No seu primeiro jogo de 2009, o Atlanta Hawks perdeu para o New Jersey Nets após sofrer uma cesta de 3 pontos no último segundo da prorrogação. Na segunda partida da equipe no Ano Novo, foi o Hawks que venceu com um triplo no final, 103 a 100 sobre o Houston Rockets, em casa, neste sábado (3/1). Foi a sexta vitória seguida da equipe em seu ginásio, a Philips Arena, onde Atlanta tem apenas duas derrotas em 15 oportunidades nesta temporada.
Com a partida empatada em 100 pontos, o armador Mike Bibby recebeu passe de Joe Johnson e acertou a cesta de 3 pontos decisiva com 1,5s restando. “Foi um bom passe e eu estava esperando por ele. Ele (Johnson) até ajeitou a bola para mim, mas eu ia chutar de qualquer jeito. Se eu recebesse, eu iria chutar”, disse Bibby, que acertou três bolas de 3 a caminho de 13 pontos, 4 rebotes e 4 assistências na partida.
Johnson fez um duplo-duplo de 14 pontos e 14 assistências, sua melhor marca em passes na temporada, e teve a chance de fazer a cesta de dois ao penetrar a defesa do Houston, mas preferiu passar para Bibby quando o marcador do armador o deixou sozinho. “Aquilo foi instinto. Quando eu saí do corta-luz, eu pensei em chutar na mesma hora, mas decidi esperar porque isso daria pelo menos três segundos de posse para eles e eu não queria que eles tivessem muito tempo. Então quando eu cheguei, meio que hesitei e vi Mike no canto do meu olho. O marcador dele estava olhando para mim, então eu passei para ele”, explicou o ala-armador.
O melhor jogador do Hawks foi o ala Josh Smith, que anotou 29 pontos, acertando 13 de 16 arremessos, e manteve a equipe na disputa por toda a partida.
“Eles são um time difícil de se defender porque são tão atléticos e talentosos. Josh Smith teve um grande jogo hoje. Ele manteve o Hawks vivo com grandes cestas e grande energia”, elogiou o rival Von Wafer, autor de 17 pontos para o Rockets, que esteve desfalcado de Tracy McGrady, Ron Artest e Shane Battier, lesionados.
Atlanta estava desfalcado do ala Marvin Williams (ombro esquerdo), mas Al Horford marcou 10 pontos e 6 rebotes, o ala-armador Flip Murray contribuiu 17 pontos saído do banco e o reserva Zaza Pachulia acrescentou 10 pontos. Pelo Rockets, o reserva Carl Landry foi o cestinha, com 18 pontos; o pivô Yao Ming teve um duplo-duplo de 16 pontos e 15 rebotes, Luis Scola fez o mesmo com 16 pontos e 11 rebotes, Brent Barry marcou 11 pontos e o armador Rafer Alston contribuiu 10 pontos e 9 assistências.
Bobcats se vinga do Bucks em casa
O Charlotte Bobcats derrotou o Milwaukee Bucks em casa neste sábado (3/1), por 102 a 92, para se vingar de uma derrota por 28 pontos para o mesmo Bucks na véspera e encerrar uma seqüência de três resultados negativos.
A equipe aproveitou bem a ausência do pivô Andrew Bogut, que desfalcou o Bucks por causa de espasmos nas costas. Mesmo desfalcado do ala-armador Raja Bell (virilha) pelo terceiro jogo seguido, Charlotte abriu vantagem no quarto período, liderado por Gerald Wallace e Boris Diaw. Wallace marcou 24 pontos e Diaw teve sua melhor atuação desde que chegou a Charlotte, em troca com o Phoenix Suns. Ele marcou 21 pontos, 7 assistências e 6 rebotes.
O pivô Emeka Okafor acrescentou 14 pontos e 6 rebotes para o Bobcats, o armador Ray Felton teve 11 pontos, 6 rebotes e 5 assistências e o armador DJ Augustin teve 12 pontos e 5 assistências, saído do banco. “Nós jogamos muito melhor (do que na sexta-feira). Nós defendemos melhor. Eles marcaram 30 pontos em cima dos nossos turnovers ontem á noite. Nós tivemos 29 (em cima deles) hoje. Esta foi uma diferença enorme”, comemorou o técnico Larry Brown.
O ala-armador Michael Redd marcou 17 pontos para o Bucks e chegou a 11 mil pontos na carreira. Luke Ridnour teve 12 pontos e o reserva Charlie Bell acrescentou 11 para Milwaukee, que falhou em sua tentativa de “varrer” Charlotte após três vitórias seguidas sobre o rival na temporada.
“A pior coisa que provavelmente poderia ter nos acontecido foi entrar e vencer daquela forma na última partida. Não mostramos nenhuma maturidade, nenhuma liderança. Nós não fizemos nada que deveríamos ter feito para vencer este jogo”, desabafou o ala Richard Jefferson, que fez 19 pontos e 7 rebotes, mostrando que está assimilando o estilo de seu técnico “durão”, Scott Skiles.
