November 7, 2008
Técnico da seleção brasileira feminina não é exclusivo e está sem receber salários da Confederação brasileira de Basquete
GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
Paulo Bassul diz que seu problema é mais profissional que financeiro. Como a Seleção Brasileira feminina de basquete está sem jogar desde a eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, o técnico Paulo Bassul parou de receber salários da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Agora, como Ourinhos perdeu a final do Campeonato Paulista para o Catanduva, Bassul passou a procurar emprego, pois foi demitido.
Na Seleção ele só voltará a trabalhar em agosto de 2009, quando a equipe vai se preparar para a Copa América. Bassul tem contrato com a CBB até o Mundial de 2010, mas precisa de um emprego logo.
“Não sou exclusivo da seleção. Até a época dos compromissos não recebo. Por isso, a discussão é descabida. Fico no aguardo de uma possibilidade. Não recebi proposta. Estou há quase dois meses nesta situação. Precisamos de mais investimento para novas equipes. O mercado é restrito. Vou tocando minha vida. Minha esposa trabalha, e então o maior problema é o profissional, não o financeiro”, afirma o técnico ao jornal “O Globo”.
Link para matéria com foto: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL853140-15060,00.html
October 14, 2008
O técnico Paulo Bassul inaugura, amanhã, a seção de entrevistas do blog. Ele falou sobre seleção, Ourinhos e o futuro. Quer um aperitivo? Então olhe só:
“As críticas ou elogios são conseqüência de resultado. No vice-campeonato mundial sub-21 em 2003 utilizei um rodízio grande e, como fomos bem sucedidos, elogiaram as trocas constantes. A grande diferença é que naquele grupo todas estavam muito bem e as trocas “matavam” os adversários no segundo tempo. Nas Olimpíadas, algumas meninas apresentaram uma irregularidade muito grande e as trocas não estavam programadas. Elas acabaram se tornando freqüentes para tentar encontrar o melhor grupo dentro de cada partida”, disse Paulo Bassul.
Quer mais? Então aguarde até amanhã.
(Blog Bala na Cesta, Fábio Balassiano)
Alto-falante: “Quando meu agente me ligou e contou da proposta, pensei: ganhar o dobro, ter mais funções em quadra e morar em uma cidade legal. Quem não aceitaria um negócio desses? Só um idiota”
A frase, publicada em ótima reportagem no NY Times, é de Josh Childress (foto), que trocou a NBA pelos US$ 20 milhões por três temporadas no Olympiacos. Ah, e o clube ainda deu, de lambuja, um apartamento, cozinheiro, um carro e um telefone pago ao cidadão.
October 4, 2008
Depois do bronze em Pequim, a comissão técnica da seleção russa feminina optou por abandonar o trabalho, encerrando o ciclo iniciado em 2004.
O técnico Igor Grudin acumulou nesse período um bronze no Mundial de São Paulo (2006), um ouro e uma prata no Europeu (2007 e 2005, respectivamente), e o bronze olímpico.
Segundo Grudin, “é hora de alguém mais novo assumir a seleção”, mas não descartou um retorno.
(Painel do Basquete Feminino)
October 3, 2008
A WNBA anunciou nesta sexta-feira as melhores jogadoras de cada posição da fase regular, formando a chamada “equipe do campeonato”. O time é formado por Lindsay Whalen, Diana Taurasi, Sophia Young, Candace Parker e Lisa Leslie.
Como era esperado, as principais jogadoras que conquistaram a medalha de ouro com a seleção feminina dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Pequim (Parker, Taurasi e Leslie) estiveram entre as melhores do torneio.
Parker foi a primeira colocada da votação, com 221 pontos, e se tornou a quinta novata da história a fazer parte da seleção do campeonato. Já a veterana Leslie, segunda com 192 pontos, foi eleita pela oitava vez. Ambas as atletas conduziram o Los Angeles Sparks à final da Conferência Oeste.
A única jogadora eleita entre as cinco melhores da competição que está disputando as finais da WNBA é a ala Sophia Young, do San Antonio Silver Stars, que obteve 171 pontos.
A liga feminina norte-americana também divulgou a “segunda equipe” do campeonato, composta por Sue Bird, Deanna Nolan, Becky Hammon, Ashja Jones e Lauren Jackson.
Veja a classificação final:
Primeira equipe
Candace Parker – Los Angeles Sparks – 221 pontos
Lisa Leslie - Los Angeles Sparks – 192 pontos
Lindsay Whalen - Connecticut Sun – 178 pontos
Diana Taurasi – Phoenix Mercury - 173 pontos
Sophia Young – San Antonio Silver Stars – 171 pontos
Segunda equipe
Sue Bird – Seattle Storm – 166 pontos
Becky Hammon – San Antonio Silver Stars – 133 pontos
Ashja Jones – Connecticut Sun – 99 pontos
Deanna Nolan – Detroit Shock – 95 pontos
Lauren Jackson – Seattle Storm – 68 pontos.
(Playoff.com.br)
September 23, 2008
Por Enio Franco (Notícia da Manhã, Catanduva)
O técnico Paulo Bassul, de Ourinhos, reconheceu a superioridade de Catanduva nas cinco partidas finais do playoff do Paulista. Nesta semana, o treinador vai se reunir com a direção de sua equipe para a avaliação do trabalho. Segundo ele, existe a possibilidade dele não permanecer em Ourinhos.
