O Portland Trail Blazers venceu o Toronto Raptors confortavelmente neste sábado (27/12) por 102 a 89, em casa, encostando no Denver Nuggets pela primeira posição da Divisão Noroeste. O Blazers (19v-12d) tem apenas uma derrota a mais que o rival, colocando pressão no time de Nenê para vencer o encontro deste domingo com o New York Knicks, fora de casa, no Madison Square Garden, para manter-se líder divisional. Cada campeão de divisão ganha vaga e uma das quatro primeiras cabeças-de-chave da conferência automaticamente.
No primeiro encontro entre as duas equipes, Steve Blake acertou um chute de 3 decisivo para bater Toronto por 98 a 97 em 7 de dezembro. Desta vez, não foi necessário nenhum heroísmo tardio: o ala-armador Brandon Roy tomou conta do jogo, acertando 14 de 19 arremessos para fazer 32 pontos, incluindo 14 no último período, e 9 assistências. “Tentamos caras diferentes, tentamos marcações duplas, e ele foi para cima. Nós corremos e o cercamos. Tínhamos dois caras nele toda vez que havia um bloqueio”, disse Jay Triano, técnico do Raptors, enumerando as táticas que não funcionaram contra Roy.
Toronto chegou a ter 11 pontos de vantagem no primeiro tempo, quando acertou seis de oito chutes de 3 pontos, e foi ao intervalo com oito pontos de margem após Travis Outlaw acertar arremesso do meio da quadra para encerrar o segundo quarto. A reação de Portland veio no terceiro quarto, com Roy empatando o jogo em 65 pontos. Os mandantes foram ao quarto final com dois pontos à frente. Roy e LaMarcus Aldridge marcaram cestas consecutivas para fazer 82 a 74, e um triplo de Roy a 4min34s do fim levou a diferença a 13 pontos com 4min34s por jogar. O Raptors errou seus sete arremessos de 3 no segundo tempo e só converteu 12 de 34 arremessos.
Outra chave do jogo foi a atuação do pivô calouro Greg Oden, primeira escolha do draft de 2007. Após cinco jogos ruins, com médias de apenas 6 pontos e 4,4 rebotes, o garoto foi encorajado pelo técnico Nate McMillan (”Eu disse a Greg, ’se desembrulhe, tire a capa e deixe as pessoas verem quem você é”) e teve seu nono duplo-duplo da temporada, com 16 pontos e 10 rebotes, encarando o veterano Jermaine O’Neal pela maior parte do jogo. “É sempre bom quando você enfrenta alguém físico e pode atingí-lo e ele vai bater de volta, sem todo aquele teatro de se jogar”, disse Oden sobre O’Neal, que terminou com 17 pontos para o Raptors.
O ala-pivô Chris Bosh marcou 29 pontos e 9 rebotes, o armador José Calderón teve 11 pontos e 8 rebotes e o reserva Andrea Bargnani acrescentou 13 pontos para Toronto, que teve sua série de duas vitórias interrompida e tem apenas 4v-11d nos seus últimos 15 jogos. Aldridge fez 21 pontos e 9 rebotes e Outlaw, 12 pontos para Portland.
Toronto (12v-18d) vai para a Califórnia enfrentar o Golden State Warriors na segunda (29/12). O Blazers (19v-12d) volta à quadra no seu Rose Garden na terça, quando recebe o poderoso Boston Celtics, atual campeão e dono da melhor campanha da NBA.
O Portland Trail Blazers até que resistiu durante boa parte do primeiro tempo, mas não conseguiu fazer frente ao Celtics no segundo e foi superado por 93 a 78 (49 a 36 no intervalo). O time verde de Massachusetts dominou o segundo e terceiro quartos e alcançou sua 11ª vitória consecutiva na temporada 2008/09, se distaciando ainda mais dos rivais na Conferência Leste.
A boa distribuição ofensiva foi o principal trunfo do celtics na noite desta sexta no TD Banknorth Garden. Com o apoio da torcida, nada menos que seis jogadores fizeram dígitos duplos. O cestinha da turma foi o ala-armador Ray Allen, que conectou 19 pontos. A dupla de garrafão do time da casa também funcionou como um relógio. Kevin Garnett encestou 14 tentos e capturou onze rebotes enquanto que Kendrick Perkins somou 12 pontos e 12 rebotes.
Ray Allen (nº20) infiltra e é observado por Nicolas Batum (AP Photo/Charles Krupa)
O jovem armador Rajon Rondo teve outra atuação versátil. Ele fez doze de seus 16 pontos no segundo tempo e ainda conseguiu oito rebotes, sete passes para cesta e duas recuperações de bola. O ala-pivô Leon Powe contribuiu com 14 tentos e quatro sobras enquanto que o ala Paul Pierce conectou 13 pontos e distribuiu quatro passes perfeitos.
Pelo Portland Trail Blazers, que teve uma sequência de seis vitórias interrompida, os cestinhas foram o ala-pivô LaMarcus Aldridge e o ala Travis Outlaw, ambos com 13 pontos. O ala-armador Brandon Roy errou oito de seus onze arremessos e finalizou o duelo com 12 tentos. O pivô novato do Blazers, Greg Oden ficou em quadra por apenas 18 minutos e finalizou a partida com cinco pontos e seis rebotes. O ala Rudy Fernandez fez apenas quatro pontos e teve uma sequência interrompida. Pela primeira vez neste campeonato, Rudy não fez nenhum chute de 3.
“Eles são os campeões do mundo, então sabíamos que iria ser muito difícil vencê-los”, destacou Greg Oden. “Nós viemos aqui para ver o que conseguiríamos fazer, infelizmente não foi uma boa noite para nós”, concluiu o gigante de 2,13m de 20 anos.
Rajon Rondo (nº9) enfrenta marcação de Sergio Rodriguez (AP Photo/Charles Krupa)
Para o técnico do Blazers, Nate McMillan, seu time teve um bom começo de jogo: “Nós conseguimos fazer um bom começo de jogo, mas não mantivemos o ritmo durante os 48 minutos. Temos algumas coisas a melhorar, principalmente psicologicamente. Foi uma noite dura para nós, mas creio que nós fizemos aquilo que foi possível diante do melhor time da NBA”, analisou McMillan.
O Portland Trail Blazers (14v-7d) volta à quadra na tarde deste domingo. O time de Oregon vai até o Canadá para encarar o Toronto Raptors. Já o Boston Celtics (19v-2d) vai até Indiana, também neste domingo, para encarar o Pacers no Conseco Field House.
O Detroit Pistons não consegue vencer aos domingos. O time perdeu todas as quatro partidas no dia, desta vez para o Portland Trail Blazers, por 96 a 85.
