O ala LeBron James, do Cleveland Cavaliers e da seleção norte-americana, não conteve a alegria após o resultado das eleições presidenciais dos EUA que tiveram como vencedor o candidato democrata Barack Hussein Obama.
“É inacreditável. É algo a se contar para os filhos. Poder dizer a eles que eles podem ser alguma coisa. Que não precisam se tornar jogadores de basquete para vencer. Você pode se tornar presidente”, disse o atleta na última quinta-feira.
James, que apoiou Obama vestindo camisetas do candidato antes de jogos, contribuiu com US$ 20 mil para a campanha do Partido Democrata.
Obama superou o candidato republicano John McCain tanto em quantidade de votos absolutos, quanto no colégio eleitoral. A posse do novo presidente será no dia 20 de janeiro do próximo ano.
O ídolo do basquete Magic Johnson disse nesta quarta-feira à imprensa, no intervalo da partida entre Lakers e Clippers, que chorou “toda a noite” junto com sua mulher quando Barack Obama ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos.
“Jamais imaginei que os EUA estavam preparados para votar em um candidato afro-americano, mas Obama é capaz de motivar as pessoas e quebrou qualquer barreira racial”, afirmou Johnson, um dos melhores jogadores na história da NBA.
“Acho que fomos abençoados, pois os EUA votaram no homem ideal e no momento adequado”, acrescentou, em alusão à crise econômica que o país sofre. “Queremos que ele comece a trabalhar e nos tire da recessão”, continuou.
O ex-jogador dos Lakers lembrou que, no primeiro momento, apoiou Hillary Clinton como candidata democrata nas primárias. “Sou leal à família Clinton. Sou uma pessoa leal, como agora com Barack. Disse (a Hillary) que, se fosse candidata, eu a apoiaria. E assim fiz”, lembrou Johnson.
“Quando Obama ganhou, e Hillary o fez trabalhar, isso o ajudou a vencer (John) McCain”, disse. A conquista de Obama, segundo Johnson, é uma mostra de que nos EUA “qualquer pessoa, mesmo sendo de uma minoria, pode atingir o que deseja”.
O ex-jogador disse ainda que está convencido de que o futuro presidente americano fará um grande trabalho. “Ele motiva as pessoas, tem um plano. O que Obama sabe fazer é entrar em um quarto e liderá-lo. Todos escutarão suas palavras”, finalizou Johnson.
Esta terça-feira foi um dia histórico para o planeta. Pela primeira vez na história, um negro comandará a principal potência econômica mundial, os Estados Unidos, já que o democrata Barack Obama, fã de basquete, foi eleito com sobras. Entretanto, para os amantes do basquete, a eleição de Obama não foi o único momento histórico desta terça. Kevin Johnson, armador que fez sua carreira no Phoenix Suns na década de 90, foi eleito o prefeito de Sacramento, sede do Kings e capital da Califórnia, estado que tem como governador o republicano Arnold Schwarzenegger.
Johnson foi eleito com boa vantagem sobre o ex-prefeito Heather Fargo, que tentava a reeleição. O ex-jogador atingiu cerca de 57% dos votos válidos contra 42% de Fargo. A folga foi tão grande, que Johnson foi declarado o novo prefeito de Sacramento quando 95% dos votos haviam sido apurados. Mesmo com a confirmação da vitória, Johnson preferiu não se pronunciar até o final da apuração.
Ele só foi comemorar quando Fargo congratulou Johnson pela vitória e reconheceu a derrota. Assim como Obama, Johnson concorreu pelo partido democrata e comemorou com um discurso carregado de emoção e esperança.
“Hoje, os Estados Unidos fez história ao elegar seu primeiro presidente negro”, disse Johnson. “Sacramento também está tendo um dia histórico hoje. Pela primeira vez a cidade terá um prefeito afro-americano e já declaro que trabalhei junto com Obama nessa nova jornada”, completou o prefeito, para delírio das pessoas que lotaram as ruas de Sacramento para comemorar as duas vitórias, de Obama e de Johnson.
