November 22, 2008

Spurs e Mavericks mostram recuperação e arrasam Utah e Memphis em casa

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 11:21 am

Os dois times mais fortes do Texas na última década, San Antonio Spurs e Dallas Mavericks, mostraram que ainda não estão mortos, ambos com grandes atuações nesta sexta-feira (21/11). O Spurs contou com uma noite inspirada do armador Roger Mason para massacrar o Utah Jazz em casa, 119 a 94. Também jogando em seu ginásio, o Mavs venceu sua quarta partida consecutiva, 91 a 76 sobre o Memphis Grizzlies, após quatro derrotas seguidas para abrir a temporada no American Airilines Center.

No AT&T Center, Mason fez chover. O substituto de Tony Parker acertou sete cestas de 3 pontos, a caminho de marcar 29 pontos pelo San Antonio. Ele ficou a mais um triplo de igualar seu recorde pessoal de 32 pontos, obtido no ano passado quando substituiu outro armador All-Star, Gilbert Arenas, no Washington Wizards. “Eu não ia ojgar muito maluco, mas era uma daquelas noites. Eu estava me sentindo bem. Se eu tinha uma chance livre, eu ficava irritado se errasse”, disse Mason, que ainda teve 4 rebotes e 2 assistências.

“Acho que, quando tivermos todos (os lesionados) de volta, Mason vai nos dar a profundidade que estávamos procurando. Achei que ele foi excelente em ambos os lados hoje. Ele tomou vantagem das situações ofensivas e jogou uma partida realmente boa em todos os aspectos”, elogiou o técnico do Spurs, Gregg Popovich.

O calouro George Hill bateu seu recorde pessoal, com 23 pontos saído do banco, e ajudou o Spurs a vencer pela quinta vez em seis jogos. Tim Duncan marcou 18 pontos e 7 rebotes, Michael Finley anotou 14 pontos e os reservas Matt Bonner e Ime Udoka contribuíram 12 e 10 pontos, respectivamente.

O Jazz saiu de San Antonio derrotado pela 19ª vez consecutiva, uma seqüência iniciada em fevereiro de 1999 e que inclui partidas de playoff. Desta vez, o time tinha poucas chances de acabar com a freguesia: além do armador Deron Williams, ainda em recuperação de uma torção no tornozelo que o tirou de 11 jogos nesta temporada, Utah esteve desfalcado de seu segundo melhor jogador, o ala-pivô Carlos Boozer, após distender o quadriceps esquerdo na quarta-feira, e não contou com Jarron Collins (inflamação no cotovelo direito) e Kyle Korver (inflamação no pulso direito).

“Isto não faz diferença. Esses outros caras são pagos no dia primeiro e no dia 15 para competir, e eu nunca vi isto”, esbravejou o técnico Jerry Sloan após a derrota. O ala-armador Ronnie Brewer teve 17 pontos e o ala CJ Miles acrescentou 16 pontos, 10 rebotes e 5 assistências.

O Mavs, por sua vez, perdeu seus quatro primeiros jogos em casa para equipes competindo pelos playoffs - Houston Rockets, Cleveland Cavaliers, Los Angeles Lakers e Orlando Magic. Enfrentar um time que tem uma das piores campanhas da NBA era o que Dallas precisava para recuperar a confiança em seu ginásio. “Esta tem sido uma quadra forte por muitos anos, então começar com derrotas foi difícil. Temos de continuar construindo momento”, disse o técnico Rick Carlisle.

Dallas abriu distância no terceiro quarto, quando o ala-pivô Dirk Nowitzki marcou 11 dos 13 primeiros pontos do time e passou para Jason Kidd fazer uma cesta, que colocaria o Mavericks à frente por 57 a 46. Um passe de toque, sem olhar, de Kidd para James Singleton levantou a torcida e ampliou a diferença para 62 a 48. Kidd fez oito pontos e oito rebotes no período, que terminou com 68 a 56 para o Mavs. “Nós estávamos jogando um jogo bom, mas eles conseguiram algumas cestas fáceis e começaram a explorar o Nowitzki, e nós não temos uma resposta para o Nowitzki”, lamentou o técnico Marc Iavaroni, do Grizzlies, cujo time acertou apenas seis de 27 arremessos no terceiro quarto.

O alemão Nowitzki foi o cestinha do jogo, com 25 pontos e 10 rebotes, enquanto Kidd marcou 18 pontos, 13 rebotes e 6 assistências. “Para isso que você tem jogadores esrelas, para jogarem como estrelas”, disse Carlisle. Jason terry acrescentou 20 pontos saído do banco.

Pelo Memphis, o calouro OJ Mayo marcou 19 pontos, 7 rebotes e 3 roubos, mas acertou apenas oito de 23 arremessos. Mike Conley e Rudy Gay marcaram 14 pontos cada, e o pivô espanhol Marc Gasol fez 12 pontos e 8 rebotes.

November 19, 2008

Kings não joga bem e Grizzlies acaba com seqüência de derrotas

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 10:59 am

 

Rudy Gay, com 22 pontos, e o Memphis Grizzlies agradeceram os três dias sem partidas com uma vitória de 109 a 94 sobre o Sacramento Kings, em Memphis, acabando com uma seqüência de quatro derrotas.

Bobby Brown faz uma bandeja pressionado por Mike Conley

Bobby Brown faz uma bandeja pressionado por Mike Conley

 

“A gente teve bastante tempo para treinar. Nas outras partidas q gente esteve na estrada, jogando trÊs partidas em três dias. Poucos treinos”, disse Gay.

Hakim Warrick adicionou 21 pontos e 10 rebotes e marc Gasol fez 16.

John Salmons liderou o Kings com 18 pontos, Spencer Hawes fez 14, Bobby Jackson, 13, e Jason Thompson fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Foi a quarta derrota nas últimas cinco partidas para o Kings, ainda sem Kevin Martin.

Gay procura um buraco na defesa do Kings

Gay procura um buraco na defesa do Kings

 

Memphis ainda não havia acertado 50% de seus arremessos na temporada, nesta noite passou a maior parte aproveitando 60%. A liderança foi construída no segundo período e o time californiano não ameaçou após o intervalo.

Com uma vantagem de 17 pontos no intervalo, 64 a 47, construída sobre um aproveitamento de 62% dos arremessos o Grizzlies teve tranqüilidade.

Coma a ajuda dos treinos, um dia ruim para o Kings a noite foi fácil para Memphis.

“Tiramos vantagem de tudo. Isto é raro na temporada, então não podíamos olhar para o lado. Os arremessos foram livres. É contagioso”, analisou Kyle Lowry.

November 15, 2008

Nets causa segunda derrota seguida do Hawks; Bucks vence Grizzlies na prorrogação

O New Jersey Nets fez as pazes com a vitória ao derrotar, na noite desta sexta-feira (14/11), o Atlanta Hawks por 115 a 108, no Izod Center de Nova Jérsei.  O resultado encerrou uma seqüência de três derrotas consecutivas do Nets, enquanto o Hawks sofreu seu segundo revés seguido após começar a temporada com seis vitórias.

As três derrotas seguidas do New Jersey coincidiram com os três jogos perdidos pelo armador Devin Harris, que após marcar 38 pontos na vitória sobre o Detroit Pistons na última sexta-feira, sofreu uma torção no tornozelo esquerdo e ficou de fora. Nesta sexta, Harris fez seu retorno e foi o melhor jogador em quadra, com 30 pontos, 8 assistências, 6 rebotes e 2 roubos. O armador, porém, jogou no sacrifício, sentindo dores durante a partida. “Nós passamos a fita de novo no intervalo. Eu me senti OK. Houve momentos em que eu forcei um pouco, mas (o tornozelo) segurou”, disse Harris. “Ele tem raça. Isso mostra o que ele tem dentro dele. Devin é um competidor e continua a crescer”, disse o técnico do Nets, Lawrence Frank, louvando seu esforço.

Harris fez seu retorno ser notado desde o início, combinando com o pivô calouro Brook Lopez - titular pela primeira vez na carreira - para fazer 14 a 5 para o Nets nos primeiros minutos. New Jersey terminou o primeiro quarto à frente por 27 a 22, mas permitiu a virada para 50 a 49 ao final do primeiro tempo, quando o Hawks acertou oito de seus 11 chutes de 3 pontos. O ala Marvin Williams já tinha 17 pontos, incluindo três cestas de longa distância.

Atlanta se manteve à frente, 76 a 73, ao final do terceiro quarto, quando o ala-armador Joe Johnson, principal jogador do time, começou a acertar seus chutes. O último quarto foi de muito ataque e pouca defesa, terminando em 42 a 32 para o time da casa. Harris acertou cestas de 3 consecutivas no início do período para fazer 88 a 84 para New Jersey. Com 4min15s por jogar, a vantagem do Nets ainda era de quatro pontos, após uma cesta de Johnson, e o ala-armador Vince Carter acertou uma série de cestas importantes para manter Atlanta à distância.

“Dê crédito a eles porque o técnico Frank lhes deixou preparados e nós não fizemos nossa parte hoje. Eles fizeram jogadas e acertaram cestas importantes na reta final. Nós simplesmente não tivemos resposta”, lamentou o técnico do Hawks, Mike Woodson.

Joe Johnson, do Atlanta, foi o cestinha, com 32 pontos, além de 9 rebotes e 5 assistências. Williams fez 21 pontos, mesma marca do reserva Flip Murray, o armador Mike Bibby marcou 12 pontos e o ala-pivô Al Horford teve 6 pontos, 11 rebotes e 4 assistências. Pelo New Jersey, Carter marcou 26 pontos, 7 assistências e 8 rebotes e Lopez fez um recorde pessoal de 25 pontos, além de 9 rebotes e 4 tocos. Ryan Anderson, outro pivô calouro, acrescentou 15 pontos, e Keyon Dooling contribuiu com 10 pontos. As duas equipes se reencontram neste sábado (15/11), no Phillips Center de Atlanta.

Sessions lidera Bucks à vitória sobre Memphis na prorrogação

O Milwaukee Bucks lutou bastante e conseguiu roubar uma vitória fora de casa contra o Memphis Grizzlies, na prorrogação, por 101 a 96 nesta sexta-feira (14/11). O herói do jogo foi o armador segundoanista Ramon Sessions, que continua provando seu merecimento de uma vaga no time titular.

Com o ala-armador campeão olímpico Michael Redd de fora pela sexta partida consecutiva, lesionado, Milwaukee teve péssimo aproveitamento nos arremessos, 38,5%, mas o Grizzlies também não estava com a mão calibrada, acertando apenas 39,5%. A diferença, porém, foi a enorme vantagem do Bucks nos rebotes, 62 a 36, característica típica dos times do técnico Scott Skiles. Milwaukee recuperou 23 rebotes ofensivos, contra apenas oito do rival. “Aqueles 23 rebotes ofensivos vão te machucar eventualmente, e foi o que aconteceu na prorrogação. Apenas levou um pouco mais de tempo. Eles nos superaram onde era mais importante, 28 a 12 em pontos de segunda oportunidade”, lamentou o técnico do Grizzlies, Marc Iavaroni.

