Os jogadores e a comissão técnica do Phoenix passaram muito tempo na quinta-feira revisando o vídeo da derrota em casa para o Indiana Pacers, um filme de horror que teve 19 bolas desperdiçadas pelo Suns e uma falha de comunicação na defesa que deixou o cestinha do jogo Danny Granger livre para meter a bola de três frontal da vitória no último segundo. O time do ala-armador brasileiro Leandrinho (19V-13D) quer a recuperação com urgência na madrugada deste sábado (à 1h30min, no horário de Brasília), recebendo no US Airways Center o ascendente Dallas Mavericks (22V-13D), que ontem venceu pela oitava vez nas últimas dez partidas, derrotando o New York Knicks no Texas por 99 a 94 (54 a 59 no intervalo) com duas grandes cestas do armador Jason Kidd no último quarto salvando o time numa noite ruim do astro alemão Dirk Nowitzki, que fez apenas 10 pontos jogando com uma febre de 40 graus.
Com Nowitzki não se sentindo muito bem com uma forte gripe na cabeça, o veterano Kidd fez algo que prefere deixar para os outros companheiros, o armador que sempre procura a assistência primeiro, resolveu chutar mais à cesta e foi um dos destaques do Azulão texano com 16 pontos, sete rebotes e quatro passes para cesta. Quarto cestinha da temporada da NBA, Dirk fez apenas dois pontos a mais que sua menor marca no ano, errou 10 em 13 arremessos de quadra, mas em compensação distribuiu sete assistências. O ala Josh Howard foi o cestinha do Mavs com 19 pontos.
“Você tem de apagar seu disco de memória e se tornar um arremessador. Eu tive algumas bolas com grande visão da cesta que não entraram, mas os caras continuaram me dizendo para continuar chutando e felizmente acertei nos momentos que era mais importante”, destacou Kidd, bicampeão olímpico nos Jogos de Sydney-2000 e Pequim-2008.
“Ele (Kidd) converteu um par de arremessos difíceis ali. Eles (Knicks) basicamente deixaram ele sozinho a noite toda, e ele derrubou alguns arremessos para nós”, disse Nowitzki, que errou seus sete últimos arremessos. “Quando era a hora de ir para a vitória, eu não tinha um grande ritmo chutando a bola, mas fui capaz de fazer algumas assistências quando eles dobraram a marcação em mim”, destacou o alemão.
O armador Chris Duhon foi o cestinha da partida pelo Knicks (13V-21D) com 24 pontos e sete assistências tendo acertado seus nove primeiros arremessos, o ala Wilson Chandler contribuiu com 20 tentos, e o ala-pivô David Lee anotou seu sétimo duplo-duplo consecutivo, com 13 pontos e 15 rebotes, mas o clube nova-iorquino sofreu sua nona derrota consecutiva em visitas a Dallas, onde não ganha uma partida desde o dia 16 de dezembro de 1999, quando bateu o Mavericks por 100 a 93 na antiga Reunion Arena.
“Ele (Kidd) converteu um par de arremessos difíceis ali. Eles (Knicks) basicamente deixaram ele sozinho a noite toda, e ele derrubou alguns arremessos para nós”, disse Nowitzki, que errou seus sete últimos arremessos. “Quando era a hora de ir para a vitória, eu não tinha um grande ritmo chutando a bola, mas fui capaz de fazer algumas assistências quando eles dobraram a marcação em mim”, destacou o ala-pivô alemão.
O armador Chris Duhon foi o cestinha da partida pelo Knicks (13V-21D) com 24 pontos e sete assistências tendo acertado seus nove primeiros arremessos, o ala Wilson Chandler contribuiu com 20 tentos, e o ala-pivô David Lee anotou seu sétimo duplo-duplo consecutivo, com 13 pontos e 15 rebotes, mas o clube nova-iorquino sofreu sua nona derrota consecutiva em visitas a Dallas, onde não ganha uma partida desde o dia 16 de dezembro de 1999, quando bateu o Mavericks por 100 a 93 na antiga Reunion Arena. O New York perdeu a segunda seguida depois de uma vitória surpreendente sobre o atual campeão Boston Celtics no domingo.
“O que torna isso frustrante é que nós estamos jogando um bom basquete contra alguns dos melhores times na NBA, chegar perto e não conseguir vencer é frustrante”, disse Lee.
O técnico do Dallas, Rick Carlisle, disse após a partida que Nowitzki jogou com uma febre alta, mas o astro do Mavs minimizou o problema e disse que sua baixa pontuação teve mais a ver com o Knicks utilizando constantemente marcação dupla em cima dele. Mas uma das sete assistências de Dirk deu ao time texano a liderança definitiva do placar, ele achou Kidd livre para converter um arremesso longo que virou o placar para 87 a 86 faltando 5min44s. O armador depois acertou um tiro de três a 4min11s do final ampliando a vantagem para 93 a 89. Kidd não fazia tantos arremessos de quadra numa partida (15, acertando seis) desde o dia 9 de dezembro, na derrota para o San Antonio Spurs após duas prorrogações.
O pivô do Knicks Eddy Curry, que ficou fora das primeiras 33 rodadas com uma lesão no joelho, fez sua estréia na temporada entrando em quadra com 2min42s faltando no primeiro quarto e pouco mais de um minuto depois converteu uma bandeja, o único arremesso que ele tentou em dois minutos e meio de ação, nos quais também pegou dois rebotes. Chris Duhon começou com a mão quente acertando seus nove primeiros arremessos de quadra e terminando com um aproveitamento de 10 cestas em 14 chutes. Com 100% de aproveitamento em nove arremessos no primeiro tempo, o armador ex-Chicago Bulls liderou o Knicks com 22 pontos antes do intervalo para uma vantagem de cinco na metade do jogo no American Airlines Center. Duhon fechou seu primeiro tempo perfeito com uma bandeja e sua quarta bola de três da noite dando ao Knicks uma vantagem de oito pontos nos momentos finais do segundo quarto, o primeiro chute errado dele só aconteceu quando o pivô Erick Dampier bloqueou a tentativa de bandeja do armador faltando 8min40s no terceiro período.
O Dallas teve um ataque mais equilibrado com seis jogadores pontuando em dígitos duplos, o ala Antoine Wright fez 13 pontos, o ala-pivô Brandon Bass encestou 12 e o ala-armador Jason Terry marcou 10. Nas últimas seis partidas, o Mavericks só enfrentou times perdedores (com menos de 50% de aproveitamento na classificação) e conseguiu cinco vitórias. Mas o time precisou se recuperar de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o Minnesota Timberwolves na semana passada, perdeu para o Memphis Grizzlies no domingo e também precisou de uma virada no final para vencer o Los Angeles Clippers na terça-feira, hoje terá um teste mais difícil em Phoenix.
“Eu ouço muitas pessoas falando sobre como seria legal ter alguns jogos fáceis. Eu não vejo dessa maneira. Este é o ano mais competitivo de cima abaixo que já vi na NBA”, afirmou o treinador Carlisle.
O ala Al Harrington converteu uma jogada de três pontos cortando a vantagem do Dallas para 95 a 94 no final, o Knicks ainda teve a chance de virar o placar nos três ataques seguintes, mas não converteu essas oportunidades. Aí Nowitzki conectou dois lances livres dando ao Mavs três pontos de frente, e Jason Terry selou a vitória acertando um arremesso longo faltando nove segundos. Nos últimos 2min18s, o New York errou todos os seis arremessos que tentou, e fechou o último quarto com um aproveitamento de apenas 25% no ataque (seis cestas em 24 chutes). O armador baixinho de 1,75m Nate Robinson acertou só um em nove tiros de três pontos ontem, sua pontaria descalibrada acumula 27 erros em 30 triplos tentados nas últimas cinco partidas do Knicks.
“Eles (jogadores do New York) estão jogando o mais duro que podem jogar e nos dando uma chance de vencer, simplesmente não conseguimos fechar bem o jogo ainda”, disse o técnico ex-Suns Mike D´Antoni, que recebeu uma falta técnica por reclamar de uma falta a 10min56s do final.