A equipe inicial de Johnson contará com 50 pessoas e terá como foco principal neutralizar a crise financeira que assola os Estados Unidos. É esperado que Kevin Johnson assuma a prefeitura de Sacramento no próximo dia 25. Para melhorar as coisas para o novo político da praça, Johnson terá o apoio do ex-prefeito Fargo: “Eu estou lisonjeado de ter participado desta eleição e apoiarei o trabalho de Kevin. Eu acredito que isso foi o melhor para Sacramento”.
Kevin Johnson, atualmente com 44 anos, fez uma carreira muito boa na NBA. Em treze anos como profissional, o ex-camisa 7 fez história no Suns onde jogou por doze temporadas. Em 735 jogos na Liga, o ex-armador teve médias de 17.9 pontos, 9.1 assistências e 3.3 rebotes por jogo. Ele participou de três All-Star Games (Jogo das Estrelas) e ajudou o Suns a chegar as finais da temporada 1992/93, quando o time do Arizona foi derrotado por 4 a 2 pelo Chicago Bulls de Michael Jordan.
Obama pega um rebote em partida antes de contagem dos votos
O dia histórico, que viu os Estados Unidos elegerem o primeiro Presidente negro, de Barack Obama começou com um jogo de basquetebol em Chicago. O Presidente Obama jogou em uma quadra utilizada pelo Chicago Bulls, de Michael Jordan, para treinamentos, no Attack Athletics.
Quem participou da partida com Obama afirmou que o, ainda candidato, estava sério, esperando o potencial que o final do dia prometia.
Amigos, assistentes, mais ou menos 30 deles, agentes do serviço secreto, juntaram-se ao Presidente dos EUA para duas horas de basquetebol.
Você pode imaginar a importância do dia de hoje. Ele estava sério” afirmou o Senador Bob Casey, que jogou pela terceira vez com Obama.
A tradição de jogar basquetebol começou após Obama vencer as primárias o Iowa, em Janeiro. Após perder as primárias de New Hampshire, quando não jogou antes, Obama insistiu em jogar sempre que houvesse uma contagem de votos.
Ex-jogador de basquete, candidato democrata é favorito no pleito
Obama jogou basquete no colégio e é torcedor do Chicago White Sox, campeão da Major League Baseball em 2005
LANCE!
Thiago Rocha
SÃO PAULO
O esporte americano também entrou na onda de Barack Obama. Vem dos atletas de origem negra, a maioria no país, grande parte do eleitorado do candidato democrata, que disputa nesta terça-feira o posto de presidente dos Estados Unidos, contra o republicano John McCain.
Senador por Illinois, Obama ganhou o apoio dos esportistas da mesma forma que arrematou cabos eleitorais entre artistas e personalidades. Com discurso de mudança no país, que passa por grave crise financeira, ele pode se tornar o primeiro negro a presidir a mais influente nação do planeta.
Chauncey Billups, Chris Paul, Derek Fisher e Grant Hill – todos afro-descendentes – encabeçam a lista dos que apóiam Obama. LeBron James, astro do Cleveland Cavaliers e um dos mais populares jogadores da NBA, doou pouco mais de R$ 40 mil para a campanha dos democratas.
A questão racial também o faz ser o preferido no beisebol e no futebol americano. Ter jogado basquete no colégio e ser torcedor do Chicago White Sox, campeão da Major League Baseball em 2005, reforçam mais seu nome entre atletas. Ele segue a linha de outros políticos democratas, como John Kennedy (fã de vela), Bill Clinton (praticante de golfe) e John Kerry (windsurfista).
McCain é de outro ambiente: o das Forças Armadas. Ex-combatente, o republicano gosta de beisebol – torce para o Arizona Diamondbacks – mas tem pouca intimidade com o esporte, apesar de ter participação importante nele, pelo lado político. Ele comandou no Senado uma investigação que descobriu irregularidades na escolha de Salt Lake City como sede da Olimpíada de Inverno-2002.
Os Jogos Olímpicos também podem receber influência das urnas americanas. Barack Obama se engaja na campanha para Chicago, cidade onde mora, receber a edição de 2016, o que pode pesar contra o Rio de Janeiro, outro postulante. John McCain apóia. E só.
Um deles irá substituir o republicano George W. Bush, um entusiasta do esporte. Ele já foi dono do Texas Rangers, franquia do beisebol, e lucrou cerca de R$ 30 milhões com sua venda, em 1998.