Após perder seis partidas, o New York Knicks finalmente voltou a vencer. A equipe nova-iorquina foi até a Carolina do Norte na noite desta terça-feira e bateu o Charlotte Bobcats por 93 a 89 (56 a 48 no intervalo). Além disso, o Knicks quebrou um jejum de três jogos sem vencer na estrada.
O cestinha foi o ala Wilson Chandler. O segundanista acertou sete de seus 15 arremessos e terminou a partida com 19 pontos, além de sete rebotes. O ala-pivô David Lee dominou o garrafão, registrando um duplo-duplo, 13 tentos e 16 rebotes. Outro atleta que se destacou foi o ala Al Harrington, que saiu do banco para fazer 16 tentos. Já o armador Chris Duhon somou 15 pontos e oito assistências.
Pelo Charlotte Bobcats, que perdeu a segunda partida consecutiva em casa, o cestinha foi o ala Gerald Wallace, autor de 21 pontos. O armador Raymond Felton fletrou com um triplo-duplo, 12 tentos, oito rebotes e oito assistências. O ala-pivô Emeka Okafor se destacou com 13 pontos e 15 sobras coletadas em 37min na quadra.
Ambos os times só voltarão à quadra em 2009. O Charlotte Bobcats (11v-21d) irá enfrentar o Milwaukee Bucks, fora de casa, na noite de sexta-feira. Já o New York Knicks (12v-19d) enfrentará o Indiana Pacers no Madison Square Garden.
Provando mais uma vez ser um time de “guerreiros de estrada”, o New Jersey Nets deu o troco pela derrota sofrida na véspera para o Charlotte Bobcats, em casa, e venceu no ginásio do adversário, 114 a 103, na prorrogação, neste sábado (27/12). O Nets tem 10v-4d fora de casa nesta temporada, atrás apenas das 10v-3d de Boston Celtics e Orlando Magic como visitantes.
“É meio que uma mentalidade de ‘nós contra o mundo’. Ir ao ginásio de outra equipe e caçar, é bom para nós. Vencer jogos assim, não importa contra quem, ajuda”, disse o ala-armador Vince Carter, autor de 28 pontos e 6 assistências.
A razão do Nets ter apenas 15v-15d na temporada, porém, é o desempenho em casa: no Izod Center, New Jersey venceu apenas cinco vezes em 16 oportunidades. “Em um time como o nosso, precisamos fazer o esforço extra. Precisamos vencer o jogo da raça e fazer as coisas pequenas que nos empurram à frente um pouquinho mais… Vamos resolver o lance de casa mais tarde, mas temos de continuar a conseguir vitórias”, disse o armador Devin Harris, que fez 26 pontos.
O Bobcats havia derrotado o Nets em East Rutherford, Nova Jérsei, na véspera, por 95 a 87. Desta vez, após liderar por 10 pontos durante o segundo quarto, viu o visitante equilibrar e ter vantagem de oito pontos durante o tempo regulamentar. Para piorar, o ala-armador Raja Bell, que vinha jogando bem e fez 18 pontos, saiu da partida com 3min20s restando no terceiro quarto, com uma lesão na virilha. New Jersey abriu 96 a 93 com 31s por jogar e o armador Ray Felton respondeu com uma jogada de três pontos para empatar tudo e levar o jogo à prorrogação.
Entretanto, o Nets abriu o tempo extra com uma enterrada do pivô Josh Boone, seguida de uma cesta de 3 de Keyon Dooling. Charlotte diminuiu para 101 a 99 com uma enterrada de Emeka Okafor a 2min55s do final, mas Dooling acertou um arremesso curto e Jarvis Hayes acrescentou uma cesta de 3 para iniciar uma arrancada de 11 a 2 que pratixamente mataria o jogo, deixando o Nets à frente por 112 a 101 e 52s restando.
“Dê crédito a eles, eles fizeram jogadas. Vince achou jogadores livres e nós erramos duas bandejas para começar a prorrogação. Aí tivemos de escalar e eles acertaram seus arremessos”, lamentou o técnico do Bobcats, Larry Brown.
Hayes fez 14 pontos e Boone, 12, ambos saídos do banco. O pivô calouro Brook Lopez teve 6 pontos e foi eliminado com seis faltas, mas buscou 13 rebotes. Pelo Bobcats, o ala Gerald Wallace foi o melhor, com 32 pontos e 9 rebotes, também expulso com seis faltas. Okafor teve 16 pontos, 10 rebotes e 3 tocos, Felton marcou 13 pontos e o francês Boris Diaw ficou nos 9 pontos, 9 rebotes e 7 assistências.
O Nets (15v-15d) joga na segunda-feira (29/12) contra o Chicago Bulls, no Izod Center, tentando quebrar o encanto em seu ginásio. Charlotte (11v-20d) recebe o New York Knicks na terça (30/12).
D.J. Augustin, a nona escolha do draft de 2008, teve a melhor pontuação de sua carreira, 29 pontos, e o Charlotte Bobcats acabou com uma seqüência de sete derrotas ao vencer o Chicago Bulls, da primeira escolha do draft, Derrick Rose, por 110 a 101, em Charlotte. Augustin ainda mandou o jogo para a prorrogação, convertendo um lance-livre, após uma falta de Rose.