O Mavericks venceu 12 nas últimas 14 partidas em seu ginásio, se recuperou de um mau início de temporada (2V-7D), mas fora de casa seu rendimento não é dos melhores, essa é a esperança do Phoenix para devolver a derrota sofrida diante do Dallas no dia 4 de dezembro, quando Nowitzki brilhou com 39 pontos numa vitória de ponta a ponta por 112 a 97, depois desse confronto o Suns acumula oito vitórias em 12 jogos.
Os jogadores do Suns costumavam usar o salão ao lado dos vestiários do US Airways Center como lugar de diversão incluindo mesas de sinuca, video games, computadores, aparelhos musicais e telão de TV, mas ontem eles passaram muito tempo na sala que agora é tipo um cinema para assistirem vídeos de jogos, e na quinta-feira a sessão foi o filme de terror dos erros cometidos na derrota contra o Pacers, não teve muita escapatória.
O técnico do Suns, Terry Porter, culpou a falta de comunicação defensiva da equipe pela derrota, e não foi exclusivamente na jogada final da bola de três pontos matadora de Danny Granger no último segundo. Uma arrancada de 17 pontos a 4 do Indiana no terceiro quarto expôs algumas falhas defensivas do astro cestinha do time, o ala-pivô Amare Stoudemire. Na jogada da vitória, o Pacers alinhou quatro jogadores na altura da linha de lance livre na hora do passe de reposição lateral de Mike Dunleavy e mandou Stephen Graham penetrar o garrafão como uma isca, Leandrinho seguiu o ala que era seu homem a ser marcado, mas Jason Richardson saiu para pegar Graham também, depois que Porter tinha enfatizado que o Suns faria as trocas na defesa, só que o brasileiro continuou atrás de Graham também, e Granger saiu livre na cabeça do garrafão escapando para o tiro frontal de três pontos.
“O esperado é que você cace (seu adversário) até que haja uma troca envolvida, mas J-Rich pegou o cara dele (de Leandro Barbosa). J-Rich, neste ponto, deveria dizer: “LB, eu pego ele”, e naquele ponto LB simplesmente ficaria no topo do garrafão”, explicou Porter, mas como não havia ninguém ali Granger passou entre Jarrett Jack e Jeff Foster para receber a bola de frente e finalizar com o tiro de três e Steve Nash pulou atrasado na tentativa de cobertura.
“Foi uma falha de comunicação. Eu não estava trocando até que eu visse um corta-luz, eu fui atrás do meu cara (Graham) e JR pegou meu cara”, disse Leandro na matéria do jornal Arizona Republic.
Como o ala Grant Hill estava cobrindo o lado mais próximo da cesta, sobrou para Steve Nash a única chance de dar combate a Granger, mas estava vindo do lado fraco e ficou a quase dois metros atrás de Granger quando o cestinha recebeu a bola para chutar, daí não chegou a tempo de atrapalhar o arremesso.
“Outra dolorosa lição aprendida pelo Phoenix Suns”, resumiu Porter.
Algumas pessoas questionaram por que Nash e Leandrinho estavam em quadra para uma jogada final defensiva, considerando que são atletas de muita qualidade ofensiva, mas não têm a mesma habilidade na defesa.
“Não importa quem sejam os jogadores, se não houver comunicação na defesa, os mesmos erros vão se repetir”, rebateu Porter.
O Suns ficou nessa situação porque não manteve a última posse de bola do jogo sob controle depois que Jason Richardson pegou um rebote ofensivo faltando 11 segundos, com o placar empatado em 110. Porter queria pedir tempo na hora, mas não recebeu a atenção de um jogador ou de um dos árbitros para seu pedido, e o arremesso errado final de J-Rich ainda deixou nove décimos de segundo no relógio para o Indiana armar a jogada fatal no tempo pedido pelo técnico Jim O´Brien. O jogo de quarta-feira teve o terceiro pior aproveitamento ofensivo do Phoenix na temporada (42,5% de acerto nos arremessos de quadra), e nos três primeiros quartos o Suns cedeu 54,3% de aproveitamento ao Pacers, antes da reação na etapa final puxada por 11 pontos de Leandrinho, que estava com um aproveitamento de apenas 28% nos arremessos de três pontos antes de acertar quatro em seis no jogo da semana passada contra o Memphis Grizzlies e três em cinco na quarta-feira.
Outro erro grave foi a cobertura no garrafão contra os pick-and-rolls e cortes pela linha de fundo do Pacers. “Eles não tinham pivôs típicos no poste baixo e fizeram 15 cestas no garrafão no primeiro tempo, temos de voltar ao básico”, concluiu Porter.
O pivô do Orlando Magic, Dwight Howard, volta para defender seu título de campeão do Torneio de Enterradas da NBA. Nate Robinson, do New York Knicks, e Rudy Gay, do Memphis Grizzlies, já estão confirmados. O quarto candidato sai de uma votação na Internet, os candidatos, Joe Alexander, do Milwaukee Bucks, Rudy Fernandez, do Portland Trail Blazers, e Russell Westbrook, do Oklahoma City Thunder, estão divulgando alguns vídeos engraçados para ganhar o voto dos eleitores.
Mesmo entregando uma liderança de 23 pontos no segundo tempo o Oklahoma City Thunder conseguiu uma rara vitória ao derrotar o New York Knicks por 107 a 99, em OKC. Kevin Durant, sempre ele, teve 27 ponto s e 12 rebotes para o Thunder. Jeff Green também fez 27 pontos e Russell Westbrook fez 22. Foi um alívio para a equipe que está sendo cogitado para perder 70 partidas na temporada.
“Mostramos caráter, eles voltaram, diminuíram a diferença para dois pontos mas continuamos trabalhando”, disse Durant.
Al Harrington fez 21 pontos para os visitantes, Chris Duhon teve 18 e David Lee fez 14 pontos e pegou 13 rebotes.
“Cavamos um buraco e tentamos sair, quase conseguimos”, analisou Harrington.
Desmond Mason, que teve 13 pontos para o Thunder, fez sete deles no primeiro quarto, quando o Thunder fez 22 a 4, terminando o período com a vantagem de 29 a 15.
No segundo período o Knicks encostou por duas vezes, mas OKC abriu uma vantagem de 63 a 50 no intervalo.
Kevin Durant consegue uma merecida vitória
O inicio do segundo tempo não melhorou as coisas para o time da “Grande Maçã”. New York errou os primeiros oito arremessos e Oklahoma city aumentou a diferença para 79 a 56, a maior liderança da equipe na temporada. Após uma bandeja de Durant, Mike D’Antoni, treinador do Knicks, pediu um tempo.
Qualquer coisa que o treinador tenha falado no tempo funcionou. O Knicks fez 17 a 8, impulsionado por três cestas de três pontos de Harrington, e perdia por 91 79 no final do período.
Com 8min21s para o final, Wilson Chandler diminuiu a diferença para 93 a 91. Durant respondeu com dois lances-livres e uma bandeja. Joe Smith converteu um arremesso, com 6min03s para o fim, e o Thunder ficou na frente por 99 a 91.
Nate Robinson converteu dois lances-livres, mas Westbrook e Mason devolveram a vantagem “confortável” ao Thunder.
Nos últimos 29s o Knicks ainda errou três arremessos de três pontos, não aproveitando o erro de lance-livre de Westbrook.
“Se a gente continuar lutando, boas coisas vão acontecer”, falou o treinador do Thunder, Scott Brooks.
Com o mercado movimentado não apenas no futebol, a NBA pode oferecer aos seus fãs uma mudança considerável em duas equipes, uma delas de muita expressão. Segundo o jornal norte-americano Newsday divulgou nesta segunda-feira, o Portland Trail Blazers procura se reforçar de um jogador de garrafão, o alvo é o ala-pivô David Lee, do New York Knicks.
A publicação ainda afirma que o principal nome envolvido na possível troca seria do armador espanhol Sérgio Rodriguez, reserva da franquia de Portland.
