November 21, 2008
Adição por subtração. Você já ouviu esta expressão, né? Significa que você ganha mais tirando alguma coisa ou alguém do que mantendo esta coisa ou pessoano conjunto. Esta pessoa ou coisa atrapalha tanto seu grupo que você é melhor sem ela. Em um esporte coletivo como o basquete e numa liga forte como a NBA, onde profundidade de elenco é cada vez mais importante, é complicado aplicar uma estratégia dessas ao seu grupo. Entretanto, ninguém demonstra os méritos desta idéia tão bem no momento quanto o New York Knicks e o Indiana Pacers.
Ambos têm armadores problemáticos e desagregadores afastados do time - Stephon Marbury no Knicks, Jamaal Tinsley no Pacers. Não é coincidência que New York tenha 6v-5d e Indiana, 5v-5d, quando ambos tiveram retrospectos negativos no ano passado. É verdade também que tanto Marbury quanto Tinsley jogaram pouco na última temporada, tanto por causa de lesões quanto por problemas disciplinares, mas sua ausência por decisão de seus técnicos e dirigentes tem um impacto muito diferente em seus elencos.
No ano passado, as lesões serviam como desculpas para os maus desempenhos. Quando o Pacers ia mal, seus jogadores podiam reclamar que sentiam a falta de Tinsley, que estava com uma lesão na coxa. Quando o Knicks era horroroso, podia culpar a ausência de Marbury, operado no tornozelo. Os problemas disciplinares eram uma distração e seus companheiros tinham de responder perguntas toda hora sobre onde estava Marbury, se estavam com Tinsley nas noites em que teve problemas com a polícia, o que achavam das diferenças da dupla com a direção do clube, etc.
A decisão de afastá-los acaba com tudo isto. Os patrões deixaram claro: Tinsley e Marbury não são parte de seus planos, então não adianta ficar pensando em como seria o time se eles estivessem jogando. A imprensa ainda pergunta sobre eles, mas isto só serve de motivação para os jogadores. “Por que tenho de falar de caras que nem estão jogando? Vou fazê-los falar de mim”.
O mais importante do afastamento, porém, é que isso efetivamente isola os chamados “câncers de vestiários”, uma quase literal cirurgia de retirada de tumor. Tinsley e Marbury estão efetivamente isolados, sem poder nenhum de convencimento para racharem grupos e colocarem seus jogadores contra seus técnicos. O técnico Mike D’Antoni basicamente humilhou Marbury, ao dar-lhe uma chance na pré-temporada, deixá-lo jogar um pouco, e cortá-lo logo no início do campeonato. A mensagem é clara: você me desafia, não faz o que eu peço, então não joga. Quem quiser entrar na pilha dele, faça sob risco de ter o mesmo destino. Ao anunciar que Tinsley não estava nos planos do time e não seria utilizado, o gerente geral Larry Bird deu uma mensagem ainda mais poderosa: não toleramos mau comportamento de nenhuma forma, e se você vacilar, não perde apenas lugar no time, mas também seu emprego.
A recusa em pagar uma rescisão contratual e liberar o jogador para assinar com outro clube a preço de banana é o ponto de exclamação: nós não vamos recompensar sua desobediência! Knicks e Pacers obviamente estão sofrendo para trocar a dupla, já que ambos têm contratos milionários e ninguém quer pagar uma fortuna por jogadores problemáticos. “Por que eu te daria dois ou três dos meus jogadores por um jogador tão difícil que você nem sequer o coloca no seu banco de reservas?” Porém, é bom mostrar que, apesar de ser uma liga em que os jogadores mandam, é preciso sim ter respeito aos seus técnicos, patrões e torcedores. Custa uma vaga no elenco que podia ser ocupada para compensar necessidades de ambos os times, mas resulta em um maior respeito, união e dedicação do resto do grupo para compensar.
Isto tudo que você leu, leitor, eu escrevi durante a semana até quinta-feira (20/11), antes de a troca do Knicks com o Golden State Warriors, enviando Jamal Crawford por Al Harrington, ser confirmada por alguns veículos de comunicação americanos. A intensa boataria que é a imprensa nova-iorquina dá conta que o clube ainda pode fazer mais trocas nesta sexta e que uma provável falta de jogadores elegíveis pode resultar em Marbury sendo utilizado por D’Antoni, o que basicamente anularia tudo o que eu disse sobre o Knicks. Vamos esperar mas, desde já, fico um tanto decepcionado com Donnie Walsh se a situação chegar a este ponto.
[UPDATE]: Acabo de publicar nota sobre a troca do Zach Randolph para o Clippers. Qual foi a do Clippers, virou lavanderia de dinheiro agora? Todo time que precisa liberar espaço na folha joga seu contrato enorme em L.A? Quanto à vigília do Marbury, terminou o primeiro quarto do jogo contra o Bucks e ele ainda não entrou, mas ao que parece, está relacionado pela simples necessidade de ter jogadores ativos o suficiente. Veremos no que dá… [UPDATE 2]: Então, D’Antoni ofereceu uma chance ao Marbury jogar, mas ele que descartou. Neste caso, D’Antoni perdeu um pouco de seu poder. Se ele tivesse simplesmente relacionado Marbury por necessidade, sem nenhuma chance de jogar, estaria mantendo sua posição, mas do jeito que foi, mostra que, se ele precisar, terá de se curvar ao seu jogador. Marbury recuperou um pouco de sua dignidade com esta e, ao mesmo tempo, agravou ainda mais seu valor de troca, já que continua sem vontade de fazer um sacrifício pelo time.
Pedido por mais mudanças drásticas em Detroit
É engraçado ter um superastro no seu time, eu estava desacostumado. Se no passado, todos os locutores e comentaristas subestimavam o Detroit Pistons e diminuíam seus feitos, aumentavam suas derrotas. Agora que Allen Iverson está no time, todos usam desculpas quando o time perde ou joga mal! Chegaram ao ponto de publicar nesta sexta (21/11) que o Pistons está com 4v-3d desde a chegada de Iverson, quando a verdade é que são quatro derrotas, 4v-4d - o time estava invicto antes de A.I. chegar. “O time ainda precisa de tempo para se adaptar…”, “o Pistons sente a falta de Antonio McDyess no interior…”, “eles tiveram uma seqüência de jogos difícil nas últimas duas semanas…”
Tudo isso pode ser verdade, mas não precisam proteger-nos, galera. Os problemas são bem maiores do que isto. Michael Curry ainda tem muito a aprender como técnico - talvez não tanto quanto Vinny Del Negro, mas bastante: após começar o ano com Amir Johnson como titular, o garoto, uma das maiores esperanças da franquia, não está mais nem na rotação; o argentino Walter Herrmann começou a temporada sendo bastante utilizado e jogando bem, mas no jogo desta quinta-feira (20/11) contra o Boston Celtics, só foi entrar no último quarto com o jogo já decidido! E eu pensei que Curry tivesse sido contratado por sua capacidade de motivar o time e cobrar quando estivesse apagado. Então por que ele estava com aquela cara de bunda e não fez nada quando Detroit entrou dormindo no terceiro quarto? Cadê a chacoalhada?
McDyess pode fazer muita falta lá dentro, na defesa de ajuda, mas como se esperava, Iverson deixa a defesa vendida muito freqüentemente - não acompanha os armadores, fica perdido em trocas de marcação - e contra Boston, o maior problema do time foi acompanhar a movimentação de bola e marcar no perímetro. Um time que vivia de sua defesa e tinha uma identidade clara e firme, hoje está perdido e tem uma proteção apenas razoável, mediana. No ataque, Iverson até tem capacidade de ser armador principal - nesta função, aliás, ele encontrou seu parceiro ideal de pick-and-roll em Rasheed Wallace - mas também como se previa, Richard Hamilton vem sofrendo, pois recebe pouco a bola e, quando recebe, normalmente tem de criar seu próprio chute.
Muita gente acha que Rodney Stuckey tem de entrar como titular e que Iverson tem de cair para a posição 2, mas eu tenho uma proposta diferente e mais radical: coloquem Hamilton no banco, mas mantenham Stuckey também na segunda unidade. Iverson pode continuar sendo armador, carregando a bola ao ataque e criando suas próprias jogadas, com o segundoanista Arron Afflalo na posição 2. Afflalo é um bom defensor, melhor do que Rip, que pode ajudar a proteger o time dos erros de Iverson, e mostrou na pré-temporada ter talento ofensivo o suficiente para aproveitar oportunidades abertas pela maior atenção aos outros. Hamilton poderia entrar em uma segunda unidade mais veloz com Stuckey lhe servindo as bolas em suas posições favoritas, com Herrmann, Maxiell e Johnson se alternando na linha de frente.
Difícil fazer mais uma mudança tão radical com poucos treinos para isto, mas me parece que seria uma forma de aproveitar melhor os talentos de cada jogador, e o Pistons tem agora a passagem mais tranqüila de sua tabela - oito dos próximos 12 jogos são em casa, com apenas três adversários de campanha positiva. Dezembro será um mês bastante tranqüilo, com muitos adversários de campanha negativa e vários jogos consecutivos em casa.
Fugindo do basquete um pouco
Na moral, tem alguma “celebridade” mais ridícula do que o tal “ex-marido da Susana Vieira”? O cara é tão nulo que não tem nem nome, é só isso, “ex-marido da Susana Vieira”! Ele não está nem casado mais com ela, já foi colocado na rua, e nego continua atrás do cara e dedicando manchetes de websites e revistas pra ele?? Por quê???? Alguém está genuinamente interessado em saber se ele ficou ou não ficou com a tal amante, igualmente não-famosa??? Eu já acho completamente absurdo e ridículo a cobertura (perseguição é uma palavra melhor) das “celebridades” e “famosos”, que merecem privacidade e certamente não merecem a publicidade grátis de ter todos os seus passos relatados para o mundo. Daí a continuar cobrindo um cara claramente boçal porque teve um envolvimento já encerrado com uma atriz famosa, é pior ainda. Alguém realmente lê essas coisas???
