December 24, 2008

Retrospectiva 2008: Americanas levam ouro em Pequim, numa participação péssima do Brasil

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , , , — Luis Paulo Fraga @ 1:40 pm

Por: Guilherme Giorgi Costa

O ano de 2008 está chegando ao fim e muitos foram os momentos inesquecíveis dentro do esporte da bola laranja. O BasketBrasil preparou uma série de textos, que serão publicados diariamente aqui no site, para relembrarmos o que de melhor aconteceu no ano. Para começar, falaremos claro, dos Jogos Olímpicos, a principal competição entre seleções no mundo. Hoje lembraremos de como foi a competição feminina, depois de ontem termos falado da competição masculina.

As tetracampeãs da seleção feminina  não tiveram misericórdia com as adversárias. A vitória contra a Austrália na final consagrou o time de Lauren Jackson e Suzy Batkovic como “freguesas olímpicas”. Nas três últimas decisões do basquete feminino em Olimpíadas, os dois times se enfrentaram, com três vitórias dos EUA.

Na primeira fase, a equipe aplicou uma lavada nas donas da casa, por 108 a 63, já mostrando que não estava para brincadeira. Além da China, as americanas passaram por 97×57 pela República Tcheca, 97×41 em Mali, 93×55 na Espanha e 96×60 na Nova Zelândia. Todas as vitórias convincentes, mas sem enfrentar nenhuma das suas duas principais rivais, as australianas campeãs mundiais em 2006 e as russas, que eliminaram as americanas no mundial no Brasil. Nas quartas, a Coréia do Sul, time mais fraco do Grupo A, teve o mesmo destino ao enfrentar as líderes norte-americanas, perdendo por 104 a 60.

Nas semi finais, se esperava um jogaço contra as russas, numa revanche do mundial de 2006. Porém, o que se viu foi um passeio americano, principalmente no segundo quarto.  O primeiro quarto foi atípico, com a seleção norte-americana cometendo muitos erros. Com isso, as russas tomavam a bola e partiam com velocidade no contra-ataque. Além disso, Maria Stepanova, com os seus 2,02 m, teve um bom começo e fez seis pontos para a Rússia, que fez 16 a 13.As russas chegaram a abrir 30 a 23 no segundo quarto, porém, com três bolas de três pontos seguidas, as norte-americanas viraram o placar. As russas perderam a segurança no ataque e o marcador ficou em 33 a 32.

Depois de tomar a frente no placar, as norte-americanas tomaram de vez o comando do jogo. Precisos nas bolas de três pontos, os Estados Unidos usavam esta arma sempre que as russas tentavam esboçar uma reação. No final, a seleção norte-americana fechou o jogo em 67 a 52.

Do outro lado da chave, as musas australianas dizimavam suas adversárias. Passou sem dificuldades por Belarus, Brasil, Coréia do Sul, Letônia e até mesmo sobre a Rússia na primeira fase. Todos os jogos foram com mais de 20 pontos de diferença, para garantir a primeira posição da chave. Nas quartas de finais, outra vitória tranquila por 79×46, chegando nas semi finais diante da surpreendente China, vencendo-a sem dificuldades por 90×56.

A China surpreendeu o mundo ao jogar bem a primeira fase, ficar em segundo no grupo e enfrentar Belarus nas quartas de finais. Venceu na primeira fase República Tcheca, de forma surpreendente, e a Espanha de forma espetacular na prorrogação, além das fracas seleções de Mali e Nova Zelândia. Tudo bem que o time pegou o grupo mais fácil, mas as vitórias contra Espanholas e tchecas foram excelentes e surpreendentes. Nas quartas, o time passou por Belarus por 77×62, chegando às semi finais.

A semi final entre China e Austrália foi outro passeio australiano. Desta vez, as chinesas não conseguiram surpreender e perderam por 90×56. Na disputa do bronze, as russas levaram o segundo terceiro lugar seguido em olimpíadas, vencendo por 94×81. O primeiro quarto foi equilibrado, com a equipe russa vencendo por contagem mínima (24 a 23). Mas foi no segundo quarto que a partida foi praticamente definida, pois a Rússia venceu por 28 a 16 e levou uma vantagem de 13 pontos para o intervalo (52 a 39).

Na terceira final olímpica feminina consecutiva entre Estados Unidos e Austrália, o resultado foi o mesmo: vitória das americanas, que massacraram as “Opals” por 92 a 65 (47 a 30 no primeiro tempo) e conquistaram um inédito tetracampeonato olímpico.

Os números comprovam a superioridade americana: as australianas só acertaram 25% de seus arremessos no jogo e, apesar de buscar impressionantes 23 rebotes ofensivos, ainda tiveram desvantagem no fundamento, 41 a 40. Os EUA usaram seu forte jogo interior para acertar 31 cestas de 2 pontos em 48 tentativas e também estiveram com a pontaria afiada na linha de penalidade, convertendo 24 de 28 lances livres. Estes números levaram o “Team USA” ao seu sexto título olímpico na modalidade e sua 50ª vitória em 53 jogos na competição, sendo 33 consecutivas desde a decisão de terceiro lugar de Barcelona-1992.

Em 32 destas vitórias, esteve presente a pivô Lisa Leslie, que conquistou sua quarta medalha de ouro seguida nestes Jogos Olímpicos de Pequim-2008, encerrando sua carreira olímpica invicta.

A grande figura dos EUA foi a armadora reserva Kara Lawson, que mudou a partida ao entrar no primeiro período e teve aproveitamento perfeito nos arremessos - quatro acertos de 2 pontos, um acerto de 3 e quatro lances livres convertidos - para terminar com 15 pontos. As jovens pivôs Candace Parker e Sylvia Fowles tiveram 14 e 13 pontos, respectivamente, e combinaram para 9 rebotes no revezamento com Leslie e Tina Thompson. Apenas uma americana não pontuou, a armadora Katie Smith.

Entre as australianas, Snell manteve o time no jogo com 15 pontos no primeiro tempo, mas saiu zerada dos 20 minutos finais. A ala Penny Taylor, que atuou no sacrifício após sofrer uma entorse no tornozelo direito nas quartas-de-final, também foi bem marcada e pareceu sentir os efeitos da lesão, terminando com 6 pontos, apenas uma cesta em sete arremessos, e ficou apenas 23 minutos em quadra, também pendurada pela maior parte do jogo. A pivô Suzy Batkovic teve 8 pontos e 9 rebotes, mas também foi vítima do garrafão americano e acertou apenas três de 14 arremessos.

Participação brasileira

O Brasil se classificou para os Jogos Olímpicos de forma dramática pelo pré olímpico mundial, em que depois de toda confusão com Iziane, a equipe passou pelas cubanas e se classificaram para a quinta olimpíada da história. Mas, esse episódio lembraremos em outro capítulo da retrospectiva. Hoje, focaremos na participação em Pequim.

A seleção feminina brasileira vacilou em momentos decisivos, perdeu jogos no último quarto, e com apenas uma vitória, quando já estava eliminada, fechou a competição em 11º na pior participação da história. Adrianinha foi uma das únicas que se salvaram, com belíssimas cestas de três. Karla, que vinha de um ótimo pré olímpico, não foi bem nem nas bolas de três.

O grupo do Brasil realmente era mais complicado que o outro. Além das duas potências Rússia e Austrália, o time teve que enfrentar as fortes seleções européias como Letônia e Bielorussia além da equipe da Coréia do Sul que pode não ser forte, mas não era nenhuma seleção de Mali ou Nova Zelândia que fizeram parte da outra chave. Mas a atuação brasileira não pode ser justificada por isso.

Em uma estréia de muitos erros, a Seleção Brasileira feminina de basquete desperdiçou uma vantagem de sete pontos no quarto período, permitiu o empate da Coréia do Sul em 55 a 55 forçando a prorrogação, e no tempo extra se perdeu de vez em quadra, sendo derrotada pelas campeãs asiáticas por 68 a 62 (26 a 28 no intervalo). O Brasil desperdiçou incríveis 29 posses de bola contra apenas 12 turnovers das adversárias.

Na segunda rodada, uma derrota esperada. A Seleção Brasileira mostrou mais vibração e errou menos do que na fraca estréia contra a Coréia, teve um bom poder de recuperação no segundo tempo após virar o intervalo perdendo por 50 a 29 para a Austrália, mas acabou derrotada pelas atuais campeãs mundiais por 80 a 65 na segunda rodada do torneio feminino de basquete nas Olimpíadas de Pequim. A pivô Kelly foi a cestinha do jogo com 21 pontos e 10 rebotes.

Principal atleta do basquete brasileiro após as aposentadorias de Hortência e Magic Paula, Janeth  comentou o desempenho e disse da falta de liderança“O time é bom, mas falta uma liderança dentro de quadra. Elas precisam jogar com mais confiança e isso fará com que as coisas voltem a dar certo” disse ela, depois da segunda rodada. Mas, não surtiu efeito.

Na terceira rodada, o time precisava de uma vitória diante da Letônia para não precisar de milagres nas últimas rodadas. Mas, assim como na partida contra Coréia, o time vacilou no fim.

Armadora letã Anete Jekabsone-Zogota brilhou com 25 pontos e a cesta da vitória numa infiltração faltando 2,7 segundos, depois de uma bola de três de Karen que colocou o Brasil na frente por 78 a 77. Seleção de Paulo Bassul começou bem abrindo 12 pontos de vantagem, mas teve mais uma pane permitindo a reação das européias e voltou a cometer muitos erros na derrota que deixou as brasileiras à beira da eliminação no torneio olímpico feminino.

 

A eliminação se confirmou dois dias depois com outra derrota, agora para a Rússia. E mais uma vez, com nossa seleção perdendo no fim. Apesar de uma ótima atuação da armadora Adrianinha, cestinha da partida com 21 pontos e seis assistências, e de um bom primeiro tempo vencido por 41 a 35, a Seleção Brasileira feminina de basquete não teve fôlego para superar a defesa da vice-campeã mundial Rússia no último quarto e a parcial final de 20 a 8 foi decisiva para o time campeão europeu.

