July 23, 2008

Seleção Brasileira admite que grande “chance” olímpica foi perdida em 2007

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 6:35 pm

Ao desembarcar em São Paulo, na noite de terça-feira, após a disputa do Torneio Pré-Olímpico Mundial, a seleção brasileira masculina de basquete admitiu ter desperdiçado sua principal chance de classificação para os Jogos de Pequim no classificatório continental, em 2007. O Brasil disputou o Pré-Olímpico das Américas, em Las Vegas, com a equipe quase completa, mas terminou na quarta colocação. Campeão e vice asseguraram presença na China.

“Provavelmente, sim, desperdiçamos (a vaga), em Las Vegas”, reconhece o armador Marcelo Huertas. “Mas conseguir a vaga olímpica é muito difícil”.

Segundo ele, a situação foi mais complicada porque os Estados Unidos precisaram do torneio para obter vaga em Pequim. A outra forma de classificação seria com a conquista do título mundial em 2006, mas a Espanha venceu o torneio.

Em Las Vegas, os Estados Unidos venceram a competição com a seleção B da Argentina em segundo. “O tiro mais curto e mais fácil era Las Vegas”, admite o capitão Marcelinho Machado, lembrando os tropeços brasileiros na competição.

“Fizemos um jogo ruim contra Porto Rico, mas estávamos bem contra a Argentina”. Classificado para as semifinais da competição, o Brasil só precisava vencer os argentinos para carimbar o passaporte, mas levou uma virada, desperdiçando oito pontos de vantagem no primeiro tempo, para perder por 91 a 80.

Mesmo admitindo que a repescagem mundial era muito mais difícil, Marcelinho lembra que o grupo acreditou na classificação. “Era mais difícil, mas não impossível”.

“Todo mundo que estava aqui deu o seu máximo”, destaca o pivô Rafael Araújo, o Baby. “A gente sempre quer o melhor. Não faltou vontade, não faltou nada. Não fizemos uma boa partida (contra a Alemanha) e eles aproveitaram um momento ruim nosso no segundo quarto. É muito triste para nós, mas todos estamos de cabeça erguida”, completa o capitão.

(Marta Teixeira, Gazeta Esportiva, em São Paulo/SP)

July 22, 2008

Seleção desembarca sem Moncho, mas jogadores fazem campanha pelo técnico

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 10:59 pm

Tiago Splitter, Marcelinho e Alex pedem a permanência do treinador espanhol

A seleção masculina de basquete desembarcou em São Paulo, no início da noite desta terça-feira, sem a vaga olímpica na bagagem e de olho no futuro. O espanhol Moncho Monsalve permaneceu na Europa, mas o clima entre os atletas era de campanha pela permanência do treinador. O principal defensor do técnico foi o pivô Tiago Splitter, destaque da seleção no Pré-Olímpico, disputado em Atenas.

“A primeira coisa que eu fiz quando acabou o último jogo foi conversar com o Moncho. Agradeci e pedi que ele continuasse. O Moncho deu a pele pela seleção”, elogia Splitter, que joga no Tau Cerámica, da Espanha.

O ala-armador Alex, que jogou em Israel no último ano, confirmou que os jogadores gostariam da permanência do técnico.

“A gente não estava muito acostumado com o estilo, mas o trabalho que ele fez foi bem legal. Ao fim do Pré-Olímpico, nós, jogadores, sentamos para conversar e realmente achamos que ele tem de permanecer no cargo”, afirma.

O veterano Marcelinho Machado, que perdeu sua última chance de disputar uma Olimpíada, engrossou a corrente a favor do treinador.

“Ele teve pouquíssimo tempo de trabalho, por isso é difícil fazer uma avaliação sobre o que ele ainda pode vir a fazer na seleção. Mas com certeza acrescentou muito e deve permanecer. Com isso, o Brasil vai crescer”, analisa Marcelinho.

(Lydia Gismondi, do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo)

July 21, 2008

Entrevista na TV: Grego diz que quem critica sua gestão na presidência da CBB não sabe o que fala

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:11 am

Um dia após a Seleção Brasileira masculina de basquete ser eliminada do Pré-Olímpico Mundial, em Atenas, o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Gerasime Bozikis, o Grego, falou com exclusividade para a TV Esporte Interativo. Confira o que Grego falou sobre nossa eliminação, que deixa a Seleção fora da Olimpíada pela terceira vez seguida. Clique aqui para ver a entrevista.

Depois, Grego falou o que é preciso fazer para que o Brasil volte a ser a potência que um dia já foi entre os homens. O presidente afirma que “temos ganho tudo em termos de Sul-Americano, Pan-Americano e Copa América”.

O dirigente falou também sobre a capacitação de novos treinadores, motivo de grandes críticas a sua gestão, que na opinião dele são críticas feitas por pessoas que não conhecem o assunto.