Para aceitar a troca, os Knicks exigiram outros valores individuais, e contou com uma rápida resposta do Trail Blazers. A equipe do Oregon ofereceu, além do espanhol, o ala-pivô Channing Frye, que já passou pela Big Apple, e o armador Jarryd Bayless, de apenas 20 anos.
A imprensa de Nova York garante que a negociação está muito próxima de se concretizar, pois a equipe dos Knicks necessita de um armador, já que o titular Stephon Marbury está afastado por indisciplina.
O Boston Celtics parece ter sentido a derrota para o Los Angeles Lakers e foi derrotado pelo New York Knicks, por 100 a 88. Wilson Chandler teve 31 pontos, Al Harrington adicionou 30 e David Lee fez 14 pontos e pegou 14 rebotes, para o time da “Grande Maçã”. Paul Pierce fez 31 pontos, Ray Allen,16, mas Kevin Garnett teve apenas seis pontos, convertendo um de seis arremessos.
“A gente esteve perto em muitas partidas. Achei que a gente jogou, mas não terminou muitos jogos. Hoje a gente terminou. Não quero pensar muito adiante. Foi uma boa vitória e a gente deve melhorar a defesa”, disse o treinador do Knicks, Mike D’Antoni.
Com três derrotas em quatro partidas na costa Oeste, e a recente derrota para o Knicks,parece que Boston vai mesmo atrás de Stephon Marbury, armador exilado do time de Nova Iorque.
Noite quieta de KG prejudica Celtics
Especialmente após o “OK” de KG os jogadores do celtics parecem aceitar bem a adição de Starbury.
“Não podemos pensar nestas coisas. Temos que jogar com o que temos em mãos. Vocês devem falar com o gerente geral ou o treinador Rivers”, desconversou o armador titular, Rajon Rondo.
Na partida o Celtics parecia dominar. Liderando por 53 a 50, convertendo 54% dos arremessos, e com Garnett quieto, tudo parecia ir bem.
Então, veio o terceiro período. Chandler converteu uma cesta de três para virar a partida. Chandler converteu um arremesso e recebeu uma falta de KG, atrás da linha de três pontos, acertando os três arremessos e dando uma vantagem de 66 a 60 para o Knicks, com 6min39s no quarto.
Harrington comemora cesta durante o quarto período
Harrington acertou um arremesso de três pontos e o time do Knicks liderava por 78 a 68.
Boston tentou reagir no quarto período, mas Chandler, o nome do jogo, acabou com as esperanças dos C’s ao fazer uma jogada de três pontos com 2min11s para o final, deixando a vantagem do Knicks em 98 a 86.
O armador Stephon Marbury, que foi afastado da equipe do New York Knicks, negou que tenha recebido alguma proposta para se transferir para o Boston Celtics, apesar de ter afirmado que se sentiria honrado em jogar pela equipe.
De acordo com o jornal New York Post, o presidente dos Celtics, Danny Ainge, está interessado na contratação de Marbury, apesar da equipe ter o jovem armador Rajon Rondo como um dos destaques da atual temporada da NBA.
No entanto, ainda segundo a publicação, o Boston não seria a primeira opção de Marbury, que preferiria se transferir para uma equipe com chances de disputar os playoffs na posição de titular do elenco.
Quem não se lembra dos memoráveis encontros de Pacers e Knicks pelos playoffs? De um lado Reggie Miller, com seus chutes de três certeiros, e do outro Patrick Ewing, com seu incrível jogo de garrafão. Claro que ontem o nível do jogo foi bem menor, mas tivemos relances daquela época, para delírio dos saudosistas de plantão.
O Madison Square Garden não acreditou quando Jarrett Jack acertou um chute certeiro da cabeça do garrafão, dando a vitória para o Indiana Pacers por 105 a 103. A torcida nova-iorquina estava em chamas após a grande enterrada de Wilson Chandler, que valeu ao Knicks uma jogada de três pontos, mas todo o esforço foi em vão. Assim o time de Mike D’Antoni acumulou mais uma derrota na temporada 2008/2009 da NBA e com uma campanha de 12 vitórias e 19 derrotas é apenas o 12º na Conferência Leste, uma posição acima do próprio Pacers, que mantém uma campanha de 11 vitórias e 21 derrotas.
Com mais uma boa atuação de David Lee (26 pontos e 11 rebotes), o New York Knicks foi para o intervalo perdendo por nove pontos (53 a 44), porém o time da “Grande Maçã” voltou para o segundo tempo determinado e venceu os dois últimos quartos da partida (33 a 30 e 26 a 22). Outro jogador do Knicks que se destacou foi Al Harrington, que com 27 pontos se tornou o cestinha nova-iorquino da partida e ainda contribuiu com seis rebotes, mesmo vindo do banco de reservas.
Já pelo lado do Indiana Pacers, quem se destacou foi armador Jarrett Jack, que com 29 pontos foi o cestinha do jogo. O armador jogou o suficiente para fazer seu time jogar bem, prova disso foram foram os 22 pontos de Danny Granger e o duplo-duplo de Troy Murphy (15 pontos e 18 rebotes), que ajudaram (e muito) o time de Indianápolis a vencer o Knicks. Com todos os jogadores titulares do Pacers fazendo pelo menos 10 pontos, visivelmente se nota a dificuldade dos jogadores reservas para manter o mesmo nível dos que começam jogando. Isso foi comprovado com os singelos 16 pontos para todo o banco.
O New York Knicks recebe o líder da Conferência Leste, o Boston Celtics, no próximo dia 4, esperando fazer o que apenas Warriors, Lakers, Blazers, Pacers e Nuggets fizeram: vencer os atuais campeões. Já o Indiana Pacers tem uma missão relativamente mais fácil, já que também recebe o Sacramento Kings, que tem a terceira pior campanha do Oeste. A temporada está chegando a sua metade, e se os dois times quiserem garantir uma vaga na pós-temporada, é melhor começarem a vencer, já que cada jogo passa a ser decisivo.
Ambos os times lutam por vagas nos playoffs do Leste, mas nota-se a dificuldade em manter o nível frente a times como Boston Celtics, Cleveland Cavaliers Orlando Magic e até mesmo os times que lutam pelas últimas vagas para os playoffs (Miami Heat, New Jersey Nets, Milwaukee Bucks entre outros), já que ambos os elencos, apesar de talentosos, são muito jovens. Os postos de líderes do time começam a ser assumidos tanto por Danny Granger no Indiana Pacers, como por David Lee no New York Knicks, o que certamente ajuda na formação de um time competitivo. Todos já perceberam o grande futuro que times como Pacers e Knicks podem ter, basta os gerentes gerais trabalharem para que se formem elencos decentes, já que em ambos os casos temos cidades e torcedores fanáticos.
Armador canadense também considera permanência no Suns
Steve Nash é companheiro de Leandrinho Barbosa no Phoenix Suns (Crédito: Reuters)
LANCEPRESS!
O armador canadense Steve Nash, do Phoenix Suns, foi envolvido em diversas especulações a respeito de uma possível saída de sua atual equipe. O destino mais falado para o futuro do jogador é o New York Knicks. Mas o armador revelou que também estuda uma transferência para o Toronto Raptors.
“Existem algumas situações que são atraentes. Estou feliz que ainda existam possibilidades para mim”, disse Nash, que tem contrato com o Suns até o fim da temporada 2009/2010, em entrevista ao “NBC Sports”.
O Knicks é um dos times que mais atrai o jogador pelo fato de Mike D’Antoni, ex-treinador do Suns, ser o atual técnico da equipe de Nova York, onde o canadense também tem uma casa e costuma passar o período férias entre as temporadas.
“Nova York é minha casa nas férias, então amo a cidade. É uma Meca do basquete e Mike D’Antoni está lá”, comentou o armador.
Nash não descartou a possibilidade de jogar em seu país - o Raptors é a única equipe da NBA que tem sede no Canadá -, mas fez questão de lembrar que a maior probabilidade está em uma renovação de contrato com o Suns.
“Phoenix é a escolha natural, porque estou aqui, onde tive sucesso e me sinto em casa”, completou.