“Além de pedir para a liga não nos colocar em jogos aos domingos, não posso fazer nada”, disse o treinador do Pistons, Michael Curry.
Blake converte um arremesso marcado por Rodney Stuckey
No resto da semana a equipe tem 10V-2D.
Richard “Rip” Hamilton fez 18 pontos para o Pistons. Allen Iverson não foi “a resposta” acertando apenas dois de nove arremessos.
“É uma situação difícil, parece a temporada de treinos antes da pré-temporada desde que cheguei. Estou sentando (no banco) mais do que sentei em toda a minha carreira. Erro arremessos que acerto em 110% das vezes, e é minha culpa”, disse Iverson.
LaMarcus Aldridge liderou o Blazers com 27 pontos, Brandon Roy fez 19 e Greg Oden terminou com 10 pontos e 13 rebotes, melhor marca de sua jovem carreira.
Os titulares do Pistons acertaram apenas um de nove arremessos no primeiro quarto, algo costumeiro aos domingos, e o time acabou atrás por 14 pontos.
Rasheed Wallace e titulares do Pistons não fizeram uma boa partida
“A derrota é culpa dos titulares. Eles cavaram um buraco e não conseguiram sair, quando eles voltaram não fizeram nada de grande. Sou um treinador de basquetebol, não devia ter que procurar energia”, disse Curry.
Os reservas fizeram 10 a 0, diminuindo a diferença para 45 a 42, mas Portland fez cinco pontos antes do intervalo.
Portland não conseguiu abrir muita vantagem no terceiro quarto. Hamilton cortou a diferença para 70 a 64 no último segundo do período.
Com 9min04s para o final Amir Johnson empatou a partida e Arron Afflalo colocou o Pistons na frente.
Steve Blake fez uma cesta de três e Roy fez a cesta e converteu o lance-livre da falta, colocando o Blazers de volta na liderança por 85 a 80.
Roy e Nicolas Batum converteram arremessos dando uma vantagem de nove pontos para os visitantes. Detroit não conseguiu encostar novamente.
Pela primeira vez, desde 1998-99, o Portland Trail Blazers começa uma temporada com seis vitórias e nenhuma derrota em casa. Desta vez a vítima foi o Miami Heat. Com 17 pontos de Channing Frye, 16 de LaMarcus Aldridge o Blazers derrotou o Heat por 106 a 68. O time fez 37 pontos só no primeiro quarto. Greg Oden fez 10 pontos e pegou 10 rebotes na partida.
Oden com um gancho sobre Haslem
Michael beasley fez 14 pontos para o Heat. Dwyane wade, que só perde para LeBron James no ranking de cestinhas, fez somente 12 pontos.
Com 8min de jogo Portland já liderava por 28 a 8. Miami tentou aproximar-se no segundo quarto mas não foi suficiente. Após três períodos a liderança do Blazers era de 19 pontos.
“São só seis partidas até agora e ainda faltam 35 (em casa)”, disse Frye.
Deron Williams fez 11 pontos e teve 15 assistências na vitória de 117 a 100 do Utah Jazz sobre o Memphis Grizzlies. “Estamos felizes em ter o Deron de volta”, disse o treinador Jerry Sloan. Mehmet Okur contribuiu com 21 pontos e 10 rebotes e Paul Millsap, que jogou no lugar de Carlos boozer, lesionado, fez 24 pontos e pegou 16 rebotes.
Rudy Gay fez 27 pontos para o Grizzlies e O.J. Mayo fez 22.
O Jazz pegou 44 rebotes na partida, contra 30 do Grizzlies. O time de Utah fez 28 pontos em 16 erros dos adversários.
Na recente partida entre o Phoenix Suns e o Portland Trail Blazers, vencido pela equipe de Leandrinho, a mídia tentou promover o encontro entre o novo garoto na praça, Greg Oden, e um dos maiores pivôs de todos os tempos, Shaquille O’Neal. O treinador do Blazers, Nate McMillan, disse que a partida não foi sobre o encontro, e realmente não foi.
Shaq terminou o jogo com 19 pontos, 17 rebotes e dois tocos. Oden terminou com cinco pontos, um rebote e cinco faltas e estava tão quieto nas entrevistas após o jogo quanto durante a partida.
Quando perguntaram para Shaq que tipo de dicas ele daria ao jovem pivô, Shaq respondeu: Nenhuma, não dou segredos de profissão.
Oden havia falado da ansiedade de jogar contra Shaq pela primeira vez, o outro pivô do Blazers, Joel Przybilla, disse que poderia ser o encontro de uma lenda com seu sucessor.
“O próximo Shaq mora comigo. Sério. Meu filho mais novo vai ser o próximo Shaq, se ele resolver jogar. Eu fui um caso especial. David Robinson… existem poucos casos especiais e eles aparecem muito de vez em quando. Yao (Ming), ele é um caso especial”, falou o Diesel.
Então, no meio de um elogio, veio, sem querer, um insulto.
“Caras como o Odom e (Andrew) Bynum, eles têm 2,13m, mas vão levar alguns anos para dominar”.
Errar o nome de um jogador é um dos insultos mais fortes da NBA. Principalmente se é uma primeira escolha do draft.
O’Neal fez uma carreira paralela cutucando pivôs. Nas finais da Conferência Oeste, quando jogava pelo Los Angeles Lakers, em 2000, ele comentou que dominou tanto o pivô Arvydas Sabonis que o lituano chorou. No início da temporada Shaq disse que Przybilla não consegue pará-lo “quando eu tinha 27, 37 ou 47 anos”.
Przybilla já está acostumado com as brincadeiras do M.D.E. (Most Dominant Ever). Antes de uma partida Shaq brincava com o pivô do Blazers, dizendo que adorava seu apelido “o Gorila de Baunilha” (The Vanilla Gorilla em inglês).
“O jogo estava por começar e a gente estava rindo. Não sabia se ele tentava me distrair ou o quê. Mas o Shaq é assim”.
O pivô calouro Greg Oden finalmente fez sua estréia no ginásio de sua equipe, o Rose Garden, e seu Portland Trail Blazers arrasou o Chicago Bulls nesta quarta-feira (19/11), 116 a 74, em uma batalha entre as duas escolhas número um do draft dos últimos dois anos Do outro lado, o armador Derrick Rose, primeiro do recrutamento deste ano, teve sua pior atuação na curta carreira e o Bulls perdeu pela segunda vez em dois jogos em sua infame “excursão do circo”.
