November 15, 2008
O Charlotte Bobcats surpreendeu na noite desta sexta-feira e bateu o Utah Jazz por 104 a 96 (44 a 43 no intervalo). A partida foi realizada na Carolina do Norte, mas apesar disso o time de Salt Lake City entrou na partida como favorito à vitória. O resultado também comprovou a má fase que o Jazz atravessa, isso porque o time perdeu seus últimos dois jogos e a série de cinco partidas pela costa leste não está sendo bem sucedida, já que a equipe do técnico Jerry Sloan perdeu três das quatro partidas que fez. O Utah terminará sua série de viagens na noite deste sábado contra o Cleveland Cavaliers, de LeBron James e do brasileiro Anderson Varejão.
Carlos Boozer bem que tentou liderar o Jazz com uma bela atuação. O ala-pivô liderou a equipe de Salt Lake City com 26 tentos e 15 rebotes, mas o time sentiu a ausência do armador Deron Williams, que ficou novamente de fora devido a lesão que sofrera no tornozelo esquerdo na pré-temporada e que ainda não está totalmente recuperada. Além de Deron, outros dois jogadores importantes na rotação de Jerry Sloan ficaram de fora, o russo Andrei Kirilenko, que tem uma lesão no dedo indicador, e o turco Mehmet Okur, que cuida de problemas familiares.
“Técnico, estou saindo com a sua filha” (AP Photo/Rick Havner)
Além de Boozer, outros jogadores do time visitante atingiram os dígitos duplos. Os jovens Ronnie Price e Ronnie Brewer, que começaram como titulares, fizeram 14 e 10 tentos , respectivamente. O ala-pivô Paul Millsap assinalou 12 pontos, pegou cinco rebotes e deu dois tocos enquanto que o calouro grego Kosta Koufos contribuiu com nove tentos, dez rebotes e cinco tocos.
Pelo Charlotte Bobcats, que conseguiu sua terceira vitória em oito jogos, o cestinha foi o armador Raymond Felton, autor de 23 tentos. Felton também distribuiu seis passes para cesta, três rebotes e recuperou três bolas. O ala Gerald Wallace teve papel essencial no triunfo. Ele anotou 22 tentos, capturou nove rebotes, recuperou três bolas e deu um toco. O reserva Adam Morrison foi outro que conseguiu dígitos duplos. Ele acertou cinco de seus oito arremessos e terminou o duelo com 15 pontos. O Charlotte não contou com a presença de Jason Richardson, que se recupera de uma lesão no joelho.
Carlos Boozer (de azul) enterra na cara de Gerald Wallace (AP Photo/Rick Havner)
Após o jogo, o técnico do Bobcats, Larry Brown, acredita que os desfalques atrapalharam o Jazz, mas não desmereceu a vitória do seu time: “Naturalmente que os três desfalques atrapalharam as pretensões deles, é óbvio que o time sente um pouco, mas nós não temos nada a ver com isso. Nós jogamos bem e fizemos por merecer a vitória. vencemos Hornets e agora o Jazz, somos um bom time, precisamos apenas de uma sequência, de mais regularidade”, analisou Brown.
Para o técnico do Jazz, Jerry Sloan, seu time não soube resistir a pressão: “Quando eles aplicaram pressão sobre nós, ficamos perdido em quadra não sabíamos o que fazer e foi aí que eles aproveitaram”, declarou o técnico do Utah. “Tomamos muitos arremessos em seguida e não reagimos”, concluiu.
Enquanto que o Jazz (6v-3d) viaja até Cleveland para encarar o Cavs, o Charlotte Bobcats (3v-5d) receberá a visita do Orlando Magic na noite deste domingo.
Confira os melhores lances de Utah x Charlotte
November 12, 2008
O Utah Jazz teve Deron Williams de volta na vitória sobre o Philadelphia 76ers por 93 a 80, na Filadélfia. Após perder os primeiros sei jogos, com uma lesão no tornozelo esquerdo, o armador fez sete pontos e teve nove assistências.
 Williams de volta ao Jazz
“Não sei o que vai acontecer. Foi a primeira partida em seis jogos. Achei que ele jogaria cinco minutos, mas ele jogou mais. Depende dele, quanto tempo ficar em quadra”, falou o treinador Jerry Sloan.
Williams jogou bem mais do que os cinco minutos esperados. O armador ficou 31 minutos em quadra, acertando apenas um de oito arremessos, mas o importante foi voltar à ação.
 Boozer e Dalembert disputam uma bola perdida
“Todos os dias fico mais forte”, disse Williams.
Carlos Boozer liderou o Jazz com 19 pontos e 16 rebotes. Andrei Kirilenko e Ronnie Brewer fizeram 16 pontos, cada. Brewer fez todos seus pontos no quarto período. Andre Miller foi o cestinha do Sixers com 25 pontos, Andre Iguodala fez 15 pontos e pegou 10 rebotes, Elton Brand fez 13 pontos e Samuel Dalembert e Thaddeus Young adicionaram 11 rebotes, cada.
