O Houston Rockets começou sonolente e demorou a conquistar a liderança da partida, mas a equipe texana triturou o Washington Wizards no último quarto e vence com relativa facilidade, 103 a 91 (49 a 50 no intervalo). O principal responsável pela arrancada arrasadora do Rockets foi o ala-armador Tracy McGrady, que conectou 14 de seus 20 pontos no duelo apenas na parcial decisiva.
“T-Mac” vinha tendo uma atuação pífia até o terceiro quarto. Porém, o santo baixou no camisa 1 do Houston e ele conectou cinco arremessos dos seis que tentou no período final. McGrady, inclusive, foi o responsável pelo arremesso que “fechou o caixão” do Wizards, aproveitando um passe perfeito do ala Ron Artest. Este arremesso preciso deu uma liderança da nove tentos ao Rockets, 100 a 91, para desespero da torcida do Wizards no Verizon Center.
Os outros dois astros do Houston, Ron Artest e Yao Ming, também tiveram boas atuações. O curioso é que, dos três, apenas o chinês Yao foi bem no primeiro tempo. O gigante do Houston conectou 10 de seus 18 tentos na primeira etapa. Além disso, o camisa 11 do time alvi-rubro do Texas contribuiu com cinco rebotes e três tocos. Já Artest teve problemas com faltas e passou a maior parte do primeiro tempo sentadinho no banco de reservas. O polêmico ala encestou nove de seus 14 pontos na segunda etapa.
Tracy McGrady comanda reação do Rockets no último quarto (AP Photo/Luis M. Alvarez)
Além do trio de estrelas, os reservas Aaron Brooks e Carl Landry tiveram papéis destacados. Landry conectou seis dos sete arremessos que tentou e finalizou a partida com 19 pontos, além de seis rebotes e três assistências. Já Brooks fez um ponto a menos que Landry.
Pelo Washington Wizards, que conheceu sua nona derrota na temporada, o principal nome foi o ala-pivô Antawn Jamison, que assinalou 27 pontos. O camisa 4 do time da capital americana ainda pegou dez rebotes. Seu reserva, o jovem Andray Blatche, também se destacou com 14 pontos, quatro sobras e um toco. O ala Caron Butler finalizou a partida com 12 tentos, capturou sete rebotes e distribuiu quatro passes perfeitos.
O Wizards (1v-9d) tentará a recuperação na noite deste sábado. A equipe do técnico Eddie Jordan busca a 1ª vitória na estrada no campeonato diante do New York Knicks no Madison Square Garden. Já o Houston Rockets (8v-5d) viaja até a Flórida para encarar o Orlando Magic, também na noite deste sábado.
Hornets vence e Thunder demite Carlesimo: Outro time da Conferência Oeste que se deu bem na rodada desta sexta-feira foi o New Orleans Hornets. O time da Louisiana foi até Oklahoma para enfrentar o caçula Thunder e não teve dificuldades para impor a 12ª derrota ao time novato da liga, 105 a 80 (60 a 39 no intervalo). O décimo revés seguido foi o estopim para o proprietário do Thunder, George Shinn, que decidiu demitir o técnico PJ Carlesimo após a partida.
O cestinha do Hornets (6v-5d) e da partida foi o ala-pivô david West, responsável por 19 pontos. O camisa 30 da equipe visitante ainda pegou oito rebotes. O armador Chris Paul também teve uma boa atuação, ele marcou 17 tentos, pegou seis rebotes e distribuiu seis passes para cesta. O alas Hilton Armstrong e Peja Stojakovic fizeram 13 tentos cada enquanto que o ala-armador Devin Brown conectou 16 tentos.
David West (nº30) arremessa mesmo com a forte marcação de Nick Collison (AP Photo/Sue Ogrocki)
A torcida do Thunder (1v-12d), que compareceu em bom número ao Ford Center, parecia estar mais preocupada em dar as boas-vindas ao Hornets, que jogou na cidade durante dois anos devido ao furacão Katrina que destruiu Nova Orleans, do que em apoiar o time da casa. Mesmo se quisesse apoiar, a equipe de Oklahoma não corresponderia a altura, pois tem um time muito fraco. O ala-armador Kevin Durant comandou a equipe com 17 tentos enquanto que o ala-pivô Nick Collison registrou um duplo-duplo, 16 tentos e 13 rebotes.
As equipes voltarão a se enfrentar na noite deste sábado. O jogo, porém, será disputado na New Orleans Arena, casa do Hornets.
Uma das maiores zebras da rodada desta quarta-feira da NBA foi, sem dúvida, a vitória do Sacramento Kings sobre o New Orleans Hornets. O time roxo da Califórnia foi até o estado da Louisiana e não se intimidou pelo fato de estar jogando longe de seus domínios, vencendo o duelo por 105 a 96 (51 a 54 no intervalo). Esta foi a primeira vitória do Kings em seis jogos que fez na estrada nesta temporada, já o Hornets foi superado em seus domínios pela terceira vez.
O nome da noite foi o ala-armador John Salmons. O atleta de 29 anos do Sacramento conectou 29 pontos e deu seis assistências liderando o Kings na surpreendente vitória na estrada. Porém, o jogador que tomou as rédeas da equipe na hora decisiva foi um veterano, o armador Bobby Jackson, trocado pelo Hornets em fevereiro passado. Jackson se “vingou” nesta quarta e, em poucos minutos, fez a diretoria do New Orleans se arrepender de tê-lo trocado.
John Salmons (nº15) foi o destaque da partida (AP Photo/Bill Haber)
O experiente armador conectou todos os seus oito pontos no jogo nos 5min10s finais de embate e ajudou o Kings a se manter na ponta, freando a reação do Hornets no período final. Nem os 20 pontos, 15 assistências e quatro recuperações de bola de Chris Paul, estrela do Hornets, foram suficientes para evitar o tropeço.
“Foi um grande jogo”, comemorou Bobby Jackson. “É lógico que ninguém gosta de ser trocado e esse jogo tinha um gosto especial para mim. Eu não comecei bem, errei alguns arremessos, mas esse jogo tem 48 minutos e eu consegui melhorar a tempo de ajudar meu time a vencer”, analisou o veterano.
Grande parte da vitória foi consolidada na boa distribuição ofensiva do time de Sacramento. Além de Salmons, outros quatro jogadores fizeram dígitos duplos. O novato Donte Greene marcou 15 pontos e foi seguido de Beno Udrih e Brad Miller, ambos com 14 tentos. O armador Udrih deu sete assistências enquanto que o pivô Miller pegou oito rebotes. Completando a lista de destaques, o ala-pivô Jason Thompson fez 10 tentos e capturou seis rebotes.
Pelo Hornets, o cestinha foi o ala-pivô David West, que assinalou 22 tentos. Seu companheiro de garrafão, o pivô Tyson Chandler fez um duplo-duplo, 12 tentos e 10 rebotes. Outros dois atletas da equipe anfitriã conseguiram dígtios duplos, o ala-armador Dee Brown fez 13 tentos enquanto que o ala-armador Rasual Butler conectou 10.
Chris Paul fez grande partida, mas de nada adiantou (AP Photo/Bill Haber)
“Não esperávamos essa derrota, foi um resultado muito ruim para nós”, definiu o ala-pivô David West. “Nós temos que nos focar novamente, assim como fizemos no último campeonato. Parece que não estamos focados e isso vem nos atrapalhando muito nesse ano. As coisas mudaram e os times nos vêem com outros olhos, eles querem ganhar de nós”, finalizou.
O New Orleans Hornets (5v-5d) tentará a reabilitação diante do caçula Oklahoma City Thunder, em jogo que será disputado no Ford Center, casa do Hornets durante dois anos. Já o Sacramento Kings (5v-8d) encara o Portland Trail Blazers, em casa. Ambos os jogos serão na próxima sexta-feira, 21.
Com 23 pontos de Thaddeus Young, 15 de Elton Brand e Andre Iguodala e 13 pontos e 16 rebotes de Samuel Dalembert, o Philadelphia 76ers derrotou o Oklahoma City Thunder por 110 a 85.
Thaddeus Young
Jeff Green fez 21 pontos para o Thunder. Kevin Durant fez 13, Russell Westbrook adicionou 13 pontos e Johan Petro pegou 12 rebotes. Foi a sétima derrota consecutiva do Thunder.
O Sixers fez 23 a 8 para começar o segundo tempo. Com 4min36s para o final do período a liderança era de 69 a 50. A diferença chegou até 27 pontos.
Já o Houston Rockets derrotou o New Orleans Hornets por 91 a 82. Yao Ming fez 21 pontos, Tracy McGrady contribuiu com 18, Luis Scola fez 12 pontos e pegou 10 rebotes. Chris Paul acertou apenas dois de 10 arremessos e terminou a noite com 12 pontos. David West teve 18 pontos e pegou 10 rebotes, Tyson Chandler fez 16 pontos e Devin Brown, 13.
