November 21, 2008

Sérgio Macarrão, “prato cheio” de histórias do basquete brasileiro, dá entrevista ao BasketBrasil

Filed under: CAPA, Destaque da Semana, Entrevistas — Tags: , , , — Adriano Albuquerque @ 2:46 pm

Quem vê o “dublê de Papai Noel” andando por Cabo Frio vestindo a camisa do Fluminense dificilmente imagina que se trata de um dos maiores jogadores da história do basquete carioca e brasileiro. Sérgio Macarrão, único medalhista olímpico da história do Botafogo de Futebol e Regatas, vice-campeão mundial com a Seleção Brasileira e ex-jogador de todos os quatro grandes do Rio de Janeiro, hoje é um vovô-garoto de 63 anos, coordenador técnico do time do Cabo Frio/Sika, semifinalista do Campeonato Carioca Adulto de Basquete e um dos responsáveis pelo projeto que vem transformando o basquetebol em uma das atrações da garotada da cidade, saindo das sombras do futsal, esporte soberano na cidade litorânea do estado. (more…)

November 12, 2008

Coluna PR: Seleção Brasileira precisa de uma central de relacionamento estilo Obama

Caros leitores do Basketbrasil e do Show das Quadras.com.br, fui convidado na semana passada a escrever uma coluna semanal de basquete no novo jornal da Placar que já está circulando em São Paulo, e com grande alegria aceitei colaborar com este novo projeto a pedido dos colegas ex-LANCE! Fernando Poffo e André Rizek, torcendo pelo sucesso da empreitada que abriu mais este espaço para nossa modalidade na imprensa esportiva brasileira. O espaço é pequeno, portanto tivemos de editar bastante o texto inaugural, que pode ser conferido no site www.placar.com.br

O objetivo da coluna é falar do basquete para um público não muito especializado, que acompanha mais futebol na verdade, porém tem um potencial de aprender a gostar mais da modalidade da bola laranja, que já foi o segundo esporte do Brasil e agora está tão esquecida na mídia.

Mas para os fãs do Basketbrasil, resolvi republicar hoje o texto na íntegra, marcando o retorno da minha coluna semanal “De Chuá” a ser publicada às quartas-feiras, nosso webmaster ainda vai criar um espaço específico para esta nova peça, mas pela foto espero que vocês já tenham ficado curiosos: o que tem a ver o Barack Obama com a Seleção Brasileira? Leia o texto e se quiser mande seus pitacos pelo e-mail praraujo@hotmail.com ou redacao@basketbrasil.com.br, nossa área de comentários ainda está pendente de revisão técnica.

Título da coluna: Seleção Brasileira precisa de uma central de relacionamento

A imagem mais marcante que vi de um basqueteiro americano na semana não veio de um clipe de melhores jogadas da NBA ou das recentes boas atuações dos três brasileiros na liga americana. A cena de TV que mais me surpreendeu foi a do “jogador de fim-de-semana” e agora primeiro presidente negro dos EUA, Barack Obama, telefonando ele mesmo para eleitores indecisos no dia da eleição.

Naquela hora, lembrei que a convocação para a Seleção Brasileira com novo comando em pleno ano olímpico foi feita de forma impessoal, pela internet, divulgada para a imprensa antes de o técnico Moncho Monsalve sequer ter conversado com Leandrinho, Anderson Varejão e Nenê. Pelo menos para saber o mínimo por telefone: como eles estavam fisicamente, a posição oficial de suas equipes sobre a liberação ou seguro, se tinham algo contra um estrangeiro no comando, se assumiriam mesmo o compromisso de evitar a ausência do basquete masculino brasileiro pela terceira Olimpíada consecutiva.

Entre outros erros, a CBB falhou na sua função de central de relacionamento, e deu no que deu: debandada geral de jogadores com lesões atestadas pelos médicos dos clubes, fracasso no Pré-Olímpico, e o trio brasileiro da NBA (até Nenê em tratamento pós-câncer) acabou sendo crucificado aos quatro ventos pelo ídolo passional Oscar, o tipo de desabafo que não leva a nada e gera mais desunião no que já é desunido.

A derrota em Atenas deixou claro que a Seleção não tem opções de talento para abrir mão de seus grandes nomes internacionais. Reunir todos eles é só o primeiro passo, e ajudaria bastante se houvesse esse acompanhamento mais atento de suas carreiras, não apenas uma vez por ano na época da competição. Além disso, Moncho teria de vender aos comandados seu conceito europeu de basquete mais coletivo, cadenciado, com mais defesa e menos arremessos forçados. Bastaria um telefonema diplomático no estilo Obama, não uma ameaça de corte assim que Leandrinho anunciou na TV o problema no joelho semanas antes da apresentação.

Mas no Brasil, infelizmente, o jeito sargentão para os técnicos ainda é mais bem visto que o estilo “administrador de egos” personificado pelo “Mestre-Zen” Phil Jackson no Los Angeles Lakers. Um resultado internacional expressivo para reerguer a Seleção não será obra de um “salvador da pátria”, nenhum dos destaques desta nova geração é capaz de carregar um time nas costas no nível mais alto, mas com tantos talentos individuais valorizados nos seus times na Europa e nos EUA, o Brasil tem plenas condições de formar um grupo forte no próximo ciclo olímpico. Falta alguém com perfil agregador para unir os 12 melhores nomes possíveis, acima de vaidades ou divergências pessoais.

Não é uma questão de privilégios para esse ou aquele jogador, mas de respeito e proximidade com qualquer atleta convocável, afinal são eles que no final das contas vão resolver as coisas dentro da quadra. O sistema de jogo iniciado por Moncho até pareceu promissor, mas os “jogadores-eleitores” precisam comprar o projeto, é a arte do convencimento, um bom plano contra um estado de crise.

Se o país mais rico do mundo pôde superar seu histórico racista e eleger um negro presidente, com uma boa dose de marketing pessoal, ainda acredito que a Seleção possa começar a reverter suas mazelas tratando seus jogadores com mais consideração. Já temos poucos candidatos a ídolos no basquete brasileiro hoje, e ainda atiramos pedras nos que são vitrines, com certeza não é o melhor caminho.

Paulo Roberto Araujo Filho
Editor e redator Basketbrasil

November 7, 2008

Técnico da Seleção Brasileira feminina Paulo Bassul procura clube para trabalhar

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 8:00 pm

Técnico da seleção brasileira feminina não é exclusivo e está sem receber salários da Confederação brasileira de Basquete

GLOBOESPORTE.COM
 Rio de Janeiro

Paulo Bassul diz que seu problema é mais profissional que financeiro. Como a Seleção Brasileira feminina de basquete está sem jogar desde a eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, o técnico Paulo Bassul parou de receber salários da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Agora, como Ourinhos perdeu a final do Campeonato Paulista para o Catanduva, Bassul passou a procurar emprego, pois foi demitido.

Na Seleção ele só voltará a trabalhar em agosto de 2009, quando a equipe vai se preparar para a Copa América. Bassul tem contrato com a CBB até o Mundial de 2010, mas precisa de um emprego logo.

“Não sou exclusivo da seleção. Até a época dos compromissos não recebo. Por isso, a discussão é descabida. Fico no aguardo de uma possibilidade. Não recebi proposta. Estou há quase dois meses nesta situação. Precisamos de mais investimento para novas equipes. O mercado é restrito. Vou tocando minha vida. Minha esposa trabalha, e então o maior problema é o profissional, não o financeiro”, afirma o técnico ao jornal “O Globo”.

Link para matéria com foto: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL853140-15060,00.html

November 4, 2008

Seleção Brasileira Sub-15 feminina faz primeiros treinos no Paraguai para Sul-Americano

Filed under: Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 5:05 pm

A Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete treinou no ginásio do Olímpia, em Assunção, onde serão disputadas as partidas do 15º Campeonato Sul-Americano da categoria. A equipe chegou ao Paraguai segunda-feira à noite e está hospedada no Hotel City. O Brasil estréia contra o Equador nesta sexta-feira, às 20h (de Brasília). As brasileiras enfrentarão ainda na primeira fase a Bolívia (sábado), o Chile (domingo), o Paraguai (segunda) e a Argentina (terça). O Sul-Americano classifica os três primeiros colocados para a Copa América Pré-Mundial de 2009, em Mendoza, na Argentina.

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as seleções jogam entre si. As quatro primeiras colocadas disputam a semifinal no sistema de cruzamento olímpico (1º x 4º e 2º x 3º). Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.

Para o técnico César Guidetti, chegar em Assunção cinco dias antes da estréia foi ótimo para a jovem equipe brasileira.

“Chegar no local da competição com antecedência permite ao grupo treinar, jogar e se adaptar bem ao país e à quadra de jogo. Isso ajuda também a diminuir a ansiedade das atletas, que estão estreando em competições oficiais”, disse o treinador.

Guidetti está confiante na qualidade técnica da equipe, que busca o título da competição.

“A expectativa é a melhor possível. É uma geração muito boa que está nascendo para o basquete nacional. O grupo está tranqüilo, treinando com dedicação e seriedade. Queremos o título e vamos lutar com garra para manter a hegemonia do continente”, concluiu César.

