O ala do Phoenix Suns, e companheiro de Leandrinho, Jason Richardson, quer ser o primeiro jogador da NBA com títulos no Campeonato de Enterradas e de 3 pontos do Fim de Semana das Estrelas da NBA. Em 2002 e 2003 ele venceu o Campeonato de Enterradas, agora, em 2009, quer participar do torneio de arremessos de longa distância.
“Espero ser o primeiro a vencer (os dois). Mostra muito do meu jogo, que não sei apenas enterrar”, disse Richardson.
O líder em aproveitamento dos três pontos desta temporada, com 48,5%, devereceber a chance da NBA.
“Definitivamente faria. Não participo (de campeonatos de três pontos) desde o Ensino Médio. (Michael) Jordan foi o primeiro (que participou dos dois na NBA)”, afirmou.
Na verdade, o pioneiro foi o ex-ala do Los Angeles Lakers, Michael Cooper, que teve o pior desempenho em campeonatos de três pontos (apenas cinco pontos) da história da liga.
Nesta segunda-feira (29/12), estréia no BasketBrasil a coluna “Bola de Ouro”, de autoria de Evandro Cruz Silva, marcando o início de uma parceria do melhor site especializado em basquete no Brasil com a revista online em PDF “Lance Livre”, que também já conta com o redator Thiago Barbosa escrevendo algumas crônicas de jogos da NBA para nosso site. O tema da coluna é rememorar grandes jogos e momentos da história da modalidade. Desejamos todo o sucesso em 2009 a mais esta união de idéias que reforça nosso conteúdo e oferece a você leitor um site ainda mais completo.
A redenção de Jordan (Por Evandro Cruz Silva)
O ano era 1997 e muito coisa havia mudado na NBA. A volta de Michael Jordan para NBA mudou as estruturas da liga e muitos já não acreditavam no poder de MJ, mas, com médias de 28 pontos e 5 rebotes, Jordan levou o Chicago Bulls para mais um playoff.
As primeiras séries foram dignas da dinastia Bulls, no primeiro round, 3 a 0 no New Jersey Nets que tinha como destaque o armador Sam Cassel (sério, o melhor jogador deles era o Sam Cassel). Nas semifinais mais um resultado fácil, 4 a 1 no Charlotte Hornets de Glen Rice, mas como toda série de playoffs é emocionante (pelo menos as escritas por mim…), a final seria contra o poderoso Indiana Pacers do incansável Reggie Miller….
Enquanto isso na Conferência Oeste….
O Utah Jazz da dupla Stockton–Malone vinha arrasador, tendo como única série difícil o confronto contra o Houston Rockets de Drexler, Hakeem e Barkley, terminada em 3 a 2 para o time de Utah. Nas semifinais, 4 a 1 no Spurs de Duncan e Robinson e, na final de conferência, o resultado mais inesperado: uma varrida de 4 a 0 no todo podereoso Los Angeles Lakers de Shaq e Bryant.
Com esses resultados o Utah Jazz teria dez dias de descanso, esperando o resultado de uma batalha épica entre Indiana e Chicago.
A batalha entre Reggie Miller e Michael Jordan parecia não ter fim, se por um lado Miller estava infalível dos três, do outro Jordan usava tudo que tinha para levar o Bulls à vitória. Nos quatro primeiros jogos a série ficou empatada em 2 a 2 e a fadiga parecia ter vencido o time de Chicago, já que no sexto jogo o Parces ganhou e já dava mostras de superioridade física, apontadas até pela imprensa local, mas Jordan não gostou nada disso :
“Eles ainda terão que passar por Chicago, e em Chicago nós não perderemos” - Michael Jordan
Dito e feito, em sua casa o Bulls foi imbatível, com atuações impecáveis de Michael Jordan e Toni Kukoc, o Chicago venceu o jogo por 88 a 83.
Bulls e Jazz foram para as finais, com as opiniões públicas dividídas, uns acreditavam na força de Jordan, outros na força da dupla Malone e Stockton.
