No seu primeiro jogo de 2009, o Atlanta Hawks perdeu para o New Jersey Nets após sofrer uma cesta de 3 pontos no último segundo da prorrogação. Na segunda partida da equipe no Ano Novo, foi o Hawks que venceu com um triplo no final, 103 a 100 sobre o Houston Rockets, em casa, neste sábado (3/1). Foi a sexta vitória seguida da equipe em seu ginásio, a Philips Arena, onde Atlanta tem apenas duas derrotas em 15 oportunidades nesta temporada.
Com a partida empatada em 100 pontos, o armador Mike Bibby recebeu passe de Joe Johnson e acertou a cesta de 3 pontos decisiva com 1,5s restando. “Foi um bom passe e eu estava esperando por ele. Ele (Johnson) até ajeitou a bola para mim, mas eu ia chutar de qualquer jeito. Se eu recebesse, eu iria chutar”, disse Bibby, que acertou três bolas de 3 a caminho de 13 pontos, 4 rebotes e 4 assistências na partida.
Johnson fez um duplo-duplo de 14 pontos e 14 assistências, sua melhor marca em passes na temporada, e teve a chance de fazer a cesta de dois ao penetrar a defesa do Houston, mas preferiu passar para Bibby quando o marcador do armador o deixou sozinho. “Aquilo foi instinto. Quando eu saí do corta-luz, eu pensei em chutar na mesma hora, mas decidi esperar porque isso daria pelo menos três segundos de posse para eles e eu não queria que eles tivessem muito tempo. Então quando eu cheguei, meio que hesitei e vi Mike no canto do meu olho. O marcador dele estava olhando para mim, então eu passei para ele”, explicou o ala-armador.
O melhor jogador do Hawks foi o ala Josh Smith, que anotou 29 pontos, acertando 13 de 16 arremessos, e manteve a equipe na disputa por toda a partida.
“Eles são um time difícil de se defender porque são tão atléticos e talentosos. Josh Smith teve um grande jogo hoje. Ele manteve o Hawks vivo com grandes cestas e grande energia”, elogiou o rival Von Wafer, autor de 17 pontos para o Rockets, que esteve desfalcado de Tracy McGrady, Ron Artest e Shane Battier, lesionados.
Atlanta estava desfalcado do ala Marvin Williams (ombro esquerdo), mas Al Horford marcou 10 pontos e 6 rebotes, o ala-armador Flip Murray contribuiu 17 pontos saído do banco e o reserva Zaza Pachulia acrescentou 10 pontos. Pelo Rockets, o reserva Carl Landry foi o cestinha, com 18 pontos; o pivô Yao Ming teve um duplo-duplo de 16 pontos e 15 rebotes, Luis Scola fez o mesmo com 16 pontos e 11 rebotes, Brent Barry marcou 11 pontos e o armador Rafer Alston contribuiu 10 pontos e 9 assistências.
Bobcats se vinga do Bucks em casa
O Charlotte Bobcats derrotou o Milwaukee Bucks em casa neste sábado (3/1), por 102 a 92, para se vingar de uma derrota por 28 pontos para o mesmo Bucks na véspera e encerrar uma seqüência de três resultados negativos.
A equipe aproveitou bem a ausência do pivô Andrew Bogut, que desfalcou o Bucks por causa de espasmos nas costas. Mesmo desfalcado do ala-armador Raja Bell (virilha) pelo terceiro jogo seguido, Charlotte abriu vantagem no quarto período, liderado por Gerald Wallace e Boris Diaw. Wallace marcou 24 pontos e Diaw teve sua melhor atuação desde que chegou a Charlotte, em troca com o Phoenix Suns. Ele marcou 21 pontos, 7 assistências e 6 rebotes.
O pivô Emeka Okafor acrescentou 14 pontos e 6 rebotes para o Bobcats, o armador Ray Felton teve 11 pontos, 6 rebotes e 5 assistências e o armador DJ Augustin teve 12 pontos e 5 assistências, saído do banco. “Nós jogamos muito melhor (do que na sexta-feira). Nós defendemos melhor. Eles marcaram 30 pontos em cima dos nossos turnovers ontem á noite. Nós tivemos 29 (em cima deles) hoje. Esta foi uma diferença enorme”, comemorou o técnico Larry Brown.
O ala-armador Michael Redd marcou 17 pontos para o Bucks e chegou a 11 mil pontos na carreira. Luke Ridnour teve 12 pontos e o reserva Charlie Bell acrescentou 11 para Milwaukee, que falhou em sua tentativa de “varrer” Charlotte após três vitórias seguidas sobre o rival na temporada.
“A pior coisa que provavelmente poderia ter nos acontecido foi entrar e vencer daquela forma na última partida. Não mostramos nenhuma maturidade, nenhuma liderança. Nós não fizemos nada que deveríamos ter feito para vencer este jogo”, desabafou o ala Richard Jefferson, que fez 19 pontos e 7 rebotes, mostrando que está assimilando o estilo de seu técnico “durão”, Scott Skiles.
O Atlanta Hawks segue fazendo bonito nesta temporada. Em seu último compromisso no ano, o time do estado da Georgia contou com 12 pontos do astro Joe Johnson no último quarto para bater o Indiana Pacers por 110 a 104 (50 a 46 no intervalo). Com o resultado, o Atlanta alcançou sua sexta vitória consecutiva enquanto que o Indiana conheceu seu quarto revés em sequência.
Além de ter sido decisivo, Johnson também foi o principal pontuador do time visitante no Conseco Field House “JJ” anotou 27 pontos. Ele foi seguido de Josh Smith, que anotou 24 tentos e ainda pegou seis rebotes. O armador Mike Bibby conectou 15 pontos, distribuiu seis passes precisos e buscou cinco sobras enquanto que o ala-pivô Al Horford registrou um duplo-duplo, 12 tentos e 14 rebotes.
O ala Danny Granger foi o principal pontuador do Pacers. A estrela marcou 25 pontos, mas acertou apenas seis de seus 18 arremessos. O armador Jarrett Jack surpreendeu com 22 tentos enquanto que os veteranos pivôs Troy Murphy e Jeff Foster registraram duplo-duplos. Foster assinalou 12 pontos e capturou 12 sobras, já Murphy conectou 10 tentos e buscou 14 rebotes.
As franquias só entram em quadra novamente na próxima sexta-feira. O Indiana Pacers (10v-21d) vai até o Madison Square Garden para encarar o New York Knicks. O Atlanta Hawks (21v-10d), por sua vez, viaja até East Rutherford, onde duelará contra o New Jersey Nets.
Pela primeira vez nesta temporada, após disputar as primeiras 31 partidas como pivô titular do Denver recuperado de um câncer testicular, Nenê ficou fora de um jogo do Nuggets, por causa de uma lesão cervical no pescoço sofrida numa queda na vitória de domingo sobre o New York Knicks no Madison Square Garden. O técnico George Karl disse que o problema não é grave, mas não sabe quando o gigante paulista de 2,11m poderá voltar a jogar, ele é dúvida para a partida da quarta-feira na noite do réveillon contra o Toronto Raptors no Canadá. A ausência do brasileiro foi muito sentida na derrota de ontem na casa do Atlanta Hawks por 109 a 91 (54 a 53 no intervalo), que teve como destaque os 25 pontos e sete assistências do ala-armador cestinha Joe Johnson para o time que faz uma campanha surpreendente (20V-10D), a quarta melhor da Conferência Leste.
“Realmente nós sentimos falta de Nenê por sua pontuação e capacidade de pegar rebotes. Eles (Hawks) não teriam pegado tantos rebotes ofensivos (15) se ele estivesse em quadra. Foi um jogo duro. Temos de lavá-lo no chuveiro e pensar na próxima partida”, disse o armador Chauncey Billups, limitado a 11 pontos e cinco assistências na derrota em que o Nuggets (20V-12D) teve uma grande desvantagem nos rebotes (44 a 27) e teve sérios problemas na marcação dos jogadores altos do garrafão do Hawks.