A novela Stephon Marbury parece não ter fim. Em uma noite sem jogo, o principal assunto dos jornais e site americanos foi o armador, que continua na geladeira pelo New York Knicks. De acordo com os sites especializados, Marbury tem tudo para jogar no Boston Celtics, atual campeão da Liga e que conta com as estrelas Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett.
Como foi noticiado nesta quinta-feira, Kevin Garnett seria um dos mais empolgados para receber o polêmico armador no Celtics. Ambos já atuaram juntos no Minnesota Timberwolves, no início de carreira. De acordo com fontes, “KG” estaria disposto a reviver a dupla que fez relativo sucesso no Wolves.
Mas para ir para o Celtics, Marbury, de 31 anos, tem que se acertar com o Knicks, algo que não vem acontecendo. O jogador ainda tem cerca de $22 milhões de dólares para receber da franquia nova-iorquina pelo seu ano de contrato restante e não está disposto a abrir mão de um centavo. Já o Knicks não quer pagar essa bolada ao jogador para vê-lo sair de graça.
Além disso, Marbury já enfrentou problemas com o técnico Mike D’Antoni e não tem espaço na rotação do time. Como se não bastasse, o clima com seus “colegas” de time também não é bom. O ala Quentin Richardson já chegou a declarar que não considera Marbury um companheiro de time, isso porque o veterano se recusou a entrar em quadra por duas vezes.
Após perder seis partidas, o New York Knicks finalmente voltou a vencer. A equipe nova-iorquina foi até a Carolina do Norte na noite desta terça-feira e bateu o Charlotte Bobcats por 93 a 89 (56 a 48 no intervalo). Além disso, o Knicks quebrou um jejum de três jogos sem vencer na estrada.
O cestinha foi o ala Wilson Chandler. O segundanista acertou sete de seus 15 arremessos e terminou a partida com 19 pontos, além de sete rebotes. O ala-pivô David Lee dominou o garrafão, registrando um duplo-duplo, 13 tentos e 16 rebotes. Outro atleta que se destacou foi o ala Al Harrington, que saiu do banco para fazer 16 tentos. Já o armador Chris Duhon somou 15 pontos e oito assistências.
Pelo Charlotte Bobcats, que perdeu a segunda partida consecutiva em casa, o cestinha foi o ala Gerald Wallace, autor de 21 pontos. O armador Raymond Felton fletrou com um triplo-duplo, 12 tentos, oito rebotes e oito assistências. O ala-pivô Emeka Okafor se destacou com 13 pontos e 15 sobras coletadas em 37min na quadra.
Ambos os times só voltarão à quadra em 2009. O Charlotte Bobcats (11v-21d) irá enfrentar o Milwaukee Bucks, fora de casa, na noite de sexta-feira. Já o New York Knicks (12v-19d) enfrentará o Indiana Pacers no Madison Square Garden.
“Eu simplesmente admiro o garoto. Eu conheço a névoa que chega em sua vida quando você é diagnosticado com câncer e tem de passar por uma cirurgia. O garoto nunca se rendeu ao lado negro do que ia acontecer ou no lado negativo do que vai acontecer… Eu penso que nós acreditamos junto com ele, mas ele provavelmente acreditou mais do que ninguém que iria voltar e ser um jogador… Estou certo que provavelmente ele não vai entrar no time do Jogo das Estrelas, mas está próximo de ser um jogador All-Star”, disse o técnico George Karl sobre a recuperação do pivô Nenê de um câncer testicular, a frase foi publicada pelos sites dos jornais Rocky Mountain News e Denver Post no domingo depois que o brasileiro por pouco não conseguiu seu quinto duplo-duplo consecutivo e o décimo na melhor temporada de sua carreira, anotando 13 pontos e nove rebotes na vitória do Denver Nuggets sobre o New York Knicks por 117 a 110 (66 a 56 no intervalo) em pleno Madison Square Garden de Nova York, a arena mais famosa do basquete americano. O MSG poderia ter sido a casa do brazuca se ele não tivesse sido trocado na noite do draft de 2002, quando foi escolhido na sétima posição do vestibular da liga debaixo de vaias de torcedores nova-iorquinos e trocado junto com Marcus Camby para o Denver, mas o gigante paulista dá graças a Deus por ter ido para o Colorado.
Na última vez que o entrevistei em uma passagem por São Paulo nas férias, isso já tem quatro anos, Nenê contou que se considerava um cara de sorte por não ter ido parar na panela de pressão cheia de confusões e derrotas que se tornou o Knicks. Na temporada 2002-03, a primeira do gigante paulista na NBA, o Denver era um dos piores sacos de pancadas da liga, mas Nenê foi bem acolhido e lapidado com uma paciência que não lhe seria dirigida em um mercado maior e badalado como Nova York. Sair do Vasco de Eurico Miranda para o Knicks de James Dolan não era mesmo um bom negócio em termos de cobranças, e o futuro se revelou muito melhor para Nenê no Nuggets, líder da Divisão Noroeste da NBA. Hoje o quanto faz falta um pivô legítimo para o New York, ontem o técnico Mike D´Antoni improvisou como titular na posição 5 o ala Jared Jeffries, e logicamente o Knicks (11V-18D) levou um baile do Denver (20V-11D) no garrafão: diferença de 62 a 48 nos pontos marcados na área pintada e 48 a 36 no total de rebotes.
Como a história dá um jeito de repetir a si mesma, não foi surpresa quando no draft deste ano o bagunçado time da “Big Apple” selecionou em sua primeira escolha sob muitas vaias outro ala-pivô estrangeiro, o italiano Danilo Gallinari, mas este sim virou uma decepção, só jogou duas vezes nesta temporada sofrendo com um problema nas costas.
“Eu não entendi direito o porquê daquele tratamento por parte de pessoas que não me conheciam e não tinham me visto jogar. Mas foi uma bênção eu ter ido para Denver, onde fui muito bem recebido e fiz grandes amigos, pude desenvolver meu basquete, crescer junto com os companheiros até a gente se tornar um time de playoffs, e o mais importante foi ter recebido muito apoio nos momentos difíceis das lesões. No Knicks não sei como seria, a cobrança é muito grande lá porque o time não está bem há anos”, disse-me Nenê naquela entrevista em 2004, antes de assinar seu grande contrato de US$ 60 milhões e de viver o momento mais difícil de sua vida no Nuggets, ficando fora de uma temporada inteira com uma grave lesão no joelho direito e perdendo a maior parte da temporada passada após ser diagnosticado um tumor maligno testicular. Nos momentos de crise, pipocaram os rumores de troca, mas o time do Colorado se manteve fiel ao “Big Brazilian” até ele desabrochar, no New York provavelmente teria sido crucificado junto com a toda a trupe de Isiah Thomas.
Por isso tudo a visita anual ao Madison Square Garden tem um significado especial para Nenê e para o Denver, além da imponência da arena e da badalação da cidade que se proclama “A Meca do basquete profissional”, mas há anos vem parecendo mais o Calvário para sua torcida. Ontem o Knicks sofreu a sexta derrota consecutiva ficando cada vez mais longe da zona de classificação aos playoffs da Conferência Leste. Uma semana de descanso foi tudo o que o ala campeão olímpico Carmelo Anthony precisou para se sentir melhor, depois de ficar fora de três partidas tratando uma lesão no cotovelo direito, Melo voltou ao Nuggets com tudo e comandou a vitória em Nova York marcando 32 pontos, nove rebotes e quatro assistências. Esse foi apenas o terceiro jogo de 30 pontos ou mais do cestinha do Denver na temporada, é claro que enfrentar um Knicks com pouca defesa também ajudou. Anthony machucou o cotovelo originalmente na vitória sobre o Houston Rockets em 30 de novembro, decidiu continuar jogando, mas o departamento médico do clube preferiu vetá-lo e dar ao ala uma parada para tratamento depois que ele teve médias de apenas 11,5 pontos errando 19 em 27 arremessos de quadra em derrotas para Cleveland Cavaliers e Phoenix Suns em noites consecutivas, foi o sinal de alerta para ter um recesso na semana de Natal e a decisão deu certo.
