November 7, 2008

LeBron James comemora eleição de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — basketbrasil @ 12:20 pm

O ala LeBron James, do Cleveland Cavaliers e da seleção norte-americana, não conteve a alegria após o resultado das eleições presidenciais dos EUA que tiveram como vencedor o candidato democrata Barack Hussein Obama.

“É inacreditável. É algo a se contar para os filhos. Poder dizer a eles que eles podem ser alguma coisa. Que não precisam se tornar jogadores de basquete para vencer. Você pode se tornar presidente”, disse o atleta na última quinta-feira.

James, que apoiou Obama vestindo camisetas do candidato antes de jogos, contribuiu com US$ 20 mil para a campanha do Partido Democrata.

Obama superou o candidato republicano John McCain tanto em quantidade de votos absolutos, quanto no colégio eleitoral. A posse do novo presidente será no dia 20 de janeiro do próximo ano.

(Playoff.com.br)

November 5, 2008

Dia de Obama começa com basquetebol, termina com História

Filed under: Extraquadra, Internacional, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 11:23 am

 

Obama pega um rebote em partida antes de contagem dos votos

Obama pega um rebote em partida antes de contagem dos votos

 

 

 

                                                                                                                                                                                        

O dia histórico, que viu os Estados Unidos elegerem o primeiro Presidente negro, de Barack Obama começou com um jogo de basquetebol em Chicago. O Presidente Obama jogou em uma quadra utilizada pelo Chicago Bulls, de Michael Jordan, para treinamentos, no Attack Athletics.

Quem participou da partida com Obama afirmou que o, ainda candidato, estava sério, esperando o potencial que o final do dia prometia.

Amigos, assistentes, mais ou menos 30 deles, agentes do serviço secreto, juntaram-se ao Presidente dos EUA para duas horas de basquetebol.

Você pode imaginar a importância do dia de hoje. Ele estava sério” afirmou o Senador Bob Casey, que jogou pela terceira vez com Obama.

A tradição de jogar basquetebol começou após Obama vencer as primárias o Iowa, em Janeiro. Após perder as primárias de New Hampshire, quando não jogou antes, Obama insistiu em jogar sempre que houvesse uma contagem de votos.

November 3, 2008

Barack Obama lidera preferência dos esportistas na eleição à presidência dos Estados Unidos

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , — basketbrasil @ 10:19 pm

Ex-jogador de basquete, candidato democrata é favorito no pleito
 
Obama jogou basquete no colégio e é torcedor do Chicago White Sox, campeão da Major League Baseball em 2005

LANCE!
Thiago Rocha
SÃO PAULO

O esporte americano também entrou na onda de Barack Obama. Vem dos atletas de origem negra, a maioria no país, grande parte do eleitorado do candidato democrata, que disputa nesta terça-feira o posto de presidente dos Estados Unidos, contra o republicano John McCain.

Senador por Illinois, Obama ganhou o apoio dos esportistas da mesma forma que arrematou cabos eleitorais entre artistas e personalidades. Com discurso de mudança no país, que passa por grave crise financeira, ele pode se tornar o primeiro negro a presidir a mais influente nação do planeta.

Chauncey Billups, Chris Paul, Derek Fisher e Grant Hill – todos afro-descendentes – encabeçam a lista dos que apóiam Obama. LeBron James, astro do Cleveland Cavaliers e um dos mais populares jogadores da NBA, doou pouco mais de R$ 40 mil para a campanha dos democratas.

A questão racial também o faz ser o preferido no beisebol e no futebol americano. Ter jogado basquete no colégio e ser torcedor do Chicago White Sox, campeão da Major League Baseball em 2005, reforçam mais seu nome entre atletas. Ele segue a linha de outros políticos democratas, como John Kennedy (fã de vela), Bill Clinton (praticante de golfe) e John Kerry (windsurfista).

McCain é de outro ambiente: o das Forças Armadas. Ex-combatente, o republicano gosta de beisebol – torce para o Arizona Diamondbacks – mas tem pouca intimidade com o esporte, apesar de ter participação importante nele, pelo lado político. Ele comandou no Senado uma investigação que descobriu irregularidades na escolha de Salt Lake City como sede da Olimpíada de Inverno-2002.

Os Jogos Olímpicos também podem receber influência das urnas americanas. Barack Obama se engaja na campanha para Chicago, cidade onde mora, receber a edição de 2016, o que pode pesar contra o Rio de Janeiro, outro postulante. John McCain apóia. E só.