O primeiro jogo foi ganho pelo Jazz, com um passe incrível de Stockton para Malone nos segundos finais, mas os outros três jogos foram arrasadores, três vitórias do Bulls, com direito a uma fala dessas do Jordan:
“Isso foi só o aperitivo”, somada à confiança do time, o quinto jogo seria em Chicago.
Obviamente, a torcida já estava comemorando o título, havia desfiles programados, shows, festas, mas esqueceram de combinar isso com o Utah, porque para eles, a batalha estava só começando…
E contra tudo e todos o Jazz venceu o Chicago Bulls por dois pontos de diferença, levando o jogo de volta para Utah.
Em Utah, a sorte parecia estar do lado do Jazz. No primeiro lance do jogo, Scottie Pippen, segundo melhor jogador do Bulls, se machuca e não volta mais para o jogo, deixando toda a responsabilidade nas costas de Jordan, que respondeu à altura, com 45 pontos na partida. Mas do outro lado havia Karl Malone, que levou seu time nas costas marcando 37 pontos e 11 rebotes. O jogo correu equilibrado até John Stockton, a 25 segundos do fim, marcar uma cesta de três, dando três pontos de vantagem. No ataque do Bulls, Jordan acerta uma bandeja marcada e diminui a vantagem do Jazz para um ponto.
Pronto, um ponto de vantagem, a bola está com Karl Malone, melhor jogador do time, o que poderia acontecer? Jordan poderia acontecer….
E assim, o melhor jogador a pisar em uma quadra de basquete se despedia de uma das melhores equipes que o esporte já viu…
Estima-se que mais de um bilhão de pessoas viram este jogo
Em outubro de 2010 a FIBA vai realizar o primeiro Campeonato Mundial de Clubes, com um prêmio de US$ 1 milhão para o campeão. O primeiro torneio vai contar com oito equipes, os campeões continentais da FIBA da África, Oceania, Ásia, Europa e Américas (excluindo os Estados Unidos), mais os vices desses dois últimos continentes. Mas não vai ter nenhum time da NBA.
“Vamos conversar com a NBA. Vamos fazer o primeiro, estudar a situação e chamar a NBA para o segundo”, disse o porta-voz da FIBA, Marcos Beltra.
O torneio deve lembrar o McDonald’s Championship, que foi disputado entre 1987 e 1999. O torneio contava com os campeões continentais da FIBA e um convidado da NBA. Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird foram escolhidos MVPs do torneio.
A FIBA deu um prazo de seis meses para a Turquia terminar os ginásios e ser a anfitriã do Mundial 2010.
LeBron James enterra QUASE da linha de lances livres contra o Milwaukee Bucks:
Duas cestas contra na Liga ACB. Na primeira, Darryl Middleton na temporada 1995-96 perde noção de onde está a cesta e dá uma bela enterrada contra sua equipe. Na segunda, Francisco Javier Chinche Lafuente na temporada 1992-93 é pressionado na saída de jogo e tenta passar a bola para o companheiro, resultando em uma cesta contra. Incrível! http://www.youtube.com/watch?v=u0xmh8CuHIg http://www.youtube.com/watch?v=ikt8bIm5UQw
No TOP 10 da Semana, o brasileiro conseguiu a 7a. melhor jogada da semana, depois de uma bela jogada contra o New Orleans Hornets http://www.youtube.com/watch?v=DkVM7xZ-NQc
Michael Jordan, um dos maiores ídolos da história da NBA e do basquete norte-americano, afirmou que pretende se tornar acionista majoritário do Charlotte Bobcats. Jordan é manager e co-proprietário da franquia. O principal acionista da franquia é Bob Johnson.
“Quando Bob quiser dar esse passo não terei problema em dizer: ‘Bob, gostaria de ter o poder da franquia’”, disse Jordan ao jornal Charlotte Observer.
