Mesmo sem a garantia de que o pivô Alonzo Mourning voltará ao basquetebol o Miami Heat guarda seu lugar no vestiário. Após sofrer uma lesão e, ao que tudo indica, encerrar sua carreira, o pivô pode voltar ao time, e o seu armário está reservado para a volta.
Jason Williams, armador campeão com o Heat, assistiu ao treino do time. O armador aposentou-se, após assinar um contrato de quatro anos com o Los Angeles Clippers. Ele também foi ao jogo de pré-temporada entre o Heat e o Detroit Pistons.
Uma notícia anunciada nesta sexta-feira pegou de surpresa os admiradores do basquete norte-americano e
principalmente os fãs e demais pessoas ligadas ao armador Jason Williams e ao Los Angeles Clippers: o veterano decidiu se aposentar.
Williams, que havia assinado contrato com o Clippers após se desligar do Miami Heat, era esperado como um dos reforços do time para a temporada 2008-2009, apesar de, aparentemente, ser taxado como “reserva” do também recém-contratado Baron Davis, ex-Golden State Warriors. Assim, o atleta nem mesmo vestiu a camisa do time angelino.
A decisão do jogador aconteceu sem motivo aparente, a não ser seu desejo de encerrar a carreira precocemente, afinal, Williams tem apenas dez anos como profissional da NBA, onde atuou no Sacramento Kings entre 1998 e 2001, no Memphis Grizzlies entre 2001 e 2005 e mais recentemente no Heat, sendo campeão em sua primeira campanha com o time, em 2005-2006.
Em dez anos de carreira, o ex-armador, de apenas 32 anos de idade, acumulou médias de 11.4 pontos, 6.3
assistências, 1.3 roubos de bola e acerto de 39% dos seus arremessos de quadra, enquanto converteu 32% de seus chutes de três pontos em cada embate disputado. Williams ainda é líder na estatística de mais assistências distribuídas na história do Grizzlies.
O Los Angeles Clippers já pode se considerar o time “campeão de movimentação nesta offseason”. Nesta quarta-feira a equipe angelina protagonizou mais uma mudança no mercado ao anunciar a contratação do armador Jason Williams, de 32 anos. O veterano jogador defendeu o Miami Heat na última temporada e teve médias de 8.8 pontos e 4.6 assistências por jogo.
Quem anunciou o acordo foi o vice-presidente de operações de basquetebol, Elgin Baylor. Por política da franquia, os valores da negociação não foram revelados, mas acredita-se que o contrato valha por uma temporada.
O dirigente do time de Los Angeles mostrou entusiasmo ao anunciar o novo reforço e rasgou elogios ao armador: “Jason é um jogador experiente e provado. Ele tem um sensacional controle de bola, uma grande qualidade de passe e visão de quadra”, disse Baylor.
Outro que mostrou entusiasmo com a nova aquisição feita por sua franquia foi o técnico Mike Dunleavy: “Ele traz liderança e experiência de playoffs para nossa equipe”, declarou o treinador. O curioso é que Williams irá se juntar novamente ao ala Ricky Davis, que fora contratado pelo time angelino semanas antes. Os dois atuaram juntos pelo Heat no último campeonato.
Esta contratação acaba com os rumores de que Jason Williams iria jogar no basquetebol europeu. Um dos times que chegou a mostrar interesse oficial na contratação do atleta foi o Maccabi Tel-Aviv, de Israel. Porém, a equipe israelense preferiu contratar o também armador Carlos Arroyo, que havia defendido o Orlando Magic nos últimos anos.
Williams foi selecionado pelo Sacramento Kings no draft de 1998, ficando três temporadas na equipe da Califórnia e tornando-se uma das principais peças numa época em que a franquia disputou os playoffs. O jogador também defendeu o Memphis Grizzlies e o Heat, pelo qual foi campeão na temporada 2005-2006.
O Clippers já conta com 14 jogadores no seu elenco para a temporada 2008/09, sendo que dez destes jogadores foram contratados neste período de férias da Liga. Entretanto Elgin Baylor declarou nesta quarta que o time ainda não fechou seu elenco, a franquia angelina ainda procura um pivô para fechar seu plantel.
