December 5, 2008

Coordenador de arbitragem da CBB Geraldo Fontana será palestrante em clínica internacional em Portugal

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O coordenador de arbitragem da CBB e comissário FIBA, Geraldo Miguel Fontana, será o palestrante principal da Clínica Internacional da Associação Nacional de Juízes de Basquete de Portugal (ANJB). O evento será realizado neste domingo e segunda-feira (dias 7 e 8) na cidade de Caldas da Rainha. É a primeira vez que um brasileiro é convidado para falar neste evento, que está na 16ª edição. Fontana dará quatro palestras sobre assuntos escolhidos pela ANJB. Este ano a clínica reunirá 86 participantes de 11 cidades portuguesas.

Fontana explica é uma grande responsabilidade, pois se trata do evento mais importante da ANBJ e é a primeira vez que o convidado não é europeu.

“A Associação chama sempre um estrangeiro para fazer as palestras principais. É uma honra enorme, já que nos anos anteriores, foram convidados grandes nomes da arbitragem mundial, como Miguel Bittencourt (diretor de arbitragem da FIBA Europa) e Costa Rigas (diretor de arbitragem da Euroliga). O fato de terem me escolhido dessa vez mostra que eles estão interessados em saber o que está acontecendo no nosso basquete. A expectativa é muito grande, principalmente pelo apoio que estou recebendo da FIBA e da FIBA Américas, que estão acreditando no meu trabalho e no da CBB”, explica Fontana.

Fontana desenvolverá quatro temas, escolhidos pela Federação Portuguesa. São eles: “A arbitragem no Brasil: tão longe, mas aqui tão perto”; “Coordenação no trabalho da mesa”; “Como comunicar…? e Estratégias de arbitragem moderna”.

Sobre “A arbitragem no Brasil: tão longe, mas aqui tão perto”, Fontana vai falar sobre o que está sendo feito no Brasil e na FIBA Américas.

“O objetivo é falar da minha experiência como comissário FIBA, instrutor nacional da FIBA Américas e coordenador de arbitragem da CBB. Quero mostrar a realidade do nosso continente, contando o que estamos fazendo para desenvolver a arbitragem no Brasil e nos outros países.”

No tema “Coordenação no trabalho da mesa”, Fontana conversará exclusivamente com os comissários técnicos e oficiais de mesa.

“Vamos analisar com aqueles que desempenham essas duas funções casos em que a mesa precisa intervir durante a partida e como se dá a relação entre mesa e arbitragem. Mostraremos vídeos com situações em que houve problemas no jogo por ausência de intervenções mais seguras.”

No tópico “Como se comunicar” serão trabalhadas estratégias em que o árbitro tem que desenvolver para ser entendido da melhor maneira possível, com técnicos, jogadores e a mesa de controle. E finalmente, na palestra sobre “Estratégias de arbitragem moderna”, Fontana discutirá recursos e atividades que favorecem o desenvolvimento do árbitro, como a reunião pré-partida, filmagem dos jogos e estudos de casos utilizando os vídeos preparados pela comissão de arbitragem.

Geraldo Miguel Fontana, 46 anos, é o Coordenador de Arbitragem da CBB desde 2003 e esteve presente nas principais competições da FIBA, como comissário técnico e supervisor de arbitragem. Nos últimos dois anos, participou dos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), Copa América Pré-Mundial Sub-18 masculino (Argentina/2008), Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), Torneio Pré-Olímpico das Américas (Las Vegas/2007) e o 15º Campeonato Mundial Feminino do Brasil (2006).

PROGRAMAÇÃO

Palestras de Geraldo Miguel Fontana

Domingo (dia 7 de dezembro)

12h15min – Arbitragem no Brasil: Tão longe, mas aqui tão perto
13h45min – Coordenação no trabalho da mesa
18h45min – Como comunicar?