O ala LeBron James, companheiro de Anderson Varejão no Cleveland Cavaliers e astro do Dream Team norte-americano, não apenas declara seu voto no candidato democrata à presidência Barack Obama, mas também se oferece para ser um de seus cabos eleitorais ilustres.
Ele e o rapper Jay-Z organizaram na noite de quarta-feira, em Cleveland, um comício-concerto para apoiar a candidatura de Obama. As milhares de pessoas que compareceram à Quicken Loans Arena, mesmo local dos jogos dos Cavaliers, viram LeBron improvisar versos ao lado do músico vencedor do Grammy.
Não foi o primeiro ato de LeBron a favor de Obama. O jogador já havia feito uma doação de US$ 20 mil para o comitê da campanha democrata. Muito da popularidade de Obama junto a atletas como LeBron James vem do fato de ele já ter sido jogador de basquete.
O Indiana Pacers segue tentando achar uma troca para o armador Jamaal Tinsley. Executivos do Pacers ofereceram o armador para várias equipes.
Tinsley não deve participar da equipe até uma troca ser efetuada.
Ainda em Indiana, o treinador Larry Bird entrou em um acordo com o casal que foi acusado de usar o nome da lenda da NBA para promover seu hotel, na cidade natal do craque, French Lick, em Indiana.
Após Bird vender a casa ao casal, eles usaram o nome de Bird, sem permissão, em anúncios no website do hotel.
Já em Nova Orleans, os jogadores do New Orleans Hornets conheceram o candidato à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama, e ficaram impressionados.
“Quando ele fala, fala de inclusão. Em abraçar todos para ter certeza de que todo mundo vai ter uma parte justa”, disse o ala-pivô David West.
Todas as atenções ficaram voltadas para Barack Obama em Indianápolis, onde estava a equipe do New Orleans Hornets realizando um jogo contra o Indiana Pacers pela pré-temporada da NBA.
Apesar de ser torcedor do Chicago Bulls, o candidato do Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos se reuniu com os altíssimos jogadores do New Orleans após o evento, realizado na quarta-feira. O Hornets venceu o jogo por 106 a 103.
Na coluna Esta semana na NBA desta sexta-feira, Adriano Albuquerque fala das polêmicas declarações do ala Josh Howard, do Dallas Mavericks, sobre o hino nacional americano, contextualiza a rivalidade racial americana e analisa como isto pode afetar a disputa presidencial dos EUA entre o republicano John McCain e o democrata Barack Obama. (more…)
Neste dia 11 de setembro de intenso significado político nos Estados Unidos, com o sétimo aniversário dos atentados terroristas que destruíram as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York e parte do Pentágono em Washington e a campanha presidencial no país pegando fogo, o site Hoopshype traz um artigo muito interessante sobre o grande número de jogadores da NBA que estão declarando seu apoio e financiando a campanha do candidato democrata negro Barack Obama à Casa Branca. Entre os astros esportivos que deram contribuições estão os campeões olímpicos LeBron James (Cleveland Cavaliers) e Carmelo Anthony (Denver Nuggets), mas chama a atenção o apoio do maior de todos os nomes da NBA, Michael Jordan. O ex-cestinha hexacampeão nos anos 90 pelo Chicago Bulls e atual dirigente do Charlotte Bobcats, primeira franquia de proprietário negro na NBA (Robert Johnson), também está no grupo de apoiadores de Obama. Já o pivô do Portland Trail Blazers Greg Oden, primeiro escolhido no draft de 2007, chegou a anunciar em seu blog o apoio ao democrata dizendo até que Obama telefonou para ele e disse que o Blazers estava forte para próxima temporada com a dupla formada por Oden e LaMarcus Aldridge no garrafão.
Não é surpresa a “Obama-Mania” na NBA, a grande liga esportiva americana com maior presença e sucesso de atletas negros, mas nunca se viu tamanho envolvimento de grandes nomes da liga em uma campanha presidencial. Entre os grandes ídolos do passado também bastante ativos na campanha do candidato democrata estão os ex-pivôs Bill Russell, Kareem Abdul-Jabbar e o (branco) Bill Walton, este sim um ativista político há bastante tempo, foi integrante do movimento estudantil no campus da UCLA e nos anos 70 chegou a entregar uma carta ao ex-presidente Richard Nixon pedindo que ele renunciasse ao cargo, o que acabou acontecendo após o escândalo de Watergate.
