November 21, 2008

Astros Dwyane Wade, LeBron James e Shaquille O´Neal enterram recordes na temporada

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 10:50 am

LANCEPRESS!
 
A temporada 2008/09 da NBA está sendo marcada pela quebra de recordes. Na quarta-feira, foi a vez de Dwyane Wade escrever seu nome na História da Liga ao quebrar uma marca que durava 31 anos, ao anotar 40 pontos, dar 11 assistências, além de cinco tocos, na derrota do Miami Heat para o Toronto Raptors por 101 a 95.

Esta é a terceira marca histórica superada em dez dias. Antes, Shaquille O’Neal havia entrado na lista dos dez maiores pontuadores da liga e LeBron James se tornado o jogador mais jovem a passar dos 11 mil pontos.

Desde que os tocos entraram nas estatísticas oficiais da NBA, apenas lvan Adams, do Phoenix Suns, fez algo parecido com o feito de Wade. Em 22 de fevereiro de 1977, anotou 47 pontos, deu 12 assistências e os mesmos cinco tocos.

“Wade foi inacreditável nesta partida. Ele fez arremessos incríveis”, disse o técnico do Raptors, Sam Mitchell.

Quem também teve atuação destacada foi o ala italiano do Raptors Andrea Bargnani, com 25 pontos, sua maior marca na temporada.

November 20, 2008

Wade tem uma noite histórica, mas Heat não segura Raptors

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — Rubens Borges @ 10:43 am

Mesmo com 40 pontos, 10 rebotes e cinco tocos de Dwyane Wade, coisa que não acontecia na NBA desde 1977, com Alvan Adams, do Phoenix Suns, o Miami Heat foi derrotado pelo Toronto Raptors, por 101 a 95, em Miami.

“O D-Wade foi inacreditável, acertou alguns arremessos difíceis”, disse o treinador do raptors, Sam Mitchell.

A noite foi de Dwyane Wade, mesmo com a derrota

A noite foi de Dwyane Wade, mesmo com a derrota

Shawn Marion fez 20 pontos e pegou 14 rebotes e Daequan Cook adicionou 10 pontos para o Heat.

Andrea Bargnani fez 25 pontos para o time canadense, Jermaine O’Neal teve 16 pontos e 17 rebotes, Chris Bosh adicionou 15 pontos e 11 rebotes e Anthony Parker converteu 5 de 5 cestas de três no segundo tempo, terminando a noite com 19 pontos.

Toronto converteu 6 de 6 arremessos de três no terceiro quarto, fazendo 13 a 2, aumentando a diferença para 76 a 59. No final do quarto Wade fez uma falta flagrante, acertando o rosto de Kris Humphries.

“Estava um pouco irritado”, falou Wade.

O armador do Heat fez os últimos oito pontos do período, diminuindo a vantagem de Toronto para 77 a 67.

Parker faz mais uma cesta na vitória do Raptors

Parker faz mais uma cesta na vitória do Raptors

Ele abriu o quarto período com uma enterrada, depois mais uma com 8min43s para o final, dando a primeira liderança para o Heat, 84 a 83, desde o começo da partida.

Miami fez 25 pontos nos primeiros 5min do quarto final. Após perder a liderança Wade, com 1min02s para o final, diminuiu a diferença para três pontos. Mas Parker terminou o jogo com um arremesso de longa distância na próxima posse de bola.

Wade enterra sobre Jermaine O'Neal durante o quarto período da partida

Wade enterra sobre Jermaine O

“Orlando jogou contra eles quando eles erraram arremessos, nós quando eles acertaram. Você perde muita energia recuperando-se na partida”, disse Wade.

Melhores momentos aqui.

November 19, 2008

Wizards, sem sua maior estrela, não segura Dwyane Wade e o Heat

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 10:11 am

 

Sem Gilbert Arenas, Antonio Daniels e Brendan Haywood o Washington Wizards não resistiu e foi derrotado pelo Miami Heat, em casa, por 94 a 87. Dwyane Wade fez 19 pontos, 10 assistências e pegou cinco rebotes para os visitantes. Antawn Jamison fez 25 pontos, Caron butler fez 21 e Nick Young adicionou 12, para o Wizards. Washington tem 1V-7D, o pior começo de temporada da equipe desde 1999.

Antonio Daniels e o Agent Zero assistem, do banco, derrota do Wizards

Antonio Daniels e o Agent Zero assistem, do banco, derrota do Wizards

 

“Este time é construído de uma certa maneira. É construído para ser liderado por Gilbert Arenas. Para um All-Star carregar a equipe, para um Brendan Haywood ter um ótimo ano, dominando o meio. Não temos estas coisas. Vocês estão pedindo para pessoas fazerem coisas que não sabem. Eles não sabem carregar um time como um Dwyane Wade ou um Gilbert Arenas. São jovens que não vão fazer jogadas de veteranos todas as noites”, disse o treinador do Wizards, Eddie Jordan.

JaVale McGee tenta carregar equipe para vitória

JaVale McGee tenta carregar equipe para vitória

 

Miami começou o segundo tempo fazendo 17 a 0. O time da casa conseguiu diminuir a diferença para três pontos, atrás de Jamison, com 2min04s para o final da partida, e quase para um ponto na próxima posse de bola, de novo com Jamison. Mas Miami pegou o rebote e teve sorte. O passe de Wade, cortado por Butler, acabou nas mãos de Shawn Marion, que deu cinco pontos de vantagem para o time da Flórida.

Wade vai para a bandeja marcado por Andray Blatche

Wade vai para a bandeja marcado por Andray Blatche

 

Foi uma das poucas cestas do Heat na partida que não veio de uma assistência. Em 36 cestas convertidas pela equipe 27 foram de assistências.

“Achei que a troca de passes foi sensacional. Mas o que gostei mais foi que, durante o quarto período ficamos uns 6min sem cestas. Encontramos uma seca mas conseguimos sair do buraco com uma boa defesa”, falou o treinador do Heat, Erik Spoelstra.

Melhores momentos.

November 18, 2008

Nova reunião para decidir futuro de Marbury

 

Em mais um passo para terminar com o exílio de Stephon Marbury, imposto pelo novo treinador do New York Knicks Mike D’Antoni, deve ser dado amanhã (quarta-feira) ou na quinta-feira. Marbury, Hal Biagas, advogado do sindicato de jogadores da NBA, e Donnie Walsh, presidente do Knicks, devem ter mais uma reunião, um acordo é esperado até o final da semana, segundo fontes.

Após a primeira reunião Walsh teria pedido uma semana para pensar na situação, explorar qualquer possibilidade de troca e consultar o dono da franquia, James Dolan.

Marbury quer receber todos centavos do US$ 21,9 milhões que o Knicks lhe deve, mas pode chegar à um acordo que deixe a equipe economizar algum dinheiro.

Pelas regras da NBA o Knicks pode economizar US$ 300.000 se Marbury assinar com outra equipe pelo salário mínimo de veteranos, US$ 1,2 milhões anuais. A NBPA, o sindicato dos atletas, afirmo que 10 equipes estariam interessadas no armador.

“Sou um knicks até me dizerem o contrário”, falou Starbury.

O Miami Heat, Boston Celtics, Los Angeles Clippers e Dallas Mavericks teriam indicado interesse em Marbury.

November 16, 2008

Toronto Raptors acaba com seqüência de derrotas ao vencer o Miami Heat

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 7:12 pm

Chris Bosh fez 27 pontos, Jermaine O’Neal fez 11 pontos e pegou 18 rebotes e o Toronto Raptors derrotou o Miami Heat por 107 a 96, acabando com uma seqüência de três derrotas. Kris Humphries adicionou 14 pontos, Andrea Bargnani fez 12 e Jason Kapono e Anthony Parker fizeram 10, cada.

Joel Anthony enterra marcado por Chris Bosh

Joel Anthony enterra marcado por Chris Bosh

Dwyane Wade liderou o Heat com 29 pontos, Daequan Cook fez 16, Michael Beasley contribuiu com 13, Chris Quinn teve 11 pontos e Udonis Haslem, 10.

O armador do raptors, José Calderón, não participou da partida. Ele teve um estiramento muscular na coxa direita.

Beasley é mais um jogador do Heat que atacou a marcação de Bosh

Beasley é mais um jogador do Heat que atacou a marcação de Bosh

Miami liderava por 54 a 50 no intervalo. No começo do terceiro O’Neal fez seis pontos seguidos e o Raptors fez 10 a 2, tomando a liderança.

Uma bandeja de Quinn, com 1min para o final do período empatou o jogo em 78. Nos próximos 3min29s o Heat não fez pontos, e o raptors abriu uma boa vantagem.

O’Neal deu um toco em Cook e Kapono acertou uma cesta de três, dando a vantagem de 93 a 80 para Toronto.

Dois pontos e mais a falta para DWade

Dois pontos e mais a falta para DWade

Wade fez seis pontos em seqüência, cortou a diferença para 96 a 91, 1min36s, mas Toronto segurou a vantagem, liderando até o final.

O ala/armador concordou que o esforço defensivo piorou no final da partida.

“Entregamos um monte de rebotes ofensivos. Muitas segundas chances. Erros mentais nos momentos errados. Coisas pequenas tornaram-se grandes”. falou Wade.

No lado do Raptors, O’Neal gostou da performance do time.

“Marcamos bem. Quando eles cortavam para a cesta a gente marocu bem, tirando opções”, analisou o ala/pivô.

Melhores momentos.