O time da casa chegou a ter 16 pontos de vantagem no primeiro tempo, apenas para ver o Bucks voltar ao jogo quando o limitou a 15 pontos, aproveitamento de seis cestas em 20 arremessos, no terceiro período. Milwaukee empatou e, no último quarto, o ala Luc Richard Mbah a Moute tomou conta do jogo no garrafão, marcando 11 pontos. Os visitantes abriram 84 a 76 com 2min26s por jogar, mas Memphis juntou forças para uma última arrancada, 11 pontos consecutivos, com Rudy Gay liderando. Atrás por 87 a 84, o Bucks colocou a bola nas mãos de Sessions, que acertou a cesta de 3 com 9,4s restando para empatar tudo em 87 pontos. Ele ainda tentou outro arremesso, no desespero, no soar da sirene, mas errou.

“(Sessions) não chutou muitos triplos em sua carreira. Ele teve um bom chute e caiu. Se não fosse por este chute, não estaríamos aqui rindo no vestiário, estaríamos provavelmente tristes após uma derrota dura. Se não fosse por aquele chutes, não iríamos para a prorrogação”, disse o pivô Andrew Bogut, que fez 12 pontos e 15 rebotes para o Bucks, além de 7 turnovers.

No tempo extra, lá estava Sessions de novo, convertendo dois lances livres com 42,3s restando, para dar a liderança por 95 a 94 ao Bucks, que o time segurou até o final. Sessions terminou com 20 pontos, 6 rebotes e 4 assistências. O ala Richard jefferson teve 26 pontos e 10 rebotes, Mbah a Moute fez 19 pontos e 17 rebotes e o armador Luke Ridnour teve 14 pontos, 7 assistências e 6 rebotes. Pelo Grizzlies, o calouro OJ Mayo teve 25 pontos, o ala Rudy Gay fez 24 e o pivô Marc Gasol teve 18 pontos e 7 rebotes antes de ser desqualificado, com seis faltas.

Milwaukee (5v-5d) volta ao Bradley Center neste sábado (15/11) para enfrentar o campeão Boston Celtics. Memphis (3v-7d) segue jogando no FedEx Forum, onde recebe o Sacramento Kings na terça-feira (18/11)

November 13, 2008

Knicks bate recorde da franquia de 3 pontos em massacre sobre Grizzlies

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 11:26 am

O New York Knicks venceu sua quinta partida na temporada ao derrotar o Memphis Grizzlies, fora de casa, por 132 a 103, nesta quarta-feira (12/11). A equipe nova-iorquina bateu um recorde da franquia ao acertar 19 cestas de 3 pontos em uma noite de mão quente, com aproveitamento de 56% de trás do arco.

“Estávamos apenas quentes. Acontece. Foi uma daquelas noites em que a cesta parece enorme para todo mundo”, disse o técnico Mike D’Antoni, que tem feito pouco caso das vitórias de seu time no começo da temporada, apesar de, no ano passado, o Knicks não ter obtido sua quinta vitória antes de 30 de novembro.

Melhores momentos de Grizzlies 103 x 132 Knicks

O ala Wilson Chandler foi o cestinha, com um recorde pessoal de 27 anos, após acertar 11 de seus 12 arremessos - ironicamente, seu único erro foi uma enterrada. O armador reserva Nate Robinson, que fez apenas duas cestas em 11 arremessos na derrota contra o San Antonio Spurs, na véspera, converteu todos seus oito arremessos para terminar com 21 pontos. O pivô Zach Randolph fez 18 pontos e 10 rebotes, seu sexto duplo-duplo seguido, Jamal Crawford teve 25 pontos e 8 assistências e o armador Chris Duhon contribuiu 12 pontos e 7 assistências.

Foi também o recorde de cestas de 3 pontos sofridas pelo Grizzlies, que tentou menos arremessos de longa distância (16) do que o Knicks converteu. Foi a pior marca de pontos sofridos e de aproveitamento de arremessos do adversário da equipe nesta temporada. “Não marcamos a bola bem. Não lutamos nas defesas de pick-and-roll, e eles deram um show, então dê crédito a eles. Nós temos de aprender lições com isto, em termos de quão duro você tem de jogar em ambos os lados da quadra”, desabafou o técnico Marc Iavaroni.

O pivô Marc Gasol pontuou no interior para o time da casa no começo, mas Robinson levantou o Knicks ao sair do banco, acertando seus cinco chutes antes do intervalo, ajudando o time a acabar com uma vantagem do Memphis e abrir 14 pontos de frente durante o segundo período. O marcador apontava 60 a 49 no intervalo, e New York disparou no terceiro quarto, acertando 14 de 21 chutes para ampliar a 95 a 77. O time jamais foi ameaçado no período final, levando a margem a 32 pontos.

“Eles ganharam confiança após cada cesta. Nós fomos ficando para trás e não conseguíamos voltar no jogo. Até os caras do banco acertavam cestas de 3 também”, disse Gasol, que marcou 16 pontos para o Grizzlies. O ala Rudy Gay liderou o time com 20 pontos. O calouro OJ Mayo, que marcou mais de 30 pontos nos dois jogos anteriores, desta vez ficou em 17.

New York (5v-3d) volta ao Madison Square Garden na sexta-feira (14/11) para enfrentar o Oklahoma City Thunder. Memphis (3v-6d) encara o Milwaukee Bucks no mesmo dia, novamente no FedEx Forum.

November 11, 2008

Suns bate Grizzlies com 27 pontos e bola de três decisiva de Leandrinho, novato Mayo é cestinha (vídeo)

Filed under: CAPA, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 7:16 am

Leandrinho desencantou na volta para Phoenix após a excursão de quatro partidas no Leste na semana passada e teve sua melhor atuação na temporada 2008-09 liderando a vitória do Suns em casa sobre o Memphis Grizzlies por 107 a 102 (44 a 44 no intervalo). O ala-armador brasileiro fez 16 de seus 27 pontos no último quarto, incluindo uma cesta de três decisiva da zona morta esquerda faltando 43,8 segundos, graças a ele o time superou um recorde pessoal do armador novato O.J. Mayo, que marcou 19 de seus 33 pontos na etapa final superando os 31 que havia anotado na derrota da véspera para o Denver Nuggets de Nenê. Este foi o nono triunfo consecutivo do Phoenix em confrontos com a equipe do Tennessee e deu a Terry Porter o melhor início de temporada de um técnico (6V-2D) na história da franquia. (more…)

November 10, 2008

Leandrinho e banco do Suns têm chance de recuperação na volta para casa encarando Memphis

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , — Paulo Roberto @ 1:10 pm

Depois que o armador do Milwaukee Bucks Ramon Sessions, pressionado pela presença do pivô Shaquille O´Neal, errou um arremesso que teria diminuído a vantagem do Phoenix Suns para apenas um ponto faltando menos de sete minutos, do outro lado o ala-armador brasileiro Leandrinho finalmente acertou uma bola de três após errar sete tiros de longa distância consecutivos em dois jogos, o alívio foi tanto que o paulista saiu sorrindo assim que a bola caiu na cesta, foi seu lance mais importante na atuação de sete pontos e quatro assistências na vitória por 104 a 96 que encerrou a longa excursão de quatro jogos em cinco noites do Suns (5V-2D) de maneira positiva, com três triunfos e só uma derrota no Leste para o Chicago Bulls. Na noite desta segunda-feira, o Phoenix volta a jogar em casa contra o Memphis Grizzlies à meia-noite (horário de Brasília) e espera confirmar seu favoritismo contra uma equipe que derrotou nos últimos oito confrontos diretos. O clube do Tennessee vem de derrota no domingo diante do Denver de Nenê por 100 a 90 e foi o time da Conferência Oeste contra o qual o ataque do Suns teve a maior média de pontos (128,7 por jogo) na temporada passada, então a torcida já espera uma vitória tranqüila no US Airways Center.

É uma oportunidade boa para os reservas do time do Arizona se recuperarem das más atuações nos últimos jogos. Contra o Bucks, o técnico Terry Porter iniciou o último quarto com o quinteto formado por Goran Dragic, Leandrinho, Boris Diaw, Louis Amundson e Amare Stoudemire defendendo uma vantagem de 76 a 67, que acabou caindo logo para um ponto, forçando os titulares mais veteranos Steve Nash e Shaquille O´Neal a voltarem rápido à quadra para manter a partida sob controle, especialmente Shaq que fez sua melhor partida desde março de 2007 com 29 pontos e 11 rebotes. A cesta de três de Leandro fazendo 86 a 80 com 6min28s por jogar foi providencial, mas o banco do Suns definitivamente não passa por um bom momento, especialmente quando entra o armador novato esloveno Dragic.

“Ainda é um trabalho em progressão. É um longo ano, isso vai servir bem a ele. Goran é simplesmente um típico novato, tendo dificuldades com a pressão e outras coisas. Ele vai melhorar no decorrer da temporada. Estes minutos são importantes para ele porque precisa aprender. Isso vai ajudá-lo mais profundamente ao longo da temporada e depois da pausa para o Jogo das Estrelas”, explicou o técnico Porter.

Desde a temporada 2002-03, nenhum time fez mais pontos na NBA que o Phoenix, algo que o treinador do Memphis, o ex-auxiliar-técnico do Suns Marc Iavaroni, sabe muito bem, afinal ele foi um dos principais assistentes de Mike D´Antoni na formulação do sistema de ataque rápido da equipe do Arizona. Iavaroni assumiu o Grizzlies no ano passado tentando implantar sua própria versão do “run-and-gun” numa equipe muito mais jovem e inferior, então teve uma visão desagradável quando bateu de frente com o Phoenix na temporada 2007-08, foram três derrotas nas quais o Suns marcou em média 128,7 pontos por jogo acertando 58% de seus arremessos de quadra, seu maior percentual contra qualquer oponente.

“Este é um dos melhores ataques da liga. Eles têm tantas armas, nos dois lados da quadra”, destacou Iavaroni depois da bucha de 127 a 113 que o Grizzlies levou no dia 8 de abril deste ano, a oitava vitória seguida do Suns sobre Memphis.

D´Antoni está agora no comando do New York Knicks, substituído pelo técnico mais defensivista Porter, e até agora o Suns não tem sido a máquina de cestas e alta velocidade de anos recentes. O time do Arizona está com uma média de 102,7 pontos marcados por jogo (na temporada passada sua média ofensiva foi de 110,1, a quinta melhor da NBA nos últimos 13 anos), mas em compensação a defesa está sofrendo apenas 98,1 pontos por partida, quase sete a menos do que sofria no último campeonato sob o comando de D´Antoni. Entre as temporadas 2002-03 e 2006-07, quando Iavaroni era o assistente ofensivo da comissão técnica do Phoenix, a média da equipe no período foi de 103,7 pontos por noite.

