Os jogadores e a comissão técnica do Phoenix passaram muito tempo na quinta-feira revisando o vídeo da derrota em casa para o Indiana Pacers, um filme de horror que teve 19 bolas desperdiçadas pelo Suns e uma falha de comunicação na defesa que deixou o cestinha do jogo Danny Granger livre para meter a bola de três frontal da vitória no último segundo. O time do ala-armador brasileiro Leandrinho (19V-13D) quer a recuperação com urgência na madrugada deste sábado (à 1h30min, no horário de Brasília), recebendo no US Airways Center o ascendente Dallas Mavericks (22V-13D), que ontem venceu pela oitava vez nas últimas dez partidas, derrotando o New York Knicks no Texas por 99 a 94 (54 a 59 no intervalo) com duas grandes cestas do armador Jason Kidd no último quarto salvando o time numa noite ruim do astro alemão Dirk Nowitzki, que fez apenas 10 pontos jogando com uma febre de 40 graus.
Com Nowitzki não se sentindo muito bem com uma forte gripe na cabeça, o veterano Kidd fez algo que prefere deixar para os outros companheiros, o armador que sempre procura a assistência primeiro, resolveu chutar mais à cesta e foi um dos destaques do Azulão texano com 16 pontos, sete rebotes e quatro passes para cesta. Quarto cestinha da temporada da NBA, Dirk fez apenas dois pontos a mais que sua menor marca no ano, errou 10 em 13 arremessos de quadra, mas em compensação distribuiu sete assistências. O ala Josh Howard foi o cestinha do Mavs com 19 pontos.
“Você tem de apagar seu disco de memória e se tornar um arremessador. Eu tive algumas bolas com grande visão da cesta que não entraram, mas os caras continuaram me dizendo para continuar chutando e felizmente acertei nos momentos que era mais importante”, destacou Kidd, bicampeão olímpico nos Jogos de Sydney-2000 e Pequim-2008.
“Ele (Kidd) converteu um par de arremessos difíceis ali. Eles (Knicks) basicamente deixaram ele sozinho a noite toda, e ele derrubou alguns arremessos para nós”, disse Nowitzki, que errou seus sete últimos arremessos. “Quando era a hora de ir para a vitória, eu não tinha um grande ritmo chutando a bola, mas fui capaz de fazer algumas assistências quando eles dobraram a marcação em mim”, destacou o alemão.
O armador Chris Duhon foi o cestinha da partida pelo Knicks (13V-21D) com 24 pontos e sete assistências tendo acertado seus nove primeiros arremessos, o ala Wilson Chandler contribuiu com 20 tentos, e o ala-pivô David Lee anotou seu sétimo duplo-duplo consecutivo, com 13 pontos e 15 rebotes, mas o clube nova-iorquino sofreu sua nona derrota consecutiva em visitas a Dallas, onde não ganha uma partida desde o dia 16 de dezembro de 1999, quando bateu o Mavericks por 100 a 93 na antiga Reunion Arena.
“Ele (Kidd) converteu um par de arremessos difíceis ali. Eles (Knicks) basicamente deixaram ele sozinho a noite toda, e ele derrubou alguns arremessos para nós”, disse Nowitzki, que errou seus sete últimos arremessos. “Quando era a hora de ir para a vitória, eu não tinha um grande ritmo chutando a bola, mas fui capaz de fazer algumas assistências quando eles dobraram a marcação em mim”, destacou o ala-pivô alemão.
O armador Chris Duhon foi o cestinha da partida pelo Knicks (13V-21D) com 24 pontos e sete assistências tendo acertado seus nove primeiros arremessos, o ala Wilson Chandler contribuiu com 20 tentos, e o ala-pivô David Lee anotou seu sétimo duplo-duplo consecutivo, com 13 pontos e 15 rebotes, mas o clube nova-iorquino sofreu sua nona derrota consecutiva em visitas a Dallas, onde não ganha uma partida desde o dia 16 de dezembro de 1999, quando bateu o Mavericks por 100 a 93 na antiga Reunion Arena. O New York perdeu a segunda seguida depois de uma vitória surpreendente sobre o atual campeão Boston Celtics no domingo.
“O que torna isso frustrante é que nós estamos jogando um bom basquete contra alguns dos melhores times na NBA, chegar perto e não conseguir vencer é frustrante”, disse Lee.
O técnico do Dallas, Rick Carlisle, disse após a partida que Nowitzki jogou com uma febre alta, mas o astro do Mavs minimizou o problema e disse que sua baixa pontuação teve mais a ver com o Knicks utilizando constantemente marcação dupla em cima dele. Mas uma das sete assistências de Dirk deu ao time texano a liderança definitiva do placar, ele achou Kidd livre para converter um arremesso longo que virou o placar para 87 a 86 faltando 5min44s. O armador depois acertou um tiro de três a 4min11s do final ampliando a vantagem para 93 a 89. Kidd não fazia tantos arremessos de quadra numa partida (15, acertando seis) desde o dia 9 de dezembro, na derrota para o San Antonio Spurs após duas prorrogações.
O pivô do Knicks Eddy Curry, que ficou fora das primeiras 33 rodadas com uma lesão no joelho, fez sua estréia na temporada entrando em quadra com 2min42s faltando no primeiro quarto e pouco mais de um minuto depois converteu uma bandeja, o único arremesso que ele tentou em dois minutos e meio de ação, nos quais também pegou dois rebotes. Chris Duhon começou com a mão quente acertando seus nove primeiros arremessos de quadra e terminando com um aproveitamento de 10 cestas em 14 chutes. Com 100% de aproveitamento em nove arremessos no primeiro tempo, o armador ex-Chicago Bulls liderou o Knicks com 22 pontos antes do intervalo para uma vantagem de cinco na metade do jogo no American Airlines Center. Duhon fechou seu primeiro tempo perfeito com uma bandeja e sua quarta bola de três da noite dando ao Knicks uma vantagem de oito pontos nos momentos finais do segundo quarto, o primeiro chute errado dele só aconteceu quando o pivô Erick Dampier bloqueou a tentativa de bandeja do armador faltando 8min40s no terceiro período.
O Dallas teve um ataque mais equilibrado com seis jogadores pontuando em dígitos duplos, o ala Antoine Wright fez 13 pontos, o ala-pivô Brandon Bass encestou 12 e o ala-armador Jason Terry marcou 10. Nas últimas seis partidas, o Mavericks só enfrentou times perdedores (com menos de 50% de aproveitamento na classificação) e conseguiu cinco vitórias. Mas o time precisou se recuperar de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o Minnesota Timberwolves na semana passada, perdeu para o Memphis Grizzlies no domingo e também precisou de uma virada no final para vencer o Los Angeles Clippers na terça-feira, hoje terá um teste mais difícil em Phoenix.
“Eu ouço muitas pessoas falando sobre como seria legal ter alguns jogos fáceis. Eu não vejo dessa maneira. Este é o ano mais competitivo de cima abaixo que já vi na NBA”, afirmou o treinador Carlisle.
O ala Al Harrington converteu uma jogada de três pontos cortando a vantagem do Dallas para 95 a 94 no final, o Knicks ainda teve a chance de virar o placar nos três ataques seguintes, mas não converteu essas oportunidades. Aí Nowitzki conectou dois lances livres dando ao Mavs três pontos de frente, e Jason Terry selou a vitória acertando um arremesso longo faltando nove segundos. Nos últimos 2min18s, o New York errou todos os seis arremessos que tentou, e fechou o último quarto com um aproveitamento de apenas 25% no ataque (seis cestas em 24 chutes). O armador baixinho de 1,75m Nate Robinson acertou só um em nove tiros de três pontos ontem, sua pontaria descalibrada acumula 27 erros em 30 triplos tentados nas últimas cinco partidas do Knicks.