E sem Nenê como opção ofensiva do Denver, a defesa do Atlanta pôde se concentrar mais em cima do ala campeão olímpico Carmelo Anthony, que depois de comandar a vitória em Nova York com 32 pontos, desta vez foi limitado a 16 tentos e quatro rebotes, errando 13 em 17 arremessos de quadra. O ala-pivô Kenyon Martin comandou o time do Colorado ontem com 19 pontos e três rebotes, mas o ala-pivô Chris Andersen, substituto de Nenê no quinteto titular, até pela grande desvantagem de estatura teve uma noite apagada com apenas três pontos, seis rebotes, dois roubos de bola, uma falta e um toco em 31min47s de ação. O pivô dominicano Al Horford se impôs no garrafão com 16 pontos, 10 rebotes e quatro assistências pelo Hawks.
“Nenê tem tido um grande ano, mas percalços acontecem. Não é uma lesão que demore longo tempo para recuperar, mas não sei dizer se ele poderá jogar quarta-feira”, declarou o técnico George Karl ressaltando que as médias de 14,1 pontos e 7,8 rebotes na melhor temporada da carreira do brasileiro obviamente fazem falta em um time que não tem nenhum outro pivô de força legítimo. Há tempos a diretoria do Nuggets vem sondando o mercado atrás de uma boa opção para a reserva do garrafão, mas como a franquia está estourada acima do teto salarial da liga e em fase de corte de gastos, não atendeu ainda os seguidos pedidos do próprio Nenê pela contratação de um jogador alto e forte para ajudar na briga debaixo da cesta.
Segundo o jornal Rocky Mountain News, o Denver tem conversado com o Oklahoma City Thunder sobre a possibilidade de adquirir um dos jogadores de garrafão do time de pior campanha da NBA, e o ala-pivô Chris Wilcox não descarta a idéia de o OKC fazer algum time de negociação depois de completar a contratação do pivô sérvio Nenad Krstic nesta terça-feira. Se o Thunder não trocar o veterano ala-pivô Joe Smith até o prazo limite final de negociações em 19 de fevereiro, alguns acreditam que seu contrato será simplesmente rescindido e ele ficará livre no mercado.
“Agora nós temos nove homens altos… Alguma coisa tem que acontecer”, disse Wilcox acreditando na possibilidade de uma troca para “descongestionar” um pouco o lotado garrafão do Thunder, e certamente vários jogadores do Oklahoma adorariam a chance de trocar o saco de pancadas do campeonato por um time de playoffs que está na liderança da Divisão Noroeste e na quarta posição da Conferência Oeste.
“O que acontecer aconteceu”, resignou-se Joe Smith, um ex-atleta do Denver que disse ainda não ter pensado se tem interesse em voltar para o Colorado.
O técnico George Karl avalia que o Nuggets precisa muito de um outro pivô alto se pretende ter chances contra algum adversário mais forte nos playoffs, mas age com calma: “Não tenho que prever isso até o prazo final para trocas”. Porém a falta de opções do treinador fica claro quando ele escala como pivô titular improvisado um reserva (Andersen) que não havia sequer entrado em quadra contra o Knicks por opção do técnico na partida anterior. Sem Nenê que é um dos jogadores mais físicos do Denver, foi moleza para o Hawks dominar completamente o segundo tempo com 55 pontos contra apenas 38 dos visitantes.
“O pescoço de Nenê está travado depois de uma queda. O tamanho de nosso time às vezes preocupa, em certos momentos somos magrelos lá dentro”, admitiu Karl, que além de improvisar Andersen como pivô 5 ainda utilizou o ala de força reserva Renaldo Balkman mais tempo do que o normal no garrafão, com ele anotando sete pontos e dois rebotes em 17 minutos, mesmo sabendo que Balkman não tem a estatura ideal de um ala-pivô. Não é à toa que o Atlanta aproveitou para marcar 17 pontos em segundas chances de ataque a partir de seus 15 rebotes ofensivos.
Nenê também faz falta no ataque porque é o líder de toda a NBA em aproveitamento nos arremessos de quadra (60,6% de acerto), o jogador mais próximo dele nessa estatística é o pivô do Charlotte Bobcats Emeka Okafor com 59%. Segundo o jornal Denver Post, Nenê optou por descansar essa partida em Atlanta e será avaliado dia-a-dia para ver como estará o pescoço amanhã e decidir pouco antes do jogo se vai entrar em quadra contra o Raptors (12V-19D) em Toronto.
O Hawks que não tem nada com isso fez a festa com uma marca histórica para o clube, pela primeira vez desde a temporada 1987-88 nos tempos gloriosos do cestinha Dominique Wilkins, o time da Geórgia não conseguia chegar à marca de 20 vitórias antes de uma virada de ano. Outro destaque da noite foi o armador Mike Bibby com 20 pontos e nove assistências. Se continuar assim a equipe tem tudo para se manter entre os quatro primeiros do Leste que terão mando de quadra na primeira rodada dos playoffs. O técnico Mike Woodson também não consegue se lembrar em seus 26 anos de carreira na NBA como jogador e técnico se já viu uma série tão longa de jogos em casa como as oito partidas consecutivas na Phillips Arena que o Hawks acaba de completar, com sete vitórias (sendo cinco seguidas) e uma única derrota que foi para o atual campeão e líder geral da temporada Boston Celtics (28V-4D).
“É algo enorme, eu nunca fui parte de uma programação que tinha oito jogos seguidos em casa. Isso pode ajudar você ou atrapalhar, e no nosso caso ajudou muito”, afirmou Woodson.
“É uma sensação ótima, mas temos de continuar focados e tomar conta dos negócios. Eu acho que temos todas as ferramentas para ser um time vencedor”, comemorou Al Horford, que era apenas um bebê de um ano de idade na última vez que o Hawks conseguiu 20 vitórias antes do reveillon.
Depois dessa fase de lua-de-mel com a torcida na Phillips Arena, o Atlanta jogará sua última partida em 2008 na noite de terça-feira contra o Indiana Pacers em Indianápolis. Sete times nesta temporada chegaram a 20 vitórias antes do Hawks, mas mesmo um feito relativamente modesto é digno de nota para uma franquia que por muitos anos foi um saco de pancadas, tendo terminado a temporada 2004-05 com apenas 13 triunfos em 82 jogos. A participação do clube nos playoffs neste ano foi a primeira desde 1999. Com esse bom início de campeonato, a equipe da Geórgia tem como meta chegar a 50 vitórias pela primeira vez desde a temporada 1997-98.
“Eu nunca estive em um time de 50 vitórias, os caras estão realmente procurando por isso”, disse o ala Marvin Williams.
Para o Denver que vinha com uma média de 105,8 pontos nos últimos 18 jogos, marcar só 38 no segundo tempo foi um duro golpe. O Hawks acertou 12 em 23 arremessos de três pontos, incluindo cinco triplos em seis tentativas do armador Mike Bibby.
“Nós simplesmente ficamos sem gás. Não fizemos coisas fundamentais bem o suficiente, e desmoronamos no quarto período”, lamentou o técnico Karl.
“Eles estavam correndo ao redor de nós e conseguindo muitos arremessos sem marcação. Quando alguém está jogando assim, você simplesmente tem de contestar. Bibby jogou muito bem, mesmo quando nós fizemos nossas jogadas, ele jogou um pouco melhor”, afirmou Billups.
“Além dos arremessos de três pontos, os rebotes ofensivos deles foram tremendos. Ficou mais difícil porque eles são altos”, disse Kenyon Martin, acrescentando que ficou complicado arremessar por cima da longa lista de jogadores do Hawks com 2,06m ou mais de altura.
Bem marcado por Williams na maior parte da noite, Carmelo Anthony não conseguiu encontrar seu ritmo de arremesso, e além de ter ficado bem abaixo de sua média de pontuação, ficou frustrado a ponto de receber uma falta técnica a 3min50s do fim.
“Eu não o frustrei. Ele é um super-astro, ele é um cestinha, eu só estava tentando dificultar as coisas para ele”, comentou Williams, que teve muita ajuda na defesa.
