November 25, 2008
A pivô Kelly da Silva Santos foi eleita a melhor atleta do basquete pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). A escolha dos destaques do ano é feita por um colégio eleitoral formado por jornalistas, dirigentes esportivos, atletas, ex-atletas e personalidades do esporte, com base em uma lista tríplice encaminhada ao COB por cada Confederação. Desde 1999, o Prêmio Brasil Olímpico homenageia aqueles que se dedicam a manter o esporte nacional entre os melhores do mundo.
“Fiquei muito contente por ser eleita a melhor atleta do basquete este ano. Todo mundo gosta de ver seu trabalho ser reconhecido. Abdiquei de muitas coisas em prol do basquete e me dedico muito ao esporte, por isso é importante para mim ver que tudo valeu a pena. São atletas importantes e talentosos no meu esporte, tanto no feminino quanto no masculino, por isso explodo de alegria em saber que sou reconhecida no Brasil”, comentou a pivô Kelly Santos.
Kelly Santos estreou na Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano do Equador, em 1996. Nesses 12 anos disputou 116 jogos oficiais e marcou 920 pontos. A pivô esteve presente em três Jogos Olímpicos e foi medalha de bronze em Sydney (2000), quarto lugar em Atenas (2004) e 11º em Pequim (2008). Em três participações nos Jogos Pan-Americanos, ganhou duas medalhas: o bronze em Santo Domingo (2003) e a prata no Rio de Janeiro (2007). Ficou em quarto lugar nos Campeonatos Mundiais da Alemanha (1998) e do Brasil (2006) e em sétimo na China (2002). É bicampeã da Copa América – Pré-Mundial (1997 e 2001) e tricampeã sul-americana (1999, 2003 e 2006).
A pivô de 29 anos já passou pelos clubes brasileiros Leite Moça/Sorocaba (SP), Ponte Preta (SP), Dpaschoal (SP), Microcamp (SP), BCN/Osasco (SP), Vasco da Gama (RJ) e Santo André (SP). Na Europa, jogou pelo Bourges Basket (França), C.U.S. Chieti (Itália), Nercaleon (Espanha), AIX Provence (França) e Extremadura Dato (Espanha). Atuou pelo Detroit Shock e Seattle Storm, da WNBA. Atualmente Kelly está na Espanha, defendendo o Cadi La Seu D’Urgell.
(CBB)
November 24, 2008
Veja a lista dos vencedores do Prêmio Brasil Olímpico por esporte
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Por meio de votação popular, o Comitê Olímpico Brasileiro elegerá os melhores atletas brasileiros nas categorias masculino e feminino na eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que acontece até o dia 15 de dezembro. No dia seguinte, os três homens e três mulheres em disputa saberão o vencedor, em evento realizado no Rio de Janeiro.
Nesta segunda-feira, a entidade divulgou os homenageados em cada modalidade, que receberão o prêmio anual na ocasião, no Rio de Janeiro. No total, são 43 atletas que foram eleitos os melhores em seus respectivos esportes.
Confira a lista completa:
Atletismo - Maurren Higa Maggi
Badminton - Marina Jomori Eliezer
Basquete - Kelly da Silva Santos
Beisebol - Leandro Akira Hasegawa
Boxe - Washington Luiz da Silva
Canoagem Slalom - Poliana Aparecida de Paula
Canoagem Velocidade - Nivalter Santos de Jesus
Ciclismo BMX - Ana Flávia Sgobin
Ciclismo Estrada - Clemilda Fernandes
Ciclismo Mountain Bike - Rubens Donizete Valeriano
Ciclismo Pista - Maira Hendi de Moraes Barbosa
Desportos na Neve - Jhonatan Longhi
Desportos no Gelo - Ingrid Aparecida Amarante
Esgrima - Renzo Agresta
Futebol - Marta Vieira da Silva
Ginástica Artística - Diego Hypolito
Ginástica Rítmica - Nicole Muller
Ginástica Trampolim - Giovanna Venetiglio
Handebol - Maik Ferreira
Hipismo Adestramento - Rogério da Silva Clementino
Hipismo CCE - André Paro
Hipismo Saltos - Camila Mazza de Benedicto
Hóquei sobre grama / indoor - Lizandra Regina de Souza
Judô - Ketleyn Quadros
Levantamento de Peso - Rafael Lima de Andrade
Lutas - Rosângela Conceição
Maratona Aquática - Ana Marcela Cunha
Natação Sincronizada - Lara Puglia Teixeira
Natação - César Cielo
Pentatlo Moderno - Yane Marques
Pólo Aquático - Marina Canetti
Remo - Camila Carvalho
Santos Ornamentais - Hugo Parisi
Softbol - Jennifer Jisaka
Taekwondo - Natália Falavigna
Tênis - Thomaz Bellucci
Tênis de Mesa - Thiago Monteiro
Tiro com Arco - Luiz Gustavo Trainini
Tiro Esportivo - Julio Almeida
Triatlo - Mariana Ohata
Vela - Fernanda Oliveira
Vôlei de Praia - Larissa França
Voleibol - Fofão.
November 21, 2008
(UOL Esporte)
No meio das poucas pessoas que foram assistir à final do basquete feminino dos Jogos Abertos, em Piracicaba, um homem grisalho, mas com aparência jovem, se destaca. Atento à quadra, o técnico da seleção brasileira, Paulo Bassul, veio à decisão entre Ourinhos e Catanduva para procurar novas jogadoras e avaliar outras, já garantidas na equipe nacional, como Êga e Micaela.
Vice-campeão estadual neste ano quando ainda comandava o Ourinhos, o treinador disse que não torceria para nenhum dos times. Mesmo assim, deu seu palpite: acredita em uma vitória do seu ex-time.
“Como técnico da seleção brasileira, não posso mais torcer. Isso é uma questão ética, torço apenas por um bom basquete e para que surjam boas jogadoras. Mas se tivesse que dar minha opinião, diria que o Ourinhos deve ganhar a final”, concluiu Bassul, que também compareceu à cidade na última quinta-feira para assistir às semifinais.
Time de melhor campanha dos Jogos Abertos do Interior até esta sexta-feira, o Ourinhos mais uma vez não fez valer o favoritismo em uma decisão de campeonato, desta vez em Piracicaba. Sob o olhar do seu ex-técnico e atual comandante da seleção brasileira, Paulo Bassul, a equipe de Êga e Micaela não foi páreo para o Catanduva e acabou derrotada por 77 a 52 em uma reedição da final Campeonato Paulista de basquete feminino.