Um deles irá substituir o republicano George W. Bush, um entusiasta do esporte. Ele já foi dono do Texas Rangers, franquia do beisebol, e lucrou cerca de R$ 30 milhões com sua venda, em 1998.

October 10, 2008

Nenê inicia processo para obter cidadania norte-americana, mas ainda pode jogar pelo Brasil

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 8:13 pm

O pivô brasileiro Nenê revelou ao jornal Rocky Mountain News ontem que já deu entrada no processo para obter a cidadania norte-americana, mas isso não significa que ele vai abrir mão de seus laços com o Brasil, a intenção dele é ter dupla nacionalidade para facilitar sua vida nos Estados Unidos, onde joga desde 2002 pelo Denver Nuggets. Para efeitos de basquete internacional, ele continuaria elegível para jogar competições da Fiba pela Seleção Brasileira, pois já disputou diversos campeonatos adultos com a camisa verde-amarela, a última delas o Torneio Pré-Olímpico de Las Vegas em 2007. Um nome bem americano ele já tem, Maybyner Rodney Hilário.

“Vai ser bom para mim, já juntei todos os papéis e tudo mais, mas isso (processo de naturalização) é tão confuso na América…”, disse Nenê, titular do garrafão do Denver após se recuperar de um câncer testicular herdando a vaga do veterano Marcus Camby, trocado para o Los Angeles Clippers.

Nenê disse que o primeiro passo para se tornar cidadão americano é obter seu “green card”, o que deve demorar cerca de um ano. O documento já lhe dará muitos direitos nos EUA, como por exemplo eliminaria a necessidade de visto tendo de ser renovado periodicamente e de andar sempre com passaporte estrangeiro. O brazuca se juntou ao Nuggets em 2002, mora no Colorado na maior parte do tempo, mas ainda não sabe quando poderá se tornar um cidadão naturalizado americano. O green card já lhe pouparia muitos transtornos, afinal as autoridades americanas de imigração são cada vez mais exigentes com os estrangeiros.

“Com ele eu posso viajar livremente entre o Brasil e aqui. Agora, é muito problema com a burocracia policial”, explica Nenê, que faz seu jogo de estréia na pré-temporada da NBA nesta sexta-feira à noite enfrentando o Minnesota Timberwolves do pivô brasileiro Rafael “Baby” Araújo, a partir das 22h (de Brasília) no Pepsi Center de Denver. Mas a grande expectativa da equipe gira em torno da partida de sábado às 23h (de Brasília) contra o Phoenix Suns, um histórico duelo ao ar livre no complexo de tênis de Indian Wells, onde Nenê poderá medir forças no garrafão com o gigante de 2,16m Shaquille O´Neal em uma partida televisionada pelo canal TNT.

“Provavelmente vai trazer boas memórias, vamos jogar debaixo do sol, da lua ou algo assim. Simplesmente vai ser muito divertido”, disse o veterano armador Anthony Carter.

O astro campeão olímpico Carmelo Anthony já rememora suas origens de garoto jogando ao ar livre nas quadras de cimento no parque Cloverdale de Baltimore, batendo bola de noite ou de dia, chova ou faça sol, no frio ou no calor.

“Você sentava no seu bloco e ficava falando provocações para os outros: “Sei que posso vencer você”. Os caras respondiam: “Tudo bem, vamos para a quadra agora.” Então você ia jogar de suéter mesmo. Se perdia, você tinha de esperar quatro ou cinco jogos para voltar para a quadra. Quando comecei a jogar no parque eu tinha oito anos, lá tinha caras muito melhores que eu”, lembra Melo.

“No meu caso, ficávamos jogando na rua até umas cinco horas da madrugada, até o sol nascer. Os garotos estavam ali, as garotas estavam também, todo mundo estava simplesmente ficava se divertindo na quadra de cimento e confraternizando a noite toda. Nós tínhamos música, tons de hip-hop. Às vezes os jogos só acabavam quando os caras tinham de ir para o trabalho de manhã. Agora é diferente, eles desligam as luzes do parque por volta de duas horas (da madrugada)”, contou o ala-armador J.R. Smith sobre seu passado de basquete de rua.

O armador-cestinha Allen Iverson voltou aos treinos do Denver ontem após ficar fora por três dias por causa de uma pequena contusão no joelho e da licença que recebeu para acompanhar a esposa no nascimento de seu quinto rebento, a filhinha Dream Alijha. O técnico George Karl disse que A.I. e os outros titulares do time (Anthony Carter, Carmelo Anthony, Kenyon Martin e Nenê) deverão jogar 20 e poucos minutos na estréia contra o Wolves hoje, ele pretende observar todos os jogadores principalmente os que estão em testes sem contrato garantido para a temporada, as únicas ausências confirmadas são do ala novato Sonny Weems (hérnia) e do armador Chucky Atkins (cirurgia no joelho).

