November 22, 2008

Argentino Manu Ginóbili está pronto para voltar a jogar pelo Spurs na próxima semana

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 12:37 pm

O ala-armador argentino Manu Ginóbili, do San Antonio Spurs, que se recupera de uma artroscopia no tornozelo esquerdo, afirmou que pode voltar a jogar na próxima semana, em um prazo de recuperação mais rápido do que o previsto.

Entretanto, o técnico do San Antonio, Gregg Popovich, não compartilha da mesma opinião.

“Quando ele estiver preparado para voltar ele irá jogar. Mas agora ele ainda não está preparado”, disse Popovich.

Após a Olimpíada de Pequim, Manu foi submetido a uma cirurgia para reparar os ligamentos do tornozelo, problema que o incomodava desde as finais da Conferência Oeste contra o Los Angeles Lakers.

Na atual temporada regular da NBA o San Antonio soma cinco vitórias e seis derrotas.

(Lancepress!)

Spurs e Mavericks mostram recuperação e arrasam Utah e Memphis em casa

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , — Adriano Albuquerque @ 11:21 am

Os dois times mais fortes do Texas na última década, San Antonio Spurs e Dallas Mavericks, mostraram que ainda não estão mortos, ambos com grandes atuações nesta sexta-feira (21/11). O Spurs contou com uma noite inspirada do armador Roger Mason para massacrar o Utah Jazz em casa, 119 a 94. Também jogando em seu ginásio, o Mavs venceu sua quarta partida consecutiva, 91 a 76 sobre o Memphis Grizzlies, após quatro derrotas seguidas para abrir a temporada no American Airilines Center.

No AT&T Center, Mason fez chover. O substituto de Tony Parker acertou sete cestas de 3 pontos, a caminho de marcar 29 pontos pelo San Antonio. Ele ficou a mais um triplo de igualar seu recorde pessoal de 32 pontos, obtido no ano passado quando substituiu outro armador All-Star, Gilbert Arenas, no Washington Wizards. “Eu não ia ojgar muito maluco, mas era uma daquelas noites. Eu estava me sentindo bem. Se eu tinha uma chance livre, eu ficava irritado se errasse”, disse Mason, que ainda teve 4 rebotes e 2 assistências.

“Acho que, quando tivermos todos (os lesionados) de volta, Mason vai nos dar a profundidade que estávamos procurando. Achei que ele foi excelente em ambos os lados hoje. Ele tomou vantagem das situações ofensivas e jogou uma partida realmente boa em todos os aspectos”, elogiou o técnico do Spurs, Gregg Popovich.

O calouro George Hill bateu seu recorde pessoal, com 23 pontos saído do banco, e ajudou o Spurs a vencer pela quinta vez em seis jogos. Tim Duncan marcou 18 pontos e 7 rebotes, Michael Finley anotou 14 pontos e os reservas Matt Bonner e Ime Udoka contribuíram 12 e 10 pontos, respectivamente.

O Jazz saiu de San Antonio derrotado pela 19ª vez consecutiva, uma seqüência iniciada em fevereiro de 1999 e que inclui partidas de playoff. Desta vez, o time tinha poucas chances de acabar com a freguesia: além do armador Deron Williams, ainda em recuperação de uma torção no tornozelo que o tirou de 11 jogos nesta temporada, Utah esteve desfalcado de seu segundo melhor jogador, o ala-pivô Carlos Boozer, após distender o quadriceps esquerdo na quarta-feira, e não contou com Jarron Collins (inflamação no cotovelo direito) e Kyle Korver (inflamação no pulso direito).

“Isto não faz diferença. Esses outros caras são pagos no dia primeiro e no dia 15 para competir, e eu nunca vi isto”, esbravejou o técnico Jerry Sloan após a derrota. O ala-armador Ronnie Brewer teve 17 pontos e o ala CJ Miles acrescentou 16 pontos, 10 rebotes e 5 assistências.

O Mavs, por sua vez, perdeu seus quatro primeiros jogos em casa para equipes competindo pelos playoffs - Houston Rockets, Cleveland Cavaliers, Los Angeles Lakers e Orlando Magic. Enfrentar um time que tem uma das piores campanhas da NBA era o que Dallas precisava para recuperar a confiança em seu ginásio. “Esta tem sido uma quadra forte por muitos anos, então começar com derrotas foi difícil. Temos de continuar construindo momento”, disse o técnico Rick Carlisle.

Dallas abriu distância no terceiro quarto, quando o ala-pivô Dirk Nowitzki marcou 11 dos 13 primeiros pontos do time e passou para Jason Kidd fazer uma cesta, que colocaria o Mavericks à frente por 57 a 46. Um passe de toque, sem olhar, de Kidd para James Singleton levantou a torcida e ampliou a diferença para 62 a 48. Kidd fez oito pontos e oito rebotes no período, que terminou com 68 a 56 para o Mavs. “Nós estávamos jogando um jogo bom, mas eles conseguiram algumas cestas fáceis e começaram a explorar o Nowitzki, e nós não temos uma resposta para o Nowitzki”, lamentou o técnico Marc Iavaroni, do Grizzlies, cujo time acertou apenas seis de 27 arremessos no terceiro quarto.

O alemão Nowitzki foi o cestinha do jogo, com 25 pontos e 10 rebotes, enquanto Kidd marcou 18 pontos, 13 rebotes e 6 assistências. “Para isso que você tem jogadores esrelas, para jogarem como estrelas”, disse Carlisle. Jason terry acrescentou 20 pontos saído do banco.

Pelo Memphis, o calouro OJ Mayo marcou 19 pontos, 7 rebotes e 3 roubos, mas acertou apenas oito de 23 arremessos. Mike Conley e Rudy Gay marcaram 14 pontos cada, e o pivô espanhol Marc Gasol fez 12 pontos e 8 rebotes.

November 20, 2008

Nenê tem melhor aproveitamento da liga e Denver vence 4ª seguida, brazuca é elogiado contra Spurs

Filed under: CAPA, Conferência Oeste, Multimídia, NBA — Tags: , , , , , — Paulo Roberto @ 8:00 am

Líder em aproveitamento de arremessos de toda a NBA na temporada 2008-09 com 65% de acerto, o pivô Nenê foi um dos destaques da quarta vitória consecutiva do Denver Nuggets, a sétima nos últimos oito jogos desde a chegada do armador Chauncey Billups na troca com o Detroit Pistons por Allen Iverson. O brasileiro anotou 16 pontos, nove rebotes e dois tocos, um deles sobre o astro Tim Duncan, no triunfo fora de casa sobre o San Antonio Spurs por 91 a 81 (50 a 40 no intervalo). Billups foi o cestinha da partida com 22 pontos e seis assistências, e o ala Carmelo Anthony contribuiu com 21 tentos, nove rebotes e sete passes para cesta liderando um ataque balanceado que teve também 18 pontos e sete rebotes do ala-pivô Kenyon Martin. (more…)

November 19, 2008

Destino de McDyess ainda não está certo, Cavaliers de Varejão entra na briga pelo ala-pivô

Filed under: Conferência Leste, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , — Rubens Borges @ 11:59 am

 

O ala-pivô Antonio McDyess pode voltar para o Detroit Pistons, mas o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão, o San Antonio Spurs e o Boston Celtics podem ser a nova casa do jogador.

“Existem outras três opções (além do Pistons) que estamos discutindo”, falou Andy Miller, agente do atleta.

O time de Varejão quer McDyess por dois motivos: Machucar o rival de conferência, Pistons, e melhorar o time, para tentar evitar a saída de LeBron James em 2010.

McDyess desistiu de US$ 9 milhões para deixar o Denver Nuggets, após a troca que mandou Allen Iverson para o Pistons.

“Para aceitar uma oferta pelo salário mínimo escolhemos Detroit. Nenhuma outra oferta com o mínimo seria estudada. O conforto, familiaridade, são coisas que motivam a escolha de Detroit”, disse Miller.

Pelas regras da NBA o ala/pivô deve esperar 30 dias para re-assinar com o Pistons, mas as restrições não envolvem outros times. A demora para assinar com qualquer outra equipe talvez mostre a vontade de McDyess de voltar ao Pistons.

November 18, 2008

Mason acerta chute decisivo e Spurs vence 3ª seguida mesmo sem Parker e Ginóbili

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , , , , , — João Guilherme @ 1:06 pm

O San Antonio Spurs vem mostrando que não está morto. A equipe alvinegra do Texas teve um péssimo início de temporada, perdendo quatro de seus primeiros cinco jogos. Além disso, o time do técnico Gregg Popovich sofreu uma dura perda: a contusão do armador Tony Parker (tornozelo), se juntando ao ala-armador Manu Ginóbili, que se recupera de uma cirurgia no tornozelo. Com isso, toda a responsabilidade ficou sobre as costas de Tim Duncan e o veterano está dando conta do recado.

Na noite desta segunda-feira, o modificado Spurs venceu sua terceira partida consecutiva e chegou, pela primeira vez na temporada, aos 50% de aproveitamento. O triunfo foi suado, sofrido, como os dois anteriores (contra Houston Rockets e Sacramento Kings) e só foi consolidado com um arremesso perfeito de 3 do ala-armador Roger Mason, sacramentando o resultado em 86 a 83 (43 a 38 no intervalo).