Pelo menos a produção do cestinha do time Stoudemire não caiu de forma alguma, ele anotou em média 25,6 pontos e 64,4% de aproveitamento no ataque em sete partidas, mas talvez a melhor notícia para o Suns seja um possível “rejuvenescimento” de Shaquille O´Neal. Depois de receber uma noite de descanso programado na derrota para o Chicago Bulls, o superpivô de 36 anos teve sua melhor exibição com a camisa do Phoenix na vitória em Milwaukee, com um domínio do garrafão nunca visto desde que foi trocado pelo Miami Heat.

Enquanto Porter está fazendo o Suns jogar melhor defensivamente agora, Iavaroni tem feito o mesmo em seu segundo ano no Memphis. O Grizzlies (3V-4D) que sofreu 106,9 pontos por jogo na temporada passada, sendo a terceiran pior defesa da liga, está levando agora apenas 92,1 pontos por partida neste início de temporada 2008-09. Depois de permitir apenas 85,3 pontos por noite nos primeiros quatro compromissos, eles sofreram 101,3 por partida perdendo dois dos últimos três jogos, incluindo a derrota por 100 a 90 em Denver ontem.

Apesar dessas duas derrotas na excursão de quatro jogos, o Memphis tem visto atuações promissoras do armador novato terceiro escolhido no draft O.J. Mayo. Desde que completou 21 anos na última quarta-feira, o garoto anotou em média 26,3 pontos por jogo nas últimas três partidas, acertando 57,9% dos arremessos (11 em 19) da linha dos três. Apesar das três derrotas diante do Suns na temporada passada, o ala Rudy Gay marcou em média 30,7 pontos contra o time de Leandrinho no ano. Agora ele está liderando o time com uma produção de 20 tentos por partida, mas com um aproveitamento de 39,5% nos arremessos após sete rodadas.

Fase mais errática vive a segunda unidade do Suns. Enquanto os titulares estão descansando no banco, os reservas não mantêm o ritmo e desperdiçam as vantagens que o time tinha aberto, forçando os jogadores principais a voltar à quadra para tentar reverter a maré ruim. Steve Nash, por exemplo, saiu da quadra no final do primeiro quarto contra o Bucks com o Phoenix 11 pontos na frente, mas a diferença caiu para três com Dragic na armação quando o veterano decidiu retornar. O calouro europeu ficou zerado após errar três arremessos, cometer cinco faltas e desperdiçar duas posses de bola. O ala-pivô francês Boris Diaw não foi muito melhor, fez apenas dois pontos. 

Nash acha que o Suns não está correndo o bastante, Terry Porter concorda, mas a razão pela qual isso está acontecendo gera uma certa divergência entre os dois. O armador canadense disse ao jornal East Valley Tribune que sente que o time ficou dependente demais do jogo dentro do garrafão com a força da dupla Stoudemire/O´Neal, mas precisa encontrar um equilíbrio melhor com o antigo estilo de velocidade e arremessos do perímetro para ter mais sucesso. O Phoenix teve momentos em cada uma das quatro primeiras vitórias em que voltou ao hábito familiar do corre-corre e usou isso para emplacar boas seqüências de pontos.
“Quando Shaq joga da maneira que ele é (como em Milwaukee), é ótimo. Somos muito mais deliberados. Eu só espero que encontremos a versatilidade e o equilíbrio. Quando Shaquille não está na quadra, nós não somos um time construído para jogar um basquete de meia-quadra”, analisou Nash.

Porter concorda, mas na derrota de sexta para o Bulls em Chicago, ele apontou as bolas desperdiçadas, os rebotes ofensivos cedidos e a defesa falha como os fatores responsáveis pela queda no ritmo do time.
“Nós tivemos jogos em que corremos muito e pontuamos bem. Mas é difícil correr quando você está entregando bolas ao adversário e tirando a bola da rede. Temos de fazer um trabalho melhor de execução no ataque e ser melhores na defesa, isso irá nos dar mais chances de correr e criar mais contra-ataques”, opinou o treinador.

O Suns não foi tão descuidado com a bola contra o Bucks e assim construiu uma vantagem de 13 pontos, a defesa foi mais apertada levando o Milwaukee a errar 12 de seus 16 primeiros arremessos. Mas o ritmo de ataque do Phoenix ainda foi cadenciado no primeiro tempo (só dois pontos de contra-ataque), eles construíram essa vantagem graças ao diferencial de 22 a 4 na linha de lances livres, que se transformou numa folga de 44 a 17 no final.

“Não temos a mesma movimentação, criatividade e fluidez que costumávamos ter. Mas se você tem um cara grande que pode colocar a bola na cesta como Shaq está fazendo, você tem de procurá-lo e usar isso. Não vou pedir a Terry para corrermos mais. Estou tentando continuar crescendo com o grupo e ver se podemos nos desenvolver. É cedo ainda, correr é algo que se encaixa com um punhado de caras neste vestiário, mas também temos que envolver Shaq. Ele é bestial lá embaixo. É um difícil equilíbrio para encontrar, mas se pudermos achá-lo, poderemos derrotar qualquer time”, concluiu Nash.

Nenê brilha, põe Marc Gasol no bolso e é elogiado após vitória sobre Grizzlies, a 2ª com Billups (vídeo)

Filed under: CAPA, Conferência Oeste, Multimídia, NBA — Tags: , , , , , , — Paulo Roberto @ 7:33 am

A chegada do armador Chauncey Billups continua rendendo bons frutos para o Denver Nuggets. Com o astro trocado pelo Detroit Pistons distribuindo bem as jogadas e anotando 16 pontos e 10 assistências, o time do Colorado venceu em casa o Memphis Grizzlies por 100 a 90 (53 a 54 no intervalo) na noite de domingo. O ala campeão olímpico Carmelo Anthony comandou o Denver (3V-3D) com 24 pontos e oito rebotes, e o pivô brasileiro Nenê foi novamente o segundo cestinha da equipe, obtendo um duplo-duplo com 18 pontos e 12 rebotes, além de três passes para cesta, dois tocos e um roubo de bola. O armador novato terceiro escolhido no draft O.J. Mayo foi o cestinha da partida pelo Grizzlies (3V-4D) com um recorde pessoal de 31 tentos, mas apenas cinco deles no segundo tempo. (more…)

November 8, 2008

Meninos do Grizzlies continuam surpreendendo e vencem Warriors na Califórnia

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 8:56 am

O jovem time do Memphis Grizzlies segue surpreendendo neste início de temporada. Ninguém apostava nada na equipe do Tennessee, mas os jovens contratados pelo Memphis estão “desabrochando” antes do esperado e dando trabalho para seus adversários. Na noite desta sexta-feira o Grizzlies fez mais uma vítima, desta vez foi o Golden State Warriors, vitória por 109 a 104 (48 a 50 no intervalo) mesmo jogando na Oracle Arena, em Oakland.

“Eu acredito que o favoritismo não conta muito”, disse o ala-armador OJ Mayo, do Grizzlies. “Na quadra são cinco contra cinco e nós confiamos em nossos jogadores, sabemos que eles são capazes de levar nosso time à vitória e isso é o que está acontecendo. Fizemos uma grande partida hoje e me senti muito confortável em quadra”, concluiu.

OJ Mayo liderou reação do Grizzlies no terceiro quarto (AP Photo/Ben Margot)

Mayo foi um dos líderes da equipe treianda pelo técnico Marc Iavaroni. O calouro conectou oito de seus 19 arremessos e finalizou a partida com 20 pontos. O camisa 32 do Memphis também conseguiu outro feito, pegou nove rebotes, maior marca de sua curta carreira. Entretanto, ele contou com a ajuda de mais quatro jogadores, que foram fundamentais para o terceiro triunfo do Grizzlies ser consolidado nesta sexta.

O cestinha do time visitante foi o ala Rudy Gay. O atleta terceiro-anista marcou 23 pontos, ele ainda conseguiu quatro rebotes, duas assistências e um toco. Os alas-pivô Darrell Arthur e Hakim Warrick comandaram o garrafão e mantiveram a rotação do Grizzlies na posição forte durante os 48 minutos da partida. Arthur assinalou 13 tentos e capturou 12 sobras enquanto que Warrick encestou 19 pontos e pegou 10 rebotes. Para fechar a lista de destaques da franquia do Tennessee, o armador Mike Conley fez 10 tentos e pegou seis rebotes.

Pelo Golden State Warriors, que conheceu sua quarta derrota na temporada, o cestinha foi o ala Stephen Jackson, autor de 27 pontos. O pivô letão Andris Biedrins fez uma bela apresentação com 23 pontos, 13 rebotes e três tocos. Já o ala-armador Kelenna Azubuike, que substituiu o lesionado Corey Maggete, marcou 21 tentos e capturou seis rebotes. O jovem armador CJ Watson ficou perto de um triplo-duplo, já que fez nove pontos, pegou oito rebotes e distribuiu oito assistências.

Além da derrota, a forte dor de barriga foi um empecilho para Stephen Jackson (AP Photo/Ben Margot)

“Nós não jogamos duro o bastante”, analisou o lateral Stephen Jackson. “Eu fui o líder dessa equipe hoje, mas não podia ter recebido aquelas últimas bolas, nos últimos minutos estava muito marcado. Se tivessemos sido um pouco mais espertos, poderíamos ter vencido a partida”, reclamou, referindo-se ao excesso de responsabilidade sobre seus ombros nos instantes derradeiros do jogo.

Após um primeiro tempo equilibrado, com ligeira vantagem para o Warriors, veio o terceiro período e foi aí que o jogo começou a ser decidido. A equipe visitante voltou com todo o gás para a segunda etapa e o time do técnico Don Nelson não conseguiu parar o ímpeto do adversário. Nesta parcial, OJ Mayo foi importantíssimo com 11 pontos, duas assistências e dois rebotes e ainda contou com a ajuda de Rudy Gay, que conectou seis pontos no quarto para dar a liderança ao Grizzlies.

Hakim Warrick fez duplo-duplo e converteu dois arremessos crucial no último quarto (AP Photo/Ben Margot)

O Memphis chegou a liderar por doze pontos no último quarto, 93 a 81, mas permitiu a reação do Golden State. O time californiano, empurrado pela torcida, encurtou a distância para um ponto, 97 a 96, com 3min36s para o término. Entretanto, Hakim Warrick apareceu e, com duas cestas, devolveu a tranquilidade ao Grizzlies, 101 a 96 a 2min do soar da sirene. A partir daí o Warriors bem que tentou, mas não conseguiu ameaçar mais a vitória do rival. Com boa pontaria nos lances livres, os jogadores do Memphis não deram margem para uma reação da equipe de Golden State.

O interessante a ressaltar é que esta foi a segunda vitória do Grizzlies sobre o Warriors nesta temporada regular. Na noite da última segunda-feira, 3, a jovem equipe do Tennessee triunfou por 90 a 79, em jogo que foi realizado em Memphis.

O Memphis Grizzlies (3v-3d) continua na estrada. A equipe do técnico Marc Iavaroni vai até o Colorado para enfrentar o Denver Nuggets na noite deste domingo. O Golden State Warriors (2v-4d) também entra em quadra novamente no domingo. O time de Oakland fará o clássico californiano contra o Sacramento Kings, fora de casa.

