November 18, 2008

Mason acerta chute decisivo e Spurs vence 3ª seguida mesmo sem Parker e Ginóbili

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 1:06 pm

O San Antonio Spurs vem mostrando que não está morto. A equipe alvinegra do Texas teve um péssimo início de temporada, perdendo quatro de seus primeiros cinco jogos. Além disso, o time do técnico Gregg Popovich sofreu uma dura perda: a contusão do armador Tony Parker (tornozelo), se juntando ao ala-armador Manu Ginóbili, que se recupera de uma cirurgia no tornozelo. Com isso, toda a responsabilidade ficou sobre as costas de Tim Duncan e o veterano está dando conta do recado.

Na noite desta segunda-feira, o modificado Spurs venceu sua terceira partida consecutiva e chegou, pela primeira vez na temporada, aos 50% de aproveitamento. O triunfo foi suado, sofrido, como os dois anteriores (contra Houston Rockets e Sacramento Kings) e só foi consolidado com um arremesso perfeito de 3 do ala-armador Roger Mason, sacramentando o resultado em 86 a 83 (43 a 38 no intervalo).

 Roger Mason celebra após acertar arremesso de 3 decisivo (AP Photo/Hector Mata)

O clímax do jogo ocorreu a 8.4s do fim da partida, quando Mason aproveitou um corta-luz feito por Tim Duncan e apareceu livre para acertar seu terceiro arremesso de longe na partida, realizada no Staples Center, em Los Angeles. Mason, inclusive, foi o cestinha da noite com 21 pontos. Ele acertou nove de seus 16 arremessos e foi importantíssimo com seu chute final, pois freou uma reação incrível do Clippers, que havia cortado a distância de onze pontos nos últimos 6min de jogo.

A frieza e precisão de Mason rendeu até um elogio do técnico Gregg Popovich: “Ele é o cara para essas situações. Eu chamei a jogada para suas mãos, pois sabia que ele iria convertê-la”, revelou. “Ele teve a luz verde e fez um tiro perfeito no momento em que mais precisávamos. Eles (Clippers) tiveram a chance deles e não conseguiram fazer isso”.

Mas a estrela da noite foi o ala-pivô Tim Duncan. O veterano tetracampeão pelo Spurs fez de tudo um pouco. O camisa 21 conectou 20 pontos, pegou 15 rebotes, deu seis tocos e distribuiu quatro passes para cesta em 39min na quadra. O atleta de 32 anos converteu nove de suas tentativas e fez uma jogada à lá Magic Johnson no segundo tempo, quando carregou a bola como ex-armador do Lakers e serviu o ala-armador Michael Finley.

 Novato George Hill (nº3) parte para cesta. Ele deu oito assistências nesta segunda (AP Photo/Hector Mata)

O Clippers até que teve a chance de levar a vitória, mas o armador Baron Davis não conseguiu converter um arremesso de longe. Com isso, o tricolor angelino reafirmou a condição de freguês do Spurs. O alvinegro texano venceu os nove últimos jogos entre as duas equipes e 17 dos últimos dezoito duelos. Davis, inclusive, teve uma atuação fraca. Ele acertou apenas cinco de seus 17 arremessos e terminou a peleja com apenas 11 pontos e oito assistências, pouco para quem foi contratado a peso de ouro no período de férias da liga.

Quem liderou a equipe anfitriã foi o ala-armador Cuttino Mobley. Ele conectou 18 tentos e foi o principal responsável pela reação do Clippers no último período, quando cortou a diferença de onze pontos e empatou o jogo. O ala-armador fez 16 pontos no segundo tempo e seu arremesso de 3, a 1min do fim, igualou o duelo em 83 pontos, incendiando a torcida no Staples Center.

Além de Mobley, a dupla de garrafão da equipe californiana teve uma boa apresentação. O pivô Chris Kaman dominou o garrafão com 17 pontos, 13 sobras e três tocos enquanto que o ala-pivô Marcus Camby capturou nove rebotes e deu seis pregadas. O problema é que Camby acertou apenas dois dos seis arremessos que tentou e finalizou a partida com escassos sete pontos.

