13584
Databasket: Gostaria que o senhor falasse de sua passagem pelo Brasil, primeiro no comando do Uberlândia e depois no Ulbra/Rio Claro?
Carlos Romano: Para mim, foi uma experiência muito boa, foi muito importante conhecer o jeito de treinar e de saber como é um jogador brasileiro em seu próprio País. Vale ressaltar que eu joguei no Brasil, mas como técnico é totalmente diferente. Uberlândia foi um time sem jogadores de renome, com pouca experiência e um americano saído novinho do colegial, mas o resultado foi altamente positivo, com a sexta posição no Campeonato Nacional, ganhando de times mais importantes como Flamengo, Minas, Brasília e a própria Ulbra, em Rio Claro. Depois, o time não teve continuidade, um fato que atinge ao basquete brasileiro. Mas tenho muitas boas lembranças de Uberlândia, uma cidade bonita e que tem progressos enormes.
Em Rio Claro, acho que jogadores e comissão técnica chegaram com muitas ilusões, com muita vontade de treinar e trabalhar, tanto que ganhamos o Torneio Internacional no Chile, vencendo o Atenas, da Argentina, que hoje é o atual campeão da liga nossa e candidato ao titulo.
Quero mandar um profundo agradecimento aos meus jogadores do Uberlândia e do Ulbra; aos corpos técnicos das duas agremiações, que foram tremendos; e, em especial, ao Dr. Emilio e ao Enrique “Quique” Barrera.
Databasket: E quais são os seus planos para o futuro?
Carlos Romano: Assistir a jogos de basquete, como o quadrangular da FIBA, em Sunchales (ARG), ocasião em que jogarão os times do Brasil. Acho que depois assistirei a ‘Copa del Rey’, na Espanha, já que fui convidado por agentes, para aprender um pouco mais deste esporte que amo muitíssimo.
Databasket: Quais as maiores diferenças notadas entre o Brasil e Argentina?
Carlos Romano: A concentração na defesa e as partes táticas, em treinos mais compridos. Eu fiquei muito feliz de acabar o Paulista, com meu time sendo a melhor defesa. Achei muito bom, porque o jogador brasileiro tem tantas aptidões físicas naturais e atléticas, muito superiores a outros jogadores do mundo.
Databasket: E por que o Brasil não vem conseguindo sucesso com suas seleções, seja na base ou no adulto, diferente do que acontece com a Argentina?
Carlos Romano: Acho que faltava uma Liga Nacional como a que vem agora e falta competência nas categorias de base, que precisam ser muito mais intensas e mudar ‘50 a 50′ a cabeça dos jogadores e conseguir misturar o basquete europeu com a NBA (que o Brasil está muito influenciado). Os treinos têm que ser mais fortes desde o infanto-juvenil, cadete e em diante, com mentalidade de jogo coletivo e responsabilidade nos chutes (respeito tático).
Eu tenho muita esperança que essa Liga nova, que chega agora em janeiro, seja o primeiro grande pulo do basquete brasileiro. Infelizmente, eu não participarei, mas acredito que vai ser UMA GRANDE LIGA.
Databasket: Por que ainda existe um intercâmbio pequeno entre Brasil e Argentina, com poucos jogadores e técnicos indo de uma nação para outra?
Carlos Romano: Com relação aos técnicos, acho que pode ser a língua, os diretores ainda têm algum receio de contratar, mas o técnico argentino se prepara para sair de seu País. A competência dos técnicos é bastante dura também, e sentimos que se temos que sair para fazer o que gostamos e amamos, fazemos isso sem dar tanto rodeio.
Já no tocante aos jogadores, na Liga Argentina, em pouco tempo, chegaram mais jogadores brasileiros, só que você sabe os problemas que surgem com a adaptação. Os atletas argentinos são preparados desde pequenos, com concentrações, campus e alojamentos de muito tempo treinando e viajando; e quando completam 17 ou 18 anos, estão quase prontos para afrontar responsabilidades de adaptação como os profissionais.
Databasket: Quando atleta, em quais times brasileiros atuou?
Carlos Romano: Em Limeira e São José dos Campos, por quase quatro anos.
Databasket: Para finalizar, queria que deixasse uma mensagem para 2009:
Carlos Romano: Minha mensagem é que o ano de 2009 chegue para todos nós com muita saúde e trabalho, em especial para o basquete brasileiro. Com um GRANDE PULO para encontrar o caminho dos êxitos internacionais que sempre teve.
Foto: Divulgação
December 12, 2008
A arbitragem brasileira terá dois representantes no Grupo B da 2ª Liga das Américas masculina de basquete. Os árbitros internacionais Sérgio Pacheco (SP) e Cristiano Maranho (SC) foram indicados pela FIBA Américas para atuar na competição, que será realizada em Mar del Plata, na Argentina, de terça (dia 16) até sexta-feira (19). No grupo estão as equipes do Peñarol (ARG), Regatas Corriente (ARG), Universidad Concepción (CHI) e Biguá (URU).
O ano de 2008 foi muito importante para Cristiano Maranho. O catarinense de 34 anos fez sua estréia em Olimpíadas apitando nove partidas nos Jogos de Pequim, em agosto. Agora, Maranho encara o desafio de atuar na mais importante competição interclubes do continente.
“É uma honra atuar em um campeonato tão importante. Mas a responsabilidade também cresce, pois a pressão na Argentina deve ser grande. Só se classifica o campeão do grupo e todas as partidas serão de vida ou morte. A rivalidade entre os países é enorme, mas já estamos acostumados. Temos que estar bem preparados física, técnica e psicologicamente para arbitrar com consciência. Concentração nessas horas também é fundamental para um bom trabalho”, disse Maranho, que é árbitro internacional desde 1998.
Sérgio Pacheco esteve em várias competições importantes nos últimos anos, incluindo duas edições dos Jogos Pan-Americanos (Winnipeg/1999 e Rio de Janeiro/2007) e quatro Campeonatos Mundiais. Em 2006, Pacheco apitou a final do Mundial Adulto Feminino do Brasil, entre Austrália e Rússia. O último compromisso internacional de Pacheco foi o Centrobasket masculino, disputado no México em agosto desse ano. Árbitro experiente, Pacheco sabe que jogos na Argentina são sempre perigosos.
