October 31, 2008

O primeiro Ranking de Forças BasketBrasil 2008-09 - com novidades!

Filed under: Colunas, DESTAQUES, Esta semana na NBA — Tags: , — Adriano Albuquerque @ 2:07 pm

É isso mesmo, pessoal, ele está de volta… O Ranking de Forças do BasketBrasil, temporada 2008-09, em que ranqueamos todos os times da NBA, levando em conta sua força, sua fase e, claro, nossa opinião subjetiva!

Este ano, temos novidades. Primeiro e mais importante, eu não faço mais o ranking sozinho. Achei mais justo pegar a opinião da galera toda daqui do site e fazer a eleição de cada vaga no ranking, assim dá uma perspectiva melhor do que nós achamos em conjunto. Vários times que eu colocaria mais acima no meu ranking caíram para seus devidos lugares na votação da galera, por exemplo.

Outras novidades é que eles estão divididos em grupos de 5, o que facilita para separá-los e desempatá-los quando receberem o mesmo número de pontos. Também publicarei o ranking aqui na coluna semanalmente, mas ainda teremos aqueles rankings mensais com os comentários sobre cada time.

A última novidade é que você também pode contribuir com o ranking. Semanalmente, mande a sua própria arrumação para nós, seja por e-mail ou por comentário, e nós computaremos seu voto na composição do ranking. Porque o ranking é do BasketBrasil, e o BasketBrasil é feito pela redação e pelos leitores, por todo mundo. Faz sentido, não faz?

Vamos ao que interessa:
PRIMEIRO RANKING DE FORÇAS MENSAL DO BASKETBRASIL 2008-09

A elite
1. Boston Celtics (1v-0d)

O atual campeão é o único a estar no TOP 2 de todos os eleitores. Por ser o detentor do título, merece a primeira posição, e a vitória sobre o Cleveland na terça-feira também foi boa.

2. Los Angeles Lakers (2v-0d)

Seus adversários estavam desfalcados: Greg Oden se machucou no começo do jogo na estréia, e Camby não jogou pelo Clippers no dia seguinte. Portland também sentiu a pressão da estréia. Nada disso tira os méritos de uma defesa melhorada, que cedeu apenas 76 e 79 pontos. O ataque também vai bem, com 106,5 pontos por jogo.

3. New Orleans Hornets (2v-0d)

New Orleans foi unanimidade: é o terceiro melhor time da NBA para a redação do BasketBrasil. O time está jogando bem o suficiente para logo tomar a primeira posição e se impôs contra o Phoenix Suns na quinta.

4. Houston Rockets (2v-0d)

Boas vitórias sobre rivais divisionais nos dois primeiros jogos, incluindo vitória fora de casa sobre o Dallas Mavericks. Esperava-se que Artest reforçasse a defesa, mas o time derrotou o Mavs com ataque, incluindo 29 pontos de Ron-Ron.

5. Phoenix Suns (1v-1d)

O resto do pessoal do BasketBrasil parece acreditar mais no Suns do que eu, que os coloquei na 11ª posição do meu ranking. Não sei se tem a ver com a torcida pelo Leandrinho… Mas a turma continua jogando bom basquete. Completamente diferente do que jogava, mas bom.

Possíveis desafiantes

6. Detroit Pistons (1v-0d)

É aquele mesmo time de sempre, mas com um banco ainda melhor e mais ativo. Michael Curry ainda não teve de acordar ninguém; só houve um jogo. Vamos ver no que dá.

7. Cleveland Cavaliers (1v-1d)

Cleveland empatou com Utah em pontos, mas como teve votos para o grupo de cima, fica à frente no ranking. LeBron está no melhor de sua forma e, aparentemente, Varejão e Daniel Gibson também. A disputa com o Pistons pela divisão vai ser acirrada.

8. Utah Jazz (1v-0d)

Mesmo sem Deron Williams, o Jazz conseguiu manter Denver sob controle. Isto é um bom sinal para Utah ou um mal sinal para o Nuggets?

9. San Antonio Spurs (0v-1d)

Teria Gregg Popovich enlouquecido e criado um senso de humor? Primeiro, aparece com aquela barba do Enéas na pré-temporada; depois, diz que “pré-temporada é uma época divertida do ano” em uma coletiva de imprensa. Depois, faz o Hack-A-Shaq na primeira jogada do campeonato, ri e faz sua melhor imitação de Fonzie, com dois “joinhas” para O’Neal. “EEEEEyyy!” Um dos sinais do apocalipse.

10. Dallas Mavericks (0v-1d)

Não jogaram mal contra o Houston, mas de repente a derrota mostra que eles realmente estão um passo atrás da elite no momento. Ou então eu estou tirando coisa demais de uma estréia.

Galera dos playoffs

11. Toronto Raptors (1v-0d)

Se Chris Bosh continuar jogando da forma que jogou contra o Philadelphia na estréia, sai de baixo, que o Raptors vai fazer barulho. Mas por quanto tempo o Jermaine O’Neal agüenta de pé? Será que ele joga novembro inteiro?

12. Orlando Magic (0v-1d)

Um clube que mexeu muito pouco no elenco. Eles acham mesmo que o time já está pronto? Não foi o que pareceu contra Atlanta. Pelo menos, Mickael Pietrus parece ser um titular digno na posição 2. No banco, pelo menos, não parece ter ninguém para substituí-lo.

13. Denver Nuggets (0v-1d)

Difícil falar do Denver antes de Carmelo Anthony cumprir sua suspensão e jogar um jogo. Em outras notícias, Nenê só precisou de UMA partida pra se lesionar: torceu o dedo mindinho da mão direita!! Graças a Deus - e ao George Karl - parece que ele não vai perder nenhum jogo por causa disso.

14. Philadelphia 76ers (0v-1d)

Não foi um começo muito animador para o Sixers de Elton Brand, mas foi só um jogo. Pelo menos, a dupla dele com Samuel Dalembert já mostrou ser capaz de pegar rebotes, comandando a tábua contra o Raptors.

15. Atlanta Hawks (1v-0d)

Eu não boto tanta fé no Hawks quanto meus companheiros de site, novamente, mas a estréia contra Orlando foi boa. Vamos ver se a produtividade do reserva Maurice Evans continua em cima quando ele não estiver tentando se vingar do Magic.