A vitória diante da Bielorussia na última rodada de nada adiantou e pouco fez o time sair de Pequim com a cabeça erguida.

 

2009 está aí para a seleção fazer uma boa Copa América, já que tem a obrigação de se classificar para o mundial.

Vamos torcer…

December 16, 2008

Karla elogia Ourinhos, mas diz que Americana tem condições de vencer sexta-feira e empatar finais do Nacional

Filed under: Basquete Feminino, Campeonato Nacional, Nacional — Tags: , , , — basketbrasil @ 5:00 pm

Pela terceira partida da série final (melhor de cinco) do 11° Campeonato Nacional feminino de basquete 2008, o Americana/Unimed/FAM/Goodyear (SP) venceu o Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed (SP) por 74 a 73 (32 a 41 no primeiro tempo), no Ginásio Centro Cívico, em Americana. As cestinhas foram a ala Micaela, de Ourinhos, e a ala-armadora Karla Costa, de Americana, com 22 e 21 pontos, respectivamente. A pivô Êga, de Ourinhos, fez um duplo-duplo, anotando 13 pontos e 10 rebotes. Com o resultado, Ourinhos lidera a série por 2 a 1 e só precisa de mais uma vitória para garantir o pentacampeonato. Americana tem que ganhar duas partidas para assegurar o título. Os dois times voltam a se enfrentar nesta sexta-feira às 20h (de Brasília), novamente em Americana, com transmissão ao vivo do SPORTV2.

“Mais uma vez a torcida de Americana foi o sexto jogador e nos incentivou o tempo inteiro. Provamos ser uma grande equipe e que, para ganhar aqui, o adversário tem que suar muito. Ourinhos é um excelente time, mas temos condições de vencer e empatar a série na sexta–feira”, disse a ala-armadora Karla, de Americana.

“Foi uma partida de alto nível técnico e muito equilibrada. Fizemos um grande jogo e conseguimos interromper a festa de Ourinhos. Agora vamos descansar nesta terça e recomeçar os treinos na quarta. Precisamos corrigir alguns erros e trabalhar detalhes táticos para vencer o quarto confronto e empatar a série. Temos que aproveitar a motivação dessa grande vitória e partir para cima delas com toda garra na sexta-feira”, comentou a técnica Branca Gonçalves, de Americana.

“Não adianta reclamar de arbitragem. Tivemos o jogo na mão e não conseguimos ganhar. Abrimos uma vantagem de 17 pontos e erramos nos momentos decisivos. Agora é hora de ter tranquilidade e corrigir os erros para a quarta partida. Ainda temos a vantagem de 2 a 1 e só precisamos de uma vitória para ficar com o título”, disse a ala Micaela, de Ourinhos.

“Sabíamos que seria muito difícil vencer aqui em Americana. Começamos bem a partida, mas deixamos o adversário igualar o jogo. Perdemos a chance de vencer no final e acabamos deixando a vitória escapar. Precisamos de mais tranqüilidade para fechar a série na quarta partida”, explicou o técnico Urubatan Paccini, de Ourinhos.

AMERICANA (14 + 18 + 21 + 21 = 74)

Bárbara (0pt), Karla (21), Adriana (2), Carina (4) e Karina (15 e 7 rebotes). Depois: Ana Flávia (10), Renata (20) e Millene (2). Técnica: Branca Gonçalves.

OURINHOS (29 + 12 + 20 + 12 = 73)

Gattei (3pts e 7 rebotes), Chuca (8), Micaela (22), Mamá (17 e 8 rebotes) e Êga (13 e 10 rebotes). Depois: Tatiana (6), Karen (2) e Bethania (2). Técnico: Urubatan Paccini.

PROGRAMAÇÃO – FASE FINAL

JOGO 1

Sexta-feira (dia 12 de dezembro)

Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed 88 x 66 Americana/Unimed/FAM/Goodyear - Ginásio Monstrinho

(SPORTV2 – Ao vivo)

Árbitros: Vander Lobosco Jr (RJ), Flávia de Almeida (PR) e Guilherme Locatelli (SC)

JOGO 2

Sábado (dia 13 de dezembro)

Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed 70 x 63 Americana/Unimed/FAM/Goodyear - Ginásio Monstrinho

(SPORTV2 – Ao vivo)

Árbitros: Cristiano Maranho (SC), Renato Gonçalves (RJ) e Rodrigo Gouvêa (MG)

JOGO 3

Segunda-feira (dia 15 de dezembro)

Americana/Unimed/FAM/Goodyear 74 x 73 Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed - Ginásio Centro Cívico

(SPORTV2 – Ao vivo)

Árbitros: Vander Lobosco Jr (RJ), Karla Diniz (MG) e Angelo Cunha (SC)

JOGO 4

Sexta-feira (dia 19 de dezembro)

20h – Americana/Unimed/FAM/Goodyear x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed - Ginásio Centro Cívico

(SPORTV2 – Ao vivo)

JOGO 5 (SE NECESSÁRIO)

Domingo (dia 21 de dezembro)

20h – Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed x Americana/Unimed/FAM/Goodyear - Ginásio Monstrinho

(SPORTV2 – Ao vivo)

OBS: Horários de Brasília.

December 15, 2008

Americana vira de forma espetacular, vence Ourinhos em casa e força quarto jogo das finais

Filed under: Basquete Feminino, Campeonato Nacional, DESTAQUES, Nacional — Tags: , , — basketbrasil @ 8:51 pm

Por: Guilherme Giorgi Costa

O Americana/Unimed/FAM/Goodyear conseguiu sua primeira vitória na série final do Campeonato Nacional feminino de basquete ao bater o time do Ourinhos/Colchões Castor/Fio/Unimed por 74 a 73, de forma emocionante e com uma grande atuação do público, que lotou as dependências do ginásio.

O grande destaque do time de Americana foi Renatinha, que não vinha jogando bem nestas finais, mas com 20 pontos, 12 deles em quatro bolas de três, comandou a vitória ao lado de Karla, que fez 21 pontos.

A partida foi emocionante e foi decidida nos detalhes, com um erro nos últimos segundos da cestinha da partida, Micaela, que perdeu a bandeja que poderia dar o pentacampeonato ao time de Ourinhos. Uma das grandes diferenças na partida foram as bolas de três, que caíram apenas três vezes para as visitantes em 15 tentativas, enquanto caíram sete para Americana em 12 arremessos. Em contrapartida, os rebotes foram mais uma vez dominados por Ourinhos, que apanhou 40 rebotes contra 21 de Americana.

No primeiro quarto, apesar do ginásio lotado a seu favor, o time da casa começou errando bastante, igual às duas primeiras partidas da série. Com um aproveitamento muito bom nos arremessos de quadra e com suas pivôs pegando a maioria dos rebotes, como vem acontecendo desde o início da série, Ourinhos dominava todas as ações. No fim do primeiro quarto, vitória parcial e até surpreendente do time visitante por fáceis 29 a 14.

A segunda parcial começou e o panorama da partida começou a mudar. As bolas de Karla passaram a cair mais, Adriana passou sua experiência para seu time e Renatinha começou a jogar tudo que não tinha jogado nas primeiras partidas. A vantagem, entretanto, não caiu tanto e o quarto terminou com 18 a 12 para o time da casa que, empurrado pela sua torcida, voltou à partida mantendo vivo o sonho do título. No intervalo, 41 a 32 para Ourinhos.

Os números do intervalo mostravam que a diferença estava, mais uma vez, nos rebotes em que o time visitante havia pego, quase o dobro de Americana. Nas bolas de três, Ourinhos via seu calcanhar-de-Aquiles, com apenas uma cesta em oito tentativas. O ginásio ainda respirava esperança, inclusive com Karla que deu entrevista ao término do tempo dizendo que se o time se acertasse dava claramente para se recuperar. E, de maneira histórica, conseguiu.

O começo do terceiro quarto foi empolgante e, um pouco depois da metade do tempo, o time da casa vencia por 51 a 50. Porém, brilhou a estrela de Micaela, atleta da Seleção Brasileira, que fez cinco pontos seguidos e colocou novamente o time de Ourinhos na frente. O fim do terceiro quarto teve diversos erros, novamente, do time da casa, que deixou o atual tetracampeào brasileiro muito perto da vitória com 61 a 53.

O último quarto começou a pegar fogo faltando seis minutos para o fim, quando a diferença voltou a cair para cinco pontos, com o time visitante voltando a errar bolas de longa distância, que a essa altura eram 12 tentativas para duas certas. Karla mantinha os 100% de aproveitamento nas bolas de dois pontos e já tinha acertado três bolas de três pontos. Dois pontos de Karina fizeram a diferença cair para três pontos e o jogo ferver de vez, e logo em seguida uma bola de Renatinha empatou a partida para delírio de todo o ginásio. Porém, com uma bola de três de Gattei, a diferença foi para três faltando dois minutos para o fim do jogo.
Mas, quando a diferença estava em dois pontos, Renatinha mostrou que estava numa noite inspirada, colocou uma de três e pôs o time da casa na frente, faltando menos de meio minuto para soar a sirene.

Faltando 27 segundos, Micaela sofreu falta e foi para a linha de lance livre, fazendo dois pontos. Faltava pouco para o penta, mas Americana queria tirar o título e Aninha sofreu falta, indo para a linha de lance livre. O time tinha 82% de aproveitamento nas cobranças de falta e Aninha mostrou o bom aproveitamento do time, colocando a vantagem em um ponto, numa partida emocionante até o fim. Ourinhos tinha 6 segundos para fazer seu ataque. Micaela partiu para a bandeja, errou e a vitória foi para o time da casa.