November 15, 2008

Heat passa com facilidade por Wizards. Knicks aumenta calvário do Thunder

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 11:23 am

O Miami Heat não teve muito trabalho para derrotar o Washington Wizards. Jogando na sua American Ailrines Arena, em Miami, o Heat impôs seu tirmo de jogo desde o começou e triunfou por 97 a 77 (49 a 36 no intervalo), recuperando-se, assim, da inesperada derrota sofrida para o Portland Trail Blazers na noite da última quarta-feira.

O cestinha e principal atleta da partida foi mais uma vez Dwyane Wade. O camisa 3 do time da Flórida conectou oito de seus dez arremessos e contribuiu com 24 tentos para o Heat. Em 30min na quadra, Wade ainda conseguiu quatro assistências e dois rebotes. O seu principal ajudante ofensivo foi o ala novato Michael Beasley, que assinalou 19 pontos e pegou seis rebotes.

 Wade passa por marcação de Nick Young (AP Photo/Jeffrey M. Boan)

A dupla de garrafão, formada por Shawn Marion e Udonis Haslem, também teve papel importante. Ambos fizeram duplo-duplo, ou seja, atingiram os duplos dígitos em mais de um fundamento. Haslem marcou 13 pontos, pegou 13 rebotes e deu dois tocos, já Marion fez 12 tentos, capturou 12 sobras e também deu duas pregadas.

Pelo Washington Wizards, que ostenta a última colocação na Conferência Leste, o cestinha foi o ala-pivô Antawn Jamison. O camisa 4 do time da capital norte-americana fez 15 pontos e também pegou dez rebotes. Os jovens JaVale McGee e Nick Young contribuíram com 13 tentos cada um. O pivô ucraniano Oleksiy Pecherov fez 10 tentos e capturou cinco rebotes. A decepção da noite foi o ala Caron Butler, que fez apenas seis pontos (três arremessos certos em 10 tentados) e pegou cinco rebotes.

O Miami Heat (5v-4d) volta à quadra na tarde deste domingo. O time da Flórida enfrentará o Toronto Raptors no Air Canada Centre e, duas noites depois, enfrenta o Wizards (1v-6d) novamente, só que desta vez o duelo será em Washington. Esse será o próximo desafio do Wizards na temporada.

Randolph domina garrafão e Knicks vence: Em outro jogo da rodada de sexta-feira, o New York Knicks passou pelo Oklahoma City Thunder por 116 a 106 (68 a 44 no intervalo, a partida foi disputada no Madison Square Garden. Com este triunfo, o time nova-iorquino, comandado por Mike D’Antoni, continua surpreendendo, já que venceu seis das nove partidas que realizou até o momento.

Os cestinhas da partida foram Zach Randolph e Jamal Crawford, ambos do Knicks. Os dois somados fizeram 19 das 40 cestas da equipe anfitriã na partida e finalizaram com 29 pontos cada um. Nos outros fundamentos cada um contribuiu a seu modo, Randolph pegou 19 rebotes enquanto que Crawford distribuiu sete assistências. Além da dupla, os alas David Lee e Wilson Chandler fizeram 18 e 12 tentos, respectivamente. Outro que contribuiu com dígitos duplos foi o armador Nate Robinson, autor de 15 pontos.

 Nem hambúrguer, nem coxinha, Zach Randolph (nº50) comeu a bola na noite desta sexta (AP Photo/Frank Franklin II)

Pelo Thunder, que ainda não sabe o que é vencer fora de casa, o maior pontuador foi o ala-armador Kevin Durant, que assinalou 23 tentos. O armador novato Russell Westbrook também foi destaque com 19 pontos, dez rebotes e seis assistências e foi seguido do ala Jeff Green, responsável por 16 tentos, oito sobras e quatro passes para cesta. O ala-pivô Nick Collison também fez duplos dígitos com 14 pontos.

O Oklahoma City Thunder (1v-8d) tentará sua primeira vitória na estrada na noite deste sábado contra o Philadelphia 76ers. Já o New York Knicks (6v-3d) receberá a visita do Dallas Mavericks na noite deste domingo.

November 13, 2008

Oden retorna, Rudy brilha, Blazers vence 4ª seguida e impede marca histórica para o Heat

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 10:28 am

O jogo entre Miami Heat e Portland Trail Blazers teve como principal atração a estréia ou reestréia do pivô Greg Oden, primeiro escolhido do draft 2007. O novato do Blazers teve uma apresentação discreta, com três pontos, dois rebotes e dois tocos em 16min na quadra após ficar fora de seis partidas. Oden viu sua equipe surpreender na American Airlines Arena e vencer o Heat por 104 a 96 (50 a 47 no intervalo). Além de ter acabado com a invencibilidade do Miami atuando em casa neste campeonato, o Portland conseguiu seu quarto triunfo consecutivo.

Apóa a partida, o pivô de 20 anos declarou que está feliz por voltar a jogar: “Nós ganhamos e eu consegui jogar um jogo inteiro sem problemas”, declarou Greg Oden. “Eu me sinto bem”, finalizou o pivô, que machucou o tornozelo na estréia contra o Los Angeles Lakers, em 28 de outubro, e perdeu seis jogos para se recuperar da lesão.

Greg Oden parte para enterrada em sua primeira cesta como profissional na NBA (AP Photo/David Adame)

Mas a principal surpresa da noite desta quarta-feira foi outro novato do Portland. O ala-armador espanhol Rudy Fernandez saiu do banco de reservas e terminou a partida como cestinha da franquia visitante com 25 pontos. Rudy, de 23 anos, encestou sete de seus 11 arremessos, incluindo três em sete nos chutes do perímetro. Fernandez ainda pegou três rebotes, deu duas assistências e roubou duas bolas no 29 minutos em qua esteve na quadra.

O ala-armador Brandon Roy, principal jogador do Blazers, converteu seis de seus 13 arremessos de quadra e ainda assinalou 10 de seus 13 lances livres para terminar a partida com 22 pontos. O camisa 7 do Portland conseguiu também cinco rebotes e deu duas assistências. O ala-pivô LaMarcus Aldridge conectou 14 tentos, pegou sete sobras e recuperou quatro bolas e viu o ala Travis Outlaw fazer 10 tentos e pegar oito rebotes em 29min na quadra. O reboteiro do time visitante, entretanto, foi o pivô Joel Przybilla, que capturou dez sobras.

Para Rudy Fernandez o mais importante foi o bom desempenho do time na estrada: “O mais importante é que nós jogamos bem fora de casa, jogamos com uma equipe”, ressaltou o espanhol, que tem impressionante média de 16.2 pontos por jogo nos últimos cinco compromissos que realizou.

Duelo de estrelas, tanto Brandon Roy (de vermelho) quanto Dwyane Wade (de branco) foram essenciais para suas equipes (AP Photo/David Adame)

Dwyane Wade mais uma vez brilhou pelo Heat. O camisa 3 da franquia de Miami liderou sua equipe com 36 pontos - seu quarto jogo consecutivo em que marca 30 pontos ou mais - mas não conseguiu evitar o primeiro revés do Heat jogando diante de sua torcida. O time buscava uma marca inédita na história, vencer as quatro primeiras partidas em casa, algo que os torcedores terão que esperar para o ano que vem.

Entretanto, Wade não se destacou apenas em pontos. O ala-armador teve mais uma atuação completa, contribuindo em todos os fundamentos. “D-Wade” deu oito assistências, pegou seis rebotes, deu três tocos e recuperou duas bolas, mas a falta de ajuda de seus colegas acabou tornando o esforço do astro inútil. Apenas o ala novato Michael Beasley contribuiu efetivamente, com seus 14 tentos. Daequan Cook e Chris Quinn fizeram 11 e 10 pontos, respectivamente, e o ala-pivô Udonis Haslem pegou 11 rebotes.

“Nós desperdiçamos muitas bolas no ataque e isso foi um tiro no pé para nós”, analisou Dwyane Wade. “Graças a esses erros nós acabamos ficando atrás deles no placar durante quase todo o jogo e é muito ruim quando você não tem o controle da partida. Eles realmente nos feriram quando tentávamos a reação”, finalizou o astro.

Steve Blake comemora cesta que definiu a partida (AP Photo/David Adame)

Após passar maior parte do primeiro correndo atrás do Blazers no placar, o Heat finalmente tomou a ponta no terceiro quarto. Porém, apesar da brilhante atuação de Dwyane Wade a equipe da casa não conseguia impor seu ritmo e via o Portland responder a cada cesta do Wade na mesma moeda. O último quarto foi equilibrado e emocionante com trocas na liderança e uma variedade de belas jogadas. Com 1min9s para o fim, Wade achou Udonis Haslem livre e o ala-pivô converteu um arremesso de curta distância para cortar a diferença para quatro tentos, 96 a 92. Rudy Fernandez apareceu no lance seguinte para responder e o Portland retomou a vantagem de seis tentos, 98 a 92. O Miami, todavia, não desistiu e Wade, sempre ele, recolocou a equipe da Flórida na partida com uma enterrada sensacional. Mas no lance seguinte o Trail Blazers jogou uma ducha de água fria nas pretensões do adversário. Brandon Roy fez uma jogada brilhante e achou Steve Blake livre na zona morte, o armador não desperdiçou a oportunidade, conectou o arremesso de 3 pontos e dilatou a diferença para sete pontos, 101 a 94 com 17s para o fim, sepultando as chances do Heat sair vitorioso.

O Portland Trail Blazers (5v-3d) continua na estrada. A equipe de Oregon vai até New Orleans na noite de sexta-feira para encarar o Hornets, do armador Chris Paul. Já o Miami Heat (4v-4d) tentará a recuperação diante do Washington Wizards, em casa, também nesta sexta.

