July 24, 2008

Sem esconder frustração, Marcelinho adia decisão sobre aposentadoria da Seleção

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 6:51 am

Aos 33 anos, Marcelinho pode ter feito, nesta terça-feira, seu último desembarque com a seleção brasileira. O ala do Flamengo voltou do Pré-Olímpico de Atenas sem a vaga em Pequim e sem esconder a frustração com o resultado. Ainda assim, ele preferiu não confirmar se vai voltar a vestir a camisa verde-amarela.

“Ainda estou de cabeça quente e prefiro não tomar nenhuma decisão precipitada. Vou chegar em casa, conversar com a minha mulher e decidir com ela o que vou fazer. Mas é claro que é triste decidir por uma aposentadoria sem nunca ter conseguido chegar a uma Olimpíada”, afirmou Marcelinho, no desembarque em São Paulo, na noite de terça.

Às vésperas de ser pai pela primeira vez, o veterano sabe que vai encerrar a carreira com o peso de não ter ido aos Jogos.

“Estou muito triste. Sabia que esta era minha última chance. Agora não adianta, vai ficar uma frustração na minha carreira. Eu sei o quanto lutei, mas a gente tem que entender que a vida é assim, feita de vitórias e derrotas”, explica.

A seleção masculina de basquete desembarcou em São Paulo, no início da noite desta terça-feira, sem a vaga olímpica na bagagem e de olho no futuro. O espanhol Moncho Monsalve permaneceu na Europa, mas o clima entre os atletas era de campanha pela permanência do treinador. Um dos maiores defensores do técnico foi o pivô Tiago Splitter, destaque da seleção no Pré-Olímpico, disputado em Atenas.

“A primeira coisa que eu fiz quando acabou o último jogo foi conversar com o Moncho. Agradeci e pedi que ele continuasse. O Moncho deu a pele pela seleção”, elogia Splitter, que joga no Tau Cerámica, da Espanha.

O ala-armador Alex, que jogou em Israel no último ano, confirmou que os jogadores gostariam da permanência do técnico.

“A gente não estava muito acostumado com o estilo, mas o trabalho que ele fez foi bem legal. Ao fim do Pré-Olímpico, nós, jogadores, sentamos para conversar e realmente achamos que ele tem de permanecer no cargo”, afirma.

O veterano Marcelinho Machado, que perdeu sua última chance de disputar uma Olimpíada, engrossou a corrente a favor do treinador.

“Ele teve pouquíssimo tempo de trabalho, por isso é difícil fazer uma avaliação sobre o que ele ainda pode vir a fazer na seleção. Mas com certeza acrescentou muito e deve permanecer. Com isso, o Brasil vai crescer”, analisa Marcelinho.

(Lydia Gismondi, GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo)

July 22, 2008

Seleção desembarca sem Moncho, mas jogadores fazem campanha pelo técnico

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 10:59 pm

Tiago Splitter, Marcelinho e Alex pedem a permanência do treinador espanhol

A seleção masculina de basquete desembarcou em São Paulo, no início da noite desta terça-feira, sem a vaga olímpica na bagagem e de olho no futuro. O espanhol Moncho Monsalve permaneceu na Europa, mas o clima entre os atletas era de campanha pela permanência do treinador. O principal defensor do técnico foi o pivô Tiago Splitter, destaque da seleção no Pré-Olímpico, disputado em Atenas.

“A primeira coisa que eu fiz quando acabou o último jogo foi conversar com o Moncho. Agradeci e pedi que ele continuasse. O Moncho deu a pele pela seleção”, elogia Splitter, que joga no Tau Cerámica, da Espanha.

O ala-armador Alex, que jogou em Israel no último ano, confirmou que os jogadores gostariam da permanência do técnico.

“A gente não estava muito acostumado com o estilo, mas o trabalho que ele fez foi bem legal. Ao fim do Pré-Olímpico, nós, jogadores, sentamos para conversar e realmente achamos que ele tem de permanecer no cargo”, afirma.

O veterano Marcelinho Machado, que perdeu sua última chance de disputar uma Olimpíada, engrossou a corrente a favor do treinador.

“Ele teve pouquíssimo tempo de trabalho, por isso é difícil fazer uma avaliação sobre o que ele ainda pode vir a fazer na seleção. Mas com certeza acrescentou muito e deve permanecer. Com isso, o Brasil vai crescer”, analisa Marcelinho.

(Lydia Gismondi, do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo)

July 20, 2008

Marcelinho conclui carreira na Seleção com sina de erros nas bolas de três em jogos decisivos

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 11:11 pm

Marcelinho Machado não é o único culpado pela fase do basquete masculino do Brasil. Mas retrata, fielmente, o porquê de termos caído tanto. Cestinha do Nacional e “craque” dos torneios de nível C (ou D), ele não consegue jogar quando, para usar uma expressão batida, a situação aperta. Ah, e o jogador é da mesma geração que cansou de surrar os argentinos Ginóbili e Oberto nas divisões de base.