Nas últimas quatro temporadas os Bobcats não se classificaram para os playoffs da NBA, fato que poderia fazer com que Johnson venda suas ações.
“Creio que Bob ainda não chegou neste ponto (de vender suas ações). Ele ainda se diverte sendo o proprietário de uma equipe da NBA”, completou Jordan, manager da franquia.
Na atual temporada da NBA o Charlotte Bobcats venceu duas partidas e perdeu três.
Obama pega um rebote em partida antes de contagem dos votos
O dia histórico, que viu os Estados Unidos elegerem o primeiro Presidente negro, de Barack Obama começou com um jogo de basquetebol em Chicago. O Presidente Obama jogou em uma quadra utilizada pelo Chicago Bulls, de Michael Jordan, para treinamentos, no Attack Athletics.
Quem participou da partida com Obama afirmou que o, ainda candidato, estava sério, esperando o potencial que o final do dia prometia.
Amigos, assistentes, mais ou menos 30 deles, agentes do serviço secreto, juntaram-se ao Presidente dos EUA para duas horas de basquetebol.
Você pode imaginar a importância do dia de hoje. Ele estava sério” afirmou o Senador Bob Casey, que jogou pela terceira vez com Obama.
A tradição de jogar basquetebol começou após Obama vencer as primárias o Iowa, em Janeiro. Após perder as primárias de New Hampshire, quando não jogou antes, Obama insistiu em jogar sempre que houvesse uma contagem de votos.
Entre os vários casos de retorno após a aposentadoria no esporte, o de Michael Jordan é classificado como um dos de maior sucesso. Quem garante é o colunista Lluís Carles Pérez, do periódico eletrônico espanhol Mundo Deportivo.
Jordan é considerado o paradigma do regresso triunfal. O armador do Chicago Bulls se retirou das quadras em 1993, aos 30 anos, após conquistar três títulos consecutivos na NBA.
Dois anos depois, o astro do basquete voltou para os Bulls para completar sua coleção de seis anéis de campeão. A façanha ganhou ainda mais destaque por causa de sua aposentadoria precoce, diz Pérez.
“Semelhante façanha o levou às alturas. Jordan é considerado, quase unanimamente, como o maior esportista de todos os tempos”, escreve o colunista.
Suas três temporadas posteriores, com o Washington Wizards, de 2001 a 2003, foram mais discretas.
Outro exemplo analisado é o do nadador Mark Spitz, que recentemente teve seu recorde de sete medalhas conquistadas em uma única edição dos Jogos Olímpicos (Munique-1972) quebrado por Michael Phelps, que levou oito ouros na Olimpiáda de Pequim.
Aos 22 anos, Spitz deixou as piscinas para voltar nos Jogos de Barcelona-1992, aos 41 anos. No entanto, sequer conseguiu alcançar o índice olímpico.
Já o piloto da Fórmula 1 Alain Prost é exemplo semelhante a Jordan. O rival de Ayrton Senna teve um ano sabático em 1992 e retornou em 1993 para se tornar tetracampeão mundial.
Neste dia 11 de setembro de intenso significado político nos Estados Unidos, com o sétimo aniversário dos atentados terroristas que destruíram as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York e parte do Pentágono em Washington e a campanha presidencial no país pegando fogo, o site Hoopshype traz um artigo muito interessante sobre o grande número de jogadores da NBA que estão declarando seu apoio e financiando a campanha do candidato democrata negro Barack Obama à Casa Branca. Entre os astros esportivos que deram contribuições estão os campeões olímpicos LeBron James (Cleveland Cavaliers) e Carmelo Anthony (Denver Nuggets), mas chama a atenção o apoio do maior de todos os nomes da NBA, Michael Jordan. O ex-cestinha hexacampeão nos anos 90 pelo Chicago Bulls e atual dirigente do Charlotte Bobcats, primeira franquia de proprietário negro na NBA (Robert Johnson), também está no grupo de apoiadores de Obama. Já o pivô do Portland Trail Blazers Greg Oden, primeiro escolhido no draft de 2007, chegou a anunciar em seu blog o apoio ao democrata dizendo até que Obama telefonou para ele e disse que o Blazers estava forte para próxima temporada com a dupla formada por Oden e LaMarcus Aldridge no garrafão.