“Não sei como os diretores encaram essa divisão, de comandar o clube e a seleção brasileira ao mesmo tempo. Existe a possibilidade de que isso seja revisto”, destacou.
O treinador atribuiu a perda do título também a esse fator. “Além da superioridade de Catanduva, tivemos um ano bastante atribulado por conta da seleção. Foram três jogadoras, mais a comissão técnica inteira que trabalhou no Sul-Americano, Pré-Olímpico Mundial e as Olimpíadas. Nosso time foi readaptado após Pequim, onde estávamos já nas semifinais do Paulista. Não dá para avaliar qual será a atitude da direção de Ourinhos”, destacou.
O técnico novamente destacou a superioridade de Catanduva.
“No playoff não tem zebra. Ganhar uma vez ou outra, às vezes acontece. Mas da forma como foi com Catanduva, não existia a possibilidade. Vínhamos mal desde as quartas-de-final, quando ganhamos no sufoco de São Bernardo. O título ficou em boas mãos”, falou o treinador.
(Painel do Basquete Feminino)
September 12, 2008
UOL Esporte
Das agências internacionais
Em Nova York (EUA)
A norte-americana Becky Hammon foi bombardeada por uma avalanche de críticas ao anunciar que atuaria pela Rússia nos Jogos Olímpicos de Pequim. Passadas quase três semanas da competição, ela garante que teve uma boa recepção em seu retorno ao país.
“Apesar de tudo, a recepção foi ótima, muitos aplausos”, disse a jogadora. “Agora, só uma ou duas pessoas dizem coisas que são ignorantes ou obscenas. Isso é a América livre. Você tem direito a ter sua opinião e pode manifestá-la se quiser. Então, isso não me preocupa”.
Hammon, que atua no San Antonio Silver Stars, da WNBA, optou por naturalizar-se russa ao perceber que não seria convocada por seu país para uma Olimpíada. A decisão foi chamada de “anti-americana” pela compatriota Lisa Leslie, que em Pequim conquistou seu quarto ouro olímpico.
Com a Rússia, Hammon faturou o bronze na China, resultado que ela comemorou muito. “Eu acho que isso era o melhor que nosso time poderia conseguir”, argumentou, referindo-se ao favoritismo de Estados Unidos e Austrália. “Nós precisaríamos de um enorme milagre para ganhar o ouro”.
Entretanto, a jogadora não ficou tão empolgada com a medalha em si. “Para mim, o que vale mesmo é a experiência. A medalha vai juntar poeira como qualquer outra peça preciosa ou uma ferramenta. O que se pode levar são as memórias e como você tocou as pessoas”.
UOL Esporte
Das agências internacionais
Em Madri (ESP)
Pau Gasol, ala-pivô da seleção espanhola e dos Los Angeles Lakers, fixou como seu próximo objetivo na carreira o título da NBA. O atleta diz que o troféu iria o colocar em um patamar mais alto no basquete, já que nos últimos três anos, Gasol conquistou uma medalha de ouro do mundo, um vice-campeonato da Europa e uma prata olímpica em Pequim.
O espanhol mantém a seleção nacional em mente, ainda que seja altamente provável que ele não dispute o Campeonato Europeu, em 2009, na Polônia. “Depois de estar tão perto de conseguir o título da NBA, a prioridade agora é este troféu”, disse o jogador, que perdeu a final da competição para o Boston Celtics na última temporada.
“Joguei seis anos e meio no Menphis, uma equipe que não me oferecia possibilidades de conquistar esse sonho. Mas agora estive tão perto de ganhar a NBA e jogo em uma equipe que nas duas ou três próximas temporadas terá chance de vencer. Este é o meu objetivo”, completou.
O ala-pivô também explicou que segue comprometido com a seleção espanhola, mas deixou aberta uma possível ausência na competição européia. “A princípio sim, continuarei ligado à equipe nacional. Minha intenção é essa. Gosto muito de jogar com a Espanha, mas agora tenho que ver se posso estar todos os anos com a seleção ou não”, comentou.
Gasol tomará uma decisão definitiva sobre o caso somente no final da temporada. “Tenho que ver como estarei ao fim da temporada, física e mentalmente”, destacou.
Neste momento, o jogador aproveita o tempo livre, antes de voltar aos Estados Unidos. “Estou descansando após os Jogos Olímpicos e dormindo sem hora para levantar, o que é um prazer. Dentro de dez dias volto para Los Angeles para iniciar os trabalhos de pré-temporada”, concluiu.
September 11, 2008
Depois de amargar quatro derrotas consecutivas nos primeiros confrontos nos Jogos Paraolímpicos de Pequim e já entrar no duelo desta quinta-feira sem chances de avançar às quartas-de-final, a Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas superou a China por 65 a 46, pelo Grupo B, em jogo de encerramento da primeira fase da competição realizada na capital chinesa.
O time verde e amarelo conseguiu apagar as más apresentações justamente diante dos anfitriões e comandou o placar durante todo o confronto. Contando principalmente com as boas atuações de Everaldo Lima, cestinha do Brasil com 20 pontos, e de Leandro Mirando, que anotou outros 19, a equipe terminou o primeiro quarto com vantagem de 19 a 14.
Disposta a se recuperar dos tropeços contra Austrália, na estréia, Estados Unidos, Israel e Grã-Bretanha, a formação brasileira não deu chances aos rivais também no segundo período e terminou na frente, com o marcador apontando 33 a 16.