 Roger Mason celebra após acertar arremesso de 3 decisivo (AP Photo/Hector Mata)

O clímax do jogo ocorreu a 8.4s do fim da partida, quando Mason aproveitou um corta-luz feito por Tim Duncan e apareceu livre para acertar seu terceiro arremesso de longe na partida, realizada no Staples Center, em Los Angeles. Mason, inclusive, foi o cestinha da noite com 21 pontos. Ele acertou nove de seus 16 arremessos e foi importantíssimo com seu chute final, pois freou uma reação incrível do Clippers, que havia cortado a distância de onze pontos nos últimos 6min de jogo.

A frieza e precisão de Mason rendeu até um elogio do técnico Gregg Popovich: “Ele é o cara para essas situações. Eu chamei a jogada para suas mãos, pois sabia que ele iria convertê-la”, revelou. “Ele teve a luz verde e fez um tiro perfeito no momento em que mais precisávamos. Eles (Clippers) tiveram a chance deles e não conseguiram fazer isso”.

Mas a estrela da noite foi o ala-pivô Tim Duncan. O veterano tetracampeão pelo Spurs fez de tudo um pouco. O camisa 21 conectou 20 pontos, pegou 15 rebotes, deu seis tocos e distribuiu quatro passes para cesta em 39min na quadra. O atleta de 32 anos converteu nove de suas tentativas e fez uma jogada à lá Magic Johnson no segundo tempo, quando carregou a bola como ex-armador do Lakers e serviu o ala-armador Michael Finley.

 Novato George Hill (nº3) parte para cesta. Ele deu oito assistências nesta segunda (AP Photo/Hector Mata)

O Clippers até que teve a chance de levar a vitória, mas o armador Baron Davis não conseguiu converter um arremesso de longe. Com isso, o tricolor angelino reafirmou a condição de freguês do Spurs. O alvinegro texano venceu os nove últimos jogos entre as duas equipes e 17 dos últimos dezoito duelos. Davis, inclusive, teve uma atuação fraca. Ele acertou apenas cinco de seus 17 arremessos e terminou a peleja com apenas 11 pontos e oito assistências, pouco para quem foi contratado a peso de ouro no período de férias da liga.

Quem liderou a equipe anfitriã foi o ala-armador Cuttino Mobley. Ele conectou 18 tentos e foi o principal responsável pela reação do Clippers no último período, quando cortou a diferença de onze pontos e empatou o jogo. O ala-armador fez 16 pontos no segundo tempo e seu arremesso de 3, a 1min do fim, igualou o duelo em 83 pontos, incendiando a torcida no Staples Center.

Além de Mobley, a dupla de garrafão da equipe californiana teve uma boa apresentação. O pivô Chris Kaman dominou o garrafão com 17 pontos, 13 sobras e três tocos enquanto que o ala-pivô Marcus Camby capturou nove rebotes e deu seis pregadas. O problema é que Camby acertou apenas dois dos seis arremessos que tentou e finalizou a partida com escassos sete pontos.

 Duncan teve uma atuação completa contra o Clippers. Aqui ele é marcado por Chris Kaman (AP Photo/Hector Mata)

“É muito ruim quando você perde sabendo que teve a chance de vencer”, declarou o armador Baron Davis. “Nós pensamos que com dois dos principais jogadores fora, o Spurs não iria jogar com o mesmo foco e a mesma intensidade, mas eles fizeram exatamente o contrário, jogaram com muita garra e intensidade e eu acho que nós subestimamos os outros jogadores deles”, compeltou o camisa 1 do Clippers.

O Los Angeles Clippers (1v-9d) agora parte para uma série de viagens. A primeira para será em Oklahoma, onde enfrentará o caçula Thunder na quarta-feira. O San Antonio Spurs (5v-5d), por sua vez, receberá a visita do embalado Denver Nuggets, também na noite de quarta, 19.

Melhores momentos de Spurs x Clippers

Confira fotos da rodada de segunda-feira na NBA com vitórias de Jazz, Rockets e Spurs

Filed under: Conferência Oeste, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 11:20 am

Ainda sem Leandrinho, Suns levam a quarta derrota; Spurs em ascensão

UOL Esporte: Veja fotos: rodada de segunda-feira pela temporada regular da NBA
Das agências internacionais
Em Salt Lake City (EUA)

O Phoenix Suns foi derrotado pela quarta vez nesta temporada, em partida em que ainda não pôde ter o armador brasileiro Leandrinho em quadra. Na noite de segunda-feira, na temporada regular da NBA, a equipe foi vítima do Utah Jazz, por 109 a 97, fora de casa.

Sempre com a liderança de Carlos Boozer, o Jazz teve bons destaques individuais. O ala anotou um double-double (dois dígitos em dois fundamentos), com 21 pontos e 15 rebotes, contanto com bom aproveitamento do ala-armador C.J. Miles, com a mesma pontuação. O ala russo Andrei Kirilenko anotou 19 pontos.

Nem o cestinha Amare Stoudemire, em noite inspirada e totalizando 30 pontos, deixou o Suns perto de sua nona vitória. O armador Steve Nash teve atuação mais discreta do que o usual, com 14 pontos.

Foi a sétima vitória em 11 jogos para o Jazz, invicto em seu ginásio, enquanto os Suns têm oito vitórias e quatro derrotas, na segunda posição na Divisão do Pacífico, liderada pelo Los Angeles Lakers. O time do Arizona segue sem Leandrinho, uma vez que o brasileiro voltou ao Brasil após a morte de sua mãe, Ivete, que teve pneumonia e ficou mais de um mês em hospital.

Em recuperação - Depois de começar a temporada regular com uma campanha negativa, o San Antonio Spurs conseguiu equilibrar seus resultados ao vencer a terceira partida consecutiva. Como visitante, o time foi a Los Angeles e bateu os Clippers em placar apertado, por 86 a 83.

O ala-pivô pivô Tim Duncan teve atuação destacada, anotando um double-double, ao converter 20 pontos e pegar 15 rebotes. Além disso, o ala-armador Roger Mason totalizou 21 pontos, incluindo a cesta de três pontos que deu a vitória para o Spurs, a oito segundos do fim.

Os Spurs chegam a cinco vitórias e cinco derrotas na competição, passando a ter 50% de aproveitamento em suas partidas. Já o time de Los Angeles triunfou apenas uma vez e teve nove derrotas.

Encerrando a rodada, o Oklahoma City Thunder, time estreante na temporada 2008/2009 da NBA, segue sem conseguir mostrar bons resultados. A equipe levou sua décima derrota, com apenas uma vitória. O algoz da vez foi o Houston Rockets, que com 23 pontos do argentino Luis Scola, venceu por 100 a 89, no ginásio dos rivais.

Para o Houston os problemas foram com lesões. Ron Artest sentiu dores no tornozelo direito, enquanto Tracy McGrady mais uma vez reclamou de lesão no joelho esquerdo.

NBA PUNE GARNETT E O’NEAL
Dois dos principais jogadores da liga norte-americana de basquete sofreram punições por atitude antidesportiva em jogos recentes. Pelo atual campeão Boston Celtics, o astro Kevin Garnett terá de ficar uma partida afastado após acertar o rosto de Andrew Bogut, do Milwaukee Bucks. Assim, ele não reforçará o time contra o New York Knicks, nesta terça-feira.

Já o pivô Shaquille O’Neal, companheiro de Leandrinho no Phoenix Suns, terá de pagar uma multa de US$ 25 mil dólares por incidente no último domingo. O jogador foi excluído da partida após uma falta em que usou força excessiva contra um jogador do Detroit Pistons. A punição levou em conta que ele se negou a sair da quadra e ainda fez ofensas verbais ao árbitro. 

Não foi a primeira multa de O’Neal na temporada. Na última sexta-feira, a NBA aplicou uma multa de US$ 35 mil após uma briga na partida contra o Houston Rockets.
 
VEJA A CLASSIFICAÇÃO DA NBA

November 17, 2008

8 ou 80: Crise do Spurs é mesmo por causa das lesões?

AVISO DO EDITOR: Esta coluna foi escrita antes de sexta-feira, 14 de novembro, quando o Spurs ainda tinha 2v-5d, antes de vitórias apertadas contra o Houston Rockets e Sacramento Kings no fim-de-semana.

Por Denis Botana

Um dos assuntos mais tratados pela imprensa estrangeira neste começo de temporada da NBA tem a ver com números, então lá vou eu tentar saber o que tem de verdade e o que tem de mentira nisso tudo.

O assunto é o San Antonio Spurs, ou melhor, a idade avançada do elenco de Gregg Popovich. Eles são, realmente, o time com maior média de idade na NBA, mas será que é esta a causa do mau começo da equipe? Ou será que é um de muitos outros fatores? Ou seria apenas a ausência de Ginóbili e agora também de Tony Parker?

Para analisar isso, fiz uma tabela comparativa. Nela estão listados dados deste início de temporada do Spurs comparados aos números da temporada regular dos outros anos ímpares quando o Spurs foi campeão, 1999, 2003, 2005 e 2007. Para comparar os times, escolhi elementos-chave de todas as campanhas vencedoras:

Média de idade: Todos os times campeões do Spurs eram experientes, veremos se o deste ano é muito mais velho.

