November 25, 2008
Memphis (EUA) - O ala-armador Manu Ginóbili não foi o cestinha da vitória do San Antonio Spurs sobre o Memphis Grizzlies nesta segunda-feira, por 94 a 81, e sequer terminou entre os cinco principais pontuadores do confronto. Mas os 12 tentos anotados pelo argentino em seu primeiro jogo na temporada da NBA foram importantes para deixar o atleta confiante após a recuperação de uma cirurgia no tornozelo esquerdo.
Ginóbili, que havia tido problemas físicos no final da temporada passada da NBA e ainda precisou de infiltrações de antiinflamatórios para poder defender a Argentina nos Jogos Olímpicos de Pequim, estava afastado das quadras desde setembro.
“Estou me sentindo muito bem em relação ao problema que tive”, iniciou Ginóbili, que atuou por 11 minutos na vitória dos Spurs. “Não queria me precipitar para voltar, pois ainda estou um pouco enferrujado. Preferi respeitar meu próprio tempo”, prosseguiu.
Mas Manu deixou a quadra satisfeito com seu desempenho em sua primeira aparição na temporada. “Não esperava em uma ótima exibição na minha estréia no ano, então posso dizer que estou muito feliz com o que fiz no jogo. Foi bom para a minha auto-estima”, complementou o argentino, que viu o armador rival OJ Mayo terminar como o cestinha do confronto, com 26 pontos marcados para o Memphis.
A volta de Ginóbili também foi comemorada por um dos principais jogadores do San Antonio: Tim Duncan, que conquistou 14 pontos e 11 rebotes nesta segunda-feira. “Ele foi ótimo justamente num momento em que a nossa equipe estava tendo dificuldades em quadra”, analisou o ala-pivô.
“Demos a bola para o Manu quando achamos que tudo estava morto… e ele foi capaz de conseguir pontos e lances livres. Fizemos isso várias vezes seguidas e em todas ele foi muito bem”, destacou Duncan.
(Gazetapress)
November 22, 2008
O ala-armador argentino Manu Ginóbili, do San Antonio Spurs, que se recupera de uma artroscopia no tornozelo esquerdo, afirmou que pode voltar a jogar na próxima semana, em um prazo de recuperação mais rápido do que o previsto.
Entretanto, o técnico do San Antonio, Gregg Popovich, não compartilha da mesma opinião.
“Quando ele estiver preparado para voltar ele irá jogar. Mas agora ele ainda não está preparado”, disse Popovich.
Após a Olimpíada de Pequim, Manu foi submetido a uma cirurgia para reparar os ligamentos do tornozelo, problema que o incomodava desde as finais da Conferência Oeste contra o Los Angeles Lakers.
Na atual temporada regular da NBA o San Antonio soma cinco vitórias e seis derrotas.
(Lancepress!)
August 31, 2008
O ala-armador argentino do San Antonio Spurs, Manu Ginóbili, confirmou que passará por cirurgia na próxima semana para corrigir uma lesão no tornozelo esquerdo. Manu, que ganhou a medalha de bronze pelo seu país nas Olimpíadas em Beijing, agravou a lesão que tinha sofrido nos playoffs da última temporada no jogo da semifinal em que a Argentina perdeu para os EUA.
Ainda não se sabe quanto tempo durará a recuperação da cirurgia, mas estima-se que dure entre seis a oito semanas. O Spurs abrirá a temporada contra o Phoenix Suns em 29 de outubro. Logo após a cirurgia, o time texano anunciará o tempo de recuperação.
(Spurs Brasil)
August 30, 2008
UOL Esporte
Das agências internacionais
Em Buenos Aires (ARG)
Após ajudar a seleção argentina a conquistar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, o ala-armador argentino Manu Ginóbili voltou ao seu clube, o San Antonio Spurs, já admitindo que vai precisar passar por uma cirurgia de artroscopia nos ligamentos do tornozelo esquerdo.
O jogador havia se lesionado no começo dos playoffs da NBA, em maio. Mas uma ressonância magnética não mostrou maiores complicações e o argentino foi liberado para disputar os Jogos, mesmo contra a recomendação do técnico dos Spurs, Gregg Popovich.
Em entrevista ao jornal argentino La Nación, Ginóbili disse que fez outro exame depois dos Jogos e que a lesão não foi agravada. “Está na mesma situação de dois meses atrás. Não piorou, o que é importante, mas também não melhorou. Acreditamos que o único jeito de resolver completamente esse problema é a cirurgia”, explicou o craque.
O argentino de 31 anos voltou a sentir a lesão logo no começo do jogo contra os Estados Unidos na semifinal olímpica, e apenas assistiu à decisão da medalha de bronze contra a Lituânia. Nada que tenha desapontado o jogador.
