January 7, 2009

Richardson quer participar de torneio de arremessos de três pontos no Fim-de-Semana das Estrelas

 

O ala do Phoenix Suns, e companheiro de Leandrinho, Jason Richardson, quer ser o primeiro jogador da NBA com títulos no Campeonato de Enterradas e de 3 pontos do Fim de Semana das Estrelas da NBA. Em 2002 e 2003 ele venceu o Campeonato de Enterradas, agora, em 2009, quer participar do torneio de arremessos de longa distância.

“Espero ser o primeiro a vencer (os dois). Mostra muito do meu jogo, que não sei apenas enterrar”, disse Richardson.

O líder em aproveitamento dos três pontos desta temporada, com 48,5%, deve  receber a chance da NBA.

“Definitivamente faria. Não participo (de campeonatos de três pontos) desde o Ensino Médio. (Michael) Jordan foi o primeiro (que participou dos dois na NBA)”, afirmou.

Na verdade, o pioneiro foi o ex-ala do Los Angeles Lakers, Michael Cooper, que teve o pior desempenho em campeonatos de três pontos (apenas cinco pontos) da história da liga.

Suns procura manter boa sequência, 5º lugar no Oeste e tabu positivo contra Pacers

O Phoenix Suns quer dar continuidade a seu bom momento na noite desta quarta-feira. A equipe do Arizona, do técnico Terry Porter e do ala-armador brasileiro Leandrinho, irá enfrentar o jovem e surpreendente time do Indiana Pacers no US Airways Center, Arizona, à meia-noite (horário de Brasília), na madrugada de quarta para quinta-feira. O Suns venceu seus últimos três jogos e pulou da oitava para a quinta colocação na forte Conferência Oeste.

Desde que conseguiu a troca com o Charlotte Bobcats que trouxe o ala-armador Jason Richardson, o Suns venceu seis em oito jogos. Além disso, a equipe mostrou força ofensiva, marcando em média 45 pontos a mais que os rivais desde que o quinteto formado por Steve Nash, Jason Richardson, Grant Hill, Amare Stoudemire e Shaquille O’Neal começou a atuar junto. Entretanto, a falta de ritmo de jogo pode pesar para o Suns, isso porque a franquia do Arizona jogou apenas quatro vezes nos últimos 17 dias, uma folga inimaginável nos atuais tempos da NBA.

O reforço Jason Richardson, que contabiliza médias de 15.8 pontos, 4.6 rebotes e 2.3 assistências em oito jogos pelos Suns, foi notícia neste início de semana. O ala-armador foi indiciado por dirigir embriagado numa comunidade tribal indígena na região metropolitana de Phoenix. A citação encaminhada ao tribunal de justiça de West Mesa informa que Richardson foi parado por um policial na comunidade índia de Salt River Pima-Maricopa às 2h48min da madrugada (horário local), dirigindo uma Mercedes Benz branca ano 2008, e o teste do bafômetro indicou que o nível de álcool no sangue do jogador estava acima de 0,08%. Entretanto, o caso não deve ter consequências maiores para o camisa 23 do Suns. Como não houve prisão que justificasse uma suspensão da liga, J-Rich deve começar jogando ao lado de Steve Nash no duelo desta quarta-feira.

O time de Phoenix também procura aproveitar ao máximo sua tabela mais “folgada” nestes últimos dias. A equipe busca sua quarta vitória consecutiva contra times que tem menos de 50% de aproveitamento na temporada. Além disso, o Suns buscará manter um tabu positivo contra o Pacers. Os comandados de Terry Porter venceram os sete últimos jogos que fizeram contra o rival de Indianápolis. O último êxito fora no dia 5 de novembro de 2008, quando o Phoenix venceu por 113 a 103 com 49 pontos de Amare Stoudemire.

Pelo Indiana Pacers, que vem de quatro derrotas nos últimos seis jogos, a novidade será o retorno do ala Mike Dunleavy. O atleta de 28 anos retornará às quadras após ficar mais de dois meses de molho. De acordo com o técnico Jim O’Brien, Dunleavy irá voltar aos poucos e, provavelmente, não começará como titular nesta quarta. A última vez que o Pacers conseguiu uma vitória na costa oeste americana foi no dia 26 de outubro passado, quando bateu o Houston Rockets por 91 a 90.

January 6, 2009

Detenção de Richardson por dirigir embriagado não rende suspensão e ele joga contra Pacers, Leandrinho falta a treino

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 2:38 pm

Jason Richardson, novo ala-armador titular do Suns, foi indiciado por dirigir embriagado numa comunidade tribal indígena na região metropolitana de Phoenix, mas pelo tempo transcorrido da infração (21 de dezembro), o caso não deve ter repercussões mais sérias como aconteceu com a suspensão do ala Carmelo Anthony pelos dois primeiros jogos da temporada da NBA por ter sido preso por dirigir bêbado. A citação encaminhada ao tribunal de justiça de West Mesa informa que Richardson foi parado por um policial na comunidade índia de Salt River Pima-Maricopa às 2h48min da madrugada (horário local), dirigindo uma Mercedes Benz branca ano 2008, e o teste do bafômetro indicou que o nível de álcool no sangue do jogador estava acima de 0,08%.

Ele também foi acusado de estar dirigindo em alta velocidade e fora da faixa. A multa aplicada pelo oficial afirma que o atleta estava a 65 milhas por hora numa zona cuja velocidade máxima permitida era de 55 mph indo na direção sul no Loop 101 da estrada Thomas Road.