Na segunda metade, os donos da casa iniciaram uma reação no confronto e contaram com a atuação do cestinha Hai Ding, que marcou 24 pontos no duelo, para diminuir a vantagem. No entanto, sem encontrar um companheiro à altura de seu desempenho, o jogador viu a sua equipe terminar o terceiro período novamente atrás, com 46 a 32 para os brasileiros.
Perto de conhecer a sua primeira vitória nos Jogos, o time nacional somente administrou a boa diferença na última parcial e esperou o apito final e a confirmação do tranqüilo triunfo no final da fase inicial. Sem chances de ir à próxima etapa, o Brasil somente cumprirá tabela nos próximos dias, buscando terminar a competição no nono lugar.
(Redação Terra)
As esperanças de classificação da seleção masculina de basquete sobre cadeiras de rodas do Brasil de se classificar para as semifinais dos Jogos Paraolímpicos de Pequim foram definitivamente enterradas nesta quarta-feira. Os brasileiros perderam por 69 a 53 para a Grã-Bretanha, acumulando sua quarta derrota consecutiva na competição.
Assim, com este resultado, a equipe verde-amarela enfrentará a China nesta quinta-feira apenas para cumprir tabela. Os chineses, por sua vez, também não têm mais chances de classificação, uma vez que também foram derrotados pela quarta vez, desta vez para os Estados Unidos, que não tiveram dificuldades de vencer, aplicando incríveis 97 a 38 nos donos da casa.
Em busca da classificação para as semifinais, os norte-americanos enfrentarão na próxima rodada a equipe da Austrália, que bateu Israel por 66 a 59. Até o momento, os EUA contabilizam três derrotas e apenas uma vitória na competição.
Depois de iniciar sua trajetória nos Jogos Paraolímpicos de Pequim com uma boa apresentação diante da Austrália, para quem perdeu por apenas um ponto (73 a 72), a seleção brasileira de basquete em cadeiras de rodas nesta terça-feira foi derrotada por Israel por 73 a 60, em duelo que era essencial para as suas pretensões no Grupo B da competição.
No caminho até a derrota, foi determinante o mau início do Brasil na partida, tendo marcado apenas dois pontos nos cinco primeiros minutos. Embora tenha mostrado uma reação na seqüência, isso não evitou com que o grupo verde e amarelo fosse para o intervalo com uma desvantagem de 33 a 27.
Na segunda etapa, o domínio de Israel em quadra só viria a aumentar, com destaque para os 26 pontos, 13 rebotes e quatro assistências de Lior Dror. Pelos lados dos sul-americanos, o cestinha foi Erick Silva, autor de 16 tentos.
(Gazetapress)
September 8, 2008
Tanto a Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas quanto a feminina colecionaram decepções na segunda partida de ambas nas Paraolimpíadas de Pequim. Enquanto os homens caíram pelo placar de 87 a 41 diante dos Estados Unidos, as mulheres foram derrotadas por 66 a 30 pela Austrália.
Desse modo, as duas equipes que representam o país na modalidade conheceram a segunda derrota na competição chinesa, tendo poucas chances de classificação à segunda fase.
No basquete masculino, o Brasil não teve como repetir a boa partida que havia realizado na estréia no domingo, quando perdeu para os australianos por apenas um ponto (73 a 72).
Mostrando muita força, os norte-americanos dominaram toda a partida, deixando aos sul-americanos apenas a esperança de se recuperar nesta terça-feira, data do confronto com Israel, válido pela terceira rodada.
Já entre as mulheres, a seleção canarinha novamente esteve longe de brilhar. Derrotadas pela Alemanha por 62 a 32 na estréia, as brasileiras já no primeiro período viram a Austrália ter vantagem de 16 pontos no marcador. Última colocada do Grupo A da competição chinesa, a equipe precisa vencer Grã-Bretanha e Estados Unidos se ainda quiser se classificar à segunda fase.
(Gazeta Press)
O ala do Denver Nuggets Carmelo Anthony fez uma de suas poucas aparições públicas desde o retorno das Olimpíadas de Pequim com a medalha de ouro neste domingo, sendo homenageado como capitão honorário do Baltimore Ravens entrando no campo antes do início do jogo contra o Cincinnati Bengals para tirar o cara-ou-coroa, e no fim deu sorte ao time de sua cidade na estréia na temporada da NFL (liga de futebol americano), o Ravens venceu por 17 a 10. Melo, que jogou seus primeiros três anos de basquete colegial no Escola Católica de Towson em Baltimore antes de sagrar campeão da liga universitária por Syracuse, usou uma camisa 15 roxa do Ravens e foi bastante aplaudido pela torcida na cerimônia curta em reconhecimento pela conquista do título olímpico.
“Eu percorri um longo caminho para chegar até aqui. Significa muito para mim, é uma honra para mim, que sou de Baltimore”, disse Melo antes da homenagem, que o destacou como um dos titulares da seleção americana que deu show e reconquistou o topo do pódio no torneio olímpico fechado com uma vitória sobre a Espanha na final.
Anthony está entre os medalhistas olímpicos que aparecerão no show televisivo da célebre Oprah Winfrey nesta segunda-feira, numa participação que foi filmada na semana passada em Chicago. O astro do Nuggets disse, porém, que sua primeira visita ao M&T Bank Stadium de Baltimore foi mais impressionante para ele.
“Oprah, claro, é uma grande oportunidade. Mas estar aqui e ser homenageado na minha cidade, isso pode ser um pouco maior”, opinou Melo.