Na próxima resposta, Grego afirma que vai se candidatar a reeleição, que ainda tem trabalho a fazer na CBB e que algumas federações importantes que não votaram nele em 2005, como Rio de Janeiro e Paraná, já “estão alinhadas com sua gestão”.

Por fim, Grego falou sobre a permanência do técnico espanhol Moncho Monsalve. Apesar de deixar a questão em aberto, o dirigente dá sinais de que o treinador deve permanecer.

(Por Vitor Sergio Rodrigues)

July 20, 2008

Dirigente adia decisão, mas indica permanência de Moncho no comando da Seleção

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , , , — basketbrasil @ 7:58 am

A permanência de Moncho Monsalve no comando da seleção brasileira de basquete, por enquanto, fica apenas para seus anseios, embora o discurso do presidente da CBB, Gerasime Bozikis, indique que o espanhol está bem posicionado para ficar com o cargo.

Monsalve iniciou os treinos da equipe em junho, com a tarefa de tentar encerrar um jejum de 12 anos sem participação nos Jogos Olímpicos. A missão foi frustrada pela Alemanha, em Atenas, e a ausência chegará, no mínimo, a 16 anos, até Londres-2012.

Apesar da derrota, o espanhol elevou sua cotação ao conquistar a confiança do elenco e conseguir um bom rendimento em jogos preparatórios. Na competição oficial, a equipe voltou a apresentar irregularidades, especialmente no revés para os alemães, nas quartas-de-final.

“Estamos conversando. Ele se integrou muito bem aos jogadores, aos nosso treinadores e gostamos de seu trabalho. Essa química é muito importante. Mas não tem necessidade de se tomar a decisão agora”, disse Grego. “Agora é momento de fazermos a análise de onde estamos para projetar o futuro.”

A seleção não disputa mais nenhuma partida até o fim da temporada. Monsalve, não obstante, deve retornar ao país para um contato com as equipes de base. Caso não seja mantido no cargo, o estrangeiro pode atuar como um consultor - hoje ele é membro do gabinete de técnicos da federação espanhola.

“Estamos mudando a mentalidade da equipe, a idéia é continuar esse trabalho. As outras seleções têm três, quatro anos de trabalho, então é preciso ter continuidade. Acho que o caminho é esse. São coisas normais, que vão acontecendo. Só é preciso calma”, disse o dirigente.

Após a derrota, duas lideranças do time, o pivô Tiago Splitter e o ala-armador Alex Garcia, se manifestaram favoráveis ao técnico, elogiando sua dedicação, poder disciplinar e a carga tática.

“Ele dá muita ênfase nos detalhes, e o basquete é um jogo de detalhes. Isso é o que falta para a gente. Se eu ficar falando aqui de cada um deles, fico o dia inteiro. A gente melhorou muito no cinco contra cinco, outros técnicos elogiaram. Infelizmente só não tivemos o acerto necessário”, disse Splitter.

Monsalve deseja comandar a equipe até o Mundial de 2010, e Grego disse que não consideraria um problema a saída do veterano no meio de um ciclo olímpico. Nesse caso, o assistente José Neto seria um candidato à sucessão natural. O jovem técnico já teve seu nome cogitado pelo dirigente para assumir o time depois do fiasco da campanha no Pré-Olímpico de Las Vegas, no ano passado.

Um fator que pode dificultar a renovação do contrato do espanhol são as eleições para a presidência da CBB, que serão realizadas em maio de 2009. Grego concorre à reeleição, mas pode enfrentar uma oposição reforçada por movimento nos bastidores paulistas.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

July 19, 2008

Moncho Monsalve: “Os jogadores não puderam conter as lágrimas no vestiário”

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 7:00 pm

O espanhol Moncho Monsalve, técnico da seleção brasileira de basquete, revelou que seus comandados choraram assim que deixaram a quadra após a derrota para a Alemanha por 78 a 65 nesta sexta-feira, no Pré-Olímpico de Atenas.

“Os jogadores não puderam conter as lágrimas no vestiário. Há muita pressão sobre o Brasil, que nunca ficou 12 anos longe dos Jogos”, diz Monsalve à agência de notícias Efe.

O treinador de 63 anos lamenta muito a derrota que acabou de vez com o sonho brasileiro de participar das Olimpíadas de Pequim, principalmente por não saber se voltará a ter uma chance semelhante.

“Estou muito satisfeito com minha equipe. Tínhamos um sonho, mas não conseguimos realizá-lo. Eu, com 63 anos, não voltarei a ter uma oportunidade como esta para ir aos Jogos Olímpicos”, afirma.

Moncho, no entanto, diz que a equipe deve agora pensar no Mundial de 2010, na Turquia.