O jogador foi citado e liberado mediante o compromisso de se apresentar numa audiência preliminar judicial que ainda não tem data marcada. Larry Kazan, advogado de defesa especializado em casos de motoristas embriagados, notificou a corte que irá representar o jogador de 26 anos no processo. Ele e o clube não se manifestaram sobre o assunto.

Como não houve prisão que justificasse uma suspensão da liga, J-Rich deve começar jogando normalmente na próxima partida do Suns (19V-12D) na noite de quarta-feira contra o Indiana Pacers (à 0h no horário de Brasília), com o ala-armador brasileiro Leandrinho no banco de reservas. Recentemente o grande ídolo da franquia e vice-campeão da liga em 1993, o folclórico comentarista da TNT Charles Barkley, também foi preso por dirigir alcoolizado, e declarou ao policial que avançou o sinal de parada obrigatória “indo encontrar uma garota que teria lhe feito o melhor sexo oral de sua vida.” 

O excesso de tempo livre deve ter pesado para Richardson abusar na dose, afinal naquela semana de Natal o Phoenix só jogou uma vez (na rodada do dia 25, derrota por um ponto na última bola contra o San Antonio Spurs), e o jogo contra o Pacers será apenas o quarto disputado pela equipe nos últimos 17 dias, uma folga na tabela completamente atípica para os padrões da NBA.

Aliás, Leandrinho faltou ao treino do Suns ontem por motivos particulares, liberado pelo time, mas não deve ser problema para o jogo de amanhã. Terry Porter elogiou o esforço do brasileiro substituindo Nash na armação nos últimos jogos, mas está ainda mais satisfeito com a química obtida pelo novo grupo titular formado depois da troca com o Charlotte Bobcats. Em 98 minutos de atuação do quinteto Steve Nash/Jason Richardson/Grant Hill/Amare Stoudemire/Shaquille O´Neal, o Suns marcou 45 pontos a mais que os adversários, e com três vitórias consecutivas e a ajuda de uma combinação de resultados subiu da oitava para a quinta posição na zona de classificação aos playoffs da Conferência Oeste.

Ultimamente, muitos treinos do Suns terminam com uma hora extra para os novatos: o pivô Robin “clone de Anderson Varejão” Lopez trabalha de um lado da quadra com o técnico-assistente ex-pivô Bill Cartwright e o armador esloveno Goran Dragic treina do outro sob a supervisão do auxiliar-técnico sérvio Igor Kokoskov. Como Leandrinho vem sendo mais utilizado como armador reserva do astro canadense Steve Nash e o time contratou como terceiro armador o segundoanista Dee Brown, ex-Washington Wizards, Dragic perdeu seu espaço na rotação e não joga há mais de quatro semanas, enquanto o 15º escolhido no draft Lopez está perdendo tempo de quadra para o ala-pivô Louis Amundson, no jogo de sexta-feira contra o Los Angeles Clippers ele não entrou em quadra por opção do técnico pela quinta vez nesta temporada.

“No geral, eu ainda estou satisfeito com o que Robin tem feito. Ele simplesmente tem de estar mais bem preparado às vezes. Quando ele entrou no jogo nas últimas partidas, não parecia pronto e tão afiado como precisa estar. Ele não parecia estar focado, errou duas ou três bolas, falhou em algumas tarefas no setor defensivo. Errou box-outs (o isolamento do adversário protegendo o rebote), coisas que você tem de se concentrar quando pisa na quadra”, explicou o técnico Porter.

A garra de Lopez não é questionada, a habilidade de bloquear arremessos é evidente. O rebote que era uma preocupação inicial tem melhorado, no ataque ainda está devendo, mas vem trabalhando em seu arremesso e movimentos ofensivos diariamente, segundo a matéria do jornal Arizona Republic. O novato cabeludo foi titular em cinco jogos quando o veterano Shaquille O´Neal foi poupado, mas só jogou mais de dez minutos em outras duas partidas saindo do banco.

“Eu acho que melhorei em muitas áreas diferentes na quadra de basquete. Você simplesmente tem de tentar se manter mentalmente preparado. Às vezes pode parecer um pouco errático, mas existe definitivamente um pensamento por trás disso, então você tem de estar preparado para qualquer momento que seu nome for chamado”, disse Lopez.

O gerente geral Steve Kerr procura ser compreensivo, afinal entre os jogadores de garrafão escolhidos no draft de 2008 apenas o pivô grego Kosta Koufos (23º escolhido pelo Utah Jazz) e o ala-pivô J.J. Hickson (19º selecionado pelo Cleveland Cavaliers) conquistaram um lugar significativo na rotação de times vencedores. Mas vale lembrar que irmão gêmeo do “Varejinho”, Brook Lopez, é pivô titular do New Jersey Nets, embora seja mais fácil para os novatos acumularem mais minutos jogando por times mais fracos.

“Uma das coisas mais difíceis é ser um calouro em um bom time. Você pode contar numa mão os novatos que estão contribuindo em bons times, times de playoffs. É duro os novatos chegarem e contribuírem consistentemente. Robin teve alguns bons momentos para nós, mas Lou (Amundson) tem jogado realmente bem, então é difícil para nós encontrar minutos para ele (Lopez), mas está OK desde que ele trabalhe duro nos treinos. É a parte natural da progressão que os calouros têm de passar. Goran é a mesma coisa. Os dois caras estão trabalhando duro e fazendo progressos. Não estou preocupado com nem um nem outro”, declarou Kerr, dizendo ainda que o plano de enviar Dragic para ganhar experiência no time filial da liga de desenvolvimento em Iowa continua sendo uma opção, que tinha sido temporariamente descartada por causa da recente virose que acometeu o jovem esloveno.