“Eles (jogadores do New York) estão jogando o mais duro que podem jogar e nos dando uma chance de vencer, simplesmente não conseguimos fechar bem o jogo ainda”, disse o técnico ex-Suns Mike D´Antoni, que recebeu uma falta técnica por reclamar de uma falta a 10min56s do final.
O Mavericks venceu 12 nas últimas 14 partidas em seu ginásio, se recuperou de um mau início de temporada (2V-7D), mas fora de casa seu rendimento não é dos melhores, essa é a esperança do Phoenix para devolver a derrota sofrida diante do Dallas no dia 4 de dezembro, quando Nowitzki brilhou com 39 pontos numa vitória de ponta a ponta por 112 a 97, depois desse confronto o Suns acumula oito vitórias em 12 jogos.
Os jogadores do Suns costumavam usar o salão ao lado dos vestiários do US Airways Center como lugar de diversão incluindo mesas de sinuca, video games, computadores, aparelhos musicais e telão de TV, mas ontem eles passaram muito tempo na sala que agora é tipo um cinema para assistirem vídeos de jogos, e na quinta-feira a sessão foi o filme de terror dos erros cometidos na derrota contra o Pacers, não teve muita escapatória.
O técnico do Suns, Terry Porter, culpou a falta de comunicação defensiva da equipe pela derrota, e não foi exclusivamente na jogada final da bola de três pontos matadora de Danny Granger no último segundo. Uma arrancada de 17 pontos a 4 do Indiana no terceiro quarto expôs algumas falhas defensivas do astro cestinha do time, o ala-pivô Amare Stoudemire. Na jogada da vitória, o Pacers alinhou quatro jogadores na altura da linha de lance livre na hora do passe de reposição lateral de Mike Dunleavy e mandou Stephen Graham penetrar o garrafão como uma isca, Leandrinho seguiu o ala que era seu homem a ser marcado, mas Jason Richardson saiu para pegar Graham também, depois que Porter tinha enfatizado que o Suns faria as trocas na defesa, só que o brasileiro continuou atrás de Graham também, e Granger saiu livre na cabeça do garrafão escapando para o tiro frontal de três pontos.
“O esperado é que você cace (seu adversário) até que haja uma troca envolvida, mas J-Rich pegou o cara dele (de Leandro Barbosa). J-Rich, neste ponto, deveria dizer: “LB, eu pego ele”, e naquele ponto LB simplesmente ficaria no topo do garrafão”, explicou Porter, mas como não havia ninguém ali Granger passou entre Jarrett Jack e Jeff Foster para receber a bola de frente e finalizar com o tiro de três e Steve Nash pulou atrasado na tentativa de cobertura.
“Foi uma falha de comunicação. Eu não estava trocando até que eu visse um corta-luz, eu fui atrás do meu cara (Graham) e JR pegou meu cara”, disse Leandro na matéria do jornal Arizona Republic.
Como o ala Grant Hill estava cobrindo o lado mais próximo da cesta, sobrou para Steve Nash a única chance de dar combate a Granger, mas estava vindo do lado fraco e ficou a quase dois metros atrás de Granger quando o cestinha recebeu a bola para chutar, daí não chegou a tempo de atrapalhar o arremesso.
“Outra dolorosa lição aprendida pelo Phoenix Suns”, resumiu Porter.
Algumas pessoas questionaram por que Nash e Leandrinho estavam em quadra para uma jogada final defensiva, considerando que são atletas de muita qualidade ofensiva, mas não têm a mesma habilidade na defesa.
“Não importa quem sejam os jogadores, se não houver comunicação na defesa, os mesmos erros vão se repetir”, rebateu Porter.
O Suns ficou nessa situação porque não manteve a última posse de bola do jogo sob controle depois que Jason Richardson pegou um rebote ofensivo faltando 11 segundos, com o placar empatado em 110. Porter queria pedir tempo na hora, mas não recebeu a atenção de um jogador ou de um dos árbitros para seu pedido, e o arremesso errado final de J-Rich ainda deixou nove décimos de segundo no relógio para o Indiana armar a jogada fatal no tempo pedido pelo técnico Jim O´Brien. O jogo de quarta-feira teve o terceiro pior aproveitamento ofensivo do Phoenix na temporada (42,5% de acerto nos arremessos de quadra), e nos três primeiros quartos o Suns cedeu 54,3% de aproveitamento ao Pacers, antes da reação na etapa final puxada por 11 pontos de Leandrinho, que estava com um aproveitamento de apenas 28% nos arremessos de três pontos antes de acertar quatro em seis no jogo da semana passada contra o Memphis Grizzlies e três em cinco na quarta-feira.
Outro erro grave foi a cobertura no garrafão contra os pick-and-rolls e cortes pela linha de fundo do Pacers. “Eles não tinham pivôs típicos no poste baixo e fizeram 15 cestas no garrafão no primeiro tempo, temos de voltar ao básico”, concluiu Porter.
Com a ajuda de Dirk Nowitzki, que fez a maioria das jogadas decisivas para o time do Texas, o Dallas Mavericks venceu o Los Angeles Clippers por 107 a 102, na noite desta terça-feira, em Dallas, TX. O alemão fez excelentes 34 pontos, ajudando um Mavs arrependido com a troca de Jason Kidd, já que enquanto Devin Harris destrói defesas no Leste, Jason Kidd fez ontem, apesar de 10 rebotes, apenas três pontos. Outro que não se saiu bem foi o porto-riquenho J.J. Barea, com apenas cinco pontos.
Mas na opinião de Nowitzki, o Mavs não fez um bom jogo: “Isso foi terrível. Tínhamos uma boa vantagem e deixamos eles se recuperarem. Nós não defendemos com força total nesse jogo.”
Uma hora após o jogo, o técnico Rick Carlisle, tentava convencer os jornalistas – e com certeza, os seus jogadores – que não seria um jogo fácil. E o Mavs teve certeza disso jogando contra o time com pior seqüência de derrotas da NBA (oito).
O Dallas Mavericks precisou de uma disparada no placar no final da partida (11 a 1) para vencer um jogo considerado por muitos dos mais fáceis. Essa diferença só veio ser concretizada com o toco de Dirk Nowitzki em Eric Gordon, logo depois completada com dois pontos para o time do Texas.
Gordon, que marcou 32 pontos na partida, teve um desperdício de bola logo após a jogada, quando perdeu a bola para Jason Kidd. Para muitos, ele foi o culpado da derrota angelina, mas Gordon disse não se preocupar: “Eu não vou comentar sobre isso. Nós apenas perdemos e não vou me preocupar sobre isso. Nós tivemos as mesmas oportunidades e apenas não concluímos em pontos.”
O Clippers sofre com uma grande ausência de jogadores importantes, tanto por lesões (Baron Davis, Zach Randolph, Chris Kaman, Mike Taylor) como por suspensões (Ricky Davis, que violou a política de drogas da NBA). Apesar da derrota, Mike Dunleavy, técnico do Clippers, disse estar satisfeito com sua equipe: “Eu tenho muito orgulho desse elenco, que apesar das dificuldades vem fazendo boas apresentações.”
“Nós paramos de acreditar em vitórias morais há muito tempo”, disse o ala-pivô Al Thornton. “Nós só precisamos vencer jogos de verdade a partir de agora”, explicou.
Pelo lado do Mavs, tiveram boas atuações, além de Dirk Nowitzki, o ala Josh Howard (22 pontos) e o ala-pivô Brandon Bass (13 pontos). Pelo Clippers, o cestinha foi Eric Gordon com seus 35 pontos. Destaque também para Al Thornton (25 pontos) e Marcus Camby (10 pontos e 19 rebotes).
“O primeiro tempo terminou com uma boa vantagem para nós (10 pontos), mas no segundo tivemos um desempenho ruim, e jogamos de uma forma em que deixamos eles (Clippers) pontuarem”, disse Howard.
Agora o Mavs recebe o New York Knicks, amanhã em Dallas. Já o Clippers vai até San Antonio enfrentar o Spurs.