“Tudo o que eu queria era disputar os Jogos, e sabia que se sentisse dor, teria que operar. Não foi algo que me pegou de surpresa”, revelou Ginóbili, que ainda não sabe quem irá operá-lo, nem quando.
Ninguém recebe mais aplausos em San Antonio do que Manu Ginóbili. Tony Parker não tem a plástica do argentino, e Tim Duncan, bem, Tim Duncan tem o carisma mais apurado que o de uma mosca resfriada. Mas essa lua-de-mel com a torcida texana pode estar chegando ao fim. Uma rápida olhada nos grupos de discussão da franquia nos jornais locais, e o assunto mais comentado é a respeito da contusão no tornozelo do craque argentino da camisa 20.
Frases americanóides como “primeiro vem quem lhe paga”, ou “os Spurs te dão de comer”, estão lá, para quem quiser ler, mostrando que o período de ausência de Manu, cerca de três ou quatro meses, pode ser ainda mais duro se a equipe não engrenar. Mas a torcida do Texas precisa pensar um pouco. Defender o seu país não é errado, pelo contrário, e se ele se machucou, não foi por querer, evidentemente.
Pior: crucificar Manu é dar um tiro no próprio pé. O argentino tem contrato expirando em uma temporada, e cutucá-lo com palavras pouco educadas é pedir para que ele procure outra franquia para os seus últimos dias na NBA.
(Blog Da Linha dos Três, Fabio Balassiano)
August 29, 2008
O argentino Emanuel Ginóbili confirmou que precisará ser submetido a uma artroscopia para resolver a lesão em seu tornozelo esquerdo. O ala-armador do San Antonio Spurs enfrenta problemas nos ligamentos do joelho desde a temporada da NBA.
“Eles vão me operar”, admitiu o jogador ao jornal La Nacion em reportagem publicada nesta sexta-feira. Segundo ele, a necessidade da cirurgia foi confirmada após a realização de novos exames de ressonância magnética.
“É a mesma situação de dois meses atrás, quando fizeram o primeiro exame. Não está pior, o que é importante. Também não melhorou e parece que a única maneira de repará-lo completamente é com a artroscopia”, explicou o jogador, que negou ter ficado surpreso com os desdobramentos do caso. “Apesar de tudo, estou confortável com a minha situação. Meu plano era disputar os Jogos Olímpicos e sabia que se tivesse dores eles teriam de me operar. Não é algo que me pegou de surpresa”.
A lesão chegou a ameaçar a participação de Manu Ginóbili nos Jogos Olímpicos de Pequim. Depois de um tratamento intensivo, o ala-armador foi confirmado no grupo que defenderia o título olímpico. Contudo, na partida da semifinal contra os Estados Unidos, Ginóbili voltou a sentir a lesão durante uma disputa de bola ainda no primeiro quarto da partida e não atuou mais no torneio. A Argentina foi superada pela seleção norte-americana, que conquistou o título em cima da Espanha, e ficou com o bronze.
A operação deverá ser realizada na próxima semana, em Los Angeles, mas até o momento o San Antonio ainda não fez qualquer pronunciamento oficial sobre o assunto. À The Associated Press, o porta-voz oficial da franquia disse que o time não tinha comentários a fazer.
A lesão original de Ginóbili aconteceu durante a disputa dos playoffs contra o Los Angeles Lakers, diminuindo o ritmo do jogador em quadra. Eleito o melhor reserva da competição, o ala-armador foi o cestinha da equipe.
Em maio, o argentino fez um tratamento à base de injeções e utilizou uma proteção especial na perna em junho. Uma ressonância realizada naquela época indicou que os ligamentos do joelho esquerdo estavam cinco vezes maiores que os do outro pé.
(Gazeta Esportiva)
August 24, 2008
O argentino Manu Ginóbili teve muitos problemas com o San Antonio Spurs para conseguir sua liberação para a disputa dos Jogos Olímpicos, devido a uma lesão no tornozelo esquerdo que o atrapalharam nos Playoffs da NBA, principalmente nas Finais da Conferência Oeste contra o Los Angeles Lakers, quando suas médias caíram para 12.6 pontos contra 19.5 pontos na temporada regular.
Na preparação para as Olimpíadas, Manu demorou para encontrar sua melhor forma física, melhorando seu desempenho com a sequência de jogos. Tudo ia bem em Pequim, com o ala-pivô liderando a Argertina com médias de de 17.7 pontos e 3.9 assistência, quando o jogador voltou a sentir a mesma lesão na Semi-Final contra os norte-americanos, preocupando desde os argentinos aos texanos do Spurs com o agravamento da lesão.