“É preciso lembrar que cinco destes jogadores nunca disputaram uma competição internacional de alto nível. Agora devemos pensar no Torneio das Américas, no ano que vem, e conseguir uma vaga no Mundial da Turquia.”

A derrota para a Alemanha e o fim do sonho de disputar as Olimpíadas de Pequim não tiraram a fé de Moncho Monsalve no basquete brasileiro. O treinador espanhol, de 63 anos, afirmou, após a eliminação no Pré-Olímpico de Atenas, que gostaria de seguir à frente da seleção masculina.

“Sinto orgulho de ter dirigido esses jovens, que merecem todo respeito e consideração em seu país. É claro que quero continuar no comando da seleção na Copa América 2009 e no Campeonato Mundial da Turquia em 2010″, diz Monsalve, em comunicado enviado pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Moncho ainda alimenta esperança de voltar a comandar Marcelinho Machado. Antes do Pré-Olímpico, o ala do Flamengo havia afirmado que não voltaria a defender a seleção caso não conquistasse a vaga para Pequim.

“Espero contar com todos os jogadores, inclusive Marcelo Machado, mas isso é uma conversa que terei depois com o presidente Grego. Aproveito para elogiar os membros da comissão técnica (Neto, Diego, Andreolli, Felipe e Marcão) pelo profissionalismo e dedicação. Na minha opinião, o planejamento do próximo ciclo olímpico começa agora.”

(GLOBOESPORTE.COM)

Duda culpa falta de experiência do time brasileiro; Tiago Splitter: “Que sirva de lição”

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 6:54 pm

A falta de atletas com jogos internacionais no currículo foi o principal motivo da derrota por 78 a 65 para a Alemanha nesta sexta-feira, no Pré-Olímpico de Atenas. A opinião é do armador Duda, que ficou 17 minutos em quadra durante o revés que acabou com as chances de classificação da seleção brasileira masculina de basquete para as Olimpíadas de Pequim.

“A gente fez uma defesa muito forte no primeiro quarto. No segundo, com a troca dos jogadores, a gente sentiu a falta de experiência em nível internacional”, lamentou o armador em entrevista após o jogo.

No segundo quarto de jogo, o Brasil chegou a liderar, mas o ala Dirk Nowitzki e Pascal Roller entraram no jogo e abriram 31 a 24. A marcação em cima de Nowitzki passou a falhar, e Roller continuava com a mão certeira da linha de três. Diante da pane brasileira, a diferença chegou aos 19 pontos, e os alemães foram para o intervalo com 45 a 26 no placar. O Brasil não voltou a ameaçar.

“A gente passou por uma adversidade muito grande no jogo, mas não desistiu em momento algum, mesmo contra uma equipe forte como a Alemanha. A gente fez tudo que podia dentro de quadra. Não adianta abaixar a cabeça, agora é continuar o trabalho dentro das equipes”, completou Duda.

Chateado pela derrota por 78 a 65 para a Alemanha nesta sexta-feira, no Pré-Olímpico de Atenas, o pivô Tiago Splitter ressaltou o bom trabalho feito pela seleção brasileira, que viajou à Grécia com desfalques importantes. Cestinha do Brasil no jogo, com 12 pontos, ele espera que o esforço seja um exemplo para as próximas equipes nacionais.

“Agora não é momento de falar isso (desfalques). A gente sabe tudo que aconteceu, mas quem perdeu aqui foi a gente. Não faz mal. O importante é continuar o trabalho que a gente estava fazendo. Que sirva de lição para vários times do Brasil, que a gente consiga evoluir com nosso basquete nacional. Todo mundo aqui deixou tudo em quadra e isso é muito importante”, ressaltou, em entrevista após a derrota que acabou com as chances brasileiras de disputar as Olimpíadas de Pequim.

Comandada pelo técnico espanhol Moncho Monsalve, a seleção brasileira disputou o Pré-Olímpico sem Nenê, Anderson Varejão, Leandrinho, Valtinho, Paulão e Guilherme. Ao fim do revés desta sexta, Splitter abraçou Moncho, emocionado.

“Só tenho a agradecer ao Moncho pelo trabalho feito com a gente. Ele veio da Espanha, fez um grande esforço para ajudar a gente a realizar um sonho, sem ganhar nada em troca. Todo mundo que esteve na quadra, na fase de treinamento, deu o máximo. Infelizmente, não foi possível”, lamentou Splitter.

(GLOBOESPORTE.COM)

July 18, 2008

Reserva alemão desequilibra com bolas de três, para Moncho time mostrou que não tem só dois jogadores

Chris Kaman foi nome que dominou o noticiário prévio ao duelo entre Brasil e Alemanha no Pré-Olímpico de basquete, mas foi outro coadjuvante de Dirk Nowitzki que desequilibrou a partida das quartas-de-final. O armador reserva Pascal Roller afundou a seleção nacional nesta sexta-feira com suas bombas de três pontos.