SELEÇÃO SUB-15 FEMININA

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE

4. Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
5. Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)
6. Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
7. Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
8. Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
9. Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
10. Maria Cláudia Teixeira – Ala/Pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
11. Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
12. Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
13. Raquel Dudzevich – Pivô – 1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
14. Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
15. Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Técnico: César Guidetti
Assistente técnico: Vânia Paulette
Médico: Dr. Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira

TABELA DO SUL-AMERICANO

Primeira rodada – Sexta-feira (dia 7 de novembro)

Argentina x Chile (18h), Brasil x Equador (20h) e Paraguai x Bolívia (22h)

Segunda rodada – Sábado (dia 8 de novembro)

Bolívia x Brasil (18h), Equador x Argentina (20) e Chile x Paraguai (22h)

Terceira rodada – Domingo (dia 9 de novembro)

Bolívia x Equador (18h), Brasil x Chile (20h) e Paraguai x Argentina (22h)

Quarta rodada – Segunda-feira (dia 10 de novembro)

Argentina x Bolívia (18h), Equador x Chile (20h) e Brasil x Paraguai (22h)

Quinta rodada – Terça-feira (dia 11 de novembro)

Chile x Bolívia (18h), Argentina x Brasil (20h) e Paraguai x Equador (22h)

Quarta-feira (dia 12 de novembro)

Disputa de 5º e 6º lugar (18h)

Fase semifinal

1º x 4º (20h) e 2º x 3º (22h)

Quinta-feira (dia 13 de novembro)

20h – Disputa da medalha de bronze
22h – Disputa da medalha de ouro

OBS: Horários de Brasília (O Paraguai está uma hora atrás).

ATENÇÃO: Em Assunção, a delegação brasileira está hospedada no Hotel City. Tel: 00-XX-59521-491497.

(CBB)

October 29, 2008

César Guidetti define 12 jogadoras da Seleção Brasileira para Sul-Americano Sub-15 no Paraguai

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 7:12 pm

O técnico César Guidetti definiu o grupo das doze jogadoras da Seleção Brasileira para o 15º Campeonato Sul-Americano Sub-15 feminino, que será disputado de 7 a 13 de novembro, em Assunção, no Paraguai: Thuany Pinto e Érika Leite (armadoras); Bruna Werberich e Drielli Nascimento (alas-armadoras); Natália Saar (alas); Maria Cláudia Teixeira e Ana Jéssica (alas-pivôs); Thamara Freitas, Martha Imoniana, Raquel Dudzevich, Júlia Alves e Sheila Nunes (pivôs).

A carioca Thamara Freitas é a jogadora mais alta do grupo, com 1,87m. A pivô, que joga na equipe da Mangueira/Petrobras, está animada e ansiosa com tanta novidade. Além de ser sua estréia na Seleção Brasileira, Thamara, de 14 anos, viajará para o exterior pela primeira vez.

“Estou um pouco nervosa ainda e muito feliz por estar entre as doze. Ao mesmo tempo fiquei triste pelas colegas, que me apeguei e agora foram cortadas. É tudo novo para mim, mas me considero pronta para esses novos desafios. Essa é a primeira vez que represento a Seleção Brasileira e que viajo para fora do país. No início treinávamos mais individualmente e depois que ficamos em doze, estamos mais fortes, unidas e preparadas. Será uma competição um pouco dura em que jogaremos contra meninas mais velhas. Isso não será um problema e acredito que teremos sucesso no Sul-Americano com bom resultado na final”, disse Thamara.

A pivô Sheila Nunes não esconde a felicidade de ter ficado entre as doze que vão ao Sul-Americano. Para a paulista, que atua no Finasa/Osasco, garra e determinação não vão faltar à jovem equipe brasileira.

“Eu me sinto muito bem por estar representando pela primeira vez a Seleção Brasileira. Isso é positivo para mim. Eu e as meninas nos tornamos muito amigas. Fiquei feliz e triste por conta dos cortes, mas é inevitável. Teremos adversários difíceis pela frente, como a Argentina. Mas formamos uma equipe que tem garra, está bastante focada no campeonato e que, com certeza, vai representar muito bem o Brasil no Sul-Americano”, explicou Sheila, de 1,79m e 14 anos.

A Seleção Brasileira segue treinando até sexta-feira de manhã no Ginásio do Colégio Salesiano, em Itajaí (SC), em dois períodos: 9h30min às 12h e 18h às 20h30min. O embarque para o Paraguai está marcado para a próxima segunda-feira (dia 3).

SELEÇÃO SUB-15 FEMININA

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE

Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Maria Cláudia Teixeira – Ala/Pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patrício
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Gustavo
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira

(CBB)

October 28, 2008

Paranaense Natália Saar vai defender o Brasil no Sul-Americano Sub-15 no Paraguai

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , , — basketbrasil @ 2:41 pm

A Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete está na reta final de preparação para o 15º Campeonato Sul-Americano, que começa no dia 7 de novembro, em Assunção, no Paraguai. A ala Natália Stéphanie Leme Saar é uma das atletas que está sob o comando do técnico César Guidetti, treinando no Ginásio do Colégio Salesiano, em Itajaí (SC), em dois períodos: 9h30min às 12h e 18h às 20h30min. Natural de Arapongas, no Paraná, Natália se divide entre os estudos e a prática esportiva.

“É um pouco difícil conciliar as duas coisas, mas sempre consigo dar um jeitinho. Os professores estão acostumados e tem sempre um trabalho extra para compensar as faltas. O colégio se movimenta para ajudar os atletas, o que facilita bastante para nós. Afinal, também é importante para eles ter um estudante se destacando no seu esporte no cenário nacional”, disse Natália.

Todo atleta sonha em fazer a última cesta do jogo e garantir a vitória do seu time. Natália, que defende o São José dos Pinhais (PR), já teve seu momento de glória na fase final do Campeonato Paranaense, no ano passado, realizado na cidade de Toledo.

“Nós perdemos para o time de Ponta Grossa o ano inteiro e quando chegou na semifinal da competição quem era o adversário? Ponta Grossa. A partida estava foi muito disputada e no último segundo, quando o placar estava empatado em 50 a 50, eu fiz a cesta e o jogo acabou. Fomos para a final e ganhamos o Campeonato”, lembra. 

Treinar ao lado das adversárias do Campeonato Brasileiro foi um desafio no início. Depois de algum tempo, a rivalidade entre os estados virou uma grande amizade.

“Os treinos são excelentes, todos os técnicos são muito bons. O treinamento não é diferente do que eu estou acostumada, mas a gente está sempre aprendendo alguma coisa. O clima está muito bom. Eu não gostava das meninas de São Paulo, porque ganharam de mim no Brasileiro de Porto Alegre. Mas dividindo quarto com duas delas e convivendo com todas no dia-a-dia, pude conhecer melhor cada uma e fazer amizades que pretendo guardar para sempre.”

O técnico César Guidetti só tem elogios à jogadora.

“A Natália é uma jogadora muito ágil, que tem como ponto forte o jump. Ela tem muita visão de jogo, está sempre atenta tanto na defesa como no ataque. É uma atleta boa de grupo e sempre de alto astral. Apesar de ser um ano mais nova que a categoria, a Natália é uma ala com muita técnica e habilidade para conduzir a bola, podendo até fazer a posição um numa emergência.”

AS CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE – CLUBE

Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Maria Cláudia Teixeira – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – APAB/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patrício
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Gustavo
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira

(CBB)

October 20, 2008

Rivais nos clubes são companheiras na Seleção Brasileira Sub-15 que treina para o Sul-Americano

Filed under: América Latina, Internacional, Seleções — Tags: , , , , — basketbrasil @ 8:04 pm

A disputa pelo título sempre traz muita rivalidade entre os times. Quando a bola sobe, as jogadoras só pensam em derrotar a equipe adversária. No Campeonato Paulista de 2008, Cibele Roberto, Drielle Nascimento, Estela Gregório, Érika Leite e Priscilla Bernardes duelam em quadra para serem campeãs. A rivalidade é grande quase o ano inteiro, mas tem um momento em que elas passam a bola para a adversária fazer a cesta. É quando chega a hora de defender a seleção paulista ou brasileira. As diferenças ficam no clube e quando elas vestem o mesmo uniforme, o pensamento é um só: representar bem seu estado e seu país.

Fã do estilo de jogo da armadora Adrianinha, Drielle Nascimento não esperava ser convocada para a Seleção Brasileira. Atuando pelo Apab/Barretos, que é o segundo colocado no Paulista, a ala-armadora de 1,60m está adorando as novas amizades.

“Não fui bem no Brasileiro, ajudei meu time, mas achei que poderia ter dado mais de mim. Por isso, fiquei surpresa quando vi meu nome na lista de convocadas. Estou adorando estar com a seleção e com as outras meninas. Nós nos conhecemos dos clubes e jogar juntas está sendo uma boa experiência. Aqui não tem time, estamos juntas para representar bem o Brasil. Estávamos no Brasileiro, defendendo a seleção paulista, quando começamos a ter mais amizade uma com a outra. E como ainda não voltamos para o clube, chegamos de Porto Alegre e nos apresentamos na seleção, quero ver quando voltarmos a ser adversárias. Com certeza, vai ser muito interessante”, disse Drielle.

A ala Estela Gregório tem 1,77m e defende o São José Heat Craft, que está na sétima colocação no Paulista. A jogadora encara a experiência de atuar ao lado das adversárias com bom humor.