“Foi deprimente, é triste perder assim”, disse Êga, se referindo à atuação do árbitro, que, na opinião dela, deveria ter marcado uma falta no lance final de Micaela. No mesmo lance, a bola ainda seria, na visão da pivô da Seleção, de Ourinhos, após ir pela linha de fundo.

Dizer que é choro de perdedor é demais, até porque o time de Ourinhos continua muito próximo do título, mas que as reclamações não foram tão justas, também é verdade, pois aparentemente não houve nada de irregular no lance.

Sexta-feira, às 20h, acontece a quarta partida. O jogo será realizado no ginásio Centro Cívico, em Americana (às 20h de Brasília), com transmissão ao vivo do SPORTV2. Vale lembrar que Americana ainda não perdeu jogando em casa no Campeonato Nacional.

September 21, 2008

Conformado, técnico do Ourinhos Paulo Bassul reconhece superioridade do Catanduva na final

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 7:30 pm

Catanduva (SP) - O técnico do Ourinhos, Paulo Bassul, lamentou a derrota de seu clube para o Catanduva na decisão do Campeonato Paulista feminino de basquete neste sábado. Contudo, Bassul, que também comanda a seleção brasileira feminina, se mostrou conformado e admitiu que o adversário mereceu o título estadual.

“Este é um momento duro pra nós. Mas temos que separar méritos e desméritos. O Catanduva teve o mérito de chegar bem à final. Já nós não vínhamos jogando bem desde às semifinais” declarou Bassul à ESPN Brasil.

O treinador também elencou os motivos da derrota de seu time. “Para este campeonato perdemos parte da comissão técnica, além de três jogadoras. Mas não podemos abaixar a cabeça, nós temos um histórico de vitórias e não será uma derrota que vai apagar isto”, apontou Bassul, que comanda o atual tetracampeão brasileiro e dono de seis títulos paulistas.

Uma das principais responsáveis do Catanduva pela conquista do Campeonato Paulista feminino de basquete após 28 anos, Karla aproveitou o triunfo deste sábado para desabafar e dar uma resposta aos críticos.

“Este título é uma resposta para quem falou que a gente era um timinho, que não tínhamos competência, que só fazíamos correria. O título é a prova de que temos raça, garra”, apontou a atleta à ESPN Brasil.

Karla, que marcou 13 pontos no jogo decisivo diante de Ourinhos, afirmou que decidirá seu futuro na próxima semana e aproveitou o momento de alegria para exaltar o técnico Edson Ferreto com muito bom humor.

“Ele (Ferreto) é chato pra caramba. Um dia ele está insuportável, no outro pior ainda. Mas ele é um grande técnico, não interfere no nosso trabalho, apenas orienta e deixa a gente fazer o que a gente sabe que é jogar basquete”, apontou a atleta.

Depois de 28 anos, o Catanduva voltou a ser campeão paulista feminino de basquete. Neste sábado, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva derrotou o Colchões Castor/ FIO/ Unimed/Ourinhos por 64 a 56 (31 a 30 no primeiro tempo), fez 3 a 2 na série melhor-de-cinco e pôde comemorar a conquista estadual, encerrando a hegemonia do adversário que tentava o quinto título consecutivo.

Desde 1980, quando era representado pelo Clube Higienópolis e contava com Hortência, que o Catanduva não chegava ao título paulista. Contando todos os triunfos (1978, 1979, 1980 e 2008), a cidade soma agora quatro conquistas estaduais.

Com a vitória deste sábado, Catanduva se vinga do Ourinhos, que chegou ao tetracampeonato brasileiro neste ano ao vencer as catanduvenses.

Para tanto, o time de Catanduva precisou se recuperar na série decisiva do Paulista, já que, após vencer o primeiro duelo por 65 a 56, foi derrotado nos confrontos seguintes por 85 a 70 e por 69 a 67.

Na quarta partida, precisando da vitória a qualquer custo para continuar sonhando com o título, o Catanduva triunfou por 68 a 53.

Por fim, jogando em casa no duelo decisivo, o time catanduvense, comandado pela armadora Karla, contou com os 20 pontos de Natália, cestinha da partida, e com os 15 pontos e 11 rebotes de Silvinha para chegar ao título. Karen, irmã de Silvinha, foi o grande destaque do Ourinhos, deixando a partida com 11 pontos.

O jogo: Como não poderia ser diferente, a partida foi marcada pelo equilíbrio e, assim, nenhuma das duas equipes conseguiu abrir uma boa vantagem de pontos nos três primeiros quartos.

O Ourinhos terminou o quarto inicial na frente, vencendo por 19 a 12 graças à inspirada Karen, que liderava a equipe com seus arremessos de três pontos.

Contudo, no período seguinte, o Catanduva, contando com o bom desempenho de Natália, com dez pontos, e Silvinha, com seis pontos, reagiu e com uma cesta no último lance, terminou o primeiro tempo na frente vencendo por 31 a 30.

No terceiro quarto, as equipes seguiam demonstrando nervosismo, principalmente nos seguidos arremessos de três pontos desperdiçados. A exceção ficou por conta de Karla, que em um destes lances acertou com precisão e fez 45 a 41 para o Catanduva. Estes pontos, por sinal, seriam fundamentais para que o time da casa vencesse o penúltimo período da partida por 47 a 45.

O que se viu na parcial decisiva foi um show de Catanduva. O time da casa abriu cinco pontos de diferença e dominou o placar. A equipe de Ourinhos parecia nervosa e não conseguia diminuir a desvantagem.

Neste ritmo, Catanduva chegou a abrir 13 pontos de diferença (60 a 47), caminhando para fechar o jogo por 64 a 56 e comemorar a quebra do tabu de 28 anos com a conquista do título estadual.

(Gazeta Esportiva)

Título vira resposta para jogadoras de Catanduva como Karla e Natália, que vai para a Letônia

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , — basketbrasil @ 7:27 pm

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC celebrou neste sábado o seu primeiro título após 28 anos do Campeonato Paulista feminino de basquete e viu no triunfo sobre o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos por 64 a 56 (31 a 30 no primeiro tempo) uma resposta às críticas que sofreu nos últimos anos.

AS ÚLTIMAS CAMPEÃS
2008: Catanduva
2007: Ourinhos
2006: Ourinhos
2005: Ourinhos
2004: Ourinhos
2003: Americana
2002: Ourinhos
2001: Americana
2000: Ourinhos
 
A cidade amargou quatro derrotas consecutivas para Ourinhos nas últimas competições, perdendo as finais do Paulista-2007 e do Nacional 2007/2008, e as semifinais do Paulista-2006 e do Nacional 2006/2007.

A recuperação veio neste sábado com o título paulista e o fim da hegemonia entre Ourinhos e Americana desde 2000. Para as jogadoras, foi a chance de responder. “Isso é para provar para muita gente que o nosso time é timinho, como disseram. Diziam que a gente só joga na correria, que a gente não tem tática, não tem valor. Mostramos que temos brio, e muito sangue”, desabafou a ala Karla em entrevista à “ESPN Brasil”.

Reserva da seleção nas Olimpíadas de Pequim, a jogadora foi a comandante de Catanduva na campanha do Estadual, em que o time foi o melhor da fase classificatória. Na partida decisiva, ela marcou 14 pontos, mas acabou ofuscada pela armadora Natália, responsável por 20 pontos e cestinha do time.

A partida foi também a despedida de Natália, já que a atleta está se transferindo para o basquete da Letônia. “Ninguém dava nada para a gente, e o título é para este povo. Agora eu não sei o que vai acontecer comigo, mas meu coração está aqui”, disse a jovem, que acabou cortada na última lista do técnico Paulo Bassul para os Jogos Olímpicos.

Aliás, Bassul acabou saindo de quadra derrotado também neste sábado com o Ourinhos e viu o time perder uma hegemonia de quatro anos no estado. O treinador reconheceu que a falta de preparação do time foi decisiva para o resultado. “Catanduva teve um grande mérito de chegar bem nas finais e nosso time não jogou bem desde a semifinal. Foi um ano olímpico que ficamos fora, não tivemos como fazer o entrosamento e isso fez com que chegássemos um degrau abaixo. A gente não teve tempo e por isso Catanduva mereceu ganhar”, reconheceu.
Rio Claro e Limeira mantêm 100% no Paulista, mas São José lidera

Masculino - Mesmo atuando fora de casa, o A.E. São José Basketball/Vinac derrotou o XV/Cosan/Lupo/Selam por 92 a 87 (53 a 39 no primeiro tempo), neste sábado, fora de casa, e assumiu a liderança isolada do Campeonato Paulista masculino de basquete.

A equipe dominou o jogo desde o início, terminou a etapa inicial com 14 pontos de frente e só precisou administrar a vantagem. Thiagão e Mudo foram os melhores do São José, com 19 pontos, mas o grande destaque foi Rodrigo, do XV de Piracicaba, com 40 pontos.

O resultado deu o terceiro triunfo ao time de São José dos Campos, que chega a sete pontos, um a mais que Guarujá, Pinheiros, Winner/Limeira e Ulbra/Rio Claro. Os três últimos, porém, têm aproveitamento de 100%, sendo que as duas equipes do interior obtiveram o terceiro êxito neste sábado.

O time de Limeira não teve dificuldade para vencer o Lupo/Araraquara por 83 a 61, e o Rio Claro teve um pouco de trabalho, mas bateu o Conti/Assis por 65 a 58. Com o revés, o terceiro no Paulista, Assis ocupa a oitava posição do Estadual, com sete pontos. Fechando a rodada de sábado, a Apaba/Santo André passou pelo GRSA/Bauru B.T. por 90 a 83.

Ala-armadora do Catanduva Karla desabafa: “Este título é uma resposta para quem falou que a gente era um timinho”

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , — basketbrasil @ 7:11 pm

O Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed sagrou-se campeão paulista feminino da Série A-1 2008 ao derrotar o Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed na noite deste sábado (20 de setembro) por 64 a 56 (31 a 30 no intervalo), atuando no Ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), no quinto e decisivo confronto do playoff final. Com este resultado, o time comandado pelo técnico Edson Ferreto fez 3 a 2 na série e ficou com o inédito título.