Melhores momentos da vitória surpreendente do Grizzlies em Golden State

November 6, 2008

Jazz mantém invencibilidade com ajuda de Knight; Kings vence sua primeira em casa

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 11:01 am

O Utah Jazz derrotou o Portland Trail Blazers em casa, 103 a 96, nesta quarta-feira (5/11) para manter-se invicto em quatro jogos. A marca impressiona por ter sido conquistada sem o armador campeão olímpico Deron Williams, que lesionou o tornozelo esquerdo na pré-temporada e deve voltar na sexta-feira, contra o Oklahoma City Thunder.

Na ausência de Williams, o veterano Brevin Knight, que completa 33 anos no sábado, liderou a reação do Jazz entre o terceiro e quarto períodos. Knight roubou três bolas que levaram a enterradas, a última feita pelo ala-pivô reserva Paul Millsap, reduzindo para 78 a 76. Mais tarde, Knight deu a primeira vantagem do Jazz no segundo tempo, 82 a 80, com uma cesta da linha de fundo com 7min26s por jogar. “Eu apenas tive que entrar e aumentar o ritmo um pouco e defender melhor. Nós entramos no contra-ataque e tentei dar uma luz para o time”, disse Knight, que terminou com 6 pontos e 6 assistências.

Uma cesta de Brandon Roy diminuiu para 97 a 96 no último minuto. Contudo, o russo Andrei Kirilenko achou Carlos Boozer livre para uma bandeja com 29,2s restando, retomando os três pontos de margem. O espanhol Rudy Fernández tentou empatar com um chutes de 3, mas o arremesso bateu na parte frontal do aro. Boozer e Millsap selaram a vitória com um par de lances livres cada.

“Era um jogo vencível e deixamos escapar. Hoje foi outro caso em que entramos em pânico e eles reagiram. Dê crédito a eles”, lamentou Roy,autor de 18 pontos e 6 assistências para Portland. O ala-pivô LaMarcus Aldridge também fez 18 pontos, o armador Steve Blake marcou 16, Fernández acrescentou 14 e Travis Outlaw, colocado no banco, fez 10. O pivô Joel Przybilla, substituindo o lesionado Greg Oden, teve 7 pontos e 16 rebotes.

Pelo Jazz, o pivô Mehmet Okur anotou 22 pontos e 9 rebotes, Boozer teve 20 e 8. O russo Kirilenko marcou 17 pontos, Ronnie Brewer contribuiu 16 e Millsap fez 10.

Sacramento derrota Memphis por primeira vitória

Após fazer seus quatro primeiros jogos na estrada, o Sacramento Kings finalmente jogou em seu ginásio, a ARCO Arena, e saiu do zero na coluna de vitórias. A equipe derrotou o Memphis Grizzlies por 100 a 95 em casa nesta quarta-feira, liderada por 33 pontos do ala-armador Kevin Martin. A marca igualou o recorde de uma estréia em casa da franquia, marcado pelo seu atual treinador, Reggie Theus.

O calouro OJ Mayo liderou uma reação de 18 a 3 do Memphis na reta final, encostando em 95 a 91 no último minuto. Martin, entretanto, se jogou no chão para desviar uma bola solta na direção do ala John Salmons, que enterrou uma bola decisiva com 29,7s restando. K-Mart ainda acertou três lances livres para garantir a vitória.

Para o Grizzlies, foi a 20ª derrota consecutiva na ARCO Arena desde a única vitória da franquia no ginásio em sua história, quando ainda jogava em Vancouver, em 19 de abril de 1998. “Não vamos vir aqui e roubar uma vitória jogando deste jeito. (Nossa defesa) foi mais fraca hoje do que tem sido. Vinha sendo muito boa. Não podemos nos preocupar com um lado da quadra e não jogar no outro”, reclamou o técnico do Memphis, Marc Iavaroni.

Salmons marcou 21 pontos e 9 rebotes para o Kings e o pivô Spencer Hawes teve 13 pontos. Hawes deve perder seu lugar no time titular para o veterano Brad Miller, que cumpriu suspensão de cinco jogos por violar a política anti-drogas da NBA. O calouro Jason Thompson acrescentou 11 pontos e Bobby Brown, 10. Pelo Grizzlies, o calouro OJ Mayo marcou 28 pontos, o ala Rudy Gay teve 18 e o armador reserva Kyle Lowry fez 14 pontos, 7 assistências e 6 rebotes. Mayo foi bastante elogiado por Kevin Martin, que jogou ao seu lado na equipe de jovens valores reunida para treinar com a seleção americana antes das Olimpíadas.

“Ele já é um dos meus jogadores favoritos. Dava para ver isto quando passamos aqueles dias treinando juntos. Ele é meio que um 2 mais baixo, mas ele será excelente em alguns anos”, disse o cestinha do Kings.

Kevin Johnson, ex-armador do Phoenix Suns recém-eleito prefeito de Sacramento, assistiu ao jogo nas cadeiras laterais da quadra e foi ovacionado pelos 13.685 torcedores presentes ao receber uma camisa do Kings durante um tempo no primeiro quarto.

November 4, 2008

Billups deve estrear no Denver contra Warriors, derrotado por Memphis na segunda

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , — Adriano Albuquerque @ 11:16 am

O Denver Nuggets deve estrear seu novo armador, Chauncey Billups, nesta quarta-feira contra o Golden State Warriors, um adversário que, a julgar pela derrota sofrida fora de casa para o Memphis Grizzlies nesta segunda-feira (3/11), por 90 a 79, será bom para o pivô brasileiro Nenê. Preocupado com os alas Rudy Gay e OJ Mayo, o Warriors deu muito espaço para o pivô calouro Marc Gasol e o espanhol, em seu quarto jogo na NBA, marcou 27 pontos, 16 rebotes e 3 tocos, tornando-se o primeiro jogador a ter um jogo de 25/15 (pontos/rebotes) entre suas cinco primeiras partidas na liga desde novembro de 1992, quando Shaquille O’Neal conquistou o feito.

Veja os melhores momentos de Grizzlies 90 x 79 Warriors

A chegada de Billups, junto aos pivôs Antonio McDyess e Cheikh Samb em troca com o Detroit Pistons por Allen Iverson, foi recebida com sentimentos divididos em Denver. Enquanto o técnico George Karl e os dirigentes estavam empolgados por enfim conseguirem o armador que buscaram por toda a offseason, os jogadores estavam tristes por perder Iverson, obtido em uma troca em 2006 que não trouxe os resultados esperados. “Eu não sei como me sentir no momento. Tenho de seguir adiante com meu time, mas no fundo da minha mente, penso, ‘Cara, acabei de perder um dos melhores jogadores com quem já joguei, um dos melhores de todos os tempos”, disse o ala Carmelo Anthony.

Melo foi um dos motivos da troca. Embora o lateral insista que tenha ficado confortável ao lado de Iverson e a dupla tenha combinado para 52,1 pontos por jogo, o ataque perdeu movimentação de bola e o Nuggets foi eliminado na primeira rodada dos playoffs nos dois anos em que Iverson e Anthony jogaram juntos. Agora, Denver tem Billups para distribuir a bola e achar Anthony em boas condições de marcar. “Ele é o sonho de qualquer cestinha”, admitiu Anthony, que foi companheiro de Billups na seleção americana que venceu o Pré-Olímpico de Las Vegas em 2007.

Enquanto o vice-presidente de pessoal, Rex Chapman, dizia que a chegada de Billups tornava seu quinteto inicial um dos melhores da NBA, o técnico George Karl lembrava que sempre teve armadores de ponta em suas equipes - Gary Payton no Seattle SuperSonics, Sam Cassell no Milwaukee Bucks e mesmo Andre Miller no começo de sua passagem pelo Nuggets. “Minha reação inicial é que temos a chance de fazer um home run (o “golaço” do beisebol, quando o jogador rebate a bola para fora do campo). Aonde quer que estivéssemos na Conferência Oeste, acho que agora há alguns técnicos do Oeste (xingando) e dizendo, ‘Como eles conseguiram esse cara?’”, disse Karl.

O mais novo Nugget é um herói local, criado no bairro Park Hill, estrela colegial pela George Washington High School e universitária pela universidade de Colorado, que levou ao torneio da NCAA. Seu sucesso em Colorado lhe garantiu a terceira posição no draft da NBA em 1997, mas Billups foi trocado no meio da temporada pelo então insatisfeito técnico do Boston Celtics, Rick Pitino. O veterano jogou pelo Nuggets em 1999-2000, produzindo 13,9 pontos e 3,8 assistências, mas uma lesão no ombro na temporada seguinte levou a uma cirurgia e a outra troca, para o Minnesota Timberwolves. Após se destacar em Mineápolis, sua carreira decolou ao assinar como free agent em Detroit, onde foi campeão e MVP das Finais em 2004, além de All-Star nos últimos três anos.

“Como criança, crescendo em Denver, sempre sonhei em conquistar um título com o Nuggets. Espero que possamos transformar este sonho em realidade”, declarou Billups em um comunicado oficial. Ele deve ser o único jogador da troca a ser aproveitado por Karl - McDyess não tem interesse em jogar por outro clube e deve ser dispensado pelo Nuggets, enquanto o segundoanista Samb deve ser enviado para a NBA Development League.

Billups deve entrar no lugar de Anthony Carter, que disse não se importar em voltar para o banco de reservas - na verdade, Carter foi contratado no ano passado como reserva e acabou ficando com a vaga de titular por causa de uma série de lesões sofridas por Chucky Atkins - e Karl disse que pretende manter JR Smith saindo do banco por enquanto, com o escolta defensivo Dahntay Jones assumindo a posição de Iverson. A melhor visão de quadra e maior distribuição de bolas do novo armador pode ser benéfica também para Nenê, que vinha reclamando dos poucos toques que estava recebendo. O pick-and-roll com o pivô Rasheed Wallace era uma das jogadas favoritas de Chauncey em Detroit, e muitas vezes Billups movimentava a bola para Wallace receber no poste baixo, de costas para a cesta, onde Nenê é mais eficiente.

Se Billups executar as mesmas jogadas com Nenê contra o Warriors na quarta, o brasileiro tem chance de fazer uma partida histórica em sua carreira. Afinal, nesta segunda, o time californiano sofreu com Marc Gasol, que segundo seu técnico, Marc Iavaroni, ainda estava confuso sobre quando deveria assumir a carga ofensiva. Desta vez, Gasol parece ter entendido bem quando atacar: no primeiro tempo, quando a defesa adversária estava dedicada a parar os incensados Gay e Mayo. O espanhol marcou 20 pontos e nove rebotes nos primeiros 24 minutos.