“É estranho e legal ao mesmo tempo. A gente não se conhecia muito bem e agora temos a oportunidade de sermos mais amigas uma das outras. Quando nos encontrarmos nos próximos jogos, vamos poder conversar mais, contar as novidades. É uma experiência muito boa, porque agora a gente sabe mais sobre a pessoa, não fica só aquele clima de rivalidade de clube.”

Terceiro colocado no Estadual, o Finasa/Osasco conta com o talento da ala Priscilla Bernardes. A rivalidade ficou em São Paulo, para quando as atletas voltarem a defender seus clubes.

“Como jogamos juntas na seleção paulista já estamos bem amigas. É como se fosse outro time e está até fácil jogar com elas. A gente deixa a rivalidade de lado e joga em conjunto, buscando sempre ajudar a companheira de equipe. O clima é muito tranqüilo, a gente conversa bastante, troca idéia. Estou gostando muito de estar aqui.”

Pelo Unimed/Americana joga Erika Leite. A armadora de 1,72m deixou a rivalidade de lado quando se apresentou na seleção paulista e agora, com a camisa do Brasil, é se unir cada vez mais para alcançar os objetivos.

“Estou gostando dos treinos, dos técnicos e, principalmente, da convivência com as meninas. Conheci melhor as jogadoras dos outros estados e estou mantendo as amizades que fiz no Brasileiro com as atletas de São Paulo. A rivalidade ficou de lado faz tempo, quando chegamos na seleção paulista. Precisávamos nos unir para conquistar o título e foi o que fizemos. Aqui não será diferente, ainda mais com a responsabilidade de representar bem o nosso país. Mas assim que chegarmos nos clubes, voltaremos a ser rivais. Mas só dentro de quadra, porque fora continuaremos muito amigas.”

Em São Paulo, Cibele Roberto briga para manter seu time na liderança do Campeonato. A ala-armadora joga pelo Centro Olímpico e pretende manter a amizade com as adversárias de quadra.

“Estou no quarto com a Natália, que é do Paraná, e com a Sheila, que é uma adversária forte na briga pelo título. Mas a rivalidade é só dentro de quadra. Do lado de fora nos mantemos sempre unidas, cultivando a amizade. Não estava com a seleção paulista, mas já conhecia algumas das meninas. E na seleção, procuramos ajudar umas as outras, afinal o nosso país está acima de tudo.”

A seleção brasileira está treinando em dois períodos (10/12h e 19h/21h) no Colégio Salesiano, em Itajaí, Santa Catarina. A fase de preparação vai até o dia 31 deste mês. O grupo se prepara para o 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai. A delegação está hospedada no Grande Hotel Itajaí (47) 3348.2179.

AS CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE
Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Alana Arias – Pivô – 1,85m – 14 anos – Colégio Farroupilha (RS)
Letícia Lisboa – Pivô – 1,84m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)
Karine Marroni – Pivô – 1,82m – 15 anos – Colégio Sinodal (RS)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Helena Bastos – Pivô – 1,81m – 15 anos – EC Cabo Branco (PB)
Maria Cláudia Teixeira – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sports (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Gessica Galli – Ala – 1,78m – 15 anos – Prefeitura Laguna Carapã (MS)
Joice Coelho – Ala – 1,78m – 15 anos – Abasca (RJ)
Camile Valença – Ala-pivô – 1,78m –15 anos – Potiguar Marista (RN)
Estela Gregório – Ala – 1,77m – 14 anos – São José Heat Craft (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Isabela Macedo – Ala-pivô – 1,75m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
Cibele Roberto – Ala-armadora – 1,72m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Klaudia Kalinin – Armadora – 1,69m – 14 anos – CFE Janeth (SP)
Priscilla Bernardes – Ala – 1,69m – 15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Caroline Flak – Armadora – 1,65m – 14 anos – Ponta Grossa (PR)
Rafaele Pereira – Ala-armadora – 1,65m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patrício
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Gustavo
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira.

(CBB/ELETROBRÁS)

Ala da Seleção Guilherme Giovannoni ataca de torcedor do Milan no San Siro

Filed under: Europa, Internacional — Tags: , , , , , — basketbrasil @ 5:45 pm

Guilherme Giovannoni acompanha triunfo rossonero sobre o Sampdoria

GLOBOESPORTE.COM
 
Para comemorar em grande estilo o bom resultado no Campeonato Italiano de Basquete 2008/2009, quando o Virtus La Fortezza derrotou a forte equipe do Armani Jeans Milano, fora de casa, por 70 a 68, Guilherme Giovannoni, ao lado da esposa Gabriela, acompanhou a vitória do Milan sobre o Sampdoria, por 3 a 0, no último domingo, no estádio San Siro, em Milão.

“O Ronaldinho Gaúcho conseguiu uma excelente atuação, marcando dois gols, e sendo decisivo para o resultado positivo do Milan. Comemoramos o nosso sucesso no basquete em grande estilo, assistindo a um belo jogo de futebol”, elogiou Giovannoni.

Veja a foto do casal em
 http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/italiano/0,,MUL805301-9848,00.html

October 19, 2008

Janeth, Êga, Érika e Iziane inspiram nova geração da Seleção Brasileira Sub-15

Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Maranhão são estados brasileiros mundialmente conhecidos por suas peculiaridades, festas típicas e belezas naturais. Mas não pára por aí. Nos esportes, os quatro estados são fontes de grandes jogadoras de basquete, que inspiram ou inspiraram crianças a seguirem seus passos na modalidade. Prova disso é a Seleção Brasileira Sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás.

Um dos nomes mais importantes do basquete feminino do planeta, a paulista Janeth Arcain tem no currículo um título mundial e duas medalhas olímpicas (prata e bronze). A ala deixou as quadras após o Pan-Americano do Rio, em 2007, e hoje se dedica à formação de novos talentos para o basquete brasileiro. Um deles é a armadora Klaudia Kalinin, de 14 anos e 1,69m.

“Meu irmão jogava basquete e resolvi ir também, porque eu gostava bastante do esporte. Comecei na escola e depois fui para o centro da Janeth. Ela está sempre lá com a gente e é uma inspiração para continuarmos a treinar forte. Estar na seleção é uma grande oportunidade. Estou gostando muito dos treinos e espero aprender bastante para evoluir como jogadora”, diz Klaudia.

A pivô Érika Cristina de Souza nasceu no Rio de Janeiro. É vice-campeã mundial Sub-21, campeã sul-americana adulta, juvenil e cadete pela Seleção Brasileira. Já jogou na Espanha, Hungria e na WNBA, onde conquistou o título de 2002 pelos Los Angeles Sparks. Érika começou a arremessar as primeiras bolas na Mangueira, no mesmo lugar onde jogam Thamara Freitas e Isabela Macedo, que começam a seguir os mesmos passos da pivô carioca.

“Estou muito feliz com a oportunidade de estar na seleção e mais ainda por ter a companhia da Isabela. Os treinos são fortes e estamos aprendendo muito. As outras meninas são muito legais também e já estamos bem entrosadas. Nós nos conhecemos no Brasileiro e no início dos treinos aqui ainda estávamos um pouco tímidas. Aos poucos estamos nos soltando e nos conhecendo melhor”, disse a pivô Thamara.

“Nós nos conhecemos no Fluminense e agora estamos na Mangueira. Defendemos a seleção carioca e agora chegamos na brasileira. Considero a Thamara uma irmã. Estamos sempre juntas, dentro e fora da quadra. Fico contente em dividir essa grande chance de estar na seleção do Brasil com ela. Para nós que queremos seguir a carreira no basquete, a convocação é um grande passo. Não conheço muito a Érika como jogadora ou pessoa, mesmo assim admiro a determinação de correr atrás dos seus sonhos”, comentou a ala-pivô Isabela.

A cidade paranaense de Medianeira tem menos de 40 mil habitantes e foi lá que nasceram dois talentos do basquete brasileiro. A veterana pivô Êga já conquistou cinco títulos sul-americanos e duas medalhas pan-americanas, uma de prata e uma de bronze, pela Seleção Brasileira. A novata Bruna Werberich vestiu a camisa verde e amarela pela primeira vez no dia 13 de outubro e espera a chance de defender o Brasil no Sul-Americano Sub-15 do Paraguai.

“Eu não gostava de basquete, mas sempre acharam que eu tinha altura para jogar. Quando eu parei de crescer, não desisti de praticar e tento compensar a baixa estatura com velocidade e outras características. Acho a Êga uma boa jogadora e espero chegar onde ela chegou. Acho que ser convocada já é um passo à frente. Os próximos dependem apenas de mim. Tenho sempre que dar o meu melhor em quadra para alcançar meus objetivos”, explicou a ala-armadora de 1,70m.

O time maranhense Beto Sports já revelou um talento para o basquete. A ala Iziane é de São Luís e com o sotaque carregado sempre fala com orgulho da cidade onde nasceu. E o Maranhão não parou por aí. Mais uma promessa chega à Seleção Brasileira. A ala-pivô Maria Claudia Teixeira foi a revelação do 17º Brasileiro Sub-15 de Porto Alegre e despertou o interesse do técnico César Guidetti, que a convocou para a Seleção Brasileira Sub-15.