Na biografia “Manu, El Cielo con las Manos”, Ginóbili relembra que, após uma derrota para o Brasil no Sul-Americano Sub-19, gritou com seus companheiros: “só conseguiremos derrotá-los (os brasileiros) se seguirmos evoluindo”. Pois é. Foi tudo isso que aconteceu por lá, e não ocorreu por aqui. Parece crueldade, perseguição, mas não é: o camisa 4 da seleção é homem de uma bola só, e isso não funciona em nível internacional. Evidentemente, não é culpa só dele, mas do despreparo dos nossos técnicos também.

É só analisar os jogos de eliminação da seleção nos últimos anos. As atuações de Marcelinho nos três pontos são assustadoras, e em todos os jogos o Brasil perdeu. Veja só:

Competição Adversário Desempenho
Pré-Olímpico Mundial-2008 (quartas)  Alemanha  1/7
Pré-Olímpico das Américas-2007 (semifinal)  Argentina  1/4
Mundial-2006 (primeira fase eliminatória)  Austrália  1/8
Mundial-2006 (primeira fase eliminatória)  Lituânia 1/10
Mundial-2006 (primeira fase eliminatória)  Turquia  2/5
Pré-Olímpico de 2003 (segunda fase)  Porto Rico  2/9
Pré-Olímpico de 2003 (segunda fase)  México 1/11
Pré-Olímpico de 2003 (segunda fase)  Argentina  1/6
Mundial-2002 (quartas-de-final)  Argentina  2/7
Total: 12/67 (17,9%)

Marcelinho chega ao final de sua carreira na seleção sem ter ido a uma Olimpíada. Não dá para dizer um “já vai tarde”, mas é bom que ele seja usado como exemplo de como não devemos criar as nossas próximas gerações.

(Blog de Fabio Balassiano, Globo Online)

July 18, 2008

Técnico espanhol faz campanha, e Marcelinho evita comentar despedida

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 7:59 pm

O ala-armador Marcelinho Machado pode ter feito sua última partida pela seleção brasileira nesta sexta-feira, na derrota para a Alemanha, nas quartas-de-final do Pré-Olímpico de basquete.

Antes do torneio, o jogador havia falado que se despediria do time nesta temporada, fosse em Atenas ou nos Jogos de Pequim-2008, caso a classificação tivesse sido garantida. Seus familiares vieram para a capital grega para o possível jogo do adeus.

Decepcionado com o resultado adverso, o atleta não quis tocar no assunto na saída da Arena Olímpica. “Olimpíadas, para mim, acabou, quatro anos é muito. Sobre o meu futuro, prefiro não falar nada agora, não é o momento”, disse. “O sentimento é de muita tristeza. A gente trabalhou muito, mas não fizemos um bom jogo”.

O espanhol Moncho Monsalve já afirmou que pretende trabalhar para manter o veterano carioca na seleção. Isso, claro, se ele for continuar no cargo. Ele ainda está à espera da decisão da direção da CBB.

“Eu disse para Machado que, se estiver no país, ele ficará comigo no Torneio do Américas e no Mundial de 2010″, afirmou o treinador. A Copa América, que ainda não tem sede definida - Argentina e México concorrem -, serve como classificatório para o próximo Mundial, que será realizado em Istambul.

Contra os alemães, Machado atuou por 24 minutos e somou 11 pontos, cinco rebotes e duas assistências. Nos tiros de três pontos, ele errou seis das suas sete tentativas e, no geral, teve aproveitamento de apenas 31% nos arremessos.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

July 15, 2008

Atrás de vaga olímpica, Seleção Brasileira tenta comprovar força além da NBA

Diante da falta de resultados do Brasil em eventos internacionais, o influxo de atletas na NBA foi uma das poucas razões para celebração no basquete nacional. No Pré-Olímpico, em Atenas, a renovada seleção tenta provar que existe vida na modalidade além da liga norte-americana.

A equipe enfrenta o Líbano, nesta terça-feira, às 16 h (horário de Brasília), na luta para retornar às Olimpíadas, evento que não disputa desde Atlanta-1996. O torneio na Grécia classifica três times para os Jogos de Pequim.

Desde a entrada de Nenê no “draft” de 2002, é a primeira vez que a seleção não contará com um de seus representantes na NBA quando procurou reunir força máxima para uma competição - em 2004, os astros não foram chamados. Neste ano, o pivô do Denver Nuggets, Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers) e Leandrinho (Phoenix Suns) pediram dispensa por problemas médicos.

Desta forma, uma clara chance foi aberta para outras caras despontarem como protagonistas para o grande público. “O time pode ter desfalques de peso, mas sei que ainda é muito forte, com muitos atletas à disposição. Estou certo de que sua seleção pode trazer mais do que 12 atletas a um torneio”, afirmou o técnico grego Panagiotis Iannakis sobre seu rival do Grupo A. No cada vez mais forte basquete europeu, o Brasil ganha destaque.

