November 22, 2008
Até então invicto nos Jogos Abertos do Interior, o Ourinhos não conseguiu confirmar o favoritismo e acabou com mais um vice-campeonato em 2008, o segundo para o Catanduva. A equipe dirigida pelo técnico Edson Ferreto jogou com muita disposição e vontade vencendo Ourinhos com facilidade por 77 a 52, na tarde desta sexta-feira. Com o triunfo, catanduva conquistou o título dos Jogos Abertos do Interior 2008 no basquetebol feminino.
A partida teve a presença ilustre do treinador da seleção brasileira feminina, Paulo Bassul, que dirigiu Ourinhos durante quatro anos. Este foi o segundo título de Catanduva na temporada 2008, a equipe já havia vencido o Campeonato Paulista contra o mesmo Ourinhos.Além de conquistar um título inédito, Catanduva desbancou uma hegemonia de dois anos de Ourinhos, que havia vencido a competição feminina em 2006 e 2007.
November 21, 2008
(UOL Esporte)
No meio das poucas pessoas que foram assistir à final do basquete feminino dos Jogos Abertos, em Piracicaba, um homem grisalho, mas com aparência jovem, se destaca. Atento à quadra, o técnico da seleção brasileira, Paulo Bassul, veio à decisão entre Ourinhos e Catanduva para procurar novas jogadoras e avaliar outras, já garantidas na equipe nacional, como Êga e Micaela.
Vice-campeão estadual neste ano quando ainda comandava o Ourinhos, o treinador disse que não torceria para nenhum dos times. Mesmo assim, deu seu palpite: acredita em uma vitória do seu ex-time.
“Como técnico da seleção brasileira, não posso mais torcer. Isso é uma questão ética, torço apenas por um bom basquete e para que surjam boas jogadoras. Mas se tivesse que dar minha opinião, diria que o Ourinhos deve ganhar a final”, concluiu Bassul, que também compareceu à cidade na última quinta-feira para assistir às semifinais.
Time de melhor campanha dos Jogos Abertos do Interior até esta sexta-feira, o Ourinhos mais uma vez não fez valer o favoritismo em uma decisão de campeonato, desta vez em Piracicaba. Sob o olhar do seu ex-técnico e atual comandante da seleção brasileira, Paulo Bassul, a equipe de Êga e Micaela não foi páreo para o Catanduva e acabou derrotada por 77 a 52 em uma reedição da final Campeonato Paulista de basquete feminino.
O resultado consolida o domínio estadual da equipe de Édson Ferreto na temporada. Dois meses atrás, o Catanduva conquistou o Paulista ao derrotar o Ourinhos, então treinado por Bassul. Depois disso, ainda perdeu importantes jogadoras como Karla (atualmente em Americana) e Natália (na Letônia).
“Ninguém acreditava em nós. Nos superamos na coletividade e na raça mesmo. Perdemos algumas jogadores, mas soubemos nos adaptar muito bem a isso e crescemos na hora que precisávamos. Esse resultado será mais uma motivação para o Nacional e o restante da temporada”, comemorou a armadora Palmira após a conquista do título.
O duelo não poderia ter começado de melhor forma para as atuais campeãs paulistas. O time se aproveitou de uma nítida desconcentração defensiva do Ourinhos e em três minutos abriu 7 a 0 no placar. Enquanto isso, o técnico Urubatan Paccini se mostrava inconformado com os erros da sua equipe até o fim do primeiro quarto, vencido pelo Catanduva por 27 a 15.
Após um longa conversa com o treinador, as jogadoras do Ourinhos bem que tentaram mudar a postura no quarto seguinte, sem sucesso. A partir dos últimos minutos do primeiro tempo, o time de Êga e Micaela esboçou uma reação, mas não evitou a derrota parcial por 43 a 29 até o intervalo.
O terceiro quarto começou bem mais disputado que os dois primeiros. As vice-campeãs paulistas adiantaram a marcação e dificultaram a atuação ofensiva do Catanduva. Mesmo assim, as campeãs paulistas mostraram melhor aproveitamento nos arremessos e mantiveram a vantagem no placar até o início último quarto de 57 a 42.
Com muitos pontos à frente do marcador, a equipe de Édson Ferreto só precisou manter a vontade na marcação assegurar o triunfo de maneira tranqüila. “Erramos tudo hoje, principalmente na marcação. Mas isso acontece às vezes, só não podemos perder o foco daqui para frente”, lamentou Êga após o término do jogo.
November 7, 2008
Técnico da seleção brasileira feminina não é exclusivo e está sem receber salários da Confederação brasileira de Basquete
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
Paulo Bassul diz que seu problema é mais profissional que financeiro. Como a Seleção Brasileira feminina de basquete está sem jogar desde a eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, o técnico Paulo Bassul parou de receber salários da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Agora, como Ourinhos perdeu a final do Campeonato Paulista para o Catanduva, Bassul passou a procurar emprego, pois foi demitido.
Na Seleção ele só voltará a trabalhar em agosto de 2009, quando a equipe vai se preparar para a Copa América. Bassul tem contrato com a CBB até o Mundial de 2010, mas precisa de um emprego logo.
“Não sou exclusivo da seleção. Até a época dos compromissos não recebo. Por isso, a discussão é descabida. Fico no aguardo de uma possibilidade. Não recebi proposta. Estou há quase dois meses nesta situação. Precisamos de mais investimento para novas equipes. O mercado é restrito. Vou tocando minha vida. Minha esposa trabalha, e então o maior problema é o profissional, não o financeiro”, afirma o técnico ao jornal “O Globo”.