Na briga
16. Portland Trail Blazers (0v-1d)

Um primeiro jogo muito nervoso e tímido, com exceção do espanhol Rudy Fernández, que apesar de estar jogando seu primeiro jogo de NBA, atuou como um autêntico veterano, campeão mundial e medalhista de prata olímpico que é. Greg Oden, por sua vez, se lesionou com apenas 13 minutos de estréia e vai ficar mais quatro semanas de molho. Esse sim é bichado.

17. Golden State Warriors (0v-1d)

Mesmo com seu primeiro titular calouro não-draftado em mais de 50 anos, Golden State conseguiu jogar ponto a ponto com o poderoso Hornets. Ah, se o Monta Ellis não fizesse bobagem…

18. Los Angeles Clippers (0v-1d)

O Clippers fez um primeiro quarto e metade de segundo período de igual para igual com o Lakers, antes de apagar por completo… Quando Ricky Davis entrou em quadra. Davis é o oposto de Midas: tudo o que toca, vira lata velha. L.A. precisa da estréia de Camby, logo.

19. Washington Wizards (0v-1d)

Perder por 10 pontos para o New Jersey Nets, em casa, na estréia, é ruim. Eddie Jordan vai ter trabalho. Gilbert Arenas volta quando mesmo? Final de dezembro? Hmm…

20. Chicago Bulls (1v-0d)

Derrick Rose começou sua carreira muito bem, ficando a uma assistência de um duplo-duplo. Pelo visto, não está sentindo em nada a transição para o profissional, e logo logo o Bulls estará brigando seriamente por vaga em playoffs. Quão importante é Rose? Os veteranos de Chicago não podem nem dar trote nele.

Franco-atiradores
21. Miami Heat (0v-1d)

Eu não tenho problema em colocar o Heat aqui, mas o time pareceu abaixo do nível contra o Knicks na estréia. Shawn Marion ainda precisa encontrar seu lugar, e o técnico Erik Spoelstra precisa achar sua formação ideal. Ele tentou jogar no ritmo do Knicks, com um time mais baixo, e não deu certo.

22. New Jersey Nets (1v-0d)

Vince Carter gostou desse negócio de ser capitão e exemplo pros jogadores e marcou 21 pontos logo na estréia. Mais animador foram os 17 pontos de Yi Jianlian e a boa estréia de Brook Lopez, com 8 pontos e 8 rebotes saído do banco.

23. New York Knicks (1v-0d)

Só foi preciso um jogo para que a polêmica começasse em Nova York: Stephon Marbury e Eddy Curry não jogaram, e a torcida - pasmem! - pediu por Marbury em quadra. Isso com o Knicks vencendo e com certa folga por parte do jogo. Essa torcida nova-iorquina não sabe mesmo o que quer.

24. Indiana Pacers (0v-1d)

Perder para o Pistons na estréia, fora de casa, não é vergonha nenhuma. A briga do Indiana é para chegar no grupo acima deste e se entrosar para arrancar na segunda metade da temporada.

25. Milwaukee Bucks (1v-1d)

O Bucks já virou herói da galera por garantir a primeira derrota do OKC Thunder, na casa do adversário. Clay Bennett deve ter adorado.

Favoritos da loteria
26. Sacramento Kings (0v-1d)

Quem diria - Spencer Hawes, uma máquina no garrafão? 12 pontos, 14 rebotes e 6 tocos como titular contra o Timberwolves. Ele será reserva, já que Brad Miller é o pivô ideal para o triângulo ofensivo de Reggie Theus, mas Hawes garantiu um pouco mais de tempo em quadra como reserva. Jason Thompson (18 pontos e 10 rebotes), também.

27. Charlotte Bobcats (0v-1d)

Sobre esse, eu discordei do pessoal. O Bobcats não ganhou nada nem na pré-temporada! Cara, o Iguaçu BC do Campeonato Carioca ganha um jogo de pré-temporada da NBA se jogar na gana (sem ofensas, Iguaçu). Na pré-temporada, só tem reserva, calouro e free agent - menos no Bobcats, cuja pré-temporada significou alguma coisa por ser a estréia do Larry Brown. Será que o Brown consegue manter o Charlotte pelo menos na 27ª posição deste ranking?

28. Memphis Grizzlies (0v-1d)

Os espanhóis não sentiram mesmo a transição para a NBA: Marc Gasol foi outro calouro com ótima atuação, marcando 12 pontos, 12 rebotes e 2 tocos contra seu velho conhecido Yao Ming, do Rockets. Agora é só o técnico Marc Iavaroni se ligar que Darko Milicic não é a dupla ideal para Gasol. Dica: o calouro Darrell Arthur marcou 11 pontos e 15 rebotes na estréia.

29. Minnesota Timberwolves (1v-0d)

Venceram um jogo apertado em casa sobre o Kings, 98 a 96, mas toda a atenção ficou no “branquelo da vez”, o pivô Kevin Love, que teve 12 pontos, 9 rebotes, 2 assistências e 2 tocos. Os torcedores que xingaram Josh Howard no blog do Mark Cuban já devem estar chorando de emoção: “É o novo Austin Croshere!”

30. Oklahoma City Thunder (0v-1d)

Eles não estão aqui só pela antipatia da galera com a mudança de Seattle; o time é muito fraco e jovem mesmo. Mas acho que pode crescer com a temporada, hein…

Jantar feito por Charles Oakley na sua casa? Peguem as carteiras!

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 2:04 pm

Duas ONGs, a Arts Horizons e The Reginald F. Lewis Museum of Maryland African American History & Culture, estão leiloando um jantar, em sua casa, cozinhado pelo ex-ala/pivô do Chicago Bulls, New York Knicks e Toronto Raptors, Charles Oakley.

Chef Oak

Chef Oak

O vencedor do leilão receberá um jantar para 10 pessoas, feito pelo “Chef Oakley”, uma bola de basquetebol autografada e uma foto do jantar com o ex-jogador. Cada pessoa poderá levar quatro itens para Oak autografar.

Arts Horizons é uma das maiores organizações de profissionais em educação artística que seve escolas e comunidades na área de Nova Iorque. Mais de 3000.000 crianças recebem a ajuda da ONG.

O The Reginald F. Lewis Museum of Maryland African American History & Culture é dedicado ao esforço dos afro-americanos para deixarem a escravidão e serem aceitos na sociedade. Os líderes do museu esperam que ele vire um local para lembrar os momentos difíceis, celebrar os bons momentos e ser um exemplo de orgulho, esperança e inspiração para todos.