“Eu diria que nossos 10 principais jogariam 20 minutos ou mais, e outros dois ou três caras de 10 a 15 minutos, quero dar chance a todos”, comentou Karl.

Campeão do torneio de enterradas da NCAA este ano, Weems estava preparado para treinar nesta semana, sentindo-se recuperado depois de sofrer uma cirurgia de hérnia em julho passado. Mas na segunda-feira o calouro escorregou na quadra e sofreu uma nova lesão no púbis. Embora um exame de ressonância magnética tenha revelado que a hérnia está curada, o jogador disse que ainda precisa de duas semanas em tratamento.

“Eu voltei para a defesa e simplesmente dei um passo errado. É muito frustrante”, lamentou Weems, que não é esperado para os treinos até a semana de estréia na temporada regular no dia 29 de outubro, o técnico George Karl não está contando com ele por um bom tempo.

“A sorte dele não está muito boa agora. Uma coisa que os jogadores jovens não entendem é que não ficamos esperando por ninguém… Quando ele voltar à quadra, estará duas ou três semanas atrás dos outros”, disse o treinador.

O destaque do treino de ontem foi uma enterrada espetacular de Kenyon Martin, um lance em que ele infiltrou no garrafão, fingiu um passe enganando a marcação e voou para uma machadada com uma mão só. Quando o ala-pivô aterrissou, ainda ficou parado e calado por alguns segundos, como se saboreasse a jogada, o silêncio foi quebrado pelo veterano ala-pivô Juwan Howard que estava no outro time e disse: “Ele andou!”.

No jogo desta sexta, o Denver ainda não vai enfrentar o pivô revelado pela Universidade do Colorado David Harrison, que assinou um contrato não garantido com o Minnesota, se juntou aos treinos do Wolves ontem, mas informou que não vai jogar por uma semana, por causa de uma lesão na batata da perna, então por enquanto Baby continua por lá.

“Eles me deram a melhor oportunidade de jogar na NBA, as chances são muito boas de eu ficar na equipe”, disse Harrison.

Por dinheiro e Olimpíadas, NBA tenta “firmar raízes” em Londres; Dwyane Wade visita cidade

Filed under: Europa, Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 6:41 pm

UOL Esporte
Das agências internacionais
Em Londres (ING)

O chefe da NBA, David Stern, está apostando na proximidade dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, para que a liga norte-americana de basquete coloque seus pés em território britânico. Pelo segundo ano consecutivo, a entidade levou dois times para o país, na realização de partidas da pré-temporada.

Os escolhidos da vez para se apresentarem aos londrinos foram Miami Heat e New Jersey Nets, após um amistoso em Paris, na quinta-feira. “O futuro da NBA em Londres é crescer como esporte e criar raízes, desenvolvendo os negócios já que a cidade é um grande mercado, com muito potencial”, afirmou Stern, nesta sexta-feira, em uma construção temporária para o amistoso.

Para o dirigente, os Jogos Olímpicos serão uma grande chance de tornar a modalidade ainda mais popular, usando-a como um trampolim para objetivos ainda maiores.

No último ano, David Stern afirmou ter uma proposta de ter uma franquia sediada na Europa, o que poderia ser realizado em um prazo de 10 anos. Londres seria uma das cidades favoritas para incluir a suposta nova equipe.

Além da partida em Londres, no domingo, outra parte da expansão da NBA para a Europa será em Berlim, na Alemanha. Também em jogos válidos como amistosos da pré-temporada, New Orleans Hornets e Washington Wizards se enfrentam na terça-feira. Na terça-feira, ambos voltam a se confrontar, em Barcelona, na Espanha.

“É uma agenda para um longo tempo”, garantiu Stern. “Nós devemos voltar à Europa, já que quando começamos este projeto, o Europe Live, nós decidimos que seria um investimento em um ritmo regular.”

Para Darryl Dawkins, ex-jogador da liga norte-americana, a NBA tem um futuro promissor no Velho Continente. “Tudo pode acontecer, pois David Stern não tem medo de tentar algo diferente”, elogiou Dawkins. “Quanto mais jogadores internacionais tivermos na NBA, maior será a chance de termos bons times pelo mundo.”

Apesar de ser um dos melhores jogadores dos Estados Unidos nas Olimpíadas e conquistar a medalha de ouro em Pequim, Dwyane Wade está preocupado com o futuro de sua equipe, o Miami Heat. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o jogador afirmou que todos no time precisam atuar sob pressão para melhorar e levar o time longe na competição.