O resultado consolida o domínio estadual da equipe de Édson Ferreto na temporada. Dois meses atrás, o Catanduva conquistou o Paulista ao derrotar o Ourinhos, então treinado por Bassul. Depois disso, ainda perdeu importantes jogadoras como Karla (atualmente em Americana) e Natália (na Letônia).
“Ninguém acreditava em nós. Nos superamos na coletividade e na raça mesmo. Perdemos algumas jogadores, mas soubemos nos adaptar muito bem a isso e crescemos na hora que precisávamos. Esse resultado será mais uma motivação para o Nacional e o restante da temporada”, comemorou a armadora Palmira após a conquista do título.
O duelo não poderia ter começado de melhor forma para as atuais campeãs paulistas. O time se aproveitou de uma nítida desconcentração defensiva do Ourinhos e em três minutos abriu 7 a 0 no placar. Enquanto isso, o técnico Urubatan Paccini se mostrava inconformado com os erros da sua equipe até o fim do primeiro quarto, vencido pelo Catanduva por 27 a 15.
Após um longa conversa com o treinador, as jogadoras do Ourinhos bem que tentaram mudar a postura no quarto seguinte, sem sucesso. A partir dos últimos minutos do primeiro tempo, o time de Êga e Micaela esboçou uma reação, mas não evitou a derrota parcial por 43 a 29 até o intervalo.
O terceiro quarto começou bem mais disputado que os dois primeiros. As vice-campeãs paulistas adiantaram a marcação e dificultaram a atuação ofensiva do Catanduva. Mesmo assim, as campeãs paulistas mostraram melhor aproveitamento nos arremessos e mantiveram a vantagem no placar até o início último quarto de 57 a 42.
Com muitos pontos à frente do marcador, a equipe de Édson Ferreto só precisou manter a vontade na marcação assegurar o triunfo de maneira tranqüila. “Erramos tudo hoje, principalmente na marcação. Mas isso acontece às vezes, só não podemos perder o foco daqui para frente”, lamentou Êga após o término do jogo.
(Supercopanordeste.com)
Considerada uma das maiores revelações do basquete feminino, a jogadora Iziane Castro Marques já acumulou várias conquistas durante a sua carreira. Estreou na seleção brasileira adulta em 2001, com 19 anos, conquistando o título da Copa América no estado onde nasceu, o Maranhão.
Única representante da região Norte/Nordeste na seleção brasileira de basquete.
Na entrevista abaixo, a atleta Iziane Castro Marques fala do Maranhão, a sua terra natal, e da experiência de jogar na seleção brasileira e no basquete internacional.
Você começou jogando basquete pelo time Beto Sport’s. Como foi o início da sua carreira no Maranhão?
“Comecei a jogar basquete com 12 anos, no Beto Sport’s Batista. O Beto tinha uma loja de uniforme esportivo e resolveu criar um time e se federar. Como ele não tinha quadra, passou a treinar a sua equipe no Colégio Batista, onde eu estudava. Passei a jogar pelo Beto Sport’s e, em 1997, participamos da Taça Brasil, em São José do Rio Preto. Foi quando recebi um convite para jogar em São Paulo. Tinha 15 anos e resolvi encarar esse desafio. Deixei a minha família e a minha terra e optei por jogar basquete.”
Como é ser a única representante da região Norte/Nordeste na seleção brasileira?
“É uma honra muito grande estar entre as principais jogadoras brasileiras. No esporte, há um monopólio de grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, que são regiões mais desenvolvidas, onde há mais patrocínio e mais facilidade de formar atletas. Portanto, ter nascido no Maranhão e chegar à seleção brasileira é motivo de muito orgulho para mim.”
Qual foi a emoção de conquistar o título de campeã da Copa América, em 2001, jogando pela seleção brasileira na cidade em que você nasceu?
“De todos os sonhos que tive e penso em ter, posso dizer que essa foi a emoção mais forte da minha carreira. Jogar pela seleção brasileira em São Luís, no Maranhão, depois de estar tanto tempo fora de casa, vivendo em São Paulo, e ainda ser campeã, foi um momento glorioso da minha vida, que nunca vou esquecer. Foi além do que eu havia sonhado.”
Você sente falta do Brasil e do Maranhão quando está jogando na Europa e na WNBA?
“Sim, sinto falta de tudo. Tenho saudade de escutar o nosso idioma e da comida brasileira. Gosto muito de comer e sinto falta dos pratos de que mais gosto: arroz com carne seca, vatapá, torta de camarão, pescada à escabeche e caranguejo com arroz de toucinho. Também sinto falta das festas populares do Maranhão. Gosto muito do Carnaval de São Luís, que é muito animado, e da festa de São João, com as danças de bumba-meu-boi, cacuriá e tambor de crioula. São festas que envolvem todo Estado e sinto uma imensa saudade disso tudo.”
Como você analisa a sua experiência na Europa e na WNBA? Como esse desafio afetou a sua vida pessoal e profissional?
“Saí de casa aos 15 anos para jogar em São Paulo. Amadureci muito rápido porque tinha que resolver tudo sozinha. Fora do país, passei a lidar com novas culturas, com hábitos diferentes dos nossos. Não foi fácil, mas procurei tirar proveito dessa experiência da melhor forma possível e hoje me sinto mais forte para enfrentar a vida.”
(Supercopa Nordeste de Basquete é evento organizado pela LNB - Liga Nordeste de Basquetebol).
