January 7, 2009
Rio de Janeiro (RJ) - O corte do patrocínio da Golden Cross afetará não só o departamento de ginástica do Flamengo, mas o de basquete também. A equipe, que possui um dos melhores elencos do país e se prepara para disputar a Liga das Américas, ainda não sabe qual será o seu destino, pois perdeu um grande investidor da modalidade.
A crise pode afetar as contratações também. Rafael Araújo, o Baby, treina há quase um mês na Gávea, na expectativa de ser anunciado como o grande reforço rubro-negro para a temporada, mas por causa do atual momento, ainda não sabe se poderá ser contratado.
“Estou esperando para assinar contrato. Faz quase um mês que treino aqui no clube. Em dezembro, é natural aquele clima de fim de ano, mas agora aguardo o retorno do presidente (Marcio Braga) das férias para decidir minha situação. A realidade do basquete no Brasil é essa, mas realmente eu não esperava essa demora para decidir meu contrato”, afirmou ao jornal O Globo.
Vale lembrar que o clube carioca também possui os irmãos Marcelinho e Duda Machado, que são constantemente chamados para a seleção brasileira da modalidade.
O Flamengo estreia na Liga das Américas no dia 14 de janeiro, quando enfrenta o time brasileiro do Universo/BRB e sua sede será na cidade de Sunchales, na Argentina. Já em campeonatos nacionais, o clube inicia a sua jornada contra o Pinheiros, no dia 28, válido pela competição do Novo Basquete Brasil.
(Gazetapress)
http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=107&nwid=25052
January 6, 2009
Pivô treina na Gávea, mas ainda não assinou contrato com o clube
Fábio Aleixo
SÃO PAULO
(Lancenet)
Há um mês o pivô Baby era dado como reforço certo no Flamengo para a disputa da temporada 2009, e principalmente do Novo Basquete Brasil (NBB). O jogador, entretanto, ainda não assinou contrato e seu futuro segue incerto.
Enquanto não firma compromisso com o Rubro-Negro, o ex-jogador do Utah Jazz tem apenas treinado na Gávea, no aguardo de uma definição.
O diretor de basquete do Flamengo, Arnaldo Szpiro, ainda não sabe o que acontecerá com o jogador, mas mostra-se confiante em um acerto nos próximos dias, já que o NBB começa no dia 28 de janeiro e o Fla ainda está envolvido na disputa da Liga das Américas.
“Falta definirmos algumas questões internas, mas espero que o acerto aconteça logo”, afirmou.
http://www.lancenet.com.br/esportes/BASQUETE/noticias/09-01-06/461579.stm?baby-com-futuro-indefinido-no-flamengo
December 17, 2008
Uma semana é pouco tempo de adaptação para alguém que estava há nove anos fora do Brasil. Ainda assim, o pivô Rafael “Baby” Araújo está se esforçando para se adaptar ao Flamengo/Petrobras, seu novo time, após passagens pela NCAA, NBA e pela Rússia, e já parece à vontade com os novos companheiros, atuais campeões nacionais. Suando em bicas, o oitavo selecionado do draft da NBA de 2004 conversou com o BasketBrasil após o treino desta quarta-feira (17/12). (more…)
December 16, 2008
Ex-pivô do Utah Jazz assina contrato com o clube até o fim de junho
LANCEPRESS! (www.lancenet.com.br/esportes/basquete)
O pivô Baby, ex-jogador do Utah Jazz, já é jogador do Flamengo. O jogador realiza nesta terça-feira os últimos exames médicos e logo após assina o contrato.
Nesta quarta-feira, o jogador já é esperado para treinar na Gávea com os novos companheiros.
O contrato de Baby com o Flamengo vai até o final de junho de 2009. Neste período, ele disputará o Novo Basquete Brasil (NBB), a Liga das Américas e a Liga Sul-Americana.
O Flamengo pode ter uma grande reforço para a disputa do Novo Basquete Brasil. O clube deve acertar nos próximos dias a contratação do pivô Baby, ex-jogador do Utah Jazz, da NBA.
Atual campeão brasileiro e carioca, o Fla venceu a disputa com o Universo Brasília para contar com o atleta.
“Já está 99% certo, faltando apenas a assinatura do contrato. Ele ficará conosco até o fim de junho, quando se encerra a temporada”, disse ontem Arnaldo Szpiro, diretor de basquete do Flamengo.
Para o dirigente, a criação da Liga Nacional de Basquete é um estímulo a mais para os clubes tentarem a reapatriação de outros jogadores em um futuro próximo.
“O projeto da liga nos ajudou a acertar com o Baby e pode fazer com que outros jogadores voltem ao Brasil”, afirmou.
(Por Fabio Aleixo, em São Paulo)
October 20, 2008
Mesmo jogando sem nenhum pivô típico com mais de 2,08m desde que dispensou o brasileiro de 2,11m Rafael “Baby” Araujo, o Minnesota Timberwolves está se agigantando e na noite de domingo surpreendeu de novo ao conseguir sua quinta vitória em seis jogos e acabar com a invencibilidade do Denver Nuggets, batendo o time do Colorado por 111 a 107 (57 a 51 no intervalo) na cidade de Bismarck. O veterano armador Kevin Ollie encestou quatro lances livres nos 16 segundos finais para fechar o placar, e o ala Ryan Gomes foi o cestinha da partida com 20 pontos acertando oito em 14 arremessos de quadra. O pivô paulista de 2,11m Nenê marcou 10 pontos, cinco rebotes, duas assistências e um roubo de bola em 24 minutos de ação como titular do Denver (4V-1D).
O Nuggets foi liderado por 17 pontos e sete assistências do armador Anthony Carter compensando a ausência do astro lesionado Allen Iverson, e o ala campeão olímpico Carmelo Anthony contribuiu com 15 tentos e sete passes para cesta, mas o Wolves levou a melhor com uma boa noite de seus arremessadores do perímetro, com destaque para Gomes e para o ala-armador ex-Memphis Grizzlies Mike Miller, que anotou 17 pontos acertando oito em 10 chutes. O armador Randy Foye ditou o ritmo da equipe com 12 tentos e 15 assistências, e no garrafão o pivô improvisado Al Jefferson levou a melhor no duelo com Nenê obtendo 15 pontos e oito rebotes, o próprio A.J. declara que é um ala-pivô desde seus primórdios no Boston Celtics e prefere jogar na posição 4 onde rende melhor. Os pivôs naturais do elenco (Jason Collins, Calvin Booth e David Harrison) continuam de molho entregues ao departamento médico com diferentes tipos de lesão.
“Miller e Gomes estavam com as mãos quentes. Achei que uma parte disso foi nossa culpa e uma parte porque eles são chutadores muito talentosos. Estávamos jogando muito bem na defesa na maior parte da pré-temporada desde o acampamento de treinos. Este foi provavelmente nosso pior jogo defensivo. Uma parte disso foi por causa da nossa seleção de arremessos e outra porque o Minnesota jogou uma partida muito boa”, afirmou o treinador do Denver, George Karl.
“Este foi provavelmente o melhor início de jogo que tivemos na temporada inteira. Executamos bem nosso ataque e estávamos arremessando bem a bola”, destacou o técnico do Timberwolves, Randy Wittman.
