September 8, 2008
Tanto a Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas quanto a feminina colecionaram decepções na segunda partida de ambas nas Paraolimpíadas de Pequim. Enquanto os homens caíram pelo placar de 87 a 41 diante dos Estados Unidos, as mulheres foram derrotadas por 66 a 30 pela Austrália.
Desse modo, as duas equipes que representam o país na modalidade conheceram a segunda derrota na competição chinesa, tendo poucas chances de classificação à segunda fase.
No basquete masculino, o Brasil não teve como repetir a boa partida que havia realizado na estréia no domingo, quando perdeu para os australianos por apenas um ponto (73 a 72).
Mostrando muita força, os norte-americanos dominaram toda a partida, deixando aos sul-americanos apenas a esperança de se recuperar nesta terça-feira, data do confronto com Israel, válido pela terceira rodada.
Já entre as mulheres, a seleção canarinha novamente esteve longe de brilhar. Derrotadas pela Alemanha por 62 a 32 na estréia, as brasileiras já no primeiro período viram a Austrália ter vantagem de 16 pontos no marcador. Última colocada do Grupo A da competição chinesa, a equipe precisa vencer Grã-Bretanha e Estados Unidos se ainda quiser se classificar à segunda fase.
(Gazeta Press)
August 29, 2008
O armador Patrick Mills, grata surpresa da seleção australiana de basquete nos Jogos Olímpicos de Pequim, declarou nesta quinta-feira que está ansioso para jogar na Liga norte-americana e que já teve sondagens por parte de alguns times.
Entretanto, Mills garante que gostaria de atuar no Chicago Bulls: “Qualquer time pelo qual se jogue na NBA já seria fantástico. Mas se tenho de escolher apenas um, seria o Bulls”, afirmou o jovem talento, que atua na Universidade de Saint Mary’s, na Califórnia.
Muito por conta disso, Mills deverá esperar até o Draft da NBA em 2009 para jogar na Liga, sem se aproveitar do fato de ser um jogador internacional e que poderia ser contratado sem passar pelo recrutamento. Em Pequim, o armador de 20 anos de idade manteve médias de 14.2 pontos nas seis partidas disputadas pela seleção oceânica.
Nossa coluna estatística está de volta, e o mestre Denis Botana destrincha o caminho da seleção americana masculina de basquete rumo à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 e desvenda a fórmula para acabar com a invencibilidade do “Redeem Team”. (more…)
August 27, 2008
A armadora reserva da seleção australiana Erin Philips acertou seu retorno à WNBA, logo após a conquista da prata em Pequim.
E já deve estar de volta ao Connecticut Sun na quinta-feira, pronta para jogar contra o Indiana Fever.
O próximo ciclo olímpico (americano)
Matéria muito interessante no site da WNBA, que discute a próxima seleção olímpica norte-americana.
Isso mesmo. Londres-2012 Já!
Confira: Projecting the 2012 Olympic Roster
(Painel do Basquete Feminino)
August 24, 2008
Os Jogos Olímpicos de Pequim-2008 terminaram neste domingo e vão deixar saudades. Mate as suas com nossas galerias das duas finais olímpicas deste fim-de-semana - Austrália 65 x 92 EUA no feminino, EUA 118 x 107 Espanha no masculino - e mais fotos da cerimônia de encerramento de domingo. (more…)
August 23, 2008
Veja o álbum de fotos do UOL Esporte com os dois jogos finais do torneio olímpico feminino
Ao contrário do esperado, os Estados Unidos não tiveram trabalho para vencer a Austrália por 92 a 65 e conquistarem o tetracampeonato olímpico do basquete feminino neste sábado em Pequim.
A Austrália, em contrapartida, conquistou a prata da modalidade pela terceira vez consecutiva, e se afirmou como a maior freguesa olímpica dos Estados Unidos. O outro país que perdeu para o rival norte-americano foi o Brasil de Paula e Hortência em Atlanta-1996.
Apesar de não vencer a Olimpíada, o grupo australiano é o atual campeão mundial. Na última edição da competição, disputada no Brasil em 2006, as australianas venceram a Rússia, que havia eliminado os Estados Unidos nas semifinais. O Brasil ficou com a quarta colocação.
A veterana ala-pivô Lisa Leslie, que chegou ao ser quarto ouro olímpico, foi o destaque da partida, com 14 pontos e sete rebotes. Pelo lado da Austrália, mais uma vez, Lauren Jackson comandou a equipe, com 20 pontos e 10 rebotes.
As australianas apenas começaram na frente pois, quando sofreram a virada, não alcançaram mais as norte-americanas. No primeiro período, os Estados Unidos venceram com tranqüilidade por 22 a 15.
Mais tranqüilas no jogo, as norte-americanas se aproveitaram do péssimo aproveitamento das rivais nos arremessos para consolidar uma boa vantagem já no intervalo (47 a 30).
As australianas foram soberanas nos rebotes no primeiro tempo, mas não conseguiram traduzir isso em pontos devido ao baixo aproveitamento dos arremessos (25% contra 59% do rival). Para piorar, Lauren Jackson, destaque da equipe, não conseguiu render o que era esperado dela.
Mas Jackson “acordou” no terceiro período, e a Austrália reagiu na partida. Porém, apesar de ter vencido o quarto (24 a 22), a vantagem de 15 pontos deu muita tranqüilidade para as atuais campeãs olímpicas.