Posses de bola por 48 minutos: O Spurs sempre foi conhecido pelo jogo cadenciado, este dado mostra quantas posses de bola o time tem por jogo. Um time veloz tem sempre mais posses de bola em média do que um time de ritmo lento.

Pontos por jogo e pontos sofridos por jogo: Média de pontos feitos e sofridos pelo time, o número básico para analisar a força ofensiva e defensiva de um time.

Rating ofensivo e defensivo: Calcula quantos pontos são feitos ou sofridos a cada 100 posses de bola, é uma maneira de poder analisar o poder ofensivo e defensivo de times que jogam em ritmos diferentes.

Formações titulares diferentes: Mostra se o time manteve durante toda a temporada a mesma formação ou se precisou fazer mudanças devido a contusões, suspensões, trocas ou variação de rendimento.

Aproveitamento de arremessos e de bolas de 3: Número básico para saber a qualidade ofensiva da equipe.

Rebotes, tocos e roubos por jogo: Números básicos para medir algumas características defensivas da equipe.

A primeira coisa que vemos é que este time do Spurs é mesmo mais velho que os outros, mas também não é difícil de perceber que não é tão mais velho assim. O time campeão de 1999, um time com alguns dos melhores números defensivos da história e uma campanha assustadora de 15 vitórias e duas derrotas nos playoffs, tinha praticamente a mesma média de idade. O time campeão em 2007, base desta atual equipe, não é nem um ano inteiro mais novo que o time atual. Colocar a culpa na idade do grupo e sugerir contratações de jogadores novinhos parece uma atitude simplista demais. Contratar alguns moleques de 20 anos faria a média de idade cair, mas quem seriam esses garotos? Eles têm as características que o Spurs precisa?

O Spurs tem problemas, o que parece fazer mais sentido é identificar estes problemas e contratar ou trocar por jogadores que resolvam, seja esse cara um quarentão ou um novato. Não tenho dúvida que com as atuações recentes do Fabrício Oberto, o Dikembe Mutombo seria muito bem vindo em San Antonio mesmo com seus 42 anos.

Acompanhando o jogo entre Miami e San Antonio, o jogo em que Tony Parker se contundiu, passou a impressão de que o Spurs se tornaria, sem sua dupla original de armação, um time veloz, já que naquela partida os armadores George Hill e Roger Mason lideraram uma correria que eventualmente acabava em arremessos de 3 pontos. Mas o que os números nos dizem é que este time do Spurs tem o ritmo de jogo mais lento entre todos os times comparados: são 85 posses de bola por jogo, contra uma pequena variação entre 89 e 90 das outras equipes. Isso pode indicar três coisas: A primeira é cautela, o Popovich não deve ter gostado daquela primeira exibição contra o Heat e mandou os armadores terem mais calma. A segunda é a falta de criatividade, muitas vezes o relógio de 24 segundos é gasto sem criação alguma, fazendo o time ter quantidade menor de posses; e a terceira é que o time está se focando em Tim Duncan. Times que tentam colocar a bola sempre dentro do garrafão têm um ritmo mais lento de jogo do que aqueles baseados em arremessos do perímetro.

Isso mostra uma limitação do Spurs na área da armação. Sem Parker e sem Ginóbili, o time fica menos criativo, com menos ameaças no perímetro e mais lento, dependendo mais de Tim Duncan. Esse é um problema até que óbvio e que deve durar até a volta dos dois armadores para a equipe, então aqui acho que não há muito com o que se preocupar.

A criatividade nos leva aos números ofensivos do time. São 94,3 pontos por jogo, o que coloca o Spurs na 23° posição na NBA. Mas ao ver logo ao lado dele na tabela, Rockets, Celtics e Raptors, é fácil de perceber que um ataque que não faz muitos pontos não é necessariamente um ataque ruim. Juntando esses pontos com o baixo número de posses de bola do time por jogo temos o “rating” ofensivo do Spurs, que é o 11° da NBA, o que não é nada vergonhoso. O time de 99 acabou a temporada regular também na 11° posição e o time de 2005 não ficou muito longe, foi o oitavo. Outra prova disso são as porcentagens de bolas de 3 e de arremessos em geral, que estão no mesmo nível, com mínima variação, com a dos times campeões da última década.

Até o número de bolas de 3 tentadas por jogo, que parecia exagerada nos últimos jogos, na verdade chamam mais a atenção pela qualidade das bolas (mais mal trabalhadas do que antes) do que pela quantidade. O time de hoje tenta em média 19 bolas de 3 por jogo, exatamente o mesmo número do time de 2007.

Então podemos deduzir que o ataque está sofrendo um bocado, principalmente na hora de decidir jogos, com a falta de criatividade, já que ninguém no elenco tem a qualidade de Ginóbili e Parker, mas que em geral o time está usando de um ritmo de jogo mais lento para conseguir números bem parecidos com os que sempre conseguiu.

Estará então o problema na defesa?

Sim. O maior patrimônio do Spurs na última década foi sua defesa e, neste ano, finalmente, ela está desmonorando. O número de pontos sofridos por jogo subiu muito em comparação aos times campeões. São 8 pontos a mais que o time de 2007 e 2003, 10 a mais que o de 2005 e 14 a mais que o time campeão em 1999.

E tudo isso, não podemos esquecer, com menos posses de bola por jogo, o que coloca o Spurs com um degradante “rating” defensivo de 111,1 pontos a cada 100 posses de bola. Apenas quatro times têm um número pior que esse na NBA atualmente. Dos quatro times campeões do Spurs, dois deles tiveram a melhor marca no rating defensivo, um ficou em segundo e a pior marca tinha sido a de terceira melhor defesa da liga. Ou seja, o Spurs sempre venceu em função da sua defesa.

Chegamos então em alguns outros números defensivos. Já disse em outra coluna (a primeira da série ‘8 ou 80′) que tocos e roubos não necessariamente dizem se um time ou jogador são bons na defesa ou não, mas os mesmos números são bem úteis quando você faz uma comparação entre o mesmo time ou jogador. Se um time mantém o mesmo elenco, características e filosofia de jogo, mas dá menos tocos, provavelmente a qualidade defensiva baixou. No Spurs da atual temporada, vemos números pífios de roubos e tocos por partida, são 2,7 tocos e 3,7 roubos por jogo; números que em outros times equivalem a soma de dois jogadores no Spurs são a soma de um elenco inteiro.

Hoje na NBA, apenas o Knicks dá menos tocos por jogo que o Spurs, que é o time que menos rouba bolas, 2 a menos que o penúltimo colocado, o Raptors.

A volta de Ginóbili e Parker já traria, em média, mais 2,5 roubos por jogo para o time e um número de insignificante de tocos, mais algumas características, principalmente do Ginóbili, de ajuda defensiva que não é contada com números. Isso já deve ajudar o time a melhorar um pouco seu desempenho. Mas será o bastante para fazer o Spurs sair da 26° posição e voltar a ser uma das 3 melhores defesas da liga? Não. O real problema do Spurs parece que não está na idade do elenco e nem na ausência dos dois armadores. Analisando todos esses números e somando com os jogos do Spurs, eu posso afirmar que os problemas do Spurs hoje se chamam Bruce Bowen, Fabrício Oberto e Kurt Thomas.

O Spurs não está muito mais velho do que antes, mas Bruce Bowen e Kurt Thomas estão. Oberto não está com 40 anos, mas está fora de forma – lidou com problemas de coração que o afastaram de parte da pré-temporada. O problema então não está no banco de reserva do Spurs que não ajuda, na verdade eles têm ajudado até demais na atual situação, o problema do time está nos titulares da posição 3 e 5. Seja qual dos dois pivôs que jogue ou Bowen, não estão dando conta do recado.

Na temporada 2006-07, a do último título do Spurs, a dupla que tinha melhores números de +/- (plus/minus, o número que faz um saldo de pontos quando tal grupo de jogadores estava junto em quadra) era a dupla Duncan e Bowen. Não era Duncan e Parker ou Ginóbili, era com Bowen. Porque eram dois dos melhores defensores da liga atuando juntos, um parando o melhor atacante do perímetro e o outro parando o garrafão. Nesta temporada, Bowen não teve sucesso contra nenhum principal atacante adversário e sua contribuição para o sucesso do time era maior do que muita gente imaginava.

Se o Spurs quer continuar sua sequência de títulos em anos ímpares, precisa esperar com calma os dois armadores voltarem de contusão e conseguir alguma troca ou contratação de free agent que resolva o buraco defensivo deixado por Bowen e pela dupla Oberto e Thomas. Para o garrafão, a minha sugestão seria deixar o time ainda mais velho, com o Mutombo, que jogou demais no ano passado pelo Rockets e que dividiria minutos com os atuais donos da posição. É uma boa saída até o ano que vem, quando o nosso Tiago Splitter poderá chegar a San Antonio e assumir a posição.