Miller foi o maior responsável pelo começo inspirado do Minnesota marcando 11 pontos no primeiro quarto e ajudando o time a abrir uma vantagem de 31 a 18 faltando 2min47s na parcial inicial, mas o Denver conseguiu empatar o placar no segundo quarto com uma arrancada de 13 a 3, e a partida prosseguiu equilibrado até o final. O jogo estava empatado em 104 a 104 faltando 47 segundos, mas depois de uma cesta de Carter o armador reserva sem contrato garantido Blake Ahearn acertou um tiro de três do canto esquerdo virando o marcador para 107 a 106 com 33 segundos no cronômetro. Carter deixou tudo igual encestando um lance livre a 19,8 segundos do fim, mas Ollie que estava zerado na noite conectou dois lances livres faltando 16 segundos e mais dois faltando dois segundos dando números finais à partida.
“Tínhamos muitas opções naquela jogada decisiva (da virada final), e Blake era uma dessas opções”, contou Wittman sobre o novato que foi convidado para os treinos de pré-temporada junto com Baby e com boas atuações continua firme até agora na disputa com Ollie pela última vaga no elenco para a temporada regular.
No garrafão até que Nenê teve uma atuação razoável, converteu quatro em seis arremessos de quadra e dois em três lances livres, pegou quatro rebotes defensivos e uma sobra ofensiva, só desperdiçou uma posse de bola e cometeu quatro faltas, mas seu companheiro ala-pivô Kenyon Martin foi um pouco melhor anotando 12 pontos, cinco rebotes e três assistências em 23min40s. Outros destaques do Nuggets foram o ala-armador J.R. Smith com 14 tentos e o ala lituano Linas Kleiza com 13 pontos e seis rebotes saindo do banco, sendo que o lateral europeu acertou 11 em 12 lances livres. O Timberwolves teve um bom aproveitamento de 53% nos arremessos de quadra e 78% (25 em 32) nas cobranças de lance livre, enquanto o Denver teve um índice de acerto de 48% e 76% (26 em 34) respectivamente nesses dois quesitos.
O time de Nenê volta a jogar nesta terça-feira às 23h (de Brasília) no Canadá contra o Toronto Raptors (4V-3D), que ontem perdeu fora de casa para o vice-campeão Los Angeles Lakers por 112 a 89 (53 a 49 no intervalo) com destaque para 16 pontos do armador Jordan Farmar mais 13 tentos e seis assistências do ala-armador campeão olímpico e MVP (Jogador Mais Valioso) da temporada passada, Kobe Bryant. O ala-pivô também medalhista de ouro em Pequim Chris Bosh anotou um duplo-duplo com 11 pontos e 11 rebotes pelo Raptors, liderado por 14 tentos do ala-armador Anthony Parker.
Confira vídeo com os melhores momentos de Lakers x Raptors em Los Angeles
Voltando ao jogo no Bismarck Civic Center, o duelo começou em alta velocidade: Al Jefferson ganhou de Nenê no bola-ao-alto inicial e fez a primeira cesta numa bandeja com assistência do ala-pivô Mark Madsen, mas o brasileiro respondeu na hora convertendo uma infiltração para o empate em 2 a 2. Após sete pontos de Miller, Nenê pegou um rebote defensivo e do outro lado J.R. Smith acertou uma bola de três encostando em 9 a 8, depois o brazuca deu a assistência para uma forte enterrada de Kenyon Martin que descontou a desvantagem para 12 a 10. O gigante paulista catou mais dois rebotes antes de perder uma bola roubada por Madsen e ver o Minnesota abrir uma diferença de 25 a 16 com uma cesta de três de Ryan Gomes. Após sofrer uma falta de Al Jefferson, o brasileiro acertou um arremesso descontando o déficit para 31 a 22, e com outra cravada de K-Mart no final da parcial o Denver diminuiu a diferença no fechamento do primeiro quarto para 34 a 27.
Essa reação dos visitantes com a seqüência de 13 a 3 começou com uma cesta de Dahntay Jones da lateral esquerda faltando 1min39s, e no segundo período em que Nenê ficou o tempo inteiro no banco, o Nuggets foi buscar o empate em 39 pontos com quatro minutos jogados graças a bolas de três consecutivas do armador Smush Parker. Depois Linas Kleiza conectou dois lances livres dando ao Denver sua primeira liderança no placar, 42 a 41 faltando 6min48s na parcial, mas o Minnesota se recompôs e recuperou a vantagem, fechando o primeiro tempo em 57 a 51 com uma bola de três do armador autor de sete pontos Sebastian Telfair no estouro do cronômetro.
Nenê voltou à quadra no início do terceiro quarto e foi logo acertando o arremesso de seu sexto ponto recebendo o passe de Anthony Carter e descontando o placar para 63 a 57, depois fez falta em Jefferson, que conectou um dos dois lances livres para uma vantagem de 67 a 61 Wolves. O brazuca pegou um rebote defensivo iniciando uma saída rápida na qual Carmelo Anthony converteu uma infiltração em bandeja descontando a diferença para 73 a 67, e a partir de outro rebote verde-amarelo Carter encestou uma infiltração do outro lado diminuindo para 73 a 69. Ryan Gomes respondeu com um tiro certeiro de três, mas Nenê deu o troco convertendo uma bandeja na infiltração e fazendo a assistência para uma bandeja de costas de Carter que encostou em 76 a 73. Depois que o arremesso do 11º ponto de Carmelo colou de vez em 80 a 79, o paulista fez duas faltas seguidas e Craig Smith conectou um dos dois lances livres fazendo 81 a 79, mas do outro lado o Denver recuperou o rebote ofensivo de uma bandeja errada de Nenê e Carter empatou o jogo em 81 a 81 com o arremesso de seu décimo ponto. O brazuca ainda roubou uma bola interceptando passe errado de Randy Foye, mas Carter desperdiçou o contra-ataque, mas após dois lances livres encestados por Foye, Nenê sofreu falta de Craig Smith e fechou a parcial em 83 a 83 acertando as duas cobranças da linha de penalidade, o brasileiro foi decisivo para o Nuggets vencer esse período por 32 a 26. Mas no último quarto Nenê ficou no banco de novo com George Karl testando a dupla reserva do garrafão formada por Renaldo Balkman e Chris Andersen, que somados anotaram 10 pontos, sete rebotes e 11 faltas, e no finalzinho o Timberwolves teve mais tranqüilidade para garantir a vitória ganhando a parcial por 28 a 24.
October 14, 2008
O time de basquete do Brasília/Universo/BRB estréia na temporada 2008/2009 na próxima terça-feira. A equipe de Brasília foi convidada para participar do Torneio Internacional Desembargador Ricardo Roesler, de 21 a 23 de outubro, em Joinville, Santa Catarina. A competição reunirá os quatro semifinalistas do último Campeonato Brasileiro — Universo, Flamengo, Minas e Joinville — e servirá para o técnico Lula Ferreira testar a nova formação do grupo. Uniram-se ao antigo elenco os jogadores Alex Garcia, Rafael Mineiro, David e Rodrigo Maistro, o Biro.
O Universo reiniciou as atividades dia 4 de agosto, no ginásio da Asceb (904 Sul) e está bastante motivado. Além do torneio em Santa Catarina, Lula ainda poderá avaliar o grupo durante o quadrangular pelo Campeonato Brasiliense, a ser realizado até meados de novembro.