O treino de ontem foi competitivo e teve seu momento sangrento: Amundson precisou levar sete pontos no queixo após levar uma cotovelada acidental de Lopez. Nesta terça-feira, o cartola ex-jogador Steve Kerr passará por uma cirurgia de artroscopia no joelho esquerdo.

“É o joelho bom. Ficarei fora de 10 a 12 horas”, brincou Kerr.

Após o ex-jogador Charles Barkley ser preso por dirigir alcoolizado, outro atleta de destaque da NBA acabou se envolvendo com problemas na justiça. O ala Antoine Walker, campeão da liga em 2006 com o Miami Heat, foi preso nesta segunda-feira em Miami Beach, sob a suspeita de dirigir embriagado.

Conforme os policiais do caso relataram, o ala de 32 anos estava dirigindo seu carro com os faróis apagados quando foi abordado. Após se recusar a fazer o teste do bafômetro, o jogador acabou sendo detido e levado à delegacia.

Além de estar encarcerado, Walker foi multado em US$ 1 mil (R$ 2,3 mil) pela polícia da Flórida. Até o momento, o jogador não entrou em contato com um advogado para libertá-lo.

Fora a conquista da liga em 2006, o ala atuou em três Jogos das Estrelas da NBA, quando vestia com a camisa do Boston Celtics. Atualmente, Walker está com o contrato vigente com o Memphis Grizzlies, entretanto ainda não atuou pela equipe.

David Stern, o pregão da Bolsa de Valores de Nova York e a galeria de fotos de 5 de janeiro

 

January 3, 2009

Há tantas fotos na galeria de 2 de janeiro de 2009 que dividimos em três partes!

E agora, uma para deixar a galera do EGO com inveja: os “famosos” presentes à rodada de 2 de janeiro da NBA:

December 30, 2008

Líderes de torcida voadoras trazem a galeria de 29 de dezembro de 2008

 

December 29, 2008

Suns de Leandrinho tem chance de ganhar posições na “corrida maluca” do Oeste enfrentando perdedores em série

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 11:35 am

Na “corrida maluca” com grande alternância de posições que é a disputa de nove equipes pelas oito vagas na zona de classificação aos playoffs do concorridíssimo Oeste, vencer os adversários dentro da conferência é muito importante, especialmente quando se tem a chance de fechar o ano com dois jogos seguidos contra lanternas divisionais, aí é quase uma obrigação de vitória para o Phoenix Suns mesmo atuando fora de casa. Na noite desta segunda-feira, o time de Leandrinho tenta em Oklahoma City a recuperação da derrota para o San Antonio Spurs no Natal enfrentando a equipe de pior campanha em toda a NBA, o OKC Thunder (3V-28D), e na terça-feira à noite o ala-armador brasileiro joga em Memphis contra o Grizzlies (10V-20D), o time contra o qual Leandro teve sua melhor atuação na temporada 2008-09, marcando 27 pontos na vitória sobre os ursos por 107 a 102 em 10 de novembro, três dias antes do falecimento de sua mãe, Dona Ivete Barbosa.

O primeiro jogo no ano de 2009 será uma visita ao Los Angeles Clippers (8V-21D), seguida de uma parada em Indianápolis para encarar o Indiana Pacers (10V-20D). Esta semana de réveillon apresenta então uma boa oportunidade para o “Papa-Léguas” brasileiro e seus companheiros botarem para correr esses “coiotes” bem inferiores ao eterno carrasco Spurs. Se vencer Thunder e Grizzlies, o Phoenix (16V-12D) que acordou no sábado fora do G-8 pode terminar 2008 na sexta posição do Oeste. A ordem do técnico Terry Porter é não dar mais sopa para o azar, dos nove primeiros colocados do Oeste, apenas o Suns (9V-9D) e o Portland Trail Blazers (10V-10D) não têm retrospectos positivos contra os rivais de dentro da conferência, o que é um importante critério de desempate na hora de definir os cruzamentos do mata-mata. Contra seus adversários diretos do grupo dos nove melhores do Oeste, o Phoenix perdeu nove partidas e só venceu cinco, isso enfatiza a necessidade de ganhar jogos contra quem está na rabeira, casos de Thunder, Grizzlies e Clippers. O Suns só volta a enfrentar um time com mais vitórias que derrotas no dia 9 de janeiro, trata-se do Dallas Mavericks (18V-12D, sétimo colocado no Oeste).

“É tudo uma questão de qual time vai fazer uma arrancada. Nós temos uma chance aqui de acumular algumas vitórias. Se entrarmos em quadra jogando com a mesma energia e esforço que tivemos nas últimas seis partidas, vamos ficar bem. Não há dúvida que estamos melhorando. J-Rich (Jason Richardson) está descobrindo como jogar com os caras, o ataque evoluiu, agora nós temos de fazer um trabalho melhor sendo disciplinados defensivamente”, afirmou o técnico Porter ao jornal Arizona Republic.

“É difícil de acreditar, quando você olha para o nosso time e para o que podemos fazer”, comentou o ala-armador Jason Richardson sobre o fato de o Suns estar ocupando apenas a oitava posição no Oeste tendo tantos jogadores talentosos e de renome, certamente ele espera mais depois de sair do Charlotte Bobcats numa troca que diminuiu o espaço para Leandrinho na rotação do Suns.

