November 19, 2008
Quando deixou o Los Angeles Lakers, em 2004, Shaquille O’Neal responsabilizou Kobe Bryant e Phil Jackson por sua saída. De acordo com Shaq, era insuportável conviver ao lado de Kobe e, na opinião do pivô, o técnico Phil Jackson protegia o ala-armador. Assim, O’Neal foi para o Miami Heat, ganhou um campeonato lá e depois foi transferido para o Phoenix Suns, franquia que defende atualmente.
Pois bem, ao que parece, os anos de separação fizeram bem para a relação da dupla de astros. Atualmente, há uma troca de elogios e até uma certa amizade entre Kobe e Shaq. Nas últimas semanas, inclusive, o falastrão O’Neal declarou que nunca teve nada contra Kobe e que até toparia voltar a jogar ao lado de Kobe no Lakers.
A “proposta” que, no começo, parecia despretensiosa está sendo levada a sério, ao menos para a imprensa norte-americana. A declaração de “Diesel” chegou até aos ouvidos de Phil Jackson, que não titubeou e entrou na dança dizendo: “Se ele mantiver essa opção as portas estarão abertas”.
Será que veremos essa dupla junta novamente?
O contrato de O’Neal com o time do Arizona tem validade até o término da temporada 2009/10. Atualmente, O’Neal recebe US$20 milhões por temporada. Já o vínculo de Kobe Bryant com o Lakers terminará no campeonato 2010/11, mas o astro pode optar por sair de seu contrato no verão de 2010 e reivindicar um novo acordo com o time californiano.
Após passar por uma série de contusões no Miami Heat, O’Neal teve sua redenção no Phoenix Suns. O superpivô de 2,16m de altura vem fazendo um excelente campeonato no time do brasileiro Leandrinho, com médias de 15.1 pontos, 7.8 rebotes e 1.3 tocos por jogo. A diretoria do Suns está muito feliz com o desempenho do pivô e O’Neal muito grato pela confiança dada pela diretoria. Por isso, é muito difícil que o gigante deixe o time do Arizona, a não ser que ele prefira ganhar menos no Lakers.
O Los Angeles Lakers se recuperou em grande estilo da inesperada derrota sofrida para o Detroit Pistons na última sexta-feira. A equipe recebeu a visita do Chicago Bulls, em um dos maiores clássicos da NBA, e derrotou o rival por 116 a 109 (61 a 56 no intervalo) na noite desta terça-feira. Este triunfo consolidou o domínio do Lakers sobre o Bulls nos últimos anos, isso porque a equipe angelina venceu oito dos últimos onze duelos entre as franquias.
Se aproveitando da fragilidade do garrafão do Bulls, o espanhol Pau Gasol aproveitou para fazer sua melhor apresentação neste campeonato. Ele assinalou 34 pontos, convertendo 14 de seus 21 arremessos e conectou seis dos oito lances livres que teve a disposição, em 35 minutos na quadra. A maioria destes pontos veio na primeira etapa, quando Gasol liderou o Lakers com 24 tentos. Graças a noite inspirada do ala-pivô na primeira etapa, a equipe anfitriã conseguiu frear o ímpeto do Bulls e se manter com ligeira vantagem no marcador.
Pau Gasol (de amarelo) ignora marcação de Tyrus Thomas e crava (AP Photo/Chris Carlson)
O principal trunfo da equipe californiana foi justamente o garrafão. O Lakers fez 64 pontos apenas na área da linha pintada e todos os jogadores que atuam debaixo da cesta tiveram bom aproveitamento nos arremessos. Além do aproveitamento incrível de Gasol, o pivô Andrew Bynum (5 acertos em 10 tentativas), o ala Lamar Odom (5 em 9) e o ala-pivô Josh Powell (2 em 5) se beneficiaram do jovem e inexperiente garrafão adversário.
“Nossa intenção era justamente essa, entrar no garrafão e fazer os nossos pontos por ali”, declarou o técnico do Lakers, Phil Jackson. “Nós temos uma vantagem no tamanho (em relação aos pivôs do Bulls) e conseguimos tirar proveito disso”, finalizou.
O astro Kobe Bryant teve uma atuação mais completa, todavia apareceu menos do que costuma. O ala-armador conectou 21 pontos (nove acertos em 18 tentativas), deu seis assistências, pegou cinco rebotes, recuperou três bolas e deu dois tocos, tudo isso em 31 minutos na quadra. Além de Gasol e Kobe, o tima amarelo da Califórnia contou com 18 pontos e nove rebotes de Andrew Bynum e 10 tentos e oito sobras de Lamar Odom.
Kobe Bryant costura marcação do Bulls e parte para bandeja de costas (AP Photo/Chris Carlson)
Mas uma das atrações da noite foi a estréia do armador Derrick Rose no Staples Center. O jovem de 19 anos não decepcionou, ele liderou o time de Chicago com maestria e teve uma apresentação eficiente. Rose conectou 11 de seus 18 arremessos, a maioria deles em belas infiltrações, e fez 25 pontos. O camisa 1 do Bulls ainda distribuiu nove assistências e pegou três rebotes.
Para Rose, seu time poderia ter vencido: “Se nós tivéssemos acertado uns dois ou três arremessos ali nos minutos decisivos estaríamos em boa situação. Para vencê-los (Lakers) é preciso errar o menos possível porque eles quase nunca erram e nós falhamos em alguns arremessos no início do terceiro quarto, foi ali que eles decidiram a partida”, analisou o calouro do Bulls.