“A defesa todas deles estava me cercando. Os arremessos que eu acertei ontem (contra o Knicks) não estavam entrando, foi só um daqueles dias”, lamentou Melo.
J.R. Smith e Billups fizeram 11 pontos cada pelo Denver, mas Chauncey levou uma falta técnica 1min17s depois da punição apitada contra Carmelo no último quarto.
“Eu não perco fácil, cara”, resumiu Billups.
Ao todo o jogo teve 16 mudanças de liderança no placar, a última vantagem do Denver foi por 64 a 63 no terceiro quarto, mas logo o Atlanta virou e ampliou a diferença para 10 pontos pela primeira vez fazendo 81 a 71 quando o ala-armador Maurice Evans abriu o quarto período com uma bola de três. O ala-pivô Josh Smith colaborou com 10 pontos e oito rebotes, e a atual série invicta do Hawks é a mais longa desde que o time começou a temporada com seis vitórias consecutivas. O resultado negou ao técnico George Karl aquela que seria sua 900ª vitória da carreira.
Joe Johnson fez 41 pontos, Josh “The ATLien” Smith, 24, e o Atlanta Hawks derrotou o Chicago Bulls por 129 a 117, em Atlanta. Johnson quase passou da melhor pontuação de sua carreira, 42 pontos. Al Horford fez 27 pontos e pegou 17 rebotes.
“Os caras pediram para eu ficar com a bola e ir para a linha de lance-livre. Mas só me importa vencermos a partida”, falou Johnson.
Ben Gordon fez 33 pontos, convertendo seis de oito arremessos de três pontos, passando por Scottie Pippen e tornando-se o líder em cestas de três pontos do Bulls. Derrick Rose fez 27 pontos, melhor marca de sua jovem carreira.
Andrés Nocioni não conseguiu segurar o Hawks
Pippen fez 664 cestas de três pontos em sua carreira em Chicago, 856 partidas. Em sua 346ª partida com o Bulls, Gordon passou por Pip, agora com 669 cestas de três.
As duas equipes tiveram o primeiro tempo com o maior número de pontos da temporada, 68 a 63, para o Hawks.
“É legal, mas quando você perde não significa nada”, disse Gordon, do recorde da temporada.
O Hawks liderava por 116 a 112, com 1min44s de jogo. Marvin Williams e Smith aumentaram a vantagem para 121 a 112, com 1min04s para o final.
Após um arremesso errado de gordon o Bull começou com as faltas, para parar o relógio, mas o Hawks segurou a vitória.
O Atlanta Hawks seguiu sua boa campanha na temporada 2008/2009 na NBA ao bater na noite desta terça-feira o Oklahoma City Thunder por 99 a 88, fora de casa, chegando à sua terceira vitória seguida, a 18ª em 28 jogos, alcançando a quarta posição na Conferência Leste e seguindo como fortíssimo candidato a uma vaga nos playoffs. Em contrapartida, o caçula da NBA segue numa temporada sofrível, com apenas três vitórias em 29 jogos, amargando a pior campanha da liga americana de basquete.
Nesta terça, o grande destaque foi Joe Johnson, que marcou o segundo triplo-duplo de sua carreira e o primeiro da temporada, ao marcar 20 pontos, pegar 11 rebotes e dar 11 assistências. O jogador, que tem uma média de 22,7 pontos na temporada, teve uma noite pouco inspirada nos arremesso de três pontos, fazendo apenas dois em oito tentativas, mostrando que seus números poderiam ser ainda melhores.
“Eu não atirei bem, mas, ao mesmo tempo, eu fui capaz de fazer outras coisas”, disse Johnson após sua noite iluminada. “Meus colegas estavam disparando. Eu só estava tentando dar assistências e pegar rebotes”.
Pelo lado do Oklahama, o destaque foi Kevin Durant, que marcou 28 pontos e terminou como cestinha da partida. Chris Wilcox foi mais regular e, em apenas 24 minutos em quadra, marcou 19 pontos para o time que venceu apenas uma vez fora de casa na temporada.
A partida foi bem equilibrada, mantendo um placar igual durante quase todo o jogo, até o último quarto, em que o Hawks conseguiu uma vantagem de 10 pontos, chegando assim à sua sexta vitória nos últimos sete jogos e à 13ª jogando em seu ginásio, a Phillips Arena.
No primeiro quarto, os dois times se alternaram na ponta do placar, sem deixar com que seu rival abrisse mais de dois pontos de vantagem. Depois de 12 minutos de partida, o placar apontava 24 a 23 para o time visitante, que tinha em Kevin Durant seu principal pontuador, com nove pontos. Joe Johnson e Smith comandavam o Atlanta com seis e cinco pontos respectivamente.
“É inacreditável”, disse Williams sobre a atuação de Johnson. “Estamos em boa forma agora. Obviamente, esta é a melhor equipe que eu já vi nos anos em que estive aqui”, referindo-se aos times que ficaram longe dos playoffs durante toda década de 2000 até a temporada passada, quando a equipe se classificou em oitavo e caiu diante do Boston Celtics na primeira fase da pós-temporada.
O segundo quarto começou e o time visitante conseguiu abrir uma vantagem de 37 a 29 depois de quatro minutos de partida no período, com seis pontos seguidos de Wilcox. Porém, a partir daí o Atlanta emendou uma série de pontos seguidos, principalmente com as bolas de dois de Joe Johnson, e em poucos minutos virou para 42 a 38. Ao término do primeiro quarto, vitória parcial do time da Geórgia por 44 a 43.
No terceiro quarto, o Atlanta começou mais agressivo e, graças a quatro faltas sofridas, foi à linha do lance livre e acertou todos a que teve direito, com destaque para Smith que fez quatro. Com isso, a diferença disparou até a metade do quarto, chegando ao placar de 60 a 48 e fazendo parecer que a vitória era só questão de tempo. Mas não foi bem assim.
Desta vez, foi o Oklahoma que teve uma série de lances livres para cobrar e, convertendo todos, encostou no marcador, com 10 pontos seguidos e a diferença em dois pontos. O último quarto começou com o placar de 69 a 68 para Atlanta, com Joe Jonhson falhando diversas vezes e saindo antes do fim do quarto.
Logo no início do último período, cinco pontos seguidos do astro do Atlanta colocaram novamente uma diferença grande no placar para, desta vez, não ser mais tirada. Com cinco assistências somente no último período, Joe terminou a partida com um triplo-duplo e como o principal destaque da vitória de seu time sobre o lanterna da competição.
Agora, o time da Geórgia enfrenta o Chicago Bulls no próximo sábado (27/12), enquanto o Thunder vai a Detroit no mesmo dia para tentar a sorte contra o Pistons.
O Detroit Pistons continua decepcionando a sua torcida. A equipe de Michigan foi até o estado da Georgia neste domingo e acabou sendo derrotada pela 11ª vez em 25 jogos nesta temporada. Em um duelo onde as defesas prevaleceram, o Atlanta Hawks aproveitou o apoio da torcida e triunfou por 85 a 78 (52 a 41 no intervalo), se distanciando na quarta colocação da Conferência Leste enquanto que o Pistons ocupa o quinto lugar.
O cestinha da partida foi o armador Mike Bibby. O veterano do Hawks foi um dos poucos a ter a mão calibrada no duelo deste domingo. Bibby conectou 10 dos 13 arremessos que tentou e finalizou a partida com 27 pontos, além de cinco assistências, três rebotes e três recuperações de bola. O Atlanta atingiu a curiosa marca de cinco vitórias em seis jogos que Bibby foi o cestinha da equipe.
Mike Bibby (nº10) acertou tudo neste domingo (AP Photo/Gregory Smith)
Com a bela atuação de Bibby, o Hawks quebrou uma incômoda escrita contra o rival de Detroit. O Pistons havia vencido os últimos quatro duelos contra a equipe da Georgia, só que todas essas vitórias aconteceram antes da chegada do armador a Atlanta. O time de Michigan também havia triunfado na Phillips Arena em doze dos últimos 16 encontros.