October 29, 2008

International League Pass: Nossas preces foram atendidas!

Filed under: Colunas, Esta semana na NBA — Tags: , , — Adriano Albuquerque @ 1:52 pm

Estou escrevendo dois dias antes do dia da coluna, e em um dia de folga para mim aqui no BasketBrasil, para avisá-los de algo que talvez vocês já saibam, mas foi uma surpresa agradabilíssima para mim ontem (terça-feira, 28/10): A NBA enfim atendeu nossos pedidos e liberou o League Pass Broadband para usuários internacionais! O International League Pass já está no ar!

“Liberou” de repente é uma palavra forte, já que não é de graça - não que eu achasse que seria, claro que não. Mas o que importa é que agora, assim como podemos assinar o pacote para ver jogos da NFL em qualquer parte do mundo, podemos fazer o mesmo com a NBA! Até a temporada passada, o League Pass Broadband era uma exclusividade dos usuários no território norte-americano (EUA, Canadá e, se não me engano, México), vinculada à assinatura de TVs a cabo ou satélite. Dediquei algumas colunas ao assunto, inclusive pedindo ao Papai Noel para que a liga seguisse os passos da NFL e criasse um LP internacional. O que tenho a dizer agora? Obrigado, bom velhinho!!!

O International League Pass vem em ótima hora, já que por enquanto apenas a ESPN Internacional confirma a transmissão de jogos da NBA ao vivo para o Brasil, começando nesta quarta-feira (29/10) com a estréia do Phoenix Suns de Leandrinho contra o San Antonio Spurs (excepcionalmente transmitido na ESPN Brasil, já que o Internacional, por contrato, exibe o Jogo 5 da World Series de beisebol). A Globo.com acabou com quase todo seu conteúdo de NBA, mantendo apenas uma página especial de notícias, e Esporte Interativo e BandSports não anunciaram nada. Portanto, para quem tiver condições, é importante contratar o serviço e mostrar que a NBA tem público no Brasil sim, mesmo pela internet. Segundo minhas fontes, a Globo.com acabou com seu projeto NBA porque a audiência era péssima, não passava dos 300 acessos.

Acesse a página do ILP e veja se você tem os requisitos mínimos de sistema para rodar o programa. A NBA está disponibilizando três pacotes: um pela temporada inteira, a R$ 194,07 (preço que deve aumentar na segunda semana de novembro em cerca de US$ 15, então é melhor correr para economizar); um plano mensal, a R$ 45,58; e um plano diário, a R$ 11,31. Estes valores, porém, são estimativas em cima da conversão de US$ 1 = R$ 2,285. O site avisa que a cobrança é feita em dólares; logo, se o dólar estiver mais caro do que isso, você vai pagar um pouco mais do que os valores do site, é bom ficar de olho. O plano mensal, segundo eu li nos termos do contrato, se renova automaticamente todo mês; se você só quiser ver um mês e quiser cancelar no mês seguinte, tem de ligar ou acessar a página.

Mesmo com todos os poréns, para um fã viciado, amarradão em NBA e em basquete, vale a pena. Comemoremos o simples fato de agora termos essa opção, e quem tiver condição poderá ver os jogos com qualidade, sem ter de vasculhar a internet por streams ilegais e cheios de atraso, fantasmas, interrupções abruptas, etc. Agora, se eu simplesmente conseguisse arrumar esses R$ 194…

Jogo das Estrelas de 2010 poderá ser realizado no estádio de futebol americano do Dallas Cowboys

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , , — Rubens Borges @ 12:20 pm

 

O Dallas Mavericks e o Dallas Cowboys, franquia do futebol americano,

Modelo 3d do novo estádio do Cowboys

Modelo 3d do novo estádio do Cowboys

planejam anunciar o All-Star Game da NBA de 2010 para o novo estádio do Cowboys, conhecido como “O Time da América”. A maioria dos eventos do fim-de-semana das estrelas será no American Airlines Center, casa do Mavs.

O Mavs, o Cowboys e a NBA, estão trabalhando para confirmar o Jogo das Estrelas. Mark Cuban, dono do Mavs, afirmou que planeja um pedido para a liga, junto com  “o Time da América”.

Cuban sempre foi contra trazer o All-Star Game para Dallas. Com a NBA usando quase todos os ingressos para patrocinadores e convidados, os torcedores do time não assistiriam ao jogo. Mas com a capacidade de 50.000 pessoas para um jogo de basquetebol o estádio do Cowboys seria a oportunidade perfeita para popularizar as arquibancadas do espetáculo de meia temporada da liga americana de basquete.

O Mavericks foi anfitrião do Jogo das Estrelas de 1986. Em 1989, em Houston, e 1996, em San Antonio, a partida voltou ao Texas. Em 2009 o Jogo será realizado em Phoenix.

October 28, 2008

Ex-jogador da NBA Haywoode Workman estréia como árbitro na liga

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 1:51 pm

 

Workman em seus tempos de NBA

Workman em seus tempos de NBA

Após uma carreira de oito anos na NBA, Haywoode Workman vai fazer a sua primeira temporada como árbitro. No dia 14 de outubro ele comandou o jogo entre o Cleveland Cavaliers e o Boston Celtics pela pré-temporada. Quando ouviu reclamações de Paul Pierce e Kendrick Perkins, viu que, a partir de agora, era considerado um árbitro.

Workman jogou com Paul Pierce, Ray Allen, Kevin Garnett e Sam Cassell, entre outros.

“Fui treinado por um quarto da NBA, mas joguei com uns 10% dos jogadores de hoje”, disse o novo árbitro.

Haywoode começou sua carreira em ligas amadoras em Tampa Bay e Los Angeles. Passou pela CBA, pela liga de verão da NBA e pela NBDL.

“Ser um ex-jogador ajuda e atrapalha. A credibilidade em quadra é positiva. Se meu companheiro vê uma falta e me chama, e eu posso validar a falta, dá uma credibilidade. Ao mesmo tempo, parem de me chamar, deixem-me fazer meu trabalho”, brincou.