 Young vai para a bandeja com a marcação de Kirilenko
“Vamos continuar trabalhando e mudar a situação”, foi a opinião de Iguodala sobre mais uma derrota do Sixers.
Utah fez 13 dos primeiros 15 pontos do quarto período abrindo uma vantagem de 76 a 69. Uma cesta de três pontos de Brewer, com 4min11s, aumentou a diferença para 83 a 73 e acabou com as chances do Sixers.
Melhores momentos.
November 10, 2008
 Duhon fica pendurado no aro após enterrada
O New York Knicks derrotou o Utah Jazz por 107 a 99, acabando com a invencibilidade co Jazz. Jamal Crawford fez 32 pontos. Zach Randolph fez 25 pontos e pegou 14 rebotes e Chris Duhon adicionou 16 pontos, nove assistências e cinco rebotes.
 Crawford tenta a bandeja contra Brewer
Ainda sem Deron Williams o Jazz teve problemas para organizar o ataque. Carlos Boozer fez 19 pontos e pegou 17 rebotes. Andrei Kirilenko fez 18 pontos e Mehmet Okur ajudou com 17.
“Não cuidamos bem da bola. Foi nossa primeira derrota e vamos aprender com ele”, disse Boozer.
 Mais uma bola desperdiçada pelo Jazz
O Knicks foi para o intervalo perdendo por cinco pontos, mas teve o melhor quarto da temporada. O time da “Grande Maçã” fechou o terceiro período fazendo 11 a 0. Utah não pontuou nos últimos 4min30s do quarto final.
Sem Williams, Utah cometeu 22 turnovers, dando 30 pontos de graça para New York.
“Não posso me preocupar com isso. Ninguém quer saber. Eu também não. Deron Williams é um grande jogador, gostaria de ter ele em quadra, mas ele não está aqui. Isso não quer dizer que você vai para a quadra e tenta jogar a bola fora”, disse o treinador do Jazz, Jerry Sloan.
Com 4min para o final Duhon acertou um arremesso e, logo após, achou Randolph para mais dois pontos, aumentando a vantagem para 98 a 86. Utah não conseguiu diminuir a diferença.
Melhores momentos aqui.
November 2, 2008
Mesmo sem Deron Williams o Utah Jazz bateu um recorde da franquia, com apenas cinco turnovers, e derrotou o Los Angeles Clippers por 101 a 79, em Salt Lake City. Brevin Knight, com seis assistências, Ronnie Price, com sete, comandaram bem o Jazz no lugar do armador principal.
“Eles estão jogando muito bem. Estamos bem sem o D-Will”, disse Carlos Boozer, que fez 25 pontos e pegou 10 rebotes.
 Esforço de Mobley não foi suficiente
Cuttino “Cat” Mobley liderou o Clippers, que está sem Baron Davis e Marcus Camby, com 20 pontos, Chris Kaman adicionou 11 pontos e 12 rebotes.
A vitória veio no segundo tempo. No terceiro quarto o Clippers acertou apenas três dos 20 arremessos. E não pontuou por quase sete minutos entre os quartos finais.
“Ofensivamente jogamos muito bem pelos 48 minutos. Estamos descobrindo as coisas”, falou Phil Johnson, que foi o técnico no lugar de Jerry Sloan, que ficou em casa com sintomas de gripe.
Melhores Momentos em vídeo.
Em Houston o ala Tracy McGrady recuperou-se das primeiras partidas e liderou a vitória do Houston Rockets sobre o Oklahoma City Thunder por 89 a 77. T-Mac fez 22 pontos, Yao Ming adicionou 16, Ron Artest, Luís Scola e Rafer Alston fizeram 10 pontos, cada. Kevin Durant segue tentando carregar o time sozinho, com 26 pontos.
 McGrady encara Durant
Houston acertou apenas 36% de seus arremessos, mas foi bem nos lances-livres, aproveitando 27 de 31.
“No jogo inteiro eles fizeram um bom trabalho, indo para a linha de lance-livre. Você não pode dar essa vantagem para um time tão bom”, disse o treinador do OKC, P.J. Carlesimo.
Houston tinha seis pontos de vantagem após três quartos e fez os primeiros nove pontos do quarto final. Com 10 minutos para o término, o time da casa tinha uma vantagem de 15 pontos. O Thunder não diminuiu a diferença para menos de 10 pontos o resto do jogo.
O Thunder ainda procura a primeira vitória após deixar Seattle por Oklahoma City.
Melhores Momentos em vídeo.
October 29, 2008
Ainda sentindo dores no tornozelo esquerdo, torcido em uma partida de pré-temporada, contra o Chicago Bulls, o armador Deron Williams desfalcará o Utah Jazz na abertura da temporada, na quarta-feira contra o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê.
“Ele fez tudo que podia para voltar. Mas ele ainda não está pronto”, disse o gerente geral do Jazz, Kevin O’Connor.
O’Connor confirmou que o armador pode ficar fora da partida de sábado contra o Los Angeles Clippers.