O Phoenix Suns espera pacientemente a resolução do caso do armador esloveno escolhido na segunda rodada do draft Goran Dragic, mas voltará à busca de um jogador experiente para ser reserva do astro canadense Steve Nash se não conseguir tirar o jovem europeu do TAU Cerámica (ESP) neste ano. Segundo o jornal “Arizona Republic”, o pivô Shaquille O´Neal quer a contratação de seu ex-companheiro de Miami Heat Jason Williams, mas o time do Arizona está limitando suas ofertas ao salário mínimo da NBA. Outras opções são jogadores mais velhos ainda (Damon Stoudamire e Sam Cassell ainda estão livres no mercado) ou nômades com passagens por vários times diferentes, como Mike Wilks. Shaun Livingston, dispensado pelo Los Angeles Clippers, é outro nome cogitado, mas não para o objetivo de descansar Nash porque se recupera de uma grave lesão no joelho há um ano e meio, ainda levaria meses até ser capaz de jogar novamente.
O Suns ainda tem duas vagas no elenco a preencher para atingir o número mínimo de 13 jogadores para inscrever para próxima temporada da NBA. Isso não é incomum, pois 15 outras equipes precisam assinar pelo menos dois atletas, mas o Phoenix é o único em compasso de espera. Depois que o alvo prioritário Tyronn Lue foi para Milwaukee Bucks por uma oferta financeiramente melhor e um ano a mais de contrato, o projeto da franquia de adquirir um novo armador reserva se voltou para Dragic.
O Suns sabia que não seria fácil trazer o esloveno para os EUA por causa de seu contrato com o clube espanhol que não tem uma cláusula rescisória até o próximo ano, a multa a pagar ao TAU é muito alta. Porém, o Phoenix ainda não perdeu a esperança de contar com o atleta de 22 anos que causou uma boa impressão no gerente geral Steve Kerr durante um treino na semana do draft. O time do Arizona cedeu US$ 500 mil e uma futura escolha de segunda rodada no draft para o San Antonio Spurs em troca de Dragic apostando que ele possa se tornar um sucessor do canadense eleito o melhor jogador da NBA em 2005 e novamente em 2006.
Em meados de julho, duas fontes disseram que Dragic e o TAU negociaram a possibilidade de rescindir o contrato ainda em 2008, mas cabia ao Suns encontrar um jeito de oferecer ao jogador um acordo de longo prazo com um salário inicial de quase US$ 2 milhões/ano. Esse valor ajudaria a esloveno a cobrir o custo da compensação a ser paga para o time basco além dos US$ 500 mil que o Phoenix pode contribuir diretamente no pagamento da multa segundo as regras da liga americana.
A rescisão custaria mais US$ 1,55 milhões neste ano do que em 2009, mas se o Suns fizer uma oferta mais alta o ônus da decisão caberia a Dragic e o TAU para definir a negociação. Só assim contratar o armador não iria requerer do Phoenix uma negociação para cortar gastos primeiro, Goran custaria ao Suns o dobro de seu salário porque a folha de pagamento estourada da franquia irá resultar no pagamento de um valor entre 5 e 6 milhões de dólares a título de taxa de luxo (uma “multa” paga à direção da NBA por cada dólar excedido no teto salarial). Apesar dos rumores de troca envolvendo o ala-armador brasileiro Leandrinho Barbosa, a saída dele é bastante improvável.
Dragic declarou a um jornal espanhol em julho que a melhor coisa para ele era jogar pelo TAU na próxima temporada européia, mas ele também falou de maneira convincente ao Arizona Republic sobre sua intenção e esperanças de se unir ao Suns. Enquanto isso, o time de Vitoria (ESP) onde atua o pivô brasileiro Tiago Splitter já teria procurado outros armadores vislumbrando a possibilidade de perder Dragic. A indefinição se arrastou até agosto como era esperado, e pode demorar um pouco mais.
O brasileiro Alex Garcia está próximo de acertar seu retorno ao time de Brasília, faltando acertar os detalhes de sua saída do Maccabi Tel Aviv de Israel, onde tem mais três anos de contrato, de acordo com o colunista e editor de basquete da ESPN Brasil, Luciano Silva. Os vice-campeões da Euroliga já perderam Yotam Halperim para o Olympiacos e Will Bynum para o Detroit Pistons, ambos armadores.
Alex Garcia foi uma importante peça na equipe na última temporada, sempre vindo do banco de reservas com muita energia e forte marcação. Seu grande momento na temporada foi na semifinal da Euroliga, quando liderou a virada da equipe sobre o Montepaschi Siena com 19 pontos. Ele teve médias de cinco pontos e 1,4 assistência em 18 minutos por jogo na competição.
