August 17, 2008

Seleção feminina dos Estados Unidos encerra a primeira fase invicta dominando Nova Zelândia (vídeo)

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , — Linelson Y Castro @ 2:54 pm

Os Estados Unidos encerraram a primeira fase dos Jogos Olímpicos de Pequim de forma invicta no basquete feminino, vencendo neste domingo a Nova Zelândia por 96 a 60, pelo Grupo B do torneio. As Tall Ferns deixam a competição com apenas uma vitória, enquanto os EUA pegam nas quartas-de-final a Coréia.

Foto: Candace Parker (FIBA.COM)

As americanas acertaram 32 de seus 52 (62%) arremessos de dois pontos, 7 de 16 (44%) tiros de três e foram quase perfeitas nos lances livres, acertando 11 de 12 tentativas. A defesa da equipe forçou a equipe da Oceania a cometer 21 desperdícios de bola na partida e marcar apenas seis pontos no segundo período da partida, momento no qual a partida foi decidida, além de recuperar 10 bolas. Nos rebotes, as americanas capturaram 36 bolas, contra 27 das rivais.

Até que o primeiro quarto foi equilibrado, com os Estados Unidos fechando na frente com 23 a 18, mas uma seqüência de 21 a 0 na segundo período decidiu a partida, com o placar apontando 50 a 24 no intervalo. No segundo tempo, a equipe pôde rodar bastante as atletas, fechando a partida com 36 pontos de vantagem.

A veterana ala-pivô Tina Thompson, do Houston Comets, liderou a vitória com 15 pontos. Katie Smith (Detroit Shock) somou 13 pontos e quatro rebotes. Seimone Augustus contribuiu com 12 pontos. Tamika Catchings adicionou 11 pontos, três rebotes, três assistências e três roubos de bola. Pela Nova Zelândia, Angela Marino foi a cestinha da partida com 17 pontos, distribuindo ainda quatro assistências. Wallbutton marcou 14 pontos.

Foto: Angela Marino, a cestinha da partida (FIBA.COM)

FICHA TÉCNICA

ESTADOS UNIDOS 96 (23 + 27 + 25 + 21)
Pondexter (5 pts), Augustus (12 pts), Sue Bird (2 assists), Lawson (9 pts e 3 assists), Milton-Jones (4 pts), Lisa Leslie (8 pts e 6 rebs), Catchings (11 pts e 3 assists), Thompson (15 pts), Taurasi (5 pts e 5 assists), Fowles (8 pts), Smith (13 pts) e Candace Parker (6 pts e 5 rebs).

NOVA ZELÂNDIA 60 (18 + 6 + 18 + 18)
Wharemate (0), Marino (17 pts e 4 assists), Cocks (2 pts e 3 assists), Purcell (6 pts e 5 rebs), Bates (2 assists), Wallbutton (14 pts), McMeeken-Ruscoe (4 pts e 3 assists), McCormack (2 pts), Bodensteiner (2 pts), Harmon (4 pts), Kerr (9 pts).

Melhores Momentos:

http://terratv.terra.com.br/olimpiadas/templates/ol_ondemand.aspx?contentId=208030

August 15, 2008

República Tcheca vence com folga a Nova Zelândia no Grupo B e se garante nas quartas-de-final

Filed under: Basquete Feminino, DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , — Linelson Y Castro @ 12:43 am

Na abertura da quarta rodada do torneio feminino de basquete dos Jogos Olímpicos de Pequim, a República Tcheca conseguiu sua segunda vitória na competição, derrotando a Nova Zelândia por 90 a 59 (44 a 31 no intervalo) em partida disputada no final da noite desta quinta-feira, no horário de Brasília. As neozelandesas acumulam uma vitória e três derrotas e enfrentarão na última rodada os Estados Unidos, enquanto as tchecas têm duas vitórias e duas derrotas, garantiram a classificação às quartas-de-final e no domingo pegam a China pelo Grupo B.

Hana Machova liderou a vitória tcheca com 23 pontos e quatro roubos de bola. Vecereva adicionou 14 pontos, oito rebotes, três assistências, dois roubos de bola e dois tocos. Eva Viteckova contribuiu com 21 pontos e quatro assistências. Veselá conseguiu um duplo-duplo com 13 pontos e 10 rebotes, além de cinco assistências, dois roubos e dois tocos. Pela Nova Zelândia, Angela Marino marcou 22 pontos e roubou duas bolas. Kerr somou 12 pontos.

As tchecas tiveram um bom aproveitamento nos arremessos, com 60% (24 de 40) nas bolas de dois pontos, 47% (7 de 15) nos tiros de três e 84% (21 de 25) nos lances livres. A defesa da equipe européia forçou 24 desperdícios de bola da fraca equipe da Oceania, vencendo ainda a disputa dos rebotes por 36 a 31.

FICHA TÉCNICA

REPÚBLICA TCHECA 90 (26 + 18 + 21 + 25)
Machova (23 pts), Vecerova (14 pts e 8 rebs), Vesela (13 pts e 10 rebs), Kulichova (6 pts), Mokrosova (5 pts), Viteckova (21 pts), Hartigova (6 pts), Elhotova (2 pts), Sejanova (0), Svobodova (0), Hejdova (0), Uhrova (0).

NOVA ZELÂNDIA 59 (12 + 19 + 7 + 21)
Kerr (12 pts), Wallbutton (9 pts e 10 rebs), Harmon (5 pts), Bates (3 pts), Mcmeeken-Ruscoe (2 pts), Marino (22 pts), Cocks (4 pts), Purcell (2 pts), Mccormack (0), Bodensteiner (0), Wharemate (0), Purcell (0).

August 13, 2008

Duplo-duplo da pivô Nan lidera vitória convincente da China sobre Nova Zelândia

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 7:33 am

A seleção feminina da China dominou a Nova Zelândia nesta quarta-feira e, com uma atuação inspirada da pivô Chen Nan, derrotou as “Tall Ferns” por 80 a 63 (48 a 31 no primeiro tempo), pelo Grupo B dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008. O time da casa teve bom aproveitamento em chutes de 2 e nos lances livres e dominou os rebotes graças a Nan, que marcou 26 pontos, 17 rebotes e 3 tocos, e foi fonte de grande preocupação para as neo-zelandesas.

O resultado deixou a equipe chinesa confiante. Tão confiante, que o treinador Tom Maher, o “Técnico Mágico” da Austrália que o país contratou para recuperar a seleção feminina ao status de time de elite mundial, já pensa em medalha. “Acho que a ficha está caindo que estamos com 2v-1d, e se conseguirmos fazer 3v-1d, soa melhor. Caso consigamos um bom confronto (nas quartas-de-final), e conseguirmos surpreender, bem, lá está uma medalha. Não é irreal”, disse Maher, que teve papel importante no desenvolvimento da atual geração australiana, campeã mundial em 2006, e comandou a Nova Zelândia nos Jogos de Atenas-2004 a uma surpreendente classificação às quartas.

Um dos pontos fortes de Maher é seu trabalho com as pivôs, sendo creditado pela evolução de Lauren Jackson à posição de melhor jogadora do mundo. Nesta quarta, Chen Nan lhe fez parecer novamente como um gênio do garrafão, com uma atuação digna do pivô e ídolo da seleção masculina do país, Yao Ming. A grandalhona de 1,95m acertou 11 de seus 14 arremessos, converteu seus quatro lances livres e buscou 5 de seus 17 rebotes no ataque, contribuindo para a vantagem de 46 a 29 das asiáticas nos rebotes.

Nan em ação dos dois lados: fazendo um arremesso no ataque e contestando a bandeja de Marino na defesa

Além dela, a armadora Miao Lijie teve grande papel, com 15 pontos, seis assistências e seis rebotes, e Bian Lan acrescentou 10 pontos e cinco rebotes. Entre as neo-zelandesas, a ala Jillian Harmon e a armadora Angela Marino marcaram 14 pontos cada, e Lisa Wallbutton contribuiu 11.

Desde o começo, as chinesas exerceram a mesma defesa forte apresentada nos dois primeiros jogos e exploraram as infiltrações e jogo de garrafão com a pivô Nan. Foi desta forma que a equipe forçou três turnovers e arrancou em 15 a 2 para abrir 17 a 8 no placar. A diferença foi a 10 pontos antes de a Nova Zelândia se encontrar em quadra e voltar a responder aos pontos das anfitriãs, mas a China manteve uma frente de 26 a 18 ao final do primeiro quarto.

Chen Nan esteve bastante ativa nos dois lados da quadra no segundo período. Ela bloqueou dois arremessos da promessa Jessie McCormack e fez seis pontos na arrancada de 16 a 6 que levou a diferença a 18 pontos, 42 a 24, após cesta de 3 da ala Sui Feifei. O técnico neo-zelandês McHugh pediu tempo e lançou seu time para marcar na frente; todavia, os últimos cinco minutos foram de muitos arremessos errados e baixo nível técnico. A China ficou três minutos sem pontuar, mas a Nova Zelândia só fez 3 pontos no meio tempo, e o time da casa conseguiu manter a margem até o final do primeiro tempo, 48 a 31. Nan já tinha 18 pontos e 10 rebotes.

Song Xiaoyun e Nan marcaram os primeiros quatro pontos do terceiro período, a vantagem foi a 21 pontos e a a China passou a controlar o jogo através dos rebotes. As Tall Ferns até melhoraram seu aproveitamento, metendo oito de 16 arremessos, e contestou mais os chutes da rival, mas as chinesas buscaram sete rebotes ofensivos e impediram os contra-ataques. A vantagem foi a 22 pontos, antes de Purcell e Cocks fazerem os três últimos pontos do período, reduzindo para 65 a 48.

As neo-zelandesas cortaram a distância para 14 pontos com uma cesta de 3 de Kate McMeeken-Ruscoe, mas as chinesas responderam forçando três turnovers e arrancaram em 13 a 2 para levar a margem a 25 pontos, 80 a 55, com 3min20s por jogar. Com a partida já vencida, a China apenas administrou o resto do jogo, permitindo que o time da Oceania fizesse os últimos oito pontos e empatasse a parcial, sem ameaçar o triunfo. “Só sei que elas queriam nos derrotar, mas temos mais talento. Nós jogamos unidos e nunca desistimos. Nós devíamos vencer este jogo e o fizemos. Tomamos conta da nossa obrigação e estou feliz por isso”, disse Maher, cuja seleção enfrenta agora Mali, campeã africana que a enfrentou recentemente no torneio Fiba Diamond Ball e deu trabalho por três períodos. “Nós as enfrentamos na semana passada e as derrotamos. Nós devemos vencer este jogo. Elas foram incríveis nos rebotes contra nós”, advertiu o técnico.