Link para matéria com foto: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL853140-15060,00.html
October 25, 2008
Fábio Aleixo
Lancenet
SÃO PAULO
Já faz mais de quatro meses que a armadora Iziane discutiu com o técnico Paulo Bassul, foi cortada do Pré-Olímpico e ficou fora dos Jogos de Pequim. O tempo, entretanto, não foi capaz de fazer a jogadora mudar a sua posição.
Em entrevista exclusiva ao LANCE!, Iziane deixou claro que não voltará à Seleção enquanto Bassul continuar no comando.
“Com outro comandante até posso voltar, mas atualmente está bem claro que não faço parte da equipe dele”, disse Iziane, que em nenhum momento, durante a entrevista, falou o nome do técnico.
Com 26 anos, Iziane acredita que dificilmente voltará a defender o Brasil até o fim de sua carreira. Ela vê como principal empecilho a permanência de Bassul no comando.
“Meu ciclo está encerrado. Duvido que haja uma troca a tempo apto de eu voltar. Pelo andar da carruagem, os técnicos duram muito na Seleção”, disparou a jogadora.
Questionada sobre a possibilidade de procurar Bassul para tentar esclarecer a situação, a armadora rechaçou a hipótese e aproveitou para fazer mais críticas.
“Não penso em procurá-lo nem agora nem nunca. Uma pessoa como ele não tem como procurar e muito menos pedir desculpa.”
Chateada com o problema durante o Pré-Olímpico, Iziane preferiu não acompanhar a Olimpíada.
“Não acompanhei nada. Estava nos Estados Unidos e não consegui assistir a nenhum jogo. Li apenas algumas coisas na internet.”
Sem perspectiva de voltar à Seleção, Iziane quer se focar apenas em clubes. Ela renovou contrato por mais três anos com o Atlanta Dream, da WNBA, e atuará na Europa até o início da temporada.
Relembre o caso:
Corte no Pré-Olímpico
Em partida contra a Bielo-Rússia pelo Pré-Olímpico Mundial, em Madri, na Espanha, Iziane se recusa a entrar em quadra após pedido de Bassul. Brasil perde o jogo e só se garante em Pequim contra Cuba. Depois do jogo, treinador anuncia o corte da armadora da Seleção.
Arrependimento
Iziane se arrepende da atitude e chega a chorar durante entrevista. Em nenhum momento, porém, a armadora se desculpou com o treinador.
Fora da Olimpíada
Depois da conquista da vaga nos Jogos Olímpicos, Bassul agradece pelo respaldo dado pela Confederação Brasileira e anuncia que Iziane não será convocada para a disputa da Olimpíada, que foi realizada em agosto.
Áudio: Iziane não pede desculpas a Bassul RÁDIO L!
October 14, 2008
O técnico Paulo Bassul inaugura, amanhã, a seção de entrevistas do blog. Ele falou sobre seleção, Ourinhos e o futuro. Quer um aperitivo? Então olhe só:
“As críticas ou elogios são conseqüência de resultado. No vice-campeonato mundial sub-21 em 2003 utilizei um rodízio grande e, como fomos bem sucedidos, elogiaram as trocas constantes. A grande diferença é que naquele grupo todas estavam muito bem e as trocas “matavam” os adversários no segundo tempo. Nas Olimpíadas, algumas meninas apresentaram uma irregularidade muito grande e as trocas não estavam programadas. Elas acabaram se tornando freqüentes para tentar encontrar o melhor grupo dentro de cada partida”, disse Paulo Bassul.
Quer mais? Então aguarde até amanhã.
(Blog Bala na Cesta, Fábio Balassiano)
Alto-falante: “Quando meu agente me ligou e contou da proposta, pensei: ganhar o dobro, ter mais funções em quadra e morar em uma cidade legal. Quem não aceitaria um negócio desses? Só um idiota”
A frase, publicada em ótima reportagem no NY Times, é de Josh Childress (foto), que trocou a NBA pelos US$ 20 milhões por três temporadas no Olympiacos. Ah, e o clube ainda deu, de lambuja, um apartamento, cozinheiro, um carro e um telefone pago ao cidadão.
October 7, 2008
Do UOL Esporte
Em São Paulo
O Campeonato Nacional feminino começa nesta terça-feira com o mesmo cenário das últimas edições. São nove clubes participantes, representantes de quatro estados e o mesmo favorito: Ourinhos, atual tetracampeão, foi o time que melhor se reforçou para a competição.
O Ourinhos/Colchões Castor/Fio/Unimed foi vice-campeão paulista, derrotado na final pelo Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed. O campeão estadual, porém, perdeu suas duas principais jogadoras, a ala Karla e a armadora Natália, e chega desfigurado para a competição.
Já Ourinhos trocou de treinador, saindo o técnico da seleção brasileira Paulo Bassul e entrando o antigo auxiliar, Urubatan Paccini. A mudança de jogadoras, porém, não diminuiu a força: Karen, Chuca e Micaela ganham a companhia de suas colegas de seleção olímpica, Êga e Mamá.
“Elas chegam com uma bagagem maior, com experiência conquistada jogando basquete no nível mais alto e isso faz a diferença”, admite Paccini, que vai tentar mudar o estilo de jogo do time vice-campeão paulista para a competição.
“Muda o comando e a forma de trabalhar. O Paulo é excelente. Aprendi bastante com ele, assim como foi com o (antecessor de Bassul, Antonio Carlos) Vendramini. Mas cada um tem seu jeito e eu tenho o meu”, explica Paccini.
E esse jeito deve ser diferente do de Bassul. Sem atacar o antecessor, mas deixando clara a diferença de opiniões, Paccini afirma que, em sua filosofia, as jogadoras podem render mais. “Eu tento fazer com que o time jogue mais livre, com mais liberdade, sem tantas jogadas marcadas. Cada atleta pode esgotar sua parte técnica, sem esquecer do conjunto”, diz.