“Eu acho que desde a chegada de Mike (Bibby) nós evoluímos muito. Eu espero realmente que nós consigamos coisas boas no resto da temporada. Isso mostra o quanto os dirigentes acertaram quando apostaram em Mike”, declarou o ala-armador e cestinha do Hawks, Joe Johnson.
“JJ”, porém, não teve uma boa atuação ofensiva contra o Pistons. Johnson errou 14 de suas 22 tentativas, mas mesmo assim conseguiu 19 pontos. Nos outros fundamentos, o ala-armador contribuiu consideravelmente. O camisa 2 do Atlanta deu sete assistências e pegou cinco rebotes. Este foi o segundo jogo consecutivo que Johnson fez menos de 20 pontos, lembrando que sua média na temporada é de 22 por partida.
Para o técnico do Pistons, Michael Curry, sua equipe fez um bom trabalho na contenção do principal jogador do Hawks: “Nós defendemos Joe (Johnson) bem. Nós também defendemos Josh (Smith), eles acertaram apenas 42% de seus arremessos. Só que nós não defendemos Mike Bibby”, concluiu o jovem treinador.
Joe Johnson (nº2) não foi o cestinha, mas foi o principal passador do Hawks (AP Photo/Gregory Smith)
Os outros três titulares do Hawks atingiram os dígitos duplos. O ala-pivô Al Horford conseguiu 11 pontos, 11 rebotes e quatro assistências. Quem também fez 11 tentos foi o ala Josh Smith, mas ele errou dez dos 13 chutes que tentou. O ala Marvin Williams pegou 10 sobras em 35min na quadra.
Pelo Detroit Pistons, que perdeu seu segundo jogo consecutivo, os cestinhas foram Rasheed Wallace e Rodney Stuckey, ambos com 20 pontos. O jovem Stuckey também pegou nove rebotes e deu três passes para cesta enquanto que “Sheed” deu dois tocos. Richard Hamilton contribuiu com 16 pontos, já o astro Allen Iverson continua seu calvário. O armador errou sete de suas onze tentativas e fez apenas 10 pontos. Iverson deu seis assistências e pegou cinco rebotes. Para completar a má fase de “A.I.”, o técnico Michael Curry declarou que seu astro teve lapsos mentais e que Bibby o fez pagar por seus erros.
O Detroit Pistons (14v-11d) volta a jogar na noite desta terça-feira, quando receberá a visita do Chicago Bulls. O Atlanta Hawks (17v-10d) também entrará em quadra nesta terça. A franquia do estado da Georgia enfrentará o Oklahoma City Thunder.
Joe Johnson fez 18 de seus 28 pontos no segundo tempo e o Atlanta Hawks derrotou o Charlotte Bobcats por 83 a 79, em Atlanta. O ala/pivô Al Horford adicionou 12pontos e 14 rebotes na terceira vitória consecutiva do Hawks, que tem 9V-1D em casa.
“Se a gente continuar cuidando de casa, a gente pode acabar na frente dos times da divisão. É uma grande vantagem (jogar em casa), especialmente quando a galera está participando”, disse Johnson.
Boris Diaw liderou o Bobcats com sua melhor pontuação da temporada, 25 pontos, Raymond Felton fez 15.
Os visitantes lideravam por 48 a 42 no intervalo. O Hawks acertou apenas uma de 13 tentativas de três pontos.
Boris Diaw tem seu melhor jogo da temporada, mas não é o suficiente para derrotar o Hawks
Com 2s para o final do terceiro quarto, em uma cesta de Horford, O Hawks empatou a partida em 68.
A primeira liderança de Atlanta foi no início do primeiro quarto, 70 a 68. Com 7min45s para ofinal da partida a Hawks virou o placar e liderava por 74 a 68.
O próximo adversário do Hawks é o Boston Celtics, na noite de quarta-feira.
Com 24 pontos de Mike Bibby o Atlanta Hawks derrotou o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão, por 97 a 92. Assim terminou a seqüência de 11 vitórias da equipe do ala/pivô brasileiro.
“Não vim para ver o LeBron James jogar. Vim para jogar”, avisou Bibby, antes da partida.
Varejão fez 11 pontos e liderou o Cavs com oito rebotes. James fez 33 pontos e teve nove assistências.
“Não podemos vencer todas. A gente não esperava vencer as últimas partidas e chegar ao fim com 79V-3D. Eles defenderam melhor do que a gente”, disse King James.
Sem Zydrunas Ilgaukas, lesionado, e com Ben Wallace sem pontuar na partida, Varejão ficou sobrecarregado no garrafão ofensivo do Cavs.
Marvin Williams fez 19 pontos para o Hawks, Al Horford fez 12 pontos e pegou oito rebotes e Joe Johnson fez 17 pontos.
Anderson tenta bloquear arremesso de Johnson
James e Mo Williams lideraram a virada do Cavs, que se recuperou de um déficit de 14 pontos no terceiro período, indo para o quarto final com uma vantagem de 70 a 68.
A liderança mudou de mãos por oito vezes durante o quarto período. Quando Bibby converteu um arremesso, com 4min4os para o final, devolvendo a liderança ao hawks, 84 a 83, a equipe não perdeu mais.
“Chegar e lutar como fizemos mostra o caráter da equipe. Foi lindo ver os caras fazendo as jogadas importantes”, disse Johnson.
O argentino Manu Ginóbili voltou ao seu posto de sexto homem, fez 27 pontos, 14 no quarto período, e o San Antonio Spurs derrotou o Atlanta Hawks por 95 a 89, em San Antonio. Tim Duncan fez 19 pontos e pegou 11 rebotes em sua milésima partida na NBA. Joe Johnson liderou o Hawks com 29 pontos.
O final da partida foi um pouco confuso. Mike Bibby e Al Horford receberam faltas técnicas de Pat Fraher após o Hawks diminuir a diferença para três pontos. Ginobili converteu os arremessos e Duncan acertou uma bola de tabela, aumentando a diferença para 83 a 76, com 3min13s para o final.
Em sua 1000ª partida Duncan tenta bloquear Bibby
“Não disse nada. Se falar ‘Vamos lá, cara’, merece uma técnica, então eu mereço uma técnica. Já escutei muita gente falar coisas piores e não levaram a técnica”, disse Bibby.
Segundos depois, foi a vez do ala/pivô.
“Perguntei o que houve ao Mike, não tinha visto o que aconteceu. Era um jogo apertado, bom, e você vai estragar assim?” reclamou Horford.
O argentino converteu um arremesso de três pontos e, quando o Hawks apertou o placar novamente, ele fez uma bandeja.
“Ginobili fez uma grande jogada. Eles fizeram as jogadas que deveriam fazer”, falou o treinador do Hawks, Mike Woodson.
“Manu nos carregou. Acertou grandes arremessos e os lances-livres no final. Ele ama jogos assim. Situações assim”, elogiou Duncan.
O pivô Yao Ming fez 24 pontos e pegou 19 rebotes na vitória de 92 a 84 do Houston Rockets sobre o Atlanta Hawks, em Houston. O argentino Luís Scola fez 12 pontos e pegou 10 rebotes Ron Artest contribuiu com 19 pontos. Na 10ª derrota consecutiva do Hawks em Houston, Joe Johnson teve 22 pontos, Josh “The ATLien” Smith contribuiu com 13 pontos e 11 rebotes e Mike Bibby fez 15 pontos.
Yao entrou na partida determinado nos rebotes. Ele teve somente cinco nas últimas duas partidas.
“Realmente me incomodou”, disse sobre os poucos rebotes.
Ron Ron the Rotweiller celebra uma cesta
Atlanta perdeu por até 16 pontos no primeiro tempo, mas deixou Houston fazer apenas 14 pontos no terceiro período e liderava por 76 a 68 nos primeiros 4min do quarto final. Yao e Carl Landry cortaram a diferença para dois pontos.