A Nova Zelândia, por sua vez, enfrenta a República Tcheca em um jogo de vida ou morte para ambas, que têm campanhas idênticas de 1v-2d - as duas derrotaram Mali. Para as Tall Ferns, a vitória é ainda mais essencial já que seu último jogo na chave é contra a favoritíssima seleção dos Estados Unidos.

FICHA TÉCNICA
NOVA ZELÂNDIA (18 + 13 + 17 + 15 = 80)

Angela Marino (14 pontos), Nonila Wharemate (0), Kate McMeeken-Ruscoe (3), Jillian Harmon (14 pts e 8 rebs) e Jessica McCormack (6). Entraram depois: Lisa Wallbutton (11), Charmian Purcell (6), Natalie Purcell (5), Micaela Cocks (1), Aneka Kerr (2), Susannah Bates (0 pt e 4 asts) e Teresa Bodensteiner (1).
Técnico: Mike McHugh

CHINA (26 + 22 + 17 + 15 = 63)
Miao Lijie (15 pts, 6 rebs e 6 asts), Song Xiaoyun (8), Bian Lan (10 pts e 5 rebs), Sui Feifei (3) e Chan Nen (26 pts e 17 rebs). Entraram depois: Liu Dan (5), Chen Xiaoli (6 pts e 6 rebs), Zhang Yu (5), Zhang Wei (2), Zhang Xiaoni (0), Zhang Hanlan (0) e Shao Tingting (0).
Técnico: Tom Maher

August 11, 2008

Seleção feminina da Espanha consegue reabilitação em cima da Nova Zelândia

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , — Linelson Y Castro @ 12:52 am

A Seleção Espanhola Feminina recuperou-se da derrota para a China, na primeira rodada dos Jogos Olímpicos de Pequim, vencendo a Nova Zelândia por 85 a 62 nesse domingo, encaminhando a classificação da equipe para as quartas-de-final. A próxima partida da equipe será quarta, contra a República Tcheca.

As européias venceram a disputa pelos rebotes por 38 a 28. As duas equipes tiveram um excessivo número de desperdícios de bola em relação aos passes para cesta: a Espanha cometeu 26 erros e teve 12 assistências, enquanto a equipe da Oceania cometeu 21 erros e distribuíram apenas 6 assistências.

A equipe do treinador Evaristo Pérez começou forte a partida, abrindo 12 a 5 em menos de 5 minutos, forçando a Nova Zelândia a pedir tempo para acertar o time, sem sucesso, saindo em desvantagem no primeiro quarto perdendo por 22 a 11. A partida continuou no mesmo rítmo nos períodos seguintes, sendo que Hammon tentava equilibrar a partida. Sem forçar muito, as espanholas fecharam a partida com 23 pontos de vantagem.

“Penso que a Espanha veio e jogou realmente bem, especialmente no primeiro quarto. Elas são realmente uma boa equipe. Agora enfrentaremos a China, os donos da casa”, comentou Harmon.

A ala-armadora Isabel Sanchez liderou a vitória com 19 pontos e 2 assistências. Anna Montañana também esteve em destaque com 18 pontos e 6 rebotes, acertando 7 de 8 arremessos de quadra. O lado negativo de sua atuação foram os 5 desperdícios de bola que cometeu. Amaya Valdemoro mais uma vez decepcionou acertando apenas 3 de 9 arremessos de quadra, terminando a partida com 6 pontos. Pela Nova Zelândia, a ala Jillian Harmon foi a cestinha da partida com 22 pontos, conseguindo ainda 5 rebotes e 3 assistências.

ESPANHA, 85 (18+22+20+25): Montañana (18), Palau (7), Aguilar (3), Torrens (9), Pascua (4) -cinco inicial- Nicholls (7), Lima (-), Valdemoro (6), Sánchez (19), Revuelto (0), Abalde (5) y Martínez (7).

NOVA ZELÂNDIA, 62 (7+20+20+15) C. Purcell (1), Marino (7), Kerr (8), Harmon (22), McMeeken-Ruscoe (10) –cinco inicial- Bates (9), Wharemate (0), Wallbutton (5), Cocks (), N. Purcell (0), McCormack (0) y Bodensteiner (0).

August 9, 2008

Nova Zelândia vence Mali em jogo apertado na estréia pelo Grupo B

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , , — Adriano Albuquerque @ 2:30 am

A seleção da Nova Zelândia conquistou seu primeiro objetivo nos Jogos Olímpicos de Pequim: derrotou Mali por 76 a 72 (42 a 33 no primeiro tempo) neste sábado pela madrugada e estreou com o pé direito no Grupo B. As duas equipes são consideradas zebras na chave, que também conta com Estados Unidos, Espanha, China e República Tcheca, e ambas as seleções marcaram o jogo deste sábado como uma vitória obrigatória para as pretensões na competição. Por isso, a partida em Pequim foi bastante disputada e pegada, com muitas trocas de liderança e erros de ambos os lados.

A Nova Zelândia errou menos, mas pouco: 20 turnovers contra 26 das adversárias. A diferença na pontaria em lances livres também foi decisiva: os times combinaram para 56 faltas, mas Mali aproveitou apenas 67% de seus 30 lances livres, enquanto as “Tall Ferns”, como são chamadas as neo-zelandesas, acertaram 25 em 31.

Ambas as equipes cometeram muitos erros no primeiro quarto e a partida esteve equilibrada; Mali chegou a abrir oito pontos, mas as neo-zelandesas arrancaram em oito pontos seguidos e terminaram o período empatadas em 18 pontos. As malianas iniciaram o segundo quarto usando a ala Hamchetou Maiga, do Houston Comets da WNBA, e retomou brevemente a liderança. A Nova Zelândia novamente respondeu com seis pontos seguidos para virar o placar, 24 a 22. Os times seguiram se alternando na frente, até as Tall Ferns se aproveitarem das faltas e erros das africanas para arrancarem em 13 a 3, abrindo 42 a 33 ao final do primeiro tempo.

A armadora Angela Marino foi a melhor jogadora em quadra, com 19 pontos (Foto: Antonio Scorza/AFP/Getty Images)

Mali voltou melhor e com mais disposição no terceiro quarto. Lideradas pela pivô Djénébou Sissoko, as africanas fizeram mais oito pontos seguidos para encostar em dois pontos. O time da Oceania tentou podar a reação, mas uma seqüência de nove pontos recolocou Mali à frente por 51 a 48. O problema do time estreante em Jogos Olímpicos era o aproveitamento nos lances livres, enquanto as neo-zelandesas estavam com boa pontaria da linha, arrancaram em 9 a 1 para finalizar o período e foram aos 10 minutos finais com 60 a 54 no placar.

A diferença da Nova Zelândia foi a oito pontos em cesta da pivô Anika Kerr, antes de Mali reagir com cestas de 3 de Kanoute e Gandega, marcando 10 pontos consecutivos para virar o jogo, 66 a 64, em cesta de Meiya Tirera a 4min13s do final. A americana filha de neo-zelandesa Jillian Harmon empatou logo em seguida com uma cesta no garrafão e o jogo ficou pegado. Kate Mcmeeken-Ruscoe acertou de 3 pontos para colocar as Tall Ferns de volta à frente, 74 a 71 a 1min12s do fim. Nagnouma Colibaly diminuiu com um lance livre, mas errou o segundo; as malianas ainda tiveram outra chance quando Nuri Wharemate cometeu turnover, mas Maiga retribuiu o favor do outro lado. A armadora Angela Marino recebeu falta e selou o triunfo da linha de penalidade.

Sissoko e Toure fazem bandejas para Mali contra a Nova Zelândia

Marino comprovou ser a principal jogadora da Nova Zelândia e marcou 19 pontos, sendo 11 em lances livres, e deu quatro assistências. Harmon marcou 12 pontos e oito rebotes e Lisa Wallbutton teve 13 pontos e quatro rebotes. Pelo time de Mali, Maiga foi a melhor em quadra, com 18 pontos, sete rebotes e três assistências. A reserva Sissoko fez 15 pontos e Diawara e Coulibaly tiveram nove pontos cada, com 12 rebotes para a segunda.

August 7, 2008

Bassul diz que erros no último quarto contra Nova Zelândia foram distrações da Seleção Brasileira

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 2:36 pm

A Seleção Brasileira adulta feminina de basquete derrotou a Nova Zelândia por 76 a 74 (46 a 28 no intervalo), em jogo-treino realizado no Centro de Basquete de Shougang, em Pequim. A cestinha do Brasil foi a ala-pivô Mamá, com 11 pontos. A equipe brasileira estréia nas Olimpíadas neste sábado, às 5h45min de Brasília (16h45 em Pequim), contra a Coréia. O Brasil, que está no Grupo A, enfrenta ainda na primeira fase Austrália (11/8), Letônia (13/8), Rússia (15/8) e Bielorrússia (17/8). No Grupo B estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.

“O time todo está mostrando que tem qualidade para fazer um basquete bonito e técnico na Olimpíada. Os erros cometidos no último quarto foram distrações da equipe e vamos corrigir alguns pontos para a competição”, comentou o técnico Paulo Bassul.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 76 (28 + 18 + 19 + 11)
Claudinha (5 pontos), Karla (9), Micaela (4), Êga (3) e Kelly (8). Entraram depois: Adrianinha (9), Chuca (9), Graziane (4), Fernanda Beling (3), Mamá (11), Karen (8) e Franciele (3). Técnico: Paulo Bassul.

NOVA ZELÂNDIA 74 (14 + 14 + 15 + 31)

De acordo com o regulamento da Olimpíada, na primeira fase as seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada grupo se classificam para as quartas-de-final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam as semifinais valendo vaga na grande final.

(CBB)

Seleção Brasileira bate Nova Zelândia por 76 a 74 no último amistoso antes da estréia em Pequim

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 6:13 am

A Seleção Brasileira de basquete feminino venceu nesta quinta-feira mais um teste antes das Olimpíadas de Pequim. A equipe do técnico Paulo Bassul derrotou a Nova Zelândia por 76 a 74 no segundo jogo-treino realizado na capital chinesa antes da Olimpíada.

Mas a partida, que era para ser amistosa, quase terminou em confusão. Depois de uma disputa de bola, a pivô brasileira Mamá se estranhou com uma adversária e tentou partir para a agressão em quadra.

“Ela é louca”, gritou. Os auxiliares técnicos das seleções, que eram os árbitros do confronto, tiraram as jogadoras da partida para evitar novos atritos.

Aproveitando a fragilidade do adversário, a Seleção impôs um ritmo forte no primeiro quarto e abriu 14 pontos de vantagem. Na segunda parcial, a equipe manteve o ritmo e foi para o intervalo com 18 pontos na frente (46 a 28).