“Estamos na 11ª semana de treino, coisa que não tivemos na temporada anterior. Fizemos um bom trabalho de base e nas duas últimas semanas demos ênfase à parte de quadra, tática e técnica”, disse o treinador. “Este é o primeiro torneio que vamos jogar, mas as três competições oficiais que teremos para frente são: Liga das Américas, em dezembro, Campeonato Brasileiro, em janeiro, e a Liga Sul-Americana, em fevereiro de 2009.”
Alex Garcia, que retornou ao Universo, depois de defender o Macabbi Tel Aviv, de Israel, acredita que o amistoso será importante, principalmente, para os times que estão fora de São Paulo, onde sempre acontecem vários torneios de alto nível. Segundo o ala, um dos principais responsáveis pela excelente campanha de 2006/2007, quando o Universo conquistou o título brasileiro, a equipe tem treinado bastante, mas chega uma hora que quer jogar.
“Sem dúvida, o torneio em Joinville será importante para avaliarmos nossa preparação”, comentou o jogador, acrescentando que está perfeitamente integrado à cidade, ao clube e ao time, pois já conhecia todos os atletas.
O ala Arthur concorda que o torneio será importante para ganhar ritmo, pois em Brasília não há campeonatos fortes. “Pretendemos chegar ao Brasileiro em boa forma e a competição em Santa Catarina sem dúvida vai ser um bom teste”, disse. “O Universo está bem entrosado e a fase de preparação foi importante para a gente entender a filosofia do Lula. Esperamos, mais que vencer, fazer uma boa apresentação”, afirmou.
O veterano armador Ratto está empolgado com a renovação do Universo. “Neste ano deu para renovar não só os jogadores, mas entrou um pessoal mais jovem. Isso é muito bom, pois eles têm uma grande disposição para correr e o lado físico conta bastante”, declarou. “Fizemos uma boa pré-temporada. Nossos treinos são duas vezes ao dia. Isso me deixa animado para a seqüência de jogos. O objetivo é chegar inteiro no final.”
Dispensa - Durou pouco a tentativa do pivô brasileiro Rafael Araújo, o Baby, de voltar à Liga Norte-Americana de Basquete (NBA). O atleta, que já havia sido sondado para voltar a jogar no Brasil, no time candango, foi dispensado pelo Minnesota Timberwolves, depois de dois jogos na pré-temporada. Seu destino deve ser novamente o basquete europeu, onde já defendeu o Spartak Saint Petersburg. O técnico do Universo, no entanto, garantiu que a proposta do clube brasiliense continua de pé. “A decisão é dele”, disse Lula.
(Eneila Reis, Correio Braziliense)
October 13, 2008
O Minnesota Timberwolves dispensou no domingo (12/10) o pivô brasileiro Rafael “Baby” Araujo, que tinha assinado um contrato não-garantido só para a pré-temporada admitindo ter poucas chances de ser efetivado no time. A dispensa reduziu o elenco do Wolves para 18 jogadores. O site TwinCities.com informou que o paranaense de 2,11m provavelmente vai assinar um contrato garantido para jogar na Europa e por isso saiu mais cedo do que o esperado, considerando a momentânea falta de pivôs da franquia. (more…)
October 11, 2008
No primeiro duelo de times com brasileiros na pré-temporada da NBA, o Denver Nuggets do pivô Nenê levou a melhor atropelando o Minnesota Timberwolves do pivô Rafael “Baby” Araújo por 118 a 95 (59 a 39 no intervalo). Em sua estréia como pivô titular substituindo o veterano Marcus Camby, Nenê anotou 10 pontos, sete rebotes e um toco em 21min30s de ação, enquanto Baby só saiu do banco do Wolves no finalzinho do jogo (1min17s), só teve tempo para pegar um rebote defensivo. O ala-armador reserva J.R. Smith foi o cestinha da vitória com 21 pontos e quatro roubos de bola. Na noite deste sábado, o Denver enfrenta o Phoenix Suns no primeiro jogo ao ar livre da história da NBA em solo americano, em Indian Wells. (more…)
October 10, 2008
Nesta quinta-feira, o Minnesota Timberwolves anunciou a contratação do pivô David Harrison, que era um agente livre irrestrito. O jogador de 26 anos foi selecionado pelo Indiana Pacers em 2004 e jogou todas as suas temporadas, até então, com a equipe de Indianápolis. Os termos do contrato não foram revelados por política da franquia.
Esta contratação tem influência direta na situação do pivô paranaense Rafel “Baby” Araújo no Wolves. Com a chegada de Harrison, “Baby” perderá ainda mais espaço e terá mais um concorrente na disputa por uma vaga ao lado de Al Jefferson. O pior de tudo, entretanto, é que Harrison tem contrato garantido para a temporada, coisa que não acontece com o brasileiro.
Em 189 partidas, divididas em quatro anos de carreira, o pivô anotou médias de 5.0 pontos e 2.9 rebotes por partida. Sua melhor temporada foi a primeira, quando anotou 6.1 pontos por jogo, acertando 57,6% de seus arremessos.
October 9, 2008
Do UOL Esporte
Em São Paulo
O Minnesota Timberwolves deve confirmar na sexta-feira a contratação do pivô norte-americano David Harrison, ex-Indiana Pacers e que estava treinando com o Denver Nuggets na pré-temporada da NBA. Com a confirmação da chegada do gigante de 2,13m, o brasileiro Rafael Araújo, o Baby, deve ser dispensado.
Harrison, de 25 anos, foi suspenso no ano passado pela liga norte-americana, após ser flagrado em exames antidoping. Ele vai assinar um contrato de um ano, sem garantias, mas deve continuar com a equipe pelo menos até o início da temporada regular.
Os Wolves enfrentam sérios problemas de contusão com seus jogadores de garrafão para a temporada. O titular Al Jefferson já voltou a jogar, mas passou boa parte dos treinamentos da equipe para a pré-temporada afastado com uma lesão no joelho.
Seu reserva imediato, Jason Collins, sofreu um acidente com um carrinho de golfe, operou o cotovelo direito e só deve voltar às vésperas da estréia do time na temporada regular, no dia 29 de outubro.
Baby, oitava escolha do Toronto Raptors no draft de 2004, jogou na NBA por Toronto e Utah até o ano passado, quando terminou seu contrato. Ele jogou na Rússia e, segundo o Minneapolis Star Tribune, deve voltar para a Europa assim que for dispensado.
October 6, 2008
O professor da USP Astolfo Araujo virou notícia nos EUA ganhando o prêmio Ig Nobel na Universidade de Harvard por sua pesquisa sobre a importância dos tatus nas escavações de arqueologia, enquanto isso do outro lado do país, no campus da Minnesota State University em Mankato, o aluno Rafael “Baby” Araújo achou uma maneira de cavar seu espaço no elenco do Minnesota Timberwolves para voltar a jogar na NBA na temporada 2008-09, e suas chances estão crescendo a cada dia, segundo o jornal Star Tribune, o mesmo que noticiou a vitória do Araujo arqueólogo, sem parentesco com o jogador. O técnico Randy Wittman se diz fã da força defensiva do pivô paranaense de 2,11m, apesar de seu passado ruim em outros times.