“Conseguimos 15 vitórias e 67 derrotas no último ano. É claro que sempre vou me divertir com o esporte, mas ao mesmo tempo é preciso jogar com um barco nas costas. Acho que todos do vestiário deveriam atuar com o peso de um barco sob os ombros, pois temos algo a provar”, comentou o ala-armador.

De fato, o Miami Heat teve sua pior participação na história da NBA na última temporada. Apesar disso, o jogador destaca que suas atuações nos Jogos Olímpicos o encheram de confiança e motivação para realizar a melhor temporada possível com o Miami.

“Assim que cheguei em Pequim e comecei a jogar contra e ao lado dos melhores jogadores do mundo vi que ia melhorar. Quando as coisas começaram a dar certo para mim, percebi que estava de volta”, afirmou o jogador campeão da NBA em 2006 e eleito o melhor da decisão.

October 6, 2008

Sue Bird e Diana Taurasi, uma dupla do barulho na seleção americana e na WNBA

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , — basketbrasil @ 7:34 pm

Candace Parker foi eleita a MVP e a caloura da temporada, as finais da WNBA acabaram neste domingo (o Detroit Shock varreu o San Antonio e foi o campeão), mas não há nada mais genial no site da liga do que o papo entre as amigas e ex-companheiras na Universidade de Connecticut Diana Taurasi e Sue Bird (Rodrigo Alves, pode ficar calmo, não há nada sobre você por lá). Quem souber ler em inglês, vale a pena clicar aqui. Quem não conseguir, e quiser tentar pelo tradutor do Google, clique aqui.

A dupla fala sobre os playoffs, sobre um artigo absolutamente imbecil escrito no LA Times há algumas semanas e a resposta de Taurasi a ele, eleições americanas, sobre a próxima temporada na Rússia (elas jogam juntas no Spartak), sobre o ano novo judaico (ambas são de origens judias) e fazem uma brincadeira absolutamente imperdível com Lauren Jackson.

O vídeo, que, depois vasculhando na internet, parece ter sido criado pela própria Taurasi, é absolutamente imperdível. Veja e divirta-se abaixo.

http://balanacesta.blogspot.com/2008/10/bird-e-taurasi-uma-dupla-do-barulho.html

Candace Parker foi eleita, na última sexta-feita, a Jogadora Mais Valiosa da WNBA (MVP em inglês) e tornou-se a primeira jogadora a ganhar o prêmio de MVP e Caloura do Ano ao mesmo tempo. Na temporada regular, Parker teve em média 18,5 pontos e 9,5 rebotes por partida.

Os outros prêmios foram vencidos por: Candice Wiggins (Melhor Jogadora Reserva), Lisa Leslie (Melhor Jogadora de Defesa), Ebony Hoffman (Jogadora Que Mais Evoluiu) e Mike Thibault (Melhor Técnico da Temporada).

(Painel do Basquete Feminino)

October 3, 2008

Seleção americana campeã olímpica domina eleição do time das melhores da temporada da WNBA

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , , , , — basketbrasil @ 9:39 pm

A WNBA anunciou nesta sexta-feira as melhores jogadoras de cada posição da fase regular, formando a chamada “equipe do campeonato”. O time é formado por Lindsay Whalen, Diana Taurasi, Sophia Young, Candace Parker e Lisa Leslie.

Como era esperado, as principais jogadoras que conquistaram a medalha de ouro com a seleção feminina dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Pequim (Parker, Taurasi e Leslie) estiveram entre as melhores do torneio.

Parker foi a primeira colocada da votação, com 221 pontos, e se tornou a quinta novata da história a fazer parte da seleção do campeonato. Já a veterana Leslie, segunda com 192 pontos, foi eleita pela oitava vez. Ambas as atletas conduziram o Los Angeles Sparks à final da Conferência Oeste.

A única jogadora eleita entre as cinco melhores da competição que está disputando as finais da WNBA é a ala Sophia Young, do San Antonio Silver Stars, que obteve 171 pontos.

A liga feminina norte-americana também divulgou a “segunda equipe” do campeonato, composta por Sue Bird, Deanna Nolan, Becky Hammon, Ashja Jones e Lauren Jackson.