Substituir Bowen é mais difícil, mas necessário se o time tem pretensões de título. Gregg Popovich deve estar se perguntando porque não conseguiram pegar o Shane Battier do Rockets naquela troca estranha do Luis Scola. Esquisito dizer isto, mas o Spurs, time que era todo-poderoso e que parece tão frágil atualmente, está a um Shane Battier de voltar a assombrar a NBA. (Nota do editor: Popovich tirou Bowen do time titular e lançou Ime Udoka, e aparentemente a mudança deu certo: desde que Udoka entrou, o Spurs venceu três de quatro partidas. No jogo do último domingo, 16/11, contra Sacramento, Udoka deu lugar a Michael Finley e Bowen continuou no banco).

Sem Parker e Ginóbili, Spurs usa defesa para derrotar Kings com cesta de Duncan no final

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, Foto do dia, Multimídia, NBA — Tags: , , , , — Rubens Borges @ 10:20 am

O San Antonio Spurs derrotou o Sacramento Kings por 90 a 88, em Sacramento. Michael Finley fez 21 pontos, Tim Duncan, 20, e o Spurs segue sem Manu Ginóbili e Tony Parker. Os reservas da equipe tentam suprir a falta dos atletas. Roger Mason teve 18 pontos, Matt Bonner fez 11 e Jacque Vaughn, 10.

Salmon faz mais dois pontos contra o Spurs

Salmon faz mais dois pontos contra o Spurs

“A gente defendeu muito bem no quarto período, e isto é uma necessidade. A gente não é um grande time ofensivo. Deixar eles fazer 88 pontos é tudo que a gente pode fazer para vencer”, disse o treinador do Spurs, Greg Popovich.

John Salmons fez 31 pontos para o Kings, sua melhor marca até agora na temporada. Beno Udrih adicionou 16 pontos, Quincy Douby teve 12 e Brad Miller fez 10 pontos e pegou oito rebotes. Sacramento segue jogando sem Kevin Martin e Francisco Garcia.

O Kings liderou no terceiro período, aproveitando uma boa seqüência de arremessos de Salmons. O ala fez nove pontos e o Kings liderava por 72 a 68 no início do quarto período.

Douby tenta arremessar com a marcação de Duncan

Douby tenta arremessar com a marcação de Duncan

Udrih acertou lances-livres para quebrar um empate no quarto período. Duncan empatou a partida, novamente, na próxima posse de bola. A partida ficou empatada em 88.

Duncan empatou a partida com 49s e,com 15,5s para o final da partida, virou para 90 a 88.

Duncan passa por Spencer Hawes para dois pontos

Duncan passa por Spencer Hawes para dois pontos

“Foi a jogada que o Pop pediu. Eu peguei, olhei para a cesta e não tinha ninguém lá. Virei e fui para a cesta. Nem vi se entrou. Achei que teria uma falta”, falou Duncan.

Melhores momentos aqui.

Duncan faz a cesta da vitória (Rocky Widner/NBAE via Getty Images)

Duncan faz a cesta da vitória (Rocky Widner/NBAE via Getty Images)

November 15, 2008

Duncan lidera San Antonio à virada e vitória em casa sobre o Rockets

Filed under: Conferência Oeste, DESTAQUES, NBA — Tags: , , , , — Adriano Albuquerque @ 1:44 pm

Com os astros Tony Parker e Manú Ginóbili lesionados, o San Antonio Spurs contou mais uma vez com Tim Duncan para virar o jogo e derrotar o Houston Rockets em casa, 77 a 75, nesta sexta-feira (14/11). O ala-pivô fez 22 pontos, 5 rebotes e 2 assistências na partida, mas foi no último minuto que fez sua presença ser sentida.

Melhores momentos de Spurs 77 x 75 Rockets

Após cair em desvantagem de 14 pontos no último quarto, o Spurs reagiu e virou em uma cesta de Duncan em cima de Yao Ming com 59s restando, 76 a 75. No outro lado, o armador Aaron Brooks bateu para dentro pela linha de fundo e saltou para a bandeja, mas Duncan bloqueou com um segundo por jogar, levando a torcida à loucura. “O que dizer sobre Tim Duncan que já não tenha sido dito? Ele traz liderança para o time. Ele é o centro do nosso programa”, disse o técnico do Spurs, Gregg Popovich.

“Eu não achava que ele chegaria (na bola). Ele fez uma grande jogada. Bloqueou o chute. Foi isso”, disse Brooks, sem acreditar no que aconteceu, após marcar 14 pontos e 8 rebotes. “Eu era simplesmente a última linha de defesa. Não havia mais nada o que fazer ali. Eu vi ele se livrar da marcação e entrar completamente sozinho. Eu sou um defensor de ajuda e cheguei lá a tempo”, explicou Duncan.

O ala Ron Artest ainda tentou um chute de 3 no soar da sirene, mas errou, um de sete arremessos errados de Houston, que marcou seus últimos pontos no jogo com 4min44s restando.

“Este era um jogo que deveríamos ter vencido. Tínhamos (o jogo) nos nossos bolsos. Não jogamos nenhuma defesa”, desabafou o ala Tracy McGrady, que apesar das palavras, pouco contribuiu para que seu time vencesse: o All-Star acertou apenas dois de 12 arremessos e terminou com 7 pontos, 5 assistências e 3 rebotes.

Brooks entrou no time titular no lugar de Rafer Alston, suspenso por dois jogos por causa da confusão com jogadores do Phoenix Suns na última quarta-feira. Apesar disso, o Rockets não sentiu muito a troca, fazendo 23 a 21 no primeiro período e liderando pela maior parte do jogo. Brooks levou a vantagem a 14 pontos com 7min37s por jogar.

Todavia, a defesa do Spurs, sua principal característica na última década e que ajudou o time a conquistar quatro títulos neste período, voltou a funcionar e segurou Houston em 13 pontos no quarto final. Após Artest acertar uma cesta de média distância para fazer 75 a 65 com 4min44s por jogar, o Rockets não acertou mais nada e San Antonio fez 12 pontos seguidos para encerrar a partida. A virada veio na bandeja de Duncan sobre Yao Ming com 59s restando e, após arremessos desperdiçados de ambos os lados, aconteceu o toco de Duncan sobre Brooks. O armador Roger Mason buscou o rebote e selou o placar final ao acertar o segundo de dois lances livres.

O armador calouro George Hill foi outro destaque do Spurs, com 17 pontos, 6 rebotes e 5 assistências. O ala-pivô Matt Bonner contribuiu com 11 pontos saído do banco, incluindo duas cestas de 3 pontos na arrancada final. Pelo Rockets, Artest fez 18 pontos e Ming marcou 13 pontos e 8 rebotes.

O Spurs (3v-5d) visita o Sacramento Kings na ARCO Arena, neste domingo (16/11). Neste sábado (15/11), o Rockets (5v-4d) recebe o New Orleans Hornets em casa, no Toyota Center. A vitória coloca o time texano na primeira colocação da Divisão Sudoeste, atualmente liderada pelo Hornets.

November 14, 2008

Manu Ginóbili deve voltar ao San Antonio Spurs até dezembro

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 1:37 pm

O ala-armador argentino Manu Ginóbili segue se recuperando de uma operação no tornozelo esquerdo e pode voltar ao San Antonio Spurs até dezembro.

O jogador já acompanhou a equipe na derrota de quarta-feira para o Milwaukee Bucks por 82 a 78, pela temporada regular da NBA, mas não estava de uniforme.

“Estou melhor a cada dia, mas ainda não participei de nenhum treino com a equipe. Mas tenho de ser inteligente, não quero apressar nada para que a situação fique pior depois”, comentou o argentino ao jornal San Antonio Express-News.

Ginobili operou no início de setembro, após retornar dos Jogos Olímpicos de Pequim. O técnico dos Spurs, Gregg Popovich, disse novamente que não quer apressar o retorno de Ginóbili, ainda mais se for antes do final de novembro.

Sem o ala-armador argentino e o armador francês Tony Parker, também com uma lesão no tornozelo esquerdo e que ficará sem jogar por pelo menos um mês, a equipe tem campanha de duas vitórias e cinco derrotas, dividindo a lanterna da Divisão Sudoeste com o Dallas Mavericks.
 
(Terra/EFE)

November 13, 2008

Bucks vence partida contra Spurs de virada nos últimos segundos

 

O treinador do Milwaukee Bucks, que derrotou o San Antonio Spurs por 82 a 78, mandou o ala-pivô Andrew Bogut ser agressivo contra Tim Duncan. Bogut respondeu fazendo 10 pontos, mas pegou 17 rebotes. Richard Jefferson fez 16 de seus 19 pontos no segundo tempo. O Bucks jogou sem Michael redd, pela quinta partida consecutiva. O ala/armador está com uma torção no tornozelo.

 

Sessions recebe falta de Duncan

Sessions recebe falta de Duncan

 

 

Duncan fez 24 pontos, o ala/pivô fez 14 dos 19 pontos de seu time no quarto período. Ainda sem Manu Ginobili e Tony Parker, machucados, Michael Finley fez 19 pontos.

 

Bowen tenta roubar bola de Jefferson

Bowen tenta roubar bola de Jefferson

 

 

Milwaukee estava perdendo por 13 pontos quando começou a virada. Liderados por Jefferson que fez a cesta que deu a primeira liderança do Bucks no segundo tempo, 63 a 61, com 8min25s para o final. O Bucks aumentou a diferença para 10 pontos, 73 a 63, com 3min15s para terminar a partida.