A “Corrida Maluca” do Oeste está muito parecida com o que aconteceu na temporada passada, com a “quadrilha de morte” do Los Angeles Lakers (25V-5D) desgarrando na liderança e tudo embolado da segunda à nona posição, a única diferença é que o Portland (19V-12D) tomou o lugar do combalido Golden State Warriors como a nova ameaça. Na temporada passada a nota de corte foi muito alta, foram necessárias 50 vitórias para o Denver de Nenê se classificar em oitavo lugar, e no ritmo de aproveitamento atual o Phoenix terminaria com 47 triunfos. Mas uma série de quatro vitórias nesta virada de ano melhoraria o número mágico para 51.

“Nada está garantido. Nós poderíamos terminar em 50% (41V-41D com certeza significaria ficar fora dos playoffs) ou entre os três ou quatro melhores times, é uma conferência difícil. Você nunca sabe, se alguém se machucar ou não nos entrosarmos bem, poderíamos não melhorar. Se melhorarmos, temos talento bom o suficiente para estar entre os primeiros colocados”, disse o armador-astro canadense Steve Nash.

Jason Richardson e Matt Barnes jogavam pelo Golden State quando o Warriors conseguiu uma surpreendente arrancada final de 16 vitórias nos últimos 21 jogos e se classificou aos playoffs de 2007 na oitava posição do Oeste, derrubando em seguida o líder Dallas na primeira rodada do mata-mata.

“Você não quer colocar seu destino nas mãos de qualquer outra pessoa. Nós temos a oportunidade com nossa tabela, jogando contra times que estão em dificuldades, temos de ir lá, vencer e começar a formar uma série de vitórias”, receitou J-Rich.

Depois da derrota para o Spurs, o Suns teve três dias de descanso antes de jogar em noites seguidas, e quando voltar dessa viagem tem um jogo em casa em uma semana quando tiver retornado ao Arizona. Isso leva o veterano pivô Shaquille O´Neal a acreditar que não será poupado de nenhuma partida para descansar, como foi o caso nas quatro ocasiões em que o Phoenix jogou em noites consecutivas nesta temporada. Porter disse que a carga de minutos de Shaq não é uma preocupação considerando a longa folga que o time teve jogando só uma vez na semana passada, mas a decisão sobre poupá-lo ou não será tomada só na hora de ir para o jogo. O discurso de O´Neal é de quem quer jogar e cuidar dos negócios sem trégua.

“Não podemos continuar entregando jogos, nós já entregamos 10 jogos com erros bobos ou bolas desperdiçadas”, reclamou Shaq na quinta-feira antes de comentar sobre a bola de três de Roger Mason no último segundo que decidiu a vitória por um ponto do San Antonio em Phoenix, lance no qual Richardson deixou o ala-armador adversário totalmente livre para finalizar. O´Neal isentou o novo companheiro de culpa na jogada.

“Aquilo realmente não foi um erro, mas você tem de estar ciente do que está acontecendo. Pop (o técnico do Spurs Gregg Popovich) colocou o cara (Mason) no jogo por uma razão. Não deveríamos ter estado naquela posição, de qualquer forma. Temos de ter aquele instinto assassino, matar o jogo logo, temos de recuperar isso… ou então…”, alertou O´Neal.

O lanterna geral Oklahoma City perdeu 11 dos últimos 12 jogos que disputou em dezembro, mas vale lembrar que quase venceu o Suns no dia 25 de novembro, foi preciso uma boa dose de heroísmo de Nash para o Phoenix tirar uma desvantagem de 12 pontos no último quarto e ganhar por 99 a 98 com uma bola de três de Barnes nos últimos segundos. Se de um lado o ala-pivô Amare Stoudemire está com uma seqüência de 11 partidas consecutivas marcando 20 pontos ou mais, do outro o ala Kevin Durant fez 20 ou mais em 10 jogos seguidos do OKC, é o principal foco de um ataque que é o segundo pior da NBA (marcando apenas 92,9 pontos por jogo), a defesa deles também é uma das mais vazadas.

Vencer é uma prioridade para Stoudemire, que já está recebendo muita atenção de equipes interessadas em recrutá-lo para o mercado de agentes livres de 2010, quando será uma das estrelas à disposição no mercado no ano mais comentado da liga em termos de craques disponíveis começando por LeBron James.

“Todo lugar que eu vou, de Nova York a Los Angeles, eles todos estão dizendo: “Venha para cá, venha para LA, venha para Nova York, nós queremos você aqui, queremos você ali”. Mas eu gosto de estar aqui em Phoenix. Phoenix é uma bela cidade, eu cresci aqui, e minha família está bem. Tomara que eu possa continuar aqui, mas só o futuro poderá dizer. Agora eu visto a camisa do Phoenix Suns, é onde minha lealdade está. Minha lealdade com o jogo de basquete é bastante séria, então eu trabalho duro a cada pré-temporada. Eu escuto os técnicos, sou muito treinável. Eu tento melhorar. Esse é meu lema: Nunca se contente com pouco. Seria bonito jogar em um time só por toda a minha carreira, seria o ideal, mas só o futuro pode dizer. ”, afirmou Stoudemire.

“Estou simplesmente atacando. Realmente eu quero eliminar quaisquer falhas no meu jogo. O rebote era uma delas, no início da temporada. Antes da temporada, Shaq e eu conversamos sobre qual era o negócio. Shaq queria pegar todos os rebotes. Eu queria sair correndo, atacar mais. Mas isso se tornou um problema que eu não estava pegando rebotes. Então riscamos isso, ficou no passado”, completou Amare, que nos últimos oito jogos pegou em média 12,3 rebotes por partida, está com uma média de nove por jogo na temporada.