Afobadas em tentar encostar no placar, as australianas abusaram do individualismo no último período, querendo decidir a partida a qualquer custo. Mais calmas, as experientes norte-americanas cadenciaram o jogo a seu favor, e venceram com autoridade.
A ala-pivô australiana Lauren Jackson será submetida a uma cirurgia no tornozelo direito após as Olimpíadas, e desfalcará o Seattle Storm pelo resto da temporada regular da WNBA. Segundo o médico da seleção australiana, o tempo de recuperação é de no mínimo quatro semanas.
(Painel do Basquete Feminino)
Na terceira final olímpica feminina consecutiva entre Estados Unidos e Austrália, o resultado foi o mesmo: vitória das americanas, que massacraram as “Opals” por 92 a 65 (47 a 30 no primeiro tempo) e conquistaram um inédito tetracampeonato olímpico. Motivadas a provar que o terceiro lugar no Mundial de São Paulo-2006 foi mero acidente de percurso, as jogadoras dos EUA dominaram as atuais campeãs mundiais por quase toda a partida, através de uma excelente defesa que não deu espaços para as adversárias. (more…)
August 22, 2008
Uma Austrália abatida tentará parar os Estados Unidos, que estão na briga pelo quarto ouro olímpico seguido no torneio feminino de basquete, na final marcada para sábado.
As norte-americanas bateram as russas por 67 a 52, enquanto as australianas — campeãs mundiais — derrotaram as chinesas com 90 a 56 pelas semifinais, garantindo mais uma decisão entre as duas equipes, como em 2000 e 2004.
As garotas dos Estados Unidos foram campeãs olímpicas em Sydney e Atenas, enquanto as esperanças das australianas de mudar a história dessas últimas finais olímpicas seguem duvidosas, com suas duas jogadoras mais importantes sofrendo com problemas nos tornozelos.
Penny Taylor, a melhor jogadora de defesa da Austrália, não participou da semifinal de quinta-feira, porque havia torcido o tornozelo no jogo anterior.
Taylor, eleita a melhor jogadora do Mundial de 2006, assegurou que jogará contra as norte-americanas, assinalando que ficou “doente” de ter ficado no banco contra a China.
“Meu tornozelo será enfaixado no máximo”, disse Taylor à Reuters. “Mas não vou perder esse jogo por nada neste mundo.”
Os problemas da Austrália se combinaram ainda com outra lesão, da capitã Lauren Jackson, que teria jogado a semifinal no sacrifício, à base de injeção contra dor.
Enquanto isso, as norte-americanas vêm acabando com suas adversárias com média de 43 pontos para mais de diferença, à exceção da derrota chocante diante da Rússia, na semifinal do Mundial de 2006, no Brasil.
“De cima abaixo, nós somos as melhores”, desdenhou Candace Parker, caloura-sensação na WNBA. “Só temos de ir lá executar nosso jogo e fazer nossos arremessos.”
A técnica da Austrália, Jan Stirling, admitiu que as norte-americanas são favoritas ao ouro.
“Para vencê-las, teremos de fazer o melhor jogo de nossas vidas”, declarou ela. “Será a terceira vez. Estamos desesperadas para ganhar o ouro, jogaremos com toda garra, mas também não poderemos nos deixar levar pela emoção.”
(Reuters)
A técnica Anne Donovan negou que a seleção norte-americana feminina de basquete esteja sob pressão extra para a disputa do tetracampeonato nos Jogos Olímpicos de Pequim. Neste sábado, a partir das 11 horas, Estados Unidos e Austrália enfrentam-se na decisão do ouro.
Será a quinta vez na história que as duas equipes vão se confrontar em Olimpíadas e a terceira final. Das outras duas vezes, Sydney-2000 e Atenas-2004, a vantagem foi norte-americana.
Mas entre a última final e esta houve a ‘inesperada’ eliminação dos Estados Unidos na semifinal do Campeonato Mundial de 2006, quando a Austrália acabou conquistando o título. “Eu não acho que nós estejamos sentindo pressão. Estamos jogando bem e cuidando bem do ouro”, minimizou Donovan.
Para ela, a tradicional rivalidade entre as duas equipes só faz aumentar a expectativa positiva em torno da partida. “Eu diria que há um respeito saudável. Nada mais que um respeito entre duas equipes que jogam duro”.
Por enquanto, a técnica norte-americana evita pensar no que significará o tetracampeonato para a equipe e acha melhor aguardar a concretização do feito para apenas então falar sobre o assunto. “Estou focada apenas na equipe agora. Estou muito satisfeita com a maneira como as coisas têm se encaminhado até agora, com o ponto em que chegamos e acredito que é isto que nos fará conquistar o ouro. Não há muito que refletir neste processo, mas haverá muito tempo para isto depois que tiver acontecido”.
Na preliminar do jogo decisivo, a partir das 8h30min, China e Rússia decidem a medalha de bronze.
A seleção norte-americana feminina de basquete poderá superar de vez, na China, uma amarga derrota sofrida em solo brasileiro. Superadas nas semifinais do Mundial-2006 pela Rússia, as representantes dos Estados Unidos decidem às 11 horas (de Brasília) desta sexta-feira a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Pequim contra a consistente Austrália, atual campeã do mundo.