Capitã do Colchões Castor/Fio/Unimed, Chuca tenta mais um título com quinteto de atletas da seleção olímpica do Brasil
OS CLUBES DO NACIONAL 2008/09
Sport Recife/Maurício de Nassau (PE)
Mangueira/Petrobras (RJ)
Clube Doze/Floripa (SC)
Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed (SP)
Santo André (SP)
São Bernardo/Metodista/Associação (SP)
São Caetano (SP)
Americana/Unimed/FAM/Goodyear (SP)
RODADA DESTA TERÇA-FEIRA
18h - Mangueira x Florianópolis
19h30 - Sport x São Bernardo
20h - Americana x Ourinhos
20h - São Caetano x Catanduva
Favorito, Ourinhos estréia com o time que promete ser a segunda força da competição, Americana. Às 20h, no Ginásio Centro Cívico, o Americana/Unimed/FAM/Goodyear recebe o time de Paccini apresentando sua nova equipe, com Karla, principal jogadora do Catanduva no título paulista, a veterana Adriana Santos, que volta da Europa, e comandado pela ex-jogadora Branca.
“A equipe foi montada há pouco tempo, disputou o Campeonato Paulista, se reforçou para o Nacional e precisa de tempo para se ajustar”, avisa Karla. “Estou muito satisfeita por voltar ao Brasil e poder jogar o Nacional”, completa Adriana.
Treinador da seleção, Paulo Bassul fica sem equipe no Brasileiro
Adalberto Leister Filho
Da Folhapress
Em São Paulo
Técnico da seleção brasileira feminina e dono de três títulos em Nacionais, Paulo Bassul inicia a principal competição de clubes do país sem lugar no banco de nenhuma das equipes.
“Tenho minhas obrigações como técnico da seleção brasileira, mas acredito que, para um treinador, a vivência diária no clube é importante”, lamenta Bassul, dispensado pelo Ourinhos após a perda do Paulista.
O treinador é dono de um dos melhores históricos no Nacional. Foi finalista em cinco das seis edições em que esteve à frente de um time. Apenas Antonio Carlos Vendramini, também ausente da disputa, possui currículo mais vitorioso, com quatro troféus em seis finais.
O treinador enfrentou problemas em 2008. No Pré-Olímpico de Madri o Brasil conquistou, no sufoco, a última vaga para a Olimpíada. Mas o grupo perdeu a ala Iziane, que se rebelou contra Bassul e foi cortada.
Em Pequim, sem Érika, o Brasil amargou seqüência de derrotas e ficou em penúltimo nos Jogos. Foi a pior participação olímpica da seleção. Depois, ele dirigiu o Ourinhos na malfadada final contra o Catanduva.
Técnico da Seleção Brasileira feminina de basquete e dono de três títulos do Nacional feminino, Paulo Bassul inicia a principal competição de clubes do País sem lugar no banco de nenhuma das equipes. O treinador deixou Ourinhos após a perda do Campeonato Paulista.
“Tenho minhas obrigações como técnico da Seleção, mas acredito que, para um treinador, a vivência diária no clube é importante”, lamentou Bassul, dispensado pela equipe do interior.
Ele tem excelente histórico no Nacional. Foi finalista em cinco das seis edições em que esteve à frente de um time.
Na Seleção, entretanto, Bassul enfrentou problemas. No Pré-Olímpico Mundial, em Madri, o Brasil conquistou, no sufoco, a última vaga para a Olimpíada, na qual amargou o penúltimo lugar.
A 11ª edição do Nacional feminino de basquete começa nesta terça-feira, com a participação de nove equipes, representando quatro estados. Do estado do Rio de Janeiro, o único representante será a Mangueira, que pela primeira vez montou um time adulto.
Fluminense, Botafogo e Teresópolis, que participaram do último campeonato, ficaram de fora este ano.
Os outros times são Catanduva (SP), Ourinhos (SP), Santo André (SP), São Bernardo (SP), São Caetano (SP), Americana (SP), Sport Recife (PE) e ADIEE Florianópolis (SC). A Mangueira estréia às 18h (de Brasília), contra o ADIEE, em casa, na quadra da Vila Olímpica.
(JB Online/Terra)
Técnico da seleção brasileira feminina e dono de três títulos em Nacionais, Paulo Bassul inicia a principal competição de clubes do país sem lugar no banco de nenhuma das equipes.
“Tenho minhas obrigações como técnico da seleção brasileira, mas acredito que, para um treinador, a vivência diária no clube é importante”, lamenta Bassul, dispensado pelo Ourinhos após a perda do Paulista.
O treinador é dono de um dos melhores históricos no Nacional. Foi finalista em cinco das seis edições em que esteve à frente de um time. Apenas Antonio Carlos Vendramini, também ausente da disputa, possui currículo mais vitorioso, com quatro troféus em seis finais.
O treinador enfrentou problemas em 2008. No Pré-Olímpico de Madri o Brasil conquistou, no sufoco, a última vaga para a Olimpíada. Mas o grupo perdeu a ala Iziane, que se rebelou contra Bassul e foi cortada.
Em Pequim, sem Erika, o Brasil amargou seqüência de derrotas e ficou em penúltimo nos Jogos. Foi a pior participação olímpica da seleção. Depois, ele dirigiu o Ourinhos na malfadada final contra o Catanduva.