Então Duncan tomou conta do jogo. Duncan fez seis pontos, com duas cestas e faltas consecutivas, diminuindo a diferença para 73 a 69. Ele acertou mais um lance-livre e teve mais uma jogada de três pontos, com cesta e falta, quando Bogut abraçou-o e, com 41s para o final, a diferença era de 75 a 73.

Ramon Sessions e Duncan fizeram bandejas e Charlie Bell fez dois pontos da linha do lance-livre, dando uma vantagem de 79 a 75 para o Bucks.

Finley respondeu com uma de três e Duncan, apelidada de Tim Duncan Robot pela consistência de seu jogo, errou um arremesso de perto, com 5s, que empataria a partida.

“Tive um arremesso de perto, para mandar para a prorrogação e errei. É frustrante, de qualquer maneira que se enxergue”, falou o ala/pivô.

Melhores momentos aqui.

November 10, 2008

San Antonio Spurs busca alternativas para período sem Tony Parker

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 11:20 am

Conforme divulgado no último domingo pelo Spurs Brasil, o armador Tony Parker desfalcará o San Antonio Spurs por no mínimo um mês devido a uma lesão sofrida na derrota da equipe para o Miami Heat, na última sexta-feira. Parker vinha sendo um dos únicos destaques da franquia, ao lado do ala-pivô Tim Duncan, e a partir de agora o treinador Gregg Popovich e o gerente-geral RC Buford buscarão alternativas para o time no período em que o mesmo ficará desfalcado do jogador francês.

Duas soluções são cogitadas em San Antonio: colocar o novato George Hill como titular da equipe ou cortar algum dos jogadores disponível do elenco para buscar a contratação de outro armador que possa ser titular - Salim Stoudamire, que recentemente fez testes na equipe, seria a primeira opção. Buford ainda não sabe qual dos caminhos deverá seguir, mas a resposta pode depender das primeiras atuações de Hill como titular.

“De imediato, testaremos George como titular e veremos como ele se sai”, afirmou o executivo. “Pelo fato de ele ser jovem, não queremos atrapalhar seu crescimento na NBA, e caso ele não consiga render tudo o que pode com tanta responsabilidade em suas costas, deveremos abrir conversas para mandar algum de nossos jogadores para a D-League (liga de desenvolvimento da NBA) e podermos ter espaço no plantel para a aquisição de algum armador que possa exercer tal função. Para essa segunda opção, já temos alguns nomes, mas não os adiantaremos”.

A grande esperança da comissão técnica e da diretoria do Spurs está no fato do ala-armador Manu Ginobili estar cada vez mais próximo de sacramentar seu retorno ao time. Lesionado desde meados de setembro, o jogador está em fase final de recuperação; deverá retornar na segunda quinzena de dezembro e será imediatamente utilizado por Popovich. Até lá, o Spurs deve depender quase que exclusivamente de Duncan.

(Spurs Brasil)

November 9, 2008

Confirmado: Tony Parker vai desfalcar o San Antonio Spurs por um mês

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , — basketbrasil @ 4:00 pm

A lesão sofrida pelo armador Tony Parker, na derrota do San Antonio Spurs para o Miami Heat, teve sua gravidade confirmada após exames realizados ao longo deste domingo. A torção no tornozelo sofrida pelo jogador o afastará das quadras por um mês, tempo que somado ao de readaptação do jogador aos treinamentos, poderá afastá-lo até 2009 da equipe de San Antonio.

Com a lesão do francês, o Spurs fica, no momento, sem dois de seus três principais jogadores: o argentino Manu Ginóbili só retornará em meados de dezembro, e, neste meio tempo, Tim Duncan assumirá sozinho o papel de principal jogador da franquia de San Antonio.

Constantemente o treinador do San Antonio Spurs Gregg Popovich tem sido visto em suas entrevistas comentando o fortalecimento de garrafões de diversas equipes da conferência Oeste, enfatizando a necessidade do Spurs em reforçar o setor, que atualmente é praticamente composto apenas por Tim Duncan. E a solução para os problemas de Popovich pode estar em Nova York. Fontes afirmam que o pivô Eddy Curry do New York Knicks poderá ser negociado com o time de San Antonio ao longo da próxima semana.

A negociação entre Spurs e Knicks depende do desfecho da negociação entre a equipe nova-iorquina com o Golden State Warriors e o Charlotte Bobcats. Tal negócio, no entanto, deve ser abortado pelo Warriors, fator que colocaria a franquia texana como principal favorita na obtenção de Curry, que está enconstado em Nova York pelo treinador local Mike D’Antoni.

Na NBA desde a temporada 2001/2002, quando foi selecionado pelo Chicago Bulls, o pivô tem médias de 13.5 pontos e 5.4 rebotes por jogo disputado em toda a sua carreira. Ultimamente o jogador tem sido alvo de críticas devido a uma suposta fora de forma.

(Spurs Brasil)

November 8, 2008

San Antonio Spurs pode ficar sem Tony Parker por até quatro semanas

Filed under: Conferência Oeste, Extraquadra, NBA — Tags: , , — basketbrasil @ 12:26 pm

San Antonio (EUA) - Depois de conquistar uma marca histórica na última semana ao garantir 55 pontos na vitória do San Antonio Spurs sobre o Minnesota Timberwolves na quarta-feira, o francês Tony Parker acabou se transformando em uma preocupação para a comissão técnica. Na noite de sexta-feira, ele machucou o tornozelo durante a derrota de sua equipe para o Miami Heat e está ameaçado de ficar até quatro semanas fora de quadra.

Caso a lesão, no pé esquerdo, seja menos grave do que aparenta inicialmente, o tempo de recuperação pode cair para duas semanas. Apesar das preocupações, o técnico Gregg Popovich afirmou que o jogador não sofreu nenhuma fratura.

Parker é a segunda baixa de peso dos Spurs. Antes mesmo do início da temporada, a franquia já sabia que ficaria sem o argentino Emanuel Ginóbili, que agravou uma lesão antiga durante os Jogos Olímpicos de Pequim.

Apesar do show de Parker na quarta-feira, a campanha dos Spurs na NBA tem sido no mínimo sofrível. A equipe só possui uma vitória após cinco rodadas disputadas.

(Gazetapress)

Bobcats e Heat surpreendem e vencem Hornets e Spurs. Parker sai machucado

Filed under: Conferência Leste, DESTAQUES, Extraquadra, NBA — Tags: , , , , , , , — João Guilherme @ 9:59 am

Se você, leitor, já ficou surpreso com a terceira vitória do Memphis Grizzlies em seis jogos neste campeonato, ficará ainda mais perplexo com a vitória do Charlotte Bobcats sobre o New Orleans Hornets por 92 a 89 (47 a 35 no intervalo) na noite desta sexta-feira na Charlotte Bobcats Arena. Apesar do jogo ter sido na Carolina do Norte, o resultado não deixa de ser surpreendente, isso porque o time treinado pelo veterano Larry Brown não venceu nenhum jogo na pré-temporada e já tinha acumulado três reveses emq quatro jogos nesse campeonato. Já o Hornets vem como um dos favoritos ao título e tem um dos melhores jogadores da atualidade, o armador Chris Paul.

Paul, inclusive, conseguiu uma marca histórica. Ele se tornou apenas o segundo jogador na história da Liga a fazer pelo menos 20 pontos e 10 assistências por cinco jogos consecutivos. O outro atleta que realizou a façanha foi o armador Oscar Robertson, que tem seu nome no Hall da Fama do Basquete, na temporada 1961/62. Contra o Bobcats, “CP3″ fez 20 tentos, distribuiu dez passes perfeitos e ainda recuperou seis bolas, mas essa apresentação não foi suficiente para evitar a segunda derrota consecutiva do Hornets.

Chris Paul (de azul) tenta arremesso mesmo marcado por Gerald Wallace. Felton (nº20) observa (AP Photo/Chuck Burton)

Isso porque os armadores do Bobcats jogaram com muita vontade e somaram 51 dos 92 pontos do time. Jason Richardson e Raymond Felton assinalaram 20 pontos, cada. O segundo, inclusive, acertou lances livres cruciais nos instantes finais e sacramentou o segundo triunfo do Bobcats no campeonato. O jovem DJ Augustin também teve participação importante com 11 tentos e quatro passes para cesta. O único jogador de garrafão do Bobcats que se destacou foi o ala-pivô Emeka Okafor, 10 pontos e 10 rebotes.

A boa atuação defensiva do Bobcats rendeu elogios da estrela do Hornets: “Eles fecharam muito bem o garrafão e dificultaram nosso trabalho por lá. Nós não conseguimos furar o bloqueio deles e tivemos muitos erros, principalmente no segundo quarto (o Hornets marcou apenas sete pontos no segundo período). Não fomos capazes de criar nossos arremessos”, declarou Chris Paul.

Pelo Hornets, além de Paul, apenas o ala sérvio Peja Stojakovic teve uma atuação decente. Ele acertou seis arremessos de 3 pontos e finalizou a peleja com 20 pontos e sete sobras coletadas. O ala-pivô David West não teve uma boa noite, ele errou nove de suas 12 tentativas e terminou a partida com apenas 11 pontos em 40 minutos.