 Duncan teve uma atuação completa contra o Clippers. Aqui ele é marcado por Chris Kaman (AP Photo/Hector Mata)

“É muito ruim quando você perde sabendo que teve a chance de vencer”, declarou o armador Baron Davis. “Nós pensamos que com dois dos principais jogadores fora, o Spurs não iria jogar com o mesmo foco e a mesma intensidade, mas eles fizeram exatamente o contrário, jogaram com muita garra e intensidade e eu acho que nós subestimamos os outros jogadores deles”, compeltou o camisa 1 do Clippers.

O Los Angeles Clippers (1v-9d) agora parte para uma série de viagens. A primeira para será em Oklahoma, onde enfrentará o caçula Thunder na quarta-feira. O San Antonio Spurs (5v-5d), por sua vez, receberá a visita do embalado Denver Nuggets, também na noite de quarta, 19.

Melhores momentos de Spurs x Clippers

November 17, 2008

8 ou 80: Crise do Spurs é mesmo por causa das lesões?

AVISO DO EDITOR: Esta coluna foi escrita antes de sexta-feira, 14 de novembro, quando o Spurs ainda tinha 2v-5d, antes de vitórias apertadas contra o Houston Rockets e Sacramento Kings no fim-de-semana.

Por Denis Botana

Um dos assuntos mais tratados pela imprensa estrangeira neste começo de temporada da NBA tem a ver com números, então lá vou eu tentar saber o que tem de verdade e o que tem de mentira nisso tudo.

O assunto é o San Antonio Spurs, ou melhor, a idade avançada do elenco de Gregg Popovich. Eles são, realmente, o time com maior média de idade na NBA, mas será que é esta a causa do mau começo da equipe? Ou será que é um de muitos outros fatores? Ou seria apenas a ausência de Ginóbili e agora também de Tony Parker?

Para analisar isso, fiz uma tabela comparativa. Nela estão listados dados deste início de temporada do Spurs comparados aos números da temporada regular dos outros anos ímpares quando o Spurs foi campeão, 1999, 2003, 2005 e 2007. Para comparar os times, escolhi elementos-chave de todas as campanhas vencedoras:

Média de idade: Todos os times campeões do Spurs eram experientes, veremos se o deste ano é muito mais velho.

Posses de bola por 48 minutos: O Spurs sempre foi conhecido pelo jogo cadenciado, este dado mostra quantas posses de bola o time tem por jogo. Um time veloz tem sempre mais posses de bola em média do que um time de ritmo lento.

Pontos por jogo e pontos sofridos por jogo: Média de pontos feitos e sofridos pelo time, o número básico para analisar a força ofensiva e defensiva de um time.

Rating ofensivo e defensivo: Calcula quantos pontos são feitos ou sofridos a cada 100 posses de bola, é uma maneira de poder analisar o poder ofensivo e defensivo de times que jogam em ritmos diferentes.

Formações titulares diferentes: Mostra se o time manteve durante toda a temporada a mesma formação ou se precisou fazer mudanças devido a contusões, suspensões, trocas ou variação de rendimento.

Aproveitamento de arremessos e de bolas de 3: Número básico para saber a qualidade ofensiva da equipe.

Rebotes, tocos e roubos por jogo: Números básicos para medir algumas características defensivas da equipe.

A primeira coisa que vemos é que este time do Spurs é mesmo mais velho que os outros, mas também não é difícil de perceber que não é tão mais velho assim. O time campeão de 1999, um time com alguns dos melhores números defensivos da história e uma campanha assustadora de 15 vitórias e duas derrotas nos playoffs, tinha praticamente a mesma média de idade. O time campeão em 2007, base desta atual equipe, não é nem um ano inteiro mais novo que o time atual. Colocar a culpa na idade do grupo e sugerir contratações de jogadores novinhos parece uma atitude simplista demais. Contratar alguns moleques de 20 anos faria a média de idade cair, mas quem seriam esses garotos? Eles têm as características que o Spurs precisa?

O Spurs tem problemas, o que parece fazer mais sentido é identificar estes problemas e contratar ou trocar por jogadores que resolvam, seja esse cara um quarentão ou um novato. Não tenho dúvida que com as atuações recentes do Fabrício Oberto, o Dikembe Mutombo seria muito bem vindo em San Antonio mesmo com seus 42 anos.