O pivô Tiago Splitter, de apenas 23 anos, lidera essa legião, cotado como um dos melhores jogadores do continente, campeão espanhol e com quatro aparições consecutivas nas semifinais da Euroliga.

“O Tiago, para mim, já poderia ser um dos jogadores mais importantes da liga. Ele fez a opção de ficar na Europa e talvez não tenha reconhecimento por isso. Se a gente consegue uma vaga aqui, vai valorizar todo mundo”, afirmou o ala-armador Marcelinho Machado, que vai se despedir da seleção nesta temporada.

O armador Marcelinho Huertas, 25, foi eleito o melhor de sua posição na fortíssima liga espanhola e viu um leilão entre diversos clubes por sua contratação para a próxima temporada.

O ala-armador Alex Garcia conquistou neste ano os exigentes torcedores do Maccabi Tel Aviv, gigante de Israel que é uma potência do continente e tem folha de pagamento que pode rivalizar com franquias norte-americanas. Com o time, foi vice-campeão da Euroliga.

Além de nomes estabelecidos, o país também oferece uma fornada sem fim de revelações para a Europa - um número crescente de garotos desembarca especialmente na Espanha a cada ano -, entre as quais se destacam os pivôs Paulão e Vitor Faverani, ambos do Unicaja Málaga-ESP. No atual elenco da seleção, o ala Marcus Vinícius, 22, é o que se enquadra nesse perfil.

“Não sei se é tão importante ter jogadores da NBA. Lá é um mundo especial, está certo. Mas um time nacional não se faz apenas dessa maneira. O Brasil é um país incrível na produção de talentos”, afirmou o técnico Moncho Monsalve, primeiro estrangeiro a comandar a seleção.

O Pré-Olímpico será disputado até domingo, na capital grega. A seleção está no Grupo A, que também conta com a Grécia, oponente desta quarta-feira. Os dois primeiros da chave avançam às quartas-de-final.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

July 13, 2008

Com uma semana de treino, Seleção Brasileira já está “em casa” na Grécia

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 5:56 pm

A Grécia joga em casa no Pré-Olímpico de basquete, a partir de segunda-feira. Mas a seleção brasileira também já pode dizer que está à vontade na sede do torneio de qualificação.

Com uma semana completa de treinos, a equipe está ambientada para a competição, na tentativa de encerrar um jejum de 12 anos sem participar das Olimpíadas, desde os Jogos de Atlanta-1996.

Ao lado dos gregos e croatas, o time do técnico Moncho Monsalve tem treinado diariamente no ginásio da competição desde o dia 6 de julho. Isso ajuda a evitar qualquer estranhamento, enquanto alguns rivais chegaram à cidade e fizeram o reconhecimento a dois dias de suas estréias.

“É importante estar acostumado à quadra, à noção de espaço. Ajudou também o fato de a gente ter treinado no Maracanãzinho (no Rio de Janeiro). Se tivéssemos ficado em uma quadra mais apertadinha, isso faria diferença”, disse o ala-armador Marcelinho Machado, um dos principais arremessadores do time.

A chegada com antecipação à capital grega também contribuiu para a criação de uma rotina ao grupo, enquanto boa parte dos adversários desembarcou de última hora.

“Não só pelo ginásio, são vários fatores que ajudam o rendimento. O clima da Grécia, que está muito quente durante o dia. Já ficamos bastante tempo no hotel. Também tem a adaptação ao fuso, que sentiríamos muito se chegássemos em cima da hora”, completou Machado.

A seleção está no Grupo A do Pré-Olímpico, com Grécia e Líbano. Apenas no dia 16 de julho, data do duelo com os anfitriões na primeira fase da competição, claro, é que ficará mais difícil falar em comodidade para os jogadores brasileiros.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

July 9, 2008

Moncho Monsalve e Alex garantem: “Estamos prontos para o Pré-Olímpico”

A seleção brasileira saiu do Torneio de Acrópolis de basquete com uma boa vitória sobre a Croácia e duas derrotas apertadas para Grécia e Austrália, a última nesta quarta-feira. Esse saldo foi encarado como positivo pelo grupo que disputará uma vaga no Pré-Olímpico, entre os dias 14 e 20 de julho.

O time tem agora cinco partidas amistosas sob o comando do técnico Moncho Monsalve. Antes de embarcar para a Europa, foram duas vitórias contra a Venezuela, no Rio de Janeiro.

“Não gosto de perder nunca. Contra os gregos, eu precisava dar experiência aos mais novos, por mais que seja difícil aceitar. Vencemos a Croácia. E agora fizemos um jogo. Acho que foi um grande torneio para nós. Estamos prontos para o Pré-Olímpico, isso é certo”, afirmou o treinador Moncho Monsalve, primeiro estrangeiro a comandar a seleção nacional.

