Orlando Magic e Indiana Pacers travaram um duelo emocionante na noite desta sexta-feira no Conseco Field House, em Indianápolis. A equipe azul da Flórida levou a melhor por 100 a 98 na prorrogação (91 a 91 no intervalo), mas só pôde comemorar a vitória após o estouro do cronômetro. O jovem time do Pacers ofereceu muita resistência ao Magic e quase surpreendeu o rival, isso só não aconteceu graças ao pivô Dwight Howard.
Howard (de azul) parte para cesta, Jeff Foster tenta impedir (AP Photo/Darron Cummings)
O gigante deu um toco estrondoso em Rasho Nesterovic e acabou com as esperanças do Pacers vencer a partida no tempo normal. Com o empate por 91 pontos a partida acabou indo para a prorrogação e lá o Magic foi melhor. O ala Rashard Lewis fez sete de seus 23 tentos apenas no tempo extra e liderou a equipe visitante. O time do técnico Stan Van Gundy ainda teve uma boa atuação defensiva, pois obrigou o Pacers a erra seis dos nove arremessos que tentou nos 5min finais.
“D-12″ terminou a partida como cestinha e reboteiro do Magic. O pivô de 22 anos conectou 24 pontos e pegou 17 rebotes. Howard ainda deu cinco tocos. Entretanto, na noite desta sexta-feira, o astro do Magic contou com boas contribuições de seus companheiros. Lewis, como já foi dito, marcou 23 pontos e ainda recuperou seis bolas na defesa. O armador Jameer Nelson assinalou 22 tentos e distribuiu nove passes para cesta em 39min na quadra.
Mickael Pietrus (de azul) protege bola contra Danny Granger (AP Photo/Darron Cummings)
Nelson, inclusive, deu uma declaração dizendo que não se surpreende mais com as atuações dominantes de Howard: “É isso que ele é. Ele foi feito para jogar basquete e para dominar, acho que nós já nos acostumamos com isso”, declarou o camisa 14 do Orlando. “Ele é o nosso garoto e nós esperamos que ele continue fazendo coisas boas para nós”.
Pelo Indiana Pacers (5v-6d), que perdeu seu terceiro jogo em casa neste campeonato, o cestinha foi o ala-armador Marquis Daniels, autor de 25 pontos. O ala Danny Granger veio logo a seguir com 21 tentos, seis rebotes e três assistências. Outro que atuação destacada foi o armador TJ Ford, com 22 pontos, seis sobras e quatro passes para cesta. O reboteiro do time anfitrião foi o ala-pivô Troy Murphy, que pegou dez rebotes.
A equipe de Indianápolis tentará a recuperação na noite deste sábado. O time do técnico Jim O’Brien vai até a Flórida para encarar o Miami Heat. O Orlando Magic (9v-3d), por sua vez, receberá a visita do Houston Rockets também na noite deste sábado. Coma vitória, o Magic é o segundo colocado na Conferência Leste.
Boston vence em partida histórica para Garnett: O líder da Conferência é o atual campeão Boston Celtics. Na noite desta sexta, a equipe verde de Massachusetts foi até Minneapolis e bateu o Minnesota Tiberwolves com facilidade, 95 a 78 (36 a 39 no intervalo), no Target Center. O jogo foi histórico, pois marcou o retorno de Kevin Garnett à Minnesota. Foi a primeira vez que o ala-pivô voltou a cidade onde jogou por 12 anos desde que foi torcado em 2007. Desde que chegou ao Celtics, esta é a segunda vez que a franquia visita o Wolves, mas no primeiro duelo contra a equipe de Minneapolis Garnett estava machucado e não pôde atuar.
Ele foi muito aplaudido e até se emocionou com a recepção da torcida. Porém, quando a bola começou a quicar, Garnett não teve piedade e tratou de liderar seu Celtics a vitória. Ele foi o cestinha do time visitante com 17 pontos (oito arremessos certos em 12 tentativas) e ainda pegou quatro rebotes em 29min na quadra.
Kevin Garnett crava em seu retorno ao Target Center (AP Photo/Jim Mone)
“É sempre bom ir a um lugar e sentir o amor da torcida”, disse Garnett. “É melhor ainda vencer num lugar tão especial para mim, onde eu aprendi tantas coisas, foi um sentimento incrível. Havia uma boa energia na arena e eu apenas tenho que agradecer aos fãs. Muito obrigado”, completou o ala-pivô.
Ele nem precisou se esforçar muito, já que outros cinco atletas do Boston alcançaram os dígitos duplos. O ala-armador reserva Tony Allen foi o vice-cestinha com 14 pontos conectados. O armador Rajon Rondo se destacou com seus 13 tentos, sete rebotes e cinco assistências e foi seguido do ala Paul Pierce, responsável por 12 pontos e 11 sobras coletadas. Pierce, aliás, não foi o único atleta do Celtics a fazer um duplo-duplo. O ala-pivô Leon Powe saiu do banco de reservas para ter uma atuação sólida, 10 pontos e 11 rebotes. O ala-armador Ray Allen completa a lista de destaques com seus 11 tentos em 31min.
Al Jefferson faz bela bandeja, ele foi o cestinha do jogo (AP Photo/Jim Mone)
Se no Boston sobrou eficiência na distribuição ofensiva, no Wolves foi justamente o contrário. A produção ofensiva ficou sobrecarregada em dois atletas, o ala-pivô Al Jefferson e o armador Sebastian Telfair. Jefferson assinalou 23 tentos e capturou quatro rebotes enquanto que Telfair somou 13 pontos e três assistências na pior atuação ofensiva do Wolves na temporada 2008/09.
Após a série de partidas consecutivas, o Boston Celtics (12v-2d) ganha alguns dias de descanso. A equipe verde só voltará a jogar na próxima quarta-feira, quando receberá a visita do Golden State Warriors. Vale a pena lembrar que o Celtics vem de quatro vitórias seguidas. Já o Minnesota Timberwolves (2v-9d) vai até Michigan para encarar o Detroit Pistons na noite deste domingo.
O Orlando Magic teve uma atuação mais equilibrada do que o Toronto Raptors e venceu em casa por 103 a 90 nesta terça-feira (18/11). O ala-pivô Chris Bosh, conforme previsto pelo técnico do Magic, Stan Van Gundy, marcou 40 pontos contra sua equipe, mas os 22 pontos cada do armador Jameer Nelson e dos alas Hedo Turkoglu e Rashard Lewis combinaram para fazer a diferença contra o Raptors.
Bosh, amigo íntimo do pivô Dwight Howard, com quem treina durante as férias e conquistou a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, marcou 40 pontos - 14 cestas em 19 arremessos e 12 lances livres convertidos em 16 tentados - 18 rebotes e 4 assistências, a primeira vez que um Raptor marcou 40 pontos e 18 rebotes na história. “Acho que eles me pegaram na hora errada. Eu sempre digo que quero jogar meu melhor basquete contra meus amigos”, disse Bosh. “A forma como ele vem jogando, palavras não conseguem descrever, e não é apenas pontuação e rebotes. Ele está fazendo todas as pequenas coisas”, elogiou o técnico Sam Mitchell.
Toronto, no entanto, sentiu a ausência do armador espanhol José Calderón, lesionado e de fora de seu segundo jogo consecutivo. Will Solomon foi titular em seu lugar e cometeu sete dos 24 turnovers totais do Raptors. “É difícil agora. É duro quando você tem de aprender lá dentro, em quadra, em frente a 18 mil pessoas”, reconheceu Mitchell. “Você tem de tomar conta da bola. É com isso que tivemos sucesso nos últimos dois anos. É isto que nos mantém nos jogos”, lamentou Bosh.
No começo do jogo, foi o pivô Jermaine O’Neal quem brilhou, acertando seus quatro primeiros arremessos e fazendo 10 pontos no primeiro quarto, levando o Raptors a uma vantagem de 26 a 21. Howard, por sua vez, só acertou sua primeira cesta de quadra no segundo quarto, encerrando uma seca de 39 minutos sem uma cesta de quadra - no domingo, o All-Star jogou 25 minutos contra o Charlotte Bobcats sem acertar nenhum arremesso de quadra. A diferença chegou a 10 pontos, mas o Magic reagiu e empatou tudo em 45 pontos antes do intervalo. “Foi nossa melhor passagem no ano”, comemorou Van Gundy.
Os canadenses começaram a errar seus chutes e perder bolas no começo do terceiro quarto, o Magic abriu 67 a 54 e liderou pelo resto do caminho. O time acertou 11 de 23 arremessos de 3 pontos, retornando a uma das princiais características da equipe no ano passado, quando fez 801 triplos na temporada, segunda melhor marca da história da NBA. Orlando vem convertendo apenas 31,3% de seus chutes de longe nesta temporada, 24ª marca na liga.
Uma das razões da melhora foi o ala-armador JJ Redick, escolha do time na loteria do draft em 2006, que foi titular pela primeira vez em sua carreira de três anos, no lugar do lesionado Mickael Pietrus. “Sempre que recebo uma chance, tenho de fazer o que posso para voltar à rotação”, disse Redick, que marcou 10 pontos, incluindo duas cestas de 3.