Com 5min11s para o final Artest acertou um arremesso de três pontos que deu a liderança ao time texano, Al Horford respondeu com um arremesso de dois pontos. Yao fez uma bandeja, seguido de dois lances-livres de Rafer Alston e uma bandeja de Artest para dar uma liderança de 83 a 78 para o Rockets.
Foi uma noite inspirada para a dupla Joe Johnson e Mike Bibby. Com 26 pontos marcados pelo primeiro e 20 pelo segundo, o Atlanta Hawks não decepcionou a torcida que encheu a Philips Arena e mandou o Grizzlies de volta para Memphis. O placar? 105 para o time da casa e 95 para os visitantes.
O entrosamento da equipe parece ter ajudado também na recuperação de um importante jogador dos Hawks. Após 12 jogos sem jogar, por causa de uma lesão no tornozelo, o atacante Josh Smith voltou às quadras. E não decepcionou.
Logo após a bola ao alto inicial, Smith deu uma linda roubada no adversário e novato O.J. Mayo, liberando caminho para seu companheiro Joe Johnson marcar. Era o que ele precisava para dar um gás na confiança.
“Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa cedo para me estabilizar no jogo. Eu queria começar na defesa, e ter sido capaz de dar aquela roubada logo no início foi a chave de tudo”, disse Smith.
Era só o começo de uma noite boa para o atacante recém-recuperado. Em 28 minutos, os Hawks se beneficiaram de 14 pontos marcados por Smith, além de seis rebotes, cinco assistências, quatro retomadas de bola e um toco. Tá bom, ou quer mais?
“Ele se espalha no campo, e aí quando ele pega o rebote já traz logo pra frente, o que ajuda a gente a penetrar no garrafão e fazer jogadas. Acho que isso nos faz um time mais difícil de ser marcado”, disse Johnson sobre Smith.
“Foi bom ter explosão suficiente para enterrar”, disse Smith sobre suas jogadas de força que testaram o tornozelo dele o tempo todo.
Já para o Grizzlies, notícias nada boas. Esta foi a 11ª derrota em 12 partidas, e mais uma para a péssima estatística dos chamados “fregueses”: já é o quinto fracasso consecutivo contra os Hawks. Durante o jogo de ontem chegaram, inclusive, a estar perdendo por 26 pontos de diferença para o adversário.
“Tivemos que jogar com orgulho. Nós não queríamos apenas deixar rolar. Mas não deixa de ser uma derrota desapontadora devido à ênfase que vínhamos dando à defesa nos últimos dias. Nossa segunda escalação fez um ótimo trabalho. Quando entraram, conseguimos marcar pontos e fazer cestas fáceis. Nosso banco fez muito por nós hoje.” Disse Rudy Gay, atacante dos Grizzlies que terminou com 16 pontos e 10 rebotes no jogo.
PRÓXIMOS JOGOS:
Os Hawks recebem o New York Knicks amanhã, depois viajam para Dallas tentar a vitória contra os Mavericks.
Os Grizzlies recebem os Clippers de Los Angeles, amanhã, e seguem depois para a terra do soul, da música e dos furacões, para enfrentar o New Orleans Hornets.
A fase do ala-pivô Chris Bosh, do Toronto Raptors, é tão boa que ele enfrenta até os obstáculos mais imprevistos com naturalidade. Nesta sexta-feira, Bosh quase ficou de fora do duelo de seu time contra o Atlanta Hawks por um motivo improvável: ele ficou preso no elevador do condomínio onde mora. Por sorte, conseguiram arrumar o elevador a tempo do astro do Raptors ir para a partida, mas antes disso Bosh ficou 50 minutos emperrado.
“Eu me sentei e refleti sobre a vida”, disse Bosh. “Eu até tentei abrir a porta, usando minha força super humana, mas não consegui”, brincou o atleta, com sua tentativa frustrada de abrir a porta do elevador.
Superado esse obstáculo, Bosh rumou para o Air Canada Centre, onde liderou o Toronto Raptors na vitória por 93 a 88 (46 a 50 no intervalo). O ala-pivô assinalou 30 pontos, 10 rebotes, sete assistências e três tocos e fez cestas importantes no segundo tempo, quando conectou 20 tentos e ajudou o time canadense a frear a boa atuação ofensiva do ataque adversário. O camisa 4 do Toronto também atingiu uma marca impressionante. Este foi o sétimo jogo na temporada em que Bosh marcou ao menos 30 pontos.
O armador Mike Bibby, particularmente, foi a principal ameaça ao triunfo do Raptors. Ele marcou 24 pontos, acertando quatro arremessos de longa distância. O ala-armador Joe Johnson foi mais discreto, mas não menos importante. A estrela do Hawks assinalou 18 tentos e distribuiu sete passes para cesta. Seu reserva, Maurice Evans, conectou 17 pontos enquanto que os alas Al Horford e Marvin Williams fizeram 10 tentos cada. O reboteiro do time visitante foi o pivô Zaza Pachulia, que capturou 17 sobras.
Mas Bosh também teve seus ajudantes. O astro contou com uma bela apresentação do ala Jason Kapono, que conectou 16 tentos (sua melhor marca na temporada). O ala Joey Graham assinalou 11 tentos e foi seguido do titular Jamario Moon, autor de 10 pontos e quatro rebotes. O armador espanhol Jose Manuel Calderon foi o “garçom”, já que deu onze passes para cesta. Com essas boas atuações, o Raptors nem sentiu tanta falta do ala-pivô jermaine O’Neal, que, mais uma vez, não atuou devido a uma lesão no joelho.
Bosh, que conectou 30 tentos e pegou 10 rebotes, pela quinta vez na temporada, foi fundamental no terceiro quarto. O ala-pivô conectou 12 pontos apenas nessa parcial e liderou a virada de sua equipe, que foi para o vestiário perdendo por 50 a 46, ao final do primeiro tempo. No terceiro período, o Raptors ficou mais forte, graças ao crescimento de produção de sua estrela. O camisa 4 conectou lances importantíssimos e consolidou a virada dos anfitriões, que foram para o último quarto vencendo por 69 a 65.
O último quarto, assim como todo o jogo, foi equilibrado. O Raptors sustentou a liderança por boa parte do tempo, mas não conseguia abrir mais do que cinco pontos de vantagem. Quem mantinha o Hawks vivo na disputa eram os alas-armadores Joe Johnson e Maurice Evans. A equipe de Atlanta chegou a cortar a diferença para três pontos, 91 a 88, com 1min para o final. Entretanto, Marvin Williams e Joe Johnson erraram seus arremessos e deram a chance do Toronto sacramentar sua vitória na linha de penalidade, o que de fato aconteceu.
Para Joe Johnson, O Hawks bobeou no terceiro quarto, quando permitiu que o Raptors virasse o placar: “Nós estávamos na frente e controlávamos o jogo, mas permitimos que eles passassem a frente e isso é um erro terrível quando se está jogando fora de casa. A torcida se inflama, os jogadores do time adversário ganham confiança e aí fica muito difícil retornar ao jogo”, finalizou.
O Atlanta Hawks (9v-6d) tentará a recuperação na noite deste sábado. A equipe do estado da Georgia viaja até o Verizon Center para encarar o Washington Wizards. Já o Toronto Raptors (8v-7d) embarca para uma série de partidas na estrada. A primeira parada será neste domingo contra o Los Angeles Lakers, no Staples Center.
Allen Iverson terminou com 16 pontos na vitória de 110 a 96 do Detroit Pistons sobre o New York Knicks. Rodney Stuckey, que vem sofrendo com tonturas desde que encontrou uma parede chamada Shaquille O’Neal, fez 13 pontos e deu 11 assistências, melhor marca de assistências de sua carreira.
“Dez dias atrás trombei com o Shaq e ainda estou dolorido”, disse Stuckey.
Al Harringotn liderou o Knicks com 25 pontos, David Lee adicionou 15 pontos e 15 rebotes.
O Knicks permaneceu perto no placar durante os nove primeiros minutos, mas o Pistons fez 23 a 7 e abriu uma vantagem de 40 a 23. No intervalo a vantagem era de 59 a 43 para o Pistons.