Após primeira vítima, NBA abre temporada lidando com assédio europeu e tenta driblar crise financeira

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: — basketbrasil @ 1:49 pm

Do UOL Esporte
Em São Paulo

Em julho, o basquete europeu fez sua primeira vítima na NBA. E a liga norte-americana acusou o golpe. Quando Josh Childress, reserva, é verdade, mas peça importante do Atlanta Hawks, aceitou o dinheiro do Olympiakos, da Grécia, abriu um precedente perigoso: foi o primeiro norte-americano a rejeitar propostas dos EUA - incluindo Phoenix Suns e Cleveland Cavs - e partir para o Velho Continente.

07h03 - Infográfico: Conheça os times que disputam a NBA

EXEMPLOS DA FORÇA EUROPÉIA
 
Tiago Splitter joga pelo Tau no Espanhol: pivô teve proposta dos Spurs, mas ficou no time
 
Por US$ 20 milhões em três anos, Childress é o jogador mais bem pago fora da NBA

Na temporada que começa nesta terça-feira, o basquete americano tenta dar sua resposta. A liga, cada vez mais internacional com 67 jogadores estrangeiros, trouxe três times da Euroliga para os EUA e mandou quatro times para a Europa e dois para a China. Durante os jogos em Londres, o chefão da NBA, David Stern, prometeu um jogo oficial na Inglaterra até 2012 - ligas como a NHL, de hóquei, e NFL, de futebol americano, já fazem isso.

O resultado desse intercâmbio é o aumento do nível do basquete europeu. Nesta temporada, nenhum time da NBA perdeu para europeus, algo que já aconteceu em outros anos, mas o Barcelona chegou muito perto da façanha, perdendo por quatro pontos para os atuais vice-campeões Lakers em Los Angeles.

Foi justamente essa evolução que levou Childress para a Europa e que está alterando o mercado de transferências da NBA. O brasileiro Tiago Splitter é outro exemplo. O pivô catarinense foi draftado pelo San Antonio Spurs e o time de Tim Duncan queria contar com o jogador nesta temporada. A oferta que fez, limitada pelas regras da liga norte-americana, porém, foi muito inferior à feita pelo Tau.

No ano passado, Anderson Varejão também tinha propostas da Europa caso não fechasse com os Cavs. Isso sem contar jogadores como Juan Carlos Navarro, Carlos Delfino, Nenad Krstic ou Carlos Arroyo, considerados úteis na NBA, que deixaram a liga norte-americana na esteira de Childress.

“A negociação de contratos, hoje, é global. Os times da NBA não se preocupam mais só com seus rivais na liga. O mercado expandiu e a NBA precisa responder a isso”, disse Kobe Bryant ao site norte-americano Yahoo.

“É uma opção que, no passado, não estava lá”, completou Donnie Walsh, dirigente do New York Knicks.

A explicação de Childress para a mudança de time também é simples. “Pensando como negócio, me ofereceram o dobro do dinheiro e um papel muito mais importante na equipe. Eu seria burro se não aceitasse a proposta do Olympiakos”, explicou o jogador ao New York Times - em tempo: em sua estréia na Euroliga, Childress foi o cestinha de seu time, com 14 pontos.

Outro problema que a NBA terá de enfrentar nesta temporada é a crise financeira. David Stern garante que os problemas não afetarão o basquete e chegou a anunciar investimentos milionários para construir uma arena em Xangai, na China. Mesmo assim, a liga anunciou corte de despesas de 9% no mês passado.

Com três partidas e tentando diminuir os efeitos da crise que assola os EUA, a NBA joga bola ao alto nesta terça-feira para o início da temporada. O destaque da rodada inicial é o confronto entre Boston, atual campeão, e Cleveland, finalista em 2006/07.

“Não esperamos ter um grande impacto [da crise norte-americana], mas me atreveria a dizer que haverá algum impacto”, minimiza David Stern, principal dirigente da liga.

O dirigente admitiu, porém, que a procura por ingressos neste início de temporada foi menor do que a do ano passado.

Por conta desses fatores e para se adequar à nova situação, Stern anunciou, há alguns dias, o enxugamento de 9% do número de funcionários da liga - houve o corte de 80 vagas.

“Há alguns meses, já acreditávamos que a economia passaria por um período de turbulências. Assim, começamos a apertar o cinto”, contou ele.

Outra das medidas práticas tomadas foi a redução da pré-temporada internacional. O tour deste ano foi menos badalado, com quatro partidas em quatro cidades européias, com a participação de Miami, New Jersey, Washington e New Orleans. Em 2007, houve sete confrontos em seis cidades. A expectativa, diante do sucesso alcançado, era que a iniciativa fosse ampliada.

Um litígio de fundo econômico também fez mais uma franquia mudar de endereço. O Seattle Supersonics foi extinto, sendo substituído pelo Oklahoma City Thunder, que faz sua estréia nesta temporada.

A equipe morou 41 anos em Seattle e, neste período, ganhou o título em 1979. Com um elenco modesto, no qual se destaca Kevin Durant, melhor novato em 2007/08, o objetivo é escapar das últimas posições.

Se sofreu transferência de franquias, a NBA também teve que aceitar, pela primeira vez, a fuga de talentos para a Europa.

De olho em contratos mais vantajosos no velho continente, o torneio perdeu nomes como Jorge Garbajosa e Carlos Delfino (ex-Toronto), Carlos Arroyo (ex-Orlando), Josh Childress (ex-Atlanta) e Juan Carlos Navarro (ex-Memphis).

Não bastasse isso, o brasileiro Tiago Splitter abriu mão de integrar o San Antonio, vice-campeão do Oeste, para seguir no basquete espanhol.

Entre os que ficaram, no duelo de forças da liga, Boston e LA Lakers, os últimos finalistas, surgem como favoritos.

O Boston conservou seu “big trio” Paul Pierce, Ray Allen e Kevin Garnett. Em compensação, perdeu reservas importantes, fundamentais na conquista do título da última temporada.

O ala-pivô P.J. Brown se aposentou. Já o ala James Posey se transferiu para o New Orleans.

Já o LA Lakers manteve a base do ano passado e ganhou o reforço do grandalhão Andrew Bynum (2,16m), que volta ao garrafão da equipe após se recuperar de cirurgia no joelho.

Com Kobe Bryant, MVP (melhor jogador) do último torneio, e Pau Gasol, mais adequado ao sistema de jogo do técnico Phil Jackson, o time se credencia ao título. “Somos favoritos por termos todas as peças do quebra-cabeça. Só precisamos montá-lo”, diz Kobe.