Turkoglu marcou 16 de seus 22 pontos no último quarto, sua melhor marca em um período nesta temporada. Lewis acrescentou 8 rebotes e 5 roubos aos seus 22 pontos. Howard teve 18 pontos, 9 rebotes e 3 tocos antes de ser desqualificado com seis faltas. Pelo Raptors, O’Neal terminou com 16 pontos e 10 rebotes e Solomon contribuiu 10 pontos. Nenhum outro jogador marcou mais de 7 pontos.
Orlando (8v-3d) visita o Indiana Pacers no Conseco Fieldhouse na sexta-feira (21/11). Toronto (5v-5d), derrotado em cinco de seus últimos sete jogos, continua na Flórida para enfrentar o Miami Heat nesta quarta (19/11), na AmericanAirlines Arena.
O Orlando Magic espera contar com o treinador assistente Patrick Ewing, para ajudar no desenvolvimento do pivô Dwight howard. Ewing está no último ano de seu contrato e espera seguir a carreira para virar um treinador principal.
“Gostaríamos de contar com Patrick. Gostamos do que ele fez com o Dwight e o restante da equipe”, disse Otis Smith, gerente geral do Magic.
Ewing, que entrou no Hall da Fama do Basquetebol, está em seu segundo ano com o time da Flórida.
O pivô do Magic não treina, apenas. Howard vai lançar, em breve, seu novo website.
“Vou te contar. Vai impressionar todo mundo. Tenho algumas surpresas”, disse.
Dwight afirmou estar consturindo o site sozinho. Logo ele espera ver o site no ar. O pivô deseja coordenar um concurso para fãs do site. Os torcedores poderão, segundo o pivô, escolher o tipo de enterrada que ele fará no próximo campeonato de enterradas da NBA.
Todos que acompanham a NBA sabem que Dwight Howard é o principal jogador do Orlando Magic. Pois bem, na noite deste domingo o gigante do Magic teve uma de suas piores atuações na carreira, problema para o Magic? Nem tanto. A equipe azul da Flórida superou a ausência de seu principal atleta e derrotou o Charlotte Bobcats por 90 a 85 (43 a 38 no intervalo), mesmo jogando na casa do adversário, que vinha embalado por uma vitória sobre o Utah Jazz.
“D-12″ errou os três arremessos que tentou durante a partida e ficou apenas 25min em quadra, devido ao problema com as faltas ainda na primeira etapa. No segundo tempo, Howard voltou, mas teve problemas com infrações novamente e foi excluído a mais de 3min do fim. O pivô terminou com quatro pontos, sete rebotes, cinco tocos e três assistências. Sobre a partida, o atleta de 22 anos resumiu em uma frase: “Esta não foi a minha noite”.
Jameer Nelson completa com perfeição bonita bandeja (AP Photo/Nell Redmond)
Com esses números fracos sobrou para os outros titulares comandarem o Magic. O ala turco Hedo Turkoglu foi o cestinha da partida com 20 pontos. Ele foi seguido do ala-armador francês Mickael Pietrus, que assinalou 18 tentos (sete acertos em 13 arremessos tentados). O ala-pivô Rashard Lewis encestou 17 pontos, pegou seis rebotes e deu três tocos. Outro titular que conseguiu dígitos duplos foi o armador Jameer Nelson, responsável por 15 tentos e cinco sobras.
Turkoglu explicou que o time está preparado caso Howard tenha problemas com faltas: “Nós temos que nos preparar porque Dwight pode ter alguma noite com problema de falta”, disse o ala turco. “Hoje à noite nós fizemos um grande trabalho em grupo”, ressaltou o cestinha do duelo.
Pelo Charlotte Bobcats, o maior pontuador foi o ala Gerald Wallace, autor de 19 pontos. O ala de 26 anos também dividiu a condição de reboteiro com o ala-pivô Emeka Okafor, ambos pegaram nove rebotes. O armador Raymond Felton e o ala Adam Morrison fizeram 14 tentos cada. Felton também distribuiu seis passes para cesta e capturou quatro rebotes. Mas o problema do time da Carolina do Norte foi a péssima distribuição ofensiva. O trio citado somou 47 pontos enquanto que os outros oito jogadores que entraram em quadra somaram apenas 38 tentos.
Adam Morrison (nº35) passa por Hedo Turkoglu (AP Photo/Nell Redmond)
O técnico da equipe derrotada, Larry Brown, elogiou a apresentação do adversário: “Eles (jogadores do Magic) fizeram um bom trabalho e exploraram nossas más combinações ofensivas”, declarou. “Eles mostraram que têm bons jogadores e encontraram nossa única fraqueza durante a partida e a exploraram para vencer o jogo”, analisou o veterano treinador.
O Charlotte Bobcats (3v-6d) terminará sua série de seis partidas em casa na noite desta terça-feira, quando receberá a visita do Dallas Mavericks. Já o Orlando Magic (7v-3d), que venceu seus três últimos duelos (todos na estrada), irá receber o Toronto Raptors, também na noite desta terça. O Magic, inclusive, fará três de suas próximas quatro partidas em sua Anway Arena.
Notas: Dwight Howard teve uma incrível sequência quebrada neste domingo. Como não acertou nenhum arremesso na partida, o pivô voltou a ficar em branco. A última vez que isso ocorrera foi contra o New Jersey Nets em 20 de janeiro de 2007… Nos últimos 37 jogos que disputou, Howard não conseguiu ao menos dez rebotes em apenas quatro deles.
New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers fizeram um duelo equilibrado na noite desta sexta-feira. A partida foi disputada na casa do Hornets, na Lousiana, e o time de Chris Paul aproveitou o fator casa e passou pelo rival do Oregon por 87 a 82 (41 a 44 no intervalo). Assim, o Hornets se recuperou da derrota sofrida para o Los Angeles Lakers e ultrapassou o adversário na tabela.
Para vencer, a equipe do técnico Byron Scott contou com uma noite inspirada do trio Chris Paul, James Posey e David West. O cestinha foi David West, que anotou 18 pontos, mas foi Posey que roubou a cena. Ele conectou quatro em oito arremesssos de 3 pontos, sendo dois deles no último período. Posey finalizou a partida com 14 tentos, mas suas tentativas certeiras do perímetro foram fundamentais para frear a reação do Blazers nos instantes decisivos.
Já o armador Chris Paul acertou apenas quatro de seus 12 arremessos, mas mesmo assim foi importante para o triunfo do Hornets. Ele terminou com 17 pontos, nove assistências, seis rebotes e quatro recuperações de bola em 36min na quadra. Com essa performance do trio, o time de New Orleans nem sentiu as atuações pouco inspiradas de Tyson Chandler e Peja Stojakovic, que erraram nove dos 13 arremessos que fizeram somados.
Pelo Portland Trail Blazers, que teve sua sequência de quatro êxitos seguidos interrompida, o cestinha foi o ala-armador Brandon Roy. A estrela da equipe do Oregon conectou 21 pontos e ainda distribuiu seis assistências. Mas o principal destaque foi o pivô Greg Oden. Em sua terceira partida como profissional, o pivô conseguiu seu primeiro duplo-duplo da carreira com 11 tentos e 11 rebotes. Nos 24min em que ficou na quadra, o novato também deu quatro tocos.
O ala-pivô LaMarcus Aldridge contribuiu com 15 tentos e oito rebotes. Outro atleta do time do técnico Nate McMillan que fez duplos dígitos foi o ala-armador Rudy Fernandez. O novato espanhol terminou o duelo com 10 pontos. Outro atleta hispânico do Portland que se destacou foi o armador Sergio Rodrgiuez, que deu sete assistências.
O Portland Trail Blazers (5v-4d) tentará se recuperar na noite deste sábado quando enfrentará o Minnesota Timberwolves fora de casa. O New Orleans Hornets (5v-3d), por sua vez, vai até o Texas para encarar o Houston Rockets também na noite deste sábado.
Mavericks continua sem vencer em casa: Já em partida disputada no Texas, o Dallas Mavericks mais uma vez foi superado diante de sua torcida. O carrasco desta sexta-feira foi o Orlando Magic, que triunfou por 102 a 100 (56 a 46 no intervalo). Esta também foi uma partida histórica para o Magic, que venceu o Mavericks em Dallas pela primeira vez na história.
O ala Rashard Lewis foi o nome do jogo com 23 pontos e nove rebotes para o Orlando. O pivô Dwight Howard contribuiu com 18 tentos, 13 rebotes e dois tocos. Os armadores Jameer Nelson e Mickael Pietrus fizeram 21 e 20 tentos, respectivamente. Outro titular do time visitante que anotou dígitos duplos foi o turco Hedo Turkoglu, autor de 12 pontos.
No azulão texano três jogadores fizeram 20 pontos ou mais, porém isso de nada adiantou. Josh Howard marcou 25 tentos e pegou nove rebotes, o alemão Dirk Nowitzki encestou 24 pontos enquanto que o ala-armador Jason Terry fez 20 tentos saindo do banco de reservas. O armador Jason Kidd fez 13 pontos, pegou sete rebotes, deu seis assistências e desperdiçou seis bolas no ataque.