O jogo foi bastante nervoso, com as duas equipes cometendo vários erros, especialmente no setor ofensivo. O representante de Ourinhos foi melhor no primeiro quarto, mas não conseguiu manter o comando do marcador.

A partir do segundo período, as meninas de Catanduva tomaram conta do placar e não perderam mais, sabendo conter as tentativas de reação do rival.

Os destaques do jogo foram Natália Burian (21 pontos e quatro assistências) e Silvinha (15 pontos, 11 rebotes e duas assistências) pelo time catanduvense; Carina (11 pontos e cinco rebotes) e Karen (11 pontos, um rebote e uma assistência) em favor da equipe de Ourinhos.

“Este título é uma resposta para quem falou que a gente era um timinho, que não tínhamos competência, que só fazíamos correria. O título é a prova de que temos raça e garra”, comentou a ala-armadora da Seleção Brasileira Karla Costa, um dos principais nomes do Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed no campeonato.

“Este é um momento duro para nós. Mas temos que separar os méritos e deméritos. O time de Catanduva teve o mérito de chegar bem à final. Já nós não vínhamos jogando bem desde as semifinais”, analisou Paulo Bassul, técnico do Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed e da Seleção.

Os outros resultados da série final foram estes: Catanduva 65 x 56 Ourinhos, Catanduva 70 x 85 Ourinhos, Ourinhos 69 x 67 Catanduva e Ourinhos 53 x 68 Catanduva.

September 18, 2008

Catanduva vence Ourinhos e força quinto jogo para definir o campeão do Paulista feminino

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , — basketbrasil @ 6:00 am

O Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed deixou tudo igual na série melhor-de-cinco do playoff final do Campeonato Paulista feminino da Série A-1 2008 ao derrotar o Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed por 68 a 53 (37 a 21 no intervalo), na noite desta quarta-feira (17 de setembro), mesmo atuando no Ginásio Municipal José Maria Paschoalik (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). Agora, cada equipe venceu duas vezes na série decisiva.

O time catanduvense, comandado pelo experiente técnico Edson Ferreto, iniciou a partida em ritmo forte e passou a comandar o marcador, com uma boa diferença, já no quarto inicial. Este panorama seguiu até o final do terceiro quarto.

No último período, empurrado pela torcida, o time da casa tentou a reação, conseguindo baixar a diferença, mas sem conseguir se aproximar do rival no placar. Com isso, está tudo igual em 2 a 2 na empolgante decisão do Estadual feminino.

Os principais nomes do jogo foram Micaela (17 pontos, oito rebotes e uma assistência), Karen (nove pontos e seis rebotes) e Carina (nove pontos e duas assistências) pelo time de Ourinhos; Karla (25 pontos, cinco rebotes e duas assistências), Silvinha (19 pontos, oito rebotes e duas assistências) e Fabão (10 pontos, sete rebotes e três assistências), em favor da equipe de Catanduva.

O quinto e decisivo confronto será disputado no sábado (20 de setembro), às 18h, no Ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP), com transmissão ao vivo pela ESPN Brasil. Ourinhos tenha o pentacampeonato.

September 6, 2008

Catanduva vence Sport em Presidente Prudente e é a primeira finalista do Paulista feminino

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , , , , — Paulo Roberto @ 3:21 pm

O Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed garantiu classificação aos playoffs finais do Campeonato Paulista feminino da Série A-1 2008 ao derrotar o Sport Recife/Maurício de Nassau/Tênis Prudente por 80 a 75 (47 a 34 no intervalo), na manhã deste sábado (5 de setembro), mesmo atuando no ginásio do Tênis Clube, na cidade de Presidente Prudente (SP), pela terceira rodada da série melhor-de-cinco dos playoffs semifinais.

Com mais este resultado positivo, o time dirigido pelo experiente e vencedor técnico Edson Ferreto fechou a série com três vitórias e nenhuma derrota. Na decisão, o adversário será o vencedor da outra série, que reúne Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed e São Bernardo/Metodista/Associação, que está 2 a 0 para o representante do interior.

O jogo, como os demais, foi bastante movimentado e disputado, com a equipe visitante começando melhor e permanecendo em vantagem nos dois períodos iniciais. Mas, incentivadas pela torcida, as mandantes imprimiram uma reação fantástica no terceiro quarto e o duelo ficou igual, sendo definido apenas nos segundos finais em favor do time de Catanduva, que conseguiu um melhor equilíbrio e garantiu o placar ao seu favor.

As cestinhas do confronto foram Tayara com 35 pontos, oito rebotes e uma assistência, e Jacqueline com 13 pontos, três rebotes e duas assistências pelo time da casa; Karla com 21 pontos, cinco rebotes e duas assistências, e Natália com 19 pontos e duas assistências em favor do visitante. Essas três últimas jogadoras fizeram parte da Seleção Brasileira no Torneio Pré-Olímpico Mundial de Madri em junho.

Necessitando vencer para manter as esperanças de chegar à final acesas, as meninas de Prudente começaram mal a partida e permitiram que as adversárias abrissem 10 a 0. A situação foi diferente para Catanduva, que apresentou uma defesa eficiente que acabou facilitando o ataque. Assim, o primeiro quarto acabou em 25 a 15.

No segundo quarto, a situação não se alterou, a equipe de Catanduva manteve-se mais forte e melhor, e aumentou a vantagem para 47 a 34. Entretanto, na volta para a terceira parcial, Prudente ensaiou uma reação e encostou no placar, fazendo 59 a 54, mas a equipe de Catanduva não se abalou e voltou a dominar fechando a parcial em 62 a 56.

Já no último quarto, as meninas de Prudente não se abalaram pela diferença no marcador e impuseram o seu jogo, passando à frente no placar (63 a 62). Desse modo, o time de Catanduva ficou pressionado e agiu, conseguindo virar e fechar a partida em 80 a 75.

Os placares dos dois confrontos anteriores, disputados em Catanduva (SP), foram estes: 89 a 69 e 87 a 83, ambos em favor do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva BC.

O segundo finalista sairá da série de disputas entre Ourinhos e São Bernardo, sendo que a vantagem é de 2 a 0 para o Ourinhos.

September 2, 2008

Catanduva vira no segundo tempo e abre 2 a 0 contra Sport no Paulista

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 9:59 pm

Desta vez foi mais equilibrado, mas o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva venceu o Maurício Nassau/Sport Recife/Presidente Prudente novamente nesta terça-feira, por 87 a 83 (43 a 45 no primeiro tempo), para abrir 2 a 0 na série semifinal melhor-de-cinco jogos do Campeonato Paulista Feminino da divisão A1. O terceiro jogo acontece no sábado 6 de setembro, às 13h30min (horário de Brasília), em Presidente Prudente. Antes disso, a outra semifinal, Colchões Castor/Fio/Unimed/Ourinhos x São Bernardo/Metodista/Associação, começa nesta quarta-feira em Ourinhos, às 20h (de Brasília).

O Catanduva deve um pequeno agradecimento aos árbitros por um lance controverso no final do jogo. O Sport perdia por apenas dois pontos no último minuto de jogo e, após um arremesso errado do adversário, buscou o rebote defensivo e saía para um último ataque na tentativa de virar o jogo ou levá-lo à prorrogação. Todavia, a ala-armadora Karla, da Seleção Brasileira, roubou uma bola de Tayara, aparentemente com falta, a 5s do final. Os juízes não marcaram nada, Karla passou para Silvinha e a ala-pivô recebeu falta, convertendo dois lances livres com 0,8s restando e produzindo o placar final.

Após a partida, entretanto, Karla confessou que, em sua opinião, havia cometido falta. “Acho que (foi falta) sim. Acho que eu quase arranquei o braço da Tayara e eles não deram”, disse a ala-armadora, cestinha do Catanduva com 24 pontos. O técnico prudentino, Roberto Dornelas, também achou que foi falta, mas não se mostrou incomodado. “Perdemos numa bola no final, eu particularmente achei que foi falta, mas basquete é bonito por causa disso. Espero que a torcida de Prudente compareça no sábado, porque a gente vai dar o sangue pra sair com a vitória lá”, disse o treinador.

Silvinha, cestinha da primeira partida, marcou 20 pontos nesta terça, e Palmira buscou 10 rebotes. O time pernambucano, que representa Presidente Prudente no campeonato, contou com uma grande atuação da ala Fabi, com 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências, 1 roubo e 1 toco, além de 21 pontos de Tayara - 14 no primeiro tempo - e 16 de Jaque, mas cometeu muitos erros, gerando 16 roubos de bola para o time da casa.

O primeiro tempo de jogo foi quase idêntico ao do primeiro jogo: as representantes de Presidente Prudente abriram vantagem no primeiro período, fazendo 30 a 19, mas cometeram erros repetidamente no segundo quarto e permitiram que Catanduva encaixasse seu jogo de contra-ataque. Ísis e Natália voltaram a entrar bem, o time da casa marcou os primeiros 13 pontos do período e virou para 32 a 30 com uma cesta de Silvinha.

O Sport se acalmou, passou a trabalhar melhor a bola e a partida ficou mais pegada - Natália inclusive sofreu um corte no supercílio direito. Joice entrou em seu lugar e logo fez quatro pontos seguidos em bandejas, mas as prudentinas responderam com nove pontos para voltar à frente, indo ao intervalo com 45 a 43 no placar.

O time de casa voltou melhor, impondo sua boa defesa e jogo de velocidade para arrancar em 11 a 2 para virar, 54 a 49. Um tempo de Roberto Dornelas pouco adiantou e as catanduvanas esticaram a liderança a nove pontos com uma cesta de Silvinha. O Sport melhorou sua marcação e diminuiu os erros, encostando novamente em três pontos, antes de Fabão fazer a última cesta do terceiro quarto e deixar o placar em 66 a 61.