Williams está correndo, mas ainda faz tratamento no tornozelo.
Ronnie Price vai ganhar a vaga de titular enquanto Williams recupera-se da lesão.
October 21, 2008
Os resultados dos exames feitos pelo armador Deron Williams, do Utah Jazz, foram divulgados na noite desta segunda-feira. Foi informado que a torção no tornozelo esquerdo do atleta não é tão grave quanto se imaginava, mas que, mesmo assim, ele desfalcará o time de Salt Lake City por no mínimo duas semanas, o que deixará o jogador fora da estréia do Jazz na temporada regular contra o Denver Nuggets no dia 29 de outubro.
A equipe médica que realizou os exames disse que apenas os tendões e alguns ossos em torno do tornozelo foram danificados, entretanto os médicos tranquilizaram o atleta e a torcida do Jazz, já que eles descartaram a possibilidade de uma cirurgia no local.
Antes de saber os resultados dos exames o técnico do Jazz, Jerry Sloan, mostrou preocupação com a gravidade da lesão de seu astro: “Logicamente, que você fica preocupado, mas todos nós estamos cientes que podemos passar por isso nesta fase de preparação. Faz parte do negócio”, avaliou o veterano treinador.
Para quem não se lembra ou não acompanhou a história da lesão de Williams, o armador se machucou no último sábado em jogo contra o Chicago Bulls. Logo no início da partida, Deron tentou um arremesso de 3 pontos e acabou caindo involuntariamente em cima do pé de Derrick Rose, armador do Bulls. No lance Williams levou a pior e acabou torcendo o tornozelo esquerdo. Chegou a se especular que a lesão poderia ser séria e que o jogador perdesse boa parte do campeonato.
Com a confirmação da ausência de Deron Williams nas primeiras semanas da temporada regular, o técnico Jerry Sloan estuda a possibilidade de colocar o jovem Ronnie Price parar armar o jogo em Utah. Price afirmou que está preparado para a responsabilidade: “Nós temos um sistema aqui e ele não funciona apenas com um armador”, disse. “Eu espero que ele se recupere bem e que volte no melhor de sua forma, enquanto isso eu espero me adaptar e dar conta do recado”, concluiu.
October 20, 2008
 Williams saiu carregado de quadra
Após torcer o tornozelo e ser carregado para fora da quadra, o armador do Utah Jazz, Deron Williams, vai ser examinado para determinar quanto tempo fica de fora das quadras. Os primeiros exames não indicaram um fratura, mas hoje, segunda-feira, o armador passa por testes mais detalhados.
Williams saiu para o vestiário no melhor estilo Dwyane Wade, em uma cadeira de rodas, e foi para o hospital de muletas. O Jazz não anunciou a severidade da torção.
Com 15 jogadores na equipe o Jazz terá que procurar um sunstituto, se o armador ficar de fora por muito tempo, dentro do vestiário. No desespero até o ala Andrei Kirilenko pode “quebrar o galho” de armador.
“Não podemos mudar tudo que fizemos. Não podemos pedir um tempo e esperar por mais treinos”, disse o treinador Jarry Sloan.
Williams só perdeu, até agora, quatro jogos em seu três anos na NBA. Mas o Jazz tem tempo ao seu lado. A equipe fica duas semanas inteiras em Utah,. Esperando o início da temporada regular. Uma semana deve ser apenas para treinos, após o término da pré-temporada.
October 19, 2008
O armador do Utah Jazz Deron Williams torceu o tornozelo esquerdo no primeiro quarto da partida contra o Chicago Bulls.
 Williams fica no chão após torcer tornozelo
Após um arremesso de três pontos o armador caiu em cima do pé de Derrick Rose. Exames não mostraram nenhuma fratura.
Williams saiu de quadra com muita dor, e deixou o banco em uma cadeira de rodas.
O Jazz ainda não avisou quando Williams volta à ação.
October 16, 2008
O Denver Nuggets conseguiu sua segunda vitória nesta pré-temporada na noite desta quarta-feira, 15. A equipe do Colorado derrotou o Utah Jazz por 120 a 119 em um jogo emocionante e decidido apenas na prorrogação no Pepsi Center, em Denver. O técnico George Karl, comandante do Nuggets, não contou com o pivô brasileiro Nenê, que vinha sendo utilizado como titular nos treinos e jogos. Entretanto, a ausência do paulista não foi decidida pelo treinador, mas devido a uma contusão no cotovelo direito que Nenê sofreu no treino da manhã.
Sem Nenê, restou ao ala-pivô Kenyon Martin, improvisado como pivô, dominar o garrafão. “K-Mart” se adaptou bem à situação e foi fundamental com seus 16 pontos e oito rebotes. Na verdade, Karl teve que remendar a rotação titular do Nuggets, isso porque os três pivôs de ofício do time, Nenê, Chris Andersen e Steve Hunter não puderam atuar contra o Jazz. Além de Nenê, Andersen, com uma lesão no calcanhar, e Hunter, que foi à Nova York para cuidar de seu joelho lesionado, nem foram relacionados para a partida desta quarta.