“Já no vestiário com Pop (Gregg Popovich, treinador do Spurs) sobre a situação, tive um par de idas e vindas, mas ele me entendeu porque foi jogador. Ele está desiludido e triste por mim, porque me querem e me respeitam. E depois não voltei a quadra para não preocupar mais meus companheiros”, revelou Ginóbili, que saiu ainda no primeio quarto na partida contra os Estados Unidos e não retornou a quadra. O jogador não voltará com o restante dos jogadores, indo diretamente para os Estados Unidos.
O jogador passará por exame nos Estados Unidos, podendo sofrer uma cirurgia. “Já em San Antonio ele verão se tenho que me operar ou não. A situação é a mesma de antes dos Jogos. É o mesmo problema, a mesma região. Nada novo”, explicou Manu.
O ala-armador, que tem 31 anos e mais dois anos de contrato com o Spurs, tendo sua extensão de contrato com a equipe colocada em dúvida após essa lesão. Com isso o argentino não sabe se volta a defender seu país, depois da conquista da medalha de bronze em Pequim. “Eu não sei se vu estar na Mundial da Turquia estando saudável, por isso a única coisa que tenho que me preocupar agora é de me recuperar bem. Depois o tempo dirá, ver o que se está passando com minha vida e na Seleção. Ainda é muito cedo para falar disso”, finalizou Manu.
August 20, 2008
Uma das semifinais dos Jogos Olímpícos marcará o confronto da Argentina com os Estados Unidos, que vem massacrando seus adversários neste Torneio. Kobe Bryant, cestinha da vitória sobre a Austrália nas quartas-de-final com 25 pontos, quer ser campeão vencendo antes a Argentina, em mais uma revanche para o Redeem Team (Time da Redenção), como vem sendo chamada a seleção norte-americana.

Foto: Kobe voa para a enterrada (Timothy A. Clary/Getty Images)
“Queremos ser campeões vencendo os campeões. Seria um orgulho vencer os atuais campeões olímpicos. Estamos mortos de medo”, declarou o astro do Los Angeles Lakers, adotando um discurso humilde, antes do confronto entre os sul-americanos e a Grécia. A Argentina venceu os EUA nas semifinais dos Jogos de Atenas em 2004, em uma equipe treinada por Larry Brown e que não contava com Kobe. “Você quer estar apto a jogar com caras que venceram na última vez. Há um sentimento de orgulho que vem batendo em um campeão”, completou o jogador.
O argentino Manu Ginóbili jogou todo o favoritismo para os americanos e já pensa na disputa da medalha de bronze. “Os EUA são muito superiores tecnicamente. As possibilidades de vitória são de 5 a 10%, mas estão ali. Todos sabem como foi difícil para nós estar entre os quatro primeiros. Agora temos que fazer o que for preciso para subir no pódio”, explicou Manu.
O armador Pablo Prigioni concorda com Manu. “Os EUA estão em outro nível”, afirmou o companheiro de Tiago Splitter no Tau Cerámica. “Quando chegam as quartas-de-final se joga contra as melhores equipes do mundo e a diferença é mínima. Um detalhe pode decidir uma partida como essa”, finalizou referindo-se a partida contra os gregos, decidida no último arremesso.
August 19, 2008
Quando conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Atenas-2004 no basquete masculino, a Argentina eliminou a Grécia nas quartas-de-final e, na fase seguinte, encarou os gigantes dos Estados Unidos. Quatro anos depois os atuais campeões se vêem em uma chave semelhante, que motiva a equipe sul-americana ainda mais para encarar a seleção grega nesta quarta-feira às 11h15min (de Brasília).
Apesar da derrota sofrida na estréia para a Lituânia, os argentinos conseguiram a recuperação no torneio e se classificaram na segunda colocação do Grupo A, com quatro vitórias. E com excelentes atuações dos versáteis ala-armador Emanuel Ginóbili e do ala-pivô Luís Scola, que também estiveram em quadra em Atenas, há quatro anos.
Na ocasião, a Argentina passou pelos donos da casa em uma partida emocionante, que terminou com placar de 69 a 64 – revertendo uma desvantagem de 11 pontos no terceiro quarto. Caso consigam a vitória novamente, os atuais campeões dos Jogos poderão se encontrar com os mesmos adversários de Atenas nas semifinais: os Estados Unidos.
Na preliminar do embate entre Argentina e Grécia, quem entra em quadra é justamente a equipe norte-americana, às 9 horas (de Brasília). O time sensação dos Jogos de Pequim, com média de 103 pontos por partida, enfrentará a Austrália.