Quem vê o “dublê de Papai Noel” andando por Cabo Frio vestindo a camisa do Fluminense dificilmente imagina que se trata de um dos maiores jogadores da história do basquete carioca e brasileiro. Sérgio Macarrão, único medalhista olímpico da história do Botafogo de Futebol e Regatas, vice-campeão mundial com a Seleção Brasileira e ex-jogador de todos os quatro grandes do Rio de Janeiro, hoje é um vovô-garoto de 63 anos, coordenador técnico do time do Cabo Frio/Sika, semifinalista do Campeonato Carioca Adulto de Basquete e um dos responsáveis pelo projeto que vem transformando o basquetebol em uma das atrações da garotada da cidade, saindo das sombras do futsal, esporte soberano na cidade litorânea do estado. (more…)
November 19, 2008
Segunda coluna semanal do Basketbrasil por Paulo Roberto Araujo Filho, publicada editada no Jornal da Placar (www.placar.com.br) nesta quarta-feira (19/11/2008), versão na íntegra a seguir:
Lance Armstrong, ciclista americano sete vezes campeão da Volta da França, é o mais ilustre sobrevivente de um câncer testicular no esporte mundial. “A Volta do Ano”, esse é um título apenas simbólico que o pivô brasileiro Nenê merece ter por seu retorno ao Denver fazendo seu melhor início de temporada na NBA após superar essa grave doença. O lance dele é o braço forte (não resisti ao trocadilho com a tradução do nome de Armstrong), Nenê continua sendo mais um enterrador e um brigador debaixo da cesta do que um jogador de técnica refinada ou ganhador de títulos, mas sua história de recuperação das cinzas à titularidade deveria ser mais reconhecida no Brasil.
Infelizmente, ele acabou caindo na vala comum das críticas aos que não defenderam a Seleção de basquete no Pré-Olímpico. Em Pequim, questionaram seu “patriotismo” até numa coletiva com o companheiro de Denver Carmelo Anthony, que entrou na onda por não saber detalhes do processo pós-operatório do brazuca, depois da cirurgia em janeiro vieram sessões de quimioterapia e uma lesão no púbis como efeito colateral do esforço para voltar às quadras. Mas agora ele está com tudo, são oito jogos consecutivos marcando mais de 10 pontos e o melhor índice de aproveitamento de toda a liga nos arremessos de quadra (64,1%), está até finalizando bem com as duas mãos a ponto de ser chamado de ambidestro pelo técnico George Karl.
Polêmicas à parte, a Seleção ainda precisa de um pivô forte no garrafão, e é intrigante pensar no revezamento que o Brasil pode fazer com Nenê, Tiago Splitter e Anderson Varejão. Quem sabe até uma formação mais alta com os três grandões de 2,11m na quadra ao mesmo tempo dê o que falar, com Varejão jogando de ala, para provar que melhorou mesmo seu arremesso de fora do garrafão. É um trunfo na manga para encarar adversários internacionais de peso como a Grécia, com um rebote mais seguro para os rápidos jogadores do perímetro como Leandrinho, Alex e Marcelinho Huertas explorarem seus talentos ofensivos chutando ou infiltrando.
A CBB precisa buscar um compromisso deles para o novo ciclo olímpico desde já, pensando na Copa América 2009. Mas sem essa de cobrar que algum deles seja o líder, o sentido coletivo tem de prevalecer. Líder isolado bom com a camisa amarela é o Armstrong na Volta da França, no basquete todos são profissionais à altura para assumir a responsabilidade de forma compartilhada. Por falar nisso, o ciclista Lance está falando em correr a prova mais famosa do mundo no próximo ano. Talvez com uma mudança de rumos na gestão do basquete nacional, Nenê também se disponha a coroar sua recuperação ajudando a Seleção a dar uma volta por cima com uma boa classificação para o Mundial de 2010. Quem é sobrevivente que não desista nunca.
November 14, 2008
Na final do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Argentina por 54 a 41 (25 a 15 no intervalo), em jogo disputado em Assunção, Paraguai. A cestinha da partida foi a argentina Diana Cabrera com 13 pontos. A principal pontuadora brasileira foi a ala-pivô Ana Jéssica Pinto com oito pontos. Com o resultado, a Argentina ficou com o título e o Brasil foi vice-campeão. Na preliminar, o Paraguai venceu o Equador por 66 a 59 e garantiu a última vaga para a Copa América Pré-Mundial Sub-16, em 2009, junto com Brasil e Argentina.
“Não fizemos um bom jogo, principalmente no ataque. O nosso aproveitamento ofensivo foi ruim e isso nos levou à derrota. A Argentina é um bom time, mas jogou muito em cima dos nossos erros. No terceiro período, melhoramos a defesa e diminuímos a diferença para cinco pontos. Mas continuamos falhando nas finalizações e perdemos a partida. Agora é trabalhar para corrigir os erros, pois essa equipe tem condições de evoluir muito até a Copa América do ano que vem”, analisou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 41 (8 + 7 + 11 + 15)
Drielle (7 pontos), Erika (4), Ana Jéssica (8), Raquel (2 pontos e 9 rebotes) e Thamara (4 pontos e 6 rebotes). Entraram depois: Bruna (3), Natália (2), Júlia (2), Martha (3), Thuanny (3), Maria Claudia (2) e Sheila (1).
ARGENTINA 54 (11 + 14 + 15 + 14)
Favre (4 pontos), Cabrera (13), Martinez (3), Gretter (12) e Acosta (11). Entraram depois: Vazquez (3), Diaz (3), Pilotti (5), Zetzsche (0) e Sancisi (0).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar – Chile 66 x 22 Bolívia
Fase semifinal
Argentina 61 x 41 Paraguai e Brasil 75 x 33 Equador
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
Disputa da medalha de bronze: Paraguai 66 x 59 Equador
Disputa da medalha de ouro: Argentina 54 x 41 Brasil
Classificação final:
1º- Argentina; 2º- Brasil; 3º- Paraguai; 4º- Equador; 5º- Chile; 6º- Bolívia.
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 13, 2008
O ala brasileiro Guilherme Giovannoni foi um dos convidados da rádio Futurshow Station, a estação oficial do Virtus Bologna, nesta quarta-feira. O lateral falou de vários tópicos, como o começo ruim do compatriota Marcelinho Huertas pelo Fortitudo Bologna e a expectativa de que o Virtus vá disputar o título. Mais importante, Gui, como é chamado pela imprensa italiana, afirmou que deseja voltar à Seleção Brasileira para o próximo ciclo olímpico, após pedir dispensa do Pré-Olímpico Mundial deste ano.
Execrado junto aos jogadores da NBA que pediram dispensa, assim como Valtinho e Paulão Prestes, Guilherme ficou em Bolonha por causa de complicações na gravidez da esposa. No ano anterior, o ala também havia pedido dispensa dos Jogos Pan-Americanos por causa de uma cirurgia na boca, mas disputou o Pré-Olímpico de Las Vegas. Questionado pela rádio se havia abandonado a Seleção Brasileira de vez, Giovannoni foi claro: “Este ano, eu tive de renunciar por problemas na família. Se eles me chamarem novamente, ficarei feliz em retornar”.