O New Orleans Hornets (3v-2d) tentará se recuperar na noite deste sábado. A equipe da Louisiana recebe a visita do Miami Heat. Já o Charlotte Bobcats (2v-3d) quer emplacar uma sequência de vitórias, o time da Carolina do Norte receberá a visita do Toronto Raptors na tarde deste domingo.

Confira os melhores lances de Bobcats x Hornets

Heat aumenta calvário do Spurs: Em outro duelo Leste x Oeste, o Miami Heat, da Conferência Leste, derrotou o San Antonio Spurs, da Conferência Oeste, por 99 a 83 (50 a 32 no intervalo). Essa foi a terceira vitória do Heat em quatro jogos e a primeira jogando na estrada neste campeonato. A equipe da Flórida também quebrou um incômodo tabu, já que não vencia o Spurs no Texas desde 1996.

O astro da noite foi o ala-armador Dwyane Wade. A estrela do Heat se sentiu muito a vontade no AT&T Center e comandou o Miami com uma atuação soberba. Wade assinalou 33 pontos (14 acertos em 25 arremessos), pegou dez rebotes, distribuiu nove passes para cesta e recuperou três bolas em 36 minutos na quadra.

Mas a principal atração da noite foi a contusão de Tony Parker, armador francês do Spurs. Após ter feito uma atuação magistral contra o Minnesota Timberwolves, quando marcou 55 pontos e deu 10 assistências, Parker era visto pela torcida como o “salvador da pátria” para espantar a crise no alvinegro texano. Mas Parker pouco jogou, ainda no primeiro quarto, ao tentar uma infiltração, Parker torceu o tornozelo esquerdo e saiu de quadra para não mais voltar.

Michael Beasley (nº30) mostrou personalidade. Aqui ele tenta bandeja em cima de Tim Duncan (AP Photo/Eric Gay)

O Spurs sentiu a perda de um dos seus astros e naufragou. Tim Duncan voltou à quadra, tomou as rédeas do time anfitrião, mas pouco pôde fazer para neutralizar Dwyane Wade, Michael Beasley e Udonis Haslem, que estavam em noites inspiradas. Para o próprio Wade, a ausência do camisa 9 afetou o psicológico do Spurs.

“Sem dúvida que eles foram afetados após a saída de Tony”, disse Wade. “É muito difícil você conseguir se superar sem ter um dos seus principais jogadores em quadra, é pior ainda quando o time não está atravessando uma boa fase. Ele (Tony Parker) é um cara que te coloca pressão o jogo e faz com que algum jogador do time adversário tenha uma atenção especial, quando ele saiu nós fizemos o nosso jogo sem preocupação e vencemos”, analisou o camisa 3 do Heat.

O ala calouro Michael Beasley assinalou 20 pontos e pegou oito rebotes. Além do novato, o Heat teve como destaques Udonis Haslem e Chris Quinn. Ambos marcaram 15 pontos, Haselm também pegou 10 rebotes e o armador Quinn conseguiu todos os seus tentos de trás da linha dos 3 pontos. O ala Shawn Marion, que marcou apenas quatro pontos, foi importante na defesa com sete rebotes e quatro recuperações de bola.

Pelo San Antonio o cestinha foi o ala-pivô Tim Duncan. O astro marcou 22 pontos e capturou onze rebotes e mostrou muita irritação durante a partida. desde que chegou a NBA em 1997, Duncan nunca tinha passado por isso, a última vez que o Spurs venceu apenas um de seus primeiros cinco jogos foi na temporada 1995/96, portanto, um ano antes da estréia do camisa 21 na Liga. Além dele, os alas-armadores Roger Mason e Ime Udoka fizeram 18 e 14 tentos, respectivamente.

Sem Parker e sem Manu Ginóbili, outra estrela do time, o San Antonio Spurs (1v-4d) receberá a visita do New York Knicks neste sábado. O Miami Heat (3v-2d) também retorna ao assoalho neste sábado, a equipe da Flórida vai até New orleans para enfrentar o Hornets.

Veja os melhores momentos da vitória do Heat em San Antonio

November 7, 2008

Knicks quer Harrington, Spurs quer Curry e um negócio entre três times pode sair

 

 

Harrington quer sair do Warriors...

Harrington quer sair do Warriors...

O presidente do New York Knicks, Donnie Walsh, quer contar com o ala/pivô do Golden State Warriors, Al Harrington. Harrington quer sair do Warriors. Mas os times podem precisar de mais uma franquia envolvida para fechar um acordo.

O contrato de Harrington é parecido o suficiente com o de Eddy Curry para efetuar a troca. O treinador do Knicks, Mike D’Antoni, não está utilizando Curry.

Assim, o time da Grande Maçã pretende livrar-se do pivô, mas o time californiano não o quer.

Aí entra o San Antonio Spurs. O time texano tem uma história de negócios com o Knicks e precisa de ajuda no ataque.

Existe um sentimento em San Antonio de que, jogando ao lado de Tim Duncan

... e Curry não está sendo uilizado em NY

... e Curry não está sendo uilizado em NY

 e Tony Parker e com o treinador Greg Popovich, Curry pode atingir seu potencial. O interesse do Spurs em Curry pode abrir caminho para um negócio entre as três equipes.

November 6, 2008

Tony Parker faz história, iguala feito de Jordan e Spurs vence Wolves em dupla prorrogação (fotos)

San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves fizeram o jogo mais emocionante e longo da rodada desta quarta-feira da NBA. A primeira vitória do alvinegro texano, após três derrotas seguidas, custou a sair mas, graças a genialidade do armador francês Tony Parker, saiu. O camisa 9 do Spurs teve uma noite magistral no Target Center de Minnesota com 55 pontos (recorde em sua carreira) e liderou os visitantes na vitória por 129 a 125, após dupla prorrogação.

Em 50min32s na quadra, Parker assinalou 22 de suas 36 tentativas, incluindo duas bolas de 3 pontos. O francês também converteu nove em dez lances livres e salvou o Spurs da quarta derrota seguida na temporada regular com um chute certeiro no estouro do cronômetro, no fim da primeira prorrogação, que forçou o segundo tempo extra. Se tivesse errado o arremesso e o Spurs tivesse perdido, pela primeira vez na história a equipe texana iria começar uma campanha com quatro vitórias em quatro partidas, nem nos tempos da extinta ABA o Spurs perigou ter um início tão ruim.

Al Jefferson bem que tentou, mas não conseguiu parar Tony Parker (nº9) (AP Photo/Hannah Foslien)

Como se não bastasse, Parker ainda contribuiu em outros fundamentos, mostrando mesmo que estava em sua noite de gala. O armador de 26 anos distribuiu dez assistências e pegou sete rebotes. Ao final da partida, Parker foi cercado por repórteres que gostariam de saber o que tinha acontecido com ele para ter uma noite tão inspirada. O francês não procurou desculpas esfarrapadas e nem filosofou, apenas disse que estava com muita vontade de ganhar.

“Eu apenas queria que nós ganhássemos, queria muito vencer e faria de tudo para isso”, disse Parker. “Hoje é aquele tipo de noite que dá tudo certo, então tudo o você faz funciona, foi isso que aconteceu. Obviamente, que todos sabem que eu faço meus arremessos, mas acho que ninguém esperava que tomasse a responsabilidade para mim, na verdade eu posso fazer o que eu quero e hoje eu vi que estava ajudando o time fazendo pontos, então tratei de ir pra cima e tentar fazer pontos para a equipe. Hoje tudo funcionou bem”, concluiu o camisa 9.

A maioria das dez assistências dadas pelo francês nesta quarta foi para o ala-pivô Tim Duncan. Mesmo sem ter tido o papel de cestinha diante do Wolves, Duncan fez uma excelente partida, com 30 pontos, 16 rebotes e um toco e travou um belo duelo no garrafão com a estrela do Minnesota, o ala-pivô Al Jefferson, também autor de 30 tentos, além de 14 rebotes e dois tocos.

Tim Duncan (nº21) foi eficiente mais uma vez e salvou Spurs no tempo normal (AP Photo/Hannah Foslien)

Mas o duelo das estrelas do garrafão ficou em segundo plano, pois a performance de Parker interferiu até nisso. O lance que resumiu quem mandou na partida desta quarta ocorreu no final da primeira prorrogação. O Minnesota vencia por 116 a 114 a 2.5s do fim, mas quem tinha a bola era o Spurs. Ela foi passada para Tim Duncan, que tentou um gancho, mas o ala-pivô foi bloqueado por Jefferson. Fim de jogo? Nada disso, Parker apareceu, pegou a sobra, foi para a direita, fingiu que iria arremessar, Al Jefferson foi para o toco, acabou driblado e viu Tony conectar mais dois pontos, empatando a partida e forçando a segunda prorrogação.

Após o lance magnífico de Parker, o pobre Jefferson olhou para o banco dos seus companheiros de Wolves, sorriu e disse: “O que mais nós podemos fazer?”, indagou, resignado.