Para o pivô Tiago Splitter, um dos mais experientes da equipe, não dá para levar em conta os resultados no quadrangular. “A gente fez três ótimos jogos, brigando com grandes times. O resultado, seja derrota ou vitória, é mesmo conseqüência. Todos foram decididos no final, com exceção da Croácia, que ganhamos com um pouco mais de facilidade. Foi muito válido o torneio. Estamos no caminho certo.”

O ala-armador Alex Garcia, co-capitão do time ao lado de Marcelinho Machado, afirmou que a equipe estava confiante ao deixar o Brasil, mas que sentia falta de entrosamento. O torneio desta semana teria solucionado essa questão.

“Ajuda a gente a ganhar conjunto, estava faltando entrosamento. E ele veio, como falamos no vestiário. Foi válido. Posso dizer que nós estamos preparados para o Pré-Olímpico”, completou.

Talvez a seleção brasileira tenha se mostrado européia demais nesta quarta-feira. Em sua última partida no Torneio de Acrópolis de basquete, em Atenas, o time foi envolvido nos dez minutos do segundo quarto pelo jogo veloz e atlético da Austrália, tentou a reação, mas foi superado por 89 a 84, em um jogo tenso.

Esse foi o último teste antes da disputa do Pré-Olímpico Mundial, na capital grega. O Brasil estréia na competição no dia 15, próxima terça, contra o Líbano. No quadrangular amistoso, o time havia perdido para a Grécia e batido a Croácia.

Os brasileiros se irritaram com o trio de arbitragem local no primeiro tempo, cobrando uma série de supostas faltas, se desconcentraram e perderam muitos passes em transição. Essas falhas abriram brechas para o jogo agressivo dos adversários.

A equipe entrou na correria com os australianos e não foi bem nessa disputa. Como sintoma claro da mudança de padrão do time com Monsalve, foi apenas quando os rivais colocaram em quadra os pivôs David Andersen e Matt Nielsen e ficaram mais lentos que o jogo brasileiro deslanchou, vencendo a parcial inicial por 28 a 21.

Ciente da adaptação lenta da dupla Andersen-Nielsen, que tem pouco tempo de treinamento com o elenco, o técnico Brian Goorjian decidiu voltar à quadra com uma formação leve. E novamente induziu o oponente a erros, muitos erros - foram 14 na primeira metade da partida, nove deles no segundo quarto (quase um por minuto), com um desastroso desfecho de 27 a 13 e vantagem de 48 a 41 no intervalo.
 
“O Brasil ganhava por sete pontos, mas começou a jogar com muita ansiedade, tivemos muitas perdas de bola e fizemos maus arremessos. Em nível internacional, com 14 perdas em um quarto, você não vai ganhar nada”, afirmou o técnico Moncho Monsalve.

Apesar de ter mais tamanho do que os representantes da Oceania, o Brasil foi dominado nos rebotes (37 a 25), cedendo muitas segundas oportunidades (18 rebotes ofensivos). “Esses 37 rebotes significam posse de bola, limite de nosso contra-ataque e, sobretudo, muitos lances livres para eles. Eles chutaram 32 lances contra 19 nossos. Assim não se ganha”, avaliou Monsalve.

Outro ponto negativo foi a desatenção com o veterano pivô Chris Anstey, que conseguiu marcar os 11 primeiros pontos da Austrália em menos de cinco minutos de ação. Ele terminou com 24 pontos. “Para isso, assumo a responsabilidade”, disse Monsalve. “Eu conheço muito bem essa equipe, inclusive os garotos. Quanto ao Anstey, ele foi meu jogador na Espanha. E, para ser sincero, nunca o vi arremessar tão bem assim. Disse a meus pivôs que isso é o jogo, paciência.”

Não obstante, os australianos ainda mataram duas bolas no estouro do cronômetro dos segundo e terceiro períodos, com os jovens Joe Ingles e Patrick Mills, que renderam cinco pontos providenciais no placar.

Na volta do intervalo, a seleção esteve com os nervos controlados, mas só melhorou sua defesa e postura quando Ricardo Probst entrou no lugar de J.P. Batista, ganhando mais agilidade. O quarto terminou em 66 a 60 para os adversários, que não conseguiram escapar graças a um dia de pontaria certeira de Marcelinho Machado.

O quarto período foi equilibrado, com os brasileiros competitivos e equilibrados em quadra. Mas os erros das parciais anteriores cobraram um preço. Com pouco mais de dois minutos para o fim, o time perdia por apenas dois pontos (80 a 78), até que Anstey, 33 anos, entrou em ação novamente com cinco pontos seguidos e um toco sobre Splitter dando uma folga aos australianos.

Com 18s para o fim, Alex converteu dois lances livres e deixou o time a um ponto, com 85 a 84. Na posse de bola seguinte, foi a vez de C.J. Bruton converter os seus pontos de lance livre. Machado ainda tentou uma bola de três, sem sucesso.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

Irregular, Brasil reage no último quarto, mas Austrália segura vitória

Seleção de Moncho Monsalve não repete boas atuações dos jogos contra Grécia e Croácia, na última rodada do Torneio de Acrópolis a Austrália vence por 89 a 84 com destaque para 24 pontos do pivô Chris Anstey numa exibição no melhor estilo Dirk Nowitzki, Marcelinho Machado lidera Brasil com 20 pontos.