Titular da Seleção Brasileira durante o Pré-Olímpico de Atenas, Alex marcou sete pontos e deu três assistências na vitória sobre o Líbano por 94 a 54. Na derrota para a Grécia por 89 a 69, ele foi um dos destaques brasileiros com 15 pontos, quatro rebotes e um toco. Já na derrota para a Alemanha, que eliminou o Brasil da competição, ele marcou oito pontos e pegou quatro rebotes.
Famoso toco de Alex em Tim Duncan no Pré-Olímpico de 2003:
A equipe israelense está interessada no baixinho Earl Boykins, de 32 anos e 1,65m, que atuou na última temporada pelo Charlotte Bobcats, com médias de 5,1 pontos e 2,7 assistências em 16 minutos. O Tau Cerámica recentemente contatou o jogador, mas o presidente da equipe espanhola disse que o elenco da equipe está fechado para a próxima temporada, apesar dos rumores do interesse do Phoenix Suns pelo esloveno Goran Dragic. Boykins é o segundo jogador mais baixo a atuar na NBA, perdendo apenas para Tyrone Bogues, 1,60m. O acerto com Jason Williams parece complicado, já que o jogador quer 3 milhões de dólares por temporada, enquanto a equipe está disposta a pagar apenas a metade disso e rumores dizem que ele está próximo de renovar com o Miami Heat.
Alex enterra no rebote ofensivo contra a Grécia no Pré-Olímpico de 2008:
O armador Jason Williams preferiu rumar contra a maré e dar preferência aos Estados Unidos em relação ao basquetebol europeu. O atleta de 32 anos recebeu uma boa proposta financeira do Maccabi Tel-Aviv, de Israel, entretanto o camisa 55 deverá renovar por menos para permanecer no Miami Heat. Vale lembrar que Williams é agente livre irrestrito, ou seja pode assinar com qualquer franquia sem interferência do Heat.
Muitas especulações correram nos últimos dias se referindo ao interesse do time israelense nos serviços de Jason Williams. Segundo fontes européias, o Maccabi tel-Aviv está disposto a oferecer um contrato com quantias equivalentes a mais de $3 milhões de dólares anuais para o atleta comandar a armação do time no velho continente.
Entretanto, as mesmas publicações acreditam que Williams, dono de médias de 8.8 pontos e 4.6 assistências por partida na temporada passada, deverá re-assinar compromisso com o Heat, já que as propostas de outras equipes da NBA se assemelham a do time da Flórida. O Heat está disposto a oferecer um contrato mínimo para veteranos, que equivale a $1.3 milhões de dólares por temporada. Outro time que está atrás de Williams é o rival do Miami, o Orlando Magic.
O Maccabi Tel Aviv, clube de Israel onde atua o brasileiro Alex Garcia, está interessado na contratação do armador Jason Williams, que é agente livre irrestrito do Miami Heat, informação confirmada pelo seu agente Dan Tobin. Williams, de 32 anos, foi titular do Heat em 2005/06, quando a equipe conquistou o seu único título da NBA, em uma equipe liderada por Shaquille O’Neall e Dwyane Wade. Depois de 10 temporadas na NBA, ele tem médias de 11,4 pontos e 6,3 assistências em 31 minutos, porém já está na fase decadente de sua carreira.
Top 10 de Jason “White Chocolate” Williams:
“Não quero especular. Mas estamos ouvindo, somos pacientes e estamos procurando por algo específico”, disse Tobin, ressaltando que a prioridade de seu cliente não é dinheiro e sim vencer. A equipe israelense é uma das principais da Europa e quer recuperar a hegemonia no seu país.
Passe de cotovelo de Williams:
Após perder o título nacional depois de décadas, ser vice da Copa Nacional e da Euroleague, o Maccabi iniciou uma profunda reformulação na equipe. Yotam Halperim, Will Bynum, Nikola Vujcic, David Bluthenthal e o antigo treinador Zvika Sherf deixaram a equipe. Effi Birenboim assumiu o comando da equipe, trazendo como principal reforço o norte-americano Rodney White, que já atuou por Detroit Pistons, Denver Nuggets e Golden State Warriors.
Curiosamente os israelenses já possuem um Jason Williams em seu elenco, ala de 25 anos, que estava jogando no Bnei Hasharon, sendo que este se formou pela Universidade de UTEP em 2006. O ala israelense Omri Casspi, de 20 anos e 2,05m, renovou contrato até 2010, o que pode complicar sua participação no próximo draft da NBA.