“Eu acho que pisquei muito forte”, reclamou Rose.
Emeka Okafor adicionou 20 pontos, 13 rebotes e quatro tocos e Raymond Felton fez 21.
Pela quarta vez em seis partidas o Bobcats jogou sem Gerald Wallace, cestinha do time. Sua avó faleceu no começo do mês, ele deve voltar na sexta-feira, contra o Memphis Grizzlies.
Juwan Howard e Drew Gooden lutam pelo rebote
Ben Gordon fez 25 pontos para o Bulls, Tyrus Thomas adicionou 22 e Luol Deng fez 15 pontos. O Bulls perdeu 10 de 13 paridas fora de casa. Rose aproveitou apenas três de 16 arremessos, fazendo seis pontos, e teve sete assistências.
“Por isso amo a NBA, tem outro jogo amanhã”, falou o armador.
Felton e Augustin lideraram o terceiro quarto do Bobcats, que fez 20 a 6, para uma vantagem de 65 a 59.
O quarto final teve seus empates. O último na jogada que irritou Rose. Com uma vantagem de 94 a 91 para o Bulls, Rose foi contestar um arremesso de três pontos de Augustin. O árbitro Eli Rose deu falta do armador da “Cidade dos Ventos”.
“Não pode apitar essas faltas, cara. Não no final da partida”, disse Rose.
Augustin, que acerta 94% de seus lances-livres converteu calmamente os três arremessos da linha de caridade.
“é um pouco enervante ficar lá, com a pressão. Mas é por isso que jogamos”, analisou o armador do Bobcats.
Rose ainda teve a chance de vencer a partida no tempo regulamentar, mas sua bandeja foi bloqueada por Okafor.
Augustin converteu mais quatro lances-livres na prorrogação para dar a vitória ao Bobcats. Assim, Charlotte converteu seus últimos 42 lances-livres.
Melhores momentos da grande atuação de Augustin, aqui.
Os titulares do Detroit Pistons estavam tirando as botas de esparadrapos dos tornozelos, durante o quarto período, quando tiveram que voltar para garantir a vitória de 90 a 86 sobre o Charlotte Bobcats. Allen Iverson teve 20 pontos, Rip Hamilton adicionou 18 e Rodney Stuckey fez 13 pontos e teve 10 assistências.
“Honestamente, não queria voltar. Acho que o segundo time deveria ter fechado o negócio”, disse Iverson.
Foi a estréia de Boris Diaw e Raja Bell com o Bobcats, após a troca que enviou Jason Richardson ao Phoenix Suns, do brasileiro Leandrinho. Diaw fez nove pontos e Bell fez quatro. Gerald Wallace liderou o Bobcats com 22 pontos.
Liderando por 22 pontos os titulares do Pistons estavam sentados no banco, relaxando, tirando os tênis, quando o Bobcats voltou ao jogo. Todos os titulares, com a exceção de Iverson, voltaram ao jogo.
“Os caras estavam lá, tirando o esparadrapo”, disse Hamilton.
Uma cesta de três pontos de Rasheed Wallace acabou com os 7min sem pontos de Detroit. E dois lances-livres de Hamilton colocaram um ponto final na tentativa de virada do Bobcats.
Não foi um bom inicio para os novos jogadores do Charlotte. Diaw trombou com Raymond Felton em uma jogada. Os dois pareciam perdidos em quadra.
“A gente não conhecia a maioria das jogadas. O time ficou mais lento por nossa causa. A gente não sabia para onde ir”, analisou Diaw.
Os melhores momentos, e piores momentos da dupla Diaw-Bell, estão aqui.
Elton Brand fez 27 pontos e o Philadelphia 76ers deus as boas vindas ao novo treinador, Tony DiLeo, com uma vitória de 104 a 89 sobre o Washington Wizards.
“Não me senti confortável. Ser treinador é como ser um gerente. Sempre que tive dúvidas os assistentes responderam”, disse DiLeo.
Lou Williams fez 15 pontos, Thaddeus Young e Andre Iguodala fizeram 14, cada e Willie Green adicionou 13 pontos. O Sixers acabou com uma seqüência de três derrotas.
Antawn Jamison fez 17 pontos para o Wizards, Mike James e DeShawn Stevenson adicionaram 16, cada, e Caron Butler fez 15.
Quando a torcida escutou o nome de DiLeo nos alto-falantes o novo treinador foi recebido com uma mistura de vaias e aplausos. Rapidamente as vaias sumiram. Philadelphia liderou por até 14 pontos no primeiro quarto, indo para o vestiário com uma vantagem de 51 a 40. Após três quartos a liderança era de 79 a 65.
Se não chama atenção pelo basquetebol jogado, ao menos o Minnesota Timberwolves vem chamando atenção nos bastidores. Após demitir o treinador Randy Wittman nesta segunda-feira, mais uma notícia envolvendo a franquia de Minneapolis foi veiculada pela imprensa americana. Foram levantados boatos de que o Wolves estaria disposto a dar alguns de seus jovens jogadores para ter o ala Gerald Wallace.