“Minha família toda já jogou basquete e segui o mesmo caminho. E sendo do Maranhão, não tem como não conhecer a Iziane. Gosto muito do estilo dela e até me inspiro nela algumas vezes. Ela chegou na Seleção Brasileira, o que é o sonho de qualquer atleta. E eu não sou diferente. Fiquei muito feliz com a minha convocação e estou gostando muito dos treinos. Vou fazer o meu melhor para permanecer no grupo que viaja para o Paraguai”.

A Seleção Brasileira está treinando em dois períodos (10/12h e 19h/21h) no Colégio Salesiano, em Itajaí, Santa Catarina. A fase de preparação vai até o dia 31 deste mês. O grupo se prepara para o 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai. A delegação está hospedada no Grande Hotel Itajaí (47) 3348-2179.

AS CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE

Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Alana Arias – Pivô – 1,85m – 14 anos – Colégio Farroupilha (RS)
Letícia Lisboa – Pivô – 1,84m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)
Karine Marroni – Pivô – 1,82m – 15 anos – Colégio Sinodal (RS)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Helena Bastos – Pivô – 1,81m – 15 anos – EC Cabo Branco (PB)
Maria Cláudia Teixeira – Ala/Pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sports (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Gessica Galli – Ala – 1,78m – 15 anos – Prefeitura Laguna Carapã (MS)
Joice Coelho – Ala – 1,78m – 15 anos – Abasca (RJ)
Camile Valença – Ala-pivô – 1,78m –15 anos – Potiguar Marista (RN)
Estela Gregório – Ala – 1,77m – 14 anos – São José Heat Craft (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala/Pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Isabela Macedo – Ala-pivô – 1,75m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Unimed/Americana (SP)
Cibele Roberto – Ala-armadora – 1,72m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Klaudia Kalinin – Armadora – 1,69m – 14 anos – CFE Janeth (SP)
Priscilla Bernardes – Ala – 1,69m – 15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Caroline Flak – Armadora – 1,65m – 14 anos – Ponta Grossa (PR)
Rafaele Pereira – Ala-armadora – 1,65m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patrício
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Gustavo
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira

(CBB/ELETROBRÁS)

October 15, 2008

Seleção Brasileira Sub-15 feminina treina em Itajaí com jogadoras vindas de oito estados

Filed under: Basquete Feminino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 8:20 pm

Atletas do Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo jogam lado a lado, defendendo o verde e amarelo da Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete, treinada por César Guidetti. Na hora do almoço, o mesmo suco pode ser de bergamota, mexirica, mandarina ou tangerina, varia de uma atleta para outra. São vários sotaques misturados, diversas expressões cotidianas, mas quando o assunto é basquete, a linguagem é a mesma. Rivais nos Campeonatos Brasileiros há menos de duas semanas, hoje são aliadas em busca de mais um título para o Brasil.

A pivô Alana Arias nasceu em Porto Alegre em outubro de 1994. Depois de tentar vôlei, tênis, patinação e futebol, o basquete foi o único que despertou a vontade de levar o esporte a sério.

“Meus primos jogavam basquete e eles sempre me chamavam porque eu era alta. Depois que eu comecei a jogar, não quis mais parar. Meus pais viram que eu tinha potencial e minha mãe fez minha inscrição na escolinha do colégio quando eu tinha nove anos. Mesmo tendo que conciliar os estudos com os treinos, o que é difícil algumas vezes, todo o esforço vale a pena.”

O bom desempenho de Alana no 17º Campeonato Brasileiro Sub-15, realizado na capital gaúcha, lhe rendeu a convocação para integrar a equipe nacional. A gaúcha foi a reboteira da competição com a média de 12,8 rebotes por jogo (64 no total).

“A experiência no Brasileiro foi muito boa. A oportunidade de jogar contra equipes de outros estados foi importante para o meu crescimento como jogadora. São Paulo tem uma seleção muito forte e aprendi muito com elas. E, contra o Paraná, tínhamos que ganhar para classificar. Havia uma certa cobrança por causa disso, o que faz com que a gente aprenda a lidar com a pressão do dia-a-dia de qualquer atleta profissional.”

A paranaense Carolina Flak é natural de Ponta Grossa, cidade que fica a 117km de distância da capital Curitiba. Cacau, como é chamada, nem pensava em seguir carreira como jogadora de basquete. O esporte era apenas lazer, mas a convocação fez a armadora mudar de idéia.

“Eu escolhi basquete para me distrair, era apenas um lazer. Não pretendia seguir carreira, era só diversão mesmo. Mas agora que eu fui chamada para a seleção brasileira, tudo mudou. Percebi que tenho potencial para seguir em frente.”

Foram apenas três treinos com a camisa do Brasil, e Cacau já está bem adaptada e curtindo as novas amizades que fez com as jogadoras dos outros estados.

“Os treinos são fortes. No clube a gente treina uma vez por dia e aqui são dois períodos, o que exige bastante de cada jogadora. O clima é muito bom, as outras meninas são ótimas. Já fiz amizades novas, conheci melhor as meninas que foram minhas adversárias no último Brasileiro.”

Campeã paulista pelo Finasa/Osasco, Sheila Nunes é a mais brincalhona do grupo. Muito falante e sempre rindo, a pivô muda quando entra na quadra. Sheila fica séria quando pega na bola e está sempre atenta às instruções do técnico.

“É gratificante estar aqui. O trabalho do técnico César é muito bom e tenho aprendido bastante. Eu estou sempre brincando, falando besteira, mas na hora de treinar e jogar, a coisa fica mais séria. Na quadra a concentração é total no que estou fazendo. É claro que não deixo passar os momentos de descontração.”

Para quem não queria jogar basquete, Sheila foi um dos destaques do Brasileiro de Porto Alegre como segunda jogadora mais eficiente (média de 16,6 pontos por jogo) e quarta reboteira com 9,2 rebotes por partida (42 no total). Números que levaram a pivô a ser convocada para a seleção brasileira.

“Na verdade eu não escolhi o basquete, fui escolhida para jogar. Eu estava na aula de educação física do colégio e minha professora viu que eu levava jeito para o esporte. Ela me indicou para uma amiga que era técnica e comecei a treinar. Gostei e vi que era isso que queria para a minha vida.”

Do Rio Grande do Norte veio a ala-pivô Camille Valença e Silva. A jogadora ficou surpresa com a convocação e quer aproveitar a oportunidade para aprender o máximo que puder.

“Fiquei muito feliz em ser convocada para fazer parte da seleção brasileira. Não estava esperando por isso. É uma oportunidade maravilhosa estar aqui, com jogadoras de vários lugares. Os treinos são fortes e o técnico César nos passa bastante informação. É um aprendizado que vamos levar por toda a vida.”

Camille trocou a natação pelo basquete, um caminho natural a seguir, já que o pai e a irmã praticaram a modalidade.

“Eu gostava de nadar, mas sempre ia atrás da minha irmã quando ela saía para jogar basquete. E como eu adorava o esporte, comecei a praticar também. Estou feliz com a escolha que fiz.”

Um treino de handebol foi suficiente para ver que Thuanny Pinto tinha talento para o basquete. A armadora de 1,72m nasceu em Florianópolis (SC) e defende a equipe do UFC/São José.

“O meu atual técnico trabalhava na escola onde estudo, me viu jogando handebol e me chamou para treinar basquete. Gostei e fui me dedicando cada vez mais ao esporte. E agora, com a convocação, fico ainda mais motivada a seguir em frente.”

A catarinense foi a segunda cestinha do 17º Brasileiro com média de 17,6 pontos por jogo (88 no total) e a quinta melhor em roubos de bola com 3,6 em média (18 ao todo).

“Não achei que fui bem no Brasileiro. Eu poderia ter jogado mais. Não foi o meu melhor momento e, por isso, nem esperava ser chamada para a seleção. Fico feliz por fazer parte desse grupo que está treinando com o técnico César Guidetti. Está sendo uma ótima experiência não só para mim, como para todas as meninas.”

Laguna Carapã é considerada um pólo de basquete no Mato Grosso do Sul e é nessa cidade que joga a ala Géssica Galli.

“Eu comecei a jogar aos nove anos. Meu irmão jogava e eu vivia numa quadra de basquete perto da minha casa com as minhas amigas. Sempre gostei do esporte e nunca tive interesse em praticar outra modalidade.”

A rotina com a Seleção Brasileira é puxada. São dois períodos de treinos e o tempo livre é para descansar. Mas nada tira o ânimo de Géssica.

“Estou adorando essa oportunidade. O ritmo de treino é bem forte e um pouco diferente do que estou acostumada, mas aos poucos vou me adaptando. No Mato Grosso do Sul, os times são um pouco mais fracos. As jogadoras dos outros estados são mais fortes fisicamente e como joguei contra algumas meninas que estão aqui comigo no Brasileiro, já deu para sentir o que eu ia encontrar na seleção.”

Paulista de nascimento, mas o sotaque vem da Paraíba. A pivô Helena Bastos cresceu em João Pessoa, defende a seleção paraibana e agora está vestindo a camisa do Brasil no jogo que aprendeu a gostar por causa da mãe.