A anual chegada do circo Ringling Bros e Barnum & Bailey ao ginásio United Center, este ano entre 18 e 30 de novembro, força o Bulls a uma longa excursão pela NBA, desta vez de nove partidas. O retrospecto do Chicago nesta parte do ano, desde 1999-2000 até 2007-08, é de apenas 6v-52d. Após perder para o Los Angeles Lakers na terça, o time viu esta estatística piorar ainda mais na quarta.
O Bulls não teve a mínima chance desde o início. Motivados pela derrota na véspera para o Golden State Warriors, os jogadores do Blazers começaram quentes, com uma cesta de 3 do calouro francês Nicolas Batum, e abriram 16 a 3. Oden, primeiro selecionado do draft de 2007, mas fazendo sua primeira partida em casa após perder a última temporada inteira por causa de uma cirurgia no joelho e os primeiros jogos deste ano por causa de uma lesão no tornozelo, foi ovacionado ao entrar em quadra, quando o placar já apontava 23 a 7. Apenas 21s depois, o garoto enterrou sua primeira bola.
“Foi bom para mim finalmente estar em casa. Apenas estar em casa e finalmente ter as pessoas me vendo jogar, foi ótimo”, disse Oden, que jogou 17 minutos e marcou seu terceiro duplo-duplo em quatro jogos, de 11 pontos e 10 rebotes, além de 3 tocos. Rose, o número um de 2008, por sua vez, teve uma noite miserável, acertando apenas um de oito arremessos para terminar com apenas 6 pontos, sua primeira atuação com menos de 10 pontos na NBA.
Portland fez 34 a 13 no primeiro quarto e, liderado por Oden e o ala-armador Brandon Roy, ampliou a 62 a 32 no segundo quarto, antes de ir ao intervalo com 25 pontos de margem. O resto do jogo foi mais do mesmo, com o time da casa chegando em um momento a ter 47 pontos de distância. O Blazers foi superior em praticamente tudo: acertou quase 51% (42 de 83) de seus arremessos, venceu a briga por rebotes por 49 a 33 e estabeleceu sua melhor marca de pontos em um primeiro tempo na temporada, 62 pontos, e em um jogo, 116.
“Estou orgulhoso da forma como nos recuperamos. Nós queríamos dominar estes caras por 48 minutos”, disse Roy, autor de 20 pontos, que comemorou a estréia de Oden no Rose Garden lotado, com 20.599 fãs. “Estávamos esperando para ele chegar aqui, e ele fez um grande trabalho. Ele é uma grande parte do que estamos tentando fazer”, disse Roy. Por causa da estréia de Oden, a boa performance do pivô titular Jol Przybilla, com 14 pontos, 9 rebotes e 3 tocos, ficou um pouco escondida, mas o técnico Nate McMillan fez questão de elogiá-lo: “Acho que Joel está dando um grande exemplo do que nós queremos de um ‘Grandão’ no lado defensivo. É bom para o Greg ver isto do Joel para ter uma boa idéia do que nós queremos dele”.
Oden parece ter entendido o recado: “Estou apenas focando em defesa e rebotes agora. Todo o resto é um extra”.
O ala-pivô Channing Frye marcou 12 pontos saído do banco, o titular LaMarcus Aldridge fez 11 e o armador Steve Blake teve 10 pontos e 5 assistências. Portland venceu seis de seus últimos oito jogos.
Já Chicago perdeu quatro de seus últimos seis jogos e continua sem vitórias em cinco jogos fora de casa até agora. Desfalcado do ala Luol Deng, lesionado na virilha durante o jogo contra o Lakers na véspera, o Bulls sofreu sua pior derrota desde ter 51 pontos de desvantagem para o Indiana Pacers numa partida de 2003. O ala reserva Andrés Nocioni foi o cestinha do time, com 13 pontos, e dois jogadores titulares, o ala-armador Ben Gordon e o ala-pivô Drew Gooden, fizeram 11 pontos cada.
Portland (7v-5d) visita o Sacramento Kings na ARCO Arena nesta sexta-feira (21/11). No mesmo dia, o Bulls (5v-7d) faz sua terceira partida da excursão, contra o Golden State Warriors, na Oracle Arena de Oakland.
Golden State Warriors e Portland Trail Blazers fizeram um jogo emocionante na noite desta terça-feira. A equipe californiana contou com 10 pontos do ala Stephen Jackson no último quarto para frear a reação do Blazers e vencer o duelo por 111 a 106 (51 a 49 no intervalo). Este foi o quinto triunfo do Warriors, sendo o segundo consecutivo na temporada e o quinto seguido diante do Portland em duelos na Califórnia.
Jackson, que foi fundamental no período decisivo, terminou a partida com 20 tentos conectados. Entretanto, o camisa 1 do Warriors não foi o cestinha, isso porque a equipe contou com mais uma bela e surpreendente apresentação do calouro Anthony Morrow. O ala-armador acertou oito de seus 12 arremessos e finalizou a partida com 25 pontos, além de quatro rebotes e uma assistência em 36 minutos na quadra.
Anthony Morrow (nº22) briga por posse e tenta passe mesmo deitado (AP Photo/Ben Margot)
Após a partida, Morrow, de 23 anos, ressaltou que os conselhos de seus companheiros foram fundamentais: “Nós temos jogadores que já foram e ainda são estrelas nessa liga, então fica fácil jogar quando se tem companheiros de alta qualidade”, diss o ala-armador. “Eles também me aconselharam, me disseram para continuar agressivo e apenas jogar o jogo, sem me importar com a pressão. Eles me disseram também que se eu me mantivesse tranquilo e apenas jogasse basquete, faria uma boa partida e provaria que os 37 pontos do último jogo não tinham sido mero acaso”, completou.
A noite desta terça-feira na Oracle Arena, aliás, foi comandada pelos calouros. Além de Morrow, outro novato teve uma bela partida. Trata-se do pivô Greg Oden, do Portland. O badalado jogador de 20 anos vem correspondendo as expectativas e comprovando seu crescimento na liga. Contra o Warriors, nesta terça, Oden teve sua melhor apresentação da carreira com 22 pontos, 10 rebotes e dois tocos em 30 minutos na quadra. Este foi o segundo duplo-duplo de Oden em três partidas e o terceiro jogo seguido em que o pivô ultrapassou a barreira dos 10 pontos.
Greg Oden crava, Stephen Jackson observa (AP Photo/Ben Margot)
A atuação de Oden rendeu elogios do ala-armador Brandon Roy, estrela do Blazers: “Greg Oden fez um excelente trabalho no garrafão, ele fez o que sabe e dominou a área pintada”, declarou. “Nós sentimos que ele está mais confiante e isso é muito bom para nosso time”, concluiu o camisa 7 do Blazers, que dividiu a condição de cestinha do time com Oden, já que também marcou 22 tentos.