No último tempo, Bassul fez algumas experiências e poupou algumas atletas. Mesmo assim, o Brasil manteve o ritmo e conseguiu administrar a vantagem até o final do jogo.

Na última segunda-feira, as meninas brasileiras já tinham derrotado a Espanha, por 64 a 59. Agora, o próximo desafio da equipe é a Coréia do Sul, na estréia dos Jogos, sábado, no Wukesong Indoor, local das competições de basquete em Pequim.

Após a partida, o ex-jogador Oscar Schmidt fez um discurso para apoiar o time, mas acabou deixando Micaela envergonhada.

“Ele é um ídolo e vem para dar moral. A gente fica até com vergonha”, confessou a ala. Oscar acompanhou o jogo todo. Do lado de fora, ele torceu e gritou pelo Brasil no amistoso. No final da partida, o ex-jogador desceu para a quadra.

Na China para trabalhar como comentarista de um canal de televisão, Oscar interrompeu o alongamento e reuniu as atletas para fazer um discurso. “Vocês são um milagre para o basquete brasileiro. Estou torcendo demais para vocês. Vocês podem chegar entre as quatro melhores. É só acreditar”, afirmou.

Oscar defendeu o Brasil em cinco edições dos Jogos. Com mais de mil pontos, é o maior cestinha da história das Olimpíadas. Experiente, ele aconselhou as meninas. “Cada uma tem que fazer a sua parte. Uma vai fazer 30 pontos, e a outra vai dar porrada”, exemplificou.

Diferente de Micaela, a pivô Mamá recebeu o discurso do ex-jogador com naturalidade. “Para nós é ótimo, porque ele foi o primeiro a nos dar força”, declarou a atleta, mais calma após tentar agredir uma adversária durante o amistoso.

Um dia antes da abertura dos Jogos, a Seleção feminina de basquete venceu a Nova Zelândia por 76 a 74 no segundo amistoso preparatório disputado em Pequim, nesta quinta-feira. O técnico Paulo Bassul alertou suas jogadoras sobre a queda de rendimento no final da partida.

“Fizemos três quartos bons, mas o último foi um filme de terror”, declarou o treinador brasileiro. A Seleção chegou a abrir 27 pontos de vantagem, mas diminuiu o ritmo nos momentos finais e acabou com uma vitória apertada.

“Ainda bem que isso aconteceu agora”, afirmou Paulo Bassul. Para ele, os problemas de adaptação ao fuso horário não servem de desculpa. “A equipe chegou bem a Pequim, não temos direito a sono e a dormir”, acrescentou o treinador.

Além de criticar o desempenho do time no último quarto, Paulo Bassul procurou valorizar a performance da equipe nos três primeiros períodos. “Provamos que podemos brigar com as melhores do mundo”, sentenciou.

Olimpíada no Terra: ao vivo e exclusivo

O Terra transmite ao vivo e com exclusividade a competição em 13 canais simultâneos de vídeo. Além disso, os usuários têm a possibilidade de assistir novamente a todo o conteúdo a qualquer momento. Todo o acesso é gratuito. Na área Fanzone, o usuário pode ser o comentarista, gravar vídeos com sua câmera e compartilhá-los com a audiência do Terra. Envie vídeos, fotos e textos para os atletas e as equipes.

(Renato Fazikas, direto de Pequim, para o Terra Esportes)

 

Guia Olímpico Basketbrasil feminino: China joga para torcida, Nova Zelândia é zebra

Filed under: Internacional, Seleções, Uncategorized — Tags: , , — Adriano Albuquerque @ 3:55 am

CHINA

A China é anfitriã do torneio olímpico e tenta usar o mando de quadra para retornar ao grupo de elite do basquete mundial. A seleção foi medalha de bronze em 1984 e de prata em 92, e inclusive foi a vice-campeã mundial frente ao Brasil em 1994, mas desde então caiu muito de produção; além de ficar de fora em 2000, foi nono lugar em Atlanta-96 e Atenas-2004.

Tendo em vista uma evolução para não fazer feio em casa, a federação chinesa contratou o australiano Tom Maher, que havia liderado a seleção de seu país a medalhas de bronze em 96 e prata em 2000, além de obter sucesso em 2004 com a Nova Zelândia. Desde então, ele vem tento apoio para trabalhar a equipe, mesmo com a 11ª posição no Mundial de São Paulo-2006 (quando seu time jogou muito desfalcado) e com o vice-campeonato asiático em 2007.

Miao Lijie tenta um arremesso durante o Fiba Diamond Ball

Neste ano, a ênfase em defesa e na formação de uma base forte começou a dar resultados, e a China derrotou a Seleção Brasileira por 90 a 81 em amistoso neste ano, além de derrotar as favoritas americanas na final do evento-teste de basquete de Pequim, em abril. No torneio preparatório Fiba Diamond Ball, a equipe venceu Mali, adversária direta no Grupo B, mas foi dominada pela Austrália, e Maher admitiu que o time ainda está bem abaixo da elite mundial.

A defesa chinesa melhorou bastante nos últimos anos e vem se aliar à forte disciplina tática demonstrada pela maioria das equipes asiáticas. A seleção de Maher conta com as alas Miao Lijie e Sui Feifei, ambas com passagens pela WNBA e bons aproveitamentos de 3 pontos, e as pivôs Chen Nan e Chen Xiaoli para incomodar no garrafão.

Participações em Olimpíadas: 1984, 1988, 1992, 1996, 2004 e 2008
Participações em Mundiais: 1983, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006
Ranking da Fiba: 10ª colocada
Últimas Olimpíadas (Atenas-2004): 9º lugar
Campeonato Mundial (São Paulo-2006): 11º lugar
Campeonato Asiático-2007: Vice-campeã

Técnico: Tom Maher

O australiano Tom Maher é respeitado no mundo inteiro após obter medalhas com a Austrália em duas Olimpíadas consecutivas, ajudando seu país a chegar à elite do basquetebol feminino em um momento de transição, quando a pivô Lauren Jackson ainda era uma garota em formação e a geração de Michelle Timms disputava suas últimas competições. Em 2004, ele levou a Nova Zelândia à sua primeira Olimpíada e uma vaga nas quartas-de-final em Atenas. A vitória que levou a equipe às quartas foi justamente sobre a China, e os chineses não perderam tempo e contrataram o “Técnico Mágico”, como é chamado na Austrália, para ser seu primeiro treinador estrangeiro. Ele levou Timms como sua assistente técnica e vem trabalhando bastante a defesa e o jogo de garrafão das pivôs, suas duas especialidades.

A ala Sun Feifei, maior estrela da seleção chinesa

As convocadas:
Song Xiaoyun (armadora) 1,75m - 11/12/1982 - CBA Beijing (CHN)
Bian Lan (ala) 1,85m - 16/08/1986 - CBA Beijing (CHN)
Zhang Hanlan (armadora) 1,75m - 19/07/1979 - CBA Beijing (CHN)
Chang Wei (ala) 1,83m - 12/02/1986 - CBA Beijing (CHN)
Miao Lijie (ala) 1,78m - 03/06/1981 - CBA Beijing (CHN)
Zhang Yu (ala) 1,84m - 12/02/1986 - CBA Beining (CHN)
Sui Feifei (ala) 1,83m - 29/01/1979 - CBA Beijing (CHN)
Chen Xiaoli (pivô) 1,93m - 20/02/1982 - CBA Beijing (CHN)
Liu Dan (ala) 1,94m - 24/04/1987 - CBA Beijing (CHN)
Zhang Xiaoni (pivô) 1,92m - 29/10/1983 - CBA Beijing (CHN)
Chen Nan (pivô) 1,95m - 08/01/1983 - CBA Beijing (CHN)
Shao Tingting (armadora) 1,76m - 09/02/1985 - CBA Beijing (CHN)

História Olímpica da China no Basquete

As chinesas estrearam em Jogos Olímpicos fazendo bonito em 1984, quando a lendária Zheng Haixia liderou a equipe à medalha de bronze em Los Angeles, em uma edição dos Jogos que não contou com a União Soviética e alguns países do “Bloco Oriental”, em resposta ao boicote americano aos Jogos de Moscou-1980. Em 88, com todas as seleções de ponta de volta à competição e uma explosão de talentos, as chinesas terminaram apenas com o sexto lugar.

Nos Jogos de Barcelona-92, as chinesas tiveram seu melhor desempenho na competição e terminaram com o bronze. A equipe foi derrotada pelas americanas na primeira fase, mas venceu jogos apertados contra Espanha e Tchecoslováquia para avançar às semifinais e jogar sua melhor partida, dominando Cuba por 109 a 70 em mais um show de Haixia. Na final, apesar de muita luta, China não conseguiu derrotar a Comunidade dos Estados Independentes, equipe formada pelas principais nações que formavam a recém-desmontada União Soviética, e perdeu por 76 a 66.

Desde então, com a aposentadoria de Zheng Haixia, as chinesas vem sofrendo no cenário internacional. Na primeira edição do torneio feminino com 12 países, em Atlanta-96, a equipe só venceu um de seus quatro jogos na primeira fase e terminou em nono lugar ao bater o Zaire na final de consolação. Após ficar de fora em Sydney-2000, o time pegou um grupo duríssimo em Atenas-2004 e teve o mesmo desempenho de Atlanta: quatro derrotas em cinco jogos na primeira fase e vitória sobre o Japão na disputa de nona colocação.

Tabela Olímpica (Horários de Brasília)
9 de agosto - China x Espanha (3h30min)
11 de agosto - China x EUA (9h)
13 de agosto - China x Nova Zelândia (5h45min)
15 de agosto - China x Mali (5h45min)
17 de agosto - China x República Tcheca (9h)

Amistosos antes dos Jogos
63 x 51 Letônia (Fiba Diamond Ball)
70 x 84 Austrália (Fiba Diamond Ball)
91 x 67 Mali (Fiba Diamond Ball)
79 x 94 Austrália (Amistoso)

Notícias da China (BasketBrasil)
http://www.basketbrasil.com.br/internacional/adversaria-do-brasil-em-pequim-letonia-joga-muito-mal-e-perde-para-china
http://www.basketbrasil.com.br/internacional/na-volta-de-lauren-jackson-australia-passeia-contra-china-no-diamond-ball
http://www.basketbrasil.com.br/internacional/china-vence-mali-pelo-torneio-diamond-ball-feminino
http://www.basketbrasil.com.br/internacional/australia-russia-e-eua-dao-brilho-ao-diamond-ball-feminino-que-comeca-neste-sabado
http://www.basketbrasil.com.br/nacional/basquete-feminino/selecao-brasileira-feminina-perde-para-china-sentindo-os-desfalques-na-armacao-e-no-garrafao
http://www.basketbrasil.com.br/nacional/espanha-vence-china-e-chegara-ao-pre-olimpico-invicta

Vídeo sobre o time feminino da China:

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NOVA ZELÂNDIA

O sucesso da vizinha Austrália vem abrindo portas para a seleção feminina da Nova Zelândia. Enquanto o Brasil fica de fora pela terceira Olimpíada seguida no basquete masculino, as “Tall Ferns” (apelido da equipe, que segundo o Painel de Basquete Masculino significa “Samambaias Gigantes” em português) vão à sua terceira edição consecutiva no torneio feminino. Em 2000, se beneficiou de a Austrália ser anfitriã; em 2004, o velho sistema de classificação deu uma vaga extra ao continente; e neste ano, vai como representante da Oceania mesmo após o vice-campeonato continental de 2007, já que as australianas estão garantidas como campeãs mundiais.