(UOL/Folhapress - Adalberto Leister Filho)
October 1, 2008
A CBB confirmou que Cuiabá será o palco da Copa América feminina de 2009, valendo três vagas no Mundial da República Tcheca, em 2010. O Brasil foi o único país a se candidatar para sediar o evento, o que mostra como o basquete da América do Sul anda mal das pernas. Com o título olímpico, os Estados Unidos devem ficar fora, após a Fiba liberar os americanos dos torneios de 2009, em decisão, cá entre nós, pra lá de estranha.
Para o Brasil, a Copa América é o passo seguinte após a péssima campanha em Pequim. Apesar do baixo nível das adversárias no continente, a seleção não pode mais se dar ao luxo de bobear - e isso inclui o técnico Paulo Bassul, já que os erros nas Olimpíadas e a derrota no Paulista lhe renderam uma súbita impopularidade.
Para quem não conhece o ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá, foi lá que a seleção masculina de vôlei disputou a Copa América na semana passada. O vídeo tem algumas tomadas que dão uma boa idéia da estrutura local - os relatos são todos positivos.
(Rodrigo Alves, Rebote.org)
September 30, 2008
Depois da fraca campanha nos Jogos de Pequim, a comissão técnica da Seleção feminina e a diretoria da Confederação Brasileira de Basquete se reuniram nesta segunda-feira na sede da CBB, no Rio de Janeiro, para o planejamento do próximo ciclo olímpico 2009/2012. A programação começa com a Copa América Pré-Mundial de Cuiabá, no Brasil (2009), passando pelo 16º Campeonato Mundial da República Tcheca (2010), os Jogos Pan-Americanos do México e o Torneio Pré-Olímpico das Américas (2011), até os Jogos Olímpicos de Londres (2012). Também foi discutido o calendário das Seleções Brasileiras de base feminina.
Estiveram presentes a reunião o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, o vice-presidente, Roberto Beck; o superintendente técnico, Luiz Antonio Rodrigues; o gerente técnico, André Alves; o técnico Paulo Bassul; o assistente técnico Cesar Guidetti; e o preparador físico João Nunes.
ADULTO FEMININO
2009
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
Copa América Pré-Mundial (Cuiabá/Brasil)
2010
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
32º Campeonato Sul-Americano
16º Campeonato Mundial (República Tcheca)
2011
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
16º Jogos Pan-Americanos (México)
Torneio Pré-Olímpico das Américas
2012
Jogos Desafio Eletrobrás (Brasil)
Torneio Pré-Olímpico Mundial
Jogos Olímpicos de Londres (Inglaterra)
BASE FEMININA
2009
Campeonato Sul-Americano Sub-17
Copa América Pré-Mundial Sub-16 (Argentina)
7º Campeonato Mundial Sub-19 (Tailândia)
17º Campeonato Sul-Americano Sub-15.
September 29, 2008
Em preparação para a temporada italiana, o Faenza derrotou o Livorno, por 68 a 60, pela semifinal do Torneio Memorial Paganelli-Badiali.
Adrianinha foi o destaque do Faenza, com 16 pontos, ao lado da pivô norte-americana Katryna Renée Gaither.
Após a perda do título paulista para Catanduva, Paulo Bassul não é mais treinador de Ourinhos, que ainda não anunciou o nome do novo comandante. Um fato interessante é que o próximo Nacional, que começa em 7 de outubro, terá, no comando técnico, apenas um representante dos campeões dos anos anteriores: Laís Elena. Os outros vencedores (Maria Helena, Alexandre Cato e Antonio Carlos Vendramini) também estão fora do torneio.
A boa notícia é que agora Paulo Bassul poderá se dedicar exclusivamente ao comando da seleção brasileira. O blog de Fabio Balassiano tentou, mas não teve sucesso em localizar o treinador.
(Painel do Basquete Feminino/Blog Bala na Cesta)
September 23, 2008
Por Enio Franco (Notícia da Manhã, Catanduva)
O técnico Paulo Bassul, de Ourinhos, reconheceu a superioridade de Catanduva nas cinco partidas finais do playoff do Paulista. Nesta semana, o treinador vai se reunir com a direção de sua equipe para a avaliação do trabalho. Segundo ele, existe a possibilidade dele não permanecer em Ourinhos.
“Não sei como os diretores encaram essa divisão, de comandar o clube e a seleção brasileira ao mesmo tempo. Existe a possibilidade de que isso seja revisto”, destacou.
O treinador atribuiu a perda do título também a esse fator. “Além da superioridade de Catanduva, tivemos um ano bastante atribulado por conta da seleção. Foram três jogadoras, mais a comissão técnica inteira que trabalhou no Sul-Americano, Pré-Olímpico Mundial e as Olimpíadas. Nosso time foi readaptado após Pequim, onde estávamos já nas semifinais do Paulista. Não dá para avaliar qual será a atitude da direção de Ourinhos”, destacou.
O técnico novamente destacou a superioridade de Catanduva.
“No playoff não tem zebra. Ganhar uma vez ou outra, às vezes acontece. Mas da forma como foi com Catanduva, não existia a possibilidade. Vínhamos mal desde as quartas-de-final, quando ganhamos no sufoco de São Bernardo. O título ficou em boas mãos”, falou o treinador.
(Painel do Basquete Feminino)
September 21, 2008
Catanduva (SP) - O técnico do Ourinhos, Paulo Bassul, lamentou a derrota de seu clube para o Catanduva na decisão do Campeonato Paulista feminino de basquete neste sábado. Contudo, Bassul, que também comanda a seleção brasileira feminina, se mostrou conformado e admitiu que o adversário mereceu o título estadual.
“Este é um momento duro pra nós. Mas temos que separar méritos e desméritos. O Catanduva teve o mérito de chegar bem à final. Já nós não vínhamos jogando bem desde às semifinais” declarou Bassul à ESPN Brasil.