Entretanto, a diretoria do Charlotte Bobcats, time que Wallace defende, foi rápida e tratou de desmentir os boatos. De acordo com o gerente geral, Rod Higgins, o Bobcats não tem interesse nos contratos expirantes de Jason Collins e Rashad McCants, ambos do Wolves, e que seriam oferecidos numa possível negociação.
“Nós não iremos negociar Gerald agora”, afirmou Higgins. “Não está descartada a hipótese de trocá-lo em breve, porém nós queremos em troca um jogador que possa contribuir imediatamente com a franquia. Respeito os jogadores do Wolves, mas nós precisamos de um jogador de impacto, só assim uma negociação envolvendo Gerald será válida. Nós também não queremos contratos expirantes”, concluiu o dirigente.
Assim, o Minnesota Timberwolves (4v-15d) se prepara para enfrentar o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê, nesta quarta-feira. As franquias passam por situações distintas, enquanto que o Nuggets ocupa a terceira posição da forte Conferência Oeste com 14 vitórias em 21 jogos, o Wolves é apenas o 13º colocado e vem de cinco derrotas consecutivas.
Até o momento, o Timberwolves venceu apenas dois jogos fora de casa, o que aumenta ainda mais o favoritismo do Nuggets, que perdeu apenas três dos 10 jogos que fez em casa no campeonato. Além do mais, a estrela da equipe de Minnesota, o ala-pivô Al Jefferson, terá a dura missão de lutar contra o forte garrafão do Denver, que conta com Kenyon Martin e Nenê, ambos em excelentes fases.
Jefferson é o cestinha e reboteiro do Wolves com médias de 21.3 tentos e 10.1 rebotes por jogo, mas não terá vida fácil no ataque nem na defesa. O brasileiro nenê atravessa a melhor fase da carreira, com médias de 15.0 pontos, 7.2 rebotes e 63% de acerto em seus arremessos de quadra, garantia de não dar descanso aos pivôs rivais. Kenyon Martin também contribui com números sólidos, 12.8 tentos e 6.6 sobras por partida.
Além disso, o Nuggets quer manter um tabu positivo contra o rival divisional. O time do Colorado ainda não perdeu para o Wolves neste ano, vindo de três vitórias consecutivas. Só nesta temporada foram duas, a primeira no dia 16 de novembro quando triunfou por 90 a 84 no Pepsi Center, palco do duelo desta quarta. Os times se reencontraram no dia 29 do mesmo mês, desta vez em Minnesota e o Denver levou a melhor por 106 a 97.
O duelo entre Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves será realizado na noite desta quarta-feira no Pepsi Center de Denver a partir da 0h de quinta (horário de Brasília).
Nesta temporada o ala Paul Pierce parece confortável em dividir as tarefas ofensivas, mas estava pronto, com 19 pontos, quando o treinador Doc Rivers chamou-o na vitória do Boston Celtics sobre o Charlotte Bobcats por 89 a 84, em Charlotte.
Foi a oitava vitória consecutiva do Celtics.
Michael Jordan, sócio minoritário do Bobcats, grita com um árbitro durante a partida
“O Doc colocou a bola nas minhas mãos no final do jogo. Confiou em mim, mas pode ser assim em qualquer noite com o Kevin (Garnett) ou o Ray (Allen). Mas nunca penso sobre meus arremessos. É a beleza desta equipe, o sacrifício que todos fazem. Nunca entro em um jogo pensando que tenho que arremessar tantas vezes. Se vencermos, é tudo que me importa”, falou Pierce.
Kendrick Perkins fez 15 pontos e pegou 12 rebotes, Allen terminou a partida com 15 pontos, Tony Allen fez 11, e Eddie House e Kevin Garnett marcaram 10 cada.
Gerald Wallace fez 23 pontos para o time da casa, Jason Richardson contribuiu com 22 e o novato D.J. Augustin fez 13.
Pierce faz uma bandeja marcado por Emeka Okafor
Mesmo assim o Bobcats conseguiu complicar as coisas. Charlotte liderava por oito pontos no final do primeiro tempo e quase virou no quarto período.
Boston liderou por sete pontos durante o terceiro período. No início do quarto tinha uma vantagem de 66 a 62. Charlotte conseguiu empatar a partida pela última vez em 77 pontos, com 3min33s para o final.
Perkins enterrou e Pierce converteu um arremesso para o Celtics abrir 81 a 77, mas o Bobcats diminuiu novamente a diferença, com uma bandeja de Wallace, com 1min27s para o final.
Pierce acertou um lance-livre e achou Garnett livre para um arremesso com 41s de jogo, deixando o Celtics na frente para 86 a 82. Ray Allen converteu dois lances-livres, Pierce encestou um, e Boston conseguiu respirar na partida.
“Defendemos bem até o fim. Mas no primeiro tempo entregamos 22 pontos em erros”, analisou o treinador Larry Brown.
O Boston Celtics teve trabalho para vencer o Golden State Warriors na noite desta quarta-feira. A equipe californiana foi até o TD Banknorth Garden e jogou com muita disposição, quase desbancando o atual campeão da liga. Entretanto, a equipe comandada pelo técnico Doc Rivers reagiu e, com o apoio da torcida, superou uma desvantagem de 14 pontos para vencer por 119 a 111 (54 a 67 no intervalo).