Os calouros tiveram papéis tão destacados no duelo que coube a Anthony Morrow converter três lances livres que decidiram o jogo a 5.6seg do fim. Mas, antes disso, o Warriors teve que lutar bastante para garantir o triunfo diante de sua torcida. A equipe do técnico Don Nelson chegou a estar vencendo por 13 tentos, 75 a 62, em determinado momento do terceiro período, mas o Portland reagiu lentamente e cortou a distância para apenas três tentos após uma enterrada de Greg Oden, 94 a 91, com 6min para o fim do jogo.
Até ali, o jovem pivô do Portland vinha sendo a principal arma ofensiva da equipe do técnico Nate McMillan. Só que nos últimos seis minutos a pressão da defesa do Golden State se intensificou pra cima do grandalhão e o camisa 52 do Blazers marcou apenas dois pontos nos 6min finais de partida. Mesmo com a neutralização de Oden, o time forasteiro se manteve no jogo, graças a Brandon Roy. O ala-armador passou a brilhar, liderando sua equipe e vendo Travis Outlaw diminuir a diferença para dois pontos, 108 a 106, a cinco segundo do soar da sirene. Para empatar ou vencer, o Portland precisava fazer uma falta rápida, com o intuito de parar o cronômetro. Isso, de fato, aconteceu, mas a arbitragem marcou falta técnica de Rudy Fernandez, o que deu ao Warriors a oportunidade de arremessar três lances livres e acabar com as esperanças do Blazers de sair vencedor.
Brandon Roy dribla Kelenna Azubuike e parte para cesta (AP Photo/Ben Margot)
Além de Morrow, o Warriors teve como destaques o ala Corey Maggete, que fez 20 tentos, pegou quatro rebotes e deu três assistências, o pivô Andris Biedrins, autor de 17 tentos e nove sobras, e o ala-armador Kelenna Azubuike, responsável por 15 pontos. Pelo Portland, tirando Greg Oden e Brandon Roy, os outros destaques foram os alas Travis Outlaw e Rudy Fernandez, ambos com 13 tentos. O armador espanhol Sergio Rodriguez adicionou 12 pontos.
O próximo desafio de ambas as equipes será o Chicago Bulls. O Portland Trail Blazers (6v-5d) receberá a visita de Derrick Rose & cia na noite desta quarta-feira, já o Golden State Warriors (5v-6d) duelará contra o time de Chicago apenas na sexta-feira.
O jogo entre Miami Heat e Portland Trail Blazers teve como principal atração a estréia ou reestréia do pivô Greg Oden, primeiro escolhido do draft 2007. O novato do Blazers teve uma apresentação discreta, com três pontos, dois rebotes e dois tocos em 16min na quadra após ficar fora de seis partidas. Oden viu sua equipe surpreender na American Airlines Arena e vencer o Heat por 104 a 96 (50 a 47 no intervalo). Além de ter acabado com a invencibilidade do Miami atuando em casa neste campeonato, o Portland conseguiu seu quarto triunfo consecutivo.
Apóa a partida, o pivô de 20 anos declarou que está feliz por voltar a jogar: “Nós ganhamos e eu consegui jogar um jogo inteiro sem problemas”, declarou Greg Oden. “Eu me sinto bem”, finalizou o pivô, que machucou o tornozelo na estréia contra o Los Angeles Lakers, em 28 de outubro, e perdeu seis jogos para se recuperar da lesão.
Greg Oden parte para enterrada em sua primeira cesta como profissional na NBA (AP Photo/David Adame)
Mas a principal surpresa da noite desta quarta-feira foi outro novato do Portland. O ala-armador espanhol Rudy Fernandez saiu do banco de reservas e terminou a partida como cestinha da franquia visitante com 25 pontos. Rudy, de 23 anos, encestou sete de seus 11 arremessos, incluindo três em sete nos chutes do perímetro. Fernandez ainda pegou três rebotes, deu duas assistências e roubou duas bolas no 29 minutos em qua esteve na quadra.
O ala-armador Brandon Roy, principal jogador do Blazers, converteu seis de seus 13 arremessos de quadra e ainda assinalou 10 de seus 13 lances livres para terminar a partida com 22 pontos. O camisa 7 do Portland conseguiu também cinco rebotes e deu duas assistências. O ala-pivô LaMarcus Aldridge conectou 14 tentos, pegou sete sobras e recuperou quatro bolas e viu o ala Travis Outlaw fazer 10 tentos e pegar oito rebotes em 29min na quadra. O reboteiro do time visitante, entretanto, foi o pivô Joel Przybilla, que capturou dez sobras.
Para Rudy Fernandez o mais importante foi o bom desempenho do time na estrada: “O mais importante é que nós jogamos bem fora de casa, jogamos com uma equipe”, ressaltou o espanhol, que tem impressionante média de 16.2 pontos por jogo nos últimos cinco compromissos que realizou.
Duelo de estrelas, tanto Brandon Roy (de vermelho) quanto Dwyane Wade (de branco) foram essenciais para suas equipes (AP Photo/David Adame)
Dwyane Wade mais uma vez brilhou pelo Heat. O camisa 3 da franquia de Miami liderou sua equipe com 36 pontos - seu quarto jogo consecutivo em que marca 30 pontos ou mais - mas não conseguiu evitar o primeiro revés do Heat jogando diante de sua torcida. O time buscava uma marca inédita na história, vencer as quatro primeiras partidas em casa, algo que os torcedores terão que esperar para o ano que vem.
Entretanto, Wade não se destacou apenas em pontos. O ala-armador teve mais uma atuação completa, contribuindo em todos os fundamentos. “D-Wade” deu oito assistências, pegou seis rebotes, deu três tocos e recuperou duas bolas, mas a falta de ajuda de seus colegas acabou tornando o esforço do astro inútil. Apenas o ala novato Michael Beasley contribuiu efetivamente, com seus 14 tentos. Daequan Cook e Chris Quinn fizeram 11 e 10 pontos, respectivamente, e o ala-pivô Udonis Haslem pegou 11 rebotes.
“Nós desperdiçamos muitas bolas no ataque e isso foi um tiro no pé para nós”, analisou Dwyane Wade. “Graças a esses erros nós acabamos ficando atrás deles no placar durante quase todo o jogo e é muito ruim quando você não tem o controle da partida. Eles realmente nos feriram quando tentávamos a reação”, finalizou o astro.