RANKING DE FORÇAS BASKETBRASIL
posição - time- posição anterior - campanha
1. Los Angeles Lakers (1) 9v-1d
2. Boston Celtics (2) 11v-2d
3. Cleveland Cavaliers (5) 9v-3d
4. Utah Jazz (6) 8v-4d
5. Detroit Pistons (9) 8v-4d
6. Denver Nuggets (11) 8v-4d
7. Houston Rockets (4) 7v-5d
8. Phoenix Suns (8) 8v-5d
9. Orlando Magic (13) 8v-3d
10. Atlanta Hawks (3) 7v-4d
11. New Orleans Hornets (7) 5v-5d
12. Portland Trail Blazers (10) 7v-5d
13. Toronto Raptors (12) 6v-5d
14. San Antonio Spurs (20) 5v-6d
15. Dallas Mavericks (17) 5v-7d
16. Indiana Pacers (14) 5v-5d
17. New York Knicks (16) 6v-5d
18. Philadelphia 76ers (15) 5v-6d
19. Golden State Warriors (22) 5v-6d
20. Miami Heat (18) 6v-6d
21. Chicago Bulls (21) 5v-7d
22. Milwaukee Bucks (19) 5v-8d
23. New Jersey Nets (24) 4v-6d
24. Sacramento Kings (25) 5v-8d
25. Memphis Grizzlies (23) 4v-7d
26. Charlotte Bobcats (27) 3v-7d
27. Minnesota Timberwolves (28) 2v-8d
28. Los Angeles Clippers (29) 2v-9d
29. Washington Wizards (26) 1v-8d
30. Oklahoma City Thunder (30) 1v-11d
O Detroit Pistons havia acabado com série de vitórias do Los Angeles Lakers e do Cleveland Cavaliers e pretendia desbancar também os atuais campeões do Boston Celtics na noite desta quinta-feira, mas isso não foi possível. A equipe verde de Massachusetts aproveitou o apoio da torcida, que lotou o TD Banknorth Garden, e passou sem muitas dificuldades pelo rival de Michigan, 98 a 80 (49 a 40 no intervalo), com direito a boa atuação do jovem armador Rajon Rondo.
O armador de 22 anos do Celtics infernizou a defesa do Pistons com uma apresentação digna de veterano. Ele acertou sete de seus onze arremessos e finalizou a partida com 18 pontos. Além disso, Rondo conseguiu oito assistências e três recuperações de bola. A performance do jovem rendeu elogios até do armador adversário, o astro Allen Iverson.

Tony Allen enterra. Reserva teve boa atuação nesta quinta (AP Photo/Charles Krupa)
“Eu o vi jogar assim na final, na temporada passada. Rondo jogou muito bem, saindo de corta-luzes e indo para a cesta fazendo jogadas”, elogiou o armador do Pistons Allen Iverson.
Com a boa apresentação do armador, o trio de astros do Boston só precisou neutralizar a defesa do rival, o que de fato fizeram. Kevin Garnett, Ray Allen e Paul Pierce somaram 36 pontos, pior número do trio nesta temporada. Porém, isso foi o suficiente. Garnett foi o que o mais contribuiu ofensivamente, com 15 pontos. O ala-armador Ray Allen conectou 12 tentos enquanto que o ala Paul Pierce assinalou nove pontos, pegou quatro rebotes e deu três tocos.
Os reservas Eddie House e Tony Allen chamaram a atenção ao fazerem dígitos duplos. Allen marcou 13 tentos enquanto que House fez 11, sendo que nove deles foram em chutes de três pontos. House, inclusive, foi fundamental no segundo quarto, quando ajudou o Celtics a abrir boa vantagem com dois chutes de três certeiros. No terceiro quarto quem teve grande atuação foi Tony Allen, ele fez oito tentos e viu sua equipe abrir mais de vinte pontos de vantagem liquidando a fatura.
Além de ser o líder ofensivo do Celtics, Rondo também foi fundamental defensivamente. O armador ajudou a frear Allen Iverson, principal estrela do time rival. O camisa 1 do Pistons não resistiu à forte marcação de Rondo e errou oito de seus 13 arremessos, mesmo assim “A.I.” terminou a partida como cestinha da equipe forasteira com 16 pontos. Iverson também conseguiu quatro rebotes e recuperou duas bolas.

Alen Iverson (nº1) não foi a resposta do Pistons. Já Rajon Rondo (de branco) dominou o jogo (AP Photo/Charles Krupa)
Além do astro, o ala-pivô Rasheed Wallace, o ala-armador Richard Hamilton e o ala-pivô reserva Jason Maxiell alcançaram os dígitos duplos. Wallace conseguiu 13 pontos e pegou seis rebotes, “Rip” Hamilton conectou 12 tentos, e Maxiell fez 10 pontos e capturou seis sobras.
Detroit começou bem. Fez 13 dos primeiros 15 pontos da partida. Nos 4 minutos seguintes pontuou em um lance-livre, apenas. Rondo fez três cestas para empatar a partida em 14. Boston tomou conta no início do segundo período, fazendo os primeiros sete pontos, abrindo uma vantagem de 40 a 27. No intervalo Boston liderava por 49 a 40.
O treinador do Celtics, Doc Rivers, elogiou Iverson, mesmo com a derrota: “Eu não quero enfrentar nenhum deles (Iverson ou Billups). O Allen, no meio do primeiro quarto, quase pedi, ‘diminui a velocidade’. É incrível toda vez que o vejo jogar. A velocidade e resistência, todas as noites é impressionante”, disse.
No começo do terceiro quarto o time da casa fez 18 a 5, aumentando uma vantagem que era de 10 pontos para 75 a 52, descansando os principais atletas.

Kevin Garnett vibra após cesta
Desde a troca que mandou Chauncey Billups para o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê, o Pistons tem 4V-3D. “Ainda procuramos uma identidade e ainda é o início da temporada. Sempre que perdemos para uma equipe, duas vezes, por mais de 20 pontos é loucura, não jogamos assim”, disse o ala-armador Rip Hamilton.
O Minnesota Timberwolves será o próximo adversário das duas equipes. Na noite desta sexta-feira o time de Minneapolis receberá a visita do Boston Celtics (11v-2d). Já no próximo domingo o Timberwolves vai até Detroit para encarar o Pistons (8v-4d).
Confira melhores momentos de Celtics x Pistons
*Com colaboração de João Guilherme
November 20, 2008
A rivalidade entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers se intensificou nos últimos anos, já que as franquias fizeram duras séries de playoffs por dois anos consecutivos. Na noite desta quarta-feira, mais um capítulo dessa história foi escrito e teve final feliz para a torcida do Pistons, isso porque a equipe de Detroit venceu o rival divisional por 96 a 89 (38 a 49 no intervalo) e acabou com uma série de oito vitórias seguidas de LeBron James & cia.
O duelo desta quarta, disputada no Pallace Of Auburn Hills, em Detroit, marcou também o primeiro encontro dos astros LeBron James e Allen Iverson desde que “A.I.” foi trocado para o Pistons. Nos números, LeBron levou a melhor com 25 pontos, seis assistências, seis rebotes e quatro recuperações de bola contra 23 tentos, quatro passes perfeitos e quatro roubadas de Iverson. O camisa 1 do Pistons, porém, foi mais decisivo e liderou a reação de sua equipe no terceiro quarto, quando o armador fez nove pontos e deu uma assistência e ajudou a equipe da casa a cortar a vantagem do Cavs de onze para apenas dois tentos.

Rasheed Wallace (nº30) passa por marcação de Anderson Varejão (AP Photo/Duane Burleson)
Além disso, o Pistons ainda melhorou seus números diante do Cavs. Esse foi o terceiro triunfo consecutivo da franquia de Detroit sobre o time de Cleveland. A equipe do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão, que foi o reboteiro do Cavaliers com 11 rebotes, perdeu cinco dos últimos seis embates contra o rival de conferência e dez das últimas doze partidas. O capixaba do time de Ohio ainda conseguiu cinco pontos (um arremesso certo em três tentativas), distribuiu duas assistências, recuperou duas bolas e deu um toco em 33min na quadra.
Entretanto, o brazuca não conseguiu parar Rasheed Wallace. O ala-pivô do Pistons, mais uma vez, mostrou uma mão calibrada, principalmente nos momentos decisivos. “Sheed” fez 10 de seus 21 pontos apenas no último período e conectou dois arremessos de longe cruciais, um deles sob a marcação de Varejão. O camisa 30 do Detroit desempatou a partida, que vinha acirrada em 76 pontos, e deu a liderança ao Pistons, 82 a 76. Vantagem esta que o time da casa não desperdiçou mais, mesmo com as tentativas do Cavs de voltar à partida.
Após os dois chutes certeiros de Rasheed, o Pistons só abriu vantagem e liquidou a fatura a 2min30s do fim, quando o mesmo ala-pivô aproveitou um passe certeiro de Iverson e colocou a bola na redinha mais uma vez, dilatando a vantagem do Pistons para treze tentos, 95 a 82. Mo Williams ainda fez cinco tentos seguidos para a franquia forasteira, mas o time do técnico Mike Brown não ameaçou o triunfo do adversário de Michigan.

Allen Iverson e LeBron James se chocam em disputa de bola (AP Photo/Duane Burleson)
Com esta nova vitória, o Pistons acabou com séries positivas dos times “mais quentes” da NBA em menos de uma semana. Na última sexta-feira, a equipe de Detroit foi até Los Angeles e desbancou o Lakers, terminando com a série de sete triunfos seguidos do time angelino. Já nesta quarta, o Pistons quebrou a invencibilidade de nove jogos do Cavaliers. Sobre as vitórias, Allen Iverson comemorou discretamente: “É cedo para comemorar alguma coisa, mas essas vitórias, definitivamente, nos deixa excitados”, declarou o armador.