Após algumas partidas apagadas, o “Big Three” do Celtics teve que jogar tudo o que sabe. O ala-armador Ray Allen fez 25 pontos (10 arremessos certos em 17 tentativas), pegou três rebotes e distribuiu três assistências. O ala-pivô Kevin Garnett e o ala Paul Pierce fizeram 21 tentos cada um. “KG” ainda pegou 13 rebotes e deu quatro tocos enquanto que Pierce capturou seis sobras e distribuiu cinco passes para cesta.
Além do trio de estrelas, o Celtics contou com uma apresentação brilhante do jovem armador Rajon Rondo. O atleta de 1,85m de altura marcou 22 pontos, pegou oito rebotes e deu sete assistências. Rondo comprovou sua ascensão, já que nos últimos cinco jogos fez 83 pontos, o que dá ao armador a média de 16.6 pontos neste período. Além disso, o time verde de Boston manteve uma boa escrita contra o Warriors. Nos últimos seis jogos contra a franquia de Oakland, o Celtics venceu cinco.
Kevin Garnett (nº5) encara marcação de Corey Maggete (AP Photo/Michael Dwyer)
A atuação de Rondo rendeu elogios de seu companheiro de time, o astro Paul Pierce: “Eu penso que quando ele gosta do jogo e está afim de mostrar seu jogo, ele é imbatível”, declarou Pierce. “Rondo está se firmando como um jogador consistente e pode se tornar uma estrela em pouco tempo”, concluiu.
Pelo Golden State Warriors, o cestinha foi o ala Corey Maggete. O atleta de 29 anos teve sua melhor atuação desde que chegou a franquia californiana. Maggete assinalou 12 de seus 20 arremessos e terminou a partida com 32 pontos. Outro jogador do Warriors que se destacou foi o ala Stephen Jackson, que anotou 30 tentos, deu seis assistências e capturou cinco rebotes. O ala-armador Jamal Crawford, que fez seu segundo jogo com a camisa do Golden State, conectou 18 pontos, coletou seis sobras e distribuiu seis passes perfeitos, mas não conseguiu evitar o terceiro revés seguido de sua equipe.
A equipe do técnico Don Nelson tentará a recuperação na noite desta sexta-feira. O Warriors (5v-10d) vai até Ohio para enfrentar o Cleveland Cavaliers. O Boston Celtics (14v-2d) também entra em quadra novamente na sexta-feira, a equipe verde de Massachusetts recebe a visita do Philadelphia 76ers.
Bosh tem outra atuação magistral e Raptors vence: O rival de divisão do Celtics, o Toronto Raptors conseguiu sua sétima vitória na temporada. A equipe canadense recebeu a visita do Charlotte Bobcats e não deu chance para o azar, vencendo por 93 a 86 (51 a 46 no intervalo). A vitória só foi possível graças a mais uma excelente atuação do ala-pivô Chris Bosh. O camisa 4 do Raptors fez 39 pontos (15 arremessos certos em 20 tentados), pegou 11 rebotes e ainda deu dois tocos.
A boa fase de Bosh, que já pinta como um dos candidatos a MVP (Jogador Mais Valioso) da temporada, recebeu elogios do técnico adversário, Larry Brown: “Eu ví Bosh fazer grandes jogos nesta temporada, mas nesta partida ele foi especial. Fez vários tipos de arremessos e conseguiu converter todos, nós forçamos uma marcação dupla mas nada o parava. Este é uma daquelas noites especiais, que você vê uma vez a cada cinco anos”, disse o treinador do Bobcats.
Chris Bosh dá “beijinho” na mão de Emeka Okafor (AP Photo/The Canadian Press, Nathan Denette)
A equipe da Carolina do Norte até que fez uma boa partida, mas o Toronto foi mais eficiente nos momentos decisivos. Os 17 pontos e seis rebotes de Joey Graham, somados aos 10 tentos e nove assistências do armador Jose Manuel Calderon foram fundamentais para determinar o resultado final. O italiano Andrea Bargnani também foi bem, com 11 tentos e nove sobras.
Pelo Bobcats, que conheceu sua décima derrota, o cestinha foi o ala Gerald Wallace, que conectou 23 pontos. Wallace também coletou oito rebotes. O ala-pivô Emeka Okafor fez uma boa partida, 16 tentos e 14 rebotes, mas ficou marcado pela enterrada estrondosa que tomou de Joey Graham no final do duelo. Os jovens armadores DJ Augustin e Jared Dudley fizeram 13 tentos cada.
Ambos os times voltam à quadra nesta sexta-feira. O Charlotte Bobcats (4v-10d) vai até Indiana para enfrentar o Pacers no Conseco Field House. Já o Toronto Raptors (7v-7d) receberá a visita do Atlanta Hawks.
Todos que acompanham a NBA sabem que Dwight Howard é o principal jogador do Orlando Magic. Pois bem, na noite deste domingo o gigante do Magic teve uma de suas piores atuações na carreira, problema para o Magic? Nem tanto. A equipe azul da Flórida superou a ausência de seu principal atleta e derrotou o Charlotte Bobcats por 90 a 85 (43 a 38 no intervalo), mesmo jogando na casa do adversário, que vinha embalado por uma vitória sobre o Utah Jazz.