Steve Blake comemora cesta que definiu a partida (AP Photo/David Adame)
Após passar maior parte do primeiro correndo atrás do Blazers no placar, o Heat finalmente tomou a ponta no terceiro quarto. Porém, apesar da brilhante atuação de Dwyane Wade a equipe da casa não conseguia impor seu ritmo e via o Portland responder a cada cesta do Wade na mesma moeda. O último quarto foi equilibrado e emocionante com trocas na liderança e uma variedade de belas jogadas. Com 1min9s para o fim, Wade achou Udonis Haslem livre e o ala-pivô converteu um arremesso de curta distância para cortar a diferença para quatro tentos, 96 a 92. Rudy Fernandez apareceu no lance seguinte para responder e o Portland retomou a vantagem de seis tentos, 98 a 92. O Miami, todavia, não desistiu e Wade, sempre ele, recolocou a equipe da Flórida na partida com uma enterrada sensacional. Mas no lance seguinte o Trail Blazers jogou uma ducha de água fria nas pretensões do adversário. Brandon Roy fez uma jogada brilhante e achou Steve Blake livre na zona morte, o armador não desperdiçou a oportunidade, conectou o arremesso de 3 pontos e dilatou a diferença para sete pontos, 101 a 94 com 17s para o fim, sepultando as chances do Heat sair vitorioso.
O Portland Trail Blazers (5v-3d) continua na estrada. A equipe de Oregon vai até New Orleans na noite de sexta-feira para encarar o Hornets, do armador Chris Paul. Já o Miami Heat (4v-4d) tentará a recuperação diante do Washington Wizards, em casa, também nesta sexta.
Após perder uma temporada recuperando-se de uma cirurgia no joelho a estréia do pivô Portland Trail Blazers durou 12 minutos. O pivô torceu o pé na partida contra o Los Angeles Lakers e agora pode perder de duas a quatro semanas.
“Tentei pegar um rebote e meio que caí em cima do pé do Derek Fisher na terceira jogada da partida”, disse.
O treinadorNate McMillan falou sobre a lesão antes dos resultados dos exames.
“Você não quer lesões e ele trabalhou duo para recuperar-se… e ele pisa no é de alguém”, falou.
A primeira partida do pivô era esperada pela torcida, que esperou uma temporada pa vê-lo em ação. Oden foi a primeira vez que a equipe escolheu o número um do draft desde 1978, quando selecionou Mychal Thompson.
O jogo entre Los Angeles Lakers e Portland Trail Blazers era muito aguardado pelos fãs de basquete. As expectativas de um grande duelo na noite de abertura da temporada regular 2008/09 se deve ao fato do Lakers ser atual campeão da Conferência Oeste e o Blazers um time emergente, sendo colocado, inclusive, como um dos candidatos ao título. Pois bem, na noite desta terça-feira as duas equipes entraram em quadra e o que se viu foi um domínio do Lakers do começo ao fim. O time angelino aproveitou o fato de estar jogando no seu Staples Center e sufocou a jovem equipe de Portland, vencendo por 96 a 76 (49 a 34 no intervalo).
O comandante do triunfo do Lakers foi o astro Kobe Bryant. Como era de se imaginar, o ala-armador tomou as rédeas da equipe logo no começou e não teve dificuldades para terminar como cestinha. Kobe não forçou muito o jogo, mas mesmo assim terminou com 23 pontos (nove acertos em 17 arremessos), além de 11 rebotes, cinco assistências e cinco erros de ataque.
Porém, Kobe contou com uma preciosa ajuda no primeiro tempo, quando o espanhol Pau Gasol mostrou estar em noite inspirada. O ala-pivô começou o jogo com todo o gás e acertou sete de suas oito primeiras tentativas, terminando a primeira metade como cestinha da franquia californiana com 15 pontos. Entretanto, na segunda etapa, Gasol sumiu e não somou mais nenhum ponto. Ele ainda pegou sete rebotes e deu um toco.
Falando em espanhóis o do Blazers, Rudy Fernandez, teve uma estréia surpreendente na Liga. O jovem ala-armador saiu do banco de reservas para terminar o jogo como vice-cestinha do time de Oregon. Rudy, de 23 anos, assinalou 16 pontos (cinco em dez tentativas) e ainda deu quatro assistências. O novato, que foi sensação da seleção espanhola nas Olimpíadas, ficou atrás apenas do ala Travis Outlaw, que anotou 18 pontos. O técnico do Blazers, Nate McMillan, surpreendeu a todos com sua escalação inicial, ele havia dito que utilizaria o novato Nicolas Batum no time titular, mas mudou de idéia e colocou Outlaw como iniciante.
Se Rudy Fernandez teve uma boa estréia, outro calouro do Blazers não. O pivô Greg Oden atuou por apenas 12 minutos e saiu com o pé direito machucado. Ainda não se sabe a gravidade da lesão e nem quanto tempo Oden poderá ficar de molho, ele ainda irá fazer exames nesta quarta. Durante o tempo em que esteve no assoalho, o pivô de 20 anos errou todos os quatro arremessos que tentou, pegou cinco rebotes, deu um toco, desperdiçou uma bola e fez duas faltas.
Momento em que Oden se machuca
Após o jogo o pivô calouro deu uma entrevista e se mostrou decepcionado com o ocorrido: “Acontece”, disse. “Você briga, você luta, você se esforça em quadra e isso (lesão) pode acontecer”, finalizou Greg Oden.
Sem Oden e com Brandon Roy em uma noite nada inspirada, a estrela do Blazers errou dez de seus 15 arremessos e finalizou o jogo com apenas 14 pontos, o Blazers foi uma presa fácil para o Lakers desde o início. A equipe angelina imprimiu um ritmo forte liderada por Pau Gasol. O espanhol fez nove pontos apenas no primeiro período e viu seu Lakers abrir dez pontos de vantagem nos primeiros doze minutos, 24 a 14.
No segundo período o Blazers até que conseguiu equilibrar um pouco as ações, mas o rival californiano continuou sendo superior. A vantagem dos anfitriões chegou a 22 pontos após um chute certeiro de Kobe Bryant com 3min para o intervalo, 46 a 24. O Portland ainda reagiu nesses minutos finais e cortou a diferença para quinze, graças as boas atuações de Travis Outlaw e Rudy Fernandez. Ao final da primeira etapa o Blazers havia acertado apenas 34% de seus arremessos enquanto que o Lakers convertera 47% de suas tentativas.
Kobe garantiu seu primeiro duplo-duplo em 2008/09
A equipe visitante voltou para o segundo tempo cheia de vontade. Outlaw fez cinco pontos seguidos e viu LaMarcus Aldridge converter um chute da boca do garrafão, isso, aliado a seca de cestas do Lakers, diminuiu a distância para oito pontos, 41 a 49. Mas isso foi o mais próximo que o Blazers chegou, a partir daí Bryant fez oito pontos seguidos e o Portland não conseguiu responder com nenhuma cesta, isso permitiu que os californianos abrissem 17 pontos de frente, 58 a 41. Assim o Lakers apenas administrou a vantagem nos 12 minutos finais e não foi mais ameaçado pelo adversário, conseguindo estrear com vitória diante de sua torcida.