Do time que foi a Atenas-2004 e surpreendeu o mundo chegando às quartas-de-final, não sobrou quase ninguém. O técnico australiano Tom Maher deixou o comando para treinar a seleção chinesa e seu assistente, Mike McHugh, assumiu o cargo. Dentre as jogadoras, ainda estão presentes a armadora Angela Marino, que aos 22 anos é o principal nome do time e joga no Adelaide Lightning, time campeão da WNBL australiana e pertencido por seu pai, e a pivô Aneka Kerr, capitã do time aos 27 anos. A equipe recebeu dois grandes reforços neste ano quando descobriu a armadora Clare Bodensteiner e a ala Jillian Harmon, da universidade de Stanford, atual vice-campeã da NCAA. Apesar de ambas criadas na América do Norte, Bordensteiner nasceu na Nova Zelândia, e a mãe de Harmon é nativa. Outra jovem promessa é a pivô Jessica McCormack, de 18 anos, que vai disputar a próxima temporada do campeonato universitário americano por UConn, que revelou jogadoras como Diana Taurasi, Swin Cash, Sue Bird, Rebecca Lobo e Svetlana Abrosimova.

Jessie McCormack é a aposta das Tall Ferns para o futuro

A base da seleção é a equipe neozelandesa Christchurch Sirens, que desde o ano passado disputa a WNBL australiana e é treinada por um dos auxiliares de McHugh. Sete das convocadas para Pequim jogam pelo Sirens e conseguiram adquirir maior entrosamento e evolução em seu jogo. Por isso, o fato de a maioria dos amistosos da seleção ter sido em maio e junho não preocupa, já que poderia se dizer que o time vem sendo preparado há muito mais tempo. Embora ainda careça de grandes resultados internacionais e tenha perdido a maioria dos jogos neste ano, a Nova Zelândia perdeu de pouco para times como Cuba e China no evento-teste do basquete em Pequim e derrotou uma Austrália desfalcada de suas maiores estrelas por 63 a 59, um feito inédito. Até Maher reconheceu que o time é melhor do que o que ele comandou em 2004, e é mais jovem, com uma média de idade de 23 anos.

Participações em Olimpíadas: 2000, 2004 e 2008
Participações em Mundiais: 1994
Ranking da Fiba: 16ª colocada
Últimas Olimpíadas (Atenas-2004): 8º lugar
Campeonato Mundial (São Paulo-2006): Não participou
Campeonato da Oceania (Nova Zelândia-2007): Vice-campeã

Técnico: Mike McHugh

McHugh já tem lugar assegurado na história das Tall Ferns ao liderar o time à sua primeira vitória sobre a Austrália em todos os tempos. O neo-zelandês foi técnico de sucesso com o Wellington Saints, time masculino campeão da NBL australiana em 2003 e melhor time da temporada regular no ano seguinte. Após ser chamado para auxiliar-técnico de Tom Maher nos Jogos Olímpicos de 2004, McHugh assumiu o cargo de treinador quando Maher trocou a seleção pela China e juntou os pedaços de um time em renovação, após a aposentadoria da melhor geração de seu basquete. Em 2006, conseguiu seu primeiro resultado expressivo ao conquistar a medalha de prata nos Jogos da Amizade.

As convocadas:
Suzie Bates (armadora) 1,73m - 16/9/1987 - Christchurch Sirens (NZL)
Clare Bodensteiner (armadora) 1,76m - 31/10/1984 - Stanford University (EUA)
Micaela Cocks (armadora) 1,74m - 2/5/1986 - University of Oregon (EUA)
Jillian Harmon (ala) 1,85m - 3/3/1987 - Stanford University (EUA)
Aneka Kerr (ala) 1,82m - 1/3/1981 - Christchurch Sirens (NZL)
Angela Marino (armadora) 1,66m - 3/2/1986 - Adelaide Lightning (AUS)
Jessica McCormack (pivô) 1,94m - 8/9/1989 - University of Connecticut (EUA)
Kate McMeeken-Ruscoe (armadora) 1,75m - 19/12/1979 - Christchurch Sirens (NZL)
Charmian Purcell (ala) 1,80m - 7/1/1982 - Christchurch Sirens (NZL)
Natalie Purcell (ala) 1,83m - 24/12/1982 - Christchurch Sirens (NZL)
Lisa Wallbutton (ala) 1,83m - 14/1/1986 - Christchurch Sirens (NZL)
Nori Wharemate (armadora) 1,71m - 17/1/1982 - Christchurch Sirens (NZL)

A veterana Aneka Kerr, remanescente da participação neo-zelandesa em Atenas-2004

História Olímpica da Nova Zelândia no Basquete

A Nova Zelândia chegou aos Jogos pela primeira vez em Sydney-2000, já que a Austrália, habitual vencedora do campeonato da Oceania e representante do continente nos Jogos, tinha vaga garantida por ser sede da competição. A inexperiência ficou evidente e o time perdeu todos seus jogos de grupo por dígitos duplos. A equipe, entretanto, saiu de Sydney com uma nota positiva, após derrotar Senegal por 72 a 69 na disputa de 11º lugar.

Em Atenas-2004, sob o comando de Tom Maher, técnico australiano que levou as vizinhas continentais à prata olímpica em 2000, as neo-zelandesas apresentaram evolução. Apesar de dominadas por EUA, Espanha e República Tcheca, o time da Oceania venceu os dois jogos contra os asiáticos China e Coréia e avançou ás quartas-de-final como quarto colocado do grupo. Foram detonadas pela rival Austrália por 94 a 55 e acabaram perdendo o sétimo lugar por pouco para a Grécia, 87 a 83.

Tabela Olímpica (Horários de Brasília)
9 de agosto - Nova Zelândia x Mali (0h15min)
10 de agosto - Nova Zelândia x Espanha (22h)
13 de agosto - Nova Zelândia x China (5h45min)
14 de agosto - Nova Zelândia x República Tcheca (22h)
17 de agosto - Nova Zelândia x EUA (11h15min)

Amistosos antes dos Jogos
63 x 71 Bielorrússia (amistoso)
51 x 72 República Tcheca (amistoso)
69 x 60 Angola (amistoso)
67 x 71 Japão (amistoso)
58 x 77 Espanha (amistoso)
63 x 55 Angola (amistoso)

Notícias da Nova Zelândia (BasketBrasil)
http://www.basketbrasil.com.br/internacional/espanha-segue-invicta-na-preparacao-para-pre-olimpico-com-duas-vitorias

Vídeos:
As Tall Ferns visitam a Muralha da China em reportagem da Fiba.com:

August 6, 2008

Seleção Brasileira faz último jogo-treino contra Nova Zelândia quinta-feira

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 8:05 pm

A Seleção Brasileira feminina de basquete realiza nesta quinta-feira, às 4h da madrugada (de Brasília), seu último teste antes da estréia na Olimpíada de Pequim.

A equipe treinada por Paulo Bassul enfrenta a Nova Zelândia, no Shinjianshan Gymnasium, mesmo local onde venceu duelo amistoso com a Espanha, por 64 a 59, na segunda-feira passada.

A equipe treinou nesta quarta-feira, no Wukesong Gymnasium, palco da modalidade nos Jogos de Pequim. O local, além de atender a padrões olímpicos, foi montado nos moldes das arenas americanas, que recebem a NBA e a WNBA.

“É lindo. Ele é grande, mas não é aquela coisa monstruosa, é aconchegante. A gente gostou desde o primeiro dia. Não há do que reclamar, é uma quadra olímpica”, disse Claudinha.

“Segue bem o estilo da NBA. O aro não é tão duro. O que a gente reclama é que nesses ginásios de Mundial e Olimpíada os aros são muito duros por causa do masculino, mas aqui não é assim”, completou a armadora.

Já o técnico Paulo Bassul não falou com tanta empolgação sobre o local. “O ginásio é bonito, mas na realidade o grande erro que as equipes cometem é se deslumbrar com estrutura e se esquecer que essa quadra aqui tem a mesma dimensão, os aros estão na mesma altura a bola é a mesma de sempre”.

(Lancepress)

July 18, 2008

Sem esforço, Grécia atropela Nova Zelândia e pega Porto Rico na semifinal

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , , , — João Guilherme @ 5:49 pm

Sem fazer muito esforço, a seleção anfitriã do Pré-Olímpico Mundial, a Grécia derrotou a Nova Zelândia por 75 a 48 no último jogo da rodada de quartas-de-final do torneio e enfrentará a seleção de Porto Rico nas semifinais do torneio neste sábado, em jogo que valerá vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. Já para a Nova Zelândia resta o consolo de ter feito aquilo que podia, porém o time não irá participar de sua segunda Olimpíada consecutiva.

O cestinha grego foi o ala-armador Vasileios Spanoulis. O ex-jogador do Houston Rockets conectou quatro arremesso de quadra e finalizou o jogo com 14 pontos. Ele foi seguido do ala Dimitrios Diamantidis, que assinalou 11 tentos e capturou oito rebotes. Além deles, outros cinco jogadores gregos conectaram sete pontos ou mais.

Pela Nova Zelândia, que teve um pífio aproveitamento de 21% nos arremesssos de 3 pontos, o cestinha foi o armador Lindsay Tait, que conectou apenas nove pontos. Pero Cameron, Mika Vukona e Kirk Penney vieram logo atrás com oito tentos cada um. O pivô Craig Bradshaw se destacou com 10 rebotes.

Domínio do início ao fim: A Grécia mostrou sua superioridade desde o início do jogo. O ala-pivô Antonios Fotsis deu números iniciais a partida com um chute certeiro. A Nova Zelândia chegou a responder com dois lances livres convertidos por Craig Bradshaw. Entretanto, a ofensiva dos neozelandeses emperrou e a diferença de qualidade entre os times ficou evidente. A equipe grega, apoiada pela torcida não teve nenhuma dificuldade para dar uma arrancada de 13 a 0 e aumentar a vantagem para treze tentos, 15 a 2. A primeira cesta de quadra da Nova Zelândia no jogo só veio com quase 5min jogados, um chute certeiro de 3 do ala Pero Cameron.