Deve ser suficiente para acabar com especulações de que o ala tinha outra motivação escondida para não atender à convocação; boatos circularam pela imprensa brasileira que o grupo de dispensados na verdade protestava pela forma que a CBB administrou a convocação, outros davam conta que o sexteto estava descontente com a contratação de um técnico estrangeiro, o espanhol Moncho Monsalve.
Além disso, Giovannoni defendeu o ex-companheiro de Seleção Huertas, que não vem repetindo com o Fortitudo as boas atuações do ano passado, quando brilhou no iurbentia Bilbao Basket da Espanha. O armador está lidando com lesões desde o início do campeonato. “Conheço Huertas e sei que jogador ele é. Não acho que ele esteja com dificuldades, mas sei que se ele trabalhar e se esforçar, com a ajuda de seu time, irá jogar bem. Talvez leve mais do que o esperado para se adaptar melhor à nova realidade”, disse Giovannoni.
Ademais, Guilherme se mostrou otimista para o futuro do Virtus sob o comando no novo técnico, Matteo Boniciolli: “Será normal ver um novo tipo de entusiasmo e atitude por parte de todos os jogadores. Agora não importam mais os contratos ou o que cada um fez nas partidas passadas, porque com o novo técnico, todo mundo quer ver o que fará pelo time. Acho que seria anormal não ver uma mudança”.
Assim como o dono do time, Claudio Sabatini, o ala acredita que o Virtus pode competir com os dois principais times da Itália no momento, o Montepaschi Siena e o Lottomatica Roma. “Acho que o potencial está aqui, nós temos de achar a química ideal para vencer jogos. Agora, estamos saindo de duas derrotas consecutivas e de uma mudança de treinador, mas temos de ficar calmos e pensar em trabalhar bem para vencer o próximo jogo”, disse Guilherme.
No próximo domingo, o Virtus La Fortezza Bologna joga em casa, no Futurshow Station, contra o Solsonica Rieti, 12º colocado com 2v-3d. O Virtus está empatado com outros três times na quarta posição, com 3v-2d.
A vitória sobre o Equador por 75 a 33 (31 a 20 no intervalo) na quarta-feira à noite garantiu a Seleção Brasileira Sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, na final do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. Os destaques da partida com duplo-duplo foram as pivôs brasileiras Sheila Nunes, com 13 pontos e 11 rebotes, e Raquel Dudzevich, com 11 pontos e 11 rebotes. A principal pontuadora do Equador foi Ximena Elizalde com sete pontos. O Brasil disputa o título nesta quinta-feira às 22h30min (de Brasília) contra a invicta Argentina, que venceu o Paraguai por 61 a 41 na outra semifinal.
“Fomos um pouco devagar no primeiro tempo. Fechamos na frente, mas não defendemos bem e atacamos sem criatividade. Conversei com as meninas no intervalo e lembrei mais uma vez que o jogo valia vaga para final e para a Copa América. No segundo tempo, o time esteve mais atento tanto na defesa quanto no ataque. Agora temos um jogo decisivo pela frente. Conseguimos o primeiro objetivo que era a classificação e vamos buscar o título. O grupo já assimilou a derrota para a Argentina e tem consciência de que tem condições de vencer. Diferente dos outros anos, as argentinas contam com uma pivô muito boa. Elas também são muito eficientes nos arremessos de três pontos. Mas o nosso time também é muito talentoso. Vamos jogar de igual para igual e buscar mais essa conquista para o Brasil”, comentou o técnico César Guidetti.
Brasil e Argentina já estão classificados para a Copa América Pré Mundial Sub-16, em 2009. A terceira e última vaga sairá do confronto Paraguai x Equador, que disputam a medalha de bronze às 20h30min.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 75 (15 + 16 + 29 + 15)
Drielle (5 pontos), Erika (16), Ana Jéssica (2), Júlia (2) e Raquel (11 pontos e 11 rebotes). Entraram depois: Sheila (13 pontos e 11 rebotes), Bruna (8), Thuanny (3 pontos e 6 rebotes), Natália (10), Thamara (3 pontos e 7 rebotes), Martha (2) e Maria Claudia (0 e 7 rebotes).
EQUADOR 33 (8 + 12 + 8 + 5)
Racines (3), Elizalde (7), Baño (3), Perez (7) e Cordero (6). Entraram depois: Regalado (4), Tarcan (0), Medina (2), Guallichico (0), Vargas (0), Fernandez (0) e Granda (1).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar – Chile 66 x 22 Bolívia
Fase semifinal
Argentina 61 x 41 Paraguai e Brasil 75 x 33 Equador
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
Disputa da medalha de bronze: Paraguai x Equador (20h30min)
Disputa da medalha de ouro: Argentina x Brasil (22h30min)
OBS: Horário de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 12, 2008
Caros leitores do Basketbrasil e do Show das Quadras.com.br, fui convidado na semana passada a escrever uma coluna semanal de basquete no novo jornal da Placar que já está circulando em São Paulo, e com grande alegria aceitei colaborar com este novo projeto a pedido dos colegas ex-LANCE! Fernando Poffo e André Rizek, torcendo pelo sucesso da empreitada que abriu mais este espaço para nossa modalidade na imprensa esportiva brasileira. O espaço é pequeno, portanto tivemos de editar bastante o texto inaugural, que pode ser conferido no site www.placar.com.br
O objetivo da coluna é falar do basquete para um público não muito especializado, que acompanha mais futebol na verdade, porém tem um potencial de aprender a gostar mais da modalidade da bola laranja, que já foi o segundo esporte do Brasil e agora está tão esquecida na mídia.
Mas para os fãs do Basketbrasil, resolvi republicar hoje o texto na íntegra, marcando o retorno da minha coluna semanal “De Chuá” a ser publicada às quartas-feiras, nosso webmaster ainda vai criar um espaço específico para esta nova peça, mas pela foto espero que vocês já tenham ficado curiosos: o que tem a ver o Barack Obama com a Seleção Brasileira? Leia o texto e se quiser mande seus pitacos pelo e-mail praraujo@hotmail.com ou redacao@basketbrasil.com.br, nossa área de comentários ainda está pendente de revisão técnica.
