Sem Carlos Boozer mas com Paul Millsap, que teve 19 pontos e 14 rebotes, o Utah Jazz derrotou o Golden State Warriors por 119 a 114, em Salt Lake City. Deron Williams fez 25 pontos e deu 15 assistências, Mehmet Okur teve 20 pontos e 11 rebotes e Andrei Kirilenko adicionou 15 pontos para o Jazz.
Jamal Crawford teve 28 pontos para o Warriors, Corey Maggette, retornando após perder 15 partidas com uma lesão muscular, teve 23 pontos. Andris Biedrins fez 14 pontos e pegou 17 rebotes. Foi a quarta derrota em cinco partidas para Golden State.
Williams fez 25 pontos e teve 15 assistências na vitória do Jazz
Stephen “Whoo!!” Jackson teve uma lesão muscular na coxa direita no final do primeiro tempo da partida e não retornou. Ele havia feito 15 pontos até o intervalo.
“O Corey voltou e perdemos o Stephen”, falou Crawford.
Maggette conseguiu diminuir a diferença para 108 a 105.
Millsap fez dois pontos, bloqueou um arremesso e Brewer acabou com uma enterrada. Brewer adicionou dois lances-livres para a conta e fez três pontos, quando faltavam 1min14s para o final, dando uma vantagem de 117 a 110 para o Jazz.
“A gente sabia que deveria parar o jogo de garrafão deles. Eles fizeram muitos pontos lá dentro, e foi demais. A gente disse ‘chega’ e melhoru a defesa”, analisou Millsap.
O Golden State Warriors acabou com sua série de cinco derrotas seguidas ao vencer o Charlotte Bobcats fora de casa, 110 a 103, neste sábado (20/12). O time pode agradecer ao armador Jamal Crawford, que marcou 50 pontos para liderar a vitória.
É a terceiro vez em sua carreira que Crawford marca 50 ou mais pontos, e o terceiro time diferente em que o faz - seus outros dois jogos de 50 pontos foram pelo New York Knicks, que o enviou para o Warriors em uma troca há algumas semanas, e pelo Chicago Bulls, time que o draftou. Isto o coloca na companhia de três lendas do basquete que marcaram 50 ou mais por três times diferentes: Wilt Chamberlain (pelo Philadelphia Warriors, 76ers e Los Angeles Lakers), Bernard King (Golden State Warriors, Knicks e Washington Bullets) e Moses Malone (Houston Rockets, Washington Bullets e 76ers). “Ele é um cestinha incrível quando esquenta”, comemorou o treinador do Warriors, Don Nelson.
Crawford acertou 14 de 26 arremessos, cinco de oito chutes de 3 pontos e 17 de 18 lances livres, ficando a dois pontos de seu recorde pessoal e se tornando o primeiro Warrior a marcar 50 pontos em um jogo desde que Antawn Jamison, hoje no Wizards, o fez em dois jogos seguidos na temporada 2000-01. O armador não teve dificuldades para bater Raja Bell e Raymond Felton, seus marcadores, com fintas e penetrações para bandejas ou faltas, e ainda conseguiu 5 assistências. “Sinto que posso conseguir qualquer arremesso que quiser”, disse Crawford, mostrando sua confiança.
Mesmo sem Corey Maggette (músculo posterior da coxa) e Stephen Jackson (mão), lesionados, Golden State foi superior no ataque graças a Crawford, que se recuperou bem após marcar apenas seis pontos na noite anterior, uma derrota para o Atlanta Hawks. Na mesma ocasião, Nelson declarou que daria o controle total de sua defesa ao auxiliar Keith Smart. O assistente saía de sua cadeira e berrava instruções toda vez que o Bobcats estava no ataque, ambos os técnicos tinham cadeiras no meio do círculo durante os tempos mortos e, por várias vezes, Smart falou antes de Nelson.
A defesa, pior da NBA, falhou no início do quarto período ao permitir que uma vantagem de 12 pontos caísse para apenas 95 a 88 em uma cesta de 3 de Felton, com 4min53s restando. Crawford respondeu com um triplo e mais tarde acrescentou dois lances livres e uma cesta de média distância.
Charlotte não conseguiu aproveitar o bom momento da vitória de sexta-feira sobre o Memphis Grizzlies, quando acertou 66% de seus arremessos, a melhor marca da curta história da franquia, e venceu sua segunda partida consecutiva. A terceira vitória seguida não veio, mesmo em uma noite em que o recém-adquirido Raja Bell marcou 21 pontos. Boris Diaw ficou pendurado por boa parte do jogo e foi limitado a 11 pontos. Emeka Okafor teve 12 pontos e 13 rebotes, mas não acertou nem o aro em um lance livre quando seu time estava atrás por cinco pontos a 28,3s do final. “Quando você não tem um grande time, você tem de estar pronto para jogar todas as noites”, pregou o técnico Larry Brown.