Linebacker do Ravens Ray Lewis dá uma conferida na medalha de ouro de Carmelo (AP)
O site Hoopshype nesta segunda-feira destaca uma entrevista com Carmelo falando sobre suas boas expectativas para a próxima temporada da NBA. Apesar de a maior parte da mídia americana considerar que o Denver está bem mais enfraquecido que na temporada passada e dificilmente terá chance de chegar aos playoffs, Anthony pensa diferente, mesmo com a saída do pivô Marcus Camby, melhor defensor do time, para o Los Angeles Clippers, o ala acredita numa superação do Nuggets, demonstrando ter confiança no garrafão que deve ter como titulares o ala-pivô Kenyon Martin e o pivô brasileiro Nenê. Veja a tradução da entrevista dada a Marc Narducci.
O que a medalha de ouro significa para você?
CA: Para mim é algo que eu vinha fazendo por quatro anos, tentando ganhar a medalha de ouro. Em 2004 ganhamos uma medalha de bronze. Foi um longo tempo e uma longa espera para ganharmos esta medalha de ouro. É um grande negócio para mim ter recebido essa segunda chance de ir lá e lutar por meu país, jogando com os caras com quem joguei, e atravessar tudo aquilo que atravessamos nos últimos quatro anos para ganhar a medalha de ouro.
Você e Michael Phelps são ambos de Baltimore. Você teve uma chance de vê-lo competir?
CA: Eu fui a algumas provas dele, fui ver a medalha de ouro quatro e cinco e não pude ver a oitava. Tivemos um treino de arremessos no dia ou algo assim. Ele sabia que eu o estava assistindo de longe. O que ele fez entrou para a história, e eu senti que fui parte dessa história de minha própria maneira (vendo-o competir).
Você pode explicar as diferenças na filosofia do time de 2004 e da equipe (dos EUA) deste ano em que foi pedido um compromisso de três anos dos jogadores?
CA: Eu acho que ter um compromisso de três anos é melhor, em vez de reunir um time de astros colocando-o em quadra juntos por apenas uma semana e meia e dizer a eles para irem defender seu país e tentarem ganhar uma medalha de ouro, esse é o caminho a seguir. Você não pode fazer da maneira que fizemos antes. Caras como eu, LeBron e D-Wade se comprometendo pro três anos, nós estabelecemos uma plataforma para fazer todos saberem que não é tão ruim se comprometer por três anos para poder ir lá e ganhar essa medalha de ouro.
Você gosta de passear ao redor da sua cidade natal de Baltimore com sua medalha de ouro?
CA: É empolgante. Voltar aqui, trazer uma medalha de ouro de volta ao lugar onde eu cresci, é uma grande emoção. Eu a trouxe para meu centro recreativo e deixei os garotos verem, e dei um pequeno discurso do que me foi preciso para eu ganhar essa medalha de ouro. Eu deixei eles saberem que eu era um deles antes e tive um sonho de que poderia ser um jogador da NBA, mas nunca tive o sonho de ganhar uma medalha de ouro. E estar segurando uma medalha de ouro na minha mão é a melhor coisa.
Os EUA tiveram um caminho relativamente fácil até o último jogo contra a Espanha. Este era um time que vocês derrotaram por 37 pontos na fase inicial da competição, mas a Espanha deu tudo o que pôde contra os EUA na vitória final do campeonato por 118 a 107. Significa mais vencer um jogo muito mais apertado pela medalha de ouro?
CA: Que outra maneira você quer jogar uma partida de final de campeonato do que daquele jeito? Nossa margem de vitória era de 20, 30 pontos antes daquele jogo final. Naquela partida a Espanha não iria desistir. Nós sabíamos disso e sabíamos o motivo que nós estávamos ali. Aquele foi um dos melhores jogos em que já estive na vida.
Quais são os seus pensamentos sobre o Nuggets neste ano?
CA: Nós somos bons. Desde que eu estou lá estamos bem. Nós temos uma chance de fazer alguma coisa. Eu acho que esta será uma temporada impressionante para o Nuggets. Nós estamos motivados e queremos provar isso, embora tenhamos perdido nosso Jogador Defensivo do Ano (Marcus Camby), nosso melhor jogador de defesa do time, nós ainda podemos fazer isso (chegar aos playoffs). Isso irá tornar todo mundo mais próximo e unido nesta temporada.
O quanto foi duro perder Marcus Camby para o Los Angeles Clippers, especialmente porque o Denver somente recebeu a opção de trocar segundas escolhas no draft em 2010 e uma exceção de US$ 10 milhões para trocas?
CA: Foi duro. A parte mais difícil sobre isso foi saber que abrimos mão de um jogador duas vezes eleito o melhor defensor do ano e não recebemos nada em troca. Essa foi a coisa mais difícil de lidar. Pessoas são trocadas todo dia, esse é o negócio, mas saber que nós só conseguimos uma futura escolha de segunda rodada do draft foi duro. Você não pode chorar sobre o leite derramado. Está feito e acabado, então nós temos de seguir em frente.
Allen Iverson pode se tornar agente livre no final da temporada. Você acha que esta poderia ser a última temporada dele em Denver?
CA: Você não sabe o que pode aconteceu. Qualquer coisa neste negócio pode acontecer. Você não sabe o que irá acontecer. Nós temos de entrar em quadra e tentar não nos distrair com essas coisas, e apenas jogar bola.
Como foram os treinos com o time olímpico?