Veja a classificação final:

Primeira equipe

Candace Parker – Los Angeles Sparks – 221 pontos
Lisa Leslie  - Los Angeles Sparks – 192 pontos
Lindsay Whalen - Connecticut Sun – 178 pontos
Diana Taurasi – Phoenix Mercury - 173 pontos
Sophia Young – San Antonio Silver Stars – 171 pontos

Segunda equipe

Sue Bird – Seattle Storm – 166 pontos
Becky Hammon – San Antonio Silver Stars – 133 pontos
Ashja Jones – Connecticut Sun – 99 pontos
Deanna Nolan – Detroit Shock – 95 pontos
Lauren Jackson – Seattle Storm – 68 pontos.

(Playoff.com.br)

October 2, 2008

China leva treinadores norte-americanos para liga nacional

Filed under: Internacional — Tags: , , , — basketbrasil @ 7:17 pm

Pequim (China) - Em busca da hegemonia do basquete mundial, a China está investindo pesado na sua liga nacional. A chamada CBL está se tornando uma potência econômica, que, além de fazer boas ofertas a jogadores norte-americanos, está levando para o país oriental lendários treinadores da NBA.

Este é o caso dos experientes treinadores Bob Hill e Bob Weiss. O primeiro assumirá o comando do Shaanxi, enquanto o segundo treinará a equipe Shan Zhongyu.

Weiss tem em seu currículo passagens pelo San Antonio Spurs (1986 a 1988), Atlanta Hawks (1990 a 1993), Los Angeles Clippers (1993 a 1994) e Seattle Supersonics (1995 a 1996).

Por sua vez, Hill dirigiu o New York Knicks (1986 a 1987), o Indiana Pacers (1990 a 1993), o San Antonio Spurs (1994 a 1996) e o Seattle Supersonicks (1995 a 1996), onde teve apoio do próprio Weiss.

(Gazeta Esportiva)

October 1, 2008

Cuiabá será o palco da Copa América feminina de 2009 sem os EUA, valendo três vagas no Mundial

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:25 pm

A CBB confirmou que Cuiabá será o palco da Copa América feminina de 2009, valendo três vagas no Mundial da República Tcheca, em 2010. O Brasil foi o único país a se candidatar para sediar o evento, o que mostra como o basquete da América do Sul anda mal das pernas. Com o título olímpico, os Estados Unidos devem ficar fora, após a Fiba liberar os americanos dos torneios de 2009, em decisão, cá entre nós, pra lá de estranha.

Para o Brasil, a Copa América é o passo seguinte após a péssima campanha em Pequim. Apesar do baixo nível das adversárias no continente, a seleção não pode mais se dar ao luxo de bobear - e isso inclui o técnico Paulo Bassul, já que os erros nas Olimpíadas e a derrota no Paulista lhe renderam uma súbita impopularidade.

Para quem não conhece o ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá, foi lá que a seleção masculina de vôlei disputou a Copa América na semana passada. O vídeo tem algumas tomadas que dão uma boa idéia da estrutura local - os relatos são todos positivos.

(Rodrigo Alves, Rebote.org)

Americana naturalizada russa Becky Hammon confirma sua fama de estraga-prazeres

Filed under: Basquete Feminino, Internacional, Seleções, WNBA — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 2:12 pm

Nascida no Colorado, Becky Hammon não vive para agradar à maioria. Em um país onde se prega o nacionalismo, ela decidiu se naturalizar para tentar a sorte nas Olimpíadas. Travou belo duelo de palavras com a técnica americana Anne Donovan, virou russa e voltou com o bronze de Pequim. De volta aos EUA, vinha tendo atuações apenas razoáveis na série final da conferência Oeste contra o Los Angeles Sparks, mas apareceu quando devia.

Faltavam dois minutos para acabar o terceiro e decisivo duelo, quando as Sparks venciam por quatro pontos. E é aí que Hammon põe a bola embaixo dos braços, anota seis de seus 35 pontos (recorde pessoal e da franquia) nos últimos segundos e coloca o San Antonio Silver Stars na final da WNBA pela primeira vez. Para a liga, aliás, a vitória do time texano foi uma tragédia: Candace Parker, a queridinha do público, poderia se tornar a primeira da história a ganhar o universitário, o ouro olímpico e o título Nacional na mesma temporada.

Na final, Becky enfrenta o Detroit Shock, que eliminou o New York Liberty (apenas uma curiosidade: três times chegaram às finais de conferência da WNBA e da NBA nesta temporada). Hammon, aliás, jogou pela franquia da Big Apple, era idolatrada pela torcida, mas saiu pela porta dos fundos na noite do Draft de expansão do San Antonio. Sentiu-se traída pela diretoria e jurou vingança. Sua hora chegou. E é melhor não duvidar disso também.

(Fábio Balassiano, Blog Bala na Cesta)