Confira os lances mais bonitos do duelo entre Miami e Portland

November 11, 2008

Heat reage no último quarto, derrota Nets e continua invicto jogando em casa

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 2:00 pm

O Miami Heat continua aproveitando seus jogos em casa. Na noite desta segunda-feira a equipe do jovem técnico Erik Spoelstra tomou um susto, mas venceu o New Jersey Nets por 99 a 94 (40 a 40 no intervalo), em jogo realizado na American Airlines Arena, em Miami. Com isso, a equipe da Flórida continua invicta atuando diante de sua torcida, já que venceu os três jogos que disputou em seu ginásio.

Porém, a partida não foi fácil. O jovem time do Nets mostrou talento e disposição para estragar a festa da torcida que compareceu em bom número. Após um primeiro tempo equilibrado, o Nets comandou as ações no terceiro período. A equipe nova-iorquina iniciou o segundo tempo com tudo e deu uma arrancada de 16 a 5, que foi aberta por um arremesso perfeito do chinês Yi Jianlian. Com 3min30s para o término da parcial, a vantagem do Nets chegou a seu ápice, 64 a 52.

O último quarto iniciou-se do mesmo que terminara o anterior. O Nets parecia estar mais a vontade em quadra e mantinha a liderança oscilando na casa dos oito e dez pontos. O Heat até que chegou a encostar após um arremesso certeiro do armador Chris Quinn, 71 a 75, com 7min47s para o fim do jogo. Porém, o Nets respondeu logo a seguir e na mesma moeda, com um arremesso de 3 perfeito de Yi Jianlian. A torcida se desesperou após outro chute de longe convertido pelo time visitante, desta vez o algoz foi Vince carter, que ajudou a aumentar a difrença para dez tentos, 83 a 73, com 5min48s por jogar.

Wade (de branco) sobe para converter mais um arremesso no último quarto (AP Photo/Steve Mitchell)

Mas o chute de longe de “Vinsanity” parece ter acordado o elenco do Heat, especialmente o astro da franquia Dwyane Wade. O ala-armador comandou a reação da equipe da Flórida com sete pontos consecutivos em pouco mais de um minuto. É  importante ressaltar, entretanto, que a reação foi iniciada por um chute certeiro de 3 do jovem Daequan Cook, que cortou a distância para sete tentos, 83 a 76. A partir daí foi apenas uma questão de tempo para o Miami virar a partida e ela se consumou a 1min do fim quando Wade conectou dois lances livres.

Apesar de atravessar um momento melhor na partida, o Heat teve que suar para garantir o triunfo. O ala-pivô Udonis Haslem conectou um arremesso livre e aumentou a diferença para três pontos, 91 a 88. O Nets respondeu com um arremesso preciso de Vince Carter, mas Wade estava impossível e logo recolocou a casa em ordem. Porém, o time de New Jersey não estava morto, o pivô Josh Boone deu um tapinha após uma tentativa fracassada de Jarvis Hayes e cortou a distância para um ponto novamente, 93 a 92, com 15s para o fim. Quem apareceu a partir daí foi o armador Chris Quinn. Com Wade muito marcado, Quinn acabou aproveitando para ficar livre em diversas oportunidades, ele sofreu três faltas consecutivas e foi perfeito na linha de lance livre com seis arremessos certos em seis tentativas. O Nets também contribuiu com erros de Carter e Keyon Dooling e o Heat garantiu a vitória.

Dwyane Wade foi o principal jogador do Heat mais uma vez. O camisa 3 marcou 33 pontos e ainda deu cinco assistências. Com essa performance extraordinária, “D-Wade” ajudou a franquia a conseguir um feito que há muito tempo não alcançava: o de ganhar os três primeiros jogos em casa na temporada. Este feito não ocorria desde a temporada 1999/2000. Seu principal ajudante foi o ala novato Michael Beasley, que encestou 19 pontos, pegou seis rebotes e deu quatro assistências.

Carter ouve instruções do técnico Lawrence Frank (AP Photo/Steve Mitchell)

Após o jogo, Wade acongratulou sua equipe por não ter desistido mesmo nos momentos de dominância do Nets: “Nós fomos guerreiros, sempre acreditamos que poderíamos mudar a situação do jogo. Nós tivemos uma chance e conseguimos aproveitá-la. Estamos de parabéns”, afirmou o cestinha do Heat na temporada.

Pelo New Jersey Nets, o cestinha foi o ala-pivô Yi Jianlian. O chinês fez sua melhor apresentação com a camisa do Nets, ele marcou 24 pontos, pegou 10 rebotes, distribuiu quatro assistências e deu um toco. O ala-armador Vince carter também teve uma boa noite, ele assinalou 22 tentos, capturou quatro sobras e distribuiu quatro passes perfeitos. O armador Keyon Dooling, com 18 tentos em 38 minutos na quadra, também foi destaque pela equipe visitante. Dooling substituiu Devin Harris, que desfalcou o nets pelo segundo jogo seguido devido a uma torção no tornozelo esquerdo.

Para Vince Carter o diferencial do jogo foi o fato de Dwyane Wade estar do outro lado da quadra: “Nós estávamos confiantes e acreditávamos que conseguiríamos uma boa vitória, mas você nunca pode comemorar uma vitória antes do tempo contra o Heat, esse cuidado é porque eles têm Dwyane Wade e ele é um diferencial”, finalizou.

O New Jersey Nets (2v-4d) tentará se recuperar na noite desta quarta-feira quando enfrentará o Indiana Pacers no Izod Center, em Nova Jérsei. O Miami Heat (4v-3d), por sua vez, receberá a visita do Portland Trail Blazers, também na noite de quarta-feira.

Confira melhores momentos da vitória do Heat e o show de Wade

November 9, 2008

Miami x Portland e Boston x Denver serão transmitidos nesta semana para o Brasil

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — basketbrasil @ 3:55 pm

Basquete na TV
Até 19 de novembro

•  Terça-feira (dia 11)
19h -  Campeonato Nacional Feminino: Ourinhos x Americana (SPORTV - Ao vivo)
 
•  Quarta-feira (dia 12)
10h -  Fiba World  (ESPN)
11h30min -  City Slam (ESPN)
23h - NBA: Miami Heat x Portland Trail Blazers (ESPN - Ao vivo)
 
•  Quinta-feira (dia 13)
6h30min -  Fiba World (ESPN)
15h -  NBA: Miami Heat x Portland Trail Blazers (ESPN - VT)
 
•  Sexta-feira (dia 14)
12h -  Euroliga de Basquete: Tau Ceramica x Virtus Roma (ESPN - Inédito)
19h30min -  NBA Action (ESPN)
23h -  NBA: Boston Celtics x Denver Nuggets (ESPN - Ao vivo)
 
•  Sábado (dia 15)
10h -  NBA: Boston Celtics x Denver Nuggets (ESPN - VT)
15h30min -  NBA Action (ESPN)
 
•  Segunda-feira (dia 17)
3h30min -  Euroliga de Basquete: Tau Ceramica x Virtus Roma (ESPN)
5h -  City Slam (ESPN)
 
•  Quarta-feira (dia 19)
10h -  Fiba World (ESPN)
23h -  NBA: Houston Rockets x Dallas Mavericks (ESPN - Ao vivo)
 
OBS: Horários e programação fornecidos pelas emissoras.

(CBB)

Armador do Hornets Chris Paul lidera vitória sobre o Heat batendo recorde de Oscar Robertson

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 3:53 pm

 

 

Esforço de Wade não foi suficiente para evitar derrota do Heat

Esforço de Wade não foi suficiente para evitar derrota do Heat

O New Orleans Hornets derrotou o Miami Heat, em casa, por 100 a 89. O armador Chris Paul teve 21 pontos e 13 assistências, a sexta partida consecutiva que ele faz 20, ou mais, pontos e tem 10, ou mais, assistências, batendo o recorde Oscar Robertson, na temporada de 1968.

 

Paul estava em noite inspirada contra o Heat

Paul estava em noite inspirada contra o Heat

 

 

“É um momento histórico passar um nome como esse (Robertson) que está no Hall da Fama. Se ele continuar saudável e crescendo como jogador de basquetebol ele também vai para o Hall”, falou o treinador Byron Scott.

Paul ainda pegou sete rebotes e roubou quatro bolas. Mas não aceitou os elogios sozinho.

 

Hilton Armstrong e Udonis Haslem brigam pelo rebote

Hilton Armstrong e Udonis Haslem brigam pelo rebote

 

 

“É uma estatística fora do comum. Você só consegue uma assistência se seus colegas de time fazem a cesta”, disse Paul.

David West, com 21 pontos e Tyson Chandler, com 13, ajudaram Paul. Dwyane Wade liderou o Heat com 30 pontos e Udonis Haslem fez 12.

 

O Heat diminuiu uma diferença de 17 pontos para sete, com 5min06s para o final do jogo. Mas Paul não deixou seu time perder a vantagem, fazendo os próximos seis pontos do jogo.

Uma cesta de três pontos de Peja Stojakovic acabou com as esperanças do Heat, e quem fez a assistência? Paul.

“Ele é um jogador especial e agressivo quando vai para a cesta” elogiou o treinador do Heat, Erik Spoelstra.

Mas a noite de Paul não foi perfeita, ele perdeu a bola cinco vezes.

“Ele estava irritado no final. A primeira pergunta foi quantas vezes ele perdeu a bola”, admitiu Scott.

Melhores momentos da partida.

November 8, 2008

San Antonio Spurs pode ficar sem Tony Parker por até quatro semanas

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 12:26 pm

San Antonio (EUA) - Depois de conquistar uma marca histórica na última semana ao garantir 55 pontos na vitória do San Antonio Spurs sobre o Minnesota Timberwolves na quarta-feira, o francês Tony Parker acabou se transformando em uma preocupação para a comissão técnica. Na noite de sexta-feira, ele machucou o tornozelo durante a derrota de sua equipe para o Miami Heat e está ameaçado de ficar até quatro semanas fora de quadra.