Um dos três jogadores mais baixos do torneio - ao lado do neozelandês Corey Webster e do sul-coreano Kim Taesul -, com 1,80 m de altura, o armador desequilibrou a partida no primeiro tempo com seu gatilho preciso.

“A gente tentava dar mais uma ajuda em Nowitzki e o Kaman, e hoje a bola de todo mundo caiu. Aí fica mais difícil, que tem de ajudar dentro e tirar o chute de fora”, afirmou o ala-armador Alex Garcia.

Roller entrou em quadra com menos de três minutos para o fim do primeiro quarto, devido ao excesso de faltas cometidas pelo titular Stefen Hamann. Para o time dirigido por Moncho Monsalve, talvez fosse melhor que o árbitro não tivesse feito essas marcações.

Roller acertou seus quatro primeiros arremessos de longa distância, três deles no segundo quarto para ajudar a destroçar a confiança dos oponentes até o fim do primeiro tempo.

No geral, a Alemanha acertou 62% de seus tiros de três nos primeiros 20 minutos, com oito convertidos em 13 arriscados. O aproveitamento só não foi melhor porque justamente Nowitzki desperdiçou três de suas quatro tentativas. Já o ala Konrad Wysocki matou as suas duas bolas na primeira metade da partida.

“Essa equipe mostrou que não é só de dois jogadores. O técnico Dirk Bauermann disse que jamais a equipe teve esse percentual de três pontos”, afirmou o técnico Monsalve.

A seleção brasileira de basquete teve três minutos de total descontrole que custaram mais quatro anos de jejum olímpico. Com a derrota para a Alemanha por 78 a 65 nesta sexta-feira, o basquete masculino brasileiro adiou para Londres-2012 o sonho de voltar às Olimpíadas e vai chegar à incômoda marca de 16 anos sem participar dos Jogos.

Por 17 minutos, o jogo pelas quartas-de-final do Pré-Olímpico, em Atenas, esteve equilibrado e um triunfo parecia possível. Mas um final de primeiro tempo desgovernado deu chance para o astro Dirk Nowitzki matar o confronto. Os alemães abriram grande vantagem e, em nenhum momento no resto do jogo, o Brasil voltou a ameaçar.

Na saída de quadra, muitos atletas foram para o vestiário chorando. “Deu para perceber claramente no segundo quarto que não fizemos um bom jogo, e a bola não estava entrando. Ninguém quer estar neste momento. O grupo todo está de parabéns. A gente fez um esforço enorme”, disse o pivô Tiago Splitter.

Os alemães seguem na briga pela classificação - enfrentam a Croácia neste sábado, na disputa direta por uma vaga. Ao Brasil, o revés significa o início do projeto Londres-2012 e o prolongamento de um jejum iniciado em Atlanta-1996.

A questão para esse trabalho agora fica em torno da permanência, ou não, de Moncho Monsalve à frente da equipe. O espanhol já manifestou a vontade de ficar no cargo até o Mundial de Istambul, em 2010. Antes do torneio, o presidente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) não confirmou a continuação.

Desfalcada de seu trio de jogadores da NBA - Leandrinho, Anderson Varejão e Nenê, que alegaram problemas médicos ao pedir dispensa -, a seleção mostrou um jogo mais paciente nos amistosos preparatórios. Nesta sexta, porém, nada disso foi visto. O Brasil não teve poder suficiente para brigar com a reforçada e sólida Alemanha.

O primeiro quarto da seleção foi fraco, com demonstração de nervosismo e precipitação nos arremessos, resultando em apenas 13 pontos convertidos em dez minutos, contra 14 do oponente. Por outro lado, a defesa em Dirk Nowitzki foi bem executada e ajudou a deixar a partida apertada.

No segundo período, os brasileiros marcaram seis pontos seguidos, chegaram a ter quatro pontos de vantagem e forçaram um pedido de tempo de Dirk Bauermann. Na volta à ação, os alemães conseguiram uma recuperação praticamente instantânea, com um herói improvável: o armador Pascal Roller, jogador mais baixo da competição, que converteu quatro bolas de três pontos sem nenhum erro. A situação ainda piorou quando Nowitzki acertou seu ritmo e deslanchou.

A gente iniciou a partida bem, fizemos com um jogo parelho até a metade do segundo quarto. Mas aí cometemos alguns erros, eles tiveram um aproveitamento muito bom e abriram uma vantagem que não conseguimos descontar.