Acompanhando o jogo entre Miami e San Antonio, o jogo em que Tony Parker se contundiu, passou a impressão de que o Spurs se tornaria, sem sua dupla original de armação, um time veloz, já que naquela partida os armadores George Hill e Roger Mason lideraram uma correria que eventualmente acabava em arremessos de 3 pontos. Mas o que os números nos dizem é que este time do Spurs tem o ritmo de jogo mais lento entre todos os times comparados: são 85 posses de bola por jogo, contra uma pequena variação entre 89 e 90 das outras equipes. Isso pode indicar três coisas: A primeira é cautela, o Popovich não deve ter gostado daquela primeira exibição contra o Heat e mandou os armadores terem mais calma. A segunda é a falta de criatividade, muitas vezes o relógio de 24 segundos é gasto sem criação alguma, fazendo o time ter quantidade menor de posses; e a terceira é que o time está se focando em Tim Duncan. Times que tentam colocar a bola sempre dentro do garrafão têm um ritmo mais lento de jogo do que aqueles baseados em arremessos do perímetro.

Isso mostra uma limitação do Spurs na área da armação. Sem Parker e sem Ginóbili, o time fica menos criativo, com menos ameaças no perímetro e mais lento, dependendo mais de Tim Duncan. Esse é um problema até que óbvio e que deve durar até a volta dos dois armadores para a equipe, então aqui acho que não há muito com o que se preocupar.

A criatividade nos leva aos números ofensivos do time. São 94,3 pontos por jogo, o que coloca o Spurs na 23° posição na NBA. Mas ao ver logo ao lado dele na tabela, Rockets, Celtics e Raptors, é fácil de perceber que um ataque que não faz muitos pontos não é necessariamente um ataque ruim. Juntando esses pontos com o baixo número de posses de bola do time por jogo temos o “rating” ofensivo do Spurs, que é o 11° da NBA, o que não é nada vergonhoso. O time de 99 acabou a temporada regular também na 11° posição e o time de 2005 não ficou muito longe, foi o oitavo. Outra prova disso são as porcentagens de bolas de 3 e de arremessos em geral, que estão no mesmo nível, com mínima variação, com a dos times campeões da última década.

Até o número de bolas de 3 tentadas por jogo, que parecia exagerada nos últimos jogos, na verdade chamam mais a atenção pela qualidade das bolas (mais mal trabalhadas do que antes) do que pela quantidade. O time de hoje tenta em média 19 bolas de 3 por jogo, exatamente o mesmo número do time de 2007.

Então podemos deduzir que o ataque está sofrendo um bocado, principalmente na hora de decidir jogos, com a falta de criatividade, já que ninguém no elenco tem a qualidade de Ginóbili e Parker, mas que em geral o time está usando de um ritmo de jogo mais lento para conseguir números bem parecidos com os que sempre conseguiu.

Estará então o problema na defesa?

Sim. O maior patrimônio do Spurs na última década foi sua defesa e, neste ano, finalmente, ela está desmonorando. O número de pontos sofridos por jogo subiu muito em comparação aos times campeões. São 8 pontos a mais que o time de 2007 e 2003, 10 a mais que o de 2005 e 14 a mais que o time campeão em 1999.

E tudo isso, não podemos esquecer, com menos posses de bola por jogo, o que coloca o Spurs com um degradante “rating” defensivo de 111,1 pontos a cada 100 posses de bola. Apenas quatro times têm um número pior que esse na NBA atualmente. Dos quatro times campeões do Spurs, dois deles tiveram a melhor marca no rating defensivo, um ficou em segundo e a pior marca tinha sido a de terceira melhor defesa da liga. Ou seja, o Spurs sempre venceu em função da sua defesa.

Chegamos então em alguns outros números defensivos. Já disse em outra coluna (a primeira da série ‘8 ou 80′) que tocos e roubos não necessariamente dizem se um time ou jogador são bons na defesa ou não, mas os mesmos números são bem úteis quando você faz uma comparação entre o mesmo time ou jogador. Se um time mantém o mesmo elenco, características e filosofia de jogo, mas dá menos tocos, provavelmente a qualidade defensiva baixou. No Spurs da atual temporada, vemos números pífios de roubos e tocos por partida, são 2,7 tocos e 3,7 roubos por jogo; números que em outros times equivalem a soma de dois jogadores no Spurs são a soma de um elenco inteiro.