“Eu acho que foi a melhor coisa que já aconteceu para mim. Primeiramente eu estava um pouco hesitante em parar, mas qualquer hora que você pode ter um descanso durante uma longa temporada como esta, isso ajuda”, afirmou Carmelo. “Eu adoro vir aqui e ter uma boa performance. É a Meca do basquetebol, se você não gosta de jogar no Garden, não gosta de jogar em lugar nenhum”, completou o ala.
O Nuggets quase jogou no lixo a vantagem de dígitos duplos que tinha aberto ao acertar 15 em 20 arremessos no segundo quarto, mas se recuperou graças ao último quarto perfeito de Melo. Anthony acertou todos os seus cinco arremessos na etapa final, um deles deu ao Denver o comando definitivo do placar virando o jogo para 107 a 106, e mais dois jumpers certeiros consecutivos livraram seis pontos de diferença dois minutos depois. Para fechar o caixão nova-iorquino, Carmelo deu a assistência para uma poderosa enterrada de Nenê que abriu 116 a 109 com 1min05s por jogar.
“Uma vez que eles vieram fazer dupla marcação, consegui para Nenê uma enterrada”, explicou Melo.
Nenê foi um dos seis jogadores do Nuggets que fizeram mais de 10 pontos, sendo que nove tentos dele saíram no segundo tempo. O brasileiro acertou quatro em oito arremessos de quadra incluindo três enterradas e cinco em oito lances livres, pegou sete rebotes defensivos e dois ofensivos, fez um passe para cesta de três do ala lituano Linas Kleiza, roubou uma bola de Jared Jeffries, deu um toco no armador baixinho cestinha do Knicks com 20 pontos Nate Robinson, cometeu cinco faltas e desperdiçou três posses de bola em 34min44s de ação. O gigante paulista ganhou o duelo direto com Jeffries, limitado a 10 pontos, quatro rebotes e quatro assistências, mas não se destacou muito na defesa, no tempo de quadra de Nenê o diferencial positivo do Denver foi de apenas um ponto mais que o Knicks. Faltou um rebote para o duplo-duplo, mas o brazuca no ataque manteve a liderança do ranking geral de aproveitamento no campeonato com 60,6% de aproveitamento nas finalizações. Carmelo ontem foi melhor acertando 13 em 19 arremessos de quadra.
“Eles estavam deixando Melo jogar no um-contra-um. O arremesso dele estava caindo. Nós meio que simplesmente atiramos a bola para um cara quente. Pareceu que ele tinha mais ritmo com seu jumper. Eu sei que ele gosta de jogar neste prédio, não sei se ele jamais teve uma partida ruim neste prédio”, destacou George Karl.
“Ele estava realmente quente. É bom tê-lo de volta. Eles nunca dobraram a marcação nele e se tivessem feito isso, ele tem crescido como o jogador que ia fazer a jogada seguinte, fazer o passe”, afirmou o armador Chauncey Billups, autor de 14 pontos e cinco assistências ontem.
O ala-armador J.R. Smith foi outro que teve boa participação ofensiva no Denver com 16 pontos, Dahntay Jones encestou 12, e o time visitante teve um bom aproveitamento de 57% nos arremessos na abertura de uma excursão de quatro partidas pelo Leste que tem sua segunda parada na noite desta segunda-feira em Atlanta às 22h (horário de Brasília) para enfrentar o perigoso Hawks (19V-10D), que vem de quatro vitórias consecutivas e está na quarta posição da sua conferência.
Ontem o motorzinho de 1,75m Nate Robinson foi o cestinha do Knicks com 20 pontos, mas errou 12 em 17 arremessos de quadra, o ala-pivô David Lee foi o jogador mais eficiente do time nova-iorquino com um duplo-duplo de 19 pontos e 12 rebotes. Durante a atual série de derrotas, a defesa do New York sofreu uma média de 115,5 pontos por jogo, é a maior peneira do campeonato permitindo aos adversários um aproveitamento médio de 48,3% nas finalizações (percentual mais alto na NBA), assim nem o sistema de ataque rápido e de alta pontuação de Mike D´Antoni consegue dar jeito.
“Nós temos de jogar na defesa também, não há dúvida disso. Eu sei que brinco muito sobre isso, mas a única maneira para que voltemos a vencer é melhorar nisso (marcação). Eu sempre senti que nós vamos pontuar bastante não importa o que aconteça. Não importa quem esteja na quadra, nós vamos pontuar. Então agora só temos de encontrar uma maneira de parar os adversários”, afirmou D´Antoni usando o mesmo discurso de sua época de Phoenix Suns, o melhor ataque da liga que também era muito vazado na defesa.
O armador Chris Duhon ditou bem o ritmo do Knicks com 17 pontos e 11 assistências, enquanto o ala-armador Wilson Chandler marcou 17 tentos, porém errando 13 em 19 arremessos de quadra. O ala-pivô Al Harrington anotou 15 pontos saindo do banco, o problema foi mesmo a retaguarda.
“Eu acho que nós terminamos fazendo arremessos ruins no final do jogo, arremessos difíceis com o nosso tempo de posse de bola se esgotando. Você não pode derrotar um bom time desse jeito”, lamentou Duhon.
Tentando dar uma sacudida no seu time, Mike D´Antoni fez uma alteração no quinteto titular sacando Harrington, que vinha com uma média de 22,9 pontos por jogo em 15 partidas desde que o Knicks o adquiriu numa troca com o Golden State Warriors em novembro, e deu a Jared Jeffries, um defensor melhor com poucos recursos ofensivos, sua primeira chance de começar jogando, e logo na posição de pivô batendo de frente com Nenê. A troca não adiantou muito para solucionar os problemas defensivos do New York. Depois de um empate em 27 a 27 no final do primeiro quarto e igualdade em 43 a 43 no meio do segundo período, o Denver começou a fazer cestas à vontade. David Lee deu um tapa na base da tabela desabafando sua frustração depois que uma falha defensiva levou a uma enterrada fácil de Nenê, mas isso não funcionou para acordar a equipe, no ataque seguinte foi a vez de Carmelo fazer uma enterrada fechando uma arrancada de 16 a 4 que abriu uma diferença de 59 a 47 no placar faltando 2min03s na parcial, depois o Nuggets foi para o intervalo com 10 pontos de vantagem graças aos incríveis 42 tentos marcados dentro do garrafão nessa diferença de 66 a 56.
O Knicks voltou melhor para a terceira etapa e reagiu na partida com um aproveitamento de 60% nos arremessos nesse período, indo buscar a virada para 89 a 88 com uma cesta de três de Robinson faltando 1min05s na parcial, nessa hora o ala-pivô Kenyon Martin, autor de 11 pontos e quatro rebotes para o Denver, começou a dizer impropérios do banco do Nuggets pelo time ter permitido tal recuperação dos anfitriões, mas J.R. Smith respondeu à altura acertando um longo arremesso de três pontos no último segundo dando aos visitantes uma vantagem de 93 a 89 entrando no quarto final, e foi no quarto período que mais brilhou a estrela de Carmelo Anthony na parcial decisiva vencida pelo Denver por 24 a 21.
O ala de força Renaldo Balkman, surpreendente escolha de primeira rodada do Knicks no draft de 2006 que se tornou um dos atletas favoritos da torcida nova-iorquina por seu jogo energético antes de ser trocado para o Nuggets no verão passado, recebeu aplausos respeitosos do público de 19.763 espectadores no Madison Square Garden quando entrou em quadra no meio do primeiro quarto e teve uma boa contribuição no garrafão denverista anotando nove pontos e oito rebotes em 17min51s de ação. O ala Quentin Richardson voltou ao time de Nova York após ficar fora da derrota de sexta-feira contra o Minnesota Timberwolves com uma lesão no tornozelo direito, em 14 minutos saindo do banco fez apenas três pontos.
Confira agora a tradução do post publicado no blog do Rocky Mountain News pelo colunista Chris Tomasson sobre a dúvida de George Karl acerca das chances de indicação de Nenê para o Jogo das Estrelas da NBA:
O técnico do Nuggets George Karl não acredita que Nenê estará pisando na quadra em Phoenix no dia 15 de fevereiro.