O ala-pivô do Portland, Channing Frye, definiu numa frase curta o duelo desta terça: “Eles (Lakers) anularam todas as nossas jogadas ofensivas. Nos trancaram com a defesa deles e jogaram a chave longe”, filosofou o atleta, que terminou o jogo sem nenhum ponto.
Além da dupla Kobe-Gasol, outros destaques do Lakers foram os alas Trevor Ariza e Lamar Odom. Ambos saíram do banco de reservas, pois o técnico Phil Jackson preferiu utilizar Vladimir Radmanovic no time titular, mas tiveram atuações melhores que a do titular. Ariza marcou 11 pontos enquanto que Odom conectou nove tentos e capturou sete sobras. O armador Jordan Farmar também se destacou ao assinalar nove pontos, pegar seis rebotes e dar seis assistências.
O Los Angeles Lakers (1v-0d) volta a jogar na noite desta quarta-feira. A equipe faz o clássico de Los Angeles contra o Clippers no Satples Center. A partida terá mando de quadra do adversário. O Portland Trail Blazers (0v-1d), por sua vez, encara o San Antonio Spurs, em casa, na próxima sexta-feira.
Notas: A estréia do Los Angeles Lakers na temporada regular contou com as presenças ilustres do ator Denzel Washington e do jogador de futebol inglês David Beckham, que atua no Los Angeles Galaxy. Além, claro, da presença do ator Jack Nicholson, que é figurinha carimbada nos jogos da franquia.
O treinador do Portland Trail Blazers, Nate McMillan, afirmou que o novato Nicolas Batum vai ser titular do time. Batum, um francês de 19 anos de idade, chegou aos treinos do Blazers pensando que acabaria na NBDL. Agora, o novato vai ser titular no lugar de Martell Webster, lesionado.
Batum ganhou a vaga do veterano Travis Outlaw. McMillan afirmou que Outlaw está confortável saindo do banco, mas também quer manter o “segundo time” unido. Ele espera que Outlaw, Sérgio Rodriguez, Rudy Fernandez, Channing Frye e Joel Przybilla apresentem problemas para outras equipes.
“Acho que o Nicolas vai se dar bem com o primeiro time. Ele não vai ter muitas responsabilidades, só defender, pegar rebotes e correr”, falou Nate.
O Blazers escolheu Batum com a 25ª escolha do draft para desenvolvê-lo, eventualmente, em um bom jogador. Na pré-temporada ele impressionou os treinadores com uma vontade de jogar na defesa incomum para novatos.
“A gente tem um time inexperiente, pode acontecer qualquer coisa. Se a gente não colocar dois novatos (Batum e Greg Oden) como titulares, vamos ter três no banco”, analisou McMillan.
O Portland Trail Blazers, através de sua página oficial de internet, anunciou esta tarde que a equipe ficou com as opções do quarto ano de contrato do armador espanhol Sergio Rodríguez, do ala-armador Brandon Roy e do ala LaMarcus Aldridge.
Enquanto isso, o gerente geral da equipe, Kevin Pritchard, confirmou que tinha ficado também com a opção do terceiro ano de contrato do pivô Greg Oden, selecionado com o número um do sorteio universitário de 2007, mas que ainda não pôde jogar na competição regular.
Desta maneira, os quatro jogadores estarão sob contrato com o Trail Blazers até a temporada de 2009-10 para garantir a estabilidade do elenco.
Roy, Aldridge e Rodríguez foram obtidos através de transferências que se deram no dia do sorteio universitário de 2006.
Como é a política da NBA, o Trail Blazers não divulgou o salário que cada um dos jogadores receberá no que será seu último ano de contrato.
As opções de Roy, Aldridge e Oden eram um movimento que se esperava como algo lógico, já que são três jogadores jovens que já se transformaram em titulares indiscutíveis da equipe.
Finalmente o pivô Greg Oden estreou na NBA. No primeiro compromisso do Portland Trail Blazers na pré-temporada o gigante anotou 13 pontos e pegou cinco rebotes em cerca de 19 minutos em quadra na viotória de sua equipe sobre o Sacramento por 110 a 81. O duelo foi disputado na noite desta terça-feira no Rose Garden, em Portland.
Um detalhe interessante é que os cinco titulares do Blazers ultrapassaram a marca dos dígitos duplos. Martell Webster foi cestinha da equipe de Oregon com 15 pontos, seguido da estrela Brandon Roy, autor de 14 pontos e sete assistências. O ala-pivô LaMarcus Aldridge contribuiu com 13 tentos e cinco rebotes enquanto o armador Sergio Rodriguez assinalou 11 pontos e deu sete passes perfeitos.
Além do quinteto, mais dois reservas conseguiram dígitos duplos em algum fundamento. O ala-pivô Ike Diogu somou 10 pontos, já o pivô Joel Przybilla, reserva de Oden, foi o reboteiro da franquia de Oregon com 12 sobras. A torcida de Portland ainda viu o armador espanhol Rudy Fernandez fazer sua primeira partida na NBA. Fernandez, escolhido em 24° lugar no draft de 2007, atuará pelo Blazers nesta temporada. O jogador saiu de quadra com seis pontos e cinco assistências.
Já pelo Sacramento o cestinha foi o novato Donte Greene, que conectou 18 pontos. O armador Francisco Garcia anotou 12 pontos. Os dois foram os únicos a superarem os dez pontos. Os titulares Brad Miller e Kevin Martin não atuaram, ambos por lesão.
Outra estréia esperada que aconteceu na noite desta terça-feira foi do ala Ron Artest com a camisa do Houston Rockets. Diante da torcida texana no Toyota Center, Artest não decepcionou e ajudou sua equipe a vencer o Memphis Grizzlies por 96 a 93. O polêmico jogador foi um dos cestinhas do Rockets com 15 pontos, além de ter coletado seis rebotes. Entretanto, ele não foi o maior pontuador do time anfitrião, a honra coube ao ala-pivô Carl Landry que assinalou 18 pontos e ainda capturou nove sobras.
O astro chinês Yao Ming retornou à franquia após um longo tempo parado. O gigante marcou 10 pontos e pegou nove rebotes durante o duelo, já a outra estrela da franquia texana, o ala-armador Tracy McGrady preferiu não atuar, pois ainda se recupera de cirurgia sofrida no joelho. vale a pena lembrar que “T-Mac” jamais participou de 82 partidas em uma temporada em sua carreira.
