December 15, 2008
Outra questão importante e muito criticada por especialistas é a falta de apoio às Regiões Norte e Nordeste. Nesta primeira edição da Liga Nacional as duas regiões citadas não irão ter nenhum representante. Os entrevistados pelo BasketBrasil comentaram sobre o assunto e acreditam que o Norte e Nordeste estão em situação semelhante à do basquetebol feminino, ou seja, precisarão “esperar” pelo sucesso da Liga Nacional para aí sim, com apoio de patrocinadores e custeamento de viagens e alojamento, participar da competição mais importante do basquetebol brasileiro. Confira os comentários:
“Nós temos uma dificuldade em nosso país. O Brasil é muito grande e isso acaba “isolando” as regiões Norte e Nordeste, é só nós lembrarmos da dificuldade que o time de Salvador teve para jogar o Nacional no ano passado. As viagens são muito longas e o custo é alto. Mas eu acredito que a Liga irá crescer, o basquete voltará a ser popular e atrair a atenção da mídia, tendo mais patrocinadores, assim nós poderemos incluir todo o Brasil no campeonato. Quem sabe também, daqui a um tempo, consigamos ter uma divisão de acesso, isso só o tempo pode dizer”, declarou José Neto, auxiliar técnico de Moncho Monsalve na Seleção Brasileira masculina.
“Não existe exclusão. Eu não sei realmente o porquê dos times de Norte e Nordeste não estarem participando, talvez não tenham um time competitivo ou a estrutura necessária. Mas, como o nome diz, é a Liga Nacional de Basquete, vale para o Brasil todo e esperamos que as regiões Norte e Nordeste possam participar nos próximos campeonatos”, comentou Chuí, treinador de Araraquara.
“Eu detesto hipocrisia. Quando se cria um campeonato, logo as pessoas sempre questionam a ausência de alguma coisa ou de alguma equipe. A realidade é que poucas equipes do Norte e Nordeste têm a estrutura necessária para participar de um campeonato tão forte e competitivo como este. A minha vontade é que tenhamos times fortes e capacitados de todas as regiões, mas este não é um país muito justo, o Sul é privilegiado em outras coisas, não só no esporte. A minha vontade é que tenhamos times das 27 federações, isso seria o ideal”, foi a palavra de Alberto Bial, técnico do Joinville.
“Primeiro, é preciso olhar para trás. Historicamente, tem sido muito difícil viabilizar a participação dos times dessas regiões, um pouco pela falta de desenvolvimento do basquete lá, infelizmente, e outra por causa da dificuldade geográfica. Mas eu acho que a inclusão de equipes do Norte e do Nordeste virá com o tempo. Nossa prioridade agora era resgastar onde já há uma estrutura, uma base e depois expandir. Também não adianta tentar fazer tudo de uma vez, é preciso dar um passo de cada vez. Mas nós não esquecemos as regiões Norte e Nordeste, isso é um dos assuntos mais importantes para nós”, disse Lula Ferreira, técnico do Brasília.
“Eu acho que o que nós tínhamos que fazer num primeiro momento era exatamente isso que fizemos, ou seja, trabalhar com as equipes existentes e que já têm uma estrutura. Para revitalizar o esporte é preciso fazer um campeonato atraente e de bom nível técnico e, para isso, é preciso um mínimo de estrutura. No primeiro momento, era preciso utilizar as equipes com mais poder financeiro, mas eu acredito que em 2010 já poderemos incluir equipes de outros estados. Inclusive, temos um projeto para que os times do Nordeste e do Norte possam estudar e ver o campeonato com as equipes já existentes para que se estruturem e façam um bom papel quando forem competir”, explicou o técnico do Limeira, Zanon.
“Acho que é importante, seria muito bom para massificar o esporte nessas regiões. Eu acredito que com o crescimento da modalidade, a popularização da Liga e a profissionalização do basquete, tanto o Norte quanto o Nordeste poderão usufruir disso e, consequentemente, participar dos próximos campeonatos. Eu acredito que, a médio prazo, isso será possível. Na minha opinião, os dirigentes também deveriam encontrar uma forma de ajudar os times dessas regiões. Acho que com o sucesso da Liga, uma série de idéias serão colocadas em prática, incluindo essa questão dos times de outros estados”, é opinião de João Marcelo Leite, técnico do Paulistano.