A sucessão de arremessos de longa distância sofridos desestabilizou a equipe nacional, que perdia por 31 a 26 a cerca de três minutos para o fim e deixou os oponentes anotarem 14 pontos sem resposta. Na ida dos atletas para o intervalo, o saldo: o placar exibia 45 a 26.

“O coração estava aqui, mas faltou a cabeça. Não soubemos ler os momentos-chave da partida. Não sei se ganharíamos ou não. Mas faltou isso, talvez por experiência. A ansiedade, a pressa, é uma derrota muito difícil de digerir”, afirmou Monsalve.

A volta do vestiário não foi melhor. Os jogadores ainda mostraram dedicação, mas sem organização e sem uma fórmula para frear o potente ataque alemão. O pivô Chris Kaman, norte-americano naturalizado às vésperas do torneio, barrado no primeiro tempo por Rafael “Baby” Araújo, também entrou no jogo para selar o garrafão. E o Brasil ficou quase três minutos sem pontuar na parcial.

Com marcação de pressão em cima da bola, com boa participação do novato Jonathan Tavernari, e a saída de Nowitzki com quatro faltas, a seleção ainda diminuiu a diferença para os alemães para 11 pontos a cerca de três minutos para o fim (71 a 60), mas não teve muito tempo para tentar a virada.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

Técnico espanhol faz campanha, e Marcelinho evita comentar despedida

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 7:59 pm

O ala-armador Marcelinho Machado pode ter feito sua última partida pela seleção brasileira nesta sexta-feira, na derrota para a Alemanha, nas quartas-de-final do Pré-Olímpico de basquete.

Antes do torneio, o jogador havia falado que se despediria do time nesta temporada, fosse em Atenas ou nos Jogos de Pequim-2008, caso a classificação tivesse sido garantida. Seus familiares vieram para a capital grega para o possível jogo do adeus.

Decepcionado com o resultado adverso, o atleta não quis tocar no assunto na saída da Arena Olímpica. “Olimpíadas, para mim, acabou, quatro anos é muito. Sobre o meu futuro, prefiro não falar nada agora, não é o momento”, disse. “O sentimento é de muita tristeza. A gente trabalhou muito, mas não fizemos um bom jogo”.

O espanhol Moncho Monsalve já afirmou que pretende trabalhar para manter o veterano carioca na seleção. Isso, claro, se ele for continuar no cargo. Ele ainda está à espera da decisão da direção da CBB.

“Eu disse para Machado que, se estiver no país, ele ficará comigo no Torneio do Américas e no Mundial de 2010″, afirmou o treinador. A Copa América, que ainda não tem sede definida - Argentina e México concorrem -, serve como classificatório para o próximo Mundial, que será realizado em Istambul.

Contra os alemães, Machado atuou por 24 minutos e somou 11 pontos, cinco rebotes e duas assistências. Nos tiros de três pontos, ele errou seis das suas sete tentativas e, no geral, teve aproveitamento de apenas 31% nos arremessos.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

Insatisfeito, Moncho Monsalve tenta manter cargo; elenco brasileiro avaliza

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — Paulo Roberto @ 7:57 pm

A seleção brasileira foi eliminada no Pré-Olímpico pela Alemanha, e a bola agora está nas mãos da CBB (Confederação Brasileira de Basquete). O presidente Gerasime Bozikis, o Grego, não se manifestou a respeito da derrota para a Alemanha e o futuro do treinador Moncho Monsalve. Da sua parte, o espanhol reforça o desejo de continuar.

“Se o presidente Bozikis seguir confiando em mim e à comissão que tive, estarei no Brasil se Deus quiser. É uma decisão que eles devem tomar”, afirmou o treinador, que pretende dirigir o time na Copa América do ano que vem e no Mundial de Istambul em 2010, quando se aposentaria. “O Brasil tem um grande futuro. Se eu puder estar, será maravilhoso. Se for o outro treinador, que seja Neto [seu assistente].”

Dois líderes da seleção se pronunciaram para avalizar a seqüência ao trabalho do treinador. “Quero fazer uma menção ao Moncho, agradecer a ele o trabalho que fez. Veio da Espanha com todo seu coração, sua força e ajudou muito. É uma pessoa muito querida entre nós. Agora, não sei se o estado físico dele vai contribuir. Ele é uma pessoa idosa e necessita cuidados. Mas acho que ele quer continuar”, disse o pivô Tiago Splitter.

“Olha, isso não é da minha parte. Minha parte é jogar. O que posso falar é que gostei bastante do trabalho. Todo mundo gostou e estava bastante animado”, completou o ala-armador Alex Garcia.

Monsalve afirmou que está “muito orgulhoso” do elenco, mas se disse insatisfeito com seu trabalho, que teve início em junho, no Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que um estrangeiro dirigiu o time principal nacional.