December 12, 2008

Artilheiros com R para Leandrinho torcer: Corinthians apresenta reforço de peso Ronaldo e Suns recebe Jason Richardson no mesmo dia

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 2:03 pm

Torcedor do Corinthians no futebol a ponto de ter pretendido realizar um jogo beneficente com a presença de estrelas da NBA no ginásio do clube e destaque do banco do Phoenix Suns na liga americana, o ala-armador brasileiro Leandrinho tem uma sexta-feira de apresentações ilustres em seus times do coração. O Timão recebeu hoje no Parque São Jorge sua contratação de peso para 2009, o atacante Ronaldo Fenômeno, maior artilheiro da história das Copas do Mundo e desde já uma explosão de marketing vestindo a camisa 9 e enchendo de expectativas a Fiel torcida. Milhares de quilômetros ao norte, o Phoenix também apresenta hoje um novo artilheiro de renome, com a camisa 23 que é o número mais ilustre do basquete mundial, vindo justamente do Charlotte Bobcats dirigido pelo Rei Michael Jordan. Jason Richardson chegou nesta sexta ao Arizona para ser apresentado, fazer exames médicos e possivelmente até jogar contra o Orlando Magic, partida que começa à meia-noite (horário de Brasília) no US Airways Center.

Mas assim como a contratação de Ronaldo é vista com certa desconfiança e virou motivo de piada para as torcidas adversárias do Corinthians, em Phoenix também ficou uma inquietação sobre como o Suns vai incorporar mais um jogador altamente ofensivo que arremessa bastante, para dividir uma bola só com Shaquille O´Neal e Amare Stoudemire, após abrir mão de seu principal defensor no perímetro, o ala-armador Raja Bell. Neste ano o time já tinha mudado radicalmente sua estrutura trazendo um “fenômeno veterano e de peso”, na troca com o Miami Heat para ter Shaq. Para Leandro, a troca com o Bobcats pode significar redução de minutos em quadra, já que J-Rich é bem mais jovem que Bell, não deve precisar tanto de descanso e chega com uma média de 18,8 pontos por jogo na carreira que lhe justifica a titularidade imediata da posição 2, deixando para o brasileiro a missão de liderar a segunda unidade junto com o ala Matt Barnes ou Grant Hill. O armador-astro canadense Steve Nash não ficou muito animado ao comentar a negociação.

“É duro. Eu darei boas vindas aos meus novos companheiros de braços abertos, claro, mas é duro quando você perde seu melhor amigo no time. É duro quando você perde dois dos seus melhores companheiros (Bell e Boris Diaw). É duro e isso dói, é difícil”, disse Nash logo depois da derrota fora de casa para o Los Angeles Lakers.

“Eu sei que recebemos dois bons jogadores (Richardson e o ala-pivô Jared Dudley), isso com certeza, mas é duro quando você pensa sobre isso emocionalmente. Eu fiquei muito abalado emocionalmente na quarta-feira, tive uma noite difícil, joguei mal. Eu estava emocionalmente esgotado e simplesmente não pude dar aos caras o que eles precisavam para conseguir a vitória (contra o Lakers), mas estou orgulhoso de meus companheiros. Eles jogaram duro hoje, eles jogaram bem. Eu torço para que não seja uma situação onde estejam só tentando explodir. Penso que ainda temos a chance de ser um time muito bom, temos tempo para incorporar os caras novos. Richardson é um grande pontuador. Acho que ele vai se encaixar ofensivamente, obviamente. No nosso jogo de transição, ele vai se encaixar imediatamente. Há muitos pontos positivos que Jason irá encontrar vindo para nosso time”, prosseguiu Nash em sua entrevista para o jornal Arizona Republic, mas logo voltando a lamentar a saída de Raja.

“É duro. Eu tenho dificuldades em me comprometer com isto (o basquete) como um negócio. Eu assumo isso pessoalmente e levo minha carreira para casa comigo, eu me importo com meus companheiros, e quando você perde dois de seus melhores amigos no time de repente, é difícil. Raja é meu melhor parceiro, meu melhor amigo, e os caras o amavam. Recriar a química do time com tantas mudanças vai levar tempo, isso com certeza. Não estamos apenas recriando a química, estamos mudando um pouco nosso estilo de jogo de novo. Tem sido difícil, mais algumas peças estarão mudando de lugar”, afirmou Nash, que já vinha experimentando dificuldades para engrenar seu jogo no ritmo mais cadenciado implantado pelo técnico Terry Porter.

Agora o quê, vai voltar a correria com pouca marcação dos tempos de Mike D´Antoni? É o que tudo indica, embora Porter e o gerente Steve Kerr insistam na idéia de uma velocidade alta, porém controlada, mantendo o comprometimento com a defesa, ambos dizem que J-Rich é um defensor subestimado, disposto a servir como coadjuvante de Nash, Shaq e Stoudemire.

“Se nós continuarmos acelerando a bola e não diminuirmos nosso ritmo, haverá arremessos para todos. Jason é um jogador muito atlético. Penso que ele é bom na defesa também. O cara compete, isso é uma coisa que eu realmente gosto. Eles (Bobcats) jogaram contra o Boston na semana passada, e ele não teve medo de marcar cara-a-cara Kevin Garnett. Ele batalhou duro. Tem boa altura (1,98m) e força, é versátil o bastante para trocar de posição e marcar tanto jogadores altos quanto mais baixos”, opinou Steve Kerr.