“Jogos internacionais que envolvem países como Argentina, Uruguai e Brasil são sempre tensos pois a pressão é grande. Mas o árbitro deve ter calma e confiar na sua experiência. A Liga das Américas é uma competição importantíssima e me orgulha muito representar mais uma vez a arbitragem brasileira no cenário mundial”, comentou Pacheco, que é árbitro internacional desde 1996.
Cristiano Jesus Maranho
Nascimento: 01/01/1974
Profissão: Professor de Educação Física
Primeira competição oficial: Campeonato Brasileiro Juvenil Masculino – Divisão Especial (Pará - 1997)
Árbitro internacional desde: 1998
Principais campeonatos internacionais: - Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões (Bolívia – 1998 e Venezuela - 2001); - US Olympic Cup Feminino (Estados Unidos - 2000); - Istambul World Cup Adulta Masculina (Turquia - 2002); Campeonato Mundial Junior Masculino (Grécia - 2003); Campeonato Sul-Americano Adulto Masculino (Brasil - 2004); Torneio Super Four (Argentina - 2004); Torneio Internacional de Alicante (Espanha - 2004); Torneio Internacional de Acrópolis (Grécia - 2004); - Torneio Internacional Reggio Calabria (Itália - 2004); Campeonato Mundial Sub-21 Masculino (Argentina - 2005);. Campeonato Mundial Adulto Masculino (Japão - 2006); Jogos Pan-Americanos (Rio de Janeiro - 2007) e Jogos Olímpicos (Pequim/2008) .
Sérgio de Jesus Pacheco
Nascimento: 04/04/1965
Profissão: Funcionário Público
Primeira competição oficial: Campeonato Paulista/1988
Árbitro internacional desde: 1996
Principais campeonatos internacionais: Campeonato Mundial Juvenil Feminino (Brasil / 1997); Campeonato Mundial Adulto Feminino (Alemanha / 1998); Campeonato Centro-Sul Americano (Venezuela), Campeonato Pan-Americano Interclubes (Argentina / 1997); Campeonato Sul-Americano de Clubes (várias cidades), Jogos Pan-Americanos de Winnipeg (Canadá / 1999); Copa América – Pré-Mundial Sub-21 Masculino (Brasil / 2000); Copa América – Pré-Mundial Adulto Masculino (Argentina / 2001); Curso para os jogadores da NBA que formaram a seleção olímpica dos Estados Unidos (Nova Iorque / 2004); Torneio Super Four (Argentina / 2001); Goodwill Games (Austrália / 2001), Campeonato Mundial Sub-21 Masculino (Argentina / 2005), Centrobasket Masculino (Panamá / 2006 e México / 2008), Campeonato Mundial Adulto Feminino (Brasil / 2006), Jogos Pan-Americanos (Rio de Janeiro / 2007); Universíade (Tailândia / 2007); Liga das Américas (2007 / 2008); e Liga Sul-Americana (2008).
(CBB)
November 25, 2008
Memphis (EUA) - O ala-armador Manu Ginóbili não foi o cestinha da vitória do San Antonio Spurs sobre o Memphis Grizzlies nesta segunda-feira, por 94 a 81, e sequer terminou entre os cinco principais pontuadores do confronto. Mas os 12 tentos anotados pelo argentino em seu primeiro jogo na temporada da NBA foram importantes para deixar o atleta confiante após a recuperação de uma cirurgia no tornozelo esquerdo.
Ginóbili, que havia tido problemas físicos no final da temporada passada da NBA e ainda precisou de infiltrações de antiinflamatórios para poder defender a Argentina nos Jogos Olímpicos de Pequim, estava afastado das quadras desde setembro.
“Estou me sentindo muito bem em relação ao problema que tive”, iniciou Ginóbili, que atuou por 11 minutos na vitória dos Spurs. “Não queria me precipitar para voltar, pois ainda estou um pouco enferrujado. Preferi respeitar meu próprio tempo”, prosseguiu.
Mas Manu deixou a quadra satisfeito com seu desempenho em sua primeira aparição na temporada. “Não esperava em uma ótima exibição na minha estréia no ano, então posso dizer que estou muito feliz com o que fiz no jogo. Foi bom para a minha auto-estima”, complementou o argentino, que viu o armador rival OJ Mayo terminar como o cestinha do confronto, com 26 pontos marcados para o Memphis.
A volta de Ginóbili também foi comemorada por um dos principais jogadores do San Antonio: Tim Duncan, que conquistou 14 pontos e 11 rebotes nesta segunda-feira. “Ele foi ótimo justamente num momento em que a nossa equipe estava tendo dificuldades em quadra”, analisou o ala-pivô.
“Demos a bola para o Manu quando achamos que tudo estava morto… e ele foi capaz de conseguir pontos e lances livres. Fizemos isso várias vezes seguidas e em todas ele foi muito bem”, destacou Duncan.
(Gazetapress)
November 14, 2008
Na final do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Argentina por 54 a 41 (25 a 15 no intervalo), em jogo disputado em Assunção, Paraguai. A cestinha da partida foi a argentina Diana Cabrera com 13 pontos. A principal pontuadora brasileira foi a ala-pivô Ana Jéssica Pinto com oito pontos. Com o resultado, a Argentina ficou com o título e o Brasil foi vice-campeão. Na preliminar, o Paraguai venceu o Equador por 66 a 59 e garantiu a última vaga para a Copa América Pré-Mundial Sub-16, em 2009, junto com Brasil e Argentina.
“Não fizemos um bom jogo, principalmente no ataque. O nosso aproveitamento ofensivo foi ruim e isso nos levou à derrota. A Argentina é um bom time, mas jogou muito em cima dos nossos erros. No terceiro período, melhoramos a defesa e diminuímos a diferença para cinco pontos. Mas continuamos falhando nas finalizações e perdemos a partida. Agora é trabalhar para corrigir os erros, pois essa equipe tem condições de evoluir muito até a Copa América do ano que vem”, analisou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 41 (8 + 7 + 11 + 15)
Drielle (7 pontos), Erika (4), Ana Jéssica (8), Raquel (2 pontos e 9 rebotes) e Thamara (4 pontos e 6 rebotes). Entraram depois: Bruna (3), Natália (2), Júlia (2), Martha (3), Thuanny (3), Maria Claudia (2) e Sheila (1).