Mas geralmente a manifestação de preferências políticas não era uma prioridade costumeira para atletas profissionais, particularmente não nos esportes coletivos. Havia poucas exceções. Na maioria das vezes os jogadores das ligas mais ricas dos EUA, se tivessem de mostrar preferência por um lado, ficavam mais propensos a apoiar o Partido Republicano, em parte por causa da plataforma histórica do partido de liberalismo econômico com uma proposta de manter as taxas de impostos mais baixas, o que beneficiava o bolso dos atletas milionários e a posição corporativa das associações de atletas profissionais. Por vários anos, o ex-astro Charles Barkley manifestava a intenção de concorrer ao cargo de governador do estado do Alabama, mas não conseguia se decidir por qual partido iria se candidatar. Nos vestiários em um torneio de golfe do circuito PGA, por exemplo, seria comum encontrar TVs sintonizadas na convenção nacional dos republicanos e falar com golfistas tão liberais quanto o candidato setentão John McCain, mas apesar do fenômeno Tiger Woods o golfe ainda é um esporte notoriamente de brancos. O basquete é um símbolo do orgulho negro nos EUA, e por lá a questão racial fala alto ainda, é inegável. Tem um jogador da NBA que faz campanha para os republicanos, curiosamente é branco e não muito famoso, trata-se do pivô segundanista do Sacramento Kings Spencer Hawes.
Chama a atenção a posição de Jordan, que na época de jogador ficava mais em cima do muro na hora de falar de política. No final dos anos 80, um dos senadores da Carolina do Norte, o estado natal de MJ, era Jesse Helms, um homem de reputação ética ruim e que costumava ser criticado por ter posições mais radicais e pouco igualitárias, muitos até o chamavam de racista. Jordan adorava debater qualquer assunto e tinha opiniões fortes, foi sugerido a ele por que não apoiava a candidatura ao senado de Harvey Gantt, prefeito negro da cidade de Charlotte. O Rei do basquete conhecia Gantt e era simpático à plataforma política do candidato democrata, mas havia uma regra de marketing que geralmente pesava (e ainda pesa) para os atletas profissionais mais badalados, a de procurar não ofender ninguém. E Jordan levava isso em consideração, afinal sua linha da Nike com os tênis fenômeno de vendas “Air Jordans” foi um marco no mundo corporativo e fortaleceu muito a marca da NBA ao redor do mundo. Questionado pelo autor do artigo se gostaria de assumir uma posição contra Jesse Helms, o astro do Bulls deu uma resposta emblemática:
“Republicanos também compram tênis”, disparou MJ.
Vinte anos depois, os tempos mudaram muito, a NBA cada vez mais virou um símbolo da cultura black, hip-hop, dos jogadores negros que vêm de infância pobre e se vêem milionários de repente. E se tornou um fenômeno de mídia e miscigenação acolhendo inclusive muitos estrangeiros, com um lugar especial para os latinos. São muitos os críticos basqueteiros ao governo de George W. Bush, o astro canadense do Phoenix Suns Steve Nash se posicionou abertamente contra a Guerra do Iraque mesmo quando grande parte dos americanos apoiava a invasão para depor Saddam Hussein. Agora Barack Obama se tornou um fenômeno midiático como se fosse um artista pop, com relações próximas com os craques do basquete e do futebol americano.
Como primeiro negro com chances reais de se eleger presidente dos Estados Unidos, Obama angariou a simpatia de um número recorde de atletas apoiando a causa dos democratas. Muitos deles vêm de bairros pobres e negros, da periferia, além da identidade racial simpatizam com a plataforma mais social que liberalista do PD. E historicamente muitos esportistas tendiam para o lado republicano ou apartidário, mais benéfico para seus níveis econômicos de riqueza. Agora uma classe que freqüentemente é aconselhada pelos marqueteiros a evitar discussões políticas está abrindo mão da neutralidade, a histórica corrida rumo à Casa Branca pode estar tecnicamente empatada nas pesquisas, mas na NBA Obama é campeão de votos disparado.