“Eu penso que esse é um trabalho da confederação junto com as federações para massificar o esporte nessas regiões. Uma coisa que nós temos que nos preocupar é com o nível técnico da competição. Eu acredito que, com esse trabalho conjunto entre confederações e federações, possa haver uma Liga B que tenha acesso para a Liga principal para o time campeão. Assim, os times das regiões Norte e Nordeste terão um estímulo para galgar posições e melhorar a estrutura e o nível técnico de suas equipes. É assim que acontece na Argentina e em outros países”, comenta o técnico Hélio Rubens, de Franca.
“Nosso principal problema é o geográfico. O Brasil é diferente dos paízes vizinhos, Argentina e Uruguai. Nós temos dimensões muito grandes, as viagens são longas e custam caro. Isso chega até a desestimular os dirigentes e equipes do Norte e Nordeste, praticamente não há times lá. Tem uma equipe forte na Bahia, o Paysandu no Pará, mas fora isso não há mais times fortes o suficiente. Porém, eu acredito que é muito necessária a inclusão de equipes dessas regiões, mas isso deverá acontecer com a ajuda de patrocinadores, a exposição da modalidade na mídia, pois aí nós teremos equipes fortes e que serão ajudadas para os deslocamentos de um jogo para o outro”, palavra de Marco Antônio Aga, treinador de Assis.
Quando a idéia de criação da Liga Nacional foi anunciada, causou certa polêmica, isso porque foi pensada apenas uma competição estruturada para os homens, deixando as mulheres de lado. Este assunto não deixou de ser abordado nesta segunda-feira na apresentação oficial dos projetos Novo Basquete Brasil e Liga Nacional. Ídolos e técnicos do basquetebol brasileiro falaram com o BasketBrasil sobre o assunto.
Para o auxiliar técnico da Seleção Brasileira adulta masculina, José Neto, a criação de uma Liga Nacional para o basquete feminino depende da evolução deste campeonato que acaba de ser criado: “Eu acredito que com a criação desta nova Liga, o basquetebol como um todo será contagiado. A modalidade tem tudo para crescer, pois o projeto é muito sério. Assim, o basquete feminino poderá se beneficiar disso e ter sua própria liga, nos mesmos moldes, em breve. É preciso um estímulo e a Liga Nacional é exatamente isso”, afirmou Neto.
Mesma opinião tem o técnico de Araraquara, o ex-jogador Chuí: “Eu acredito que a Liga Nacional vai puxar em todos os segmentos. O basquete feminino está incluso, assim como a organização dos árbitros, mesários, entre outras coisas. Nós esperamos que essa Liga dê certo e que possa estimular a criação de um campeonato forte e organizado para as meninas também”.
Já o técnico do Joinville, Alberto Bial, afirmou que este não foi o momento para a criação de duas Ligas (uma para os homens outra para as mulheres), mas também disse que as meninas merecem ter uma liga estruturada e que em breve este sonho poderá ser realizado: “É uma questão difícil. Falando de agora, nós tivemos que privilegiar os homens, os times masculinos têm um pouco mais de estrutura e estão em maior número, então é mais fácil criar um projeto audacioso. Nós precisamos de patrocínio, de apoio, é isto que estamos buscando com essa Liga para aí sim conseguirmos realizar o sonho de ter uma liga gerida pelos clubes também para as mulheres”, concluiu.
Na opinião do técnico Lula Ferreira a criação de uma Liga Nacional para as mulheres é totalmente viável: “Nós pretendemos criar uma Liga Nacional feminina, mas para isso precisamos expandir um pouco mais o basquete aqui no Brasil, mostrá-lo cada vez mais para o grande público. Com isso, novos patrocinadores virão, mais pessoas ficarão interessadas na modalidade e ela irá crescer cada vez mais, abrindo portas para as mulheres também”, finalizou o técnico do Universo/BRB.