Caso a lesão, no pé esquerdo, seja menos grave do que aparenta inicialmente, o tempo de recuperação pode cair para duas semanas. Apesar das preocupações, o técnico Gregg Popovich afirmou que o jogador não sofreu nenhuma fratura.

Parker é a segunda baixa de peso dos Spurs. Antes mesmo do início da temporada, a franquia já sabia que ficaria sem o argentino Emanuel Ginóbili, que agravou uma lesão antiga durante os Jogos Olímpicos de Pequim.

Apesar do show de Parker na quarta-feira, a campanha dos Spurs na NBA tem sido no mínimo sofrível. A equipe só possui uma vitória após cinco rodadas disputadas.

(Gazetapress)

Bobcats e Heat surpreendem e vencem Hornets e Spurs. Parker sai machucado

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , , , — João Guilherme @ 9:59 am

Se você, leitor, já ficou surpreso com a terceira vitória do Memphis Grizzlies em seis jogos neste campeonato, ficará ainda mais perplexo com a vitória do Charlotte Bobcats sobre o New Orleans Hornets por 92 a 89 (47 a 35 no intervalo) na noite desta sexta-feira na Charlotte Bobcats Arena. Apesar do jogo ter sido na Carolina do Norte, o resultado não deixa de ser surpreendente, isso porque o time treinado pelo veterano Larry Brown não venceu nenhum jogo na pré-temporada e já tinha acumulado três reveses emq quatro jogos nesse campeonato. Já o Hornets vem como um dos favoritos ao título e tem um dos melhores jogadores da atualidade, o armador Chris Paul.

Paul, inclusive, conseguiu uma marca histórica. Ele se tornou apenas o segundo jogador na história da Liga a fazer pelo menos 20 pontos e 10 assistências por cinco jogos consecutivos. O outro atleta que realizou a façanha foi o armador Oscar Robertson, que tem seu nome no Hall da Fama do Basquete, na temporada 1961/62. Contra o Bobcats, “CP3″ fez 20 tentos, distribuiu dez passes perfeitos e ainda recuperou seis bolas, mas essa apresentação não foi suficiente para evitar a segunda derrota consecutiva do Hornets.

Chris Paul (de azul) tenta arremesso mesmo marcado por Gerald Wallace. Felton (nº20) observa (AP Photo/Chuck Burton)

Isso porque os armadores do Bobcats jogaram com muita vontade e somaram 51 dos 92 pontos do time. Jason Richardson e Raymond Felton assinalaram 20 pontos, cada. O segundo, inclusive, acertou lances livres cruciais nos instantes finais e sacramentou o segundo triunfo do Bobcats no campeonato. O jovem DJ Augustin também teve participação importante com 11 tentos e quatro passes para cesta. O único jogador de garrafão do Bobcats que se destacou foi o ala-pivô Emeka Okafor, 10 pontos e 10 rebotes.

A boa atuação defensiva do Bobcats rendeu elogios da estrela do Hornets: “Eles fecharam muito bem o garrafão e dificultaram nosso trabalho por lá. Nós não conseguimos furar o bloqueio deles e tivemos muitos erros, principalmente no segundo quarto (o Hornets marcou apenas sete pontos no segundo período). Não fomos capazes de criar nossos arremessos”, declarou Chris Paul.

Pelo Hornets, além de Paul, apenas o ala sérvio Peja Stojakovic teve uma atuação decente. Ele acertou seis arremessos de 3 pontos e finalizou a peleja com 20 pontos e sete sobras coletadas. O ala-pivô David West não teve uma boa noite, ele errou nove de suas 12 tentativas e terminou a partida com apenas 11 pontos em 40 minutos.

O New Orleans Hornets (3v-2d) tentará se recuperar na noite deste sábado. A equipe da Louisiana recebe a visita do Miami Heat. Já o Charlotte Bobcats (2v-3d) quer emplacar uma sequência de vitórias, o time da Carolina do Norte receberá a visita do Toronto Raptors na tarde deste domingo.

Confira os melhores lances de Bobcats x Hornets

Heat aumenta calvário do Spurs: Em outro duelo Leste x Oeste, o Miami Heat, da Conferência Leste, derrotou o San Antonio Spurs, da Conferência Oeste, por 99 a 83 (50 a 32 no intervalo). Essa foi a terceira vitória do Heat em quatro jogos e a primeira jogando na estrada neste campeonato. A equipe da Flórida também quebrou um incômodo tabu, já que não vencia o Spurs no Texas desde 1996.

O astro da noite foi o ala-armador Dwyane Wade. A estrela do Heat se sentiu muito a vontade no AT&T Center e comandou o Miami com uma atuação soberba. Wade assinalou 33 pontos (14 acertos em 25 arremessos), pegou dez rebotes, distribuiu nove passes para cesta e recuperou três bolas em 36 minutos na quadra.

Mas a principal atração da noite foi a contusão de Tony Parker, armador francês do Spurs. Após ter feito uma atuação magistral contra o Minnesota Timberwolves, quando marcou 55 pontos e deu 10 assistências, Parker era visto pela torcida como o “salvador da pátria” para espantar a crise no alvinegro texano. Mas Parker pouco jogou, ainda no primeiro quarto, ao tentar uma infiltração, Parker torceu o tornozelo esquerdo e saiu de quadra para não mais voltar.

Michael Beasley (nº30) mostrou personalidade. Aqui ele tenta bandeja em cima de Tim Duncan (AP Photo/Eric Gay)

O Spurs sentiu a perda de um dos seus astros e naufragou. Tim Duncan voltou à quadra, tomou as rédeas do time anfitrião, mas pouco pôde fazer para neutralizar Dwyane Wade, Michael Beasley e Udonis Haslem, que estavam em noites inspiradas. Para o próprio Wade, a ausência do camisa 9 afetou o psicológico do Spurs.

“Sem dúvida que eles foram afetados após a saída de Tony”, disse Wade. “É muito difícil você conseguir se superar sem ter um dos seus principais jogadores em quadra, é pior ainda quando o time não está atravessando uma boa fase. Ele (Tony Parker) é um cara que te coloca pressão o jogo e faz com que algum jogador do time adversário tenha uma atenção especial, quando ele saiu nós fizemos o nosso jogo sem preocupação e vencemos”, analisou o camisa 3 do Heat.

O ala calouro Michael Beasley assinalou 20 pontos e pegou oito rebotes. Além do novato, o Heat teve como destaques Udonis Haslem e Chris Quinn. Ambos marcaram 15 pontos, Haselm também pegou 10 rebotes e o armador Quinn conseguiu todos os seus tentos de trás da linha dos 3 pontos. O ala Shawn Marion, que marcou apenas quatro pontos, foi importante na defesa com sete rebotes e quatro recuperações de bola.

Pelo San Antonio o cestinha foi o ala-pivô Tim Duncan. O astro marcou 22 pontos e capturou onze rebotes e mostrou muita irritação durante a partida. desde que chegou a NBA em 1997, Duncan nunca tinha passado por isso, a última vez que o Spurs venceu apenas um de seus primeiros cinco jogos foi na temporada 1995/96, portanto, um ano antes da estréia do camisa 21 na Liga. Além dele, os alas-armadores Roger Mason e Ime Udoka fizeram 18 e 14 tentos, respectivamente.

Sem Parker e sem Manu Ginóbili, outra estrela do time, o San Antonio Spurs (1v-4d) receberá a visita do New York Knicks neste sábado. O Miami Heat (3v-2d) também retorna ao assoalho neste sábado, a equipe da Flórida vai até New orleans para enfrentar o Hornets.

Veja os melhores momentos da vitória do Heat em San Antonio

November 6, 2008

Dwyane Wade aparece com estilo retrô e lidera Heat na segunda vitória consecutiva em Miami

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , , , , — Rubens Borges @ 1:45 pm

Wade briga por posse de bola com Samuel Dalembert

Wade briga por posse de bola com Samuel Dalembert

O ala-armador Dwyane Wade optou por jogar com um tênis antigo, de quatro anos atrás, meias até o joelho, “Optei por um visual retro”, disse, e fez 29 pontos na vitória do Miami Heat sobre o Philadelphia 76ers, por 106 a 83, em Miami. O novato Mario Chalmers quebrou um recorde da franquia com nove roubadas de bola. O outro novato do time, Michael Beasley, terminou a partida com 17 pontos, Shawn Marion adicionou 12 pontos e Udonis Haslem fez 10.

Mario Chalmers passa por Andre Miller, armador do Heat bateu recorde da franquia com nove roubos de bola

Mario Chalmers passa por Andre Miller, armador do Heat bateu recorde da franquia com nove roubos de bola

“Queremos que este seja um lugar onde times não querem jogar. E trazer os torcedores de volta”, falou o treinador do Heat, Erik Spoelstra, sobre o primeiro começo de temporada com duas vitórias consecutivas em casa desde 2004.

Thaddeus Young fez 12 de seus 19 pontos para o Sixers no primeiro quarto. Louis Williams terminou com 16, Elton Brand marcou 12 pontos e pegou 12 rebotes e Andre Iguodala anotou apenas dois pontos.

Wade foi agressivo desde o início da partida, com o Heat pulando para uma liderança de 11 a 2. O time não diminuiu de ritmo e, eventualmente, liderou por 24 pontos, antes de fechar o primeiro tempo na frente, por 59 a 38.

O 76ers entregou a bola 17 vezes no primeiro tempo, Miami fez 14 pontos nesses erros dos visitantes.