O treinador também elencou os motivos da derrota de seu time. “Para este campeonato perdemos parte da comissão técnica, além de três jogadoras. Mas não podemos abaixar a cabeça, nós temos um histórico de vitórias e não será uma derrota que vai apagar isto”, apontou Bassul, que comanda o atual tetracampeão brasileiro e dono de seis títulos paulistas.
Uma das principais responsáveis do Catanduva pela conquista do Campeonato Paulista feminino de basquete após 28 anos, Karla aproveitou o triunfo deste sábado para desabafar e dar uma resposta aos críticos.
“Este título é uma resposta para quem falou que a gente era um timinho, que não tínhamos competência, que só fazíamos correria. O título é a prova de que temos raça, garra”, apontou a atleta à ESPN Brasil.
Karla, que marcou 13 pontos no jogo decisivo diante de Ourinhos, afirmou que decidirá seu futuro na próxima semana e aproveitou o momento de alegria para exaltar o técnico Edson Ferreto com muito bom humor.
“Ele (Ferreto) é chato pra caramba. Um dia ele está insuportável, no outro pior ainda. Mas ele é um grande técnico, não interfere no nosso trabalho, apenas orienta e deixa a gente fazer o que a gente sabe que é jogar basquete”, apontou a atleta.
Depois de 28 anos, o Catanduva voltou a ser campeão paulista feminino de basquete. Neste sábado, o Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva derrotou o Colchões Castor/ FIO/ Unimed/Ourinhos por 64 a 56 (31 a 30 no primeiro tempo), fez 3 a 2 na série melhor-de-cinco e pôde comemorar a conquista estadual, encerrando a hegemonia do adversário que tentava o quinto título consecutivo.
Desde 1980, quando era representado pelo Clube Higienópolis e contava com Hortência, que o Catanduva não chegava ao título paulista. Contando todos os triunfos (1978, 1979, 1980 e 2008), a cidade soma agora quatro conquistas estaduais.
Com a vitória deste sábado, Catanduva se vinga do Ourinhos, que chegou ao tetracampeonato brasileiro neste ano ao vencer as catanduvenses.
Para tanto, o time de Catanduva precisou se recuperar na série decisiva do Paulista, já que, após vencer o primeiro duelo por 65 a 56, foi derrotado nos confrontos seguintes por 85 a 70 e por 69 a 67.
Na quarta partida, precisando da vitória a qualquer custo para continuar sonhando com o título, o Catanduva triunfou por 68 a 53.
Por fim, jogando em casa no duelo decisivo, o time catanduvense, comandado pela armadora Karla, contou com os 20 pontos de Natália, cestinha da partida, e com os 15 pontos e 11 rebotes de Silvinha para chegar ao título. Karen, irmã de Silvinha, foi o grande destaque do Ourinhos, deixando a partida com 11 pontos.
O jogo: Como não poderia ser diferente, a partida foi marcada pelo equilíbrio e, assim, nenhuma das duas equipes conseguiu abrir uma boa vantagem de pontos nos três primeiros quartos.
O Ourinhos terminou o quarto inicial na frente, vencendo por 19 a 12 graças à inspirada Karen, que liderava a equipe com seus arremessos de três pontos.
Contudo, no período seguinte, o Catanduva, contando com o bom desempenho de Natália, com dez pontos, e Silvinha, com seis pontos, reagiu e com uma cesta no último lance, terminou o primeiro tempo na frente vencendo por 31 a 30.
No terceiro quarto, as equipes seguiam demonstrando nervosismo, principalmente nos seguidos arremessos de três pontos desperdiçados. A exceção ficou por conta de Karla, que em um destes lances acertou com precisão e fez 45 a 41 para o Catanduva. Estes pontos, por sinal, seriam fundamentais para que o time da casa vencesse o penúltimo período da partida por 47 a 45.
O que se viu na parcial decisiva foi um show de Catanduva. O time da casa abriu cinco pontos de diferença e dominou o placar. A equipe de Ourinhos parecia nervosa e não conseguia diminuir a desvantagem.
Neste ritmo, Catanduva chegou a abrir 13 pontos de diferença (60 a 47), caminhando para fechar o jogo por 64 a 56 e comemorar a quebra do tabu de 28 anos com a conquista do título estadual.
(Gazeta Esportiva)
September 20, 2008
São Paulo (SP) - A motivação é a mesma, mas Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva e Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos têm desafios distintos na disputa do quinto e último jogo da final do Campeonato Paulista feminino de basquete. Ourinhos luta pelo sétimo título e quinto consecutivo, enquanto as catanduvenses têm a chance de faturar um título do Estadual após 28 anos. A partida começa às 18 horas, em Catanduva, com transmissão pela ESPN Brasil.
Em quadra, o técnico Edson Ferretto tenta evitar que a história do Estadual passado se repita, quando as comandadas de Paulo Bassul levaram a melhor na decisão. As duas melhores equipes da fase classificatória têm demonstrado determinação na luta pelo título.
No jogo de abertura da série e jogando em casa, Catanduva surpreendeu impondo o placar de 65 a 56, mas no encontro seguinte acabou surpreendido por 85 a 70. Levando o mando para seus domínios, Ourinhos teve trabalho, mas conseguiu a vitória na prorrogação por apertados 69 a 67. Na última quarta, nova surpresa catanduvense, batendo Ourinhos em pleno ginásio adversário por 68 a 53.
“Final é sempre uma coisa mais complicada”, avalia o técnico Bassul, que pode conquistar o terceiro título de sua carreira e o segundo por Ourinhos. Segundo ele, o desafio nesta temporada tem sido dobrado, primeiro porque a vantagem do mando de quadra acabou com Catanduva e segundo porque, por causa da realização dos Jogos Olímpicos, em agosto, sua equipe precisou aumentar o grupo para dar conta dos desfalques olímpicos na etapa dos playoffs.