“Quando nós enfrentamos times difíceis, nós não ficamos intimidados ou assustados, apenas queremos fazer melhor que eles”, declarou o ala-pivô Rasheed Wallace, que conseguiu 15 rebotes (melhor marca nesta temporada). “Nós não estamos preocupados com o que os times estão fazendo no momento, estamos preocupadops com que eles poderão fazer nos playoffs, então estamos treinando para sermos os melhores a partir de abril”.
Apesar da saída de Chauncey Billups, que foi para o Denver Nuggets na negociação que toruxe Iverson para o Pistons, a equipe do técnico Michael Curry continua muito forte defensivamente e exigindo dos astros das outras equipes. No jogo contra o Lakers, o Pistons forçou que Kobe Bryant errasse 18 de suas 30 tentativas. nesta quarta, a defesa pressionada do detroit fez com que LeBron James falhasse em 13 de seus 21 arremessos.
Sobre sua “má” apresentação, o camisa 23 do Cavs foi lacônico: “Estas coisas acontecem nesta liga”, declarou. “Às vezes você tem bons jogos e em outras tem partidas ruins”, concluiu.

Iverson sobe para bandeja (AP Photo/Duane Burleson)
LeBron também comentou pouco sobre a evolução do rival de divisão: “É muito cedo para falar qualquer coisa sobre eles”. Mas, de fato, o Pistons vem impressionando. A equipe de Michigan perdeu os dois primeiros jogos após adquirir Allen Iverson, só que após isso venceu quatro de suas últimas cinco partidas.
Além da dupla Rasheed-Iverson, outro atleta do time da casa se destacou, foi o ala-armador Richard Hamilton. “Rip” acertou seis de seus onze arremessos e terminou a partida com 15 pontos e cinco passes para cesta. Pelo Cleveland, o armador Mo Williams dividiu a condição de cestinha com LeBron James, já que também marcou 25 tentos. O pivô lituano Zydrunas Ilgauskas contribuiu com 13 pontos e seis rebotes enquanto que o ala-armador Delonte West fez 11 tentos.
Após a derrota, o Cleveland Cavaliers (9v-3d) ganha alguns dias de descanso. A equipe de Ohio volta a jogar apenas na noite de sábado contra o Atlanta Hawks na Quicken Loans Arena de Cleveland. Já o Detroit Pistons (8v-3d) viaja até Massachusetts nesta quinta-feira para fazer o clássico diante do Boston Celtics.
Melhores momentos do clássico entre Cavs e Pistons
November 19, 2008
O ala-pivô Antonio McDyess pode voltar para o Detroit Pistons, mas o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão, o San Antonio Spurs e o Boston Celtics podem ser a nova casa do jogador.
“Existem outras três opções (além do Pistons) que estamos discutindo”, falou Andy Miller, agente do atleta.
O time de Varejão quer McDyess por dois motivos: Machucar o rival de conferência, Pistons, e melhorar o time, para tentar evitar a saída de LeBron James em 2010.
McDyess desistiu de US$ 9 milhões para deixar o Denver Nuggets, após a troca que mandou Allen Iverson para o Pistons.
“Para aceitar uma oferta pelo salário mínimo escolhemos Detroit. Nenhuma outra oferta com o mínimo seria estudada. O conforto, familiaridade, são coisas que motivam a escolha de Detroit”, disse Miller.
Pelas regras da NBA o ala/pivô deve esperar 30 dias para re-assinar com o Pistons, mas as restrições não envolvem outros times. A demora para assinar com qualquer outra equipe talvez mostre a vontade de McDyess de voltar ao Pistons.
November 18, 2008
Após trocar Allen Iverson por Chauncey Billups, o treinador do Denver Nuggets, do brasileiro Nenê, George Karl resolveu reclamar do ex-armador do time.
“A gente tem menos jogadores maus, mais jogadores sólidos. As posses de bolas desperdiçadas, umas 10 ou 15, sem sentido não existem mais”, disse Karl.
Karl nunca gostou da maneira de Iverson jogar. Ele nunca foi um armador clássico e o treinador sempre questionou a escolha de jogadas de Iverson.
“Eu via coisas que não podia fazer por não ter um armador em quadra”, completou Karl.
O Cleveland Cavaliers vem atravessando uma excelente fase. A franquia de Ohio triunfou em seus sete últimos jogos e busca estender a série para nove até a noite de quarta-feira. Para chegar a marca de 10 êxitos em 12 jogos, o Cavs terá uma dura missão pela frente: vencer o New Jersey Nets e o Detroit Pistons. O detalhe é que ambos os jogos serão longe de seus domínios. Até aqui, o Cavaliers tem campanha regular jogando fora de casa. O time do técnico Mike Brown venceu duas (Dallas Mavericks e Chicago Bulls) e perdeu outras duas partidas (Boston Celtics e New Orleans Hornets).
O primeiro desafio, teoricamente, é o mais fácil. O Cavs irá até East Rutherfod para encarar o New Jersey Nets na noite desta terça-feira. Até o momento, o Nets vem fazendo uma campanha fraca, com cinco derrotas em nove duelos. Porém, a jovem equipe nova-iorquina vem embalada, já que triunfou nos seus últimos dois duelos, ambos contra o Atlanta Hawks.
O jogo terá um significado especial para LeBron James. Todos sabem que o astro da camisa 23 é cobiçado pelo Nets, que pretende contratá-lo no verão americano (inverno brasileiro) de 2010, quando LeBron, Dwyane Wade, Chris Bosh e outros astros se tornarão agentes livres. Para conseguir um desses atletas, o time de New Jersey limpou todo o seu elenco, negociando os jogadores com salários altos (Jason Kidd e Richard Jefferson) pegando apenas jovens e atletas com salários que expiram em 2010.
Além disso, um dos proprietários da franquia nova-iorquina, o rapper Jay-Z, é amigo de LeBron. Para reforçar a especulação, James, há alguns meses, declarou que preferiria jogar no Nets ao New York Knicks. Ao ser perguntado sobre o que esse jogo significa para ele, LeBron saiu pela tangente.
“Todo jogo é especial para mim, não importa quem seja o adversário. Quero apenas vencer e estou pensando no Cavaliers, não estou pensando o que pode acontecer no futuro”, afirmou o ala.
O astro de 23 anos, inclusive, vem passando por uma fase maravilhosa, talvez a melhor da carreira. Ele tem altíssimas médias de 29.8 pontos, 8.0 rebotes e 7.3 assistências por jogo nestes dez primeiros jogos da temporada. LeBron foi premiado o jogador da semana na Conferência Leste nas duas vezes que o prêmio foi dado neste campeonato. Nos últimos cinco jogos, o ala ostenta médias de 33.8 tentos, 8.0 rebotes e 7.2 passes por partida, além de estar acertando 60% de seus arremessos.
Para mostrar o quão dominante ele é, James foi o cestinha do Cavs em sete partidas, reboteiro em duas e passador mais eficiente em oito, números assustadores se tratando de um ala. Apesar de sua boa fase e a do time, a estrela prevê dois jogos duros: “Nós estamos jogando bem, fazendo as coisas direitinho, só precisamos repetir isso. A única coisa que muda é que não iremos contar com o apoio da torcida e isso com certeza irá dificultar nosso trabalho. Temos que respeitar Nets e Pistons, mas fazer o nosso jogo e não deixar que eles façam o deles”.
Logicamente, LeBron não faz tudo sozinho. Seus companheiros de time estão colaborando muito nos últimos jogos, dois deles em especial. Tratam-se do armador Mo Williams, reforço do time na última “offseason”, e o brasileiro Anderson Varejão. Mo liderou a equipe contra o Denver Nuggets com seus 24 pontos e concretizou seu crescimento nas últimas partidas. O armador de 26 anos tem médias de 18.4 pontos, 5.2 assistências e 1.4 roubos de bola nas últimas cinco partidas. Parece que o camisa 2 já está perfeitamente adaptado ao jogo do Cleveland e que veio mesmo para ser o principal ajudante ofensivo de James.
Já o capixaba Varejão, que sempre se destacou por fazer muito bem o “trabalho sujo”, vem mostrando neste início de campanha que é útil também para o ataque. Ele já se tornou o sexto homem do Cavaliers e chegou a ter médias de 14.6 pontos, 7.3 rebotes e 1.6 tocos na última semana. Além disso, o ala-pivô de 2,11m de altura continua mostrando sua versatilidade defensiva, levando seus adversários a loucura, como fez com Kenyon Martin, do Denver Nuggets. Varejão pressionou tanto o ala-pivô do Nuggets, que ele perdeu a cabeça e fez uma falta flagrante no brasileiro, sendo excluído da partida.
O Cavs (8v-2d) entrará em quadra no Izod Center a partir das 22h30min da noite desta terça-feira. Na quarta, LeBron James & cia vai até o Pallace Of Auburn Hills para duelar contra o Detroit Pistons (7v-3d), de Allen Iverson.
November 17, 2008
Contra os Nets e de olho nos Celtics. Vindo de uma seqüência de sete vitórias consecutivas, o Cleveland Cavaliers, do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão, vai até New Jersey na noite desta terça-feira, dia 18, para enfrentar os Nets, no Izod Center, a partir das 22h30min (horário de Brasília), em mais um jogo da temporada 2008/2009 da NBA.
Vice-líder da Conferência Leste e líder da Divisão Central (8V-2D), o Cleveland tem pela frente um time que não faz boa campanha (4V-5D), mas que estará em casa e precisando de um bom resultado para subir na tabela. Os Cavs querem a vitória de olho no Boston Celtics, que lidera o Leste (9V-2D) e Varejão está alerta.
“É um jogo difícil, New Jersey é um adversário ainda mais forte dentro do seu ginásio e busca a recuperação na competição. Estamos numa boa seqüência, jogando bem e evoluindo, conseguindo as vitórias e é pensando nisso que vamos encarar os Nets. O Cleveland está num momento muito bom, as coisas estão acontecendo e estamos gostando disso”, afirmou o jogador da Seleção Brasileira.
Depois de enfrentar o New Jersey Nets, fora de casa, o Cleveland Cavaliers vai até Detroit medir forças com o Pistons, na quarta-feira, dia 19.