As norte-americanas deixaram escapar em São Paulo há quase dois anos o título mundial após perderem nas semifinais pela Rússia. A seleção atual tricampeã olímpica teve que se contentar com o bronze do Mundial, enquanto a Austrália ficou com o título.
Em Pequim, no entanto, a história foi diferente. Time com as melhores estatísticas do torneio feminino de basquete, a equipe dos EUA teve que suar além do ‘normal’ nas semifinais para conseguir a vaga na decisão. A vitória com gosto de vingança sobre a Rússia só veio com o magro placar de 67 a 52, no jogo em que o ataque norte-americano pela primeira vez marcou menos de 90 pontos em uma partida.
Mesmo com o placar magro e com a menor diferença de pontos no torneio (antes desta partida, a vantagem menos gorda das norte-americanas fora de 38 pontos, quando bateram a Espanha por 93 a 55), os Estados Unidos continuam com números expressivos. Com 94,6 pontos marcados e 55,4 sofridos por partida, a equipe aparece mais do que credenciada para o duelo com a Austrália.
As atuais campeãs do mundo, no entanto, chegam motivadas graças à vitória arrasadora sobre as anfitriãs da China nas semifinais: 90 a 56, além da invencibilidade no torneio. O grande trunfo australiano é a ala-pivô Lauren Jackson, segunda maior pontuadora dos Jogos com 16,9 por partida, além da incrível média de 8,4 rebotes. O time oceânico ainda vê a pivô Suzy Batkovic como a terceira melhor reboteira do torneio, com 8,9 por confronto.
Antes da decisão entre as atuais tricampeãs olímpicas com as atuais campeãs mundiais, Pequim parará para assistir à partida do bronze com a presença da seleção chinesa. As anfitriãs encaram a Rússia às 8h30min de Brasília, na preliminar da finalíssima.
(Gazeta Esportiva)
O torneio feminino de basquete dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 chega à sua final neste sábado, às 11h (horário de Brasília), com um encontro que vem sendo aguardado há dois anos: as tricampeãs olímpicas dos Estados Unidos contra as atuais campeãs mundiais da Austrália. A dupla comprovou o favoritismo e passou pela competição invicta, praticamente sem desafios. É hora do tira-teima, embora as australianas entrem com uma pequena desvantagem por causa das lesões de suas duas melhores jogadoras. (more…)
August 21, 2008
Veja o álbum de fotos desta quinta-feira no UOL Esporte
Os Estados Unidos não apresentaram um basquete de brilhar os olhos, mas, mesmo assim, conseguiram vencer a Rússia e seguir na briga pelo tetracampeonato olímpico em Pequim. As norte-americanas controlaram o jogo a partir do segundo quarto e passaram à final com o placar de 67 a 52.
Em Atenas-2004, as norte-americanas venceram as australianas na final, que será reeditada em Pequim, após a vitória da Austrália sobre as chinesas. Na ocasião, a Rússia ficou com o bronze após bater o Brasil.
A seleção dos Estados Unidos chegou às finais após se classificar em primeiro do Grupo B. Na seqüência do torneio, as norte-americanas deram um verdadeiro show e ganharam das sul-coreanas por 104 a 60.
As russas terminaram a primeira fase na segunda colocação do Grupo A, com quatro vitórias em cinco jogos disputados. Elas ficaram atrás apenas da Austrália, que chegou invicta às finais. Nas quartas-de-final, a Rússia derrotou a Espanha por 84 a 65.
O primeiro quarto foi atípico, com a seleção norte-americana cometendo muitos erros. Com isso, as russas tomavam a bola e partiam com velocidade no contra-ataque. Além disso, Maria Stepanova, com os seus 2,02m, teve um bom começo e fez seis pontos para a Rússia, que fez 16 a 13.
As russas chegaram a abrir 30 a 23 no segundo quarto, porém, com três bolas de três pontos seguidas, as norte-americanas viraram o placar. As russas perderam a segurança no ataque e o marcador ficou em 33 a 32.
Depois de tomar a frente no placar, as norte-americanas tomaram de vez o comando do jogo. Precisos nas bolas de três pontos, os Estados Unidos usavam esta arma sempre que as russas tentavam esboçar uma reação. No final, a seleção norte-americana fechou o jogo em 67 a 52 e se garantiu em mais uma final olímpica.
A Austrália terá mais uma vez a chance de acabar com o império dos Estados Unidos no basquete olímpico. Após passar sem dificuldades pela China nesta quinta-feira, com o placar de 90 a 56, as australianas tentarão acabar com a seqüência de triunfos dos EUA em Olimpíadas. Nas últimas três edições, as norte-americanas levaram o ouro.
Em Atenas-2004, a Austrália, da musa Lauren Jackson, foi derrotada pelas rivais por 74 a 63, e ficaram com a sua segunda prata consecutiva. Em Pequim, as duas seleções terminaram a primeira fase invictas. Nas quartas-de-final, a Austrália bateu a República Tcheca por 79 a 46, enquanto os EUA passaram pela Coréia do Sul por 104 a 60.
O primeiro quarto foi equilibrado, com uma boa marcação, as chinesas conseguiram segurar o ataque adversário. Enquanto isso, as australianas tentavam manter o controle da partida e o placar ficou em 13 a 11.