Apesar da grande vantagem conquistada pelos gregos, a equipe oceânica jogou bem ofensivamente no final do primeiro quarto, Michael Fittchet e Kirk Penney acertaram chutes de 3 pontos e chegaram a diminuir a vantagem da seleção da casa para “apenas” dez pontos, 12 a 22. Nos instantes finais de período o nível do jogo caiu e nenhuma das duas equipes conseguiu pontuar, com isso a Grécia encerrou o quarto inicial com dez pontos de frente e recebeu aplausos da torcida grega que lotou a Arena Olímpica.

Após mais de três minutos de hiato de cestas, o astro grego Theo Papaloukas deu fim a monotonia com uma bela infiltração, concluída com uma bandeja certeira, para movimentar o placar pela primeira vez no segundo quarto. Após esta cesta a vantagem grega subiu para doze tentos, 24 a 12. Apesar de toda a superioridade e do apoio da torcida, a Grécia não conseguia abrir uma vantagem maior que doze pontos no segundo quarto.

Os “Tall Blacks”, como são conhecidos os neozelandeses, diminuíram a distância para dez tentos, 26 a 16, após um arremesso certeiro de Pero Cameron. Nos minutos derradeiros do segundo quarto a Grécia voltou a apertar a marcação, assim como fizera no primeiro quarto, e aumentou a diferença para 16 pontos, 35 a 19, após um tiro certeiro do armador Vassilis Spanoulis. O que se podia perceber é que a seleção européia apenas administrava a diferença e a aumentava quando “queria”, dominando completamente o jogo, embora a seleção neozelandesa lutasse bastante. O duelo permaneceu em “banho maria” e a Grécia foi para o intervalo com uma confortável vantagem de dezessete pontos, 37 a 20. Um dado impressionante deu mostra da força da defesa grega, eles permitiram apenas cinco arremessos certos do time neozelandês durante todo o primeiro tempo.

Quem esperava a continuação do passeio grego no início do terceiro quarto, se surpreendeu com a disposição da Nova Zelândia, que começou melhor e chegou a diminuir a diferença para doze pontos, 27 a 39, com 8min09seg para o término da parcial. Entretanto, isto foi o mais perto que eles conseguiram chegar dos gregos.

Os donos da casa responderam as investidas do time oceânico com chutes precisos de Nikos Zisis, Theo Papaloukas e Panayotis Vassilopoulos. Com esses arremessos certeiros, o time do técnico Panagiotis Yannakis freou o ímpeto dorival e manteve a distância na casa dos 15 pontos.

Após fechar o terceiro quarto com liderança de dezenove tentos, 55 a 36, manteve a tranquilidade e levou o jogo em “banho maria”, assim como havia feito no primeiro tempo. A seleção da Oceânia até chegou a tentar algumas reações, mas a Grécia, quando percebia a ameaça rival, apertava o ritmo e retomava o controle do duelo. Os últimos minutos da partida foram jogados por pura obrigação, a Grécia não precisou brilhar para aumentar sua liderança para 26 pontos, 71 a 45, a 4min37seg do fim, liquidando a fatura. Tamanha folga no placar permitiu que o técnico Panagiotis Yannakis colocasse seus reservas em quadra para jogar os últimos minutos de partida. Mesmo com os reservas a vantagem grega aumentou e a Grécia faturou a vaga nas semis sem dificuldades.

July 17, 2008

Grécia pronta para vitória, Porto Rico e Eslovênia é pedreira

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , , — Linelson Y Castro @ 10:30 pm

A Grécia enfrenta a Nova Zelândia as 16 horas dessa sexta, nas quartas-de-final do Torneio Pré-Olímpico, querendo confirmar seu favoritismo a uma das três vagas para Pequim. Os donos da casa vem apresentando o melhor basquete do torneio, massando o Líbano e o Brasil,sendo franco favoritos contra a equipe da Oceania.

O armador do Panathiniakos Vasilis Spanoulis disse: “A coisa importante é que estamos vencendo, enquanto jogamos bem”. Ele foi o segundo cestinha contra o Brasil, com 14 pontos em 23 minutos de jogo, além de distribuir 4 assistências na partida. O jogador é o líder em assistência do torneio, com 6 passes para cesta por partida. Seu companheiro Dimitris Diamantidis é o terceiro, com 5.

Já Antonis Fotsis, cestinha e reboteiro contra o Brasil (18 pontos e 10 rebotes) alerta que a equipe deve estar concentrada nessa partida. “A partida contra a Nova Zelândia tem alguns pontos que precisam ser especificamente focados, porque é uma partida eliminatória. Para ser preciso, é como uma final e se não estamos em um bom dia, estaremos com um grande problema, estaremos indo para uma estrada sem retorno”, explicou Fotsis.

Já os “Tall Blacks” entram na partida como azarões, tentando surpreender os donos da casa com seu jogo físico. A equipe aposta todas as suas fichas no ala-armador Kirk Penney, cestinha do torneio com 27 pontos de média.

Já Eslovênia e Porto Rico prometem fazer o duelo mais equilibrado das quartas de final, com início as 9:30. Os Porto-riquenhos não vem tendo boas atuações, principalmente o pivô Daniel Santiago. A esperança da equipe são Carlos Arroyo e Elias Ayuso, que tem médias de 18 e 18.5 pontos respectivamente. Já a Eslovênia aposto no capitão Rasho Nesterovic, do Indiana Pacers, que vem liderando a equipe com 20 pontos e 9 rebotes, com 71% de aproveitamento nos arremessos de quadra. 

 

July 16, 2008

Nowitzki faz 35 pontos, Alemanha domina Nova Zelândia e confirma primeiro lugar no Grupo B

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 3:10 pm

A Alemanha confirmou seu favoritismo e derrotou a Nova Zelândia por 89 a 71 (47 a 33 no primeiro tempo) nesta quarta-feira, no Pré-Olímpico Mundial de Basquete Masculino, e se classificou às quartas-de-final em primeiro lugar no Grupo B. A equipe européia agora enfrenta o segundo colocado do Grupo A, que será decidido entre Brasil e Grécia logo mais nesta quarta. O vencedor do jogo pega os Tall Blacks na sexta-feira.

Os alemães foram comandados por sua dupla de pivôs da NBA, Dirk Nowitzki e Chris Kaman. Nowitzki deu show e marcou 35 pontos, maior marca individual em um jogo do torneio até agora, além de sete rebotes e três assistências, e não deu sinais de sentir a lesão na perna esquerda que o incomodou na estréia. Kaman, por sua vez, dominou o garrafão com sua força e 2,13m de altura e marcou 20 pontos em aproveitamento de oito cestas em 12 arremessos. O armador reserva Pascal Roller acrescentou 10 pontos e o pivô reserva Patrick Femerling, outro gigante, teve cinco pontos e sete rebotes.

A Nova Zelândia teve boas atuações do ala-armador Kirk Penney, com 29 pontos, e do ala-pivô Pero Cameron, com 14, e a dupla combinou para sete cestas de 3. Os Tall Blacks equilibraram no começo e chegaram a mandar no placar; no entanto, a superioridade fisica e técnica dos alemães prevalesceu a partir do segundo período. O pivô Craig Bradshaw teve oito pontos e oito rebotes e o ala Mika Vukona, sete pontos e cinco rebotes.

O jogo começou bastante equilibrado, com os estilos diferentes de ambas equipes funcionando bem. Os alemães jogavam muito no interior com Nowitzki e Kaman - o pivô marcou sete pontos no primeiro período. Os neo-zelandeses respondiam com ataques velozes, achando jogadores posicionados na linha de 3 antes da marcação alemã, no melhor estilo “run-and-gun”. A estratégia deu certo e a equipe acertou cinco bolas de longa distância, abrindo quatro pontos de vantagem com um triplo de Kirk Penney. A Alemanha diminuiu para um com uma jogada de três pontos de Robert Garrett, mas o ala-pivô Nick Horvath acertou uma cesta no estouro do cronômetro para fazer 26 a 23 ao final do primeiro quarto.

Os alemães voltaram com Femerling como pivô e um time mais veloz, com defesa mais pressionada. Logo, começou a forçar muitos erros do adversário e marcaram sete pontos seguidos, virando para 30 a 28 no chute de 3 de Nowitzki. Mesmpo após um tempo pedido pelos neo-zelandeses, a Alemanha continuou arrancando: carregou os pivôs Pero Cameron e Craig Bradshaw com três faltas cada e abriu sete pontos, forçando outro tempo após uma bela enterrada de Nowitzki. O ala-pivô do Dallas Mavericks estava impossível e fez sete pontos na arrancada de 17 a 3 que encerrou o período. Resultado: apenas sete pontos da Nova Zelândia no segundo quarto e vantagem de 14 pontos ao final do primeiro tempo, 47 a 33.

Com Cameron de volta à quadra no início do terceiro quarto, os neo-zelandeses equilibraram o jogo novamente, e o pivô marcou seis pontos nos primeiros minutos. Entretanto, ele logo cometeu sua quarta falta e foi substituído. Do outro lado, Kaman e Nowitzki continuavam centralizando as jogadas alemãs pelos postes baixos, ainda mais com a ausência de Cameron, e parecia que toda vez que os Tall Blacks diminuíam, a dupla respondia com uma cesta de pouca distância. Os pivôs combinaram para 16 pontos no período e a Alemanha foi ao quarto final à frente por 68 a 57.

A equipe européia voltou sem seus dois pivôs titulares, com uma formação mista exercendo algumas boas variações defensivas. Com isso, os neo-zelandeses não conseguiam pontuar - mas os alemães também não. Os primeiros pontos do período só saíram quando Nowitzki retornou e acertou de 3 pontos. Ele marcou mais seis e deu uma assistência na arrancada de 15 pontos seguidos dos alemães para escancarar o marcador, 83 a 57, antes de Penney enfim encerrar a seca dos Tall Blacks com uma cesta de 3. Logo, o ala-pivô se retirava do jogo sob aplausos, e a Alemanha apenas administrou a vantagem pelo resto da partida.