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October 4, 2008
O pivô brasileiro Rafael “Baby” Araújo sofreu uma lesão no púbis no treino de sexta-feira à noite em Mankato e é o quarto desfalque do garrafão do Minnesota Timberwolves na pré-temporada, o time já estava trabalhando em quadra sem o veterano pivô Calvin Booth (espasmos nas costas), sem Jason Collins (que sofreu uma lesão no cotovelo em um acidente com carrinho de golfe), sem seu principal jogador da posição Al Jefferson (lesão no ligamento medial colateral do joelho) e agora essa. O clube também perdeu as esperanças de contratar Shaun Livingston como terceiro armador, já que o ex-titular dispensado pelo Los Angeles Clippers após uma grave lesão no joelho assinou ontem com o Miami Heat de olho na oportunidade de jogar junto com o amigo campeão olímpico Dwyane Wade.
O gigante paranaense de 2,11m tornou-se dúvida para a equipe que o técnico Randy Wittman vai escalar no primeiro jogo de exibição contra o Milwaukee Bucks na segunda-feira. Já o “Big Al” participou de seu primeiro treino com bola com o restante do time na quinta-feira, mas deve ser poupado das partidas iniciais.
Confira vídeo com os treinos do Minnesota Timberwolves
O ala-pivô novato Kevin Love também teve um dia difícil ontem, machucando novamente o dedo indicador da mão direita que havia contundido anteriormente e deixando o treino da noite mais cedo com uma lesão no púbis, mas ele disse que tem a expectativa de estar OK para participar do jogo-treino de apresentação da equipe à torcida na noite deste sábado no campus da Minnesota State University.
“Eu não sei, foi apenas um daqueles dias de novatos, eu acho, quando você atinge o muro e tem de aprender com isso. Estou feliz que isso aconteça agora no início para eu poder crescer a partir da adversidade”, disse Love.
O técnico Randy Wittman disse que o jovem pupilo está aprendendo valiosas lições para sua temporada de estréia como profissional.
“É isso que ele vai enfrentar durante sua carreira, você joga 82 partidas e se você chegar nos playoffs, estará jogando quase 100 jogos em um ano. Haverá mesmo algumas partidas em que seu corpo estará doendo e agora ele vai perserverar e lutar contra isso ou ele vai se entregar à dor? Ele está aprendendo um pouco disso agora”, comentou o treinador.
Como único estreante no elenco do Wolves, Love tem recebido o tradicional tratamento pouco amoroso dos veteranos, a chamada educação de humildade fora da quadra, no final dos treinos tem que guardar os sapatos dos demais jogadores sob a supervisão de Jefferson que só depois de tudo arrumado deixa o novo companheiro de garrafão ir para o ônibus.
As lesões de Love e Baby não foram as únicas dos treinos mais duros de contato da equipe, houve pancadas mais pesadas. O armador Blake Ahearn saiu de quadra meio grogue depois de levar uma cotovelada no olho em um choque acidental com Sebastian Telfair em um novo exercício de cinco-contra-cinco. Em um tempo de 90 segundos, os jogadores têm que ficar trocando passes e cortando a marcação, sendo que não é permitido bater a bola ou arremessar, o propósito é ensiná-los a se desmarcarem sem perder a posse. O ala Brian Cardinal também saiu mancando de quadra com uma aparente lesão na batata da perna.
“90 segundos não parecem um longo tempo, mas parece longo quando você não pode fazer certas coisas. Isso ensina você a ficar desmarcado, fazer cortes mais fortes rumo à cesta e tomar cuidado com a bola”, explicou Wittman.
No final do exercício os atletas estavam respirando fundo para recuperar o fôlego e o técnico admitiu que já sabia o quanto “eles provavelmente não iriam gostar muito do treino”.
O ala-armador Mike Miller confirmou: “Esse foi dureza, mas estou certo de que iremos ver isso de novo”.
Al Jefferson participou do treino, mas Wittman já adiantou que provavelmente não vai colocá-lo para jogar hoje.
“Eu duvido. Vamos ver, provavelmente ele não vai participar dos primeiros jogos. Este retorno ainda está sendo bastante controlado. Vamos ver o que acontece, porém. Se ele acordar de manhã e disser que se sente 100%, veremos. Mas Al está se sentindo melhor e melhor a cada dia. Eu tive uma sensação uma vez que ele viu os caras treinando e treinando tanto que queria estar em quadra com eles também”, concluiu Wittman.
October 2, 2008
Nos primeiros dias de treinos do acampamento de pré-temporada do Minnesota Timberwolves em Mankato, o pivô brasileiro Rafael “Baby” Araújo já teve uma demonstração que não será fácil conseguir um contrato garantido para a temporada 2008-09 da NBA, mesmo com os desfalques do fraco time de Minneapolis no garrafão, com três pivôs lesionados (Al Jefferson, Jason Collins e Calvin Booth). Um cartão de visitas “daqueles” foi dado pelo ala-pivô Mark “Mad Dog” Madsen, que foi logo usando sua costumeira tenacidade em cima do gigante paranaense no garrafão. O reserva “Cachorro Louco”, bicampeão da liga em 2001 e 2002 no banco do Los Angeles Lakers, fez uma jogada de ataque atropelando Baby. “Não acho nem que Araujo soube o que o atingiu”, escreveu o comentarista do site oficial da franquia, mas o brazuca até que se recuperou, acertando um bonito gancho de três metros na corrida que lembrou a cesta da vitória de Magic Johnson nas finais de 1987 contra o Boston Celtics. Que moral… Mas com 14 jogadores com contrato garantido para a temporada e o interesse evidente do Wolves em contratar um terceiro armador, de preferência o jovem ex-Los Angeles Clippers Shaun Livingston, o grandalhão da Seleção Brasileira de Moncho Monsalve sabe das dificuldades de ser efetivado.
“Não tenho nada certo ainda, o contrato é apenas para treinamento. Eles têm 14 jogadores garantidos no elenco, mas na próxima temporada acabam vários contratos. Tenho chances de ser contratado, só precisa ver o que o treinador (Randy Wittman) quer para esse time, pois a equipe está em reconstrução”, explicou Baby ontem ao site Newsport.
O pivô brasileiro foi confirmado no elenco de 17 jogadores do Minnesota para a pré-temporada. O brasileiro foi chamado para a equipe depois da lesão no braço do pivô Jason Collins que o afastará de toda a pré-temporada, além da lesão no joelho do principal jogador de garrafão do elenco, Al Jefferson, que está se recuperando bem para voltar à plena atividade na próxima semana.
“Hoffa”, como ficou conhecido Baby nos EUA, comentou como surgiu o convite para o treinamento. “Eles ligaram para meu agente e o manager (Kevin McHale, gerente geral) da franquia já me conhecia do passado, vamos ver o que acontece. Vou dar o meu máximo, NBA é negócios e você nunca sabe o que pode acontecer”.
Araújo conversou com o Newsport depois de seu primeiro treino com o Wolves, terça-feira. “Meu primeiro dia de treinamento foi bom, temos outro treino mais tarde e está indo tudo bem. O treino da manhã é para a equipe ficar mais à vontade com as jogadas. Já à noite é mais tático”.