Apesar da derrota, o Minnesota vendeu caro o triunfo para os rivais do Texas. A equipe de Minneapolis mostrou que não iria amolecer diante dos tetracampeões da Liga e começou usando os tiros certeiros de Mike Miller para neutralizar as pretensões do adversário. Miller anotou 12 de seus 25 pontos apenas no primeiro quarto, ele marcou 66% dos pontos do Wolves na parcial. O Spurs só conseguiu se manter no jogo graças a Parker, que liderou o time em uma série arrasadora de 26 a 14, que proporcionou aos comandados de Gregg Popovich ir para o intervalo com apenas quatro pontos de desvantagem, 49 a 45.

Randy Foye sobe para a bandeja, Tony Parker tenta o toco (AP Photo/Hannah Foslien)

O jogo permaneceu equilibrado nos quartos seguintes. O San Antonio foi mais eficiente no terceiro período e tomou a ponta, mas a jovem equipe do Minnesota não se intimidou e, com o apoio da torcida, conseguiu empatar a partida. O Wolves, inclusive, teve a chance de vencer no tempo normal, mas Tim Duncan impediu a catástrofe para o Spurs e encestou um arremesso perfeito a 2seg do fim, empatando a partida em 106 pontos.

Após conseguir o empate na bacia das almas no primeiro tempo extra, naquele lance magistral, o Spurs passou a controlar a segunda prorrogação. Parker, sempre ele, acertou dois arremessos seguidos e deu a liderança de quatro pontos para o time visitante, 120 a 116. Mas o Timberwolves não desistiu e empatou a peleja com duas cestas de Al Jefferson. Roger Mason e Tony Parker recolocaram os alvinegros na ponta, após isso Randy Foye fez cinco tentos para os anfitriões enquanto Tim Duncan respondeu para o San Antonio. No minuto final, o Wolves abusou dos erros e Tony Parker, com três lances livres certeiros, sacramentou o primeiro triunfo do Spurs na temporada 2008/09.

“Nós jogamos bem e tivemos a chance de vencer”, disse o ala-armador do Wolves, Mike Miller. “Tony estava realmente incrível e foi difícil pará-lo, ele foi decisivo e ganhou o jogo para eles, eu acho que essa foi a principal diferença do jogo. Nós estamos felizes porque estamos jogando bem, mas estamos tristes porque sabemos que poderíamos ter vencido”, concluiu.

O técnico Randy Wittman também lamentou o fato do Minnesota estar perdendo jogo de forma tão apertad: “Eu falei para os caras, nós poderíamos estar com uma campanha de três vitórias em quatro jogos, mas a nossa realidade é de três derrotas em quatro jogos. Nós estamos em boa forma, mas estamos pecando na hora de finalizar as partidas. Agora, teremos que conitnuar trabalhando e lutando para que isso não aconteça”, finalizou o treinador.

Al Jefferson comandou novamente o Wolves com seus 30 pontos e 14 rebotes (AP Photo/Hannah Foslien)

Além de Al Jefferson e Mike Miller, os outros destaques do Wolves foram os jovens Corey Brewer, Randy Foye e Kevin Love. Brewer assinalou 15 pontos, Love conectou 14 tentos, pegou nove rebotes e deu três tocos enquanto que Foye assinalou 11 pontos e distribuiu nove passes para cesta. O garçom do time anfitrião foi o armador Sebastian Telfair, autor de 10 assistências. Pelo Spurs, além de Parker e Duncan, quem se destacou foi o ala-armador Roger Mason, que conectou nove em 16 arremessos e finalizou a partida com 26 pontos.

O San Antonio Spurs (1v-3d) volta à quadra nesta sexta-feira. A equipe texana encara o Miami Heat no AT&T Center, em San Antonio. Já o Minnesota Timberwolves (1v-3d) também entra em quadra novamente na sexta, quando visitará o Sacramento Kings.

Confira os melhores momentos da emocionante partida entre Spurs e Wolves e as brilhantes jogadas de Tony Parker

Notas: Tony Parker se tornou o segundo jogador a fazer mais de 50 pontos e dar dez assistências em um mesmo jogo, o outro foi um tal de Michael Jordan, que obteve o feito em 23/12/1992 diante do Washington Bullets (57 pontos e 10 assistências)… Parker também alcançou outro feito, se tornou o jogador a fazer mais pontos no Wolves em uma partida, o antigo recorde pertencia a Shaquille O’Neal, que marcou 53 pontos diante da franquia de Minnesota em 1994, quando ainda jogava pelo Orlando Magic… O antigo recorde de pontos do francês numa partida era de 38 pontos contra o Miami Heat em janeiro de 2006.

November 5, 2008

Mavericks sai por cima em batalha texana, Spurs tem seu pior começo de temporada em 35 anos

Ao perder para o Dallas Mavericks, a terceira derrota em três partidas, por 98 a 81, o San Antonio Spurs tem o pior começo de temporada desde 1973-74, na ABA, quando perdeu as quatro primeiras partidas . O ala/pivô Dirk Nowitzki liderou o Mavs com 30 pontos. Jason Terry quase empatou com o alemão, com 29 pontos, Josh Howard fez 14 pontos e Jason Kidd contribuiu com 10 assistências.

 

 

 

Terry lidera Mavs na Batalha pelo Texas

Terry lidera Mavs na Batalha pelo Texas

 

 

 

 

“É bom jogar em um alto nível de novo. Com os caras que temos, temos um time que joga junto há quatro anos. Nos conhecemos”, disse Terry.

Com Manu Ginobili ainda lesionado o francês Tony Parker liderou o time da casa com 22 pontos. Tim Duncan fez 19. Ginobili não deve voltar antes de Dezembro, após passar por uma cirurgia para reparar o tornozelo esquerdo.

“Estamos em território desconhecido. Jogamos mal, para dizer o mínimo”, analisou Duncan.

San Antonio terminou o primeiro quarto perdendo por sete pontos, com 8min34s para o final do segundo período, em um arremesso de Parker, o time da casa cortou a vantagem para 30 a 27. Ma, logo Terry, também conhecido como Jet, acertou dois arremessos e Antoine Wright converteu uma cesta de três pontos.

 

Ginobili assiste derrota do Spurs do banco

Ginobili assiste derrota do Spurs do banco

 

 

“Jet realmente ajudou. Definitivamente o time precisa de seu ataque. De titular ou reserva, a gente precisa de seus arremessos e pontos”, falou Nowitzki.

Com uma vantagem de 10 pontos, 41 a 31, com 3min33s para o intervalo, os visitantes acertaram cinco de seis arremessos. O ala/pivô alemão acertou três deles e o Dallas foi para o vestiário com uma vantagem de 18 pontos.

As coisas não melhoraram para o Spurs no começo do segundo tempo. Kidd acertou um arremesso de três pontos e o Mavs aproveitou 10 dos 19 arremessos do terceiro quarto. Com 5min49s para o final do período os visitantes lideravam por 23 pontos.

 

Nowitzki toma conta da partida no período final

Nowitzki toma conta da partida no período final

 

 

As coisas melhoraram para os donos da casa, um pouco, no quarto final. Com 7min79s para o final o Spurs cortou a vantagem para 80 a 73, mas Nowitzki fez os próximos seis pontos do jogo e Dallas abriu uma vantagem de 88 a 73.

Clique aqui para os melhores momentos da partida.

November 1, 2008

Barkley desafia banco do Suns de Leandrinho, que tenta recuperação pegando Blazers, vitorioso contra Spurs (vídeo)

Sempre polêmico e irreverente, o ex-astro do Phoenix Suns e comentarista do canal TNT Charles Barkley disse durante a transmissão da derrota do time para o New Orleans Hornets na quinta-feira que o “currículo do banco do Suns é mais fino que o de Sarah Palin”. Um dos muitos ídolos do basquete americano que apóiam a candidatura do democrata Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, Barkley certamente não estava falando da beleza esbelta da candidata a vice-presidente na chapa do republicado John McCain, queria era dar uma alfinetada nos reservas do Suns.

Com jogadores como o ala-armador brasileiro Leandrinho, o ala Grant Hill, o ala-pivô francês Boris Diaw e o armador esloveno Goran Dragic, a magreza física é uma das características da segunda unidade do Phoenix, que jogou mal contra o Hornets, mas daí a dizer que os caras não têm currículo assim como a ex-governadora do estado do Alaska é um pouco exagerado, afinal é o mesmo banco que tinha somado 42 pontos na vitória da estréia na casa do forte San Antonio Spurs. Leandro foi eleito o melhor reserva da NBA em 2007 e ficou em segundo na votação desse mesmo prêmio em 2008, Hill é um veterano sete vezes selecionado para o Jogo das Estrelas e Diaw tem um prêmio de jogador de maior evolução da liga na prateleira, embora os novatos Dragic e Robin Lopez realmente ainda tenham muito a provar. Então se espera que o Suns entre mordido na quadra do US Airways Center de Phoenix em busca da recuperação neste sábado próximo da meia-noite (horário de Brasília) enfrentando o Portland Trail Blazers, que ontem conquistou em casa sua primeira vitória no campeonato batendo o mesmo San Antonio por 100 a 99 (51 a 45 no intervalo) em jogo decidido nos segundos finais, com destaque para os 26 pontos e sete assistências do armador Brandon Roy liderando o Blazers.