(MPC Rio Comunicação)
Ainda sem o brasileiro Leandrinho, que foi liberado para viajar ao Brasil após a morte de sua mãe, o Phoenix Suns tornou-se o primeiro time da Conferência Oeste com oito vitórias ao derrotar o Detroit Pistons em casa, 104 a 86, na noite deste domingo (16/11). A excursão do Pistons pelo Oeste, com três vitórias nos três primeiros jogos, terminou com um revés na última parada, mesmo com o Suns desfalcado de Leandro e Matt Barnes (suspenso), além da expulsão do pivô Shaquille O’Neal ainda durante o primeiro tempo.
Melhores momentos: Suns 104 x 86 Pistons
O superpivô foi mandado de volta aos vestiários ao cometer uma falta flagrante tipo 2 em Rodney Stuckey, com 5min19s restando no segundo quarto. Quando o reserva do Pistons tentou uma bandeja, O’Neal o derrubou de peito no chão. O árbitro Ken Mauer marcou a falta flagrante 2, que resulta em expulsão automática e multa, e confirmou após ver um replay da jogada. Shaq discutiu com raiva com Mauer, que o ignorou até o pivô sair de quadra vaiado pela torcida.
A explicação de Shaq para o lance foi, como de costume, interessante: “As leis da física dizem que um corpo em movimento continua em movimento. Então se você tem dois objetos que se encontram no ar, o objeto menor vai cair com muito mais força. Eu nunca fui o tipo de jogador que derruba alguém, então eu obviamente procurei a bola. O baixinho bateu em um muro de tijolo”. Mauer, porém, contra-argumentou: “Uma flagrante 2 tem de ter um resultado e uma conseqüência, e não apenas ser desnecessária, mas sentirmos que foi excessiva. Nós achamos que correspondeu a todas essas três (regras)”. A expectativa, porém, é que a liga rebaixe a marcação para flagrante 1 e não suspenda o pivô para a partida desta segunda-feira, contra o Utah Jazz.
Apesar disso, o Suns não teve problemas para despachar o Pistons, liderado por 29 pontos e 11 rebotes do ala-pivô Amaré Stoudemire - que comemorou seu 26º aniversário neste domingo. O armador Steve Nash, de volta após cumprir suspensão de um jogo por sua participação em uma confusão no jogo contra o Houston Rockets na última quarta-feira, fez 17 pontos e 7 assistências para o Suns, o ala Grant Hill teve 11 pontos e 8 rebotes e o reserva Boris Diaw, 13 pontos. O pivô Robin Lopez também entrou bem no lugar de Shaq e anotou 9 pontos e 4 rebotes em 14 minutos.
“É bom ver nossos caras entrarem e saltarem em cima de um time de basquete muito bom”, comemorou o técnico Terry Porter. “Eles vêm jogando bem, então (a vitória) vai nos ajudar com nossa confiança”, disse o aniversariante, Stoudemire.
Pelo Pistons, o ala-armador Richard Hamilton foi o cestinha, com 19 pontos, mas seus companheiros não estiveram em bons dias. O ala-pivô Rasheed Wallace fez 11 pontos e 9 rebotes, Tayshaun Prince e Kwame Brown marcaram 10 pontos cada e Stuckey contribuiu 12 pontos. O armador Allen Iverson, no entanto, marcou apenas 9 pontos, errando 13 de 17 arremessos, e apesar de fazer 7 assistências, cometeu também 5 desperdícios de posse de bola.
O Suns acertou 14 de seus primeiros 19 arremessos no jogo e não esteve mais atrás no placar. Após fazer 31 a 23, no primeiro período, a equipe começou o segundo quarto explorando bastante O’Neal, que não encontrava ninguém capaz de marcá-lo no interior da defesa do Detroit. O pivô fez 10 de seus 12 pontos no período, antes de cometer a falta polêmica em Stuckey. Os dois lances livres do armador reduziram a diferença para 13 pontos, mas o Suns marcou seis pontos seguidos para chegar à sua maior vantagem no primeiro tempo, 54 a 35, com 3min19s para o intervalo. Detroit respondeu fazendo 9 a 1 e diminuindo a 55 a 44, mas Nash marcou duas cestas de 3 pontos nos 29s finais e Phoenix, com 70% de aproveitamento nos chutes no primeiro tempo, abriu 61 a 46.
O time da casa estava à frente por 81 a 67 depois de três quartos e Detroit marcou cinco pontos no começo do último quarto, reduzindo a margem a nove pontos novamente. Após um tempo, Nash acertou uma longa cesta de 2 pontos, e o Pistons jamais chegou a uma diferença de dígito simples de novo. Diaw acertou um triplo e um gancho, e Stoudemire seguiu com uma cesta em infiltração e uma enterrada que resultou em uma jogada de três pontos, levando a vantagem a 93 a 75 com 7min43s por jogar.
“Se vamos ser um grande time, ainda temos muito a melhorar. Neste momento, acho que somos um time bem bom, mas queremos ser um grande time. Temos trabalho a fazer, o que é positivo. Há muito espaço para melhora”, afirmou o técnico do Pistons, Michael Curry, cujo time perdeu para o Suns pela primeira vez após três vitórias seguidas no confronto. O resultado também deixa a equipe com 3v-3d desde que Iverson chegou em uma troca com o Denver Nuggets, há duas semanas.
O Suns (8v-3d) visita o Utah Jazz nesta segunda-feira (17/11) na EnergySolutions Arena. De acordo com o jornal Arizona Republic, Leandrinho deve voltar para o time há tempo de jogar na quinta-feira (20/11), novamente no US Airways Center, contra o Los Angeles Lakers. O Pistons (7v-3d) volta ao Palace of Auburn Hills para receber o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão, nesta quarta-feira (19/11).
November 15, 2008
O Los Angeles Lakers perdeu nesta sexta-feira sua invencibilidade na temporada regular da NBA. A franquia foi derrotada em casa pelo Detroit Pistons. Nem mesmo as boas atuações de Kobe Bryant de Pau Gasol foram suficientes para levar os Lakers ao oitavo triunfo na competição.
Pau Gasol, que marcou 15 pontos e pegou dez rebotes, ficou surpreso com a derrota para o Detroit. “Não esperávamos que eles atuassem neste nível. Não tivemos a intensidade necessária. Em determinados momentos não seguimos nosso plano de jogo, sobretudo na defesa. Alguns jogadores também não estavam concentrados como deveriam”, disse Gasol.
Os destaques da sétima vitória do Detroit foram o armador Allen Iverson e o ala-pivô Rasheed Wallace, que marcaram 25 pontos. Wallace ainda pegou 13 rebotes. “Eles fizeram uma partida muito cômoda e arremessaram muito bem de três pontos, algo que não pode acontecer normalmente. Podíamos ter melhorado nossa defesa para diminuir o percentual de acerto deles”.
Gasol lamenta a partida do Lakers e aposta no treinamento para a equipe melhorar seu desempenho em quadra. “Há partidas que são assim. Temos que voltar treinar, ajustar conceitos defensivos e seguir com o trabalho no ataque para que seja mais fluido”, completa Gasol, medalhista de prata na Olimpíada de Pequim.
O Detroit Pistons pôs fim à invencibilidade do Los Angeles Lakers na temporada regular da NBA com uma vitória, nesta sexta, fora de casa, por 106 a 95.
Com o triunfo, o Detroit chegou à marca de sete vitórias e duas derrotas na temporada, e divide a liderança da Divisão Central com o Cleveland Cavaliers, do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão.
Pelos Lakers, o ala-armador Kobe Bryant marcou 29 pontos. Mesmo após sofrer sua primeira derrota na temporada, a franquia californiana, que já somou sete triunfos na competição, segue na liderança da Divisão Pacífico.
(Lancepress/Terra-EFE)
O Detroit Pistons acabou com a invencibilidade do Los Angeles Lakers ao vencer o atual vice-campeão da NBA por 106 a 95 nesta sexta-feira (14/11), em pleno Staples Center de L.A. O time azul, vermelho e branco, em contra-partida, está perfeito em sua excursão de quatro jogos pela Costa Oeste até aqui, que se encerra no domingo com um confronto com o Phoenix Suns de Leandrinho.
Melhores momentos: Lakers 95 x 106 Pistons
A vitória saiu em uma noite inspiradíssima do pivô Rasheed Wallace, que acertou quatro cestas de 3 pontos em nove tentativas e terminou com 25 pontos, 13 rebotes e 2 tocos. O armador Allen Iverson já parece mais à vontade com seus novos companheiros de equipe e marcou 25 pontos, mais 4 assistências, 4 rebotes e 4 roubos de bola.
“Nós simplesmente jogamos um bom jogo em todas as frentes. É sobre jogar basquete, entender o que queremos fazer em quadra. Não sentíamos que demoraria (para o time se adaptar com Iverson), mas sabíamos que seria meio inconsistente no começo porque sou um jogador totalmente diferente de Chauncey Billups (jogador cedido pelo Pistons na troca em que obteve Iverson). Sou muito mais agressivo quando se trata de infiltrar à cesta, então meus companheiros têm de saber em que lugar eu quero que eles estejam para eu poder criar chutes para eles”, disse A.I.
Detroit cometeu 18 turnovers no jogo, contra apenas 12 do adversário, mas limitou o Lakers - que vinha com uma média de 104,7 pontos por jogo, melhor da liga, em seus sete primeiros jogos - a 42,1% de aproveitamento, incluindo apenas quatro cestas de 3 pontos em 19 tentativas. O ala-armador Kobe Bryant, MVP da última temporada, marcou 29 pontos, mas errou 18 de 30 arremessos. “Nós apenas jogamos defesa. Nós fizemos eles tentarem arremesos difíceis e pressionados. Quando eles erraram, nós saímos e corremos e tomamos vantagem. No lado ofensivo, nós apenas atacamos a noite inteira”, explicou Iverson.