FICHA TÉCNICA
ALEMANHA (23 + 24 + 21 + 21 = 89)

Steffen Hamann (7 pontos), Demond Greene (2), Philip Zwiener (0), Dirk Nowitzki (35 pts e 7 rebs) e Chris Kaman (20). Entraram depois: Pascal Roller (10), Robert Garrett (7), Patrick Femerling (5 pts e 7 rebs), Sven Schultze (3 pts e 4 asts), Jan-Hendrik Jagla (0), Konrad Wysocki (8 rebs) e Tim Ohlbrecht.
Técnico: Dirk Bauermann

NOVA ZELÂNDIA (26 + 7 + 24 + 14 = 71)
Lindsay Tait (3 pts e 5 asts), Kirk Penney (29), Mika Vukona (7pts e 5 rebs), Pero Cameron (14) e Craig Bradshaw (8 pts e 8 rebs). Entraram depois: Michael Fitchett (6), Nick Horvath (2), Paora Winitana (0) e Jeremy Kench (2).
Técnico: Nenad Vucinic

 

July 15, 2008

VideoBasket: Top 5 dos jogos do primeiro dia do Pré-Olímpico Mundial

Filed under: Colunas, DESTAQUES, Multimídia, Videobasket — Tags: , , , , — Adriano Albuquerque @ 3:41 am

Confira aqui, diariamente, as cinco melhores jogadas de cada jogo do Pré-Olímpico Mundial de Basquete Masculino, realizado em Atenas, Grécia. O primeiro dia do torneio (segunda-feira, 14 de julho) foi bastante movimentado. As imagens dos jogos, disponibilizadas no YouTube, são do canal de TV por assinatura Sportv, que transmite todas as partidas da competição ao vivo.

TOP 5 - Nova Zelândia 77 x 50 Cabo Verde

5. O armador Lindsay Tait, da Nova Zelândia, faz uma bandeja em contra-ataque para abrir o placar:
http://www.youtube.com/watch?v=9tBveimFK7g

4. Os armadores Jeremy Kench e Michael Fitchett combinam para uma bandeja batendo a sirene para Nova Zelândia:
http://www.youtube.com/watch?v=bZRc4cMisWk

3. O ala-armador Kirk Penney, da Nova Zelândia, passa a bola pelas costas e faz a bandeja:
http://www.youtube.com/watch?v=CS3-a-d-l90

2. O armador Jeff Xavier, de Cabo Verde, faz um crossover e se livra da marcação para uma bandeja:
http://www.youtube.com/watch?v=J5nVXByBafY

1. O pivô Craig Bradshaw enterra após uma triangulação da Nova Zelândia:

TOP 5 - Eslovênia 88 x 76 Coréia

5. O armador Hee-Jung Joo, da Coréia, faz uma cesta de 3 no último segundo do terceiro quarto:
http://www.youtube.com/watch?v=nxwynQcvA8o

4. O armador Goran Dragic, da Eslovênia, faz a bandeja num belo contra-ataque:
http://www.youtube.com/watch?v=brpl-WaMaHQ

3. O ala Young-sam Jung, da Coréia, faz cesta desequilibrado:
http://www.youtube.com/watch?v=NwTHeUpUZN4

2. O ala Preldzic copia Larry Bird e faz uma bela cesta por cima da tabela para a Eslovênia:
http://www.youtube.com/watch?v=UzcAP7oe4zY

1. O armador Hee-Jung Joo faz um belo passe para Young-sam Jung concluir o fastbreak para a Coréia:

TOP 5 - Croácia 93 x 79 Camarões

5. O armador Marko Popovic faz a bandeja no fastbreak para a Croácia:
http://www.youtube.com/watch?v=zdw_Oo4kRtM

4. O ala Marko Tomas enterra em um bom contra-ataque na vitória da Croácia:
http://www.youtube.com/watch?v=8TGKSODJs0E

3. O armador Parfait Bitee faz bela assistência para Harding Nana, de Camarões:
http://www.youtube.com/watch?v=l3Hwp1xXRnk

2. O pivô Nikola Prkacin faz a cesta em veloz contra-ataque da Croácia:
http://www.youtube.com/watch?v=9rHn9z8mNMY

1. O ala Nana abre o placar na derrota de Camarões para a Croácia com uma enterrada:

TOP 5 - Grécia 119 x 62 Líbano

5. O armador Theo Papaloukas conclui um veloz contra-ataque da Grécia com uma enterrada:
http://www.youtube.com/watch?v=Rnd3ByOLG8I

4. O ala-pivô Ali Fakhreddine recebe passe açucarado do armador Rony Fahed e conclui para o Líbano:
http://www.youtube.com/watch?v=zbVjcNPVCB8

3. Papaloukas dá passe por cima do ombro para Kostas Tsartsaris enterrar:
http://www.youtube.com/watch?v=YA9TUp8P_D8

2. O ala-pivô Antonio Fotsis completa uma bela ponte aérea para abrir o placar na fácil vitória da Grécia:
http://www.youtube.com/watch?v=mN3eKqqoG7U

1. Diamantidis rouba a bola, passa a Spanoulis, que deixa por entre as pernas para Bourossis enterrar:

July 14, 2008

Nova Zelândia abre Pré-Olímpico com vitória fácil sobre Cabo Verde

O Torneio Pré-Olímpico Mundial de Atenas começou com uma surra da Nova Zelândia em cima de Cabo Verde por 77 a 50 (42 a 20 no intervalo) na abertura do Grupo B da competição que classificará as últimas três seleções para as Olimpíadas de Pequim-2008 no basquete masculino. O ala-armador Kirk Penney foi o cestinha da partida na manhã desta segunda-feira com 25 pontos, sete rebotes e duas assistências. O time da Oceania não teve dificuldades e liderou o marcador de ponta a ponta, desde um primeiro quarto arrasador vencido por 21 a 4 contra a ingênua equipe africana. O pivô neozelandês Craig Bradshaw contribuiu com 14 pontos e sete rebotes, mesma quantidade de sobras capturadas pelo gordo ala de 1,98m e 130kg Pero Cameron, que fez 13 pontos acertando todos os três chutes de três que tentou.

O armador nascido nos Estados Unidos Jeff Xavier foi o destaque de Cabo Verde com 22 pontos, oito rebotes e quatro passes para cesta, mas o restante dos jogadores caboverdianos não produziu muita coisa, a não ser o ala-pivô Rodrigo Mascarenhas que foi o principal reboteiro do jogo com 11 rebotes e anotou oito pontos mais dois roubos de bola. Nesta terça-feira, o azarão do torneio vai enfrentar uma pedreira ainda maior, a Alemanha com sua dupla de garrafão formada pelas estrelas da NBA Dirk Nowitzki (Dallas Mavericks) e Chris Kaman (Los Angeles Clippers), a perspectiva de eliminação com um massacre alemão é evidente, pois o Grupo B tem a equipe européia como favorita.

Os “Kiwis” contaram com um início de jogo muito nervoso, cheio de erros dos africanos, para abrir uma confortável vantagem no placar, de 21 a 4, administrado nas parciais seguintes, que terminaram em 21 a 16, 18 a 12 e 17 a 18.

Os africanos ficaram mais de sete minutos sem anotar uma cesta, quando o ala-pivô Rodrigo Mascarenhas, um dos principais nomes da equipe, anotou dois pontos, quando os neozelandeses já tinham feito 16.

Energizados pelo ritual de dançar a “haka” (dança de guerreiros do país de raízes indígenas), os neozelandeses (foto) começaram o jogo com tudo, mostrando uma experiência internacional muito maior com jogadores que estiveram nas Olimpíadas de Atenas-2004 e surpreenderam o mundo chegando às semifinais do Mundial de Indianápolis-2002, embora esta geração esteja em fase de declínio. Após 15 minutos decorridos, a partida já estava decidida com mais de 20 pontos de diferença, a partir daí a Nova Zelândia só administrou o passeio, movimentando inclusive todos os seus reservas, sendo que apenas dois não pontuaram, Paul Winitana e Corey Webster. Cabo Verde só conseguiu um quarto, o último, com o resultado já decidido. Apesar da vitória, o time da Oceania também cometeu muitos erros, foram 21 bolas desperdiçadas, mas nada que comprometesse, pois a vantagem nos rebotes foi ampla (47 a 33).

Cabo Verde disputou o Campeonato Africano de seleções pela primeira vez em 1997 e ficou fora do torneio nas edições de 2001, 2003 e 2006. No ano passado, porém, o país foi a grande surpresa do evento ao derrubar a Nigéria, que havia se posicionado entre os 16 melhores do Mundial do Japão de 2006.

Na próxima rodada, nesta terça-feira, o time africano enfrenta a Alemanha, que tem o ala-pivô Dirk Nowitzki como grande estrela da competição. Os dois primeiros da chave avançam às quartas-de-final, quando cruzarão com rivais do Grupo A, que conta com Brasil, Grécia e Líbano.

Os números caboverdianos na estréia foram pífios: 25,4% no aproveitamento de arremessos de quadra (contra 47% da Nova Zelândia), 26 arremessos de três errados em 31 tentativas de longa distância (o adversário aproveitou sete em 22 triplos), nove lances livres convertidos em 16 tentados (56,2% contra 82,8% dos neozelandeses), ridículas seis assistências no total (contra 15 dos Kiwis), embora tenham desperdiçado só nove posses de bola, a defesa oceânica não se esforçou muito e só roubou quatro bolas contra nove dos africanos. Outro americano importado, Tony Barros (primo do ex-craque da NBA Dana Barros), rendeu abaixo do esperado com apenas oito pontos e duas roubadas por Cabo Verde.

A Nova Zelândia teve facilidade desde o tapinha inicial, em três minutos e meio já tinham aberto 16 a 0 com algumas cestas fáceis em contra-ataques com Penney e Tait liderando o ataque. Ao mesmo tempo a equipe fechou o caminho para os caboverdianos com uma forte defesa por zona, os africanos acertaram míseros 10% (dois em 20) arremessos de quadra no primeiro quarto. No segundo período, Jeff Xavier acordou marcando 13 pontos na parcial, mas não foi o suficiente para mudar os rumos da partida, os “Kiwis” abriram 30 a 16 e o pivô Bradshaw manteve a equipe afiada aumentando a vantagem para mais de 20 pontos no final do quarto. No segundo tempo, os neozelandeses diminuíram bastante o ritmo, mas uma cesta de Pero Cameron no garrafão ampliou a folga no placar para 52 a 27 respondendo a uma seqüência de pontos do caboverdiano Oliver que deixou o marcador em 56 a 30, depois os Tall Blacks fecharam o terceiro período em 60 a 32 com toda a tranqüilidade. O último quarto da partida foi uma mera formalidade, Cabo Verde conseguiu se aproximar um pouco com chutes de longa distância de Xavier e Barros, a diferença caiu para 65 a 39, mas os neozelandeses não sofreram qualquer ameaça mantendo a vantagem bem acima dos 20 pontos e fechando o placar com 27 de frente, foi um treino de luxo para o duelo de quarta-feira contra a Alemanha.

 
NOVA ZELÂNDIA 77 (21 + 21 + 18 + 17)
Pontuadores: Tait (7), Fitchett (4), Penney (25), Vukova (2), Kench 2, Winitana (0), Pledger (2), Cameron (13), Webster (0), Horvath (5), Bradshaw (14), Hill (3). Técnico: Nenad Vucinic.