Além do garoto prodígio, o time visitante contou com boas atuações apenas do ala-armador Ben Gordon e do pivô Aaron Gray. “BG7″ assinalou 23 tentos (seis acertos em 22 chutes), pegou cinco rebotes e distribuiu quatro assistências. Já o pivô Gray assinalou 11 tentos e capturou cinco rebotes. Três jogadores ainda marcaram nove pontos (Drew Gooden, Tyrus Thomas e Luol Deng).
Novato Derrick Rose teve excelente estréia no Staples Center (AP Photo/Chris Carlson)
Essa foi apenas a primeira parada de uma série de viagens que o Chicago Bulls (5v-6d) fará nos próximos dias. O próximo desafio é contra o Portland Trail Blazers na noite desta quarta-feira, em Oregon. O Los Angeles Lakers (8v-1d), por sua vez, irá até o Arizona para encarar o Phoenix Suns na noite de quinta-feira.
Notas: O pivô de 21 anos do Lakers, Andrew Bynum, pegou seu milésimo rebote na carreira na partida desta terça, a marca foi alcançada no último quarto… Desde que assumiu o Lakers, em 1999, Phil Jackson ostenta a marca de 12 vitórias e cinco derrotas contra seu ex-time, o Bulls… A equipe de Chicago irá fazer uma série de sete jogos na estrada e não jogará mais em casa neste mês, a sequência só acabará em 30 de novembro, contra o Philadelphia. A série de viagens se deve ao fato de um tradicional circo, que faz apresentações anuais no United Center, arena do Bulls.
Confira os melhores lances do clássico
November 16, 2008
Pivô diz que treinador não quis conversar com ele e Kobe na época de Lakers
O’Neal se transferiu para o Miami Heat após sua passagem pelo Lakers
LANCEPRESS!
Shaquille O’Neal criticou o técnico Phil Jackson, dos Los Angeles Lakers, franquia que o pivô defendeu entre 1999 e 2004, sendo tricampeão da NBA. O’Neal disse que o ténico nunca conversou cara a cara com ele e Kobe Bryant, jogador com quem teria problemas de relacionamentos.
“Nunca nos chamou e disse: “O que está acontecendo com vocês?” Nunca disse porque não quis. E depois de tanto tempo creio que era um plano que tinha previsto. Depois de cinco anos tenho um anel de campeão (pelo Miami Heat, franquia anterior de O’Neal) e ele tem uma final (referindo-se ao vice-campeoanto de Phil)”, disse o pivô, que afirma que não tinha problemas com Kobe:
“Juro por Deus que jamais tive problema algum com o Kobe. Nos entendíamos muito bem e às vezes as coisas não saem perfeitamente.”
Shaquille O’Neal se destacou na terceira semana da temporada da regular da NBA. O’Neal entrou para a História da liga como o décimo maior pontuador de todos os tempos e teve sua melhor atuação em números pontos desde 2007 ao marcar 29 pontos na vitória do seu time, o Phoenix Suns sobre o Sacramento Kings.
November 4, 2008
LA Times
LakersBrasil.com
Atualizado por: Thiago Medeiros em 03/11/2008
O técnico do Lakers, Phil Jackson, declarou recentemente que gostaria que Pau Gasol recebesse mais a bola e participasse mais do jogo, pois sua tendência na partida é oposta a de Kobe Bryant, pois, segundo Jackson, Gasol costuma ter boas atuações no primeiro tempo das partidas, mas decai nos períodos finais.
A efetividade e eficiência que Pau tem demonstrado nos quartos iniciais precisam ser ampliadas para o jogo todo, pelo menos é este o problema que Phil Jackson quer corrigir no astro espanhol para que ele tenha mais oportunidades de finalização numa partida. Isso pode ser considerado como um fator balanceador, já que Bryant costuma pegar fogo nos períodos finais, porém, Phil acha que isso pode não ser positivo para a equipe.
“Ele teve que tomar muito a frente do time no terceiro quarto, um pouco mais do que o normal”, disse o Mestre Zen sobre Kobe. “Alguns de nossos jogadores ficaram sem ritmo. Pau teve apenas um ou dois arremessos no segundo tempo. Queremos usar todas as nossas armas”, revelou Jackson. Gasol acertou seis de 12 arremessos no primeiro tempo, mas apenas um de três após o intervalo. Contra o Clippers, ele teve uma atuação ainda pior no segundo tempo, acertando apenas um de cinco tentados. “Ele não está pegando na bola nos últimos dois quartos”, disse Phil. “Ele tem que ter um maior balanceamento”.
Gasol, que foi fator chave para o crescimento da equipe desde sua aquisição em fevereiro deste ano, não vê tantos problemas assim. “Aconteceu nos primeiros três jogos, mas sou um jogador que disputa para vencer”, disse ele. “Quando consigo minhas oportunidades no ataque, posso ser efetivo. Mas entendo que numa partida, temos tanto talento ofensivamente e também jogadores que podem contribuir de muitas maneiras, que isso pode acontecer”, analisou o pivô espanhol, explicando o fato. Gasol vem com médias de 14.7 pontos por jogo, somente atrás de Kobe Bryant, mas lidera o time nos rebotes, com 10.7 conquistados por partida.
October 21, 2008
UOL Esporte
Das agências internacionais
Na Califórina (nos Estados Unidos)
Sasha Vujacic participou nesta segunda-feira de seu primeiro treinamento com a equipe do Los Angeles Lakers após ter machucado o tornozelo esquerdo logo no início dos trabalhos da equipe nesta temporada.