De acordo com notícia divulgada pelo site Hoopsworld na manhã desta quarta-feira, o Toronto Raptors estaria interessado no ala Josh Howard, que atualmente defende o Dallas Mavericks. Conforme a publicação, Howard poderia ir para o time canadense em uma troca envolvendo quatro jogadores, Howard iria para o Raptors junto com o pivô senegalês DeSagana Diop ou o jovem Antoine Wright, já o Toronto daria o ala italiano Andrea Bargnani e o ala-armador Anthony Parker.
A diretoria do Mavericks está descontente com o desempenho do ala dentro da quadra e já tornou pública sua decepção com o comportamento do atleta fora dela. Howard já afirmou que consome drogas durante as férias e foi detido pela polícia por algumas confusões. Além disso, o ala, que jogou o Jogo das Estrelas há duas temporadas, não estaria se dando bem no esquema do técnico Rick Carlisle, apesar das boas médias apresentadas.
Howard atingiu seu auge em 2006, quando teve médias de 20.0 pontos e 7.0 rebotes por jogo, sendo peça essencial ao lado do astro alemão Dirk Nowitzki. Porém, seu rendimento caiu, assim como o de toda a equipe, e a diretoria da franquia acabou demitindo o ex-técnico Avery Johnson. Desde então, muita coisa mudou com a chegada de Carlisle e Howard não parece estar se encaixando bem no esquema. Ele está acertando 43% de seus arremessos, média mais baixa desde a sua temporada de novato e seus rebotes por jogo tambem caíram vertiginosamente.
Muitos especialistas acreditam que Howard precisa trocar de ares para voltar a velha forma e, para alguns, o estilo de jogo do Raptors seria perfeito para o ala recuperar seu prestígio. Outro atleta do Mavs que passa por situação semelhante é o senegalês DeSagana Diop. Ele acabou perdendo espaço na rotação do time texano graças as boas atuações do titular Erick Dampier. Além disso, o Raptors necessita urgentemente de um pivô para subsitutir o machucado Jermaine O’Neal.
Já o Toronto busca trocar Andrea Bargnani, escolha de primeira rodada do time no draft de 2006, há um tempo. O italiano definitivamente não se encaixou no esquema do técnico Sam Mitchell e vem sendo muito irregular, embora tenha mostrado potencial. Para se ter uma ideia da evolução do ala é só pegar os últimos quatro jogos dele. Bargnani teve médias de 21.0 pontos, 6.2 rebotes e 57.1% de aproveitamento dos seus arremessos.
Anthony Parker, por sua vez, traria ao Mavs o que ele mais precisa: mais solidez na posiçã 2 (ala-armador). O veterano tambem contribuiria mais no banco de reservas, um dos pontos fracos do Dallas. Inclusive, fontes ligadas as franquias dizem que Parker é a peça mais importante da troca. A diretoria do Mavericks está empolgada com a possibilidade de ter um jogador que cria seus arremessos, cresce nas horas decisivas e defende muito bem. Resta saber se isso não passará de um rumor.
A rodada deste domingo da NBA foi mesmo cheia de surpresas. Além das derrotas do Boston Celtics e Cleveland Cavaliers, outra equipe considerada favorita em sua partida acabou sendo superada. O Dallas Mavericks, que vinha de seis vitórias nos últimos sete jogos, foi dominado pelo Memphis Grizzlies, no FedEx Forum, e perdeu por 102 a 82 (50 a 45 no intervalo).
A vitória foi histórica para a franquia de Memphis, que não vencia o Dallas há treze jogos. O último triunfo do Grizzlies sobre o rival divisional havia acontecido no dia 26 de novembro de 2005. Diante de sua torcida, o time do Tennessee tinha um tabu ainda maior, já que não batia o Mavs desde o dia 17 de fevereiro de 2004. O resultado do duelo deste domingo encerrou uma sequencia de oito vitórias consecutivas dos texanos no FedEx Forum.
O principal responsável pelo triunfo foi o novato OJ Mayo. O ala-armador fez um grande segundo tempo, quando conectou 18 de seus 21 pontos na partida e ajudou o Memphis a dar uma arrancada arrasadora na segunda metade. Mayo teve uma bela atuação principalmente no terceiro quarto, quando fez 10 pontos e ajudou o Grizzlies a aumentar sua vantagem para oito tentos, 76 a 68.
No último quarto, o calouro acertou dois chutes de 3, dois lances livres e deu uma assistência, liderando a equipe anfitriã na série decisiva de 16 a 8 no seis minutos iniciais da parcial, praticamente liquidando com as pretensões do Mavs de virar a partida. Além de ter sido o cestinha da equipe da casa, Mayo também pegou seis rebotes em 41min na quadra.
Outro novato que brilhou foi o espanhol Marc Gasol. O irmão mais novo de Pau, ala-pivô do Los Angeles Lakers, acertou oito de seus 14 arremessos e terminou a partida com 19 pontos. Marc tambem pegou seis sobras e deu duas assistências. O ala Rudy Gay e o ala-pivô Hakim Warrick tiveram estatísticas semelhantes. Ambos marcaram 18 tentos e pegaram sete rebotes, a diferença é que Gay deu quatro passes precisos e Warrick recuperou duas bolas.
“O Dallas era como aquele garoto que te bate na escola, ele é maior e você fica contando os dias para crescer e finalmente enfrentá-lo. Era desse modo que nós encarávamos esse time”, declarou o ala-pivô Hakim Warrick. “Nós finalmente conseguimos vencê-los, é um alívio, especialmente para mim”, completou.
Pela equipe texana apenas três jogadores conseguiram se destacar. O ala-pivô Dirk Nowitzki foi o cestinha. O alemão encestou 11 de seus 21 arremessos e finalizou a partida com 28 pontos. Dirk também conseguiu três sobras e três passes perfeitos em 34min na quadra. O ala-armador Jason Terry saiu do banco de reservas para contribuir com 18 pontos. Completando a lista de destaques, o ala Josh Howard, com 12 tentos.
Na análise de Nowitzki, o problema do Mavericks é começar os jogos mal: “Nós não estamos iniciando bem as partidas, estamos tendo problemas com isso. Já ficamos atrás por 10, 12, 20 e até 29 contra o Minnesota e sempre temos que correr atrás no marcador, isso toma uma energia muito grande de nossos jogadores, já que precisamos nos esforçar mais durante os jogos. Precisamos dominar as partidas desde o início e comandar o placar durante mais tempo”, disse o astro germânico.
Ambos os times descansam nesta segunda-feira e voltam a ativa na terça. O Dallas Mavericks (20v-13d) receberá a visita do Los Angeles Clippers enquanto que o Memphis Grizzlies (11v-23d) encara o Minnesota Timberwolves no seu FedEx Forum.
O Detroit Pistons conquistou sua sexta vitória consecutiva nesta sexta-feira (2/1/2009), ao derrotar o Sacramento Kings por 98 a 92 em casa, no Palace of Auburn Hills. Desfalcado de três de seus principais jogadores - Richard Hamilton (virilha), Rasheed Wallace (pé) e Antonio McDyess (costela), Detroit contou mais uma vez com o armador segundanista Rodney Stuckey, que liderou a equipe com 38 pontos.
“Eu sabia que teria de jogar muitos minutos e marcar muitos pontos. Nós tínhamos uma vantagem na posição de armador hoje e eu tentei tomar vantagem em cima disso”, explicou Stuckey, que marcou 13 de seus 38 pontos no último período.
Os três desfalques forçaram o técnico Michael Curry a começar o jogo com uma linha de frente jovem, Kwame Brown e Amir Johnson, mas deu certo. O armador Allen Iverson e o ala Tayshaun Prince fizeram 23 pontos cada, e Johnson teve um duplo-duplo de 10 pontos e 14 rebotes. Somando Stuckey, Iverson, Prince e Johnson, saíram 94 dos 98 pontos do Pistons; se o jogo fosse apenas entre os reservas dos dois times, a vitória seria de Sacramento, por 35 a 2.