O Grizzlies, que teve as estréias de O.J. Mayo, do espanhol Marc Gasol e do iraniano Hamed Haddadi, até ficou bem próximo da vitória, mas saiu de quadra com o placar adverso. Mayo fez 14 pontos. Hakim Warrick foi o melhor da equipe, com 15 pontos e oito rebotes. O armador Mike Conley somou 13 pontos, sete rebotes e cinco assistências. Gasol ficou com cinco pontos e cinco rebotes.
O pivô Greg Oden sofreu uma torção no tornozelo direito durante o primeiro dia de treinos do Portland Trail Blazers para a temporada 2008-09 da NBA. Este não foi o primeiro problema de lesão do jogador, que perdeu a última temporada devido a uma grave lesão no joelho.
No entanto, Nate McMillan, técnico do Blazers, se mostrou tranqüilo quando à torção no tornozelo de Oden e afirmou que tudo não passou de um susto.
“Greg está bem. Todos os jogadores enfrentaram sem problemas o primeiro dia de treinamentos e Oden se encontra em perfeitas condições”, disse.
Neste dia 11 de setembro de intenso significado político nos Estados Unidos, com o sétimo aniversário dos atentados terroristas que destruíram as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York e parte do Pentágono em Washington e a campanha presidencial no país pegando fogo, o site Hoopshype traz um artigo muito interessante sobre o grande número de jogadores da NBA que estão declarando seu apoio e financiando a campanha do candidato democrata negro Barack Obama à Casa Branca. Entre os astros esportivos que deram contribuições estão os campeões olímpicos LeBron James (Cleveland Cavaliers) e Carmelo Anthony (Denver Nuggets), mas chama a atenção o apoio do maior de todos os nomes da NBA, Michael Jordan. O ex-cestinha hexacampeão nos anos 90 pelo Chicago Bulls e atual dirigente do Charlotte Bobcats, primeira franquia de proprietário negro na NBA (Robert Johnson), também está no grupo de apoiadores de Obama. Já o pivô do Portland Trail Blazers Greg Oden, primeiro escolhido no draft de 2007, chegou a anunciar em seu blog o apoio ao democrata dizendo até que Obama telefonou para ele e disse que o Blazers estava forte para próxima temporada com a dupla formada por Oden e LaMarcus Aldridge no garrafão.
Não é surpresa a “Obama-Mania” na NBA, a grande liga esportiva americana com maior presença e sucesso de atletas negros, mas nunca se viu tamanho envolvimento de grandes nomes da liga em uma campanha presidencial. Entre os grandes ídolos do passado também bastante ativos na campanha do candidato democrata estão os ex-pivôs Bill Russell, Kareem Abdul-Jabbar e o (branco) Bill Walton, este sim um ativista político há bastante tempo, foi integrante do movimento estudantil no campus da UCLA e nos anos 70 chegou a entregar uma carta ao ex-presidente Richard Nixon pedindo que ele renunciasse ao cargo, o que acabou acontecendo após o escândalo de Watergate.
Mas geralmente a manifestação de preferências políticas não era uma prioridade costumeira para atletas profissionais, particularmente não nos esportes coletivos. Havia poucas exceções. Na maioria das vezes os jogadores das ligas mais ricas dos EUA, se tivessem de mostrar preferência por um lado, ficavam mais propensos a apoiar o Partido Republicano, em parte por causa da plataforma histórica do partido de liberalismo econômico com uma proposta de manter as taxas de impostos mais baixas, o que beneficiava o bolso dos atletas milionários e a posição corporativa das associações de atletas profissionais. Por vários anos, o ex-astro Charles Barkley manifestava a intenção de concorrer ao cargo de governador do estado do Alabama, mas não conseguia se decidir por qual partido iria se candidatar. Nos vestiários em um torneio de golfe do circuito PGA, por exemplo, seria comum encontrar TVs sintonizadas na convenção nacional dos republicanos e falar com golfistas tão liberais quanto o candidato setentão John McCain, mas apesar do fenômeno Tiger Woods o golfe ainda é um esporte notoriamente de brancos. O basquete é um símbolo do orgulho negro nos EUA, e por lá a questão racial fala alto ainda, é inegável. Tem um jogador da NBA que faz campanha para os republicanos, curiosamente é branco e não muito famoso, trata-se do pivô segundanista do Sacramento Kings Spencer Hawes.
Chama a atenção a posição de Jordan, que na época de jogador ficava mais em cima do muro na hora de falar de política. No final dos anos 80, um dos senadores da Carolina do Norte, o estado natal de MJ, era Jesse Helms, um homem de reputação ética ruim e que costumava ser criticado por ter posições mais radicais e pouco igualitárias, muitos até o chamavam de racista. Jordan adorava debater qualquer assunto e tinha opiniões fortes, foi sugerido a ele por que não apoiava a candidatura ao senado de Harvey Gantt, prefeito negro da cidade de Charlotte. O Rei do basquete conhecia Gantt e era simpático à plataforma política do candidato democrata, mas havia uma regra de marketing que geralmente pesava (e ainda pesa) para os atletas profissionais mais badalados, a de procurar não ofender ninguém. E Jordan levava isso em consideração, afinal sua linha da Nike com os tênis fenômeno de vendas “Air Jordans” foi um marco no mundo corporativo e fortaleceu muito a marca da NBA ao redor do mundo. Questionado pelo autor do artigo se gostaria de assumir uma posição contra Jesse Helms, o astro do Bulls deu uma resposta emblemática:
“Republicanos também compram tênis”, disparou MJ.
Vinte anos depois, os tempos mudaram muito, a NBA cada vez mais virou um símbolo da cultura black, hip-hop, dos jogadores negros que vêm de infância pobre e se vêem milionários de repente. E se tornou um fenômeno de mídia e miscigenação acolhendo inclusive muitos estrangeiros, com um lugar especial para os latinos. São muitos os críticos basqueteiros ao governo de George W. Bush, o astro canadense do Phoenix Suns Steve Nash se posicionou abertamente contra a Guerra do Iraque mesmo quando grande parte dos americanos apoiava a invasão para depor Saddam Hussein. Agora Barack Obama se tornou um fenômeno midiático como se fosse um artista pop, com relações próximas com os craques do basquete e do futebol americano.