“D-12″ errou os três arremessos que tentou durante a partida e ficou apenas 25min em quadra, devido ao problema com as faltas ainda na primeira etapa. No segundo tempo, Howard voltou, mas teve problemas com infrações novamente e foi excluído a mais de 3min do fim. O pivô terminou com quatro pontos, sete rebotes, cinco tocos e três assistências. Sobre a partida, o atleta de 22 anos resumiu em uma frase: “Esta não foi a minha noite”.
Jameer Nelson completa com perfeição bonita bandeja (AP Photo/Nell Redmond)
Com esses números fracos sobrou para os outros titulares comandarem o Magic. O ala turco Hedo Turkoglu foi o cestinha da partida com 20 pontos. Ele foi seguido do ala-armador francês Mickael Pietrus, que assinalou 18 tentos (sete acertos em 13 arremessos tentados). O ala-pivô Rashard Lewis encestou 17 pontos, pegou seis rebotes e deu três tocos. Outro titular que conseguiu dígitos duplos foi o armador Jameer Nelson, responsável por 15 tentos e cinco sobras.
Turkoglu explicou que o time está preparado caso Howard tenha problemas com faltas: “Nós temos que nos preparar porque Dwight pode ter alguma noite com problema de falta”, disse o ala turco. “Hoje à noite nós fizemos um grande trabalho em grupo”, ressaltou o cestinha do duelo.
Pelo Charlotte Bobcats, o maior pontuador foi o ala Gerald Wallace, autor de 19 pontos. O ala de 26 anos também dividiu a condição de reboteiro com o ala-pivô Emeka Okafor, ambos pegaram nove rebotes. O armador Raymond Felton e o ala Adam Morrison fizeram 14 tentos cada. Felton também distribuiu seis passes para cesta e capturou quatro rebotes. Mas o problema do time da Carolina do Norte foi a péssima distribuição ofensiva. O trio citado somou 47 pontos enquanto que os outros oito jogadores que entraram em quadra somaram apenas 38 tentos.
Adam Morrison (nº35) passa por Hedo Turkoglu (AP Photo/Nell Redmond)
O técnico da equipe derrotada, Larry Brown, elogiou a apresentação do adversário: “Eles (jogadores do Magic) fizeram um bom trabalho e exploraram nossas más combinações ofensivas”, declarou. “Eles mostraram que têm bons jogadores e encontraram nossa única fraqueza durante a partida e a exploraram para vencer o jogo”, analisou o veterano treinador.
O Charlotte Bobcats (3v-6d) terminará sua série de seis partidas em casa na noite desta terça-feira, quando receberá a visita do Dallas Mavericks. Já o Orlando Magic (7v-3d), que venceu seus três últimos duelos (todos na estrada), irá receber o Toronto Raptors, também na noite desta terça. O Magic, inclusive, fará três de suas próximas quatro partidas em sua Anway Arena.
Notas: Dwight Howard teve uma incrível sequência quebrada neste domingo. Como não acertou nenhum arremesso na partida, o pivô voltou a ficar em branco. A última vez que isso ocorrera foi contra o New Jersey Nets em 20 de janeiro de 2007… Nos últimos 37 jogos que disputou, Howard não conseguiu ao menos dez rebotes em apenas quatro deles.
O Charlotte Bobcats surpreendeu na noite desta sexta-feira e bateu o Utah Jazz por 104 a 96 (44 a 43 no intervalo). A partida foi realizada na Carolina do Norte, mas apesar disso o time de Salt Lake City entrou na partida como favorito à vitória. O resultado também comprovou a má fase que o Jazz atravessa, isso porque o time perdeu seus últimos dois jogos e a série de cinco partidas pela costa leste não está sendo bem sucedida, já que a equipe do técnico Jerry Sloan perdeu três das quatro partidas que fez. O Utah terminará sua série de viagens na noite deste sábado contra o Cleveland Cavaliers, de LeBron James e do brasileiro Anderson Varejão.
Carlos Boozer bem que tentou liderar o Jazz com uma bela atuação. O ala-pivô liderou a equipe de Salt Lake City com 26 tentos e 15 rebotes, mas o time sentiu a ausência do armador Deron Williams, que ficou novamente de fora devido a lesão que sofrera no tornozelo esquerdo na pré-temporada e que ainda não está totalmente recuperada. Além de Deron, outros dois jogadores importantes na rotação de Jerry Sloan ficaram de fora, o russo Andrei Kirilenko, que tem uma lesão no dedo indicador, e o turco Mehmet Okur, que cuida de problemas familiares.
“Técnico, estou saindo com a sua filha” (AP Photo/Rick Havner)
Além de Boozer, outros jogadores do time visitante atingiram os dígitos duplos. Os jovens Ronnie Price e Ronnie Brewer, que começaram como titulares, fizeram 14 e 10 tentos , respectivamente. O ala-pivô Paul Millsap assinalou 12 pontos, pegou cinco rebotes e deu dois tocos enquanto que o calouro grego Kosta Koufos contribuiu com nove tentos, dez rebotes e cinco tocos.