Com o retorno das titulares olímpicas foi preciso rever os espaços de cada uma em quadra para evitar insatisfações. “Tudo isso aumentou o nível de dificuldade”, admite o treinador, garantindo que o problema já foi resolvido e que o foco está todo na quinta partida.
Na luta pelo heptacampeonato da cidade, sua principal preocupação é assegurar que o grupo assuma uma postura lúcida em quadra. “Fizemos isto duas vezes neste campeonato. No segundo jogo contra Catanduva lá (final) e contra o São Bernardo aqui (quando massacraram o representante do ABC por 87 a 39 na semi). Agora é ter tranqüilidade”.
Mas o desafio, admite, é considerável. “Catanduva está embalado, um time motivado, temos de trabalhar por este resultado”, completa. O último título da cidade de Catanduva foi conquistado em 1980, quando o município era representado pelo Clube Higienópolis.
(Gazeta Esportiva)
O campeão paulista adulto feminino da Série A-1 2008 será definido neste sábado (20 de setembro), às 18h, quando acontece o quinto e decisivo confronto do playoff final, envolvendo Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed e Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed, no Ginásio Municipal Anuar Pachá. A ESPN Brasil mostra o jogo ao vivo.
Até agora, cada equipe venceu duas vezes, com estes placares: Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed 65 x 56 Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed, Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed 70 x 85 Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed, Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed 69 x 67 Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed, e Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed 53 x 68 Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed.
O time de Catanduva, comandado pelo técnico Edson Ferreto, corre atrás da inédita conquista; enquanto a agremiação de Ourinhos, dirigida por Paulo Bassul, busca o sexto título estadual, o quinto consecutivo.
O jogo marca o interessante duelo entre Micaela, do representante de Ourinhos, primeira colocada na estatística das bolas recuperadas, com média de 3,1 por jogo; e Joice, do time de Catanduva, segunda colocada, com média de 3,0 por jogo.
September 12, 2008
A série melhor-de-cinco do playoff final do Campeonato Paulista masculino da Série A-1 2008 será aberto neste sábado (13 de setembro) com a realização do primeiro confronto reunindo Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed e Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed, às 18h, no Ginásio Municipal Anuar Pachá, na cidade de Catanduva (SP). A ESPN Brasil transmite o jogo ao vivo.
Para chegar a esta etapa, o time catanduvense, comandado pelo experiente técnico Edson Ferreto, garantiu a primeira colocação na fase inicial, somando 33 pontos em 18 jogos realizados (15 vitórias e três derrotas). Nos playoffs quartas-de-final, eliminou o Santos/Fupes, com duas vitórias e nenhuma derrota. Por fim, na série semifinal, passou pelo Sport/Maurício de Nassau/Tênis Prudente, com três resultados positivos e nenhum negativo.
Os destaques do Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed na competição, de acordo com as estatísticas, são: Gil, terceira colocada entre as cestinhas, com média de 16 pontos por jogo; Silvinha, sexta colocada entre as cestinhas, com média de 14,4 por jogo; Fabão, terceira colocada nos rebotes, com média de 7,8 por jogo; Natália, líder nas assistências, com média de cinco por jogo; Joice, segunda colocada nas bolas recuperadas, com média de 3,3 por jogo; e Lelê, oitava colocada nos bloqueios, com média de 0,7 por jogo. A pivô Fabão aparece ainda no terceiro lugar no item eficiência, com média de 16,3 por jogo.
Já o representante de Ourinhos, dirigido pelo experiente Paulo Bassul, atual técnico da Seleção Brasileira adulta feminina, concluiu a etapa de abertura do Estadual com a segunda colocação na classificação geral, contabilizando 33 pontos e as mesmas 18 partidas disputadas (15 vitórias e três derrotas). Nos playoffs quartas-de-final, eliminou o Suzano/Ecus com duas vitórias e nenhuma derrota. Na semifinal, superou o São Bernardo/Metodista/Associação, com três resultados positivos e um negativo.
Os principais nomes do Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed no Estadual, baseado nas estatísticas, são estes: Ariadna, oitava colocada entre as cestinhas, com média de 14,5 pontos por jogo; Lisdeivi, quinta colocada nos rebotes, com média de 7,5 por jogo, e sexta colocada nos bloqueios, com média de um toco por jogo; Vanessa Gattei, segunda colocada nas assistências, com média de cinco por jogo; e Micaela, primeira colocada na estatística das bolas recuperadas, com média de 3,6 por jogo.
Estas equipes se enfrentaram duas vezes na fase inicial do Campeonato Paulista feminino da Série A-1 2008, uma vitória para cada lado: Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed 90 x 62 Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed, no turno em Catanduva (SP); e Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed 67 x 45 Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed, no returno em Ourinhos (SP).
ELENCOS
Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed
5. Fabão
6. Silvinha
7. Palmira
8. Kelly
10. Natália
11. Joice
12. Ana Lúcia
15. Lelê
22. Karla
31. Wivian
34. Gil
41. Ísis
Técnico: Edson Ferreto
Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed
4. Ariadna
5. Bethânia
7. Gattei
10. Iza
11. Carina
12. Lisdeivi
14. Micaela
15. Tatiana
20. Karen
47. Chuca
55. Danila
Técnico: Paulo Bassul
OUTROS JOGOS
14 de setembro de 2008 (domingo)
18h - Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed
16 de setembro de 2008 (terça-feira)
20h - Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed x Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed
17 de setembro de 2008 (quarta-feira) - se necessário
21h - Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed x Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed
20 de setembro de 2008 (sábado) - se necessário
18h - Catanduva BC/Açúcar Cometa/Unimed x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed.