Ron Artest é marcado por Chandler
James Posey fez cinco pontos no início do quarto período, T-Mac liderou o Rockets, mantendo uma liderança confortável.
New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers fizeram um duelo equilibrado na noite desta sexta-feira. A partida foi disputada na casa do Hornets, na Lousiana, e o time de Chris Paul aproveitou o fator casa e passou pelo rival do Oregon por 87 a 82 (41 a 44 no intervalo). Assim, o Hornets se recuperou da derrota sofrida para o Los Angeles Lakers e ultrapassou o adversário na tabela.
Para vencer, a equipe do técnico Byron Scott contou com uma noite inspirada do trio Chris Paul, James Posey e David West. O cestinha foi David West, que anotou 18 pontos, mas foi Posey que roubou a cena. Ele conectou quatro em oito arremesssos de 3 pontos, sendo dois deles no último período. Posey finalizou a partida com 14 tentos, mas suas tentativas certeiras do perímetro foram fundamentais para frear a reação do Blazers nos instantes decisivos.
Já o armador Chris Paul acertou apenas quatro de seus 12 arremessos, mas mesmo assim foi importante para o triunfo do Hornets. Ele terminou com 17 pontos, nove assistências, seis rebotes e quatro recuperações de bola em 36min na quadra. Com essa performance do trio, o time de New Orleans nem sentiu as atuações pouco inspiradas de Tyson Chandler e Peja Stojakovic, que erraram nove dos 13 arremessos que fizeram somados.
Pelo Portland Trail Blazers, que teve sua sequência de quatro êxitos seguidos interrompida, o cestinha foi o ala-armador Brandon Roy. A estrela da equipe do Oregon conectou 21 pontos e ainda distribuiu seis assistências. Mas o principal destaque foi o pivô Greg Oden. Em sua terceira partida como profissional, o pivô conseguiu seu primeiro duplo-duplo da carreira com 11 tentos e 11 rebotes. Nos 24min em que ficou na quadra, o novato também deu quatro tocos.
O ala-pivô LaMarcus Aldridge contribuiu com 15 tentos e oito rebotes. Outro atleta do time do técnico Nate McMillan que fez duplos dígitos foi o ala-armador Rudy Fernandez. O novato espanhol terminou o duelo com 10 pontos. Outro atleta hispânico do Portland que se destacou foi o armador Sergio Rodrgiuez, que deu sete assistências.
O Portland Trail Blazers (5v-4d) tentará se recuperar na noite deste sábado quando enfrentará o Minnesota Timberwolves fora de casa. O New Orleans Hornets (5v-3d), por sua vez, vai até o Texas para encarar o Houston Rockets também na noite deste sábado.
Mavericks continua sem vencer em casa: Já em partida disputada no Texas, o Dallas Mavericks mais uma vez foi superado diante de sua torcida. O carrasco desta sexta-feira foi o Orlando Magic, que triunfou por 102 a 100 (56 a 46 no intervalo). Esta também foi uma partida histórica para o Magic, que venceu o Mavericks em Dallas pela primeira vez na história.
O ala Rashard Lewis foi o nome do jogo com 23 pontos e nove rebotes para o Orlando. O pivô Dwight Howard contribuiu com 18 tentos, 13 rebotes e dois tocos. Os armadores Jameer Nelson e Mickael Pietrus fizeram 21 e 20 tentos, respectivamente. Outro titular do time visitante que anotou dígitos duplos foi o turco Hedo Turkoglu, autor de 12 pontos.
No azulão texano três jogadores fizeram 20 pontos ou mais, porém isso de nada adiantou. Josh Howard marcou 25 tentos e pegou nove rebotes, o alemão Dirk Nowitzki encestou 24 pontos enquanto que o ala-armador Jason Terry fez 20 tentos saindo do banco de reservas. O armador Jason Kidd fez 13 pontos, pegou sete rebotes, deu seis assistências e desperdiçou seis bolas no ataque.
O Orlando Magic (6v-3d) volta à quadra na noite deste domingo para duelar contra o Charlotte Bobcats na Carolina do Norte. O Dallas Mavericks (2v-7d), por sua vez, vai até o Madison Square Garden para enfrentar o New York Knicks.
O técnico do New Orleans Hornets, Byron Scott, foi questionado se já teria pensado em comandar o Lakers ou até mesmo se surgisse uma oportunidade, se ele gostaria da idéia, e seu semblante demonstrou que seu coração ainda bate pelo L.A.
Ex-jogador do time californiano, onde atuou onze anos com três títulos conquistados nos anos 80, e ainda por cima crescido no bairro de Inglewood, local do antigo Fórum de Los Angeles, o técnico do ano da temporada passada manifestou um certo desejo de um dia comandar o time onde jogou. Esta possibilidade é um tanto quanto distante no momento, afinal, o Lakers conta com Phil Jackson, para muitos, o melhor treinador da história da Liga e também no momento atual. Scott declarou também que está muito feliz em New Orleans, e que só pensaria em trabalhar em outro lugar caso o Hornets decidisse ir em outra direção.
No entanto, quando questionado, ele não pode conter seus pensamentos. “Serei honesto com você, sim, já pensei muito sobre isso”, revelou Byron. “É minha casa. É a organização que irá morar no meu coração pelo resto de minha vida”, disse ele. Scott terminou sua carreira atuando pelo Lakers na temporada 1996/97, depois de jogar por dois outros times por três anos. Naquela temporada, Kobe Bryant e Derek Fisher eram novatos. “Joguei com eles, então é claro, não posso me sentar com você e dizer “Não, nunca pensei sobre isso”, revelou o técnico do New Orleans.
Apesar de reconhecer que seria uma ótima experiência, Scott faz questão de ressaltar que está muito contente com seu trabalho e jogadores no Hornets. “Eu amo a situação em que me encontro”, disse ele. “Amo esta equipe, sendo assim, não me vejo abandonando eles tão cedo”. Em relação ao tempo de contrato que ainda lhe resta (seu acordo expira em 2009/10), ele expressou seu desejo de permanecer com o New Orleans. “Não consigo pensar num trabalho mais perfeito para mim do que este no Hornets”, disse Scott, que, no entanto, reconheceu que caso não ocorra acordo, procuraria outra equipe. “Minha primeira opção seria voltar para casa”, revelou ele, fazendo referência ao Lakers.
Phil Jackson e Byron Scott podem ter seus contratos encerrados no mesmo ano, caso novos acordos não aconteçam. “Eu tenho este ano e o próximo em meu contrato, então, será interessante”, disse ele, já que Jackson também está no primeiro ano de uma extensão de dois anos. “Mas te digo uma coisa, se o Mr. Shinn (dono do Hornets), vier até mim e dizer “treinador, queremos assinar com você por muitos anos”, eu estaria pronto para isso”, finalizou Scott.
O Los Angeles Lakers é o último invicto remanescente na NBA, após abrir larga vantagem no primeiro tempo e segurar uma reação do New Orleans Hornets, fora de casa, nesta quarta-feira (12/11). O time californiano venceu o time que é considerado seu maior desafiante ao título da Conferência Oeste, 93 a 86, em plena New Orleans Arena, e levou sua campanha a sete vitórias em sete jogos.
Ainda mais doce para o Lakers foi o fato de uma cesta decisiva de Bryant ter saído justamente em cima de James Posey, reforço do Hornets que ajudou o Boston Celtics a dominar L.A. nas Finais de 2008. “Eu queria apenas chutar na cara dele. Eu sabia que estava na minha hora”, disse Bryant, cuja cesta de 3 pontos com 1min08s restando acabou com uma arrancada de 17 a 4 de New Orleans e levou a diferença para 86 a 80. Eu sabia que o Posey ia sentar no meu braço, então eu tive que afastá-lo e tentar arremessar. Eu sabia que seria um chute difícil porque eu tinha Posey grudado em mim, então precisei focar na cesta e tentar botar pra dentro”, explicou o ala-armador, MVP da última temporada.
Los Angeles jamais esteve atrás no placar e dominou o rival por três quartos, liderado pelo armador Derek Fisher, que marcou quatro cestas de 3 pontos e terminou com 20 pontos. O Lakers disparou a uma vantagem de 51 a 30 no primeiro tempo graças à sua melhorada defesa, que limitou o time da casa a apenas 13 pontos no segundo quarto, mas a falta de pontaria do próprio Hornets também ajudou. O armador Chris Paul encontrou o ala Peja Stojakovic sozinho para chutes de perímetro várias vezes, mas o sérvio errou seus primeiros oito chutes do jogo.