“Esta foi uma situação única. Quando trouxemos caras saídos do banco, foi por propósitos defensivos. Nós sabíamos que Stuck, A.I. e Tay teriam de nos carregar, e olhe o que eles fizeram”, disse Curry.
Foi a sétima derrota do Kins nos últimos oito jogos. O pivô Brad Miller liderou a equipe com 25 pontos e 16 rebotes, John Salmons teve 21 pontos e o ala-armador Kevin Martin acrescentou 20. “Nós tivemos oportunidades de vencer este jogo, mas não executamos em nenhum dos dois lados da quadra. Stuckey teve um jogo monstruoso e não fomos capazes de contê-lo”, disse o técnico interino do Kings, Kenny Natt.
Sacramento encostou em 89 a 86 com uma cesta de 3 pontos de Bobby Jackson a 2min43s do final, mas Stuckey respondeu com duas belas infiltrações nas posses seguintes, uma bandeja e uma jogada de três pontos, arrancando gritos de “Rodney! Rodney!” da torcida. Iverson selou a vitória com uma cesta na linha de fundo, em passe de Stuckey, a 15s do final.
Detroit (20v-11d) volta à quadra no domingo (4/1) para iniciar uma excursão de quatro jogos pelo Oeste. O primeiro desafio é no Staples Center, contra o Los Angeles Clippers. Sacramento (8v-25d) continua na estrada e encara o Indiana Pacers no Conseco Fieldhouse, neste sábado (3/1).
Melhores momentos:
Dallas sua para virar jogo em casa contra Philadelphia
O Dallas Mavericks venceu mais uma partida de virada, desta vez contra o Philadelphia 76ers, 96 a 86 nesta sexta-feira (2/1/2009), no American Airlines Center. Foi a sexta vitória em sete jogos para o Mavs.
Na última terça, o Azulão texano se recuperou de uma desvantagem de 29 pontos no segundo tempo contra o Minnesota Timberwolves, no que foi a maior virada da história da franquia. Desta vez, a desvantagem era de 12 pontos no terceiro quarto. “Não havia muita energia no ginásio. Não podemos simplesmente deixar o jogo rolar. Não acho que somos bons o suficiente para isso. Acho que qualquer um pode nos derrotar se não estivermos jogando com vontade”, disse o ala-pivô alemão Dirk Nowitzki, que só acertou quatro de 13 arremessos no primeiro tempo, mas acrescentou 16 pontos no quarto período para comandar a reação e terminar com 31 pontos, seu 10º jogo com 30 ou mais pontos na temporada. Ele também teve 4 rebotes, 5 assistências, 4 roubos e 2 tocos.
O Sixers foi ao intervalo com quatro pontos à frente e abriram 12 no começo do terceiro quarto. O armador Jason Terry, no entanto, após acertar apenas um chute em nove tentativas no primeiro tempo, converteu três cestas de 3 para diminuir a 58 a 51. Ele marcaria 13 pontos no período e o Mavs encostou em 66 a 64.
“Eu ouvi um cara atrás do banco dizer, ‘Jet, estamos esperando por você. O que você está fazendo?’ Eu não sei o que foi, mas eu comecei a receber boas chances. Arremessadores não param de arremessar”, disse Terry, que terminou com 21 pontos.
“Esse foi meio que o ponto de virada do jogo. Nós tivemos lapsos defensivos em que cedemos arremessos fáceis”, lamentou o técnico interino Tony DiLeo. Philadelphia teve produção ofensiva irregular no último quarto, enquanto o Mavericks acertou 11 de seus 15 arremessos no quarto período, incluindo pontos em 10 de suas 11 últimas posses. O time virou para 80 a 78 com uma cesta de média distância de Terry, Nowitzki acrescentou uma jogada de três pontos e o mesmo Terry acertou uma bandeja para fazer 85 a 78 com 3min55s por jogar. O Sixers não se aproximou mais do que cinco pontos no resto do caminho e sofreu sua quinta derrota em seis jogos.
O ala Josh Howard e o pivô Erick Dampier marcaram 10 pontos cada para o time da casa - Dampier contribuiu ainda 14 rebotes para produzir um duplo-duplo. O armador Jason Kidd deu 9 assistências. Pelo Sixers, que não contou com o ala-pivô Elton Brand (ombro) pelo sétimo jogo consecutivo, o ala-armador Andre Iguodala foi o cestinha, com 22 pontos. O armador Andre Miller teve 17 pontos, 11 rebotes e 4 assistências, mas cometeu 8 turnovers. O reserva Louis Williams fez 17 pontos e o ala-armador Willie Green, 11.
Dallas (20v-12d) visita o Memphis Grizzlies no domingo (4/1), no FedEx Forum. Philadelphia (13v-19d) continua no Texas neste sábado (3/1), quando encara o San Antonio Spurs no AT&T Center.
O Dallas Mavericks fez história na noite desta terça-feira. A equipe texana conseguiu derrotar o Minnesota Timberwolves por 107 a 100 (40 a 62 no intervalo) mesmo após estar perdendo por 29 pontos no terceiro período, 41 a 70. Com isso, foi concretizada a maior reação da história do Mavericks.
O comandante da reação foi o ala-pivô Dirk Nowitzki, que fez 24 pontos e pegou 13 rebotes. Entretanto, ele não foi o cestinha da equipe texana. A honraria coube ao ala-armador jason Terry, que conectou 29 tentos. Outro atleta do time anfitrião que fez mais de 20 pontos foi o ala Josh Howard, autor de 23 tentos. O armador Jason Kidd mostrou a velha forma e comandou as ações ofensivas com maestria, 14 pontos, 16 assistências e sete rebotes.
Pelo Minnesota Timberwolves, que perdeu pela oitava vez nos últimos dez jogos, o cestinha foi o ala-pivô Al Jefferson, que conectou 21 tentos. O camisa 25 do Wolves ainda pegou nove rebotes. Os jovens Ryan Gomes, Randy Foye e Sebastian Telfair ultrapassaram a barreira dos dígitos duplos. Gomes fez 19 pontos, Foye conectou 18 e Telfair assinalou 14.
Hornets vence Wizards: Em outra partida da noite de terça, o New Orleans Hornets não teve muitas dificuldades para passar pelo fraco Washington Wizards, 97 a 85 (46 a 46 no intervalo). O jogo disputado na casa do Hornets, na Louisiana, contou com uma partida brilhante de Chris Paul. O camisa 3 fez 15 tentos, deu 16 assistências e pegou 10 rebotes.
Rasual Butler contribuiu com 21 tentos para o Hornets enqaunto que o pivô Tyson Chandler registrou um duplo-duplo, 11 pontos e 11 rebotes. Pelo Washington Wizards, o maior pontuador foi o ala-pivô Antawn Jamison, autor de 22 pontos e 12 sobras. O armador Mike James contribuiu com 16 tentos e sete passes perfeitos.
Mesmo sem o astro Dirk Nowitzki, que cumpriu suspensão, o Dallas Mavericks conseguiu um bom resultado fora de casa na rodada deste domingo. A equipe texana foi até o Staples Center e bateu o Los Angeles Clippers por 98 a 76 (45 a 34 no intervalo). Com o resultado, o Mavs comprovou a boa fase, a franquia comandada pelo excêntrico Mark Cuban venceu 16 de seus 21 jogos e sete dos últimos dez.
Com a ausência da estrela alemã, coube ao ala Josh Howard a missão de liderar o Dallas. O camisa 5 do Mavericks assumiu a responsabilidade e fez uma de suas melhores partidas no campeonato. Howard acertou 10 de seus 20 arremessos, incluindo cinco chutes certeiros do perímetro para terminar o jogo com 29 pontos. O ala ainda contribuiu em outros fundamentos com nove rebotes, sete assistências e dois tocos, liderando o time nestes três quesitos.