“Minha mãe morava em São Paulo e meu pai em Recife. Os dois foram fazer faculdade no Rio de Janeiro, onde se conheceram. Para ficar mais perto do meu pai, depois que nasci, minha mãe passou num concurso e foi trabalhar em João Pessoa, que era bem mais perto de Recife do que de São Paulo. Moramos lá desde quando eu era criança.”

Antes do basquete, Helena fez dança e a timidez a impediu de continuar. Para seguir os passos da mãe, que praticou o esporte, Helena mudou radicalmente.

“Eu tinha vergonha de me apresentar em público, por isso não ia dar certo seguir na dança. Minha mãe jogava basquete e resolvi tentar também. Gostei muito do esporte, principalmente do meu técnico Adriano Araújo, que além de me ensinar a jogar, me ensinou como ter uma vida melhor com o esporte.”

Como terceira jogadora mais eficiente (média de 15,2 pontos) e terceira cestinha com média de 17,2 (86 no total) no Brasileiro, a ala-pivô carioca Joice Coelho despertou interesse do técnico da seleção Sub-15, César Guidetti.

“Adorei ser convocada. Fiquei surpresa porque tive altos e baixos no Brasileiro, onde enfrentamos adversários fortes. Fizemos jogos duros com as outras seleções e terminamos com a medalha de bronze. Em algumas partidas fui mal, não consegui impor meu jogo, mas no geral foi uma boa experiência.”

Joice não gostava de basquete, mas se apaixonou quando entrou na quadra e arremessou a primeira bola.

“O meu professor de educação física sempre falava para jogar basquete, mas eu nunca queria porque não gostava. Um dia participei de uma aula na escolinha de Cachoeira de Macacu, onde moro, e vi que era um esporte bem legal. Comecei a gostar, fui melhorando a cada dia, participando das competições e agora fui premiada com a convocação.”

A Seleção Brasileira está treinando em dois períodos (10/12h e 19h/21h) no Colégio Salesiano, em Itajaí, Santa Catarina. A fase de preparação vai até o dia 31 deste mês. O grupo se prepara para o 15º Campeonato Sul-Americano, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai. A delegação está hospedada no Grande Hotel Itajaí (47) 3348.2179.

AS CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE

Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô –1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Alana Arias – Pivô – 1,85m – 14 anos – Colégio Farroupilha (RS)
Letícia Lisboa – Pivô – 1,84m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)
Karine Marroni – Pivô – 1,82m – 15 anos – Colégio Sinodal (RS)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Helena Bastos – Pivô – 1,81m – 15 anos – EC Cabo Branco (PB)
Maria Cláudia Teixeira – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
Sheila Nunes – Pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Gessica Galli – Ala – 1,78m – 15 anos – Prefeitura Laguna Carapã (MS)
Joice Coelho – Ala – 1,78m – 15 anos – Abasca (RJ)
Camile Valença – Ala-pivô – 1,78m –15 anos – Potiguar Marista (RN)
Estela Gregório – Ala – 1,77m – 14 anos – São José Heat Craft (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Isabela Macedo – Ala-pivô – 1,75m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Americana/Unimed (SP)
Cibele Roberto – Ala-armadora – 1,72m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Klaudia Kalinin – Armadora – 1,69m – 14 anos – CFE Janeth (SP)
Priscilla Bernardes – Ala – 1,69m – 15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Caroline Flak – Armadora – 1,65m – 14 anos – Ponta Grossa (PR)
Rafaele Pereira – Ala-armadora – 1,65m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes Técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patricio
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Eduardo Marques
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira.

(CBB/ELETROBRÁS)

October 13, 2008

Seleção Brasileira Sub-15 feminina faz primeiro treino em Itajaí visando ao Sul-Americano

As 26 atletas convocadas para a Seleção Brasileira Sub-15 feminina de basquete fizeram o primeiro treino nesta segunda-feira de manhã no ginásio do Colégio Salesiano, em Itajaí (SC). Sob o comando do técnico César Guidetti e do preparador físico Leonardo Cursino, as jogadoras foram divididas em dois grupos e se alternaram no trabalho técnico e físico. O grupo se prepara para o 15º Campeonato Sul-Americano da categoria, que será disputado de 7 a 14 de novembro, em Assunção, no Paraguai.

“O treinamento da manhã foi forte, bastante puxado. Gostei muito da parte física, em que fizemos exercícios para fortalecimento muscular. O grupo é bem legal e os técnicos são ótimos. Estou gostando muito de estar aqui, principalmente pela oportunidade de defender a seleção brasileira”, comentou a armadora Thuanny Pinto, de Santa Catarina.

“Gostei de tudo até agora, desde o uniforme até as companheiras de equipe e de quarto. O técnico César é bastante tranqüilo e tivemos um bom treino hoje de manhã. A parte física também foi muito boa. Estou muito feliz por estar aqui e vou procurar aprender o máximo que eu puder nos treinamentos”, declarou a ala-pivô Isabela Macedo.

“O clima é muito animado e já começamos em ritmo forte de treinamento. Estou acostumada com o trabalho do preparador físico Leonardo, já que somos do mesmo time, então não senti muito a parte física. Gostei bastante do treino que o técnico César deu hoje em quadra. Estou ansiosa para ver o que vamos ter pela frente”, explicou a ala-pivô Sheila Nunes, de São Paulo.

“Estou adorando fazer parte deste grupo. Treinamos com bola na quadra com o técnico César e depois fizemos um trabalho físico com o preparador físico Leonardo. Fiquei cansada, mas é normal para o primeiro dia”, disse a ala Géssica Galli, de Mato Grosso do Sul.

Nesta terça-feira, a seleção brasileira treinará em tempo integral (10h/12h e 19h/21h) no ginásio do Colégio Salesiano, em Itajaí. A delegação está hospedada no Grande Hotel Itajaí, telefone (47) 3348-2179.

AS 26 CONVOCADAS

JOGADORA – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE

Thamara Freitas – Pivô – 1,87m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Martha Imoniana – Pivô – 1,85m – 14 anos – Centro Olímpico (SP)
Raquel Dudzevich – Pivô – 1,85m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Alana Arias – Pivô – 1,85m – 14 anos – Colégio Farroupilha (RS)
Letícia Lisboa – Pivô – 1,84m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)
Karine Marroni – Pivô – 1,82m – 15 anos – Colégio Sinodal (RS)
Julia Alves – Pivô – 1,82m –15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Helena Bastos – Pivô – 1,81m – 15 anos – EC Cabo Branco (PB)
Maria Cláudia Teixeira – Ala/Pivô – 1,79m – 14 anos – Beto Sport (MA)
Sheila Nunes – Ala-pivô – 1,79m – 14 anos – Finasa/Osasco (SP)
Gessica Galli – Ala – 1,78m – 15 anos – Prefeitura Laguna Carapã (MS)
Joice Coelho – Ala – 1,78m – 15 anos – Abasca (RJ)
Camile Valença – Ala-pivô – 1,78m –15 anos – Potiguar Marista (RN)
Estela Gregório – Ala – 1,77m – 14 anos – São José Heat Craft (SP)
Ana Jéssica Pinto – Ala-pivô – 1,75m – 15 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Isabela Macedo – Ala-pivô – 1,75m – 14 anos – Mangueira/Petrobras (RJ)
Erika Leite – Armadora – 1,72m – 15 anos – Americana/Unimed (SP)
Cibele Roberto – Ala-armadora – 1,72m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Natália Saar – Ala – 1,72m – 14 anos – Prefeitura São José dos Pinhais (PR)
Thuanny Pinto – Armadora – 1,70m – 15 anos – UFC (SC)
Bruna Werberich – Ala-armadora – 1,70m – 14 anos – Colégio Alfa Medianeira (PR)
Klaudia Kalinin – Armadora – 1,69m – 14 anos – CFE Janeth (SP)
Priscilla Bernardes – Ala – 1,69m – 15 anos – Finasa/Osasco (SP)
Caroline Flak – Armadora – 1,65m – 14 anos – Ponta Grossa (PR)
Rafaele Pereira – Ala-armadora – 1,65m – 15 anos – Centro Olímpico (SP)
Drielli Nascimento – Ala-armadora – 1,60m – 15 anos – Apab/Barretos (SP)

Média de idade: 14,5 anos
Média de altura: 1,76m

COMISSÃO TÉCNICA

Supervisor: Antonio Carlos Barbosa
Administrador: José Alberto do Valle
Técnico: César Guidetti
Assistentes técnicos: Vânia Paulette, Adriano Araújo e Leonardo Peçanha
Técnicos convidados: Sílvio Zanini, Pricila Rodrigues e Júlio Cesar Patricio
Preparador físico: Leonardo Cursino
Médico: Dr. Carlos Eduardo Marques
Fisioterapeuta: Flávia Siqueira.

(CBB/ELETROBRÁS)

October 6, 2008

Oscar torce por sucesso da Liga Nacional e diz que Splitter e Alex são exemplos

Conhecido por ter sido um dos maiores cestinhas da história do basquetebol mundial, Oscar Schmidt também é famoso por falar o que pensa e não titubear em suas opiniões. No último sábado, 4, ele esteve presente no evento “Bons Tempos em Quadra”, que homenageou o ex-jogador da seleção brasileira Adilson Nascimento e ainda serviu para reviver os bons momentos do basquete nacional.