Hoje na NBA, apenas o Knicks dá menos tocos por jogo que o Spurs, que é o time que menos rouba bolas, 2 a menos que o penúltimo colocado, o Raptors.

A volta de Ginóbili e Parker já traria, em média, mais 2,5 roubos por jogo para o time e um número de insignificante de tocos, mais algumas características, principalmente do Ginóbili, de ajuda defensiva que não é contada com números. Isso já deve ajudar o time a melhorar um pouco seu desempenho. Mas será o bastante para fazer o Spurs sair da 26° posição e voltar a ser uma das 3 melhores defesas da liga? Não. O real problema do Spurs parece que não está na idade do elenco e nem na ausência dos dois armadores. Analisando todos esses números e somando com os jogos do Spurs, eu posso afirmar que os problemas do Spurs hoje se chamam Bruce Bowen, Fabrício Oberto e Kurt Thomas.

O Spurs não está muito mais velho do que antes, mas Bruce Bowen e Kurt Thomas estão. Oberto não está com 40 anos, mas está fora de forma – lidou com problemas de coração que o afastaram de parte da pré-temporada. O problema então não está no banco de reserva do Spurs que não ajuda, na verdade eles têm ajudado até demais na atual situação, o problema do time está nos titulares da posição 3 e 5. Seja qual dos dois pivôs que jogue ou Bowen, não estão dando conta do recado.

Na temporada 2006-07, a do último título do Spurs, a dupla que tinha melhores números de +/- (plus/minus, o número que faz um saldo de pontos quando tal grupo de jogadores estava junto em quadra) era a dupla Duncan e Bowen. Não era Duncan e Parker ou Ginóbili, era com Bowen. Porque eram dois dos melhores defensores da liga atuando juntos, um parando o melhor atacante do perímetro e o outro parando o garrafão. Nesta temporada, Bowen não teve sucesso contra nenhum principal atacante adversário e sua contribuição para o sucesso do time era maior do que muita gente imaginava.

Se o Spurs quer continuar sua sequência de títulos em anos ímpares, precisa esperar com calma os dois armadores voltarem de contusão e conseguir alguma troca ou contratação de free agent que resolva o buraco defensivo deixado por Bowen e pela dupla Oberto e Thomas. Para o garrafão, a minha sugestão seria deixar o time ainda mais velho, com o Mutombo, que jogou demais no ano passado pelo Rockets e que dividiria minutos com os atuais donos da posição. É uma boa saída até o ano que vem, quando o nosso Tiago Splitter poderá chegar a San Antonio e assumir a posição.

Substituir Bowen é mais difícil, mas necessário se o time tem pretensões de título. Gregg Popovich deve estar se perguntando porque não conseguiram pegar o Shane Battier do Rockets naquela troca estranha do Luis Scola. Esquisito dizer isto, mas o Spurs, time que era todo-poderoso e que parece tão frágil atualmente, está a um Shane Battier de voltar a assombrar a NBA. (Nota do editor: Popovich tirou Bowen do time titular e lançou Ime Udoka, e aparentemente a mudança deu certo: desde que Udoka entrou, o Spurs venceu três de quatro partidas. No jogo do último domingo, 16/11, contra Sacramento, Udoka deu lugar a Michael Finley e Bowen continuou no banco).

October 1, 2008

Lesionado, Manu Ginóbili deve desfalcar San Antonio Spurs no primeiro mês da temporada regular 2008/09

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UOL Esporte
Das agências internacionais
Em San Antonio (EUA)

O ala-armador argentino Manu Ginóbili, do San Antonio Spurs, perderá aproximadamente todo o primeiro mês da temporada 2008-2009 da NBA. O jogador se recupera de uma cirurgia realizada no tornozelo esquerdo.

Ginóbili foi contundido para Pequim, onde voltou a sentir a lesão no tornozelo. Segundo o treinador Gregg Popovich, o argentino deve ficar mais de um mês fora das quadras.

“Manu (Ginóbili) vai desfalcar a equipe em 20 ou 25 jogos, até meados de dezembro, possivelmente”, afirmou o técnico.