Do outro lado da chave do torneio de masculino, a Espanha terá uma batalha complicada contra a escola eslava do basquete croata. Os atuais campeões mundiais, liderados pelos irmãos Pau e Marc Gasol, encaram os balcânicos na primeira partida do dia, às 3h30min. Em seguida, aguardam pelo vencedor de Lituânia e China, às 5h45min, para terem o rival das semis definido.
(Gazeta Esportiva)
August 18, 2008
(Fabián Tetelboim, direto de Pequim, para o Terra)
Diego Maradona prometeu que iria visitar todas as seleções argentinas que disputam os Jogos Olímpicos. Nesta segunda-feira, o ídolo argentino assistiu a vitória da seleção de basquete Argentina sobre a Rússia por 91 a 79.
O eterno “10″ argentino chegou ao ginásio apenas no segundo quarto e no intervalo da partida foi saudar os jogadores. “Vim ver o ‘monstro’ Manu”, elogiou o ex-jogador entre dezenas de voluntários chineses que mais que ajudá-lo queriam tirar uma foto com ele.
Maradona sentou atrás do placar quando chegou, mas ao sair do vestiário argentino decidiu ficar nos assentos laterais para ver melhor a partida.
Vestindo uma camisa azul larga e com um bom semblante, o craque argentino foi ovacionado por seus compatriotas no ginásio logo ao chegar a tribuna e os saudou.
Depois, foi ter com os jogadores argentinos, principalmente o ala-armador Emanuel Ginóbili, seu ídolo, e acompanhou com palmas a música que tocava cada vez que o jogo parava, mostrando animação.
“Ainda não posso acreditar que Diego veio nos saudar no intervalo, aqui na China é algo incrível que nos encheu de orgulho e emoção”, disse Ginóbili após o jogo.
A presença de Maradona era esperada antes no estádio de hóquei, onde as “Leonas” (Leoas em espanhol) derrotaram a Nova Zelândia por 3 a 1.
Minutos antes da partida, uma pessoa da comissão técnica do time argentino assegurou que Diego havia prometido ir visitar as jogadoras e que seria uma surpresa.
Como não poderia deixar de ser, é esperado que Maradona vá ao estádio ver o clássico entre Brasil e Argentina, válido pela semifinal do torneio masculino de futebol.
Presença de Maradona anima Seleção Brasileira
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Redação Terra
August 14, 2008
A chave da bela vitória da Argentina sobre a Croácia nessa quarta foi excelente trabalho defensivo da equipe, para o ala Carlos Delfino, contratação milionária da equipe russa do Khimki para a temporada, tornando-se o jogador mais bem pago da Europa. A defesa argentina forçou os croatas ao baixo aproveitamento de 38.1% nos arremessos de 2 pontos e 20% nos tiros de 3.
“Não creio que haja tanta diferença entre Croácia e Argentina. Os croatas são uma equipe em melhor momento na competição. Todo o mundo pensa que são a equipe revelação, mas penso que fizemos a melhor defesa desde que nos juntamos para começar a trabalhar há um mês e meio”, explicou Delfino.
“Sempre que as reações são boa é positivo. A derrota contra a Lituânia foi muito dolorosa. Não há um mal que por bem não venha. Para a equipe se produziu em um momento importante. Defendemos com muita intensidade, jogamos como equipe e todos nos sentimos mais cômodos. Vai passando os dias, passa o trabalho e a equipe vai crescendo”, finalizou o ala que marcou 15 pontos vindo do banco de reservas.
Manu Ginóbili, que marcou 14 pontos e distribuiu 8 assistências, também sentiu a evolução da equipe. “Foi nossa melhor partida dos últimos tempos, mão só desde que chegamos a China”. Sobre um possível confronto contra os Estados Unidos, o astro argentino sabe que seria uma difícil missão derrotá-los. “É a melhor equipe, isso ninguém pode duvidar”. O treinador Sérgio Hernández rasgou elogios a equipe: “Hoje tivemos uma atuação impecável”.
Atual campeã olímpica, a Argentina vive um dilema nos Jogos de Pequim-2008: ao mesmo tempo em que precisa fazer com que os jogadores ganhem entrosamento em quadra, teria que poupar suas principais estrelas de possíveis lesões por causa do desgaste. O técnico Sérgio Hernandez, no entanto, tem a consciência tranqüila de que as raras substituições não estão sobrecarregando os atletas.