O ex-senador de Chicago já obteve apoio expresso de outros grandes nomes da liga como o ala do Suns Grant Hill, o ala do Atlanta Hawks Marvin Williams, o armador do New York Knicks Stephon Marbury, o polêmico comentarista Barkley e o armador do Los Angeles Clippers Baron Davis, que foi até anfitrião de eventos para arrecadar fundos para a campanha democrata e disse após o discurso de nomeação de Obama na convenção democrata que “sentiu vontade de ir à praia de Venice Beach para registrar eleitores”.
O estrategista-chefe da campanha de Obama, David Axelrod, disse ter estado em um desses eventos de Davis e se sentiu impressionado com o comprometimento do armador na campanha. Ele agradeceu ainda o apoio da comunidade de atletas que era geralmente neutra.
“Um grande número destes atletas estão profundamente envolvidos com suas comunidades e eles vêem muita gente passando necessidade. Obama é um cara que inspira um sentido de envolvimento e possibilidade de soluções desses problemas, e eles respondem a isso. De um ponto de vista geral os atletas se identificam com ele. Existe um sentimento entre algumas pessoas que os atletas são egoístas e desinteressados, mas isso não é verdade. Existem muitos deles envolvidos com a comunidade, que dão seu tempo e dinheiro, como em tremendos esforços de caridade depois do Furacão Katrina, e eles vêem Obama como alguém que pode inspirar uma mudança”.
Como política é um assunto polêmico, abaixo do artigo do Hoopshype aparecem comentários de internautas indignados defendendo a candidatura do republicano John McCain e sua vice Sarah Palin, dizendo que os jogadores da NBA estão apoiando Obama meramente por uma questão racial e não de programa de governo.
Enquanto vários jogadores da NBA vem declarando nos últimos meses seu apoio ao candidato democrata Barack Obama na eleição presidencial dos Estados Unidos, o candidato republicano John McCain achou uma pequena ligação com o basquete americano em sua chapa nesta semana. Ao apontar Sarah Palin como sua candidata à vice-presidência, ele apostou em uma ex-apresentadora de notícias esportivas na televisão.
O site do jornal esportivo espanhol Marca publicou nesta segunda-feira o vídeo que mostra Palin, a controversa governadora conservadora do Alaska recém-indicada como vice na chapa de McCain, apresentando notícias da NCAA e NBA no canal televisivo KTUU-TV de Anchorage, Alaska. Na época, 20 anos atrás, ela usava o nome de solteira, Sarah Heath.
Veja o vídeo retirado do Youtube com uma das participações de Palin:
Agora foi a vez do armador do Los Angeles Clippers, Baron Davis, declarar seu apoio ao candidato Democrata, Barack Obama, nas eleições americanas. Em seu blog Davis, que se auto denomina “Boom Dizzle”, mostrou entusiasmo com o discurso de Obama na Convenção Democrata.
“OK, espero que todos tenham assistido ao discurso do Barack Obama. Se você não se emocionou com o discurso o som da televisão estava desligado. Quando terminou me senti pronto para ir para Venice Beach registrar votantes”, escreveu Davis.
Davis ainda mandou um recado para Gilbert Arenas, armador do Washington Wizards, que mostrou preocupação com o aumento de impostos, proposto por Obama.
“Eu sei que ele quer aumentar os impostos dos mais ricos Gil (Gilbert Arenas), mas se ele usar este dinheiro para melhorar nossas escolas então você não vai ter que se preocupar com alguém vendendo fotos de sua piscina na Internet”, brincou Davis, referindo-se ao incidente de duas semanas atrás, quando alguém vendeu fotos da nova piscina de Arenas para um site na Internet.
Davis é mais um atleta que anuncia seu apoio ao candidato do partido Democrata. Agora o armador do Clippers se junta à Carmelo Anthony, do Denver Nuggets, que, após as Olimpíadas, afirmou que gostaria de conhecer Obama.
O ala do Cleveland Cavaliers LeBron James não é o único astro da seleção americana campeã olímpica em Pequim a manifestar abertamente em quem vai votar nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em novembro. O ala do Denver Nuggets Carmelo Anthony, mesmo sentindo os efeitos do fuso horário no retorno para os EUA e o cansaço do longo vôo de volta da China, disse que quer comparecer à Convenção Nacional do Partido Democrata, que começou ontem e vai até quinta-feira no Pepsi Center de Denver, ginásio do Nuggets onde ele costuma ser o astro principal do time do brasileiro Nenê durante a temporada da NBA.