Do segundo quarto em diante, as australianas levaram fácil o confronto. Mesmo sem poder contar com Penny Taylor, um dos destaques da equipe, a seleção da Oceania conseguiu encaixar boas infiltrações no garrafão adversário, principalmente, com a ala-pivô Lauren Jackson.
Com a ajuda da torcida, a China voltou a emparelhar o jogo no terceiro quarto. As chinesas erraram menos, com destaque para a jogadora Lan Bian. No entanto, a folga no marcador aberta pela Austrália no segundo quarto fez diferença e as chinesas se mantiveram longe no placar.
No final, prevaleceu a técnica da Austrália, que, mesmo com ampla vantagem, encaixou uma marcação individual na quadra adversária. Os últimos minutos serviram apenas de treino para as australianas, que fecharam o jogo por 90 a 56.
China e Rússia entram em quadra para disputar o bronze no sábado, às 8h30min (hora de Brasília). A grande final será realizada mais tarde, às 11h, entre Estados Unidos e Austrália.
Desde que a geração de Magic Paula e Hortência foi vice-campeã olímpica em Atenas-96, as finais do basquete feminino em Olimpíadas têm sempre as mesmas potências, Estados Unidos e Austrália, que decidirão o ouro no sábado pela terceira edição consecutiva dos Jogos. Agora que o basquete brasileiro amargou seu pior ano olímpico e a musa do Brasil nas quadras Paula é jogadora de vôlei, da Seleção mágica que venceu a China por 3 a 0 se classificando para a final contra os EUA sem perder um set sequer em Pequim, resta saber se haverá uma mudança no topo do pódio das cestas. Mesmo sem a melhor jogadora da campanha do título mundial de 2006, Penny Taylor, a Austrália surrou as chinesas por 90 a 56 e agora tenta impedir o tetracampeonato olímpico das americanas, a craque Lauren Jackson não quer voltar para casa com a terceira prata seguida, uma síndrome que lembra a do futebol feminino brasileiro em finais contra os EUA.
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August 20, 2008
Destaque da seleção australiana feminina de basquete e da WNBA, a ala-pivô Lauren Jackson já tem compromisso certo após os Jogos Olímpicos de Pequim. Segundo o Comitê Olímpico Australiano (COA), a jogadora passará por uma cirurgia no tornozelo direito.
Em comunicado oficial, o COA informa que o problema tornou-se persistente e por causa dele a jogadora tem competido em Pequim à base de injeções. Jackson será operada em Sydney na próxima semana.
“Tenho sofrido com dores e inflamação há algum tempo e só preciso resolver isto para voltar à quadra o mais rápido possível”, diz a jogadora. Nesta quinta-feira, a Austrália enfrenta a China na disputa de uma vaga na final olímpica.
Por causa da cirurgia, Jackson não participará do restante da temporada regular da WNBA com o Seattle Storm. A previsão inicial é que ela precise de quatro a seis semanas de recuperação.
Caso tudo corra como o combinado há ainda uma chance de que ela participe dos playoffs. O técnico do Seattle, Brian Agler, confessou ter ficado desapontado com a notícia da operação, mas disse apoiar que a operação seja feita o mais rápido possível.
(Gazeta Esportiva)
A grande dúvida do duelo decisivo das semifinais do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos de Pequim é se a estrela australiana, a ala-armadora Penny Taylor, irá para o jogo contra a China, seleção da casa e que vem como surpresa para a o embate desta quinta-feira contra a Austrália, atual campeã mundial e, para muitos, a única equipe capaz de tirar o ouro das americanas em quadras chinesas.
A jogadora, eleita a melhor do último Campeonato Mundial disputado em 2006 no Brasil, sofreu uma torção no tornozelo direito na partida de quartas-de-final contra a República Tcheca. A lesão de Taylor se deu no início do terceiro período, quando a ala-armadora de 27 anos pisou involuntariamente no pé de uma adversária.
Taylor teve que deixar a quadra e ficou o resto da partida com o pé direito enfiado em um balde de gelo. Nesta terça-feira o médico da equipe, Scott Burne admitiu que dificilmente a atleta se recuperará a tempo de disputar a partida que terá início às 11h15 (horário de Brasília), 22h15 (horário local): “Ela sofreu uma lesão significativa. Mas nós esperamos tê-la de volta à quadra se não para a semifinal pelo menos para a final”, explicou o especialista.
Capitã da equipe australiana, em entrevista à Reuters, em Pequim, Jackson lamentou o incidente. “Penny é uma parte importante de nossa equipe. Nós esperamos o melhor. Não sei o que vamos fazer sem ela”, disse a principal estrela do elenco australiano.
Outras integrantes do plantel australiano fizeram questão de dar apoio à jogadora australiana, algumas, inclusive, já se conformaram com a possível ausência da estrela no duelo contra a China, como a técnica Jan Stirling: “A situação da Penny nos preocupa um pouco. Uma lesão no tornozelo como esta depende nas próximas 24 horas. Ela vai colocar gelo a cada duas horas. Parece ser bem significativa no momento. Se ela não puder jogar, o esporte é assim mesmo. Alguma outra pessoa terá de se apresentar. Sinto pela Penny, como sente o resto do time. Se não fora para ser, não é para ser”, disse a treinadora australiana.