Gerald Wallace marcou 26 pontos e Felton acrescentou 14 pontos e 8 assistências para o Bobcats. Pelo Warriors, o italiano Marco Belinelli, fazendo sua segunda partida consecutiva como titular, marcou 14 pontos e 4 assistências. Kelenna Azubuike teve um duplo-duplo de 21 pontos e 13 assistências e o pivô Andris Biedrins marcou 11 pontos e 9 rebotes antes de ser eliminado com seis faltas.
O Warriors (8v-20d), com apenas 4v-13d na estrada, ainda encara dois compromissos fora de casa antes do Natal: nesta segunda-feira (22/12), visitam o Orlando Magic na Amway Arena, seguido de um jogo contra o Miami Heat na terça-feira. Charlotte (9v-19d) joga na terça-feira (23/12), novamente na Charlotte Bobcats Arena, contra o Washington Wizards.
O Golden State Warriors gosta de protagonizar jogos emocionantes e cheio de pontos. Para os fãs da NBA, que curtem muitas cestas e jogadas bonitas no ataque, os jogos do time californiano são um prato cheio. Na noite desta segunda-feira, a franquia de Oakland protagonizou mais uma partida atípica. Atuando em sua Bay Arena, o Warriors acabou sendo derrotado pelo Miami Heat por 130 a 129 na prorrogação, em um jogo emocionante.
Apenas para os torcedores essas partidas não têm sido divertidas. Diante do Heat a equipe do técnico Don Nelson fez de tudo para perder e conseguiu. O Golden State abusou dos erros na prorrogação e viu o novato Michael Beasley garantir o triunfo do Miami na estrada. O ala aproveitou uma bobeada na saída de jogo do adversário, roubou a bola e sofreu a falta. Beasley converteu um de seus dois lances livres e colocou o Heat a frente, 130 a 129, com 3seg para o fim do tempo extra. O time anfitrião ainda teve a chance de vencer com Jamal Crawford, mas ele desperdiçou o arremesso que tentou.
Wade costura defesa do Warriors em mais uma atuação de gala (AP Photo/Marcio Jose Sanchez)
Após errar o chute derradeiro, Crawford mostrou toda a sua frustração pela grande chance desperdiçada por sua equipe de vencer a partida. O ala-armador não sabe o que é vencer desde que foi trocado para o time californiano no dia 21 de novembro. Desde então, o Warriors perdeu sete jogos, incluindo a surra de 138 a 125 sofrida para o mediano New York Knicks. Crawford fez sua melhor partida com a camisa do Warriors e seu melhor jogo na temporada. Ele conectou 40 pontos e deu sete assistências.
Entretanto, a atuação inspirada do camisa 6 do Warriors de nada adiantou. A equipe fez questão de jogar fora a vitória no tempo regulamentar e na prorrogação. A equipe da Califórnia vencia por dois pontos, 115 a 113, mas a última posse era do Heat. A bola, logicamente, foi para as mãos do astro Dwyane Wade. Bem marcado, o ala-armador do Heat foi forçado a passar para Michael Beasley, que errou seu arremesso. Só que o ala-pivô Udonis Haslem pegou o rebote ofensivo no meio de quatro jogadores rivais e converteu com uma bandeja no estouro do cronômetro para empatar o jogo em 115 tentos e forçar a prorrogação.
O tempo extra foi igualmente emocionante e disputado. O Warriors se manteve na frente durante boa partida dos 5min extras e parecia que acabaria com a série de derrotas. Dois lances livres convertidos por Corey Maggete deram a liderança ao Warriors por quatro pontos, 127 a 123, a 18s do fim. Partida liquidada? Não em se tratando do Warriors. A equipe californiana permitiu uma bela jogada de Dwyane Wade a 15s do término. Ele encarou a marcação de Crawford, conseguiu a cesta e a falta, reduzindo a distância para apenas um tento. O Heat fez uma falta rápida para parar o cronômetro e Jamal Crafword não desperdiçou a chance e converteu os dois lances que teve a disposição, recolocando a diferença em três pontos. Porém, essa liderança se evaporou a 7s do soar da sirene, quando Chris Quinn conectou um belo chute de 3 da zona morta. Foi aí que aconteceu o lance que definiu o duelo. O ala Michael Beasley ficou esperto na saída de bola do Warriors e aproveitou o vacilo de Andris Biedrins, que pretendia entregar a bola nas mãos de Crawford, Beasley se antecipou, roubou a bola e partiu para a cesta. Biedrins, para completar o serviço, fez falta em Beasley, que encestou um de seus dois lances livres e deu a liderança ao time visitante.