Ele finalmente pareceu encontrar seu ritmo ao acertar dois chutes de 3 em uma arrancada de 11 a 2 no terceiro quarto, que incluiu um par de enterradas em ponte aérea do pivô Tyson Chandler, em passes de Paul. Entretanto, Fisher e o pivô Andrew Bynum voltaram a atacar e combinaram para nove pontos seguidos que levaram a diferença a 69 a 46, 23 pontos, maior margem da partida.
O Hornets seguiu melhorando, mas os visitantes pareciam ter tudo sob controle quando Bynum fez uma cesta de virada para marcar 79 a 63 com menos de seis minutos por jogar. Paul, entretanto, comandou uma reação inspirada do New Orleans, marcando 11 pontos e três assistências, e a equipe reduziu para 83 a 80 com 1min33s restando. Os 18.239 torcedores presentes ficaram de pé para apoiar o time a conseguir a parada defensiva, mas Bryant acertou um chute de 3 difícil com o relógio de posse de bola estourando.
“Nunca me surpreendo de vê-lo fazer nada. Ele é um daqueles raros jogadores na história do jogo que podem realmente fazer a bola entrar. Mentalmente, ele é capaz de se focar naquele aro e mandar a bola na cesta. Isto é o que o separa de alguns dos melhores que já jogaram”, se desmanchou em elogios o armador Fisher. O técnico do Hornets, Byron Scott, também teve palavras elogiosas para o MVP. “Pose estava bem na cara dele, e é isso que grandes jogadores fazem, acertam cestas importantes. Você tem de dar muito crédito ao Kobe, porque aquela foi uma cesta incrível”, reconheceu Scott.
Os 20 pontos de Bryant o deixaram a três de Larry Bird na lista dos maiores cestinhas da história da NBA: Bird marcou 21.791 pontos em sua carreira com o Celtics e é o 23º maior pontuador da história. Kobe ainda acrescentou 6 assistências e 4 rebotes. Tanto Bynum quanto Pau Gasol marcaram 14 pontos para o Lakers, com Bynum buscando ainda 8 rebotes e 4 tocos. O reserva Trevor Ariza contribuiu 10 pontos.
Pelo Hornets, Chris Paul ampliou seu recorde de jogos com pelo menos 20 pontos e 10 assistências consecutivos para iniciar a temporada a sete jogos, com 30 pontos e 13 assistências. Ele ainda teve 7 rebotes e 2 roubos de bola. O ala-pivô David West teve 21 pontos e 12 rebotes; Stojakovic marcou 10 pontos e Chandler teve 7 pontos e 10 rebotes.
O Lakers (7v-0d) volta para casa, o Staples Center, nesta sexta-feira (14/11), quando recebe o Detroit Pistons. O time tentará manter a invencibilidade para alcançar seu melhor início de temporada, de 11 vitórias consecutivas, conquistado em 1997-98. O Hornets (4v-3d) joga no mesmo dia em casa, contra o Portland Trail Blazers.
Em alta, Paul quebra recorde de regularidade com double-doubles
Nova Orleans (EUA) - Uma das principais revelações da última temporada da NBA, Chris Paul segue em alta na edição 2008/09 da liga norte-americana. Neste sábado, o armador liderou a vitória do New Orleans Hornets sobre o Miami Heat e colocou seu nome na história do basquete ao quebrar um recorde de regularidade: é o primeiro homem a marcar seis double-doubles (dois dígitos em dois fundamentos) seguidos com pelo menos 20 pontos e dez assistências.
Muito eficiente, Paul já havia se destacado na temporada passada ao levar os Hornets, em seu campeonato de estréia pela equipe, até os playoffs, quando a eliminação só veio nas semifinais da Conferência Oeste. Campeão olímpico com os Estados Unidos nos Jogos de Pequim, o atleta continua brilhando e agora conseguiu quebrar uma marca que estava intacta desde 1968, quando Oscar Robertson conseguiu cinco double-double com essas características de forma consecutiva.
“Esta é uma estatísticas bastante anormal, pois assistências só ocorrem quando seus companheiros de equipe fazem o que deveriam fazer”, afirmou o armador após saber do recorde, garantido por ele após anotar 21 pontos e 13 assistências diante do Heat, batido em Nova Orleans por 100 a 89.
Se o próprio Paul preferiu dividir os méritos com os colegas em vez de comemorar o feito, o técnico dos Hornets, Byron Scott, ficou eufórico com o recorde do atleta de 23 anos. “Isso é histórico para ele, pois conseguiu ultrapassar um nome que está no Hall da Fama”, disse, em referência a Robertson, campeão da NBA em 1971 com o Milwaukee Bucks. “Se ele se mantiver em forma e seguir crescendo como jogador de basquete, obviamente ele estará no Hall também”.
Esforço de Wade não foi suficiente para evitar derrota do Heat
O New Orleans Hornets derrotou o Miami Heat, em casa, por 100 a 89. O armador Chris Paul teve 21 pontos e 13 assistências, a sexta partida consecutiva que ele faz 20, ou mais, pontos e tem 10, ou mais, assistências, batendo o recorde Oscar Robertson, na temporada de 1968.
Paul estava em noite inspirada contra o Heat
“É um momento histórico passar um nome como esse (Robertson) que está no Hall da Fama. Se ele continuar saudável e crescendo como jogador de basquetebol ele também vai para o Hall”, falou o treinador Byron Scott.
Paul ainda pegou sete rebotes e roubou quatro bolas. Mas não aceitou os elogios sozinho.
Hilton Armstrong e Udonis Haslem brigam pelo rebote
“É uma estatística fora do comum. Você só consegue uma assistência se seus colegas de time fazem a cesta”, disse Paul.
David West, com 21 pontos e Tyson Chandler, com 13, ajudaram Paul. Dwyane Wade liderou o Heat com 30 pontos e Udonis Haslem fez 12.
O Heat diminuiu uma diferença de 17 pontos para sete, com 5min06s para o final do jogo. Mas Paul não deixou seu time perder a vantagem, fazendo os próximos seis pontos do jogo.
Uma cesta de três pontos de Peja Stojakovic acabou com as esperanças do Heat, e quem fez a assistência? Paul.
“Ele é um jogador especial e agressivo quando vai para a cesta” elogiou o treinador do Heat, Erik Spoelstra.
Mas a noite de Paul não foi perfeita, ele perdeu a bola cinco vezes.
“Ele estava irritado no final. A primeira pergunta foi quantas vezes ele perdeu a bola”, admitiu Scott.
Se você, leitor, já ficou surpreso com a terceira vitória do Memphis Grizzlies em seis jogos neste campeonato, ficará ainda mais perplexo com a vitória do Charlotte Bobcats sobre o New Orleans Hornets por 92 a 89 (47 a 35 no intervalo) na noite desta sexta-feira na Charlotte Bobcats Arena. Apesar do jogo ter sido na Carolina do Norte, o resultado não deixa de ser surpreendente, isso porque o time treinado pelo veterano Larry Brown não venceu nenhum jogo na pré-temporada e já tinha acumulado três reveses emq quatro jogos nesse campeonato. Já o Hornets vem como um dos favoritos ao título e tem um dos melhores jogadores da atualidade, o armador Chris Paul.
Paul, inclusive, conseguiu uma marca histórica. Ele se tornou apenas o segundo jogador na história da Liga a fazer pelo menos 20 pontos e 10 assistências por cinco jogos consecutivos. O outro atleta que realizou a façanha foi o armador Oscar Robertson, que tem seu nome no Hall da Fama do Basquete, na temporada 1961/62. Contra o Bobcats, “CP3″ fez 20 tentos, distribuiu dez passes perfeitos e ainda recuperou seis bolas, mas essa apresentação não foi suficiente para evitar a segunda derrota consecutiva do Hornets.
Chris Paul (de azul) tenta arremesso mesmo marcado por Gerald Wallace. Felton (nº20) observa (AP Photo/Chuck Burton)
Isso porque os armadores do Bobcats jogaram com muita vontade e somaram 51 dos 92 pontos do time. Jason Richardson e Raymond Felton assinalaram 20 pontos, cada. O segundo, inclusive, acertou lances livres cruciais nos instantes finais e sacramentou o segundo triunfo do Bobcats no campeonato. O jovem DJ Augustin também teve participação importante com 11 tentos e quatro passes para cesta. O único jogador de garrafão do Bobcats que se destacou foi o ala-pivô Emeka Okafor, 10 pontos e 10 rebotes.
A boa atuação defensiva do Bobcats rendeu elogios da estrela do Hornets: “Eles fecharam muito bem o garrafão e dificultaram nosso trabalho por lá. Nós não conseguimos furar o bloqueio deles e tivemos muitos erros, principalmente no segundo quarto (o Hornets marcou apenas sete pontos no segundo período). Não fomos capazes de criar nossos arremessos”, declarou Chris Paul.