“Não me sinto bem comigo mesmo, essa equipe deveria jogar melhor. Todo mundo me disse que só foi um mês, mas não me interessa isso. Faltou regularidade, equilíbrio. A equipe deve conhecer o jogo”, afirmou o espanhol, que tentou dar à seleção mais paciência na armação de suas jogadas.

Contra os alemães, a seleção teve um momento de desordem no final do primeiro tempo, em que tomou 14 pontos consecutivos e viu a Alemanha disparar no placar para avançar à semifinal do Pré-Olímpico. “Digerir uma derrota como a de hoje é uma tristeza. O coração estava aqui, mas faltou a cabeça. Não sei se ganharíamos ou não. Mas faltou isso, talvez por experiência.”

Em relação à convocação inicial para o torneio disputado na Grécia, o espanhol teve seis baixas, incluindo o ala-armador Leandrinho, o ala-pivô Anderson Varejão e o pivô Nenê. Após rusgas públicas com os dois primeiros, o treinador usou as ausências para reforçar o espírito coletivo da equipe. Essa era uma prioridade após os conturbados momentos vividos na seletiva olímpica das Américas, no ano passado.

“Eu me sinto muito orgulhoso deles. Jamais tivemos algum problema dentro do grupo, indisciplinar, ou qualquer coisa parecida”, afirmou.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

Jejum olímpico pressiona Brasil e Alemanha em duelo eliminatório em Atenas

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 7:47 am

De um lado, um país tradicional no basquete com títulos e medalhas. Do outro, um rival que vive de fenômenos esporádicos. Apesar da distinção entre seus históricos, Brasil e Alemanha se enfrentam nesta sexta-feira com a mesma pressão para findar um longo período sem participação nas Olimpíadas.

O jogo, válido pelas quartas-de-final do Pré-Olímpico em Atenas, começa às 13h30min (no horário de Brasília), com acompanhamento ao vivo do Placar UOL Esporte. O vencedor enfrenta quem sair do confronto entre Croácia e Canadá, na briga direta por uma vaga a Pequim-2008, enquanto o perdedor dá adeus à competição e fica à espera de Londres-2012.

“Hoje é o jogo, não tenho muito mais o que dizer”, afirmou o técnico Moncho Monsalve, que não costuma ser econômico em suas entrevistas. A seleção não joga as Olimpíadas desde Atlanta-1996. “É a nossa final, o nosso jogo, a gente está aqui para isso. Em quadra serão cinco contra cinco, e quem tiver mais coração ganha”, disse o pivô Tiago Splitter.

Sem as estrelas da NBA, o catarinense assumiu em quadra o comando de um time que teve pouco tempo de trabalho com Monsalve e, ainda assim, apresentou mudanças significativas em seu padrão tático. O trabalho do espanhol, que não tem sua permanência confirmada no cargo após o torneio, será colocado à prova.

“Sabemos que nosso time tem muito talento, mas de nada vale se os resultados não vierem. Já discutimos isso bastante e temos consciência disso. Queremos muito a classificação”, afirmou o ala-armador Marcelinho Machado, que pode fazer sua última partida pela seleção.

Já a Alemanha vislumbra sua maior chance olímpica com o reforço do pivô Chris Kaman, que adquiriu cidadania alemã às vésperas do torneio, que também pode marcar a despedida do astro Dirk Nowitzki, grande responsável pela subida do país à elite mundial.

A equipe européia amarga um jejum ainda maior sem participações nos Jogos - a última vez que disputou o evento foi em Barcelona-1992, quando ainda era liderada pelo ala Detlef Schrempf, outro atleta excepcional que colocou o time entre as potências.

“Sabemos que temos uma ótima oportunidade agora”, afirmou o técnico Dirk Bauermann. “O Brasil é muito melhor que a Nova Zelândia [oponente na primeira fase], isso é certo. Então a partida é um grande teste para nossa equipe. A Grécia, por exemplo, já é um time muito bem rodado. Nós ainda precisamos passar por isso, ainda mais com Chris, que acabou de chegar.”

O duelo entre os pivôs Splitter e Kaman é visto pelos treinadores como essencial para a definição do confronto, mas a seleção nacional também não pode se esquecer de Nowitzki.

“É um jogador fantástico, que vai marcar 30 pontos por jogo no basquete europeu. Não tem jeito. Mas temos de fazê-lo trabalhar para pontuar e baixar suas porcentagens de arremessos. A idéia é limitar seu jogo exterior”, disse Monsalve.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

“Se houver risco de lesão, Murilo não joga”, diz técnico Moncho Monsalve

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 7:40 am

O pivô Murilo acompanhou a maior parte do treino da seleção brasileira, nesta quinta-feira, do lado de fora da quadra, assistindo aos companheiros no banco de reservas. Na parte final, cobrou lances livres sem se movimentar. Ele segue em tratamento intensivo para tentar ficar pronto para o duelo com a Alemanha, pelas quartas do Pré-Olímpico mundial de basquete.