Chris Quinn acerta arremesso de 3 e empata o jogo em momento crucial (AP Photo/Marcio Jose Sanchez)
O herói Beasley terminou a peleja com 19 pontos, seis rebotes e um toco. Contudo, quem liderou a franquia da Flórida foi o astro Dwyane Wade. O camisa 3 do Heat teve uma atuação espetacular, como de costume. Wade assinalou 37 pontos, distribuiu 13 assistências, pegou cinco rebotes e deu três tocos. Os alas Shawn Marion e Udonis Haslem fizeram 21 tentos cada. Marion ainda pegou dois rebotes a mais que Haslem, 15 contra 13. O armador Mario Chalmers completou a lista de destaques do Heat com 12 tentos e seis assistências.
Para Dwyane Wade, a vitória mostrou o pode de superação do Heat: “Esta vitória significa muito para nós”, declarou o ala-armador. “Este foi um jogo muito difícil e conseguir voltar e vencer, mesmo jogando na estrada, mostra nosso poder de superação. Nossa equipe cresceu durante o jogo e eu vi meus companheiros fazerem um trabalho muito bom”, completou Wade. O Heat tem 2v-2d em sua série de cinco jogos na costa oeste americana.
Pelo Warriors, que não perdia cinco jogos desde a temporada 2003/04. Além de Crawford, outros jogadores tiveram atuações destacadas. O ala Corey Maggete assinalou 29 pontos e ainda pegou cinco rebotes. O pivô Andris Biedrins, apesar da falha no final, dominou o garrafão com 17 tentos, 15 rebotes e um toco. O ala-pivô segundo-anista Brandan Wright contribuiu com 15 tentos enquanto que o ala Stephen Jackson foi o “garçom” com 11 assistências.
Jogadores do Heat comemoraram. Crawford lamenta derrota (AP Photo/Marcio Jose Sanchez)
O ala Stephen jackson acredita que sua equipe não é diferente de nenhuma outra na NBA: “Nós não somos diferentes de nenhum outro time, nós só precisamos encontrar um caminho para a vitória. Não estamos conseguindo ir bem nos momentos derradeiros dos jogos”, analisou o ala. O Warriors perdeu oito dos últimos 12 duelos que fez em casa contra o Heat. Além disso, a equipe californiana foi derrotada em quatro dos últimos cinco embates.
O Golden State Warriors (5v-13d) tentará acabar com a sequência de reveses na noite desta sexta-feira, quando enfrentará o Houston Rockets, no Texas. O Miami Heat (9v-9d), por sua vez, encerrará sua sequência de viagens nesta quarta-feira diante do Utah Jazz.
O Cleveland Cavaliers busca se manter perfeito jogando na sua Quicken Loans Arena. Até o momento, o Cavs conseguiu vencer seus oito primeiros jogos como mandante nesta temporada e pretende continuar aproveitando o apoio de sua torcida na noite desta sexta-feira.
A equipe de Ohio receberá a visita do Golden State Warriors, que vem de três derrotas seguidas. Entretanto, o time do técnico Mike Brown tem que tomar cuidado com o rival californiano. Na última quarta-feira, o Warriors deu muito trabalho ao Boston Celtics e só foi derrotado após uma atuação primorosa de Ray Allen. Na ocasião, Corey Maggete conectou 32 pontos e Jamal Crawford se mostrou mais entrosado com seus novos companheiros de time.
Crawford foi negociado com o time californiano pelo New York Knicks, que pretende abrir espaço na folha salarial para contratar LeBron James, astro do Cavs, em 2010. LeBron, inclusive, vem atravessando uma de suas melhores fases na carreira. Ele é o cestinha da liga, com média de 27.9 pontos, além de ter excelentes números nos rebotes (7.2 por jogo) e nas assistências (6.9 por partida).
Outro jogador do Cavs que atravessa excelente fase é o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão. Reconhecido como um bom jogador de defesa, o ala-pivô vem mostrando que também pode contribuir no ataque. Sua média de 8.0 pontos por jogo é a mais alta da carreira. Além disso, Varejão continua tendo bons números nos rebotes, com 6.4 por partida.
Para o técnico Mike Brown, a confiança de Varejão é seu principal aliado no crescimento ofensivo: “Ele está confiando mais em seu chute. Ele sempre teve um arremesso bom, mas acho que às vezes lhe faltava confiança. Ele treinou mais esse aspecto e voltou mais forte, confiando mais em seus chutes. Além disso, ele está se movimentando muito bem e recebendo passes com boas condições de concluir”, analisou o treinado do time de Ohio.