September 11, 2008
A décima primeira edição do Campeonato Nacional feminino de basquete começa no dia 7 de outubro com a participação de nove equipes representando quatro estados: Catanduva/Açúcar Cometa/Unimed (SP), ADIEE (SC), Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed (SP), Mangueira/Petrobras (RJ), Santo André (SP), São Bernardo/Metodista/Associação (SP), São Caetano (SP), Sport Recife/Maurício de Nassau (PE) e Americana/Unimed/FAM/Goodyear (SP). A tabela da competição será divulgada na próxima terça-feira (dia 16). Pelo 11º ano consecutivo o Campeonato será transmitido pelo SPORTV e as estatísticas de todos os jogos poderão ser acompanhadas ao vivo no site da CBB (www.cbb.com.br).
Nos dez anos de disputa, 1998 a 2007, o Nacional Feminino teve a presença de 34 clubes e o Santo André é o único que participou de todas as edições. A equipe paulista sempre dirigida pela técnica Laís Elena Aranha teve como melhores colocações o título de 1989 e o vice-campeonato de 2000. A equipe de Ourinhos é a atual campeã brasileira e ganhou os últimos quatro campeonatos. O técnico Antonio Carlos Vendramini é o recordista de títulos (quatro), no comando do Fluminense (1998), do Paraná Basquete (2000) e de Ourinhos (2004 e 2005); seguido do técnico da Seleção Brasileira Paulo Bassul (três troféus), por Americana (2003) e por Ourinhos (2006 e 2007).
De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase, as equipes jogam entre si, em turno e returno. As quatro primeiras colocadas, na soma de pontos dos dois turnos, se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: 1º x 4º e 2º x 3º. Os vencedores disputam o título.
OS CAMPEÕES DO NACIONAL FEMININO
1998 – Fluminense (RJ) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
1999 – Santo André/Arcor (SP) – Técnica: Laís Elena Aranha
2000 – Paraná Basquete (PR) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2001 – Vasco da Gama (RJ) – Técnica: Maria Helena Cardoso
2002 – São Paulo/Guaru (SP) – Técnico: Alexandre Cato
2003 – Americana/Unimed (SP) – Técnico: Paulo Bassul
2004 – Ourinhos/FIO/Pão de Açúcar/Unimed (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2005 – Ourinhos/FIO/Pão de Açúcar/Unimed (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2006 – Ourinhos/FIO/Pão de Açúcar/Unimed (SP) – Técnico: Paulo Bassul
2007 – Ourinhos/FIO/Pão de Açúcar/Unimed (SP) – Técnico Paulo Bassul.
(CBB/ELETROBRÁS)
September 8, 2008
O Painel do Basquete Feminino publica nesta segunda-feira o resultado parcial de sua enquete sobre as melhores opções para a renovação da Seleção Brasileira do técnico Paulo Bassul, na ressaca olímpica da campanha ruim nos Jogos de Pequim, depois das armadoras é a vez das alas.
Confira agora o resultado para as laterais:
Priscila Borges (30%)- 21 anos, 1,77m. A ala participou da seleção sub-21 que disputou o Mundial-2007, com médias de 6,5 pontos por jogo. Depois de defender Catanduva, onde, mesmo jovem, não comprometia nas trocas de Ferreto, defendeu São Caetano, no último Paulista, com destaque (13 pontos por jogo).
Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de oito pontos no Paulista.
Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um ano de 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fraca no clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.
Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e cinco assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado, e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.
Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m. A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 pontos por jogo) e, neste ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 pontos por jogo). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 pontos por jogo no Paulista.
Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 pontos por jogo no Paulista.
Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá para cá, foi à Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 pontos por jogo no Paulista.
http://pbf.blogspot.com/2008/09/ressaca-olmpicas-as-alas.html
September 4, 2008
Se o primeiro jogo da série foi equilibrado, o segundo jogo da semifinal entre Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed e São Bernardo/Metodista/Associação foi um massacre. O time tetracampeão brasileiro de Ourinhos enfrentou um São Bernardo irreconhecível e venceu por 87 a 39 (43 a 25 no primeiro tempo) o segundo jogo da série melhor-de-cinco da semifinal do Campeonato Paulista Feminino da Divisão Especial A-1, nesta quinta-feira. Ourinhos faz 2 a 0 e vai ao terceiro jogo, no sábado às 11h (horário de Brasília) em São Bernardo, precisando de uma vitória para fechar o confronto.
Na outra semifinal, Catanduva tem vantagem de 2 a 0 sobre o Sport Recife/Presidente Prudente, que recebe o terceiro jogo em sua casa no domingo, às 18h (de Brasília).
Apesar de a pivô Flávia dizer, em entrevista ao canal de TV por assinatura ESPN Brasil antes do jogo, que São Bernardo precisava ter mais calma na segunda partida, a equipe começou muito nervosa. O time logo cometeu três erros e permitiu contra-ataques a Ourinhos, que abriu 14 a 4. O técnico Márcio Bellicieri chamou tempo e cobrou mais movimentação ofensiva, mas o time da casa conseguiu manter a diferença pelo resto do período, indo ao segundo quarto com 20 a 10 no placar. As visitantes estavam péssimas no interior, errando todos os seus sete chutes de 2 pontos e perdendo por 14 a 4 nos rebotes.