Sem nenhum pivô de ofício, o experiente Karl “puxou” Carmelo Anthony para a posição de ala-pivô, originalmente ocupada por Kenyon Martin, e colocou o lituano Linas Kleiza para atuar como ala da equipe da casa. A mudança deu certo já que Kleiza teve uma noite inspirada e finalizou o duelo com 19 pontos, sendo o cestinha do Nuggets. Carmelo fez sua estréia na pré-temporada e em 26 minutos de quadra e também produziu bons números finalizando o jogo com 16 tentos, cinco rebotes e três recuperações de bola.
Entretanto, os problemas de Karl não se resumiram apenas ao garrafão. O treinador não pôde contar com o astro Allen Iverson, que continua se recuperando de uma lesão no joelho. “A.I.” até participou do treinamento da manhã, mas preferiu não jogar. Sem o ala-armador, Karl surpreendeu e colocou o jovem Dahntay Jones para substituí-lo, deixando o “favorito” J.R. Smith no banco. Porém, com o decorrer do jogo, Smith mostrou um jogo mais dinâmico e ficou mais tempo na quadra, terminando o embate com 19 tentos.
Apesar da boa atuação, Smith foi criticado por Karl quando tentou resolver tudo sozinho no período normal: “Eu odiei aquele arremesso”, disse o treinador, referindo-se ao lance em que J.R. deu um “airball” num arremesso de 3 pontos. “Não é a questão do chute, mas da circunstância do jogo. Nós poderíamos ter vencido antes se ele tivesse usado mais a cabeça. Ele poderia ter tentado infiltrar, a chance dele receber uma falta era de 60% ou 70%”, finalizou o treinador.
Mesmo com um time remendado e um Jazz sem muito ânimo o jogo foi equilibrado e emocionante. O time de Denver só conseguiu definir a parada com 3seg para o fim da prorrogação, quando Linas Kleiza recebeu falta e converteu dois lances livres, abrindo quatro tentos de vantagem, 120 a 116. O grego Kosta Koufos ainda acertou um arremesso de 3 no segundo final, mas não impediu o segundo revés do Utah na pré-temporada.
O Jazz contou com seus principais jogadores mas todos eles jogaram pouco. O que mais se sobressaiu foi o armador Deron Williams, que conectou 22 pontos e distribuiu oito assistências em 25 minutos na quadra. Deron ainda roubou cinco bolas. O ala CJ Miles também foi destaque ao marcar 13 tentos e distribuir sete passes precisos, mas quem surpreendeu foi o novato grego Kosta Koufos. O jogador de 19 anos fez 11 pontos e pegou sete rebotes em apenas 20 minutos em ação, deixando uma boa impressão para a comissão técnica.
“Kosta realmente jogou bem e me surpreendeu”, declarou o técnico do Jazz Jerry Sloan. “Ele se movimentou bem para um pivô e ainda mostrou que sabe arremessar de longe. É sempre bom ter um jogador versátil vindo do banco, temos apenas que ter calma, pois ele ainda é muito novo e tem muito a se desenvolver”, concluiu o treinador.
A dupla de garrafão titular do time de Salt Lake City, formada por Carlos Boozer e Mehmet Okur, não foi bem. Boozer jogou 18 minutos e terminou a partida com cinco pontos, seis rebotes e três assistências. O turco Okur, por sua vez, atuou ainda menos, apenas treze minutos, mas produziu mais que o parceiro. O pivô fez nove tentos e capturou quatro sobras.
Confira os melhores momentos da partida no site oficial da NBA
October 15, 2008
Em debate promovido pela rede de televisão norte-americana TNT, o ex- astro da NBA e comentarista da emissora Charles Barkley mostrou mais uma vez seu bom humor e irreverência. O canal decidiu promover nesta terça-feira um debate sobre os melhores armadores da atualmente na NBA e Barkley levou Reggie Miller, outro ex-astro da Liga e comentarista do canal, as gargalhadas com suas comparações malucas e bem-humoradas.
Ao ser questionado sobre quais armadores estavam em maior destaque na NBA, Barkley não hesitou em afirmar que são Chris Paul, do New Orleans Hornets, e Deron Williams, do Utah Jazz: “Deron Williams e Chris Paul são hoje os ‘motoristas’ da NBA. É impressionante o quanto esses meninos jogam, eles quem estão na direção da liga, se a compararmos com um carro”.
Após completar seu comentário, Barkley foi questionado por Miller, que perguntou sobre o canadense Steve Nash, do Phoenix Suns: “Nash? Mantendo a comparação com o carro, nesse momento o Nash se encontra no porta-malas do Deron e do Paul”, concluiu.
Os presentes no debate foram as gargalhadas com a comparação de Barkley, que fez questão de se explicar para não gerar um mal-estar. O hilário comentarista afirmou que atualmente vê os dois jovens em um nível de jogo mais alto do que o veterano, que acendeu a discussão sobre qual o melhor armador da NBA ao divulgar na última semana que pretende se aposentar em quatro anos.