Não é surpresa a “Obama-Mania” na NBA, a grande liga esportiva americana com maior presença e sucesso de atletas negros, mas nunca se viu tamanho envolvimento de grandes nomes da liga em uma campanha presidencial. Entre os grandes ídolos do passado também bastante ativos na campanha do candidato democrata estão os ex-pivôs Bill Russell, Kareem Abdul-Jabbar e o (branco) Bill Walton, este sim um ativista político há bastante tempo, foi integrante do movimento estudantil no campus da UCLA e nos anos 70 chegou a entregar uma carta ao ex-presidente Richard Nixon pedindo que ele renunciasse ao cargo, o que acabou acontecendo após o escândalo de Watergate.
Mas geralmente a manifestação de preferências políticas não era uma prioridade costumeira para atletas profissionais, particularmente não nos esportes coletivos. Havia poucas exceções. Na maioria das vezes os jogadores das ligas mais ricas dos EUA, se tivessem de mostrar preferência por um lado, ficavam mais propensos a apoiar o Partido Republicano, em parte por causa da plataforma histórica do partido de liberalismo econômico com uma proposta de manter as taxas de impostos mais baixas, o que beneficiava o bolso dos atletas milionários e a posição corporativa das associações de atletas profissionais. Por vários anos, o ex-astro Charles Barkley manifestava a intenção de concorrer ao cargo de governador do estado do Alabama, mas não conseguia se decidir por qual partido iria se candidatar. Nos vestiários em um torneio de golfe do circuito PGA, por exemplo, seria comum encontrar TVs sintonizadas na convenção nacional dos republicanos e falar com golfistas tão liberais quanto o candidato setentão John McCain, mas apesar do fenômeno Tiger Woods o golfe ainda é um esporte notoriamente de brancos. O basquete é um símbolo do orgulho negro nos EUA, e por lá a questão racial fala alto ainda, é inegável. Tem um jogador da NBA que faz campanha para os republicanos, curiosamente é branco e não muito famoso, trata-se do pivô segundanista do Sacramento Kings Spencer Hawes.
Chama a atenção a posição de Jordan, que na época de jogador ficava mais em cima do muro na hora de falar de política. No final dos anos 80, um dos senadores da Carolina do Norte, o estado natal de MJ, era Jesse Helms, um homem de reputação ética ruim e que costumava ser criticado por ter posições mais radicais e pouco igualitárias, muitos até o chamavam de racista. Jordan adorava debater qualquer assunto e tinha opiniões fortes, foi sugerido a ele por que não apoiava a candidatura ao senado de Harvey Gantt, prefeito negro da cidade de Charlotte. O Rei do basquete conhecia Gantt e era simpático à plataforma política do candidato democrata, mas havia uma regra de marketing que geralmente pesava (e ainda pesa) para os atletas profissionais mais badalados, a de procurar não ofender ninguém. E Jordan levava isso em consideração, afinal sua linha da Nike com os tênis fenômeno de vendas “Air Jordans” foi um marco no mundo corporativo e fortaleceu muito a marca da NBA ao redor do mundo. Questionado pelo autor do artigo se gostaria de assumir uma posição contra Jesse Helms, o astro do Bulls deu uma resposta emblemática:
“Republicanos também compram tênis”, disparou MJ.
Vinte anos depois, os tempos mudaram muito, a NBA cada vez mais virou um símbolo da cultura black, hip-hop, dos jogadores negros que vêm de infância pobre e se vêem milionários de repente. E se tornou um fenômeno de mídia e miscigenação acolhendo inclusive muitos estrangeiros, com um lugar especial para os latinos. São muitos os críticos basqueteiros ao governo de George W. Bush, o astro canadense do Phoenix Suns Steve Nash se posicionou abertamente contra a Guerra do Iraque mesmo quando grande parte dos americanos apoiava a invasão para depor Saddam Hussein. Agora Barack Obama se tornou um fenômeno midiático como se fosse um artista pop, com relações próximas com os craques do basquete e do futebol americano.