O time do Philadelphia tentou mudar a história no segundo tempo, procurando o garrafão mais freqüentemente. Andre Miller liderou um período em que o Sixers fez 16 a 2, diminuindo a diferença para 65 a 56.

Wade terminou com a falta de pontos do time da Flórida com uma enterrada. Haslem seguiu com dois arremessos de média distância e a liderança voltou aos 17 pontos com 35,6s para o final do terceiro quarto. Philly chegou perto no quarto final, mas Beasley e D-Wade fizeram 10 pontos consecutivos e Miami controlou a partida até seu final.

“O mais impressionante não foi liderar por 20, foi como lutamos quando eles chegaram perto”, disse Wade.

Melhores momentos da partida, vídeo aqui.

November 3, 2008

Marion fratura o nariz, Redd torce tornozelo, lesões começam a acontecer

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 10:38 am

Shawn Marion fraturou o nariz na derrota do Miami Heat para o Charlotte Bobcats, na sábado. O jogador vai usar uma máscara protetora nas próximas partidas.

“Não sei quando fraturei o nariz. Terceiro ou quarto quarto. Não sei”, disse.

Miami não espera que Marion fique de fora de nenhuma partida. O time só joga na quarta-feira, contra o Philadelphia 76ers.

O ala/armador do Milwaukee Bucks, Michael Redd, torceu o tornozelo direito na partida contra o New York Knicks.

Redd caiu de uma maneira estranha ao buscar uma bola perdida, a jogada terminou com uma enterrada de Andrew Bogut.

Marbury pode estar com as malas prontas para sair do Knicks

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , , — Rubens Borges @ 10:29 am

 

Com um salário de US$ 21,9 milhões, trocar Marbury vai ser difícil. O Knicks não pode trocá-lo por dois atletas, já que está no máximo permitido pela NBA de 15 jogadores.

Os dois não conversaram durante a pré-temporada e marbury afirmou que ninguém falou sobre um buy-out – comprar o final do contrato do atleta. O treinador Mike D’Antoni não parece inclinado à dar uma nova chance ao armador, mesmo com as péssimas partidas dos armadores do Knicks até agora.

“Estou paciente. Esperando. Todo teste é um testemunho, estou na melhor fase de minha vida”, falou Starbury.

Fontes informam que o Denver Nuggets, do brasileiro nenê, e o Miami Heat tÊm interesse em contratar o armador, caso ele seja cortado pelo Knicks. Marbury disse que deve doar seu salário em uma nova equipe para a caridade.

Walsh não foi avisado da decisão de D’Antoni de manter Starbury no banco na primeira partida da temporada.

“Não sabia. Achei que seria importante (me avisar)”, falou.

Walsh acrescentou que não deve pagar menos do que Marbury merece, por contrato.

D’Antoni explicou que manteve o jogador no banco para olhar para o futuro, quando Marbury não estiver na equipe.

November 2, 2008

Técnico Larry Brown consegue sua 1.011ª vitória, a primeira com o Bobcats, batendo Heat

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , , , , — Rubens Borges @ 4:15 pm

 

Gerald Wallace e o treinador do Charlotte Bobcats, Larry Brown, reuniram-se antes da partida contra o Miami Heat. O ala estava tentando aprender o novo sistema e fugiu de suas raízes. Brown encorajou Wallace e o Bobcats venceu a partida por 100 a 87, a primeira vitória de Brown com a equipe.

 

Richardson passa por Haslem no segundo tempo da partida

Richardson passa por Haslem no segundo tempo da partida

 

 

Wallace fez 34 pontos, Jason Richardson adicionou 23 e Emeka Okafor fez 18 pontos e pegou 13 rebotes na 1.011ª vitória da carreira do treinador.

“Oh cara, parecia que o time estava em queda livre algumas vezes. Os guris precisavam vencer”, disse Brown.

 

Wade esteve em noite pouco inspirada

Wade esteve em noite pouco inspirada

 

 

Michael Beasley fez 25 pontos para o Heat, Dwyane Wade teve 19, em 5 de 15 arremessos, no 38º aniversário do técnico Erik Spoelstra.

Miami cortou a diferença de 17 pontos para 77 a 71. Wallace tomou conta da partida e o Heat não mais ameaçou. Michael Jordan ficou feliz com o que viu.

O Bobcats acertou 60% de seus arremessos e ganhou a batalha dos rebotes.

Com Wade em uma péssima noite Beasley carregou o Heat, enquanto pode. Ele acertou 80% dos arremessos nos primeiros três quartos. Mas a diferença nos rebotes, 41 a 27, foi demais para o heat.

“Foi bom vencer, assim a gente sabe que o sistema funciona”, disse Richardson.

November 1, 2008

Michael Beasley tem boa atuação e Miami conquista sua maior vitória do ano contra Sacramento

Filed under: Conferência Leste, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 1:21 pm

O Miami Heat não teve trabalho para garantir sua primeira vitória na temporada regular. A equipe da Flórida surrou o Sacramento Kings na noite desta sexta-feira por 103 a 77 (49 a 31 no intervalo), para alegria dos 19.600 torcedores que lotaram a American Airlines Arena, em Miami. Entretanto, apesar do triunfo o principal atrativo para os fãs do Heat eram as estréias dos calouros Michael Beasley e Mario Chalmers para o público de Miami.

Assim como na estréia oficial da dupla de novatos, contra o New York Knicks na última quarta-feira, um decepcionou e o outro correspondeu as expectativas. Beasley, que havia feito um jogo sonolento contra o Knicks, teve uma participação fundamental na vitória. O jovem ala acertou sete dos 15 arremessos que tentou e finalizou o jogo com 17 pontos e nove rebotes. Já o armador Chalmers jogou mal e conseguiu apenas três tentos e dois passes para cesta, atuação muito inferior a que teve contra o Knicks, quando quase fez um triplo-duplo.

Apesar das estréias dos novatos, quem comandou o show foi o astro Dwyane Wade. O ala-armador do Heat conectou 20 pontos, distribuiu oito assistências, pegou quatro rebotes, roubou quatro bolas e deu quatro tocos em 26 minutos na quadra. O ala-pivô Shawn Marion também se destacou ao marcar 13 tentos e coletar 10 rebotes enquanto que o ala-pivô Udonis Haslem assinalou 14 pontos.

 Wade comandou ações ofensivas do Heat (AP Photo/Lynne Sladky)

“Nós jogamos como uma equipe e fomos impecáveis na defesa”, disse Michael Beasley. “Nós tivemos muita intensidade, jogamos com energia, jogamos juntos o jogo inteiro. Foi nossa melhor apresentação desde que cheguei ao time”, analisou o ala calouro.

Pode-se dizer que o Heat liquidou a fatura ainda no primeiro tempo. A equipe da Flórida aproveitou que o Kings acertou apenas cinco arremessos e deslanchou no placar. Em 20 minutos de bola quicando, o time do jovem técnico Erik Spoelstra já vencia por 19 pontos, 48 a 29. Na segunda etapa, o domínio aumentou, a jovem franquia californiana continuava atordoada em quadra e o Heat aproveitou para acabar com qualquer chance de reação dos rivais do Oeste.

 Desilusão do banco do Kings com o desfecho do jogo (AP Photo/Lynne Sladky)

“Não há explicação para isso”, declarou o técnico do Sacramento Kings, Reggie Theus, referindo-se a péssima apresentação de sua equipe, que acertou apenas 38% (convertendo 29 dos seus chutes) de seus arremessos.

Além da péssima apresentação em quadra, o time roxo da Califórnia continuou com um incômodo tabu: nos últimos 20 jogos contra o Miami Heat, o time de Sacramento venceu apenas dois. A equipe visitante ainda bateu um recorde negativo, permitiu que a franquia da Flórida fizesse 41 pontos através de seus erros. Outra marca que nenhuma equipe gostaria de obter e o Kings “conseguiu” foi a de permitir a maior vitória do Heat desde 7 de março de 2007, quando o Miami bateu o Chicago Bulls por 33 pontos.

 Uma das poucas cestas do Kings no jogo (AP Photo/Lynne Sladky)

Os cestinhas do time de Sacramento foram os alas John Salmons e Quincy Douby, ambos com 14 pontos. O ala-pivô calouro Jason Thompson conectou 10 tentos e capturou sete rebotes e só ficou atrás do pivô Spencer Hawes neste quesito, visto que o jovem central pegou 11 rebotes e ainda recuperou três bolas em 33min na quadra.

Melhores momentos da surra do Heat sobre o Kings

October 30, 2008

Knicks de D’Antoni surpreende e bate Heat em jogo de muitos pontos (vídeo)

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 10:03 am

New York Knicks e Miami Heat fizeram um dos jogos mais esperados da rodada cheia desta quarta-feira. Ambos os times tiveram temporadas horríveis em 2007/08 e sofreram várias mudanças em seus elencos. O duelo, disputado no Madison Square Garden em Nova York, também marcou a estréia do técnico Mike D’Antoni no comando do Knicks e ela não poderia ter sido melhor. No melhor estilo run-and-gun, o time nova-iorquino mostrou força ofensiva e venceu o Heat por 120 a 115 (60 a 45 no intervalo).

Como era de se esperar, o Knicks não se preocupou com a defesa, mas mostrou que, ofensivamente, será um dos melhores times da NBA. Nada menos que seis jogadores atingiram a marca de dígitos duplos e mostraram para a torcida fanática do Knicks que o sistema de D’Antoni tem tudo para funcionar em Nova York. O cestinha da equipe anfitriã foi o ala-armador Jamal Crawford, que assinalou 29 pontos. Ele ainda conseguiu quatro rebotes e quatro passes para cesta.