Para Howard, quando Nowitzki não joga o Mavs tem que se superar e ser mais coeso: “Toda a equipe jogou bem hoje”, declarou o lateral. “Quando Nowitzki não joga nós precisamos ser melhores, precisamos acertar mais os arremessos. Sem ele, precisamos ser uma unidade melhor e foi isso que fizemos hoje”, completou.
A notícia de que Nowitzki não poderia atuar saiu três horas antes do jogo. O alemão fez uma falta flagrante em Matt Harpring na derrota do Mavericks para o Utah Jazz na última sexta-feira. A falta no ala-armador do Jazz foi a segunda flagrante de Nowitzki no jogo, ele acabou sendo ejetado do duelo e suspenso por um jogo pela comissão da Liga.
Outros jogadores que não costumam se destacar roubaram a cena neste domingo. O ala-armador Jose Juan Barea teve uma boa atuação. O porto-riquenho conectou 17 tentos, pegou quatro rebotes e deu quatro assistências. O ala-pivô Brandon Bass assinalou 14 tentos e buscou nove rebotes. O substituto de Nowitzki, o ala James Singleton foi razoável, 11 pontos, oito sobras e um toco em 24min na quadra.
Um dos trunfos do time visitante na partida foi o domínio do garrafão. A equipe do Texas dominou os rebotes, pegando 53 contra apenas 38 do Clippers. Cinco jogadores pegaram oito ou mais rebotes, incluindo o armador Jason Kidd, que também deu seis passes para cesta. Esses números impressionam, já que o desfalque Nowitzki é o principal reboteiro do Dallas, com média de 8.9 por jogo.
Mas não foi só o Mavs que teve desfalques, o Clippers não pôde contar com alguns de seus principais jogadores. O ala-pivô Zach Randolph não participou da partida devido a uma lesão sofrida na derrota diante do Toronto Raptors na semana passada. O pivô Chris Kaman e o ala Ricky Davis também não atuaram, ambos estão na enfermaria.
Os cestinhas da equipe anfitriã, que acumulou sua terceira derrota seguida, foram Marcus Camby e Al Thornton, ambos com 16 pontos. Camby ainda pegou 12 rebotes e deu cinco tocos, consolidando sua melhor partida com a camisa do time angelino. Os outros atletas que fizeram dígitos duplos foram os armadores Eric Gordon e Baron Davis. O novato Gordon encestou 12 tentos enquanto que “B-Diddy” fez 10 pontos e distribuiu nove assistências.
“Nós precisamos de todos os jogadores para jogarmos em bom nível”, afirmou Baron Davis. “As contusões, infelizmente, estão atrapalhando, mas eu ainda acredito que nós podemos fazer um bom campeonato. Todas as equipes atravessam bons e maus momentos, agora nós precisamos apenas nos manter saudáveis”.
O Los Angeles Clippers (8v-21d) tentará a recuperação na noite desta terça-feira. A equipe tricolor de Los Angeles vai até Sacramento para enfrentar o Kings. O Dallas Mavericks (18v-12d) também volta à quadra nesta terça. A equipe do técnico Rick Carlisle recebe a visita do Minnesota Timberwolves.
O ala-pivô alemão Dirk Nowitzki, do Dallas Mavericks, recebeu neste domingo (28/12) uma suspensão de um jogo por acertar Matt Harpring, do Utah Jazz, com as costas da mão no confronto entre as equipes, na sexta-feira.
A NBA anunciou a suspensão três horas antes do jogo entre o Mavericks e o Los Angeles Clippers, neste domingo no Staples Center, às 12h30min locais (18h30min no horário de verão de Brasília). Nowitzki ficará de fora da partida.
A falta em Harpring resultou na expulsão automática de Nowitzki durante o último quarto da derrota do Dallas por 97 a 88, na sexta-feira. A liga reviu a falta flagrante tipo 2 no sábado.
Depois de um incidente semelhante em que Kevin Garnett, do Boston Celtics, acertou Andrew Bogut, do Milwaukee Bucks, KG também recebeu uma suspensão de um jogo, e o vice-presidente executivo de operações de basquete, Stu Jackson, declarou ao site ESPN.com que a liga torna a suspensão automática “quando um jogador arrisca um soco com o punho fechado ou aberto, sem importar se faz contato ou não”.
Nowitzki estava reagindo a contatos forçados de Harpring debaixo da cesta. Os vídeos confirmam que o alemão fechou o punho direito ao tentar acertar Harpring. Ele se negou a falar com a imprensa sobre o ocorrido, mas dirigentes do Mavericks confirmaram que o ala-pivô foi questionado pelo escritório da liga sobre sua versão dos fatos.
O técnico do Mavs, Rick Carlisle, disse o seguinte aos repórteres após o jogo: “Pareceu ser acidental para mim, mas eles disseram que o punho estava fechado, então foi uma flagrante automática 2. Eles viram no vídeo, eu disse que não era intencional, eles disseram que não importava. Não acho que havia a intenção de acertar Harpring no rosto. Dirk não tem nenhum padrão de fazer este tipo de coisa. Foi um microcosmo da noite”, disse, juntando-se ao coro de técnicos e jogadores que reclamam da agressividade física dos jogadores do Utah.
O ala-pivô Kyrylo Fesenko, que pegou o rebote ofensivo sobre Nowitzki que precedeu o golpe em Harpring, se defendeu: “Eu busquei o rebote. Talvez empurrei ele um pouco. Aí provavelmente o Matt empurrou um pouco. Não acho que foi algo muito brutal. Acontece toda hora”.
A suspensão custará US$ 164.344,58, equivalente a 1/110 do salário anual de Nowitzki, US$ 18.077.904,00.
Na derrota dramática no último segundo para seu eterno carrasco San Antonio Spurs na rodada de Natal, o Phoenix Suns comandou o placar durante 44 minutos e 33 segundos, mas nos 16 minutos em que o brasileiro Leandrinho esteve em quadra, o Alvinegro texano fez 10 pontos a mais que o time da casa, e os jogadores do banco do Suns totalizaram apenas dois pontos. Mais uma mostra do quanto Leandro sofre quando joga contra o Spurs. Segundo o jornal Arizona Republic, nos últimos 18 confrontos entre as equipes contando temporada regular e playoffs, a média de aproveitamento do atleta paulista cai para 23% nos chutes de três pontos e 34% nos arremessos de quadra em geral, na quinta-feira a única cesta dele em cinco tentativas foi uma bandeja. E com a vitória do Utah Jazz (18V-13D) na noite de sexta-feira sobre o Dallas Mavericks (17V-12D) por 97 a 88, o Suns (16V-12D) voltou a ficar fora da zona de classificação aos playoffs da Conferência Oeste precisando de uma recuperação imediata no jogo de segunda-feira contra o lanterna geral Thunder (3V-27D) em Oklahoma City, não pode nem pensar em perder para não ficar ainda mais longe do G-8.
Corintiano de coração no futebol, Leandrinho simplesmente não consegue encontrar seu melhor basquete quando enfrenta o Alvinegro quatro vezes campeão da NBA. Foi o time texano que draftou o brazuca em 2003, mas logo o repassou ao Phoenix porque não via muito espaço para ele na reserva do astro francês Tony Parker. Na rodada de Natal, o brasileiro entrou em quadra apenas no segundo e quarto períodos nos minutos de descanso do armador-astro canadense Steve Nash, dividindo a quadra com o ala Matt Barnes, que esteve pior, errando cinco em cinco arremessos, incluindo quatro tiros da linha de três aumentando para sete a série de erros consecutivos em tiros de longa distância, isso depois de ter melhorado seu percentual de acerto para 44,4% com sua primeira bola de três pontos no jogo de sábado passado. No fim os “homens de preto” comemoraram a vitória por 91 a 90 com uma bola de três de Roger Mason com o cronômetro zerando. Muitos jogadores do Suns lamentaram a longa folga na tabela, foram quatro dias sem jogar até o confronto com o San Antonio.