Como primeiro negro com chances reais de se eleger presidente dos Estados Unidos, Obama angariou a simpatia de um número recorde de atletas apoiando a causa dos democratas. Muitos deles vêm de bairros pobres e negros, da periferia, além da identidade racial simpatizam com a plataforma mais social que liberalista do PD. E historicamente muitos esportistas tendiam para o lado republicano ou apartidário, mais benéfico para seus níveis econômicos de riqueza. Agora uma classe que freqüentemente é aconselhada pelos marqueteiros a evitar discussões políticas está abrindo mão da neutralidade, a histórica corrida rumo à Casa Branca pode estar tecnicamente empatada nas pesquisas, mas na NBA Obama é campeão de votos disparado.
O ex-senador de Chicago já obteve apoio expresso de outros grandes nomes da liga como o ala do Suns Grant Hill, o ala do Atlanta Hawks Marvin Williams, o armador do New York Knicks Stephon Marbury, o polêmico comentarista Barkley e o armador do Los Angeles Clippers Baron Davis, que foi até anfitrião de eventos para arrecadar fundos para a campanha democrata e disse após o discurso de nomeação de Obama na convenção democrata que “sentiu vontade de ir à praia de Venice Beach para registrar eleitores”.
O estrategista-chefe da campanha de Obama, David Axelrod, disse ter estado em um desses eventos de Davis e se sentiu impressionado com o comprometimento do armador na campanha. Ele agradeceu ainda o apoio da comunidade de atletas que era geralmente neutra.
“Um grande número destes atletas estão profundamente envolvidos com suas comunidades e eles vêem muita gente passando necessidade. Obama é um cara que inspira um sentido de envolvimento e possibilidade de soluções desses problemas, e eles respondem a isso. De um ponto de vista geral os atletas se identificam com ele. Existe um sentimento entre algumas pessoas que os atletas são egoístas e desinteressados, mas isso não é verdade. Existem muitos deles envolvidos com a comunidade, que dão seu tempo e dinheiro, como em tremendos esforços de caridade depois do Furacão Katrina, e eles vêem Obama como alguém que pode inspirar uma mudança”.
Como política é um assunto polêmico, abaixo do artigo do Hoopshype aparecem comentários de internautas indignados defendendo a candidatura do republicano John McCain e sua vice Sarah Palin, dizendo que os jogadores da NBA estão apoiando Obama meramente por uma questão racial e não de programa de governo.
Um dos maiores nomes do esporte norte-americano, o ex-jogador de basquete Michael Jordan tem sido alvo de críticas em função de um de seus hábitos fora das quadras: o fumo de charutos.
Capa da revista especializada Cigar Aficionado, Jordan foi criticado pelo jornal italiano La Repubblica por seu “mau exemplo”. Segundo a publicação, associações contra o câncer teriam classificado o ex-jogador como um “fumante obstinado”.
“O charuto se tornou parte de seu estilo. Que pose para uma capa de revista. Jogos de beisebol com amigos e golfe com Tiger Woods. Aqui vai uma crítica: agora é um mau exemplo para os jovens”, diz o site do jornal.
Michael Jordan se consagrou como um dos maiores nomes do basquete mundial ao conquistar o título da NBA com o Chicago Bulls por seis vezes na década de 90. Com a seleção norte-americana, conquistou duas medalhas de ouro nas Olimpíadas.