Mas Nash já estava entre os jogadores que reclamavam de o time do Suns não estar se divertindo tanto em quadra, com a abolição da filosofia de ataque total de Mike D´Antoni. Agora a perspectiva com a chegada de Richardson é a equipe correr e pontuar mais, embora a saída de Bell para Charlotte tenha levantado de novo as dúvidas sobre o futuro do astro canadense em Phoenix, o contrato de Nash termina depois da temporada 2009-10. Por outro lado ele era o melhor amigo do alemão Dirk Nowitzki em Dallas, e quando tinha passe livre na mão deu adeus ao Mavericks em 2004. Como Raja Bell enviou na mensagem de texto para o celular de Nash: “Isto aqui é um negócio”. Desde que seja revertido em vitórias, com o tempo pode ficar tudo bem.

“Eu sabia que vocês iam chegar lá. Eu não sei, como eu disse antes da especulação sobre 2010, está tão longe. Eu só quero tentar vencer o máximo de jogos que puder e então vou me preocupar com isso depois”, concluiu o armador duas vezes eleito o MVP (Jogador Mais Valioso da Liga, em 2005 e 2006).

Para a torcida a chegada de um voador atlético como Richardson é mais animadora, gerando uma grande excitação considerando o fato de Bell e Diaw não estarem se dando muito bem com o sistema de jogo de Porter, suas estatísticas estavam em declínio. As duas novas aquisições estão fazendo na tarde desta sexta os testes físicos, se estiver tudo bem por parte do Bobcats para a finalização da troca e a aprovação do exame de ressonância magnética no joelho de J-Rich, operado no dia 12 de novembro para tratar uma pequena infecção. A expectativa é que ele e Dudley já sejam chamados para estrear contra o Orlando, considerando que o Charlotte já anunciou que Bell, Diaw e o armador novato Sean Singletary estão concluindo a avaliação física na Carolina do Norte hoje e praticamente escalados para estrear no sábado contra o Detroit Pistons.

Se os recém-chegados não forem liberados para entrar em quadra a tempo, o Suns provavelmente terá o mesmo grupo reduzido de oito jogadores que perdeu apertado para o Lakers em Los Angeles, o veterano pivô Shaquille O´Neal provavelmente desfalcará a equipe porque sua volta a Phoenix está prevista para a noite em cima do horário do jogo, após ele ser liberado para ir ao funeral de sua bisavó, que morreu em Nova Jersey aos 92 anos. Seria uma ausência significativa para um duelo com o Orlando do melhor pivô da liga Dwight Howard. 

A estréia de Richardson é aguardada com grande expectativa, mas alguma preocupação com o fato de o Phoenix estar incorporando um cestinha com média de 16 arremessos por jogo na carreira, enquanto Shaq e Stoudemire pedem constantemente mais toques na bola para finalizar as jogadas, vai caber a Nash o desafio de distribuir bastantes assistências para todos ficarem felizes.

“Não estamos tentando acumular números. Estamos tentando vencer um campeonato, então foi por isso que fizemos todos esses ajustes necessários, e acho que eles irão se sentir da mesma forma. Ele (Richardson) certamente nos dá uma outra dimensão para passarmos essa barreira. Se nós alcançarmos todo o nosso potencial, acho que podemos ser um time melhor”, afirmou o ala Grant Hill.

O Suns está realmente melhor equipado para jogar em velocidade com uma formação mais baixa novamente quando Shaq estiver fora, com Stoudemire jogando de pivô, Matt Barnes na linha de frente no lugar que era de Diaw, Richardson (ou Leandrinho) e Hill nas alas, e Nash na armação conduzindo a bola por mais tempo. Assim parece mais o ataque do Phoenix “corre-e-arremessa” dos bons tempos de D´Antoni.

“A identidade ofensiva de nosso time ficou perdida por um mês. Estamos pegando de volta, e isso é importante”, ressaltou Steve Kerr.

A diretoria do Suns tem mais um trabalho a fazer nas próximas duas semanas: contratar mais um armador para chegar ao número mínimo de 13 jogadores no elenco pelo regulamento da liga e substituir o novato Sean Singletary que foi para o Charlotte. A idéia é buscar um jogador experiente para a reserva de Nash, uma posição que o novato esloveno Goran Dragic não tem sido capaz de preencher. Kerr está sondando possibilidades na Europa, no mercado de veteranos sem clube nos EUA e até uma outra troca é possível.

December 11, 2008

Troca entre Suns e Bobcats consolida Leandrinho como reserva, veja fotos dos brasileiros na rodada

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — basketbrasil @ 12:23 pm

UOL Esporte
Das agências internacionais
Em Nova York (EUA)

Se a instabilidade de Raja Bell permitia ao brasileiro Leandrinho tornar-se uma opção de pontos vindo da reserva, esta possibilidade pode ter diminuído nessa quarta-feira quando o Phoenix Suns acertou uma troca com o Charlotte Bobcats.

Veja as imagens dos brasileiros em quadra nos jogos da NBA

A equipe do Arizona trará o ala-armador Jason Richardson para reforçar a parte ofensiva, maior deficiência de Bell, que vai para os Bobcats. Além de Richardson, os Suns receberão o ala Jared Dudley, e cederão o ala-pivô Boris Diaw e o ala Sean Singletary.

Assim, os Suns devem consolidar Leandrinho de vez como opção no banco, já que Richardson apresenta média de pontos superiores a 15 pontos há sete temporadas. O recém-contratado fez 18,8 pontos e apanhou 5,4 rebotes de média por partida com os Bobcats na atual edição. O ápice da carreira do armador foi em 2005-2006, quando registrou 23,2 pontos por jogo pelo Golden State Warriors.