O ala-armador Delonte West também vem passando por uma fase especial. O atleta de 25 anos vem tendo 34.4 minutos de média por jogo (média mais alta da sua carreira) e vem correspondendo a confiança dada pelo técnico Mike Brown com um basquetebol eficiente. West é o quarto cestinha da franquia, com média de 11.7 pontos e vem acertando 52% de seus chutes, um aproveitamento incrível para um armador e que joga a maior parte do tempo no perímetro. West também é o melhor arremessador de 3 do time, acertando, em média, 45% de seus arremessos de longe.
Com todas essas armas, o Cleveland Cavaliers buscará sua nona vitória em casa e a 13ª no campeonato. O tapinha incial para Cleveland Cavaliers (12v-3d) e Golden State Warriors (5v-10d) será dado às 22h30min (de Brasília).
Washington Wizards e Golden State Warriors fizeram o jogo de mais pontos da rodada desta terça-feira da NBA. Entretanto, isso não foi o que mais chamou a atenção, as coisas que mais prenderam a atenção da imprensa especializada foram as estréias de Jamal Crawford pelo Warriors, após ter sido trocado do New York Knicks, e do técnico Ed Tapscott no Wizards, já que a franquia da capital norte-americana demitiu o treinador Eddie Jordan na última segunda-feira.
A estréia de Tapscott foi mais bem sucedida, pois seu Washington Wizards venceu a partida por 124 a 100 (63 a 49 no intervalo) e de quebra acabou com um incômodo tabu de não vencer o Warriors há quatro partidas. Para completar a noite perfeita para o Washington, a equipe teve seu melhor desempenho ofensivo na temporada com seus 124 tentos e 50% de aproveitamento nos arremessos.
A dupla de estrelas, Caron Butler e Antawn Jamison, finalmente jogaram o que deles se espera. Butler foi impecável com 35 pontos, oito rebotes, seis assistências e três roubadas de bola. Já Antawn Jamison conectou 25 tentos e capturou onze rebotes em 38 minutos no assoalho. Somados, os dois acertaram 25 dos 49 arremessos que tentaram, totalizando o excelente aproveitamento de 51% nas suas tentativas.
Caron Butler (nº3) foi soberano na noite desta terça (AP Photo/Haraz N. Ghanbari)
Entretanto, não foi apenas a dupla que brilhou, os coadjuvantes também. O ala-pivô reserva Andray Blatche teve sua melhor aparição na carreira, ele marcou 25 tentos, capturou 12 sobras, distribuiu cinco passes para cesta e deu cinco tocos. O pivô novato JaVale McGee também apareceu bem com 14 tentos, cinco rebotes e um toco. O “garçom” da equipe anfitriã foi o ala-armador DeShawn Stevenson, que distribuiu sete passes perfeitos. Todas essas boas atuações ajudaram o Washington a encerrar a série de cinco derrotas consecutivas.
Para Antawn Jamison, a vitória foi um alívio: “Nós precisávamos desesperadamente vencer esse jogo. Por isso, entramos com muita energia em quadra e acho que conseguimos impor nosso ritmo desde o primeiro minuto, isso foi fundamental. É isso que nós temos que fazer, impor nosso ritmo e não deixar que eles (adversários) joguem”, analisou o ala-pivô.
Pelo Golden State Warriors, o cestinha foi o ala Corey Maggete. O atleta de 29 anos assinalou 17 tentos em 30min na quadra. O ala Stephen Jackson conectou 16 pontos e distribuiu oito assistências enquanto que o pivô letão Andris Biedrins encestou 15 tentos, capturou nove rebotes e deu dois tocos. O ala-armador Kelenna Azubuike também fez 15 pontos, contudo ele não começou a partida como titular.
Corey Maggete liderou o time visitante com 17 pontos (AP Photo/Haraz N. Ghanbari)
O estreante Jamal Crawford, por sua vez, foi discreto. Em sua primeira aparição com a camisa 6 do Warriors, Crawford conectou nove pontos (quatro arremessos certos em dez tentativas) e distribuiu sete assistências. O ala-armador fez uma boa avaliação de sua estréia.
“Eu já posso ver que há lugar onde me encaixo bem no time”, disse. “Eu só preciso conhecer um pouco melhor o estilo de jogo de meus colegas e ser mais agressivo. Se for um armador mais agressivo, conseguirei acahar meus companheiros livres com frequência, mas, para o primeiro jogo, acho que fiz um bom papel”, concluiu Jamal Crawford.
O Golden State Warriors (5v-9d) tem uma tabela difícil pela frente. na noite desta quarta-feira, a equipe californiana vai até o TD Banknorth Garden para enfrentar o atual campeão Boston Celtics. Duas noites depois, o time do técnico Don Nelson vai até Cleveland para encarar o Cavaliers de LeBron James & cia. O Washington Wizards (2v-10d), por sua vez, folga nesta quarta e retorna a ação na quinta, quando irá encarar o Orlando Magic em casa.