Título da coluna: Seleção Brasileira precisa de uma central de relacionamento
A imagem mais marcante que vi de um basqueteiro americano na semana não veio de um clipe de melhores jogadas da NBA ou das recentes boas atuações dos três brasileiros na liga americana. A cena de TV que mais me surpreendeu foi a do “jogador de fim-de-semana” e agora primeiro presidente negro dos EUA, Barack Obama, telefonando ele mesmo para eleitores indecisos no dia da eleição.
Naquela hora, lembrei que a convocação para a Seleção Brasileira com novo comando em pleno ano olímpico foi feita de forma impessoal, pela internet, divulgada para a imprensa antes de o técnico Moncho Monsalve sequer ter conversado com Leandrinho, Anderson Varejão e Nenê. Pelo menos para saber o mínimo por telefone: como eles estavam fisicamente, a posição oficial de suas equipes sobre a liberação ou seguro, se tinham algo contra um estrangeiro no comando, se assumiriam mesmo o compromisso de evitar a ausência do basquete masculino brasileiro pela terceira Olimpíada consecutiva.
Entre outros erros, a CBB falhou na sua função de central de relacionamento, e deu no que deu: debandada geral de jogadores com lesões atestadas pelos médicos dos clubes, fracasso no Pré-Olímpico, e o trio brasileiro da NBA (até Nenê em tratamento pós-câncer) acabou sendo crucificado aos quatro ventos pelo ídolo passional Oscar, o tipo de desabafo que não leva a nada e gera mais desunião no que já é desunido.
A derrota em Atenas deixou claro que a Seleção não tem opções de talento para abrir mão de seus grandes nomes internacionais. Reunir todos eles é só o primeiro passo, e ajudaria bastante se houvesse esse acompanhamento mais atento de suas carreiras, não apenas uma vez por ano na época da competição. Além disso, Moncho teria de vender aos comandados seu conceito europeu de basquete mais coletivo, cadenciado, com mais defesa e menos arremessos forçados. Bastaria um telefonema diplomático no estilo Obama, não uma ameaça de corte assim que Leandrinho anunciou na TV o problema no joelho semanas antes da apresentação.
Mas no Brasil, infelizmente, o jeito sargentão para os técnicos ainda é mais bem visto que o estilo “administrador de egos” personificado pelo “Mestre-Zen” Phil Jackson no Los Angeles Lakers. Um resultado internacional expressivo para reerguer a Seleção não será obra de um “salvador da pátria”, nenhum dos destaques desta nova geração é capaz de carregar um time nas costas no nível mais alto, mas com tantos talentos individuais valorizados nos seus times na Europa e nos EUA, o Brasil tem plenas condições de formar um grupo forte no próximo ciclo olímpico. Falta alguém com perfil agregador para unir os 12 melhores nomes possíveis, acima de vaidades ou divergências pessoais.
Não é uma questão de privilégios para esse ou aquele jogador, mas de respeito e proximidade com qualquer atleta convocável, afinal são eles que no final das contas vão resolver as coisas dentro da quadra. O sistema de jogo iniciado por Moncho até pareceu promissor, mas os “jogadores-eleitores” precisam comprar o projeto, é a arte do convencimento, um bom plano contra um estado de crise.
Se o país mais rico do mundo pôde superar seu histórico racista e eleger um negro presidente, com uma boa dose de marketing pessoal, ainda acredito que a Seleção possa começar a reverter suas mazelas tratando seus jogadores com mais consideração. Já temos poucos candidatos a ídolos no basquete brasileiro hoje, e ainda atiramos pedras nos que são vitrines, com certeza não é o melhor caminho.
Paulo Roberto Araujo Filho
Editor e redator Basketbrasil
November 11, 2008
Brasil x Equador (20h de Brasília) e Argentina x Paraguai (22h). Esses são os confrontos desta quarta-feira pela semifinal do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. Os vencedores decidem o título na quinta-feira, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze. Os três primeiros colocados garantem a vaga para a Copa América Pré-Mundial Sub-16 de 2009, em Mendoza, na Argentina, que é classificatório para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.
Terça-feira à noite, pela última rodada da fase de classificação, o Brasil foi superado pela Argentina por 66 a 54 (31 a 22 no primeiro tempo). As cestinhas da partida foram as argentinas Julieta Vasquez e Melisa Gretter, com 17 e 15 pontos, respectivamente. A principal pontuadora brasileira foi Ana Jéssica com 12 pontos. A rodada teve ainda Chile 71 x 37 Bolívia e Paraguai 52 x 63 Equador.
“Fizemos um bom primeiro período, mas no segundo quarto não conseguimos manter o mesmo ritmo e eles fecharam nove pontos na frente (31 a 22). No terceiro período voltamos a jogar bem na defesa e no ataque e reduzimos a diferença para cinco pontos (45 a 40). No último quarto conseguimos empatar em 54 a 54 e tivemos a chance de liderar o placar. Só que nos dois minutos finais cometemos erros no ataque e cometemos faltas bobas que acabaram sendo decisivos para o resultado final. Agora é pensar no Equador, ganhar o jogo e garantir a vaga na Copa América. Depois vamos nos focar na final. Apesar da derrota o grupo está muito bem e confiante no título”, analisou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 54 (12 + 10 + 18 + 14)
Drielle (11 pontos), Bruna (5), Ana Jéssica (12 pontos e 6 rebotes), Júlia (4) e Raquel (5 pontos e 10 rebotes). Entraram depois: Érika (9), Martha (0), Sheila (0), Thamara (8 e 10 rebotes), Maria Cláudia (0) e Thuanny (0).
ARGENTINA 66 (10 + 21 + 14 + 21)
Martinez (6 pontos), Favre (0), Gretter (15), Acosta (8) e Evangelina (0). Entraram depois: Vasquez (17), Pilotti (3), Cabrera (12), Diaz (5) e Sancisi (0).
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile 71 x 37 Bolívia, Argentina 66 x 54 Brasil e Paraguai 52 x 63 Equador
Classificação:
1º- Argentina – 10pts (cinco vitórias); 2º- Brasil – 9pts (quatro vitórias e uma derrota); 3º- Equador – 8pts (três vitórias e duas derrotas); 4º- Paraguai – 7pts (duas vitórias e três derrotas); 5º- Chile – 6pts (uma vitória e quatro derrotas); 6º- Bolívia – 5pts (cinco derrotas).