O Orlando Magic (6v-3d) volta à quadra na noite deste domingo para duelar contra o Charlotte Bobcats na Carolina do Norte. O Dallas Mavericks (2v-7d), por sua vez, vai até o Madison Square Garden para enfrentar o New York Knicks.
Dwight Howard teve o primeiro triplo-duplo de sua carreira, com 30 pontos, 19 rebotes e 10 tocos (!), na vitória do Orlando Magic sobre o Oklahoma City por 109 a 92.
“Eu queria que ele tivesse mais um rebote, ficaria bonito na estatística, 30,20,10. Não tem como dominar um jogo mais do que isso”, disse o treinador do Magic, Stan Van Gundy.
Howard vai para a cesta marcado por Robert Swift
Dwight já tinha um duplo-duplo, e igualado a melhor marca de sua carreira em tocos, sete, durante o primeiro tempo, quando o magic liderava por 71 a 42. Ele fez os primeiros nove pontos do Magic no segundo tempo, aumentando a diferença para 32 pontos.
Oklahoma City jogou sem Kevin Durant. O astro do Thunder estava com dores no tornozelo. Jeff Green fez 25 pontos e pegou 10 rebotes, Russell Westbrook fez 13 pontos e Earl Watson e Desmond Mason adicionaram 12, cada, para o Thunder.
Dwight conseguiu o primeiro triplo-duplo da carreira
Além de Howard, Mickael Pietrus e Jameer Nelson, com 17 pontos, cada, foram os destaques.
Após o fim do primeiro tempo a única emoção foi esperar pelo 10º toco de Howard. O ala/pivô afirmou estar recebendo informações estatísticas de Marcin Gorat.
Com 6min49s ele deu um toco em Joe Smith, conseguindo o triplo-duplo.
“Vou tentar outro. Me senti bem, tentando dar toco em qualquer arremesso. E sei que o técnico está feliz”. Disse Howard.
DHoward teve uma série de enterradas, mas teve um momento singelo. Sozinho em um contra-ataque ele fez uma bandeja.
“Quero que todos saibam que não sou um cara malvado. Quero me divertir. Vou dar uns tocos, pegar uns rebotes. Mas vou fazer todos sorrirem”, disse.
O Portland Trail Blazers conseguiu uma importante vitória na noite desta segunda-feira. A equipe do Oregon não se importou com o fato de estar jogando na estrada e bateu o Orlando Magic por 106 a 99 (55 a 54 no intervalo). Esta foi a primeira vitória do Blazers fora de casa nesta temporada e também acabou com uma sequência de quatro triunfos consecutivos do azulão da Flórida.
O tricolor de Portland foi liderado pelo jovem astro Brandon Roy. O ala-armador teve uma grande atuação ofensiva com 27 pontos, acertando 10 de suas 22 tentativas. Ele ainda contribuiu com quatro assistências e três rebotes. Entretanto, nesta segunda na Anway Arena de Orlando, Roy contou com a ajuda fundamental de seus companheiros, que, assim como ele, também estavam inspirados.
Brandon Roy (de vermelho) tenta arremesso sob a marcação de Keith Bogans (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
O armador Steve Blake fez sua melhor partida na temporada com 20 pontos, cinco rebotes e quatro passes precisos. Outro atleta que somou 20 tentos foi o ala Travis Outlaw. Mesmo saindo do banco de reservas, Outlaw mostrou que pode contribuir mais que o titular da posição, o novato Nicolas Batum. O camisa 25 do Blazers conectou 20 tentos (acertando seis em 12 arremessos) e ainda capturou cinco rebotes enquanto que Batum fez apenas um ponto.
O ala-pivô LaMarcus Aldridge comprovou sua boa fase. Mesmo atuando contra o forte garrafão do Magic, o jovem Aldridge não se intimidou e fez um duplo-duplo, 16 pontos e 11 rebotes. O espanhol Rudy Fernandez foi outro reserva que teve um papel importante. O ala-armador calouro assinalou 16 pontos, distribuiu três assistências e recuperou três bolas.
Mesmo tendo uma tabela inicial difícil, o Portland conseguiu se superar nos primeiros sete compromissos que teve. Seis dos sete adversários da equipe do técnico Nate McMillan venceram mais de 52 jogos na última temporada. Primeiramente, o Blazers enfrentou Los Angeles Lakers, San Antonio Spurs, Phoenix Suns, Utah Jazz e Houston Rockets, todos fortes candidatos ao título da temporada. O Magic também é uma das potências da Conferência Leste, visto que venceu 52 partidas no último campeonato.
Um dos trunfos do time visitante foi a boa produção de seu banco de reservas. Graças as boas apresentações de Travis Outlaw e Rudy Fernandez, os reservas do Blazers “venceram” os do Magic por 40 a 12. Além disso, a equipe de Oregon foi melhor nos momentos decisivos. O Portland começou o último quarto perdendo por 73 a 72, mas logo tratou de tomar as rédeas do jogo, marcando os 11 primeiros pontos do quarto decisivo e abrindo dez tentos de frente.
Nos minutos seguintes, o time de McMillan manteve a distância e com 3min55s para o soar da sirene vencia por doze tentos, 91 a 79. Porém, o Orlando teve poder de reação e ameaçou a vitória do Blazers. Liderados pelo turco Hedo Turkoglu, o Magic fez 11 dos próximos 17 tentos da partida e cortou a distância para seis tentos, 98 a 92, a 50s do término. Mas o Blazers manteve a calma e com uma boa pontaria nos lances livres - a equipe acertou oito de seus 10 últimos lances da linha de penalidade - os visitantes garantiram a vitória.
Novato Rudy Fernandez comemora mais uma cesta do Portland (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
Para Nate McMillan, a principal evolução de sua equipe foi exatamente no momento de fechar as partidas: “Nós perdemos nossos primeiros jogos por isso, não estávamos sabendo como finalizar as partidas”, disse. “Eu falei com eles e lhes disse o quanto é importante vencer o terceiro e, principalmente, o último quarto, só assim você consegue vitórias. Eu acredito que nós estamos mais fortes nos momentos decisivos dos jogos”, finalizou.
Pelo Orlando Magic, o cestinha foi o ala turco Hedo Turkoglu. Após ser duramente criticado pelo técnico Stan Van Gundy, Turkoglu respondeu com sua melhor atuação nesta temporada, 35 pontos (quatro cestas de 3 pontos), quatro rebotes e três assistências. O pivô Dwight Howard teve mais uma apresentação dominante no garrafão, “D-12″ marcou 29 tentos, capturou 19 rebotes e deu um toco, mas a sua falta de pontaria nos lances livres acabou fazendo a diferença no final. Howard acertou 13 dos 20 lances livres que teve a disposição.
Entretanto, o Magic dependeu muito da dupla citada. A falta de distribuição ofensiva foi uma das causa para a segunda derrota em casa neste campeonato. Apenas outros dois jogadores atingiram os dígitos duplos, o armador Jameer Nelson e o ala-armador Keith Bogans. Nelson marcou 10 tentos, distribuiu sete passe sperfeitos e pegou seis rebotes qneuanto que Bogans conectou 12 pontos.
Dwight Howard (de branco) passa por LaMarcus Aldridge. Ambos foram destaques da partida (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
O técnico Stan Van Gundy não poupou ciriticas a seu time: “Nós não tivemos movimentação de bola, também deixamos que eles tivessem a posse durante a maior parte do tempo”, disse. “Todas as nossas jogadas foram forçadas e não trabalhadas, nós tivemos sorte, pois poderíamos ter vencido mesmo jogando desse jeito”, avaliou o treinador.
O próximo compromisso do Orlando Magic (4v-3d) será na noite desta quarta-feira. A equipe da Flórida vai até Oklahoma para enfrentar o caçula Thunder. O Portland Trail Blazers (4v-3d) também entra em quadra apenas na quarta, quando enfrentará o Miami Heat na American Airlines Arena, em Miami.
Com 31 pontos, 16 rebotes e três tocos de Dwight Howard o Orlando Magic derrotou o Washington Wizards por 106 a 81, em Orlando.
Howard domina jogo com facilidade
“Além de dominar fisicamente ele foi paciente. Não forçou nada, deixou o jogo fluir. Ele pareceu mais maduro, mais profissional”, disse o treinador Stan Van Gyundy.
O ala/armador Mickael Pietrus adicionou 18 pontos e Keith Bogans fez 13.
Já sem Gilbert Arenas e Brendan Haywood o Wizards viu Caron Butler sair da partida no começo do segundo quarto. Butler bateu de cabeça com Pietrus e teve um corte acima do olho, ele voltou para o terceiro período e fez 10 pontos.
Butler fica deitado na quadra após chocar-se com Pietrus
Nick Young liderou o time com 20 pontos e DeShawn Stevenson fez 14.
O Magic liderou por até 19 pontos no primeiro tempo e 29 no segundo. Sem seus principais jogadores o time visitante colocou os reservas em quadra no quarto final, Orlando seguiu com seu time principal.