ARGENTINA 54 (11 + 14 + 15 + 14)
Favre (4 pontos), Cabrera (13), Martinez (3), Gretter (12) e Acosta (11). Entraram depois: Vazquez (3), Diaz (3), Pilotti (5), Zetzsche (0) e Sancisi (0).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar – Chile 66 x 22 Bolívia
Fase semifinal
Argentina 61 x 41 Paraguai e Brasil 75 x 33 Equador
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
Disputa da medalha de bronze: Paraguai 66 x 59 Equador
Disputa da medalha de ouro: Argentina 54 x 41 Brasil
Classificação final:
1º- Argentina; 2º- Brasil; 3º- Paraguai; 4º- Equador; 5º- Chile; 6º- Bolívia.
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 13, 2008
A vitória sobre o Equador por 75 a 33 (31 a 20 no intervalo) na quarta-feira à noite garantiu a Seleção Brasileira Sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, na final do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. Os destaques da partida com duplo-duplo foram as pivôs brasileiras Sheila Nunes, com 13 pontos e 11 rebotes, e Raquel Dudzevich, com 11 pontos e 11 rebotes. A principal pontuadora do Equador foi Ximena Elizalde com sete pontos. O Brasil disputa o título nesta quinta-feira às 22h30min (de Brasília) contra a invicta Argentina, que venceu o Paraguai por 61 a 41 na outra semifinal.
“Fomos um pouco devagar no primeiro tempo. Fechamos na frente, mas não defendemos bem e atacamos sem criatividade. Conversei com as meninas no intervalo e lembrei mais uma vez que o jogo valia vaga para final e para a Copa América. No segundo tempo, o time esteve mais atento tanto na defesa quanto no ataque. Agora temos um jogo decisivo pela frente. Conseguimos o primeiro objetivo que era a classificação e vamos buscar o título. O grupo já assimilou a derrota para a Argentina e tem consciência de que tem condições de vencer. Diferente dos outros anos, as argentinas contam com uma pivô muito boa. Elas também são muito eficientes nos arremessos de três pontos. Mas o nosso time também é muito talentoso. Vamos jogar de igual para igual e buscar mais essa conquista para o Brasil”, comentou o técnico César Guidetti.
Brasil e Argentina já estão classificados para a Copa América Pré Mundial Sub-16, em 2009. A terceira e última vaga sairá do confronto Paraguai x Equador, que disputam a medalha de bronze às 20h30min.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 75 (15 + 16 + 29 + 15)
Drielle (5 pontos), Erika (16), Ana Jéssica (2), Júlia (2) e Raquel (11 pontos e 11 rebotes). Entraram depois: Sheila (13 pontos e 11 rebotes), Bruna (8), Thuanny (3 pontos e 6 rebotes), Natália (10), Thamara (3 pontos e 7 rebotes), Martha (2) e Maria Claudia (0 e 7 rebotes).
EQUADOR 33 (8 + 12 + 8 + 5)
Racines (3), Elizalde (7), Baño (3), Perez (7) e Cordero (6). Entraram depois: Regalado (4), Tarcan (0), Medina (2), Guallichico (0), Vargas (0), Fernandez (0) e Granda (1).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar – Chile 66 x 22 Bolívia
Fase semifinal
Argentina 61 x 41 Paraguai e Brasil 75 x 33 Equador
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
Disputa da medalha de bronze: Paraguai x Equador (20h30min)
Disputa da medalha de ouro: Argentina x Brasil (22h30min)
OBS: Horário de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 11, 2008
Brasil x Equador (20h de Brasília) e Argentina x Paraguai (22h). Esses são os confrontos desta quarta-feira pela semifinal do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. Os vencedores decidem o título na quinta-feira, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze. Os três primeiros colocados garantem a vaga para a Copa América Pré-Mundial Sub-16 de 2009, em Mendoza, na Argentina, que é classificatório para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.
Terça-feira à noite, pela última rodada da fase de classificação, o Brasil foi superado pela Argentina por 66 a 54 (31 a 22 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram as argentinas Julieta Vasquez e Melisa Gretter, com 17 e 15 pontos, respectivamente. A principal pontuadora brasileira foi Ana Jéssica com 12 pontos. A rodada teve ainda Chile 71 x 37 Bolívia e Paraguai 52 x 63 Equador.
“Fizemos um bom primeiro período, mas no segundo quarto não conseguimos manter o mesmo ritmo e eles fecharam nove pontos na frente (31 a 22). No terceiro período voltamos a jogar bem na defesa e no ataque e reduzimos a diferença para cinco pontos (45 a 40). No último quarto conseguimos empatar em 54 a 54 e tivemos a chance de liderar o placar. Só que nos dois minutos finais cometemos erros no ataque e cometemos faltas bobas que acabaram sendo decisivos para o resultado final. Agora é pensar no Equador, ganhar o jogo e garantir a vaga na Copa América. Depois vamos nos focar na final. Apesar da derrota o grupo está muito bem e confiante no título”, analisou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 54 (12 + 10 + 18 + 14)
Drielle (11 pontos), Bruna (5), Ana Jéssica (12 pontos e 6 rebotes), Júlia (4) e Raquel (5 pontos e 10 rebotes). Entraram depois: Érika (9), Martha (0), Sheila (0), Thamara (8 e 10 rebotes), Maria Cláudia (0) e Thuanny (0).
ARGENTINA 66 (10 + 21 + 14 + 21)
Martinez (6 pontos), Favre (0), Gretter (15), Acosta (8) e Evangelina (0). Entraram depois: Vasquez (17), Pilotti (3), Cabrera (12), Diaz (5) e Sancisi (0).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
18h – Disputa de 5º e 6º lugar – Chile x Bolívia
Fase semifinal
Brasil x Equador (20h) e Argentina x Paraguai (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horário de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 10, 2008
O Brasil derrotou o Paraguai por 74 a 41 (35 a 22 no primeiro tempo) pela quarta rodada do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. A cestinha da partida foi a ala-pivô Ana Jéssica, com 16 pontos. As principais pontuadoras paraguaias foram Maria Peralta e Francesca Sallustro, ambas com nove pontos. A rodada teve ainda Argentina 77 x 38 Bolívia e Equador 55 x 43 Chile. Com esses resultados, a Seleção Brasileira lidera junto com a Argentina com oito pontos (quatro vitórias) e as duas equipes decidem nesta terça-feira às 20h (de Brasília) o primeiro lugar na fase de classificação.