O time visitante aproveitou 50,7% de seus arremessos, 42,8% nos chutes de 3. Sua maior agressividade e velocidade levou a 34 oportunidades da linha de lance livre - Iverson foi responsável por 12 dessas, acertando 11 - e a equipe converteu 85,3%. “Com Rasheed Wallace na posição 5, e sua habilidade de esticar a quadra, isso abriu os garrafões para os armadores. Nós não chutamos particularmente bem, mas aqueles caras estavam quentes também, no primeiro tempo e no terceiro quarto, e nos mantiveram à distância. Eles são um dos melhores times da Conferência Leste, obviamente, e nos pegaram em uma noite em que estavam quentes como pistola e nós estávamos bastante frios”, disse Bryant, cujo time teve folga na quinta, enquanto Detroit enfrentava o Golden State Warriors em Oakland, Califórnia.
Kobe é uma vítima freqüente da boa defesa do Pistons, tendo sido limitado a 20 ou menos pontos em cinco dos últimos nove jogos entre os times. Na sexta, ele tinha apenas 17 pontos após três quartos enquanto o rival abria vantagem. Apesar disso, seus 29 pontos foram suficientes para passar tanto Larry Bird quanto Gary Payton na lista de maiores cestinhas da história da NBA: Bryant agora é o 21º, com 21.817 pontos na carreira, contra 21.813 de Payton e 21.791 de Bird. Iverson, sentindo a aproximação do rival, também subiu uma posição com seus 25 pontos: agora, é o 19º, com 23.156 na carreira, e tem outra lenda do Lakers, Elgin Baylor (23.149 pontos), entre ele e o atual MVP.
Detroit abriu o jogo com a mão quente, fazendo 12 a 2. O Lakers respondeu explorando bastante Andrew Bynum no interior e arrancando com 12 pontos consecutivos para virar o jogo. O Pistons se acalmou, voltou a jogar bem e abriu 23 a 16 com uma cesta de Iverson no soar da sirene do primeiro período. O time continuou mandando no jogo pelo resto da duração, obtendo dígitos duplos no segundo período. Kobe diminuiu para 53 a 44 antes do intervalo.
O ala-armador comandou uma reação nom início do terceiro quarto, dando assistência para o ala Vladimir Radmanovic reduzir a 61 a 56. Entretanto, Tayshaun Prince respondeu com uma cesta e dois lances livres e Iverson acrescentou mais dois pontos para retomar os dígitos duplos de distância. Os visitantes fizeram 24 a 18 no período, abrindo 77 a 62 em uma cesta de 3 do segundoanista Arron Afflalo nos segundos finais. Bryant fez o que pôde no último quarto, mas o Pistons não deixou a diferença cair para dígito simples até o final.
Os cinco titulares do Detroit marcaram em dígitos duplos. Prince teve 18 pontos, 6 assistências e 4 rebotes. O ala-armador Richard Hamilton, que não vem jogando bem desde a chegada de Iverson, marcou 12 pontos, mas cometeu 5 turnovers. O pivô Kwame Brown teve um duplo-duplo de 10 pontos e 10 rebotes contra seu ex-time e foi vaiado a noite inteira pela torcida local. “Eles me vaiavam quando eu jogava aqui também”, riu Brown, vingado.
Pelo Lakers, o pivô espanhol Pau Gasol teve 15 pontos, 10 rebotes e 6 assistências. Os alas reservas Lamar Odom e Trevor Ariza também contribuíram bem, com 11 e 10 pontos, respectivamente.
Detroit (7v-2d) encerra sua excursão pelo Oeste contra o Phoenix Suns, no US Airways Center, neste domingo (16/11). Não se sabe se Leandrinho, de licença para acompanhar o velório e enterro de sua mãe em São Paulo, estará de volta para reforçar o Suns na partida. De qualquer forma, o Pistons deve bater de frente com um brasileiro nesta semana: na quarta-feira (19/11), volta ao Palace of Auburn Hills para enfrentar o arquirival Cleveland Cavaliers, do ala-pivô capixaba Anderson Varejão. O Lakers (7v-1d) tem folga até terça-feira (18/11), quando recebe o Chicago Bulls no Staples Center.
November 14, 2008
O Detroit Pistons foi até Oakland na noite desta quinta-feira e teve que suar para conseguir triunfar na estrada pela segunda vez seguida. A equipe azul e vermelha de Michigan foi liderada pelas bolas de 3 de Rasheed Wallace no final do jogo para vencer por 107 a 102 (46 a 53 no intervalo) na Oracle Arena, Califórnia.
“Sheed” conectou oito de seus 19 pontos nos últimos 3min30s de duelo. O ala-pivô do Pistons ainda acertou duas bolas de 3 cruciais neste tempo e ajudou a equipe visitante a virar a partida. Wallace aproveitou dois passes perfeitos e concluiu as jogadas de maneira quase idêntica. Até então o Detroit perdia por dois pontos, 92 a 90, após as cestas de Rasheed o Pistons tomou o controle da partida liderando por quatro tentos, 96 a 92. O Warriors perdeu o fio da meada e permitiu que e viu o Pistons só aumentar sua vantagem.
Iverson (nº1) passa por marcação de Biedrins e parte para cesta (AP Photo/Ben Margot)
O camisa 30 do Detroit disse que não se abalou com suas primeiras tentativas erradas: “Os erros que cometi me abalaram, mas eu pensei que teria que fazer alguma coisa boa para me redimir. Eu não cheguei a ficar frustrado com meus erros e acho que isso foi fundamental para que eu mantivesse a confiança. Aqueles chutes no final realmente foram bons e abalou o Warriors emocionalmente, eles não esperavam aquilo de mim. Aí tudo ficou mais fácil para nós e conseguimos boas cestas nos lances decisivos”, analisou Rasheed Wallace.
Richard Hamilton aproveitou passe perfeito de Tayshaun Prince e aumentou a diferença para cinco tentos, 98 a 93. Logo após o ala do Warriors, Stephen Jackson, errou uma tentativa de 3 pontos. O Pistons não desperdiçou a oportunidade e dilatou ainda mais a distância, com uma enterrada de Rasheed Wallace. A partir daí bastou ao Detroit controlar a vantagem na linha de penalidade. O ala-armador Richard Hamilton fez isso com perfeição, acertou todos os seis arremessos que tentou e garantiu o segundo triunfo desde a chegada de Allen Iverson.
O astro do Pistons, inclusive, teve outra boa apresentação. Iverson, que havia brilhado na noite anterior contra o Kings, fez 23 pontos (oito acertos em 23 arremessos), deu nove assistências e pegou cinco rebotes. Mas “The Answer” não foi o cestinha do time visitante, a honra coube a Richard Hamilton, que conectou 24 tentos . “Rip” ainda distribuiu sete assistências e pegou seis rebotes. Rasheed Wallace, que anotou 19 pontos, também pegou 11 rebotes e deu três tocos. Outro atleta do Pistons que fez duplo-duplo foi o ala Tayshaun Prince, 10 tentos e 16 sobras coletadas.
Rasheed Wallace arremessa mesmo contestado por pivô do Warriors (AP Photo/Ben Margot)
Pelo Golden State Warriors, os cinco titulares fizeram dígitos duplos. Os cestinhas foram os jovens CJ Watson e Andris Biedrins, ambos com 17 pontos. O letão Biedrins ainda dominou o garrafão com 19 rebotes e um toco. Os alas Kelenna Azubuike e Stephen jackson contribuíram com 15 tentos cada. Jackson também deu nove assistências. Já o ala Corey Maggete, que voltou de contusão, encestou 13 pontos, pegou quatro rebotes e distribuiu quatro passes para cesta.
O Warriors acertou apenas 35% de seus arremessos no segundo tempo e, para o ala Stephen Jackson, isso foi fator decisivo para a derrota: “Nós não iremos ganhar acertando apenas 35% dos arremessos, eu mesmo tive um jogo horrível, errei catorze em dezenove, isso é muito”, reconheceu. “Se continuarmos assim vai ser duro para nós vencermos”, finalizou.
Essa foi a oitava vitória do Pistons nos últimos dez embates entre as duas equipes. A equipe de Michigan, inclusive, venceu quatro de suas últimas cinco partidas em Golden State. O Warriors (3v-6d) tentará se recuperar na noite deste sábado, quando enfrentará o Los Angeles Clippers, fora de casa. O Detroit Pistons (6v-2d) também irá para Los Angeles, onde irá encarar o Lakers na noite desta sexta-feira.
Confira os melhores lances de Pistons x Warriors
November 12, 2008
O ala Antonio McDyess ficou apenas sete dias no Denver Nuggets, até ser dispensado pela equipe nesta terça-feira. O jogador foi envolvido em uma troca que levou o armador Chauncey Billups para o Nuggets, enquanto o também armador Allen Iverson foi para o Detroit Pistons.
Agora, o ala é disputado por equipes como Celtics, Lakers, Cavaliers, Hornets, Rockets e Suns. No entanto, de acordo com o armador Sam Cassel, um dos amigos mais próximo de McDyess, o atleta deve retornar ao Pistons, equipe em que atuava antes da troca com o Nuggets.
“Acho que ele vai para Detroit. Sei que ele se sente confortável lá. Tem onde ficar e tudo mais. O melhor para ele deve ser lá”, disse Cassel, de acordo com o Boston Globe. Antonio McDyess disputa a 12ª temporada de sua carreira na NBA. O ala mantém médias de 13,4 pontos, 7,7 rebotes e 1,2 tocos por jogo.
(Lancepress!)
Allen Iverson finalmente estreou pelo Detroit Pistons. Sim, o astro já jogou duas partidas com a camisa da franquia de Michigan, mas foi nesta terça-feira que ele teve uma atuação a la Allen Iverson. O armador liderou o Detroit Pistons na vitória sobre o Sacramento Kings por 100 a 92 (50 a 50 no intervalo), na primeira das quatro paradas do time na turnê pela costa oeste norte-americana.