O ala-pivô Zach Randolph jogou improvisado como pivô e não teve dificuldades para se adaptar a nova função. “Fat” acertou sete de seus 15 arremessos e finalizou a partida com 20 pontos, além de ter coletado nove sobras. Seu parceiro de garrafão, o enérgico David Lee correspondeu as expectativas com 16 tentos, 11 rebotes e cinco assistências. Quem também marcou 16 pontos foi o ala Quentin Richardson.

 O baixinho Nate Robinson saiu do banco e teve boa atuação (AP Photo/Mary Altaffer)

Dois jovens reservas também se destacaram. O armador Nate Robinson conseguiu 13 pontos e deu sete assistências, superando o desempenho do titular Chris Duhon, autor de nove tentos e três passes em 37 minutos na quadra. O ala segundo-anista Wilson Chandler surpreendeu mais ainda, ele acertou oito de suas 15 tentativas e encerrou o duelo com 17 tentos e nove rebotes. O italiano Danilo Gallinari teve uma estréia discreta na NBA, em três minutos ele errou os dois arremessos que tentou e saiu zerado. Já o armador Stephon Marbury não jogou, apesar dos gritos da torcida pedindo a presença do armador em quadra.

O técnico Mike D’Antoni fez uma avaliação boa da partida, mas ressaltou que a pane nos minutos finais não pode acontecer: “No geral, eu gostei de nossa apresentação”, disse. “Mas aqueles cinco minutos finais me preocuparam, o time não jogou bem e nós quase sofremos a virada, isso não pode acontecer. Ainda temos algumas coisas a melhorar, mas, numa avaliação geral, acredito que fizemos um bom jogo”, completou.

 Wade infiltra, cercado por dois jogadores do Knicks (AP Photo/Mary Altaffer)

D’Antoni se refere ao último quarto, quando o Knicks foi dominado pelo Heat e quase jogou a vitória pela janela. A sorte da equipe anfitriã é que Dwyane Wade, líder da reação do time da Flórida, foi excluído por faltas a 1min30s do fim, após dar um toco limpo em Jamal Crawford, que foi interpretado pela arbitragem como ilegal. Assim, Wade encerrou sua partida antes do esperado com números assombrosos, 26 pontos, nove assistências e sete rebotes.

Os outros destaques do Heat vieram do garrafão. O ala-pivô Udonis Haslem, improvisado de pivô, e o ala Shawn Marion fizeram dígitos duplos. Haslem marcou 23 pontos e pegou 10 rebotes enquanto que Marion assinalou 14 tentos, capturou 11 sobras e deu dois tocos em 36 minutos na quadra.

Os novatos e já titulares Michael Beasley e Mario Chalmers tiveram atuações distintas. Chalmers brilhou e ficou próximo de um triplo-duplo logo em sua estréia na NBA, 17 tentos, oito assistências e sete rebotes, já Beasley errou dez arremessos de suas 14 tentativas e finalizou o jogo com apenas nove pontos.

Para o calouro Beasley, o Heat demorou a acordar na partida: “Nós começamos o jogo sonolentos, sem garra”, afirmou. “Quando acordamos, já era tarde”, finalizou o camisa 30 do Heat.

A equipe da Flórida tentará sua primeira vitória na temporada regular nesta sexta. O Miami Heat (0v-1d) receberá a visita do Sacramento Kings. O New York Knicks (1v-0d), por sua vez, viaja até a Pennsilvania para enfrentar o Philadelphia 76ers, também na noite de sexta-feira.

Confira os melhores momentos de Knicks x Heat

Notas: Pela primeira vez, desde 2003, o Miami Heat começou o jogo com dois calouros como titulares (Mario Chalmers e Maichael Beasley). A última vez que isso ocorrera foi em 28 de outurbo de 2003, quando Dwyane wade e Udonis Haslem foram escalados como inicantes diante do Philadelphia 76ers; O novo técnico do Heat, Erik Spoelstra, é o técnico mais jovem da NBA atualmente, ele tem 37 anos; Esta é a primeira vez em cinco anos que o Knicks estréia diante de sua torcida na temporada regular. Isso não acontecia desde o campeonato 2003/04.

October 27, 2008

Divisão Sudeste: Muitos times em reformulação, Orlando pinta como favorito

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 3:23 pm

A Divisão Sudeste é facilmente a mais fraca da Conferência Leste, com muitos times em transição ou fase de crescimento. O Washington Wizards tem o maior número de All-Stars e a maior regularidade do grupo nos últimos anos, tendo se classificado aos playoffs nas últimas quatro temporadas, mas o Orlando Magic, atual campeão divisional, é o favorito ao bi e a uma das quatro primeiras posições da conferência nos playoffs. Após fazer a pior campanha da NBA no ano passado, o Miami Heat tenta se recuperar com o retorno de Dwyane Wade, enquanto o Atlanta Hawks quer construir em cima de seu retorno à pós-temporada no ano passado e sua surpreendente série de sete jogos contra o campeão Boston Celtics. O Charlotte Bobcats torce para que o novo técnico Larry Brown extraia o melhor de seu promissor elenco e consiga a primeira vaga em playoffs de sua história.

Atlanta Hawks

Ginásio: Phillips Center
Títulos: Um (1958 - como St. Louis Hawks)
Temporada 2007-08: Eliminado na primeira rodada dos playoffs (37v-45d, 3 a 4 contra o Boston Celtics)
Estréia: 29/10, contra o Orlando Magic, fora de casa

O Hawks voltou a ser um time de playoffs na temporada passada após nove anos de ausência - embora deva sua classificação à fraqueza da Conferência Leste, já que não conseguiu uma campanha positiva, ficando a quatro vitórias de um aproveitamento de 50%. A franquia vive há anos uma crise por causa do racha de seus proprietários, o que limitou o poder de gasto dos dirigentes da equipe. As escolhas desastradas em drafts não facilitaram a vida do clube, que mesmo assim conseguiu montar um cinco inicial respeitável, com três jogadores obtidos no draft e dois em trocas. Desses dois, o armador Mike Bibby foi o último a chegar, no meio da temporada passada, mas ajudou a liberar o potencial de Joe Johnson, que passou a conduzir menos a bola e se concentrar mais em finalizar. A chegada aos playoffs reenergizou o time e a torcida, famosa por não comparecer com freqüência mesmo nos melhores momentos. A combinação resultou em uma série de primeira rodada pegada com o eventual campeão Boston Celtics. Apesar de sofrer derrotas esmagadoras em Boston, o time não perdeu em casa e levou a série aos sete jogos possíveis.

Melhor entrosado e mais experiente, o cinco inicial do Hawks tem tudo para ser um dos melhores da liga, com Al Horford tomando conta do garrafão e rebotes, Mike Bibby armando e chutando de 3, Josh Smith e Marvin Williams puxando os contra-ataques em velocidade e Johnson para resolver quando a defesa estiver fechada. O maior problema do Hawks é o banco. O ala Josh Childress, um dos melhores Sextos Homens da liga, recebeu uma proposta tentadora do Olympiacos, da Grécia, onde receberia mais dinheiro e seria titular, e abandonou os EUA. Sem Childress, o exército de suplentes do Atlanta perde em muito. O time trouxe Maurice Evans para tentar suprir sua ausência, mas mesmo se Evans render bem, o resto do banco ainda é fraco. Woodson espera que Speedy Claxton, Ronald “Flip” Murray, Acie Law, Randolph Morris e Zaza Pachulia tenham uma evolução semelhante à do banco do Lakers para que o time possa chegar a outro nível.

O último quarto do Jogo 4 contra o Boston Celtics, vencido pelo Atlanta:

Alas mortais: Joe Johnson e Josh Smith

Smith abraça Johnson para comemorar uma das vitórias do Hawks contra Boston

Smith abraça Johnson para comemorar uma das vitórias do Hawks contra Boston

Nos jogos em que o Hawks derrotou o Celtics nos playoffs, se destacaram o atleticismo e agressividade de Josh Smith e a inteligência e sangue frio de Joe Johnson. Smith tem potencial para comandar a defesa do Hawks, forçar erros dos adversários e finalizar em contra-ataque. Johnson tem paciência para encontrar a melhor posição em quadra, usar o bloqueio da melhor forma e arremessar de qualquer ponto para carregar seu time ofensivamente.

Smith, porém, tem uma deficiência grave: o arremesso. Por jogar como um ala-pivô um pouco mais leve, ele nem sempre consegue jogar na força, e sua vantagem da agilidade e velocidade são neutralizadas se seu marcador não precisa sair para marcá-lo quando se põe para chutar de média distância, já que provavelmente dará rebote. Johnson, por sua vez, precisa mostrar a liderança e fome dos playoffs mais freqüentemente para entrar oficialmente ao rol de estrelas da Conferência Leste e da liga.

Técnico: Mike Woodson

Woodson saiu fortalecido após o ex-gerente geral Billy Knight, que fazia lobby por sua demissão, foi mandado embora, enquanto o time surpreendia na primeira rodada dos playoffs. O treinador, porém, ainda tem muito trabalho: precisa formar uma identidade para seu time, desenvolver os jovens do banco como desenvolveu Smith, Horford e Williams, substituir a produção de Childress, compensar pelo déficit em altura de seu elenco. Nada fácil, ainda mais com as expectativas de chegada aos playoffs aumentadas.