Pelo Hornets, além de Paul, apenas o ala sérvio Peja Stojakovic teve uma atuação decente. Ele acertou seis arremessos de 3 pontos e finalizou a peleja com 20 pontos e sete sobras coletadas. O ala-pivô David West não teve uma boa noite, ele errou nove de suas 12 tentativas e terminou a partida com apenas 11 pontos em 40 minutos.
O New Orleans Hornets (3v-2d) tentará se recuperar na noite deste sábado. A equipe da Louisiana recebe a visita do Miami Heat. Já o Charlotte Bobcats (2v-3d) quer emplacar uma sequência de vitórias, o time da Carolina do Norte receberá a visita do Toronto Raptors na tarde deste domingo.
Heat aumenta calvário do Spurs: Em outro duelo Leste x Oeste, o Miami Heat, da Conferência Leste, derrotou o San Antonio Spurs, da Conferência Oeste, por 99 a 83 (50 a 32 no intervalo). Essa foi a terceira vitória do Heat em quatro jogos e a primeira jogando na estrada neste campeonato. A equipe da Flórida também quebrou um incômodo tabu, já que não vencia o Spurs no Texas desde 1996.
O astro da noite foi o ala-armador Dwyane Wade. A estrela do Heat se sentiu muito a vontade no AT&T Center e comandou o Miami com uma atuação soberba. Wade assinalou 33 pontos (14 acertos em 25 arremessos), pegou dez rebotes, distribuiu nove passes para cesta e recuperou três bolas em 36 minutos na quadra.
Mas a principal atração da noite foi a contusão de Tony Parker, armador francês do Spurs. Após ter feito uma atuação magistral contra o Minnesota Timberwolves, quando marcou 55 pontos e deu 10 assistências, Parker era visto pela torcida como o “salvador da pátria” para espantar a crise no alvinegro texano. Mas Parker pouco jogou, ainda no primeiro quarto, ao tentar uma infiltração, Parker torceu o tornozelo esquerdo e saiu de quadra para não mais voltar.
Michael Beasley (nº30) mostrou personalidade. Aqui ele tenta bandeja em cima de Tim Duncan (AP Photo/Eric Gay)
O Spurs sentiu a perda de um dos seus astros e naufragou. Tim Duncan voltou à quadra, tomou as rédeas do time anfitrião, mas pouco pôde fazer para neutralizar Dwyane Wade, Michael Beasley e Udonis Haslem, que estavam em noites inspiradas. Para o próprio Wade, a ausência do camisa 9 afetou o psicológico do Spurs.
“Sem dúvida que eles foram afetados após a saída de Tony”, disse Wade. “É muito difícil você conseguir se superar sem ter um dos seus principais jogadores em quadra, é pior ainda quando o time não está atravessando uma boa fase. Ele (Tony Parker) é um cara que te coloca pressão o jogo e faz com que algum jogador do time adversário tenha uma atenção especial, quando ele saiu nós fizemos o nosso jogo sem preocupação e vencemos”, analisou o camisa 3 do Heat.
O ala calouro Michael Beasley assinalou 20 pontos e pegou oito rebotes. Além do novato, o Heat teve como destaques Udonis Haslem e Chris Quinn. Ambos marcaram 15 pontos, Haselm também pegou 10 rebotes e o armador Quinn conseguiu todos os seus tentos de trás da linha dos 3 pontos. O ala Shawn Marion, que marcou apenas quatro pontos, foi importante na defesa com sete rebotes e quatro recuperações de bola.
Pelo San Antonio o cestinha foi o ala-pivô Tim Duncan. O astro marcou 22 pontos e capturou onze rebotes e mostrou muita irritação durante a partida. desde que chegou a NBA em 1997, Duncan nunca tinha passado por isso, a última vez que o Spurs venceu apenas um de seus primeiros cinco jogos foi na temporada 1995/96, portanto, um ano antes da estréia do camisa 21 na Liga. Além dele, os alas-armadores Roger Mason e Ime Udoka fizeram 18 e 14 tentos, respectivamente.
Sem Parker e sem Manu Ginóbili, outra estrela do time, o San Antonio Spurs (1v-4d) receberá a visita do New York Knicks neste sábado. O Miami Heat (3v-2d) também retorna ao assoalho neste sábado, a equipe da Flórida vai até New orleans para enfrentar o Hornets.
O New Orleans Hornets sofreu a primeira derrota do ano nas mãos do Atlanta Hawks, por 87 a 79, em Nova Orleans. O ala-armador Joe Johnson fez 24 pontos para o Hawks, Josh “The ATLien” Smith fez 11 pontos e pegou 11 rebotes, e Marvin Williams contribuiu com 11 pontos. Chris Paul liderou o time da casa com 22 pontos, David West adicionou 15 e James Posey 10.
Flip tenta um passe por baixo de Armstrong
Pela primeira vez em 11 anos o Hawks inicia uma temporada com 3V-0D. Uma das novidades na equipe é Flip Murray, que fez 14 pontos no jogo.
Com Tyson Chandler e Peja Stojakovic de volta ao time, o Hornets pareceu começar bem. Chandler fez a primeira cesta do jogo, mas o Hawks respondeu fazendo 8 a 0 e liderou pelo resto do primeiro tempo.
Paul com mais uma assistência
Com cestas de Williams e Johnson os visitantes abriram 10 pontos, 24 a 14, no final do primeiro quarto.Paul voltou ao jogo e o time da casa melhorou, diminuindo a vantagem para 31 a 27.
O Hornets diminuiu a diferença para 43 a 40, mas Mike Bibby acertou uma cesta de três no último segundo do primeiro tempo, abrindo 46 a 40.
Paul voltou bem no terceiro quarto, liderando a virada do time, 62 a 58. Mas o Hawks não desistiu e tomou conta do quarto período.
Williams acertou três bolas de três pontos, a última nos três minutos finais, que deu uma liderança de 83 a 74 para o Hawks.
“Isso mostra a maturidade do time. Os jogadores têm mais um ano de experiência. O crescimento aparece quando vencemos fora de casa”, falou o ATLien.
O New Orleans Hornets continuou seu início perfeito de temporada e derrotou o Cleveland Cavaliers em casa neste sábado (1/11), 104 a 92, na New Orleans Arena. O time da Divisão Sudoeste foi liderado mais uma vez pelo armador campeão olímpico Chris Paul, que produziu um duplo-duplo de 24 pontos e 15 assistências. Outro medalhista de ouro em Pequim, o ala LeBron James, foi bem marcado e limitado a 15 pontos em um aproveitamento de seis cestas em 15 arremessos, mas passou 13 assistências, buscou 7 rebotes e roubou 3 bolas para o Cavs.
O ala-pivô brasileiro Anderson Varejão não teve boa atuação no sábado. O capixaba marcou apenas 4 pontos - duas cestas em quatro arremessos e um lance livre desperdiçado - e 6 rebotes em 25min21s de ação. Ele cometeu um turnover e quatro faltas, e quando esteve em quadra, o Cavaliers sofreu 16 pontos a mais do que marcou.
Apesar de equilibrar a maioria das estatísticas, Cleveland desperdiçou muitos lances livres - converteu apenas 11 de 19 - e cometeu mais erros, 18 no total, transformados em 26 pontos pelo Hornets, que perdeu 14 bolas mas só permitiu 12 pontos através delas. “Para sermos um bom time de basquete, que acho que seremos… Temos de fazer um trabalho melhor em tomar conta da bola. Dezoito turnovers e 26 pontos cedidos através destes 18 turnovers contra um dos melhores times da liga… Fica difícil de vencer um jogo”, lamentou o técnico do Cavs, Mike Brown. Apesar disso, é cedo para desespero, na carreira de LeBron James, o Cavs só teve mais vitórias do que derrotas após três jogos disputados apenas uma vez.
O Hornets, por outro lado, não pára de sorrir. Após vencer todos os seus sete jogos de pré-temporada, está invicto em três partidas no campeonato. Em todos os três jogos, Paul marcou pelo menos 20 pontos e 10 assistências. O armador, porém, prefere creditar o reforço James Posey, ala que ajudou o Miami Heat a ser campeão em 2006 e o Boston Celtics a fazer o mesmo este ano. Após fazer 11 pontos na estréia e 13 no segundo jogo, Posey continuou sua progressão aritmética e anotou 15 pontos contra o Cavs, além de mostrar seu habitual poder decisivo através de chutes do perímetro e defesa no final do jogo. Ele roubou a bola de James e levou ao outro lado para uma enterrada no último quarto, e logo depois acertou uma cesta de 3 pontos com o relógio de posse estourando para fazer 96 a 85 com menos de três minutos por jogar.