“Já estou melhor. Existem alguns movimentos que eu ainda não posso fazer. Mas vamos ver como estará amanhã e assim dia após dia”, afirmou o jogador.
Vujacic, que assinou um contrato de US$ 15 milhões por três anos no último dia 28 de julho, pode aparecer já nos últimos três jogos de exibição do Lakers antes do início da temporada regular da NBA. Ao menos essa é expectativa do técnico Phil Jackson.
“Ele parece bem. Eu o vi mancar algumas vezes, mas não reclamou”, afirmou o treinador.
October 9, 2008
O superpivô Shaquille O’Neal, do Phoenix Suns, afirmou estar refletindo sobre seus dias no Los Angeles Lakers e a constante briga com Kobe Bryant e chegou a algumas conclusões.
“Eu me divertia o tempo inteiro. Toda a confusão, fazer parte daquela sitcom. Um dia fiquei pensando nisso. Sabe como o Phil (Jackson) faz aquela coisa psicológica e ele nunca entrou? Como o Magic (Johnson) nunca entrou? Acho que era por design, e funcionou”, disse Shaq.
Ponto final”, completou.
 M.D.E.
“Se tivesse que fazer tudo de novo, acho que falaria mais. Começaria mais brigas com ele (Kobe). Eu estava jogando bem, ele estava jogando bem, ele ficava todo irritadinho e ele é um desses caras que, quando fica irritado, faz 80 pontos. Acho que a gente foi a melhor dupla do jogo. A melhor dupla de cara pequeno e cara grande do jogo.
E sobre o rap ofendendo Kobe?
“Foi erro meu, foi errado. Joguei o nome dele no final, foi meu erro”, falou.
O M.D.E. (sigla para Most Dominant Ever, ou Mais Dominante de Todos os Tempos) confirmou ter ligado para Bryant após o vídeo ter aparecido em um site de fofocas, pediu desculpas, e disse que os dois esqueceram o assunto.
 Jackson segue fazendo guera psicológica com Odom
Após um desentendimento com o ala Lamar Odom, o treinador do Los Angeles Lakers, Phil Jackson, continua com suas táticas motivacionais. Jackson, também conhecido como “Zen Master”, é famoso por criticar seus jogadores publicamente, tentando motivá-los e, desta vez, ele pegou no pé de Odom após a partida da pré-temporada contra o Utah Jazz.
“Acabei de avisá-lo que agora é basquetebol de verdade. Parece que ele está jogando curling ou qualquer outra coisa. Não é basquetebol”, disse Jackson. Curling é um esporte praticado no gelo.
Jogadores tentam acertar uma pedra o mais próximo de um alvo desenhado no chão, enquanto seus companheiros “ajudam” no caminho da pedra, com vassouras.
 Curling, senhoras e senhores...
Odom teve dois erros no ataque, comparados com os 24 do resto do time ele não foi nada mal. Como armador ele teve uma participação discreta, mas pareceu demorar em voltar à defesa.
“Ele pode correr com a bola, mas ele também deve voltar e defender alguém muito mais baixo, rápido. Ele deve ajustar-se a isso”, disse o assistente técnico Kurt Rambis.
Quando perguntado sobre seus pontos na partida, Odom riu.
“Ninguém vira o cestinha da temporada no primeiro dia. Primeiro jogo da pré-temporada. Tem muito mais por aí. Jogo ruim, jogo bom, tanto faz, é só o primeiro jogo”, falou o ala.
“Seu primeiro arremesso foi um de três pontos no meio do terceiro quarto? Achei interessante. Ainda temos tempo, vamos ver o que acontece”, continuou o Zen Master.Em 20 minutos Odom fez três pontos, pegou cinco rebotes e teve três assistências. Mas ele liderou o ataque, sendo o armador da equipe, e voltou à sua posição normal, ala, na defesa.
October 8, 2008
O Los Angeles Lakers fez sua estréia na pré-temporada nesta terça-feira, contra o Utah Jazz. Na derrota por 99 a 90 a equipe californiana esteve desfalcada: o técnico Phil Jackson sentiu dores nas pernas e assistiu ao jogo em sua casa.
O treinador, que já passou por duas cirurgias no quadril desde outubro de 2006, esteve com dores nos últimos dias, foi examinado por um médico da própria franquia e preferiu por ver o jogo pela televisão na noite desta terça, com as pernas elevadas.
O porta-voz do Lakers, John Black, deu uma declaração sobre a ausência do técnico: “Nós não prevemos que isso seja alguma coisa séria, afinal”, comentou. Durante a partida, Jackson foi substituído pelo assistente Kurt Rambis.
O cestinha do time amarelo da Califórnia foi o pivô Andrew Bynum, que retornou em grande estilo e mesmo saindo do banco, fez 15 pontos e garantiu oito rebotes em 24 minutos de partida. O armador reserva Jordan Farmar também somou 15 tentos. O astro Kobe Bryant ficou com oito pontos, cinco rebotes e cinco assistências e Lamar Odom, que poderá ser armador durante alguns jogos, ficou com três pontos, cinco rebotes e três assistências.
Pelo Jazz tiveram boas participações: o armador Deron Williams, que ficou com 11 pontos e oito assistências, o ala-armador Ronnie Brewer e o ala-pivô Paul Millsap ambos com 13 pontos. O pivô turco Mehmet Okur ainda somou nove pontos, enquanto o russo Andrei Kirilenko, do banco, fez seis tentos.