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June 27, 2008

Moncho Monsalve garante: “Esta equipe tem mais talento do que vocês pensam”

O espanhol Moncho Molsalve mostrou seu estilo de comando antes, durante e depois da vitória sobre a Venezuela, em amistoso que marcou sua estréia como treinador da Seleção Brasileira masculina de basquete. Sempre exigindo respeito, dentro e fora de quadra, ele disse confiar no potencial da equipe que, desfalcada de seus principais jogadores, terá a difícil missão de buscar uma vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim. Brasil e Venezuela voltam a se enfrentar nesta sexta-feira, às 18h30min, com transmissão do SporTV.

Se durante a execução do hino brasileiro Moncho colocou a mão no peito, ao fim da partida ele exigiu a presença do assistente José Neto. Só falaria com a imprensa ao lado de seu “braço direito”. Com Neto ao lado, elogiou bastante as atuações de Tiago Splitter e de Marcelinho Machado. E chamou este último de estrela.

“A equipe já melhorou, mas ainda temos que melhorar em algumas coisas. Em nível internacional, não podemos fazer tantas faltas. Também tivemos alguns desperdícios de bola, mas esta equipe tem mais talento do que vocês pensam. Nos jogos do torneio de Acrópoles, já terei uma sensação melhor do time”.

Moncho manteve a promessa de não falar sobre Leandrinho, jogador que pediu dispensa da seleção, mas que jogou futebol numa “pelada” em Nova York. O espanhol, porém, ratificou sua dura posição sobre a ausência de jogadores.

“Não entendo que um desportista não queira jogar as Olimpíadas”, afirmou Moncho.

Quando Marcelinho Huertas estava dando entrevista, mais uma demonstração do estilo Moncho. O treinador deu uma bronca em Duda, que estava conversando com alguns torcedores.

“Duda, isso depois! Ainda tem gente dando entrevista”, gritou Moncho, cobrando respeito, e deixando Duda constrangido.

Dentro de quadra, Neto é o responsável por passar aos atletas exatamente o que o treinador exige. Ele fala o tempo inteiro com os jogadores.

“Além da facilidade de comunicação, no treino eu e Moncho já dividimos bastante o trabalho. Nossa defesa foi bem, e conseguimos anular alguns pontos fortes deles, mas podemos fazer muito mais. A expectativa é melhorar a cada dia”.

A seleção brasileira masculina de basquete deu nesta quinta-feira o primeiro passo da caminhada rumo às Olimpíadas de Pequim. Na estréia do treinador espanhol Moncho Monsalve, que fez questão de colocar a mão no peito quando o hino tocou, Marcelinho Machado e Tiago Splitter brilharam, e o Brasil venceu o amistoso contra a Venezuela por 97 a 69, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. 

“É um sinal de orgulho, respeito e admiração por este país”, diz Moncho, sobre o gesto antes de a partida começar.

Desfalcado de seus principais jogadores, o time verde-amarelo se prepara para a disputa do Pré-Olímpico Mundial, que começa no dia 14, em Atenas.

No Maracanãzinho quase vazio, o Brasil começou nervoso e errou os seis primeiros arremessos da Era Moncho. O jejum terminou após 2min30s de jogo, com uma cesta de Tiago Splitter. O pivô fez dez pontos no primeiro quarto, superado apenas pelos 11 de Marcelinho Machado. Nos sete minutos iniciais, só os dois pontuaram pela seleção. Forte na defesa, o Brasil manteve a vantagem, mesmo com as três substituições: saíram Splitter, Machado e Huertas, e entraram Baby, Tavernari e Fúlvio. O primeiro período terminou com uma cesta do venezuelano Cedeño do meio da quadra, mas foi o Brasil que fechou na frente: 27 a 19.

No segundo quarto, Moncho colocou os reservas em quadra e foi até o intervalo com Baby, Murilo, Tavernari, Duda e Fúlvio. Com o ataque bem distribuído, o Brasil não teve dificuldades para manter a vantagem no placar. Baby se destacou com cinco rebotes, e Fúlvio anotou oito pontos e três assistências. Na saída para o vestiário, a seleção brasileira liderava por 46 a 34.

Na volta para o terceiro período, Moncho lançou os dois únicos jogadores que ainda não tinham entrado: Marcus e Ricardo Probst. Eles formaram o quinteto com os titulares Huertas, Marcelinho e Splitter. No banco, Moncho gritava o tempo inteiro para o time não ter pressa no ataque. E o resultado veio com tiros certeiros de Marcelinho e uma excelente atuação de Splitter, que chegou a dar uma enterrada de costa e levantou a pequena torcida. O pivô deixou a quadra a três minutos do fim do terceiro quarto e deu lugar ao também titular JP Batista. A esta altura, o Brasil já liderava por 20 pontos. O período terminou em 72 a 49.