Segunda-feira (dia 8 de dezembro)

13h15min – Estratégias de Arbitragem Moderna

OBS: Horários de Brasília

(CBB)

November 29, 2008

Geraldo Fontana faz avaliação positiva da Clínica de Arbitragem no Paraguai

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , — basketbrasil @ 8:30 am

Com a participação de 32 árbitros e oficiais de mesa da cidade de Assunção, no Paraguai, foi realizada entre os dias 24 e 26 de novembro a 1ª Clínica Internacional Eletrobrás de Arbitragem, na Universidad Americana. O evento, ministrado pelo coordenador de arbitragem da CBB e instrutor FIBA, Geraldo Fontana, foi exclusivo aos profissionais da Federação Paraguaia de Basquetebol e teve como objetivo a padronização da arbitragem através dos conceitos adotados pela FIBA em competições internacionais.

Segundo Fontana, foi possível interagir com os participantes, principalmente na análise de situações de jogo através da utilização de vídeos. O coordenador diz que a realização da clínica reflete a preocupação da FIBA Américas em qualificar profissionais de arbitragem no continente americano.

“Eu recebo suporte da FIBA Américas, que me orienta sobre a importância de desenvolver temas como controle de jogo, profissionalismo do árbitro e valorização da língua inglesa na integração da arbitragem em âmbito internacional. Nos próximos anos, a FIBA Américas vai começar a recrutar novos árbitros internacionais no continente”, conta Fontana.

O coordenador da CBB explica que o Paraguai pretende investir no crescimento do basquete local, o que pode ajudar a elevar o nível do esporte na América Latina.

“Percebi que há interesse, por parte da Federação Paraguaia, em criar condições para o desenvolvimento do basquete no país. O Paraguai está bem localizado e poderá ter o apoio dos dois países que possuem uma boa representação no cenário internacional: Brasil e Argentina. Nós, brasileiros, temos interesse em fortalecer um intercâmbio entre os dois países através de clínicas e de acampamentos.”

(CBB)

October 8, 2008

Coordenador de arbitragem da CBB e comissário Fiba Geraldo Fontana fará palestra para árbitros em Portugal

Filed under: América Latina, Europa, Internacional — Tags: , , , , — basketbrasil @ 6:33 pm

O coordenador de arbitragem da CBB e comissário FIBA, Geraldo Fontana, será o palestrante convidado da XVI Clínica Internacional, que acontecerá na região de Leiria, em Portugal, nos dias 7 e 8 de dezembro. Organizado pela Associação Nacional de Juízes de Basquetebol (ANJB), de Portugal, o evento é anual e obrigatório para árbitros que atuam no campeonato nacional do país. Fontana recebeu o aval da FIBA e da FIBA Américas para participar da Clínica, a primeira internacional de sua carreira como palestrante convidado.

“O objetivo é falar da minha experiência como comissário FIBA, instrutor nacional da FIBA Américas e coordenador de arbitragem da CBB. Quero mostrar a realidade do nosso continente. Nos anos anteriores, os palestrantes convidados sempre foram europeus. O fato de terem me escolhido dessa vez mostra que eles estão interessados em saber o que está acontecendo no nosso basquete”, analisa Fontana.

Durante a palestra, Fontana irá abordar, entre outros assuntos, sua participação nos Jogos Olímpicos de Pequim (China/2008), onde atuou como comissário técnico e supervisor de arbitragem das partidas de basquete. Nos últimos dois anos, o coordenador de arbitragem da CBB já havia desempenhado as duas funções nas principais competições da FIBA, como o 15º Campeonato Mundial feminino do Brasil (2006), Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), Torneio Pré-Olímpico das Américas (Chile/2007) e Copa América/Pré-Mundial Sub-18 masculino (Argentina/2008).

“Toda experiência é um aprendizado. Eu vou lá para compartilhar a minha experiência e também para aprender com eles. A expectativa é muito grande, principalmente pelo apoio que estou recebendo da FIBA e da FIBA Américas, que estão acreditando no meu trabalho e no da CBB”, ressalta Fontana.