O astro do Orlando Magic, o pivô Dwight Howard, teve problemas com faltas e teve seus minutos reduzidos na noite desta quinta-feira, problema para o Magic? De jeito nenhum. A equipe da Flórida mostrou que sabe se virar quando sua estrela está com problemas, teve quatro jogadores atingindo dígitos duplos e derrotou o Philadelphia 76ers por 98 a 88 (54 a 43 no intervalo), em jogo realizado na Anway Arena, em Orlando.
Para conquistar sua terceira vitória consecutiva, o Magic contou com noites inpiradas dos alas Rashard Lewis e Hedo Turkoglu, além de uma participação importante do armador Jameer Nelson. Lewis e Turkoglu tiveram atuações semelhantes. Ambos marcaram 20 pontos e pegaram oito rebotes, a dupla foi responsável por 40 das 82 tentativas do Magic na partida. Até nas assistências os alas foram parecidos, Lewis deu quatro passes para cesta contra três do turco Hedo.
Astros Dwight Howard (de branco) e Elton Brand (de preto) tiveram papéis secundários nesta quinta (AP Photo/Reinhold Matay)
Já o armador Jameer Nelson assinalou seis de seus 12 arremessos, converteu os três lances livres que teve a disposição e finalizou o duelo com 16 tentos. O atleta de 26 anos ainda deu nove assistências, sua maior marca nesse quesito no campeonato 2008/09. O outro jogador de armação do time azul da Flórida, o ala-armador francês Mickael Pietrus somou 12 tentos em 32 minutos na quadra.
A atuação de Nelson rendeu elogios do exigente treinador do Orlando, Stan Van Gundy: “Ele fez sua melhor apresentação neste ano”, cravou Van Gundy sobre o camisa 14 de sua equipe. “Tomou decisões ousadas nos momentos mais difíceis, mas elas se mostraram corretas, é bom ver que ele está evoluindo”, finalizou.
Com toda essa artilharia ofensiva o Magic nem dependeu muito do pivô Dwight Howard. O gigante de 22 anos cometeu duas faltas logo no início da partida e ficou em quadra por apenas quatro minutos em todo o primeiro tempo. A sorte do Magic é que o reserva Tony Battie substituiu bem o gigante na defesa e Rashard Lewis comandou as ações no ataque. No segundo tempo, “D-12″ voltou e garantiu números expressivos para quem jogou apenas um tempo de partida, 14 pontos, oito rebotes e três tocos, mas teve sua sequência de duplo-duplos encerrada. Até o momento, Howard havia feito duplo-duplo em todos os quatro jogos da temporada.
Rashard Lewis converte mais um arremesso, ele foi um dos cestinhas do Orlando (AP Photo/Reinhold Matay)
A partida desta quinta também foi uma redenção para Tony Battie. O veterano, até então, vinha fazendo uma temporada horrível, computando nove pontos em quatro jogos. Entretanto, contra o Sixers o ala-pivô acertou três de seus cinco arremessos, converteu dois lances livres e terminou o jogo com oito pontos, além de seis rebotes. Battie também cumpriu com eficiência a função de fazer o “trabalho sujo” enquanto Howard estava no banco.
Após a partida, Battie revelou que teve uma conversa com o gerente geral do Magic, Otis Smith, e aproveitou para agradecer o apoio dado pelo cartola: “Otis me puxou de lado após o treino desta manhã e me deu algumas palavras de incentivo, pediu para eu continuar trabalhando forte e que seria recompensado”, disse o veterano, que ficou fora de ação na última temporada por causa de uma lesão no ombro.
Pelo Philadelphia 76ers, o cestinha foi o ala Thaddeus Young. O jovem ala do Sixers liderou a ofensiva com seus 19 pontos e quatro rebotes. Mas o principal nome do time visitante nesta quinta em Orlando foi o ala Andre Iguodala, que ficou perto de um triplo-duplo, 16 tentos, 11 rebotes e oito assistências. Outro atleta do Sixers que fez duplo-duplo foi o pivô Samuel Dalembert, autor de 10 pontos, 14 rebotes e três tocos.
Já no aguardado duelo de astros não foi apenas Dwight Howard que decepcionou. O ala-pivô e pricnipal reforço do Sixers na temporada, Elton Brand, ainda não mostrou a que veio. Nesta quinta, o camisa 42 do Philadelphia assinalou apenas três de seus oito arremessos e terminou o jogo com míseros seis tentos. Nos rebotes, Brand foi eficiente, pegando 12 sobras, mas não conseguiu evitar a 4ª derrota do Sixers em seis jogos.
Andre Iguodala (nº9) quase fez um triplo-duplo contra Magic (AP Photo/Reinhold Matay)
O técnico Maurice Cheeks não economizou nas críticas após o segundo revés seguido: “Nós não sabíamos o que fazer com a bola, era incrível. Parecíamos um bando de garotos iniciantes que têm talento, mas que não sabem utilizá-lo”, disparou. Na derrota de quarta contra o Heat, o Sixers acertou apenas 38% de seus arremessos, nesta quinta o aproveitamento foi ainda pior, a franquia da Pennsilvânia acertou apenas 35% de suas tentativas. Ainda por cima, o Sixers manteve uma incômoda escrita contra o Magic, já que perdeu seis dos últimos sete jogos contra a equipe da Flórida.
O Orlando Magic (3v-2d) continua sua série de jogos em casa. A equipe volta à quadra na noite de sábado, 8, contra o Washington Wizards. Já o Philadelphia 76ers (2v-4d) entra em quadra apenas na noite da próxima terça-feira, diante do Utah Jazz, em casa.
O Orlando Magic conseguiu sua segunda vitória consecutiva ao bater o Chicago Bulls por 96 a 93 (50 a 47 no intervalo), em jogo realizado na Anway Arena, em Orlando, na noite desta quarta-feira. Assim, a equipe da Flórida finalmente espantou o “fantasma” das derrotas, que havia “assombrado” a equipe nos dois primeiros jogos da temporada regular, quando foi derrotado pelos jovens times do Atlanta Hawks e Memphis Grizzlies.
O pivô Dwight Howard, como de costume, liderou o garrafão e comandou a ofensiva do Magic com seus 22 pontos, acertando nove de seus 15 arremessos. Além disso, “D-12″ mostrou que manda também na defesa com 15 rebotes e cinco tocos. Outro jogador de garrafão do time de Orlando que fez duplo-duplo foi o ala-pivô Rashard Lewis, responsável por 21 tentos e 11 rebotes.
Técnico do Magic criticou forma física de Hedo Turkoglu (camisa 15) (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
Apesar da boa atuação da dupla, o jogo não foi nada fácil para a equipe da casa. O jovem time do Bulls mostrou que está bem montado e vendeu caro a derrota para os comandados de Stan Van Gundy. O Chicago chegou a estar perdendo por dez pontos a apenas três minutos do fim, 83 a 93. Entretanto, a partir daí, começou um incrível reação. O argentino Andres Nocioni conectou dois lances livres, logo após o ala-pivô Drew Gooden aproveitou passe perfeito de Ben Gordon e concluiu com uma bandeja. No lance seguinte, após mais um erro do Magic, o mesmo Gordon assinalou um belo arremesso e viu o armador Derrick Rose cortar a distância para três tentos com uma tentativa precisa. Para colocar mais fogo na partida, Gordon converteu um chute de média distância e a liderança do Magic caiu para um ponto, 92 a 93, com 23s por jogar.
Andres Nocioni lamenta erro no chute de 3 de misericórdia (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
Só então que o Magic acordou. Após o arremesso perfeito de Gordon, o técnico Stan Van Gundy parou o jogo e deu novas instruções para seu time. A conversa parece ter surtido efeito e o Magic apertou a defesa e passou a aproveitar suas chances no ataque. Rashard Lewis converteu três lances da linha penalidade e aumentou a distância para quatro tentos, 96 a 92. Nesse tempo, o Bulls errou dois chutes e deu mais tranquilidade ao Orlando. Mais quem pensou que o Bulls estava liquidado se enganou. O argentino Andres Nocioni sofreu falta quando tentava um arremesso de longa distância e a arbitragem não deixou passar: marcou a falta e deu a oportunidade de Nocioni bater três lances livres. Entretanto, o hermano sentiu a pressão da torcida e errou dois deles. Só que o sofrimento da torcida do Magic ainda não havia acabado, o próprio Nocioni pegou o rebote de seu lance livre e tentou um chute deseperado de 3, que poderia empatar a partida. O camisa 5 do Bulls errou e aí sim os 15 mil torcedores presentes na arena puderam comemorar a vitória.
Mesmo com a vitória assegurada, o técnico do Magic, Stan Van Gundy, reclamou do excesso de erros de seus jogadores no final: “Nós quase perdemos um jogo que estava ganho. Perdemos muitas bolas nos momentos decisivos e isso não pode acontecer. Teremos que treinar mais esses fundamentos”, declarou. “Dwight também está com dificuldade nos lances livres e é preciso treinar para que ele aumente seu aproveitamento”, concluiu Van Gundy.