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
18h – Disputa de 5º e 6º lugar – Chile x Bolívia
Fase semifinal
Brasil x Equador (20h) e Argentina x Paraguai (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horário de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
Nem bem o campeonato começou e os Cavs já vão mostrando o que podem ser capazes de fazer na temporada 2008/2009 da NBA. E um dos pontos de desequilíbrio em favor do Cleveland Cavaliers vem sendo o ala Anderson Varejão, que, em poucos jogos no ano, conseguiu ótimas médias e marcas individuais expressivas, mostrando que é uma peça-chave no esquema de Mike Brown na competição. Elogiado pelas boas atuações na defesa, Varejão vem se destacando também no ataque, na última sexta-feira, dia 7, estabeleceu seu recorde de pontos na liga americana: 18, na apertada vitória sobre o Indiana Pacers. Contra os Bulls, no sábado, mais 13 pontos. Os Cavs ocupam a terceira posição na Conferência Leste (5v-2d) e enfrentam o Milwaukee Bucks, em 10º lugar no Leste, na noite desta terça-feira, dia 11, a partir das 22h (horário de Brasília), no Quicken Loans Arena. Anderson credita o bom momento à boa pré-temporada e ao sistema de jogo da equipe.
“Estou me sentindo mais solto em quadra e conseguindo ajudar mais a equipe. Eu não tive férias esse ano, precisei me recuperar de duas contusões que me atrapalharam muito no fim da temporada passada e o trabalho da pré-temporada está aparecendo. Fico feliz de estar ajudando mais o time, podendo ser mais útil”, afirmou o ala, da Seleção Brasileira, que mantém médias superiores a oito pontos e cinco rebotes na competição. “Temos um jogo difícil contra o Bucks, mas estamos crescendo e temos que tirar proveito do mando de quadra, porque uma vitória nos deixa em situação muito boa na classificação”, completou.
Depois de enfrentar o Milwaukee Bucks, o Cleveland Cavaliers encara o Denver Nuggets, do pivô brasileiro Nenê, em casa, no dia 13.
(Databasket.com.br)
November 10, 2008
O Brasil derrotou o Paraguai por 74 a 41 (35 a 22 no primeiro tempo) pela quarta rodada do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. A cestinha da partida foi a ala-pivô Ana Jéssica, com 16 pontos. As principais pontuadoras paraguaias foram Maria Peralta e Francesca Sallustro, ambas com nove pontos. A rodada teve ainda Argentina 77 x 38 Bolívia e Equador 55 x 43 Chile. Com esses resultados, a Seleção Brasileira lidera junto com a Argentina com oito pontos (quatro vitórias) e as duas equipes decidem nesta terça-feira às 20h (de Brasília) o primeiro lugar na fase de classificação.
“Não fizemos um bom primeiro tempo. A defesa esteve um pouco desatenta na marcação e erramos bolas fáceis no ataque. Na etapa final, a equipe voltou mais ligada e conseguimos impor nosso ritmo de jogo. Mais uma vez pude fazer o rodízio e utilizei 11 das 12 jogadoras. Apenas a Natália foi poupada por recomendação médica. A partida contra a Argentina será equilibrada já que as duas seleções estão no mesmo nível. Embora estejamos classificados para a semifinal, vamos entrar buscando a vitória. Alcançamos o primeiro objetivo que era ficar entre os quatro. O próximo passo é ganhar a semifinal e garantir a vaga na Copa América”, explicou o técnico César Guidetti.
O Campeonato Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América/Pré-Mundial Sub-16 de 2009, em Mendoza, na Argentina. A competição irá garantir vaga para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 74 (19 + 16 + 17 + 22)
Drielle (10 pontos), Érika (7), Ana Jéssica (16), Raquel (5 pontos e 10 rebotes) e Martha (0). Entraram depois: Bruna (7), Júlia (8 pontos e 8 rebotes), Thuanny (8), Sheila (11 pontos e 8 rebotes), Maria Cláudia (2) e Thamara (0).
PARAGUAI 41 (10 + 12 + 12 + 7)
Cardozo (3 pontos), Peralta (9), Sallustro (9), Gimenez (6) e Britez (4). Entraram depois: Cristaldo (3), Cabrera (0), Talavera (0), Vilalba (1), Chavez (4) e Arguello (2).
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai 42 x 85 Argentina
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina 77 x 38 Bolívia, Equador 55 x 43 Chile e Brasil 74 x 41 Paraguai
Classificação:
1º- Brasil e Argentina – 8 pontos (quatro vitórias); 3º- Paraguai e Equador – 6 pontos (duas vitórias e duas derrotas); 5º- Chile e Bolívia – 4 pontos (quatro derrotas)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugares (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 9, 2008
O Brasil derrotou o Chile por 71 a 43 (42 a 22 no primeiro tempo) pela terceira rodada do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. A cestinha e destaque da partida foi a pivô Raquel Drummond que marcou um duplo-duplo: 10 pontos e 12 rebotes. As principais pontuadoras chilenas foram Fernanda Santander e Francesca Bustos, ambas com oito pontos. Com o resultado, o Brasil soma seis pontos em três jogos (três vitórias). A Seleção Brasileira volta à quadra nesta segunda-feira às 22h (de Brasília) para enfrentar o Paraguai.
“Começamos a partida muito bem, imprimindo nosso ritmo de jogo e fazendo uma defesa forte para não dar chance ao adversário. Com isso, terminamos o primeiro tempo com uma vantagem de 20 pontos (42 a 22). Mais uma vez, tive a oportunidade de utilizar as 12 jogadoras e mesmo com as mudanças a equipe manteve o mesmo padrão. Estou muito feliz com o rendimento do grupo. Contra o Paraguai precisamos manter a mesma postura para conquistar a quarta vitória”, analisou o técnico César Guidetti.
A equipe dirigida pelo técnico César Guidetti encerra a participação na primeira fase na terça-feira contra a Argentina. O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América/Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 71 (22 + 20 + 15 + 14)
Drielle (9 pontos), Érika (6), Ana Jéssica (7), Raquel (10 pontos e 12 rebotes) e Martha (8). Entraram depois: Júlia (9), Bruna (7), Thuanny (2), Thamara (0), Natália (2), Sheila (9 pontos e 8 rebotes) e Maria Cláudia (2).