Moncho continuou mesclando reservas e titulares, e o Brasil manteve a vantagem. A seis minutos do fim, um momento de tensão. Duda recebeu uma falta dura. Baby reclamou com o venezuelano, mas acabou tomando um empurrão de Guevara. Moncho pediu tempo para acalmar a equipe. Um minuto depois, Osório fez uma falta em Fúlvio, jogando-o para fora da quadra, na lateral. A torcida protestou, mas os brasileiros não reagiram. Apenas ajudaram o companheiro a se levantar.

A dois minutos do fim, o venezuelano Vargas jogou-se sobre Ricardo Probst, em mais uma falta dura. O Brasil manteve-se concentrado no jogo e fechou a partida em 97 a 69, para alegria da torcida que, mesmo muito pequena, chegou a fazer “ola” na vazia arquibancada do Maracanãzinho.

“Jogo contra equipe sul-americana é sempre assim. Eles defendem muito duro e sempre sai um pouquinho de briga”, diz Marcelinho Huertas.

(RODRIGO ALVES, GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro)

June 26, 2008

Seleção Brasileira vence Venezuela por 97 a 69 na estréia do técnico Moncho

Contra uma Venezuela de poucos recursos técnicos que só sabe bater, a Seleção Brasileira masculina de basquete fez uma boa estréia sob o comando do técnico espanhol Moncho Monsalve, vencendo o primeiro amistoso preparatório para o Torneio Pré-Olímpico Mundial de Atenas por 97 a 69 (46 a 34 no intervalo) no Rio de Janeiro. O pivô campeão espanhol pelo TAU Cerámica Tiago Splitter foi o cestinha da partida com 20 pontos e 10 rebotes, e o ala campeão nacional pelo Flamengo Marcelinho Machado foi outro destaque do passeio brasileiro no ginásio do Maracanãzinho com 17 tentos e quatro bolas de três. O principal pontuador venezuelano foi José Vargas com 11 pontos. O Brasil ganhou todos os quatro períodos da partida, mostrando virtudes como uma defesa agressiva, uma transição rápida para o ataque, Marcelinho Huertas criativo na armação e um bom espírito coletivo, mas o banco de reservas deixou a desejar, e houve erros típicos de um início de preparação devido à falta de ritmo de jogo. As duas equipes voltam a se enfrentar nesta sexta-feira às 18h30min. A entrada é franca e o SPORTV transmite ao vivo.

Com um bom primeiro quarto, a Seleção Brasileira superou a Venezuela por 27 a 19 nos 10 minutos iniciais com destaque para 11 pontos de Marcelinho Machado mais 10 de Tiago Splitter. No segundo período, o ritmo verde-amarelo caiu com a entrada dos reservas, mas pelo menos o armador Fúlvio foi bem nos chutes de três pontos, dando ao Brasil uma vantagem de 46 a 34 no intervalo. No terceiro quarto, Marcelinho e Tiago voltaram bem à quadra, e a diferença subiu consideravelmente para 72 a 49. Na etapa final, bastou administrar a diferença e agüentar a pancadaria dos venezuelanos para fechar o jogo em 97 a 69.

“Esse jogo foi muito positivo. Alguns jogadores estrearam na seleção agora e já esperávamos a falta de entrosamento, de ritmo de jogo. Sabemos que ainda precisamos melhorar em alguns aspectos. O principal é que colocamos em prática o que estamos treinando. A Venezuela tem o Sul-Americano pela frente e é bom enfrentar uma equipe que também está se preparando para uma competição. Vamos procurar acertar os detalhes que faltam, mas a equipe está de parabéns pela atitude que teve em quadra”, comentou o ala Marcelinho Machado.

“A vitória foi importante porque foi o nosso primeiro jogo e isso dá moral para o grupo. Temos consciência de que precisamos melhorar muita coisa para o Pré-Olímpico, mas sabemos o que deve ser feito para alcançar os objetivos”, disse o pivô Tiago Splitter.

O Brasil começou o jogo no Maracanãzinho meio nervoso desperdiçando três ataques seguidos. Marcelinho Huertas deu um belo passe pelas costas, mas Alex errou a bandeja, aí Vargas abriu o placar convertendo um chute longo da lateral direita. Splitter tirou a Seleção do zero com uma cesta no rebote ofensivo, o veterano Oscar Torres respondeu com uma cesta de três, Marcelinho acertou um chute longo de dois e uma enterrada de Splitter após boa troca de passes no contra-ataque virou o placar para 6 a 5. Vargas conseguiu uma jogada de três pontos, Tiago empatou em 8 a 8 com um gancho e Marcelinho converteu uma infiltração sofrendo a falta e encestando o lance livre de bonificação. Oscar Torres foi certeiro em um arremesso de fora do garrafão na lateral esquerda, mas Splitter converteu um tapinha no rebote ofensivo fazendo 13 a 10. Tiago conectou mais um gancho após boa assistência de Alex, na defesa o Brasil forçou a Venezuela a estourar os 24 segundos de posse de bola, aí Marcelinho abriu 18 a 10 com uma bola de três frontal. Após um pedido de tempo do técnico Nelson Solorzano, Alex encestou dois lances livres, depois de uma cesta venezuelana no garrafão, Marcelinho meteu mais uma cesta de três, Huertas converteu uma bandeja no contra-ataque livrando 25 a 11, o quinteto titular brasileiro defendia muito forte e fazia uma transição veloz nos contragolpes. Com a entrada de alguns reservas, a Seleção caiu de rendimento e deixou a Venezuela marcar cinco pontos seguidos, Fúlvio conectou dois lances livres, mas no último segundo Cedeño acertou uma bola incrível da quadra de defesa fechando a parcial.