O técnico Paulo Chupeta, do atual campeão brasileiro Flamengo, acredita que o apoio da TV será essencial para a criação de uma Liga feminina igualmente organizada como a masculina que está por vir: “Se os clubes mais tradicionais do basquetebol feminino se organizarem e mostrarem um projeto, certamente terão sua Liga. A Rede Globo também poderá ser fundamental nisso, eles estão apoiando esse novo campeonato e podem apoiar o basquetebol feminino também. É tudo uma questão de tempo e preparo”, finalizou o treinador da equipe carioca.
Assim como Chupeta, Hélio Rubens, treinador do Franca, acredita que a união dos principais clubes do basquetebol feminino será fundamental para esse novo passo: “Eu acho que a criação de uma Liga Nacional feminina é viável, depende apenas dos clubes. É só você ver no masculino, os clubes se uniram, perceberam que esse era o único caminho para melhorar a situação do basquete e a CBB foi praticamente obrigada a apoiar a Liga. Isso pode acontecer no feminino também e estamos torcendo por isso”.
Já Marco Antônio Aga não tem a mesma visão de seus colegas de profissão: “O feminino enfrenta uma situação diferente da do masculino. São pouco clubes, é só ver como é difícil se fazer um campeonato nacional feminino, são apenas, sete, oito clubes, no máximo onze. Não há massificação, é realmente difícil. Mas eu torço de coração para que essa Liga dê certo e seja um espelho para o feminino, que os clubes procurem ir atrás de seus direitos e busquem um basquetebol melhor e mais organizado. Eu espero que isso aconteça, já que o basquetebol feminino operou alguns milagres, conseguindo resultados muito expressivos mesmo não tendo apoio. Desse jeito que está hoje não dá, o basquete feminino jogado aqui não está à altura das glórias que ele trouxe para o basquete”, concluiu o técnico do Assis.
O técnico Guerrinha, do Bauru, tocou em ponto importante, o machismo do brasileiro: “Infelizmente, eu ainda acho que o brasileiro é um pouco machista, aliás não é só o brasileiro, mas o mundo inteiro. O público gosta de força, da explosão física e por isso que as modalidades masculinas fazem mais sucesso nos esportes coletivos, como futebol e vôlei. É só ver o exemplo da WNBA, ela tenta repetir o sucesso da NBA, mas não consegue, pois as jogadoras não têm a mesma plástica dos homens. Aqui no Brasil isso também ocorre, o basquete e o futebol feminino trazem resultados apenas pelo talento, mas não por causa do apoio. Eu espero que essa Liga abra a porta para o crescimento do basquetebol feminino aqui no Brasil”.
A apresentação oficial da Liga Nacional de Basquete (LNB) na manhã desta segunda-feira no clube Pinheiros, em São Paulo, reuniu vários ícones do basquetebol brasileiro. O BasketBrasil esteve presente na festa e conversou com alguns dos ilustres convidados, que participarão diretamente da primeira edição do campeonato, com início previsto para janeiro de 2009.
Para Chuí, ex-jogador de Franca e atual técnico do Lupo/Araraquara, a criação de uma Liga gerida pelos clubes era mais que necessária: “É o que vem sendo feito em todo o mundo. Na Espanha, na Argentina, as Ligas são geridas pelos clubes e aqui não deveria ser diferente. Agora, nós faremos o calendário, veremos o que é melhor para todos, os times não serão desmanchados de um ano para o outro, haverá mais continuidade. Enfim, esta Liga tem tudo para revitalizar o esporte aqui no Brasil”, declarou.
Chuí: “Pessoas envolvidas no projeto são sérias”
Chuí também acredita que a Liga dará certo pois as pessoas envolvidas mostram muita seriedade e amor pelo esporte: “É sempre bom quando você vê que as pessoas à frente do negócio e envolvidas com isso são aquelas que amam o basquete e que são sérias. Isso me dá muita confiança e faz com que eu acredite plenamente que tudo dará certo”, completou o treinador do Araraquara.