“Isso foi duro. Foi tipo uma bênção e uma maldição para todo mundo, por um lado descansamos as pernas, mas ao mesmo tempo, você fica um pouco lerdo com tantos dias de folga”, disse Barnes.
A dupla Leandrinho/Barnes teve seu segundo menor total de arremessos na temporada, sendo que o ala-armador brasileiro jogou menos de 20 minutos pela quarta partida consecutiva, depois da aquisição de Jason Richardson numa troca com o Charlotte Bobcats ele tem jogado principalmente como reserva de Nash, já que o espaço na posição 2 está ocupado. Com a chegada de J-Rich, o impacto ofensivo de Leandro diminuiu, nesses últimos quatro jogos ele acertou ao todo 10 em 28 arremessos de quadra, tem rendido um pouco melhor nas assistências.
Na nova rotação do técnico Terry Porter, o trio titular Steve Nash/Amare Stoudemire/Jason Richardson joga o primeiro e o terceiro quarto inteiros, além de voltarem à quadra para fechar as partidas. Anteontem com Nash fora no início do último quarto, o Suns pontuou uma vez numa jogada de três pontos de Stoudemire, mas nesse ínterim Leandrinho errou três arremessos e Barnes desperdiçou duas posses de bola, foi a deixa para o Spurs empatar o jogo com uma seqüência de 8 a 0 antes de Nash quebrar o jejum em seu primeiro ataque no retorno à quadra. O armador novato esloveno Goran Dragic não foi capaz de cumprir a contento a missão como reserva do veterano astro canadense, agora a tarefa voltou ao colo de Leandrinho, só que o Phoenix contratou nesta semana um terceiro armador, o segundoanista ex-Washington Wizards Dee Brown, em horas de crise a comissão técnica do Suns já demonstrou várias vezes que não tem muita tolerância a erros. Assim como o ala-armador Alando Tucker foi enviado para a filial da liga de desenvolvimento em Iowa pela falta de espaço para jogar na posição 2 com a chegada de Richardson, Dragic pode ter o mesmo destino, e Brown disputar minutos com Leandro.
“É difícil recapturar o ritmo, mas nós tivemos nossas oportunidades. Eu não tive muitas oportunidades nos momentos finais. Eu não acho que fez um grande fator quando eu entrei (no último quarto), quando eu entrei nos momentos finais, nós estávamos indo mais para o garrafão e fazendo algumas coisas diferentes”, afirmou Nash, que no seu retorno à quadra no final cometeu um dos três desperdícios de bola do Suns em um espaço de 2min10s.
O quarto período de apenas 14 pontos do Phoenix foi o pior quarto ofensivo do time na temporada, o primeiro em que a equipe não conseguiu chegar a 20 pontos numa parcial desde a derrota na casa do New Orleans Hornets no dia 3 de dezembro, quando Nash não jogou. Pelo menos a defesa deu conta do recado: o Suns só levou 39 pontos do Spurs no primeiro tempo e terminou com uma seqüência de 12 jogos em que vinha sofrendo seguidamente 100 ou mais pontos dos adversários, a maior série de placares centenários permitida pela equipe do Arizona desde 1995. O jogo de quinta-feira marcou a décima vez que o Phoenix segurou um adversário abaixo dos 45% de aproveitamento nos arremessos, mas foi a primeira derrota nessa situação, mais doída ainda por ter sido no estouro do cronômetro.
“Eu não diria que foi de todo ruim porque nós jogamos bem na defesa e isso é uma revolução aqui”, opinou Steve Nash.
“Estamos melhorando, mas não há mais tempo e não há mais espaço para desculpas. Temos de parar de dizer: “nós vamos melhorar”. Nós temos de ir em frente e fazer, parar de dizer que nós vamos fazer. Temos de começar a falar do futuro em vez de falar do passado, temos de fazer estas coisas agora e vencer os próximos jogos”, concluiu Amare Stoudemire.
O Suns tem mesmo de se acertar logo para voltar ao grupo dos oito melhores do Oeste, o Utah mesmo desfalcado está conseguindo se manter na disputa. Na ausência de seus três principais jogadores de garrafão, todos machucados (o ala-pivô Carlos Boozer com uma lesão no quadríceps, o ala-pivô Paul Millsap com o joelho lesionado e o pivô turco Mehmet Okur com dores nas costas), poucos acreditavam que o Jazz poderia resistir ao Mavericks sem três de seus maiores cestinhas e reboteiros, mas o pivô novato grego Kosta Koufos surpreendeu, em sua sexta partida como titular marcou um recorde da carreira com 18 pontos na sua melhor atuação desde que saiu da Universidade de Ohio State. Koufos acertou oito em 11 arremessos de quadra e ainda pegou oito rebotes, e o normalmente pouco utilizado pivô ucraniano Kyrylo Fesenko também teve uma pontuação recorde na carreira com oito tentos e três tocos, com uma boa atuação coletiva liderada por 21 pontos do ala Ronnie Brewer o Utah liderou o placar de ponta a ponta em Salt Lake City e acabou com uma série de três vitórias do Dallas.
“Realmente pareceu que eles se uniram mais e tentaram vencer o jogo desde o início da partida. Fiquei feliz com isso”, comemorou o técnico setentão Jerry Sloan, há mais de 20 anos no comando do Utah.
O Jazz teve uma ampla vantagem de 52 a 34 sobre o Mavericks nos pontos marcados dentro do garrafão, e até o ucraniano Fesenko que está no segundo ano na NBA e nunca tinha feito mais de seis pontos numa partida desencantou convertendo quatro em cinco finalizações. O recorde anterior de Koufos era de 12 pontos. Fica mais fácil quando se tem um armador como Deron Williams distribuindo a bola, o reserva da seleção americana campeã olímpica anotou um duplo-duplo com 17 pontos e 13 assistências, cinco delas no primeiro quarto.
“Eu tenho grandes companheiros de time que sabem como distribuir a bola”, agradeceu Koufos.
“Todo mundo que jogou minutos hoje contribuiu de alguma maneira”, afirmou Williams.
No duelo direto de astros europeus, o ala-pivô russo Andrei Kirilenko errou 11 em 12 arremessos de quadra terminando com nove pontos (graças a sete conversões em oito lances livres), mas foi o maior reboteiro da partida com 14 rebotes e deu três passes para cesta, na defesa ajudou a limitar o cestinha alemão rival Dirk Nowitzki a 17 pontos e oito rebotes. O ala-armador reserva Jason Terry liderou o Mavericks com 26 tentos. O ala-armador C.J. Miles ajudou os anfitriões com 14, e o ala Josh Howard encestou 18 pelo Mavs.
O Dallas chegou a Salt Lake City na manhã de sexta-feira debaixo de uma nevasca, após vencer o Trail Blazers em Portland na noite de quinta-feira, a tempestade de neve em Utah que durou a noite inteira atrasou a viagem do Mavs, que pareceu um time cansado desde o início, depois ainda perdeu Nowitzki faltando 9min48s no último quarto, expulso de quadra por causa de uma falta flagrante em cima do ala Matt Harpring. Os dois se enroscaram numa disputa por posição debaixo do aro, depois que Fesenko já tinha encestado um rebote ofensivo, e quando estavam já se separando o alemão atingiu a boca do rival com o braço direito, a arbitragem entendeu que houve uma agressão e expulsou Nowitzki imediatamente.
“Pareceu para mim ter sido acidental, mas eles disseram que seu punho estava fechado, então foi automaticamente uma falta flagrante tipo 2. Nós jogamos mal, não vou dar desculpas sobre a viagem difícil ou nada assim”, disse o técnico do Mavericks, Rick Carlisle.