No segundo período, os reservas brasileiros não mantiveram a intensidade defensiva do time. Bethelmi começou o quarto com uma cesta fácil girando no garrafão, o ala Jonathan Tavernari respondeu com uma bandeja de costas, Murilo conectou um em dois lances livres, Tavernari roubou uma bola na defesa e no contragolpe fez a bandeja abrindo 32 a 21, Cedeño descontou com uma cesta de três, Duda respondeu na mesma moeda, e em um contra-ataque Murilo converteu uma ponte aérea fazendo 37 a 24. Miguel Marriaga acertou um chute da entrada do garrafão, Baby fez uma cesta chorada embaixo do aro, Vargas aproveitou um passe errado de Fúlvio para converter uma bandeja no contra-ataque, Fúlvio se redimiu com uma cesta de três, mas os erros seguidos do time nacional levaram a Venezuela a diminuir a diferença para 42 a 34 com uma bandeja de Bethelmi, levando Moncho Monsalve a pedir tempo para criticar essas bolas perdidas. Na volta da pausa, após um chute de três precipitado de Duda, Murilo sofreu falta e conectou um em dois lances livres, e no final da parcial Fúlvio meteu uma bola de três da lateral direita garantindo a vantagem de 12 pontos no intervalo.

No retorno para a terceira etapa, o ala-pivô Ricardo Probst errou dois chutes de três seguidos, mas o Brasil dominou os rebotes no ataque e Marcelinho Huertas acertou um triplo da lateral direita fazendo 49 a 34. Em outra boa troca de passes, Tiago Splitter fez mais uma enterrada com as duas mãos, mas no ataque seguinte errou dois lances livres, a Venezuela descontou com uma cesta de três e em seguida Jesus Centeno converteu uma boa infiltração. Huertas deu o troco fazendo a cesta numa bela penetração pela lateral direita do garrafão abrindo 54 a 39, Marcelinho Machado acertou sua terceira bola de três com assistência de Huertas, Oscar Torres conectou dois lances livres, o inspirado Marcelinho meteu outro triplo desta vez bem de longe, e em um contra-ataque Splitter deu espetáculo com uma cravada de costas abrindo 62 a 42. Após uma assistência esperta de Marcelinho, Ricardo converteu uma cesta embaixo sofrendo a falta e conectando o lance livre de bonificação, Cedeño e J.P. Batista acertaram dois lances livres de cada lado. Após uma bola perdida por Marcelinho no garrafão defensivo, Rafael Perez fez uma enterrada, Alex respondeu com uma bola de três da zona morta direita, e depois o pernambucano Batista fechou a parcial em 72 a 49 com uma cesta embaixo em um bom giro. 

O Brasil veio para o último quarto bastante modificado, mas fez o suficiente para aumentar a diferença. Jonathan Tavernari começou bem acertando uma bola de três, mas depois perdeu duas bolas seguidas e foi sacado por Moncho Monsalve. Rafael Perez diminuiu a diferença com uma jogada de três pontos, J.P. Batista conectou dois lances livres do outro lado, no ataque seguinte Murilo bateu para dentro e conseguiu também um lance de três pontos. Perdendo por 27 de diferença, a Venezuela arrumou confusão: Roque Osório fez uma falta dura em Duda, Vargas e Guevara deram empurrões pelas costas em Baby, o tempo fechou ameaçando briga, mas Moncho aproveitou para pedir tempo e acalmar os ânimos. Na volta Duda conectou um em dois lances livres, Rafael Guevara acertou duas cobranças de falta do outro lado, e o jogador sujo Osório fez mais uma falta feia jogando Fúlvio fora da quadra. Depois Baby fez duas bobagens seguidas no ataque, José Vargas converteu uma bandeja na infiltração, Tavernari abriu 85 a 58 encestando dois lances livres seguidos, o gordinho venezuelano Luis Júlio errou duas cobranças na linha de penalidade, e Huertas acertou uma em duas. Tiago Splitter botou moral em cima do folgado Guevara com um tocaço de tabela e depois acertou dois lances livres, com o jogo ganho os brasileiros precipitaram alguns arremessos. Em um lance atabalhoado, Vargas montou em cima de Ricardo Probst numa falta antidesportiva, o ala-pivô do Assis errou dois lances livres, mas depois se redimiu metendo uma bola de três fazendo 91 a 64, Splitter encestou dois lances livres, Sucre fez o mesmo do outro lado. No finalzinho, Ricardo errou uma bola embaixo do aro, Tiago conectou um em dois lances livres, Alex converteu uma bandeja mesmo sofrendo outra falta dura de Vargas e completou a jogada de três pontos no lance livre de bonificação fechando o placar.