(CBB/Eletrobrás)

September 8, 2008

Geraldo Fontana valoriza experiência como diretor e comissário técnico de arbitragem no Centrobasket no México

Filed under: América Latina, Internacional — Tags: , , , — basketbrasil @ 7:06 pm

Rio de Janeiro — O coordenador de arbitragem da CBB e comissário FIBA, Geraldo Fontana, foi o diretor técnico do Campeonato CentroBasket masculino, realizado de 27 e 31 de agosto, no México. A competição classificou as equipes de Porto Rico, Ilhas Virgens e República Dominicana para a Copa América / Pré-Mundial de 2009. Fontana desempenhou a função na sede de Chetumal, enquanto Aníbal Garcia, diretor técnico da FIBA Américas, estava em Cancún. O diretor é o responsável por toda competição, administrando diversas áreas, para que tudo ocorra corretamente.

“Um diretor técnico coordena o congresso técnico, supervisiona a administração da parte logística, como hospedagem e transporte, verifica os uniformes das seleções e encaminha ao Tribunal de Apelação a punição de atletas e equipes por infrações. Na área de arbitragem, o diretor elabora a escala de árbitros e promove as reuniões com a equipe de arbitragem, visando à uniformidade das decisões”, disse Geraldo.

Segundo Fontana, o trabalho como diretor técnico é uma experiência riquíssima, na qual é possível adquirir vários conhecimentos sobre diversas áreas e atividades.

“Como diretor, aprendemos a gerenciar um evento. Precisamos sempre estar atentos a todos os detalhes que fazem uma competição ter sucesso. Foi muito gratificante trabalhar em um Campeonato com uma infra-estrutura impecável em todos os aspectos. A FIBA Américas fez um excelente trabalho e a presença do Secretário Geral, Alberto Garcia, nos dois primeiros dias de jogos em Chetumal, foi fundamental na orientação que deveríamos seguir como diretor nesta sede. Também tive a oportunidade de trabalhar com o instrutor da Fiba Américas, o porto-riquenho Alvin Boria, formando uma equipe que me fez aprender bastante. Foi a segunda vez que atuei nesta função. A primeira foi na Copa América / Pré-Mundial Sub-18 feminina da Argentina, em julho. Fico feliz em fazer parte desse treinamento e agradeço o apoio da CBB nesse processo de desenvolvimento e evolução do trabalho.”

Na área específica da arbitragem, o diretor técnico dirigiu as reuniões com uma equipe de 14 árbitros da competição, incluindo o brasileiro Sérgio Pacheco.

“Nessas reuniões, analisamos diversas situações de jogo, enfatizando temas como falta antidesportiva, resolução de conflitos, mecânica de arbitragem e controle do banco de reservas. O objetivo é que cada árbitro possa promover uma análise pessoal de seu desempenho, buscando a padronização e um melhor julgamento na tomada de decisões.”

Paralelamente à atividade de diretor técnico, Fontana atuou também como comissário técnico, que coordena as atividades entre a mesa de controle e os árbitros. Sentado entre o apontador e o cronometrista, o comissário é quem auxilia os árbitros e mesários em momentos difíceis da partida. Segundo Fontana, é preciso muito conhecimento das regras e agilidade nas decisões.

“O comissário técnico dá suporte à equipe de arbitragem quando há qualquer dúvida de regras, interpretações, controle de tempo no cronômetro de jogo e no aparelho de 24 segundos. É importante tomar decisões rápidas que sejam positivas para o desenvolvimento da partida.”

Fontana acrescenta que, nos últimos anos, vem recebendo treinamento da FIBA Américas como instrutor, comissário e, agora, como diretor técnico em competições. Só em 2008, atuou na Copa América Sub-18 feminina (diretor técnico) e masculina (comissário), Sul-Americano adulto masculino (comissário e supervisor de arbitragem), Final Four da Liga das Américas (comissário) e nos Jogos Olímpicos de Pequim (comissário técnico e supervisor de arbitragem). Fontana traz toda essa bagagem para o basquete brasileiro, como coordenador de arbitragem da CBB.