Um grande duelo aguarda Leandrinho particularmente, ele deve bater de frente com o ala-armador espanhol vice-campeão olímpico e sensação da final contra os EUA Rudy Fernández, um dos destaques do banco do Portland em sua temporada de estréia na NBA. É a chance de o brasileiro dar uma resposta à altura para Barkley, um craque gordo no corpo e no currículo. Na partida de quinta-feira, o brazuca errou todos os seus cinco arremessos da linha de três, fez apenas dois pontos e cometeu três faltas de ataque substituindo Raja Bell no segundo quarto, daí não voltou à quadra até o período final. Mas na estréia contra o Spurs, Leandro se destacou com 18 pontos no triunfo por 103 a 98. Hoje tem uma chance valiosa de recuperação, já que o Blazers saiu derrotado em todos os últimos nove confrontos com o Suns e ganhou apenas sete dos últimos 30 duelos entre as equipes. É também o reencontro do técnico Terry Porter com o clube que o consagrou como jogador.

“Às vezes você tem uma recaída depois de uma vitória fora de casa. Nós simplesmente não tivemos um bom jogo. Algumas vezes você entra em quadra preparado e adrenalizado, sentindo a energia dos fãs. Mas então nós começamos a perder muitas bolas e ficamos correndo atrás no placar o tempo todo. Tentamos fazer passes onde não havia linhas abertas para passar a bola. Estávamos tentando forçar as coisas quando não havia nada ali. Temos simplesmente de fazer a jogada mais fácil, fazer o passe mais simples, não tentar fazer coisas demais”, receitou o técnico Porter, insatisfeito com as 24 bolas desperdiçadas, sete delas pelo armador-astro canadense Steve Nash, mas dos 11 atletas do Suns que jogaram contra o Hornets todos cometeram pelo menos um desperdício, então não era mesmo o caso de procurar culpados.

“Nós simplesmente não tivemos gás para começar. Não quero apenas apontar o dedo para o segundo grupo. Eles não foram bem ofensivamente em alguns momentos, assim como o primeiro grupo (os titulares) não foram bem ofensivamente às vezes. Eu acho que nossa segunda unidade pode fazer algumas coisas boas para nós no ataque e eles mostraram isso na noite passada com 42 pontos do banco. Gosto de pensar que ao longo da temporada eles irão crescer e ficar mais confortáveis jogando juntos, isso me fará sentir mais confortável para deixá-los em quadra nos jogos”, explicou Porter.

“Sinto que estamos melhorando como um grupo a cada treino. Estamos aprendendo rapidamente como jogar juntos contra os titulares nos treinamentos e estamos nos tornando um grupo próximo e unido. Quanto mais continuarmos jogando juntos, ficaremos mais confortáveis e confiantes. Estou aprendendo que é uma longa temporada, haverá jogos bons e jogos ruins. A chave é entrar em cada partida concentrado e jogar duro”, comentou o jovem armador reserva esloveno Dragic, que fez apenas três pontos contra o New Orleans.

“Goran é um calouro e é importante para nós não atirar coisas demais em cima dele de uma vez só. Há muita coisa para ele aprender e vamos escolher nossas posições cuidadosamente. Ele fez alguns grandes progressos no acampamento de treinos e durante os jogos da pré-temporada, e essa experiência foi importante para ele. Sua confiança cresceu e você pode ver que ele está ficando mais confortável quando está em quadra”, analisou Porter.

Nas últimas três temporadas, o ala-armador das Ilhas Virgens Raja Bell tinha sinal verde para chutar quando estava livre na linha de três pontos, e sua média de 461 cestas de três por ano justificavam essa falta de precaução em arremessar rápido mesmo sem ninguém posicionado para o rebote. Mas depois que Bell soltou um pombo sem asa no aro no primeiro quarto do jogo passado, Porter não pareceu nada satisfeito e pouco demais Bell foi para o banco, onde permaneceu sentado pelo restante do primeiro tempo. No final da partida, o novo técnico explicou que não tinha problema nenhum com Raja e que o Suns já teve conversas suficientes sobre seleção de arremessos a ponto de ter consciência para diferenciar um chute bom de um chute ruim.

“Eu estava tentando dar ritmo a Leandro Barbosa. Raja não fez nada de errado. Ele voltou no terceiro quarto e foi agressivo, fez seus arremessos e fez algumas jogadas. Não tenho nenhum problema com Raja. Ele joga duro, compete”, afirmou Porter.

“Não sou um cara de descobrir as coisas, você tem de me dizer o que você quer, e eu tentarei dar isso a você. Acho que não soube hoje”, disse Bell, que não quis entrar em detalhes sobre sua permanência no banco durante todo o segundo quarto. “Sem comentários sobre isso”, desconversou.

No terceiro período, Bell ajudou a comandar uma reação do Phoenix acertando três arremessos seguidos, incluindo uma bola de três reduzindo a desvantagem do Suns de 15 para 10 pontos. Depois uma formação com Amaré Stoudemire e quatro reservas manteve o time atacando o Hornets e a diferença caiu para três tentos, mas uma grande cesta de três de James Posey recolocou o New Orleans no controle.

“Eu não sei cara, apareceram oportunidades no terceiro quarto e eu tentei converter a maioria delas. Acho que saímos um pouco mais rápido na transição, a bola foi um pouco mais movimentada, quando isso acontece eu tenho minhas chances de arremessar com boa visão da cesta. Ainda há um pouco de incerteza no time, eu acho, estamos adaptando nosso jeito de jogar a um novo sistema que está acontecendo. Eu tentei me preocupar com o que é um arremesso bom ou um arremesso ruim nos treinos da pré-temporada, e isso não funcionou muito bem para mim. Então eu simplesmente vou arremessar quando sentir que tenho uma boa visão e se não for isso que ele (Porter) quer, ele irá me dizer”, contou Bell.

Mas é recomendável não subestimar o Portland. Depois de ser humilhado na estréia contra o Los Angeles Lakers e perder por até quatro semanas o pivô Greg Oden, com o pé direito machucado, o jovem time do Blazers interrompeu ontem uma série de 12 derrotas em confrontos diretos com o Spurs (0V-2D), o técnico Nate McMillan nunca tinha vencido o Alvinegro texano nos seus quatro anos no comando do Tricolor do Oregon. E essa escrita foi quebrada por muito pouco, um arremesso de Michael Finley no último segundo bateu no aro e o time da casa escapou com a vitória por um ponto.

“Quando ele errou o arremesso, eu não podia acreditar. Eu já estava pensando na prorrogação ou algo assim porque simplesmente não parecia certo, mas quando eu olhei para cima para o placar finalmente caiu a ficha que nós finalmente derrotamos o Spurs”, afirmou Brandon Roy, que acertou um arremesso e dois lances livres colocando o Blazers na frente antes de o ala-pivô LaMarcus Aldridge converter um chute certeiro da cabeça do garrafão abrindo 100 a 97 com 35 segundos por jogar. Aldridge foi outro destaque da vitória com 23 pontos e cinco rebotes.

Depois que o armador francês do Spurs Tony Parker, autor de 24 pontos e 11 assistências, acertou dois lances livres, o Blazers errou seu último arremesso com Travis Outlaw (11 pontos), e Roger Mason Jr. (14 pontos) levou a bola para o outro lado da quadra e tinha caminho livre para fazer a infiltração, até que dois jogadores do Blazers fecharam na marcação e ele fez o passe para Finley, que errou o chute no estouro do cronômetro. O ala-pivô Tim Duncan foi o cestinha da partida pelo San Antonio com 27 pontos e 10 rebotes. O espanhol Rudy Fernández anotou apenas seis pontos e oito sobras.

“Eu realmente tive uma boa oportunidade de acertar, tinha uma ótima visão da cesta no lance, mas me apressei um pouco e senti que a bola não era boa quando saiu das minhas mãos”, lamentou Finley, autor de 16 pontos e quatro passes para cesta.

Confira vídeo com os melhores momentos de Blazers 100 x 99 Spurs

October 30, 2008

Suns bate Spurs em San Antonio na estréia com atuações decisivas de Stoudemire e Leandrinho (vídeo)

Filed under: CAPA, Conferência Oeste, Multimídia, NBA — Tags: , , , — Paulo Roberto @ 12:36 am

O Phoenix Suns estreou bem na temporada 2008-09 da NBA vencendo fora de casa o San Antonio Spurs por 103 a 98 (49 a 46 no intervalo). O estilo de maior solidez defensiva e menos correria implantado pelo novo técnico Terry Porter causou uma boa primeira impressão de que o time do Arizona não pode ser descartado da lista de favoritos da Conferência Oeste. O ala-pivô Amaré Stoudemire foi decisivo na vitória com 22 pontos e oito rebotes, o ala-armador brasileiro camisa 10 Leandrinho liderou uma boa atuação do banco do Suns com 18 pontos. Shaquille O´Neal e Steve Nash conseguiram duplos-duplos: o pivô com 15 tentos e 13 rebotes, e o armador canadense com 13 assistências e 13 pontos, mesma pontuação do ala Grant Hill. O ala-pivô Tim Duncan e o armador francês Tony Parker foram os cestinhas da partida pelo Spurs com 32 pontos cada. (more…)

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