“Não é um problema grave”, comentou o treinador argentino, que utilizou o ala Andrés Nocioni em 95 dos 120 minutos da Argentina no torneio olímpico. O armador Pablo Prigioni atuou em 91 minutos, um a mais do que o ala-armador Emanuel Ginóbili. O pivô Fabricio Oberto jogou 84 minutos, enquanto o ala-pivô Luís Scola participou de 83. O ala-armador Carlos Delfino, o mais ‘descansado’, disputou 81 minutos.
O ala-armador Manu Ginóbili, que por pouco não ficou de fora dos Jogos por causa de lesões nos dois tornozelos, também defendeu o treinador.
“Temos o elenco reduzido e disse antes mesmo da estréia de que precisaríamos de todos os nossos principais jogadores no auge da forma física. Os nossos reservas têm que estar pronto para cinco minutos de qualidade”, opinou o ídolo argentino.
Mas apesar do fato de seus principais atletas atuarem em média mais de 70% das partidas, Hernández garante que vem realizando um rodízio. Não entre os reservas, mas sim entre os próprios titulares. “É mentiroso dizer que não há rotação, porque o Manu pode jogar nas posições 1, 2 e 3 – assim como o Delfino. E o Nocioni tem condições de atuar bem tanto na 3 como na 4”, argumentou.
“Pelo que eu vi até agora na competição, apenas Estados Unidos e Espanha têm rotações mais fartas, com os reservas atuando por bastante tempo. Vamos seguir atuando desta mesma maneira até que os jogadores mais novos estejam bem confiantes”, concluiu Sérgio Hernández.
A Argentina mostrou nesta quinta-feira que realmente está recuperada da derrota para a Lituânia na estréia dos Jogos de Pequim. Atuais campeões olímpicos de basquete masculino, os sul-americanos bateram a Croácia por 77 a 53.
Com este resultado, a Argentina assuma a segunda colocação do Grupo A, ficando justamente atrás dos lituanos, que ainda não perderam na competição, e encaram os croatas daqui a dois dias. Na próxima rodada, a equipe do técnico Sergio Hernandez não deve ter problemas diante da fraca seleção do Irã, lanterninha da chave.
Com uma boa atuação de todo o time, a Argentina viu quatro de seus jogadores superarem a marca dos dez pontos: Nocioni (18), Delfino (15), Ginóbili (14) e Scola (12). Pela Croácia, os cestinhas foram Marko Tomas e Marko Banic, com nove pontos.
Apesar de ter conseguido travar o começo do jogo (a primeira cesta só foi sair com mais de três minutos), o time do Leste Europeu não conseguiu ficar à frente da Argentina em nenhum momento. Com boa movimentação no ataque, os argetinos foram para o segundo quarto com oito pontos de vantagem, 21 a 13.
O massacre seguiu na segunda etapa e, na volta do intervalo, a Argentina ameaçou dar uma relaxada, deixando a vantagem cair de 18 para 14 pontos. Porém, tudo não passou de um rápido momento ruim, logo superado pelos vencedores em Atenas, que deram um verdadeiro show no último quarto e chegaram a estar 30 pontos à frente (74 a 44).
No final do duelo, a Croácia ainda conseguiu tirar nove pontos da diferença, mas uma cesta de três de Quinteros encerrou o placar em 77 a 53.
(Gazeta Esportiva)
Ex-jogador quer ver Ginóbili e Messi tentando medalhas para a Argentina
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
San Juan, Argentina
(GLOBOESPORTE.COM)
Agência/EFE
Diego Armando Maradona anunciou na noite desta quarta-feira que irá para Pequim nesta quinta-feira ver as partidas de basquete e futebol dos Jogos Olímpicos. O ex-jogador acredita em Manu Ginóbili e Lionel Messi para trazerem medalhas para a Argentina.
Maradona fez o anúncio na cidade de San Juan, ao final da partida de showbol contra o Chile, que terminou 7 a 7 e na qual jogaram também os chilenos Iván Zamorano e Nelson Tapia.
“A Argentina tem poucas chances de conseguir medalhas, mas vamos brigar para consegui-las”, diz.
Maradona comentou sua boa fase depois de uma etapa crítica no consumo de drogas.
“Quando estava mal, tinha vergonha de sair na rua, mas hoje estou bem e devo tudo a minhas filhas. Passei momentos muito duros, mas agora acordo de manhã lúcido, com vontade de telefonar para minhas filhas. Estou fenomenal. Acreditem que estou passando por um momento de alegria maravilhoso.”
Maradona tenta agora colocar seus ex-companheiros na seleção argentina Batistuta e Caniggia para jogar na equipe de showbol em uma partida programada para acontecer na Espanha contra ex-jogadores locais.