CA: Os treinos foram como os jogos. Acho que os treinos foram melhores que os jogos, competindo contra Dwyane Wade, Kobe, LeBron e todos aqueles caras. A intensidade que tivemos nos treinos foi grande e você tem de entender toda a diversão que tivemos em fazer uns aos outros melhores. Foi um pouco melhor do que algumas partidas que jogamos.
Logo que os Jogos acabaram já estavam perguntando sobre vocês competirem nas Olimpíadas de Londres em 2012. Qual seu pensamento sobre o assunto?
CA: Eles estavam me perguntando durante os jogos sobre competir em Londres. Eu estou com esperanças e estou aberto a participar em 2012. Estou com apenas 24 anos de idade.
O quanto é difícil ganhar uma medalha de ouro hoje comparado ao que costumava ser antes?
CA: Eu estava brincando com Mike Phelps porque para ele cada prova é uma medalha. Nós temos de jogar oito partidas para jogar por uma medalha de ouro, então nós ficamos dando risada e fazendo piada sobre isso. Como americanos, você vai lá e não está apenas competindo contra o time que está enfrentando, é como se você estivesse competindo contra o resto do mundo.
Você se preocupa com o cansaço depois de jogar tanto basquete neste verão?
CA: Não. Eu vejo assim, durante este tempo (das Olimpíadas), eu estaria treinando de qualquer forma. Eu simplesmente tive os melhores treinos possíveis de se ter neste tempo de verão.
Não existem muitos times onde Dwyane Wade começaria os jogos no banco. Isso acentua seu ponto de vista sobre os bons treinamentos.
CA: Exatamente. Isso mostra a você talento que tinha esse time.
September 6, 2008
(Blog de Magic Paula)
http://bloglog.globo.com/magicpaula/ - clique para ver fotos
Os talentos brotam neste país. Está aí a prova: estas duas feras, Maurren Maggi e Fofão, que nos deram a honra de uma visita ao Centro Olímpico, juntamente com o grande Montanaro, após a conquista das suas medalhas de ouro!
Só que é preciso investimento, principalmente na base desta pirâmide esportiva que hoje nós estamos desprezando e que, continuando desta forma, será causa de um grande arrependimento num futuro bem próximo. Após os Jogos de Pequim, estamos todos nos perguntando ou sendo questionados. Foi boa a participação do Brasil? Na minha opinião, ficamos bem longe do que era esperado. Escutei muitos discursos e eles continuam a sair com uma facilidade enorme da boca dos nossos dirigentes, mesmo depois desta campanha que não convenceu.
A minha sugestão é que podemos até continuar investindo com a mesma intensidade no esporte de rendimento, mas com a cobrança de um planejamento transparente, onde possamos conhecer quais as metas a serem alcançadas e tenhamos mais fiscalização deste montante de dinheiro jamais visto no olimpismo brasileiro.
Além disso, vamos ligar a luz amarela e tomar atitudes rápidas para que possamos fomentar o esporte na base. Precisamos refletir sobre a participação da Educação nas mudanças e no comprometimento com a atividade esportiva, seja ela em qualquer esfera. Vamos repensar a capacitação dos nossos profissionais de Educação Física para o treinamento e a implantação de muitos centros para abrigar os talentos que estão por todos os lugares deste imenso país. Não podemos esperar mais quatro anos para dizermos novamente o que será preciso fazer!
Em clima de Jogos Olímpicos, esta semana estive com alguns medalhistas olímpicos e com outros atletas que não tiveram o prazer de disputar uma competição tão especial como esta.
No bate papo discutimos o desempenho do Brasil e um dos temas abordados foi o estudo. Eu venho dizendo que a falta de exercitar o cérebro tem sido um dos nossos maiores adversários.
Precisamos não só exercitar os músculos, mas o cérebro também. O fato de muitos atletas estarem se afastando dos estudos para se dedicarem apenas aos treinamentos e com isso estarem perdendo o convívio com a adrenalina da realização de uma prova, a disciplina da entrega de um trabalho no dia solicitado e até a necessidade da concentração nos estudos podem ser um dos fatores que têm nos atrapalhado na hora da decisão. Acho que poderíamos pensar sobre isso!
September 4, 2008
O ala-armador Manu Ginóbili, medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim com a seleção argentina, realizou nesta quarta-feira, 3, uma cirurgia para reparar sua antiga no tornozelo esquerdo, que o vinha atrapalhando desde os playoffs da NBA. O anúncio do sucesso da operação foi feito pelo San Antonio Spurs, time que o atleta defende.
“A cirurgia foi um sucesso, agora nos resta esperar que Manu reaja bem e rápido ao tratamento. Esperamos contar com ele o quanto antes”, declarou a um jornal texano o gerente geral da franquia, RC Buford. Manu só deverá voltar às quadras daqui a três meses. O argentino deverá ficar afastado por cerca de três meses e passará as próximas três semanas andando com auxílio de muletas.
A lesão de Ginóbili foi agravada durante os Jogos Olímpicos de Pequim, mais precisamente nas semifinais o torneio, em partida contra os Estados Unidos, duelo este que a Argentina saiu derrotada. Devido a lesão, Ginóbili nem participou da decisão da medalha de bronze contra a Lituânia, mas nem precisou, pois seus compatriotas jogaram bem e garantiram o lugar no pódio.