A característica de Richardson é bem diferente do antigo titular Raja Bell, que tinha como virtude a eficiência defensiva. Bell tem médias discretas no ataque (neste ano tem 9,6 pontos de média) e apresenta baixa performance também nos rebotes (2,9) e assistências (1,3).

Com a troca, os Suns tentam acertar de vez o problema na posição de número 2, e melhorar a performance da equipe, que é apenas a oitava colocada da Conferência Oeste no momento, com 13 vitórias e 10 derrotas.

Outra negociação fechada nessa quarta-feira foi a troca envolvendo três equipes, mas com atletas que servem mais como opções para banco de reserva. O Washington Wizards receberá o armador Mike James, do New Orleans Hornets, e o ala Javaris Crittenton, do Memphis Grizzlies.

Em competição, a franquia da capital dos EUA cederá o armador Antonio Daniels para os Hornets e a escolha da primeira rodada de um futuro draft para os Grizzlies. Além de Daniels, os Hornets também ficarão com a escolha na segunda rodada do draft que pertenceria ao Grizzlies.

Shaquille O’Neal não viajou com o Phoenix Suns, que enfrenta o Los Angeles Lakers na noite desta quarta-feira. O pivô desfalcará sua equipe por causa do falecimento de sua bisavó e deve ser substituído pelo novato Robin López.

Cilla O´Neal, de 92 anos, deve ser enterrada em Nova Jersey, cidade onde residia. A ausência ocorreu logo após o pivô ter registrado um de seus melhores desempenhos na temporada. Na vitória sobre o Milwaukee Bucks, Shaq anotou 35 pontos e 11 rebotes.

O pivô desfalcará os Suns justamente na partida contra o líder da Conferência Oeste, Los Angeles Lakers. O’Neal deve retornar no jogo contra o Orlando Magic, franquia que o selecionou como número um no sorteio universitário e com a qual chegou a sua primeira final da NBA.

Suns completa troca com Bobcats e traz Jason Richardson. Bell e Diaw vão para Charlotte

A noite desta quarta-feira foi movimentada na NBA. No início da tarde foi efetuada uma troca envolvendo três times, New Orleans Hornets, Washington Wizards e Memphis Grizzlies. Porém, a notícia mais bombástica estava por vir. Foi anunciada na noite desta quarta uma negociação entre Phoenix Suns e Charlotte Bobcats.

O Suns pegou a peça central da troca, o ala-armador Jason Richardson, um dos cestinhas do Bobcats. Além disso, a equipe do brasileiro Leandrinho trouxe o ala Jared Dudley e um escolha de segunda rodada do draft de 2010. Em troca, o time do Arizona deu três jogadores ao Charlotte, o ala-armador Raja Bell, o ala Boris Diaw e o armador Sean Singletary.

A negociação influencia diretamente na situação do brasileiro leandrinho na rotação do técnico Terry Porter. Raja Bell era o titular da equipe, mas Leandrinho tinha bastante espaço na franquia. Porém, com a chegada de Richardson, seu tempo de quadra deve diminuir. “J-Rich” contribui mais ofensivamente do que Bell e, provavelmente, será uma das principais apostas de Porter para manter a força ofensiva do Phoenix.

O próprio treinador do Suns comemorou a negociação: “Eu agradeço por esta oportunidade que a diretoria está me dando. Nós teremos um cara que faz 20 pontos por noite e que dará muito atleticismo para a equipe. Realmente foi uma boa aquisição”, analisou Terry Porter.

“Nós sentimos que precisávamos agitar as coisas um pouco”, declarou o gerente geral do Suns, Steve Kerr. “Nós pretendíamos adicionar um grande pontuador de perímetro e conseguimos nosso objetivo. Assim, Richardson ajudará a tirar um pouco a pressão de Steve (Nash)”, completou.

O ala-armador Jason Richardson, de 27 anos, já foi campeão do torneio de enterradas da NBA duas vezes e é um dos melhores arremessadores de 3 da liga. Nesta temporada, “J-Rich” defendeu o Bobcats em 14 partidas e teve médias 18.8 pontos, 4.1 rebotes e 2.6 assistências.

Já o Bobcats ganhará dois reforços que vinham em baixa no Suns, mas que já mostraram serviço pela franquia do Arizona. Raja Bell não vinha contente com sua posição na franquia sob a direção de Porter. Ele preferia o estilo run-and-gun de Mike D’Antoni, onde a potência de seu chute era bem aproveitada do que o estilo mais cadenciado implantado por Porter. Nesta temporada, Bell tem médias de 9.4 pontos por jogo.

Ao menos, o Bobcats terá maior força defensiva no perímetro, já que Bell foi nomeado para o primeiro time defensivo na temporada 2006/07. No último campeonato, o ala-armador foi premiado para a segunda equipe defensiva da NBA. Já Boris Diaw vinha sendo pouco utilizado por Porter, não tendo começado nenhum jogo como titular. O francês tem média de 8.5 pontos, 3.8 rebotes e 2.1 assistências por jogo.

O técnico do Bobcats, Larry Brown, declarou que sua equipe está tentando melhorar: “Quando você tenta melhorar, você perde alguma coisa e foi isso que aconteceu conosco. Nós perdemos um jogador bom, mas ganhamos dois atletas de qualidade. O Phoenix está tentando melhorar seu time e nós também, o que eu posso dizer ´eque o Suns contratou um grande jogador”, concluiu Brown.