Como primeiro negro com chances reais de se eleger presidente dos Estados Unidos, Obama angariou a simpatia de um número recorde de atletas apoiando a causa dos democratas. Muitos deles vêm de bairros pobres e negros, da periferia, além da identidade racial simpatizam com a plataforma mais social que liberalista do PD. E historicamente muitos esportistas tendiam para o lado republicano ou apartidário, mais benéfico para seus níveis econômicos de riqueza. Agora uma classe que freqüentemente é aconselhada pelos marqueteiros a evitar discussões políticas está abrindo mão da neutralidade, a histórica corrida rumo à Casa Branca pode estar tecnicamente empatada nas pesquisas, mas na NBA Obama é campeão de votos disparado.
O ex-senador de Chicago já obteve apoio expresso de outros grandes nomes da liga como o ala do Suns Grant Hill, o ala do Atlanta Hawks Marvin Williams, o armador do New York Knicks Stephon Marbury, o polêmico comentarista Barkley e o armador do Los Angeles Clippers Baron Davis, que foi até anfitrião de eventos para arrecadar fundos para a campanha democrata e disse após o discurso de nomeação de Obama na convenção democrata que “sentiu vontade de ir à praia de Venice Beach para registrar eleitores”.
O estrategista-chefe da campanha de Obama, David Axelrod, disse ter estado em um desses eventos de Davis e se sentiu impressionado com o comprometimento do armador na campanha. Ele agradeceu ainda o apoio da comunidade de atletas que era geralmente neutra.
“Um grande número destes atletas estão profundamente envolvidos com suas comunidades e eles vêem muita gente passando necessidade. Obama é um cara que inspira um sentido de envolvimento e possibilidade de soluções desses problemas, e eles respondem a isso. De um ponto de vista geral os atletas se identificam com ele. Existe um sentimento entre algumas pessoas que os atletas são egoístas e desinteressados, mas isso não é verdade. Existem muitos deles envolvidos com a comunidade, que dão seu tempo e dinheiro, como em tremendos esforços de caridade depois do Furacão Katrina, e eles vêem Obama como alguém que pode inspirar uma mudança”.
Como política é um assunto polêmico, abaixo do artigo do Hoopshype aparecem comentários de internautas indignados defendendo a candidatura do republicano John McCain e sua vice Sarah Palin, dizendo que os jogadores da NBA estão apoiando Obama meramente por uma questão racial e não de programa de governo.
Greg Oden, pivô do Portland Trail Blazers, não jogou sua primeira temporada. Agora Oden quer vencer o prêmio de Novato do Ano. Na sua primeira temporada o pivô ficou parado após uma cirurgia no joelho ficando, agora, possível vencer o prêmio. “Espero vencer, estou trabalhando para isso”, disse Oden.
Ele finalmente voltou aos treinos 5-contra-5 e parece satisfeito com o progresso.~
“Fiquei nervoso em treinar com os caras, como jogaria. Mas quanto mais eu jogava, mais via que era só sair e jogar o jogo que amo, não tinha motivos para estar nervoso”, completou.
Mesmo assim, ele sabe que o time não vai deixá-lo exagerar.
“Não acho que eles vão me liberar até o começo da temporada”, analisou.
As viagens não serão problema para oden, como normalmente são para novatos. O pivô viajou em três longas jornadas fora de casa do Blazers.
Deixando a barba crescer, e parecendo bem mais velho do que seus 20 anos, Oden sabe que não tem nada garantido, mesmo assim não vai se preocupar com tempo em quadra.
Os times da NBA continuam ativos nesta “offseason”. Após Los Angeles Clippers, Golden State Warriors, Milwaukee Bucks, Houston Rockets e Phoenix Suns protagonizarem mudanças no mercado mais dois times estão prestes a entrar nesta lista: Portland Trail Blazers e Memphis Grizzlies.
Segundo o site norte-americano de esportes “Rotoworld”, a diretoria do Portland Trail Blazers estaria interessada em fazer mais uma mudança para definir seu plantel para o próximo campeonato. A mesma publicação adiantou nesta segunda-feira que a equipe do estado do Oregon já escolheu até um “alvo” para suas pretensões, o Memphis Grizzlies.
O noticiário informou que o Blazers teria feito uma proposta ao time do Tennessee, enviaria o ala Travis Outlaw em troca de um armador. O mais provável é que o Portland queira o jovem Mike Conley Jr, já que os outros armadores do Grizzlies, Javaris Crittenton e Kyle Lowry, não estão nos planos do gerente geral do Blazers Kevin Pritchard. Conforme a imprensa ianque, o Blazers aguarda a resposta da diretoria do Grizzlies.
Além do talento natural de Conley, 4º escolhido no geral no recrutamento de 2007, o Trail Blazers estaria disposto a formar a dupla que fez sucesso no basquete universitário, Mike Conley e Greg Oden, que lideraram a universidade de Ohio State ao vice-campeonato da NCAA em 2007.
Esta proposta feita pelo tricolor do oeste reafirma o rumor de que a diretoria do Portland não estaria feliz com o desempenho de Steve Blake como armador principal da equipe. Além disso, realça a suspeita da imprensa americana, que classificou o promissor Jerryd Bayless como ala-armador e não como armador principal, que era o desejo da franquia.
Conley tem 20 anos e em sua única temporada na NBA teve médias de 9.3 pontos e 4.1 assistências por jogo. Já Outlaw irá completar 24 anos no próximo mês e foi importante para a surpreendente campanha do Blazers na última temporada quando teve média de 13.2 pontos por jogo, sendo o terceiro cestinha da equipe no campeonato.
O ala-armador Brandon Roy, do Portland Trail Blazers, sofreu uma cirurgia para reparar uma ruptura do menisco de seu joelho esquerdo. Após a surpresa da cirurgia do pivô Greg Oden antes de sua primeira temporada, o Blazers não revela muito sobre a atual condição de Roy. A expectativa é que ele fique dois meses fora das quadras.
Não é a primeira vez que Roy passa por uma cirurgia no joelho. Quando estava no seu terceiro ano na Universidade de Washington, o ala-armador passou pelo mesmo procedimento no joelho direito. Três semanas depois ele estava de volta às quadras.
A primeira partida de pré-temporada do Blazers é em oito semanas. A estréia na temporada regular é em 11 semanas. Roy deve perder o começo dos treinos, apenas.
Os médicos acreditam que a lesão é conseqüência do desgaste normal e não de um possível trauma.
Roy já perdeu 33 partidas em duas temporadas em Portland. Em sua primeira temporada ficou de fora de 20 partidas com uma inflamação no calcanhar esquerdo, uma com inchaço no joelho direito e três com dores nos joelhos.
“Meu maior problema tem sido me manter saudável. Só quero ter uma conversa e não falar em calcanhar, joelho… Muitas vezes não durmo pensando no que aconteceria se estivesse 100%”, disse Roy.