CABO VERDE 50 (4 + 16 + 12 + 18)
Pontuadores: Xavier (22), Gomes (0), Faty (0), Mendonça (0), Correia (2), Monteiro (0), Houtman (0),
Lima (0), Cipriano (1), Oliver (9), Tony Barros (8) e Mascarenhas (8). Técnico: Eric Silva.  

“Eu gostaria de dar boas vindas ao time de Cabo Verde e a seu técnico em sua estréia em competições internacionais. Sempre é difícil jogar pela primeira vez neste nível. Eu sei que eles são um time melhor do que mostraram hoje. Nós queríamos começar jogando duro e construir uma diferença, de fato nós conseguimos uma boa série de cestas no início da partida. Entretanto, Cabo Verde mostrou seu espírito não desistindo nunca até o final e tenho de dizer como técnico que nunca me senti confortável até o final do jogo. Sobre o jogo de quarta-feira, é óbvio que temos de enfrentar um time da Alemanha que é bem mais alto. Isto é algo com que estamos familiarizados: batalhar contra jogadores maiores. Temos de jogar duro e com inteligência, sentimos que estamos em uma boa posição. O processo de reconstrução da equipe está em andamento. Sete jogadores de nossa era dourada que alcançaram as semifinais do Mundial de 2002 estão aposentados, de agora em diante as chances estão contra nós, mas geralmente jogamos bem nessas situações”, disse o técnico da Nova Zelândia Nenad Vucinic.

“Nós precisávamos vencer este jogo e tentamos deixar isso bem claro desde o início. Jogos de estréia podem causar problemas e essa foi a razão pela qual decidimos jogar duro e marcar pressão na quadra inteira no começo da partida. Como resultado nós conseguimos uma boa série de 16 pontos sem resposta e com isso comandamos o placar o tempo inteiro. Sabíamos que Cabo Verde tinha alguns jogadores talentosos e mantivemos nossa concentração até o final. Eu fiquei feliz com o jogo no geral”, comemorou o ala neozelandês Mika Vukona.

“Acho que esta foi uma boa partida, mas eles nos pressionaram muito no primeiro quarto e nós falhamos em lidar com esta situação. Nós devíamos ter estar preparados para isso acontecer neste alto nível de competição. Eu devo dar o crédito para a Nova Zelândia, eles são realmente bem treinados e mereceram vencer. No segundo tempo, porém, acho que nós provamos nosso caráter e nunca desistimos apesar de termos ficado muitos pontos atrás no placar”, afirmou o ala-armador Mario Correia.

“Há uma grande diferença de qualidade entre os dois times. Este foi nosso primeiro jogo nesse nível. A Nova Zelândia já disputou muitas partidas em nível internacional, Campeonatos Mundiais e outras competições grandes. Para nós não é a mesma coisa, sentimos muita pressão. Começamos mal demais e tivemos de enfrentar uma arrancada de 14 a 0 da Nova Zelândia no início. Eles jogaram duro e nós não pudemos lidar com isso. Nós jogamos individualmente e não como equipe. Acredito que isto não vai acontecer amanhã contra a Alemanha. Também espero que a Alemanha não vá se provar tão bem estudada como a Nova Zelândia fez hoje. Eles realmente conheciam todos os nossos sistemas. Eu gostaria de deixar algo claro: nosso objetivo aqui não era derrotar a Nova Zelândia ou a Alemanha, nós sabíamos que isto não vai acontecer. Mas nós queremos mostrar que Cabo Verde também pode jogar basquete”, finalizou o técnico caboverdiano Eric Silva.

July 13, 2008

Pré-Olímpico começa com 12 seleções em busca de três vagas para Pequim

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 6:32 pm

A menos de um mês dos Jogos de Pequim, o torneio de basquete masculino ainda tem três vagas abertas. Não por muito tempo. A partir desta segunda-feira, 12 seleções começam a brigar pela última oportunidade de ir à China. O Pré-Olímpico de Atenas começa às 7h (de Brasília), com quatro jogos nesta segunda-feira, todos transmitidos pelo SporTV. O Brasil, que foi aos Jogos pela última vez em 1996, só estréia na terça-feira, contra o Líbano.

A equipe verde-amarela folga na primeira rodada, mas na abertura do Pré tem gente falando português. Às 7h, a seleção de Cabo Verde enfrenta a Nova Zelândia pelo Grupo B, que cruza com o do Brasil nas quartas-de-final. A Alemanha, que completa a chave, também descansa nesta segunda e estréia na terça, contra Cabo Verde.

Às 9h30min, a Eslovênia entra em quadra conta a Coréia, em duelo válido pelo Grupo C. Pelo D, Croácia e Camarões se enfrentam às 13h30min. E a rodada termina às 16h, com um confronto do grupo do Brasil, entre a Grécia, dona da casa, e o Líbano.

Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para as quartas-de-final, fase na qual os perdedores voltam para casa. Os quatro vencedores avançam às semifinais. Quem perder nas semis ainda tem mais uma chance de ir a Pequim, na disputa do terceiro lugar. Não haverá final na competição.

A competição começa com seis seleções favoritas na disputa pelas três vagas: Grécia, Brasil, Alemanha, Eslovênia, Croácia e Porto Rico. Correndo por fora, Canadá e Nova Zelândia. Líbano, Cabo Verde, Coréia e Camarões sabem que dificilmente avançarão.

(GLOBOESPORTE.COM)

Grupo B cruza com chave do Brasil e tem Alemanha como favorita contra Nova Zelândia e Cabo Verde

Filed under: DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 12:46 pm

Alemanha

Posição no ranking da Fiba: Nono colocado (284 pontos)
Posição no torneio continental Eurobasket 2007: Quinta colocada
Posição no Mundial do Japão-2006: Oitavo lugar (5V-4D)
Posição na última Olimpíada (Atenas-2004): Não participou
Principais jogadores: Dirk Nowitzki e Chris Kaman

Técnico: Dirk Bauermann

Resultados na fase de preparação 2008: Quatro vitórias e duas derrotas (84 a 74 contra Canadá, 86 a 91 contra Canadá, 83 a 85 contra Porto Rico, 77 a 67 contra Eslovênia, 92 a 70 contra Polônia, 76 a 62 contra Polônia).

Aposta do Basketbrasil: Primeiro do grupo.

A Alemanha é a grande favorita ao primeiro lugar do Grupo B, que cruza com o Grupo A da Seleção Brasileira nas quartas-de-final. A equipe vice-campeã européia de 2005 vem motivada pelo que pode ser o último verão do ala-pivô Dirk Nowitzki como astro máximo da seleção; seu melhor amigo, o armador Steve Nash, contou ao BasketBrasil em junho que Nowitzki pretende se aposentar do time nacional após esta campanha. Por isso, o MVP da temporada 2006-07 da NBA vem disposto a se entregar por inteiro para se classificar à sua primeira Olimpíada. Para isso, contará com o reforço do pivô Chris Kaman, americano que aproveitou o fato de ter ascendentes alemães para obter passaporte europeu e defender a seleção. O gigante louro teve médias de 15,7 pontos, 12,7 rebotes e 2,8 tocos pelo Los Angeles Clippers na última temporada da NBA e formará uma temida dupla com Nowitzki.

A esperança de Cabo Verde, Nova Zelândia e do Brasil, que possivelmente terá de enfrentá-los nas quartas, é que as temporadas decepcionantes de quase todos os jogadores alemães ganhe continuação em Atenas. Nowitzki viu seu Dallas Mavericks eliminado na primeira rodada dos playoffs, em cinco jogos, pelo emergente New Orleans Hornets; o Clippers de Kaman sequer brigou por vaga na pós-temporada. No campeonato alemão, o Brose Baskets Bamberg, base da seleção com cinco jogadores e o técnico Bauermann, caiu nas quartas-de-final para o Oldenburg e não se classificou para os TOP 16 da Euroleague. E para piorar, o ala-pivô de origem nigeriana Ademola Okulaja, um dos principais jogadores da seleção na última década, desfalcará a equipe por causa de uma lesão nas costas. Outros desfalques importantes são Johannes Herber e Mithat Demirel, que jogaram o Mundial de 2006.

Elenco do Pré-Olímpíco:
Pascal Roller: 1,80m - Armador
Robert Garrett: 1,93m - Armador
Demond Greene: 1,85m - Armador
Steffen Hamann: 1,94m - Armador
Jan-Hendrik Jagla: 2,13m - Ala-Pivô
Konrad Wysocki: 2,02m - Ala
Philip Zwiener: 1,98m - Ala
Tim Ohlbrecht: 2,11 - Ala-Pivô
Dirk Nowitzki: 2,13m - Ala-Pivô
Chris Kaman: 2,11m - Pivô
Sven Schultze: 2,08m - Pivô
Patrick Femerling:  2,16m - Pivô

Cabo Verde

Posição no ranking da Fiba: 56º colocado (6 pontos)
Posição no torneio continental Campeonato Africano 2007: Terceiro colocado
Posição no Mundial do Japão-2006: Não participou
Posição na última Olimpíada (Atenas-2004): Não participou
Principais jogadores: Tony Barros, Jeff Xavier e Rodrigo Mascarenhas

Técnico: Eric Silva

Resultados na fase de preparação 2008: Três vitórias e nenhuma derrota (90 a 88 contra Líbano, 101 a 73 contra All-Stars Africanos, 98 a 57 contra Mix of Praia).

Aposta do Basketbrasil: Eliminado do grupo.

Ninguém sabe muita coisa sobre Cabo Verde, um país sem tradição no basquete internacional, mas que chocou a África ao conquistar a medalha de bronze no campeonato continental de 2007, passando por Marrocos e Nigéria, uma das principais forças do basquete africano. E é nisso que o técnico Eric Silva aposta: o elemento-surpresa. A equipe conta com alguns jogadores que jogam em universidades americanas, como Tony Barros, que marcou a cesta decisiva contra o Egito no Campeonato Africano, Jeff Xavier e o pivô Aldevino Lima. Os alas Fidel Mendonça, Peter Cipriano e Avery Oliver jogam na Europa. Silva está muito otimista e chegou a dizer que, se Dirk Nowitzki estivesse lesionado e desfalcasse a Alemanha, seu time poderia derrotar os alemães. A principal esperança do grupo, porém, é derrotar os neo-zelandeses, cujo time está em modo de reconstrução.