Pelo Charlotte Bobcats, que conseguiu sua terceira vitória em oito jogos, o cestinha foi o armador Raymond Felton, autor de 23 tentos. Felton também distribuiu seis passes para cesta, três rebotes e recuperou três bolas. O ala Gerald Wallace teve papel essencial no triunfo. Ele anotou 22 tentos, capturou nove rebotes, recuperou três bolas e deu um toco. O reserva Adam Morrison foi outro que conseguiu dígitos duplos. Ele acertou cinco de seus oito arremessos e terminou o duelo com 15 pontos. O Charlotte não contou com a presença de Jason Richardson, que se recupera de uma lesão no joelho.
Carlos Boozer (de azul) enterra na cara de Gerald Wallace (AP Photo/Rick Havner)
Após o jogo, o técnico do Bobcats, Larry Brown, acredita que os desfalques atrapalharam o Jazz, mas não desmereceu a vitória do seu time: “Naturalmente que os três desfalques atrapalharam as pretensões deles, é óbvio que o time sente um pouco, mas nós não temos nada a ver com isso. Nós jogamos bem e fizemos por merecer a vitória. vencemos Hornets e agora o Jazz, somos um bom time, precisamos apenas de uma sequência, de mais regularidade”, analisou Brown.
Para o técnico do Jazz, Jerry Sloan, seu time não soube resistir a pressão: “Quando eles aplicaram pressão sobre nós, ficamos perdido em quadra não sabíamos o que fazer e foi aí que eles aproveitaram”, declarou o técnico do Utah. “Tomamos muitos arremessos em seguida e não reagimos”, concluiu.
Enquanto que o Jazz (6v-3d) viaja até Cleveland para encarar o Cavs, o Charlotte Bobcats (3v-5d) receberá a visita do Orlando Magic na noite deste domingo.
Após duas derrotas consecutivas, o Toronto Raptors espantou o “início da crise” com um triunfo fora de casa. Na tarde deste domingo, a equipe treinada pelo técnico Sam Mitchell foi até a Carolina do Norte e bateu o Charlotte Bobcats por 89 a 79 (40 a 45 no intervalo). Com a vitória, a franquia canadense assumiu o segundo posto da Divisão Atlântico, ficando atrás apenas do atual campeão Boston Celtics.
O principal responsável pelo êxito foi o ala-pivô Chris Bosh. O camisa 4 do Raptors teve uma tarde magistral e mostrou que já é um dos principais jogadores de garrafão da NBA. Bosh acertou 12 de seus 19 tentativas e conectou seis dos sete lances livres que teve a disposição para terminar a partida com 30 pontos. O ala-pivô ainda pegou 15 rebotes (12 deles defensivos), distribuiu três assistências e deu dois tocos em 43 minutos na quadra.
Apesar da bela atuação individual, Bosh fez questão de agradecer a seus companheiros: “Meus companheiros fizeram um grande trabalho e me deixaram livre várias vezes. Sem eles eu não conseguiria essa números”, ressaltou Bosh, que fez 14 pontos apenas no último quarto. “O lema do nosso time é jogar simples e não dar ênfase para as atuações individuais, nós jogamos o pão com manteiga. Se seu companheiro estiver livre, passe (a bola) para ele”, completou o ala-pivô.
Uma das muitas cestas de Chris Bosh neste domingo (AP Photo/Nell Redmond)
De fato, Bosh contou com a ajuda de alguns colegas de time. O principal “escudeiro” foi o ala-pivô Andrea Bargnani. O italiano somou 18 pontos, cinco rebotes e três tocos e ainda acertou um arremesso de 3 crucial a seis minutos do fim, que deu a liderança ao Raptors. Outro europeu que teve papel importante foi o espanhol Jose Manuel Calderon. O armador conectou 13 pontos e distribuiu sete assistências enquanto que o ala Jamario Moon fez 10 tentos, coletou nove sobras e deu um toco.
Pelo Bobcats, que não conseguiu emplacar sua segunda vitória consecutiva, o destaque foi o armador novato DJ Augustin. O atleta de 20 anos assinalou 14 pontos e distribuiu quatro passes para cesta. Augustin foi importante no segundo quarto, quando marcou 11 tentos e liderou o time de Charlotte na virada antes do intervalo. Porém, seus companheiros não estavam em dia inspirado. O melhor exemplo disso é o desempenho do ala Gerald Wallace, o lateral errou nove de seus onze arremessos e finalizou a partida com seis pontos e oito rebotes.
A dupla de armação titular, composta por Raymond Felton e Jason Richardson, teve uma atuação um pouco melhor. Ambos marcaram 12 pontos e Felton foi mais eficiente que Richardson nas assistências (seis contra quatro), mas nos rebotes “J-Rich” ganhou o “duelo” com cinco rebotes contra três de Felton. Outro que conectou dígitos duplos foi o ala Jared Dudley, autor de 10 pontos em 32 minutos na quadra.