Com a lesão o importunando desde o início dos playoffs da temporada 2007-2008 da NBA, Ginobili assumiu o risco da mesma se agravar durante as Olimpíadas e até mesmo dividiu opiniões em San Antonio, não recebendo por completo o aval da alta cúpula e do treinador do Spurs, Greg Popovich, para jogar em Pequim em decorrência de uma melhor reabilitação.
Algumas publicações do Texas, inclusive, afirmaram que devido a esta decisão, o clima de “lua-de-mel” entre Manu e a torcida do Spurs sofreu uma pequena alteração. Ginóbili sempre foi o xodó da torcida, mas muitos torcedores foram publicamente contra a ida do ala-armador para os Jogos Olímpicos.
September 3, 2008
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Está explicado. Nesta quarta-feira, na apresentação do elenco do DKV Joventut para a próxima temporada do basquete espanhol, o prodígio Ricky Rubio, armador de 17 anos da seleção nacional, revelou seu segredo. Ele ignora a idade precoce diante de seus feitos em quadra.
“Quando jogo, não penso em idade, só penso no que tenho de fazer. Não acredito que os jogadores te marquem de modo diferente só porque você tem 17 anos”, afirmou o jogador, que enfrentou os astros norte-americanos na final olímpica em Pequim sem mostrar sequer algum sinal de pressão ou qualquer coisa parecida.
Rubio é a grande aposta da Espanha para os próximos ciclos olímpicos e já desponta como favorito aos primeiros postos do próximo “draft” da NBA, no ano que vem. No Joventut, sua condição já é de protagonista, depois da saída de Rudy Fernández para o Portland Trail Blazers.
“Das nossas categorias de base não sairá um jogador como Rudy nunca mais e não dá para nós buscarmos comparações com ele, já que cada jogador tem sua qualidade e seu toque de magia”, afirmou o técnico.
“Começamos uma nova temporada e temos de nos adaptar ao novo treinador, que, ainda que estivesse conosco na temporada passada, não o conhecíamos como o primeiro treinador do time”, completou Rubio, em referência ao técnico Sito Alonso.
Após Jatyr, outro ídolo do basquetebol nacional, o ex-pivô Israel, que atuou na Seleção Brasileira durante a década de 80, concedeu uma entrevista exclusiva ao BasketBrasil. O gigante mostrou muita simpatia e falou de sua carreira, sobre a situação da modalidade no Brasil e até sobre os jogadores de garrafão que o país tem atualmente, Israel afirmou que acredita na capacidade de Tiago Splitter, Anderson Varejão, João Paulo Batista entre outros atletas nacionais que atuam na linha pintada. Confira na íntegra a entrevista.
1- Israel, o que te levou ao basquete? Como foi seu início na modalidade?
Eu comecei a jogar basquete, praticamente, por causa da minha altura. Eu sou de Salvador, primeiro fiz dois anos de vôlei no colégio, mas eu não tinha muito jeito para o vôlei e minha professora de Educação Física no colégio sugeriu que eu fosse jogar basquete, por causa da minha altura. Aí eu fui e comecei a praticar basquete basicamente por causa da minha estatura. Tem até uma história engraçada, eu fui comprar sapatos em uma loja, era o único lugar de Salvador que conseguia encontrar sapatos do meu número e aí uma senhora me viu lá e me perguntou se eu jogava basquete, eu disse que não, aí ela falou que eu deveria tentar, até porque eu era muito alto. Ela me deu o endereço do clube em que o filho dela jogava e eu fui, assim que eu comecei a jogar basquete.
2- Fale um pouco sobre sua carreira.
Eu comecei em Salvador mesmo, o curioso é que eu comecei tarde, apenas com 15 anos. Joguei dois anos em Salvador, aí em 1977 eu vim pra São Paulo, defendi o Corinthians por dois anos, fui para o Monte Líbano e lá eu obtive sucesso, nós conquistamos vários títulos (Paulistas, Nacionais e Sul-Americano) e chegamos a ser vice-campeões mundiais de clubes. Depois disso eu fui para Itália e joguei oito anos no basquetebol europeu. Voltei para o Brasil, joguei no Jacareí, Angra dos Reis, Guarulhos, Barueri e encerrei minha carreira com 42 anos na Hebraica.
3- Como é jogar pela Seleção Brasileira? A Olimpíada é uma competição diferente das demais ou vocês tratavam todos os campeonatos igualmente vestindo a amarelinha?
Nós nunca demos prioridade para nenhum torneio, qualquer campeonato é importante pela seleção brasileira, quando você veste a camisa da seleção você só quer fazer o melhor, aliar talento e raça. Eu joguei três mundiais, dois pan-americanos, um deles aquele famoso em Indianápolis, quando vencemos os Estados Unidos na casa deles. Logicamente, que as Olimpíadas são o auge da carreira de qualquer atleta até porque aquilo (Olimpíada) é um show, todos os atletas estão reunidos numa Vila, todas as culturas, é algo fantástico. Isto foi mostrado pela China nestes últimos Jogos, eles fizeram um grande show e isso tende a melhorar nos próximos com a ajuda da tecnologia.
4- Atualmente, você ainda joga?
Sim, eu ainda jogo. Atualmente, eu participo do campeonato de veteranos (UVB), jogo no Macabi. Agora, é mais uma brincadeira, para ver os amigos e se divertir.
5- Como um grande pivô que foi, você acredita no potencial dos jogadores de garrafão brasileiros?