October 10, 2008
 Meu contrato é melhor que o seu...
Apesar de parecerem iguais, os contratos de Chris Paul, do New Orleans Hornets, e Deron Williams, do Utah Jazz, são diferentes. Os dois optaram por um contrato de três anos, com uma opção para um quarto ano, recebendo o máximo possível sob as regras da NBA. A grande diferença são os incentivos, maiores no contrato de Paul.
Paul tem um bônus de 15% se for trocado, coisa que não acontece no contrato de Williams.
Outras maneiras de “adocicar” a assinatura de um contrato são os bônus por assinatura. O jogador pode receber até 20% do valor total do contrato no momento da assinatura e receber menos ao longo dos anos.
Paul pode receber até US$ 10 milhões “no ato”. O valor do contrato seria o mesmo do de Williams, mas na hora de assinar a extensão, Paul pode receber mais.
 Williams
O jogador pode receber 70% de seu salário anual em um cheque, no começo da temporada. Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers, é o único jogador da NBA, hoje em dia, com esse tipo de cláusula. O ala já recebeu US$ 75 milhões de Jerry Buss, dono do Lakers.
Essas são algumas das maneiras que equipes da NBA podem convencer seus atletas, com contratos mais atraentes. Rumores indicam que a extensão do ala Lebron James, do Cleveland Cavaliers de Anderson Varejão, é o contrato com todas as cláusulas possíveis permitidas pela NBA.
September 18, 2008
Com a extensão de contrato do armador Deron Williams e a necessidade de renovação de novo vínculo de alguns jogadores, o Utah Jazz tem grandes chances de ficar com a folha salarial acima do limite estabelecido pela NBA. Assim, a equipe terá que tomar algumas decisões no futuro se não quiser pagar multa por exceder o limite.
“Nós vamos ter que tomar decisões complicadas no próximo ano”, declarou Larry Miller, proprietário da franquia de Salt Lake City. “Eu não tenho intenção de pagar a luxury-tax (multa por exceder o limite), porque precisamos ter uma franquia economicamente estável independente de qualquer outra coisa”, finalizou.
Nesta temporada, o Jazz pagará pouco mais de cinco milhões de dólares a Williams, estrela do time. Porém, com a extensão já acertada, seu contrato vai superar a casa dos 12 milhões de dólares a partir do próximo ano. Além disso, a equipe de Utah terá que colocar a mão no bolso para manter os jovens Paul Millsap e Ronnie Price, que possuem contrato apenas até a temporada 2008/2009 e já são sondados por outros times.
August 23, 2008
EUA jogam pelo ouro e pela redenção
Contra a Espanha, americanos têm último passo para voltar ao topo do basquete olímpico após a medalha de bronze nos Jogos de Atenas-2004
GLOBOESPORTE.COM
Pequim
Chegou a hora da redenção. Após uma campanha convincente e sem sustos, os Estados Unidos entram em quadra na madrugada deste domingo, às 3h30min, diante da Espanha com a missão de retomar o título olímpico que perderam em Atenas-2004, quando ficaram com o bronze.
No caminho até a final, os americanos venceram as sete partidas, com média de 104 pontos marcados e 74 sofridos. LeBron James, é o destaque, com média de 15 pontos em cada partida. O adversário é conhecido desta competição. Na fase de grupos, os americanos superaram os espanhóis, campeões mundiais, por 119 a 82, com tranqüilidade. Deron Williams resumiu o clima da final.
“Eu sinto por eles”, disse, sobre o time espanhol. “Estamos prontos. Se você acha que jogamos duro nestes sete jogos, espere domingo”.
Pelo que o “Time da Redenção” (referência ao “Time dos Sonhos” de 1992) mostrou até aqui, a missão de Pau Gasol, Felipe Reyes e companhia será complicadíssima. Os próprios ibéricos têm consciência disso, mas sonham com um final feliz.
“Queremos fazer um bom papel na final, jogar uma partida diferente da fase de grupos e ter opções. A prata seria histórica, mas ganhar o ouro seria encerrar o melhor ciclo da história que nenhuma equipe do mundo alcançou”, disse Gasol, que deve fazer a sua despedida da seleção após ser o pilar da equipe finalista do Mundial de 2006, do Europeu de 2007 e das Olimpíadas de Pequim.
Na decisão do bronze, a campeã olímpica de 2004 Argentina tenta se manter no pódio diante da Lituânia, a partir de 1h.
August 4, 2008
O atentado terrorista que provocou a morte de 16 policiais e deixou outros 16 feridos na província de Xinjiang, no noroeste da China, em um ataque com explosivos a uma delegacia local atribuído a grupos fundamentalistas muçulmanos, não alterou a rotina e a tranqüilidade dos astros da seleção americana masculina de basquete, mesmo sabendo que o timaço de craques da NBA é um dos símbolos esportivos dos EUA mais visados em competições internacionais e desde os atentados de 11 de setembro de 2001 redobrou seus cuidados com a segurança. Muito longe dali, em seu último jogo preparatório em Xangai antes da estréia nas Olimpíadas de Pequim contra a China de Yao Ming, os norte-americanos enfrentam nesta terça-feira às 9h (horário de Brasília) a Austrália reforçada pelo pivô do Milwaukee Bucks Andrew Bogut, mas antes desse amistoso alguns jogadores da equipe saíram para fazer uma boa ação: visitaram nesta segunda-feira um hospital que cuida de crianças feridas no terremoto de Sichuan, em maio deste ano.