October 6, 2008
Los Angeles (EUA) - O espanhol Pau Gasol está impressionando o treinador do Los Angeles Lakers, Phil Jackson, durante o período de treinamentos para a temporada. Um dos motivos para receber elogios do comandante é o fato de estar em forma, devido ao tempo em que esteve com a seleção espanhola, vice-campeão olímpica em Pequim.
“Ele está especialmente impressionante. Nota-se que seu ritmo está em dia, pois esteve ocupado durante todo o verão. Ele está por cima”, elogiou Phil Jackson, que não falou nada parecedo de nenhum dos demais jogadores da equipe, nem do MVP (jogador mais valioso da temporada) Kobe Bryant.
Sobre o norte-americano, que liderou a equipe dos Estados Unidos na conquista do título das Olimpíadas de Pequim, Jackson falou: “A velocidade dele está intacta, mas não tem acertado os arremessos.”
Os Lakers terminaram em segundo lugar na temporada passada da NBA, perdendo na final para o Boston Celtics.
(Gazeta Esportiva)
October 5, 2008
O armador chinês Sun Yue foi liberado para participar dos treinamentos de pré-temporada do Los Angeles Lakers. Médicos concluíram que o tipo de mononucleose sofrida pelo atleta já não oferece riscos de contágio para os outros integrantes da equipe.
A recomendação da junta médica para o jogador foi manter-se em repouso, mas Sun já voltou aos trabalhos de quadra, na última sexta-feira: “Eu posso correr, mas ainda sinto fraqueza”, afirmou o chinês, que deverá sofrer com o cansaço, um dos sintomas típicos da mononucleose.
Mesmo iniciando sua participação na pré-temporada, Sun recebeu elogios do treinador Phil Jackson: “Ele é um jovem talento e chamou a atenção de nossos recrutadores, então queremos vê-lo para saber se ele se adapta ao nosso sistema de jogo”.
A ausência no começo das atividades de pré-temporada reforçou os rumores de que o armador de 22 anos não estará na rotação da equipe. O mais provável é que o atleta seja enviado para a NBDL – Liga de Desenvolvimento coligada à NBA.
Selecionado na segunda rodada do draft de 2007, Sun Yue assinou contrato de dois anos com o Los Angeles Lakers, no mês de agosto. O jogador estava afastado dos treinamentos da franquia desde o último dia 26.
October 2, 2008
 "Quero ser um All-Star"
O pivô do Los Angeles Lakers, Andrew Bynum, voltou aos treinos e já afirmou que quer ser selecionado para o All-Star Games de 2009. O pivô que jogou pouco em três temporadas e, quando mostrou potencial lesionou o joelho, tem grandes ambições para a temporada.
“Quero ser um All-Star. Se não for escolhido, vou ficar desapontado. É difícil no Oeste, mas acho que consigo”, disse.
O técnico Phil Jackson, que já irritou lamar Odom, ficou revoltado com as perguntas sobre Bynum. O “Mestre Zen” parece estar em forma com suas táticas motivacionais.
“Achei que o Andrew cansou hoje, não vou falar nada sobre ele”, falou Jackson.
Ao contrário de Odom, Bynum entendeu o recado do “Mestre Zen”. O pivô falou que “deve ser uma tática para me motivar”. Bynum reclamou dos treinos. Segundo o pivô o “triangulo”, sistema ofensivo usado por Jackson em Chicago e em Los Angeles, está gravado em sua cabeça, tornando os treinos “um pouco chatos”.
October 1, 2008
Los Angeles (EUA) - Para estar com a equipe descansada e em forma, Phil Jackson, treinador do Los Angeles Lakers, poupará na pré-temporada da NBA dois de seus principais jogadores, o norte-americano Kobe Bryant e o espanhol Pau Gasol.
Jackson acha que os dois merecem descansar para estar em plena forma no início da temporada regular. “Nesta semana, estou vendo como eles se sentem, como estão seus níveis de energia, para, em seguida, tomar as decisões”, explicou o comandante dos Lakers.
Por sua vez, aos 30 anos, Kobe Bryant, MVP (jogador mais valioso) da temporada passada, garantiu que está em plenas condições de entrar em quadra. “Eu me sinto ótimo. Poderia correr o dia todo. Estou em forma e, por isso, sinto-me pronto para jogar”, falou o medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.
O primeiro jogo agendado para a pré-temporada dos Lakers será em 7 de outubro.
(Gazeta Esportiva)
O técnico Phil Jackson, do Los Angeles Lakers, planeja mudar o esquema tático da equipe californiana após a derrota nas finais da NBA deste ano para o Boston Celtics. Como especulado pela imprensa norte-americana, “P-Jax” cogita a possibilidade de colocar Lamar Odom no banco de reservas e utilizá-lo como sexto homem, ou seja, aquele reserva imediato que entra para dar energia ao time em momentos difíceis.
Odom é titular no Lakers desde quando chegou à equipe em 2004, vindo do Miami Heat. O mais provável é que Jackson utilize toda a versatilidade do jogador, que pode atuar em três posições (ala-armador, ala e ala-pivô). O plano de Jackson é usar o ala Trevor Ariza como iniciante nos jogos. Além de ser um ala atlético e com bom chute, Ariza é conhecido por sua forte defesa.