Em uma temporada que promete ser competitiva, San Antonio, Houston, New Orleans, Phoenix, Detroit e Cleveland são capazes de surpreender.

Na década de 90, ninguém no New York Knicks sonharia em mandar embora um jogador Patrick Ewing. Anos depois, na última segunda-feira, o novo treinador do time, Mike D’Antoni, fez justamente isso.

Patrick Ewing Jr, filho do pivô e maior ídolo dos Knicks na última fase vencedora da equipe, foi dispensado. Aos 24 anos, o jovem jogador atuou em apenas três partidas do New York na pré-temporada da NBA, marcou 11 pontos no total e não agradou.

Em sua melhor partida, marcou sete pontos contra o New Jersey Nets. O pivô concorria pela última das 15 vagas que o time tem para a temporada regular com o ala-armador Anthony Roberson, que participará da estréia do time na próxima quarta-feira, contra o Miami Heat.

Ewing, porém, não foi o único filho no elenco dos Knicks nesta pré-temporada. Dan Grunfeld, dispensado dias antes, é filho de Ernie Grunfeld, ex-jogador, técnico e gerente geral do time. Os dois pais, inclusive, continuam trabalhando na NBA, mas longe da Big Apple. Ewing é assistente no Orlando Magic e Grunfeld, presidente do Washington Wizards.

Nenê volta após lutar contra câncer. Leandrinho tenta se adaptar ao novo treinador. Anderson Varejão terá sua primeira temporada completa desde a polêmica renovação de contrato. A primeira temporada da NBA com apenas três jogadores do país desde 2003 começa nesta terça-feira e os objetivos brasileiros convergem em uma só direção: reconstruir sua imagem nos EUA.

O caso mais emblemático disso é Nenê. O pivô parte para seu sétimo ano no Denver Nuggets e, pela primeira vez, é titular absoluto da equipe. Graças, é verdade, a uma troca do time: Marcus Camby, melhor jogador de defesa da liga em 2007, foi trocado para os Clippers para economizar dinheiro.

Com isso, o brasileiro virou o homem de confiança do técnico George Karl para o garrafão. E até agora não decepcionou. “Desde a saída de Camby, o Nenê passou a se dedicar muito mais. Tive uma conversa com ele e ele está se doando em todos os treinos, algo que nunca tinha acontecido antes”, analisa Karl.

A aposta, porém, depende, e muito, da saúde do pivô. Desde que chegou aos EUA, o brasileiro só conseguiu jogar mais de 70 partidas em duas temporadas, as suas primeiras nos Nuggets. Desde então, uma série de problemas físicos, incluindo duas cirurgias graves no joelho e a operação para remoção de câncer, prejudicaram o jogador.

“Eu sou uma pessoa forte. Ninguém da minha idade passou por tantas coisas quanto eu passei”, afirmou o jogador aos jornais de Denver. “Agora, chegou a hora de mostrar. Tudo o que eu passei me transformou em um homem”.

Com Leandrinho, o caso é um pouco diferente. Um dos cestinhas do Phoenix Suns na temporada passada, ele era uma das estrelas do time no sistema do técnico Mike D’Antoni. O comandante, porém, foi para os Knicks e, pela primeira vez desde seu ano de estréia, o brasileiro jogará por um novo treinador: Terry Porter.

Além disso, o jogador perdeu o início da pré-temporada, em viagem ao Brasil para ficar ao lado da mãe doente. “É uma pena, pois ele terá de recuperar esse tempo durante a competição”, disse Porter à imprensa norte-americana.

Melhor reserva em 2007, Leandrinho deve continuar saindo do banco, revezando com Raja Bell e, novidade, Steve Nash. O canadense deve ser cada vez mais poupado durante a temporada regular e caberá ao brasileiro e ao esloveno Goran Dragic, estreante, comandar o time enquanto o armador principal fica no banco.

Já Anderson Varejão tem a missão de reconquistar a torcida em Cleveland. Na temporada passada, travou uma disputa com a diretoria para renovar seu contrato e só se apresentou ao time quando o campeonato já tinha começado. O resultado? Foi menos usado que em seus primeiros anos.

Para a nova temporada, o capixaba abriu mão de defender a seleção brasileira no Pré-Olímpico Mundial, em junho, para resolver definitivamente uma lesão no tornozelo. Na sua apresentação, foi elogiado pela boa forma. E, mesmo reserva, deve ser um dos jogadores mais importantes do reforçado Cleveland Cavaliers.

Após jogar bem na pré-temporada, foi até mesmo elogiado por Mike Brown. “Ele suou muito no verão (norte-americano) e isso está aparecendo, principalmente nos seus arremessos. Ele não está fazendo só bandejas. Agora tem um arremesso preciso de meia-distância também”, disse o treinador.

Varejão é justamente o que estréia primeiro: nesta terça-feira, às 22 horas, contra o atual campeão Boston Celtics. “Temos uma pedreira pela frente, logo de cara, mas gosto de começar já em um ritmo forte”, falou o brasileiro.

O Denver Nuggets, de Nenê, estréia na quarta-feira, às 23h, contra o Utah Jazz. O Phoenix Suns, de Leandrinho, às 22h contra o San Antonio.
 
(UOL Esporte/Folhapress)

Textos de Adalberto Leister Filho e Bruno Doro

Veterano Shaquille O´Neal afirma ser o “Shogun” dos pivôs da NBA

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Rubens Borges @ 1:46 pm

 

M.D.E.: "As coisas que eles faze, eu inventei"

Shaq quer ultrapassar o melhor momento da história do Suns, 1992, quando o time, liderado por Charles Barkley, perdeu a final, por 4 a 2, para o Chicago Bulls de Michael Jordan.

Para isso, o Diesel ainda crê ser o melhor dos pivôs em atividade.

“Porque fiz mais coisas que os outros”, disse.

“Não me importo com caras vencendo campeonatos de enterrada e coisas do tipo. Você ainda deve  vencer o Shogun para ser o Shogun. Quando eu sair vai ser porque meu tempo acabou, não porque alguém fez mais coisas do que eu fiz. O único que chegou perto, e não é realmente um pivô, é o Sr. (Tim) Duncan. Todos os outros pivôs, as coisas que eles fazem, eu inventei”, completou.