Dwight Howard, marcado por Drew Gooden, teve outra atuação dominante (AP Photo/Phelan M. Ebenhack)
Van Gundy refere-se aos desperdícios de bola cometidos pelo armador Jameer Nelson e pelo ala Hedo Turkoglu, cada um cometeu quatro erros e a maioria deles foi no último quarto. Nelson ainda conseguiu contribuir com 13 tentos, pegou três rebotes, deu três assistências e recuperou três bolas. Já o turco Hidayet Turkoglu ficou perto de um triplo-duplo, já que foi responsável por 10 pontos, sete rebotes e sete assistências.
Apesar da apresentação razoável de Turkoglu, o técnico do Magic criticou publicamente o condicionamento físico do turco: “Seu condicionamento físico não está bom”, disse. “Quando ele começa o jogo um pouco cansado, ele só quer fazer uma coisa: pular e arremessar. Ele não faz mais nada, não defende e não contribui”, disparou.
Pelo Bulls, o líder da noite foi o ala-pivô Drew Gooden. O ex-Cav converteu nove de seus 16 arremessos de quadra e finalizou a partida com 21 pontos, além de três sobras e três passes para cesta. Nocioni também atingiu os dígitos duplos. O argentino do Bulls saiu do banco de reservas e conectou 20 pontos, o ala também pegou sete rebotes. Outro reserva que sobressaiu foi o ala-armador Ben Gordon, autor de 17 tentos. O novato Derrick Rose encestou sete de suas 16 tentativas e terminou a partida com 14 pontos.
Gooden ressaltou que seu trabalho contra os jogadores de garrafão do Magic foi difícil: “É um desafio jogar contra o Magic. Eles têm um garrafão muito bom e que nunca te dá descanso. Além do Dwight (Howard), eles têm o Rashard (Lewis) e Hedo (Turkoglu) que podem fazer a função lá embaixo. Nesse ponto eles têm a vantagem e por isso acho que nós fizemos uma grande partida, pois conseguimos equilibrar o jogo até o final”, completou.
O Chicago Bulls (2v-2d) tentará a recuperação na noite da próxima quarta-feira, quando irá até Ohio para encarar o Cleveland Cavaliers. O Orlando Magic (2v-2d), por sua vez, entra em quadra novamente apenas na quinta-feira, quando receberá a visita do Philadelphia 76ers.
Em um duelo de equipes com marca perdedora, o Orlando Magic (1V-2D) teve em seu pivô Dwight Howard o cestinha com 29 pontos na vitória por 121 a 103 sobre o Sacramento Kings pela temporada regular da NBA.
Rashard Lewis marcou 26 pontos e o ala turco Hedo Turkoglu colaborou com outros 21, enquanto Mickael Pietrus acrescentou 20 para que o Magic convertessem 55% de seus arremessos de quadra.
É a primeira vez na temporada em que o Magic consegue mais de 100 pontos em uma partida, após uma média de apenas 84,5 pontos em suas primeiras duas partidas.
O Kings (0V-3D) continua sem vencer, mesmo com a boa partida de Kevin Martin, que foi o cestinha do time com 31 pontos.
Mais dois jogos foram realizados pela rodada desta sexta-feira da NBA. No clássico da Divisão Atlântico, o Philadelphia 76ers recebeu a visita do New York Knicks e levou a melhor sobre o rival, 116 a 87 (60 a 48 no intervalo). Assim, a equipe da Pennsilvania esqueceu a derrota em casa para o Toronto Raptors, na estréia da competição.
O principal personagem do jogo foi o ala-pivô Elton Brand, autor de 24 pontos, 14 rebotes e três tocos. O veterano armador Andre Miller também teve uma grande apresentação com 20 tentos, oito assistências e sete rebotes. Os reservas Willie Green e Louis Williams foram produtivos com 18 e 15 pontos, respectivamente. Williams ainda conseguiu quatro rebotes e quatro assistências enquanto que o lateral Thaddeus Young fez 13 tentos.
Pelo time nova-iorquino, o cestinha foi o ala-armador Jamal Crawford, responsável por 14 pontos. O ala-pivô David Lee conectou 13 tentos e capturou 11 rebotes e seu companheiro de garrafão, o pivô Zach Randolph, também teve uma atuação importante, com 12 pontos e sete sobras coletadas.
Memphis vence:Em outra partida da noite, o Memphis Grizzlies conseguiu uma incrível virada e bateu o Orlando Magic por 86 a 84 (43 a 55 no intervalo). Esta foi a primeira vitória do time do técnico Marc iavaroni no campeonato, já o Magic continua sem vencer após dois compromissos.
O líder da reação e principal nome do jogo foi o ala Rudy Gay, que anotou 29 pontos. O calouro OJ Mayo assinalou 17 tentos e ainda capturou seis sobras. Outros dois atletas da equipe anfitriã conseguiram dígitos duplos foram os novatos Marc Gasol e Darrell Arthur. O espanhol Gasol conseguiu 10 tentos enquanto que Arthur foi o reboteiro do time de Memphis com 10 rebotes.
Pelo Orlando Magic, o cestinha foi o ala Rashard Lewis, responsável por 23 pontos. O ala turco Hedo Turkoglu também teve uma participação importante com 18 tentos, nove rebotes e sete assistências. Já o pivô Dwight Howard conseguiu mais um duplo-duplo, 14 pontos, 14 rebotes, além de três tocos.
O Atlanta Hawks estragou a estréia em casa do Orlando Magic nesta quarta-feira (29/10) e venceu o rival divisional por 99 a 85 na Amway Arena, apesar de uma grande atuação do pivô Dwight Howard, do Orlando Magic. Foi a primeira vitória do Atlanta em uma estréia fora de casa desde 1987.
Howard foi homenageado antes da partida pela medalha de ouro olímpica conquistada em Pequim com a seleção americana. Além disso, a franquia recebeu e festejou jogadores e treinadores do time original do Magic, da temporada 1989-90 - o clube comemora sua 20ª temporada na NBA neste ano. A festa motivou os visitantes, especialmente o ala-armador Maurice Evans, titular do Orlando por boa parte do ano passado. “Eles fizeram muita celebração antes de o jogo começar. Nós viemos com o foco certo e demos conta do recado”, disse Evans, que se juntou ao Hawks após não ter seu contrato renovado pelo time floridiano.
Orlando errou 15 de seus 18 arremessos iniciais, e com Atlanta dominando também os rebotes, ficou quase seis minutos sem pontuar durante os últimos minutos do primeiro quarto, caindo em desvantagem de 23 a 8. No meio deste período, o clube honrou seu time inaugural, durante um tempo. “O último bom momento (do Magic) foi quando eles apresentaram os caras de 20 anos atrás. E nós provavelmente jogamos com a mesma energia que aqueles caras têm”, desabafou o técnico Stan Van Gundy.
O time da casa conseguiu diminuir para 47 a 40 antes do intervalo, mas o Hawks, mesmo sem o ala Marvin Williams - servindo uma suspensão de um jogo - fez 27 a 15 no terceiro período e chegou a ter 19 pontos de vantagem. O Magic reduziu para sete pontos no último minuto, mas o armador Mike Bibby acertou três lances livres - após falta flagrante de Hedo Turkoglu - e selou a vitória do Atlanta.
Orlando acertou apenas 37% de seus arremessos e cometeu 15 desperdícios de bola. “Eu vou levar a maior parte da culpa por nossos problemas ofensivos. Não consegui achar uma coisa ofensiva que pudéssemos executar que nos desse qualquer bom movimento de bola, qualquer chute bom. Achei que forçamos as jogadas”, disse Van Gundy, cujo banco de reservas foi superado por 27 a 11. “Não conseguimos nada do nosso banco. Foi uma noite ruim em todos os lados”, lamentou o treinador.
Os alas Turkoglu e Rashard Lewis não tiveram espaços. O turco terminou com 13 pontos, e Lewis foi eliminado com seis faltas e 11 pontos. O ala-armador Mickael Pietrus, que substituiu Evans no elenco, marcou 20 pontos. Howard liderou Orlando com 22 pontos - 12 deles no último quarto - 15 rebotes, 5 roubos e 5 tocos - ele prometeu, durante a pré-temporada, liderar a NBA em rebotes e tocos. Ele terá uma competição forte no ala Josh Smith, que apesar de jogar com uma torção no tornozelo, anotou 17 pontos, 10 rebotes, 4 roubos e 5 tocos. O ala-armador Joe Johnson foi o cestinha, com 25 pontos, além de 7 rebotes. Bibby fez 12 pontos, o pivô Al Horford teve 10 pontos e 9 rebotes, e o reserva Ronald “Flip” Murray acrescentou 14 pontos. O Hawks recebe o Philadelphia 76ers no sábado (1/11), e Orlando visita o Memphis Grizzlies na sexta (31/10).
Nets derrota Wizards fora de casa
O New Jersey Nets estreou com o pé direito, derrotando o Washington Wizards fora de casa, 95 a 85 no Verizon center de Washington, D.C. O ala-armador Vince Carter, eleito capitão do Nets por seus companheiros, mostrou sua liderança e marcou 21 pontos, 6 assistências e 3 rebotes.