Entretanto, Jackson deu a entender que manterá a formação atual nos primeiros jogos da temporada, podendo mudá-la caso necessário: “Ele deve fazer alguns ajustes e nos vamos ver do que ele é capaz”, declarou o técnico no “Midia Day”. “Eu não hesito em dizer que se esse time não jogar do jeito que imagino, Trevor pode ser um dos titulares”, Jackson disse. “Eu posso colocá-lo e convencer o Lamar a sair do banco para a quadra e deixar o time mais leve em quadra”.
Ao ser perguntado sobre o que acharia de ser o sexto homem e passar mais tempo no banco de reservas, Odom deu uma resposta polêmica: “Quando ele falou isso, devia ter batido com a cabeça. Para começar comigo no banco, só se estiver louco”, exclamou o ala.
Se Jackson colocar sua idéia em prática e colocar Lamar Odom no banco de reservas, o jogador de 28 anos se tornará o reserva mais bem pago da NBA, isso porque o ala receberá cerca de $14.5 milhões de dólares no próximo campeonato.
September 28, 2008
Após as merecidas férias, e um novo visual (sem cavanhaque), o técnico do Los Angeles Lakers, o Mestre Zen Phil Jackson, concedeu entrevista em El Segundo, Califórnia, onde falou sobre suas expectativas para a próxima temporada, um time mais competitivo e físico, a situação de Lamar Odom e muito mais.
A nova temporada está cada vez mais próxima, e alguns dos velhos assuntos que circulam no mundo da NBA estarão de volta também, como os minutos jogados, assinatura de contratos, quem será agente livre, trocas, entre outros. No Lakers, isso com certeza também será abordado, mas Phil Jackson está com outras preocupações, aliás, algumas bem conhecidas da torcida do L.A. Todos nós sabemos que o time brigou muito nas finais, mas foi vencido completamente pelo Boston Celtics. Muitos acreditam que nem chegou a acontecer uma disputa efetivamente. E as mudanças para a temporada que está chegando não foram muitas no time, que terá o retorno dos lesionados Trevor Ariza e Andrew Bynum. O ala de ligação conseguiu retornar no final do campeonato passado, enquanto que o pivô se recuperou durante este mesmo período e nas férias. Outra mudança será na escalação da equipe, que agora contará com Bynum no centro, Gasol na ala de força e Odom na ala de ligação, ou, possivelmente, um sexto homem.
“Não tenho nenhum problema em dizer que, se o time não funcionar da forma que eu desejo, Trevor será um titular”, disse Jackson, no centro de treinamento do Lakers. “Talvez eu o coloque desde o início e convença Lamar a vir do banco, se eu sentir que isso é o melhor para a equipe e não estivermos nos sentindo bem como deveríamos”, alertou Phil. Se este tipo de alteração realmente ocorrer, irá trazer muitos rumores e possibilidades à tona em Los Angeles. Odom está no último ano de seu contrato que lhe paga US$ 14,6 milhões nesta temporada. Uma queda em seu status significaria que o Lakers não está colocando tanto valor nele assim. Ao mesmo tempo, não seria a melhor forma de explorar uma troca que o envolvesse, devido a ser um reserva. O que podemos entender sobre o pensamento de Phil é que, trazendo Lamar do banco, irá permitir que ele toque mais na bola e seja um maior ponto de apoio junto com a “segunda unidade” do que dividindo as atenções com Kobe Bryant e cia.
Falando em Kobe, o Mestre Zen inclusive citou que não deseja que Bryant atue por muitos minutos, como na temporada passada. Ele irá completar 30 anos neste verão e, após acabar o último campeonato com média de 38,9 minutos em quadra, Phil disse que espera que este número diminua neste campeonato.
“Este é um objetivo e eu e ele teremos que nos entender sobre isso”, revelou o técnico do L.A. “Acho que 38 minutos é muito”, finalizou. Ao ser questionado sobre o assunto, Kobe deu sinais de que por ele está tudo bem, afinal, junto com Fisher, Bryant é considerado um sênior na equipe. Sobre este novo status, a estrela do Lakers utilizou-se da comparação para responder. “Eu era um sênior na seleção americana nas Olimpíadas”. De saída, Kobe chegou a perguntar para os repórteres: “Vocês viram L.O?”, referindo-se a Lamar Odom. O ala do L.A. não esteve tão presente como em temporadas passadas neste momento, parece mesmo que o principal desafio de Jackson será fazer com que Lamar se sinta importante na equipe e parte da família, já que, com certeza, os rumores sobre possibilidades de trocas virão à tona.
Outra questão que Phil terá que lidar é sobre Andrew Bynum. O técnico do L.A. pediu que o pivozão jogue de maneira simples e com metas definidas, mesmo estando em ano de extensão contratual. “O que pedi para Andrew realizar no ataque é pegar rebotes ofensivos e fazer corta-luzes, e ser o centro de nossa ofensiva”, disse Jackson. “Não estou pedindo a ele que seja um pontuador no um-a-um ou que faça muitas cestas, pois ele é um cara que irá melhorar nossa defesa, o que eu penso ser o aspecto mais importante, e também os rebotes, o segundo aspecto mais importante”, revelou o Mestre Zen.