Opinião semelhante tem o técnico do Winner/Limeira, Zanon: “Essa união de ex-jogadores, clubes e confederação, formando uma liga independente só pode fortalecer o basquete. As pessoas envolvidas neste meio são as melhores possíveis, desprovidas de qualquer vaidade, além de serem muito capacitadas. Eu creio que haverá um resgaste do basquete, mas não só um resgaste momentâneo, mas uma recuperação duradoura. Eu acredito que só com essas pessoas e do jeito que foi criada, o basquete teria uma reviravolta tão forte como terá em breve”, disse Zanon.
Guerrinha: “Basquetebol tem que ser tratado como uma empresa”
Guerrinha, treinador do Bauru, vai mais longe e diz que a criação da Liga Nacional ajudará a profissionalizar o basquete brasileiro, além de contribuir indiretamente com as categorias de base: “Eu me sinto realizado com o que estou presenciando hoje. É muito bom ver ex-companheiros de time, jogadores que treinei, todos reunidos por uma causa: revitalizar o basquetebol brasileiro. Eu acredito que a criação do Novo Basquete Brasil contribuirá não só para o basquete adulto, mas também para a base. O basquete virou uma “empresa” no mundo inteiro, mas aqui no Brasil não, só agora que nós começaremos a tratar o basquete como uma “empresa”. O amor está envolvido, logicamente, mas nós temos que olhar o basquete de maneira diferente, assim como vem acontecendo no mundo inteiro”, analisou Guerrinha.
O experiente treinador do Bauru também acredita que uma mescla entre a cultura americana e a européia é o ideal para o basquete brasileiro cresça mais: “A realidade européia é mais palpável, obviamente. A NBA está em outro patamar, mas nós brasileiros somos mais ligados aos americanos na parte técnica do jogo, preferimos o jogo um-contra-um, usamos mais a habilidade. O que nós precisamos fazer é uma mescla entre as duas culturas. Também precisamos tratar o basquete como uma empresa e é isso que está propondo a LNB”, concluiu Guerrinha.
Lula: “CBB cuidará muito bem das seleções”
O ex-técnico da seleção brasileira e atualmente trabalhando no Universo/BRB (DF), Lula Ferreira, assim como Guerrinha, se diz realizado: “Eu me sinto muito feliz. Pessoas que fizeram a história do basquetebol brasileiro como jogadores, continuam fazendo história hoje, alguns como técnicos, outros como dirigentes. Eu tenho certeza que o campeonato será de altíssimo nível graças às duas coisas que precisavam ser feitas e que estão sendo concretizadas hoje. Primeiro, os clubes têm que estar juntos pela mesma causa e, segundo, a chancela da CBB. Agora, os clubes farão de tudo para fazer o melhor campeonato da história enquanto que a CBB cuidará muito bem das seleções, principalmente as de base”, concluiu Lula.
Bial: “É um dia histórico para o basquetebol brasileiro”
Alberto Bial, técnico do Joinville, era um dos mais entusiasmados na cerimônia: “É um dia de renascimento para o basquetebol brasileiro. Nós estamos unidos por uma causa: revitalizar a modalidade no Brasil e recolocá-la no seu devido lugar, um lugar que ela perdeu nos últimos anos. Eu acho que esse dia, nesta apresentação da Liga, é histórico para o basquetebol brasileiro”, comentou.
João Marcelo: “Criação da Liga motivará a nova geração”
Um dos técnicos da nova geração, João Marcelo, que comanda o Paulistano, tem esperança em um pleno desenvolvimento da Liga Nacional: “É uma esperança para nós, esta Liga nos traz um novo ânimo e, pessoalmente, posso dizer que para essa nova geração, de jogadores e técnicos, uma Liga forte e organizada como essa é um fator de motivação. Isso me dá mais vontade de trabalhar melhor, de me preparar melhor para ajudar o basquete nessa fase difícil. Eu acredito plenamente que a modalidade terá um crescimento nestes próximos anos aqui no Brasil e isso motivará mais os jovens, eles vão querer basquete e isso é muito positivo”, analisou o jovem treinador.