“Nós mostramos muita compostura. Os garotos, eu disse a eles: ‘Joguem o jogo porque o amam. Divirtam-se. Deixem o jogo vir a vocês. Se fizerem um erro, esqueçam, não acumulem”, disse Carter, cujo Nets passa por uma grande reformulação, enquanto o Wizards, apesar de poucas mudanças para a temporada, começa o campeonato sem os titulares Gilbert Arenas, que deve voltar em dezembro, e Brendan Haywood, que pode perder a temporada após uma cirurgia no pulso direito. Em compensação, o pivô Etan Thomas, substituto de Haywood, jogou pela primeira vez uma partida oficial desde 30 de abril de 2007. Ele passou por cirurgia no coração no ano passado, mas pareceu em boa forma, com 10 pontos e 8 rebotes.
O jogo foi equilibrado, com muitas trocas de liderança. Carter acertou um chute de média distância no fadeaway sobre o ala Caron Butler, com 1min por jogar, para fazer 90 a 82 e praticamente selar a vitória. O Nets arrancou em 11 a 2 nos últimos quatro minutos de jogo, antes de Andray Blatche fazer uma cesta com 11s para pôr números finais no placar. Washington acertou apenas 37% de seus arremessos e 67% de seus lances livres.
“Você precisa fazer que seus jogadores principais ponham sua marca no jogo, como Vince Carter fez, como Yi (Jianlian) fez. Estes são os melhores caras deles. E os nossos melhores tinham de ter deixado sua marca no jogo, e eles não fizeram isto”, lamentou o técnico Eddie Jordan. Com Arenas lesionado, esses melhores jogadores são Butler, que marcou 13 pontos, 11 rebotes e 5 assistências, e o ala-pivô Antawn Jamison, que teve 14 pontos. A dupla, porém, combinou para nove acertos em 29 arremessos.
O ala-pivô chinês Yi Jianlian, obtido em uma troca com o Milwaukee Bucks na noite do draft, marcou 17 pontos e 6 rebotes em sua estréia oficial pelo Nets. Jarvis Hayes, reserva do Nets que começou a carreira no Wizards, marcou 14 pontos, e o armador Devin Harris acrescentou 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O Nets teve a estréia de três calouros: o pivô Brook Lopez, com 8 pontos e 8 rebotes, o pivô Ryan Anderson, com 5 pontos, 3 rebotes e 2 assistências, e o ala-armador Chris Douglas-Roberts, com 2 assistências. DeShawn Stevenson fez 14 pontos para o Wizards, Andray Blatche teve 13, e Nick Young acrescentou 10.
Ambos os times voltam à ação no sábado (1/10): O Nets recebe o Golden State Warriors no Izod Center e o Wizards visita o Detroit Pistons no Palace of Auburn Hills.
O capitão do Atlanta Hawks, Joe Johnson, garante que nenhum jogador da NBA que jogou a pré-temporada pode dizer que não tem alguma lesão, mesmo pequena. E o ala-armador é um deles. Johnson perdeu a última partida do Hawks com dores na virilha.
Pequena lesão não deve tirar Johnson da primeira partida da temporada
“Não acho que é possível. Definitivamente estou onde deveria estar. Mas, agora, ninguém pode dizer que está 100%. Sempre tem dores e batidas. Se você não fez nada na pré-temporada deve estar bem” disse Johnson.
Após uma excelente temporada o Hawks começa 2008-09 com problemas. O ala Josh “The ATLien” Smith torceu o tornozelo na partida contra o Detroit pistons.
Johnson e Smith devem jogar na estréia contra o Orlando Magic. Mesmo assim, Smith não participou do último treino do Hawks.
“Vou treinar hoje. Participei de tudo, só não treinei. Mas estou pronto”, falou “The ATLien”.
Mas a equipe já tem desfalques garantidos para a primeira partida. Marvin Williams cumpre um jogo de suspensão por uma falta flagrante na partida sete contra o Boston Celtics.
A Divisão Sudeste é facilmente a mais fraca da Conferência Leste, com muitos times em transição ou fase de crescimento. O Washington Wizards tem o maior número de All-Stars e a maior regularidade do grupo nos últimos anos, tendo se classificado aos playoffs nas últimas quatro temporadas, mas o Orlando Magic, atual campeão divisional, é o favorito ao bi e a uma das quatro primeiras posições da conferência nos playoffs. Após fazer a pior campanha da NBA no ano passado, o Miami Heat tenta se recuperar com o retorno de Dwyane Wade, enquanto o Atlanta Hawks quer construir em cima de seu retorno à pós-temporada no ano passado e sua surpreendente série de sete jogos contra o campeão Boston Celtics. O Charlotte Bobcats torce para que o novo técnico Larry Brown extraia o melhor de seu promissor elenco e consiga a primeira vaga em playoffs de sua história.
Atlanta Hawks
Ginásio: Phillips Center Títulos: Um (1958 - como St. Louis Hawks) Temporada 2007-08: Eliminado na primeira rodada dos playoffs (37v-45d, 3 a 4 contra o Boston Celtics) Estréia: 29/10, contra o Orlando Magic, fora de casa
O Hawks voltou a ser um time de playoffs na temporada passada após nove anos de ausência - embora deva sua classificação à fraqueza da Conferência Leste, já que não conseguiu uma campanha positiva, ficando a quatro vitórias de um aproveitamento de 50%. A franquia vive há anos uma crise por causa do racha de seus proprietários, o que limitou o poder de gasto dos dirigentes da equipe. As escolhas desastradas em drafts não facilitaram a vida do clube, que mesmo assim conseguiu montar um cinco inicial respeitável, com três jogadores obtidos no draft e dois em trocas. Desses dois, o armador Mike Bibby foi o último a chegar, no meio da temporada passada, mas ajudou a liberar o potencial de Joe Johnson, que passou a conduzir menos a bola e se concentrar mais em finalizar. A chegada aos playoffs reenergizou o time e a torcida, famosa por não comparecer com freqüência mesmo nos melhores momentos. A combinação resultou em uma série de primeira rodada pegada com o eventual campeão Boston Celtics. Apesar de sofrer derrotas esmagadoras em Boston, o time não perdeu em casa e levou a série aos sete jogos possíveis.
Melhor entrosado e mais experiente, o cinco inicial do Hawks tem tudo para ser um dos melhores da liga, com Al Horford tomando conta do garrafão e rebotes, Mike Bibby armando e chutando de 3, Josh Smith e Marvin Williams puxando os contra-ataques em velocidade e Johnson para resolver quando a defesa estiver fechada. O maior problema do Hawks é o banco. O ala Josh Childress, um dos melhores Sextos Homens da liga, recebeu uma proposta tentadora do Olympiacos, da Grécia, onde receberia mais dinheiro e seria titular, e abandonou os EUA. Sem Childress, o exército de suplentes do Atlanta perde em muito. O time trouxe Maurice Evans para tentar suprir sua ausência, mas mesmo se Evans render bem, o resto do banco ainda é fraco. Woodson espera que Speedy Claxton, Ronald “Flip” Murray, Acie Law, Randolph Morris e Zaza Pachulia tenham uma evolução semelhante à do banco do Lakers para que o time possa chegar a outro nível.
O último quarto do Jogo 4 contra o Boston Celtics, vencido pelo Atlanta:
Alas mortais: Joe Johnson e Josh Smith
Smith abraça Johnson para comemorar uma das vitórias do Hawks contra Boston
Nos jogos em que o Hawks derrotou o Celtics nos playoffs, se destacaram o atleticismo e agressividade de Josh Smith e a inteligência e sangue frio de Joe Johnson. Smith tem potencial para comandar a defesa do Hawks, forçar erros dos adversários e finalizar em contra-ataque. Johnson tem paciência para encontrar a melhor posição em quadra, usar o bloqueio da melhor forma e arremessar de qualquer ponto para carregar seu time ofensivamente.
Smith, porém, tem uma deficiência grave: o arremesso. Por jogar como um ala-pivô um pouco mais leve, ele nem sempre consegue jogar na força, e sua vantagem da agilidade e velocidade são neutralizadas se seu marcador não precisa sair para marcá-lo quando se põe para chutar de média distância, já que provavelmente dará rebote. Johnson, por sua vez, precisa mostrar a liderança e fome dos playoffs mais freqüentemente para entrar oficialmente ao rol de estrelas da Conferência Leste e da liga.
Técnico: Mike Woodson
Woodson saiu fortalecido após o ex-gerente geral Billy Knight, que fazia lobby por sua demissão, foi mandado embora, enquanto o time surpreendia na primeira rodada dos playoffs. O treinador, porém, ainda tem muito trabalho: precisa formar uma identidade para seu time, desenvolver os jovens do banco como desenvolveu Smith, Horford e Williams, substituir a produção de Childress, compensar pelo déficit em altura de seu elenco. Nada fácil, ainda mais com as expectativas de chegada aos playoffs aumentadas.