Eu acredito nos jogadores brasileiros que atuam no garrafão. O Tiago é o que vem se destacando mais, só que não é apenas ele, tem o Nenê, o Varejão, o Baby, o João Batista, são todos jogadores talentosos. Eu acredito na capacidade dos nossos jogadores em todas as posições, na armação, na ala nós também temos bons jogadores. O difícil é entender o que acontece quando eles estão juntos na quadra, aí que a coisa não vem dando certo. Eu espero que eles consigam achar uma fórmula para se entrosarem e jogarem o que sabem na seleção, senão essa geração vai ficar marcada como aquela que não conseguiu grandes resultados e isso é injusto. Nos clubes eles (Leandrinho, Nenê, Varejão, Tiago) já mostraram do que são capazes, isso me faz acreditar que esta geração ainda pode trazer bons resultados para o Brasil.
6- Qual o seu sentimento ao ver a situação do basquetebol brasileiro?
É um sentimento frustrante. Nós sempre tivemos o basquete no auge, somos um pais tradicional nesta modalidade. Eu acho que o que falta para o basquete é união, nós vemos os outros esportes unidos e no basquete não há isso, só há brigas, picuinhas, um querendo aparecer mais que o outro. Como amante do basquete eu gostaria de ver um entendimento de cima pra baixo, que se chegasse a um senso comum para o bem do basquete para que o esporte volte a ser grande como sempre foi.
7- Por que o basquete perdeu tanto espaço na TV aberta? Como você avalia essa situação?
O basquete ainda desperta interesse das emissoras a cabo, o Campeonato Paulista passa na ESPN, o Nacional na SPORTV, mas, como você disse, na TV aberta, onde mais importa, o basquete perdeu espaço. O que falta pro basquete é resultado, você vê o vôlei passando na TV aberta e outros esportes que estão tendo resultados bons também, o basquete não passa muito justamente pela falta de resultados expressivos nos últimos anos. A coisa boa que eu vejo é o esporte não foi esquecido, os jogos das meninas (seleção feminina) foram transmitidos, então eu acredito que se houver uma mudança de mentalidade, o basquete brasileiro voltará a ter resultados e terá novamente seu espaço para o grande público.
8- Você acompanha o basquetebol em geral (NBA, Euroliga e Nacional)?
Acompanho. Eu gosto de acompanhar todos os tipos de campeonatos, vejo campeonato de Street Ball (Basquete de Rua), quando passa na ESPN. Gosto de ver NBA, Euroliga, basquete nacional. Eu amo o basquete e como amante desse esporte gosto sempre de estar ligado no que acontece.
9- Tem algum jogador favorito?
Tenho. Eu gosto de vários jogadores da NBA. Na minha opinião, o Kobe Bryant é que se destaca mais atualmente, adoro vê-lo jogar. Tem o LeBron James, que é muito bom também, o Tim Duncan, enfim vários atletas que eu gosto. Outros jogadores que eu admiro muito são o Ginóbili e o Scola, a carreira do Ginóbili é fantástica, ele é um dos melhores estrangeiros que já jogou na NBA e o melhor disparado da América Latina, atualmente.
10- Israel, por favor, deixe uma mensagem final para os leitores.
O que eu quero falar para o pessoal é que continue praticando basquete, continuem amando o basquete e que torçam para a situação mudar aqui no Brasil. Eu também peço para que os amantes do basquete continuem apoiando esta geração para que ela consiga um resultado à sua altura, só com resultados nós teremos mais praticantes e mais fãs da modalidade.
Após uma temporada estafante com mais de 100 jogos disputados entre NBA e Olimpíadas, o ala Carmelo Anthony, astro do Denver Nuggets e da seleção norte-americana, declarou a imprensa do Colorado que não quer mais saber de basquete, pelo menos até outubro quando os treinos para o campeonato 2008/09 terão início.
O atleta de 24 anos afirmou que não está pensando no período de treinamentos e quer aproveitar este dois meses de férias para relaxar. Na temporada passada, Melo fez justamente o contrário, já que atuou pela seleção ianque no Pré-Olímpico de Las Vegas e de lá iniciou uma série de treinamentos para o campeonato seguinte, quando não conseguiu levar o Denver Nuggets além da primeira fase dos playoffs da Conferência Oeste.
“O verão exigiu muito de mim, nos últimos quatro anos, na verdade. Acho que ainda não tive um verão de folga”, declarou o ala. “Vou dar um tempo e aproveitar para relaxar com esta medalha ”, finalizou Melo,lembrando do ouro conquistado nos Jogos Olímpicos de Pequim, disputados no último mês.
Para não deixar dúvidas, Carmelo afirmou que só quer “pegar leve” durante um tempo, e que não ficará fora de forma. “Apenas sentar no ginásio e ver os outros treinarem seria impossível para mim”, concluiu o camisa 15.
Na última temporada da NBA, Carmelo Anthony teve médias de 26.1 pontos, 7.5 rebotes e 3.4 assistências por jogo, mas foi criticado por sua falta de empenho nos jogos após a eliminação do seu Denver Nuggets diante do Los Angeles Lakers.
September 2, 2008
A equipe paraolímpica brasileira de basquete em cadeira de rodas perdeu em seu primeiro amistoso em território chinês para a Paraolimpíada. Na manhã desta terça-feira, a equipe caiu para as donas da casa por 47 a 40.
Nos dois primeiros quartos, a China liderou o placar, mas no terceiro o Brasil virou e deixou escapar a vitória no quarto decisivo.
Nada que tire o sono da equipe. Elas continuam confiantes e prometem um resultado positivo para a competição.