Em entrevista concedida ao BasketBrasil, o “Mão-Santa” manteve sua opinião em relação aos jogadores que não atuaram no último Pré-Olímpico, alguns alegando lesões e outros problemas pessoais, e ainda deu sugestões sobre o que deve ser feito para revitalizar a modalidade que já foi bicampeã mundial com os homens e uma vez com as mulheres, além de ter cinco medalhas olímpicas.

Para Oscar, o evento realizado em Campinas neste sábado serviu como protesto a situação atual do basquetebol nacional: “Este evento significa um protesto. Nós queremos ver os bons tempos de volta, queremos ver o Brasil novamente forte e disputando as competições mais importantes de igual para igual com todos os times. Era isso que acontecia com a nossa geração, era um tempo em que o Brasil duelava com as seleções mais fortes e representava muito bem o país, era um tempo em que dificilmente nós ficávamos de fora das Olimpíadas e nós queremos ver isso de novo”, declarou o ex-camisa 14.

Em seguida, o maior cestinha do basquetebol brasileiro deu três sugestões para melhorar a situação: “Primeiro, nós devemos massificar o basquete através das federações estaduais, nós temos 27 federações, então tem que haver escolinhas da CBB em cada uma dessas federações para que as pessoas saibam da existência de escolhinhas de basquete. Depois, os campeonatos devem ser geridos pelos clubes, sem que a CBB se intrometa nisso. E, por último, deve ser resgastado o espírito de jogar pela seleção para que não haja deserções em massa como aconteceu no último Pré-Olimpíco”.

O ex-ala revelou que torce para que a recém-criada Liga Nacional de Basquete seja bem sucedida: “É o que eu espero. Depois de tanta briga, tanta discussão parece que, finalmente, nós teremos nossos desejos atendidos, isso é bom pois mostra uma pequena evolução. Eu ficarei muito feliz se a Liga Nacional emplacar senão o meu trabalho e de outros ídolos terá sido em vão”, analisou.

Ao ser perguntado se estava arrependido das declarações que deu em rede nacional logo após a eliminação do Pré-Olímpico contra a Alemanha, Oscar disse que não se arrepende de seu desabafo e voltou a “cutucar” alguns atletas, além de elogiar Tiago Splitter e Alex, dizendo que eles são exemplos a serem seguidos.

“É preciso que os exemplos do Tiago Splitter e Alex sejam seguidos. Eles são meninos de ouro e adoraria ter garotos como eles ao meu lado. Eles se doaram pela seleção, jogaram mesmo machucados, eles são os exemplos que os jovens jogadores devem seguir. Se outros jogadores não quiserem jogar tudo bem, nós não tivemos nenhum resultados com eles mesmo, podem ficar em casa”, disparou.

Por fim, Oscar se revelou contra a permanência do espanhol Moncho Monsalve no cargo de treinador da seleção brasileira masculina: “O Moncho foi importante naquele momento (Pré-Olímpico), mas não dá. Nós temos que nos preparar para Londres e é preciso um técnico brasileiro, coloquem o Moncho para dar clínicas aqui no Brasil para que ele ensine a garotada a jogar, aí ele seria muito útil. Mas eu não concordo com a permanência dele como técnico da seleção principal”, finalizou.

September 17, 2008

Rodrigo Compri é o talento do interior paulista na Seleção Brasileira Sub-15

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , — basketbrasil @ 9:01 pm

O interior paulista continua contribuindo com bons jogadores para o basquete brasileiro. Rodrigo Compri, de 15 anos, nasceu em Mogi Guaçu, cidade de 166 mil habitantes, localizada no nordeste do Estado de São Paulo, a 172 km da capital. Rodrigo começou a jogar basquete aos nove anos, motivado por uma partida que assistiu na televisão. Até então, já havia praticado natação, como a maioria de seus colegas da Seleção Brasileira masculina Sub-15, mas foi no basquete que se sentiu realizado. Destacou-se nas categorias de base do Cerâmica, clube de sua cidade natal e, em 2007, foi eleito pela Federação Paulista o melhor atleta do interior na categoria mirim.

Na Seleção Brasileira, o armador, de 1,83m, tem consciência da responsabilidade de sua posição no jogo.

“O armador é um organizador das jogadas, um técnico dentro da quadra. É preciso entender de todas as posições, comandar o time e chamar as jogadas. Nossa equipe é muito rápida e os treinos têm privilegiado a parte tática. Mas acho que precisamos melhorar um pouco na defesa, que é onde o técnico está pegando no nosso pé”, disse Rodrigo.

Para levar adiante a carreira de atleta, Rodrigo conta com total apoio da família, principalmente do pai, que, nas horas vagas, entra em quadra para ajudar o filho no treino de arremessos. A convocação para a Seleção Brasileira Sub-15 é a realização de um sonho: “Quem não queria estar aqui?”, questiona o rapaz. Entre os ídolos no basquete, Rodrigo ressalta alguns astros da liga americana, a NBA, ao mesmo tempo em que reconhece o valor de seu técnico no TAU Cerámica.

“Dos jogadores atuais, gosto do Lebron James, do Allen Iverson e, principalmente do estilo de jogo do Jason Kidd, que é armador como eu. Admiro também o Benedito Antonialli, o Benê, técnico do Cerâmica Clube.”

A Seleção Brasileira masculina Sub-15 está em Guanare, na Venezuela, sob o comando do técnico César Guidetti, para disputar o 21º Sul-Americano da categoria. Os brasileiros vão enfrentar Peru (quinta-feira), Argentina (sexta-feira), Venezuela (sábado) e Uruguai (domingo). De acordo com o regulamento, as cinco equipes jogam entre si em turno único, sendo campeã a que somar o maior número de pontos. As três primeiras colocadas se classificam para a Copa América Pré-Mundial Sub-16, em 2009.

SELEÇÃO SUB-15 MASCULINA

JOGADOR – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE

4. Arthur de Souza – Pivô – 14 anos – 2,01m – Flamengo (RJ)
5. Nikolas Petruk – Armador – 15 anos – 1,88m – Paulistano (SP)
6. Gustavo de Paula – Armador – 15 anos – 1,88m – Palmeiras (SP)
7. Luis Henrique Santos – Pivô – 14 anos – 1,94m – Paulistano (SP)
8. Rodrigo Compri – Armador – 15 anos – 1,83m – Cerâmica Clube (SP)
9. André Tatar – Pivô – 15 anos – 1,94m – Hebraica (SP)
10. Henrique Coelho – Armador – 15 anos – 1,82m – Sesi/Uberlândia (MG)
11. Eduardo Minuci – Ala-pivô – 15 anos – 1,91m – Franca Basquete (SP)
12. Giovanni Gonçalves – Ala – 15 anos – 1,96m – Pinheiros (SP)
13. Lucas Muçouçah – Ala-pivô – 15 anos – 1,95m – Círculo Militar (SP)
14. Gabriel Massena – Pivô – 15 anos – 2,00m – Liga Macaense (RJ)
15. Murilo Veloso – Ala – 15 anos – 1,91m – Inter Santos (SP)

Média de idade: 14,8 anos
Média de altura: 1,93m

COMISSÃO TÉCNICA

Chefe de delegação: Raul Ferrer
Supervisor: José Alves Neto
Técnico: César Guidetti
Médico: Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeuta: Gabriel Peixoto

TABELA DO SUL-AMERICANO

Primeira rodada – Quarta-feira (dia 17 de setembro)

Uruguai x Argentina (19h) e Venezuela x Peru (20h30min). Folga: Brasil

Segunda rodada – Quinta-feira (dia 18 de setembro)

Peru x Brasil (19h) e Venezuela x Uruguai (20h30min). Folga: Argentina

Terceira rodada – Sexta-feira (dia 19 de setembro)

Uruguai x Peru (19h) e Argentina x Brasil (20h30min). Folga: Venezuela

Quarta rodada – Sábado (dia 20 de setembro)

Peru x Argentina (19h) e Venezuela x Brasil (20h30min). Folga: Uruguai

Quinta rodada – Domingo (dia 21 de setembro)

Brasil x Uruguai (15h30min) e Venezuela x Argentina (17h30min). Folga: Peru

OBS: Horários de Brasília.

ATENÇÃO: Em Guanare, a delegação brasileira está hospedada no Hotel Mirador. Tel: 00-XX-58-257-253.5320.

(CBB/ELETROBRÁS)

September 13, 2008

Varejão fala ao BasketBrasil: “Já tive lesão no ombro, perdi temporada e voltei à Seleção”

Além de treinar na Academia de Futebol do Palmeiras, o ala-pivô capixaba Anderson Varejão fez trabalhos de preparação para a temporada 2008-09 da NBA com o técnico do Paulistano, João Marcelo. O BasketBrasil conversou com o jogador do Cleveland Cavaliers, que comentou os reforços da equipe para o campeonato, falou de sua preparação no Brasil e se defendeu da controvérsia em torno de sua dispensa do Pré-Olímpico Mundial de Atenas, em julho. “Fiz tudo do jeito certo. Assim que fiquei sabendo que não iria jogar, mandei laudo para a CBB. Em nenhum momento eu não quis defender a Seleção Brasileira, é uma honra, fiz mais de 80 partidas pelo Brasil”. (more…)

September 11, 2008

César Guidetti define os 12 jogadores da Seleção Brasileira para Sul-Americano Sub-15

O técnico César Guidetti definiu o grupo dos doze jogadores para o 21º Campeonato Sul-Americano Sub-15 masculino, que será disputado de 17 a 21 de setembro, em Guanare, na Venezuela. A Seleção Brasileira estréia na segunda rodada contra o Peru (dia 18). Ainda na primeira fase, o Brasil terá como adversários a Argentina (19), Venezuela (20) e Uruguai (21). De acordo com o regulamento, as cinco equipes jogam entre si em turno único, sendo campeã a que somar o maior número de pontos. As três primeiras colocadas se classificam para a Copa América – Pré-Mundial Sub-16, em 2009.