Time-base: Mike Bibby, Joe Johnson, Marvin Williams, Josh Smith e Al Horford Principais reservas: Maurice Evans (ala-armador), Zaza Pachulia (pivô), Ronald Murray (ala-armador), Speedy Claxton (armador), Acie Law (armador)
Reforços: Randolph Morris (pivô), Ronald Murray (ala-armador) Principais perdas: Josh Childress (Olympiacos)
Charlotte Bobcats
Ginásio: Charlotte Bobcats Arena Títulos: Nenhum Temporada 2007-08: 4º lugar na Divisão Sudeste (32v-50d) Estréia: 30/10, contra o Cleveland Cavaliers, fora de casa
Entrando em sua quinta temporada, o Bobcats foi marcado pela desorganização e pela mão fechada de seu proprietário nos seus primeiros anos de vida. Para 2007-08, Robert L. Johnson abriu a mão o suficiente para obter o ala-armador Jason Richardson, que os Bobs esperavam que seria seu cestinha e líder em momentos decisivos. Entretanto, seu sócio Michael Jordan, melhor jogador de todos os tempos mas raramente presente aos treinos e eventos do clube, contratou o estreante Sam Vincent para treinar o time no lugar de Bernie Bickerstaff, e a equipe jogou como um bando pela maior parte do ano. A diretoria não aprovou um aumento para manter o armador Brevin Knight, que deixou o clube como free agent, mas no meio da temporada aceitou o pivô Nazr Mohammed - com três anos e US$ 20 milhões restando em seu contrato - em troca do pivô Primoz Brezec e Walter Herrmann. Para piorar a zona, o elenco mais uma vez foi vítima de uma série de lesões - Sean May e Adam Morrison passaram por cirurgias ainda na pré-temporada, e o ala Gerald Wallace, um dos melhores do time, sofreu uma concussão no meio do campeonato - e Charlotte terminou mais um ano assistindo aos jogos na televisão.
Vincent acabou demitido e o Bobcats contratou Larry Brown, técnico do Hall da Fama criado na universidade de North Carolina, para comandar a equipe e desenvolver os talentos da jovem equipe de Charlotte. A franquia também buscou o armador DJ Augustin no draft para ser um suplente de categoria para Ray Felton. Se as lesões não se empilharem novamente, Charlotte pode disputar uma vaga nos playoffs da Conferência Leste, com um time de bons talentos no garrafão - os pivôs Emeka Okafor e Sean May foram escolhas de loteria de draft e campeões nacionais universitários - e nos chutes de fora - Richardson, Matt Carroll e Adam Morrison são exímios arremessadores.
Derrota do Bobcats contra o Los Angeles Lakers na pré-temporada:
Alas mortais, parte 2: Gerald Wallace e Jason Richardson
Wallace e Richardson tentarão não bater cabeça e permanecer saudáveis para liderar o Bobcats
Richardson é a principal opção ofensiva do Bobcats, um jogador capaz de chutar de fora, de média distância e de penetrar para enterradas monstruosas. Ele precisará dividir mais a bola com os companheiros e ter maior atenção na defesa, duas exigências de Larry Brown. Wallace é um atleta que usa bem seus braços longos e explosão de arranque para dar tocos, roubar bolas e puxar contra-ataques. Sob Brown, Wallace talvez tenha de arriscar menos roubos e ficar mais concentrado em manter sua missão e não deixar seu homem passar por ele. Ele também terá de estar mais cuidadoso para não sofrer mais contusões ruins; já sofreu quatro concussões em sua carreira e outras lesões musculares.
Técnico: Larry Brown
LB teve sucesso em quase todas as equipes por que passou, conquistando títulos tanto no nível universitário quanto profissional, mas sua última experiência foi péssima: comandou o New York Knicks e o time foi um dos lanternas em 2005-06. Agora, o treinador veterano pega uma equipe jovem mas experiente - algo importante, já que Brown não tolera muito os erros bobos de novatos. Mesmo asim, o técnico já reclamou do elenco nesta pré-temporada e, como de costume, já sugeriu que alguns de seus jogadores fossem trocados. Se retomar o foco no basquete e parar de se envolver em polêmicas pela imprensa como fez no final de sua gestão com o Detroit Pistons e em seu ano em Nova York, Brown deve comandar uma reestruturação defensiva e fazer o Bobcats “jogar da maneira certa”, como prega há anos.
Time-base: Raymond Felton, Jason Richardson, Gerald Wallace, Sean May e Emeka Okafor Principais reservas: DJ Augustin (armador), Adam Morrison (ala), Jared Dudley (ala), Alexis Ajinca (pivô), Matt Carroll (ala)
Reforços: DJ Augustin (armador, calouro), Alexis Ajinca (pivô, calouro) Principais perdas: Nenhuma perda importante
Miami Heat
Ginásio: AmericanAirlines Arena Títulos: Um (2006) Temporada 2007-08: 5º lugar na Divisão Sudeste (15v-67) Estréia: 29 de outubro, contra o New York Knicks, fora de casa
Que diferença fazem dois anos. O Miami Heat escalou até o topo da NBA em 2006, conquistando seu primeiro título, apenas para decair vertiginosamente nos dois anos seguintes. Em 2007-08, com Dwyane Wade lesionado por mais da metade do ano, o time começou muito mal, o presidente e técnico Pat Riley trocou Shaquille O’Neal com o Phoenix Suns e logo abandonou o banco, ciente que a temporada estava perdida, para observar possíveis jogadores draftáveis. Miami terminou com a pior campanha da NBA e de sua história, com apenas 15 vitórias em 82 jogos.
O campeonato deste ano, porém, é recheado de promessa para o time floridiano. Wade mostrou estar completamente recuperado das cirurgias no ombro e joelho com atuações convincentes nos Jogos Olímpicos de Pequim, em que fez várias das bonitas jogadas que lhe garantiram o prêmio de MVP das Finais de 2006. A troca de O’Neal trouxe ao Heat o ala Shawn Marion, ex-All-Star no Oeste capaz de jogar tanto como ala quanto de ala-pivô. O clube teve a segunda escolha do draft e selecionou o ala-pivô Michael Beasley, que foi o melhor jogador da temporada universitária com Kansas State e provou na pré-temporada ser capaz de pontuar e atacar no nível profissional também. O resto do elenco, porém, é mais fraco, e Riley entregou o papel de técnico a Erik Spoelstra, um novato que serviu como seu assistente nos últimos anos.
O trio de ferro: Dwyane Wade, Shawn Marion e Michael Beasley
Beasley, Wade e Marion são as razões das esperanças renovadas da torcida do Miami
As chances do Heat de fazer alguma coisa na temporada começam e acabam com este trio. Wade é a pedra fundamental do time, o franchise player, e já provou sua qualidade com o título de 2006. Jogador explosivo, de enterradas espetaculares e bandejas desequilibradas, Wade também é um arremessador acima da média e um bom defensor com aptidão para roubar bolas e puxar contra-ataques. No ano passado, a ausência de Shaq embaixo da cesta e sua própria condição capenga, tendo de evitar contato físico mais forte, prejudicaram suas tentativas de roubo de bola, já que quando falhava deixava a defesa aberta.
Por isso, Marion e Beasley serão ainda mais importantes na defesa. Ambos são bons pontuadores ao redor da cesta, ocasionalmente acertam chutes de 3 e são excelentes reboteiros, mas junto a Mark Blount e Udonis Haslem, terão de fechar o garrafão e impedir infiltrações dos adversários. Se conseguirem forçar arremessos ruins, sua técnica nos rebotes deve ajudar o time a sair em velocidade e compensar sua inferioridade de altura no interior.
Lances da derrota para o New Jersey Nets em amistoso disputado em Londres:
Técnico: Erik Spoelstra
Spoelstra, como todo treinador estreante e que jamais jogou basquete profissionalmente, terá de derrubar as dúvidas de seus comandados e provar que tem o nível da NBA. Ele serviu como assistente de Pat Riley por anos, trabalhando com boa parte do atual elenco nas últimas temporadas, e Riley o elogiou bastante por ter ótimo relacionamento com os jogadores, ser um estudioso de fitas e esquemas e até disse que Spoelstra lhe lembrava dele mesmo. Com uma recomendação desta, Spoelstra tem muita responsabilidade para não decepcionar seu mestre. Seu time deve jogar em velocidade para explorar a explosão de Wade, Marion e Beasley e para compensar a falta de qualidade e altura embaixo da cesta.
Time-base: Marcus Banks, Dwyane Wade, Shawn Marion, Udonis Haslem e Mark Blount Principais reservas: Michael Beasley (ala-pivô), Chris Quinn (armador), Mario Chalmers (armador), Jamaal Magloire (pivô), Daequan Cook (ala-armador)
Reforços: Michael Beasley (ala-pivô, calouro), Shaun Livingston (armador), Mario Chalmers (armador, calouro), Yakhouba Diawara (ala), Jamaal Magloire (pivô) Principais perdas: Ricky Davis (Los Angeles Clippers), Jason Williams (aposentado), Earl Barron (Fortitudo Bologna), Stephane Lasme (Partizan Belgrado)
Orlando Magic
Ginásio: Amway Arena Títulos: Nenhum Temporada 2007-08: Eliminado na segunda rodada dos playoffs (52v-30d, 1 a 4 contra o Detroit Pistons) Estréia: 29/10, contra o Atlanta Hawks, em casa
Orlando formou um time forte em torno de três pilares: o pivô Dwight Howard e os alas Rashard Lewis e Hedo Turkoglu. Howard vem evoluindo ano a ano e liderou a liga em rebotes, passou dos 20 pontos de média e cortou seus turnovers. Lewis e Turkoglu livraram Howard de toda a responsabilidade ofensiva da equipe, com Hedo comandando os ataques freqüentemente no lugar dos armadores - o que levou a um ano de recordes pessoais estatísticos e ao prêmio de Jogador de Maior Evolução do Ano - e Lewis capaz de finalizar jogadas tanto no interior quanto na linha de 3, além de ser um bom defensor mesmo na posição 4. Com três ótimos pontuadores exigindo muita atenção da defesa, Stan Van Gundy os cercou de chutadores de 3, que aproveitaram os espaços abertos pelo trio para converter 38,6% de suas tentativas de fora, a segunda melhor média da NBA.