Ourinhos continuou muito melhor no segundo quarto e, liderado por Karen, foi abrindo vantagem. A ala reserva marcou 10 pontos no período e o time chegou a 24 pontos de vantagem após dois lances livres de Chuca. Bellicieri chamou tempo novamente e implorou por uma atitude diferente de suas jogadoras. O time conseguiu cortar a margem para 18 pontos ao final do primeiro tempo, 43 a 25.
Ourinhos fez um terceiro período arrasador, marcando os nove primeiros pontos e marcando forte no outro lado. O time do Grande ABC parecia morto em quadra, vítima do forte calor e desanimado com a enorme desvantagem no placar, que passou dos 20 pontos com uma cesta de Karen. São Bernardo cometeu muitos turnovers, só fez oito pontos no quarto inteiro e caiu em déficit de 67 a 33 antes do quarto final. No último período, a reserva Carina marcou oito pontos e as ourinhenses terminaram o jogo com oito pontos consecutivos para fechar a fatura.
A ala Micaela, que esteve com a Seleção Brasileira feminina nos Jogos Olímpicos de Pequim, foi a cestinha, com 16 pontos. Outras duas jogadoras olímpicas, Karen e Chuca, acrescentaram 14 e 12 pontos, respectivamente. “O time jogou mais à vontade, menos ansioso do que ontem (quarta), o ataque ontem deixou a desejar. Hoje o ataque melhorou demais, jogando mais agressivo e menos precipitado, de maneira mais conciente. Mas temos que pensar que acabou esse jogo, zerou tudo. Playoff é longo e ganhar de 40 ou de 2 é a mesma coisa”, disse o técnico de Ourinhos e da Seleção, Paulo Bassul.
Márcio, por sua vez, quer ver mais entrega de seu time em casa no sábado. A equipe acertou apenas nove de 31 pontos e teve a reserva Eliane como cestinha, com meros 6 pontos. Lidiane, Cínthia Luz e Lilian marcaram 5 pontos cada. “Atitude foi fundamental para o jogo de hoje. Se não modificar a atitude, não tem como acertar mais nada. Tem que querer estar numa situação como essa e querer superar o adversário”, exigiu o treinador de São Bernardo.
September 2, 2008
O primeiro jogo da série melhor-de-cinco dos playoffs semifinais do Campeonato Paulista feminino da Série A-1 2008, entre Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed e São Bernardo/Metodista/Associação, será disputado nesta quarta-feira (3 de setembro), às 20h, no Ginásio Municipal José Maria Paschoalick (Monstrinho), na cidade de Ourinhos (SP). A ESPN Brasil mostra o jogo ao vivo.
Para chegar a esta fase, o time de Ourinhos, comandado pelo técnico Paulo Bassul, que esteve com a Seleção Brasileira feminina nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, fechou sua participação na fase inicial do Estadual com a segunda colocação na classificação geral, somando 33 pontos em 18 jogos realizados (15 vitórias e três derrotas). Em seguida, nos playoffs quartas-de-final, passou pelo Suzano/Ecus com duas vitórias e nenhuma derrota.
O representante de São Bernardo do Campo, dirigido por Márcio Beliccieri, concluiu a fase inicial com o quarto lugar na classificação geral, contabilizando 30 pontos com as mesmas 18 partidas disputadas (12 vitórias e seis derrotas). Nas quartas, eliminou a equipe do Americana/Unimed/FAM/Goodyear também com dois resultados positivos e nenhum negativo.
“A expectativa é de um jogo difícil, mas esperamos conseguir um bom rendimento, diferentes dos confrontos válidos pela fase de classificação. Vamos tentar surpreender Ourinhos em seus domínios, apresentando uma marcação que busque conter o forte jogo de transição do nosso adversário e também com o ataque atuando de forma consciente. Se isso ocorrer, podemos sair com um bom resultado neste primeiro jogo semifinal”, analisa Beliccieri, que já não conta mais com a pivô Sandra Leão, que se transferiu para o basquete português.
Nos duelos válidos pela fase inicial do Estadual, duas vitórias do Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed: 77 a 57 no turno, em São Bernardo do Campo (SP), e 68 a 51 no returno, em Ourinhos (SP).
O público que comparecer ao ginásio poderá acompanhar o duelo entre as duas jogadoras mais bem colocadas na estatística das assistências: a líder Vanessa Gattei, do time da casa, com média de 5,2 por jogo, e Priscila, segunda colocada com média de 4,7 passes para cesta por jogo. A experiente Cínthia Luz, do representante do Grande ABC, é a melhor jogadora no aproveitamento dos arremessos de três pontos, com 49,37%.
ELENCOS
Ourinhos/Colchões Castos/FIO/Unimed
4. Ariadna
5. Bethânia
6. Fabi
7. Vanessa Gattei
10. Iza
11. Carina
12. Lisdeivi
13. Bruna
15. Tatiana
22. Le
23. Sol
55. Danila
74. Jennifer
92. Agnes
Técnico: Paulo Bassul
São Bernardo/Metodista/Associação
4.Juliana
5. Priscila
8. Lílian
10. Lidiane
12. Cínthia Luz
13. Flávia
14. Mainha
18. Fabiana Manfredi
21. Eliane
77. Fabi de Oliveira
Técnico: Márcio Beliccieri
PRÓXIMOS JOGOS
4 de setembro de 2008 (quinta-feira)
20h – Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed x São Bernardo/Metodista/Associação
7 de setembro de 2008 (domingo)
18h – São Bernardo/Metodista/Associação x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed
8 de setembro de 2008 (segunda-feira) – se necessário
17h – São Bernardo/Metodista/Associação x Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed
11 de setembro de 2008 (quinta-feira) – se necessário
20h – Ourinhos/Colchões Castor/FIO/Unimed x São Bernardo/Metodista/Associação.
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