December 9, 2008

Wade brilha novamente com 41 pontos, Heat vence Bobcats e segue em ascensão

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 9:55 am

O Miami Heat precisou de toda a genialidade do astro Dwyane Wade para conseguir passar pelo Charlotte Bobcats na noite desta segunda-feira. Wade mostrou todo seu arsenal ofensivo e liderou a equipe da Flórida com 41 pontos e oito rebotes na apertada vitória por 100 a 96 (51 a 48 no intervalo) sobre o rival da Carolina do Norte, em jogo disputado na American Airlines Arena, em Miami.

O camisa 3 do Heat assinalou 10 pontos apenas nos últimos 8min30s finais para ajudar o Heat a frear o ímpeto do jovem time do Bobcats. A equipe da Carolina do Norte, comandada pelo veterano técnico Larry Brown, vem mostrando evolução. Apesar de ter acumulado sua terceira derrota seguida, o Bobcats fez um bom jogo diante da franquia de Miami e quase saiu com uma vitória fora de casa.

O Charlotte chegou a assustar a torcida do Heat, quando iniciou o último quarto de maneira incrível. Uma cesta de 3 pontos do ala-armador Jason Richardson, a 8min43s do fim, deu uma liderança de seis tentos ao Bobcats, 80 a 74. Foi aí que a estrela de Wade começou a brilhar. Ele comandou a reação dos anfitriões com uma série de jogadas plásticas. A torcida foi ao delírio quando “D-Wade” deu uma estrondosa enterrada na cara de Emeka Okafor, para empatar a peleja em 86 pontos.

Cestinha do campeonato, Dwyane Wade arremessa no duelo contra Bobcats (AP Photo/Alan Diaz)

Os minutos finais foram emocionantes. O Heat tomou a liderança, mas o Bobcats não se entregou e voltou a ponta após um arremesso certeiro de DJ Augustin, 91 a 90 com 1min11seg para o fim. A resposta do Miami foi rápida. Primeiro, Shawn Marion aproveitou passe preciso de Wade, logo após o astro do Heat e Yakohuba Diawara fizeram três lances livres, o que deu a diferença de quatro pontos para o time da casa, 95 a 91 a 29seg do término. O Bobcats reagiu com doia lances livres certeiros de Raymond Felton, mas permitiu que o Heat fizesse mais três da linha de penalidade, todos com Udonis Haslem. O ala Adam Morrison ainda cortou a diferença para dois tentos, 98 a 96, após um arremesso de longe, mas Wade assegurou a quarta vitória seguida do time da Flórida com dois lances livres certeiros.

Além do ala-armador, outros destaques do Heat foram Mario Chalmers e Shawn Marion. O novato Chalmers conectou 15 tentos, distribuiu três passes para cesta e recuperou três bolas. Já Marion encestou 13 tentos e buscou seis rebotes. O reboteiro do Heat foi o ala-apivô Udonis Haslem, que capturou nove sobras.

Sobre a atuação brilhante de Wade, que acertou 12 de suas 22 tentativas, o ala-armador Jason Richardson, do Bobcats, resumiu tudo em uma frase: “Ele foi lá e tomou conta do jogo”, analisou o atleta do Charlotte, que foi o cestinha do time visitante com 24 pontos.

Raymond Felton (nº20) arremessa e é contestado por Mario Chalmers (AP Photo/Alan Diaz)

Apesar de ter sido o cestinha do Bobcats, “J-Rich” lamentou os três lances livres que errou durante o jogo: “Se eu tivesse acertado aqueles lances livres, qualquer coisa poderia ter acontecido”, disse o jogador, que acertou seis dos nove lances da linha de penalidade que teve a disposição.

Outros três jogadores do Bobcats alcançaram os dígitos duplos. O ala-pivô Emeka Okafor, vítima preferida das enterradas de Wade, fez um bom jogo com 19 tentos e 12 rebotes, além de dois tocos. O novato DJ Augustin contribuiu com 14 tentos enquanto que o ala Adam Morrison fez 13 tentos e capturou seis rebotes.

O Charlotte Bobcats (7v-14d) entra em quadra novamente na noite desta quarta-feira, quando enfrentará o New Orleans Hornets, fora de casa. Já o Miami Heat (12v-9d) tentará sua quinta vitória seguida na próxima quinta-feira, quando enfrentará o Atlanta Hawks na Flórida.

Veja o resumo da partida e o show de Wade

December 4, 2008

Superação de Sean May e liderança de Okafor dão vitória ao Bobcats

Quando dois times fazem uma partida equilibrada, com jogadas sendo criadas por ambos os lados o tempo todo, é a hora perfeita para talentos individuais aparecerem. Foi o que aconteceu no jogo ente Charlotte Bobcats e Oklahoma City Thunder, em Charlotte.

Depois de duas horas e vinte minutos de jogo, o Bobcats conseguiu a vitória sobre o Thunder pelo placar apertado de 103 a 97. Os ingredientes do sucesso tiveram dois nomes: Sean May e Emeka Okafor.

Veja os melhores lances da partida!

Depois de meses se arrastando em quadra devido à péssima forma física que ganhou após uma cirurgia de joelho, Sean May… continuou se arrastando. Mas dessa vez foi diferente. Com vontade de vencer e espírito de superação, May ajudou – bastante – os Bobcats no difícil jogo.

Foram 10 pontos e 11 rebotes, o que garantiu a May o primeiro duplo-duplo dele em quase dois anos. Além disso, May atuou constantemente, ajudando seus companheiros a fazer jogadas.

Tanto corre-corre fez com que o jogador fosse para o banco e recebesse uma atenção especial do ilustre sócio-proprietário dos Bobcats, Michael Jordan.

“Você precisa de uma máscara de