O jogador recebe aplicações de gelo, analgésicos e fisioterapia para tentar aliviar as dores na perna esquerda, depois de sofrer uma lesão muscular em disputa de rebote contra a Grécia, na quarta-feira.

Uma ressonância magnética constatou estiramento de grau um. Essa medição deixou a comissão técnica ainda com esperança de poder usá-lo contra os alemães. A escalação deve ser definida momentos antes da partida.

O técnico Moncho Monsalve afirmou que não conta com Murilo se o jogador correr o risco de agravar a lesão na Arena Olímpica. “Hoje ele está a 30%, 40%, e 24 horas é muito tempo. Há muita gente que sabe jogar com dor. Com risco, porém, comigo nunca vai jogar. Por isso vamos esperar para ver como vai estar amanhã.”

O espanhol idealizava colocar o atleta como ala contra os alemães em situações pontuais para combater a rotação de gigantes que o técnico Dirk Bauermann pode usar, com até três atletas de 2,08m ao mesmo tempo em quadra.

Ao UOL Esporte, o treinador alemão afirmou que não pretende adotar essa tática por muito tempo, temendo que a velocidade dos laterais brasileiros possa prevalecer.

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

July 15, 2008

“Sem obrigação de vitória”, mas com disposição, Brasil enfrenta Grécia

Filed under: Internacional, Seleções, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 11:56 pm

O técnico Moncho Monsalve avisou: o Brasil não tem obrigação de ganhar da Grécia, mas tem de jogar bem. Já classificado para as quartas-de-final do Torneio Pré-Olímpico Mundial, em Atenas, a seleção brasileira enfrenta a Grécia nesta quarta-feira, às 16 horas, para definir a liderança do grupo A na primeira fase. O vencedor enfrenta o perdedor do confronto entre Alemanha e Nova Zelândia, que começa às 13h30min, na próxima fase.

Apesar da ‘liberação’ do compromisso de vitória pelo técnico, os brasileiros não querem saber de facilitar. “Obrigação de ganhar a gente não tem, mas todo mundo quer. Ninguém veio aqui a passeio”, lembra o armador Marcelinho Huertas.

Uma semana depois de se enfrentarem no Torneio de Acrópolis, Brasil e Grécia voltam a medir forças. “Desde Acrópolis eles já vêm com respeito sobre a gente e amanhã não vai ser diferente”, avalia o pivô Tiago Splitter.

No encontro anterior, os gregos levaram a melhor, mas o Brasil teve uma atuação consistente no placar de 72 a 65. Faltando pouco menos de dois minutos para o final da partida, os brasileiros chegaram a liderar por 65 a 64, mas permitiram a reação adversária.

“Amanhã temos um jogo duro, muito mais difícil que o de hoje”, lembra o pivô Murilo, responsável por 14 pontos no confronto contra o Líbano. “Mas a gente não deve nada para eles. São uma grande equipe, uma das melhores da Europa, mas também estamos bem”.

Independente do resultado no jogo, a equipe brasileira não terá muito tempo nem para festa nem para tristeza. “Se a gente perder temos de lamentar só algumas horas porque já tem de pensar nas quartas-de-final”, destaca Huertas.

(Gazetapress)

Moncho Monsalve ressalta marcação “selvagem” de Alex sobre ala libanês

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 8:10 pm

Marcelinho Huertas marcou 15 pontos no primeiro quarto. Murilo saiu do banco para anotar 14 pontos em nove minutos no primeiro tempo. Marcelinho Machado apanhou seis rebotes. Mas o técnico Moncho Monsalve direcionou seus elogios para Alex Garcia ao final da partida.

A seleção brasileira bateu o Líbano por 94 a 54, pelo Grupo A do Pré-Olímpico de basquete, nesta terça-feira, em Atenas. E o espanhol louvou a atuação defensiva do ala-armador.

Na marcação individual contra os libaneses, Alex ficou incumbido de segurar o ala Fadi El Khatib, principal figura do oponente e deu conta do recado, limitando um dos cestinhas do Mundial do Japão a míseros três pontos no confronto.

“El Khatib não queria nem entrar em quadra quando via esse tremendo selvagem”, brincou o treinador da seleção. “Não gosto de falar de jogadores individualmente, acho que é das poucas vezes na minha vida que faço isso, mas ele foi fantástico.”

O ala-armador brasileiro, que teve boa temporada pelo Maccabi Tel Aviv na Euroliga, atuou por 19 minutos e somou sete pontos e três assistências, além de três roubos em sua perseguição ao libanês.