Time-base: Mike Bibby, Joe Johnson, Marvin Williams, Josh Smith e Al Horford
Principais reservas: Maurice Evans (ala-armador), Zaza Pachulia (pivô), Ronald Murray (ala-armador), Speedy Claxton (armador), Acie Law (armador)

Reforços: Randolph Morris (pivô), Ronald Murray (ala-armador)
Principais perdas: Josh Childress (Olympiacos)

Charlotte Bobcats

Ginásio: Charlotte Bobcats Arena
Títulos: Nenhum
Temporada 2007-08: 4º lugar na Divisão Sudeste (32v-50d)
Estréia: 30/10, contra o Cleveland Cavaliers, fora de casa

Entrando em sua quinta temporada, o Bobcats foi marcado pela desorganização e pela mão fechada de seu proprietário nos seus primeiros anos de vida. Para 2007-08, Robert L. Johnson abriu a mão o suficiente para obter o ala-armador Jason Richardson, que os Bobs esperavam que seria seu cestinha e líder em momentos decisivos. Entretanto, seu sócio Michael Jordan, melhor jogador de todos os tempos mas raramente presente aos treinos e eventos do clube, contratou o estreante Sam Vincent para treinar o time no lugar de Bernie Bickerstaff, e a equipe jogou como um bando pela maior parte do ano. A diretoria não aprovou um aumento para manter o armador Brevin Knight, que deixou o clube como free agent, mas no meio da temporada aceitou o pivô Nazr Mohammed - com três anos e US$ 20 milhões restando em seu contrato - em troca do pivô Primoz Brezec e Walter Herrmann. Para piorar a zona, o elenco mais uma vez foi vítima de uma série de lesões - Sean May e Adam Morrison passaram por cirurgias ainda na pré-temporada, e o ala Gerald Wallace, um dos melhores do time, sofreu uma concussão no meio do campeonato - e Charlotte terminou mais um ano assistindo aos jogos na televisão.

Vincent acabou demitido e o Bobcats contratou Larry Brown, técnico do Hall da Fama criado na universidade de North Carolina, para comandar a equipe e desenvolver os talentos da jovem equipe de Charlotte. A franquia também buscou o armador DJ Augustin no draft para ser um suplente de categoria para Ray Felton. Se as lesões não se empilharem novamente, Charlotte pode disputar uma vaga nos playoffs da Conferência Leste, com um time de bons talentos no garrafão - os pivôs Emeka Okafor e Sean May foram escolhas de loteria de draft e campeões nacionais universitários - e nos chutes de fora - Richardson, Matt Carroll e Adam Morrison são exímios arremessadores.

Derrota do Bobcats contra o Los Angeles Lakers na pré-temporada:

Alas mortais, parte 2: Gerald Wallace e Jason Richardson

Wallace e Richardson tentarão não bater cabeça e permanecer saudáveis para liderar o Bobcats

Wallace e Richardson tentarão não bater cabeça e permanecer saudáveis para liderar o Bobcats

Richardson é a principal opção ofensiva do Bobcats, um jogador capaz de chutar de fora, de média distância e de penetrar para enterradas monstruosas. Ele precisará dividir mais a bola com os companheiros e ter maior atenção na defesa, duas exigências de Larry Brown. Wallace é um atleta que usa bem seus braços longos e explosão de arranque para dar tocos, roubar bolas e puxar contra-ataques. Sob Brown, Wallace talvez tenha de arriscar menos roubos e ficar mais concentrado em manter sua missão e não deixar seu homem passar por ele. Ele também terá de estar mais cuidadoso para não sofrer mais contusões ruins; já sofreu quatro concussões em sua carreira e outras lesões musculares.

Técnico: Larry Brown

LB teve sucesso em quase todas as equipes por que passou, conquistando títulos tanto no nível universitário quanto profissional, mas sua última experiência foi péssima: comandou o New York Knicks e o time foi um dos lanternas em 2005-06. Agora, o treinador veterano pega uma equipe jovem mas experiente - algo importante, já que Brown não tolera muito os erros bobos de novatos. Mesmo asim, o técnico já reclamou do elenco nesta pré-temporada e, como de costume, já sugeriu que alguns de seus jogadores fossem trocados. Se retomar o foco no basquete e parar de se envolver em polêmicas pela imprensa como fez no final de sua gestão com o Detroit Pistons e em seu ano em Nova York, Brown deve comandar uma reestruturação defensiva e fazer o Bobcats “jogar da maneira certa”, como prega há anos.

Time-base: Raymond Felton, Jason Richardson, Gerald Wallace, Sean May e Emeka Okafor
Principais reservas: DJ Augustin (armador), Adam Morrison (ala), Jared Dudley (ala), Alexis Ajinca (pivô), Matt Carroll (ala)

Reforços: DJ Augustin (armador, calouro), Alexis Ajinca (pivô, calouro)
Principais perdas: Nenhuma perda importante

Miami Heat

Ginásio: AmericanAirlines Arena
Títulos: Um (2006)
Temporada 2007-08: 5º lugar na Divisão Sudeste (15v-67)
Estréia: 29 de outubro, contra o New York Knicks, fora de casa

Que diferença fazem dois anos. O Miami Heat escalou até o topo da NBA em 2006, conquistando seu primeiro título, apenas para decair vertiginosamente nos dois anos seguintes. Em 2007-08, com Dwyane Wade lesionado por mais da metade do ano, o time começou muito mal, o presidente e técnico Pat Riley trocou Shaquille O’Neal com o Phoenix Suns e logo abandonou o banco, ciente que a temporada estava perdida, para observar possíveis jogadores draftáveis. Miami terminou com a pior campanha da NBA e de sua história, com apenas 15 vitórias em 82 jogos.

O campeonato deste ano, porém, é recheado de promessa para o time floridiano. Wade mostrou estar completamente recuperado das cirurgias no ombro e joelho com atuações convincentes nos Jogos Olímpicos de Pequim, em que fez várias das bonitas jogadas que lhe garantiram o prêmio de MVP das Finais de 2006. A troca de O’Neal trouxe ao Heat o ala Shawn Marion, ex-All-Star no Oeste capaz de jogar tanto como ala quanto de ala-pivô. O clube teve a segunda escolha do draft e selecionou o ala-pivô Michael Beasley, que foi o melhor jogador da temporada universitária com Kansas State e provou na pré-temporada ser capaz de pontuar e atacar no nível profissional também. O resto do elenco, porém, é mais fraco, e Riley entregou o papel de técnico a Erik Spoelstra, um novato que serviu como seu assistente nos últimos anos.

O trio de ferro: Dwyane Wade, Shawn Marion e Michael Beasley

Beasley, Wade e Marion são as razões das esperanças renovadas da torcida do Miami

Beasley, Wade e Marion são as razões das esperanças renovadas da torcida do Miami

As chances do Heat de fazer alguma coisa na temporada começam e acabam com este trio. Wade é a pedra fundamental do time, o franchise player, e já provou sua qualidade com o título de 2006. Jogador explosivo, de enterradas espetaculares e bandejas desequilibradas, Wade também é um arremessador acima da média e um bom defensor com aptidão para roubar bolas e puxar contra-ataques. No ano passado, a ausência de Shaq embaixo da cesta e sua própria condição capenga, tendo de evitar contato físico mais forte, prejudicaram suas tentativas de roubo de bola, já que quando falhava deixava a defesa aberta.

Por isso, Marion e Beasley serão ainda mais importantes na defesa. Ambos são bons pontuadores ao redor da cesta, ocasionalmente acertam chutes de 3 e são excelentes reboteiros, mas junto a Mark Blount e Udonis Haslem, terão de fechar o garrafão e impedir infiltrações dos adversários. Se conseguirem forçar arremessos ruins, sua técnica nos rebotes deve ajudar o time a sair em velocidade e compensar sua inferioridade de altura no interior.

Lances da derrota para o New Jersey Nets em amistoso disputado em Londres:

Técnico: Erik Spoelstra

Spoelstra, como todo treinador estreante e que jamais jogou basquete profissionalmente, terá de derrubar as dúvidas de seus comandados e provar que tem o nível da NBA. Ele serviu como assistente de Pat Riley por anos, trabalhando com boa parte do atual elenco nas últimas temporadas, e Riley o elogiou bastante por ter ótimo relacionamento com os jogadores, ser um estudioso de fitas e esquemas e até disse que Spoelstra lhe lembrava dele mesmo. Com uma recomendação desta, Spoelstra tem muita responsabilidade para não decepcionar seu mestre. Seu time deve jogar em velocidade para explorar a explosão de Wade, Marion e Beasley e para compensar a falta de qualidade e altura embaixo da cesta.

Time-base: Marcus Banks, Dwyane Wade, Shawn Marion, Udonis Haslem e Mark Blount
Principais reservas: Michael Beasley (ala-pivô), Chris Quinn (armador), Mario Chalmers (armador), Jamaal Magloire (pivô), Daequan Cook (ala-armador)

Reforços: Michael Beasley (ala-pivô, calouro), Shaun Livingston (armador), Mario Chalmers (armador, calouro), Yakhouba Diawara (ala), Jamaal Magloire (pivô)
Principais perdas: Ricky Davis (Los Angeles Clippers), Jason Williams (aposentado), Earl Barron (Fortitudo Bologna), Stephane Lasme (Partizan Belgrado)

Orlando Magic

Ginásio: Amway Arena
Títulos: Nenhum
Temporada 2007-08: Eliminado na segunda rodada dos playoffs (52v-30d, 1 a 4 contra o Detroit Pistons)
Estréia: 29/10, contra o Atlanta Hawks, em casa

Orlando formou um time forte em torno de três pilares: o pivô Dwight Howard e os alas Rashard Lewis e Hedo Turkoglu. Howard vem evoluindo ano a ano e liderou a liga em rebotes, passou dos 20 pontos de média e cortou seus turnovers. Lewis e Turkoglu livraram Howard de toda a responsabilidade ofensiva da equipe, com Hedo comandando os ataques freqüentemente no lugar dos armadores - o que levou a um ano de recordes pessoais estatísticos e ao prêmio de Jogador de Maior Evolução do Ano - e Lewis capaz de finalizar jogadas tanto no interior quanto na linha de 3, além de ser um bom defensor mesmo na posição 4. Com três ótimos pontuadores exigindo muita atenção da defesa, Stan Van Gundy os cercou de chutadores de 3, que aproveitaram os espaços abertos pelo trio para converter 38,6% de suas tentativas de fora, a segunda melhor média da NBA.