August 13, 2008
Manu Ginóbili considera chave a partida da Argentina contra a Croácia, pela terceira rodada do Grupo A dos Jogos Olímpicos. A equipe, que perdeu na estréia para a Lituânia e venceu a Australia, ocupa a quarta colocação do grupo, o que renderia hoje um confronto contra o primeiro colocado do outro grupo, provavelmente Espanha ou Estados Unidos.
“A Croácia é um rival duríssimo. Amanhã nós jogamos a classificação. Sei que eles estão muito bem nos arremessos de 3 pontos. Não creio que possam manter seu aproveitamento (20 de 31) porque é um torneio longo, no final as coisas se nromalizam. Muito menos tem muitos especialistas de 3, são dois ou três jogadores”, disse Manu.
“O importante é que se ganhe bem, que seguimos em frente, que a esperança siga intacta e voltemos para a Vila Olímpica com outro ânimo, sem frustações, satisfeitos pela partida que fizemos”, explicou Ginóbili, como que uma vitória afeta no fator psicológico da equipe.
O experiente jogador comentou que a equipe deve controlar os nervos nessa importante partida. “Somos uma equipe em que alguns se descontrolam rápido. Fomos assim toda a vida, não é algo de agora. Se dão um par de golpes, temos que nos acalmar. O importante é controlar-se, seguir tranquilo e jogar inteligentemente. Uma coisa é ser forte, outra é ser estúpido”, finalizou o craque argentino, dando um recado a Prigioni e Nocioni, os dois mais nervosos da equipe. Nocioni discutiu na última partida com o australiano David Andersen. Já Pablo Prigioni, foi excluído do amistoso contra a Espanha por cometer duas faltas técnicas e reclama constantemente da arbitragem.
August 12, 2008
Luis Scola e Manu Ginóbili foram os dois melhores jogadores na vitória da Argentina sobre a Austrália, pela segunda rodada dos Jogos Olímpicos. “O importante é ganhar. Quanto maior a diferença de pontos melhor, porque a diferença de pontos conta. E a forma de jogar também, apesar que qualquer resultado que seja uma vitória é bem vindo”, disse Luis Scola que marcou 9 pontos nos três primeiros minutos.
“Dezessete pontos de diferença são um bom resultado para a Argentina. Se começarmos a pensar em um fracasso, já começamos mal. Chamar de fracasso perder uma partida é um erro. Este é um campeonato muito longo e temos que ganhar muitas partidas para conseguir algo. Você pode perder um jogo e a Lituânia é uma grande equipe”, completou o ala-pivô do Houston Rockets, que finalizou a partida com 17 pontos e 7 rebotes.
Manu Ginóbili também ficou feliz com a atuação da equipe, apesar de achar que a Argentina também jogou bem na derrota para a Lituânia, e acredita que a equipe ainda precisa melhorar. “Agora estamos dando um passo adiante. Contra a Austrália melhoramos. Sempre buscamos ganahr, mas necessitamos de dar mais alguns passos adiante. Movimentamos melhor a bola porque a Austrália, que basicamente é uma equipe dura, nos permitiu. Todo mundo ficou envolvido na partida e todos pontuaram. Jogando dessa maneira pe mais simples”, explicou o campeão olímpico em 2004. Ele marcou 21 pontos, deu 4 assistências e pegou 4 rebotes na partida.
August 11, 2008
O ala-armador da seleção argentina de basquete Emanuel (Manu) Ginóbili afirmou que sua equipe está melhor que uma semana atrás, quando ainda se preparava para o torneio da modalidade nos Jogos Olímpicos de Pequim.
“Vamos crescendo, a cada dia melhoramos um pouco mais. Eu diria que hoje estamos muito melhor que há uma semana e temos que continuar por este caminho”, disse Ginóbili à Agência Télam.
O jogador já pensa na próxima partida diante dos australianos. “Agora é preciso lutar para ganhar da Austrália. Temos que fazê-lo, pois caso contrário as coisas se complicariam mais adiante.”
“Eu vejo o grupo inteiro com vontade de sair e jogar agora mesmo”, disse Ginóbili, jogador do San Antonio Spurs, da NBA. “É certo que recebemos um duro golpe, mas já é parte do passado e agora é preciso ir com tudo em todos os jogos que faltam para poder sonhar com o pódio outra vez”, disse Ginóbili referindo-se ao ouro conquistado pela Argentina nos Jogos de Atenas, em 2004.
“Quero voltar a festejar. Falta uma boa alegria. Tomara que seja uma vitória sobre a Austrália e, depois, voltar para casa com uma medalha”, completou.