César Guidetti explica que procurou formar um grupo forte e versátil.

“Procuramos montar uma equipe que possua várias características, para podermos jogar de acordo com cada partida. Na armação, ficamos com dois armadores bastante rápidos e um que joga um pouco mais cadenciado. Nas laterais, temos tanto bons arremessadores de três pontos, quanto atletas que infiltram muito bem e que podem jogar dentro do garrafão. Quanto aos pivôs, temos jogadores altos, que podem ficar mais próximos à cesta e outros mais baixos, que jogam mais longe do garrafão, com características de ala”, explica o técnico.

Para o treinador, a equipe tem muita atitude, cresceu muito durante os treinamentos e está unida em torno do objetivo de ser campeã.

“O grupo mostrou que tem atitude e não se encolhe no momento de dificuldade. Além disso, todos mostraram grande evolução nos treinos e amistosos. Acredito que estamos preparados para fazer um ótimo campeonato. Estamos muito confiantes, pois os meninos estão bastante determinados a trazer o título para o Brasil”, disse.

Quanto aos adversários, Guidetti destaca a tradição de Venezuela, Uruguai e Argentina, mas aponta a dificuldade de fazer análises das seleções nessa categoria.

“Não conhecemos as equipes, pois é a primeira competição internacional dessa categoria. Argentina, Venezuela e Uruguai costumam ter bons times e, tradicionalmente, Brasil e Argentina são favoritos ao título. Folgaremos na primeira rodada, o que nos dá a vantagem de observar os adversários na estréia”, afirma Guidetti.

A Seleção Brasileira embarca para a Venezuela nesta quinta-feira (dia 11), às 23 horas, do Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

SELEÇÃO SUB-15 MASCULINA

JOGADOR – POSIÇÃO – ALTURA – IDADE - CLUBE

4. Arthur de Souza – Pivô – 13 anos – 2,01m – Flamengo (RJ)
5. Nikolas Petruk – Armador – 14 anos – 1,88m – Paulistano (SP)
6. Gustavo de Paula – Armador – 15 anos – 1,88m – Palmeiras (SP)
7. Luis Henrique Santos – Pivô – 14 anos – 1,94m – Paulistano (SP)
8. Rodrigo Compri – Armador – 15 anos – 1,80m – Cerâmica Clube (SP)
9. André Tatar – Pivô – 14 anos – 1,94m – Hebraica (SP)
10. Henrique Coelho – Armador – 15 anos – 1,82m – Sesi/Uberlândia (MG)
11. Eduardo Minuci – Ala-pivô – 14 anos – 1,91m – Franca Basquete (SP)
12. Giovanni Gonçalves – Ala – 14 anos – 1,96m – Pinheiros (SP)
13. Lucas Muçouçah – Ala-pivô – 14 anos – 1,95m – Círculo Militar (SP)
14. Gabriel Massena – Pivô – 15 anos – 2,00m – Liga Macaense (RJ)
15. Murilo Veloso – Ala – 15 anos – 1,91m – Inter Santos (SP)

Média de idade: 14,8 anos
Média de altura: 1,93m

COMISSÃO TÉCNICA

Chefe de delegação: Raul Ferrer
Supervisor: José Alves Neto
Técnico: César Guidetti
Médico: Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeuta: Gabriel Peixoto
TABELA DO SUL-AMERICANO

Primeira rodada – Quarta-feira (dia 17 de setembro)

Uruguai x Argentina (16h30min) e Venezuela x Peru (18h). Folga: Brasil.

Segunda rodada – Quinta-feira (dia 18 de setembro)

Peru x Brasil (16h30min) e Venezuela x Uruguai (18h). Folga: Argentina

Terceira rodada – Sexta-feira (dia 19 de setembro)

Uruguai x Peru (16h30min) e Argentina x Brasil (18h). Folga: Venezuela

Quarta rodada – Sábado (dia 20 de setembro)

Peru x Argentina (16h30min) e Venezuela x Brasil (18h). Folga: Uruguai

Quinta rodada – Domingo (dia 21 de setembro)

Brasil x Uruguai (16h30min) e Venezuela x Argentina (18h). Folga: Peru

OBS: Horários de Brasília.

(CBB/ELETROBRÁS)

 

September 10, 2008

EUA podem tirar “folga” da Copa América para abrir espaço ao México

Filed under: América Latina, DESTAQUES, Internacional, Seleções — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 3:34 pm

Logo após a eliminação no Pré-Olímpico Mundial de Atenas, em julho deste ano, as atenções da Seleção Brasileira masculina de basquete se voltaram para a Copa América de 2009, que dará vaga ao Mundial da Turquia-2010. A imprensa logo lembrou que o Brasil precisaria ficar entre os quatro primeiros colocados no torneio para garantir lugar entre os 24 que disputam o Mundial. Essa missão, porém, pode ficar um pouco mais fácil: a Fiba Americas, divisão da Fiba que rege o basquete nos três continentes americanos, estuda dar classificação direta aos Estados Unidos, atuais campeões olímpicos, para o Mundial.

Em artigo recente publicado por um jornal de Porto Rico, onde a Fiba Americas tem sua sede, foi revelado que a entidade estuda dar uma vaga direta ao Mundial para os EUA e abrir espaço para o México na Copa América. Os mexicanos terminaram em quinto lugar no Centrobasket 2008, realizado em Cancún, e não se classificaram para a Copa, mas são os únicos postulantes a organizar o torneio em 2009. A Argentina, único outro país a demonstrar interesse em realizar a competição, nem sequer fez uma proposta oficial à Fiba Americas, enquanto o México se ofereceu a dobrar seus custos para ser o anfitrião.

Todos os participantes da Copa América já são conhecidos e não há lugar para incluir o México como país-sede, o que traria prejuízo para os organizadores. Por isso, a Fiba Americas estuda a possibilidade de dar a vaga no Mundial diretamente aos EUA, assim como aconteceu com a Argentina no último ciclo. Os argentinos se classificaram diretamente ao Mundial do Japão-2006 por serem campeões olímpicos em Atenas-2004, mas disputaram a Copa América em 2005, terminando como vice-campeões contra o Brasil. Desta vez, porém, os EUA sequer disputariam, ficando de folga do basquete internacional até 2010, idéia que as franquias da NBA certamente apoiariam.

Não se sabe, porém, se caso a medida for adotada, permaneceriam as quatro vagas disponíveis. Na última Copa América, além da Argentina, cinco países americanos se classificaram ao Mundial: Brasil, Venezuela, Estados Unidos, Panamá e Porto Rico. Após o sucesso dos torneios pré-olímpicos mundiais deste ano, a Fiba estuda realizar também um Pré-Mundial em 2010.

September 8, 2008

Site publica resultado de enquete sobre melhores opções de renovação nas alas da Seleção Brasileira

O Painel do Basquete Feminino publica nesta segunda-feira o resultado parcial de sua enquete sobre as melhores opções para a renovação da Seleção Brasileira do técnico Paulo Bassul, na ressaca olímpica da campanha ruim nos Jogos de Pequim, depois das armadoras é a vez das alas.

Confira agora o resultado para as laterais:

Priscila Borges (30%)- 21 anos, 1,77m. A ala participou da seleção sub-21 que disputou o Mundial-2007, com médias de 6,5 pontos por jogo. Depois de defender Catanduva, onde, mesmo jovem, não comprometia nas trocas de Ferreto, defendeu São Caetano, no último Paulista, com destaque (13 pontos por jogo).

Izabela (25%) - 22 anos, 1,82m. Também participante da seleção sub-21 (14,2 pontos por jogo), a excelente lateral tem tido uma afirmação complicada pela excessiva concorrência pela posição em seu atual clube (Ourinhos) e a teimosia do técnico Paulo Bassul de utilizá-la na posição 4. Mantém média de oito pontos no Paulista.

Palmira (21%) - 24 anos, 1,76m. Talento precoce no basquete nacional, a jogadora logo se aventurou no exterior, em passagens pela Croácia e pela Segunda Divisão Espanhola. Teve, no entanto, um ano de 2007 complicado, com atuações desastrosas no Pan e uma temporada muito fraca no clube, ao migrar para a Primeira Divisão Espanhola. Retornou ao Brasil e disputa o Paulista por Catanduva, onde mantém média de 11 pontos por jogo.