CHILE 43 (11 + 11 + 5 + 16)
Riquelme (5 pontos), Santander (8), Sólis (0), Piño (7) e Vasquez (2). Entraram depois: Elisette (6), Bustos (8), Perez (1), Moya (0), Arce (2), Gatica 2) e Constanza (2).
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador 42 x 59 Argentina e Chile 57 x 64 Paraguai
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia 29 x 86 Equador, Brasil 71 x 43 Chile e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugares (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 8, 2008
O Brasil ganhou da Bolívia por 86 a 9 (34 a 3 no intervalo) na segunda rodada do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. A cestinha da partida foi a armadora Thuanny Pinto, com 12 pontos pelo Brasil. A principal pontuadora boliviana foi Yeshira Velásquez com três pontos. A Seleção Brasileira volta à quadra neste domingo às 20h (de Brasília) para enfrentar as chilenas. A equipe dirigida pelo técnico César Guidetti terá como adversários ainda na primeira fase o Paraguai (segunda) e a Argentina (terça). O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.
“Sabíamos da fragilidade da Bolívia e coloquei como desafio para o grupo jogar com regularidade e foco os quarenta minutos. E foi assim. O time jogou mais solto e dominou as bolivianas o tempo todo. Pude revezar bem a equipe, dando mais experiência às atletas que atuaram pouco na estréia. Isso será importante para as partidas futuras. O Chile, nosso próximo adversário, é mais forte do que a Bolívia e precisamos ter atenção redobrada”, explicou o técnico César Guidetti.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 86 (19 + 15 + 31 + 21)
Drielle (8 pontos), Érika (10), Ana Jéssica (10), Raquel (10) e Martha (4). Depois: Júlia (4), Thuanny (12), Sheila (3 pontos e 8 rebotes), Natália (4), Bruna (10), Thamara (3) e Maria Cláudia (8 pontos e 7 rebotes).
BOLÍVIA 9 (1 + 2 + 5 + 1)
Larrazabal (0), Solis (2), Agreda (1), Corales (0) e Garcia (2). Depois: Rodriguez (1), Velásquez (3), Bravo (0) e Roca (0).
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai 71 x 40 Bolívia
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia 9 x 86 Brasil, Equador x Argentina (20h) e Chile x Paraguai (22h)
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 7, 2008
O Brasil venceu o Equador por 64 a 50 (28 a 30 no primeiro tempo) na estréia do 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que está sendo disputado em Assunção, no Paraguai. A cestinha da partida foi a equatoriana Yoselin Baño com 23 pontos. A principal pontuadora brasileira foi a pivô Raquel Dudzevich com 11 pontos. A Seleção Brasileira volta à quadra neste sábado às 18h (de Brasília) para enfrentar a Bolívia. A equipe dirigida pelo técnico César Guidetti terá como adversários ainda na primeira fase o Chile (domingo), o Paraguai (segunda) e a Argentina (terça). O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 64 (20 + 6 + 21 + 17)
Drielle (10 pontos), Érika (8), Ana Jéssica (5) , Raquel (11) e Martha (6). Entraram depois: Thamara (7), Sheila (6), Thuanny (0), Natália (0) Bruna (6) e Júlia (5).
EQUADOR 50 (9 + 21 + 6 + 14)
Regalado (3 pontos), Elizalde (11), Baño (23), Perez (5) e Cordero (3). Entraram depois: Racines (0), Vargas (2), Granda (3), Guallichico (0) e Medina (0).
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina 59 x 41 Chile, Brasil 64 x 50 Equador e Paraguai x Bolívia (22h)
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia x Brasil (18h), Equador x Argentina (20h) e Chile x Paraguai (22h)
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
Técnico da seleção brasileira feminina não é exclusivo e está sem receber salários da Confederação brasileira de Basquete
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
Paulo Bassul diz que seu problema é mais profissional que financeiro. Como a Seleção Brasileira feminina de basquete está sem jogar desde a eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, o técnico Paulo Bassul parou de receber salários da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Agora, como Ourinhos perdeu a final do Campeonato Paulista para o Catanduva, Bassul passou a procurar emprego, pois foi demitido.
Na Seleção ele só voltará a trabalhar em agosto de 2009, quando a equipe vai se preparar para a Copa América. Bassul tem contrato com a CBB até o Mundial de 2010, mas precisa de um emprego logo.
“Não sou exclusivo da seleção. Até a época dos compromissos não recebo. Por isso, a discussão é descabida. Fico no aguardo de uma possibilidade. Não recebi proposta. Estou há quase dois meses nesta situação. Precisamos de mais investimento para novas equipes. O mercado é restrito. Vou tocando minha vida. Minha esposa trabalha, e então o maior problema é o profissional, não o financeiro”, afirma o técnico ao jornal “O Globo”.
Link para matéria com foto: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL853140-15060,00.html
November 6, 2008
A Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete está pronta para a estréia contra o Equador nesta sexta-feira às 20h (de Brasília) no 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado em Assunção, no Paraguai. As brasileiras enfrentarão ainda na primeira fase a Bolívia (sábado), o Chile (domingo), o Paraguai (segunda) e a Argentina (terça). O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.
A armadora Drielle Nascimento não esconde a ansiedade por estar na véspera de sua primeira competição oficial, mas garante que a equipe vai entrar concentrada e confiante rumo à primeira vitória na competição.
“Confesso que estou um pouco nervosa, afinal é a minha primeira seleção brasileira. Mas acho que essa ansiedade é normal. Chegamos cinco dias antes da estréia e isso nos ajudou a entrar no clima de competição oficial. Crescemos muito nos treinos e amistosos. No primeiro jogo não fomos muito bem, principalmente na defesa. Já no segundo, marcamos com mais eficiência e o ataque saiu bem. A tendência é atuarmos ainda melhor contra o Equador e começar a competição com o pé direito.”
A pivô Martha Imoniana também está confiante na evolução da equipe e afirma que o time está muito unido em busca do título.
“A equipe está pronta. Fizemos bons treinos, dois amistosos e melhoramos bastante. A expectativa é de vitória contra o Equador para começar bem o campeonato. Pelo que vimos aqui os times são baixos e temos que aproveitar ao máximo a altura das nossas pivôs para fechar o garrafão. O grupo está totalmente focado no objetivo de ser campeão.”