O New York Knicks concordou nesta sexta-feira (21/11) em enviar o armador Jamal Crawford para o Golden State Warriors, em troca do ala-pivô Al Harrington.
Harrington vinha exigindo uma troca desde o início da temporada e foi colocado no banco pelo técnico Don Nelson, que não o via como um jogador útil enquanto estivesse insatisfeito. O Knicks teve interesse imediato, já que Harrington se encaixaria bem no esquema veloz do novo técnico Mike D’Antoni - de fato, ele atuou bem entre 2006 e 08 atuando em um ritmo semelhante sob o comando de Nelson.
A negociação demorou um pouco para sair porque o Knicks tentou empurrar o armador Stephon Marbury, afastado do time até conseguir uma troca, o pivô Eddy Curry e o veterano ala-pivô Malik Rose. No final das contas, porém, New York teve de ceder Crawford, que vinha brilhando sob D’Antoni. Apesar de ele não ser um armador puro, o Warriors, segundo fontes da NBA, visualiza uma capacidade de comandar a armação do time enquanto o titular Monta Ellis se recupera de cirurgia no tornozelo e uma possível parceria de qualidade quando Ellis retornar.
Crawford vem com média de 19,6 pontos por jogo nesta temporada, após produzir um recorde pessoal de 20,6 pontos e 5 assistências em 2007-08. Se ele desistir de sua opção de deixar seu contrato em julho de 2009, seu contrato vai até 2010-11, e ele receberia US$ 8,6 milhões neste ano, US$ 9,4 milhões no próximo e US$ 10 milhões em 2010-11.
Harrington jogou apenas cinco vezes nesta temporada, com 12,4 pontos e 5,6 rebotes por jogo, mas ficou de fora dos últimos seis jogos com o pretexto de uma lesão nas costas. O ala-pivô tem uma longa história com o gerente geral do Knicks, Donnie Walsh, que o draftou direto da escola de ensino médio em 1998, quando ainda comandava o Indiana Pacers. Após deixar o time como free agent, Harrington voltou em 2006 após Walsh movimentar uma troca com o Atlanta Hawks. Sua segunda passagem foi curta, porém: no meio da temporada, em janeiro de 2007, ele foi enviado ao Warriors junto a Stephen Jackson e outros dois jogadores. Sua chegada ajudou o Warriors a voltar aos playoffs após 13 anos de ausência, Golden State foi a zebra do ano ao derrotar o primeiro colocado Dallas Mavericks na primeira rodada, mas foi eliminado pelo Utah Jazz nas semifinais da Conferência Oeste.
O interesse do Knicks em Harrington pode ser além de o que ele pode dar em quadra: o ala-pivô recebe US$ 9,2 milhões este ano e US$ 10 milhões na próxima temporada, e seu contrato termina após a temporada 2009-10, liberando espaço na folha salarial para o plano do Knicks de contratar o ala LeBron James, do Cleveland Cavaliers, quando este ganhar passe livre em 2010.
Melhores lances de Al Harrington na temporada 2006-07:
Melhores momentos de Jamal Crawford com a camisa do New York Knicks:
Sem Tony parker e Manu Ginobili o San Antonio Spurs contou com 23 pontos, nove rebotes e sete assistências do ala/pivô Tim Duncan para derrotar o New York Knicks por 92 a 80, em casa. Parker deve perder um mês com uma torção no tornozelo esquerdo, Ginobili deve voltar em dezembro, após uma cirurgia no tornozelo.
Randolph e Duhon tentam roubar a bola de Duncan
Wilson Chandler tenta uma bandeja contra Duncan
O novato George Hill começou a partida no lugar de Parker e fez 12 pontos. Bruce Bowen terminou com 13 pontos.
Jamal Crawford fez 28 pontos, liderando o Knicks.
O Knicks teve sua maior liderança quanto Crawford acertou uma cesta de três, abrindo uma vantagem, de seis pontos, 46 a 40, no começo do terceiro quarto. Nos próximos 3min20s San Antonio fez 10 a 2, virando o placar, 50 a 48.
Com uma cesta de Duncan, com 5min48s para o final do terceiro quarto, o time da casa liderava por 56 a 49. No final do período a vantagem diminuiu para três pontos, 67 a 64.
San Antonio fez os 11 primeiros pontos do quarto período. O Knicks levou 5min para pontuar, quando Zach Randolph diminuiu a diferença para 78 a 66, mas o Knicks não chegou mais perto no placar.
“Eles jogaram duro e estavam desesperados. É uma boa equipe, merece crédito. Devemos arremessar melhor e mover a bola melhor contra um time desses”, disse o treinador do Knicks, Mike D’Antoni.
O Knicks perdeu sete partidas seguidas para o Spurs. Desde 18 de Março de 2003 o Knicks tem 1V-10D contra San Antonio no Texas.