“Ele se saiu muito bem. Eu fiquei impressionado. Ele realmente nos fez pagar por não prestar atenção nele. Estávamos mais preocupados com Mayo e Rudy Gay e não pensamos tanto nele”, disse o pivô Andris Biedrins, que também fez um bom trabalho para Golden State e manterá Nenê ocupado na quarta. Ele fez 16 pontos e 22 rebotes, seu quarto duplo-duplo em quatro jogos e 11º seguido, contando a temporada passada, a seqüência ativa mais longa da NBA.

Gasol acertou 9 de 11 arremessos e 9 de 11 lances livres na partida. O jogador de origem catalã explicou que seu jogo é baseado na defesa, conforme a tradição do basquete espanhol. “Sempre acho que a defesa deve dar muita confiança para você no ataque. É difícil para mim entrar e jogar apenas ataque, chutar e não defender. Não consigo confiança assim”, disse o pivô.

A defesa do Memphis fez um bom trabalho para impedir sua oitava derrota consecutiva para o Warriors. O time limitou o adversário a 34,4% de aproveitamento nos arremessos e apenas três cestas de 3 pontos em 20 tentativas. O time da casa arrancou em 13 a 2 para finalizar o terceiro período, abrindo 73 a 67, e uma seqüência de sete pontos, encerrada com uma enterrada de Mayo, levou a diferença a 86 a 75. Golden State marcou apenas 12 pontos no último quarto. “Não fizemos muito para nos ajudar. Eles foram sólidos defensivamente. Eles jogam duro, eles jogam por 48 minutos. Nós não estávamos à altura da tarefa”, lamentou o técnico do Warriors, Don Nelson.

O ala Stephen Jackson marcou 17 pontos e 5 assistências para o Warriors, que contou ainda com 13 pontos do ala-armador Corey Maggette - poupado no segundo quarto por causa de uma lesão, mas ativo no restante do jogo - e 10 pontos do reserva Kelenna Azubuike. Jackson e o ala-pivô Al Harrington, autor de 6 pontos e 6 rebotes, são nomes quentes em vários boatos de troca no momento. Golden State (1v-3d) recebe o Nuggets nesta quarta-feira na Oracle Arena de Oakland.

Gay marcou 14 pontos e Mayo acrescentou 13 para o Grizzlies (2v-2d), que venceu seus dois primeiros jogos no FedEx Forum, algo inédito na história da franquia. O time, porém, deixa o conforto de seu ginásio para uma excursão de quatro jogos, que começa contra o Sacramento Kings nesta quarta, na ARCO Arena. A viagem inclui uma revanche contra o Warriors na sexta e jogos contra o Nuggets de Nenê e o Phoenix Suns de Leandrinho na semana que vem.

November 2, 2008

Chicago Bulls derrota Memphis Grizzlies com 26 pontos de Derrick Rose

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 3:14 pm

 
O Chicago Bulls venceu em casa o Memphis Grizzlies pelo placar de 96 a 86, com ótima atuação do novato Derrick Rose que marcou 26 pontos para o time da casa.

Embora o Bulls não tenha jogado de maneira consistente, se saiu melhor que na noite anterior contra o atual campeão da liga, o Boston Celtics.

A equipe de Memphis (1V-2D) teve como destaques o ala Rudy Gay, com 20 pontos, e Hakim Warrick com 18, mas que não foram suficientes para bater o Bulls.

(Terra/EFE)

November 1, 2008

Sixers consegue primeira vitória na temporada contra Knicks; Grizzlies surpreende Magic

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 2:06 pm

Mais dois jogos foram realizados pela rodada desta sexta-feira da NBA. No clássico da Divisão Atlântico, o Philadelphia 76ers recebeu a visita do New York Knicks e levou a melhor sobre o rival, 116 a 87 (60 a 48 no intervalo). Assim, a equipe da Pennsilvania esqueceu a derrota em casa para o Toronto Raptors, na estréia da competição.

Melhores momentos da partida

O principal personagem do jogo foi o ala-pivô Elton Brand, autor de 24 pontos, 14 rebotes e três tocos. O veterano armador Andre Miller também teve uma grande apresentação com 20 tentos, oito assistências e sete rebotes. Os reservas Willie Green e Louis Williams foram produtivos com 18 e 15 pontos, respectivamente. Williams ainda conseguiu quatro rebotes e quatro assistências enquanto que o lateral Thaddeus Young fez 13 tentos.

Pelo time nova-iorquino, o cestinha foi o ala-armador Jamal Crawford, responsável por 14 pontos. O ala-pivô David Lee conectou 13 tentos e capturou 11 rebotes e seu companheiro de garrafão, o pivô Zach Randolph, também teve uma atuação importante, com 12 pontos e sete sobras coletadas.

Memphis vence:Em outra partida da noite, o Memphis Grizzlies conseguiu uma incrível virada e bateu o Orlando Magic por 86 a 84 (43 a 55 no intervalo). Esta foi a primeira vitória do time do técnico Marc iavaroni no campeonato, já o Magic continua sem vencer após dois compromissos.

Confira as melhores jogadas de Memphis x Orlando

O líder da reação e principal nome do jogo foi o ala Rudy Gay, que anotou 29 pontos. O calouro OJ Mayo assinalou 17 tentos e ainda capturou seis sobras. Outros dois atletas da equipe anfitriã conseguiram dígitos duplos foram os novatos Marc Gasol e Darrell Arthur. O espanhol Gasol conseguiu 10 tentos enquanto que Arthur foi o reboteiro do time de Memphis com 10 rebotes.

Pelo Orlando Magic, o cestinha foi o ala Rashard Lewis, responsável por 23 pontos. O ala turco Hedo Turkoglu também teve uma participação importante com 18 tentos, nove rebotes e sete assistências. Já o pivô Dwight Howard conseguiu mais um duplo-duplo, 14 pontos, 14 rebotes, além de três tocos.

October 30, 2008

Rockets derrota Grizzlies com defesa, Love lidera Timberwolves em vitória sobre Kings

 

T-Mac: Mumificado

T-Mac: Mumificado

O Houston Rockets derrotou o Memphis Grizzlies por 82 a 71, em Houston. Yao Ming fez 21 pontos e pegou 13 rebotes, Ron Artest, o Ron Ron The Rottweiler, adicionou 16 em sua primeira partida com o Rockets. Tracy McGrady, com proteção no ombro e joelho esquerdos fez 16 pontos e o argentino Luís Scola teve 12 pontos e 13 rebotes. Rudy Gay liderou o Grizzlies com 20 pontos, Darrell Arthur teve 11 pontos e 15 rebotes. O.J. Mayo estreou acertando apenas cinco de 20 arremessos.

 

Rudy Gay tenta passar por Artest

Rudy Gay tenta passar por Artest

 

 

O Rockets venceu a partida com defesa, um dos principais motivos que Ron Ron the Rottweiler está na cidade. O time da casa forçou Memphis, que aproveitou apenas 38% de seus arremessos e errou todos os 13 da linha de três.

“Foi feio, mas estamos com 1V-0D, eu aceito”, disse Artest.

O ala começou com duas roubadas de bola e uma bandeja nos primeiros minutos. Liderando o Houston para uma vantagem de 11 a 2.

 

Gay fez 10 pontos, e com erros de Artes e T-Mac, o Grizzlies manteve-se perto. O primeiro quarto acabou com a vantagem de 26 a 18 para o time da casa. Ambas equipes erraram oito dos primeiros 10 arremessos do segundo período. Ron Ron acertou um arremesso de três, com 6min para o intervalo, e o Rockets liderava por 34 a 26.

O Rockets liderava por 43 a 37 no intervalo. T-Mac saiu de quadra frustrado por ter acertado 40% de seus arremessos.

O Grizzlies fez os últimos seis pontos do terceiro período e perdia o jogo por um ponto, 58 a 57, indo para o quarto final. Com 37,2s para o final Rafer “Skip to My Lou” Alston acertou uma cesta de três para acabar com a partida.

Melhores momentos do “jogo feio”.

Enquanto isso, em Minneapolis…

Kevin Love teve 12 pontos, nove rebotes e dois tocos na sua estréia pelo Minnesota Timberwolves, que derrotou o sacramento Kings por 98 a 96. Al Jefferson adicionou 21 pontos e 10 rebotes.

“Foi o começo de um sonho, para falar a verdade. Foi um sonho jogar na faculdade, mas estou trabalhando para isso minha vida toda”, disse Love.

John Salmons fez 21 de seus 24 pontos no segundo tempo e Jason Thompson fez 18 pontos e pegou 10 rebotes.

 

Al Jefferson pega um rebote

Al Jefferson pega um rebote

 

 

O Kings teve duas chances de vencer ou empatar a partida nos últimos 33s, mas Kevin Martin errou dois arremessos de três pontos e Salmons errou um rebote no final.

Melhores momentos da estréia de KLove.

October 27, 2008

Divisão Sudoeste: Trio do Texas e Hornets prometem disputa acirrada na chave mais forte

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , , , — João Guilherme @ 4:22 pm

A Divisão Sudoeste é considerada a mais forte de toda a NBA. Além do trio de texanos, que se mantém no topo desde o início da década, o New Orleans Hornets, do astro Chris Paul, despontou com uma campanha fulminante na temporada passada e, de forma impressionante, desbancou o trio texano. Agora, o Hornets quer manter seu reinado e Dallas, Houston e San Antonio estão dispostos a destroná-lo. Prever quem irá ganhar a divisão mais disputada do fortíssimo Oeste? Impossível. Mas uma coisa é certa, esta divisão conta com quatro fortes candidatos ao título.

Dallas Mavericks

Ginásio: American Airlines Center
Títulos: Nenhum
Temporada 2007/08: Elimando na primeira rodada dos playoffs (51v-31d, 1 a 4 contra o New Orleans Hornets)
Estréia: 30/10, contra o Houston Rockets, em casa

De vice-campeão em 2006 para a quarta força da Divisão Sudoeste no último campeonato, essa foi a trajetória do Dallas Mavericks nos últimos dois anos. A equipe texana assustou o mundo com um playoff arrasador em 2006, quando eliminou o poderoso San Antonio Spurs, mas decepcionou nas finais ao perder para o Miami Heat, após estar vencendo a série por 2 a 0. Todavia, em 2007, o Mavs parecia estar de volta ao caminho da glória com uma campanha arrasadora na temporada regular, vencendo 67 de seus 82 compromissos. Mas a equipe liderada pelo alemão Dirk Nowitzki voltou a decepcionar após ser derrotada pelo Golden State Warriors na primeira rodada dos playoffs.

Jason Kidd e Dirk Nowitzki querem voltar a sorrir em 2008-09

Jason Kidd e Dirk Nowitzki querem voltar a sorrir em 2008-09

No último campeonato o azulão texano teve uma campanha discreta, embora tenha sido boa. O time, cujo proprietário é o excêntrico Mark Cuban, foi apenas uma sombra na competitividade extraordinária do Oeste. A equipe conseguiu 51 triunfos e 31 derrotas na temporada regular e acabou em sétimo, indo enfrentar o emergente New Orelans Hornets nos playoffs. O resultado foi uma sova do jovem time do Hornets, que sem piedade aplicou 4 a 1 e adiantou as férias do Dallas.