Rob Babcock é o gerente assistente do Minnesota e quando era gerente geral do Toronto Raptors foi o responsável pela escolha de Rafael na oitava posição do draft de 2004, posteriormente foi muito criticado por ter deixado passar jogadores de ponta como Andre Iguodala, Andris Biedrins, Al Jefferson e Josh Smith. Mas Babcock não foi o responsável pela ida do brasileiro a Minnesota. Depois de perguntado se Rob foi fundamental nessa oportunidade, Baby disse: “Pelo contrário, ele nunca comenta sobre mim. O Kevin McHale foi atrás dele pedir informações sobre mim. Meu relacionamento com ele é bom, Rob é uma boa pessoa”.
Araújo atuou na última temporada no Spartak St. Petersburg da Rússia, onde teve médias de 9,9 pontos e 6,0 rebotes em 20 minutos de ação nas nove partidas que disputou pela Euro Cup. Ele se considera mais preparado para a NBA, depois de ter bom tempo de jogo atuando na Europa. “Foi bem mais produtivo, porque joguei e também pude colocar em prática o que treinei no meu período no Utah Jazz”.
Sem saber se será integrado ao Timberwolves, o brasileiro tem outras opções na manga. “Tive propostas da Turquia, Polônia e China, mas meu agente continua negociando, pois como eu disse NBA é negócios”, finalizou. Rafael Araújo disputará nos treinamentos a última vaga no elenco do Timberwolves para a temporada 2008-09 da NBA. Mas com o grande interesse da diretoria em ter um terceiro armador para o revezamento com Randy Foye e Sebastian Telfair, o pivô pode acabar sendo preterido, além de assediar Livingston a equipe trouxe para a pré-temporada o experiente Kevin Ollie. Para os jogos amistosos deste mês, porém, Baby pode ser muito útil tapando o buraco no centro do garrafão, já que A.J. ainda está de molho e o veterano pivô Calvin Booth ficou fora dos treinos até agora por causa de espasmos nas costas, não existe nenhum outro pivô 5 típico no elenco liberado para treinar com bola até agora. Booth visitou um quiroprático ontem para examinar sua lesão lombar e ficou fora de quatro sessões de treinamento até quarta. O brasileiro ainda tem detratores na própria imprensa esportiva de Minneapolis, herança de sua passagem apagada pelo Toronto Raptors e pelo Utah Jazz.
“A surpresa para mim foi a adição de Rafael Araujo, o ex-escolha número 8 do draft da NBA em 2004 que foi fracassou na NBA e passou a temporada passada no Spartak da Liga Russa. Pivô brasileiro de 2,11m revelado pela BYU, Araujo está aqui em grande parte devido à falta de profundidade do Minnesota na posição de pivô”, escreveu um colunista do jornal Minneapolis Star Tribune.
Enquanto isso, Jefferson ontem correu livremente nas laterais da quadra e chegou a participar com seus companheiros dos treinos sem contato, um bom indicativo de que poderia voltar aos coletivos normais antes do final do acampamento em Mankato no sábado. O jovem astro do Wolves sofreu uma lesão no ligamento medial colateral do joelho 16 dias atrás, quando o armador novato Blake Ahearn caiu em cima da perna dele em um treino informal no Target Center. “Big Al” disse que consegue correr normalmente, mas ainda não sente dor nos movimentos mais bruscos.
“Hoje (quarta-feira) foi um dia realmente positivo para ele. Ele correu um sprint e pareceu muito bom fazendo isso. Ele pode estar ficando um pouco ansioso, desde que o mantenhamos sem dor e sem inflamação, nós podemos estar caminhando bem para vê-lo na quadra em algum momento desta semana”, afirmou o técnico Wittman.
“Estou melhorando, chegando mais perto (do retorno), mas eu também não quero apressar nada”, destacou Jefferson.
O Minnesota fez seu primeiro trabalho ofensivo de quadra inteira ontem à noite depois de se concentrar mais freqüentemente nos treinos de defesa durante o primeiro dia do acampamento.
“Nós tivemos muitas coisas boas para construir de um ponto de vista defensivo, mais rápido do que eu antecipava. Nós estamos correndo a 100 milhas por hora ofensivamente, mas isso acontece no primeiro dia. Não sei se eles ficaram cansados, mas diminuíram um pouco a correria e fizeram algumas boas jogadas. Estou realmente feliz com nosso esforço e nosso entusiasmo agora”, comentou o técnico.
Mark Madsen não só derruba brasileiro, ele apanha também. O ala-pivô precisa fazer um tratamento dentário de canal quando voltar de Mankato, pois ainda precisa reparar o estrago causado acidentalmente pelo ala-pivô novato Kevin Love, que deu uma pancada na boca dele no primeiro dia que os dois treinaram juntos no Target Center, em setembro. O “Mad Dog” precisou levar 13 pontos de sutura no corte e um dente ficou solto quando Love o atingiu com o outro braço quando tentava uma enterrada.
Mas não era Madsen que deveria estar apresentando ao calouro o jogo duro da NBA, e não o contrário? “Eu não quis machucá-lo, especialmente não no primeiro dia, me senti mal por isso. Eu liguei para ele e pedi desculpas. Mark é provavelmente um dos melhores caras da liga”, explicou Love, que já promete não ser muito amável com os adversários.
O técnico Wittman também está animado com a vontade demonstrada pelo veterano ala Mike Miller, especialista nos arremessos de longa distância adquirido junto com Love numa troca com o Memphis Grizzlies na noite do draft pelo terceiro escolhido do recrutamento, o talentoso armador O.J. Mayo.
“Mike é um rato de ginásio. Ele adora estar na quadra e isso causa um efeito nos outros jogadores. É uma longa temporada e esse cara simplesmente ama jogar basquete, ele é energético e tem sido muito bom com nossos atletas mais jovens”.
September 30, 2008
Uma lesão bizarra pode valer o bilhete de volta para a NBA do brasileiro Rafael Araújo, o Baby. O pivô assinou na segunda-feira um contrato para disputar a pré-temporada pelo Minnesota Timberwolves. O clube tem problemas com seus pivôs, Al Jefferson e Jason Collins, que estão lesionados.
Dos dois, o que mais preocupa é Collins, que sofreu uma lesão séria ao capotar em um carrinho de golfe quando jogava com o irmão gêmeo Jarron Collins, pivô do Utah Jazz. O veículo acabou caindo sobre o jogador, que rompeu o tendão do ombro direito e teve de passar por uma operação. “Meu irmão estava dirigindo o carrinho, que pegou um buraco e capotou. Acho que estava no carrinho errado na hora errada”, lamentou.
A contusão de Jefferson é mais leve. Ele sofreu um estiramento do ligamento colateral medial do joelho enquanto treinava em Minnesota para a pré-temporada da equipe. Sem precisar de intervenção cirúrgica, ele pode voltar a jogar já na próxima semana, quando os Wolves enfrentam o Milwaukee Bucks, na segunda-feira.
“Quando ouvi o joelho fazendo um barulho, achei que poderia ser grave. Nunca tinha tido nenhuma lesão séria antes, só torção de tornozelo. Mas o joelho está bom. Foi só um contratempo pequeno”, garante o jogador, principal nome da equipe.
Apesar da oportunidade, Baby terá de trabalhar muito para voltar à NBA. O Minnesota abre a pré-temporada com outros cinco jogadores que podem ser usados na função: Jefferson, Collins, o veterano Calvin Booth, o novato Kevin Love e os alas de força que podem ser improvisados Mark Madson e Chris Richard.