Mariana Camargo (21%) - 22 anos, 1,80m. A catarinense teve uma excepcional temporada na Oral Roberts University (ORU), na NCAA, que foi encerrada de forma melancólica: uma contusão no primeiro jogo da fase final. Até então, acumulava médias de 13 pontos e cinco assistências por jogo. Disputou a Universíade, no ano passado, e foi um dos destaques da seleção da técnica Arilza Coraça.

Patrícia Ribeiro (18%) - 18 anos, 1,75m. A jovem lateral é uma das esperanças para o nosso incerto futuro. Foi um dos destaques da seleção juvenil, no Mundial-2007 (8,8 pontos por jogo) e, neste ano, foi a cestinha da Copa América Sub-18 (14,6 pontos por jogo). Além do juvenil, está no adulto de São Caetano, com médias de 5,4 pontos por jogo no Paulista.

Jaqueline (15%) - 22 anos, 1,78m. Grande aposta dos anos Barbosa, Jaqueline também participou do Mundial Sub-21, em 2007, com 9,7 pontos por jogo. Disputou o Pré-Olímpico Mundial e tem crescido no time do Sport, que defende há um ano. Teve média de 8,4 pontos por jogo no Paulista.

Renata Oliveira (14%) - 23 anos, 1,84m. A talentosa ala teve o desenvolvimento atrasado ao se transferir para Marília, num projeto que acabou não decolando. De lá para cá, foi à Espanha, defendeu Santo André e voltou a chamar atenção em Americana, ao alcançar média de 13,2 pontos por jogo no Paulista.

http://pbf.blogspot.com/2008/09/ressaca-olmpicas-as-alas.html

September 7, 2008

Seleção Brasileira paraolímpica feminina perde para Alemanha na estréia em Pequim

Na estréia, brasileiras foram derrotadas pelas alemãs, por 62 a 32 pontos
(Reuters/Terra)

A Seleção Brasileira feminina de basquete para cadeirantes não fez uma boa estréia nos Jogos Paraolímpicos de Pequim. Neste domingo as meninas do Brasil foram massacradas pelas alemãs, por 62 a 32.

As brasileiras começaram bem a partida e com 5 minutos de jogo venciam as alemãs por 6 a 4. Depois disso o Brasil parou em quadra, não marcou mais nenhum ponto no primeiro quarto e saiu derrotado por 17 a 6.

Apáticas, as brasileiras não conseguiram se recuperar no segundo quarto, repetindo o placar do período anterior e terminaram o primeiro tempo perdendo por 34 a 12.

Na volta do intervalo as brasileiras continuaram a mostrar um péssimo jogo, não conseguiam fazer as cestas e viram as alemãs abrir ainda mais a diferença e terminarem o quarto vencendo por 50 a 20.

Com a vitória garantida, as alemãs relaxaram e as brasileiras empataram o último período, mas não evitaram a derrota por 62 a 32.

Na próxima rodada do Grupo A, as brasileiras enfrentam a Austrália, na segunda-feira, 8 de setembro. Já as alemãs encaram os EUA.

(Redação Terra)

Entrevista com Magic Paula: “Não tem que fazer nada demais, só o trabalho básico”

Filed under: Basquete Feminino, Entrevistas, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , — basketbrasil @ 3:30 pm

Vale conferir a entrevista dada por Magic Paula ao Thiago Anselmo do site NBA.Etc-eTAL:

NBA-ETC-eTAL: Como você está vendo este momento da seleção, depois de ser desclassificada das Olimpíadas? Tem que mexer em algo na comissão técnica?

Magic Paula: Eu escrevi sobre isso com mais detalhes no meu blog (http://bloglog.globo.com/magicpaula/), então vou falar rapidamente aqui. As jogadoras e a comissão técnica são as partes com menos responsabilidade. Antes de pensar em mexer na comissão, o mais certo seria pensar em mexer em tanta coisa…

NBA-ETC-eTAL: Sobre o comando do Grego, você poderia falar algo?

Magic Paula: Prefiro não comentar nada diretamente sobre fulano ou beltrano. A estrutura, como um todo, é que está completamente equivocada.

NBA-ETC-eTAL: No seu tempo, a seleção trouxe muitas alegrias, e atualmente só vem trazendo frustrações, o que deve ser feito para que volte a nos dar várias alegrias?

Magic Paula: Preocupação com trabalho de base, criação de métodos de trabalho, estabelecimento de metas e de indicadores, articulação entre clubes, atletas e dirigentes. Não tem que fazer nada de mais, só o trabalho básico.

NBA-ETC-eTAL: No basquete masculino, já são 12 anos sem ir a uma Olimpíada. Comente sobre isso.

Magic Paula: A atual geração do masculino, tecnicamente, é até melhor do que a do feminino. Mas com todos os jogadores da NBA deixando de participar da seleção, nossa situação é muito difícil. Novamente: a idéia de termos um técnico estrangeiro é interessante, mas o trabalho dele só poderia ser avaliado depois de um ciclo olímpico.

NBA-ETC-eTAL: Como é estar no HALL DA FAMA do esporte?

 Magic Paula: É um reconhecimento ótimo, mas não cabe só a mim. É um reconhecimento de uma geração. Eu não jogava sozinha, nem a Hortência jogava sozinha.

NBA-ETC-eTAL: Você jogou em 11 clubes, sendo 10 daqui do Brasil e um da Europa (Espanha). Ao longo da sua carreira, você por escolha própria quis ficar aqui no Brasil ou as ofertas que surgiam não a impressionavam?

Magic Paula: Quando aceitei a proposta para jogar fora, gostei muito da experiência pessoal e cultural de morar na Espanha. Mas tecnicamente falando, não me acrescentou o que poderia acrescentar.

NBA-ETC-eTAL: Você recebeu proposta para atuar na WNBA. Qual o motivo da rejeição?

Magic Paula: Basicamente o mesmo motivo: poderia ser interessante financeiramente, mas não acreditei que fosse acrescentar algo à minha carreira. Estava praticamente no meu auge e indo para a WNBA teria que participar de uma liga em formação e sem uma situação definida.

NBA-ETC-eTAL: Pretende um dia, ser técnica ou ter algum poder de voz na CBB?

Magic Paula: Não, muito obrigada. Sou gestora do Centro Olímpico (www.prefeitura.sp.gov.br/seme e http://www.adcentroolimpico.com.br/) há sete anos e, simultaneamente, idealizei há quatro anos o Instituto Passe de Mágica (http://www.passedemagica.org.br/). Tenho duas experiências muito gratificantes: por um lado, o Centro Olímpico, além de outras nove modalidades, é o atual campeão paulista feminino nas categorias mini e mirim. Enquanto isso, o Passe de Mágica oferece a prática de basquete lúdico a 360 crianças em São Paulo, Diadema e Piracicaba. Meus focos, hoje, são esses.

NBA-ETC-eTAL: Você é a favor da criação de uma liga independente da CBB?

Magic Paula: Trabalhei junto com Oscar e Hortência na criação da NLB (Nossa Liga de Basquete), mas os próprios clubes foram abandonando a idéia. Agora não acompanho mais essas idéias de criação de ligas ou não.

(http://www.nba-etc-etal.com/2008/09/entrevista-magic-paula.html)

(Painel do Basquete Feminino)

September 6, 2008

UCB informa que liberou Christiano Pereira para Seleção Sub-15 e técnico diz que pediu dispensa por motivos pessoais

Filed under: Basquete masculino, Nacional, Seleções brasileiras — Tags: , , , , — basketbrasil @ 2:07 pm

O árbitro internacional Eduardo Augusto, que é coordenador de esportes da Universidade Castelo Branco (UCB), voltou a encaminhar mensagem à redação do Databasket, dando maiores explicações sobre a liberação do técnico Christiano Medeiros Pereira para a disputa do 21o Campeonato Sul-Americano Sub-15.

Confira:

“Eu próprio falei com o Christiano Pereira, não aprovando suas declarações na reportagem do Databasket, colocando na Universidade Castelo Branco (UCB) a responsabilidade de sua dispensa. Isso não é verdade. Sempre, nos quatro anos do Christiano na Seleção Brasileira, ele foi dispensado e por períodos muito grandes, com todos os seus vencimentos, por entender que a UCB deveria colaborar com o desporto nacional. O Christiano já tinha me solicitado dispensa para a competição e eu de imediato tinha dispensado para estar com a Seleção Brasileira. Depois, fiquei sabendo que não estava mais no comando técnico do selecionado”.

O técnico Christiano Medeiros Pereira, contatado pela reportagem do Databasket, confirmou o posicionamento da Universidade Castelo Branco (UCB).

“A Universidade Castelo Branco, realmente, sempre me liberou para estar com a Seleção Brasileira. A minha dispensa foi motivada por alguns outros acontecimentos, que prefiro não externar. Isso hoje já é uma página virada, pois quero seguir a minha carreira no CR Vasco da Gama e na universidade, mantendo a postura ética, com moral e respeito, como sempre fiz e busquei”, relatou Pereira.

Contatada pela reportagem do Databasket, com relação ao pedido de dispensa do técnico Christiano Medeiros Pereira da Seleção Brasileira Masculina Sub-15, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB), através de sua assessoria de imprensa, declarou o seguinte:

“O que chegou à Confederação Brasileira de Basketball é que o técnico Christiano Medeiros Pereira alegou problemas particulares e profissionais para perdir dispensa do comando da Seleção”.

(Databasket)

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