“Estou certo que ele provavelmente não entrará no time do Jogo das Estrelas, mas ele está perto de ser um jogador All-Star”, disse Karl no domingo sobre seu pivô.
Karl provavelmente está correto. Mas se os votos livres não fossem permitidos na votação do All-Star, ele teria mais chances de estar errado.
Os técnicos da NBA, que votam para escolher os reservas do Jogo das Estrelas, são instruídos a selecionar dois armadores, dois alas, um pivô e dois jogadores de qualquer posição. Eles não podem votar em seus próprios jogadores.
Os técnicos costumavam aderir à letra da lei e votar para pivôs que de fato começavam no centro (posição 5, o legítimo pivô alto e de força no garrafão). O inconveniente foi que, em alguns anos, não havia quaisquer pivôs verdadeiros dignos de serem reservas no Jogo das Estrelas.
Então alguns Jogos das Estrelas recentes incluíram caras como Jamaal Magloire, Antonio David e Rik Smith entrando no time como pivôs reservas, e Brad Miller até conseguiu duas participações. A maior coçada de cabeça de todos os tempos veio em 1988, quando James Donaldson do Dallas chegou ao time do Jogo das Estrelas numa temporada em que ele teve médias de sete pontos e 9,3 rebotes.
Em anos recentes, porém, os técnicos da NBA ficaram cansados de eleger pivôs inferiores para irem ao Jogo das Estrelas enquanto alas-pivôs mais merecedores eram deixados em casa. Então eles têm votado em grandalhões que não começam no centro (posição 5), mas às vezes jogam nessa posição.
Isso é permitido na votação dos All-Stars. É diferente na votação da mídia para escolher os times All-NBA (seleção dos melhores jogadores ao final da temporada), em que os jogadores precisam ser votados na posição em que atuam regularmente.
Yao Ming, do Houston, será o pivô titular da seleção do Oeste no Jogo de 15 de fevereiro em Phoenix. Se os técnicos aderirem à letra da lei, então Nenê teria uma chance de ser um reserva.
Se apenas fossem considerados jogadores que começaram jogando no centro (pivôs), provavelmente a disputa ficaria entre Nenê e Shaquille O´Neal do Phoenix (esqueçam Al Jefferson do Minnesota por causa da má campanha de seu time, e Andrew Bynum do Lakers ainda está um ano longe de ser um All-Star). O´Neal, anotando em média 16,4 pontos e 8,6 rebotes, é neste momento uma escolha melhor do que Nenê, com médias de 14,1 pontos e 7,8 rebotes e a melhor marca da NBA de 60,6% de aproveitamento nos arremessos.
Mas quem vai dizer que, com o Nuggets (20V-11D) subindo, eles não teriam uma campanha muito melhor que a do Phoenix (16V-12D) quando os votos para o Jogo das Estrelas forem entregues? (no final de janeiro). E talvez Nenê possa aumentar seus números até o patamar de O´Neal, embora o currículo de Hall da Fama de Shaq não possa ser superado.
Mas o que poderia acontecer que realmente derrubaria Nenê seriam os técnicos votando em jogadores que às vezes são deslocados para a posição de pivô. Embora Bynum seja o pivô titular do Lakers, Pau Gasol ganhará votos por ali. E embora Greg Oden comece jogando no Portland, LaMarcus Aldridge poderia receber votos como pivô. E embora Erick Dampier comece no Dallas, Dirk Nowitzki poderia receber votos como pivô.
Então talvez tudo isso é o porquê de Karl estar sendo um realista, em vez de um animador de torcida sobre as esperanças de All-Star de Nenê. É claro, Nenê realmente não quer ser um All-Star de qualquer forma. Ele estará se casando no Dia dos Namorados (nos EUA a data se comemora em 14 de fevereiro, o sábado do Fim-de-Semana das Estrelas da NBA), e tem saído pela tangente nas perguntas sobre o que faria se fosse selecionado para o time como reserva do Oeste”, concluiu Tomasson.
Com uma vitória de 120 a 107 sobre o New York Knicks, o Minnesota Timberwolves acabou com uma seqüência de 13 derrotas. Rashad McCants fez 23 pontos, Al Jefferson adicionou 21 pontos e 15 rebotes. Sebastian Telfair contribuiu com 20 pontos e Randy Foye, 19.
Nate Robinson e Al Harrington fizeram 26 pontos, cada, para o Knicks. Wilson Chandler fez 19.
Esforço de Rashad McCants valeu a pena
Jefferson liderou a vitória, quando o Wolves fez 11 a 1 durante o terceiro período, aumentando a vantagem para 82 a 64. Ao fazer a marcação dupla em Jefferson, New York liberou McCants, que deu uma liderança de 94 a 75, entrando no quarto período.
O Knicks retomou o controle, cortando a diferença para sete pontos, com 4min30s para o final. Ryan Gomes e Craig Smith acabaram com a festa do Knicks.
O pivô Eddy Curry, do New York Knicks, revelou em uma entrevista ao jornal New York Post na terça-feira (23/12) que está próximo de retornar aos treinos, recuperado de uma lesão no joelho direito.
“Conversei com (o técnico Mike D’Antoni) algumas vezes. Ele me garantiu que quer que eu seja parte do que está acontecendo e me pediu para não perder minha concentração, continuar ligado mentalmente e tentar trabalhar duro para, quando eu voltar, não ficar muito atrasado. Estou feliz que ele está aguardando meu retorno”, disse Curry, sinalizando o que aparentemente é uma mudança de atitude de ambos os lados após o fiasco da relação entre o clube e o armador Stephon Marbury.
Assim como fez com Marbury, D’Antoni disse ao final da pré-temporada que não pretendia usar Curry como parte de sua rotação regular, o que parecia razoável visto que Curry, pivô pesadão de 2,11m e 129,3kg, tem um estilo de jogo lento, visto como um empecilho para o ritmo veloz do esquema de D’Antoni. O treinador questionou abertamente os esforços de Curry para entrar em forma.
O pivô de 25 anos, por sua vez, ficou surpreso em saber que não era parte dos planos e teve dificuldades mentais para recuperar seu joelho dolorido. Ele teve de passar por operações duas vezes durante a pré-temporada e ficou de fora da maioria dos amistosos por causa de uma lesão.
De acordo com o Post, porém, Curry encerrou uma terapia de três semanas que incluiu uma injeção semanal no joelho para diminuir a dor. Ele deve fazer algumas atividades em quadra já neste Natal e retornar aos treinos completos em uma semana. A volta definitiva às quadras seria em duas semanas. “Estou empolgado, pronto para voltar”, garantiu o pivô.
Curry teve médias de 13,2 pontos e 4,7 rebotes por jogo em 2007-08 e deve ser útil para o Knicks, que vem improvisando jogadores na posição 5 desde que o ala-pivô Zach Randolph foi trocado para o Los Angeles Clippers no final de novembro.
O Cleveland Cavaliers ganhou um aliado na corrida por LeBron James, quando seu contrato acabar em 2010. O ex-ala/pivô do Phoenix Suns, membro do Time dos Sonhos americano de Barcelona-1992, Hall da Fama do Basquetebol e comentarista da rede de televisão TNT, Charles Barkley, deseja que James siga em Cleveland.
“Espero que ele fique em Cleveland. Poucos caras jogam a carreira inteira na frente de amigos e família. Seria fantástico se ele liderasse Cleveland a um título. Seria legal”, disse Sir Charles.
Recentemente, Barkley havia reclamado de James. Segundo Charles, o companheiro de Anderson Varejão teria desrespeitado o Cavs ao comentar sobre seu futuro. LeBron mandou Charles “calar a boca”.
As opiniões parecem ser de que James irá para a “Grande Maçã”, assim que seu contrato permitir. Com maior atenção da mídia e patrocinadores, a mudança para Nova York parece o passo certo, pelo menos economicamente.
“Quando eu decidir tomar uma decisão, vai ser onde posso vencer múltiplos campeonatos”, disse James.