Agora, o Mavericks busca uma nova identidade. O time texano dispensou o técnico Avery Johnson, acusado de ser “ditador”, e para o lugar dele contratou o jovem e enérgico Rick Carlisle. A esperança é que Carlisle use sua inteligência para melhorar o esquema de jogo da equipe, muito criticado pelos especialistas nos playoffs. O treinador já afirmou que usará a experiência do vovô Jason Kidd, que foi literalmente “tacado” no elenco por Johnson após ter chegado ao Mavs em fevereiro deste ano, e também já conversou com o astro Dirk Nowitzki, que está mais motivado do que nunca para coroar sua brilhante carreira com a única coisa que lhe falta: o título da NBA.

Com a chegada de Kidd, o Dallas praticamente abdicou do futuro e pensa apenas no presente, por isso a motivação da franquia é enorme para provar que o Mavericks não é o amarelão oficial da NBA, coisa que vem circulando pelas más linguas da NBA. Além disso, um jogador será fundamental para uma boa campanha do azulão, o ala Josh Howard. Se ele colocar a cabeça no lugar, o Mavs tem boas chances de repetir o desempenho de 2006, só que com mais sucesso.

Técnico: Rick Carlisle

O treinador Rick Carlisle é conhecido por ser um dos maiores estrategistas da NBA. Ele tem a capacidade de ler o jogo como poucos e isso deverá dar um bom casamento com um ser humano com características parecidas com as dele, só que com a bola nas mãos: o armador Jason Kidd. O veterano era a grande esperança da torcida de levar o Mavericks ao título logo em sua primeira temporada, porém ele não foi aproveitado e acabou mostrando um desempenho abaixo da expectativa. Entretanto, Carlisle já adiantou que com ele será diferente, Kidd será uma das peças mais importantes do elenco e poderá usar toda a sua experiência em favor do time.

Carlisle também pretende colocar o ala Josh Howard nas rédeas após a série de lambanças que o lateral fez dentro e fora da quadra nos últimos tempos. O treinador pretende fazer um trabalho especial com o camisa 5, pois sabe que ele é importantíssimo para o bom desempenho da franquia no campeonato. Rick já mostrou que sabe trabalhar com jogadores problemáticos, é só lembrar de seu desempenho louvável no comando do Indiana Pacers, que tinha Stephen Jackson, Ron Artest e Jermaine O’Neal em seu elenco.

Time-base: Jason Kidd, Jason Terry, Josh Howard, Dirk Nowitzki e Erick Dampier
Principais reservas: Jerry Stackhouse (ala-armador), Brandon Bass (ala-pivô), Devean George (ala), DeSagana Diop (pivô), Gerald Green (ala).
Reforços: Shawne Williams (ala) e Gerald Green (ala)
Principais perdas: Nenhuma perda importante

Dallas joga bem contra o Washington Wizards na pré-temporada:

Houston Rockets

Ginásio: Toyota Center
Títulos: 2 (1994 e 1995)
Temporada 2007/08: Elimando na primeira rodada dos playoffs (55v-27d, 2 a 4 contra o Utah Jazz)
Estréia: 29/10, contra o Memphis Grizzlies, em casa

O Houston Rockets pouco se reforçou para esta temporada, mas conseguiu um jogador de peso para finalmente chegar ao título. A “equipe da NASA” conseguiu o ala Ron Artest através de uma troca com o Sacramento Kings. Todos sabem que Artest é talentoso e versátil, um dos jogadores mais completos de defesa da Liga e que pode contribuir no ataque, vendo por esse lado os mais empolgados já irão cravar: “Ah… então o campeonato está no papo!” Não é bem assim, Artest é talentoso mas também tem um incrível talento para arranjar problemas e acabar com estruturas dos times por quais passa. Então resta saber como o camisa 96 se comportará em Houston e como seus colegas irão reagir as excentrecidades do lateral.

Um deles terá de ser reserva. Qual deles você escolheria?

Um deles terá de ser reserva. Qual deles você escolheria?

É inegável que o Rockets entra para o campeonato como um dos principais favoritos. Afinal, o time conta com um trio de respeito (Tracy McGrady, Yao Ming e Ron Artest) e ainda tem bons jogadores nas funções de coadjuvantes. O principal deles é o argentino Luis Scola, ele está com 28 anos e vem para sua segunda temporada na NBA mais experiente, além disso o hermano teve uma Olimpíada impecável e isso aumentou seu prestígio na NBA. Resta saber se as lesões dos principais astros irão atrapalhar a caminhda dos foguetes texanos. Como é de praxe, McGrady e Yao costumam se machucar e isso pode dificultar a vida dos comandados de Rick Aldeman no concorrido Oeste.

Técnico: Rick Aldeman

O treinador soube aproveitar o que seu antecessor deixou de bom e implantou apenas algumas mudanças no sistema ofensivo. Como Jeff Van Gundy, ex-treinador do Rockets, havia deixado um bom sistema defensivo, Aldeman, que não é lá muito fã de defesa, continuou adotando a mesma tática. No ataque ele fez algumas mudança e impôs um sistema ofensivo cujo a ênfase vai para a criatividade e a liberdade. Aldeman estimula seus jogadores a terem paciência nas ações ofensivas e se importa apenas com a movimentação e a fluidez das jogadas. O treinador também é conhecido por lidar bem com seus jogadores, mesmo os mais problemáticos e isso pode ser um trunfo para o Rockets, pois se ele conseguir manter os neurônios de Ron Artest no lugar o Rockets tem tudo para decolar, não só na temporada regular, mas também nos playoffs.

Houston mostra sua nova força contra o Spurs em amistoso:

Time-base: Rafer Alston, Tracy McGrady, Ron Artest, Luis Scola, Yao Ming
Principais reservas: Shanne Battier (ala), Carl Landry (ala-pivô), Luther Head (ala-armador), Aaron Brooks (armador), Brent Barry (ala-armador)
Refoços: Brent Barry (ala-armador), Ron Artest (ala), Joey Dorsey (ala-pivô, calouro), D.J. Strawberry (ala-armador)

Memphis Grizzlies

Ginásio: FedEx Forum
Títulos: Nenhum
Temporada 2007/08: 5º lugar na Divisão Sudoeste (22v-60d)
Estréia: 29/10, contra o Houston Rockets, fora de casa

Um time em reconstrução. É isso o que pode se dizer do Memphis Grizzlies. A equipe do Tennessee não tem nenhuma grande expectativa para esta temporada e tem tudo para ser um dos lanternas da Conferência Oeste, assim como foi no último campeonato. O mais “experiente” da turma é o jovem Rudy Gay, que tem oito anos e acabou de aprender a ler e a escrever, o resto da trupe ainda está no prézinho e não sabe assinar o nome. Brincadeiras a parte, é com esse espírito que o Memphis vai ser encarado no campeonato 2008/09. A juventude é a principal característica e, junto com o Minnesota Timberwolves, é o time mais jovem da Liga.

Eis o time titular do Memphis, o mais jovem da NBA junto ao Minnesota

Eis o time titular do Memphis, o mais jovem da NBA junto ao Minnesota

Entretanto, se pra agora o elenco é imaturo daqui a uns quatro anos o Grizzlies terá um bom time. A dupla de jovens OJ Mayo e Rudy Gay tem tudo para ser uma das melhores duplas da NBA e a franquia ainda conta com os promissores Mike Conley Jr, Javaris Crittenton, Marc Gasol e Hamed Haddadi, o iraniano que quebrou algumas barreiras entre seu país e o pessola da terra do Tio Sam. A única coisa que se pode afirmar em relação ao Memphis Grizzlies é que ele ficará com o último lugar da Divisão Sudoeste, a não ser que os outros times sejam extintos da face da Terra.

Técnico: Marc Iavaroni

O técnico Marc Iavaroni é uma das maiores incógnitas da NBA. Ele só tem um ano de experiência como treinador principal e não se pode falar muito, pois o elenco que ele treinou era um Memphis Grizzlies piorado, cujo pivô titular era o lendário Kwame Brown. Iavaroni conquistou uma boa reputação como assistente técnico, chegando a trabalhar com Pat Riley em Miami e com Mike D’Antoni em Phoenix. Entretanto, diz a lenda que um dos pivôs preferidos do treinador é o mitológico Jake Tsakalidis, que foi trocado por três rosquinhas no Suns. Enfim, devido a juventude e imaturidade de seu elenco não dá para julgar Marc Iavaroni como técnico.

Time-base: Mike Conley, OJ Mayo, Rudy Gay, Hakim Warrick, Darko Milicic
Principais reservas: Javaris Crittenton (armador), Hamed Haddadi (pivô), Marc Gasol (pivô), Marko Jaric (armador), Darrell Arthur (ala-pivô)
Reforços: Antoine Walker (ala), Hamed Haddadi (pivô, calouro), Marc Gasol (pivô, calouro), Marko Jaric (armador), Darrell Arthur (ala-pivô, calouro), OJ Mayo (ala-armador, calouro)

Memphis faz jogo duro em amistoso contra o Houston Rockets:

New Orleans Hornets

Ginásio: New Orleans Arena
Títulos: Nenhum
Temporada 2007/08: Elimando nas semifinais de Conferência (56v-26d, 3 a 4 contra o San Antonio Spurs)
Estréia: 29/10, contra o Golden State Warriors, fora de casa

O New Orleans Hornets foi a principal surpresa positiva do campeonato passado. A equipe, liderada pelo incrível Chris Paul, conseguiu desbancar vários favoritos da acirradíssima Conferência Oeste e terminou a temporada regular com o título da Divisão Sudoeste e com a segunda melhor campanha da Conferência. Nesta temporada o Hornets vem mais forte do que nunca pois manteve o elenco que surpreendeu no último campeonato e ainda contratou um dos melhores agentes livres disponíveis: o ala James Posey, campeão pelo Boston Celtics.

Será Posey o reserva que faltava para o Hornets disputar o título?

Será Posey o reserva que faltava para o Hornets disputar o título?

Posey vem para trazer energia e experiência vindo do banco de reservas , algo que deu muito certo no Celtics na última temporada e tem tudo para se repetir no Hornets. Além disso, três jovens jogadores continuam evoluindo, cada um a seu modo. O armador Chris Paul caminha rumo a glória, podendo se tornar um dos melhores homens de perímetro da história da Liga. O ala-pivô David West mantém suas sólidas médias de quase 20 pontos e 10 rebotes por jogo e é fundamental para o Hornets sem chamar muito a atenção. Por fim, o pivô Tyson Chandler se consolida como um dos melhores centrais da NBA e já se firmou como um dos principais reboteiros da Liga.

Assim o Hornets tem um futuro muito promissor pela frente e buscará o título já nesta temporada. resta saber se a juventude do elenco pesará, pois o experiente San Antonio Spurs aproveitou a maior experiência de seu elenco para eliminá-los no último campeonato.