Como diria o vovô Mutombo: “Okafor, aqui não!” (AP Photo/Nell Redmond)
O técnico do Bobcats, Larry Brown, admitiu que seu time precisa depender menos de Jason Richardson e Gerald Wallace durante os jogos: “Se o adversário faz um bom trabalho sobre Gerald e Jason nós ficamos em dificuldades, é sempre assim. Nós acabamos perdendo alguns jogos assim então temos que mudar essa filosofia e depender menos deles dois”, analisou o veterano.
Apesar das atuações ruins de seus principais jogadores, o Charlotte manteve o jogo equilibrado até o final. A vitória parecia uma realidade a 7min do fim do terceiro quarto, quando o Bobcats liderava por onze pontos, 58 a 47. Mas o Raptors reagiu e iniciou uma série de 16 a 9 logo a seguir e diminuindo a difrença para quatro tentos, 67 a 63. O último quarto começou equilibrado e com seis trocas de liderança em cinco minutos. A última liderança da franquia anfitriã no duelo foi a 7min do término, quando Jason Richardson conectou um arremesso e o Bobcats passou a frente por dois, 74 a 72.
A partir daí quem comandou as ações foi o time forasteiro. A equipe de Toronto iniciou uma série arrasadora de 17 a 0, começada por um arremesso certeiro de Chris Bosh. Com essa arrancada, o Raptors abriu quinze pontos de vantagem, 89 a 74 com 1min40s para o soar da sirene e sepultou as chances do Bobcats de sair vitorioso.
O Toronto Raptors (4v-2d) terá uma parada dura na noite desta segunda-feira. A equipe canadense irá até Massachusetts para enfrentar o atual campeão Boston Celtics. Já o Charlotte Bobcats (2v-4d) continua atuando diante de sua torcida. Na noite esta terça-feira a equipe da Carolina do Norte receberá a visita do Denver Nuggets, do pivô brasileiro Nenê.
Gerald Wallace e o treinador do Charlotte Bobcats, Larry Brown, reuniram-se antes da partida contra o Miami Heat. O ala estava tentando aprender o novo sistema e fugiu de suas raízes. Brown encorajou Wallace e o Bobcats venceu a partida por 100 a 87, a primeira vitória de Brown com a equipe.
Richardson passa por Haslem no segundo tempo da partida
Wallace fez 34 pontos, Jason Richardson adicionou 23 e Emeka Okafor fez 18 pontos e pegou 13 rebotes na 1.011ª vitória da carreira do treinador.
“Oh cara, parecia que o time estava em queda livre algumas vezes. Os guris precisavam vencer”, disse Brown.
Wade esteve em noite pouco inspirada
Michael Beasley fez 25 pontos para o Heat, Dwyane Wade teve 19, em 5 de 15 arremessos, no 38º aniversário do técnico Erik Spoelstra.
Miami cortou a diferença de 17 pontos para 77 a 71. Wallace tomou conta da partida e o Heat não mais ameaçou. Michael Jordan ficou feliz com o que viu.
O Bobcats acertou 60% de seus arremessos e ganhou a batalha dos rebotes.
Com Wade em uma péssima noite Beasley carregou o Heat, enquanto pode. Ele acertou 80% dos arremessos nos primeiros três quartos. Mas a diferença nos rebotes, 41 a 27, foi demais para o heat.
“Foi bom vencer, assim a gente sabe que o sistema funciona”, disse Richardson.
Os treinos de pré-temporada das 30 equipes da NBA estão a todo vapor e, mesmo não sendo abertos a imprensa, as primeiras impressões de técnicos e jogadores são reveladas à mídia. Uma das notícias dos primeiros dias de prática veio da Carolina do Norte, mais precisamente de Charlotte, onde está situado o Bobcats, time do técnico Larry Brown, que se mostrou impressionado com o desempenho do ala Gerald Wallace.
O veterano treinador, campeão da liga norte-americana em 2004 com o Detroit Pistons, declarou que Wallace é peça fundamental em sua equipe: “Em minha carreira, atletas como ele foram a espinha dorsal de todos os times que treinei”, afirmou o experiente técnico. “Rapazes atléticos, que correm a quadra inteira, defendem, pegam rebotes. Não necessariamente grandes arremessadores, mas verdadeiros jogadores de basquete”, completou.
Brown declarou que espera uma única correção no jogo do camisa 3 do Bobcats. De acordo com o comandante, o ala precisa parar de fazer “apostas”, ou seja se arriscar menos na hora de roubar a bola, com o intuito de não cometer faltas bobas. Além disso, Brown espera que Wallace utilize sua defesa privilegiada para envolver seus colegas a fim de que eles também evoluam no sistema defensivo.
O atleta de 26 anos parece ter entendido o recado do treinador: “Ele quer me tirar dessa individualidade na defesa, quer que os cinco atletas defendam juntos. Se você sair para tentar roubar qualquer bola e errar, corre o risco de deixar os companheiros com problemas”, avaliou Wallace.
Na última temporada o lateral de 2,01m de altura teve excelentes médias de 19.4 pontos, 6.0 rebotes, 3.5 assistências e 2.1 roubos de bola em 62 partidas disputadas pelo Bobcats em 2007/08.