“Não fizemos um bom primeiro tempo. A defesa esteve um pouco desatenta na marcação e erramos bolas fáceis no ataque. Na etapa final, a equipe voltou mais ligada e conseguimos impor nosso ritmo de jogo. Mais uma vez pude fazer o rodízio e utilizei 11 das 12 jogadoras. Apenas a Natália foi poupada por recomendação médica. A partida contra a Argentina será equilibrada já que as duas seleções estão no mesmo nível. Embora estejamos classificados para a semifinal, vamos entrar buscando a vitória. Alcançamos o primeiro objetivo que era ficar entre os quatro. O próximo passo é ganhar a semifinal e garantir a vaga na Copa América”, explicou o técnico César Guidetti.
O Campeonato Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América/Pré-Mundial Sub-16 de 2009, em Mendoza, na Argentina. A competição irá garantir vaga para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 74 (19 + 16 + 17 + 22)
Drielle (10 pontos), Érika (7), Ana Jéssica (16), Raquel (5 pontos e 10 rebotes) e Martha (0). Entraram depois: Bruna (7), Júlia (8 pontos e 8 rebotes), Thuanny (8), Sheila (11 pontos e 8 rebotes), Maria Cláudia (2) e Thamara (0).
PARAGUAI 41 (10 + 12 + 12 + 7)
Cardozo (3 pontos), Peralta (9), Sallustro (9), Gimenez (6) e Britez (4). Entraram depois: Cristaldo (3), Cabrera (0), Talavera (0), Vilalba (1), Chavez (4) e Arguello (2).
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Classificação:
1º- Brasil e Argentina – 8 pontos (quatro vitórias); 3º- Paraguai e Equador – 6 pontos (duas vitórias e duas derrotas); 5º- Chile e Bolívia – 4 pontos (quatro derrotas)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugares (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 1, 2008
Caçula de três irmãos, o pequeno Emanuel pedia para a mãe levá-lo ao pediatra de dois em dois meses. Era baixo, queria crescer, e tinha medo de ver o seu sonho ser destruído por uma contingência genética. Não satisfeito, fazia exercícios físicos para ganhar alguns centímetros e pintava, em seu armário que tinha uma foto gigante de Michael Jordan, as suas alturas para calcular até onde chegaria. Era determinação e alucinação.
Este mesmo menino começou a praticar basquete em sua casa, na cozinha, quando o amigo de sua mãe, Oscar ‘Huevo’ Sanchez (que posteriormente seria seu primeiro técnico na Liga Argentina), lhe ensinava a quicar a bola com os olhos vendados e desviando de mesas e cadeiras. ‘Huevo’, aliás, que foi a escola de Manu para dar um imenso “pito” na professora que ousou expulsá-lo de uma aula porque, vejam só, ele não parava de brincar com a pelota durante a classe.
Emanuel Ginóbili é craque, sabemos hoje, mas pouco de sua história de luta e sofrimento antes do estrelato foi contada. Sua estréia entre os adultos culminou com o rebaixamento do seu time do coração, o Bahiense (de Bahía Blanca), à liga regional B. O vice-campeonato Mundial em Indianápolis não teve a sua presença na final, lesionado que estava. Sua primeira temporada na Itália aconteceu depois da morte de seu avô, seu grande incentivador. Até o segundo ano na Itália, ele não havia vencido NENHUM título em sua carreira, nem nas divisões de base. Com a seleção argentina, não conseguia vencer o Brasil de Marcelinho até o juvenil. E por aí vai, no excepcional livro ‘Manu: El Cielo con las Manos’ (”Manu: o céu com as mãos”, em português), escrito pelo jornalista Daniel Frescó (se quiser comprar, clique aqui). Obra, aliás, esgotada nas melhores livrarias de Buenos Aires, tamanha a idolatria ao camisa 5 portenho.
Poucos sabem, mas a esposa de Manu, Marianela, apelidada de Mani, é sobrinha de Sérgio Hernandez, atual técnico da seleção argentina. Seu irmão, Sebastian, ainda atua. Seu pai, Jorge “Yuyo”, já foi técnico, dirigente e colaborador do time onde seus três filhos começaram e onde o ginásio, agora, se chama Emanuel Ginóbili.
Na cerimônia de reinauguração, em 2006, Manu não conseguia parar de chorar. Outro que não se continha era o porteiro do clube. Manu reconheceu o cidadão, o mesmo da época em que começou no clube aos sete anos, deu-lhe um imenso abraço e desandou a chorar ainda mais. Foram, juntos, até a entrada do novo ginásio, cortaram a fita comemorativa e continuaram chorando. Este é Manu, craque dentro e fora das quadras, e esta é a dica do ‘Basquete é cultura’ da semana.
(Fábio Balassiano, Blog Bala na Cesta)
October 29, 2008
O Joinville/Ciser/Araldite/Univille perdeu para o campeão argentino de basquete na estréia do 45º Campeonato Sul-Brasileiro de Clubes masculino adulto, em Guayaquil (Equador). O time catarinense jogou de igual para igual e terminou o primeiro tempo à frente: 41 a 39. Mas, no segundo período, o Libertad Sunchales abriu 12 pontos de vantagem e fechou a partida em 89 a 77 (parciais de 23 a 20, 18 a 19, 17 a 24 e 19 a 29).
O cestinha da partida, que terminou no início da madrugada de quarta-feira no horário de Brasília, foi o ala Antwine Williams, do Joinville/Ciser/Araldite/Univille. O americano fez 21 pontos, seguido do ala Jefferson Sobral, também de Joinville, com 19 tentos.
O Minas Tênis/Pitágoras, atual campeão sul-americano, também perdeu na estréia. Foi derrotado pelo Biguá (Uruguai), por 84 a 77. Os dois times brasileiros se enfrentam na segunda rodada, nesta quarta-feira, às 22h45min (horário de Brasília).
O campeonato prossegue até sábado. Os seis clubes participantes se enfrentam em turno único e quem somar mais pontos será campeão. Também disputam o torneio o Liceo Mixto, do Chile, e o anfitrião Barcelona de Guayaquil.