Técnico: Byron Scott

Além de ter um elenco bom, o Hornets conta com um técnico de primeira. Byron Scott ganhou o prêmio de Melhor Técnico na última temporada. Ele é conhecido por ser um ótimo motivador, além de ser especialistas em um dos esquemas mais complexos da NBA, o “Princeton offense”. Esse esquema baseia-se na movimentação tranquila da bola e dos jogadores até que se ache espaço para arremessos ou infiltrações. Com Chris Paul comandando a ofensiva, o Hornets virou um dos melhores e mais temidos times da NBA. Scott, como já foi dito, é um grande motivador, sabe quando mexer com os brios dos jogadores para que eles nunca desistam de ganhar, essa é uma das chaves para o crescimento vertiginoso do time de Nova Orleans.

Time-base: Chris Paul, Morris Peterson, Peja Stojakovic, David West, Tyson Chandler
Principais reservas: James Posey (ala), Hilton Armstrong (ala-pivô), Julian Wright (ala), Rasual Butler (ala-armador)
Reforços: James Posey (ala), Mike James (armador)

O Hornets derrota o Washington Wizards em Berlim:

San Antonio Spurs

Ginásio: AT&T Center
Títulos: 4 (1999, 2003, 2005, 2007)
Temporada 2007/08: Eliminado nas Finias de Conferência (56v-26d, 1 a 4 contra o Los Angeles Lakers)
Estréia: 29/10, contra o Phoenix Suns, em casa

Veja os anos dos títulos do Spurs. Os alvinegros do Texas ganharam em 2003, 2005 e 2007 e o campeonato que está por vir acaba em… bom, deixa pra lá. As “casas de apostas” dos basqueteiros de plantão apontam que o Spurs tem 99% de chance de ser campeão nesta temporada. Não importa que eles estejam envelhecendo, que o Manu Ginóbili se machuca muito e não é mais tão querido pelos torcedores ou que o Tim Duncan tenha um carisma tão grande quanto o de uma pulga. É ano ímpar e isso quer dizer que só um meteoro ou a ressurreição de Jesus poderão impedir o penta do Spurs.

Mais um ano ímpar = mais um título para Tim Duncan e cia?

Mais um ano ímpar = mais um título para Tim Duncan e cia?

Como já foi dito, o Spurs vem envelhecendo. O único que ainda não sofre com dores na coluna e que não precisa de bengalas após os jogos é o francês Tony Parker, o resto já pode entrar de graça no ônibus e ter lugar preferencial em fila de banco, mas isso não que dizer que eles estejam mortos. A equipe texana sempre consegue aliar experiência e talento e sempre surpreendem seus adversários, que o diga o Suns e o Hornets na última temporada.

Tim Duncan ainda está em plena forma e é uma arma letal no garrafão, Tony Parker pode correr o quanto quiser em quadra e Manu Ginóbili é a criatividade em pessoa e mostrou que é igual vinho, quanto mais velho mais talento ele mostra. Aliado a isso tudo os torcedores do Lakers, Hornets, Suns, Mavericks, Rockets, Nuggets, Blazers, Warriors, Jazz têm que torcer, fazer figas para que a escrita de ano ímpar seja quebrada.

San Antonio Spurs conquista o tetra em 2007:

Técnico: Gregg Popovich

O técnico tetracampeão pelo Spurs é conhecido por ser chato, controlador e aficcionado em defesa, mas também é conhecido por ser extremamente competente. Agora de barba, Popovich quer manter a rotina: a de vitórias. A favor dele temos inúmeros motivos para que isso continue a acontecer, é ano ímpar, Tim Duncan ainda está na ativa e ainda conta com os espetaculares Tony Parker e Manu Ginóbili. Ou seja, “Pop”, um dos técnicos mais chatos do planeta, tem tudo para continuar ganhando e mostrando sua maestria a beira da quadra.

Time-base: Tony Parker, Manu Ginóbili, Bruce Bowen, Tim Duncan e Fabricio Oberto
Principais reservas: Michael Finley (ala), Roger Mason (ala-armador), Ime Udoka (ala), Kurt Thomas (ala-pivô)
Reforços: Desmon Farmer (armador), George Hill (ala-armador, calouro).
Principais perdas: Não teve perdas significativas

October 23, 2008

Orlando Magic vence Memphis Grizzlies na pré-temporada da NBA

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 12:00 pm

Jogando em casa, o Orlando Magic venceu o Memphis Grizzlies por 101 a 90 no último jogo das duas equipes na atual pré-temporada da NBA.

Os destaques do Magic foram os alas Rashard Lewis e Hedo Turkoglu, que marcaram 22 pontos cada. Por sua vez, o armador J.J. Redick anotou 15.

Pelo lado dos Grizzlies, o cestinha foi Darrell Arthur, com 18 pontos.

Confira outros resultados da pré-temporada:

Philadelphia 76ers 118 x 100 New Jersey Nets
Cleveland Cavaliers 79 x 97 Detroit Pistons
Chicago Bulls 85 x 75 Minnesota Timberwolves
Washington Wizards 100 x 95 San Antonio Spurs
Portland Trail Blazers 87 x 75 Los Angeles Clippers

(Terra/EFE)

October 18, 2008

Marc Gasol não brilha, e Memphis Grizzlies perde para Indiana Pacers

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 12:58 pm

Depois de boas partidas, o ala-pivô espanhol Marc Gasol não conseguiu brilhar na noite desta sexta-feira. Com a ajuda de apenas sete pontos do irmão de Pau Gasol do Los Angeles Lakers, o Memphis Grizzlies foi até Indianápolis e perdeu por 112 a 86 para o Indiana Pacers pela pré-temporada da NBA.

O time da casa começou melhor a partida, vencendo o primeiro quarto ponto apenas um ponto, mas indo para o intervalo com nove tentos de vantagem. Os Pacers seguiram melhores no segundo tempo, vencendo os dois quartos seguintes para confirmar a vitória.

O Indiana contou com um jogo de equipe para sair com o resultado positivo, com cinco jogadores marcando pelo menos 11 pontos. E dois reservas se destacaram. O armador novato Brandon Rush foi o principal pontuador da equipe na partida com 17 tentos, seguido pelo ala Stephen Graham, com mais 16 pontos.

Pelo lado dos Grizzlies ficou o cestinha da partida. O ala ‘all-star’ Rudy Gay marcou 19 pontos para a equipe de Memphis nos 26 minutos que ficou em quadra. Ele foi seguido pelo armador novato O.J. Mayo, com mais 17 tentos para o time visitante.

(Playoff.com.br)

October 14, 2008

Mayo dá show e Grizzlies vence Pacers; Thunder ganha primeira na pré-temporada

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 2:54 pm

Duas equipes que não estão entre as favoritas para a temporada que terá início no final do mês fizeram um grande jogo de pré-temporada na noite desta segunda-feira. Jogando em casa, o Memphis Grizzlies fez valer seu mando de quadra e, com seis bolas de 3 do novato OJ Mayo, venceu o Indiana Pacers por 103 a 95 (51 a 53 no intervalo). Esta foi a segunda vitória do time do Tennessee em quatro jogos disputados até aqui nesta pré-temporada.

Mayo, além da enxurrada de bolas de longe, foi essencial para o Grizzlies. O novato-sensação jogou 30 minutos e conseguiu 26 pontos, cinco recuperações de bola, quatro rebotes e três assistências. Com essa brilhante apresentação, seus companheiros de time acabaram envolvidos e também corresponderam a altura.

O pivô espanhol Marc Gasol, irmão mais novo de Pau, que atua no Los Angeles Lakers, fez sua melhor aparição até o momento na NBA. Em 35 minutos na quadra, o calouro de 23 anos conseguiu 14 pontos, 10 rebotes e quatro passes para cesta. Além disso, ele acertou todos os seis lances livres que teva a disposição sendo fundamental para impedir a reação do Pacers no último período, quando a equipe de Indianápolis diminuiu a diferença para oito tentos.

Rudy Gay terminou com 16 tentos conectados enquanto o armador Mike Conley foi responsável por 12 pontos e cinco assistências. Pelo Pacers, que perdeu seu segundo jogo nesta pré-temporada, a honra de maior pontuador ficou com o armador TJ Ford, autor de 18 pontos, além de três rebotes e assistências. O também armador Jarrett Jack fez 17 tentos e deu quatro passes precisos enquanto que o pivô novato Roy Hibbert anotou 17 pontos e pegou nove rebotes.

O Memphis Grizzlies voltará a jogar pela pré-temporada contra o Houston Rockets, em casa, na próxima quarta-feira. Na mesma noite o Indiana Pacers receberá a visita do Dallas Mavericks.

No outro jogo da noite desta segunda, 13, o Houston Rockets foi surpreendido em casa pelo Oklahoma City Thunder, que venceu por 110 a 104 (47 a 53 no intervalo) e conseguiu o primeiro triunfo de sua história, logicamente levando-se em conta os jogos de pré-temporada.

O líder do triunfo do Oklahoma City foi o ala Kevin Durant, que anotou 26 pontos. O ala segundo-anista ainda pegou cinco rebotes e deu quatro assistências. O ala-pivô Nick Collison também mostrou serviço com seus 21 tentos e quatro sobras. Chris Wilcox fez um duplo-duplo, 13 pontos e 14 rebotes, enquanto o ala-armador Desmond Mason encestou 16 tentos.

Pelo time texano, que conheceu sua primeira derrota nesta pré-temporada, o grande nome foi o pivô chinês Yao Ming, que conectou 15 pontos e pegou 16 rebotes. O cestinha, entretanto, foi o ala-armador Aaron Brooks, autor de 20 tentos. O jovem DJ Strawberry também se destacou ao marcar 16 pontos.

O Houston Rockets volta à quadra na próxima quarta-feira quando viaja até o Tennessee para encarar o Memphis Grizzlies. Já o Oklahoma City Thunder receberá a visita do Los Angeles Clippers na noite desta terça-feira, 14.

October 9, 2008

Sixers vence na estréia de Brand, Brown e D’Antoni perdem estréias com novos times

Em uma rodada cheia da pré-temporada da NBA nesta quarta-feira (8/10), com várias estréias, o destaque ficou com os primeiros jogos de Boston Celtics e Philadelphia 76ers. Os velhos rivais se enfrentaram e o Sixers, debutando seu grande reforço para a temporada, o ala-pivô Elton Brand, superou o atual campeão da liga por 98 a 92, em casa.

Por ser apenas um amistoso, os grandes astros não ficaram muito tempo em quadra. Nenhum dos três All-Stars do Boston - Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett - jogou mais de 18 minutos, e Brand, em sua primeira partida com a camisa do Sixers, participou por pouco menos de 22 minutos, produzindo 11 pontos e 4 rebotes. Quem roubou o show foi o ala-armador reserva Louis Williams, que marcou 27 pontos, 5 rebotes e 4 assistências para liderar Philadelphia. O ala segundanista Thaddeus Young contribuiu 21 pontos. Pelo Celtics, destaque para o pivô Patrick O’Bryant, que substituiu o lesionado Kendrick Perkins como titular e fez 10 pontos, 8 rebotes e 3 tocos. O reserva Leon Powe foi o cestinha do Celtics, com 12 pontos.