Levando em conta quatro títulos, levar três times diferentes às finais, troféus de MVP da temporada e finais, e Duncan ter jogado 90% de sua carreira como ala-pivô, é difícil argumentar com Shaq. A propósito, Shogun é a palavra japonesa para “comandante” na era dos samurais.

October 27, 2008

Tudo sobre a temporada 2008-09 da NBA em prévia exclusiva (vídeos)

Filed under: CAPA, Conferência Leste, Conferência Oeste, DESTAQUES, Multimídia, NBA — Tags: — Adriano Albuquerque @ 9:06 pm

A temporada 2008-09 da NBA começa nesta terça-feira, com três jogos: o campeão Boston Celtics recebe o Cleveland Cavaliers de Anderson Varejão às 22h (horário de verão de Brasília), o Chicago Bulls recebe o Milwaukee Bucks meia hora depois, e o vice-campeão Los Angeles Lakers enfrenta o Portland Trail Blazers já na madrugada de quarta-feira. Confira em nossa apresentação especial tudo sobre cada divisão e time da NBA em 2008-09! (more…)

Lamar Odom passa a bola para jogador do banco de reservas, hilário!

Filed under: Colunas, Videobasket — Tags: , , , — Redação @ 1:15 pm

Lamar Odom iniciou a temporada da NBA no mundo da lua. Ele fez esse passe para Sasha Vujacic que estava no banco de reservas, na vitória do Lakers sobre o Portland nessa terça. Na temporada passada, Odom já tinha feito algo parecido sair jogando sozinho do fundo da quadra.

Greg Oden (Portland) rejeita Andrew Bynum (Lakers)

http://br.youtube.com/watch?v=1ENgb9Wavgg

Leon Powe (Celtics) enterra sobre David West (Cavaliers)

http://br.youtube.com/watch?v=OVqNLwfDtfE

Ponte aérea de David West para Lebron James

http://br.youtube.com/watch?v=GR1ORskc4i8

Confira o TOP 10 da Pré-Temporada da NBA:

TOP 5 da 5a. rodada da ACB:

Drew Neitzel, ex-jogador da Universidade de Michigan, acerta um arremesso do meio da quadra, atuando na Alemanha pelo Artland Dragons:

TOP 10 da Rodada 1 da Euroleague:

October 20, 2008

Weatherspoon, ex-jogador da NBA, falece aos 58 anos de idade

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, Extraquadra, NBA, Uncategorized — Tags: , — Rubens Borges @ 10:26 am

 

 

Weatherspoon faleceu aos 58 anos de idade

Weatherspoon faleceu aos 58 anos de idade

O ex-jogador da NBA e da Universidade de Illinois, Nick Weatherspoon, faleceu aos 58 anos de idade. A causa ainda é desconhecida.

Quando deixou Illinois, em 1972-73, Weatherspoon era o cestinha da Universidade, com 1.481 pontos. Ele ainda está em 10º lugar.

Ele foi escolhido para o time de novatos da NBA em 1972-73 e jogou pelo Washington Bullets, Seattle Supersonics, Chicago Bulls e San Diego Clippers.

Sua melhor temporada foi a de 1978-79 com o Clippers, com média de 13,8 pontos por jogo. Em sua carreira ele fez 9 pontos por partida.

October 14, 2008

Construção de arena em Xangai faz parte dos planos de expansão da NBA na China

Filed under: Internacional — Tags: , , — basketbrasil @ 7:11 pm

Xangai (China) - Além de estender seus projetos para a Europa, a NBA (liga norte-americana de basquete) já tem planos de seguir para a China. Nesta terça-feira, a NBA anunciou que pretende construir uma arena de esportes e entretenimento em Xangai.

Será construído um ginásio com capacidade para 18 mil pessoas, que estará dentro de um complexo erguido para o evento Shangai World Expo, uma feira de negócios a ser realizada em 2010.

Entretanto, para que o projeto saia do papel ainda há a dependência da aprovação do governo chinês. Por sua vez, o presidente da NBA, David Stern disse nesse sábado que a China será o próximo passo para que o basquete se expanda.

“O projeto de expansão na China irá prosseguir, mas é um plano para longo prazo”, afirmou Heidi Ueberroth, responsável pelo setor que cuida da expansão da liga norte-americana.

(Gazetapress)

October 4, 2008

NBA propõe aumentar possibilidades de ajuda de replays para arbitragem

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , — Rubens Borges @ 5:00 pm

O uso de replays em partidas da NBA deve aumentar. A liga colocou em votação uma proposta para mudar as regras:

1. Para autorizar árbitros a usarem o replay em qualquer momento para determinar (I) se o arremesso foi convertido de dois pontos ou três e (II) para dar o número correto de lances-livres, em um arremesso errado de dois ou três pontos em que tenha ocorrido falta.

2. Autorizar árbitros a usarem o replay para corrigir erros no cronômetro durante uma jogada que ocorre sem tempo no cronômetro (0:00) no final de qualquer quarto ou prorrogação.

A segunda proposta é uma referência clara ao segundo jogo da série dos playoffs entre Orlando Magic e Detroit Pistons, na última temporada.

Na jogada o Pistons colocou a bola em jogo, perto de sua própria cesta, com 5,1s de jogo. O cronômetro começou funcionando perfeitamente, com 4,8s parou. O armador do Pistons Chauncey Billups atravessou a quadra e acertou um arremesso, ainda com 4,8s. Replays televisivos mostraram que o armador levou 5,22s para arremessar.

September 19, 2008

Empresa que cuida do seguro de Tony Parker quase faliu

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , — João Guilherme @ 10:22 am

A crise econômica dos Estados Unidos não vem assustando só economistas e executivos, mas também alguns times da NBA, como o San Antonio Spurs. A preocupação dos torcedores do Spurs se deveu ao fato de todos os jogadores da seleção francesa basquete terem seus seguros em caso de lesão vinculados à empresa AIG, entre eles o astro da franquia texana Tony Parker. Por causa da série e problemas financeiros acarretou em intervenções do Estado local para que bancos e outras grandes instituições do país não fossem à falência. Uma destas instituições é a AIG, uma das maiores companhias seguradoras do mundo.