October 25, 2008
A Confederação Argentina de Basquete conseguiu fazer Sérgio Hernández mudar de idéia e o treinador revonou contrato para dirigir a Seleção da Argentina até o Mundial de 2010 na Turquia. O anúncio oficial foi feito nessa sexta feira, durante uma conferência de imprensa e o treinador quer a medalha de ouro na Turquia e não descartou presença nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
“Me gera uma tremenda alegria, um tremento orgulho e muito agradecimento. Alegria porque é o máximo que um treinador pode aspirar, dirigir a seleção de seu próprio país. Orgulho porque vestir a camiseta da Seleção Argentina é algo que é muito forte, profundo, mesmo quando não a se veste. A Seleção Argentina gera muito orgulho em todos nós e imagino o que significa estar dentro desse processo mais uma vez. Agradecimento pelo confiança, não é o mesmo ser eleito pela primeira vez e ser ratificado, é diferente. Que a confederação volte a confiar em meu trabalho depois de quase 4 anos e vários torneios, para mim é um prazer e não tenho mais palavras de agradecimento a eles”, declarou Hernandez sobre sua permanência no cargo.
Manu Ginóbili era favorável a permanência do treinador “Me parece bom que se aposte pela continuidade do treinador, conseguiu muito bons resultados nos últimos três campeonatos. Era de se esperar que depois de uma medalha olímpica lhe oferecessem a permanência”, publicou o jogador do San Antonio Spurs em seu site oficial.
O treinador pensa grande e quer o título mundial de 2010. “Há dois torneios muito importantes, o Pré-Mundal do próximo ano e o Mundial da Turquia de 2010. Minha meta é armar a melhor equipe para a Turquia. Quero ganhar o mundial. É necessário manter a Argentina no primeira nível mundial”, explicou o treinador que levou a Argentina ao primeiro lugar no ranking da FIBA.
Para isso, ele precisa contar com vários membros da Geração Dourada. “Não se trata de ir falar com eles para convecê-los. Eles sentem um grade compromisso com a equipe e se estiverem disponíveis vão jogar”, disse Hernandez. A grande dúvida é Manu Ginóbili, não por sua vontade, mas sim pelas travas que podem surgir desde San Antonio, muito mais depois da sua lesão em Pequim. Fabricio Oberto é provável que se retire antes e espera-se que Walter Hermann volte.
O outro objetivo de Hernandez é revonar a equipe que já está envelhecendo. “Quero levar aos dois torneios a melhor equipe possível, também entendo que há de se estar atento a renovação para que esta geração não termine abruptamente”. Assim, serão testados novos jogadores no Super 4 e Copa Tuto Marchand de 2009 e no Sul-Americano de 2010.
Sérgio, que conquistou a medalha de bronze em Pequim, não descartou continuar até as Olimpíadas de 2012. “Se depois da Turquia tudo está bem, sigo por dois anos mais”, afirmou. Caso o treinador não permaneça, a CABB já tem um nome em mente. “Se Hernadez puder chegar a Londres, melhor, caso contrário o sucessor ideal é Lamas (Auxiliar Técnico da Argentina). Sérgio sabe o que nós pensamos de Lamas”, declarou Germán Vaccaro, vice-presidente da CABB.
October 23, 2008
O técnico Sergio Hernández será anunciado oficialmente amanhã no comando da seleção argentina de basquete masculino até o Mundial de 2010, na Turquia.
Com Hernández no banco e o ala-armador Manu Ginóbili, do San Antonio Spurs, como referência dentro de quadra, a equipe ficou em quarto lugar no Mundial do Japão e levou o bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Segundo o vice da confederação argentina, Germán Vaccaro, Hernández ganhou a confiança de dirigentes e jogadores. O auxiliar será Julio Lamas, apontado como futuro comandante da seleção.
“É o momento de pensar em renovação. Tanto a comissão técnica como os dirigentes acham que Lamas representa a continuidade de uma linha de trabalho”, afirmou Vaccaro, que assumirá a presidência da entidade.
Em recente coluna escrita para o jornal “La Nación”, de Buenos Aires, Ginóbili expressou satisfação pela permanência de Hernández no cargo.
“Era de se esperar que lhe oferecessem a permanência após uma medalha olímpica. Fico feliz por ele e espero que os sucessos continuem”, concluiu.
(Terra/EFE)
October 7, 2008
O escolta Carlos Delfino ainda ficará de fora por mais duas semanas para completar a recuperação da fratura no seu dedo. Ele foi a maior contratação dessa janela, passando a ser o jogador mais bem pago do continente europeu, no ambicioso projeto do Khimki de se tornar uma das potências do continente.
“Os médicos me disseram que estarei apto a retornar a jogar em um par de semanas depois de fraturar um dedo em minha mão esquerda. Retornar ao basquete europeu não foi uma surpresa, pois joguei no passado aqui. Conheço o estilo de jogo e o que os fãs europeus querem”, explicou o argentino.
“As expectativas no Khimki são muito altas com os dirigentes da equipe tendo adquirido várias estrelas internacionais como Vitaly Fridzon e Jorge Garbajosa”, disse Delfino, na forte equipe que não participa da Euroleague e sim da ULEB Cup.
“Já estou em Moscou e é uma enigmática cidade. A língua é uma barreira muito importante, mas felizmente falo inglês e quase todos meus colegas de equipe e dirigentes também falam”, finalizou o jogador.
(Newsport.com.br)
September 30, 2008
Após a conquista da medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, Sergio ‘Pepu’ Hernandez poderá decidir se ficará ou não no cargo de técnico da seleção argentina. A federação de basquete do país já ofereceu a chance para que o treinador continue.
“Sabíamos que seria uma competição complicada e achamos que ele (Sergio) fez um ótimo trabalho”, afirmou German Vaccaro, vice-presidente da entidade máxima do basquete argentino.
“Num mundo em que o que conta são os resultados, não há nada para discutir. É por isso que oferecemos a ele esta oportunidade de continuar à frente da nossa seleção”, concluiu o dirigente.
Nas Olimpíadas de Atenas, a Argentina conseguiu o ouro olímpico. Na edição de Pequim, entretanto, o time sofreu com a ausência de Emanuel Ginóbili nas semifinais contra os EUA e ainda de Andrés Nocioni na disputa do bronze contra a Lituânia.