Os dois técnicos optaram por formações mais baixas, sem pivôs de ofício, no início do último período e o jogo ficou ainda mais pegado, com muita disposição de ambos os times na busca por rebotes e bolas soltas. Karla e Fabão combinaram para três bolas de 3 pontos seguidas e abriram 83 a 74 para Catanduva. Dornelas pediu tempo e o Sport respondeu na mesma moeda, acertando chutes de longe com Fabi, Tayara e Jaque para arrancar em 9 a 2 e encostar em dois pontos. Entretanto, Gorda arremessou pressionada a 34s do fim e perdeu a chance do empate. O Sport teria outra chance ao recuperar o rebote defensivo, mas Karla roubou no meio da quadra, Sil acertou dois lances livres e selou o triunfo.

Para Karla, Catanduva precisa jogar como fez no segundo tempo se quiser vencer em Presidente Prudente. “A gente deixou o jogo engrossar, voltamos pro segundo tempo sabendo que o jogo tinha que ser mais sério. A gente tem que entrar com outra cabeça, focada de verdade. Hoje foi uma lição pra gente, pra mostrar que nada está ganho, elas estão vivas na série”, disse a ala-armadora.

August 30, 2008

“Volto da China focada em defender Catanduva”, diz a ala-armadora da Seleção Karla Costa

Filed under: Basquete Feminino, Nacional — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:12 pm

Jogadora da equipe de basquete de Catanduva realizou o primeiro treino depois do retorno da China

(Por Enio Franco, jornal Notícia da Manhã)

Depois da campanha ruim com a Seleção Brasileira de basquete nas Olimpíadas de Pequim, a ala-armadora do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva Karla Costa disse estar totalmente focada na disputa da semifinal do Campeonato Paulista.

“Não tivemos uma participação muito boa. Não vejo qual foi a partida determinante para a nossa eliminação. Todas as derrotas contribuíram, independentemente do adversário”, explicou Karla.

A jogadora que disputou também as Olimpíadas de Atenas, em 2004, viu bastante diferença entre as duas seleções.

“São duas equipes distintas. Naquela época, foi um ciclo olímpico diferente do de Pequim. Hoje, o time está totalmente renovado”, falou.

A jogadora mantém a esperança de jogar nas Olimpíadas de Londres, em 2012. “Vou tentar fechar mais um ciclo olímpico e quem sabe estarei na próxima Olimpíada”, destacou.

Números

De todos os jogos que o Brasil disputou em Pequim, Karla marcou um total de 15 pontos. Sua melhor atuação foi contra a Letônia, quando marcou nove pontos. As outras duas partidas com cestas da atleta de Catanduva foram contra a Coréia do Sul e contra a Rússia, com uma cesta de três em cada jogo.

O único jogo em que Karla não atuou foi contra a Bielorrússia. Contra a Coréia, a jogadora ficou na quadra por 26 minutos.

Estrutura

A jogadora elogiou a estrutura das instalações esportivas que encontrou na China.

“A organização foi impecável. Todos os detalhes foram cuidados de forma minuciosa e os ginásios muito bem estruturados”, concluiu.

Catanduva volta a jogar pelo Campeonato Paulista no próximo dia 1º de setembro contra o Sport/Presidente Prudente.

(Painel do Basquete Feminino)

August 16, 2008

Eliminadas, brasileiras cumprem tabela contra algoz do Pré-Olímpico; Karla promete jogo sério

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Após quatro derrotas nos Jogos de Pequim, seleção de basquete encerra sua participação cumprindo tabela contra a Bielorrússia

GLOBOESPORTE.COM
 Pequim

Após quatro derrotas e a eliminação nas Olimpíadas de Pequim, a seleção feminina de basquete entra em quadra na madrugada deste domingo, às 5h45min, para enfrentar a Bielorrússia. Além de encerrar o torneio de forma digna, a única motivação é a revanche do confronto no Pré-Olímpico, no fatídico jogo em que Iziane foi cortada do grupo. O SporTV transmite ao vivo, e você acompanha em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM.

Após aquela partida, a seleção de Paulo Bassul bateu Angola e Cuba para conseguir a vaga em Pequim. A jornada nos Jogos, no entanto, foi decepcionante. Logo na estréia, uma derrota inesperada para a Coréia do Sul, que complicou a situação logo de cara, num grupo que já era difícil. Em seguida, vieram tropeços contra Austrália, Letônia e Rússia. A equipe foi evoluindo a cada jogo, mas não conseguiu vencer nenhum.

“É o último jogo do Brasil em Pequim e queremos a vitória para mostrar que realmente foi injusta a nossa campanha. Tivemos na mão três das quatro partidas. Um resultado positivo será importante para o moral do grupo”, afirma o técnico Paulo Bassul.

Karla promete jogo sério na despedida

A armadora Karla, que teve altos e baixos na competição, assumiu a responsabilidade de substituir Iziane, cortada após se recusar a voltar para a quadra no Pré-Olímpico. Ela garante que a equipe não vai entrar relaxada neste domingo.

“Temos que marcar muito bem, principalmente as pivôs, que são altas e fortes, para provocar o erro. Precisamos pressionar desde o início da partida, para não deixá-las gostar do jogo em momento algum”, explica.

Ao contrário de edições anteriores das Olimpíadas, em Pequim não haverá disputa de quinto a oitavo. As equipes que não se classificaram para o mata-mata, caso do Brasil, voltam para casa após a primeira fase.

August 15, 2008

Seleção Brasileira se despede dos Jogos Olímpicos domingo enfrentando a Bielorrússia

A Seleção Brasileira feminina de basquete encerra sua participação nos Jogos Olímpicos de Pequim contra a Bielorrússia neste domingo às 5h45min (horário de Brasília, 16h45min de Pequim), na Arena Wukesong. A última rodada da fase de classificação terá ainda Espanha x Mali, Austrália x Rússia, Letônia x Coréia, República Tcheca x China e Nova Zelândia x Estados Unidos.

O Brasil está em sexto lugar no Grupo A, com quatro pontos (quatro derrotas), enquanto a Bielorrússia é a terceira colocada com seis pontos (duas vitórias e duas derrotas). As duas seleções se enfrentaram apenas uma vez em competições oficiais, no Torneio Pré-Olímpico Mundial da Espanha, no mês de junho. As bielorrussas venceram por 86 a 79 na prorrogação.

“É o último jogo do Brasil em Pequim e queremos a vitória para mostrar que realmente foi injusta a nossa campanha. Tivemos na mão três das quatro partidas. Um resultado positivo será importante para o moral do grupo. A Bielorrússia concentra sua ação ofensiva no jogo das pivôs Leuchanka e Verameyenka debaixo do garrafão, além de contar com uma ótima armadora, Marchanka. As alas são altas e um pouco lentas, mas com grande aproveitamento de três pontos, o que vai exigir atenção do nosso sistema de ajuda na defesa”, disse o técnico Paulo Bassul.

“A Bielorrússia é uma ótima seleção. Chegou na Olimpíada empolgada com a boa campanha nos Pré-Olímpicos da Europa (ficou em 3º) e Mundial, onde conquistou a vaga vencendo a gente. Elas já estão classificadas para a próxima fase, mas vão em busca de mais uma vitória. Temos que marcar muito bem, principalmente as pivôs, que são altas e fortes, para provocar o erro. Precisamos pressionar desde o início da partida, para não deixá-las gostar do jogo em momento algum”, comentou a ala-armadora Karla.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam as semifinais valendo vaga na grande final olímpica.

FICHA PRÉVIA

BRASIL

4. Adrianinha; 5. Karla; 6. Karen; 7. Micaela; 8. Fernanda Beling; 9. Claudinha; 10. Mamá; 11. Êga; 12. Chuca; 13. Franciele; 14. Graziane; 15. Kelly. Técnico: Paulo Bassul.

BIELORRÚSSIA

4. Padabed; 5. Masilionene; 6. Snytsina; 7. Hasper; 8. Likhtarovich; 9. Anufryienka; 10. Verameyenka; 11. Leuchanka; 12. Marchanka; 13. Troina; 14. Trafimava; 15. Kress. Técnico: Anatoly Buyalski.

TABELA DO TORNEIO FEMININO

Grupo A: Austrália, Bielorrússia, Brasil, Coréia, Letônia e Rússa
Grupo B: China, Estados Unidos, Espanha, Mali, Nova Zelândia e República Tcheca.

Primeira rodada (Sábado) – Dia 9 de agosto

Bielorrússia 64 x 83 Austrália, Mali 72 x 76 Nova Zelândia, Espanha 64 x 67 China, Brasil 62 x 68 Coréia, Estados Unidos 97 x 57 República Tcheca e Rússia 62 x 57 Letônia

Segunda rodada (Segunda-feira) – Dia 11 de agosto

Nova Zelândia x Espanha, República Tcheca x Mali, Coréia 72 x 77 Rússia, Letônia x Bielorrússia, China x Estados Unidos e Austrália 85 x 60 Brasil

Terceira rodada (Quarta-feira) – Dia 13 de agosto

Bielorrússia 65 x 71 Rússia, Espanha 74 x 55 República Tcheca, Brasil 78 x 79 Letônia, Nova Zelândia 63 x 80 China, Austrália 90 x 62 Coréia e Mali 47 x 91 Estados Unidos

Quarta rodada (Sexta-feira) – Dia 15 de agosto

República Tcheca 90 x 59 Nova Zelândia, Letônia 73 x 96 Austrália, Rússia 74 x 64 Brasil, China 69 x 48 Mali, Estados Unidos 93 x 55 Espanha e Coréia 53 x 63 Bielorrússia

Quinta rodada (Domingo) – Dia 17 de agosto

Espanha x Mali, Austrália x Rússia, Letônia x Coréia, Brasil x Bieloorrússia, República Tcheca x China e Nova Zelândia x Estados Unidos

QUARTAS-DE-FINAL (Terça-feira) – Dia 19 de agosto

Jogo 61 – B2 x A3
Jogo 62 – A1 x B4
Jogo 63 – A2 x B3
Jogo 64 – B1 x A4

SEMIFINAIS (Quinta-feira) – Dia 21 de agosto

Vencedor de 61 x Vencedor de 62
Vencedor de 62 x Vencedor de 64

Dia 23 de agosto (Sábado)
Disputa da medalha de bronze
Disputa da medalha de ouro.