Aga: “A semente foi plantada e dará muitos frutos”
Marco Antônio Aga, técnico do Assis e que trabalha há 24 anos com o basquete, também está esperançoso para que tudo dê certo: “O basquetebol brasileiro estava precisando muito disso há muito tempo. Tudo começou com o Oscar e a criação da Nossa Liga há três anos. Depois fizemos uma Supercopa muito bem organizada e de muita visibilidade, ali ficou claro que a união dos clubes era necessária. O basquete vem passando por crises nestes últimos anos e um dia alguma decisão teria que ser tomada. Felizmente, para nós e para o basquete, os clubes se uniram e uma semente foi plantada. Tenho certeza que ela dará muitos frutos”, completou Aga.
December 3, 2008
No basquetebol temos vários fundamentos: arremesso, passe, drible, etc. Um dos mais bonitos é quando um jogador dá uma assistência (passe seguido de cesta) para o seu companheiro de equipe. Normalmente quem dá mais assistência durante uma partida é o armador. No jogo entre Conti/AMEA/Assis e Winner/Limeira todos os assisenses terão a oportunidade de dar uma “assistência”, só que será a mais bela e importante assistência da partida.
Muitos cidadãos assisenses já aderiram à campanha em prol das vítimas das chuvas no Estado de Santa Catarina, doando roupas, alimentos, utensílios domésticos, material de limpeza e higiene, etc. Nesta quinta-feira (04/12), a partir das 19:00 horas, dia da partida entre Conti/AMEA/Assis e Winner/Limeira, os assisenses terão mais uma oportunidade de fazerem suas doações nos portões de acesso do ginásio Jairo Ferreira dos Santos, o “Jairão”. As doações arrecadadas durante a partida serão encaminhadas para Santa Catarina através do Corpo de Bombeiros da cidade de Assis.
“A colaboração de cada um é muito importante para Santa Catarina, Estado em que nasci e vivi grande parte de minha vida. É de coração que peço a todos os torcedores do Conti/Assis e cidadãos assisenses, que doem alimentos, roupas de cama, colchões, calçados e roupas no próximo jogo entre Conti/Assis e Winner/Limeira. Agradeço desde já a cada um que venha a ajudar nossos irmãos catarinenses”, ressalta o pivô do Conti/Assis Ricardo Probst.
Marco Antônio Aga, técnico de Assis, via e-mail.
August 26, 2008
Enquanto o Campeonato Paulista da Série A-1 não começa os times continuam se reforçando e definindo seus elencos para a nova temporada. Quem protagonizou uma movimentação nesta segunda-feira foi o Conti/Assis. A equipe do interior paulista confirmou a contratação do ala Ted, que foi o cestinha do Torneio Novo Milênio deste ano.
Na competição vencida por Casa Branca, o ala de 28 anos, que defendeu o Americana Basketball, teve média de 19.6 pontos por jogo e liderou seu time ao vice-cameponato no certame. No momento, Ted tem como prioridade fazer um excelente Campeonato Paulista por Assis.
“Estou muito feliz e empolgado para jogar aqui no ‘Jairão’. Já joguei contra a equipe assisense, quando atuava pelo Flamengo e sei do poder que tem essa torcida. E eles serão retribuídos com muita raça e vontade de vencer”, declarou o lateral.
Outro que ficou satisfeito com o acerto foi o técnico do Conti/Assis, Marco Antônio Aga: “O Ted é um ala que marca muito bem e é pontuador, tanto que na última competição em que participou, foi o cestinha. Com certeza será um grande reforço para nossa equipe”, destacou o treinador.
Apesar de ter apenas 28 anos, Ted já é um jogador com bastante experiência no basquetebol. Ele começou sua carreira no Pinheiros e também defendeu outros dois times paulistas, São Caetano e Casa Branca. Além disso, Ted vestiu as camisas de duas equipes cariocas, Flamengo e Grajaú.
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