(Playoff.com.br)
September 21, 2008
A Seleção Brasileira Sub-15 masculina está classificada para a Copa América Pré-Mundial 2009. O Brasil garantiu a vaga com a vitória sobre o Uruguai por 65 a 62 (16 a 30 no intervalo), na última rodada do 21º Campeonato Sul-Americano da Venezuela, disputado no ginásio Carl Herrera Allen, em Guanare. Os cestinhas da partida foram o brasileiro Luis Henrique e o uruguaio Luciano Parede, ambos com 14 pontos. Argentina e Venezuela também estão classificadas para a Copa América. A delegação do Brasil retorna ao país nesta segunda-feira desembarcando no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo às 16h40min (de Brasília).
“Foi a vitória da superação. Não começamos bem o jogo, chegamos a ficar 22 pontos atrás no primeiro tempo, mas aos poucos a equipe foi se encontrando até terminar o primeiro tempo com a desvantagem de 14 (30 a 16). A partir do terceiro quarto, fizemos marcação a quadra inteira, conseguimos recuperar várias bolas e fazer o contra-ataque com sucesso. Passamos à frente nos três minutos finais e ganhamos por três pontos. O time todo está de parabéns, pela garra e determinação. Além disso, os meninos nunca deixaram de acreditar no resultado positivo e na classificação para a Copa América. Agora vamos fazer o planejamento para buscar a vaga para o Campeonato Mundial de 2010″, analisou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 65 (7 + 9 + 24 + 25)
Titulares: Henrique (6pts), Gustavo (9), Minuci (5), Giovanni (11) e Luis Henrique (14). Entraram depois: Lucas (2), Arthur (0), Petruck (4), Rodrigo (7), André Tatar (0) e Murilo (7).
URUGUAI 62 (15 + 15 + 18 + 14)
As seleções do Brasil e do Uruguai decidiram neste domingo às 15h30min (de Brasília) a terceira e última vaga para a Copa América Pré-Mundial 2009. Venezuela e Argentina já estão classificadas para a competição e decidem o título sul-americano hoje. Neste sábado, pela quarta rodada do 21º Campeonato Sul-Americano Sub-15 masculino, que está sendo disputado no ginásio Carl Herrera Allen, em Guanare, o Brasil foi superado pela Venezuela por 68 a 52 (37 a 28 no intervalo). O cestinha brasileiro foi Eduardo Minuci, com 12 pontos. Na preliminar, a Argentina derrotou o Peru por 100 a 24.
“Apesar das derrotas para Argentina e Venezuela, o grupo está muito confiante para vencer o Uruguai e garantir a vaga na Copa América. Para isso precisamos melhorar o aproveitamento no ataque e manter a regularidade na defesa. Contra a Venezuela fizemos um primeiro tempo regular e um bom terceiro período, quando terminamos cinco pontos atrás (51 a 46). Infelizmente, mais uma vez, pecamos nas finalizações no último quarto e deixamos a vitória escapar”, comentou o técnico.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Quarta-feira (dia 17 de setembro)
Uruguai 35 x 72 Argentina e Venezuela 93 x 41 Peru. Folga: Brasil
Segunda rodada – Quinta-feira (dia 18 de setembro)
Peru 52 x 72 Brasil e Venezuela 64 x 50 Uruguai. Folga: Argentina
Terceira rodada – Sexta-feira (dia 19 de setembro)
Uruguai 64 x 36 Peru e Argentina 64 x 44 Brasil. Folga: Venezuela
Quarta rodada – Sábado (dia 20 de setembro)
Peru 24 x 100 Argentina e Venezuela 68 x 52 Brasil. Folga: Uruguai
Quinta rodada – Domingo (dia 21 de setembro)
Brasil 65 x 62 Uruguai e Venezuela x Argentina (18h30min). Folga: Peru
OBS: Horários de Brasília.
September 20, 2008
Pela terceira rodada do 21º Campeonato Sul-Americano Sub-15 masculino, que está sendo disputado no ginásio Carl Herrera Allen, em Guanare, na Venezuela, o Brasil perdeu para a Argentina por 64 a 44 (23 a 31 no intervalo). Os cestinhas da partida foram os argentinos Luciano Massarelli e Patricio Garino, com 14 pontos. O principal pontuaador do Brasil foi Gustavo de Paula, com 11 pontos. A Seleção Brasileira volta à quadra neste sábado às 20h30min (de Brasília) para enfrentar a Venezuela pela penúltima rodada. No domingo às 19h, o adversário é o Uruguai.
“Fizemos um excelente primeiro tempo, mas não conseguimos repetir o mesmo desempenho na etapa final. A derrota foi ruim, só que não temos tempo para ficar lamentando. Além disso, o time mostrou que tem qualidade e condições de jogar de igual para igual contra Venezuela e Uruguai e brigar por uma vaga na Copa América. Exceto o Peru, as outras quatro seleções estão no mesmo nível. A Venezuela tem um grupo alto e habilidoso e conta com o apoio da torcida. Vamos com tudo para buscar a vitória”, disse o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 44 (15 + 16 + 7 + 6)
Titulares: Henrique (10pts), Gustavo (11), Minuci (7), Giovanni (1) e Lucas (4). Entraram depois: Arthur (3), Petruck (4), Luis Henrique (4), Rodrigo (0), André Tatar (0), Gabriel (0) e Murilo (0).
ARGENTINA 64 (13 + 10 + 15 + 26)
Na quinta-feira, o Brasil venceu o Peru por 72 a 52 (24 a 28 no intervalo) pela segunda rodada do 21º Campeonato Sul-Americano Sub-15 masculino, que está sendo disputado no ginásio Carl Herrera Allen, em Guanare, na Venezuela. Os cestinhas da partida foram Fernando Sam, do Peru, e Murilo Veloso, do Brasil, com 24 e 19 pontos, respectivamente.
“Não tivemos um bom início de jogo. O time do Peru começou jogando com velocidade e a defesa não estava marcando bem. No segundo quarto conseguimos equilibrar a partida e iniciamos a reação. Somente a partir do terceiro quarto imprimimos nosso ritmo e passamos a dominar o jogo, com uma defesa mais agressiva, marcando quadra inteira. Os peruanos cometeram muitos erros e fizemos vários contra-ataques. O confronto com a Argentina é fundamental para nossas chances de brigar pelo título. Precisamos entrar com toda força e jogar concentrados os 40 minutos”, explicou o técnico César Guidetti anteontem.