Dois treinadores debutaram com suas novas equipes. Larry Brown, treinador já aceito no Hall da Fama, teve uma péssima estréia com o Charlotte Bobcats, que foi dominado pelo Orlando Magic e perdeu por 118 a 80 na casa do adversário. “Bom jeito de voltar. Queria ter continuado aposentado”, brincou Brown, que viu seu time ser completamente arrasado pelo Magic no primeiro período: 40 a 9. O jovem time do Bobcats acertou apenas três de 21 chutes e cometeu 13 faltas no período, dando 20 lances livres para Orlando. Charlotte só acertou 28,4% de seus arremessos no jogo e chegou a ter 44 pontos de desvantagem. De positivo, apenas o duplo-duplo do ala Gerald Wallace, 18 pontos e 11 rebotes, e os 15 pontos de Jason Richardson. Pelo Magic, o pivô Dwight Howard fez 20 pontos, 8 rebotes e 5 tocos, o ala Rashard Lewis teve 17 pontos e o ala-armador Mickael Pietrus, 13.

A primeira partida de Mike D’Antoni como técnico do New York Knicks foi bem melhor, mas também não foi vitoriosa. A equipe perdeu por 113 a 111 para o Toronto Raptors, no Air Canada Centre de Toronto. “Eu não sabia o que teríamos. Acho que competimos e fizemos muitas coisas que vínhamos tentando fazer por toda a semana nos treinos. Fiquei surpreso positivamente. Se continuarmos jogando assim, estaremos bem”, disse D’Antoni. O Knicks teve sete jogadores pontuando em dígitos duplos, com destaque para os 22 pontos e 9 rebotes do ala-pivô David Lee, 19 pontos e 13 rebotes de Zach Randolph - escalado como pivô - e 15 pontos e 6 rebotes de Wilson Chandler, segundanista que pode ganhar mais tempo de jogo com D’Antoni. O armador Stephon Marbury, centro de muita especulação sobre sua saída ou não do clube, jogou 22 minutos e produziu 10 pontos, 3 assistências e 5 turnovers saído do banco. Também foram sete Raptors com 10 ou mais pontos, destaque para os 20 pontos e 7 rebotes do ala-pivô Chris Bosh e 15 pontos do reserva italiano Andrea Bargnani.

O Indiana Pacers fez sua primeira partida na pré-temporada no Pepsi Coliseum, casa do time nas décadas de 60 e 70, e usou um uniforme retrô. O visitante New Orleans Hornets, porém, usando seu novo uniforme, dominou a partida e venceu por 105 a 71, incluindo um terceiro período em que fez 26 a 6. O armador Chris Paul foi o cestinha, com 17 pontos, além de 5 assistências e 3 roubos. O ex-Pacer Peja Stojakovic marcou 14 pontos, o pivô reserva Melvin Ely teve 12 pontos e o reforço James Posey, 10 pontos, 4 rebotes, 4 passes decisivos e 2 recuperações de bola. O pivô Tyson Chandler, que torceu o tornozelo na estréia em casa, jogou normalmente como titular e marcou 4 pontos e 11 rebotes. Pelo Pacers, o armador TJ Ford estreou com 15 pontos, mas apenas 2 assistências. Seu reserva, Jarrett Jack, também fez sua primeira partida com a camisa do Indiana e contribuiu 11 pontos e 8 rebotes, mas cometeu 8 turnovers.

No Rose Garden, o ala-armador espanhol Rudy Fernández foi titular do Portland Trail Blazers pela primeira vez e correspondeu, com 15 pontos, 7 assistências, 5 rebotes e 6 roubos, mas a equipe perdeu por 110 a 95 para o Golden State Warriors. O ala Kelenna Azubuike foi o cestinha, com 18 pontos, Brandan Wright acrescentou 16 pontos e o titular Corey Maggette, reforço do Warriors para a temporada, fez 15 pontos como titular. O pivô calouro Greg Oden teve 14 pontos e 9 rebotes para o Blazers, que também teve 13 pontos e 5 turnovers do armador novato Jerryd Bayless. Sergio Rodríguez, titular do primeiro jogo da pré-temporada, fez 8 pontos, 10 assistências e 6 turnovers saído do banco.

Nos demais jogos da rodada, o Detroit Pistons manteve-se invicto ao derrotar o Milwaukee Bucks em casa por 85 a 71. O armador Arron Afflalo foi o destaque, com 15 pontos, e o ala-pivô Charlie Villanueva, do Milwaukee, foi o cestinha, com 20 pontos. O armador Ramon Sessions acrescentou 10 assistências para o Bucks. Em Memphis, o Washington Wizards derrotou o Memphis Grizzlies por 89 a 80 mesmo sem o ala-pivô Antawn Jamison, lesionado na estréia. Jamison deve estar de volta antes do início da temporada, enquanto o pivô Brendan Haywood aguarda cirurgia no pulso direito. Enquanto eles não se recuperam, o time pode contar com os jovens JaVale McGee e Andray Blatche. McGee, selecionado pelo Wizards na primeira rodada do draft deste ano, fez 20 pontos e 8 rebotes, enquanto o ala-pivô Andray Blatche, em seu quarto ano, acrescentou 14 pontos. Pelo Grizzlies, o ala Rudy Gay marcou 21 pontos e o ala-pivô Hakim Warrick fez um duplo-duplo de 16 pontos e 11 rebotes. O pivô calouro Marc Gasol anotou 10 pontos e 9 rebotes.

September 26, 2008

Esta semana na NBA: Questões da temporada 2008-09 - parte 1

A pré-temporada da NBA começa na segunda-feira agora, dia 29/9. Então vamos explorar as questões principais que cada time terá de encarar neste mês de ajustes antes do campeonato de verdade começar, e algumas das perguntas que lhes serão postas no famoso “Dia da Mídia”. Vamos por ordem alfabética; hoje, veremos 15 times, semana que vem falaremos do restante.

Atlanta Hawks - A pergunta é óbvia: como suprir a saída de Josh Childress, o sexto homem da equipe? O ala-armador Maurice Evans, um “nômade” da liga que estava no Orlando Magic no ano passado, é a esperança da equipe, mas ele é tecnicamente muito inferior a Childress. Ao mesmo tempo, o Hawks conta agora com o armador Ronald Murray e o pivô Randolph Morris para dar mais opções no banco de reservas. Grande parte do destino do Atlanta, porém, será decidido por quanto de evolução Mike Bibby e Marvin Williams tiverem nesta temporada.

Boston Celtics - Muita gente achava que 2008-09 seria o ano do Boston, não 2007-08. Agora que eles já foram campeões no primeiro ano de Grande Trio, será que eles conseguem repetir? No papel, nenhum time melhorou o suficiente para ser superior ao Celtics, com exceção do Lakers, que pode competir no mesmo nível simplesmente com o retorno de Andrew Bynum. A grande questão do campo de treinos vai ser o quanto o time sentirá a falta de James Posey, que foi para o New Orleans Hornets e era o líder do banco de reservas. Darius Miles, aposta do time para seu lugar, não joga há três anos e tem sido um câncer em todos os clubes que passou. Será que ele é a resposta?

Charlotte Bobcats - Este é um time que ninguém está prestando atenção, mas tem muita coisa a provar e, na minha opinião, pode ser uma das grandes surpresas. É a quinta temporada do Bobcats na NBA e, se o time não começar a dar resultados agora e pelo menos brigar por vaga nos playoffs até o final, o público não vai vir e uma mudança para Kansas City ou Las Vegas será considerada com mais carinho. Jogadores como Emeka Okafor, Sean May e Adam Morrison são considerados más escolhas altas de draft e chamados de “bichados”. Larry Brown ganhou a pecha de “ganancioso” e “estrelinha” por sua passagem conturbada pelo New York Knicks dois anos atrás. Muito se fala sobre como Brown não gosta de calouros, mas este é provavelmente o grupo mais suscetível aos seus ensinamentos sobre “jogar da forma certa” na NBA desde que treinou o Indiana Pacers. Este grupo, aparentemente, não tem nenhum Reggie Miller, mas está na mesma condição que Indiana estava quando LB chegou.

Chicago Bulls - Quem é o armador afinal: Derrick Rose, Kirk Hinrich ou Ben Gordon? Aliás, qual é a situação de Gordon, fica ou não fica? O time ainda tem o Larry Hughes na posição 2, vai ser complicado para o técnico Vinny Del Negro decidir quem começa e quem sai do banco. Depois da temporada cheia de altos e baixos de 2007-08, não sei o que esperar deste time. Será que Luol Deng, que assinou uma boa extensão de contrato nestas férias, agüenta 82 jogos depois de jogar as eliminatórias do Eurobasket até semana passada?

Cleveland Cavaliers - Ano passado, a mega-troca de meio de temporada do Cavs foi considerada por muitos (leia-se: por mim) o passo que colocaria o time no topo da Conferência Leste. Não foi bem assim que as coisas aconteceram, dá pra dizer até que o time piorou um pouco depois da troca. Delonte West jogou bem e, depois de muito chororô, conseguiu uma renovação contratual, mas Wally Szczerbiak e Ben Wallace decepcionaram. Esta pré-temporada é a chance do time se entrosar desde cedo e dessa dupla provar que ainda tem algo no tanque. Fora LeBron James, titular absoluto em qualquer time do mundo, as outras quatro posições iniciais estão abertas, e Anderson Varejão, fresquinho já que ficou de molho durante as férias, tem de aproveitar esta chance e provar que pode ser o ala-pivô titular. É o segundo ano de seu contrato e ele pode optar por se tornar agente livre ao final da temporada; portanto, um bom campeonato lhe daria boa condição de negociar aquela grana boa que ele queria no ano passado e não conseguiu.

Dallas Mavericks - Como eu disse na semana passada, Dallas tem milhares de questões - como Rick Carlisle vai montar a equipe, qual é o entrosamento entre Jason Kidd e Dirk Nowitzki, quem será o pivô titular - mas todas vão dar espaço a Josh Howard, Josh Howard, Josh Howard. Se ele não vier melhor do que nunca, a torcida vai execrá-lo e acabará cortado ou trocado antes do final do ano.

Denver Nuggets - É agora ou nunca, Nenê: sua grande chance de se firmar no time titular como pivô. Como ficará a defesa já quase inexistente do Nuggets sem Marcus Camby e Eduardo Najera? Renaldo Balkman, Chris Andersen e Dahntay Jones dão ao técnico George Karl mais capacidade atlética na defesa saídos do banco, mas o melhor mesmo é que o treinador encontre um equilíbrio maior entre suas unidades, em vez de ter um quinteto inicial todo ofensivo e um quinteto reserva extremamente defensivo. Mas quem ele vai colocar no banco para isso?

Detroit Pistons - Se motivação é o que estava faltando ao time, três anos seguidos de derrotas humilhantes nas finais de conferência deve ser motivação suficiente, não? Um novo técnico mais durão e motivador também dev