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(Terra/EFE)
Para o ala-armador argentino Manu Ginóbili a derrota na estréia das Olimpíadas para a Lituânia já faz parte do passado. “Vamos crescendo, cada dia melhoramos um pouco mais. Hoje diria que estamos muito melhor que uma semana atrás e temos que seguir por esse caminho”, disse sobre a evolução da equipe.
O jogador do San Antonio Spurs sabe que uma vitória contra a Austrália é fundamental. “Agora temos que lutar para vencer. Temos que ganhar porque senão depois as coisas se complicam. Eu vejo todo o grupo com vontade de sair e jogar agora mesmo”, disse Manu, que foi o cestinha argentino na derrota para a Lituânia com 19 pontos, mas errou o arremesso decisivo no final da partida.
O ídolo argentino, porta-bandeira do país na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, já considera a derrota parte do passado. “É certo que recebemos um duro golpe, mas já é parte do passado e agora temos que sair com tudo nas partidas que faltam para poder ganhar e poder sonhar em estar no pódio mais uma vez”. Caso a equipe nao fique entre os dois primeiros colocados do Grupo, deve enfrentrar os Estados Unidos antes da final olímpica, o que seria ruim para as pretensões da equipe. O jogador tem claro seus objetivos: “Primeiro estar na zona de medalha, uma vez vez que estamos ali podemos lutar pela cor mais linda. É muito difícil mais vamos lutar”.
Já o ala-pivô Luis Scola sabe que a derrota é ruim, mas acredita que a equipe perdeu quando podia, como ocorreu quando conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas. “Claro que muda uma derrota. Perder não é o mesmo que vencer. Mas em Indianápolis (Mundial 2002) e Japão (Mundial de 2006) haviamos ganhado todas as partidas e perdemos na Semi-Final e Final respectivamente. Em Atenas (Olimpíadas de 2004), o contrário, perdemos dois jogos e ganhamos o ouro. O que quero dizer com isso? Que recém começou e há muito por fazer”, explicou o jogador de Houston Rockets.
August 10, 2008
O principal atleta argentino em atividade teve que se explicar para seu país. Com a inesperada derrota da seleção argentina masculina de basquete por 79 a 75 para a Lituânia neste domingo, o ala-armador Emanuel Ginóbili preferiu não dar desculpas e criticou a defesa da equipe alviceleste, que além disso demorou para entrar no jogo.
“Não sei como vamos nos recuperar desta derrota”, iniciou Ginóbili, que preferiu esperar pelo compromisso da Argentina contra a Austrália, na terça-feira, para dar um comentário mais embasado. “Creio que só posso fazer a análise do resultado de hoje (domingo) no fim da nossa próxima partida. Perder a estréia é algo que nunca havia ocorrido ao nosso grupo”, lembrou o jogador do San Antonio Spurs.
Cestinha da partida com 19 pontos, Manu Ginóbili apontou as falhas de marcação dos atuais campeões olímpicos como um dos fatores determinantes para a derrota. Não obstante, a apatia nos momentos iniciais de jogo também foram alvo de críticas do astro da NBA.
“Os erros defensivos e a nossa falta de pontaria em longa distância. Era nossa estréia e demoramos muito tempo para entrar na partida. Com o decorrer do jogo melhoramos e chegamos a equilibrar no final, mas o começo fraco acabou sendo o diferencial para a Lituânia. Eles são uma grande equipe, e a Argentina não estava tão pronta como deveria”, ponderou.
Manu Ginóbili bem que tentou, mas os 19 pontos marcados pelo ala-armador foram insuficientes para evitar que a Argentina estreasse com derrota no torneio olímpico de basquete masculino. Depois de ver a Lituânia sobressair diante dos atuais campeões olímpicos por 79 a 75, o jogador do San Antonio Spurs não teve como esconder a decepção: “Não jogamos de maneira inteligente”.
Embora tenha estado longe de brilhar nos arremessos de três pontos (converteu apenas uma em sete tentativas), Ginóbili foi um dos únicos a se salvar na apresentação da Albiceleste, sendo que comandou a grande reação da equipe no último quarto da partida, em que o time foi buscar uma desvantagem de 12 pontos para sair derrotado nos segundos finais.
Sacrificado praticamente durante todo o terceiro período uma vez que já havia cometido três faltas àquela altura, o porta-bandeira do país na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Pequim lamentou bastante a derrota na estréia.
“Enfrentamos uma equipe muito boa, mas não jogamos de maneira inteligente como costumamos fazer. Perder o primeiro jogo é algo que nunca havia acontecido para nós”.
Sem alternativas, Ginóbili já mira para o duelo contra a Austrália, marcado para as 11h15min (de Brasília) da próxima terça-feira, em que só resta à Argentina vencer se quiser manter vivas as chances de evitar um confronto com Estados Unidos ou Espanha logo no início da segunda fase.