Mas o pequeno mercado de Cleveland, as promessas do jogador de manter as opções abertas e a amizade com Jay-Z, dono de parte do New Jersey Nets, podem tirar James da cidade vizinha de sua cidade natal, Akron.
Quando LeBron James decidiu economizar na sutileza e mandou recado aos torcedores de Nova York recomendando que estes estivessem atentos ao que acontecerá no basquete da NBA em 2010, ele não estava fazendo uma promessa de casamento ao New York Knicks. E quando James afirmou neste final de semana que estava disposto a considerar uma renovação de seu contrato com o Cleveland Cavaliers, que vence naquele ano, ele tampouco estava fazendo uma promessa.
Mas cada comentário que o jogador faz certamente deve despertar pânico entre os torcedores para quem entrar em pânico parece ser um passatempo. Os torcedores dos Cavaliers não conseguem suportar a idéia de perder James, que nasceu em Ohio e joga agora pelo time que representa o Estado na NBA, para a metrópole da costa leste (ou, aliás, para qualquer outro lugar).
E os torcedores dos Knicks vêm sonhando em ver James jogando no Madison Square Garden desde o momento, no mês passado, em que sua equipe começou a promover trocas a fim de abrir espaço em sua folha de pagamentos para a possível contratação do astro.
Não resta dúvida de que James será o principal alvo dos Knicks - e de talvez uma dúzia de outros times - quando chegar o momento de negociar contratos com os jogadores cujos compromissos atuais se encerram em 2010 -caso James não escolha renovar seu contrato com os Cavaliers antes do vencimento. Mas a contratação de James jamais foi a única opção para o time, ou uma jogada de tudo ou nada.
A lista de jogadores cujos contratos atuais vencem em 2010 e que estarão livres para assinar com qualquer equipe é longa, e repleta de talentos espetaculares. Ela inclui diversos dos superastros da NBA, além de James: Dwayne Wade, Chris Bosh, Tracy McGrady e Dirk Nowitzki. Há também diversos jogadores de primeiro nível e de talento comprovado, como Joe Johnson, Amare Stoudemire, Carlos Boozer, Michael Redd, Ray Allen, Josh Howard, Manu Ginobili, Jermaine O’Neal e Steve Nash.
Entre os jogadores de segunda linha, mas que ainda assim podem contribuir com talentos essenciais a uma equipe vencedora, a lista inclui Luis Scola, Tyson Chandler, Stephen Jackson, Mehmet Okur, Hedo Turkoglu, Mike Miller, Udonis Haslem e Marcus Camby.
A combinação de quaisquer dois (ou três) desses talentos poderia transformar uma equipe fraca em adversário imediatamente respeitável. E descobrir a combinação exata de dois grandes jogadores poderia abrir caminho a uma disputa de título.
As probabilidades são de que nem todos esses jogadores optem por trocar de time quando seus contratos atuais expirarem. Alguns deles têm opções de contrato que permitem que decidam se prorrogarão ou não o compromisso com suas atuais equipes. Outros poderiam assinar extensões de contrato antes de 2010. Essa foi uma possibilidade mencionada por James pela primeira vez no domingo, em entrevista ao jornal Cleveland Plain Dealer.
“Levando em conta o que estamos conseguindo nesta temporada, é claro que essa é uma opção que eu consideraria”, disse James. “A direção em que estamos avançando no momento é tudo que eu esperava e ainda mais”.
Os Cavaliers tinham 22 vitórias e apenas quatro derrotas antes de sua partida na noite de domingo contra os Thunders, em Oklahoma City, e parecia completamente capacitado a desafiar o Boston Celtics pela supremacia na conferência leste da NBA e na liga como um todo. Por isso, James tinha motivos de sobra para otimismo quanto ao seu futuro em Cleveland.
Mas não devemos esquecer que ele também tem todos os motivos do mundo para manter suas opções em aberto e deixar que o drama sobre seu futuro paradeiro continue a se desenrolar, enquanto ele avalia a situação em termos de competição dentro da NBA e as perspectivas financeiras mais amplas.
Mas Donnie Walsh, diretor executivo dos Knicks, pode não conseguir conquistar James para seu time em 2010 e ainda assim renovar completamente a equipe, simplesmente por ter criado condições que permitem que Nova York volte ao mercado. As possibilidades de contratação são intrigantes: uma combinação entre Wade e Bosh? Johnson e Stoudemire? Redd, Chandler e Nash?
Como disse Walsh no dia em que foi contratado para a presidência do Knicks no segundo trimestre, ter capacidade disponível na folha de pagamentos do time “seria algo de maravilhoso” para o futuro dos Knicks.
“É possível montar uma transação importante do dia para a noite se a pessoa souber administrar bem o limite salarial, agora”, disse.
Os Knicks sofrem de problemas devido aos salários elevados demais de seus jogadores desde 1996, quando a equipe assinou um contrato de sete anos e US$ 65 milhões com Allan Houston. Desde então, os Knicks têm passado todas as temporadas trocando contratos grandes por contratos ainda maiores, o que inflacionou a folha de pagamentos do time de maneira absurda e ainda não assim jamais permitiu que estivesse na disputa para contratar astros como Kobe Bryant ou Tim Duncan, Jason Kidd ou Chris Webber, Elton Brand ou Josh Smith.
“Ele acredita que os Knicks possam estar abaixo do limite de salários não importa o que venha a transcorrer daqui até lá”, disse Mike D´Antoni, o técnico do time, sobre Walsh. “E isso permitiria negociar de uma posição de força, em lugar de termos de trabalhar com restrições devido a certas situações”.
Na NBA, estar abaixo do limite de salários significa flexibilidade. Uma equipe que não estoure o limite salarial pode pensar em trocas sem ter de considerar os valores dos salários envolvidos. Ela também pode servir como ponte entre dois outros times em transações triplas. E se o limite salarial não for atingido com as contratações de 2010, o time sempre poderá esperar para ver o que o mercado teria a oferecer em 2011.
James manterá suas opções em aberto e será sempre vago em suas declarações, e isso criará suspense para os torcedores de basquete por ainda muitos meses. Qualquer descuido verbal pode causar angústia em uma cidade e euforia em outra.
“É sempre possível considerar uma série de situações hipotéticas”, disse D´Antoni. “Mas a nossa liga em muitos casos termina montada com base nas contratações que acontecem quando vencem os contratos de grandes jogadores, ou por trocas e coisas assim. Nós só desejamos nos colocar em situação que permita fazer tudo isso”.
O Boston Celtics igualou um de seus recordes e uma das marcas mais impressionantes da NBA ao derrotar, neste domingo (21/12), o New York Knicks por 124 a 105 em casa, no TD Banknorth Garden. A equipe alviverde chegou à 18ª vitória seguida, a maior seqüência invicta da história do clube, enquanto chegou a 26v-2d, melhor início antes de um time sofrer uma terceira derrota.
Em 1969-70, o New York Knicks sofreu sua terceira derrota apenas no 29º jogo da temporada, assim como o Philadelphia 76ers de 1966-67. Ambos os times conquistaram o título naquele ano. Coincidentemente, o Celtics enfrenta o Sixers na terça-feira (23/12), em casa, para tentar quebrar a marca, o que esticaria sua série de vitórias a 19 partidas e superaria a seqüência invicta do time de 1981-82, que contava com Larry Bird, Robert Parish e Kevin McHale, o “Grande Trio” original, e também defendia o título.
Naquele ano, entretanto, o Celtics não conseguiu o bi, derrotado pelo Sixers nas semifinais. O Los Angeles Lakers, adversário do dia de Natal deste ano e atual vice-campeão, levou o troféu Larry O’Brien naquela ocasião.
O atual “Grande Trio” vem contando com uma quarta roda de nível All-Star. O armador Rajon Rondo mostrou mais uma vez porque é forte candidato ao prêmio de Jogador de Maior Evolução do Ano e liderou o Celtics com 26 pontos, incluindo 18 no terceiro quarto. “Rondo foi inacreditável no terceiro quarto. Ele dominou completamente o jogo. Ele quase teve um jogo perfeito”, elogiou Kevin Garnett, maior astro do Boston e autor de 12 pontos, 8 assistências e 6 rebotes.