Aliada à fábrica automobilística japonesa Toyota, a NBA doou cerca de US$ 438 mil para a Fundação de Caridade de Xangai, o pivô chinês Yao Ming lançou uma grande campanha de arrecadação de fundos nos EUA, e a seleção americana aproveitou sua passagem pela cidade para levar um pouco de alegria às crianças vítimas da catástrofe natural. O terremoto atingiu 8 pontos na Escala Richter e matou cerca de 80 mil pessoas. Entre os atletas presentes à visita estavam o armador do Utah Jazz Deron Williams, o ala do Detroit Pistons Tayshaun Prince e o ala-armador do Milwaukee Bucks Michael Redd, além dos ex-jogadores Sam Perkins, Willis Reed e Dominique Wilkins.
“Essas crianças são verdadeiros heróis”, disse Michael Redd, um dos destaques dos amistosos de preparação para Pequim com seu bom aproveitamento nas bolas de três.
“Ver o sorriso dessas crianças é maravilhoso. É uma situação importante para nós estarmos aqui. Eu não posso imaginar o que estas crianças passaram durante o terremoto. Mas eu sei que elas estão bem hoje”, afirmou o ala Tayshaun Prince.

Deron Williams aproveita folga para visitar hospital de Xangai e fazer a alegria de crianças chinesas vítimas do terremoto de Sichuan
O Comitê Olímpico Internacional fez questão de tranqüilizar os atletas de todo o mundo com relação ao atentado praticado a uma distância de mais de 3 mil quilômetros de Pequim. Dois caminhões passaram por um posto de controle de fronteira na cidade de Kashi (próximo do limite do país com o Tadjiquistão e o Quirquizistão) e seus ocupantes lançaram duas granadas na delegacia local, os condutores dos veículos foram presos depois do ataque.
“Confiamos que as autoridades chinesas farão tudo o que for humanamente possível para garantir a segurança nas Olimpíadas. Este é um incidente que infelizmente aconteceu na China, mas não devemos estabelecer automaticamente qualquer vínculo com os Jogos Olímpicos”, afirmou a porta-voz do COI, Giselle Davies.
A região de Xinjiang é habitada por povos de religião muçulmana originados da Ásia Central, onde operam grupos que reivindicam a independência do “Turquistão Oriental”, e segundo autoridades de Pequim representariam as principais ameaças à segurança das Olimpíadas. No final de julho, uma facção que se proclama com o nome de “Partido Islâmico do Turquistão” divulgou um vídeo assumindo a autoria de cinco atentados cometidos nos últimos meses na China, dois deles contra ônibus públicos, e ameaçou fazer novos ataques em Pequim durante os Jogos, mas as autoridades chinesas não deram credibilidade a essas ameaças. No dia 1º de agosto, o governo local reconheceu a existência de sabotagens por parte de grupos terroristas uigures, uma etnia majoritária em Xianjian, mas disse que os riscos de ataque eram mínimos, apesar do massivo aparato militar de segurança escalado para trabalhar nos Jogos Olímpicos para prevenir um ataque de grupos terroristas.
Por outro lado, organizações defensoras dos direitos humanos acusaram a China de usar uma suposta guerra contra o terrorismo islâmico nessa região para aumentar a repressão contra a população muçulmana, embora nessa questão o governo central em Pequim tenha encontrado apoio dos Estados Unidos, que incluíram o principal grupo separatista da etnia uigur na sua lista negra de organizações terroristas internacionais. Isso tornaria os EUA ainda mais visados do ponto de vista dos grupos fundamentalistas islâmicos, que odeiam os americanos por causa da guerra do Iraque, da ligação com Israel e das incursões militares no Oriente Médio com a justificativa de combater o terror, coisas da controversa política internacional do presidente George W. Bush. Todos torcemos que qualquer espécie de ódio e violência sejam deixados de lado na grande festa do esporte mundial e não ameacem o espírito olímpico ou a paz entre as nações, no mês passado já foi tão legal ver a seleção do Irã fazendo um intercâmbio em solo americano jogando na liga de verão Rocky Mountain Revue de Salt Lake City, foi mais um sinal de trégua que deve servir de exemplo de aproximação entre países que politicamente são inimigos históricos.
Os astros da liga americana de basquete são tratados como fenômenos do rock em uma China onde a NBA estima que 300 milhões de pessoas pratiquem o esporte, muitas delas jovens impulsionados pela mania Yao Ming. Vários fãs chineses, muitos deles vestindo camisas de Kobe Bryant, têm cercado a frente do hotel onde os astros da seleção dos EUA estão hospedados, na esperança de ver algum de seus ídolos ou até ganhar um autógrafo. Mas os jogadores tentam manter o ambiente um pouco mais calmo, sem se expor muito à badalação.