Nowitzki reclamou da marcação e trocou algumas palavras com Harpring antes de os dois serem separados, mas não teve jeito, foi para os vestiários mais cedo depois que os árbitros assistiram ao replay e mantiveram a decisão. A expulsão até que acordou o Mavericks, que perdia por 83 a 68 depois que Harpring converteu o lance livre da falta flagrante. O Dallas aí reagiu com uma seqüência de 12 a 2 logo depois que Dirk saiu de quadra, diminuindo a diferença para 85 a 80 com uma bandeja de James Singleton no meio do quarto final, mas isso foi o mais perto que o Azulão texano conseguiu chegar. Williams converteu duas bandejas em infiltrações consecutivas e depois deu uma assistência para Koufos fora do garrafão acertar um arremesso com auxílio da tabela mesmo sofrendo a falta, levando a vantagem do Jazz para 94 a 84. O Dallas vinha de quatro vitórias nos últimos cinco jogos, mas segundo o armador bicampeão olímpico Jason Kidd, autor de nove assistências do Mavs, o time pareceu ter esquecido sua energia em algum lugar entre Portland e Salt Lake City.
“Nós entramos moles e terminamos moles”, disse Kidd.
“Eles (Koufos e Fesenko) têm uma oportunidade de mostrar o que podem fazer, e os dois foram ótimos hoje. Eles pegaram rebotes e converteram arremessos, foram uma enorme parte de nosso time hoje”, elogiou Kirilenko.
O Portland Trail Blazers voltou a receber uma partida no dia de Natal, mas não aproveitou e perdeu pela primeira vez na data após 13 vitórias em Natais passados. O carrasco foi o Dallas Mavericks, que jogou duro, superou os problemas com a arbitragem e saiu do Rose Garden com o triunfo, 102 a 94, na última partida desta quinta-feira (25/12).
O Mavs manteve sua compostura apesar de jogar fora de casa e sofrer um colapso no terceiro quarto, com quatro faltas técnicas, além de uma falta flagrante e da expulsão do ala Josh Howard. “Nós lutamos o jogo inteiro. Houve algumas marcações com as quais não concordamos e talvez tenhamos perdido a cabeça um pouco, mas o importante foi a luta hoje”, disse o técnico da equipe, Rick Carlisle.
Portland aproveitou a empolgação e apoio da torcida local para arrancar no início do jogo, 10 a 2, mas o ala-pivô Dirk Nowitzki logo tomaria o controle, marcando 12 dos próximos 14 pontos de Dallas, que virou e abriu nove pontos de vantagem. No segundo quarto, a vantagem chegou a 51 a 41, mas o calouro Rudy Fernández acertou uma cesta de 3 e o armador Steve Blake fez sete pontos para ajudar os anfitriões a encostar em 59 a 55 no intervalo. Nowitzki já tinha 24 pontos.
O alemão, entretanto, recebeu sua quarta falta logo no início do terceiro período e foi para o banco. No caminho, ele recebeu uma falta técnica por discutir com o árbitro Bob Delaney. Sem seu All-Star, o Mavericks viu Portland reagir e virar para 67 a 66 com um chute de média distância de LaMarcus Aldridge. Mais tarde, Howard derrubou o pivô Joel Przybilla no chão, uma falta flagrante, e recebeu uma técnica por discutir com o gigante. Segundos depois, veio uma segunda técnica e a expulsão do ala, que terminou com 15 pontos. O Blazers foi aos 12 minutos finais com 80 a 77 no marcador.
“Acho que ninguém entrou em pânico, mesmo com todas as Ts (técnicas). Nós continuamos atacando, mantendo o placar próximo na reta final para ver se conseguíamos a vitória na estrada”, disse o armador Jason Kidd, do Mavs.
Os visitantes não demoraram a voltar à frente. O armador Jason Terry acertou cesta de 3 e Brandon Bass pontuou duas vezes seguidas para dar uma vantagem de sete pontos para Dallas. Os texanos fechariam o jogo com uma arrancada de 12 a 2, enquanto Brandon Roy, All-Star do Blazers, errou seus três arremessos nos últimos 3min33s da partida. “Eles não descansaram. Nós achávamos que tínhamos os nocauteado, mas eles não caíram. O técnico (Nate McMillan) disse que eles lutaram mais do que nós, e não dá para discordar disso”, lamentou Roy, autor de 22 pontos e 5 rebotes.
Blake acrescentou 14 pontos e 7 assistências para o Blazers, que também contou com 13 pontos cada dos reservas Rudy Fernández e Travis Outlaw e 12 pontos do ala-pivô LaMarcus Aldridge. Nowitzki, por sua vez, marcou 30 pontos e 5 rebotes para Dallas e teve Terry como seu “Robin”, marcando 19 pontos saído do banco. Kidd fez apenas 6 pontos, mas conseguiu um duplo-duplo de 12 rebotes e 10 assistências.
Dallas (17v-11d) tem 15 vitórias nos últimos 19 jogos, após começar a temporada com 2v-7d. O Azulão terá trabalho para manter a seqüência positiva nesta sexta-feira (26/12), quando enfrenta o Utah Jazz na EnergySolutions Arena de Salt Lake City, casa do adversário. Portland (18v-12d), por sua vez, segue jogando em casa e recebe o Toronto Raptors no sábado (27/10).
Com a derrota, o Portland, que venceu 18 partidas e perdeu 12 na temporada, caiu para a segunda posição da Divisão Noroeste, deixando a liderança isolada para o Denver Nuggets, do pivô brasileiro Nenê Hilário.
O Dallas Mavericks venceu, na madrugada desta segunda-feira, o Washington Wizards, pelo placar de 97 a 86, na esteira das performances individuais de Jason Terry e do ala Dirk Nowitzki.
A franquia texana segue brigando para voltar ao grupo dos oito melhores colocados da Conferência Oeste. O time está em 9º lugar com 15 vitórias, duas a menos que o 8º colocado Utah Jazz.
Terry voltou a ser o cestinha dos Mavericks, com 25 pontos, à medida que Nowitzki registrou 23, pegou nove rebotes e deu duas assistências.
Os alas Antawn Jamison, ex-jogador dos Mavericks, e Caron Butler anotaram 22 e 18 pontos, respectivamente, e terminaram como cestinhas dos Wizards, que ocupa o último lugar da Conferência Leste com quatro vitórias e 25 derrotas.
Dallas enfrenta o Memphis Grizzlies na terça-feira, ao passo que Washington tem pela frente o Charlotte Bobcats, no mesmo dia.
Dirk Nowitzki fez 27 pontos e pegou 10 rebotes, Jason Terry fez 27 pontos, pegou sete rebotes e teve oito assistências, e o Dallas Mavericks recuperou-se de um déficit de 12 pontos para derrotar o Toronto Raptors por 96 a 86, em Toronto.
“Dirk está tendo um grande ano. Quando ele aparece para jogar, ninguém está melhor”, disse o treinador do Mavs, Rick Carlisle.
Josh Howard ajudou o Mavs com 20 pontos.
Jermaine O’Neal fez 19 pontos para Toronto, foi a terceira derrota seguida do time.
Mas parecia que o Raptors levaria a melhor na partida. Em 12min o time da casa abriu uma vantagem de 33 a 21, convertendo 16 de 24 arremessos. Mas veio o segundo quarto. A equipe canadense acertou seis de 22 arremessos. Terry fez 13 pontos no período e Dallas cortou a diferença para 49 a 44 no intervalo.
Devean George faz uma bandeja observado por Andrea Bargnani
As coisas continuaram ruins para o Raptors no terceiro quarto. Ninguém sofreu mais do que o ala/pivô Chris Bosh. Ele errou seus cinco arremessos e a equipe resolveu acompanhá-lo. Toronto errou 15 de 20 arremessos e, com 8min29s para o final do terceiro, os texanos tomaram a liderança, levando uma vantagem de 69 a 63 ao período final.
“Pareceu que eles perderam a energia conforme o andamento do jogo, nos ajudou bastante”, analisou Carlisle.
Toronto ainda tentou reagir no quarto período. Com 9min40s para o final Bosh converteu um arremesso e a diferença ficou em 71 a 69. José Barrea e Terry converteram cestas de três pontos consecutivas e Brandon Bass colocou a diferença em 10 pontos.