Com parte de suas ações compradas pelo governo estadunidense, a AIG não quebrou, mas assustou boa parte da comunidade mundial, inclusive alguns torcedores do San Antonio Spurs. Com a quebra da AIG especulada, uma possível lesão do armador não seria ressarcida para a franquia texana, que arcaria sozinha com os custos e ainda perderia o jogador por algum tempo.

Ainda não se sabe como a situação da AIG será conduzida pelo governo dos EUA, e por isso não se sabe o que acontecerá em caso de lesão por parte do armador. Como estão vinculados à AIG européia, especula-se que o governo ianque poderá cobrar o valor devido a fundos locais. A crise segue nos Estados Unidos e enquanto não for resolvida, poderá afetar todos os setores locais, com a NBA incluída.

September 8, 2008

Por jogadores, NBA seguirá como única liga do mundo a usar bolas de couro

Filed under: Extraquadra, Internacional — Tags: , , — basketbrasil @ 5:00 pm

Do UOL Esporte
Em São Paulo

A NBA anunciou que seguirá usando bolas de couro em seu campeonato, acabando assim com a tentativa de desenvolver um novo material para ser usado. A decisão foi tomada tendo em vista a opinião dos jogadores, que se manifestaram contra uma possível mudança. O material sintético usado em 2006 teve críticas e foi trocado no meio da temporada.

“Estamos nos comprometendo a manter o couro em um futuro próximo”, disse o porta-voz da liga norte-americana, Tim Frank, ao site ESPN.com. “Nós percebemos que é isso o que nossos atletas querem.”

Deste modo, a NBA segue como a única liga no mundo que ainda usa bolas de couro. Nos outros locais, o tradicional material já foi trocado e costuma-se utilizar compostos sintéticos, devido ao menor valor e à maior consistência de desempenho de uma para outra bola.

Não é a primeira vez que a liga de basquete tentou realizar a alteração. No começo da temporada 2006/2007, foi introduzido um material composto para a disputa. Entretanto, os jogadores passaram a reclamar que a bola ficava escorregadia devido à transpiração. Além disso, vários tiveram pequenos cortes em suas mãos, motivando o retorno do uso do couro, em janeiro de 2007.

O novo plano é diminuir o número de gomos da bola, de oito para dois. Assim, os custos seriam menores. Os primeiros testes com o novo material devem acontecer na D-League, a liga de desenvolvimento da NBA. Os jogadores devem começar com a bola normal e trocá-la pela nova no meio da temporada.

August 25, 2008

Após revisão nos uniformes e cores, Hornets apresenta nova quadra

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — Rubens Borges @ 5:40 pm

Após desfilar os novos uniformes o New Orleans Hornets apresentou a nova quadra para a temporada 2008/09 da NBA. A quadra da New Orleans Arena foi renovada para refletir as novas cores, logos e identidade da equipe.
O logo “Fleur de Bee” aparece no centro. Após ser apresentado como um detalhe nos uniformes da última temporada o novo logo é grande aprte da nova cara do Hornets.

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As laterais da quadra são pintadas no novo azul da equipe e o nome do time aparece, pintado de dourado abaixo das tabelas.
O logo “Trompete de NOLA” está pintado ao lado do garrafão e é uma amostra do espírito de Jazz da cidade.

August 24, 2008

NBA segue atrás do maior mercado do mundo, a China, e fecha com cervejaria

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , — Rubens Borges @ 7:08 pm

Em mais uma tentativa de conquistar o mercado chinês a NBA fechou um contrato com a Cervejaria Tsingtao, a maior do país. A cervejaria patrocinará competições de esportes e dança em nome da liga americana.

A primeira promoção da Tsingtao será a procura por uma Equipe Chinesa de Dança para a NBA. A companhia vai patrocinar torneios de basquetebol e ajudar na votação do All-Star Game.

No último mês a NBA abriu duas lojas em Pequim e planeja abrir outras 998, pelo menos. Com o sucesso de Yao Ming, no Houston Rockets, a NBA é a liga esportiva com maior audiência no país.

“O apelo global da NBA entre jovens e consumidores ajudará a Tsingtao no esforço em tornar a marca internacional”, falou presidente da companhia, Jin Zhiguo.

August 22, 2008

Charles Barkley não acredita em êxodo de estrelas da NBA rumo à Europa

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 5:21 pm

O ex-ala/pivô do Phoenix Suns e analista da TNT, Charles Barkley, não acha que a troca dos Estados Unidos pela Europa continuará. Após a saída de Josh Childress e os rumores de uma proposta para LeBron James e Kobe Bryant, Sir Charles acha que tudo não passa de fogo de palha.

“Estou lendo um monte de besteiras sobre o êxodo. A NBA não vai perder nenhum dos grandes jogadores”, disse Barkley.

O analista de basquetebol da ESPN, Jack Ramsey, pensa diferente. “Acho bom para a NBA o interesse de equipes européias nestes jovens jogadores. Se o plano de globalização da liga funcionar já existem jogadores lá”.

“Basquetebol bom é basquetebol bom, seja na América, Europa ou Ásia”, disse James. Bryant concordou com LeBron, adicionando que, pelo preço certo, se mudaria para qualquer lugar.

“Em primeiro lugar, acho que o Kobe e o LeBron estão com tempo demais nas mãos. Eles querem ser os melhores jogadores do mundo. Nunca ninguém me perguntou o campeão grego”, respondeu Sir Charles.

Quem concorda com as opiniões de Barkley é Larry Bird. “As rivalidades (na Europa) são reais. Eles têm buzinas, fogo nas arquibancadas. Jogam moedas e isqueiros. Não os vejo (Superestrelas da NBA) jogando lá”.

August 19, 2008

David Stern quer aproveitar sucesso das Olimpíadas de Pequim para conquistar o território asiático

Filed under: Extraquadra, NBA — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 4:09 pm

O comissário da NBA, David Stern, começa a revelar seus planos para expandir a marca da liga pelo continente asiático. A NBA planeja patrocinar uma liga na China e construir oito, ou 12, novos ginásios, prontos para jogos da liga americana.

“O mundo está adotando o esporte que o Time dos Sonhos levou à Barcelona. E acho que as Olimpíadas de 2008 mostram isto”, disse Stern.

O todo-poderoso da NBA confirmou conversas com o governo chinês para garantir a instalação de 800.000 cestas de basquetebol no país.