Quando sacou Alex para lhe dar descanso no segundo quarto, Monsalve colocou o jovem Marcus Vinícius, 21, para cuidar de El Khatib.

Segundo o espanhol, o Brasil foi para sua estréia no torneio com a intenção de limitar o Líbano a apenas 50 pontos.

“Acabamos tomando 54, mas estou muito contente com nossa intensidade”, completou.

Confira as fotos da vitória brasileira sobre o Líbano

(Giancarlo Giampietro, UOL Esporte, em Atenas/Grécia)

Murilo vê brecha, ataca Líbano e recebe apoio do treinador da Seleção Brasileira

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:06 pm

O técnico Moncho Monsalve não hesita em elogiar o pivô Murilo. Para ele, foi difícil aceitar a irregularidade do pivô na fase de amistosos preparatórios para o Pré-Olímpico, em Atenas. Por isso, após uma eficiente atuação nesta terça-feira, o espanhol fez questão de se levantar para abraçar o jogador.

Murilo foi para a quadra nos minutos finais do primeiro quarto e foi uma arma instantânea para a seleção. O pivô encontrou brechas no garrafão dos asiáticos, combalido com o desfalque do veterano Joseph Vogel, e aproveitou bem suas oportunidades.

Ele marcou 14 pontos somente em nove minutos de ação no primeiro tempo. Mesmo com o ótimo rendimento, ainda foi substituído pelo treinador a 4min50s do fim do segundo quarto. Nesse momento, foi saudado pelo treinador.

Moncho acredita que pode desenvolver o jogo de Murilo, recentemente contratado pelo Minas Tênis, para que ele possa se transformar em um lateral nas próximas temporadas. Durante os treinos, o gaúcho pratica fundamentos com os laterais e não com os “grandalhões”.

Nesta temporada, Murilo teve problemas para ganhar espaço no gigante europeu Maccabi Tel Aviv, de Israel, e foi emprestado para o basquete búlgaro, no Lukoil Academic. Descontente com a situação, deixou o clube e ficou sem jogar. Com receio de ficar muito tempo no banco de reservas, optou por se desligar do Maccabi para regressar ao basquete nacional.

A seleção brasileira não quis ficar devendo em nada para seus principais concorrentes no Pré-Olímpico de basquete em Atenas. Nesta terça-feira, a equipe seguiu o ritmo da elite do torneio e derrotou o Líbano por 94 a 54, pelo Grupo A.

Assim como Grécia, Alemanha e Croácia fizeram em seus primeiros jogos, o Brasil resolveu sua partida logo no primeiro tempo, para agora partir para uma tarefa bem mais complicada. Já classificado para as quartas, o time faz duelo com os anfitriões, nesta quarta, às 16 h (horário de Brasília).

Os atletas dirigidos pelo técnico Moncho Monsalve souberam explorar as fraquezas dos libaneses para assumir o controle da partida já na metade do final do primeiro quarto, quando marcou 16 pontos sem resposta e fechou a parcial com 27 a 8.

O time anulou o ala Fadi El Khatib, um dos cestinhas do último Mundial, dominou a tábua de rebotes e forçou muitos erros dos adversários, assim com os gregos haviam feito na véspera.

A tranqüilidade do jogo deu chance para o treinador espanhol usar 11 de seus 12 jogadores nos primeiros 20 minutos - apenas Ricardo Probst não foi para a quadra, o que foi ‘corrigido’ logo no início do terceiro quarto. O pivô Murilo foi quem melhor aproveitou suas oportunidades. Com agressividade, ele marcou 14 pontos em nove minutos.

Já o armador Marcelinho Huertas se esbaldou com os espaços abertos pela defesa dos asiáticos. Seu time teve paciência para a troca de bolas para liquidar um rival fragilizado pela ausência de seu segundo principal atleta, o pivô Joseph Vogel. Sem o veterano, o oponente praticamente não ofereceu resistência na proteção à cesta. Huertas e os pivôs nacionais ficaram livres diante da cesta por diversas ocasiões.

A vantagem brasileira, mesmo com um time inteiramente reserva, cresceu no terceiro período para 73 a 37. Isso depois de os libaneses terem convertido um arremesso de três pontos antes do estouro do cronômetro.

Os titulares voltaram para o quarto período para não ficarem muito frios para o duelo com a Grécia, que decidirá a liderança do grupo. Três vagas para Pequim-2008 estão em jogo no torneio.

(Giancarlo Giampietro, em Atenas/Grécia)

© 2008 BasketBrasil. Todos os direitos reservados.

Sobre o BasketBrasil | Aviso legal | Contato

BasketBrasil pela rede: Youtube | Orkut | Facebook | Twitter

Anuncie no BasketBrasil | Ajuda | Faça parte da equipe