Saindo das questões individuais e falando de equipe, Phil disse que Jeanie Buss fez com que ele assistisse a entrega do ESPY Awards, onde o Celtics ganhou o prêmio de melhor time. “Ela me fez assistir quando eu voltei de Montana apenas para me instigar, para me fazer ver eles falando sobre a vitória em Los Angeles”, disse ele. “Ainda sinto um gosto amargo e até com raiva sobre isso”, surpreendeu Jackson. Mesmo assim, ele não pode negar o óbvio. “Nós sabemos que não fomos um time forte e físico. Conseguimos chegar aonde chegamos pela nossa habilidade e velocidade. Você não consegue vencer sendo um time suave. Boston foi mais físico que nós no último jogo. Eles mereceram”, encerrou o técnico do Lakers.
(Lakers Brasil)
September 27, 2008
Los Angeles (EUA) - O técnico Phil Jackson deu motivos para o ala Lamar Odom começar a se preocupar com sua condição de titular no Los Angeles Lakers. Segundo a imprensa espanhola, o treinador admitiu que pretende manter a base dos atuais vice-campeões da liga com Odom, Pau Gasol e Andrew Bynum. Contudo, caso o veterano não consiga se adaptar, ele já tem um substituto na cabeça.
“Colocarei Trevor Ariza como titular e vou convencer Odom a começar no banco”, avisou. “Não terei dúvidas em colocar Trevor no quinteto inicial se esta formação não funcionar como desejo”, explicou o treinador.
Esta é a última temporada do contrato atual do ala com a franquia californiana. Nela, ele deve receber cerca de US$ 14 milhões.
(Gazeta Esportiva)
September 5, 2008
O ala do New Jersey Nets Vince Carter respondeu às criticas feitas pelo treinador do Los Angeles Lakers, Phil Jackson (e pela maioria de fãs do basquetebol). Jackson falou sobre a atitude individualista de Carter em quadra.
“Não me importo com o Phil Jackson e o que ele tem a dizer. Ele tem direito de ter uma opinião. Não quer dizer nada, é um treinador dizendo o que acha que deve dizer. Talvez ele se sinta bem falando. Estou na liga há 10 anos, vi tudo, esperavam que eu fizesse isso, não fizesse aquilo. Mas é tudo sobre meu time e o que ele precisa de mim”, disse Carter.
Carter também falou de seu papel no Nets.
“Vou ser um líder, mas não vou mudar meu jogo pelos jovens. Vou seguir jogando e, espero, eles vão seguir minha liderança”, falou.
As possibilidades do Nets, sem Richard Jefferson e Jason Kidd, também foram pauta da conversa de Carter.
“Não tem pressão nenhuma no time. Estamos motivados para vencer novamente e chegar aos playoffs. O mais importante é colocar os novatos no mesmo ritmo dos veteranos. Se fizermos isto qualquer coisa pode acontecer”, analisou.
August 28, 2008
Para muitos, Phil Jackson é uma pessoa privilegiada. O técnico já treinou os dois melhores jogadores da história da NBA, na opinião de muitos, Michael Jordan e Kobe Bryant. Todavia, ao ser perguntado sobre o atleta mais dedicado que treinou, o Mestre-Zen respondeu sem titubear Dennis Rodman, polêmico ala-pivô que foi treinado por Jackson de 1996 a 1998.
“Ele provavelmente poderia jogar os 48 minutos de uma partida e estaria com a mesma intensidade tanto no primeiro como no último minuto”, disse Jackson. “Enfim, ele foi um atleta espetacular”, completou o técnico, contrariando muitas opiniões formadas sobre Dennis Rodman.
A declaração foi dada durante uma cerimônia de premiação feita especialmente para a lenda do banco de reservas. Jackson recebeu o doutorado honorário da faculdade em que se formou, a Universidade de Dakota do Norte.
O técnico falou também sobre a personalidade de Rodman, e deu créditos à cantora Madonna pelo grande personagem que o atleta se tornou na NBA. Para o “Mestre Zen”, Rodman tinha uma personalidade “tímida” antes de conhecer a cantora. Os dois tiveram um relacionamento em meados da década de 1990, que teve início um pouco antes do “bad boy” ir para o Chicago Bulls.
Segundo Phil, neste momento Rodman assumiu seu jeito de ser, engraçado e fora do comum: “A Madonna viu o que existia dentro dele e quis que ele fosse como ela: exorbitante. E ela o ensinou a abrir seu caráter, sua personalidade”, afirmou o técnico, considerado um dos únicos que conseguiu manter Rodman focado em seu time.
A lista de atletas treinados por Phil Jackson não é nada “humilde”. Além dos já citados Kobe Bryant e Michael Jordan, fazem parte deste seleto grupo lendas como Shaquille O’Neal, Karl Malone e Scottie Pippen.
June 23, 2008
O processo de recuperação já começou no Lakers. Depois da derrota nas Finais para o Boston Celtics, o time de Los Angeles já pensa na próxima temporada e com boas expectativas.
O técnico do Lakers Phil Jackson e o gerente geral Mitch Kupchak disseram na sexta à tarde que eles acreditam que o time californiano será um forte candidato ao título pelos próximos cincou ou seis anos.
“Não estamos olhando para trás, no que fizemos de errado”, disse Jackson. “Estamos tentando olhar para frente para ver se conseguiremos chegar lá novamente”, revelou ele. O Mestre Zen disse que sua mensagem para os jogadores neste verão foi simples e direta. “Como você pode melhorar para ajudar este time no ano que vem?”, perguntou ele. “Eles têm que passar por um verão que os faça melhores como jogadores de basquete”, deu a receita Phil.