Nesta semana Melo pretende ser o “torcedor” e cabo eleitoral, disse que quer se encontrar pessoalmente com o candidato democrata negro Barack Obama, que está praticamente empatado com o republicano John McCain nas pesquisas de intenção de voto. No Redeem Team (Time da Redenção) que conquistou a medalha de ouro em Pequim numa grande final contra a Espanha, LeBron inclusive fez uma vultosa doação em dinheiro à campanha do democrata.
“Eu o apóio 100%. Não sou um político, posso te dizer isso agora mesmo. Mas eu apóio Barack Obama. Esse evento (Convenção Democrata) também é histórico, ainda mais acontecendo no lugar onde eu trabalho todos os dias. Eu adoraria fazer parte disso”, disse Carmelo, em artigo publicado pelo jornal Boston Globe.
Astro dos Cavs e da seleção americana doou dinheiro aos Democratas
GLOBOESPORTE.COM
Pequim
Barack Obama já tem um apoio olímpico para a sua campanha presidencial nos Estados Unidos. Astro do Cleveland Cavaliers e da seleção americana de basquete, LeBron James deixou escapar nesta quinta-feira que votará no candidato democrata nas eleições de 4 de novembro. LeBron está em Pequim junto com a seleção americana de basquete, que fará uma das semifinais nesta sexta-feira, contra a Argentina.
“Para quem eu voto entre Barack Obama e John McCain? Olhem para a minha cara, dá para ver”, disse o jogador à agência de notícias “Ansa”, enquanto sorridente indicava com um gesto a cor da própria pele.
LeBron já havia demonstrado seu apoio ao candidato democrata em junho, quando doou US$ 20 mil, pouco mais de 0,1% dos US$ 14,4 milhões que deve receber de salário na próxima temporada, para o Democratic White House Victory Fund, fundo que financia a campanha do senador de Illinois.
O ala LeBron James, astro do Cleveland Cavaliers e da seleção masculina dos Estados Unidos, continua em evidência. Neste domingo ao ser perguntado sobre qual candidato apoiará nas eleições presidenciais americanas, LeBron não titubeou e tornou público seu apoio ao candidato democrata Barack Obama.
O jogador, que já havia feito uma doação de US$ 20 mil à campanha do democrata, afirmou que com toda a certeza votará no candidato e que acredita que com Obama no comando os Estados Unidos só terão a crescer: “Obama é o meu candidato. Estamos em uma democracia e posso falar o que quero e sobre quem quero. Não ganho nada em dizer isso, mas acho que ele é o cara certo” disse o jogador.
Inclusive surgiram rumores de que a estrela de 23 anos da NBA fará uma partida amistosa com alguns astros americanos com um único objetivo: arrecadar o máximo de dinheiro para a fase final da campanha de Obama. Porém, James não quis se pronunciar sobre o assunto e nem o candidato a presidência comentou sobre a possibilidade.
As eleições presidenciais americanas serão realizadas no próximo mês de novembro. O candidato democrata, que venceu as preliminares contra Hillary Clinton, exposa do ex-presidente Bill Clinton, terá como adversário nas eleições o candidato republicano John McCain.
Wade “perdeu” medalha que conquistou em Atenas: Outro jogador da seleção norte-americana que também está nos holofotes é o ala-armador Dwyane Wade, que defende o Miami Heat na NBA. Entretanto, ao contrário de LeBron, Wade não fez nenhuma declaração sobre as eleições presidenciais que se aproximam. O camisa 9 do time americano divertiu os jornalistas presentes ao treino da seleção ao declarar que não sabe onde está a medalha de bronze que ganhou nos últimos Jogos, disputados na cidade de Atenas, em 2004.
“Eu realmente não sei onde a coloquei. É capaz de eu achar se eu realizar uma faxina geral lá em casa. Só lembro que a tirei de minha mala e deixei de lado” afirmou o ala-aramdor de 26 anos.
Logo após fazer esta afirmação, Wade foi questionado se considera falta de respeito tratar de tal modo a medalha, que mesmo sendo de bronze não deixa de ser objeto de desejo de muitos atletas. Sobre isso, o ala-armador apenas afirmou que não a perdeu por mal, e que uma de ouro neste Jogos de Pequim poderá muito bem substituí-la.