“Posey está dificultando as coisas para si mesmo agora, porque toda vez que ele errar, vai ouvir de mim. Ele vai ouvir de mim porque agora eu estou esperando que ele acerte todas as vezes”, brincou Paul, enquanto Posey trocava de roupas ao seu lado. Posey, por sua vez, preferiu creditar Paul por sua produtividade aumentada, após produzir uma média de 9,2 pontos por jogo em sua carreira. “Temos jogadores bastante autruístas. Você tem Chris fazendo jogadas para ele e para todo o resto. Você move a bola e ganha chutes completamente livres”, explicou o reserva.
O Hornets jogou desfalcado do pivô Tyson Chandler e do ala Peja Stojakovic, ambos titulares lesionados no joelho direito, mas o pivô Hilton Armstrong e o ala Rasual Butler entraram em seus lugares sem prejudicar o time. Butler acertou três cestas de 3, a caminho de 14 pontos, enquanto Armstrong combinou com o reserva Melvin Ely para 14 pontos e nove rebotes, incluindo várias enterradas em passes de Paul debaixo da cesta. O ala-pivô David West acrescentou 25 pontos.
Cleveland chegou a estar à frente por 83 a 81 no último quarto, mas Paul empatou com uma cesta e logo armou para Butler acertar um triplo da zona morta, fazendo 86 a 83 para o time da casa com 5min25s restando. Brown pediu tempo, mas não conseguiu impedir a arrancada do Hornets. O roubo e enterrada de Posey viriam na posse seguinte, levando ao delírio a torcida que lotou o ginásio - pela 14ª partida consecutiva, o Hornets foi assistido por 18.150 pessoas, uma marca excelente para uma franquia que até o ano passado estava em dúvida se poderia continuar em Nova Orleans por causa dos estragos causados pelo furacão Katrina à economia da cidade. James cometeu outro turnover ao andar com a bola, e o Hornets continuou a ampliar com uma cesta de West. Paul fechou a arrancada de 12 pontos consecutivos com lances livres, praticamente selando a vitória.
LeBron, marcado por Posey em vários momentos do jogo, disse que “nunca realmente entrei em um ritmo ofensivo. Nunca realmente entrei em uma zona confortável a noite inteira. Ainda estávamos dentro do jogo ao entrar no último quarto, mas no final do jogo, jamais consegui me encontrar”, lamentou o astro, que vem sentindo as defesas apertarem após ser cestinha da NBA no ano passado e ter sensacional desempenho nos Jogos de Pequim.
O cestinha do Cavs foi o pivô lituano Zydrunas Ilgauskas, com 18 pontos, além de 5 rebotes e 3 assistências. O armador reserva Daniel Gibson fez 14 pontos, Wally Szczerbiak e Delonte West ambos contribuíram 12 pontos e o armador Mo Williams, contratado para acertar a movimentação de bola do time e ser segundo cestinha, fez apenas 11 pontos em um aproveitamento de cinco cestas em 15 arremessos e deu tantas assistências (4) quanto turnovers (4).
“Nós temos que cortar os desperdícios não-forçados. Se você comete um tentando fazer uma jogada, não dá para culpar isto, mas você pode culpar os não-forçados”, lamentou James.
O Cavs (1v-2d), ainda sem vitórias fora de casa, tenta a primeira nesta segunda-feira, contra o Dallas Mavericks, no American Airlines Center de Dallas. O Hornets (3v-0d) continua em casa para pegar o também invicto Atlanta Hawks na quarta-feira.
Uma vitória e uma derrota até agora, e o Cleveland Cavaliers vai até Nova Orleans para medir forças com os Hornets na noite deste sábado, dia 1º de novembro, a partir das 22h (horário de Brasília) na New Orleans Arena, em partida da terceira rodada da temporada 2008/2009 da NBA. Adversário muito duro, segundo o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão, ressaltando o excelente começo de temporada dos rivais, que venceram os dois jogos que disputaram até agora.
“Eles ainda não perderam este ano, embalados por nove vitórias, estão jogando muito bem. Temos que fazer uma defesa forte, cadenciar o jogo e tentar imprimir o nosso ritmo. É um jogo complicado, mas estamos crescendo, e vencer o New Orleans na casa dele vai nos dar muita moral”, afirmou o ala, da Seleção Brasileira.
Depois de enfrentar o New Orleans Hornets, o Cleveland Cavaliers encara o Dallas Mavericks, fora de casa, na segunda-feira, dia 3 de novembro.
O Cleveland Cavaliers derrotou sem dificuldades em casa o Charlotte Bobcats, por 96 a 79, na noite desta quinta-feira. Daniel Gibson foi o cestinha do jogo com 25 pontos e LeBron o terceiro maior pontuador, com 22.
O ala-pivô brasileiro Anderson Varejão jogou por 20 minutos e marcou dois pontos, ao converter um de dois arremessos de quadra, e pegou três rebotes.
Com a vitória, os Cavs se recuperaram da estréia com derrota para o Boston Celtics, na terça-feira (90 a 85). Já os Bobcats, que estrearam nesta quinta na temporada regular da NBA, continuam sem vencer, após oito derrotas na pré-temporada.
Com a presença da tenista russa Maria Sharapova na platéia do Ginásio US Airways Center, o Phoenix Suns foi derrotado na madrugada desta sexta-feira, em casa, pelo New Orleans Hornets por 108 a 95, em partida válida temporada regular da NBA, a liga norte-americana de basquete.
Contundida, a tenista ex-número um do mundo só voltará ao circuito da WTA em 2009. Com a folga na agenda, Sharapova aproveitou sua passagem pelos Estados Unidos para acompanhar o segundo jogo das equipes na temporada.
O ala-armador brasileiro Leandrinho, que jogou por 21 minutos, deixou a quadra com apenas dois pontos, ao converter um de seis arremessos. O brasileiro também pegou dois rebotes para os Suns.
O armador Steve Nash foi o cestinha do Phoenix na partida, com 24 pontos, enquanto o ala-pivô Amare Stoudemire converteu outros 21.
Pelos Hornets, que seguem invictos na temporada, o armador Morris Peterson marcou 21 pontos, enquanto o também armador Chris Paul converteu outros 20 e deu 10 assistências, deixando a quadra com um double-double.
A direção da NBA pegou pesado com a tabela do Phoenix Suns neste início de temporada, marcando confrontos em noites seguidas contra duas potências da Conferência Oeste. Na quarta-feira o time de Leandrinho venceu fora de casa o San Antonio Spurs, mas na quinta não reeditou a boa atuação e foi derrotado na estréia em casa pelo New Orleans Hornets por 108 a 95 (56 a 44 no intervalo). (more…)
O próximo adversário do Phoenix Suns, do brasileiro Leandrinho, o New Orleans Hornets, derrotou o Golden State Warriors por 108 a 103, em Oakland. Chris Paul fez uma bandeja, com 19,4s para o final, que virou a partida. O armador terminou o jogo com 21 pontos e 11 assistências. David West liderou o Hornets com 24 pontos e Peja Stojakovic adicionou 16. O cestinha do time da casa foi Stephen “Whooo” Jackson, que foi envolvido em conversas de troca com Tayshaun Prince (do Detroit Pistons), com 26 pontos, Kelenna Azuibuike adicionou 17.
Paul acerta bandeja com a marcação de Stephen "Whooo" Jackson
Após pedir para ser trocado Al Harrington, ala/pivô do Warriors, teve uma noite difícil. Harrington acertou apenas cinco de 17 arremessos, terminando a noite com 13 pontos.
James Posey, que venceu dois títulos da NBA, em 2006 com o Miami Heat e em 2008 com o Boston Celtics, fez 11 pontos em sua estréia com o Hornets.
Jogando sem Monta Ellis o Warriors perdeu a quinta estréia de temporada nas últimas sete. O time da casa entregou uma vantagem de 10 pontos nos últimos minutos do primeiro tempo. DeMarcus Nelson, que foi o armador titular no lugar de Ellis, acertou uma cesta no último segundo, dando a vantagem de 57 a 56 para a equipe californiana no intervalo.
Paul (esq.) e West (dir.) comemoram vitória sopre o GSW
O Hornets ainda não perdeu na temporada, incluindo aí as sete vitórias na pré-temporada. Mas a equipe chegou perto da derrota.
Após um arremesso de Paul, que deu uma liderança de seis pontos, com 5min47s para o final do jogo, o Hornets ficou quase 4min sem pontuar, e o Warriors passou a frente, 101 a 100, com uma cesta de Corey Maggette, que terminou a noite com 27 pontos.