Em 46 minutos na quadra, Iverson assinalou nove de seus 19 arremessos, incluindo três bolas do perímetro, e terminou o jogo com 30 pontos. “A.I.” também distribuiu nove assistências, pegou sete rebotes e recuperou duas bolas durante a partida. Além da brilhante apresentação, Iverson quebrou a incômoda escrita de ainda não ter vencido com o novo time. Na estréia contra o New Jersey Nets, o time de Detroit foi surpreendido, e duas noites depois acabou sendo superado pelo Boston Celtics.
Iverson (de azul) fez a festa na defesa do Kings (AP Photo/Rich Pedroncelli)
“Tirei um enorme peso de mim”, declarou um aliviado Iverson após a vitória. “Eu sabia que uma hora aconteceria, mas estava ansioso para que acontecesse logo. Você entra em quadra pensando: ‘Será que é hoje que nós vamos vencer?’. Então, quando acontece, o sentimento de alívio é enorme. Eu estou muito feliz com minha primeira vitória pelo Pistons e motivado a conseguir muito mais coisas com essa franquia”, finalizou o astro.
O ala Tayshaun Prince também teve uma partida inspirada. O atleta do Pistons registrou um duplo-duplo, 26 pontos e 11 rebotes. O outro jogador da equipe visitante que atingiu os dígitos duplos em um fundamento foi o ala-armador Richard Hamilton, que conectou 17 tentos. “Rip” ainda pegou quatro rebotes e deu duas assistências.
Mas a vitória do Pistons não foi tão fácil quanto se imaginava. A equipe do técnico Michael Curry teve um começo difícil e permitiu que o Kings abrisse 15 tentos de vantagem ainda no primeiro quarto. O time de Sacramento, apoiado pela torcida, conectou 14 pontos consecutivos e forçou o Pistons a ficar cinco minutos sem fazer nenhum ponto. Porém, no segundo período, Iverson acordou e só não fez chover na ARCO Arena. Ele assinalou 12 pontos e deu duas assistências na parcial e liderou a reação imediata da equipe de Detroit, que foi para o intervalo empatado com o Kings em 50 pontos.
Tayshaun Prince sobe para a bandeja. Ele fez duplo-duplo nesta terça (AP Photo/Rich Pedroncelli)
Após dois períodos distintos, com cada time comandando um deles, o terceiro quarto foi equilibrado. O Kings, graças às boas atuações de Jason Thompson e Beno Udrih, mantinham uma pequena vantagem, enquanto que, pelo Pistons, Allen Iverson e Tayshaun Prince comandavam as ações. A equipe da casa entrou no último quarto em vantagem, 77 a 75. O quarto decisivo foi bem parecido com a parcial anterior, a única diferença foi que o Detroit assumiu a ponta. A 6min do fim, Richard Hamilton fez uma cesta decisiva aproveitando um passe preciso de Iverson. Um minuto após esse lance, o Pistons voltou a balançar a redinha do adversário. Hamilton achou Tayshaun Prince livre e o ala aumentou a diferença para seis tentos, 92 a 86.
O Sacramento, porém, não se entregou e reduziu a distância para dois pontos após cestas dos jovens Jason Thompson e Spencer Hawes. Só que a equipe californiana permitiu que o rival do leste reabrisse a vantagem de seis pontos, 96 a 90, com 1min29s para o término da peleja. Hawes voltou a aparecer e diminuiu a diferença para quatro tentos. Mas o Kings desperdiçou chances de encostar mais com Brad Miller e o próprio Hawes, o time de Michigan não deixou de agarrar a oportunidade e, com cestas de lance livre de Allen Iverson e Rasheed Wallace, garantiu a vitória.
O cestinha do jovem time de Sacramento foi o pivô segundo-anista Spencer Hawes. Ele surpreendeu com 19 pontos e seis rebotes. O armador esloveno Beno Udrih veio logo a seguir com 18 tentos e sete rebotes enquanto que o ala-pivô novato Jason Thompson conectou 15 pontos e capturou nove sobras. O “garçom” da equipe anfitriã foi o pivô Brad Miller, que distribuiu seis passes para cesta, mas mesmo com essas boas atuações os jogadores do Kings não conseguiram impedir a primeira derrota diante de sua torcida neste campeonato.
Beno Udrih (nº19) tenta passar por marcação de Iverson (AP Photo/Rich Pedroncelli)
“Foi uma experiência de aprendizagem”, declarou o técnico do Kings, Reggie Theus. “Nós precisamos aprender como ganhar jogos e eles (Pistons) nos ensinaram isso esta noite. Nós desperdiçamos seis posses de bola nos últimos cinco minutos de jogo, mas nenhum deles foi provocado por pressão deles e sim por negligência nossa”, completou.
O Sacramento Kings (3v-5d) buscará a recuperação na noite desta quarta-feira, quando enfrentará o Los Angeles Clippers, fora de casa. Já o Detroit Pistons (5v-2d) continua na Califórnia. Na noite de quinta-feira a equipe de Michigan vai até Oakland para enfrentar o Golden State Warriors.
Veja os melhores lances da vitória do Pistons e do show de Iverson
November 11, 2008
O jogo entre Sacramento Kings e Detroit Pistons, nesta terça-feira (11/11) na ARCO Arena de Sacramento, terá desfalques sérios de ambos os lados. O armador Rodney Stuckey não seguiu com o grupo do Pistons para a excursão pela Costa Oeste, enquanto o Kings deve ficar uma semana sem o ala-armador Kevin Martin.
Stuckey agachou-se, sentindo desconforto, no segundo quarto da derrota para o Boston Celtics, em casa, no último domingo. Após se levantar com as mãos nos joelhos, ele foi levado para os vestiários amparado pelo preparador físico Arnie Kander, enquanto tocava rapidamente o peito. Kander disse após o jogo que o armador estava bem, mas ele não voltou ao jogo no segundo tempo.
O clube manteve Stuckey em Detroit para mais testes e vai avaliá-lo diariamente. O susto aparece justamente uma semana após o Pistons enviar o armador titular Chauncey Billups para o Denver Nuggets, em troca por Allen Iverson, em parte encorajado pelo potencial demonstrado por Stuckey na temporada passada. Nos dois jogos sem Billups antes de Iverson chegar, o armador segundoanista foi titular e comandou o Pistons a duas vitórias.
O time espera que Stuckey possa se juntar ao grupo para o resto da complicada excursão pelo Oeste, que inclui jogos contra o Golden State Warriors na quinta-feira, Los Angeles Lakers na sexta e Phoenix Suns no domingo.
Já o Kings perderá Kevin Martin por pelo menos uma semana por causa de uma torção no tornozelo esquerdo, durante a vitória sobre o Golden State no domingo. A previsão de retorno é entre sete e 10 dias.
Em sua quinta temporada, Martin é cestinha do time e 11º melhor pontuador da NBA, com 22,4 pontos por jogo. O ala-armador é o principal jogador do Kings e vem produzindo médias de 3 assistências e 2,9 rebotes. Ele tinha 27 pontos contra o Warriors antes de sofrer a lesão ao bater para dentro.
Além de Martin, o Kings está sem o pivô Brad Miller (pé), Francisco Garcia (panturrilha) e Quincy Douby (tornozelo).
Nesta semana, além de Detroit, o Kings enfrenta o Los Angeles Clippers fora de casa, na quarta, e volta para a ARCO Arena para receber Phoenix, na sexta, e San Antonio Spurs, no domingo.
November 10, 2008
O Detroit Pistons adquiriu o armador Allen Iverson em uma troca na semana passada com a intenção de sobrepujar o Boston Celtics, atual campeão da NBA e seu algoz nas finais da Conferência Leste em 2007-08. Pelo que se viu neste domingo (9/11), o novo reforço não fará tanta diferença: Boston dominou o Pistons em pleno Palace of Auburn Hills, vencendo por 88 a 76 uma partida que foi ainda mais fácil do que o placar final indicou.
Foi um jogo bastante parecido com as quatro vitórias do Celtics em maio passado, quando o time alviverde marchou às Finais da NBA com um triunfo em seis jogos. O primeiro quarto foi equilibrado, mas o Pistons foi completamente dominado no segundo período pela segunda unidade do Celtics. O ala-armador reserva Tony Allen marcou 12 de seus 23 pontos nesta parcial e o Celtics fez 30 a 10 contra o rival, abrindo 47 a 29 e calando os 22.076 torcedores que lotaram o Palace para o primeiro jogo em casa de Iverson com a camisa do Pistons.
“Esse é o nosso trabalho. Se não entrarmos e dermos uma força ao time, não estamos fazendo o que devemos fazer”, disse Allen, cestinha do jogo com 23 pontos.
Com sua defesa bem fechada e forçando o Pistons a chutar de fora, Boston não teve problema para manter sua vantagem, fazendo 22 a 20 no terceiro período. A diferença só caiu no último quarto, quando o jogo já estava decidido e as bolas de longe de Detroit começaram a cair.
Com isto, a “era Iverson” começa com duas derrotas em dois jogos, após Detroit vencer suas quatro primeiras partidas na temporada. A.I. foi recebido com uma ovação de pé no ginásio, uma barulheira tão alta que ofuscou o locutor de voz ressonante do Pistons. “Isto é tudo o que você quer quando é trocado. Quer ter aquele sentimento inicial de como eles te abraçam e aceitam”, disse Iverson, que terminou com 10 pontos em aproveitamento de quatro cestas em 11 arremessos, além de 4 assistências e 4 turnovers.
“Eu não estou aqui para falar sobre quanto tempo vai levar até tudo correr bem. Ele (Iverson) fez muitas coisas boas e vou encorajá-lo a ser ainda mais agressivo”, garantiu o técnico Michael Curry, que recebeu a compaixão do treinador rival, Doc Rivers. “Quando você recebe um novo jogador, especialmente um que terá suas mãos na bola, muda 75% de seu ataque. Os torcedores não entendem o quão difícil é mudar um armador no meio da temporada, mas é duro. Muda tudo”, disse Rivers.