“Nós realmente não fizemos muita coisa fora da quadra. Estamos tentando nos ajustar à grande diferença do fuso horário então muitos de nós estão descansando, tentando manter nossos corpos preparados, recebendo muitas massagens. Nós saímos para dar uma olhada na cidade (na passagem por Macau), mas além disso não fizemos muita coisa além de treinar e jogar”, disse o ala-armador do Miami Heat Dwyane Wade.
Nesta segunda-feira, o técnico Mike Krzyzewski deu uma folga aos atletas cancelando o treino da noite em Xangai, talvez seja a última pausa no trabalho da seleção americana até o final das Olimpíadas. A vida noturna em Xangai é bastante movimentada, e alguns jogadores disseram que podem sair para se divertir um pouco, mas sem exageros. Ou podem optar por um dia de relaxamento mesmo, depois de jogarem em noites consecutivas contra Turquia e Lituânia em Macau, pegarem um vôo para Xangai no sábado e enfrentarem a Rússia no domingo, essa maratona de amistosos pode explicar um pouco os altos e baixos do time na vitória sobre a campeã européia por 89 a 68, o jogo mais apertado para os americanos até agora.
“Sinto como se fosse a temporada da NBA, três jogos em quatro noites, mas é bom para chegarmos bem preparados às Olimpíadas”, disse o ala do Denver Nuggets Carmelo Anthony.
Depois do amistoso de amanhã contra os australianos, a seleção americana segue viagem para Pequim. E o tempo para qualquer tipo de diversão está acabando.
“Vamos tentar sair um pouco do hotel. Tentamos aproveitar a experiência ao máximo onde quer que nós vamos e tomara que tenhamos tempo para fazer isso (conhecer um pouco mais da China), e não ser loucos demais”, brincou D-Wade.
“Sinto-me como se estivesse em casa, mesmo estando tão longe de casa. É ótimo sentir o carinho dos fãs, receber tanto apoio mesmo estando tão longe do Staples Center (ginásio do Los Angeles Lakers). Sinto-me em casa aqui”, concluiu o astro principal dos EUA Kobe Bryant, Jogador Mais Valioso da temporada da NBA e cestinha da vitória contra os russos com 19 pontos.
“Eles tinham alguns espaços na defesa e eu simplesmente tirei vantagem deles. A bola me encontrou e eu consegui fazê-los pagar. Nesse tipo de situação, em que o jogo está meio lá e cá, nós temos armas demais para abrir uma boa vantagem. Pode ser LeBron James, pode ser D-Wade, um de nós vai acelerar o ritmo e engatar a quinta marcha”, explicou Bryant.
“Acho que é por isso que eles marcaram estes jogos. A Rússia é um time que nós poderíamos enfrentar numa decisão da medalha de ouro, é uma equipe que tem jogado muito bem ultimamente, então foi uma boa competição para nós. Eles diminuíram um pouco a nossa velocidade no ataque, mas acho que no geral fizemos uma boa defesa e isso nos levou à vitória”, finalizou Wade.
Confira a galeria de fotos da visita das estrelas da NBA a hospital de Xangai
July 29, 2008
O basquete masculino americano é conhecido mundialmente pela exuberância de talentos ofensivos e por fazer muitos pontos nos adversários, sempre na casa centenária. Entretanto, é justamente o ataque do Redeem Team (”Time da Redenção”, novo apelido da equipe) que vem preocupando mais a comissão técnica da seleção americana, mais especificamente o ataque em meia-quadra. No segundo dia de treinos em Macau, China, os americanos focaram em jogadas nestas situações, em um coletivo controlado.
Embora os Estados Unidos tenham batido o Canadá por 55 pontos de diferença, marcando 120 pontos no amistoso da última sexta-feira, a equipe fez a maioria destes pontos em contra-ataques, usando uma forte defesa para abusar do fraco ataque canadense e criar oportunidades em transição. Entretanto, os americanos não tiveram tanto sucesso quando se viu forçado a jogar em meia-quadra, cometendo 19 turnovers na partida e produzindo apenas 23 assistências em 44 arremessos. Na própria coletiva de imprensa introdutória de segunda-feira, o técnico Mike Krzyzewski reconheceu que o time precisa “se conhecer melhor no lado ofensivo”.
Na terça-feira, o elenco foi dividido em dois times, branco (com os cinco titulares mais Michael Redd de reserva) e azul, com os técnicos parando as jogadas para instruir a defesa e permiti-la se ajeitar. O objetivo é forçar o time ofensivo a executar sua jogada e buscar um bom chute contra um time que sabe qual é sua jogada. “Nós ainda não colocamos todo o nosso material de ataque em meia-quadra, em que você anda com a bola. Normalmente nós estamos correndo, mas vai haver uma certa porcentagem de vezes em que você tem de andar com a bola, e você precisa armar alguma coisa”, disse Krzyzewski antes do treino.