"Ok, ok... Você não quer jogar para mim, pelo menos joga..."
Paul colocou os visitantes na liderança novamente, mas as emoções não terminaram.
Após a bandeja de Paul, Stephen “Whooo” Jackson passou para Harrington, só que a bola foi para fora da quadra. Stojakovic ainda certou dois lances-livres e Harrington, continuando com sua péssima noite, errou uma arremesso de três pontos.
O ala-armador Alando Tucker foi vetado pelo departamento médico do Phoenix Suns para os três primeiros jogos da equipe na temporada nesta semana por causa de uma lesão na perna esquerda que acabou causando desconforto no joelho também. O problema se originou quando o jogador sofreu uma distensão na batata da perna durante os treinamentos da pré-temporada em Tucson. Ele ainda conseguiu jogar quatro jogos amistosos, sendo o segundo maior pontuador do time com uma média de 12,5 pontos por partida na ausência do brasileiro Leandrinho, que estava em São Paulo acompanhando sua mãe, gravemente doente. O esforço extra substituindo o brazuca causou uma sobrecarga que acabou levando Tucker de volta para a enfermaria, mas ele espera estar à disposição do técnico Terry Porter para a excursão da próxima semana para jogos contra times da Conferência Leste.
“Eu comecei a colocar pressão nos músculos da perna e a coisa travou, mas a dor já passou, estou me sentindo muito melhor. Só quero me livrar definitivamente do problema com esse descanso”, disse Tucker.
O veto a Tucker significa que o armador novato Sean Singletary terá a chance de completar o banco como o 12º jogador disponível para a partida desta quarta-feira à noite contra o San Antonio Spurs no Texas, e nos jogos em casa contra o New Orleans Hornets na quinta-feira e contra o Portland Trail Blazers no sábado. Mas isso provavelmente não vai afetar a rotação da equipe, já que o técnico Terry Porter pretende utilizar um revezamento de nove ou no máximo 10 atletas. E esse décimo jogador pode variar a cada partida, dependendo do adversário ou problemas com faltas e lesões.
Leandrinho espera dedicar boas atuações no início da temporada à sua mãe, Dona Ivete, que ainda está hospitalizada. Depois da estréia desta noite contra o Spurs, o time do Suns fará a primeira apresentação diante de sua torcida amanhã contra o Hornets do armador Chris Paul, segundo mais votado na eleição do melhor jogador da temporada passada. O US Airways Center de Phoenix receberá uma atração musical especial na ocasião, o cantor Brian McKnight vai cantar o hino nacional americano antes do início da partida e algumas canções de seu novo álbum no show do intervalo. Para quem não conhece, McKnight é um cantor de rhythm & blues que gravou um belo duelo com a estrela brasileira Ivete Sangalo interpretando a música Back At One, aquela em que a musa do axé solta o vozeirão cantando o verso “Eu quero estar ao seu lado, baby, pra recomeçar” (confira vídeo no Youtube). Que a trilha sonora sirva de inspiração a Leandro para homenagear Dona Ivete Barbosa com um basquete de alto nível.
Mas agora o “one, two, three” que o time do Arizona mais está ouvindo nesses dias é o grito de guerra enfatizando a maior preocupação da pré-temporada, com a chegada de Porter o mantra em voz alta mudou de “um-dois-três, Suns” para “um-dois-três, defesa!” quando o time forma a roda e junta as mãos ao final de cada treino. É mais um lembrete sobre o grande objetivo da equipe na temporada, melhorar na marcação para ter chances de lutar pelo título.
O Suns incorporou novas peças ao seu elenco com a idéia fixa de evoluir na defesa, foi para isso que contratou Porter, assinou com o atlético ala ex-Golden State Matt Barnes e escolheu na 15ª posição do draft um pivô com mais características de marcação para proteger o meio do garrafão, o “clone de Anderson Varejão” Robin Lopez. Mas na maior parte a mudança tem de acontecer na atitude de cada jogador do time e funcionar depressa.
O exemplo a ser seguido vem justamente do rival San Antonio, e seis meses depois de ser eliminado na primeira rodada dos playoffs pelo Spurs, o Suns estréia na temporada 2008-09 no mesmo AT&T Center que viu o fim da era de “ataque total” sob o comando do técnico Mike D´Antoni. E agora é justamente o Alvinegro texano com seu estilo de jogo mais cadenciado, com forte marcação, execução em meia-quadra e bom uso do banco de reservas que parece servir de modelo para o Phoenix. Se não pode vencê-los, junte-se a eles, afinal o Spurs eliminou o Suns nos playoffs em três das últimas quatro temporadas.
No campeonato passado, o estilo altamente ofensivo do time de Leandrinho cedeu uma média de 105,2 pontos por jogo aos adversários, mas até que no aproveitamento de arremessos dos oponentes (45,6%) a coisa não foi assim tão ruim, nesse critério a equipe terminou empatada em 12º lugar na NBA. Apesar de ter um defensor de grande reputação como o ala-armador Raja Bell, o Suns pecava por não conseguir parar jogadas nos momentos mais importantes e essa vulnerabilidade foi a principal causa do rompimento com D´Antoni. Agora Porter instalou um esquema defensivo que procura fechar os espaços no meio e mandar os adversários mais para o lado ou para perto da linha de fundo.
“Estamos nos acostumando a ele. Temos simplesmente de repetir bastante isso e ter certeza que vai se tornar uma segunda natureza. Estamos fazendo um bom trabalho para chegar lá, ainda não estamos 100% em um estágio em que simplesmente sabemos defender e isso se torna uma segunda natureza”, afirmou Bell ao jornal Arizona Republic.
Um problema na assimilação dos novos conceitos foi a ausência de Amaré Stoudemire e Leandrinho da maior parte do trabalho de pré-temporada, são dois dentre os cestinhas do time que mais precisam evoluir defensivamente, e não tiveram muitos treinamentos para isso neste mês de outubro. Mas a defesa coletiva da equipe já mostrou uma sensível evolução nos amistosos, resta saber se o pique vai se manter na competição real.
“Vai depender do quanto eles estiverem abertos para a idéia da defesa, do quanto eles estão dispostos a investir mais tempo de treinamento no setor defensivo, e como isso vai impactar na atitude deles se o time não tiver sucesso nessa área imediatamente? Amaré deu declarações ousadas que eles (Suns) nunca prestaram atenção suficiente na defesa, e agora estão prestando mais atenção, vamos ver quanto foco ele tem para evoluir nessa parte de seu jogo. Os grandes defensores de um time têm grande antecipação. Os marcadores inferiores estão sempre um passo atrasados. Será interessante ver se o que eles trabalharam na pré-temporada os ajudou com suas rotações”, analisou o comentarista da ESPN e ex-treinador do Houston com grande reputação defensiva, Jeff Van Gundy.
O armador-astro canadense Steve Nash disse que a melhora defensiva é mais uma questão de o time comprar a idéia de marcar mais coletivamente, ele lembra que os esquemas defensivos de Mike D´Antoni eram bons o bastante para funcionar, se fossem executados a contento. Desde o início do trabalho na quadra, Porter tem usado a frase “fator de confiança”.
“São cinco caras marcando o pick-and-roll. Nós temos de ser bons nisso. De muitas maneiras, essa é a âncora de muitas defesas de times. Tomara que nós possamos ter uma grande presença em torno da nossa cesta e impedir as pessoas de chegarem lá”, afirmou Nash.
Reforçando essa idéia, o pivô Shaquille O´Neal destaca que os armadores do Suns precisam marcar posição na frente dos oponentes, se as penetrações forem dificultadas no primeiro combate, sobram dois gigantes (Shaq e Stoudemire) na cobertura. Porter também falou sobre a importância dos marcadores no perímetro evitarem infiltrações fáceis em velocidade e procurarem ditar o caminho da bola para eliminar opções de arremessos desmarcados e dar tempo de a defesa estar armada.
“A chave é que se eu puder fazer ele (um atacante em penetração, principalmente o armador Tony Parker) tentar um arremesso mais difícil de converter, alguém tem que isolar Tim Duncan do rebote. Todo mundo tem de estar na mesma página. Eu não vou nenhum chute fácil para ninguém. Eu vou endurecer para cima deles muito forte ou fazê-los tentar um arremesso difícil, eles (Spurs) têm que trabalhar duro por cada cesta”, concluiu Shaq.
“Ele (Porter) está indo para uma situação difícil no Phoenix que teve muito sucesso jogando de uma maneira, e agora está procurando modificá-la. Com isso, você pode encontrar alguma resistência, particularmente se não for bem sucedido no início da temporada. É difícil vislumbrar o Suns ganhando o campeonato, mas dou ao Steve Kerr (gerente geral) muito crédito pela coragem de seguir o que ele acredita ser o caminho para o título. Ele é o cara mais humilde que eu já ouvi, dizendo que não sabe se isso vai funcionar ou não, mas que viverá com os resultados (de sua decisão)”, finalizou Jeff Van Gundy.