O New York Knicks derrotou o Utah Jazz por 107 a 99, acabando com a invencibilidade co Jazz. Jamal Crawford fez 32 pontos. Zach Randolph fez 25 pontos e pegou 14 rebotes e Chris Duhon adicionou 16 pontos, nove assistências e cinco rebotes.
Crawford tenta a bandeja contra Brewer
Ainda sem Deron Williams o Jazz teve problemas para organizar o ataque. Carlos Boozer fez 19 pontos e pegou 17 rebotes. Andrei Kirilenko fez 18 pontos e Mehmet Okur ajudou com 17.
“Não cuidamos bem da bola. Foi nossa primeira derrota e vamos aprender com ele”, disse Boozer.
Mais uma bola desperdiçada pelo Jazz
O Knicks foi para o intervalo perdendo por cinco pontos, mas teve o melhor quarto da temporada. O time da “Grande Maçã” fechou o terceiro período fazendo 11 a 0. Utah não pontuou nos últimos 4min30s do quarto final.
Sem Williams, Utah cometeu 22 turnovers, dando 30 pontos de graça para New York.
“Não posso me preocupar com isso. Ninguém quer saber. Eu também não. Deron Williams é um grande jogador, gostaria de ter ele em quadra, mas ele não está aqui. Isso não quer dizer que você vai para a quadra e tenta jogar a bola fora”, disse o treinador do Jazz, Jerry Sloan.
Com 4min para o final Duhon acertou um arremesso e, logo após, achou Randolph para mais dois pontos, aumentando a vantagem para 98 a 86. Utah não conseguiu diminuir a diferença.
New York Knicks e Miami Heat fizeram um dos jogos mais esperados da rodada cheia desta quarta-feira. Ambos os times tiveram temporadas horríveis em 2007/08 e sofreram várias mudanças em seus elencos. O duelo, disputado no Madison Square Garden em Nova York, também marcou a estréia do técnico Mike D’Antoni no comando do Knicks e ela não poderia ter sido melhor. No melhor estilo run-and-gun, o time nova-iorquino mostrou força ofensiva e venceu o Heat por 120 a 115 (60 a 45 no intervalo).
Como era de se esperar, o Knicks não se preocupou com a defesa, mas mostrou que, ofensivamente, será um dos melhores times da NBA. Nada menos que seis jogadores atingiram a marca de dígitos duplos e mostraram para a torcida fanática do Knicks que o sistema de D’Antoni tem tudo para funcionar em Nova York. O cestinha da equipe anfitriã foi o ala-armador Jamal Crawford, que assinalou 29 pontos. Ele ainda conseguiu quatro rebotes e quatro passes para cesta.
O ala-pivô Zach Randolph jogou improvisado como pivô e não teve dificuldades para se adaptar a nova função. “Fat” acertou sete de seus 15 arremessos e finalizou a partida com 20 pontos, além de ter coletado nove sobras. Seu parceiro de garrafão, o enérgico David Lee correspondeu as expectativas com 16 tentos, 11 rebotes e cinco assistências. Quem também marcou 16 pontos foi o ala Quentin Richardson.
O baixinho Nate Robinson saiu do banco e teve boa atuação (AP Photo/Mary Altaffer)
Dois jovens reservas também se destacaram. O armador Nate Robinson conseguiu 13 pontos e deu sete assistências, superando o desempenho do titular Chris Duhon, autor de nove tentos e três passes em 37 minutos na quadra. O ala segundo-anista Wilson Chandler surpreendeu mais ainda, ele acertou oito de suas 15 tentativas e encerrou o duelo com 17 tentos e nove rebotes. O italiano Danilo Gallinari teve uma estréia discreta na NBA, em três minutos ele errou os dois arremessos que tentou e saiu zerado. Já o armador Stephon Marbury não jogou, apesar dos gritos da torcida pedindo a presença do armador em quadra.
O técnico Mike D’Antoni fez uma avaliação boa da partida, mas ressaltou que a pane nos minutos finais não pode acontecer: “No geral, eu gostei de nossa apresentação”, disse. “Mas aqueles cinco minutos finais me preocuparam, o time não jogou bem e nós quase sofremos a virada, isso não pode acontecer. Ainda temos algumas coisas a melhorar, mas, numa avaliação geral, acredito que fizemos um bom jogo”, completou.
Wade infiltra, cercado por dois jogadores do Knicks (AP Photo/Mary Altaffer)
D’Antoni se refere ao último quarto, quando o Knicks foi dominado pelo Heat e quase jogou a vitória pela janela. A sorte da equipe anfitriã é que Dwyane Wade, líder da reação do time da Flórida, foi excluído por faltas a 1min30s do fim, após dar um toco limpo em Jamal Crawford, que foi interpretado pela arbitragem como ilegal. Assim, Wade encerrou sua partida antes do esperado com números assombrosos, 26 pontos, nove assistências e sete rebotes.