Após ser eliminado nos playoffs pelo Detroit Pistons, porém, o Magic fez muito pouco para tentar passar ao próximo nível. Apesar de uma deficiência em rebotes ofensivos, o time não investiu em novos pivôs e alas-pivôs, confiante que o simples retorno de Tony Battie e a evolução de Marci Gortat sejam suficientes para melhorar nesta área. A armação da equipe era seu maior ponto fraco, e a direção deixou o ala-armador titular Maurice Evans e os armadores reservas Keyon Dooling e Carlos Arroyo irem embora. Para seus lugares, trouxeram o armador “nômade” Anthony Johnson e o ala-armador Mickael Pietrus, jogador quase idêntico a Evans. Por mais um ano, o Magic terá de depender de Howard, Turkoglu e Lewis e dos chutes de 3. Em uma divisão fraca como a Sudeste, porém, isto deve ser o bastante para o título divisional.

O Super-Homem: Dwight Howard

O atual rei das enterradas melhora um pouco a cada temporada

O atual rei das enterradas melhora um pouco a cada temporada

Assim como Shaquille O’Neal, Howard se apelidou de “Super-Homem”, ratificando o apelido ao ganhar o Concurso de Enterradas da temporada passada com uma enterrada em que usou o uniforme do super-herói. Agora, falta a D-Ho fazer o que o Super-Homem original de Orlando fez: se tornar um pivô dominante em ambos os lados da quadra e levar o Magic às Finais da NBA. Apesar de sua capacidade atlética incrível e de recursos cada vez mais evoluídos, Howard foi dominado por uma rotação de pivôs mais baixa do Detroit Pistons nos playoffs, e nas Olimpíadas teve dificuldades contra outros pivôs mais leves, como Luis Scola da Argentina e os irmãos Gasol da Espanha. Seu arremesso de média distância e lances livres são decentes, mas precisam melhorar para que ele possa fazer seus marcadores pagarem quando lhe derem espaço.

Técnico: Stan Van Gundy

Van Gundy teve importância indiscutível na evolução do Magic na última temporada, exigindo atenção aos detalhes e sempre cobrando de sua equipe mesmo nas vitórias. Sua intensidade, porém, pode alienar os jogadores, como aconteceu em sua passagem pelo Miami Heat; SVG às vezes dá sermões e desabafa na imprensa até em jogos insignificantes de pré-temporada. O treinador terá de administrar bem suas cobranças e exigências para que o time chegue motivado e com gás na pós-temporada.

Time-base: Jameer Nelson, Mickael Pietrus, Hedo Turkoglu, Rashard Lewis e Dwight Howard
Principais reservas: Anthony Johnson (armador), Tony Battie (ala-pivô), JJ Redick (ala-armador), Keith Bogans (ala-armador), Marcin Gortat (ala-pivô)

Reforços: Mickael Pietrus (ala-armador), Anthony Johnson (armador)
Principais perdas: Keyon Dooling (New Jersey Nets), Maurice Evans (Atlanta Hawks), Carlos Arroyo (Maccabi Electra Tel Aviv)

Orlando causa a primeira derrota do Boston Celtics em 2007-08:

Washington Wizards

Ginásio: Verizon Center
Títulos: Um (1978 - como Washington Bullets)
Temporada 2007-08: Eliminado na primeira rodada dos playoffs (43v-39d, 2 a 4 contra o Cleveland Cavaliers)
Estréia: 29/10, contra o New Jersey Nets, em casa

Washington teve um ano complicado na última temporada, com seu principal jogador, o armador Gilbert Arenas, afastado por conta de cirurgia no joelho por quase todo o campeonato, além de problemas de lesão que limitaram o ala All-Star Caron Butler a 58 jogos e uma cirurgia no coração que tirou o pivô Etan Thomas de ação. Mesmo assim, conseguiu chegar aos playoffs, graças a uma defesa razoavelmente melhorada, que surpreendentemente era boa no interior e péssima no perímetro, e a um ataque com mais movimentação de bola e paciência para executar as jogadas. Na pós-temporada, porém, o Wizards foi eliminado na primeira rodada pelo Cleveland Cavaliers pelo terceiro ano consecutivo, no que já se tornou uma freguesia.

Como a diretoria do Wizards reagiu a isto? Mantendo o time praticamente intacto, com renovações de contrato milionárias para Jamison e Arenas - que está de fora até no mínimo dezembro por conta de mais uma cirurgia no joelho - e uma extensão de contrato para o técnico Eddie Jordan. Thomas está de volta, mas em compensação, seu desafeto e titular na posição 5, Brendan Haywood, também ficará de quatro a seis meses afastado por conta de uma lesão no pulso direito, após fazer recordes pessoais em pontos, rebotes e tocos no ano passado. Se com o mesmo elenco as perspectivas para o Wizards já não eram excelentes, com esses dois importantes desfalques, o time vai ter de se esforçar para permanecer na briga pelos playoffs.

Washington enfrenta o New Orleans Hornets em Barcelona:

O trio de papel: Gilbert Arenas, Caron Butler e Antawn Jamison

Eles se divertem, mas os torcedores do Wizards não acham graça nas freqüentes lesões do trio

Eles se divertem, mas os torcedores do Wizards não acham graça nas freqüentes lesões do trio

O trio Arenas-Butler-Jamison teve seu grande momento em 2006-07, quando Arenas teve sua melhor temporada e se colocou entre os cestinhas da NBA, decidindo jogos no final, enquanto Butler e Jamison faziam o trabalho sujo no interior de um dos melhores ataques da liga. Entretanto, Arenas e Butler se contundiram nos meses finais da temporada e desfalcaram o time nos playoffs daquele ano, resultando em uma eliminação por varrida frente ao Cleveland Cavaliers. As seqüelas dessas lesões continuaram afetando o Wizards até hoje: Arenas acelerou seu retorno e, poucas semanas depois do início do campeonato, teve de passar por nova intervenção cirúrgica no joelho. Ele voltou a jogar ainda no final da temporada regular, mas antes da eliminação do Wizards ser decretada nos playoffs, já estava afastado esperando cirurgia.

Agora, a previsão é que ele volte apenas no final de dezembro, talvez já em 2009. Assim, o Wizards depende ainda mais de Jamison, que se lesionou no início da pré-temporada, mas estará em quadra para a estréia, e de Butler, que em sua carreira jamais jogou as 82 partidas de uma temporada.

Técnico: Eddie Jordan

A campanha do time no ano passado, sem Arenas e Thomas por quase todo o ano e por vezes desfalcado de Butler, comprova a qualidade de Jordan como técnico e sua capacidade de extrair o melhor de sua equipe. Este ano, Jordan terá de focar em execução e em um ritmo lento enquanto Arenas estiver de fora e tem como desafio impedir que suas zonas e dobras de marcação criem muitos espaços para os chutes de 3 dos adversários. A chegada do calouro JaVale McGee e a evolução do garoto Andray Blatche devem facilitar seu trabalho no garrafão.

Time-base: Antonio Daniels (Gilbert Arenas), DeShawn Stevenson, Caron Butler, Antawn Jamison e Ethan Thomas (Brendan Haywood)
Principais reservas: Andray Blatche (ala-pivô), Nick Young (ala-armador), Darius Songaila (ala-pivô), Oleksiy Pecherov (pivô)

Reforços: Juan Dixon (armador), Dee Brown (armador), JaVale McGee (pivô, calouro)
Principais perdas: Roger Mason (San Antonio Spurs)

October 25, 2008

San Antonio Spurs perde no último segundo para o Miami Heat no final da pré-temporada

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 3:50 pm

Em partida disputada, o San Antonio Spurs perdeu em casa para o Miami Heat por 96 a 93 no lance final a última partida da pré-temporada da NBA. O Spurs começou a jogo com Tony Parker, Roger Mason Jr., Michael Finley, Tim Duncan e Fabricio Oberto. O Heat colocou seus draftados para jogar iniciando com Mario Chalmers, Daequan Cook, Shawn Marion, Michael Beasley e Udonis Haslem.

O time de Miami veio com tudo para cima com Haslem fazendo 10 pontos e colocando o time na frente por 17 a 10. Ime Udoka saiu do banco e conseguiu fazer seis pontos em dois minutos e ainda roubou duas bolas equilibrando assim a partida. O primeiro quarto terminou 24 a 23. No segundo período, o armador Shaun Livingston, que sofreu uma séria lesão no joelho em fevereiro de 2007, e não participou da temporada passada, acertou dois arremessos logo que entrou, dando a dianteira ao time por 32 a 26. Desmond Farmer entrou na partida faltando três minutos para o fim, tentando garantir seu lugar no time. O Heat foi para o intervalo vencendo por 49 a 45.

No início do terceiro quarto, Tim Duncan e Michael Beasley anotavam pontos para os seus times. Farmer e Parker também davam força ao time. Mesmo com o Spurs indo pra cima, o Heat terminou o quarto com 72 a 68. Na última parte, o Spurs começou com Jacque Vaughn, Mason Jr., Farmer, Matt Bonner e Oberto. Com cestas de Mason Jr. e Bonner, o time texano passou a frente por 74 a 75. Faltando 10,5 segundos para o fim da partida, Mason Jr. acertou uma bandeja empatando apartida em 93 a 93. Mas com uma cesta de três pontos de Mario Chalmers ao soar do a