A armadora Kristi Harrower, por sua vez, confia na recuperação da lateral e lembrou que viveu situação semelhante durante a conquista do título mundial: “Eu não sei de nada no momento, mas não acho que estejamos preocupadas. Eu machuquei meu tornozelo dois anos atrás na semifinal contra o Brasil (no Mundial de São Paulo) e voltei para jogar a final dois dias depois. Desde que ela siga a rotina de colocar gelo a cada duas horas, espero que ela esteja em quadra conosco”.
Se no lado australiano o que predomina é a esperança, no lado chinês, tanto as jogadoras quanto o técnico Tom Maher, não querem saber de subestimar as adversárias só por causa da possível ausência de Taylor: “O time australiano é muito bom, toda o conjunto funciona bem, então não devemos esperar mais facilidade caso Taylor não jogue”, declarou a ala-armadora Miao Lijie, que é a cestinha da competição com média de 19.5 pontos por jogo.
Mas o encontro entre australianas e chinesas não é especial somente para a equipe chinesa, mas também para o técnico do plantel chinês, Tom Maher, que é australiano. Maher, inclusive, treinou a seleção feminina da Austrália durante sete anos (1993 a 2000). Um dos muitos feitos que Maher conquistou foi ter lançado a dupla Lauren Jackson e Penny Taylor no plantel australiano.
“Tenho muitos amigos na equipe australiana. Mas elas vão jogar contra nós e eu não me importo com elas, eu só quero vencê-las”, diz o treinador, que não esconde sua empolgação com as atuais comandadas. “Estou extasiado com o basquete chinês. É muito bom ver a China perto dos três primeiros do basquete”, finalizou.
A seleção americana masculina de basquete viveu seu pior momento até agora nas Olimpíadas de Pequim com a Austrália jogando melhor e quase virando o jogo no primeiro quarto, mas depois se acertou na defesa e contou com a melhor atuação do astro Kobe Bryant, cestinha do jogo com 25 pontos, para vencer o time da Oceania nas quartas-de-final por 116 a 85 (55 a 43 no intervalo), embora sem o mesmo conforto e brilho das partidas anteriores. Após um primeiro tempo complicado com muitos erros em lances livres e arremessos de três, os americanos voltaram para o terceiro quarto dispostos a matar o jogo e fizeram isso com uma parcial de 34 a 18, os australianos não tiveram mais fôlego para ameaçar uma reação, mas mostraram aos EUA que o caminho para a medalha de ouro não é um passeio no parque, com destaque para os 20 pontos do veloz armador Patrick Mills. Nas semifinais, o “Redeem Team” (Time da Redenção) vai buscar a revanche contra a Argentina, que o eliminou na mesma fase nos Jogos de Atenas-2004.

Dwyane Wade (esq) e LeBron James (dir) batem continência: dever cumprido nesta quarta-feira, com mais dois obstáculos para a reconquista da medalha de ouro pela frente
A Austrália já havia dado muito trabalho à equipe ianque no último amistoso em Xangai antes da estréia nas Olimpíadas, perdendo por apenas 87 a 76 mesmo sem a estrela do time, o pivô do Milwaukee Bucks Andrew Bogut, que saiu de quadra no segundo tempo nesta quarta-feira sentindo dores no tornozelo lesionado. Após errar 10 em 13 arremessos de três pontos no primeiro tempo, os americanos colocaram a mão na fôrma depois do intervalo e melhoraram o aproveitamento nos tiros de longa distância para 41% (12 em 29 no total) usando esta arma com mais freqüência que as enterradas ou outras jogadas de efeito. O ala do Cleveland Cavaliers LeBron James foi outro destaque da vitória com 16 pontos, nove rebotes e três assistências, e o aproveitamento fraco de 58% nos lances livres (18 em 31) foi o grande fator negativo da equipe do “Coach K”, mas o amplo domínio de 57 a 28 nos rebotes fez muita diferença para os EUA.
Questionado sobre qual time gostaria de enfrentar na semifinal, Kobe deixou claro que queria encarar a Argentina: “Queremos jogar contra os melhores, queremos enfrentar os atuais campeões e você quer ser capaz de bater os caras que venceram as Olimpíadas da última vez”, disse Bryant. Como os EUA já derrotaram com facilidade a Grécia e a campeã mundial Espanha na primeira fase, uma vitória sobre os argentinos devolvendo a derrota sofrida nas semifinais dos Jogos de Atenas-2004 seria uma prova incontestável rumo à reconquista do lugar mais alto do pódio no basquete internacional.
Os EUA abriram 5 a 0 com uma cesta do ala do Denver Nuggets Carmelo Anthony após toco do pivô do Orlando Magic Dwight Howard e uma jogada de três pontos do próprio Howard no garrafão, o ala-pivô Matt Nielsen respondeu na mesma moeda e a diferença subiu para 12 a 3 com uma bola de três de LeBron, depois Howard abriu 14 a 5 com uma enterrada e aí parecia que o time americano ia vencer com facilidade como aconteceu em todos os jogos da primeira fase. Mas a Austrália reagiu com garra diminuindo a diferença com três cestas de três de Patrick Mills, David Barlow e Chris Anstey fazendo 17 a 14 depois de o veterano armador do Dallas Mavericks Jason Kidd acertar um chute de dois da lateral direita. Os americanos nesse momento estavam desajustados em quadra, deixando muitos espaços na defesa, errando vários lances livres e tiros de longa distância, mostrando os defeitos que foram determinantes no fiasco dos Jogos de Atenas-2004. Um arremesso certeiro de Anstey da lateral direita do garrafão encostou em 21 a 19 e o empate australiano veio com dois lances livres de Glen Saville. Carmelo acertou uma bola de três providencial, o ala-pivô do Toronto Raptors Chris Bosh fez 25 a 22 conectando um em dois lances livres, mas o endiabrado Mills converteu uma infiltração sofrendo a falta e perdeu a chance do empate em 25 a 25 ao final do primeiro quarto errando o lance livre de bonificação.