Apesar disso, o jogo não foi muito diferente da série entre os dois times nas finais do Leste, quando Detroit ainda contava com o armador Chauncey Billups e o ala-pivô Antonio McDyess no time titular. McDyess, porém, foi o pivô de maior sucesso contra Boston naquela série, aproveitando as armadilhas do Celtics sobre o ala-armador Richard Hamilton e a marcação dura sobre o resto dos titulares para acertar chutes de média distância. Sem ele, Hamilton errou todos os seus oito arremessos e marcou apenas 3 pontos em lances livres. “Eles fazem um bom trabalho em prender Rip. Eles fizeram isto na última temporada e nos playoffs. O único jeito de eles não prenderem é se os outros pivôs completarem as jogadas”, lamentou Curry.
O pivô Rasheed Wallace fez apenas 10 pontos, acertando quatro de 17 arremessos, e 11 rebotes. O ala-pivô Amir Johnson teve 7 pontos, acertando três de sete chutes. O melhor jogador do Pistons foi o ala Tayshaun Prince, com 23 pontos e 8 rebotes.
Os astros do Celtics não tiveram de fazer muito. O ala-armador Ray Allen fez 17 pontos e 8 rebotes, mas o ala Paul Pierce marcou apenas 7 pontos (três cestas em 10 arremessos) e o ala-pivô Kevin Garnett, 8 (quatro cestas em 15 chutes), além de 12 rebotes e 4 turnovers. O pivô Kendrick Perkins teve 10 rebotes e o armador Rajon Rondo fez 13 pontos e 5 assistências.
A história do jogo foi a boa contribuição do banco do Celtics, com 43 pontos combinados, provando que a saída de James Posey na offseason não afetou tanto a equipe. “Nosso banco tem sido fenomenal. Nós começamos devagar em três ou quatro jogos, mas a energia do banco tem sido tremenda. Não há um cara que os carregue”, disse Rivers.
McDyess havia retornado à sua função de reserva neste ano antes de ser trocado. Ele pode retornar ao Pistons no começo de dezembro, já que rescindiu contrato com o Denver Nuggets e precisa de 30 dias de espera antes de voltar ao seu time original, mas seu agente, Andy Miller, diz que o pivô tem ofertas de metade dos times da liga, incluindo do próprio Celtics. Outro problema para Detroit foi o armador Rodney Stuckey, que marcou 4 pontos em 12 minutos, mas saiu com tonteira e dor de cabeça no intervalo, aparentemente sentindo algo no peito. Ele não voltou à quadra, mas Curry espera poder contar com ele em um treino nesta segunda-feira. O outro armador reserva, Will Bynum, só entrou nos segundos finais do terceiro quarto e marcou 11 pontos no último período.
Boston (6v-1d) joga nesta segunda-feira (10/11) em casa, no TD Banknorth Garden, contra o rival divisional Toronto Raptors. Detroit (4v-2d) começa nesta terça-feira (11/11) uma excursão de quatro jogos pela Conferência Oeste, com a primeira parada na ARCO Arena para enfrentar o Sacramento Kings.
November 8, 2008
A estréia de Allen Iverson pelo Detroit Pistons não foi bem o que o gerente geral Joe Dumars esperava. O time teve 14 pontos de vantagem no primeiro tempo, mas cedeu a virada e perdeu sua invencibilidade para o New Jersey Nets, 103 a 96, nesta sexta-feira (8/11) no Izod Center de Nova Jérsei.
Melhores momentos de Nets 103 x 96 Pistons
Obtido em uma troca com o Denver Nuggets, em que Detroit enviou o armador Chauncey Billups e os pivôs Antonio McDyess e Cheikh Samb, Iverson fez no ataque o que se esperava dele: 24 pontos, acertando seis de 12 arremessos, e 6 assistências. Porém, na defesa, o veterano não conseguiu parar o jovem Devin Harris, que bateu seu recorde pessoal com 38 pontos - incluindo 20 acertos em 24 lances livres, um recorde de lances livres tentados em um jogo do Nets.
“Não tivemos o melhor início. Nós estamos tendo muitas dificuldades nos terceiros quartos, mas hoje entramos com mais agressividade. Pontos, para mim, não importam. O que importa é a vitória. Nós precisávamos disto desesperadamente para aumentar nossa confiança”, disse Harris, cujo Nets venceu pela primeira vez em casa nesta temporada, após duas derrotas.
No começo, parecia que seriam três derrotas para o Nets frente a seus torcedores. Ao ser apresentado como titular, no lugar de Rodney Stuckey, Iverson foi aplaudido pelo público presente. Ele logo tomou conta do ataque de Detroit, dando passe para Richard Hamilton fazer a primeira cesta do jogo, marcando em uma bandeja e novamente fazendo a assistência, para Tayshaun Prince acertar de 3 pontos. O armador jogou todo o primeiro quarto, acertando todos os seus chutes - três de quadra, incluindo um de 3 pontos, e quatro lances livres - para fazer 11 pontos e comandar o Pistons a uma vantagem de 27 a 14.
“Foi um bom sentimento para mim. Eu não pude jogar por um tempo, então foi bom voltar à quadra de basquete. Vou tentar tirar um pouco da minha ferrugem”, disse A.I.
Logo após o primeiro período, Iverson tirou os tênis e deu de presente para torcedores mirins sentados atrás do banco do Pistons. Talvez tenha tido algum efeito, porque New Jersey esteve melhor pelo resto do jogo. No segundo quarto, o Nets cortou a diferença para 44 a 39, graças a oito pontos do pivô Josh Boone. No terceiro, foi a vez de Harris atacar Iverson e marcar 19 pontos, incluindo 13 acertos em 15 lances livres - um desses lances livres veio quando o ala-pivô Rasheed Wallace recebeu uma de suas habituais faltas técnicas por reclamação. O armador levou Iverson à quarta falta no jogo, e o novo Piston fez apenas quatro pontos no período. O Nets virou para 72 a 70. “Achei que ele mostrou uma raça inacreditável, brigando, fazendo jogadas, atacando a cesta e tendo de marcar Iverson”, elogiou o técnico Lawrence Frank.
No último quarto, uma enterrada de Boone no meio do período levou a margem a 87 a 79 e Detroit não conseguiu se recuperar. Uma cesta de 3 de Hamilton a 41s do fim diminuiu para 98 a 94, mas Harris respondeu do outro lado na mesma moeda.
“Tínhamos o jogo (em nossas mãos) e deixamos escapar no segundo tempo. No geral, foi uma ótima experiência para mim. Eu me senti bem lá dentro, e só temos a melhorar”, disse Iverson. O Pistons (4v-1d) terá de melhorar mesmo, pois o próximo jogo de Iverson, sua estréia no Palace of Auburn Hills, será justamente contra o atual campeão, Boston Celtics, neste domingo (9/11).
Hamilton, alvo de especulação de que perderia toques e tempo como titular com a chegada de Iverson, teve 22 pontos. Prince fez um duplo-duplo de 19 pontos e 11 rebotes e Wallace marcou 11 pontos, 7 rebotes, 3 assistências e 2 tocos. Pelo Nets, Boone marcou 18 pontos e 14 rebotes pela segunda vez na temporada. O ala-armador Vince Carter fez 18 pontos, 7 assistências e 6 rebotes antes de ser desclassificado com seis faltas, a 1min53s do fim. O ala-pivô chinês Yi Jianlian também foi eliminado por faltas, a 3min40s do fim, mas deixou 12 pontos e 9 rebotes. O resultado encerrou uma série de sete derrotas consecutivas do Nets para Detroit.
New Jersey (2v-2d) volta à quadra neste sábado (8/11), quando visita o Indiana Pacers no Conseco Fieldhouse.
November 7, 2008
O assunto da semana na coluna e na NBA não poderia ser outro: a troca entre Detroit Pistons e Denver Nuggets, enviando Allen Iverson para Motown e Chauncey Billups, Antonio McDyess e Cheikh Samb para as Montanhas Rochosas. Curiosamente, em todos os lugares que eu procurei, dizem que Detroit “venceu” a troca, com exceção da imprensa brasileira, da imprensa de Denver e do analista John Hollinger, “papa” das estatísticas e ídolo do Denis Botana, do Bola Presa e colunista nosso. Será que a imprensa brasileira, desacostumada por causa do nosso basquete nacional decadente, perdeu o juízo? Ou estaria na vanguarda crítica mundial, dando olé até nos “experts” americanos? Um pouco de ambos.
Na verdade, os americanos são hipnotizados pelo “poder de estrela” dos jogadores da NBA e só conseguem pensar por este viés. Há dois anos, quando Iverson foi para o Denver em troca com o Philadelphia 76ers, toda a imprensa americana achou que o Nuggets “ganhou” a troca, e questionaram se o Sixers recebeu muito pouco pelo seu maior ídolo. Dois anos depois, Iverson já saiu de Denver, que teve os mesmos resultados nestes dois anos que vinha tendo sem ele, enquanto Andre Miller, principal jogador recebido pelo Philadelphia, é titular absoluto e considerado chave para o sucesso do time, ajudando no desenvolvimento do ala Andre Iguodala e do reserva Louis Williams. Uma das escolhas de draft recebidas pelo Sixers resultou no ala Thaddeus Young, atual titular na posição 3, e o espaço na folha salarial que ficou após a troca ajudou o time a pescar Elton Brand no mercado de passe livre. Philly voltou aos playoffs no ano passado após três anos de ausência e é um dos favoritos deste ano. Quem venceu agora, hein?
Influenciados pelo ordem do basquete internacional da Fiba, nós temos uma visão mais coletiva do esporte. Mesmo que nossos times estejam mal das pernas, estamos acostumados a ver tantos jogos de seleções internacionais, Euroleague na TV, etc, que vemos o jogo mais por aí. Neste respeito, fica claro porque Denver se beneficia com a troca: Chauncey Billups é um armador de verdade - embora digam que ele é um “puro” armador, eu não chegaria a tanto; ele é um pouco de armador de combinação, mas certamente um bom distribuidor de jogadas. A diferença entre ele e Iverson é que A.I. sempre tenta o mais complicado e, ao acertar, nos deixa maravilhados. Billups raramente tenta o mais difícil; joga o passe fácil, a jogada simples, mas que é eficiente.