Isso mostra o quanto os americanos desprezam a medalha de bronze conquistada nos Jogos Olímpicos de 2004, na Grécia. A equipe chegou com status de “Dream Team” (Time dos Sonhos), mas sofreu nas mãos dos adversários mais preparados. Os Estados Unidos perderam dois de seus cinco jogos na primeira fase, para Porto Rico e Lituânia, e foi derrotada pela Argentina na semifinal, dando adeus à chance do ouro.
O ala LeBron James, companheiro do brasileiro Anderson Varejão no Cleveland Cavaliers e um dos melhores e mais famosos jogadores da NBA, está abandonando a imagem de “apolítico” e se envolveu na eleição presidencial dos Estados Unidos. De acordo com o site Cleveland.com, o astro da seleção americana masculina de basquete fez uma doação à campanha do candidato democrata Barack Obama. É apenas mais uma atitude que comprova o amadurecimento político de James, que no ano passado foi acusado de seguir o mesmo caminho de seu ídolo, Michael Jordan, e se esquivar de questões sérias na sociedade para não arranhar sua imagem.
De acordo com a repórter Jodie Valade, o lateral americano doou US$ 20 mil, pouco mais de 0,1% de seus US$ 14,4 milhões de salário para a próxima temporada, ao Democratic White House Victory Fund, fundo que financia a campanha do senador Barack Obama, candidato do Partido Democrata nas eleições à presidência dos EUA. Os relatórios da Comissão Federal de Eleição comprovam a doação do atleta, que em junho também havia participado, junto à sua namorada Savannah Brinson, de um jantar com Obama e sua esposa, Michelle, em Nova York. Na época, LeBron disse que não faria campanha por nenhum candidato, mas expressou admiração por Obama.
“Foi uma experiência inacreditável, abriu minha mente. Eu não estou tão envolvido, não acho que eu precise ser ativo na campanha. Você prefere manter esportes e política separados. Eu não quero participar de resenhas ou falar sobre Barack ou (John) McCain (candidato republicano). Eu estou ciente do que está acontecendo não só com a eleição presidencial. Você quer estar ciente dos preços de gasolina e outras coisas. Como pai e responsável pelos meus filhos, eu quero saber o que está acontecendo em nosso mundo”, disse James à Associated Press na ocasião.
Fazer uma doação, porém, já sinaliza o apoio do ala ao candidato democrata, algo que Jordan se negou a fazer durante sua carreira. O maior jogador de todos os tempos, ídolo e conselheiro de James, já se negou a endossar a campanha de um candidato democrata, dando a famosa explicação que “Republicanos também compram tênis”.
James parecia estar no mesmo caminho de evitar posições políticas controversas no ano passado, quando se negou a assinar um abaixo-assinado de seu ex-companheiro de Cavs, Ira Newble, sobre a associação da China com o genocídio em Darfur, e justificou dizendo que não tinha conhecimento da situação. O astro foi criticado na imprensa americana e mundial, mas neste ano disse ao canal de TV americano ESPN que obteve uma melhor compreensão da situação no último ano e inclusive ia considerar algum tipo de atitude a ser tomada em conjunto pela seleção americana, para ajudar a terminar o conflito.
Para o conselheiro de relações públicas Bob Dorfman, da agência Baker Street Partners de São Francisco, se posicionar a favor de Obama não é um grande risco para LeBron. “Se você vai escolher alguém e ser vocal a respeito disso, Obama parece ser uma escolha bem safa. Ele é o candidato da juventude e da mudança, e o queridinho da mídia. Eu não consigo ver isto machucando LeBron muito”, disse Dorfman, que ainda acredita que o novo posicionamento do astro indica um pensamento no seu futuro pós-basquetebol.
“Nós sabemos que LeBron tem aspirações maiores que o basquete. Ele já almoçou com (empresário milionário) Warren Buffett e coisas do tipo. Você certamente poderia vê-lo fazendo isto como angulação para alguma posição política quando ele sair do basquete. Em um sentido, é meio como pegar sua marca e ampliá-la para o mundo da política e do governo, onde ele pode ter um futuro”, explicou Dorfman.