BRASIL 72 (9 + 15 + 27 + 21)
Titulares: Petruck (9pts), Minuci (10), Giovanni (8), Murilo (19) e Lucas (6). Entraram depois: Arthur (0), Luis Henrique (7), Rodrigo (7), André Tatar (1), Henrique (5) e Gabriel (0).
PERU 52 (13 + 15 + 13 + 11)
De acordo com o regulamento da competição, as cinco equipes jogam entre si em turno único, sendo campeã a que somar o maior número de pontos. As três primeiras colocadas se classificam para a Copa América Pré-Mundial Sub-16, em 2009.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Quarta-feira (dia 17 de setembro)
Uruguai 35 x 72 Argentina e Venezuela 93 x 41 Peru. Folga: Brasil
Segunda rodada – Quinta-feira (dia 18 de setembro)
Peru 52 x 72 Brasil e Venezuela 64 x 50 Uruguai. Folga: Argentina
Terceira rodada – Sexta-feira (dia 19 de setembro)
Uruguai 64 x 36 Peru e Argentina 64 x 44 Brasil. Folga: Venezuela
Quarta rodada – Sábado (dia 20 de setembro)
Peru x Argentina (19h) e Venezuela x Brasil (20h30min). Folga: Uruguai
Quinta rodada – Domingo (dia 21 de setembro)
Brasil x Uruguai (15h30min) e Venezuela x Argentina (17h30min). Folga: Peru
OBS: Horários de Brasília.
ATENÇÃO: Em Guanare, a delegação brasileira está hospedada no Hotel Mirador. Tel: 00-XX-58-257-253.5320.
September 10, 2008
Em entrevista ao Diário Olé, o ala argentino Andrés Nocioni, do Chicago Bulls, lamentou a derrota na estréia dos Jogos Olímpicos de Pequim, fator que fez a equipe cruzar com os Estados Unidos na Semi-Final do Torneio. Ele ainda comentou sobre sua lesão nos Jogos, e seu futuro na NBA e Seleção.
“O ouro é ouro e sempre vale mais, não se pode comparar com um bronze. Igual, a de Pequim, mas como se deram as coisas também tem grande mérito. Sabíamos que a de ouro era muito difícil. Talvez poderíamos ter chegado a uma final, mas perdemos na estréia diante da Lituânia. Se jogávamos uma Semi-Final com a Espanha, poderíamos jogar mentalmente de igual a igual. Contra o Dream Team entramos pensando que não podíamos ganhar e apenas no final nos demos conta de que se podia vencer a partida”, explicou Nocioni.
O atleta, que tem em seu currículo a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas, está muito contente pela Argentina assumir a primeira colocação do ranking da Fiba. “Realmente é incrível. Anos atrás não passava na cabeça de ninguém. Temos que aproveitar porque não se sabe quantos anos poderemos mantê-lo. Este não é um país de basquete, deve tentar trabalhar com um plano”.
Nocioni comentou como foi jogar lesionado nas últimas partidas dos Jogos. “Me sentia um pouco mal pois vinha tendo um bom torneio e a lesão restringiu meu rendimento. Doeu jogar tão pouco tempo contra a Grécia e não poder dar o máximo contra os Estados Unidos. Tentei dar um esforço extra. Sinceramente tinha bastante dor, uma lesão. Em uma equipe tinha parado, mas estava imerso em algo muito importante para o país e para o grupo. Se criei isso nas pessoas e na equipe, me dá muito orgulho”, declarou o patriota jogador do Bulls.
O jogador ainda revelou que que se o Chicago Bulls conhecesse sua lesão durante os Jogos, o proibiria de jogar. “Eu mandei a ressognância logo depois dos jogos (risos). Quando vi o estudo e havia em desprendimento da cartilagem na rótula, sabia que não era tão grave e só lhes (ao Chicago Bulls) disse que era tendinite. Sabia que se inteirassem não me deixariam jogar”, confessou El Chapu, que afirmou que jogaria mesmo contra a vontade de sua equipe da NBA.
De acordo com o jogador, os dirigentes do Chicago Bulls não se incomodaram com o fato. “Não se irritaram. Ao contrário, me elogiaram pela vontade. Devo agradecer porque agora me deixam fazer a reabilitação em Pico, confiam em mim e em Eduardo Petit. Espero chegar bem, assim não me criticam em nada”.
Ele gostaria de permanecer na equipe por muito tempo. “Gostaria de encerrar minha carreira em Chicago e na próxima temporada podemos melhorar a imagem e voltar ao playoffs, mas sei como isso funciona. Não vou decidir que sou imprenscindível. Sei que sou um jogador que dá tudo em quadra e nada mais”.
Ele ainda não sabe se participará da Copa América de 2009. “Todavia não pensei em nada. Avaliarei minha temporada, como estou fisicamente e o que diz minha família. O certo é que não joguei a minha última partida coma Seleção”, finalizou.
Logo após a eliminação no Pré-Olímpico Mundial de Atenas, em julho deste ano, as atenções da Seleção Brasileira masculina de basquete se voltaram para a Copa América de 2009, que dará vaga ao Mundial da Turquia-2010. A imprensa logo lembrou que o Brasil precisaria ficar entre os quatro primeiros colocados no torneio para garantir lugar entre os 24 que disputam o Mundial. Essa missão, porém, pode ficar um pouco mais fácil: a Fiba Americas, divisão da Fiba que rege o basquete nos três continentes americanos, estuda dar classificação direta aos Estados Unidos, atuais campeões olímpicos, para o Mundial.
Em artigo recente publicado por um jornal de Porto Rico, onde a Fiba Americas tem sua sede, foi revelado que a entidade estuda dar uma vaga direta ao Mundial para os EUA e abrir espaço para o México na Copa América. Os mexicanos terminaram em quinto lugar no Centrobasket 2008, realizado em Cancún, e não se classificaram para a Copa, mas são os únicos postulantes a organizar o torneio em 2009. A Argentina, único outro país a demonstrar interesse em realizar a competição, nem sequer fez uma proposta oficial à Fiba Americas, enquanto o México se ofereceu a dobrar seus custos para ser o anfitrião.