(Fonte: CBB)

August 12, 2008

Karla recebe remédio para joelho, defesa no perímetro é chave para Brasil vencer Letônia

A ala-armadora Karla Costa, atleta da Seleção Brasileira olímpica de basquete, já não preocupa tanto o departamento médico em Pequim. A jogadora, que tem um desgaste da cartilagem da rótula do joelho direito, não precisará interromper o tratamento iniciado no Brasil. Ela recebeu no dia 8 de agosto pela manhã, antes da estréia nas Olimpíadas com derrota para a Coréia do Sul, o Synvisc, medicamento que ajuda a minimizar as fortes dores causadas pela osteoartrose.
 
Menos de 48 horas após saber pela imprensa do problema da jogadora do Catanduva/Unimed, que encontrava dificuldades em obter o medicamento na capital chinesa, a empresa de biotecnologia farmacêutica Genzyme do Brasil, que produz o remédio, acionou a matriz nos Estados Unidos, e o escritório da China para doar três doses do Synvisc à jogadora. O medicamento foi entregue diretamente à equipe médica da Seleção Brasileira.
 
As tentativas do Comitê Olímpico Brasileiro e da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) de importar o medicamento às pressas esbarraram em dificuldades no transporte, uma vez que as ampolas precisam ser refrigeradas, e existem restrições a importações por parte do governo chinês, e a burocracia impediria o medicamento de chegar a tempo para a Olimpíada. Parte da comissão técnica tentou até mesmo encontrá-lo nas farmácias de Pequim, mas sem sucesso, já que é disponibilizado apenas nos hospitais e com prescrição médica, segundo informou a assessoria de imprensa Tree Comunicação.

 

Não sabemos se é por causa do problema do joelho, mas Karla até agora não encontrou seu melhor basquete em Pequim. Substituta da ex-cestinha da equipe Iziane, cortada no Pré-Olímpico por indisciplina, a ala-armadora do Catanduva foi promovida ao time titular do Brasil, mas nas duas primeiras derrotas, contra Coréia do Sul e Austrália, ela errou 11 em 12 arremessos de três pontos e perdeu a posição ontem para Chuca, uma aposta do técnico Paulo Bassul que também não correspondeu bem. Mas a Seleção Brasileira melhorou com a entrada da ala-armadora Karen Gustavo, autora de nove pontos contra as campeãs mundiais, e a jogadora de Ourinhos pode ser mais utilizada no jogo desta quarta-feira às 3h30min (horário de Brasília) contra a Letônia, um compromisso de vida ou morte que o Brasil precisa vencer para seguir com chances de classificação às quartas-de-final do torneio olímpico.

 

De qualquer forma, Karla, Karen e Chuca são importantes na rotação principalmente defensiva para o Brasil fazer uma marcação mais agressiva em cima da maior estrela da Letônia, a ala-armadora Anete Jekabsone-Zogota, que atua no forte Dynamo Moscou da Rússia, mas até agora não brilhou em Pequim, as médias da musa da Letônia estão abaixo do esperado: 9,5 pontos, quatro assistências, três rebotes e cinco bolas perdidas por jogo com fracos 19,2% de aproveitamento nos arremessos. Mas a loirinha a qualquer hora pode ficar com a mão quente se encontrar espaços para os chutes de fora, como mostrou no Torneio Fiba Diamond Ball ao marcar 34 pontos na surpreendente vitória sobre a Rússia. As jogadoras brasileiras do perímetro precisarão também cuidar cuidado com as infiltrações da ala Gunta Basko, cestinha do time letão na derrota para a Bielorrússia com 19 pontos. E a ala-pivô Liene Jansone, autora de 24 pontos na estréia contra as russas e 16 ontem contra a Bielorrússia, já mostrou que sabe atacar bem tanto fora quanto dentro do garrafão, é outra que merece muita atenção da defesa.

 

O técnico letão Ainars Zvirgdins costuma usar uma defesa por zona que não é das mais combativas, se a equipe de Bassul souber explorar os espaços no perímetro melhorando seu percentual de acerto nos arremessos de três pontos e usar as penetrações em velocidade o garrafão como fez o time bielorrusso, as chances da primeira vitória brasileira nas Olimpíadas são grandes. Adrianinha entrou melhor na armação do que Claudinha contra a Austrália e pode ser uma boa opção nesta quarta-feira para acelerar o ritmo do ataque nacional e meter algumas bolas de três importantes.

 

As pivôs da Letônia são altas, mas não têm muita qualidade ofensiva no jogo interior, se a pivô brasileira do Seattle Storm Kelly repetir o bom rendimento que teve contra as australianas, com um duplo-duplo de 21 pontos e 10 rebotes em cima da super-estrela Lauren Jackson, a Seleção tem tudo para abrir uma vantagem no placar. E nas suas duas primeiras partidas a Letônia mostrou que tende a se descontrolar nos momentos de pressão quando tem de correr atrás no marcador, especialmente no último quarto elas tremeram na base, tiveram grandes apagões quando expostas a uma marcação mais agressiva. Dependem muito de algum valor individual que esteja em um bom dia, aí é bola para Jekabsone, Jansone ou Basko e elas que resolvam. A equipe quarta colocada no Eurobasket-2007 tem muitos altos e baixos assim como a Seleção verde-amarela, a vitória do Brasil é muito possível, e uma derrota seria um golpe duríssimo para qualquer uma das duas equipes que ficaria muito perto da eliminação.

August 10, 2008

“Agora é tentar surpreender assim como fomos surpreendidas”, diz a brasileira Karla

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 11:14 am

A derrota na estréia para a Coréia do Sul por 68 a 62 (26 a 28) na prorrogação tornou a situação do Brasil mais difícil no Grupo A da competição feminina de basquete dos Jogos Olímpicos Pequim 2008. Após a partida no Ginásio Olímpico de Basquete da capital da China, o Cubo de Ouro, o técnico Paulo Bassul e as jogadores falaram sobre o que será preciso fazer para buscar a classificação em um grupo que ainda tem Austrália, Bielorrússia, Rússia e Letônia e classifica quatro times para as quartas-de-final.

“O time construiu o resultado o jogo todo e não soube fechar. Agora, é bola pra frente, tem que ver onde errou, não adianta lamentar. Já era difícil com certeza, a gente acabou dificultando ainda mais. Agora, é tentar acertar e surpreender, assim como fomos surpreendidas”, analisou a armadora Karla.

Bassul acredita que os times que brigarão pelas vagas estão muito próximos: “A Rússia é uma equipe extremamente compacta, mas perdeu recentamente para a Letônia por dez pontos. A Letônia perdeu para a Espanha, que perdeu para o Brasil em Madri. Tem um equilíbrio ali, só a Rússia é um pouco acima da média. E, quando é assim, é o dia que resolve”.

A pivô Kelly lembrou a campanha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000, para tirar forças para reagir: “O time perdeu para Canadá e França e acabou com o bronze. Basquete é superação mesmo. Infelizmente, o time errou bastante e basquete é jogo de quem erra menos. Agora, cabe à gente colocar a derrota no caminho inverso”.

O discurso da armadora Adrianinha foi parecido, mencionando a crença na classificação e os erros que o Brasil não pode repetir na próxima partida, contra as australianas, na segunda-feira (11/8): “Não está nada perdido, tem que acreditar e jogar tudo o que tem contra a Austrália, mas erros não forçados contra time grande eles não perdoam mesmo”.

Ela completou lembrando que a Espanha, quinta do ranking mundial, também perdeu na estréia, para a China.
“Conhecendo a capacidade do time, acho que a gente podia ter um aproveitamento bem melhor. Mas isso faz parte. O time tinha que ter mais tranqüilidade no final porque errou bolas fáceis embaixo da cesta. O time delas errou bastante também e, nem assim, a gente conseguiu ganhar”.

Quando faltavam três minutos para o fim do jogo, o Brasil abriu seis pontos de vantagem no placar. Para Bassul, “ali era a hora de ganhar o jogo”. “O time manteve a defesa firme o tempo todo, como era o meu planejamento. Fiquei feliz com a defesa. Nesse momento, foi a hora em que jogo encaixou melhor, o ataque jogou mais solto. Mas o time trocou a cesta pelo cronômetro muito cedo. Isso é coisa para fazer só quando está faltando um minuto, fica trocando a bola e administrar o jogo. O Brasil feriu a Coréia mais não matou”

Na prorrogação, o número de jogadoras penduradas com quatro faltas (três) prejudicou o Brasil. “As jogadoras não sabiam se iam na bola e corriam o risco de ser excluídas ou não. Mas o time teve ao todo 29 erros em tentativas de cesta e não há defesa que segure isso”, completou o técnico.

BRASIL (14 + 14 + 15 + 12 + 7 = 62)

Claudinha (5pts), Karla (3), Micaela (10), Êga (3) e Mamá (6). Depois: Adrianinha (10), Franciele (2 e 12 rebotes), Chuca (10), Kelly (13) e Karen (0). Técnico: Paulo Bassul.

CORÉIA (13 + 13 + 15 + 14 + 13 = 68)

Lee Mi Sun (4pts), Jin Mijung (0), Jung Sun Min (10), Beon Yeon Ha (19) e Kim Kwe Ryong (4). Depois: Kim Jung Eun (12), Park Jung Eun (0), Choi Youn-Ah (19), Sin Jung-Já (0), Yang Ji Hee (0) e Kim Yeong-Ok (0). Técnico: Jung Duk Hwa.