Os outros destaques do Heat vieram do garrafão. O ala-pivô Udonis Haslem, improvisado de pivô, e o ala Shawn Marion fizeram dígitos duplos. Haslem marcou 23 pontos e pegou 10 rebotes enquanto que Marion assinalou 14 tentos, capturou 11 sobras e deu dois tocos em 36 minutos na quadra.
Os novatos e já titulares Michael Beasley e Mario Chalmers tiveram atuações distintas. Chalmers brilhou e ficou próximo de um triplo-duplo logo em sua estréia na NBA, 17 tentos, oito assistências e sete rebotes, já Beasley errou dez arremessos de suas 14 tentativas e finalizou o jogo com apenas nove pontos.
Para o calouro Beasley, o Heat demorou a acordar na partida: “Nós começamos o jogo sonolentos, sem garra”, afirmou. “Quando acordamos, já era tarde”, finalizou o camisa 30 do Heat.
A equipe da Flórida tentará sua primeira vitória na temporada regular nesta sexta. O Miami Heat (0v-1d) receberá a visita do Sacramento Kings. O New York Knicks (1v-0d), por sua vez, viaja até a Pennsilvania para enfrentar o Philadelphia 76ers, também na noite de sexta-feira.
Notas: Pela primeira vez, desde 2003, o Miami Heat começou o jogo com dois calouros como titulares (Mario Chalmers e Maichael Beasley). A última vez que isso ocorrera foi em 28 de outurbo de 2003, quando Dwyane wade e Udonis Haslem foram escalados como inicantes diante do Philadelphia 76ers; O novo técnico do Heat, Erik Spoelstra, é o técnico mais jovem da NBA atualmente, ele tem 37 anos; Esta é a primeira vez em cinco anos que o Knicks estréia diante de sua torcida na temporada regular. Isso não acontecia desde o campeonato 2003/04.
O clássico nova-iorquino entre New Jersey Nets e New York Knicks fechou a pré-temporada para ambas as equipes na noite desta sexta-feira. O duelo foi disputado no Madison Square Garden, casa do Knicks, mas foi ofuscado pela bomba do dia: a internação do ex-técnico da equipe Isiah Thomas, que teria tido uma overdose de calmantes. Na quadra o jogo foi bom e terminou com uma apertada vitória do Nets por 111 a 110 (62 a 57 no intervalo).
O técnico do Knicks Mike D’Antoni, que substituiu Thomas no cargo, preferiu não se intrometer muito no assunto: “É claro que eu estou torcendo muito por ele e pela sua família espero que tudo acabe bem. Mas, realmente, não sei de muita coisa sobre o que aconteceu”, disse o treinador antes da partida.
O cestinha do jogo foi o ala-armador Jamal Crawford, que anotou 30 pontos. Ele foi o comandante da reação do time da casa no último período, quando reduziu a vantagem do Nets de doze pontos e chegou a assumir a liderança. O ala-armador ainda deu sete assistências. Pelo New Jersey Nets a condição de maior pontuador ficou com o ala-armador Vince Carter, responsável por 20 tentos.
O que contou a favor do Nets foi a regularidade durante o jogo, além da boa distribuição ofensiva. Outros cinco jogadores fizeram dígitos duplos em algum fundamento e foram fundamentais para a vitória. O armador Devin Harris não deixou nenhuma bola passar entre suas pernas e terminou o jogo com 16 pontos e seis assistências, mesma pontuação do ala Bobby Simmons, que também pegou oito rebotes.
O pivô novato Brook Lopez teve mais uma participação sólida, 14 pontos e cinco rebotes e viu dois armadores reservas se sobressaírem. O calouro Chris Douglas-Roberts assinalou 10 pontos enquanto que Keyon Dooling fez 13 tentos e distribuiu cinco assistências.
Pelo New York Knicks, além de Crawford, apenas o armador nate Robinson e o veterano Malik Rose se destacaram. Robinson marcou 13 pontos enquanto Rose fez 12 tentos e pegou oito rebotes. A equipe nova-iorquina estréia na temporada regular 2008/09 contra o Miami Heat no Madison Square Garden. O New Jersey Nets, por sua vez, vai até a capital norte-americana para enfrentar o Washington Wizards.