Chris Bosh enterra na cara de Anstey; Carmelo Anthony passa por Bogut para a bandeja
Os americanos voltaram para o segundo período mais agressivos na marcação e o ala-armador do Miami Heat Dwyane Wade foi logo convertendo uma bandeja no contra-ataque sofrendo a falta e aproveitando o lance livre extra para fazer 28 a 24. Saville respondeu acertando um arremesso chorado da lateral do garrafão, Carmelo acertou um chute longo da lateral esquerda, mas Mills roubou uma bola do errático Deron Williams e converteu uma bela bandeja no contragolpe descontando a diferença para 30 a 28. Depois de Bosh encestar um em dois lances livres, LeBron fez uma enterrada no contra-ataque, o pivô Bogut respondeu convertendo uma bela bandeja na infiltração, e aí começou o show de Kobe Bryant, voando no garrafão para uma enterrada espetacular e depois abrindo 37 a 30 com uma bela bandeja após finta. Bogut converteu uma bandeja sofrendo a falta, mas errou o lance livre de bonificação, o armador do Utah Jazz Deron Williams se recuperou com uma infiltração fazendo 39 a 32 e LeBron encestou uma bandeja no contra-ataque derrubando C.J. Bruton.
O ala-armador Brad Newley respondeu com uma bela infiltração para cesta e David Anderson descontou para 41 a 36 com um chute curto no garrafão, mas King James deu o troco convertendo uma infiltração e o tempo fechou quando Carmelo sofreu uma falta antidesportiva, mas se acalmou conectando os dois lances livres para uma vantagem de 45 a 36. Após dois lances livres certos de Newley, Kobe converteu uma infiltração passando por dois marcadores e sofrendo a falta, C.J. Bruton acertou um chute longo pisando na linha de três e depois LeBron abriu 50 a 40 com uma bela infiltração convertida em bandeja. Newley descontou com um chute certeiro de três frontal, mas Bryant respondeu com um arremesso incrível no fadeaway (ele pegou o rebote ofensivo embaixo do aro, girou e saltou para trás até perto da linha de lance livre antes de soltar a bola na cesta), depois no último segundo Deron Williams acertou uma bola de três fechando a parcial em 55 a 43.
Os Estados Unidos parecem ter feito um pacto de corrigir seus defeitos no intervalo e voltaram com tudo para o terceiro quarto, iniciado com duas bolas de três seguidas de Kobe e Carmelo numa arrancada matadora de 14 a 0. A Austrália virou abóbora cometendo erros e ficando quatro minutos sem pontuar. Jason Kidd converteu uma infiltração rápida em bandeja partindo desde a quadra de defesa, depois “Kobe Show” mostrou por que foi eleito o MVP (Jogador Mais Valioso) da temporada da NBA com uma bandeja de costas e mais uma cesta de três que ampliou a diferença para 69 a 43, só aí Pat Mills acertou um triplo acabando com o longo jejum australiano. LeBron fez uma cesta no rebote ofensivo mesmo sofrendo a falta e, após uma enterrada de Nielsen, Chris Bosh respondeu com uma cravada finalizando uma bela troca de passes, e depois abriu 73 a 48 com outra enterrada recebendo bonita assistência de Wade, que na seqüência acertou uma bola de três com auxílio da tabela no contra-ataque de resposta a uma bandeja convertida por Mills, aí já bastava administrar a diferença. O ala do Detroit Pistons Tayshaun Prince entrou afiado metendo uma bola de três da lateral direita e depois fez uma enterrada na ponte aérea ampliando a diferença para 87 a 61, o armador do New Orleans Hornets Chris Paul fechou a parcial em 89 a 61 conectando dois lances livres e aí o clima já era de treino rumo aos 10 minutos finais.
O último quarto começou com dois lances livres encestados por Mills seguidos de uma infiltração convertida em bandeja por Williams. O ala-armador do Milwaukee Bucks Michael Redd veio para a quadra e foi logo cumprindo sua especialidade com um chute longo da zona morta direita pisando na linha de três, depois Kobe acertou mais dois triplos abrindo 99 a 67. O jovem Joe Ingles entrou em quadra com personalidade voando para uma enterrada e metendo duas bolas de três. LeBron decretou a contagem centenária (101 a 70) convertendo uma infiltração com auxílio da tabela ainda com 6min05s por jogar, o ataque americano ficou mordido para conseguiu sua maior pontuação no torneio, mas a Austrália também fez sua parte perdendo a etapa final por apenas 27 a 24. Uma bola de três de Michael Redd em resposta a um triplo de Ingles livrou 106 a 76 no marcador, Deron Williams conseguiu uma jogada de três pontos com uma bandeja na infiltração mesmo caindo no chão após a falta e aproveitando o lance livre de bonificação, o ala-pivô do Utah Jazz Carlos Boozer marcou seus quatro pontinhos no final para completar o ritual de todos os 12 jogadores pontuando, e Prince fechou o placar com uma bola de três da lateral esquerda a 27 segundos do fim.