Iverson é um talento extraordinário e único, mas que não encaixava no time do Nuggets, que precisa de movimentação, de jogo coletivo, para funcionar. Seus arremessadores são limitados, seus jogadores precisam de orientação em quadra. Billups é bom de timing, é um comandante, passa a bola limpa. Além disso, é bom de chute de fora, o que desafoga o congestionamento de jogadores de garrafão (Carmelo Anthony, Kenyon Martin e Nenê), e é bom de jogo de costas para a cesta também. Ele pode levar um armador para dentro do garrafão e trocar de posição com seus pivôs, promovendo trocas de marcação e vantagens para o resto do time. Nenê, Anthony e Martin vão crescer suas produções bastante com os pick-and-rolls e pick-and-pops perfeitos que Billups realizou tantas vezes com Rasheed Wallace e Antonio McDyess.
Outro aspecto positivo é sua defesa. Billups não é daqueles jogadores que fica arriscando o roubo toda hora e deixa seus pivôs vendidos. Ele protege sua área, e é capaz de marcar jogadores mais altos também. Seu problema é com armadores mais rápidos; no passado, ele teve problemas com Tony Parker, Chris Paul e até Daniel Gibson. No Oeste, terá de encarar Paul, Steve Nash e Deron Williams várias vezes no ano.
O que a imprensa brasileira não vê é como o Nuggets se contradiz e se complica em termos financeiros. Primeiro, porque Antonio McDyess não deve nem jogar, e nem o segundoanista Cheikh Samb; ou seja, peso morto apenas para balancear os números. E enquanto o time se livrou de pagar US$ 21,8 milhões para Iverson neste ano, Billups receberá um milhão de dólares a mais a cada ano nos quatro anos restantes de seu contrato, começando em US$ 11,05 milhões neste ano, e McDyess tinha uma cláusula que lhe dá um aumento de 10% em caso de troca. Ou seja, US$ 7,48 milhões neste ano e no próximo por um jogador que nem quer estar lá. O Nuggets, que estava tão preocupado com sua saúde fiscal que mandou Marcus Camby para o L.A. Clippers em troca de um saco de vento, se coloca de volta na taxa de luxo da NBA, devendo US$ 4,75 milhões ao escritório da liga, quantia excedente ao teto de sua folha salarial.
Se tivesse ficado mais um ano com Iverson e não renovasse seu contrato, o Nuggets simplesmente liberaria seu salário de sua conta e teria grana para investir em free agents agora e no já aguardado “verão de 2010″, quando os destaques da classe de 2003 do draft - LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh - estarão de passe livre. Agora, será o Pistons que terá este espaço - e ainda mais, já que o contrato de Rasheed Wallace também expira neste ano e, pelo histórico de Joe Dumars com astros em fim de carreira, está claro que nem ele, nem Iverson terão ofertas gordas e longas para ficar. Com um núcleo jovem promissor, que inclui Tayshaun Prince, Rodney Stuckey, Jason Maxiell, Arron Afflalo e Amir Johnson, mais Richard Hamilton como o veterano restante, Detroit tem todas as condições para atrair free agents de peso para sua linha de frente, maior deficiência da equipe nos últimos anos. Em vez de cair e reconstruir, o Pistons provavelmente se manterá entre a elite do Leste e da liga por mais muito tempo.
E Iverson é sim um reforço excelente para o Pistons. Este, sim, é um time que pode ter um jogador monopolizando a jogada e se infiltrando na defesa, atraindo marcações múltiplas, já que o Detroit tem bons arremessadores em todas as posições, que podem ficar esperando a bola passada para fora pra chutar. Na defesa, Iverson é do tipo que arrisca, mas o resto do time é disciplinado para consertar estas falhas. Além disso, Wallace é um dos defensores mais ativos e comunicadores da liga, orientando seus companheiros para tudo o que acontece em quadra. Ele vai ajudar muito a defesa de A.I. E vocês me conhecem, eu sou torcedor do Detroit mesmo… Estou animado. Eu adorava o Chauncey, era um dos meus jogadores favoritos, e como eu comentei com um colega de Detroit, é estranho ver o time com um mega-astro novamente. Nosso último superstar foi Grant Hill, que jamais passou da primeira rodada. Mas, como dizem na comunidade brasileira do Pistons no orkut, “se Joe D fez, eu ponho minha mão no fogo que vai dar certo”!
RANKING DE FORÇAS BASKETBRASIL
posição - time - posição anterior - campanha
1. Boston Celtics (1) 4v-1d
2. Los Angeles Lakers (2) 4v-0d
3. New Orleans Hornets (3) 3v-1d
4. Utah Jazz (8) 4v-0d
5. Houston Rockets (4) 3v-2d
6. Phoenix Suns (5) 4v-1d
7. Detroit Pistons (6) 4v-0d
8. Atlanta Hawks (15) 3v-0d
9. Toronto Raptors (11) 3v-1d
10. Cleveland Cavaliers (7) 3v-2d
11. Orlando Magic (12) 3v-2d
12. Dallas Mavericks (10) 2v-2d
13. San Antonio Spurs (9) 1v-3d
14. Portland Trail Blazers (16) 2v-3d
15. Philadelphia 76ers (14) 2v-4d
16. Denver Nuggets (13) 1v-3d
17. Milwaukee Bucks (25) 3v-2d
18. Indiana Pacers (24) 1v-2d
19. Miami Heat (21) 2v-2d
20. Memphis Grizzlies (28) 2v-3d
21. Chicago Bulls (20) 2v-3d
22. Golden State Warriors (17) 2v-3d
23. Washington Wizards (19) 0v-3d
24. New York Knicks (23) 2v-2d
25. Minnesota Timberwolves (29) 1v-3d
26. New Jersey Nets (22) 1v-2d
27. Sacramento Kings (26) 1v-4d
28. Charlotte Bobcats (27) 1v-3d
29. Los Angeles Clippers (18) 0v-5d
30. Oklahoma City Thunder (30) 1v-3d
Só pensando alto
Não sei quantos leitores tenho, nem quantos destes leitores são do Rio de Janeiro, e deste seleto grupo de leitores residentes da Cidade Maravilhosa, não sei nem se algum deles está freqüentando os jogos do Campeonato Carioca deste ano (provavelmente nenhum, já que o público do Carioca tem sido de dirigentes dos clubes, familiares de jogadores e meia dúzia de gatos pingados das torcidas organizadas do Flamengo). Mesmo assim, pergunto, para alguma viv’alma que por acaso tenha conferido alguma rodada: sou só eu, ou o Nilson, armador do Iguaçu, lembra o Baron Davis de rosto?? E por mais bizarro que isto seja, o Nilo, que eu não tenho certeza se é irmão do Nilson ou é apenas parecido, lembra o Tim Thomas! OK, eu posso estar só viajando. Não consegui tirar uma foto dos dois no último jogo, vou ver se consigo postar depois para vocês verem.
Após adquirir o astro Allen Iverson através de uma troca, vários rumores envolvendo o Detroit Pistons foram veiculados. A imprensa norte-americana começou a enxurrada de especulações assim que a grande negociação entre a franquia de Michigan e o Denver Nuggets foi confirmada. Para quem não viu, o Pistons mandou o armador Chauncey Billups e os alas-pivô Antonio McDyess e Cheik Samb para o Nuggets, que, por sua vez, liberou Iverson.
Alguns disseram que foi o início de uma reformulação no Pistons, outros afirmaram que a equipe está se “preparando” para a grande offseason de 2010, quando vários jovens astros terão o passe livre. Alguns cronistas chegaram a apontar que o principal alvo da diretoria do Pistons é o ala-pivô Chris Bosh, que atualmente defende o Toronto Raptors.
Bosh tem apenas 22 anos, mas já é um dos principais jogadores de garrafão na NBA. Assim como os visados LeBron James, Kobe Bryant e Dwyane Wade, Bosh também terá o passe livre em 2010. Para algumas fontes, sim aquelas anônimas e que lêem as mentes dos dirigentes, Dumars optaria por Bosh justamente por ele não ser tão “visado” quanto os jogadores acima citados.
Como toda fofoca, ela chegou rapidamente em Toronto. Ao ouvir a notícia, o técnico do Raptors Sam Mitchell riu e classificou as especulações como ‘estúpidas’: “É exatamente disso que nós precisamos no mundo, mais estupidez!”, disparou Mitchell. “Como não há notícia mais interessante para se publicar, vocês (jornalistas) precisam disso (publicar estupidez)”, finalizou o treinador.
Bosh preferiu não comentar sobre o assunto: “Eu apenas quero jogar, não estou preocupado com isso. Daqui a dois anos eu discutirei isso com vocês”, declarou o ala-pivô que tem médias de 26.0 pontos, 10.8 rebotes e 3.0 assistências por jogo na temporada 2008/09.
Entretanto, Bosh não é o único alvo do Pistons. Outra estrela que teve seu nome ligado à franquia de Michigan foi o ala-pivô Carlos Boozer, do Utah Jazz. Como todos sabem, Boozer será agente livre restrito no período de férias da Liga de 2009. De acordo com o site norte-americano Hoopsworld.com, o ala-pivô desperta interesse do time e a troca realizada na última segunda-feira pode ser o indício disso. O contrato de Allen Iverson, que gira em torno de $21 milhões de dólares, tem duração de apenas um ano e o Pistons pretende abrir sua folha salarial para contratar um agente livre cobiçado.
Quem adoraria essa contratação seria o Denver Nuggets. Isso porque, sem Boozer o Jazz ficaria mais vulnerável e o Nuggets, rival de divisão do time de Utah, teria mais “facilidade”. Além disso, o ala-pivô é um conhecido por ser um dos maiores carrascos do Denver, já que tem médias de 25 pontos e 10 rebotes sempre que enfrenta a equipe do brasileiro Nenê.
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