“A Lituânia fez mais do que nós. Agora devemos esquecer tudo isso para focar o nosso próximo encontro”.
Três vezes medalha de bronze em Jogos Olímpicos, a seleção da Lituânia estreou deixando claro que não se impressionava com o título olímpico conquistado pela Argentina em Atenas-2004. No último jogo da manhã deste domingo (no Brasil), os atuais campeões olímpicos foram vencidos por 79 a 75 (34 a 19 no primeiro tempo).
Classificada pelo desempenho no Campeonato Europeu de 2007, a Lituânia assegurou a vitória com uma cesta de três pontos convertida por Linas Kleiza a apenas 2s1 do final do período regulamentar. Delfino ainda falhou na cobrança de lateral e Nocioni cometeu falta em Siskauskas que converteu um lance livre e garantiu o placar final. Apesar da vitória, os lituanos passaram um apuro nos últimos minutos da parcial decisiva. Faltando 3min23s para o final do jogo, a Lituânia tinha 11 pontos de vantagem, quando os argentinos engataram sua tradicional reação.
Nocioni puxou o esforço decisivo, convertendo um arremesso de três pontos após a assistência feita por Ginóbili. A equipe marcou mais seis pontos, quatro em lance livre, e empatou em 75 após uma bola perdida de Rimantas Kaukenas.
Cinco lituanos chegaram aos dois dígitos na pontuação. Kleiza foi o cestinha com 13 pontos, seguido por Robertas Javtokas com 12 e Siskauskas, Jasikevicius e Petravicius com dez cada.
Na Argentina, Ginóbili foi o cestinha com 19 pontos, quatro a mais que Nocioni. Delfino marcou mais 13 e Scola, 10.
(Gazeta Esportiva)
August 9, 2008
A Argentina enfrenta a Lituânia nesse domingo, na estréia nos Jogos de Pequim.
Depois de perder duas vezes para a Espanha e uma para a própria Lituânia, a equipe conquistou o Torneio Diamond Ball, vencendo a Austrália na Final de virada. Manu Ginóbili, astro da equipe não acha que a equipe é favorita ao ouro. “Hoje não sabemos muito bem em que nível estamos. Me parece que não nos encontramos entre os três melhores. Mais isso só se verá no transcorrer do campeonato”, disse Ginóbili.
“Já disputamos os Jogos Olímpicos e ganhamos o ouro. Sabemos ganhar, mas isso não significa que vamos repetí-lo”, analisou o ala do Chicago Bulls, Andrés Nocioni. “Voltar a conseguir triunfos seguidos no Diamond Ball é algo que logicamente nos beneficiou bastante”, comentou Luis Scola, o cestinha na conquista do torneio organizado pela FIBA.
Carlos Delfino está preparado para caso a equipe não conquiste uma medalha. “Os resultados vão ser muito magros e é necessário ver o nível de cada equipe. É lógico que o objetivo é conseguir uma medalha, mas não ganhá-la não significa que foi um fracasso”.
Já Fabrício Oberto reclama da pouca atenção dada a equipe. “Estamos trabalahndo duro, como sempre fizemos. Se fala de Estados Unidos e Espanha e está bem porque são grande equipes. Mas nós somos os campeões”, declarou o pivô do San Antonio Spurs, lembrando a conquita da medalha de ouro em Atenas.
August 7, 2008
A Argentina derrotou Angola por 102 a 86 nesta quinta-feira, no último amistoso antes da estréia nos Jogos Olímpicos de Pequim, no domingo contra a Lituânia do armador Sarunas Jasikevicius.
“Estou bem melhor do que pensei que estaria agora. A evolução tem sido boa e estou muito mais confiante agora, enquanto se aproxima a estréia”, declarou Manu Ginóbili sobre seu estado físico. Manu e Nocioni foram os destaques da partida que foi disputada com os portões fechados e sem registros oficiais de pontuação.
Carlos Delfino deu um susto ao machucar seu tornozelo direito, mas o próprio jogador tranquilizou os argentinos. “Não foi nada, amanhã volto a treinar normalmente”, disse Delfino que deixou a NBA janela de transferências pata atuar no basquete russo pelo Khimki.
O treinador Sérgio Hernandez disse ao Jornal Olé que não se contentará pela medalha de prata. “Esta seleção está capacitada para se sobressair sob pressão. Quem provou a glória nunca mais pode parar. Se uma vez conseguiste algo, não há segundo lugar que te console. Esta é a equipe mais disciplinada que dirigi na vida”, afirmou Hernández.
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