De 7 a 9 de julho, a Seleção Brasileira irá disputar o Torneio de Acrópolis contra Grécia, Croácia e Austrália. A estréia no Torneio Pré-Olímpico Mundial será dia 15 de julho contra a Grécia. No dia seguinte o Brasil enfrenta o Líbano.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 97 (27 + 19 + 24 + 25)

Titulares: Marcelo Huertas (8 pontos), Alex Garcia (8), Marcelinho Machado (17), João Paulo Batista (6) e Tiago Splitter (20 pontos e 10 rebotes). Entraram depois: Rafael “Baby” Araújo (2 pontos e 7 rebotes), Jonathan Tavernari (9), Fúlvio (10), Duda (4), Murilo (7), Marcus Toledo (0) e Ricardo Probst (6). Técnico: Moncho Monsalve.

VENEZUELA 69 (19 + 15 + 15 + 20)

Titulares: Centeno (2 pontos), Torres (12), Sucre (3), Vargas (11) e Marriaga (2). Entraram depois: Perez (5), Cedeño (10), Osório (1), Guevara (4), Bethelmi (10), Luis Júlio (5) e Marin (4). Técnico: Nelson Solorzano.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira (dia 26)

Jogos Desafio Eletrobrás – Brasil 97 x 69 Venezuela – Ginásio do Maracanãzinho
(SPORTV – Ao vivo)

Árbitros: Cristiano Maranho (SC), Fernando Serpa (RS) e Maurício Serour (RJ)
Comissário FIBA: Geraldo Fontana

Sexta-feira (dia 27)

18h30min – Jogos Desafio Eletrobrás – Brasil x Venezuela – Ginásio do Maracanãzinho
(SPORTV – Ao vivo)

Árbitros: Cristiano Maranho (SC), Fernando Serpa (RS) e Vander Lobosco Jr. (RJ)
Comissário FIBA: Geraldo Fontana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

June 25, 2008

Marcelinho se empolga com primeiro amistoso da Seleção no Maracanãzinho

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:55 pm

Visando à disputa do Pré-Olímpico Mundial, a Seleção Brasileira masculina de basquete realiza nesta quinta-feira, a partir das 21h (de Brasília) o primeiro dos dois amistosos diante da Venezuela, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Na competição que será realizada de 14 a 20 de julho, em Atenas (Grécia), a equipe comandada pelo técnico espanhol Moncho Monsalve vai em busca de uma das três últimas vagas para a Olimpíada de Pequim.

Capitão da Seleção Brasileira e jogador mais experiente do grupo, Marcelinho Machado acredita em uma boa atuação da equipe, com vibração e espírito de luta.

“Esses amistosos contra a Venezuela serão bons para que possamos colocar em prática tudo o que estamos treinando nesses 15 dias, as variações, as jogadas, e melhorar o nosso entrosamento. Apesar de serem amistosos, a seriedade é muito grande, a concentração é muito grande, porque é uma fase importante na nossa preparação. Vamos para quadra praticar o que estamos fazendo nos treinos, com muita vibração, com aplicação, com muita determinação”, afirmou.

“Temos um grupo muito bom, unido e disposto a trabalhar. Temos feito excelentes treinos, em um ritmo puxado, mas que vem sendo o ideal, e estamos conseguindo ver nossa evolução a cada dia que passa. Estamos muito focados, porque o Torneio Pré-Olímpico já começou para nós”, completou o tricampeão dos Jogos Pan-Americanos (2007, 2003 e 1999), cestinha do Nacional e da Liga Sul-Americana desta temporada pelo Flamengo.

O segundo amistoso contra a Venezuela será disputado nesta sexta, às 18h30min (de Brasília), novamente no Maracanãzinho.

(Lancepress!/Terra)

June 21, 2008

Jogadores da Seleção Brasileira participam do “Momento Olímpico”

Os jogadores da Seleção Brasileira Duda Machado, Marcelinho Machado e Tiago Splitter são os convidados de Roby Porto e Byra Bello no “Momento Olímpico”. O programa inédito vai ao ar na madrugada deste sábado para domingo (1h de Brasília).

A primeira reprise está programada para segunda-feira (5h), no SPORTV. O Brasil se prepara para disputar o Torneio Pré-Olímpico Mundial da Grécia (14 a 20 de julho), que irá classificar os últimos três países para a Olimpíada de Pequim no basquete masculino.

(CBB)

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