“Esse jogo foi bom para passar a ansiedade e todo o nervosismo antes da estréia. O resultado foi o menos importante. A gente tem treinado bastante e estamos preparadas”, afirmou a jogadora Batatinha.
O Brasil faz o seu primeiro jogo na Paraolimpíada no dia 8 de setembro, contra a Alemanha.
(Redação Terra)
A empolgação pela conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim ainda segue com Dwight Howard. O pivô do Orlando Magic segue comemorando a conquista na China e garante que irá defender a seleção dos Estados Unidos nos Jogos de Londres-2012.
“Pode colocar o meu nome na lista. Se eles me quiserem, jogarei novamente e novamente, até não agüentar mais”, disse o jogador de 22 anos. “Foi uma experiência inacreditável, maior que qualquer coisa. Sempre irei querer voltar”, comentou.
Nas últimas semanas, Howard esteve presente em algumas atividades de um acampamento de basquete para jovens, em Orlando. Ele também realizará compromissos comerciais em Chicago, Nova Iorque e Atlanta, sempre acompanhado da medalha de ouro.
“Levarei essa medalha durante toda a temporada. É o padrão de conquistas que quero para nossa equipe. É o padrão ouro. Meu objetivo para o Magic é esse, ganhar o campeonato. Se não for essa a meta, para que jogar?”, disse Howard.
(Playoff.com.br)
September 1, 2008
Aonde quer que vá, o pivô Dwight Howard leva a medalha de ouro conquistada na Olimpíada de Pequim com a seleção dos Estados Unidos. Durante uma clínica de basquete que ministrou na cidade da Flórida, no último fim de semana, só a deixou fora de vista quando estava guardada no bolso da calça. Motivo de orgulho para o jogador, de 23 anos, o prêmio deverá acompanhá-lo nos jogos do Orlando Magic como amuleto para a próxima temporada da NBA, que começa no dia 30 de outubro.
“Carregarei a medalha de ouro durante a temporada. É um modelo do que espero do time agora”, disse o jogador. “Meu objetivo com o Magic é o mesmo: ganhar um campeonato. Se não for essa a meta, por que jogar?”, indagou.
Antes de estrear na liga profissional norte-americana, Howard irá exibir a conquista para os colegas durante os treinos para a campanha 2008/09, a partir da próxima semana.
O pivô ajudou a franquia da Flórida a alcançar a melhor marca dos últimos 12 anos, com 52 vitórias na fase regular da última temporada e um passeio na primeira rodada dos playoffs sobre o Toronto Raptors, que eliminaram por 4 a 1. Nas semifinais da Conferência Leste, o Detroit Pistons interrompeu o caminho da equipe para a decisão pelo mesmo placar que o Magic impôs à franquia canadense.
Peça-chave em seu time, Howard dividiu a responsabilidade acumulada sobre ele na NBA com as estrelas que compuseram a seleção norte-americana em Pequim. Foi titular nas oito partidas da invicta campanha olímpica e manteve média de 10,9 pontos e 5,8 rebotes por jogo, durante 16 minutos em quadra.
“Na Olimpíada, tive um papel simples, às vezes até difícil de aceitar, mas sei que o sinal de um bom líder é sua vontade em ajudar”, disse o pivô. “Fiz um bom serviço dentro de minha função, contribuindo com o que era preciso. A habilidade de me adaptar a qualquer situação é algo que aprendi.”
Se depender da atual vontade do jogador, seu nome estará na lista de Londres-2012, quando os EUA tentarão se manter no topo do basquete, onde se encontram após quatro anos do bronze conquistado em Atenas 2004 e outro no Mundial de 2006, no meio do caminho.
(Terra Esportes)
Em sua coluna deste domingo, na Folha de S.Paulo, Tostão faz uma análise breve e brilhante sobre a formação de jogadores de futebol. Ele lembra que, nos últimos 14 anos, a Argentina ganhou cinco Mundiais sub-20 e dois ouros olímpicos, enquanto o Brasil faturou duas Copas e foi vice em outra. A diferença? Neste período, nós contamos com cinco fenômenos: Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Kaká, todos com título de melhor do mundo. Os argentinos não tiveram nenhum - só agora festejam a chegada do Messi - e o jeito foi investir na base.
E por que todo esse papo de futebol aqui no canto da bola laranja? Porque a analogia é plenamente possível. O basquete brasileiro tem bons valores individuais, mas ninguém no nível de um Ginóbili, um Nowitzki, um Gasol, para não falar nos americanos. Não temos hoje, no masculino ou no feminino, ninguém com o talento de Wlamir, Amaury, Oscar, Hortência, Paula ou Janeth, só para citar os exemplos mais famosos.
Qual seria, portanto, a solução?
Massificar o esporte, investir na base, cuidar dos fundamentos, formar bons técnicos, tudo isso que o Brasil faz com louvor, não é mesmo? No nosso futebol, a quantidade gerou qualidade e, mesmo com a deturpação das escolinhas, os fenômenos nos ajudaram a ficar na elite. No basquete verde-amarelo, os fenômenos se foram e, na bacia das almas, não sobrou nada.
Assim segue a seleção masculina, fora de três Jogos Olímpicos seguidos, e a feminina, penando para repor as peças que perdeu recentemente. O pior de tudo é que, do jeito que a coisa vai, fica difícil manter algum traço de otimismo com o que vem por aí.
(Rodrigo Alves, Rebote)
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