O Knicks diminuiu a diferença para nove no terceiro período, mas não conseguiu parar o Pistons.
Al Horford fez 21 pontos, Joe Johnson teve 15 pontos e nove assistências, Marvin Williams e Mike Bibby fizeram 18 pontos, cada, e Flip Murray adicionou 16 na vitória do Atlanta Hawks sobre o Milwaukee Bucks por 102 a 96.
Charlie Villanueva fez 19 pontos em 22min em quadra. Richard Jefferson fez 25 e Ramon Sessions teve 21 pontos.
Com 1min48s para o final Atlanta liderava por apenas dois pontos, mas Horford converteu três pontos, aumentando a diferença para 94 a 89. Com 54s de jogo Murray converteu mais três pontos, 99 a 91 para Atlanta.
Após a cesta de Murray o Bucks fez faltas, esperando que alguém errasse um lance-livre.
Para melhorar seu rendimento ofensivo nesta temporada, o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão procurou se espelhar bastante nos treinos com seu companheiro pivô lituano Zydrunas Ilgauskas, o gigante de 2,21m do Cleveland Cavaliers que agora está “inventando” um chute de longa distância, na derrota para o Detroit Pistons ele acertou sua segunda bola de três da temporada. O jogador capixaba tem trabalhado bastante os arremessos de fora com o “Big Z” nos treinamentos e é um dos colegas que mais elogiam esse novo ingrediente no jogo de Ilgauskas. Neste sábado às 22h30min (horário de Brasília), o Cavs (9V-3D) recebe o Atlanta Hawks, que ontem sofreu para vencer em casa o fraco Charlotte Bobcats por 88 a 83 (47 a 43 no intervalo), mas merece respeito pela boa campanha que vem fazendo na temporada (8V-4D) e tem nas bolas de três do ala-armador Joe Johnson uma grande arma. Quem sabe os grandalhões reboteiros do Cleveland possam dar uma ajudinha nesse departamento também.
“Se ele (Ilgauskas) chutar mais uma bola de três em um jogo, eu vou começar a arremessar também”, disse Varejão brincando, já que os chutes de longa distância não são seu forte, em quatro anos de carreira na NBA ele tentou 15 arremessos de três e não converteu nenhum, incluindo sua única tentativa nesta temporada.
Líder da Divisão Central e na vice-liderança da Conferência Leste, o Cleveland do astro LeBron James ainda não sabe o que é derrota na sua Quicken Loans Arena (são sete vitórias), e após a derrota para o Pistons que acabou com uma série de oito triunfos consecutivos, quer se recuperar começando a construir outra seqüência positiva de olho na idéia de alcançar o campeão Boston Celtics (12V-2D) no topo da classificação. Anderson, que tem recebido muitos elogios do técnico Mike Brown, aponta a marcação nos armadores como o caminho para mais uma vitória.
“Atlanta já mostrou que está jogando bem fora de casa. E muito da qualidade do jogo tem a ver com a liberdade e com os espaços que o Mike Bibby e o Joe Johnson tiverem em quadra. Se eles tiverem bola para jogar, se dermos campo a eles, eles vão crescer, então a nossa marcação tem que ser apertada em cima deles, nossa defesa tem que estar bem postada, bem acertada”, afirmou o brazuca.
“Você sempre quer que os times tenham medo vindo a seu ginásio, sabendo que não vão ter nenhum jogo fácil quando vierem a sua casa. Deve ser assim o tempo inteiro, temos conseguido fazer isso até agora. Não podemos ficar remoendo uma derrota. Tem muitos jogos numa temporada, muitas semanas, muitos meses, você tem de se preparar para o jogo seguinte. Nós demos um passo atrás quarta-feira, haverá noites em que você não joga bem e perde a partida, tivemos um lapso, agora é pensar na resposta”, destacou o cestinha da liga LeBron James.
“Sim, nós temos que proteger nossa quadra. Há algumas pessoas que acreditam que você precisa ter um bom retrospecto em casa, alguns enfatizam que isso é mais importante que o retrospecto fora de casa. Eu simplesmente olho para nosso próximo jogo, não importa se ele será em Boston, Los Angeles ou Minnesota. Acontece de hoje estarmos em casa, então vamos jogar da maneira certa e conseguir a vitória. Eles são um time difícil de lidar por causa de sua estatura e atleticismo”, comentou o técnico Brown.
“Eles (Hawks) têm algumas peças muito boas. Joe Johnson é um dos armadores mais subestimados que temos na NBA. Mas nossa mentalidade é que temos de vencer diante de nossos fãs”, completou James.
Contra o Charlotte (3V-8D), o Atlanta começou mal, caindo em um buraco de 21 a 8 diante de um adversário tecnicamente muito inferior, mas conseguiu se recuperar e buscou uma vitória apertada marcando sete pontos seguidos no final. Joe Johnson foi o cestinha da partida com 30 pontos, o ala Marvin Williams anotou um duplo-duplo com 22 tentos e 10 rebotes, e o Hawks escapou de um tropeço nos minutos decisivos pelo segundo jogo consecutivo. Na quarta-feira, contra o lanterna do Leste Washington Wizards, o Atlanta entrou em quadra desligado e saiu perdendo por 13 a 4, mas reagiu e conseguiu vencer no sufoco um time ainda mais fraco que o Bobcats, por 91 a 87. Contra uma potência como o Cavaliers, o clube da Geórgia não pode dar moleza.
“Isso é algo que definitivamente nós temos de corrigir, especialmente quando formos jogar fora de casa. Não podemos começar o jogo moles desse jeito”, alertou Johnson.
O Charlotte ainda esteve à frente no placar uma última vez quando o armador Raymond Felton acertou um arremesso da cabeça do garrafão fazendo 81 a 80 numa partida que teve 20 trocas de liderança no marcador, 13 delas no quarto final. Mas Williams virou o placar definitivamente com uma cesta de três faltando 2min12s. A defesa do Bobcats fechou em cima de Johnson, que passou a bola para Maurice Evans, e ele deu a assistência para Williams que estava livre no canto esquerdo da quadra e acertou o triplo matador. O ala tem treinado mais seu arremesso de longa distância e esse esforço tem rendido bons frutos, contra o Wizards ele também acertou uma bola de três importante. Outro fator negativo foi o Atlanta ter desperdiçado 21 posses de bola.
“Estou simplesmente tentando construir minha confiança e estender um pouco meu alcance no ataque. Se formos capazes de continuar acertando os arremessos do perímetro da maneira como estamos fazendo, os times adversários vão ter de pensar duas vezes antes de dobrar a marcação em Joe, isso seria ruim para eles. Vai ser uma questão de escolher seu veneno”, disse Marvin.
O armador novato D.J. Augustin liderou o Bobcats com um recorde da carreira de 26 pontos, mas errou um arremesso no fim quando o Charlotte mais precisava, e Evans respondeu com uma grande cesta para o Atlanta, acertando um chute longo faltando 1min24s.
“Você tem de dar crédito a eles. Marvin acertou uma enorme bola de três, Joe foi incrível, diante dessas circunstâncias eu fiquei encorajado pela atuação de nosso time”, disse o técnico do Charlotte, Larry Brown, vendo progressos apesar da terceira derrota consecutiva, a quinta em seis jogos.
“Temos que começar jogando bem o primeiro quarto. Temos de começar a jogar na frente em vez de ficar correndo atrás no placar”, pediu o armador Mike Bibby.
As maiores atrações de cada equipe estavam lesionadas. Josh “The ATLien” Smith e Al Horford, para o Atlanta Hawks, e Gilbert Arenas, ainda recuperando-se de cirurgia, para o Washington Wizards. Mas o Hawks superou o Wizards por 91 a 87 em casa.
Murray é bloqueado por Ethan Thomas
Marvin Williams fez 21 pontos e pegou 14 rebotes, melhor marca de sua carreira, para o Hawks para o Hawks, Mike Bibby fez 25 pontos e Joe Johnson fez 19 pontos, pegou oito rebotes e teve oito assistências.