Por enquanto a presença da NBA será garantida com exibições pelo país. Pequim e Guangzhou irão receber partidas da liga, mesmo que as equipes não estejam confirmadas.

Com a torcida chinesa apoiando a seleção americana nas Olimpíadas, Stern sente a grande mudança após as vaias dos gregos, em Atenas 2004.

Mas a conquista da China não é o último objetivo da NBA. Em Pequim executivos da liga reuniram-se com autoridades da Índia, e a NBA teve seu prime iro Basquetebol Sem Fronteiras no país.

“Achamos que é um mercado promissor. O esporte (basquetebol) está em alta”, completou Stern.

August 14, 2008

Kidd acha que seleção espanhola escapou livre de “polêmica da foto”

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA, Seleções — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 5:15 pm

Após ver a foto dos jogadores da seleção espanhola esticando os cantos dos olhos, imitando uma característica dos asiáticos, o armador da seleção americana e do Dallas Mavericks, Jason Kidd, convenceu-se de que, fossem jogadores dos EUA, as conseqüências seriam diferentes.

“Seríamos expulsos das Olimpíadas. Pelo menos suspensos ao voltar para os EUA. Não fazem nada contra eles (jogadores europeus). É um valor duplo”, falou Kidd.

Pau Gasol, do Los Angeles Lakers, e José Calderón, do Toronto Raptors, são dois dos jogadores da NBA que participaram da foto. Parte de uma campanha publicitária publicada no jornal espanhol La Marca.

Gasol afirmou não estar incomodado com o fato de a foto ser considerada racista, mas dela não ser engraçada.

“Era para ser uma foto que inspiraria o espírito olímpico”, falou o espanhol.

Vendo uma situação ruim ficar pior com a falta de uma justificativa além de “não fizemos nada de errado”, Kidd manifestou-se após um treino da seleção americana.

“Eles devem dar explicações. Vão falar algo bom”, comentou o armador.

A maior preocupação de Kidd é que alguns dos espanhóis respondem não apenas ao Comitê Olímpico Espanhol, mas também à NBA. A liga que multa em US$ 50.000 ao reclamar de um árbitro parece deixar passar um momento de jogadores que pode ser percebido como racista, em um mercado enorme como o da Ásia.

Além da óbvia questão financeira este episódio aumenta o sentimento de atletas afro-americanos serem feitos de bode-expiatório em qualquer problema da NBA. Enquanto o público não exige as mesmas regras de conduta de jogadores europeus.

“A questão é simples, ‘David Stern cobraria dos jogadores americanos?’ A resposta é: Sim. Então deveria cobrar dos “outros” jogadores da NBA. A não ser que as regras só se apliquem aos americanos”, falou um gerente geral da NBA que preferiu permanecer anônimo.

A indicação, ao menos até uma grande manifestação do público, é que David Stern empurrará a responsabilidade de lidar com os jogadores da NBA para a FIBA, afirmando que isto é problema da entidade internacional.

Sendo a liga de basquetebol de maior público no mundo inteiro os jogadores da NBA seguem sendo identificados como da entidade americana mesmo a serviço de seus países.

“Podemos afirmar isto também. No final do dia, ainda representamos a NBA. Mesmo que se diga que as ações não envolvem a liga. No final do dia voltamos para casa e nossos empregos”, completou Kidd.

 

August 7, 2008

Liga anuncia calendário da temporada 2008/09. Abertura será entre Celtics e Cavs

Filed under: Conferência Leste, Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , , , — João Guilherme @ 10:52 am

Ainda faltam mais de dois meses para o início da temporada 2008/09 da NBA, mas nesta quarta-feira a Liga norte-americana já anunciou o calendário do próximo campeonato. Como de tradição, o jogo de abertura envolverá o atual campeão da última temporada, no caso deste ano o Boston Celtics. A equipe verde de Massachusetts receberá a visita do Cleveland Cavaliers, de LeBron James, no dia 28 de outubro, uma terça-feira.

Além de abrir a temporada regular 2008/09, o duelo entre Celtics e Cavaliers também marcará a entrega dos anéis de campeões para os atletas do time de Boston. Vale lembrar que a equipe que conta com o trio Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett conquistou o título ao vencer o Los Angeles Lakers nas finais da Liga por 4 a 2. A partida de abertura do campeonato está marcada para as 21h (de Brasília).

Entretanto, o jogo entre Celtics e Cavaliers não será o único do dia 28 de outubro. Logo após este jogo, será disputado outro embate, desta vez entre duas franquias da Conferência Oeste. O atual vice-campeão Los Angeles Lakers receberá a visita do Portland Trail Blazers no Staples Center, na Califórnia. O jogo marcará o encontro do ótimo Lakers contra o emergente Blazers, além da estréia do badalado pivô do Portland, Greg Oden, como profissional.

Na quarta-feira dois jogos serão transmitidos pela ESPN. O clássico entre Phoenix Suns e San Antonio Spurs será trasnmitida diretamente do AT&T Center, no Texas. Logo após, a emissora americana passará o clássico angelino, envolvendo Los Angeles Clippers e Los Angeles Lakers. Neste caso, o renovado Clippers será o mandante da partida.

Outros jogos interessantes da primeira semana de disputa da temporada regular serão disputados na noite de quinta-feira, 30, e sexta, 31. No dia 30, o Houston Rockets vai até Dallas para enfrentar o Mavericks de Kidd e Nowitzki a partir das 21h (de Brasília). Na rodada da noite de 31 de outubro, o Chicago Bulls, do novato Derrick Rose, visitará o atual campeão Boston Celtics. Na mesma noite o Portland Trail Blazers recebe a visita do San Antonio Spurs.

Rodada de natal terá quatro jogos: Como adiantado nesta quarta pelo BasketBrasil, a rodada de natal terá a reedição da última final entre Los Angeles Lakers e Boston Celtics. O jogo será realizado a partir das 18h (de Brasília) no Staples Center, em Los Angeles. Antes disso dois embates serão disputados, a partir das 13h, Orlando Magic e New Orleans Hornets se enfrentam na Flórida. Às 3h30min é a vez do duelo entre Phoenix Suns e San Antonio Spurs, no Arizona. A rodada de natal será fechada pela rivalidade mais quente da NBA no momento, o Cleveland Cavaliers, de LeBron James, recebe a visita do Washington Wizards, de Gilbert Arenas e DeShawn Stevenson.

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