De acordo com o regulamento do Sul-Americano, na primeira fase as seis seleções jogam entre si, em turno único. As quatro primeiras colocadas se classificam para a semifinal no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
SELEÇÃO SUB-15 FEMININA
JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE
4. Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
5. Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)
6. Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
7. Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
8. Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
9. Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
10. Maria Cláudia Teixeira – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
11. Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
12. Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
13. Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
14. Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
15. Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m
COMISSÃO TÉCNICA
Técnico: César Guidetti
Assistente técnica: Vânia Paulette
Médico: Dr. Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina x Chile (18h), Brasil x Equador (20h) e Paraguai x Bolívia (22h)
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia x Brasil (18h), Equador x Argentina (20) e Chile x Paraguai (22h)
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
November 4, 2008
A Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete treinou no ginásio do Olímpia, em Assunção, onde serão disputadas as partidas do 15º Campeonato Sul-Americano da categoria. A equipe chegou ao Paraguai segunda-feira à noite e está hospedada no Hotel City. O Brasil estréia contra o Equador nesta sexta-feira, às 20h (de Brasília). As brasileiras enfrentarão ainda na primeira fase a Bolívia (sábado), o Chile (domingo), o Paraguai (segunda) e a Argentina (terça). O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si. As quatro primeiras colocadas disputam a semifinal no sistema de cruzamento olímpico (1º x 4º e 2º x 3º). Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.
Para o técnico César Guidetti, chegar em Assunção cinco dias antes da estréia foi ótimo para a jovem equipe brasileira.
“Chegar no local da competição com antecedência permite ao grupo treinar, jogar e se adaptar bem ao país e à quadra de jogo. Isso ajuda também a diminuir a ansiedade das atletas, que estão estreando em competições oficiais”, disse o treinador.
Guidetti está confiante na qualidade técnica da equipe, que busca o título da competição.
“A expectativa é a melhor possível. É uma geração muito boa que está nascendo para o basquete nacional. O grupo está tranqüilo, treinando com dedicação e seriedade. Queremos o título e vamos lutar com garra para manter a hegemonia do continente”, concluiu César.
SELEÇÃO SUB-15 FEMININA
JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE
4. Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
5. Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)
6. Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
7. Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
8. Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
9. Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
10. Maria Cláudia Teixeira – Ala/Pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
11. Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
12. Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
13. Raquel Dudzevich – Pivô – 1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
14. Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
15. Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m
COMISSÃO TÉCNICA
Técnico: César Guidetti
Assistente técnico: Vânia Paulette
Médico: Dr. Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina x Chile (18h), Brasil x Equador (20h) e Paraguai x Bolívia (22h)
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia x Brasil (18h), Equador x Argentina (20) e Chile x Paraguai (22h)
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugar (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro
OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
October 31, 2008
A Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete realizou nesta sexta-feira no Ginásio do Colégio Salesiano, em Itajaí (SC), o último treino antes do embarque para a disputa do 15º Campeonato Sul-Americano da categoria. A competição será disputada em Assunção, no Paraguai, de 7 a 14 de novembro. Na primeira rodada, marcada para a próxima sexta-feira, o Brasil joga com o Equador, às 20h (de Brasília). As brasileiras terão ainda como adversárias a Bolívia (dia 8), Chile (9), Paraguai (10) e Argentina (11).
“O basquete feminino do Brasil tem uma boa tradição em Sul-Americanos. A Argentina sempre vem como uma das grandes forças depois do Brasil. O Equador vem fazendo há alguns anos um bom trabalho, com continuidade. Em alguns campeonatos, tem chegado entre os quatro semifinalistas. Já o Paraguai vai jogar em casa e é um time veloz, com boas arremessadoras de distância. Nosso time está muito bom, com qualidade técnica. Fizemos mais um amistoso contra a equipe juvenil de Jaraguá do Sul (SC) e ganhamos por 18 pontos. Vamos com o objetivo de ganhar e manter a hegemonia do continente”, afirmou o técnico César Guidetti.
Para a ala Maria Claudia, de 14 anos e 1,77m, é um sonho representar a Seleção Brasileira. A maranhense, que joga na equipe de Beto Sport, viaja para o exterior pela primeira vez.
“Estou muito feliz de estar indo ao Paraguai representar o Brasil. Independentemente do nível dos adversários, treinamos bastante e acredito que estamos preparadas. É a primeira vez que defendo a camisa da seleção e viajo para o exterior. Estou muito ansiosa e sabemos que não será fácil, nem para nós nem para as outras equipes. Somos uma seleção forte e com certeza traremos um resultado positivo”, disse Maria Claudia.
A paranaense Ana Jéssica, de 15 anos, pretende surpreender no Sul-Americano. A ala-pivô de 1,78m, da equipe de São José dos Pinhais, acredita que sua estréia pela seleção será marcada por bons resultados.
“Fiquei muito feliz por ser escolhida para representar meu país. Pretendo me empenhar bastante para não decepcionar. É a primeira vez que defendo a Seleção Brasileira. Nesse Sul-Americano, quero jogar com a cabeça erguida e muito focada em cada jogo para trazermos o melhor resultado possível. Vai ser uma competição dura, mas acho que temos muito potencial e estamos bem treinadas”, explicou Ana Jéssica.
O Campeonato Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América / Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina. A Seleção Brasileira embarca para o Paraguai nesta segunda-feira (dia 3).
SELEÇÃO SUB-15 FEMININA
JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE
Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Maria Cláudia Teixeira – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)
Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m
COMISSÃO TÉCNICA
Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patrício
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Gustavo
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira
TABELA DO SUL-AMERICANO
Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)
Argentina x Chile (18h), Brasil x Equador (20h) e Paraguai x Bolívia (22h)
Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)
Bolívia x Brasil (18h), Equador x Argentina (20h) e Chile x Paraguai (22h)
Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)
Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)
Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)
Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)
Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)
Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)
Quarta-feira (dia 12 de novembro)
Disputa de 5º e 6º lugares (18h)
Fase semifinal
1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)
Quinta-feira (dia 13 de novembro)
Disputa da medalha de bronze (20h)
Disputa da medalha de ouro (22h)
OBS: Horários de Brasília (Paraguai está uma hora atrás).
ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira ficará hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.
(CBB)
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