Caron Butler teve 32 pontos para o Wizards, Antawn Jamison fez 18.
Bibby teve um terceiro período excelente, para ajudar o Hawks a superar uma desvantagem de 50 a 44 no intervalo.
Stevenson arremessa sobre Marvin Williams
O armador do Hawks fez nove pontos mos últimos 3min do terceiro quarto, o Hawks entrou no período final liderando por 70 a 67.
“Estava livre. Só arremessei o que estava lá”, falou.
Butler deu uma liderança de 79 a 75 com 5min40s para o final.
DeShawn Stevenson acertou um arremesso com 1min32s para o final, e acertou mais um, 30s depois. A vantagem do Wizards era de quatro pontos, 87 a 83.
Johnson converteu uma cesta de três, com 57s para o término, cortando a liderança dos visitantes.
Marvin William converte arremesso com a marcação de Thomas
Quando o Wizards estourou o tempo de arremesso Williams aproveitou para converter um arremesso que deu a liderança para o time da Geórgia.
Juan Dixon e Nick Young ainda erraram arremessos e Flip Murray aumentou a diferença com 10s para o final.
Com 33 pontos de Devin Harris, 29 de Vince Carter o New Jersey Nets derrotou o Atlanta Hawks por 119 a 107, em Atlanta. Na quinta partida sem Josh “The ATLien” Smith, Joe Johnson fez 31 pontos para o Hawks.
O Nets liderava por 31 a 30 no começo do segundo quarto, até fazer 14 pontos seguidos, aumentando a vantagem para 45 a 30. O Hawks teve uma recuperação, fazendo 12 pontos consecutivos.
Al Horford tenta passar por Brook Lopez e Vince Carter
Carter fez cinco cestas de três enquanto fazia 19 pontos no terceiro quarto, aumentando a vantagem, que era de 55 a 50 no intervalo, para 85 a 73.
“Senti que era hora de ser mais agressivo. A cesta ficou do tamanho de um oceano”, disse Carter.
Em Chicago o novato Derrick Rose fez 23 pontos na vitória de 104 a 91 do Chicago Bulls sobre o Indiana Pacers.
Ele fez mais de 10 pontos em suas 10 primeiras partidas. O último novato do Bulls que conseguiu isto foi Michael Jordan, em 1984-85.
Andres Nocioni fez 20 pontos e pegou 11 rebotes, Ben Gordon fez 19 pontos. T.J. Ford fez 16 pontos para o Pacers, Danny Granger fez 15 pontos e pegou 10 rebotes e Troy Murphy contribuiu com 12 pontos e 13 rebotes.
Perdendo por oito pontos no começo do terceiro período o Pacers virou a partida fazendo 10 pontos consecutivos no começo do quarto. Rose liderou o Bulls, para manter a equipe na frente.
Rose lidera mais uma vitória do Bulls
“É um novato que vai florescer mais cedo do que as pessoas pensam”, disse Kim O’Brien, treinador do Pacers.
Rose achou Nocioni livre para uma cesta de três no final do quarto, dando a liderança de 81 a 73 para o Bulls.
O Atlanta Hawks provou na noite desta quarta-feira que não é fogo de palha. A equipe do estado da Georgia foi para Massachusetts enfrentar o atual campeão Boston Celtics com o status de único time invicto na Conferência Leste. Quem achava que o Hawks é o conhecido cavalo paraguaio e que iria ser facilmente superado pelo Celtics terá que rever seus conceitos. O Boston venceu, mas precisou suar muito para garantir o triunfo por 103 a 102 (51 a 51 no intervalo).
A vitória só foi possível graças a mais um lampejo da estrela de Paul Pierce. O ala acertou um chute preciso a 0.5 do fim e garantiu o oitavo triunfo do Celtics no campeonato. Ainda por cima, a equipe de Boston tomou a liderança da Conferência Leste do próprio Hawks. Mas, até acertar o arremesso de misericórdia, a equipe anfitriã perigou perder o primeiro jogo diante de sua torcida na temporada. A equipe de Atlanta endureceu o jogo durante todo o tempo e parecia que ia levar a melhor a 7s do fim, quando o ala Marvin Williams acertou uma tentativa de 3 e passou a frente, 102 a 101.
Pierce se prepara para chute decisivo e… (AP Photo/Michael Dwyer)
O chute certeiro de Pierce rendeu elogios até do técnico adversário, Mike Woodson: “Um grande arremesso feito por um grande jogador”, declarou o treinador do Hawks. “Eu, obviamente, detestei o desfecho da partida, mas não posso reclamar do meu time. Nós fizemos uma grande partida contra ums dos melhores times da liga e poderíamos ter vencido na casa deles”, concluiu.
Além de ter sido o herói da noite, Pierce também foi o cestinha da partida. O ala acertou oito de seus 14 arremessos e conectou 15 dos 16 lances que teve a disposição terminando o jogo com 34 pontos. “The Truth” (A verdade) ainda pegou seis rebotes. As outras estrelas do Celtics também tiveram papéis fundamentais para o triunfo, Kevin Garnett conectou 25 tentos, capturou 12 rebotes e ainda deu tocos enquanto que o ala-armador Ray Allen fez 17 pontos e pegou sete rebotes, completando a grande noite do “Big Three”.
Após a partida, Kevin Garnett revelou a conversa do técnico Doc Rivers com seus jogadores momentos antes da jogava decisiva: “Nós já havíamos desenhado a jogada decisiva, Rivers nos disse: ‘Bola para Pierce e deixem o caminho livre para ele. O Super homem está no comando da nave, vamos para casa’. Se você não acredita no que estou dizendo pergunte para Doc (Rivers) e ele te dirá exatamente isso”, revelou o ala-pivô.
…comemora com Eddie House, torcida delira ao fundo (AP Photo/Michael Dwyer)
O jogo reuniu as duas melhores campanhas da Conferência Leste. Apesar de entrar do Hawks ir para a partida invicto, o favoritismo era todo do Celtics. A equipe verde é a atual campeã, jogava em casa e mesmo os mais otimistas ainda mostravam certo ceticismo em relação a força do Hawks. Esse foi o oitavo êxito seguido do Celtics sobre o rival de Conferência em jogos disputados em Boston. Vale a pena lembrar que as equipes se enfrentaram na primeira rodada dos playoffs na última temporada e o Celtics venceu uma série muito equilibrada por 4 a 3.
Pela franquia visitante, o cestinha foi o ala-armador Joe Johnson. “JJ” errou 14 de suas 23 tentativas, mas mesmo assim deu muito trabalho a defesa do Celtics, conectando 28 pontos e dando sete assistências. O armador veterano Mike Bibby assinalou 16 tentos e foi seguido de Marvin Williams e Ronald “Flip” Murray, ambos com 14 tentos. Fechando a lista de jogadores do Hawks que fizeram dígitos duplos, o ala-armador Maurice Evans, que conectou 13 pontos e coletou cinco rebotes.
O Hawks esteve muito perto de conseguir sua quinta vitória na estrada nesta temporada. A equipe do estado da Georgia chegou a liderar por dezesseis pontos no primeiro tempo, 44 a 28. O Celtics, entretanto, reagiu antes do intervalo e conseguir ir para os vestiários empatado com o rival. O terceiro período foi muito equilibrado e teve doze trocas na liderança, terminando com um ponto de vantagem para o Atlanta, 76 a 75.
Joe Johnson deu trabalho ao Celtics, mas não evitou primeira derrota do Hawks (AP Photo/Michael Dwyer)
No último quarto o panôrama continuou o mesmo, trocas na liderança e indefinição. O Celtics só conseguiu abrir uma “folga” após duas cestas de Ray Allen, 92 a 88, com 3min39s para o fim. Mas a diferença se evaporou nos minutos seguintes. Joe Johnson empatou a peleja em 99 tentos após uma linda bandeja invertida, isso tudo a 35s do fim. No lance seguinte, Paul Pierce sofreu falta e converteu os dois lances livres que teve a disposição e deu ao Celtics dois tentos de vantagem, 101 a 99. Tudo isso antes das cestas decisivas de Marvin Williams e Paul Pierce que decidiram a partida.