O Boston expôs pelo menos duas fraquezas do Lakers nestas Finais, que são a defesa e os rebotes. O L.A. teve extrema dificuldade de lidar com a linha de frente do Celtics, que conta com Kedrick Perkins e Kevin Garnett. Mitch Kupchak acredita que os problemas vividos serão resolvidos com a volta do pivô Andrew Bynum, que ficou de fora dos últimos três meses da temporada, sem contar os playoffs. Com seu retorno, o Lakers irá contar com uma das maiores linhas de frente da NBA, tanto em tamanho quanto habilidade, já que Pau Gasol será o ala de força e Lamar Odom o ala de ligação. Ainda há a possibilidade do MVP da Liga, Kobe Bryant, jogar na posição de Odom, fazendo com que Lamar fique encarregado da armação de jogadas junto com Derek Fisher.
“Eu acho que Phil irá desafiar a si mesmo no sentido criativo, pois este será um time extremamente talentoso e versátil. Eu acho que a pré-temporada será um período muito importante para ele fazer testes e decidir tudo”, disse Kupchak.
Em relação ao draft, o Lakers tem a 58ª escolha no segundo round, mas Mitch disse que irá procurar, se a oportunidade aparecer, um bom negócio para que o L.A. consiga subir algumas posições para selecionar um bom jogador. Ele também adiantou que o time californiano tem planos para recontratar Sasha Vujacic e Ronny Turiaf, afinal, eles não estarão ativamente procurando outros times para jogar.
“Eu realmente acredito que o futuro deste time será brilhante”, prevê ele. “Eu espero que possamos estar na briga pelos próximos anos, num futuro imediato”, analisou o gerente geral do Lakers.
(Thiago Medeiros, Lakers Brasil)
June 19, 2008
O Boston Celtics teve méritos na conquista do título sobre o Los Angeles Lakers, nesta quarta-feira. Mas o dilatado placar de 131 a 92 na sexta e última partida também foi resultado da falta de resposta do campeão da Conferência Oeste, que não mostrou alternativa alguma para reagir ao massacre.
Durante toda a série final, o Lakers teve problemas com sua defesa. Mas na partida final, os jogadores abusaram da má colocação, da falta de entendimento e da ausência completa de idéias sobre o que teriam que fazer e a quem marcar.
O Lakers nunca mostrou atitude para tentar vencer e levar a disputa do anel de campeão para a última partida. Deméritos para Phil Jackson, que teve a oportunidade de conseguir seu décimo título como treinador, feito jamais alcançado. O técnico mais bem pago da NBA, com um salário anual de US$ 10 milhões, deixou mais do que nunca dúvidas sobre sua classe e conhecimentos técnicos.
Na primeira etapa de Jackson, o Lakers conquistou três títulos. Havia no time o melhor pivô do mundo, Shaquille O´Neal, escoltado por Kobe Bryant, e a NBA não se encontrava sob suspeita e investigação de um escândalo na arbitragem.
A imagem que fica de Jackson é a de um treinador que se apóia em genialidades em quadra para criar a crença de grande vencedor. Primeiro foi com Michael Jordan no Chicago Bulls, agora é com Kobe Bryant, maior vítima da asfixiante defesa do Celtics.
“Tem gente que diz que sou o treinador com mais sorte que trabalhou na NBA. Pode ser. Tenho estado nos lugares certos nos momentos certos”, admite Jackson quando fala de sua carreira profissional.
(Globo Esporte)
June 18, 2008
O espanhol Pau Gasol chegou ao Los Angeles Lakers com a temporada já em andamento e a promessa de, na dupla com Kobe Bryant, reerguer a franquia californiana. Cumprida sua missão, o pivô teve papel fundamental para colocar a equipe na final da NBA. Mesmo com a derrota para o Celtics por 131 a 92, fora de casa, na decisão desta terça-feira que deu título aos adversários, Gasol afirmou que vê como aprendizado o vice-campeonato.
“Não devemos deixar para trás este sentimento que tivemos ao concluir a final. Vai passar um tempo até que consigamos nos recompor, mas esperamos voltar ano que vem. Somos jovens e temos o potencial para isso. Já tivemos a oportunidade de chegar a uma final, então espero que todos tenham aprendido com isso”, disse o camisa número 16 do Lakers.
“Nós fomos derrubados no segundo quarto. Eles estavam jogando de forma confortável e foram crescendo na partida. Jogaram muito bem, de maneira memorável e mereceram o título”, rendeu-se o pivô espanhol. Para ele, o golpe definitivo aconteceu na quarta partida, quando o Lakers teve vantagem de até 24 pontos, mas permitiu a virada, deixando os adversários a um triunfo de levantar a taça.
Quem também lamentou foi o técnico Phil Jackson, dono do maior salário da NBA neste cargo, que tinha a oportunidade de ganhar seu 10º título na liga norte-americana.
“Tem gente que afirma que sou o treinador mais sortudo da NBA. Provavelmente estou de acordo. Estive nos lugares certos nos momentos certos”, disse ele. A imagem do técnico ficou desgastada após a derrota, por se acusar Jackson de ter sucesso apenas a custo de estrelas, como nos títulos com o Chicago Bulls de Michael Jordan e com o Lakers, quando a equipe contava com a dupla Bryant e Shaquille O’Neal.
Os Celtics se impuseram diante do Los Angeles Lakers nas finais - mais uma vez - e conquistaram seu 17º título da NBA. Nesta terça-feira, a equipe de Boston defendeu seu mando de quadra, venceu por 131 a 92, se sagrou campeã após 22 anos e ainda alargou seu retrospecto contra os californianos.