Todos os participantes da Copa América já são conhecidos e não há lugar para incluir o México como país-sede, o que traria prejuízo para os organizadores. Por isso, a Fiba Americas estuda a possibilidade de dar a vaga no Mundial diretamente aos EUA, assim como aconteceu com a Argentina no último ciclo. Os argentinos se classificaram diretamente ao Mundial do Japão-2006 por serem campeões olímpicos em Atenas-2004, mas disputaram a Copa América em 2005, terminando como vice-campeões contra o Brasil. Desta vez, porém, os EUA sequer disputariam, ficando de folga do basquete internacional até 2010, idéia que as franquias da NBA certamente apoiariam.
Não se sabe, porém, se caso a medida for adotada, permaneceriam as quatro vagas disponíveis. Na última Copa América, além da Argentina, cinco países americanos se classificaram ao Mundial: Brasil, Venezuela, Estados Unidos, Panamá e Porto Rico. Após o sucesso dos torneios pré-olímpicos mundiais deste ano, a Fiba estuda realizar também um Pré-Mundial em 2010.
September 7, 2008
Aproveitando os poucos dias de férias em Cordóba na Argentina, Fabricio Oberto não pensa na aposentaria da Seleção Argentina depois de conquistar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim. No momento, ele só tem acompanhado jogos da Copa da Argentina e não pensa no futuro na Seleção.
“Fomos a pequim em busca do primeiro lugar, para defender o Ouro em Atenas, sem dúvida alguma. Estar no pódio novamente nos enche de orgulho e faz que o balanço seja positivo. É incrível o que esta equipe conseguiu, por isso se disfruta a cada momento com reconhecimentos e diferentes saudações de todas a pessoas”, disse o pivô do San Antonio Spurs, membro da chamada Geração Dourada do basquete argentino.
“Não tenho pensado nisso. Estou nada mais que desfrutando o presente, uma medalha, um pódio, tudo isso. Depois, mais tranquilo, se definirão algumas coisas. Tenho pensado em ir temporada por temporada. tenho 33 anos e não sou mais criança, dou conta mas hohe prefiro desfrutar e mais adiante ver o que faço com a seleção”, respondeu Oberto depois de perguntando sobre sua participação no Mundial de 2010. Ele inclusive não confirmou se participará ou não da Copa América de 2009, algo que decidirá com o tempo.
Oberto lamentou a lesão de Ginóbili. “Vai ser uma baixa notável para nós. Vamos sentir muito a sua ausência no arranque da temporada. Veremos como nos saímos sem ele. O melhor é dar-lhe tranquilidade, não colocar pressão. Devemos esperar que se recupere 100%, no tempo que seje. Isso é melhor para ele e para a equipe, a temporada é longa”, finalizou.
September 4, 2008
O ala-armador Manu Ginóbili, medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim com a seleção argentina, realizou nesta quarta-feira, 3, uma cirurgia para reparar sua antiga no tornozelo esquerdo, que o vinha atrapalhando desde os playoffs da NBA. O anúncio do sucesso da operação foi feito pelo San Antonio Spurs, time que o atleta defende.
“A cirurgia foi um sucesso, agora nos resta esperar que Manu reaja bem e rápido ao tratamento. Esperamos contar com ele o quanto antes”, declarou a um jornal texano o gerente geral da franquia, RC Buford. Manu só deverá voltar às quadras daqui a três meses. O argentino deverá ficar afastado por cerca de três meses e passará as próximas três semanas andando com auxílio de muletas.
A lesão de Ginóbili foi agravada durante os Jogos Olímpicos de Pequim, mais precisamente nas semifinais o torneio, em partida contra os Estados Unidos, duelo este que a Argentina saiu derrotada. Devido a lesão, Ginóbili nem participou da decisão da medalha de bronze contra a Lituânia, mas nem precisou, pois seus compatriotas jogaram bem e garantiram o lugar no pódio.
Com a lesão o importunando desde o início dos playoffs da temporada 2007-2008 da NBA, Ginobili assumiu o risco da mesma se agravar durante as Olimpíadas e até mesmo dividiu opiniões em San Antonio, não recebendo por completo o aval da alta cúpula e do treinador do Spurs, Greg Popovich, para jogar em Pequim em decorrência de uma melhor reabilitação.
Algumas publicações do Texas, inclusive, afirmaram que devido a esta decisão, o clima de “lua-de-mel” entre Manu e a torcida do Spurs sofreu uma pequena alteração. Ginóbili sempre foi o xodó da torcida, mas muitos torcedores foram publicamente contra a ida do ala-armador para os Jogos Olímpicos.
September 1, 2008
Em sua coluna deste domingo, na Folha de S.Paulo, Tostão faz uma análise breve e brilhante sobre a formação de jogadores de futebol. Ele lembra que, nos últimos 14 anos, a Argentina ganhou cinco Mundiais sub-20 e dois ouros olímpicos, enquanto o Brasil faturou duas Copas e foi vice em outra. A diferença? Neste período, nós contamos com cinco fenômenos: Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Kaká, todos com título de melhor do mundo. Os argentinos não tiveram nenhum - só agora festejam a chegada do Messi - e o jeito foi investir na base.
E por que todo esse papo de futebol aqui no canto da bola laranja? Porque a analogia é plenamente possível. O basquete brasileiro tem bons valores individuais, mas ninguém no nível de um Ginóbili, um Nowitzki, um Gasol, para não falar nos americanos. Não temos hoje, no masculino ou no feminino, ninguém com o talento de Wlamir, Amaury, Oscar, Hortência, Paula ou Janeth, só para citar os exemplos mais famosos.
Qual seria, portanto, a solução?
Massificar o esporte, investir na base, cuidar dos fundamentos, formar bons técnicos, tudo isso que o Brasil faz com louvor, não é mesmo? No nosso futebol, a quantidade gerou qualidade e, mesmo com a deturpação das escolinhas, os fenômenos nos ajudaram a ficar na elite. No basquete verde-amarelo, os fenômenos se foram e, na bacia das almas, não sobrou nada.
Assim segue a seleção masculina, fora de três Jogos Olímpicos seguidos, e a feminina, penando para repor as peças que perdeu recentemente. O pior de tudo é que, do jeito que a coisa vai, fica difícil manter algum traço de otimismo com o que vem por aí.
(Rodrigo Alves, Rebote)
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