O brasileiro não agradou em seus dois primeiros times, Toronto Raptors e Utah Jazz. Após ser dispensado pelo segundo, jogou na temporada passada no basquete russo. Sua volta aos EUA aconteceu graças a Rob Babcock, que trabalha nos Wolves, e foi o responsável pela escolha de Baby em oitavo lugar do draft de 2004.
Agora Baby brigará por uma das 15 vagas que cada equipe pode ter sob contrato na temporada - atualmente, o time conta com 17 atletas. O pivô passou a temporada 2007/2008 atuando pelo time russo do Spartak Saint Petersburg. Após ser selecionado pelo Toronto Raptors, porém, acabou não aproveitado pela franquia e foi para o Utah Jazz em 2006, onde novamente não conseguiu ir bem. Com 139 jogos na NBA, ele tem uma média de apenas 2,8 pontos e 2,8 rebotes por partida.
Enquanto Jefferson sofreu um estiramento de um ligamento do joelho durante um treino para a pré-temporada e pode voltar a jogar já na próxima semana, Collins rompeu o tendão do ombro direito ao capotar com um carrinho de golfe que usava com o irmão e teve que ser operado.
Varejão abre pré-temporada em recuperação de lesão que o tirou da seleção
Do UOL Esporte
Em São Paulo
A lesão que tirou Anderson Varejão do Pré-Olímpico de Atenas ainda incomoda o pivô brasileiro. Nesta semana, a NBA abriu os treinos da pré-temporada e o jogador se apresentou oficialmente ao Cleveland Cavaliers com o tornozelo direito ainda inchado.
Varejão ao lado de LeBron James, astro dos Cavs, na apresentação. Camiseta do pivô tem a mensagem “Estou com um estúpido”
Segundo o jornal local Cleveland Plain Dealer, o pivô disse que seu tornozelo está melhor do que em toda a temporada passada, mas ainda não está 100%. Varejão não defendeu a seleção no Pré-Olímpico Mundial, em julho, e aproveitou o tempo para treinar em Cleveland - um dos pontos mais trabalhado foi seu arremesso de longa distância.
“Foi um momento difícil para mim. Qualquer jogador queria disputar as Olimpíadas e eu não sou diferente. Mas pelo menos consegui tratar do meu tornozelo”, afirmou o jogador, que ainda comentou as críticas que recebeu no Brasil.
O ex-jogador Oscar, por exemplo, questionou a gravidade da lesão do pivô dos Cavs. “Ninguém sabia o que eu tinha e todos pensaram que eu não queria defender a seleção. O Oscar falou uma coisa e todos acreditaram”, reclamou Varejão.
O grande desafio do brasileiro em Cleveland é reconquistar a confiança da torcida. Até a temporada passada, ele era um dos principais jogadores da equipe. Mas uma tumultuada renovação de contrato, em que perdeu a pré-temporada e foi um dos últimos a se apresentar à equipe, acabou prejudicando o pivô.
A temporada 2008/2009 da NBA começa no final de outubro. O Cleveland tem oito jogos pela pré-temporada, o primeiro deles na próxima terça-feira, contra o Toronto Raptors.
Técnico dos Nuggets faz desafio de resistência ao agora titular Nenê
Do UOL Esporte
Em São Paulo
O brasileiro Nenê deve ser confirmado com o pivô titular do Denver Nuggets nesta temporada. Mas, para agradar completamente o técnico George Karl, ele terá de realizar uma façanha que não consegue desde o seu segundo ano na NBA: jogar mais de 70 partidas em uma temporada.
Segundo Karl, ele espera pelo menos 70 jogos de sua nova dupla de pivôs titulares, Nenê e Kenyon Martin. Os dois têm a carreira marcada por sérias lesões e nos últimos anos não conseguem ficar em quadra por muito tempo.
Na última temporada, por exemplo, o brasileiro jogou apenas 16 vezes, na temporada marcada pela luta contra o câncer de testículo. Martin jogou 71 vezes, mas foi a primeira vez desde 2002/2003 que ele conseguiu atingir a marca estipulada pelo treinador.
Nenê, que vai para sua sétima temporada na liga norte-americana, tem a carreira marcada por lesões. Segundo levantamento do jornal local Denver Post, foram sete lesões desde 2003, a última em que o brasileiro foi titular do time em tempo integral.
Em 2004-05, o brasileiro sofreu lesão no ligamento colateral medial do joelho direito, uma contusão no quadril e um estiramento na perna, na estréia da temporada 2005-06 ele rompeu o ligamento cruzado do joelho, teve de ser operado e ficou fora dos 81 jogos seguintes, estaleiro por quase um ano completo. Na temporada passada, além da cirurgia para remoção de tumor no testículo, ele operou o dedão da mão esquerda e teve uma lesão muscular na virilha.
A vaga de pivô titular do Denver Nuggets está aberta desde que o antigo titular, Marcus Camby, foi para o Los Angeles Clippers. Para a posição, além de Nenê, o Denver tem Steven Hunter, que vem de operação no joelho direito, e Chris Andersen, que volta à NBA após suspensão por uso de drogas.
(UOL/Gazetapress)
September 29, 2008
A foto de 2004 mostra Rob Babcock entregando ao pivô brasileiro Rafael “Baby” Araújo a camisa 55 do Toronto Raptors após ele ter sido escolhido na oitava posição do draft. Os dois saíram do Canadá debaixo de muitas críticas e agora, quatro anos depois, o brazuca tenta um recomeço na NBA como o jogador mais corpulento do acampamento de pré-temporada do Minnesota, que tem Babcock como gerente-assistente. (more…)
September 27, 2008
Segundo o site do jornal Minneapolis Star Tribune, o pivô brasileiro Rafael “Baby” Araújo é esperado para participar da pré-temporada do Minnesota Timberwolves, o que seria uma boa oportunidade para seu retorno à NBA na temporada 2008-09. O Wolves começa o acampamento de treinos na próxima temporada com seu principal jogador de garrafão, o ala-pivô Al Jefferson, machucado. E também não conta com o veterano pivô Jason Collins, que sofreu uma lesão no braço em um acidente com um carro de golfe e deve ficar fora de molho até o final do mês de outubro. Numa equipe que está entre as mais fracas da Conferência Oeste, Baby teria mais chances de obter um contrato.
O gerente geral assistente do Wolves é Rob Babcock, justamente o cartola que quando era gerente do Toronto Raptors escolheu Baby na oitava posição do draft de 2004 saído de uma boa temporada na liga universitária pela Brigham Young University (BYU) de Utah. Após duas temporadas de fraco rendimento no time canadense, o gigante paranaense de 2,11m foi trocado para o Utah Jazz em 2006 numa negociação que enviou o ala-pivô Kris Humphries para Toronto. Rafael ficou uma temporada no fundo do banco do time de Salt Lake City até o final de seu contrato, mas não conseguiu renová-lo no ano passado e foi jogar na Rússia pelo Spartak Saint Petersburg. Lesionado, ele deixou a equipe antes do final da Liga Russa e voltou para o Brasil para se preparar para o Torneio Pré-Olímpico Mundial de Atenas.