Confira os outros resultados da rodada desta sexta:
Milwaukee Bucks 104 x 112 Chicago Bulls MIL: Jefferson 21pts / Mbah a Moute 10rebs / Ridnour 7asts CHI: Nocioni 26pts/ Gray 9rebs / Sefolosha 10asts
Miami Heat 96 x 93 San Antonio Spurs MIA: Beasley 19pts / Beasley 9rebs / Chalmers 10asts SAS: Parker 16pts / Udoka 7rebs / Parker 6asts
Oklahoma City Thunder 94 x 105 Los Angeles Lakers OKC: Westbrook 23pts / Green 8rebs / Watson 7asts LAL: Bynum 23pts / Bynum 8rebs / Fisher 5asts
Enquanto Stephon Marbury, armador do New York Knicks, tenta suprimir seu ego e começar as partidas do banco, o ala/armador Jamal Crawford tenta colocar a imprensa contra Starbury.
Após a partida de pré-temporada contra o Philadelphia 76ers, marbury saia do banho e mandou um repórter sair de seu armário. O repórter não gostou e os dois discutiram um pouco, nada muito sério. Crawford chamou alguns repórteres para mostrar a situação.
Mas os problemas do Knicks não acabam aí. O ala/armador Allan Houston, que está tentando uma volta ao basquetebol, machucou seu quadríceps.
“Estou feliz que não são meus joelhos”, disse Houston, que encerrou a carreira com problemas nos dois joelhos.
Com a aproximação do draft, que será realizado nesta quinta-feira, aumentam os rumores de troca para a noite do recrutamento. Mais uma vez uma das equipes que mais se especula uma troca é o New York Knicks. Disposto a se livrar dos grandes contratos que tem, o Knicks está disposto a trocar o ala-armador Jamal Crawford, o ala-pivô Zach Randolph ou o pivô Eddy Curry nesta quinta-feira. O detalhe é que os três vêm sendo criticados nos últimos campeonatos, outro fator em comum entre os jogadores é que todos ganham acima do que produzem em quadra, ou seja, têm contratos “superestimados”.
Crawford, que teve médias de 20.6 pontos, 2.6 rebotes e 5.0 assistências, é o mais “pobre” da lista. O ala-armador de 28 anos embolsa por temporada cerca de $8,6 milhões de dólares e ganhará mais de $10 milhões a partir da temporada 2010/11.
O ala-pivô Zach Randolph, que foi adquirido pelo Knicks justamente na noite do draft de 2007, ganha $14,6 milhões de verdinhas por campeonato. Muito dinheiro para um jogador que, apesar de garantir médias de 17.6 pontos e 10.6 rebotes, é nulo na defesa e considerado fominha. A má notícia para a torcida e diretoria do time nova-iorquino é que o salário de Randolph irá aumentar para $17,3 milhões a partir do campeonato de 2010.
O pior caso, entretanto, parece ser o do pivô Eddy Curry. O atleta de 2,11m de altura fez uma temporada fraca, obtendo médias de 13.2 pontos e 4.7 rebotes por partida. Mesmo atuando em apenas 59 das 82 partidas do Knicks no último campeonato, Curry viu seus $9,7 milhões de dólares depositados em sua conta bancária ao fim do campeonato. Assim como Randolph e Crawford, o contrato do pivô de 129kg tem uma cláusula que permite o aumento do salário para $11 milhões a partir de 2010/11.
Visando enxugar a folha de pagamento e até uma maior vantagem para escolhas no recrutamento da Liga, o presidente de operações de basquete do time, Donnie Walsh, está garantindo que poderá um dos três nesta quinta-feira, noite do draft.
A hipótese de uma troca pelo armador Stephon Marbury ainda existe, mas no caso do camisa 3 não seria urgencial a mudança, ao contrário dos casos dos três acima citados. Isso porque Marbury será agente livre irrestrito ao Knicks no fim da temporada que vem, o que abriria aproximadamente $22 milhões de dólares de espaço para o time de Nova York. Para o rápido sistema de jogo do treinador Mike D’Antoni, ainda especula-se a vinda de um novo armador e o nome de TJ Ford, do Toronto Raptors, parece soar bem aos ouvidos de todos pelos lados da Big Apple.
O armador do New York Knicks, Jamal Crawford, ligou para o novo treinador Mike D’Antoni, e ficou com uma boa impressão. “Falei com ele. Grande cara. Vencedor.Ele e o Sr. Walsh [Donnie Walsh, presidente da equipe] vão mudar a equipe. É muito bom saber o tipo de jogo que ele prefere. Estou feliz. Ele acha que não somos tão ruins quanto pensamos,” disse Crawford.
Crawford parece tão entusiasmado com o novo treinador que o comparou à Doc Rivers, que levou o Boston Celtics à Final da NBA.
D’Antoni tem uma equipe mais lenta do que o Phoenix Suns, que ocmandou na última temporada, com Zach Randolph e Eddy Curry. E Stephon Marbury, o armador, que vem de uma temporada em que passou por uma cirurgia no tornozelo que terminou com sua temporada.