FICHA TÉCNICA
ESTADOS UNIDOS 116 (25 + 30 + 34 + 27)
Jason Kidd (4), Kobe Bryant (25), LeBron James (16), Carmelo Anthony (15) e Dwight Howard (8). Entraram depois: Dwyane Wade (8), Chris Bosh (10), Tayshaun Prince (9), Deron Williams (10), Chris Paul (2), Michael Redd (5) e Carlos Boozer (4). Técnico: Mike Krzyzewski.
AUSTRÁLIA 85 (24 + 19 + 18 + 24)
C.J. Bruton (2), Brad Newley (10), David Barlow (5), Matt Nielsen (7) e Andrew Bogut (4). Entraram depois: Chris Anstey (7), Patrick Mills (20), Glen Saville (13), David Andersen (2), Mark Worthington (2), Joe Ingles (11) e Shawn Redhage (2). Técnico: Brian Goorjian.
August 19, 2008
Dirk Bauermann: ‘Se você não joga com coragem e confiança, eles simplesmente te explodem’
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
Eliminada da disputa do basquete masculino na primeira fase, a Alemanha teve uma despedida amarga de Pequim. No último jogo pelo Grupo B, os alemães foram completamente aniquilados pelos Estados Unidos, principais favoritos para a medalha de ouro, por larga distância no placar: 106 a 57.
Dirk Bauermann, técnico do time europeu, que eliminou o Brasil no Pré-Olímpico, deixou claro que não vê outro candidato para a medalha dourada.
“Se você não joga com coragem e confiança, eles simplesmente te explodem. Para mim os americanos são imbatíveis”, disse Bauermann, de acordo com o “New York Times”.
As estrelas LeBron James, Carmelo Anthony e Dwyane Wade estiveram presentes no fiasco americano em 2004, quando foram eliminados pela campeã olímpica Argentina nas semifinais. Quatro anos depois, bem mais experientes e com o reforço de Kobe Bryant e Dwight Howard entre outros, os EUA buscam recuperar o topo do pódio. O adversário nas quartas-de-final será a Austrália.
“Acho difícil compreender o quão melhor eles estão jogando. Estão fazendo tudo de forma intangível, todo o necessário para ganhar. Eles realmente não têm fraqueza alguma, como tinham quatro anos atrás”, completa o treinador alemão.
Na primeira fase, não teve para ninguém. Repleta de astros da NBA, a seleção de basquete dos Estados Unidos atropelou todos os adversários sem muito esforço. A partir de agora, é para valer. O torneio masculino entra na fase de quartas-de-final e o favoritismo americano continua sendo gritante. O problema é que o adversário desta quarta-feira é a Austrália, a única que conseguiu equilibrar um pouco as ações contra os americanos, ainda que tenha sido no período de amistosos.
Na hora da verdade, contudo, a zebra em Pequim parece uma possibilidade remota. Com LeBron James e Dwyane Wade atuando em alto nível, os EUA parecem determinados a reconquistar a medalha de ouro olímpica, que ficou nas mãos da Argentina em Atenas-2004.
Espanha e Croácia abrem a rodada às 3h30min (de Brasília). Os atuais campeões mundiais, comandados por Pau Gasol, são favoritos diante dos croatas. Às 5h45min, a China, dona da casa, vai fazer uma grande festa no ginásio olímpico. Do outro lado da quadra estará a Lituânia, grande surpresa da primeira fase, que só perdeu na última rodada, para os australianos.
EUA e Austrália medem forças às 9h, e as quartas-de-final se encerram com um grande jogo: Argentina x Grécia, às 11h15min.
A lesão sofrida nesta terça-feira pela ala-armadora Penny Taylor no tornozelo direito durante o jogo entre Austrália e República Tcheca pode deixar a jogadora fora da semifinal contra a China. Quem admite a possibilidade é o médico da equipe, Scott Burne.
“Ela sofreu uma lesão significativa. Mas nós esperamos tê-la de volta à quadra se não para a semifinal pelo menos para a final”, explicou o especialista. “Nós temos os melhores médicos e fisioterapeutas do mundo, então, tenho certeza que eles farão o melhor. Mas vamos encarar e dar o melhor apesar de tudo”, promete a ala-pivô Lauren Jackson.
Capitã da equipe australiana, em entrevista à Reuters, em Pequim, Jackson lamentou o incidente. “Penny é uma parte importante de nossa equipe. Nós esperamos o melhor. Não sei o que vamos fazer sem ela”.
Taylor sofreu uma torção ao cair sobre o tornozelo direito no início do terceiro quarto. Depois de alguns minutos se contorcendo de dor no chão, ela saiu da quadra amparada pela equipe médica da comissão australiana. Taylor passou o restante do jogo com uma compressa de gelo no local.