Apesar de a Seleção não ter conseguido se classificar para as Olimpíadas de Pequim, Baby mostrou estar recuperado fisicamente, entrou bem em alguns jogos este ano e foi um dos reservas mais confiáveis do banco do técnico espanhol Moncho Monsalve com sua grande força muscular no garrafão. O nome do pivô chegou a ser cogitado para reforçar o Brasília/Universo, mas se for confirmada sua ida para Minnesota, é um time de jovens que precisa de músculos e altura no garrafão, pois tem apenas dois pivôs 5 de ofício sem muito renome sob contrato, o veterano Calvin Booth e o lesionado Collins, o experiente Michael Doleac não renovou contrato.
Al Jefferson é titular absoluto no garrafão, mas se encaixa melhor na posição 4, assim como o ala-pivô novato Kevin Love, os dois devem formar a dupla titular do garrafão. E para quem já encarou o gélido inverno russo, jogar em Minneapolis seria mais tranqüilo, com menos pressão do que em Toronto ou Utah e possivelmente mais minutos à disposição porque o Wolves está em reformulação com jovens jogadores e sem perspectivas imediatas de lutar por uma vaga nos playoffs. É talvez a maior zebra da forte Conferência Oeste e foi um saco-de-pancadas na temporada passada depois que o gerente geral Kevin McHale mandou o astro Kevin Garnett para o Boston Celtics numa megatroca.
Para quem estava sem clube e cotado para a D-League, voltar a ser o quarto brazuca na NBA seria um ótimo negócio para Baby e um ânimo internacional para o basquete de nosso país, que pelo menos assim igualaria novamente a Argentina em número de representantes na maior liga do mundo (quatro, os hermanos têm Manu Ginóbili e Fabrício Oberto no San Antonio Spurs, Andrés Nocioni no Chicago Bulls e Walter Hermann no Detroit Pistons), já é um consolo nesses tempos difíceis para o basquete brasileiro. O Wolves inclusive já testou o ala-pivô pernambucano João Paulo Batista nas ligas de verão depois que ele saiu da Universidade de Gonzaga (EUA), mas não o contratou e ele acabou indo para a Europa, onde atualmente está jogando no Le Mans da França.
Ainda segundo o Tribune, o Timberwolves continua a negociar com o armador Shaun Livingston a possibilidade de um contrato para ele voltar à NBA após sofrer uma grave lesão no joelho e acabar dispensado pelo Los Angeles Clippers, mas o jovem jogador está avaliando outras opções, já que ainda não está totalmente recuperado da cirurgia sofrida no ano passado. O Portland Trail Blazers chegou a ser cogitado, mas já desistiu dele, e o Miami Heat está estourado no teto salarial, então o Wolves seria um local razoável para recomeçar a carreira e provar que seu joelho ainda tem condições de suportar os rigores do pesado calendário da liga americana.
O acampamento de pré-temporada do Minnesota começa na terça-feira na cidade próxima de Mankato e além de Rafael Araújo e do armador testado na liga de verão de Las Vegas Blake Ahearn, o time deve trazer provavelmente mais um jogador de armação para os treinos. O ala Chris Richard deve assinar a renovação de seu contrato antes da reapresentação do grupo, não conseguiu uma oferta melhor no mercado de agentes livres. Ahearn é o tipo de reserva novato que Kevin McHale e seu staff querem aproveitar como terceiro armador do elenco, atrás de Randy Foye e Sebastian Telfair. Quarto escolhido no draft de 2004 saído direto do colegial sem passar pela liga universitária, Livingston mostrou um basquete promissor pelo Clippers e chegou a ser titular antes de machucar gravemente o joelho. É um atleta que pode jogar também como lateral e seria um bom reforço se conseguir provar que está recuperado da severa lesão no joelho sofrida em fevereiro de 2007. As dúvidas sobre seu estado físico e a busca dele por um contrato com dinheiro garantido diminuíram o número de franquias da NBA dispostas a pagar para ver numa aposta de risco como esta, tudo vai depender da avaliação dos médicos e do salário que Shaun aceitaria receber.
Al Jefferson, o armador Randy Foye, o ala Mike Miller e representantes da comissão técnica do Minnesota incluindo o treinador principal Randy Wittman viajaram para Chicago para um treino com Livingston, que tenta voltar às quadras após romper três dos quatro ligamentos do joelho. Por causa do fantasma das lesões, ele nunca jogou mais de 61 partidas em suas três temporadas na NBA, mas embora talvez não esteja pronto para atuar numa partida oficial até o meio da temporada, o Wolves parece interessado e trazê-lo como terceira opção de armador atrás de Foye e Telfair, nem que seja para jogar só em 2009, resta saber o que ele irá decidir.
Depois de lesionar o ligamento medial colateral do joelho direito numa colisão com um companheiro de equipe em um treino informal no Target Center na semana passada, Al Jefferson deve ficar fora pelo menos da primeira semana da pré-temporada e só voltar às quadras em meados de outubro, mas o departamento médico espera tê-lo de volta em condições para disputar algumas partidas amistosas antes da estréia oficial da temporada no final do próximo mês. O Big Al se machucou no segundo time em que treinou junto com Kevin Love, com quem deve formar a dupla titular do garrafão do Wolves.
“É sempre uma preocupação quando seu melhor jogador cai no chão agarrando o joelho como aconteceu com ele. Foi um alívio quando fizemos os exames e descobrimos que era uma lesão média”, declarou o ex-jogador e assistente de McHale Fred Hoiberg.
“Nós conseguiremos nos entrosar rapidamente, estou torcendo por uma rápida recuperação para ele. Nós precisaremos muito de Al nesta temporada”, falou Love.
July 18, 2008
Rafael “Baby” Araújo e Chris Kaman foram selecionados no “draft” da NBA entre os dez primeiros. Chegaram à liga cercados de desconfiança por virem de modestas universidades norte-americanas. A semelhança pára por aí. Enquanto o brasileiro chegou ao Pré-Olímpico de basquete sem clube, o alemão tem um megacontrato assegurado.
O duelo nesta sexta, às 13h30min (horário de Brasília), com o atleta do Los Angeles Clippers é visto por Baby como uma chance de mostrar que pode atuar em alto nível. O jogador não vai começar a partida como titular, mas deve receber longo tempo de quadra em dupla com Tiago Splitter.
“O técnico [Moncho Monsalve] está dando uma oportunidade. É uma tática de jogo para enfrentar o Kaman e o [ala-pivô Dirk] Nowitzki, que são dois caras altos”, afirmou. “A minha vida toda eu esperei por isso.”
Baby jogou a última temporada no Spartak Saint Petersburg após passagem frustrada pela NBA, em que teve média de apenas 11,9 minutos em três temporadas por Toronto Raptors e Utah Jazz. Kaman ingressou na liga um ano antes do brasileiro e chega à seleção alemã após sua melhor campanha, com médias de 15,7 pontos, 12,7 rebotes e 2,8 tocos pelos Clippers.
A oportunidade de enfrentar dois nomes estabelecidos da liga na Arena Olímpica ateniense salta aos olhos de Araújo e o faz lembrar o confronto com Tim Duncan, nas finais da Conferência Oeste de 2007.
“Estou me sentindo como se fossem os playoffs, quando entrei contra o San Antonio Spurs”, disse. “Jogar aqui contra jogadores de nível de NBA é uma oportunidade sempre boa. Tenho de fazer meu jogo na defesa, que é o mais importante de tudo.”