Dallas pegou 47 rebotes na partida, 10 a mais do que os adversários. Foi o 14º jogo seguido em que o raptors pegou menos rebotes que a outra equipe. Os melhores momentos do jogo estão aqui.
O Denver Nuggets venceu sua quarta partida seguida e sétima nos últimos oito jogos ao derrotar o Dallas Mavericks por 98 a 88, fora de casa, nesta segunda-feira (15/12). A equipe do Colorado usou um grande esforço defensivo para segurar o Mavs e o pivô brasileiro Nenê foi grande parte desta performance, bloqueando quatro arremessos dos adversários.
O gigante paulista não descuidou do meio do garrafão do Nuggets e impediu bandejas dos armadores Jose Juan Barea (duas vezes) e Jason Kidd. Seu toco mais importante, porém, aconteceu com pouco menos de quatro minutos para o final, quando bloqueou arremesso curto do astro alemão Dirk Nowitzki, preservando uma vantagem de 10 pontos que logo seria ampliada para 94 a 81 com uma cesta de 3 pontos de JR Smith, em assistência de Chauncey Billups.
Esta dupla foi o grande destaque do Nuggets na partida desta segunda. Smith marcou 18 de seus 25 pontos no último quarto e foi cestinha de seu time, enquanto Billups liderou a defesa e terminou com 15 pontos, 8 assistências e 5 rebotes. Desde sua chegada em troca com o Detroit Pistons, Denver tem 16v-4d, incluindo 10v-1d quando limita o adversário a menos de 100 pontos e 8v-1d quando impede aproveitamento superior a 40% nos arremessos. Nesta segunda, o Mavericks converteu menos de 35% de seus chutes.
“(Defesa) Era nosso principal foco ao entrar em quadra. Nós sabíamos que este time é tão bom ofensivamente quanto você poderia encontrar, então era importante que estivéssemos concentrados e sintonizados com o plano de jogo. Nós conseguimos contestar todos os chutes deles. Com um time ofensivo que flui livremente, não dá para deixá-los perto de seus pontos favoritos”, disse Billups.
Denver saiu na frente no jogo, abrindo 27 a 15 ao final do primeiro quarto graças a 12 pontos do ala Carmelo Anthony, enquanto limitava Dallas a apenas seis acertos em 25 chutes no período. Foi a pior marca do time texano em um quarto na temporada. O Mavs reduziu para quatro pontos no segundo, mas uma arrancada de 16 a 7 do Nuggets fechou o primeiro tempo, mantendo uma liderança de 56 a 43 no intervalo. O time da casa converteu apenas 29% de seus chutes nos 24 primeiros minutos. “O primeiro quarto foi nossa ruína. É a importância de bons inícios, não começar atrás. Ofensivamente, não conseguíamos acertar a bunda de um touro com uma rabeca de baixo. Nós simplesmente não fomos bons o bastante”, disse o técnico do Dallas, Rick Carlisle, usando uma metáfora interessante.
Nowitzki tentou trazer Dallas de volta com os primeiros 11 pontos de seu time no segundo tempo, numa arrancada de 16 pontos seguidos que se iniciou no segundo quarto. Ele marcaria 16 pontos no terceiro período, que terminou com os anfitriões atrás por apenas 75 a 71. No entanto, os visitantes fizeram 12 pontos seguidos para abrir o último quarto, incluindo oito de Smith, e ampliaram para 87 a 71. O Mavericks não esteve mais perto do que oito pontos atrás pelo resto do caminho.
Dallas havia vencido 11 de seus 13 jogos anteriores, mas a derrota desta segunda deixa o time com aproveitamento de apenas 7v-6d no American Airilines Center, após perder apenas sete partidas no ginásio na última temporada e seis na temporada retrasada. Nowitzki foi o melhor em quadra, com 27 pontos e 10 rebotes. Jason Terry saiu do banco e contribuiu 19 pontos, Barea fez 12 pontos e 9 assistências, Devean George marcou 11 pontos e o pivô Erick Dampier teve 2 pontos e 15 rebotes. O ala Josh Howard fez seu retorno às quadras após 11 jogos inativo com uma torção no tornozelo esquerdo. Em 14 minutos saído do banco, marcou sete pontos.
Pelo Nuggets, Nenê teve 12 pontos (quatro cestas em 10 arremessos, quatro lances livres convertidos em seis tentativas), 9 rebotes, 2 assistências e 4 tocos. Anthony fez 23 pontos e 8 rebotes e o ala-pivô Kenyon Martin contribuiu 7 pontos, 10 rebotes e 6 assistências.
O Nuggets (17v-7d) igualou sua melhor marca após 24 jogos desde que entrou na NBA, em 1976-77. A equipe continua no Texas nesta terça-feira (16/12) para enfrentar o Houston Rockets no Toyota Center. Dallas (13v-10d) viaja para o Canadá, onde enfrenta o Toronto Raptors na quarta (17/12).
A máquina de rumores da NBA segue funcionando à todo vapor. A vítima da vez, agora, é Rasheed Wallace e o Detroit Pistons. Segundo fontes Detroit estaria analisando uma troca que mandaria Sheed para o Dallas Mavericks.
“É um movimento estilo Mark Cuban (dono do Mavs). Cuban aceitaria o Rasheed sem questão. Seria ousado, mas ele sabe que pode ajudar o time”, falou um executivo da Conferência Leste.
Dallas não parece ter os jogadores certos para propor uma troca. O Pistons espera livrar dinheiro do teto salarial para participar da “Loteria por LeBron James”, em 2010.
Um dos incentivos para ver Sheed pelas costas seriam as faltas técnicas que o ala/pivô adora receber. Nas primeiras 20 partidas ele já tem sete, três nos últimos quatro jogos.
Ben Gordon fez 29 pontos, Derrick Rose fez nove dos seus 22 pontos no quarto período e o Chicago Bulls derrotou o New Jersey nets por 113 a 104. Tyrus Thomas contribuiu com 16 pontos e Joakim Noah fez sete pontos e pegou sete rebotes.
Uma noite após errar todos os 13 arremessos o ala do Nets, Vince Carter, acertou 11 de 22 e fez 39 pontos. Ele começou a partida com uma enterrada na primeira posse de bola do Nets.
Devin Harris terminou o jogo com 22 pontos e sete assistências e ficou impressionado com Rose, o armador novato do Bulls.
“Ele é um jogador sólido. Me lembra de mim mesmo. Fazemos muitas coisas iguais. Acho que vai ser um grande jogador”, analisou.
Perdendo por 82 a 75 o Bulls fez 12 a 2 no início do quarto período, Thomas deu uma vantagem de 87 a 84 ao Bulls. Com 2min47s Gordon acabou com um empate em 96. Com 1min23s Rose fez uma bandeja para dar a liderança de 103 a 98 para Chicago.
Dirk Nowitzki fez 46 pontos, Jason Terry adicionou 28 e o Dallas mavericks acertou mais de 50% de seus arremessos na vitória de 103 a 99 sobre o Oklahoma city Thunder. Foi a 11ª vitória em 13 partidas do Mavs.
“Foi uma partida feia. Eles sairam na frente cedo e ganharam confiança”, disse o ala/pivô alemão.
Jeff Green fez 25 pontos, Kevin Durant teve 22 e Russel Westbrook fez 19 pontos e pegou oito rebotes.
“Seus mlhores jogadores tiveram partidas monstruosas”, disse o treinador interino do Thunder, Scott Brooks.
Atrás de Durant o OKC estava na frente por 74 a 65 no terceiro período.
Dallas virou a partida e Terry, com 2min54s para o final, deu a liderança definitiva ao time, 98 a 93.
Oklahoma City ainda diminuiu a diferença para 99 a 97. Com a chance de empatar Green perdeu a bola com 20s para o fim da partida.