Após ser eliminado nos playoffs pelo Detroit Pistons, porém, o Magic fez muito pouco para tentar passar ao próximo nível. Apesar de uma deficiência em rebotes ofensivos, o time não investiu em novos pivôs e alas-pivôs, confiante que o simples retorno de Tony Battie e a evolução de Marci Gortat sejam suficientes para melhorar nesta área. A armação da equipe era seu maior ponto fraco, e a direção deixou o ala-armador titular Maurice Evans e os armadores reservas Keyon Dooling e Carlos Arroyo irem embora. Para seus lugares, trouxeram o armador “nômade” Anthony Johnson e o ala-armador Mickael Pietrus, jogador quase idêntico a Evans. Por mais um ano, o Magic terá de depender de Howard, Turkoglu e Lewis e dos chutes de 3. Em uma divisão fraca como a Sudeste, porém, isto deve ser o bastante para o título divisional.
O Super-Homem: Dwight Howard
O atual rei das enterradas melhora um pouco a cada temporada
Assim como Shaquille O’Neal, Howard se apelidou de “Super-Homem”, ratificando o apelido ao ganhar o Concurso de Enterradas da temporada passada com uma enterrada em que usou o uniforme do super-herói. Agora, falta a D-Ho fazer o que o Super-Homem original de Orlando fez: se tornar um pivô dominante em ambos os lados da quadra e levar o Magic às Finais da NBA. Apesar de sua capacidade atlética incrível e de recursos cada vez mais evoluídos, Howard foi dominado por uma rotação de pivôs mais baixa do Detroit Pistons nos playoffs, e nas Olimpíadas teve dificuldades contra outros pivôs mais leves, como Luis Scola da Argentina e os irmãos Gasol da Espanha. Seu arremesso de média distância e lances livres são decentes, mas precisam melhorar para que ele possa fazer seus marcadores pagarem quando lhe derem espaço.
Técnico: Stan Van Gundy
Van Gundy teve importância indiscutível na evolução do Magic na última temporada, exigindo atenção aos detalhes e sempre cobrando de sua equipe mesmo nas vitórias. Sua intensidade, porém, pode alienar os jogadores, como aconteceu em sua passagem pelo Miami Heat; SVG às vezes dá sermões e desabafa na imprensa até em jogos insignificantes de pré-temporada. O treinador terá de administrar bem suas cobranças e exigências para que o time chegue motivado e com gás na pós-temporada.
Time-base: Jameer Nelson, Mickael Pietrus, Hedo Turkoglu, Rashard Lewis e Dwight Howard Principais reservas: Anthony Johnson (armador), Tony Battie (ala-pivô), JJ Redick (ala-armador), Keith Bogans (ala-armador), Marcin Gortat (ala-pivô)
Reforços: Mickael Pietrus (ala-armador), Anthony Johnson (armador) Principais perdas: Keyon Dooling (New Jersey Nets), Maurice Evans (Atlanta Hawks), Carlos Arroyo (Maccabi Electra Tel Aviv)
Orlando causa a primeira derrota do Boston Celtics em 2007-08:
Washington Wizards
Ginásio: Verizon Center Títulos: Um (1978 - como Washington Bullets) Temporada 2007-08: Eliminado na primeira rodada dos playoffs (43v-39d, 2 a 4 contra o Cleveland Cavaliers) Estréia: 29/10, contra o New Jersey Nets, em casa
Washington teve um ano complicado na última temporada, com seu principal jogador, o armador Gilbert Arenas, afastado por conta de cirurgia no joelho por quase todo o campeonato, além de problemas de lesão que limitaram o ala All-Star Caron Butler a 58 jogos e uma cirurgia no coração que tirou o pivô Etan Thomas de ação. Mesmo assim, conseguiu chegar aos playoffs, graças a uma defesa razoavelmente melhorada, que surpreendentemente era boa no interior e péssima no perímetro, e a um ataque com mais movimentação de bola e paciência para executar as jogadas. Na pós-temporada, porém, o Wizards foi eliminado na primeira rodada pelo Cleveland Cavaliers pelo terceiro ano consecutivo, no que já se tornou uma freguesia.
Como a diretoria do Wizards reagiu a isto? Mantendo o time praticamente intacto, com renovações de contrato milionárias para Jamison e Arenas - que está de fora até no mínimo dezembro por conta de mais uma cirurgia no joelho - e uma extensão de contrato para o técnico Eddie Jordan. Thomas está de volta, mas em compensação, seu desafeto e titular na posição 5, Brendan Haywood, também ficará de quatro a seis meses afastado por conta de uma lesão no pulso direito, após fazer recordes pessoais em pontos, rebotes e tocos no ano passado. Se com o mesmo elenco as perspectivas para o Wizards já não eram excelentes, com esses dois importantes desfalques, o time vai ter de se esforçar para permanecer na briga pelos playoffs.
Washington enfrenta o New Orleans Hornets em Barcelona:
O trio de papel: Gilbert Arenas, Caron Butler e Antawn Jamison
Eles se divertem, mas os torcedores do Wizards não acham graça nas freqüentes lesões do trio
O trio Arenas-Butler-Jamison teve seu grande momento em 2006-07, quando Arenas teve sua melhor temporada e se colocou entre os cestinhas da NBA, decidindo jogos no final, enquanto Butler e Jamison faziam o trabalho sujo no interior de um dos melhores ataques da liga. Entretanto, Arenas e Butler se contundiram nos meses finais da temporada e desfalcaram o time nos playoffs daquele ano, resultando em uma eliminação por varrida frente ao Cleveland Cavaliers. As seqüelas dessas lesões continuaram afetando o Wizards até hoje: Arenas acelerou seu retorno e, poucas semanas depois do início do campeonato, teve de passar por nova intervenção cirúrgica no joelho. Ele voltou a jogar ainda no final da temporada regular, mas antes da eliminação do Wizards ser decretada nos playoffs, já estava afastado esperando cirurgia.
Agora, a previsão é que ele volte apenas no final de dezembro, talvez já em 2009. Assim, o Wizards depende ainda mais de Jamison, que se lesionou no início da pré-temporada, mas estará em quadra para a estréia, e de Butler, que em sua carreira jamais jogou as 82 partidas de uma temporada.
Técnico: Eddie Jordan
A campanha do time no ano passado, sem Arenas e Thomas por quase todo o ano e por vezes desfalcado de Butler, comprova a qualidade de Jordan como técnico e sua capacidade de extrair o melhor de sua equipe. Este ano, Jordan terá de focar em execução e em um ritmo lento enquanto Arenas estiver de fora e tem como desafio impedir que suas zonas e dobras de marcação criem muitos espaços para os chutes de 3 dos adversários. A chegada do calouro JaVale McGee e a evolução do garoto Andray Blatche devem facilitar seu trabalho no garrafão.
Time-base: Antonio Daniels (Gilbert Arenas), DeShawn Stevenson, Caron Butler, Antawn Jamison e Ethan Thomas (Brendan Haywood) Principais reservas: Andray Blatche (ala-pivô), Nick Young (ala-armador), Darius Songaila (ala-pivô), Oleksiy Pecherov (pivô)
Reforços: Juan Dixon (armador), Dee Brown (armador), JaVale McGee (pivô, calouro) Principais perdas: Roger Mason (San Antonio Spurs)
O superpivô Shaquille O’Neal e o ala Grant Hill, companheiros de Leandrinho no Phoenix Suns, pensam, seriamente, em uma sociedade para comprar o Orlando Magic. Ambos jogaram na equipe e residem na cidade, em um condomínio fechado.
Mas os planos não ficaram apenas na conversa. A dupla já conversou com o presidente do Magic, Bob Vander Weide, genro de Rich DeVos, dono da franquia. Se DeVos negociar a equipe Shaq e Hill querem estar em primeiro lugar na fila. Mas, se o negocia com o Magic não der certo, eles garantem ir atrás de outra franquia.
“Sim, é sério. Grant, que é um de meus melhores amigos, temos um relacionamento com a família DeVos. Então sempre falamos sobre Grant ser presidente e eu gerente geral. Sempre conversamos para ver o que dizem. Espero que eles aceitem. Se não, é só juntar um grupo e ir atrás de alguma coisa em outro lugar”, disse O’Neal.
“Falei com o Bob Van Weide e ele sempre ri. Mas sei que eles adoram o Grant como presidente. Ei, Grant é o presidente. Ele é mais bonito, fala melhor e pode ser o presidente. Eu sou o gerente geral. Consigo fazer as coisas”, completou Shaq.