O técnico Monsalve agora aguarda resposta do pivô em quadra. “Espero que aquele artista esteja concentrado”, afirmou o espanhol, apontando para Baby. “É a chance para Rafael. Ele teve boa atuação no Torneio de Acrópolis e jogou de modo intenso contra o Líbano. Contra a Grécia ele não foi nada bem, porém. Espero que nesta sexta nos ajude a ganhar o jogo.”
(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)
July 17, 2008
No treino desta quinta feira, o treinador espanhol Moncho Monsaleve testou uma nova dupla de garrafão, com Rafael Araújo ao lado de Tiago Splitter. “Eu gosto de desafios e de ter responsabilidade. Se o técnico Moncho precisar estou pronto para fazer a dupla de garrafão com o Tiago e ajudar a parar o ataque alemão, especialmente os seus pivôs. Vai ser um jogo tenso e precisamos ter muita tranqüilidade para superar a forte defesa da Alemanha. Temos consciência do que devemos fazer para conseguir a vitória. Uma defesa forte, sem dar espaços, consciência no ataque para desperdício de bolas. O grupo é maravilhoso, unido e fechado. Com a vitória ou a derrota, o importante é sair de cabeça erguida”.
Moncho não confirma a entrada de Baby entre os titulares, mas informações dão conta que o jogador deve começar a partida no lugar de JP Batista, que não vem tendo boas atuações. “Estamos prontos para enfrentar a Alemanha. Depois da derrota para a Grécia, fizemos uma analise do que ainda precisamos melhorar e sabemos exatamente o que fazer para vencer. Não faremos nenhuma marcação especial sobre o Nowitzki porque toda equipe alemã merece atenção. A marcação será individual e combinada. O mais importante é o Brasil impor o seu jogo. Ter calma para fazer a jogada e buscar o melhor momento para o arremesso. A comunicação na defesa também será fundamental. Treinamos com o Tiago e o Baby juntos porque pode ser preciso uma formação para marcar os homens altos da Alemanha”, comentou o espanhol.
Murilo da Rosa segue como dúvida: “O Murilo está com uma lesão de grau um no posterior da coxa esquerda. Desde quarta à noite ele está tomando antiinflamatório, fazendo fisioterapia e gelo de três em três horas. Vamos aguardar até a hora do jogo para definir a sua participação” declarou o médico da seleção masculina, Dr. Carlos Vicente Andreolli.
Tiago Splitter deverá marcar Dirk Nowitzki, adiantando duelos que o atleta terá quando partir para a NBA, para atuar no San Antonio Spurs. “É a nossa primeira final. Vai ser um jogo muito difícil e decidido nos detalhes. Independente da marcação que eles façam, vou fazer o meu jogo e ajudar ao máximo a equipe para conseguir um resultado positivo”, argumentou Splitter.
“Eu e o Baby jogando juntos é uma opção tática do técnico Moncho. Nesse caso eu seria o quatro e faria a marcação sobre o Nowitzki. Ele é um grande jogador e com uma marcação forte podemos tirá-lo do jogo. Mas precisamos jogar com tranqüilidade no ataque, ter atenção nos rebotes defensivos e ajudar um ao outro durante os 40 minutos”, completou o pivô do Tau Cerámica.
July 16, 2008
O pivô Rafael “Baby” Araújo está liberado para defender a seleção brasileira contra a Grécia, nesta quarta-feira, pelo Pré-Olímpico mundial de basquete, em Atenas. O jogo vale a liderança do Grupo A.
O assistente-técnico José Neto chegou à Arena Olímpica da capital grega mais cedo, para ver o desfecho do confronto entre Alemanha e Nova Zelândia, e disse que o atleta vai para o jogo.
Baby passou mal durante e depois da fácil vitória sobre o Líbano, na véspera, em que teve boa atuação. O jogador teve náuseas, e a médica que o atendeu levantou a suspeita de intoxicação por salmonela, bactéria que pode provocar diarréia, febre e cólica abdominal.
O time treinou às 11h da manhã nesta quarta-feira (horário local), e o jogador foi poupado das atividades. A seleção já havia enfrentado um problema alimentar com o pivô Tiago Splitter, a três dias do início da competição que dá as últimas três vagas para os Jogos Olímpicos de Pequim-2008. O atleta perdeu um dia de treinamento.
O técnico Moncho Monsalve ficou irritado com a reincidência do caso e pediu alguma solução para a delegação brasileira, preocupado com o serviço de bufê do hotel que recebe todas as equipes do torneio de classificação.
Outro motivo de preocupação foi a demora para o socorro ao pivô brasileiro, que teve de esperar, ao lado de Andreoli, por quase uma hora pela chegada de uma ambulância para levá-lo ao hospital.
Brasil e Grécia jogam na Arena Olímpica ateniense para disputar o primeiro lugar do grupo A. Quem vencer pega a Nova Zelândia nas quartas-de-final, enquanto o segundo colocado pega a Alemanha, de Dirk Nowitzki.
Baby foi parar no hospital, na noite desta terça-feira, em Atenas. O jogador teve náuseas e foi atendido por cerca de duas horas. Foi medicado, tomou soro e virou dúvida para o confronto com a Grécia, nesta quarta-feira, pelo Pré-Olímpico.
Segundo o médico da seleção, Carlos Andreoli, a suspeita é de que o atleta, poupado do treinamento desta quarta, tenha sido intoxicado por salmonela, bactéria que pode provocar diarréia, febre e cólica abdominal. Se confirmada, a infecção pode durar entre quatro e sete dias e geralmente não requer tratamento.
“Uma coisa que chamou atenção foi que a médica do hospital afirmou que há uma salmonela endêmica”, disse Andreoli. Baby, que marcou 16 pontos no confronto no jogo de estréia no Pré-Olímpico de basquete, chegou ao hotel da seleção por volta das 3 horas da madrugada.
O time treinou às 11h da manhã nesta quarta, e o jogador foi poupado das atividades. “A gente resolveu poupá-lo, para descansar. Acho que ele vai estar pronto para jogar”, afirmou Andreoli.
O ala-armador Alex Garcia também teve problemas na terça, mas diz que joga. “O caso do Baby é um pouco mais sério, ele teve de ser hospitalizado. Espero que possa estar bem porque vamos precisar dele. Faz uma semana e meia. A comida é boa, mas às vezes tem de dar uma variada. Independentemente se a comida fez bem ou mal, estamos bem preparados para fazer um bom jogo.”
Último jogo da rodada de terça, o duelo entre Brasil e Líbano recebeu público ínfimo. Houve praticamente um abandono da organização da competição. Na hora das entrevistas, sem orientação, os atletas brasileiros saíram no corredor reservado para os jornalistas, depois de terem caminhado em primeiro momento para o vestiário da equipe (contrariando norma da Fiba) para uma reunião com o treinador espanhol.
(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)
July 14, 2008
Com o desfalque de seu principal jogador, o pivô Joseph Vogel machucado, o Líbano tem como seu atleta mais alto no garrafão o pivô de 2,05m Roy Samaha, ou seja, é menor que o pivô mais baixo do Brasil, João Paulo Batista (de 2,08m, treinando na foto). As bolas de segurança no garrafão e a vantagem nos rebotes com Tiago Splitter e os outros pivôs devem ser o caminho das pedras para a Seleção de Moncho Monsalve estrear no Pré-Olímpico Mundial de Atenas com vitória.
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