A princípio, se pensava que o jogador de 31 anos estaria fora por oito ou 12 semanas, desde que foi operado no dia 3 de setembro. No entanto, a direção do Spurs decidiu dar mais tempo para o argentino se recuperar completamente da intervenção cirúrgica.

Ginóbili sofreu a lesão na primeira rodada dos playoffs, na última temporada, no confronto ante o Phoenix Suns. Mesmo assim, posteriormente, o atleta foi convocado para disputar os Jogos Olímpicos de Pequim pela Argentina.

Com isso, a lesão se agravou e o jogador voltou a sentir o tornozelo no confronto diante dos Estados Unidos, pelas semifinais dos Jogos.

September 4, 2008

Armador argentino do TAU Cerámica Pablo Prigioni está na mira do técnico do San Antonio

Filed under: Europa, Extraquadra, Internacional, Seleções — Tags: , , , — basketbrasil @ 9:15 pm

(Newsport.com.br)

O San Antonio Spurs pode ir buscar na Europa um reserva para o francês Tony Parker. Durante os Jogos Olímpícos surgiram rumores que o treinador Gregg Popovich estaria de olho no argentino Pablo Prigioni, companheiro de Tiago Splitter no TAU Cerámica da Espanha.

Em entrevista ao Diário Olé, Manu Ginóbili confirmou que Popovich buscou informações sobre o armador titular da Seleção Argentina em Pequim.

“Sim, me perguntou por Pablo. Mas também como ele fez com outros jogadores. Não sei qual é o interesse real e se estão buscando contratá-lo”, disse Manu.

Em Pequim, Prigioni teve médias de 7,1 pontos e 4,6 rebotes na equipe que conquistou a medalha de bronze.

Prigioni era ao lado de Zoran Planinic responsável pela criação de jogadas da equipe espanhola na última temporada e com a saída do croata para o CSKA Moscou, deve ter um papel muito mais importante na equipe. Na última temporada, ele teve médias de 7 pontos e 4,1 assistências em 23 minutos de jogo na Euroleague, chegando ao Final Four da competição. Com a ida de Goran Dragic para o Phoenix Suns, a equipe de Vitória deverá fazer de tudo para manter o argentino caso tenha grandes pretensões na temporada.

No Spurs, o armador reserva imediato Jacque Vaughn não convence e o novato George Hill não apresenta grande potencial. O ala-armador Rogers Mason, ex-Washington Wizards, poderia ser improvisado na função, mas com a lesão de Manu Ginóbili isso será difícil.

 

June 20, 2008

Técnico do San Antonio quer argentino Manu Ginóbili fora das Olimpíadas

Filed under: Conferência Oeste, Internacional, NBA, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 11:30 am

O técnico do San Antonio Spurs, Gregg Popovich, quer que o argentino Manu Ginóbili considere a possibilidade de ficar fora dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008. O astro sul-americano sofre com uma lesão no tornozelo esquerdo e preocupa o comandante da franquia texana.

Eleito o melhor sexto homem da temporada da NBA, Ginóbili, que se machucou e agravou no começo dos playoffs da NBA a lesão sentida durante a temporada regular, fez uma ressonância magnética três semanas atrás para averiguar o tamanho da lesão.

O exame revelou um inchaço no ligamento do seu calcanhar esquerdo, que estava cinco vezes maior que o normal. Manu irá fazer uma nova ressonância em três semanas para acompanhar a evolução de sua lesão.

Segundo Popovich, o ala-armador tem de pensar na sua recuperação e no seu compromisso com o time para a próxima temporada. “Se a condição de Ginóbili não melhorar nessas três semanas, acredito que ele deveria ficar de fora das Olimpíadas”, declarou.

“Eu talvez não esteja tentando convencê-lo a nada, só estou colocando os fatos para que ele tome uma decisão sobre o assunto”, comentou o técnico, que tem receio de ver o atleta em risco na sua próxima campanha pelo Spurs.

No fim da temporada, Ginóbili foi submetido a uma infiltração no tornozelo esquerdo. Esperava-se uma breve recuperação, mas o problema físico era pior do que os médicos imaginavam. Mesmo assim, Manu ainda espera se recuperar e ficar pronto para tentar defender o ouro olímpico da seleção argentina na China.

(UOL)

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