De acordo com o blogueiro John Schuhmann, do site oficial da NBA, a parte final do coletivo foi um “quem fizer sete cestas primeiro, vence”, com o time que pontuasse mantendo a posse de bola. Os titulares lideraram a maior parte do tempo, mas os reservas empataram em seis cestas e venceram com uma bandeja de Deron Williams - ironicamente, em uma transição puxada por Chris Paul. Segundo Schuhmann, o ataque perdeu a batalha para a defesa a maior parte das vezes e conseguiu criar poucas oportunidades abertas, com muitos chutes contestados.
O ala-armador Dwyane Wade, entretanto, acredita que o ataque em meia-quadra vai evoluir conforme o grupo adquirir entrosamento. “Acho que todos entendem seu jogo, e nós entendemos os jogos dos outros também. É simplesmente jogar com os outros mais. Nós tivemos cinco dias em Las Vegas, e agora apenas um dia aqui. São só seis dias. Depois de 10 ou 12 dias, vamos estar realmente muito mais entrosados um com o outro”, disse Wade.
Os treinos de terça foram intensos; em dado momento, ao tentar uma infiltração à cesta, Williams caiu no chão e demorou para levantar, após levar uma pancada acidental na cabeça do pivô Dwight Howard. Nada sério, e o jogador retornou ao coletivo.
Enquanto isso, o ala-armador Kobe Bryant confirmou que vai operar o dedo mindinho da mão direita após os Jogos Olímpicos, com data a ser marcada após o torneio. O atual MVP (Jogador Mais Valioso) da NBA também foi destaque em uma reportagem do canal de TV brasileiro Rede Globo, que destacou o já conhecido gosto do craque pelo futebol brasileiro. Kobe citou Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Kaká entre seus jogadores favoritos, disse que quer ver alguns jogos de seu amigo Ronaldinho e de Marta pelas Seleções Brasileiras de futebol em Pequim, e ainda lembrou do maior ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, que ele viu jogar quando era criança e morava na Itália com o pai.
“Ele era um (dos meus ídolos). Aprendi muito ao ver ele jogar. Se alguém nos EUA não o conhece, deveria conhecer. Era simplesmente um jogador de basquete incrível, um dos melhores que eu já vi”, elogiou Bryant.
July 18, 2008
O armador do Utah Jazz, Deron Williams, conseguiu assinar seu contrato antes dos Jogos Olímpicos. Williams receberá US$ 50 milhões em três anos de contrato, se estender por mais um ano, como previsto nos documentos, o valor pode chegar até US$ 70 milhões.
“Sei que todo mundo trabalhou duro para este acordo,” disse Bob McClaren, agente de Williams.
O Jazz queria que o armador firmasse um contrato de maior duração, mesmo assim, Williams insiste que deseja permanecer no time. Recentemente ele comprou uma casa em Utah e passou a maior parte das férias em Salt Lake City. A única preocupação de Williams é que Carlos Boozer, Mehmet Okur e Kyle Korver podem sair de seus contratos ao final da próxima temporada.
June 30, 2008
O Utah Jazz ofereceu um contrato milionário para o armador Deron Williams permanecer na equipe de Salt Lake City pelas próximas seis temporadas. Segundo jornais da cidade, a franquia ofereceu US$90 milhões de dólares à “D-Will”.
Esta proposta, anunciada primeiramente pelo The Salt Lake Tribune, confirma o que os diretores do Utah adiantaram nas últimas semanas: renovar com o camisa 8 é a prioridade do time nesta offseason. O agente do atleta, o próprio armador e a diretoria do Jazz têm do dia 1º de julho até o dia 31 de outubro para discutirem a renovação contratual do atleta de 24 anos.
Porém, se depender da oferta e da vontade de Deron Williams, a negociação será selada em pouco tempo: “Eu falei com meu agente e o pessoal da equipe e tudo está bem encaminhado. Acho que tudo será feito rapidamente. Eu quero que seja rápido, quanto menos tempo essa discussão levar, melhor”, afirmou o armador. Williams declarou também que quer continuar por muito tempo na franquia que o escolheu no draft de 2005.
Jazz discute renovação com outros jogadores
Não é só com Deron Williams que o Jazz está discutindo a renovação contratual. Neste sábado, a diretoria da franquia de Salt Lake City confirmou a extensão do vínculo com o jovem ala-pivô Paul Millsap e declarou que fez uma oferta para o agente do ala-armador CJ Miles.
A situação com Miles, porém, é diferente da vivida com Millsap, uma vez que com o armador a equipe não possui a opção de renovação direta. Ambos os jogadores são escolhas de segunda rodada da equipe, sendo Millsap selecionado em 2006 e Miles em 2005.
Já Millsap, embora não seja titular, é considerado um ótimo reserva para o treinador Jerry Sloan, e por isso, não houve dificuldade para nenhum dos lados no processo de renovação do contrato.
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