Elenco do Pré-Olímpico:
Jeff Xavier: 1,85m - Armador
Rodrigo Mascarenhas: 1,97m - Ala
Marques Houtman: 1,90m - Ala
Mario Correia: 1,89m - Armador
Aldevino Lima: 2,03m - Pivô
Tony Barros: 1,93m - Ala
Fidel Mendonca: 1,91m - Ala
Josh Gomes: 1,90m - Armador
Peter Cipriano: 2,06m - Ala-pivô
Avery Oliver: 1,93m - Ala
Abdulay Faty: 2,05m - Pivô
Antonio Monteiro: 1,92m - Ala

Nova Zelândia

Posição no ranking da Fiba: 13º colocado (227 pontos)
Posição no torneio continental Fiba Oceania Championship 2007: Vice-campeã
Posição no Mundial do Japão-2006: 16º lugar (2V-4D)
Posição na última Olimpíada (Atenas-2004): Eliminado na fase de grupos (5º no Grupo A, 1V-4D)
Principais jogadores: Kirk Penney e Craig Bradshaw

Técnico: Nenad Vucinic

Resultados na fase de preparação 2008: Três vitórias e cinco derrotas (91 a 80 contra Irã, 67 a 73 contra Eslovênia, 74 a 82 contra Porto Rico, 77 a 69 contra Canadá, 84 a 71 contra Líbano, 63 a 90 contra Canadá, 57 a 94 contra Austrália, 60 a 75 contra Austrália).

Aposta do Basketbrasil: Segundo do grupo.

A Nova Zelândia tem marcado presença em competições internacionais nos últimos anos - participou das últimas duas Olimpíadas e dos dois últimos Mundiais, inclusive saindo-se melhor que o Brasil no Mundial do Japão 2006 e sendo eliminada pela campeã olímpica Argentina nas oitavas-de-final - mas passa por uma transição. A geração que liderou a equipe a novas alturas está na casa dos 30 anos, se aposentando do time nacional - ídolos como o pivô Tony Rampton, o ala Dillon Boucher e o armador Phil Jones anunciaram que não disputarão o Pré-Olímpico. Os grandes nomes que sobraram foram o ala-armador Kirk Penney, bom arremessador que chegou a ser cotado para a NBA, e o pivô Craig Bradshaw, ex-universidade de Winthrop. Fora eles, o time conta com outras promessas saídas de universidades americanas para avançar seu processo de reconstrução, mas o próprio técnico Vucinic acha que sair do Grupo B vivo será um enorme desafio.

Elenco do Pré-Olímpico:
Craig Bradshaw: 2,05m - Pivô
Nick Horvath: 2,08 - Ala-pivô
Kirk Penney: 1,94m - Armador
Paora Winitana: 1,95m - Ala-armador
Lindsay Tait: 1,94m - Armador
Mika Vukona: 1,97m - Ala
Michael Fitchett: 1,83m - Armador
Daryl Cartwright: 2,01m - Ala
Pero Cameron: 1,99m - Ala
Jeremy Kench: 1,86m - Armador
Paul Henare: 1,82m - Armador
Tony Rampton: 2,13m - Pivô

Tabela do Grupo B:
14/7 - Nova Zelândia x Cabo Verde - 7h
15/7 - Cabo Verde x Alemanha - 9h30min
16/7 - Alemanha x Nova Zelândia - 13h30min

Todos horários de acordo com o horário de Brasília

July 8, 2008

Porto Rico vence Nova Zelândia, Eslovênia massacra Irã em amistoso

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , — Linelson Y Castro @ 9:33 pm

A Seleção de Porto Rico recuperou-se da derrota para a Grécia, vencendo hoje a Nova Zelância por 82 a 74 na abertura da Copa Alpos, que está sendo disputada na Eslovênia. A equipe contou com o retorno do escolta Elias Ayuso e do pivô Daniel Santiago, faltando apenas o armador Carlos Arroyo. A partida foi marcada pelo baixo número de assistências: 05 para Porto Rico e 02 para a Nova Zelândia, demonstrando que as duas equipes precisam trabalhar mais a bola.

Jose Juan Barea, armador do Dallas Mavericks, não repetiu as últimas excelentes atuações mas foi o cestinha da equipe com 13 pontos. Ayuso marcou 12 pontos e roubou 2 bolas, acertando 3 de 6 tiros de 3 pontos. Jones também marcou 12 pontos. Santiago foi o jogador mais eficiente da equipe com 11 pontos e 7 rebotes.

Pela Nova Zelândia, o armador Kirk Penney foi o cestinha da partida com 24 pontos, ainda capturando 5 rebotes. Bradshaw conseguiu um duplo duplo com 13 pontos e 10 rebotes. Lindsay Tait adicionou 12 pontos. Vukona contribuiu com 9 pontos e 12 rebotes. A equipe não conta em seu elenco com seu jogador de maior destaque internacional: o pivô Sean Marks, do Phoenix Suns.

Já os donos da casa não tiveram dificuldades para vencer o Iran por 96 a 71, liderados pelo pivô Rasho Nesterovic. A equipe acertou 32 de 42 arremessos de 2 pontos (76,2%) e trabalhou melhor as jogadas, distribuindo 14 assistências, contra 4 dos rivais.  A seleção asiática só não levou uma surra maior, pois estava com a mão calibrada nos tiros de longa distância, acertando 13 de 21 tentativas (61.9%).

O capitão Nesterovic marcou 18 pontos e roubou 2 bolas em 22 minutos. Miha Zupan, que sofre de surdez, veio muito bem do banco marcando 13 pontos em 13 minutos. Slokar adicionou 12 pontos. Goran Dragic, draftado pelo Suns nesse ano, marcou 6 pontos e distribuiu 5 assistências. Pelo Iran, Nikkhah Bahrami foi o cestinha da partida com 22 pontos. Afagh Eslameh acrescentou 17 pontos, acertando 5 tiros de 3.

July 4, 2008

Líbano, rival da estréia brasileira no Pré-Olímpico, perde para Nova Zelândia em amistoso

Filed under: Basquete masculino, Internacional, Seleções — Tags: , , , — basketbrasil @ 8:25 pm

A seleção de basquete masculina da Nova Zelândia se recuperou após três derrotas consecutivas e reencontrou o caminho da vitória. Na noite de quarta-feira, em amistoso preparatório para o Pré-Olímpico, que será realizado em Atenas, a equipe bateu o Líbano por 84 a 71, no Canadá.

Os libaneses serão adversários brasileiros na estréia na primeira fase do Pré-Olímpico. Já o time neozelandês é um possível rival, caso a equipe comandada por Moncho Monsalve passe para as quartas-de-final no torneio classificatório para os Jogos Olímpicos, em agosto.

Para a Nova Zelândia, o resultado foi um alívio, em busca da vaga olímpica. “Nada é melhor do que uma vitória, após três jogos em que não fomos bem”, afirmou o técnico Nenad Vucinic. “O Líbano é um time experiente, com muita bagagem internacional. Estava preocupado com esta partida, mas após um começo lento, nós recuperamos o ritmo e jogamos um basquete sólido”.

O cestinha da partida foi libanês, com os 20 pontos de Rony Fahed. Pela Nova Zelândia, que havia caído anteriormente diante de Austrália e Canadá, o maior pontuador foi Craig Bradshaw, com 18.

Líbano e Nova Zelândia lutarão pelas três vagas que serão dadas no Pré-Olímpico de Atenas, na Grécia, de 14 a 20 de julho.

(UOL Esporte)

July 3, 2008

Nova Zelândia quebra seqüência de derrotas vencendo o Líbano

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , — Linelson Y Castro @ 6:47 pm

A Nova Zelândia quebrou uma sequência de três derrotas ao vencer o Líbano por 84 a 71, nessa quarta feira a noite, em amistoso preparatório disputado no Canadá para o Pré-Olímpico de Atenas . Apesar da fragilidade de suas equipes, as duas seleções estiveram presentes mo Mundial de 2006, no Japão.

O ala pivô Craig Bradshaw liderou a vitória com 18 pontos e 5 rebotes. O armador Kirk Penney contribuiu com 17 pontos, 9 deles em tiros de longa distância. Paora Winitana adicionou 13 pontos e 5 rebotes, acertando os 3 arremessos de 3 pontos que tentou. Lindsay Tait marcou 13 pontos mas cometeu péssimos 8 desperdícios de bola em 25 minutos de jogo.

Pelo Líbano, Rony Fahed fez juz a fama de ser o craque do time, conseguindo 20 pontos, 7 rebotes e 7 assistências e 2 roubos de bola. Fadi El Khatib contribuiu com 16 pontos, 9 rebotes e 4 assistência, atuando os 40 minutos da partida.

“Nada bate uma vitória, depois dos três primeiros jogos, quando realmente não jogamos bem. O Líbano é uma equipe experiente, cheia de experiência internacional. Eu estava preocupado com a partida mas depois de um início lento, jogamos com um basquete realmente sólido. Foi um jogo crucial para nós em termos de moral e confiança.”, declarou Nenad Vucinic, treinador da Nova Zelândia, preocupado pelo Líbano ter iniciado a partida abrindo 15 a 4 no marcador.

Os “Tall Blacks” acertaram 11 de 21 (52%) tentativas da linha de 3 pontos. Em compensação, na linha de lance livre tiveram o fraco aproveitamento de 58% (11 de 19). Já o Líbano venceu a disputa dos rebotes por 30 a 23 e conseguiram marcar 7 pontos depois de erros do adversário contra nenhum da Nova Zelândia.

A fraca seleção libanesa é adversária do Brasil e da Grécia no Grupo A do Pré Olímpico. Já a Nova Zelândia jogará no Grupo B contra a Cabo Verde e a Alemanha de Dirk Nowitzki.

June 1, 2008

Espanha segue invicta na preparação para Pré-Olímpico com duas vitórias

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , — Linelson Y Castro @ 8:40 pm

Neste domingo, a Seleção Feminina da Espanha massacrou o Japão por 89 a 60, conquistando o Torneio de Paterna. Essa foi a quinta vitória em 5 jogos da equipe do treinador Evaristo Perez, na preparação para o Pré Olímpico Mundial. A equipe mostrou o que sabe fazer de melhor: boa defesa, velocidade, transições rápidas e qualidade ofensiva de Amaya Valdemoro, infálivel em momentos decisivos da partida.

Valdemoro foi a cestinha da partida com 19 pontos. Elisa Aguilar e Isabel Sanchez contribuíram com 13 pontos. Tamara Abalde marcou 14 pontos. Alba Torrens acrescentou 10 pontos. Pelas Japonesas, Sachiko Ishikawa marcou 13 pontos.

No sábado as Espanholas já haviam batido a Nova Zelândia oir 77 a 58, com 17 pontos, 3 assistências e 3 roubou de Anna Montañana. Valdemoro acrescentou 16 pontos e 5 roubos de bola. Pela Nova Zelândia, Angela Marino foi a cestinha da partida com 18 pontos.

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