(Bertrand, Painel do Basquete Feminino)

August 7, 2008

Guia Olímpico Basketbrasil feminino: Brasil renovado defende tradição, Coréia está em queda

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , , — basketbrasil @ 4:53 am

BRASIL

A Seleção Brasileira foi a Pequim com o intuito de se confirmar como uma das equipes mais fortes do mundo no basquete feminino, devido ao retrospecto favorável nas competições importantes desde 1994, quando se sagrou campeã mundial no auge da dupla Hortência/Paula, que dois anos depois foi vice-campeã olímpica em Atlanta-96. No último Mundial disputado em São Paulo em 2006, o Brasil ficou com quarta colocação, perdendo os jogos decisivos de medalha para Austrália e Estados Unidos, por isso se manteve em quarto lugar no ranking da Federação Internacional. Mas essa tradição será posta à prova na China porque a equipe verde-amarela se classificou a duras penas com a quinta vaga no Pré-Olímpico Mundial, e perdeu seis jogadoras importantes do elenco do Mundial (Janeth, Alessandra, Helen e Cíntia Tuiú aposentadas; Iziane cortada por indisciplina, e Érika lesionada).

Comandadas pelo técnico Paulo Roberto Bassul, que tem experiência olímpica por ter feito parte da delegação do Brasil como assistente nas duas últimas edições dos Jogos e assumiu o comando com a saída de Antonio Carlos Barbosa, a estréia do novo comandante foi no Pré-Olímpico das Américas disputado no Chile em 2007. A Seleção canarinho tentará chegar às semifinais sabendo que há muitos concorrentes mais fortes principalmente no garrafão, mas sonha beliscar uma medalha.

Por problemas disciplinares no Pré-Olímpico, ao se recusar a entrar em quadra na partida decisiva contra a Bielorússia, a ala Iziane, tida como melhor pontuadora e jogadora de maior experiência internacional da seleção, foi cortada do grupo ainda no classificatório da Espanha, e essa crise dificultou ainda mais o caminho das brasileiras, que conseguiram a vaga em Pequim na base da superação no último jogo contra Cuba, devolvendo a derrota sofrida em Valdivia no ano passado.

Claudinha é a voz da experiência na armação

As atletas experientes do grupo como a armadora Claudinha (33 anos), a ala-pivô Êga (30 anos), a pivô Kelly (28 anos) e a ala Chuca (28 anos) são essenciais para um grupo mesclado que tem jovens jogadoras como a ala-pivô Franciele, de apenas 20 anos, e a ala Fernanda Beling, de 25 anos, maior surpresa e novidade da lista final para as Olimpíadas. A veloz armadora Adrianinha é outra que não disputou o Pré-Olímpico em foi integrada à equipe.

Karla substitui Iziane na base titular e pode surpreender em Pequim

Uma jogadora que pode despontar como grande arremessadora do Brasil nos Jogos é a ala-armadora Karla, que foi uma das mais importantes jogadoras da seleção no Pré-Olimpico ao substituir Iziane principalmente no jogo decisivo contra Cuba, no qual a ala Micaela cresceu bastante e foi a cestinha do time.

(Andrea Stancus Stingel)

As convocadas:

Jucimara Dantas (Mamá) – Ala-pivô – 1,93m – 4/2/1978 - Villeneuve (FRA)
Kelly Santos – Pivô – 28 anos – 1,92m – Seattle Storm (EUA)
Graziane Coelho – Pivô – 1,91m – 18/10/1983 - Mizo Pécs (HUN)
Soeli Zakrzeski (Êga) – Ala-pivô – 1,87m – 12/11/1977 – Mann Filter Zaragoza (ESP)
Franciele Nascimento – Ala-pivô – 1,87m – 19/10/1987 - Rivas Futuras (ESP)
Fernanda Beling – Ala – 1,83m – 5/12/1982 - Americana/Unimed-SP (BRA)
Patrícia Ferreira (Chuca) – Ala – 1,80m – 21/3/1979 - Ourinhos/Unimed-SP (BRA)
Micaela Jacintho – Ala – 1,80m – 12/6/1979 - Ourinhos/Unimed-SP (BRA)
Karen Gustavo – Ala-armadora – 1,77m – 4/3/1984 - Ourinhos/Unimed-SP (BRA)
Karla Costa – Ala-armadora – 1,73m – 25/9/1978 - Catanduva/Açúcar Cometa-SP (BRA)
Adriana Moisés (Adrianinha) – Armadora – 1,70m – 6/12/1978 – Gospic (CRO)
Cláudia das Neves (Claudinha) – Armadora – 1,70m – 17/2/1975 - Clermont Ferrand (FRA)

Técnico: Paulo Bassul - Nascimento: 21/10/1967, Brasília (DF)

Perfil por Fábio Balassiano (Blog Da Linha dos Três, Globo Online)
Descrição: Estudioso, obsessivo por treinamentos, simpático, criterioso e sempre em busca da busca do melhor senso coletivo para o seu grupo. Este é o técnico Paulo Bassul, um dos poucos que consegue dar brilho a tão criticada classe de treinadores de basquete no país. Já foi assistente técnico da seleção, e com ela ganhou a medalha em Sydney-2000.
Qualidades: É confiante, ótimo nos treinamentos, procura corrigir os defeitos de suas atletas com muitos exercícios de fundamentos e tem boa visão de jogo durante as partidas. Também é avesso aos modismos de auto-ajuda para motivar seus atletas, o que não deixa de ser um ponto positivo também.
Deficiências: Paulo Bassul é vaidoso e a confiança excessiva em seu taco pode se tornar um ponto negativo também, caso não seja bem controlada. Poderia ter sido mais criterioso em alguns momentos à frente da seleção, como no chamado-corte-chamado de Grazi antes do Pré-Olímpico (e em Pequim de novo).
Curiosidade: Pouco antes dos treinos em São Paulo, o técnico da seleção participou de uma clínica com Ettore Messina na Espanha. Bassul é casado com Mila Rondon, mestre das divisões de base de Americana, com quem tem um filho, o pequeno e animado Thiago, xodó do treinador. Paulinho, como é conhecido, era torcedor do Fluminense na infância, e ano passado, após partida em que seu Ourinhos surrou o tricolor das Laranjeiras, ouviu de um pequeno sobrinho a seguinte lamentação: “Poxa, tio, você ganhou do nosso time!”. Bassul apenas riu…

Confira a série completa de FB sobre as 12 brasileiras olímpicas
http://oglobo.globo.com/blogs/dalinhados3/

História Olímpica:
Em Olimpíadas, o Brasil costuma fazer boas campanhas desde sua estréia. A Seleção Brasileira estreou nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha (1992), quando ficou em sétimo lugar. Em Atlanta, nos Estados Unidos (1996), as meninas do Brasil conquistaram a medalha de prata e, em Sydney, na Austrália (2000), ficaram com o bronze. Em Atenas, na Grécia (2004), as brasileiras terminaram na quarta posição.

A ala Janeth Arcain é a jogadora brasileira com o maior número de participações em Olimpíadas: quatro (Barcelona/1992, Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004). Cinco atletas têm três participações olímpicas: Adriana Santos (Barcelona/1992, Atlanta/1996 e Sydney/2000); Alessandra Santos (Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004); Cíntia Tuiú (Atlanta/1996, Sydney/2000 e Atenas/2004); Helen Luz (Barcelona/1992, Sydney/2000 e Atenas/2004) e Marta Sobral (Barcelona/1992, Atlanta/1996 e Sydney/2000).

A ala Janeth Arcain é a cestinha do Brasil nos Jogos Olímpicos com 535 pontos em 29 partidas. Em segundo lugar aparece a pivô Alessandra Santos com 290 pontos em 24 jogos. Na terceira posição está a armadora Helen Luz com 252 pontos em 20 partidas, seguida da pivô Marta Sobral com 236 pontos em 20 jogos, da armadora Magic Paula com 210 pontos em 13 partidas (Barcelona/1992 e Atlanta/1996) e da ala Hortência Marcari com 174 pontos em 11 jogos (Barcelona/1992 e Atlanta/1996).

Participação em Olimpíadas: 1992 (7º), 1996 (prata), 2000 (bronze), 2004 (4º lugar)
Último Mundial (em São Paulo-2006): 4º lugar
Último torneio continental das Américas (Chile-2007): 3º lugar
Posição no ranking da FIBA: 4º lugar

Das 12 jogadoras da Seleção Brasileira feminina de basquete que irão disputar os Jogos Olímpicos de Pequim, oito fazem sua estréia na competição: Karen, Micaela, Fernanda, Mamá, Êga, Chuca, Franciele e Graziane. A armadora Adrianinha e a pivô Kelly disputam a terceira Olimpíada (Sydney/2000 e Atenas/2004), enquanto as armadoras Karla (Atenas/2004) e Claudinha (Sydney/2000) participam pela segunda vez. Já o técnico Paulo Bassul, em sua terceira Olimpíada, faz sua estréia no comando da equipe, já que trabalhou como assistente em Sydney/2000 e Atenas/2004.