Para Larry Bird, Kobe Bryant teria lugar no Dream Team original das Olimpíadas de Barcelona-92 e ele não hesitaria em ceder espaço para o astro MVP do Los Angeles Lakers. Ex-pivô Ewing diz que o timaço americano de 16 anos atrás não teria problemas para vencer o Redeem Team campeão olímpico em Pequim. Mas e se a seleção atual fosse reforçada só com o Grande Trio de campeões da NBA 2008 pelo Boston Celtics (Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen) substituindo os reservas menos utilizados Carlos Boozer, Tayshaun Prince e Michael Redd, quem você acha que levaria a melhor em um duelo ”máquina do tempo”?
“Coach, depois de tudo o que passamos, não há a menor possibilidade de perdermos essa final. Poupe sua voz desta vez e não grite conosco antes da partida. Fique tranquilo que nós sabemos o que fazer. E vamos fazer ”
A frase foi colocada pelo jovem Michael Jordan no quadro de avisos do técnico americano Bob Knight antes da final olímpica de 1984 em Los Angeles, quando os donos da casa venceram os espanhóis por 101 a 68. Orgulhoso de seu pupilo, Knight guarda o recadinho de Jordan em sua carteira até hoje.
A partida do dia 25 de dezembro de 2008, dia de Natal, será entre o New Orleans Hornets e o Orlando Magic. Uma das datas que gera as maiores audiências da temporada regular da NBA, reservada para partidas como Los Angeles Lakers, de Shaquille O’Neal, contra o Portland Trail Blazers, de Rasheed Wallace, e Shaq contra Kobe Bryant, verá o duelo entre duas das principais jovens estrelas da NBA, o armador Chris Paul, do Hornets, e o pivô Dwight Howard, do Magic.
É a primeira vez na história do Hornets que a equipe aparece em rede nacional na partida natalina.
O fato de David Stern, o todo-poderoso da liga, sempre ter reservado a partida para estrelas como Michael Jordan, Shaq, Magic Johnson, Larry Bird e LeBron James, aumenta o crédito de duas equipes emergentes no universo da NBA.
Larry Brown, novo treinador do Charlotte Bobcats, treinou dois participantes do draft da NBA, Anthony Randolph e Darrel Arthur, e ficou impressionado. Mesmo admitindo que os dois precisam ganhar um pouco de peso e aprender alguns movimentos de pivô o treinador gostou do que viu. “Se for o maior talento não vejo motivos para não escolher. Mas eu não sou o chefe,” disse Brown.
Michael Jordan, chefe de operações de basquetebol e dono de parte da franquia, terá a decisão final, mas Brown deve influenciar. Mesmo com a pressão de chegar aos playoffs pela primeira vez Brown insiste que o time não deixará de escolher algum pivô ou ala/pivô como Randolph, Arthur ou DeAndre Jordan no draft.
Brown usou kendrick Perkins e Leon Powe, do campeão Boston Celtics, para enfatizar a importância de ter pivôs e ala/pivôs jovens e atléticos. “Quanto mais jovens altos e com possibilidades de melhorar conseguirmos, melhor. Daí é nosso trabalho treiná-los,” falou Brown.
O Bobcats espera renovar o contrato de Emeka okafor e arranjar um companheiro de garrafão no draft. Okafor tem problemas para marcar pivôs mais atléticos. “Acho que funcionaria muito bem. Ter-me por ali para ajudar tira o pressão um pouco dele,” comentou Randolph, sobre a possibilidade de jogar com Okafor.
O Juíz Gordon Miller proibiu Lisa Miceli de chegar perto de Michael Jordan, reforçando o pedido de Jordan, feito no começo do ano. Em 2005 Miceli foi espulsa do tribunal durante um processo movido por ela que dizia que um de seus filhos seria de Jordan. Após dois testes de DNA provarem que o ex-astro da NBA não era o pai da criança foi concordado que Miceli ficaria longe.
Segundo os advogados de Jordan a mulher seguiu mandando e-mails e telefonando para o ex-atleta.
“É óbvio que ela não quer, ou não consegue, ver a realidade do processo. É uma questão de contrato, agora, e não de paternidade,” disse Miller.