(Gazeta Esportiva)
De 1993 a 2000, o técnico Tom Maher comandou a seleção feminina da Austrália dando espaço no grupo às hoje estrelas Penny Taylor e Lauren Jackson. Depois das Olimpíadas domésticas, trocou a Austrália pela seleção da Nova Zelândia e com o fim dos Jogos de Atenas-2004 migrou para a China, que levou às semifinais na manhã desta terça-feira nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Agora, sua tarefa é superar as antigas pupilas com as representantes asiáticas. China e Austrália enfrentam-se nesta quinta-feira, definindo quem vai para a disputa pelo ouro e quem terá de se contentar com a briga pelo bronze.
“Tenho muitos amigos na equipe australiana. Mas elas vão jogar contra nós e eu não me importo com elas, eu só quero vencê-las”, diz o treinador, que não esconde sua empolgação com as atuais comandadas. “Estou extasiado com o basquete chinês. É muito bom ver a China perto dos três primeiros do basquete”.
As chinesas passaram às semifinais superando a Bielo-Rússia por 77 a 62 no jogo de abertura da rodada das quartas-de-final. A Austrália passou fácil pela República Tcheca na partida seguinte, vencendo por 79 a 46.
Atuais campeãs do mundo, as australianas são a ameaça mais efetiva a um possível tetracampeonato da seleção norte-americana.
Como já era esperado, a seleção australiana feminina de basquete passou sem complicação pela República Tcheca nas quartas-de-final dos Jogos Olímpicos de Pequim. Na manhã desta terça-feira, as australianas venceram por 79 a 46 (38 a 17 no primeiro tempo).
Na próxima rodada, elas enfrentam a China, que venceu a seleção da Bielo-Rússia no primeiro jogo da fase de mata-mata. Apesar da partida tranqüila, a Austrália pode ter um problema para o confronto.
No início do segundo quarto, a ala-armadora Penny Taylor torceu o tornozelo direito e precisou deixar a quadra para não voltar mais. A condição da atleta ainda não foi divulgada pela comissão técnica. Até então, Taylor já tinha marcado oito pontos.
Estrela da WNBA, Lauren Jackson voltou a ser a cestinha com 17 pontos e 12 rebotes. Pela República Tcheca, quem marcou mais foram Hana Machova e Ivana Vecerova, cada uma com oito pontos.
Atual campeã mundial, a Austrália dominou todo o confronto, chegando aos 21 pontos de diferença ainda no segundo quarto. Depois do intervalo, as australianas conseguiram uma seqüência de 14 pontos sem reação tcheca.
Mesmo buscando a reação, a República Tcheca não conseguiu descontar a diferença e despediu-se das Olimpíadas com derrota por 79 a 46.
A seleção chinesa feminina de basquete não teve dificuldades para derrotar a seleção da Bielo-Rússia por 77 a 62 (38 a 25), nesta terça-feira, e garantiu sua passagem para a semifinal da competição.
Derrotada apenas uma vez na competição até o momento – pelos Estados Unidos – a seleção chinesa dominou o jogo contra as bielo-russas, estando sempre à frente no placar. A armadora Miao foi o destaque da partida com 28 pontos marcados.
(Gazeta Esportiva)
Acumulando vitórias com médias de 32 pontos na fase eliminatória dos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção norte-americana masculina de basquete promete mais massacres até a conquista do ouro na China. “Vai ser assim nos próximos três, também”, prometeu o ala LeBron James referindo-se à partida contra a Austrália, pelas quartas-de-final, nesta quarta-feira e aos jogos da semifinal e final, independente de quem vier pela frente.
A Austrália foi a equipe que deu mais ‘trabalho’ aos Estados Unidos na fase de amistosos pré-olímpicos. Eles foram derrotados em Xangai, mas por apenas 11 pontos de diferença. Claro que naquela noite a pontaria norte-americana não estava aquelas coisas (foram apenas três acertos em bolas de longa distância com 18 tentativas), mas a expectativa é que, motivados por isso, os australianos possam repetir uma boa atuação.
“Acredito que eles vão jogar duro, vão jogar muito, eles não estão intimidados”, diz o ala-armador Kobe Bryant. “Eles não vão retroceder. Virão prontos para jogar. Eles são muito espertos e será um jogo diferente”.
James ignora a hipótese. “Nós vamos vir a cada noite e tentar fazer melhor ainda”, diz o jogador, que já se tornou um líder no grupo e ainda traz na memória a amarga conquista do bronze nas Olimpíadas de Atenas-2004. Foi a primeira vez, desde que jogadores da NBA foram aceitos nos Jogos em Barcelona-92, que os Estados Unidos não foram campeões.
E Pequim pode repetir uma semifinal de Atenas. Quem vencer o confronto entre EUA e Austrália encara o ganhador do jogo entre Argentina e Grécia no outro jogo das quartas-de-final.
Quatro anos atrás, os argentinos derrotaram os Estados Unidos justamente na semifinal, abrindo caminho para a conquista da inédita medalha de ouro olímpica.
“Quando você joga contra uma equipe como a Argentina, a primeira coisa é não cometer erros, ser paciente e tentar manter a mente livre a cada passe e em toda defesa”, destacou o técnico grego Panagiotis Yannakis.
“Sabemos que a Argentina é uma equipe muito experiente… mas nós esperamos conseguir uma pequena revanche porque eles nos venceram em nossa casa no último torneio pré-olímpico”, lembra o armador Nikolaos Zisis.
(Gazeta Esportiva)
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