FICHAS TÉCNICAS DO ELENCO (Fonte: CBB)

4. ADRIANINHA

Nome completo: Adriana Moisés Pinto
Posição: Armadora
Data de nascimento: 6/12/1978
Naturalidade: Franca (SP)
Altura: 1,70m
Clube atual: Gospic (Croácia)
Clube em que começou: Ponte Preta/Campinas (SP)
835 pontos em 93 jogos oficiais pela Seleção Brasileira

Principais resultados pela seleção
Jogos Olímpicos
medalha de bronze em Sydney (Austrália/2000)
4º lugar em Atenas (Grécia/2004)

Torneio Pré-Olímpico das Américas

Vice-campeã (Cuba/1999)
Campeã (México/2003)

Campeonato Mundial

7º lugar (China/2002)
4° lugar (Brasil/2006)

Jogos Pan-Americanos

4º lugar em Winnipeg (Canadá/1999)
Medalha de bronze em Santo Domingo (República Dominicana/2003)
Medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano Adulto
Campeã (Brasil/1999, Peru/2001 e Equador/2003)

Campeonato Mundial Juvenil
4º lugar (Brasil/1997)

Copa América Juvenil
Campeã (México/1996)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Vice-campeã (Equador/1996)

Campeonato Sul-Americano Cadete
Campeã (Chile/1994)

5. KARLA

Nome completo: Karla Cristina Martins da Costa
Posição: Ala-armadora
Data de nascimento: 25/9/1978
Naturalidade: Brasília (DF)
Altura: 1,73m
Clube atual: Catanduva (SP)
Clube em que começou: Unidade Vizinhança (DF)
332 pontos em 36 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Jogos Olímpicos
4º lugar em Atenas (Grécia/2004)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Campeã (Equador/2008)

Campeonato Mundial Juvenil
4º lugar (Brasil/1997)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
Campeã (México/1996)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Vice-campeã (Equador/1996)

6. KAREN

Nome completo: Karen Gustavo Rocha
Posição: Ala-armadora
Data de nascimento: 4/3/1984
Naturalidade: São Paulo (SP)
Altura: 1,77m
Clube atual: Ourinhos (SP)
Clube que em começou: Microcamp/Campinas (SP)
213 pontos em 43 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Campeonato Mundial adulto
4° lugar (Brasil/2006)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Jogos Pan-Americanos
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Campeã (Paraguai/2006 e Equador/2008)

Campeonato Mundial Sub-21
Vice-campeã (Croácia/2003)

Copa América – Pré-Mundial Sul-20
Vice-campeã (Brasil/2002)

Campeonato Sul-Americano Cadete
Campeã (Colômbia/2000)

7. MICAELA

Nome completo: Micaela Martins Jacintho
Posição: Ala
Data de nascimento: 12/6/1979
Naturalidade: Miracema (RJ)
Altura: 1,80m
Clube atual: Ourinhos (SP)
Clube em que começou: Miracema (RJ)
776 pontos em 75 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Campeonato Mundial
7º lugar (China/2002)
4° lugar (Brasil/2006)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
Campeã (México/2003)
3º lugar (Chile/2007)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Campeã (Brasil/2001)
Vice-campeã (República Dominicana/2005)

Jogos Pan-Americanos
medalha de bronze em Santo Domingo (República Dominicana/2003)
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Pentacampeã (Peru/2001, Equador/2003, Colômbia/2007, Paraguai/2006 e Equador/2008)

Campeonato Mundial Juvenil
4º lugar (Brasil/1997)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
Campeã (México / 1996)

8. FERNANDA

Nome completo: Fernanda Neves Beling
Posição: Ala
Data de nascimento: 5/12/1982
Naturalidade: Belo Horizonte (MG)
Altura: 1,83m
Clube atual: Americana
Clube em que começou: Atlético Mineiro (MG)
153 pontos em 27 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Campeonato Mundial Sub-21
Vice-campeã (Croácia/2003)

Campeonato Mundial Juvenil
7º lugar (RepúblicaTcheca/2001)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
3º lugar (Argentina/2000)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Campeã (Venezuela/2000)

Campeonato Sul-Americano Cadete
Campeã (Brasil/1998)

9. CLAUDINHA

Nome completo: Claudia Maria das Neves
Posição: Armadora
Data de nascimento: 17/2/1975
Naturalidade: Guarujá (SP)
Altura: 1,70m
Clube atual: Clermont Ferrand (França)
Clube em que começou: Vila Souza A.C. (SP)
677 pontos em 81 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Jogos Olímpicos
medalha de bronze em Sydney (Austrália/2000)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
Vice-campeã (Cuba/1999)
3º lugar (Chile/2007)

Campeonato Mundial Adulto
4º lugar (Alemanha/1998)
7º lugar (China/2002)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Bicampeã (Brasil/1997 e Brasil/2001)

Campeonato Sul-Americano adulto
Tetracampeã (Bolívia/1993, Chile/1997, Brasil/1999, Equador/2008)

Campeonato Mundial Juvenil
5º lugar (Coréia/1993)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
Campeã (México/1992)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Campeã (Chile/1992)

10. MAMÁ

Nome completo: Jucimara Evangelista Dantas
Posição: Ala-pivô
Data de nascimento: 4/2/1978
Naturalidade: Ilha Solteira (SP)
Altura: 1,93m
Clube atual: Villeneuve (França)
Clube em que começou: Princesa do Campo/Ponta Grossa (PR)
303 pontos em 51 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Campeã (Brasil/2001)

Jogos Pan-Americanos
medalha de bronze em Santo Domingo (República Dominicana/2003)
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Tricampeã (Peru/2001, Equador/2003 e Equador/2008)

Campeonato Mundial Juvenil
4º lugar (Brasil/1997)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
Campeã (México/1996)

11. ÊGA

Nome completo: Soeli Garvão Zakrzeski
Posição: Ala-pivô
Data de nascimento: 12/11/1977
Naturalidade: Medianeira (PR)
Altura: 1,87m
Clube atual: Mann Filter Zaragoza (Espanha)
Clube em que começou: CBA de Medianeira (PR)
463 pontos em 62 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Campeonato Mundial adulto
4° lugar (Brasil/2006)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Vice-campeã (República Dominicana/2005)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Jogos Pan-Americanos
medalha de bronze em Santo Domingo (República Dominicana/2003)
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Pentacampeã (Peru/2001, Equador/2003, Colômbia/2005, Paraguai/2006, Equador/2008)

12. CHUCA

Nome completo: Patrícia de Oliveira Ferreira
Posição: Ala
Data de nascimento: 21/3/1979
Naturalidade: Mauá (SP)
Altura: 1,80m
Clube atual: Ourinhos (SP)
Clube em que começou: Centro Esportivo Mauaense (SP)
195 pontos em 28 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Jogos Pan-Americanos
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Tricampeã (Equador/2003, Colômbia/2005, Equador/2008)

13. FRANCIELE

Nome completo: Franciele Aparecida Nascimento
Posição: Ala-pivô
Data de nascimento: 19/10/1987
Naturalidade: Jacarezinho (PR)
Altura: 1,87m
Clube atual: Rivas Futura (Espanha)
Clube em que começou: Jacarezinho (PR)
389 pontos em 37 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Campeã (Equador/2008)

Campeonato Mundial Sub-21
8º lugar (Rússia/2007)

Copa América - Pré-Mundial Sub-20
Vice-campeã (México/2006)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
bicampeã (Bolívia/2004 e Equador/2006)

14. GRAZIANE

Nome completo: Graziane de Jesus Coelho
Posição: Pivô
Data de nascimento: 18/10/1983
Naturalidade: São Paulo (SP)
Altura: 1,91m
Clube atual: Mizo Pécs (Hungria)
Clube em que começou: Associação Atlética Guaru (SP)
246 pontos em 56 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Vice-campeã (República Dominicana/2005)

Jogos Pan-Americanos
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Campeã (Colômbia/2005)

Campeonato Mundial Sub-21
Vice-campeã (Croácia/2003)

Copa América – Pré-Mundial Sub-20
Vice-campeã (Brasil/2002)

Campeonato Mundial Juvenil
7º lugar (República Tcheca/2001)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
3º lugar (Argentina/2000)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Campeã (Venezuela/2000)

Campeonato Sul-Americano Cadete
Campeã (Peru/1999)

15. KELLY

Nome completo: Kelly da Silva Santos
Posição: Pivô
Data de nascimento: 10/11/1979
Naturalidade: São Paulo (SP)
Altura: 1,92m
Clube atual: Seattle Storm (WNBA/EUA)
Clube em que começou: Leite Moça/Sorocaba (SP)
847 pontos em 111 partidas oficiais pela seleção brasileira

Principais resultados pela seleção

Jogos Olímpicos
medalha de bronze em Sydney (Austrália/2000)
4º lugar em Atenas (Grécia/2004)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
Vice-campeã em Havana (Cuba/1999)
Campeã em Culiacán (México/2003)

Campeonato Mundial adulto
4º lugar (Alemanha/1998)
7º lugar (China/2002)
4° lugar (Brasil/2006)

Copa América – Pré-Mundial adulto
Bicampeã (Brasil/1997 e Brasil/2001)

Jogos Pan-Americanos
4º lugar em Winnipeg (Canadá/1999)
medalha de bronze em Santo Domingo (República Dominicana/2003)
medalha de prata no Rio de Janeiro (Brasil/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Tricampeã (Brasil/1999, Equador/2003 e Paraguai/2006)

Campeonato Mundial Juvenil
4º lugar (Brasil/1997)

Copa América – Pré-Mundial Juvenil
Campeã (México/1996)

Campeonato Sul-Americano Juvenil
Vice-campeã (Equador/1996)

PAULO BASSUL (técnico)

Nome completo: Paulo Roberto Bassul Campos
Data de nascimento: 21/10/1967
Naturalidade: Brasília (DF)
Clube atual: Ourinhos (SP)
Clube em que começou: AABB (DF)
42 jogos – 34 vitórias e 8 derrotas como técnico das seleções brasileiras

Principais resultados pela seleção (como técnico)

Torneio Pré-Olímpico Mundial
Quinto lugar (Espanha/2008)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
3º lugar (Chile/2007)

Campeonato Sul-Americano adulto
Campeão (Equador/2008)

Campeonato Mundial Sub-21
Vice-campeão (Croácia/2003)

Campeonato Mundial Sub-19
7° lugar (República Tcheca/2001)

Campeonato Sul-Americano Cadete
Campeão (Bolívia/1996 e Colômbia/2000)

(Como assistente técnico)

Jogos Olímpicos
medalha de bronze em Sydney (Austrália/2000)
4° lugar em Atenas (Grécia/2004)

Torneio Pré-Olímpico das Américas
Vice-campeão (Cuba/1999)
Campeão (México/2003)

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