“Essa experiência internacional que adquiri nos últimos anos tem sido fundamental para o desenvolvimento e evolução do meu trabalho no Brasil. Além disso, coloco em prática esse aprendizado na arbitragem brasileira, nas clínicas Eletrobrás e nas competições nacionais.”

(CBB/ELETROBRÁS)

August 18, 2008

Brasileiro Geraldo Fontana supervisiona arbitragem nos bastidores dos Jogos Olímpicos

Filed under: Basquete Feminino, Basquete masculino, Nacional, Seleções — Tags: , — basketbrasil @ 11:02 pm

(CBB)

Não só de atletas é feita uma Olimpíada. Nos bastidores dos Jogos Olímpicos, há uma grande estrutura para garantir o sucesso do maior evento esportivo do planeta. A arbitragem é um dos setores fundamentais em uma competição e, em Pequim, o brasileiro Geraldo Miguel Fontana é um dos responsáveis pela avaliação da arbitragem nos Jogos. Coordenador de arbitragem da CBB, Fontana está na China acumulando duas importantes funções: comissário técnico e supervisor de arbitragem das partidas de basquete. Nos últimos dois anos, Fontana desempenhou as duas funções nas principais competições da FIBA, como o Mundial Feminino (Brasil/2006), Jogos Pan-Americanos (Rio/2007), Torneio Pré-Olímpico das Américas (Chile/2007), Copa América/Pré-Mundial Sub-18 Masculino (Argentina/2008), entre outros.

Qual é a função de um Comissário Técnico?

Dar suporte para a equipe de arbitragem, estando presente na mesa de controle. Sua experiência pode orientar os árbitros e os oficiais de mesa nos momentos mais importantes. Um conhecimento profundo das regras do jogo e senso de equilíbrio são exigidos para buscar a melhor solução para a partida. Bom senso e segurança nas decisões são importantes para identificar um bom comissário técnico. A capacidade de entender o jogo e dar respostas rápidas, com eficiência, dá suporte para a equipe de arbitragem. E, acima de tudo, um comissário técnico deve ser um motivador, transmitindo confiança para que árbitros e oficiais de mesa dêem o melhor de si em seu trabalho.

E o que faz o supervisor de arbitragem?

Na supervisão nós analisamos o desempenho da arbitragem durante os jogos, tanto individualmente como da equipe formada pelos três árbitros. Assim, identificam-se os pontos positivos e aqueles que precisam ser melhorados. Para isso, os supervisores comparam as diversas decisões tomadas pelos árbitros durante as partidas e buscam orientar a equipe para manter um padrão satisfatório durante a competição.

Qual a principal diferença entre as duas funções?

O comissário técnico analisa a mesa de controle, enquanto o foco do supervisor é a equipe de arbitragem.

Como é realizado o trabalho?

Durante a competição são realizadas algumas reuniões técnicas para analisar o desempenho dos árbitros. Um recurso importante para esse trabalho é o uso de vídeos com as situações de jogo, dando um grande reforço nas análises apresentadas.

Quais as suas tarefas, especificamente?

Sou encarregado da produção e organização de vídeos com situações de jogo e do suporte aos demais supervisores de arbitragem. Após o término de cada partida recebo um relatório dos supervisores e passo a trabalhar na análise das situações de jogo. A qualquer momento os supervisores podem solicitar esses vídeos para analisar a coleta de dados da partida. No final da competição, elaboramos um relatório do desempenho de cada árbitro e enviamos para o Diretor Técnico da FIBA.

Como é a sensação de estar mais uma vez em uma Olimpíada?

Maravilhosa. Estou muito contente em poder estar trabalhando nos Jogos Olímpicos de Pequim. Compartilhar experiências com profissionais que atuam nas melhores competições do mundo é realmente fantástica. A palavra-chave aqui é aprendizagem. Fazer parte da equipe da FIBA e da FIBA Américas é um dos grandes orgulhos da minha vida. E o que mais me deixa mais feliz é saber que estamos indo no caminho certo no Brasil, procurando promover uma renovação da arbitragem nacional. Inserindo novos árbitros e promovendo o desenvolvimento da arbitragem feminina.

 

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