O Knicks estava atrás por apenas 69 a 63 antes de Rondo se aproveitar da fraca marcação no interior da defesa do time, batendo para dentro com facilidade para bandejas. Ele fez todos os pontos na arrancada de 10 a 4 que levou a vantagem do Celtics a 12 pontos, e acertou 12 de 14 arremessos de quadra. “Acho que oito deles foram bandejas. Então, ha, eu acerto minhas bandejas”, disse o armador.
Boston explorou os buracos no garrafão desde o começo, abrindo 24 a 8 durante o primeiro quarto, enquanto New York insistiu nos chutes de 3 por todo o primeiro tempo, convertendo 10 de 18 para manter-se por perto, 66 a 58 ao final do segundo quarto. O ala Quentin Richardson acertou quatro dessas bolas e terminou com 29 pontos.
Após o show de Rondo no terceiro quarto, o Celtics abriu 98 a 87 e marcou os primeiros sete pontos do último período. Brian Scalabrine acertou de 3 com 10min28s por jogar para transformar a partida em um passeio, 105 a 87.
“Ele não é sempre tão agressivo quanto foi hoje. Hoje ele tentou chegar ao aro”, disse Richardson sobre Rondo, que viu Boston vencer todos os 17 jogos em que marcou pontos em dígitos duplos. Ray Allen acrescentou 18 pontos, Paul Pierce fez 17 e o pivô Kendrick Perkins teve 12 pontos, 12 rebotes e 4 tocos. Tony Allen contribuiu 11 pontos e 5 assistências saído do banco, e Leon Powe acrescentou 10 pontos e 5 rebotes. Pelo Knicks, o armador Chris Duhon marcou um duplo-duplo de 20 pontos e 10 assistências, o reserva Nate Robinson marcou 23 tentos, David Lee fez 17 pontos e 8 rebotes e Al Harrington, 10 pontos.
O Celtics (26v-2d) lidera a Conferência Leste. O Knicks (11v-16d) está em 11º na conferência e só volta a jogar depois do Natal, na sexta-feira (26/12), contra o Minnesota Timberwolves, no Madison Square Garden de Nova York.
O reencontro do ala Ron Artest com seu ex-time não teve muito drama: seu Houston Rockets derrotou o Sacramento Kings por 107 a 96, liderado por grande atuações dos pivôs Yao Ming e Luis Scola, em casa na noite desta sexta-feira (19/12). Yao fez 11 de seus 30 pontos no último quarto e acrescentou 6 rebotes, 4 assistências e 3 tocos, enquanto Scola, em sua segunda temporada na NBA, marcou 23 pontos e 10 rebotes, seu sétimo duplo-duplo no campeonato.
“Há várias coisas que podem te afetar no primeiro ano, versus o segundo ano, quando você já sabe de tudo. Eu acho que estou jogando com mais confiança”, disse o argentino de 28 anos. O ala Tracy McGrady acrescentou 18 pontos e Carl Landry buscou 11 rebotes para o Rockets, que venceu seis partidas seguidas em casa e começa a se entrosar após uma série de lesões aos seus jogadores. Nesta sexta, o time totalizou 26 assistências.
Apesar disso, o jogo não passou sem um pequeno susto. McGrady, que havia perdido sete partidas por causa de dores no joelho esquerdo, bateu joelhos com o pivô Spencer Hawes, do Kings, no começo do jogo e caiu no meio da torcida. Após voltar mancando levemente, T-Mac se recompôs, acertou ambos os lances livres e jogou o resto do tempo.
Houston não contou com o armador titular Rafer Alston (distensão no músculo posterior da coxa esquerda) e começou lentamente, caindo em desvantagem de 48 a 38 com 7min26s restando no segundo quarto, até Sacramento começar a errar seus arremessos. O time da casa finalizou o período com uma arrancada de 15 a 4 para empatar tudo em 55 pontos. Outra seqüência ofensiva nos cinco minutos finais do terceiro período, de 13 a 4, levou o Rockets a uma vantagem de 82 a 73 antes do quarto deciviso.
“Tivemos uma seqüência ruim de turnovers que nos matou. Senão, o jogo teria sido uma história diferente”, disse o pivô Brad Miller, autor de 17 pontos e 11 rebotes para o Kings. John Salmons marcou 26 pontos, Francisco Garcia fez 14 e o reserva Bobby Jackson acrescentou 19 para Sacramento, que perdeu sua segunda partida em três sob o comando de Kenny Natt, substituto de Reggie Theus no cargo de técnico. É a 12ª derrota nos últimos 14 jogos, e o time tem uma campanha de 7v-20d na temporada.
Melhores momentos:
Bucks confirma freguesia do Knicks com vitória em Nova York
O Milwaukee Bucks já tem 18 jogos fora de casa nesta temporada, maior marca da NBA e de sua história dentro dos primeiros 28 jogos do ano, mas aproveitou bem suas chances em Nova York. Após derrotar o New York Knicks em pleno Madison Square Garden em 2 de novembro, o Bucks repetiu a dose nesta sexta-feira (19/12), ao fazer 105 a 81 no rival de Conferência Leste. A equipe vermelha, branca e verde também havia batido o Knickerbockers em casa em novembro.
“Você simplesmente se sai bem contra alguns times. Alguns times se encaixam bem com seu jogo, e este é apenas um destes times”, disse o ala-armador Michael Redd, campeão olímpico pela seleção americana, que marcou 21 pontos para liderar Milwaukee.
Jogando com seu uniforme alternativo vermelho, com visual retrô em homenagem aos grandes times do passado, o Bucks arrancou em 25 a 7 entre o segundo e terceiro quartos para assumir o controle do jogo. Redd fez 12 pontos nessa seqüência, incluindo uma cesta de 3, um arremesso e uma bandeja para deixar os visitantes à frente por 53 a 37 no intervalo.
Sem Al Harrington, preso no trânsito, o Knicks começou com o armador baixinho Nate Robinson em quadra e teve sua pior marca em um primeiro quarto na temporada, 15 pontos, incluindo sete arremessos errados e nenhum acerto do ala Quentin Richardson. “Acho que começamos bem defensivamente. Segurar um time no sistema de (Mike) D’Antoni a 37 pontos no primeiro tempo é uma conquista”, comemorou o pivô Andrew Bogut, que teve 10 pontos, 13 rebotes, 6 assistências e 3 tocos. Richard Jefferson e Luc Richard Mbah a Moute contribuíram 16 pontos cada, e Luke Ridnour teve 10 pontos e 7 assistências.
Robinson marcou 21 pontos para o Knicks, que ainda contou com 14 pontos e 14 rebotes de David Lee - escalado como pivô - e 11 pontos e 9 rebotes de Wilson Chandler. Harrington chegou ao MSG no meio do primeiro quarto e marcou 16 pontos para o Knicks saído do banco.
O Bucks tem 12v-16d na temporada e o Knicks, 11v-15d. Ambos estão apenas um jogo atrás do oitavo colocado da Conferência Leste, Philadelphia 76ers.
Los Angeles (Estados Unidos) - A presença de Stephon Marbury no Staples Center para acompanhar o confronto entre Lakers e Knicks surpreendeu a todos e provocou uma série de boatos. O experiente jogador que foi afastado pelo time de Nova York após se recusar a enfrentar o Detroit Pistons viajou até Los Angeles por contra própria e pagou ingresso para ver o jogo.
Oficialmente, Marbury foi até a Califórnia para tratar de negócios pessoais e aproveitou para acompanhar a partida, apesar de passar a maior parte do tempo falando no telefone celular. O jogador comprou um assento bem próximo a Spike Lee, diretor de cinema e torcedor fanático do New York Knicks.
Durante o intervalo, Marbury aproveitou para conversar com os jornalistas que estavam no local e tentar culpar o time por sua situação. A equipe estaria disposta a se desfazer do jogador e de seu contrato de US$ 20 milhões. A presença do atleta no duelo em Los Angeles suscitou uma série de boatos, já que os Lakers são um dos times interessados em contar com ele após a resolução da situação com os Knicks.