Na decisão dos sonhos para o marketing da liga, revivendo uma rivalidade dos anos 60 e 80, os campeões do Leste superaram os Lakers pela nona vez em 11 confrontos diretos pelo troféu. O triunfo também rendeu uma folga de três conquistas para os concorrentes e mais tranqüilidade na condição de franquia mais vencedora do basquete profissional norte-americano.
A série foi encerrada em 4 a 2 de modo expressivo. Os Celtics aniquilaram os Lakers à base da defesa já no primeiro tempo. Depois de muitos problemas físicos durante o confronto, o time colocou em quadra sua melhor formação - Rajon Rondo e Kendrick Perkins ao lado dos astros Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnet -, o que foi muito para os oponentes.
“Temos três homens [Garnett, Pierce e Allen] que haviam conseguido tudo em suas carreiras, exceto um anel de campeão. Com o dinheiro que têm, podem comprar qualquer coisa, exceto o troféu de campeão, e nós sabíamos que a única forma de consegui-lo era trabalhar em conjunto, confiando um no outro”, disse o técnico Doc Rivers.
Depois de um primeiro quarto equilibrado, vencido por 24 a 20, veio a “lavada” já na parcial seguinte. A equipe da casa definiu a partida com pressão implacável em cima da bola, muita atenção nas coberturas e amplo domínio nos rebotes (os Lakers não apanharam nenhum ofensivo nos primeiros 24 minutos).
Isto é, a humilhação foi construída com a mesma marcação sufocante que lhe deu a melhor campanha da temporada regular. No final do primeiro tempo, o placar era de 58 a 35. Não havia mais espaço para nenhuma reação de Los Angeles, fosse por orgulho ou por recursos técnicos do ala-armador Kobe Bryant.
“Já vi algumas defesas bem duras, e a deles está lá no topo. Eles apresentaram com certeza a melhor defesa que vi nos playoffs”, disse o astro, com 22 pontos.
Na fase de classificação, os Celtics somaram 66 vitórias, nove a mais do que os Lakers. Após sofrer durante os mata-matas contra Atlanta Hawks e Cleveland Cavaliers, o clube se viu questionado antes do início das finais diante de um adversário emergente. Com a surra aplicada, são os Lakers que terão de procurar algumas respostas para a próxima temporada, na busca de evolução para uma base promissora.
Será difícil para essa equipe se esquecer do nocaute sofrido nesta terça, ainda mais contundente com a continuidade de um basquete intenso dos mandantes após o intervalo, levantando a fanática torcida de Boston.
No último quarto, o público cantou em seu ginásio feito um grupo de torcedores brasileiros de futebol, algo pouco comum na NBA, mas esperado devido ao fim de um jejum de mais de duas décadas para a franquia mais laureada da liga.
Astro do Los Angeles Lakers, Kobe Bryant ganhou o prêmio de melhor atleta da temporada regular. Nas finais, porém, a consagração coube ao ala Paul Pierce, que liderou o Boston Celtics de volta ao posto de campeão da NBA.
Pierce foi eleito o MVP (jogador mais valioso) da decisão da liga, encerrada nesta terça com um acachapante triunfo por 131 a 92 por parte dos Celtics. A série contra os Lakers foi vencida por 4 a 2.
O sexto e derradeiro jogo não apresentou a melhor atuação do ala no confronto. Ele terminou com 17 pontos, dez assistências e três rebotes, em 38 minutos. Mas suas participações prévias, especialmente nos primeiro e quarto jogos, foram cruciais para o fim de um jejum de 22 anos para a equipe de verde.
“Foi irreal, vindo da temporada passada que vivemos. Sei que não tivemos muitos anos bons, mas vocês ficaram comigo aqui. Somos campeões”, afirmou Pierce aos torcedores, ainda em quadra, após receber o troféu.
Os Celtics venceram apenas 24 partidas em 2006-2007 e passaram por uma drástica reformulação com a chegada de dois astros. Kevin Garnett e Ray Allen combinaram com Pierce e protagonizaram uma grande virada. Também formaram um novo “Big 3″ na cidade - lendária, a primeira versão foi formada por Larry Bird, Kevin McHale e Robert Parish nos anos 80.
“Sabia que ia ter grandes jogadores ao meu lado e que não precisaria ajustar muito meu jogo. Sabia que eles eram ótimos, que eu teria apenas de diminuir meus arremessos e me sacrificar um pouco”, completou Pierce, que agora entra na lista dos grandes nomes da histórica franquia.
Nesta terça, Garnett foi quem mais brilhou pelos anfitriões, com 26 pontos e 14 rebotes, em um desempenho para atropelar o espanhol Pau Gasol. Constantemente apontado como um atleta que falha em decisões, o ala-pivô deu muitas razões para que as críticas sejam colocadas em dúvida. Apenas no primeiro tempo ele somou 17 pontos e seis rebotes.
Mas seria injusto falar em apenas um destaque nos Celtics. O armador Rajon Rondo, com seu tino defensivo, Allen, com seus arremessos de longa distância, e os reservas James Posey e Eddie House, com muita energia, também causaram muitos problemas para os rivais.
Pelos Lakers, Kobe Bryant se despediu com 22 pontos, com um péssimo aproveitamento nos arremessos (31,8%), seguindo um padrão no duelo. Gasol somou apenas 11 pontos e oito rebotes e cometeu cinco erros.
(UOL)
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