Se o primeiro passo do Suns vai ser bom, quem tiver TV a cabo terá a oportunidade de conferir, o jogo contra o Spurs terá transmissão ao vivo da ESPN Brasil a partir das 22h (de Brasília).
A Divisão Sudoeste é considerada a mais forte de toda a NBA. Além do trio de texanos, que se mantém no topo desde o início da década, o New Orleans Hornets, do astro Chris Paul, despontou com uma campanha fulminante na temporada passada e, de forma impressionante, desbancou o trio texano. Agora, o Hornets quer manter seu reinado e Dallas, Houston e San Antonio estão dispostos a destroná-lo. Prever quem irá ganhar a divisão mais disputada do fortíssimo Oeste? Impossível. Mas uma coisa é certa, esta divisão conta com quatro fortes candidatos ao título.
Dallas Mavericks
Ginásio: American Airlines Center Títulos: Nenhum Temporada 2007/08: Elimando na primeira rodada dos playoffs (51v-31d, 1 a 4 contra o New Orleans Hornets) Estréia: 30/10, contra o Houston Rockets, em casa
De vice-campeão em 2006 para a quarta força da Divisão Sudoeste no último campeonato, essa foi a trajetória do Dallas Mavericks nos últimos dois anos. A equipe texana assustou o mundo com um playoff arrasador em 2006, quando eliminou o poderoso San Antonio Spurs, mas decepcionou nas finais ao perder para o Miami Heat, após estar vencendo a série por 2 a 0. Todavia, em 2007, o Mavs parecia estar de volta ao caminho da glória com uma campanha arrasadora na temporada regular, vencendo 67 de seus 82 compromissos. Mas a equipe liderada pelo alemão Dirk Nowitzki voltou a decepcionar após ser derrotada pelo Golden State Warriors na primeira rodada dos playoffs.
Jason Kidd e Dirk Nowitzki querem voltar a sorrir em 2008-09
No último campeonato o azulão texano teve uma campanha discreta, embora tenha sido boa. O time, cujo proprietário é o excêntrico Mark Cuban, foi apenas uma sombra na competitividade extraordinária do Oeste. A equipe conseguiu 51 triunfos e 31 derrotas na temporada regular e acabou em sétimo, indo enfrentar o emergente New Orelans Hornets nos playoffs. O resultado foi uma sova do jovem time do Hornets, que sem piedade aplicou 4 a 1 e adiantou as férias do Dallas.
Agora, o Mavericks busca uma nova identidade. O time texano dispensou o técnico Avery Johnson, acusado de ser “ditador”, e para o lugar dele contratou o jovem e enérgico Rick Carlisle. A esperança é que Carlisle use sua inteligência para melhorar o esquema de jogo da equipe, muito criticado pelos especialistas nos playoffs. O treinador já afirmou que usará a experiência do vovô Jason Kidd, que foi literalmente “tacado” no elenco por Johnson após ter chegado ao Mavs em fevereiro deste ano, e também já conversou com o astro Dirk Nowitzki, que está mais motivado do que nunca para coroar sua brilhante carreira com a única coisa que lhe falta: o título da NBA.
Com a chegada de Kidd, o Dallas praticamente abdicou do futuro e pensa apenas no presente, por isso a motivação da franquia é enorme para provar que o Mavericks não é o amarelão oficial da NBA, coisa que vem circulando pelas más linguas da NBA. Além disso, um jogador será fundamental para uma boa campanha do azulão, o ala Josh Howard. Se ele colocar a cabeça no lugar, o Mavs tem boas chances de repetir o desempenho de 2006, só que com mais sucesso.
Técnico: Rick Carlisle
O treinador Rick Carlisle é conhecido por ser um dos maiores estrategistas da NBA. Ele tem a capacidade de ler o jogo como poucos e isso deverá dar um bom casamento com um ser humano com características parecidas com as dele, só que com a bola nas mãos: o armador Jason Kidd. O veterano era a grande esperança da torcida de levar o Mavericks ao título logo em sua primeira temporada, porém ele não foi aproveitado e acabou mostrando um desempenho abaixo da expectativa. Entretanto, Carlisle já adiantou que com ele será diferente, Kidd será uma das peças mais importantes do elenco e poderá usar toda a sua experiência em favor do time.
Carlisle também pretende colocar o ala Josh Howard nas rédeas após a série de lambanças que o lateral fez dentro e fora da quadra nos últimos tempos. O treinador pretende fazer um trabalho especial com o camisa 5, pois sabe que ele é importantíssimo para o bom desempenho da franquia no campeonato. Rick já mostrou que sabe trabalhar com jogadores problemáticos, é só lembrar de seu desempenho louvável no comando do Indiana Pacers, que tinha Stephen Jackson, Ron Artest e Jermaine O’Neal em seu elenco.
Time-base: Jason Kidd, Jason Terry, Josh Howard, Dirk Nowitzki e Erick Dampier Principais reservas: Jerry Stackhouse (ala-armador), Brandon Bass (ala-pivô), Devean George (ala), DeSagana Diop (pivô), Gerald Green (ala). Reforços: Shawne Williams (ala) e Gerald Green (ala) Principais perdas: Nenhuma perda importante
Dallas joga bem contra o Washington Wizards na pré-temporada:
Houston Rockets
Ginásio: Toyota Center Títulos: 2 (1994 e 1995) Temporada 2007/08: Elimando na primeira rodada dos playoffs (55v-27d, 2 a 4 contra o Utah Jazz) Estréia: 29/10, contra o Memphis Grizzlies, em casa
O Houston Rockets pouco se reforçou para esta temporada, mas conseguiu um jogador de peso para finalmente chegar ao título. A “equipe da NASA” conseguiu o ala Ron Artest através de uma troca com o Sacramento Kings. Todos sabem que Artest é talentoso e versátil, um dos jogadores mais completos de defesa da Liga e que pode contribuir no ataque, vendo por esse lado os mais empolgados já irão cravar: “Ah… então o campeonato está no papo!” Não é bem assim, Artest é talentoso mas também tem um incrível talento para arranjar problemas e acabar com estruturas dos times por quais passa. Então resta saber como o camisa 96 se comportará em Houston e como seus colegas irão reagir as excentrecidades do lateral.
Um deles terá de ser reserva. Qual deles você escolheria?
É inegável que o Rockets entra para o campeonato como um dos principais favoritos. Afinal, o time conta com um trio de respeito (Tracy McGrady, Yao Ming e Ron Artest) e ainda tem bons jogadores nas funções de coadjuvantes. O principal deles é o argentino Luis Scola, ele está com 28 anos e vem para sua segunda temporada na NBA mais experiente, além disso o hermano teve uma Olimpíada impecável e isso aumentou seu prestígio na NBA. Resta saber se as lesões dos principais astros irão atrapalhar a caminhda dos foguetes texanos. Como é de praxe, McGrady e Yao costumam se machucar e isso pode dificultar a vida dos comandados de Rick Aldeman no concorrido Oeste.
Técnico: Rick Aldeman
O treinador soube aproveitar o que seu antecessor deixou de bom e implantou apenas algumas mudanças no sistema ofensivo. Como Jeff Van Gundy, ex-treinador do Rockets, havia deixado um bom sistema defensivo, Aldeman, que não é lá muito fã de defesa, continuou adotando a mesma tática. No ataque ele fez algumas mudança e impôs um sistema ofensivo cujo a ênfase vai para a criatividade e a liberdade. Aldeman estimula seus jogadores a terem paciência nas ações ofensivas e se importa apenas com a movimentação e a fluidez das jogadas. O treinador também é conhecido por lidar bem com seus jogadores, mesmo os mais problemáticos e isso pode ser um trunfo para o Rockets, pois se ele conseguir manter os neurônios de Ron Artest no lugar o Rockets tem tudo para decolar, não só na temporada regular, mas também nos playoffs.