O Atlanta Hawks (6v-1d) tentará a recuperação na noite desta sexta-feira contra o New Jersey Nets, fora de casa. Já o Boston Celtics (8v-1d) também entrará em quadra na noite desta sexta. A equipe verde de Massachusetts irá enfrentar o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê, no TD Banknorth Garden, em Boston.
Apenas dois times continuam imbatíveis neste começo de temporada. Um é o Los Angeles Lakers, da Conferência Oeste. O outro é do Leste. Agora, você que não está acompanhando a fundo o campeonato pode arriscar: “Ah, é o Boston!”. Nada disso. “E o Detroit?”. Também não. Quem está invicto e lidera a Conferência Leste é o jovem e surpreendente Atlanta Hawks. Na noite deste domingo, o Hawks foi até Oklahoma e manteve seu recorde intacto com a vitória por 89 a 85 (48 a 41 no intervalo) sobre o Thunder.
O ala-armador Joe Johnson foi peça fundamental para outra vitória da equipe de Atlanta. A estrela do Hawks fez 25 pontos e, mesmo não estando numa noite inspirada, foi o principal jogador ofensivo da equipe visitante. “JJ” ainda recuperou quatro bolas e deu duas assistências. O objetivo do Atlanta no momento é quebrar a sequência de vitórias consecutivas num mesmo campeonato. O atual recorde da franquia é de 11 triunfos seguidos durante a temporada 1997/98.
Para o técnico Mike Woodson, seus jogadores gostaram de sentir o gosto da vitória e não querem abrir mão disso: “Nós experiementamos pela primeira vez como era estar entre os mlhores no ano passado. Fizemos um bom playoff contra o Celtics, quase vencemos e parecem que eles (seus jogadores) gostaram desse sentimento (da vitória). Agora, eles querem se consolidar como vencedores”, finalizou o treinador.
Joe Johnson liderou o Hawks mais uma vez (AP Photo/Sue Ogrocki)
Porém, o triunfo não foi fácil para o Hawks. A equipe do técnico Mike Woodson passou por maus lençóis diante do caçula Thunder. Após três períodos onde o equilíbrio predominou, o Oklahoma City foi para o último período com vantagem de quatro pontos, 62 a 58. A franquia de Atlanta mostrou porque está invicta e iniciou a parcial decisiva com tudo, tomando a ponta logo nos primeiros minutos.
Só que o Thunder, apoiado pela torcida, não se intimidou e retomou a liderança. Em pouco mais de um minuto, a equipe anfitriã deu um arrancada, aumentando a diferença para sete pontos, 75 a 68, com 6min45s para o fim. Mas o jogo era lá e cá e estava longe de uma definição, por isso o Hawks voltou a ponta e os times trocaram a liderança por algumas vezes. O time do estado da Georgia só conseguiu garantir a vitória no minuto final, quando Joe Johnson e Mike Bibby tomaram as rédeas e fizeram cestas importantes, dando uma liderança de seis pontos, 86 a 80, com apenas 34s restando no relógio.
A partida foi mais difícil do que as outras para o Hawks graças a ausência do ala Josh Smith, que continua no departamento médico. O ala Marvin Williams até que substituiu Josh a altura, com 16 pontos e sete rebotes, mas não impôs a mesma energia defensiva que o lateral lesionado. Os armadores Ronald “Flip” Murray e Mike Bibby contribuíram com 14 e 13 pontos, respectivamente. O reboteiro do Hawks foi o ala-pivô Al Horford, que capturou 12 rebotes.
Pelo Oklahoma City Thunder, que acumulou sua terceira derrota em casa nesta temporada, o cestinha foi o ala-armador Kevin Durant. O atleta de 2,06m de altura conectou 20 pontos e ainda pegou quatro rebotes e deu três assistências. O novato Russell Westbrook contribuiu com 15 tentos, o ala-pivô Joe Smith fez 14 pontos e pegou nove rebotes. O armador Earl Watson assinalou 11 tentos, distribuiu seis assistências e pegou quatro rebotes.
Kevin Durant (nº35) tenta infiltração, mas é cercado por Al Horford (nº15) (AP Photo/Sue Ogrocki)
O cestinha Kevin Durant afirmou que o Oklahoma City Thunder precisa melhorar na hora de finalizar a partida: “Nós estamos perdendo os jogos por pouco, isso é bom por um lado e ruim por outro. Bom porque mostra que nós temos um time que pode enfrentar qualquer um de igual para igual e ruim pois nós sempre sofremos viradas no fim. Preciso melhorar nos momentos decisivos”, concluiu.
O Oklahoma City Thunder (1v-5d) entra em quadra novamente na noite desta segunda-feira. A equipe treinada por PJ Carlesimo vai até o Conseco Field House para enfrentar o Indiana Pacers. Já o Atlanta Hawks (5v-0d) visitará o Chicago Bulls na noite desta terça-feira.
O New Orleans Hornets sofreu a primeira derrota do ano nas mãos do Atlanta Hawks, por 87 a 79, em Nova Orleans. O ala-armador Joe Johnson fez 24 pontos para o Hawks, Josh “The ATLien” Smith fez 11 pontos e pegou 11 rebotes, e Marvin Williams contribuiu com 11 pontos. Chris Paul liderou o time da casa com 22 pontos, David West adicionou 15 e James Posey 10.
Flip tenta um passe por baixo de Armstrong
Pela primeira vez em 11 anos o Hawks inicia uma temporada com 3V-0D. Uma das novidades na equipe é Flip Murray, que fez 14 pontos no jogo.
Com Tyson Chandler e Peja Stojakovic de volta ao time, o Hornets pareceu começar bem. Chandler fez a primeira cesta do jogo, mas o Hawks respondeu fazendo 8 a 0 e liderou pelo resto do primeiro tempo.
Paul com mais uma assistência
Com cestas de Williams e Johnson os visitantes abriram 10 pontos, 24 a 14, no final do primeiro quarto.Paul voltou ao jogo e o time da casa melhorou, diminuindo a vantagem para 31 a 27.
O Hornets diminuiu a diferença para 43 a 40, mas Mike Bibby acertou uma cesta de três no último segundo do primeiro tempo, abrindo 46 a 40.
Paul voltou bem no terceiro quarto, liderando a virada do time, 62 a 58. Mas o Hawks não desistiu e tomou conta do quarto período.
Williams acertou três bolas de três pontos, a última nos três minutos finais, que deu uma liderança de 83 a 74 para o Hawks.
“Isso mostra a maturidade do time. Os jogadores têm mais um ano de experiência. O crescimento aparece quando vencemos fora de casa”, falou o ATLien.
O capitão do Atlanta Hawks, Joe Johnson, garante que nenhum jogador da NBA que jogou a pré-temporada pode dizer que não tem alguma lesão, mesmo pequena. E o ala-armador é um deles. Johnson perdeu a última partida do Hawks com dores na virilha.
Pequena lesão não deve tirar Johnson da primeira partida da temporada
“Não acho que é possível. Definitivamente estou onde deveria estar. Mas, agora, ninguém pode dizer que está 100%. Sempre tem dores e batidas. Se você não fez nada na pré-temporada deve estar bem” disse Johnson.
Após uma excelente temporada o Hawks começa 2008-09 com problemas. O ala Josh “The ATLien” Smith torceu o tornozelo na partida contra o Detroit pistons.
Johnson e Smith devem jogar na estréia contra o Orlando Magic. Mesmo assim, Smith não participou do último treino do Hawks.
“Vou treinar hoje. Participei de tudo, só não treinei. Mas estou pronto”, falou “The ATLien”.
Mas a equipe já tem desfalques garantidos para a primeira partida. Marvin Williams cumpre um jogo de suspensão por uma falta flagrante na partida sete contra o Boston Celtics.