Houston mostra sua nova força contra o Spurs em amistoso:
Time-base: Rafer Alston, Tracy McGrady, Ron Artest, Luis Scola, Yao Ming Principais reservas: Shanne Battier (ala), Carl Landry (ala-pivô), Luther Head (ala-armador), Aaron Brooks (armador), Brent Barry (ala-armador) Refoços: Brent Barry (ala-armador), Ron Artest (ala), Joey Dorsey (ala-pivô, calouro), D.J. Strawberry (ala-armador)
Memphis Grizzlies
Ginásio: FedEx Forum Títulos: Nenhum Temporada 2007/08: 5º lugar na Divisão Sudoeste (22v-60d) Estréia: 29/10, contra o Houston Rockets, fora de casa
Um time em reconstrução. É isso o que pode se dizer do Memphis Grizzlies. A equipe do Tennessee não tem nenhuma grande expectativa para esta temporada e tem tudo para ser um dos lanternas da Conferência Oeste, assim como foi no último campeonato. O mais “experiente” da turma é o jovem Rudy Gay, que tem oito anos e acabou de aprender a ler e a escrever, o resto da trupe ainda está no prézinho e não sabe assinar o nome. Brincadeiras a parte, é com esse espírito que o Memphis vai ser encarado no campeonato 2008/09. A juventude é a principal característica e, junto com o Minnesota Timberwolves, é o time mais jovem da Liga.
Eis o time titular do Memphis, o mais jovem da NBA junto ao Minnesota
Entretanto, se pra agora o elenco é imaturo daqui a uns quatro anos o Grizzlies terá um bom time. A dupla de jovens OJ Mayo e Rudy Gay tem tudo para ser uma das melhores duplas da NBA e a franquia ainda conta com os promissores Mike Conley Jr, Javaris Crittenton, Marc Gasol e Hamed Haddadi, o iraniano que quebrou algumas barreiras entre seu país e o pessola da terra do Tio Sam. A única coisa que se pode afirmar em relação ao Memphis Grizzlies é que ele ficará com o último lugar da Divisão Sudoeste, a não ser que os outros times sejam extintos da face da Terra.
Técnico: Marc Iavaroni
O técnico Marc Iavaroni é uma das maiores incógnitas da NBA. Ele só tem um ano de experiência como treinador principal e não se pode falar muito, pois o elenco que ele treinou era um Memphis Grizzlies piorado, cujo pivô titular era o lendário Kwame Brown. Iavaroni conquistou uma boa reputação como assistente técnico, chegando a trabalhar com Pat Riley em Miami e com Mike D’Antoni em Phoenix. Entretanto, diz a lenda que um dos pivôs preferidos do treinador é o mitológico Jake Tsakalidis, que foi trocado por três rosquinhas no Suns. Enfim, devido a juventude e imaturidade de seu elenco não dá para julgar Marc Iavaroni como técnico.
Time-base: Mike Conley, OJ Mayo, Rudy Gay, Hakim Warrick, Darko Milicic Principais reservas: Javaris Crittenton (armador), Hamed Haddadi (pivô), Marc Gasol (pivô), Marko Jaric (armador), Darrell Arthur (ala-pivô) Reforços: Antoine Walker (ala), Hamed Haddadi (pivô, calouro), Marc Gasol (pivô, calouro), Marko Jaric (armador), Darrell Arthur (ala-pivô, calouro), OJ Mayo (ala-armador, calouro)
Memphis faz jogo duro em amistoso contra o Houston Rockets:
New Orleans Hornets
Ginásio: New Orleans Arena Títulos: Nenhum Temporada 2007/08: Elimando nas semifinais de Conferência (56v-26d, 3 a 4 contra o San Antonio Spurs) Estréia: 29/10, contra o Golden State Warriors, fora de casa
O New Orleans Hornets foi a principal surpresa positiva do campeonato passado. A equipe, liderada pelo incrível Chris Paul, conseguiu desbancar vários favoritos da acirradíssima Conferência Oeste e terminou a temporada regular com o título da Divisão Sudoeste e com a segunda melhor campanha da Conferência. Nesta temporada o Hornets vem mais forte do que nunca pois manteve o elenco que surpreendeu no último campeonato e ainda contratou um dos melhores agentes livres disponíveis: o ala James Posey, campeão pelo Boston Celtics.
Será Posey o reserva que faltava para o Hornets disputar o título?
Posey vem para trazer energia e experiência vindo do banco de reservas , algo que deu muito certo no Celtics na última temporada e tem tudo para se repetir no Hornets. Além disso, três jovens jogadores continuam evoluindo, cada um a seu modo. O armador Chris Paul caminha rumo a glória, podendo se tornar um dos melhores homens de perímetro da história da Liga. O ala-pivô David West mantém suas sólidas médias de quase 20 pontos e 10 rebotes por jogo e é fundamental para o Hornets sem chamar muito a atenção. Por fim, o pivô Tyson Chandler se consolida como um dos melhores centrais da NBA e já se firmou como um dos principais reboteiros da Liga.
Assim o Hornets tem um futuro muito promissor pela frente e buscará o título já nesta temporada. resta saber se a juventude do elenco pesará, pois o experiente San Antonio Spurs aproveitou a maior experiência de seu elenco para eliminá-los no último campeonato.
Técnico: Byron Scott
Além de ter um elenco bom, o Hornets conta com um técnico de primeira. Byron Scott ganhou o prêmio de Melhor Técnico na última temporada. Ele é conhecido por ser um ótimo motivador, além de ser especialistas em um dos esquemas mais complexos da NBA, o “Princeton offense”. Esse esquema baseia-se na movimentação tranquila da bola e dos jogadores até que se ache espaço para arremessos ou infiltrações. Com Chris Paul comandando a ofensiva, o Hornets virou um dos melhores e mais temidos times da NBA. Scott, como já foi dito, é um grande motivador, sabe quando mexer com os brios dos jogadores para que eles nunca desistam de ganhar, essa é uma das chaves para o crescimento vertiginoso do time de Nova Orleans.
Time-base: Chris Paul, Morris Peterson, Peja Stojakovic, David West, Tyson Chandler Principais reservas: James Posey (ala), Hilton Armstrong (ala-pivô), Julian Wright (ala), Rasual Butler (ala-armador) Reforços: James Posey (ala), Mike James (armador)
O Hornets derrota o Washington Wizards em Berlim:
San Antonio Spurs
Ginásio: AT&T Center Títulos: 4 (1999, 2003, 2005, 2007) Temporada 2007/08: Eliminado nas Finias de Conferência (56v-26d, 1 a 4 contra o Los Angeles Lakers) Estréia: 29/10, contra o Phoenix Suns, em casa
Veja os anos dos títulos do Spurs. Os alvinegros do Texas ganharam em 2003, 2005 e 2007 e o campeonato que está por vir acaba em… bom, deixa pra lá. As “casas de apostas” dos basqueteiros de plantão apontam que o Spurs tem 99% de chance de ser campeão nesta temporada. Não importa que eles estejam envelhecendo, que o Manu Ginóbili se machuca muito e não é mais tão querido pelos torcedores ou que o Tim Duncan tenha um carisma tão grande quanto o de uma pulga. É ano ímpar e isso quer dizer que só um meteoro ou a ressurreição de Jesus poderão impedir o penta do Spurs.
Mais um ano ímpar = mais um título para Tim Duncan e cia?
Como já foi dito, o Spurs vem envelhecendo. O único que ainda não sofre com dores na coluna e que não precisa de bengalas após os jogos é o francês Tony Parker, o resto já pode entrar de graça no ônibus e ter lugar preferencial em fila de banco, mas isso não que dizer que eles estejam mortos. A equipe texana sempre consegue aliar experiência e talento e sempre surpreendem seus adversários, que o diga o Suns e o Hornets na última temporada.
Tim Duncan ainda está em plena forma e é uma arma letal no garrafão, Tony Parker pode correr o quanto quiser em quadra e Manu Ginóbili é a criatividade em pessoa e mostrou que é igual vinho, quanto mais velho mais talento ele mostra. Aliado a isso tudo os torcedores do Lakers, Hornets, Suns, Mavericks, Rockets, Nuggets, Blazers, Warriors, Jazz têm que torcer, fazer figas para que a escrita de ano ímpar seja quebrada.
San Antonio Spurs conquista o tetra em 2007:
Técnico: Gregg Popovich
O técnico tetracampeão pelo Spurs é conhecido por ser chato, controlador e aficcionado em defesa, mas também é conhecido por ser extremamente competente. Agora de barba, Popovich quer manter a rotina: a de vitórias. A favor dele temos inúmeros motivos para que isso continue a acontecer, é ano ímpar, Tim Duncan ainda está na ativa e ainda conta com os espetaculares Tony Parker e Manu Ginóbili. Ou seja, “Pop”, um dos técnicos mais chatos do planeta, tem tudo para continuar ganhando e mostrando sua maestria a beira da quadra.
Time-base: Tony Parker, Manu Ginóbili, Bruce Bowen, Tim Duncan e Fabricio Oberto Principais reservas: Michael Finley (ala), Roger Mason (ala-armador), Ime Udoka (ala), Kurt Thomas (ala-pivô) Reforços: Desmon Farmer (armador), George Hill (ala-armador, calouro). Principais perdas: Não teve perdas significativas